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A literatura indígena no Brasil passou por diversas fases e batalhou contra o apagamento em todas elas. Dos primeiros encontros com os jesuítas, que tentaram impor as regras de gramática e de assentamentos importadas da Europa, ao crescimento das publicações editorais de autoria indígena que vemos hoje. Nesse episódio, Mayra Trinca e Lívia Mendes contam mais dessa história a partir de entrevistas com a pesquisadora Carolina Rodrigues, da Unicamp, e com a escritora Trudruá Dorrico. Você vai conhecer mais sobre as primeiras gramáticas, a importância da oralidade para a literatura indígena e a relação disso tudo com a política (no passado e no presente). ____________________________________________________________________________________________________ ROTEIRO TRUDRUÁ: Cara, o Brasil é tão indígena e ele nem se dá conta assim, sabe? Do quanto ele é indígena. MAYRA: No episódio de hoje, a gente vai falar sobre a importância da escrita pra história do movimento indígena no Brasil. TRUDRUÁ: Eu entendo assim que a presença indígena nesses espaços literários, é o que faz a nossa literatura ser interessante hoje. Faz deslocar um pouco os homens brancos, jornalistas do Rio – São Paulo, assim, numa produção completamente egocêntrica. LÍVIA: E sobre como isso ganha ainda mais relevância diante de um histórico de apagamentos. CAROLINA: Que algo escrito nem sempre é um texto. Quem lê nem sempre é um leitor. E quem escreve nem sempre é um autor. MAYRA: Isso porque o ato de escrever foi, e talvez ainda seja, uma das ferramentas mais usadas pra hierarquização social. E aí, ao longo da história, isso deixou marcas que revelam muito do que a gente pensa e entende como autoria de povos indígenas no Brasil. TRUDRUÁ: A autoria coletiva indígena, ela sempre existiu. O problema é que ela foi descaracterizada por conta da história de apropriação dos povos indígenas ao Estado-nação Brasil. LÍVIA: Pra entender essas questões, conversamos com a escritora e pesquisadora Trudruá Dorrico, do povo Macuxi, e com a linguista Carolina Rodríguez. MAYRA: Eu sou a Mayra Trinca, bióloga e comunicadora de ciência e você já me conhece aqui do Oxigênio. LÍVIA: E eu sou a Lívia Mendes, linguista e especialista em jornalismo científico, e também já apareci algumas vezes por aqui. [VINHETA] CAROLINA: Eu sou pesquisadora do Laboratório de Estudos Urbanos, o Labeurb, que pertence ao Núcleo de Criatividade da Unicamp e sou também professora no departamento de Linguística do Instituto de Estudos da Linguagem, o IEL, também da Unicamp. É, a minha formação inicial é em letras, mas eu me especializei em linguística. Fiz o doutorado, pós-doutorado, especificamente nas áreas de análise do discurso, história das ideias linguísticas e saber urbano e linguagem. LÍVIA: Essa que você ouviu é a Carolina. Nos últimos anos, ela têm se dedicado a pesquisar a língua Guarani e as relações dessa língua com a atuação dos jesuítas na região que era a província do Paraguai. CAROLINA: Que não deve ser confundida com a província civil do Paraguai, né? Porque a província jesuítica ocupava todo o sul do Brasil, Argentina, parte da Bolívia, enfim. MAYRA: O Guarani era a língua falada pelos povos indígenas da região e que teve seus primeiros registros escritos feitos por esses jesuítas. CAROLINA: O espaço em que surge a escrita em Guarani vai determinar, a finalidade com que é introduzida a escrita nessa língua, vai determinar a relação entre escrita e oralidade, né? Vai determinar o que que é um texto, o que que é ler, o que é escrever em Guarani. LÍVIA: Os jesuítas chegaram na região por volta de 1580 e se instalaram ali, fundando a tal província. Esses missionários, tinham como tarefa estudar a língua local. CAROLINA: A finalidade principal, né, desse trabalho linguístico era se comunicar com os indígenas no dia a dia, aprender a língua, né? Que os missionários estrangeiros pudessem aprender a língua para se comunicar com os indígenas e para catequizar. A questão principal não é o cultivo da língua como bem cultural. Isso pode até ter um resquício, mas não é esse o objetivo principal. MAYRA: Essa lógica por trás do estudo do Guarani fez com que a escrita e a gramática utilizada para essa língua fosse bem diferente de outras línguas. Enquanto as línguas europeias tiveram sua escrita elaborada e rebuscada como uma forma de enriquecimento cultural, a escrita das línguas indígenas era muito mais pragmática, usada apenas como instrumento para ensinar outros jesuítas. LÍVIA: Ainda assim, a Carolina conta que as primeiras gramáticas, as primeiras organizações e regras linguísticas do mundo surgiram todas meio que juntas. CAROLINA: É interessante isso porque muitas vezes a gente pensa que “ah, as gramáticas europeias foram feitas primeiro e as línguas ameríndias, por exemplo, depois e não. Então, a diferença entre uma gramática, a primeira gramática em francês, do francês, tem dois, três, quatro anos de diferença com a primeira gramática do Nahuatl, no México, por exemplo. [começa trilha] LÍVIA: Só que nesse momento, na Europa, durante o Renascimento, as gramáticas estavam surgindo pra organizar e padronizar as línguas que representariam os Estados-nação, como o francês, o português e o espanhol. Era preciso reduzir as variações dos dialetos, fixar regras linguísticas, para dar uma ideia de unidade praquele território. MAYRA: Gramatizar uma língua, assim como escrever essa língua , é importante para consolidar regras gramaticais e fazer com que ela mude mais devagar. Por isso as gramáticas surgem com a formação dos Estados, porque conforme as nações hegemônicas iam colonizando diversas partes do mundo, levavam também consigo o processo de gramatização das outras línguas. CAROLINA: Então, essa associação, né, língua cidade através da ideia do movimento, da fixação, eles tinham que fixar a língua pela escrita e fixar os indígenas em povoados, não é? Para que, como dizia o Manuel da Nóbrega, o padre jesuíta, era preciso fazer com que ficassem quietos, né? E não se movessem o tempo todo. Ele reclamava que o trabalho da catequese era jogado fora, porque eles se mudam o tempo todo. LÍVIA: De novo a gente percebe aí a linguagem sendo usada como uma forma de dominação desses povos. O estudo da língua Guarani não estava a serviço dos povos indígenas e sim dos colonizadores. Mesmo que eles começassem a dominar a escrita de sua língua, isso não significava que eles iriam conseguir realmente se apropriar política e culturalmente dessa ferramenta. CAROLINA: A cultura é imposta como modelo, ao mesmo tempo que se impede o acesso integral a esse modelo. Porque senão a desculpa para subordinação desaparece, não é? [sobe som e encerra música] MAYRA: E a Carolina encontrou, em alguns textos da época, exemplos que mostram isso muito bem. Ela me deu o exemplo de vários textos religiosos, que eram escritos em Guarani, mas que não eram lidos pelos indígenas. CAROLINA: Porque esses textos traduzidos em Guarani, é, se destinavam aos missionários, não eram dados para a leitura dos indígenas, que eram mantidos a maior, maiormente não alfabetizados, não é? Era porque os missionários soubessem, é, aprendessem e pudessem transmitir oralmente aos indígenas. Então, na verdade, o destinatário do conteúdo do texto, né? Da mensagem religiosa, era o indígena, que não era o leitor do texto, né? Então era não era um público leitor, era um público ouvinte, era um auditório, porque quem lia era o missionário. LÍVIA: Ela também identificou o mesmo deslocamento da função do autor desse texto. Um dos exemplos mais didáticos é de um indígena chamado Nicolas Yapuguay, que publicou dois volumes de sermões bíblicos escritos em Guarani, só que sob direção de um missionário. CAROLINA: Então, o que significa sob a direção? Significa que a responsabilidade é do missionário. Bom, aí já temos uma dica, não é? Mas o prefácio é fantástico. Eu acho que Foucault leu esse prefácio para definir a função autor, né? Porque quem faz o prefácio ao livro é Paulo Restivo, o missionário. Até aí tudo bem, a gente pode fazer o prefácio de outro livro, né? Mas o que é interessante é que todos os “eus”, as primeiras pessoas, é o missionário que assume. Então, assim, ele chama o leitor de meu leitor, as doutrinas que eu te ofereço. MAYRA: Isso mostra pra gente que apresentar o Nicolas Yapuguay como autor era quase como um disfarce, um fingimento. Que ele estava ali pra que os missionários pudessem dizer que havia uma participação indígena, mas que não tinha liberdade de decidir o que ou como escrever. [começa trilha] TRUDRUÁ: Nesse processo de de entender um pouco a escrita e os povos indígenas, eu queria dizer assim que a escrita, essa escrita assim, ai, de escrever o nome, de escrever um poema, de escrever um livro ou de aprender a escrever alguma coisa que é importante assim no dia a dia, não é dessa escrita que nós estamos falando, quando a gente fala assim, ai, dos povos indígenas conseguirem escrever e serem uma sociedade desenvolvida. A gente está falando de um sistema de escrita que cria documentos, que cria cartórios, que cria notários, que cria é, que cria uma legislação para validar, por exemplo, um processo de expropriação territorial. [sobe som e encerra música] LÍVIA: Essa que você acabou de ouvir é a Trudruá Dorrico. TRUDRUÁ: Eu sou indígena Macuxi. O povo Macuxi tá no estado de Roraima. Eu sou escritora, essa é uma parte que eu atuo, no âmbito da literatura e eu também sou pesquisadora de literatura indígena e essa é a segunda parte assim da minha atuação no âmbito da pesquisa. MAYRA: Eu conheci o trabalho da Trudruá num grupo de leitura que eu faço parte. A gente leu “Originárias: Uma antologia feminina de literatura indígena”, que é uma coletânea organizada por ela, mas com histórias de diversas autoras de diferentes povos. Ela faz parte de um movimento contemporâneo de autores indígenas, como Daniel Munduruku, Ailton Krenak, Eliane Potiguara, Geni Nuñez e por aí vai. LÍVIA: A literatura indígena passou por diferentes fases no Brasil. Ela começou muito antes da chegada dos jesuítas, com a cultura oral, ainda sem registros escritos. Essa primeira fase, estruturada na oralidade, ainda é muito pouco aceita como literatura. Vamos falar disso um pouco mais pra frente, continua por aqui pra entender. MAYRA: Então, os registros dos jesuítas formam uma segunda fase, com os primeiros textos escritos, como a gente viu, mas não exatamente respeitando a cultura indígena. LÍVIA: Depois, a gente teve, durante o modernismo, lá da semana de 22, autores como Mário de Andrade, autor de Macunaíma, por exemplo, se apropriaram de histórias indígenas naquela onda da antropofagia e ficaram famosos por isso. TRUDRUÁ: O José de Alencar, Mário de Andrade e Oswaldo de Andrade fizeram carreira sobre com o nacionalismo indígena. Então, é uma terceira fase que a gente fala assim: “É, mas agora a gente vai escrever. A gente vai fazer nossas histórias, a nossa literatura com esta identidade, porque esta identidade é um território que o Brasil precisa reconhecer, que tudo o que diz respeito a nós tem valor e tem alguém ali para reivindicar dizendo assim: “Ó, você não vai falar de nós de qualquer jeito, como se a gente fosse nada ou como vocês estavam acostumados a tratar a gente”. Eu acho que é por isso que talvez esse identitarismo ameace, né? Porque essa pessoa não tá pronta ainda, ela tá muito mais na defesa de: “Ai, nossa, vai me podar, de pesquisar, vai me podar, de escrever, vai me podar, de publicar, vou ser malvista”. Vai mesmo. Vai, vou te dizer com certeza que vai. MAYRA: A Trudruá tá falando aqui de pessoas que falam sobre os povos indígenas ou sobre elementos da cultura indígena como se fossem donas desse saber, ignorando o movimento e a história desses povos. Como livros ou mesmo pesquisas acadêmicas que se apropriam desse conhecimento sem dar os créditos, as referências ou mesmo sem ter representantes indígenas fazendo parte do trabalho. LÍVIA: Isso porque, como a Trudruá contou na entrevista, esses escritores e pesquisadores sempre viram as práticas indígenas como “sem dono”. O motivo está no fato de que a maioria dos povos indígenas não tinham e ainda, em algumas regiões, continuam não tendo acesso ao domínio da escrita de suas línguas maternas. Por esse motivo não era considerada a participação do próprio indígena nessas produções. TRUDRUÁ: Eu acho que esse argumento, ele foi utilizado assim por muitos anos, por por décadas, né? Pelos indigenistas e também pelos professores que é que sempre pesquisaram povos indígenas e se tornaram porta-voz desses povos indígenas. E eu acredito assim que é boa fé, o fato é que isso virou uma tradição e essa tradição acabou colocando, né, esses pesquisadores que muito colaboraram, muito ajudaram, não tô nem julgando isso, mas colocou eles assim como paladinos, né? Colocou como representantes de povos indígenas, como uma voz, é, de autoridade, uma voz de tradução entre dois mundos. Traduziu o mundo branco para os indígenas e traduziu o mundo dos indígenas para os brancos. Então, essas pessoas eram as autoridades. MAYRA: É uma ideia que tá muito ligada a noção de que povos que usam a escrita são, de alguma forma, superiores do que sociedades que chamamos àgrafas, ou seja, que transmitem seus conhecimentos exclusivamente por meio da tradição oral, sem ter desenvolvido um sistema próprio de escrita. Eu vou trazer a Carolina aqui de volta pra ajudar a gente a entender isso. CAROLINA: Olha só, de novo, porque os europeus então gramatizaram as línguas do mundo, instrumentaram as línguas do mundo a partir do modelo que eles tinham usado da gramática grecolatina e também transformaram os espaços do planeta, os territórios a partir do modelo urbano europeu. Então, veja como os processos de gramatização massiva também coincidem com o processo de urbanização, isto é, de transformação das línguas e dos territórios do planeta, né, em direção ao modelo da escrita e da gramática da cidade europeia, não é? LÍVIA: É como se, porque a história da europa seguiu esse caminho, passando da tradição oral pra tradição escrita, do nomadismo para as cidades, todas as sociedades do mundo tivessem que fazer o mesmo percurso. CAROLINA: Então, esse modelo da escrita, esse modelo da cidade, nesse discurso historiográfico, né? Vai estabelecer uma relação entre espaço e tempo, né? Por quê? Porque as sociedades, cujas formas de vida não produziram esse modelo específico de espaço que é a cidade, né? São jogadas situadas para trás no tempo, são pré-históricas, estão atrasadas, não chegaram lá. Então, há uma temporalidade que vai ser acionada a partir do modelo de espaço, que é produzido a partir de suas tecnologias, entre as quais a escrita, não é? MAYRA: Só que essa é uma visão bem distorcida de como as coisas funcionam. Não é porque a escrita foi necessária pra organização de um modo de vida que ela é essencial em todas as configurações sociais. LÍVIA: E tem uma questão muito importante aqui. É que essa leitura de mundo não vem sem propósito, “sem querer”. Ela foi moldada pra justificar uma ideia de superioridade. CAROLINA: Você estar numa sociedade de escrita e não dominar a escrita é uma grande desvantagem. Né? Não ser alfabetizado numa cidade é uma grande desvantagem. A questão é quais são as explicações, né? E como isso acaba sendo ontologizado. É uma característica ontológica dessas sociedades ou desse sujeito, não é? Então, de fato, o que há, é, é o que eu chamei de uma memória da língua marcada pela escrita e uma memória do espaço marcada pelo urbano. Eu explico, né? O que que é memória no sentido discursivo, da análise do discurso. Memória não é lembrança, é o contrário, digamos, ou pelo menos esse tipo de memória discursiva. É aquilo que já foi dito, esquecido e passou a ser do senso comum e faz sentido nas próprias palavras, não é? Então, a gente tem essa memória da escrita, memória da escrita, o que que é? Você imagina a língua, você imagina através da escrita alfabética, não é? Você vê um espaço que não tem cidade, parece um espaço vazio e não tá vazio, né? Por exemplo, uma floresta, o espaço de populações indígenas, não é? MAYRA: É como se houvesse, ainda que de forma inconsciente, uma associação automática entre cidade e progresso, linguagem e “inteligência”. É como dizer que uma pessoa analfabeta não sabe ler porque não quer, ou porque não tem capacidade, e, assim, excluir completamente o papel do Estado, da escola e de outras pessoas no processo de transmitir essa habilidade. A Carolina deu um outro exemplo muito bom de como isso foi manipulado pra fazer povos indígenas parecerem menos capazes do que as pessoas brancas. CAROLINA: A educação literária, artística, da escultura, da pintura e da música são considerados como o modelo, né, de educação aos indígenas. Mas aí você vai nos povoados e mostram, essa daqui é escultura feita por um indígena, essa aqui para um europeu. E de acordo com esse modelo a feita por um indígena aparece uma caricatura muito simplificada, né? É, então como se apresenta isso, né? Olha, os jesuítas até ensinaram, mas até aí eles conseguiram chegar, mas então esse resultado aquém, de acordo com certo modelo, se apresenta como uma incapacidade lógica, natural dos indígenas. Eles não conseguem se apropriar desse modelo, então tem que se manter como subalternos, né? O que não se diz é que aos indígenas não se ensinava as técnicas de preparatórios para fazer uma escultura que se ensinava aos escultores europeus nas escolas de artesãos europeus. Simplesmente se dava o pedaço de madeira para os artistas e falaram: “Olha, copia aqui” LÍVIA: Se a gente parar pra reparar, a mesma lógica continua até hoje nos discursos meritocráticos, né? É uma ideia de que a habilidade de uma pessoa, seja ela indígena ou não, só depende do seu esforço individual. E assim oculta completamente o papel da sociedade de ensinar as bases necessárias pra isso. MAYRA: E tem outro ponto interessante aí. Olha como a gente tem todo um referencial do que deveria ser uma sociedade, baseado quase que exclusivamente num único modelo: o europeu. A escultura, a música, o jeito de se vestir, tudo segue as regras estabelecidas na Europa. Só que na maioria das vezes, isso não é colocado em perspectiva, né? É naturalizado, colocado como um processo único pro mundo todo. CAROLINA: Como se isso fosse um, um, um processo inexorável, não é? LIVIA: Quando na verdade a gente devia tá olhando pra isso mais como possibilidades de modos de viver numa diversidade gigante de culturas. Só que é muito natural, por conta da nossa história, a gente achar que o que vem desse padrão europeu é sempre o melhor. CAROLINA: Uma coisa importante, isso não tem a ver com o que a gente acha de melhor ou pior. No sentido de que se você nasce e cresce numa numa sociedade urbana e da escrita, pode achar absurdo não escrever a língua ou não se fixar, mas esse é problema seu, vamos dizer assim, não é? Porque assim, você não é o centro. Não é? Então, não precisa gostar. [trilha sonora] LÍVIA: Até hoje, a escrita tem sido um reflexo disso. Ao longo da idade média, como a escrita tinha praticamente sido sequestrada pela Igreja na Europa, fazendo com que fosse quase exclusiva dos sacerdotes, ela se tornou um símbolo de conhecimento. MAYRA: Como se um conhecimento só tivesse valor se estiver escrito, aquela ideia de que isso garante que ele será transmitido pro futuro. Isso também explica, voltando no que a gente tava falando antes, porque a primeira fase da literatura indígena, que tava na oralidade, não é considerada. TRUDRUÁ: Tem muita produção indígena que é uma produção intelectual que esteve no âmbito do imaterial, porque os povos indígenas foram impedidos de desenvolver sua própria escrita e ao mesmo tempo foram impedidos de adotar a escrita alfabética, né? Esse foi um jogo sistemático do Estado para impedir a presença indígena na sociedade brasileira. LÍVIA: Ou então, de forma mais sutil ou até mais perversa, o que era feito era diminuir a identidade indígena de quem escrevia. Uma coisa de “se sabe escrever, então já não é mais indígena”. Um pensamento totalmente relacionado àquela ideia de progresso linear que a gente falou agora pouco, que considera os povos indígenas como se estivessem num estágio cultural anterior e inferior aos dos povos europeus. TRUDRUÁ: Nesse caso, quando os povos indígenas e os sujeitos indígenas, eles começam a a escrever, a publicar, a romper essa tradição de que tudo que eles têm está na oralidade e quando está na oralidade não pertence a eles, é, eles, né, os primeiros escritores eles vem com essa tradição de dizer: é, não tem autoria porque vocês nunca deixaram, o país nunca deixou, nunca considerou, né, que um indígena que escrevesse, falasse língua portuguesa ou conhecesse os costumes da sociedade dominante pudesse ser considerado indígena. O que eu quero dizer com isso é não não não temos direito à nossa propriedade intelectual, material que tá na oralidade, eh porque eh ao escrever elas não somos mais tão indígenas. MAYRA: Aqui é importante a gente parar e explicar algo com mais calma, porque mesmo pra mim isso não tava bem claro quando comecei a conversar com a Trudruá pra esse episódio. TRUDRUÁ: Quando você fala de oralidade, eu penso em um sistema, em um dispositivo de memória que é trabalhado assim pelos povos indígenas. Quando você fala de de fala de de voz alta, você tá falando desse oral. né, de uma fala oral. Então são um é sistema de conhecimento, um é prática. Então são diversos, né? TRUDRUÁ: Não podemos entender a oralidade como uma fala, como se ela não tivesse consciência, mas ela tem um sistema todo organizado, é de memória mesmo, assim, que vai de geração em geração e vai ensinando valores e e, e, né, tem uma ciência, né, que a compõe. LÍVIA: Ou seja, quando a gente tiver falando de oralidade aqui, estamos falando de um conjunto de práticas que faz parte de uma tradição de centenas de anos, que foram capazes de fazer permanecer o conhecimento, sem precisar de recursos escritos. MAYRA: De certa forma, isso permeia o trabalho da Trudruá como escritora hoje. Eu ouvi uma entrevista dela falando sobre o último livro que publicou, o Tempo de Retomada, e como ela tinha o hábito de ler em voz alta pra mãe dela quando tava trabalhando no texto. TRUDRUÁ: Quando eu penso texto escrito, eu me preocupo muito assim com, é, com uma sofisticação que elas são contadas nessa oralidade. E aí nessa, quando a minha mãe tenta me passar certos valores, eu fico assim impressionada, porque eu realmente me sinto indo para um outro tempo a partir da palavra, eu me sinto viajando assim num outro tempo. E era, e era essa ideia assim de talvez transportar as pessoas para esse tempo que eu nunca sei se eu vou conseguir, ou nunca sei se as pessoas vão se abrir para elas, mas é uma preocupação de que é, talvez o mesmo ritmo ou o mesmo balanço que que eu escuto e que eu sinto, né? MAYRA: Durante a entrevista, eu comentei com a Trudruá como eu tenho percebido um pouco um movimento na literatura de resgatar esse jeito de contar histórias. Como eu falei, eu participo de um clube de leitura e isso é algo que vira e mexe aparece por lá. De como é gostoso ler um livro que você tem a sensação de que a autora tá ali falando mesmo com você. LIVIA: A Trudruá contou pra gente que, além do contato com as histórias contadas pela mãe, ela também teve, desde sempre, uma ligação muito forte com a literatura. E que os livros sempre tiveram um papel muito importante, não só de companhia, mas de vivência pra ela. TRUDRUÁ: Eu cresci com a literatura e a literatura me fez viajar por tantos mundos, me faz sonhar, me faz chorar, me faz é, me faz sentir uma magia que de artista, então eu não poderia desejar outra coisa que não, né, viver com a palavra. E aí nesse sentido eu eu também entendo que dá para levar um pouco essa magia nessa escrita literária. E esse era o trabalho assim, de talvez transportar um pouco aquilo que eu sinto quando eu escuto essas histórias. E aí o trabalho, ler em voz alta é importante, assim como ler em silêncio também, mas como eu tenho essa preocupação que a minha comunidade leia, eu também fico pensando assim: “Ai, como que elas podem como que elas vão ler isso, a disposição das frases, desce isso para ir num ritmo tão longo, né? Esse trabalho escrito, prático, de como pode também emular uma certa um certo oral. MAYRA: Uma coisa importante, como dá pra perceber nas falas da Trudruá quando ela tá falando sobre o que espera dos livros dela, é que essa oralidade, tanto a tradição, quanto o hábito de ler em voz alta, tão muito relacionados com o coletivo. E aí entra outro ponto importante. Não é porque um conhecimento é coletivo, que ele é de todo mundo. TRUDRUÁ: Um segmento assim que fica muito evidente no Brasil é o núcleo de folcloristas, o núcleo de estudiosos assim brasileiros que que olham para esses conteúdos, olham para esses materiais, para essas narrativas e entendem ela como uma cultura popular. A cultura popular nesse sentido de que ela é de todo mundo, mas não tem uma autoria específica. E isso é muito conveniente quando você, né, é, consciente ou inconscientemente, você rouba, é, narrativas prontas, narrativas criativas, fantásticas de outros povos para dizer: “Ah, isso faz parte da cultura brasileira no singular” LÍVIA: A Trudruá deu exemplos como o guaraná, a mandioca ou uma série de medicamentos que foram descobertos e desenvolvidos por povos indígenas, mas que nunca foram reconhecidos como autores ou proprietários dessas técnicas. MAYRA: E que depois, foram coisas incorporadas à cultura brasileira, como se todas as pessoas do país tivessem a mesma relação, a mesma história com esses elementos. E com isso, ignorando que os povos indígenas tiveram um papel fundamental nesse processo. LÍVIA: Lembra que a gente falou sobre como a primeira fase da literatura indígena, aquela da tradição oral, não é reconhecida? Isso porque quando a gente fala de oralidade, é difícil identificar um autor. E essa brecha foi usada pela sociedade brasileira como uma estratégia de incorporar essas histórias numa narrativa nacionalista. MAYRA: Só que isso, ao invés de valorizar os conhecimentos tradicionais e a individualidade de cada povo, como costuma ser dito por aí, acaba, na verdade, apagando a participação e a autoria dessas pessoas na sua própria história. [trilha sonora] TRUDRUÁ: Mas sobre a identidade indígena, vai ser algo que eu nunca vou abrir mão. E eu digo como escritora e eu digo como indígena, porque assim, a história brasileira e a história literária brasileira, tudo que ela quis foi apagar a identidade indígena para se apropriar das nossas narrativas. Quando a gente se coloca com essa identidade, a gente demarca um território simbólico de dizer: “Isso aqui não tá livre. Isso aqui não é terra de ninguém. Isso aqui tem uma autoria coletiva. Tem uma propriedade material que pertence a nós. Não é seu. Não é seu, brasileiro. LÍVIA: Por isso é tão importante hoje esse movimento de autores indígenas no Brasil. Ele ajuda a retomar uma série de histórias aos seus autores originais, dessa vez com os devidos créditos e com sua própria voz. TRUDRUÁ: E a autora individual, é essa autoria, que tá no mercado editorial e que vem reforçando, que vem para reforçar os valores, né, dos povos, das comunidades, mas o fato de tá no mercado editorial e circular, ela alcança um outro uma outra visibilidade, inclusive lançando luz a essa autoria coletiva MAYRA: E aí, obviamente, esse movimento acompanha o posicionamento político dos povos indígenas no Brasil. TRUDRUÁ: Tem um filósofo, tem um teórico da literatura que se chama Emil’ Keme, ele é do povo Maia Quechua da Guatemala. E ele fala que não é possível separar a teoria literária indígena da política indígena, porque elas caminham juntos. Quando os indígenas eles pegam a escrita para publicar e etc, estudar mesmo, eles entendem a escrita como uma técnica, a língua como uma técnica que vai ser essa transportadora dos desejos da luta do movimento indígena. Então, a gente entende, alinhado a política indígena, a gente entende, uma teoria da literatura que vai seguir as mesmas políticas que os povos indígenas tão tentando em termos de autonomia. Então, a política indígena fala do direito ao nome. Todos os autores indígenas que eu conheço, ou eles adotaram o nome de povo, ou eles adotaram o nome da tradição. Mas se você olha em documentos, eh que não faz, sei lá, 10 anos que tem 20 anos que tem essa política, eles têm nomes brasileiros, nomes e sobrenomes brasileiros por conta da política de que proibia nomes indígenas. Então, isso acompanha também dentro da literatura a política indígena. LÍVIA: Com esse movimento, a gente também tá tendo a oportunidade de conhecer mais da tradição indígena e de ter acesso a cultura de tantos povos indígenas que existem no brasil, aprendendo inclusive as diferenças que existem entre eles. TRUDRUÁ: Os escritores estão acompanhando as linhas de da política indígena, que é autonomia, soberania, autodeterminação. E é tão falso e isso de que a literatura indígena vai repetindo, vai falando das mesmas coisas, porque os temas indígenas, eles são tão abertos e são tão variados, assim, só fala isso quem nunca leu a literatura indígena. Porque, entrar no mundo da identidade indígena, ela é muito, assim, é um mundo muito amplo. A gente tá falando de uma identidade indígena, mas a gente tá falando de quase 400 povos indígenas, de quase 300 línguas faladas culturalmente, como elas são diversas entre si. Eu acho que quem fala isso nunca nem se aproximou da das culturas indígenas para entender um átimo dessa dimensão que é essa riqueza cultural. MAYRA: E também de pensar como a gente pode tentar se aproximar de outras formas de viver e entender o mundo. No grupo que eu faço parte, sempre que lemos alguma coisa de literatura indígena, a conversa rende muito nesse sentido, em pensar pequenas mudanças que a gente pode tentar trazer pra nossa realidade, inspiradas nessas outras culturas. TRUDRUÁ: E aí uma das coisas que eu amo, amo na literatura indígena é que não tem nada do amor romântico, mas não tem mesmo assim, sabe? Amo, sabe essa ideia de ai nossa, as mulheres foram abandonadas pelos homens, é, e as mulheres o que que elas fizeram? Ah, elas foram procurar outros maridos. Tchau amor, tchau e benção assim, é completamente, assim vai completamente na contramão do que a gente foi ensinado. De ficar chorando, de ficar se lamentando. [sobe trilha] LÍVIA: E falando em grupos de leitura, pra encerrar nosso episódio, a Trudruá pediu pra deixar um recadinho pra vocês. TRUDRUÁ: Eu tenho uma página no Instagram que se chama Leia Mulheres Indígenas. E aí eu tô com uma proposta para 2026 de abrir um clube de leitura do Leia Mulheres Indígenas. TRUDRUÁ: Como que você vai apreciar melhor essa leitura e essas produções se vocês não sabem, né? De onde que a gente parte, quais são os princípios, quais são os valores. E aí eu tô querendo muito abrir um clube de leitura para 2026, espero que dê certo. E é convidar todo mundo para, sei lá, tá com a gente, abrir o debate, ler, se se encantar ou se desencantar também, tá valendo, né? Tá tudo valendo. MAYRA: Fica aí o convite pra seguir a página e ler mais livros escritos por autoras indígenas. Eu sou a Mayra Trinca, produzi e escrevi esse roteiro, com pitacos e revisão da Lívia Mendes. A edição também é minha. LÍVIA: Aproveita quando for seguir a Trudruá e procura a gente, somos Oxigênio Podcast em todas as redes sociais. A trilha sonora é do blue dot session e os créditos estão na descrição desse episódio. A vinheta é do Elias Mendez. MAYRA: O Oxigênio tem apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp e é coordenado pela Simone Pallone. Obrigada por ouvir, e até a próxima! Trilhas: Trailmaker by https://app.sessions.blue/browse?trackId=384027 Thunderpass by https://app.sessions.blue/browse?trackId=385385 Posh and Vine by https://app.sessions.blue/browse?trackId=385621
No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos Carol Alencar, nail designer e criadora de cursos que faturou mais de R$1 milhão fazendo unhas e ensinando outras profissionais a fazerem o mesmo, com mais de 2.000 alunas formadas.A história dela começa cedo. Com 17 anos comprou o primeiro carro à vista fazendo unhas. Teve a oportunidade de cursar a faculdade dos sonhos e escolheu continuar com as unhas. Não foi uma escolha por falta de opção. Foi uma decisão consciente de quem já sabia o que queria.Durante a pandemia atendia à domicílio. Ensinou a irmã e a cunhada, que também viraram manicures profissionais. E quando percebeu que tudo que havia aprendido podia transformar outras vidas, criou seus cursos online.Hoje é referência num nicho que raramente chega a conversas sobre negócios milionários. No post em que anunciouo episódio, ela mesma escreveu: em toda a história do Kiwicast, para falar sobre como fazer isso através das unhas, até então, ninguém havia feito.No Kiwicast, ela falou sobre:● Por que largou a faculdade para continuar fazendo unhas e não se arrependeu● Como comprou o primeiro carro à vista aos 17 anos no nicho de beleza● Como fideliza clientes de um jeito que serve para qualquer profissional de qualquer nicho● Como vende sem parecer que está vendendo● Por que no mercado saturado quem se destaca não é o melhor, é quem mostra que é o melhorAprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify
A reconstrução de áreas inacabadas, paradas, estagnadas, abandonadas, destruídas começa quando você reconhece e se pergunta; “Onde eu coloquei a minha fé? Onde o meu coração se desviou? Como está a ordem do meu coração?"A recomece pelo altar.Deus espera um posicionamento.
O trauma da Copa do Mundo de 1950 marca gerações de brasileiros. Mas é justamente daquela derrota histórica para o Uruguai que nasce uma das maiores promessas do futebol mundial. Ao ouvir pelo rádio o gol de Ghiggia e ver o pai profundamente abalado, o garoto Edson Arantes do Nascimento fez uma promessa: um dia conquistaria a Copa do Mundo para o pai.Neste episódio do Momento Peças Raras, revisitamos a emocionante transmissão da final da Copa de 1950 pela Rádio Nacional, com as narrações de Antonio Cordeiro e Jorge Curi, além da participação de César de Alencar na reportagem de campo. Uma viagem pela história do rádio esportivo que mostra como uma derrota pode inspirar uma das mais extraordinárias trajetórias do esporte. Afinal, as lágrimas de 1950 batizaram o surgimento do lendário Pelé.
A experiência da gravidez é imediatamente corporal: a barriga cresce, os seios se enchem, os quilos se acumulam e o corpo passa a ocupar mais espaço. Mas como viver a gestação quando se é uma mulher que passou a vida tentando emagrecer?Sussuca sempre teve uma relação difícil com o próprio corpo. Na gravidez, não gostava do que via no espelho, evitava fotografias e acompanhava cada transformação com desconforto. Ela conta aqui a cesárea do seu primeiro filho, que a deixou sozinha diante da dor e de uma pergunta insistente: o que vai sobrar do meu corpo?Sussuca relata esse corpo dolorido, que dificultava o contato com o filho; os seios, que já não lhe pertenciam mais; e, mais de uma década depois, um segundo parto, no qual conseguiu segurar e acolher o seu bebê. Dessa vez, o corpo fragmentado, reduzido às suas funções, pôde se unificar. Como se algo tivesse se deslocado e permitido habitar o corpo de outra maneira. Como compreender isso? Talvez porque, para algumas mulheres, o contato inicial com o bebê seja uma etapa iniciática: um corpo a corpo inaugural, um encontro físico e psíquico a partir do qual mãe e bebê vão, pouco a pouco, se reconhecer como seres separados.Com Sussuca, falamos da maternidade solo, da carreira que construiu e do casamento com o pai do seu segundo filho, um homem doze anos mais jovem.Obrigada, Sussuca, por compartilhar conosco o seu caminho de unificação.
Em 2019, na gestão do então governador João Dória Júnior, foi lançado o programa Inova Educação. "Foi o instrumento usado pelo governo paulista para introduzir o Novo Ensino Médio na maior rede pública do País. E sem a participação de cientistas ou universidades, trocando disciplinas tradicionais por conteúdos corporativos e empreendedorismo", explicou o pedagogo Felipe Alencar, entrevistado desta quinta-feira (18) do podcast Os Novos Cientistas. O pesquisador é autor do estudo de mestrado Escola pública entre ditames e resistências: Inova Educação na rede estadual paulista. A pesquisa teve a orientação da professora Carmen Silvia Vidigal "Minha pesquisa denuncia a precarização da juventude trabalhadora e o esvaziamento de matérias como ciências e literatura, para moldar os alunos ao mercado informal", revelou. O estudo, que durou 27 meses, foi transformado no livro "Escolas que resistem: a educação pública contra o autoritarismo empresarial", lançado em abril de 2026 pela Editora Lutas Anticapital. Felipe contou que, naquele segundo semestre de 2019, a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo promoveu o evento Movimento Inova, na Escola de Formação e Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação (Efape), com a presença do então governador João Doria e de dezenas de palestrantes do setor privado. “Entre eles, representantes do Instituto Ayrton Senna, da Fundação Lemann, da Fundação Telefônica Vivo, da Fundação Vanzolini e da Microsoft”, lembra Alencar. O programa inseriu as disciplinas Projeto de Vida, Tecnologia e Eletivas no currículo. “Algumas dessas eletivas tinham conteúdo patrocinado pela empresa iFood, amplamente denunciada pelas condições impostas a seus entregadores, que já eram, em grande parte, os próprios alunos da rede estadual”, como relatou Alencar. “O secretário de Educação à época, Rossieli Soares da Silva, dizia que o ensino médio não tinha que preparar o estudante para o vestibular. ‘Ele tem que realizar o sonho do aluno, que é entrar no mercado de trabalho', afirmava”, completou o pesquisador. Disponível também na plataforma Spotify
In this episode Divya speaks with Rachel Carmenta, Associate Professor of Climate Change and International Development at the University of East Anglia. They discuss Rachel's recent work on the poverty–biodiversity loss association (PBLA) and the idea of connected conservation. In this scholarship, Rachel and her colleagues critically examine how mainstream conservation narratives have often framed poor and rural communities as drivers of biodiversity decline, while overlooking the larger structural forces, such as extractive industries, unsustainable patterns of consumption, and unequal political and economic systems, that are central to environmental degradation and biodiversity loss. They also discuss how poverty is often reduced to income deprivation and how that framing has made conservation and development programs to focus heavily on cash-based incentives and payment schemes. Rachel argues that poverty is way more than income deprivation; instead, it must be understood as multidimensional, encompassing wellbeing, dignity, health, education, security, and access to social services. This broader understanding challenges narrow approaches to both poverty alleviation and conservation governance. Another important theme in their discussion is connected conservation, which emphasizes the interconnected relationships between people, ecosystems, livelihoods, cultural practices, and local knowledge systems, rather than viewing conservation and human wellbeing as separate or competing goals. In this context, Rachel reflects on biocultural conservation and the importance of recognizing the ways communities live with, care for, and understand their environments and what these relationships can teach us about more just and meaningful approaches to conservation in a rapidly changing world. References: Carmenta, R., Lima, M.G.B., Choiruzzad, S.A., Dawson, N., Estrada-Carmona, N., Hicks, C., Kallis, G., Nana, E., Killick, E., Lees, A. and Martin, A., 2025. Unveiling pervasive assumptions: moving beyond the poverty-biodiversity loss association in conservation. Current Opinion in Environmental Sustainability, 74, p.101537. Tebboth, M.G., Carmenta, R., Minas, A., Adelekan, A., Cao, X., Fullonton, A., Kinally, C., Cataldo, N.L., Mander, S. and Shelton, C., 2025. The ‘how'of transformation: Principles for a justice-centered response to the climate and biodiversity crises. Environment: Science and Policy for Sustainable Development, 67(3), pp.7-23. Carmenta, R., Barlow, J., Lima, M.G.B., Berenguer, E., Choiruzzad, S., Estrada-Carmona, N., França, F., Kallis, G., Killick, E., Lees, A. and Martin, A., 2023. Connected Conservation: Rethinking conservation for a telecoupled world. Biological Conservation, 282, p.110047. Lapola, D.M., Pinho, P., Barlow, J., Aragão, L.E., Berenguer, E., Carmenta, R., Liddy, H.M., Seixas, H., Silva, C.V., Silva-Junior, C.H. and Alencar, A.A., 2023. The drivers and impacts of Amazon forest degradation. Science, 379(6630), pp. 8622. Carmenta, R., Zaehringer, J.G., Balvanera, P., Betley, E., Dawson, N.M., Estrada‐Carmona, N., Forster, J., Hoelle, J., Lliso, B., Llopis, J.C. and Menon, A., 2023. Exploring the relationship between plural values of nature, human well‐being, and conservation and development intervention: Why it matters and how to do it?. People and nature, 5(6), pp.1720-1738.
ENTREVISTA REALIDADES DA SAFRA COM - Alencar Paulo Rugeri - Extensionista e Assistente Técnico Estadual em Culturas da Emater/RS-A
MMA Lock of the Night is back to give you breakdowns and predictions for UFC Vegas 116: Sterling vs Zalal. Also on the main card, Dumont vs Edwards, Garcia vs Hernandez, Grant vs Martinetti, Jackson vs Barcelos, and Buchecha vs Spann.
Antes do Brasil existir como nação, o Nordeste já foi independente!...mas não por muito tempo.Essa foi a Revolução Pernambucana, que, em 1817, transformou Pernambuco em uma república.Inspirados pelos ideais iluministas, pela Revolução Americana e Francesa, seus líderes eram da elite agrária e intelectual do Nordeste, insatisfeitos com os altos impostos da Coroa.
Culto de Homens - com Cláudio Alencar by Igreja Verbo da Vida Bauru – Vila Flores
Como entregar experiência do cliente na prática no PDV?O Prof. Dr Fernando Coelho entrevistou Ricardo Alencar, head de marketing do Grupo Terra Zoo.
Ander Alencar é referência nacional e internacional em renderização 3D.Sua jornada começou em 1996 com apenas 15 anos ao dar início à um curso de desenho arquitetônico.Deixou a faculdade de arquitetura para estudar animação e participou da produção de Asterix e os Vikings.Em 2004, criou seu próprio estúdio de renderização para arquitetura, o Oficina3D Studio. Em 2019, passou a compartilhar suas experiências através de tutoriais até fundar o OFD3 Academy que já impactou dezenas de milhares de alunos.Assine o Blumenpass e economize em mais de 100 estabelecimentos gastronômicos em Blumenau e região: www.blumenpass.com.br
“O bebê de tarlatana rosa” é conto de João do Rio (1881-1921) e está no livro Dentro da Noite (1910). Provavelmente, será o episódio com uma aventura de carnaval mais imprevista e horrorosa que você já viu. Vamos começar abrindo o título: bebê não se trata de um recém-nascido, mas uma variável para chamar as mulheres bonitas. Tarlatana é um tecido usado em encadernação, gravura, restauro, moda têxtil, decoração da casa, colagem e estuque. E a roupa da moça da história, era rosa, cor que transmite amor, carinho, romance, doçura, feminilidade e inocência. O narrador está numa sala com reunião de amigos, onde Heitor de Alencar conta a sua história de máscaras e imprevistos, que acontece na madrugada da terça-feira de Carnaval para a quarta-feira de Cinzas, quando estava envolvido nos “transportes da carne e do desejo”. O conto perpassa os quatro dias paranóicos da festa popular, sem poupar cenas de depravação e entusiasmos e leva a refletir sobre como os “valores" sociais podem mudar no Carnaval. Foi numa visita ao Baile Público do Recreio, no Rio, que avista o bebê pela primeira vez. A obra é um clássico do conto fantástico e decadente brasileiro, narra uma história macabra de carnaval. Boa leitura!✅ Torne-se MEMBRO do CLUBE LEITURA de OUVIDO: encontros virtuais mensais, com notas de rodapé ao vivo e interação entre os leitores e Daiana Pasquim. Para isso, faça um apoio a partir de R$ 20 mensais:
Este Debate 93 traz uma profunda e importante reflexão sobre o que é sentir a presença de Deus. Não deixe de ouvir e aprender!
O Natal revela muito mais do que uma data: anuncia um amor que atravessa o tempo, rompe a eternidade e se faz presente entre nós. Um amor intenso, inabalável e impossível de ser separado da nossa história — mesmo nos dias mais escuros.Essa mensagem convida você a contemplar o significado profundo de Deus conosco, um presente eterno que vai além de tradições, emoções passageiras ou símbolos religiosos.Nesta celebração, o coração é conduzido a enxergar o Natal como o início de algo muito maior: uma história de redenção, graça e esperança viva. Um convite aberto a todos, sem exceção, para experimentar uma vida transformada, com passado restaurado, propósito renovado e futuro seguro. Não é apenas sobre lembrar — é sobre receber.Venha celebrar o verdadeiro sentido do Natal e descobrir por que Emanuel continua sendo a maior notícia de todos os tempos.---Ministração do Pr. Daniel Alencar nos Cultos de Celebração de 21 de dezembro de 2025.Se ao ouvir esta mensagem você tomou uma decisão por Jesus ou reconciliou com Deus, queremos te ajudar nessa nova vida. Se você também precisa de oração ou quer participar de um life group, acesse o link: www.paz.vc/sp
Dor torácica na emergência é o "pão de cada dia", mas também o maior pesadelo se algo passar despercebido. Você está seguro para dar alta? Sabe identificar os "equivalentes isquêmicos" que não aparecem como supra clássico?No episódio de hoje do DozeCast, Mateus Prata e Plínio Wolff recebem um time de peso: Dra. Thaysa Louzada (Cardiologista e Ecocardiografista/IDPC) e Dr. José N. Alencar (Eletrofisiologista e autor do Tratado de Eletrocardiografia).Dissecamos a Diretriz Brasileira de Dor Torácica para te dar segurança no plantão. Discutimos desde o tempo porta-ECG até os conceitos mais modernos de Oclusão Coronariana Aguda (OCA) que mudam o jogo na interpretação do eletro.Neste episódio, você vai aprender:A regra dos 10 minutos: Impacto na mortalidade e gestão de tempo.ECG Normal exclui SCA? O conceito de ECG "preocupante".OCA (Oclusão Coronariana Aguda): De Winter, Aslanger, Wellens e o fim do paradigma apenas do "Supra".Estratificação de Risco: HEART Score, Troponina e a zona cinzenta.Diagnósticos diferenciais letais: Dissecção de Aorta e TEP (Escores ADD-RS e Wells).Quando pedir AngioTC, Cintilo ou Eco? A investigação funcional e anatômica.Prepare o fone, pegue o café e vem com a gente dominar a sala de emergência!#Cardiologia #DorToracica #EmergenciaMedica #ECG #DozeCast #MedicinaBaseadaEmEvidencias #SBC _______________Assine agora! Revisões didáticas de Cardiologia, semanalmente na DozeNews PRIME: a maneira mais leve e rápida de se manter atualizado(a), através do link dozeporoito.com/prime
Las maravillas de Fortaleza y Recife con Iberia: descubrimos la "Venecia brasileña" y playas vibrantes en destinos que ahora están más cerca. En este nuevo episodio de El Placer de Viajar, Carmelo Jordá y Kelu Robles, viajan a Brasil y lo hacen de la mejor manera posible: de la mano de Iberia para celebrarlas dos nuevas rutas que la aerolínea está poniendo en marcha a ese país, un país muy importante dentro de los planes para América Latina, que pasan por estas nuevas rutas directas a Fortaleza y Recife que se suman a las otras dos conexiones existentes hasta este momento con Río de Janeiro y Sao Paulo. Para hablar de esos nuevos destinos y de los planes de la empresa en Brasil el programa cuenta con un invitado de primera: Antonio Linares, Director de Ventas de Iberia para España, Portugal y el Norte de África. Linares explica la importancia de Brasil como mercado en expansión y comenta algunas características de los nuevos destinos. Por ejemplo, cuenta que Recife es conocida como "la Venecia brasileña" por sus canales y sus puentes y destaca también sus impresionantes playas como la de Boa Viagem y la Praia dos Carneiros, además de su vibrante Carnaval con el baile Frevo. El otro nuevo destino al que llega Iberia es Fortaleza, capital del estado de Ceará, y también con playas impresionantes como la Praia do Futuro y donde también se puede disfrutar de joyas arquitectónicas como el Teatro de José de Alencar. Linares, explica también destinos serán operados por el nuevo Airbus A321XLR, un avión relativamente pequeño pero capaz de cubrir estas rutas largas y que es más eficiente en el consumo de combustible. Por último, el podcast recuerda que Iberia también mantiene las rutas que ya mantenía a Brasil, una de ellas a la ciudad más icónica de Brasil, Río de Janeiro, famosa por sus maravillosas playas de Copacabana y Botafogo, y su animado barrio de Lapa, además del emblemático Corcovado. Por parte, Sao Paulo, reconocida como un motor económico, ofrece una rica vida cultural y una gastronomía diversa. Linares subraya que, aunque Iberia es una empresa española, tiene un "corazón latinoamericano", apostando firmemente estos países. Su destino preferido, confiesa, es Fortaleza, por su región y las posibilidades de combinar la visita con otros lugares. El segundo segmento del programa nos lleva a España, al desierto de las Bardenas Reales en Navarra. Este peculiar paisaje, declarado Reserva de la Biosfera por la UNESCO, posee una historia singular ligada a los reyes de Navarra y de España, quienes concedieron derechos de explotación a las "entidades congozantes" de sus alrededores, que desde 1705 son a perpetuidad. Además, en 1951 parte de la zona se convirtió en un polígono de tiro para el Ejército del Aire, un hecho que, paradójicamente, ha contribuido a su conservación. La belleza de las Bardenas reside en su paisaje único marcado por la erosión que ha creado formaciones geológicas sorprendentes, como el Castil de Tierra. Se recomienda visitarlas con un guía local como Fernando Ordoñez de Nataven, para apreciar su flora y fauna, incluyendo 24 especies de rapaces. Y tras la visita, por supuesto, es preceptivo disfrutar de la gastronomía de Navarra, especialmente en una ciudad como Tudela, conocida por su huerta (alcachofas, espárragos, pimientos) y sus excelentes restaurantes.
Nicholas Alencar é o idealizador para aquilo que talvez seja o tão sonhado desfecho para o caso do Ed. América no centro histórico de Blumenau. Com interessados costurados e um projeto que foca nas pessoas, o projeto foi bem recebido por autoridades e comunidade.Além disso, Alencar foi premiado internacionalmente pelo projeto do Kaiserstrasse na Alameda Rio Branco. Com uma visão disruptiva, crítica mas acompanhada de solução, ele se difere, propondo uma nova visão de cidade.Certamente, ouviremos falar muito desse profissional.
MMALOTN is back to give you breakdowns and predictions for UFC Vegas 110: Garcia vs Onama.
Confira no Morning Show desta quarta-feira (29): Moradores do Complexo da Penha, na Zona Norte do Rio de Janeiro, levaram cerca de 60 corpos a uma praça da comunidade, um dia após a Operação Contenção, a mais letal da história da cidade. As vítimas foram encontradas em uma área de mata no alto do morro, onde ocorreram os confrontos mais intensos entre policiais e criminosos. Segundo a Polícia Civil, os corpos foram encaminhados ao IML, e a perícia vai confirmar se há relação direta com os embates da operação, que já contabiliza mais de 130 mortos e gerou forte repercussão nacional. Após a megaoperação nos Complexos do Alemão e da Penha, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve se reunir com o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), para discutir a escalada da violência no estado. Participam da comitiva os ministros Ricardo Lewandowski (Justiça e Segurança Pública), Rui Costa (Casa Civil) e o diretor-executivo da Polícia Federal, William Marcel Murad. O encontro deve tratar da atuação integrada das forças de segurança estaduais e federais após a operação. Com a aposentadoria de Luís Roberto Barroso, o ministro Alexandre de Moraes assumiu interinamente a relatoria da ADPF das Favelas, que trata da atuação policial nas comunidades do Rio de Janeiro. Moraes determinou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre a operação que deixou mais de 130 mortos nos complexos da Penha e do Alemão. O sociólogo Eduardo Matos de Alencar, especialista em políticas públicas e segurança, analisou no programa as razões que levaram ao fracasso das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) no Rio de Janeiro. Criadas para retomar territórios dominados pelo tráfico e promover integração social, as UPPs acabaram apresentando resultados contrários ao esperado, com aumento da violência e perda de credibilidade junto à população. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
No Jornal PT Brasil, o deputado Alencar Santana (PT-SP) destacou que a derrubada da MP, que pretendia cobrar de bilionários, provou que a extrema-direita tem se comportado como inimiga do povo. “Jogaram para sabotar o país, sabotar as pessoas e as políticas do governo Lula que têm dado efeitos positivos nas diferentes áreas”.
No Café PT, o deputado federal Alencar Santana fala sobre a votação histórica na Câmara dos Deputados, pautada para essa quarta-feira (1º), para garantir isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$5 mil. A medida proposta pelo governo Lula deve beneficiar cerca de 20 milhões de brasileiros.
O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) foi indicado pelo presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Otto Alencar (PSD-BA), para ser o relator da PEC da Blindagem.Alencar justificou a escolha destacando que Vieira é delegado de carreira, membro atuante da CCJ e filiado a um partido (MDB) com histórico de defesa da justiça e democracia.Segundo o presidente da CCJ, o relatório será apresentado na quarta-feira, 24, e recomendará a rejeição da proposta.Felipe Moura Brasil, Duda Teixeira e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Este Debate 93 traz uma importante reflexão sobre a postura do cristão no ambiente de trabalho, e a importância de usar o nosso trabalho como adoração a Deus. Além de trazer o testemunho de um casal de missionários no Camboja. Você vai ser “O que Deus está fazendo no mundo”. Não deixe de ouvir!
Professor Roberto “Tussa” Alencar — multi-time Black Belt World Champion, ADCC veteran, and head of Gracie Barra New Mexico. Nearly two decades ago, he first came to New Mexico, and when I moved to Los Angeles in 2007, he stepped in to lead the gyms, building one of the toughest and most respected teams in the region.In this episode, we catch up after all these years to talk history, Jiu-Jitsu, and the lessons learned on and off the mats. An honor to sit down with a good friend and leader. I hope you enjoy our conversation.Don't forget to like, comment, and subscribe!Sponsored by TACFIT.com “The World's Smartest Workout” Açai Jungle Cafe “Your neighborhood Paradise” AcaiJungleCafe.com
Entre todos os nomes, existe um que revela não apenas poder, mas intimidade. Um nome que não ecoa apenas nos céus, mas no coração de quem ousa pronunciá-lo.Nesta mensagem, você será levado a uma jornada pelas páginas da história divina, onde cada revelação aproxima mais do mistério supremo: conhecer o Pai como Ele realmente é.Prepare-se para atravessar mares de promessas, caminhar pelas estradas da adoção eterna e entrar no abraço de um amor que restaura, liberta e transforma. Uma mensagem que não fala apenas sobre Deus… mas sobre um Pai que não mede esforços para ter você de volta em casa.---Ministração do Pr. Daniel Alencar nos Cultos de Celebração de 10 de agosto de 2025.Se ao ouvir esta mensagem você tomou uma decisão por Jesus ou reconciliou com Deus, queremos te ajudar nessa nova vida. Se você também precisa de oração ou quer participar de um life group, acesse o link: www.paz.vc/sp
No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos Alencar Corlaite, especialista em vistoria veicular, empreendedor digital e mentor, que já faturou mais de R$ 2,5 milhões ajudando milhares de pessoas a empreenderem no setor automotivo.Com 5 anos de mercado, 15 mil alunos impactados e um método validado, ele compartilha como transformou dor em missão e criou um ecossistema de negócios com base em um conhecimento técnico que a maioria das pessoas ignora.-------------------O que você vai aprender:- Como começar a transformar conhecimento em negócio digital- Ele criou o Foto Auto para fazer vistoria veicular- Estrutura de conteúdo do infoproduto dele- A primeira experiência de um lançamento- O que uma esteira de produtos deve terE muito mais!Aprenda com quem vive isso na prática! Dá o play e depois comenta aqui: qual foi o maior insight desse episódio?
Send us a textNeste episódio, recebemos Fabiana Alencar, Gerente de TI e Segurança da Brasil Terminal Portuário (BTP), uma das maiores operações portuárias da América Latina. Com mais de 25 anos de trajetória no setor, Fabiana compartilha sua jornada desde o início da informatização nos terminais até os atuais desafios envolvendo infraestrutura crítica, inteligência artificial e segurança digital.
Send us a textPrepare-se para uma imersão inédita no coração da inovação portuária: amanhã, no PodCafé Tech, recebemos Fabiana Alencar, a mente por trás da transformação digital de um dos maiores terminais de contêineres do Brasil. Neste trailer, você vai descobrir como ela estruturou do zero toda a tecnologia de um porto, os erros mais comuns ao digitalizar ambientes críticos e como a automação impacta cada movimento de cada contêiner. Vamos falar também de cibersegurança em operações 24×7, da aplicação prática de IA e dos desafios de manter equipes engajadas em cenários de alta pressão. Não perca: o episódio completo sai amanhã, com patrocínio de ACS Pro e ACCyber Pro. Até lá, fique ligado e compartilhe este teaser!PodCafé Tech é um podcast onde Mr Anderson, Guilherme Gomes e Dyogo Junqueira, recebem convidados para falar de uma forma descontraída sobre Tecnologia, Segurança e muito mais. YouTube: youtube.com/@podcafetech Instagram: instagram.com/podcafetech Linkedin: linkedin.com/company/podcafe
Muitas vezes chegamos a situações nas quais não temos mais respostas e não sabemos como sair delas. Jesus, em Mateus 17:24-27, se antecipa a Pedro e, antes que ele questionasse sobre o imposto, Jesus já indicou como a situação se solucionaria. Ele tinha um plano…
Taty Alencar está certa de uma coisa: a vida nos oferece experiências de todos os tipos — umas suaves, outras profundamente desafiadoras. Mas o que nos fere não são os fatos em si, e sim as histórias que contamos sobre eles. É o significado que damos — e o quanto nos apegamos a ele — que, muitas vezes, gera o sofrimento. Sofrimento que ela foi aprendendo a deixar para trás quando passou a ouvir o que o coração sussurrava. Mas, claro, isso levou tempo. Diria até... que foram necessários alguns despertares. O primeiro, ainda na infância, quando enfrentou uma depressão por ter que reprimir questionamentos existenciais que lhe afloravam e por não se sentir acolhida. Depois, já na vida adulta, ao conviver com a morte de perto, acompanhando o noivo diagnosticado com uma grave doença. E, mais recentemente, quando passou por uma EQM — uma experiência de quase morte — que a levou a um mergulho ainda mais profundo na existência e a conhecer o Monte Shasta: um dos locais mais enigmáticos e espiritualmente potentes do planeta. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", a artista, mística e criadora da técnica e da Escola Iniciática de Mandalas Vibracionais contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre esse momento que estamos atravessando como humanidade e foi categórica: "A vida é para ser experienciada". Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
A Primeira Turma do STF aceitou a denúncia da PGR contra o chamado "núcleo 2" da trama golpista. Com isso, mais seis pessoas viraram rés no caso.São elas: Fernando de Sousa Oliveira, delegado da PF e ex-secretário-executivo da Secretaria de Segurança Pública do DF; Marcelo Costa Câmara, coronel da reserva e ex-assessor de Jair Bolsonaro; Filipe Martins, ex-assessor especial de Assuntos Internacionais de Jair Bolsonaro; Marília Ferreira de Alencar, ex-diretora de Inteligência do Ministério da Justiça na gestão de Anderson Torres; Mário Fernandes, ex-número dois da Secretaria-Geral da Presidência e general da reserva e Silvinei Vasques, ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal. Durante a sessão, o ministro Luiz Fux, do STF, ressaltou novamente sua divergência em relação a colegas, argumentando que o julgamento deveria ser no plenário, não na Turma. Felipe Moura Brasil e Duda Teixeira comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. “Atenção você que é leitor de O Antagonista e Crusoé e ainda não é nosso assinante. Estamos chegando na reta final da promoção de 30% de desconto para novas assinaturas de 2 anos. Clique agora no link e faça como Carmelina Dias e Felipe Coelho, que agora usufruem do acesso integral ao conteúdo de O Antagonista e Crusoé em uma navegação livre de anúncios invasivos. Apoie o jornalismo independente. Assine agora: papo-antagonista (https://bit.ly/promo-2anos-papo) Desconto de 30% aplicado sobre os valores vigentes do Combo anual | Promoção não cumulativa com outras campanhas vigentes.
MMALOTN is back to give you breakdowns and predictions for UFC Vegas 105: Emmett vs Murphy. THIS PATREON IS FOR THE FIGHT LINK DATABASE, NOT MY PICKS/BETS/WRITE UPS.
Talita "The Problem Child" Alencar is the HOT new UFC Strawweight ready to make her run to the title as she takes on Vanessa Demopoulos at UFC Fight Night: Emmett vs. Murphy on April 5th! But first, she chats with FIS about her life, struggles, and motivations. It's an incredible chat with an incredible young woman.Then, we talk with a young pro boxer who is calling his shots (far higher than some think he should) on his way to boxing glory! Liam "Leon" Harriman fights March 29th at Fall River Fight Night and is ready for his career to skyrocket! Hear about his dreams, origin story, and the importance of family as he focuses on his future!All that and more! Including our immediate reaction to the Cain Velasquez 5 year prison sentence.Now sit back and enjoy.Also, you'd look way cooler wearing our shirt. Go buy it.https://millions.co/fight-in-sight/merchFor sponsorship opportunities or to find out how you can be a guest on the show, please email us at fightinsightpod@gmail.comTalita's IG: https://www.instagram.com/talitaalencarbjj/Liam's IG: https://www.instagram.com/liamharrimanmma/FIGHT IN SIGHT IG: https://www.instagram.com/fightinsightpodcast/FIGHT IN SIGHT YouTube: https://www.youtube.com/channel/UC8ZW2w0va-VWeep_JtlhAjQ#UFC #talitaalencar #liamharriman #danawhite #mma #cainvelasquez #freecain #bryanbarberena #bambam
No episódio de hoje do Cientificamente, Robson Rodovalho recebeu Kátia Alencar para uma conversa crucial sobre o impacto da era digital nas crianças. O tema? Como os pais podem proteger seus filhos em meio a tantos desafios da mídia social, como o acesso à pornografia e a pressão digital.
INFRACAST: Concessões, Parcerias Público-Privadas e Privatizações
Recebemos o Dr. Thiago Alencar, Procurador-Geral do Estado de Rondônia, para um bate-papo sobre o uso da inteligência artificial na gestão pública e os projetos estratégicos que estão impulsionando o desenvolvimento do Estado. Exploramos temas como o Transpacífico, o fortalecimento das ferrovias e como essas iniciativas estão transformando Rondônia no "novo diamante do país".
Como ser uma pessoa mais mansa em 2025??? Este Debate 93 está simplesmente imperdível!!!
It was a pleasure to finally sit down with Coach Ben Alencar. He shared his story of growing up with his Brazilian family, his connection to church, and his passion for helping others through his work. Hearing about his journey, goals, and lessons learned was truly inspiring. Grateful for the time and insight! Enjoy! Sponsored by TACFIT.com “The World's Smartest Workout” Açai Jungle Cafe “Your neighborhood Paradise” AcaiJungleCafe.com
Imagine ser guiado por alguém que conhece cada detalhe do seu caminho e nunca erra na direção. O Espírito Santo, o líder supremo da Igreja, não apenas nos orienta, mas nos convida a ouvir Sua voz de forma clara e pessoal. Ele é o conselheiro perfeito, que nos ensina através da Palavra, da comunhão e até mesmo do silêncio, revelando o caminho certo e nos sustentando em cada passo. Nesta mensagem, você será desafiado a entregar o controle da sua vida ao Espírito Santo, aprendendo a depender de Sua liderança em todas as áreas. Descubra como Ele transforma o caos em propósito, ajusta os planos e nos prepara para viver uma vida que reflete o coração de Deus. Se você busca respostas, direção e renovação, essa jornada é para você. --- Ministração do Pr. Daniel Alencar nos Cultos de Celebração de 29 de dezembro de 2024. Se ao ouvir esta mensagem você tomou uma decisão por Jesus ou reconciliou com Deus, queremos te ajudar nessa nova vida. Se você também precisa de oração ou quer participar de um life group, acesse o link: www.paz.vc/sp
Jiu Jitsu Dummies Podcast, presented by Black Belt Digital Marketing and AcademySafe.org In this exciting episode, we're joined by powerhouse guest Talita Alencar, an IBJJF Champion and active UFC fighter, alongside her partner Jed Dulaney from Beach Jiu-Jitsu International Federation. Talita shares her incredible journey from Brazilian Jiu-Jitsu competitor to UFC fighter, offering insights into the mindset, discipline, and challenges of transitioning between sports. Together with Jed, they dive deep into their work with Beach Jiu-Jitsu, discussing how they're shaping the future of BJJ with a unique approach that combines technique, community, and growth. Whether you're a martial arts enthusiast or just curious about the world of combat sports, this episode is packed with inspiration and valuable lessons. Don't miss it! Instagram Handles: @talitaalencarbjj @beachjiujitsufederation @jeddulaney Richard Bresler GoFundMe: https://www.gofundme.com/f/support-richard-bresler-in-his-fight-for-a-healthy-life Thank you to Episode Sponsors: Black Belt Digital Marketing - Request a FREE Review of your company's online presence today! Academy Safe - Join or Donate now Leheal Biogenix - Regenerative Medicine BioPro- Get $30 OFF orders of $295 or more with Code: JJD Flow N Roll - Get 20% OFF with code: JJD Leao Optics - Get 10% OFF with Code: JJD The BJJ Box - Get 20% OFF your first box with Code: JJD20 Jiu Jitsu Dummies Podcast Store - Get 15% OFF with code: JJD Contact the Dummies @JiuJitsuDummies on Instagram, Facebook, and Twitter or at milton@jiujitsudummies.com to submit questions for consideration on the show. You can now also find us on TikTok @JiuJitsuDummiesPodcast Visit Jiu Jitsu Dummies for more details about the show, becoming a Sponsor, and a list of sites and apps to download or view the podcast.
O Start Eldorado traz uma entrevista exclusiva com o secretário-adjunto de Inovação e Tecnologia da cidade de São Paulo, Humberto de Alencar. Vamos falar como a maior cidade do País vem trabalhando na adoção de tecnologias e soluções como sensores, automação de equipamentos urbanos, investimentos em IoT e outras na jornada para se tornar uma smart city, priorizando a captura, integração e análise de dados de forma inteligente em todos os setores da administração, além do reconhecimento recente recebido pelo município quanto ao caráter inovador das iniciativas. Apresentado por Daniel Gonzales, o programa vai ao ar às 21h na Rádio Eldorado FM 107,3 - SP, site, aplicativos, canais digitais e assistentes de voz, todas as quartas-feiras.See omnystudio.com/listener for privacy information.
SD277 - Ética nos negócios. Neste podcast de médico para médicos, Dr. Lorenzo Tomé bate um papo com o cardiologista e arritmologista, Dr. José de Alencar, sobre ética e tecnologia, dois importantes pilares de um negócio, e porque esses pilares são tão estratégicos para o médico do futuro, incluindo novas oportunidades de carreira. Participe da Imersão da SD Escola de Negócios Médicos AQUI. Baixe nosso app: Android ou IOS Neste episódio, o que você vai encontrar: O Background do Alencar Ele é Pesquisador no Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, Autor do Tratado de ECG e do Manual de Medicina Baseada em Evidências, recentemente terminou um MBA na FGV e está terminando um Doutorado em Ética. Alencar acredita que o médico, para empreender e alavancar seus negócios, precisa conhecer de gestão sem abrir mão da integridade e da ética. Assista este episódio também em vídeo no YouTube no nosso canal Saúde Digital Ecossistema: AQUI! Episódios Anteriores - Acesse! SD276 - IA revolucionando a consulta médica SD275 - Saúde em casa: a atenção domiciliar associada à tecnologia SD274 - Inovação no consultório médico Music: Declan DP - Echo "Music © Copyright Declan DP 2018 - Present. https://license.declandp.info | License ID: DDP1590665"
MMALOTN is back to give you breakdowns and predictions for UFC Vegas 95: Tybura vs Spivac 2. THIS PATREON IS FOR THE FIGHT LINK DATABASE, NOT MY PICKS/BETS/WRITE UPS.
___ Apresentação: Lizi Benites (https://www.instagram.com/lizibenites_/) Co-Host: Galego (https://www.instagram.com/galego.mbt/) Convidado: Katia Alencar (https://www.instagram.com/ministrandofilhos/) ___ Siga o Positivamente em todas as nossas redes: Instagram: https://www.instagram.com/positivamente.podcast/ Facebook: https://www.facebook.com/podcastpositivamente TikTok: https://www.tiktok.com/@positivamente.podcast Kwai: https://s.kw.ai/u/ubC1VrKP ___ Parcerias e publicidade: jumatias@nicolielo.com
UFC stars teach you to be a GOOD PERSON! - FIS Ep.165 ft. Talita Alencar & Sodiq YusuffWelcome to this week's episode of the Fight In Sight podcast, where we're thrilled to have two of the UFC's brightest stars joining us!First on the roster is "The Problem Child" Talita Alencar, a reigning world champion and esteemed BJJ sensation making waves in the UFC's strawweight division. With an undefeated record, she's set her sights on gold and is ready to shake up the octagon!Next up, we're delighted to welcome back the super-talented Sodiq Yusuff ahead of his highly anticipated matchup at UFC300! From Magic: The Gathering to Disney's Iwaju, we dive into everything, including strategies for handling online trolls. It's always an absolute blast with Mr. 1-Take!For sponsorship opportunities, to purchase our shirt/tank top, or to find out how you can be a guest on the show, please email us at fightinsightpod@gmail.comFinally, and most importantly, please follow/subscribe/leave a 5-star rating, and tell your friends about us!For sponsorship opportunities, to purchase our shirt/tank top, or to find out how you can be a guest on the show, please email us at fightinsightpod@gmail.comFinally, and most importantly, please follow, subscribe, leave a 5-star rating, and tell your friends about us!Guest LinksConnect with Talita Alencar: Instagram: https://www.instagram.com/talitaalencarbjj/ Connect with Sodiq Yusuff: Instagram: https://www.instagram.com/supersodiq/Connect with Ringside Raine: Instagram: https://www.instagram.com/ringsideraine/Follow Fight In SightFIGHT IN SIGHT IG: https://www.instagram.com/fightinsightpodcast/FIGHT IN SIGHT YouTube: https://www.youtube.com/channel/UC8ZW2w0va-VWeep_JtlhAjQExplore more from the Rage Works Podcast Network: https://www.rageworksnetwork.com/The views expressed on air during the Fight In Sight Podcast do not represent the views of the RAGE Works staff, partners, or affiliates. Listener discretion is advised.