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No dia 25 de fevereiro de 2026, o Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) teve a honra de receber a visita do jornalista e autor do podcast narrativo Vida de Jornalista, Rodrigo Alves, que ministrou uma oficina de podcast para os alunos da pós-graduação. Nesse episódio, você vai ouvir uma conversa que tivemos com o Rodrigo, antes da oficina, em que ele falou sobre a sua trajetória no jornalismo e a dedicação exclusiva na produção jornalística em áudio; sobre os processos de produção de podcasts; sobre as oficinas que ele vem ministrando online e presencialmente em cursos de Jornalismo pelo país e o futuro do gênero na produção jornalística. A entrevista foi comandada por dois integrantes da nossa equipe, a Lívia Mendes e o Marcos Ferreira. A conversa foi muito instigante para quem se interessa ou deseja saber mais sobre a produção de podcasts e a carreira jornalística. [áudio Rodrigo Alves] Livia: Esse aí é o Rodrigo Alves, jornalista, apresentador e roteirista de podcasts narrativos, como o Vida de Jornalista. Você talvez já tenha ouvido a voz dele no episódio #202 aqui do Oxigênio ou em algum dos podcasts que ele apresenta. Em fevereiro, a gente teve o prazer de conhecer o Rodrigo pessoalmente, já que ele esteve aqui no Labjor pra ministrar uma oficina de podcast pros alunos da pós-graduação. Marcos: Neste episódio, você vai ouvir uma conversa que tivemos com o Rodrigo, antes da oficina. Ele falou sobre a sua trajetória no jornalismo e a dedicação exclusiva a produtos em áudio; sobre os processos de produção de podcasts; sobre as oficinas que ele vem ministrando online e presencialmente em cursos de Jornalismo pelo país e sobre o futuro do gênero na produção jornalística. Livia: A entrevista foi conduzida por mim, Lívia Mendes, Marcos: e por mim, Marcos Ferreira. A conversa foi muito instigante pra quem já conhece e pra quem deseja saber mais sobre a produção de podcasts e a carreira jornalística. Então, continua com a gente e vem ouvir nosso bate-papo com o Rodrigo Alves. [Vinheta Oxigênio][música] Marcos: Bom, vou apresentar um pouco do Rodrigo. Como a gente já falou, ele é jornalista e autor do podcast narrativo Vida de Jornalista, que conta histórias e bastidores da profissão. É coordenador e roteirista dos podcasts Tramas Coloniais, Rio Memórias, Senado 200, Como Cobrir, e muitos outros. Editor da série No Rastro da Notícia, do podcast Jornalismo Sem Trégua, da Abraji. Desde 2021, ele se dedica exclusivamente à produção de jornalismo em áudio e a oferecer Oficinas de Podcasts. Antes de tudo isso, ele também foi comentarista de basquete no SporTV, repórter e editor em veículos como Globo Esporte e Jornal do Brasil. Cobriu desde eleições a Olimpíadas, até o Rock in Rio, e a gente vai falar um pouco sobre tudo isso com ele. Ah, também não podemos deixar de dizer que ele é fã de punk rock e torcedor do Fluminense. [música] Lívia: Eu queria destacar que ele participou de uma das nossas parcerias comemorativas de dez anos do podcast, lá no episódio #202, quem não ouviu pode procurar, que foi entrevista com a Sonia Bridi, um perfil lindíssimo, que ele comandou junto com a nossa coordenadora Simone Pallone. E, bom, a gente queria começar perguntando pro Rodrigo sobre a sua trajetória no áudio. A sua trajetória no jornalismo já é bastante sólida, né? Engraçado que várias pessoas, quando a gente compartilhou no Instagram que você viria aqui, visitar a gente no Labjor, lembraram de você como comentarista de basquete e disseram que adoraram. Além das coberturas de esporte, né? Como você conta lá na história do famigerado 7 a 1, Brasil e Alemanha, no segundo episódio do novo projeto, mas em que momento o áudio deixou de ser um projeto paralelo e se tornou uma dedicação exclusiva? Rodrigo: Ah, gente, primeiro obrigado pelo convite. Eu amo o Oxigênio, mas agora é diferente porque eu tô aqui presencialmente pra gente gravar. Então, foi um prazer fazer esse projeto em parceria, né, do episódio da Sônia Bridi, mas a gente fez no Rio de Janeiro e agora eu tô tendo a oportunidade de estar aqui pela primeira vez, conhecendo e tô amando. Então, poxa, obrigado demais. Eu gosto muito do Oxigênio que já tá nessa estrada aí há tanto tempo e acho que é super essencial. Então, obrigado demais. Rodrigo: E o áudio, assim, virou uma paixão desde não desde o início, né, quando eu comecei no jornalismo, porque eu trabalhei primeiro com o jornal impresso durante 8 anos e depois fui trabalhar na internet, trabalhei no site de esporte da Globo durante muito tempo. E aí no fim dessa trajetória na Globo eu trabalhei, como você falou, como comentarista de basquete. E isso é meio surreal mesmo porque de vez em quando alguém lembra assim, me vê assim,fala. Porque a televisão é impressionante, né? Tem um, mesmo sendo uma TV fechada, né? Eu trabalhei no SporTV, mas tem essa coisa meio, sei lá, um fascínio, né? Que eu acho super esquisito. Mas, enfim, é, foi super legal, foi uma experiência muito legal. E, e aí quando eu tava trabalhando como comentarista, eu já tava fazendo podcast. Então, o Vida de Jornalista, que é o meu primeiro projeto autoral em áudio, eu lancei em 2018. E nessa época eu ainda trabalhava no esporte da Globo, não era nem comentarista ainda, ainda tava trabalhando no site. Mas o áudio já era uma coisa que tava me fascinando, sabe? Eu queria começar a fazer jornalismo em áudio, mas era uma coisa ainda paralela com o meu trabalho. E eu fazia o Dois Pontos, que era um podcast de basquete também na Globo, que saiu 2 meses antes do Vida de Jornalista, quase ao mesmo tempo, que eu fazia com Rafael Roque, meu grande amigo que ainda trabalha lá. E aí ficava essa coisa meio paralela. E eu sempre ficava alimentando isso. Será que um dia vale a pena eu me dedicar só a isso, né? Sair do emprego, mas assim, é um emprego, né? Era um emprego na Globo, então tem toda aquela coisa de estabilidade, um salário, plano de saúde, você fica pensando essas coisas, mas o áudio estava muito e na época da pandemia eu tomei essa decisão de sair do emprego, ali na virada de 2020 para 2021, para me dedicar só à produção de áudio, não só ao Vida de Jornalista, mas fazer podcasts jornalísticos, narrativos. Então abri uma produtora, a Escuta Aqui e aí fui pegando assim um ou outro projeto que eu acreditava muito, que eu achava muito legal. E eu fiz o Rio Memórias, que é um podcast que eu fiz durante cinco temporadas e eu coordenava a produção e fazia os roteiros, não sou eu que apresento, é a Gabriela Montoni, historiadora. E fui fazendo outros, o Tramas Coloniais, enfim, foram aparecendo outros projetos. E em paralelo eu mantinha o Vida de Jornalista, como meu projeto pessoal, e agora em 2026 o Onde eu tava quando aquilo aconteceu, que é um projeto mais pessoal ainda, de histórias minhas pessoais e jeito de contar histórias, narrativa. Então, essa paixão pelo áudio, ela é antiga, mas eu passei a me dedicar mais a ela ali nessa virada de 2020 para 2021. Marcos: É, eu acho que uma próxima pergunta seria, então, para você comentar um pouquinho como foi essa transição pra você de sair de um espaço normalmente escrito, do jornalismo, para um em áudio. O que que muda na narrativa? Imagino que talvez o que você comentou agora de você poder contar uma coisa que é mais pessoal. Rodrigo: Eu acho que tem muito a ver com isso. Acho que podcast narrativo permite isso de você se colocar um pouco mais nas histórias, sabe? O jornalismo, às vezes, ele pede um rigor um pouco maior de, enfim, eu nem acho que o jornalismo necessariamente você tem que se afastar do assunto, acho que tem uma coisa de subjetividade que é interessante também e queajuda a gente a contar as histórias, mas, no podcast, você tem uma relação que eu acho que é mais um a um, sabe? É você e quem tá ouvindo. Eu, pelo menos, quando eu faço os roteiros, quando eu gravo as locuções, eu imagino que tem uma pessoa do outro lado me ouvindo e não falar assim para um público, sabe? Eu sei que tem um público ali, mas a narrativa é direta pra uma pessoa. Então, acho que ajuda você a pensar e se colocar um pouco mais, acho que cria uma interação ali melhor com a pessoa. Rodrigo: O que mudou pra mim foi talvez o jeito de escrever. Porque eu acho muito engraçado, às vezes as pessoas falam assim, você tem saudade de escrever? E na real, assim, eu nunca escrevi tanto na vida como eu escrevo hoje. Eu escrevo roteiros, podcasts são roteiros enormes e é texto, né? O Onde eu tava quando aquilo aconteceu é um exercício de roteiro pra parecer improvisado, mas eu tô lendo cada vírgula, assim, cada palavra, cada coisinha, então é tudo escrito, é tudo um trabalho de texto, que eu já tinha desde o início, né, como você falou, de trabalhar com o jornal impresso, no próprio site da Globo, trabalhava muito com texto também. Mas é um pouco diferente, sabe? Eu acho que o podcast dá um pouco mais de liberdade que no jornalismo tradicional você até consegue de vez em quando fazer, principalmente nesses projetos autorais, né? Porque aí não tem um chefe assim para falar: “Rodrigo, faz assim, faz assado”. Eu vou fazendo do meu jeito e a minha resposta é na minha cabeça mesmo. Isso tem um lado ruim, que é você não poder virar pro lado e falar: “Pô, dá uma olhada aqui no texto que eu fiz, vê o que que você acha, né? Dá uma olhada”. Quem vai ouvir é o público quando sair, né? Eu faço tudo sozinho. Mas, também tem um lado bom que é uma liberdade criativa que acho que não tem preço. Então, acho que nesse caso é isso. Mas, eu escrevo muito e gosto muito de escrever. Eu amo texto. Acho que são textos com características diferentes, mas que me dão o mesmo prazer, sabe? Marcos: Sim, sim, com certeza. Imagino que o saber também produzir um texto, um roteiro muito bom, seja um primeiro passo essencial pra você realmente ter um podcast legal. Rodrigo: É, claro que assim, a produção de podcast passa por várias etapas. Então, sei lá, às vezes a pessoa pode não ser do texto, mas vai fazer a locução ou vai fazer uma entrevista, vai fazer produção, vai editar. Tem várias etapas ali que eu acho que são importantes. A que eu mais gosto é o texto, é o roteiro, é o que me dá mais prazer de fazer, é o que me deixa mais, sei lá, mergulhado ali na coisa, sabe? É uma hora em que você pega a sua apuração ou a sua entrevista ou o que quer que seja que você fez e agora eu vou fazer o roteiro. Então, como que eu vou contar essa história que eu já tenho aqui. Como é que eu vou embalar? Como é que vai ser a embalagem dela pra entregar para quem vai ouvir? E aí eu posso fazer do jeito que eu achar melhor. Então é um momento de botar a criatividade pra jogo ali. Então, pra mim funciona muito bem. É o momento que eu mais gosto de fazer. Mas, não é o único, claro, né? No caso do Vida, do Onde eu tava eu faço todas as etapas. Então, também gosto de editar, de entrevistar, mas a hora de sentar o bumbum na cadeira ali para escrever o texto é uma hora que eu gosto muito assim. Lívia: E eu acho impressionante que os roteiros que você escreve ficam muito na linguagem falada, né? Isso acho que é a maior dificuldade. A gente aqui do Oxigênio, que trabalha também com podcast roteirizado, né? Essa dificuldade em fazer com que o roteiro seja palatável ali na linguagem. Você teria alguma dica? Rodrigo: É, tem uma dificuldade mesmo assim, eu acho que isso é prática, eu levei um tempo assim para conseguir ficar mais confortável nisso, sabe? Porque quando você pega um roteiro que eu faço de podcast narrativo, ele como texto escrito, ele não faz sentido assim. Se você publicar como uma reportagem, né? Ou sei lá, uma newsletter, ele não vai fazer muito sentido, ele tem que ter uma adaptação, porque ele é feito para funcionar na voz, para funcionar falado. E, aí assim, tem alguns truques, né, que a gente vai aprendendo. Por exemplo, eu faço muito o truque de escrever falando. Então eu tô escrevendo e tô falando a frase em voz alta, do que eu tô escrevendo, para ver se aquilo vai soar bem e ah, não soa bem, então eu volto no texto, dou uma mexida e dou uma ajeitada ali. Então, isso é uma coisa. E algumas coisas, no jornalismo que a gente tem muito cuidado, como regra gramatical, né, de escrever tudo na linguagem corretinha. No áudio, a gente pode abandonar um pouco isso, sabe? Então, até o jeito de falar as palavras, né? No áudio, quando a gente tá conversando, tipo, como a gente tá aqui agora, a gente não fala “para fazer”, a gente fala “pra fazer”, né? Eu não falo “eu estou aqui no Labjor”, falo “eu tô aqui, eu tava aqui”. Então, tudo isso você pode transferir pro texto, né, e deixar o seu texto desse jeito mais falado, assim, mais conversado. E uma coisa que eu acho que funciona bem também para o texto ficar com essa cara de falado, é você ter uma liberdade pra bagunçar o roteiro no sentido de marcar coisas. Então, por exemplo, bota uma palavra grifada quando você quer dar mais ênfase, quebra a linha, bota os parágrafos separados para você dar uma parada e dar uma respirada. Então, você pode mexer o texto de roteiro de podcast ou de qualquer roteiro não é um território sagrado, sabe? Que tem que ficar ali pra depois você botar num quadro, na parede. Não, ele é pra funcionar pra voz. Então, ele tem que ficar confortável pra quem vai ler e quem vai fazer a locução. Rodrigo: Acontece muito também de eu escrever pra outras pessoas, né? Tipo, o Rio Memórias, o Tramas Coloniais são podcasts que não sou eu que apresento. E eu faço o roteiro, então, eu tenho que escrever para uma outra pessoa gravar. E aí é mais difícil ainda, porque você tem que pegar o jeito da outra pessoa falar. E aí como é que você faz isso? Isso tem que ter uma prática ali, né? Até você entender como é que aquele texto vai caber na voz daquela pessoa. Não é simples, mas é um trabalho que eu acho muito gostoso de fazer, de tentar chegar nesse nível. E o Onde eu tava quando aquilo aconteceu é o projeto em que eu mais estiquei essa corda até hoje, cada roteiro, o primeiro episódio, por exemplo, o roteiro teve 10 versões, exatamente 10 versões. Eu escrevia e depois voltava nele, deixava mais falado, mais falado, mais falado, mais falado. Aí eu fui gravar, aí gravei o primeiro, editei, montei com a música e tal, joguei fora. Achei que não ficou falado o suficiente, conversado o suficiente. Aí ele teve três versões até ir para o ar do episódio inteiro. Então, eu vou puxando mesmo para ficar como se eu tivesse de fato contando uma história pra alguém, como eu estou conversando aqui com vocês. Aqui eu não tô lendo nada, né? A gente tá trocando uma ideia. Eu quero que esse projeto seja assim. E o maior elogio é quando alguém vem falar: “Nossa, mas é escrito, nem parece que você tá lendo”. E aí eu amo quando alguém fala isso, porque a ideia é exatamente essa. Lívia: É, isso que você falou do texto sacralizado, né? Eu que venho da área acadêmica, foi a minha maior dificuldade, assim, né? Porque você fica ali presa, de você quebrar parágrafo e deixar as palavras enfatizadas, né? Então tem essa diferença. Rodrigo: Dá um medinho de ficar mexendo no texto, né? Vou bagunçar esse texto todo, mas é isso, pode bagunçar, não tem problema. Marcos: Eu acho que isso é uma questão até para o podcast Oxigênio, porque em grande parte ele também é feito por cientistas da academia, que não tiveram tantas experiências. Então para a gente isso é riquíssimo. Rodrigo: Mas é um exercício, né? A gente vai pegando com o tempo e vai, enfim, ajustando coisas e, também, assim, cada um tem o seu estilo, sabe? Acho que tem podcasts até jornalísticos, narrativos, que tem uma pegada um pouco mais formal e que tem uma fala um pouco mais jornalística, que não é necessariamente cem por cento conversada e que funciona bem também. Então, acho que tem espaço pra todo mundo. Os que eu faço vão mais para essa linha da conversa, mas tem podcasts, você pega, por exemplo, um Projeto Humanos, né, que é um podcast muito conhecido, muito famoso, de muita audiência, do Ivan Misanzuki. Ele fala todos os “s”, todas as “vírgulas”, todas as “palavras”, tudo bonitinho, tudo ali muito formal e funciona, é um sucesso absoluto, né? Então, não tem muito certo e errado, é o estilo que você quer implementar ali, né? [música][áudio Perfis de bolso – Antonieta de Barros] Lívia: E agora falando sobre a produção mesmo, né? Queria saber como que vem a ideia da pauta, se é a partir dos personagens. Você já falou das suas experiências pessoais. Porque, pensando no Vida, né? Que é a forma carinhosa que você chama o Vida de jornalista, O Vida tem vários tipos de episódios. Tem os perfis, que foi um dos que a gente produziu junto, o da Sonia Bridi, tem os mais direcionados ao fazer jornalístico, teve a série Escolha que o ouvinte poderia escolher os caminhos que queria seguir. Como que você começa as ideias da pauta? Rodrigo: É, o Vida tem essa coisa também, como é um projeto meu pessoal e que sou eu que decido as coisas ali, não tem uma chefia para me guiar, não tem uma pauta para eu seguir. Eu também tenho essa liberdade de ir testando formatos, né? Então, acho que essa é a coisa que mais me fascina no jornalismo em áudio, é poder fazer formatos diferentes. Então, o Vida ele começa lá em 2018 com uma temporada de, sei lá, cinquenta e poucos episódios, de temas diversos, falando com jornalistas e sobre temas do jornalismo, mas depois eu começo a fazer temporadas temáticas. Então, tem séries que são específicas sobre alguma coisa, como algumas que você citou aí. E isso é bom porque eu não enjoo de fazer, sabe? Assim, cada série é uma coisa completamente diferente. Então, a série de perfis é completamente diferente da série Escolha, que é uma série interativa, que é uma outra linguagem, que não tem nada a ver com a série de perfis. E aí depois eu volto para fazer perfil e depois eu volto para fazer o episódio, que é discutindo algum tema do jornalismo. O Vida é muito sobre bastidores de jornalismo. Então, foco muito nisso também. E aí dá pra fazer de maneiras diferentes. Eu acho que isso é o que vai me fascinando. Então, é assim, quando eu termino uma temporada, eu já tenho lá o meu documento, lá no computador, que eu já vou jogando as ideias pra a próxima. E essas ideias envolvem não só temas e pessoas, mas envolve formatos também. Então, como que eu vou contar tal história? [áudio série Escolha] Rodrigo: A série Escolha, a ideia surgiu primeiro do formato pra depois pensar no tema. Geralmente, o certo é a gente pensar primeiro no tema, né, que a gente quer fazer e depois como que eu vou contar. No caso, a série Escolha, assim, eu queria fazer um podcast interativo, porque não tinha no Brasil, não tinha nem lá fora desse jeito assim jornalístico. E aí depois eu pensei, como que eu posso fazer dentro do Vida de Jornalista uma coisa interativa? Aí que eu fui pensar no tema, das escolhas éticas, das escolhas de carreira que a gente tem que fazer e acabei moldando ali. Esse foi um caso raro em que o formato veio antes, mas geralmente caminham juntos ali, sabe? De pensar quais vão ser os temas. Aí, claro que eu tenho que ter uma visão também de o que que tá rolando no jornalismo, né, quais são os temas mais necessários nesse momento. Então, essa última temporada tem um episódio sobre inteligência artificial, enfim, tem uma série de coisas ali que são meio urgentes da pauta factual, mas dá para escapar bastante dela também, né? Então, acho que no fim das contas fica mais gostoso de fazer, eu acho, desse jeito. Marcos: Sim. Ah, eu tenho uma pergunta um pouquinho derivada do que você acabou de comentar da produção do podcast Escolhas. Eu sei que vocês gravaram todos os episódios, que são mais de 20 episódios, né? E que provavelmente demorou um tempo bem grande e foram publicados ao mesmo tempo para que as pessoas pudessem fazer esse percurso. Como que você enxerga a funcionalidade desse tipo de podcast? Porque eu pessoalmente adorei, eu acho que é uma coisa incrível. Pensando até na comunicação, quando a gente estuda as propostas de comunicação pública da ciência, por exemplo, a gente tenta valorizar uma comunicação que seja participativa, democrática e não só de cima pra baixo, que acha que o ouvinte não sabe nada, enfim, que o que ele pensa não importa. Então acho que é um exemplo super interessante, mas aí eu fico pensando se você acha que funcionou, se você faria de novo esse modelo de produção de podcast. Como que foi, assim, essa experiência de produzir o Escolhas? Rodrigo: É, foi um risco, né? Porque as plataformas de podcast não tem essa função interativa, né? Então, assim, para quem não ouviu, o Escolha é uma série que tem vinte e cinco episódios publicados de uma vez, você escuta o primeiro e quando chega no fim do primeiro você tem uma pergunta e você tem que responder. Dependendo da sua resposta, você vai para o episódio 2 ou para o 3. Quando chega no fim do 2 ou do 3, você vai para o 4 ou para o 5 e por aí vai, né? O ouvinte é que vai definindo o caminho que ele vai seguir. No fim das contas, são 25 episódios no ar, mas a história, ela consome nove episódios. Então, o caminho até o fim, a pessoa passa por nove episódios. Quais são esses nove? Aí vai depender da pessoa, né? De quem vai escolhendo ali. Então, o Spotify, o YouTube, as plataformas em que a gente ouve podcast, a Apple, não tem essa função de você apertar um botão e ir para um episódio ou outro. Então, eu sei que eu tô dando um trabalhinho pra quem tá ouvindo, sabe? Quando chega no fim do episódio, a própria pessoa tem que ir lá e dar um play no episódio seguinte. Tem que ir lá no feed. Então, eu sei que eu tô exigindo um pouco do ouvinte, de quem tá ali escutando. Isso foi uma coisa que eu pensei bastante pra fazer, mas OK, já que é o jeito de fazer, vamos fazer dessa maneira. Acho que é colocar o ouvinte na cadeira de protagonista, sabe? De tentar fazer com que a história siga desse jeito. Foi uma primeira experiência, eu acho que assim, o Vida não é um podcast de grande audiência, né? Comparando aí com os grandes podcasts, ele tá muito longe disso. Ele é muito de um nicho do jornalismo. Essa série, ela não foi uma série de grande audiência, mas as respostas foram assim muito entusiasmadas, sabe? De quem ouviu e quem gostou do formato. E a gente quer fazer uma segunda temporada. Eu e a Flávia, né? A Flávia Santos que apresenta comigo, que é uma jornalista de Petrolina, de Pernambuco. A gente já está conversando sobre uma segunda temporada. Só que isso dá um trabalho que, assim, são 25 episódios, além dos episódios tem o roteiro, tem que criar um mapa da história, pra onde vai cada episódio. Então, é muito complicado de fazer e como tudo no Vida de Jornalista, eu fiz sem patrocínio, sem financiamento, sem nada, né? O Vida é feito no amor e no amor de alguns ouvintes também porque tem ouvintes assinantes, mas são poucos também, enfim, não dá pra, por exemplo, remunerar a Flávia, eu parto do princípio de que todo o trabalho de jornalismo tem que ser remunerado. Então, a Flávia, a gente até fala isso na série, né? A Flávia falou: “Não, não precisa me pagar”. Eu falei: “Precisa pagar, ué. É um trabalho, você tá apresentando uma série”. E aí eu tive que fazer isso assim meio do meu bolso, sabe? Porque não tinha um patrocínio ali. Então, o que eu gostaria era de conseguir um financiamento para uma segunda temporada mais robusta. E aí eu não quero vinte e cinco episódios, aí eu quero, tipo, cem episódios no feed, com uma história que realmente seja uma coisa toda intrincada, que você vai pulando de um pro outro e uma história mais longa, mas vamos ver, vamos ver se vai dar pra fazer. Não sei se em 2026 vai dar, mas quem sabe aí pra 2027. Eu ia gostar muito de fazer mais uma temporada dessa série. Marcos: Nossa, eu ia gostar também. Rodrigo: Então, quem tá ouvindo aí, ó, quem quiser patrocinar o Vida de Jornalista, vamos nessa. Lívia: É, eu fiquei lembrando, quem tem mais idade, tem aquela edição Vagalume, que tinha os livros assim, né, que você escolhia a página. Rodrigo: É, a inspiração foi meio essa. E é engraçado porque a Flávia é muito mais jovem que eu, né? E aí a gente tem referências muito diferentes. Então, a referência da Flávia é a série da Netflix, que é interativa e tal. A minha são os livrinhos de RPG antigos, que você ia pra página. A gente tem inclusive muitos embates geracionais durante a série. A gente se divertiu muito fazendo, porque as referências dela eu não pego, as minhas referências ela não pega e a gente ficava nesse embate ali o tempo inteiro. Foi engraçado também nesse sentido. [música] Lívia: E você falou sobre o financiamento, né? O modelo de financiamento de podcasts e de jornalismo em áudio tem modificado, a partir de assinaturas, apoio institucional. Eu vi que você tem utilizado essa coisa de somarplataformas, como o Substack, a Newsletter, o Apoia-se. Você podia falar um pouco pra gente quais são essas alternativas? Rodrigo: É, eu acho que pra quem faz podcast ou quem faz jornalismo independente, né, de forma geral, ou você dá sorte de conseguir uma cartada ali de um financiamento. Sorte que eu digo, obviamente ela vem de um esforço também de você tentar aquilo ali e conseguir, né? E saber os lugares certos pra procurar, um edital, um patrocínio de alguém. Mas, no geral, eu acho que geralmente funciona você jogar uma rede pra ver o que que vem. Então, é você abrir o leque e tentar esse financiamento de algumas formas diferentes, pra ver o que vai funcionar. Então, financiamento coletivo de ouvintes é uma coisa que muitos podcasts fazem e pra alguns funciona muito bem. Você pega um podcast como Rádio Escafandro, por exemplo, que é um dos melhores do país e o Tomás Chiaverini, ele hoje vive de financiamento dos ouvintes. Ele só tem esse financiamento, ele só tem esse emprego, ele não trabalha em outras coisas, ele consegue se dedicar só pra Rádio Escafandro, pra fazer da melhor forma ali os episódios e ele é realmente bancado, não só ele, mas ele contrata pessoas, enfim, só com o financiamento dos ouvintes. Então, eu acho que não precisa ser um fenômeno tipo a Déia Freitas do Não Inviabilize, que, aí assim, ela saiu do nada, um podcast totalmente independente e ela construiu quase um império. Hoje ela tá com muitos financiamentos, muitas marcas. Eu acho que é o maior fenômeno dos podcasts de contação de história, mas é um exemplo muito lá no alto, né? Então, você fala: “Pô, não vou conseguir o que a Déa conseguiu”. Mas às vezes dá para conseguir o que o Tomás conseguiu que não é a mesma coisa, mas ele já tá se financiando muito bem. E aí é isso, é você ficar de olho nos editais. Às vezes abre um edital, você escreve ali pra fazer uma temporada, né? E você não vai ter aquele financiamento pra sempre. Então, você tem Instituto Serapilheira, né? Tem um monte de podcasts, ligados aqui a Campinas, enfim, que passam também pelo Serrapilheira, desde o 37 graus, enfim, outros podcasts que são muito legais e que passam por esses editais, que vão abrindo ali, e você vai conseguindo. É muito chato de fazer, você ficar procurando coisas o tempo inteiro ali pra escrever, escrever em edital, não é uma coisa muito agradável, eu pelo menos não acho, mas é necessário, né? Você tem que tentar se remunerar, porque dá trabalho, exige tempo, exige custo, de fazer mesmo. Então acho que como tudo no jornalismo, acho que é necessário, é o mal necessário para a gente tentar se remunerar. Marcos: Voltando no tema de pensar um pouco na estrutura da produção dos podcasts, é a questão de quais são as etapas da produção completa de um podcast, e como as novas ferramentas que a gente tem disponíveis hoje, como as que são usam inteligência artificial, ah como elas têm impactado isso, se você tem utilizado ou não, o que que você pensa sobre?Rodrigo: É, eu acho que assim, se eu tivesse que resumir as etapas de produção de um podcast narrativo, você tem um planejamento, que quando você vai estudar ali qual vai ser a sua pauta, qual vai ser o tema, o formato, quem é o seu ouvinte, né? Aí você parte pra produção, que aí você vai atrás do material que você vai ter. Você vai gravar entrevista, você vai pra rua captar, enfim, dependendo de qual for o seu formato. A partir dali você tem a etapa de roteiro, que é como você vai pegar esse material e transformar aquilo numa história. Aí você tem uma gravação de locução, né, que geralmente também é bem comum em podcast narrativo, você tem uma narração e por fim uma parte de edição, que é você pegar tudo isso, botar no programa lá de edição. A gente, enquanto a gente tá gravando, a gente tá vendo aqui na nossa frente um programa de edição. É você pegar aquilo ali, juntar as partes, brincar de Lego, né, juntando as pecinhas ali e transformar aquilo de fato num conteúdo de áudio. É, falando assim, bem rápido, parece que não dá trabalho nenhum, mas dá muito trabalho e eu acho que a gente tem que ficar muito ligado em ferramentas que tão aparecendo, não só de inteligência artificial, mas de tudo. É, eu já tenho usado algumas coisas de IA e, assim, o que eu uso de IA é, basicamente, o Chat GPT, pra me ajudar a organizar a informação de pesquisa. Então, eu jogo pesquisa lá e peço para transformar em tópicos, sabe, esse tipo de coisa. Não uso o Chat GPT pra ajudar na escrita, nem nada desse tipo, mas pra ajudar na pesquisa eu uso, pra ajudar na formatação da pesquisa que eu já fiz, né? E tem uma ferramenta do próprio site da Adobe, a gente estava conversando aqui antes, que eu uso o software da Adobe, o Premiere pra fazer as edições e tem o de áudio também, que é o Audition, mas, a Adobe tem um site, Adobe Podcast, que você entra lá, que é tipo um estudiozinho, né, de podcast, que é gratuito. Você tem que ter uma conta, mas é uma conta gratuita e tem uma parte de melhorar o áudio que é inacreditável, assim, inacreditável. Mudou o meu jeito de trabalhar, porque antes eu ficava muito mais preocupado em como eu ia captar uma entrevista, por exemplo. Aí eu ficava usando aquelas ferramentas que gravam o som físico, mas aí às vezes pra pessoa é um pouco mais complicado. Eu não queria usar um Zoom, Google Meet, né, pra captar, que aí não fica naquela qualidade perfeita. Hoje eu gravo tudo no Zoom. Porque eu sei que depois é só jogar nesse site, que ele vai dar um filtro ali, parece que a pessoa tá dentro de um estúdio. É inacreditável, assim. É muito impressionante. É, inclusive, nas oficinas que eu faço, eu tô aqui porque eu também vou fazer uma oficina, né? Eu vou mostrar algumas coisas que esse site faz. Porque, sei lá, ele tira o barulho do vento. O vento até outro dia era o maior inimigo do áudio, bateu o vento, esquece. Aí estragou o teu áudio. Hoje até o vento você consegue resolver. Então, o que eu tô falando assim, pelo amor de Deus, gente, o que eu tô dizendo não é pra ninguém não cuidar da hora da gravação. Tem que cuidar da hora da gravação. Quanto mais você cuidar, menos dor de cabeça você vai ter na pós, na edição. Mas, se tem umacoisinha pra resolver ali, essas ferramentas ajudam. Então, como é que a gente vai abrir mão disso? A gente pode usar isso, vai poupar tempo, vai facilitar, vai aumentar a qualidade. Então, acho que tudo isso funciona bem. A gente tem que ficar bem ligado mesmo nessas ferramentas. Com todos os cuidados éticos que elas exigem, né, de inteligência artificial hoje, você consegue clonar uma voz e fazer um podcast. Não é o que eu faço, mas dá pra fazer. Então, tem que ter todas as implicações éticas aí pra gente também não se atropelar, né? Lívia: Sim. É, e eu venho da área de humanas, né? O pessoal tem um preconceito enorme com a tecnologia, eu sempre indico o episódio “Tem um robô me ajudando”, ficou muito legal, do Vida. [áudio – episódio “Tem um robô me ajudando”] Rodrigo: E eu e o Léo a gente conversa muito sobre tudo de jornalismo e tal. E uma das coisas que a gente conversava muito era sobre IA, de ficar testando coisas, até onde a gente pode ir, qual é o limite, o que que dá pra ajudar, o que não. Aí eu falei: “Pô, vamos fazer um episódio a gente levantando essas perguntas. Então, esse episódio, ele vai se construindo durante o episódio. A gente começa cheio de dúvidas e termina cheio de dúvidas também, mas a gente vai encontrando algumas respostas ali. A gente não é especialista em inteligência artificial nem nada, esses são só dois curiosos ali pra explorar o que que está acontecendo, né? Lívia: É, eu acho que a gente tem que explorar e aí você falou, com a ética, mas explorar porque são as ferramentas que a gente tem hoje em dia. Rodrigo: E esse episódio daqui a seis meses tem que fazer outro, porque as coisas vão mudando muito, né? Muito rápido. [música] Lívia: Acho que agora já caminhando pro final, a gente queria falar um pouco sobre a oficina que o Rodrigo veio aqui pra dar oficina pra gente, aqui no Labjor. Então, a gente queria saber o que que te motivou a criar essas oficinas de podcast. Eu sei que você tem feito bastante. E qual é o público que te procura hoje pra formação? Estudantes, jornalistas que já tem carreira ou comunicadores independentes? Rodrigo: É, quando eu tomei essa decisão de sair do meu trabalho na Globo, né? Ali no fim de 2020, pra me dedicar a isso, é claro que eu fiquei pensando em coisas assim, como é que eu vou me remunerar, como é que eu vou conseguir me manter e tal. E aí algumas pessoas já me falavam isso, né? “Pô, você podia dar aula de podcast, você tá fazendo e tal”. E eu nunca pensei muito nessa ideia, sabe? Porque assim, eu não sou professor, né? Eu sou jornalista, mas o Vida de jornalista acabou me dando uma condição de fazer todas as etapas. Então, eu faço tudo, planejamento, as entrevistas, o roteiro, a locução, a edição. E aí com o tempo, na prática, eu acabei, não sendo um especialista em tudo, mas entendendo como é que funciona. Então, me deu um certo conhecimento que eu queria compartilhar. E aí, a partir de 2021, comecei a fazer, finzinho de 2020, comecei a fazer a oficina de podcast narrativo em áudio, que é uma oficina online e que eu já fiz vinte e poucas turmas e já passaram uns 800 alunos pela oficina. É muita gente e gente de todos os estados do Brasil. Acho que essa é a vantagem de fazer online também, né? Você consegue chegar em muita gente e tem esse curso que é o curso que passa por todas as etapas, que é a oficina de narrativa em áudio e eu fui fazendo algumas outras específicas. Então, tem uma que é focada só em roteiro, outra que é focada só em entrevista e esse ano eu tô querendo fazer umas novas, eu tô querendo fazer uma que, eu vou jogar aqui para perguntar o que que vocês acham, que como eu trabalho sozinho, eu não tenho pra quem perguntar as coisas. Então, eu vou encontrando as pessoas e vou perguntando. Eu queria fazer uma oficina, vocês acham que funcionaria, de react de podcast, de botar cinco encontros pra gente ouvir episódios e destrinchar o que que tem naquele episódio, como é que é o roteiro, como é que é a entrevista, como é que foi feita a produção, é uma das minhas ideias pra esse ano e ir fazendo outras, de locução, enfim, eu acho que tem uma demanda ainda de gente querendo aprender a fazer e tem muita gente fazendo, né, o que eu acho ótimo, mas a oficina é o que me deixa mais assim, eu fico muito feliz de fazer, eu adoro fazer. Eu não queria no início e eu me arrependo de ter tido essa dúvida, porque hoje eu amo fazer, é uma das minhas principais fontes de renda hoje. Então, eu tô sempre abrindo turma nova. Então, já fazendo a propaganda aqui, quem quiser entra lá em oficinadepodcasts.com e lá tá sempre explicadinho quais são as turmas que vão abrir, enfim. É uma coisa que eu gosto muito de fazer. Agora é online essa oficina, o que eu acho ótimo, como eu falei, porque dá para todo mundo fazer do Brasil. Agora, quando eu estou fazendo uma presencial, que é o que vai acontecer aqui, o que quando vocês estiverem ouvindo já terá acontecido, mas é muito legal, né? Porque aí você está junto com as pessoas ali, entendeu? Trocando ideia na hora, é muito diferente. Então, eu adoro fazer oficina presencial também. Marcos: Sim, eu espero que venha aí a oficina de react de podcast. Rodrigo: Você acha que vai dar certo? Lívia: Eu acho que super funciona. Na disciplina, eu estava conversando antes da gente começar aqui com o Rodrigo, né? Que eu cursei uma disciplina de podcast aqui no IFCH, na Unicamp, e a gente fazia muito isso, de ouvir podcasts e pensar diferentes formatos. Rodrigo: É uma engenharia reversa, né, que chama isso. Na oficina de roteiro, tem uma das aulas que é assim, a gente ouve um episódio com a turma, a turma escolhe um episódio e a gente vai destrinchando o roteiro ali, mas aí é só sobre roteiro. Eu queria ampliar pra fazer, sei lá, cinco encontros, a gente ouvindo cinco episódios diferentes que a própria turma vai escolher, né? Então, às vezes é episódio que eu nem conheço, não sei. E acho que é sempre um aprendizado, eu gosto muito de ouvir coisas dos outros, só que quando você começa a fazer muito, você fica com esse vício, né? De sempre ouvir, mas pensando: “Pô, mas por que que essa música entrou aqui? Por que que ele abriu desse jeito? Por que que ela fez aquela pergunta? Por que, entendeu? E é legal, né? Mas é um pouco angustiante também. Às vezes eu gostaria de ouvir podcast assim tranquilo, sabe? Sem pensar em nada, mas é difícil. Marcos: E você comentou agora há pouco que tem várias pessoas hoje em dia produzindo podcast. Você acha que ainda tem espaço pra novos produtores, novas propostas? Você enxerga que vai ter um crescimento? Como que você avalia, assim, o futuro dessa área? Rodrigo: É difícil prever o futuro nisso, né, porque muda muito rápido. E eu acho que tem uma produção muito extensa desde os últimos anos, quando explodiu essa onda dos podcasts. Eu acho que o mercado já mudou muito nesse período. Então, por exemplo, os podcasts em vídeo meio que tomaram de assalto o mercado, né? Hoje, se você sair na rua aqui e perguntar, pegar qualquer pessoa: “Que que é podcast?”. A pessoa provavelmente vai responder: “Ah, é uma conversa em vídeo no YouTube, duas pessoas ali num estúdio conversando e tal”. Então, tem gente que acha que é só isso, que nem sabe que tem só em áudio, sabe? Eu, sinceramente, eu desisti dessa briga aí já. De se podcast em vídeo é podcast. Pra mim, não interessa. Cada um faz o seu, não tem problema nenhum. É aquele famoso “tem até amigos que são”. Então, assim, não tem problema, eu gosto de vários e beleza, não quero mais brigar. Mas, o que eu quero é tentar que as pessoas saibam o que eu faço, sabe? Conseguir explicar o que eu faço. Porque se eu só falo assim: “Ah, Lívia, vai escutar lá o meu podcast”. Você pode achar que é uma conversa sobre algum tema, né? Que é legal pra caramba, mas no meu caso não é isso, é uma outra coisa. Então, explicar é cada vez mais difícil, mas eu sempre acho que tem espaço pra quem quer fazer em todos os formatos. Quem tem uma coisa boa pra fazer, eu vou dar um exemplo aqui. Eu vim pra Campinas e no voo eu escutei um podcast novo que acabou de sair, que se chama Discípulos, que é do Mateus Marcolino, que é inclusive produtor da Rádio Escafandro. Que é sobre evangélico no esporte, porque que tantas pessoas no esporte seguem O Evangelho e falam muito de Deus e tal. Eu achei super legal o primeiro episódio que ele lançou e já tô ansioso pra ouvir os próximos. Um podcast tranquilo de ouvir, uma narração boa, uma investigação legal, entrevistas boas, sabe? Você sente que tem uma qualidade ali. É um podcast da Rádio Guarda-Chuva também, que é o grupo onde o Vida de Jornalista também tá, né? Que é um grupo de podcasts jornalísticos. E, então, assim, acabou de sair esse podcast e eu adorei. E beleza, acho que é isso, tem espaço pra quem quer fazer coisa nova. Eu acho que na universidade tem muita gente fazendo coisa muito boa, muito boa. Vira e mexe, eu pego um podcast assim de TCC que alguém manda: “Ah, você pode ouvir”. E eu vou ouvir, eu fico: caramba, assim, sabe? Coisas bem feitas, tecnicamente inclusive, não só na ideia. As ideias são geralmente muito boas, mas até tecnicamente assim muito bom. Então é isso. Eu acho que o mercado ele, claro vai ter a bolha, vai aumentar, vai diminuir, né? Isso é normal, as idas e vindas do mercado são normais, mas sempre tem espaço, eu acho pra quem quer produzir coisa boa em qualquer formato. [música] Lívia: Essa foi a nossa conversa com o Rodrigo. Eu espero que todo mundo tenha gostado e aprendido muito sobre a produção de podcasts narrativos e o formato de jornalismo em áudio. Mas, antes de terminar, a gente pediu pro Rodrigo dar alguns conselhos úteis pra quem está começando a trabalhar nessa área. Vamos ouvir quais foram os conselhos do Rodrigo. Rodrigo: Olha, eu acho que o primeiro conselho é fazer, porque às vezes a gente fica planejando muito. Olha eu aqui indo contra o planejamento, não é isso não. Eu acho que o planejamento é muito importante. Mas, às vezes a gente fica pensando muito em vez de começar a botar a mão na massa e é importante fazer, né? Hoje a gente tem ferramenta gratuita pra fazer. Você não precisa fazer investimento, comprar microfones. Dá pra começar com muito pouco. Então, colocar na praça pra você mesmo saber se tá legal, se não tá, acho que é importante. E, uma coisa que eu acho fundamental, que é uma dica talvez um pouco óbvia, né? Que é ouvir. Pra quem quer fazer podcast, assim, você tem que ouvir podcast e não necessariamente de assuntos que você gosta. Às vezes você vai ouvir um podcast só porque alguém comentou: “Você ouviu esse podcast aqui sobre esse tema? É legal”. Pô, mas eu não gosto muito desse tema. Mas vai lá, dá uma escutadinha, dez minutinhos. Não precisa ouvir o episódio inteiro. né? Ouve lá para ver como é que a pessoa faz. E ouvir com esse ouvido mais cuidadoso, de tentar prestar atenção no que que tá sendo feito ali e se você pode pegar referências, enfim. E pra tudo, né? Para como é que faz o roteiro, pra como é que é a fala da pessoa, como é que é a locução, se tá bem editado. Como é que é o uso da música? Como é que esse podcast aí tá usando música? Tá legal? Gostei? Ficou muito longo? No meu vai ser diferente. Pensar essas coisas, sabe? Então, fazer esse exercício de escuta, eu acho que é muito legal e botar a mão na massa e ir embora. Acho que tem muita coisa boa pra fazer. Não é ficar com esse medo de que no começo vai ser ruim. É, vai ser ruim. Vai ser ruim. Eu olho lá pros primeiros episódios do Vida de Jornalista, meu Deus do céu. Eu gostaria de tirar todos do ar. Eu não tiro porque eu amo as pessoas que estão lá, mas tecnicamente eu acho muito ruim. E é isso, gente. É isso. Depois a gente vai melhorando aos pouquinhos. Assim como daqui a cinco anos eu vou olhar pros episódios de hoje e talvez eu ache ruim também, sabe? Pô, faria diferente. Então, é normal, às vezes a gente fica muito inseguro. E por fim, um conselho que eu acho que vale pro jornalismo no geral, que é a gente não se cobrar tanto, sabe? Acho que a gente às vezes fica achando que a gente tem que trabalhar no nível máximo e fazer tudo perfeito e que tem que dar certo sempre e não vai dar certo sempre, vai ser frustrante de vez em quando e às vezes a gente vai ter que dar uma pisada no freio. Ó, vou dar uma parada aqui. Ah, mas eu tenho podcast, então tenho que produzir um episódio por semana. Calma, assim, se não der, dá uma freada de leve assim, dá uma respirada e daqui a pouco volta, porque a gente é meio que treinado a se cobrar demais. E aí a saúde mental vai pro espaço, aí a gente não cuida da gente. Então, é ir botar a mão na massa, mas devagar. Vamos ali com calma, que a coisa vai saindo, vai ser legal. Lívia: Legal. Bom, a gente queria agradecer imensamente a presença do Rodrigo aqui com a gente. Foi muito bom. Marcos: Foi uma aula particular. Super especial que a gente teve essa oportunidade de estar com o Rodrigo hoje. Rodrigo: Adorei, obrigado demais, gente, e parabéns pelo programa. Lívia: Obrigada, você. Marcos: Obrigado. [música] Lívia: Esse episódio foi gravado e editado por mim, Lívia Mendes e pelo Marcos Ferreira. A edição final foi feita pelo Daniel Rangel. A trilha sonora é da Biblioteca de Áudio do Youtube e a vinheta do Oxigênio foi produzida pelo Elias Mendez. O Oxigênio conta com apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast.Lívia: Pra quem chegou até aqui, tomara que você tenha curtido ouvir nossa conversa com o Rodrigo Alves! Agora você pode ir lá na sua plataforma de áudio preferida e procurar pelos novos episódios dos programas Vida de Jornalista e Onde eu tava quando aquilo aconteceu. Deixa também um comentário pra gente, contando o que achou. Vamos adorar te ver por lá! Até mais e nos encontramos no próximo episódio. [vinheta de encerramento]
2º EPISÓDIO DO AVANTI PALESTRINAS! COM GABI SIMONI.As convidadas são a Fernanda Hermsdorff (a Voz da Torcida do Cruzeiro no GloboEsporte) e a Maria Fernanda Rizzi (influencer de futebol e do Cruzeiro). Vamos falar muito sobre Palmeiras x Cruzeiro.Membros do PodPorco têm vantagens, sejam membros!Avanti Palestra! Inscreva-se, curta e compartilhe.
Mas afinal de contas, de quem é o Bota pra Correr? Pessoal que mostrou que faltou água na Maratona do Natal continua sendo ameaçado por pessoa ligada à organização e Globo Esporte vai mostrar matéria com o Tomaz Lourenço da Revista Contra-Relógio, meu ex-chefe.#corridaderua #corridaderua #corredores #corredoresderua
Ivan Moré é jornalista, empresário e fundador da I'M Disruptive Content, especializada em inovação para marcas. Com mais de 20 anos na televisão, apresentou o Globo Esporte e Esporte Espetacular e cobriu eventos como Olimpíadas e Copas do Mundo. Autor do podcast “Desobediência Produtiva” e palestrante, desenvolve estratégias criativas para conteúdo digital. Em 2024, voltou à TV com o programa “Qualé, Moré?” na RedeTV!, em parceria com a Betsul. Ivan concilia sua carreira com a vida familiar ao lado dos filhos Mel e Lui e de sua noiva, Giovanna Lemos. Tema: 00:00 - Introdução 01:37 - Reflexões Sobre A Saída Da TV Globo 03:12 - Transição Para O Digital E Descoberta De Novos Formatos 10:15 - Estratégias De Branding E Conexão Com Audiências Esportivas 18:40 - Convites Para Retorno À TV E Decisões Estratégicas 25:12 - Produção De Conteúdos Multiplataforma E Visão De Negócios 32:00 - Desafios Do Meio Digital E Autenticidade Na Comunicação 41:30 - Palestras E Impacto No Mundo Corporativo 50:20 - Parceria Com Giovanna E Transformações Pessoais 1:02:11 - Depressão, Resiliência E Superação De Desafios Emocionais 1:15:50 - Reconexão Com Valores E Propósito De Vida 1:27:30 - O Impacto De Conteúdos Genuínos Na Construção De Legado 1:38:40 - Futuro Do Podcast E Expansão Do Alcance Digital 1:50:30 - Reflexões Finais Sobre Aprendizado E Evolução Contínua Ivan: https://www.instagram.com/ivan_more/ Escute: YouTube: https://www.youtube.com/excepcionaispodcast Siga: Marcelo Toledo: https://instagram.com/marcelotoledo Instagram: https://instagram.com/excepcionaispodcast TikTok: https://tiktok.com/@excepcionaispodcast Patrocinador: G4 Educação Leve seu negócio para o próximo nível. 10% de desconto em todos os cursos digitais. Cupom: excepcionais https://bit.ly/excepcionais-g4educacao
Nesta quarta-feira à noite, a Globo realiza o Upfront, evento em que divulga suas atrações de 2025 para o mercado publicitário. A emissora não confirmou oficialmente a F1, mas mostrou um carro da categoria no palco e indicou que tudo está certo para a volta da competição ao grupo de mídia. Mas quem serão os repórteres da elite do esporte a motor. Os jornalistas Isa Fernandes (@isamfer_) e Carlos Costa (@ocarlos_costa), do Motorsport.com, te contam: Julia Guimarães e Guilherme Pereira.
O convidado do programa Pânico dessa sexta-feira (30) é Alê Oliveira. Alexandre Fonseca Machado de Oliveira, também conhecido como Alê Oliveira, é um dos nomes mais proeminentes do jornalismo esportivo no Brasil, destacando-se por sua expertise e dedicação à cobertura de eventos esportivos. Com uma trajetória marcada por trabalho árduo e paixão pelo esporte, Alê consolidou sua posição como uma das vozes mais respeitadas do setor. Alê passou por importantes redações de jornais e emissoras de televisão, como a ESPN e o Globo Esporte, onde não só cobriu eventos nacionais de destaque, mas também participou da cobertura de competições internacionais, incluindo Copas do Mundo e Jogos Olímpicos. Sua carreira inclui passagens notáveis pelos canais Band Minas, ESPN Brasil, Esporte Interativo e TNT Sports Brasil. Durante cinco anos, foi uma presença constante no programa Estádio 97, transmitido pela Energia 97. Desde 8 de agosto de 2022, ele ampliou seu alcance ao começar a comentar para a Rádio Itatiaia, ao mesmo tempo em que se concentra em seu canal pessoal no YouTube. Alê é um renomado comentarista esportivo, além de atuar como profissional de Educação Física, radialista, influenciador digital e Youtuber no Brasil. Com um estilo humorístico característico, ele conquistou a audiência com suas análises e comentários sobre futebol. Como comentarista, o programa traz Thiago Asmar, o Pilhado. Ele tem um canal no YouTube com seu nome "Pilhado", onde entrevista jogadores de futebol e outros esportistas. Thiago atualmente é apresentador esportivo do programa "Bate-Pronto" e host do podcast “Reis da Resenha” junto com Vampeta. Todos os programas são da Jovem Pan Esportes.
O que faria um atleta multicampeão, prestes a coroar sua carreira na competição mais almejada de todas, simplesmente desistir? E se o atleta em questão for um... cavalo? Este é mais um episódio do Escuta Essa Olímpico! Todas as segundas-feiras, no seu agregador de podcasts favorito, é a vez de contarmos um para o outro histórias surpreendentes sobre as Olimpíadas. Não deixe de enviar o Escuta Essa Olímpico para alguém apaixonado por esportes e aproveite para deixar seus comentários no Spotify, nas redes sociais @escutaessapod, ou no e-mail escutaessa@aded.studio. A gente sempre lê mensagens no final do episódio! ... NESTE EPISÓDIO - Baloubet du Rouet era da raça Sela Francesa. Ele nasceu em maio de 1989 e morreu de causas naturais em agosto de 2017. O cavalo competiu entre 1993 e 2006. - Por suas vitórias, o esperma de Baloubet du Rouet foi muito requisitado por criadores. Em 2017 uma matéria do Globo Esporte dizia que Baloubet tinha 200 filhos competindo no circuito europeu de hipismo e 96 filhos registrados na Associação Brasileira de Criadores de Cavalo de Hipismo. - O documentário que conta a história de Baloubet e sua relação com Rodrigo Pessoa é o “Baloubet: Drama e glória de um gladiador”, de Fabricio Crepaldi e Ugo Soares Araújo, e está disponível no YouTube do Time Brasil. - Em uma matéria de 2017, Rodrigo Pessoa disse que só soube da morte de Baloubet através de um jornalista, já que o dono do cavalo não o comunicou do fato. - Algumas das revelações do documentário sobre a relação entre Rodrigo Pessoa e o dono de Baloubet, Diogo Coutinho, já haviam sido feitas no livro “Você Será Cavaleiro, Meu Filho", de Sabrine Delaveau. - Um exemplo da frustração brasileira com a falta de ouros em Sydney 2000 veio na coluna de José Geraldo Couto, na Folha. Ele escreveu: “O Brasil não veio, nem virá. Como escreveu Drummond há meio século, nenhum Brasil existe. É um país a ser construído”. - Um outro texto da Folha de S.Paulo questionava a fala do presidente do Comitê Olímpico Brasileiro elogiando o desempenho brasileiro: “O COB gostou. E você?” - Um documentário inglês sobre o iatista Ben Ainsle mostra a manobra do iatista britânico forçando a eliminação de Robert Scheidt na última regata da classe Laser. ... AD&D STUDIO A AD&D produz podcasts e vídeos que divertem e respeitam sua inteligência! Acompanhe todos os episódios em aded.studio para não perder nenhuma novidade.
Do AC Milan à Tremembé. O episódio de hoje te conta o que aconteceu entre esses dois extremos da vida de Robson de Souza, o Robinho. Sem mais dribles ou pedaladas, hoje, o ex-jogador cumpre pena na Penitenciária de Tremembé, em São Paulo. O caso de hoje conta em detalhes a trajetória do ex- “menino da vila”. Gostaria de aparecer em um dos episódios do Fábrica? Então manda uma mensagem de áudio pelo direct no nosso Instagram @podcastfabricadecrimes A gente só publica com a sua autorização =) Hosts: @mari.host e @rob.host Edição: @ovitoivtovito Link para doação - Enchentes Rio Grande do Sul: https://www.paraquemdoar.com.br/ Links com Pontos de Coleta de Doação no Rio de Janeiro: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2024/01/14/temporal-no-rio-veja-os-pontos-de-apoio-e-de-doacoes-para-a-populacao-atingida-pelas-chuvas.ghtml https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2024/05/07/veja-como-ajudar-no-rj-vitimas-das-chuvas-no-rio-grande-do-sul.ghtml FONTES: UOL, Justiça italiana pedirá inclusão de Robinho em lista vermelha da Interpol, disponível aqui: Metrópoles, Condenado, Robinho diz: “Tive meus direitos constitucionais violados”, disponível aqui: Agência Senado, Seleção brasileira de futebol poderá ser considerada patrimônio cultura, disponível aqui: Exame, Gigante do futebol e insuperável: veja a lista de recordes do rei Pelé, disponível aqui: ESPN, Santos centenário: Mentor da base revela as lições que fazem do clube um celeiro de craques, disponível aqui: G1, Caso Robinho: imprensa italiana repercute decisão do STJ de mandar prender ex-jogador, disponível aqui: G1, Filho de Robinho faz homenagem após golaço no Paulista sub-17: 'melhor pai do mundo'; VÍDEO, disponível aqui: G1, Robinho completa um mês na prisão; saiba a rotina do ex-atleta que pode jogar futebol e trabalhar no 'presídio dos famosos', disponível aqui: G1, Perfil de Robinho tem post dizendo 'sou inocente' e repercute entre seguidores: 'tem internet de boa aí?', disponível aqui: Globo Esporte, As gravações do caso Robinho na justiça italiana: "A mulher estava completamente bêbada", disponível aqui: UOL Esporte, Robinho aconselha amigo: "Volta pro Brasil, pelo menos tu não fica em cana", disponível aqui: Terra, Boate em Milão passa por ampla reforma após 'caso Robinho', disponível aqui: R7, Exclusivo: Robinho quebra o silêncio e fala pela primeira vez sobre condenação de estupro na Itália, disponível aqui: Globo Esporte, Robinho deve ficar preso cerca de 3 anos e meio antes de progredir para o semiaberto, disponível aqui: BBC News Brasil, Robinho é preso por estupro: entenda por que Justiça decidiu que ex-jogador cumprirá no Brasil sentença da Itália, disponível aqui: UOL Esporte, Vítima de Robinho fala pela 1ª vez: 'Não tenham medo de seus agressores, disponível aqui: Globo Esporte, Em 2002, Robinho, do Santos, era revelação do futebol brasileiro, disponível aqui: YouTube, Golaço de Robinho pelo Santos em 2004, disponível aqui: Folha de S. Paulo, Presos 4 pelo seqüestro da mãe de Robinho, disponível aqui: YouTube, Holanda 2x1 Brasil - Copa do Mundo 2010 - Melhores Momentos, disponível aqui: Globo Esporte, Oficial: Robinho assina com o Milan, disponível aqui: O Gol, Milan, disponível aqui: Corriere dello Sport, L'ex attaccante del Milan Robinho indagato per uno stupro di gruppo, disponível aqui: Globo Esporte, Jornal: Robinho é investigado na Itália por estupro coletivo de brasileira, disponível aqui: ESPN, Polícia inglesa arquiva acusação de estupro contra Robinho, disponível aqui: Nexo, Condenado a 9 anos por estupro, Robinho é preso em Santos, disponível aqui: O Tempo, Após condenação, o que acontecerá com Robinho? Especialista explica, disponível aqui: G1, Prisão de Robinho repercute na imprensa italiana, disponível aqui: UOL Esporte, Por que os 4 amigos de Robinho não foram condenados por estupro na Itália?, disponível aqui: --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/fabricadecrimes/message
Gil Luiz Mendes, Smack Neto, Irlan Simões e Maurício Targino fazem um debate tentando explicar o porquê a Segunda divisão do Campeonato Brasileiro é a competição mais enfadonha do calendário nacional. Tabela. times que disputam, interesses de empresários e federações, enfraquecimento da Copa do Nordeste, tudo isso ajuda a explicar um pouco o ranço adquirido por este torneio. Se possível, acompanhe este episódio lendo este post do blog de Irlna Simões no Globo Esporte. https://ge.globo.com/blogs/blog-do-irlan-simoes/post/2024/04/16/veja-infografico-com-os-74-clubes-que-ja-jogaram-a-serie-b-de-pontos-corridos.ghtml
#podcast #maquinistas #esporte Jornalista com mais de 15 anos de experiência no mercado de comunicação, Paulo Ludwig iniciou a carreira em 2007, como repórter do tradicional jornal gaúcho Zero Hora. Depois, passou a integrar o time da Zh.com, onde iniciou o trabalho como gestor de comunicação digital. Foi editor do portal do jornal, do ClicEsportes, portal de esportes do Grupo RBS, e, em 2011, quando a estrutura de internet da Globo chegou ao Rio Grande do Sul, recebeu o convite para ser editor-chefe do GloboEsporte.com em solo gaúcho. Ficou no cargo por cerca de cinco anos, liderando coberturas da Copa das Confederações de 2013, no Rio de Janeiro, e da Copa do Mundo de 2014, em Porto Alegre. Depois desse período, assumiu a gestão de toda a estrutura de internet da Globo no RS, comandando G1, GE, GShow, site institucional da RBSTV e redes sociais do grupo. Paralelo a isso, fundou, em 2016, a Conta Pra Mim Filmes, atualmente uma das principais produtoras audiovisuais do Rio Grande do Sul. Desde fevereiro de 2022, atua como diretor de comunicação do Grêmio, sendo responsável pela gestão e conteúdo das áreas de assessoria de imprensa institucional, redes sociais, rádio e TV do clube gaúcho. A Máquina do Esporte, maior mídia sobre negócios do esporte e marketing esportivo do Brasil, foi criada em abril de 2005 pelo jornalista Erich Beting. ----------- Visite o site: https://www.maquinadoesporte.com.br/ Siga a Máquina nas outras redes: https://www.instagram.com/maquinaesporte/ https://twitter.com/maquinaesporte https://www.facebook.com/maquinadoesporte --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/maquinistas/message
Esse episódio é um desdobramento da série do Novembro Negro do Globo Esporte (ou do Esporte da Rede Bahia). Nele, falamos sobre a ausência de profissionais negros em cargos de chefia, traçando um paralelo com os problemas enfrentados pela população negra no mercado de trabalho.
Esse episódio é um desdobramento da série do Novembro Negro do Globo Esporte (ou do Esporte da Rede Bahia). Nele, fazemos um mergulho histórico na Bahia do início do século XX para retratar como o homem negro foi excluído do futebol. E como ainda hoje a experiência de homens e mulheres negras é atravessada pelo racismo nesse esporte.
O torcedor do Ceará tem que ter paciência, é pouco tempo para criticar o trabalho de Guto Ferreira? O Vozão começa o returno fazendo cálculos e em busca de pontuação para chegar no G4. Além disso, mais um capítulo da novela de Erick e o São Paulo. O episódio contou com mediação do jornalista Samuel Conrado e participações ilustres do editor do Jogada, do Diário do Nordeste, João Bandeira Neto, e do produtor do Globo Esporte, Gabriel Borges.
A Seleção Brasileira estreou na Copa do Mundo na segunda-feira (24) com uma atuação de gala: 4 a 0 sobre o Panamá. Mais um sinal em favor da mobilização da torcida, que no pré-competição viu uma cobertura mais organizada da imprensa esportiva, na opinião da jornalista Camila Barbiere, da RBS TV. Ela é a convidada do quatro episódio da temporada do #ConversaHumanista, cuja pauta é a visibilidade sobre a competição feminina. A Copa começou no dia 20 de junho. É a nona edição, a primeira na história da modalidade que ocorre em dois países, tendo a Austrália e a Nova Zelândia como sedes, e a maior até hoje, com 32 seleções competindo. A última Copa feminina, que ocorreu em 2019 na França, bateu recorde de audiência na televisão e na internet, atingindo mais de um bilhão de pessoas. Dessa vez, a projeção é que este feito seja batido novamente; no Brasil, será a primeira a ser exibida em TV aberta, via Globo. Camila Barbieri, que atua no Globo Esporte e no Sportv, conversa com os repórteres Filipe Pacheco e Cainan Silva sobre o crescimento da modalidade nos últimos anos e debate a cobertura midiática da Copa 2023. Ouça! O PodcastO #ConversaHumanista está em sua 9ª temporada no semestre letivo 2023/1. O programa é produzido quinzenalmente durante o semestre por estudantes da disciplina Laboratório de Jornalismo Convergente da Fabico/UFRGS, sob a supervisão do professor Felipe Moura de Oliveira, com técnica de Neudimar da Rocha. O propósito é analisar criticamente a produção jornalística sobre diferentes temas da agenda pública brasileira e debater acontecimentos sob a perspectiva dos Direitos Humanos. Confira aqui todos os episódios, disponíveis também no Spotify.
O Bate-Pronto desta segunda-feira debaterá os jogos deste fim de semana pelo Brasileirão. Ontem, o Palmeiras empatou com o Athletico-PR na Arena da Baixada e se revoltou com a não-expulsão de Zé Ivaldo no lance que originou pênalti para o Verdão ainda no primeiro tempo. A coletiva de imprensa alviverde foi interrompida mais cedo pelo diretor Anderson Barros após fortíssimo desabafo do auxiliar João Martins. Outro assunto que chamou bastante a atenção foi a informação publicada pelo GloboEsporte.com sobre uma ríspida discussão entre Gabigol e o vice-presidente de futebol do Flamengo, Marcos Braz, no vestiário do Maracanã no intervalo do jogo contra o Fortaleza, no sábado. O motivo? O atacante, que deixou a partida machucado, criticou o gramado do estádio e direcionou as reclamações ao dirigente. O bate-boca, segundo a reportagem, foi quente. See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Bate-Pronto desta terça-feira falará, dentre outros assuntos, sobre as declarações de Leila Pereira sobre Abel Ferreira. Em entrevista publicada ontem pelo programa Globo Esporte, a presidente do Palmeiras rasgou elogios ao português e revelou que gostaria de renovar com o técnico até o fim de 2027. O programa também debaterá a saída de Marinho do Flamengo, confirmada ontem após rescisão amigável, e atualizará as informações de São Paulo, Corinthians e da Seleção Brasileira, que faz amistoso hoje contra Senegal.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Enjoy the crew banter and discuss news update around the world. - As the country prepares ahead of the forthcoming Rwanda 2023 Afrobasket Championship, watchers of event in the basketball scene are scared that foreign-based female players may shun the national team camp. - Draymond Green will test the market. On Monday, the shooting guard decided to decline his player option with the Golden State Warriors for the 2023-2024 season, worth $27.5 million, and with that he will be a free agent. - BOXING bosses in Saudi Arabia are ready to offer a "premium price" for the heavyweight's elite to fight each other. - Venus Williams defied her physical problems to beat Italy's Camila Giorgi in an emotional first-round thriller at the Birmingham Classic.- Super Eagles' Coach, Jose Peseiro, has described the senior national team as work in progress, saying the team's fighting spirit will place it above peers in the near future.- Remo Stars President, Hon. Kunle Soname has doled out a princely sum of N28 million to the club for qualifying for the CAF Champions League for the 2023/24 season. - Super Eagles midfielder Wilfred Ndidi has caught the attention of former Saudi Arabia Premier League champions, Al-Shabab FC. - Former Al Ahly head coach Pitso Mosimane has been unveiled as Emirati side Al-Wahda's newest manager just a few days after leaving al ahli jeddah. - Real Madrid have signed Spain international Joselu on a season-long loan from Espanyol, with an option to buy at the end of the season.- Pep Guardiola has confirmed that Manchester City are not willing to make a move for Kylian Mbappe, whose contract with Paris Saint-Germain runs until the end of next season - Arsenal have been told they will have to increase their £30million opening offer for Ajax defender Jurrien Timber. - Marcus Rashford is close to signing a new long-term contract at Manchester United. - Thibaut Courtois says he is "deeply disappointed" that head coach Domenico Tedesco said he had refused to travel with Belgium to Estonia for Tuesday's Euro 2024 qualifier.- It was Globoesporte journalist Luis Roberto, during the Brazil-Guinea soccer match, who dropped the bombshell.- BRENDAN RODGERS is BACK as Celtic manager. - Bournemouth have appointed Andoni Iraola as their new manager after brutally sacking Gary O'Neil over an early morning phone call on Monday. - Former Netherlands striker Quincy Promes has been sentenced to 18 months in jail for stabbing his cousin in the knee - ARSENAL legend Jens Lehmann has been charged after allegedly damaging his neighbour's property with a chainsaw. - Martina Navratilova says she is clear of cancer.
O Bate-Pronto desta quarta-feira atualizará as informações dos principais clubes do futebol brasileiro. Em entrevista ao Globo Esporte.com, Leila Pereira, presidente do Palmeiras, descartou vender titulares na janela do meio do ano e disse que "em hipótese nenhuma prejudicará a performance esportiva para aumentar as receitas" do clube. O programa também falará sobre o Corinthians. Ontem, alguns membros da torcida organizada Gaviões da Fiel estiveram no CT Joaquim Grava na reapresentação da equipe. Eles solicitaram uma conversa com lideranças do elenco e foram atendidos pelo clube. Além disso, Flamengo e São Paulo também serão temas de debate. See omnystudio.com/listener for privacy information.
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A Série C do Campeonato Brasileiro inicia sua edição 2023 com vinte equipes na luta para voltar à segunda divisão ou disputá-la pela primeira vez. E entre clubes tradicionais e emergentes, quem entra forte na disputa pelo acesso? O podcast Embolada debate sobre a competição com Cabral Neto, João de Andrade Neto e dois convidados: Alberto Oliveira, da rádio CBN de Alagoas, e Bruno Atanazio, do Globo Esporte de Santa Catarina.
Victor Canedo é jornalista e trabalhou durante 12 anos no Globo Esporte. Hoje é comentarista esportivo e produtor de conteúdo nas redes sociais.
Isabela Scalabrini é a simpatia em pessoa. Ressaltamos isso durante várias partes do episódio mas queremos que você tenha certeza absoluta que foi uma das convidadas com sorriso mais fácil que passou por aqui. QUEIJO Antes de mais nada, ela é fã de queijo: na entrada, na refeição principal e até na sobremesa. BAGAGEM E EXPERIÊNCIAS Isabela viveu um momento de ouro na tv, uma das primeiras mulheres na cobertura esportiva na tv tanto no Globo Esporte quanto no Esporte Espetacular. Ela já cobriu eventos importantes como: Copa do Mundo, Jogos Olímpicos, Carnaval e várias outras. BASTIDORES DE UMA ENTREVISTA COM AYRTON SENNA EM ANGRA Uma das curiosidades além da mesa é a vez que Isabela Scalabrini foi a Angra dos Reis entrevistar Ayrton Senna. Por que curiosidade? Você precisa ouvir pra sabe. UMA FÃ DE CERVEJA Isabela é casada com um amante do vinho, mas não abre mão de sua cervejinha. Tal como uma autêntica carioca aquela cerveja leve, gelada que rega bons encontros entre amigos. Se até agora você passou por todo este texto e ainda não deu PLAY no episódio... Só podemos sentir muito. NAS REDES Isabela está no Instagram @realscalabrini
Mari Palma, jornalista, apresentadora, embaixadora Marvel, trabalhou na Globo como apresentadora do G1 em 1 minuto, repórter no Fantástico, Globo Esporte, Mais Você e É de Casa. Atualmente apresenta o Popverso CNN e Em Alta CNN, e regularmente posta vídeos em seu canal do youtube
A Copa do Mundo de futebol masculino entra na sua reta final, com a decisão marcada para o próximo domingo (18), e um tema segue repercutindo desde o início da competição, quando a Fifa proibiu o uso de braçadeiras de capitão com mensagens em apoio à luta LGBTQIA+: a forma como o Catar, país sede, lida com os Direitos Humanos. A estreia da oitava temporada do #ConversaHumanista trata, então, das manifestações que marcaram o megaevento esportivo mesmo diante da opressão. E a convidada é Heloíse Bordin, produtora do Globo Esporte. Na semana passada, o Humanista publicou a quinta temporada do Fabicast, cujo tema é justamente os bastidores do Catar e um dos episódios, o terceiro, finalista do Prêmio ARI (Associação Riograndense de Imprensa) 2022, trata de questões ligadas aos Direitos Humanos. Na estreia da nova temporada do #ConversaHumanista o papo das repórteres Maria Eduarda Welter e Mariel Lahorgue com Heloíse Bordin (que também já foi repórter do Humanista) é sobre a forma como os protestos repercutiram enquanto a bola rolava no país árabe. Ouça! O podcast O #ConversaHumanista chega à sua 8ª temporada e é produzido quinzenalmente por estudantes da disciplina de Laboratório de Jornalismo Convergente da Fabico/UFRGS, sob a supervisão do professor Felipe Moura de Oliveira, com técnica de Neudimar da Rocha. O propósito é analisar criticamente a produção jornalística sobre diferentes temas da agenda pública brasileira sob a perspectiva dos Direitos Humanos. Confira aqui todos os episódios, disponíveis também no Spotify.
O Apresentador do Globo Esporte de Salvador Danilo Ribeiro conversa com Sergio Nunes no Bahiacast.Acompanhe nossos episódios ao vivo no Youtube:https://www.youtube.com/c/BahiaCastSe você curte nosso trabalho, e as pessoas que por aqui passam, considere Inscrever-se no canal e apoiar assim também a cena local.Nosso canal de cortes:https://www.youtube.com/channel/UCT96OP4_tqz8EC09giXXbkA/videosMídias sociais: @bahiacast @bahia.cast #bahiacastApoio e Patrocínio:SAMPAIO SABOREShttps://instagram.com/sampaiosabores?utm_medium=copy_linkBrunu's Joiashttps://www.instagram.com/brunusjoias/Dilicia de Browniehttps://www.instagram.com/diliciadebrownie#bahiacast#podcast@bahiacast@bahia.cast
Mizzrraim le contó a Silvana la historia de un "futbolista" que tuvo la vida de lujo, fama, mujeres y dinero que siempre soñó, sin jugar ni un solo minuto... este es un cuento del mayor estafador del futbol. Sigue a Mente Futbolera. IG: @mentefutbolera TW: @somoslamente INFO sacada de Mundo Deportivo, ESPN Deportes, ESPN Brasil, Globo Esporte, Palabras de futbol, Intelisport, el Documental The Greatest Footballer Never to Play Football y en Wikipedia
Na edição anterior do #HOJEPOD, você acompanhou o “Nos Armários dos Vestiários”, um podcast do Globo Esporte que dá cartão vermelho para a homofobia e o machismo no futebol. Outro podcast assinado por um grande grupo de comunicação e que busca um mundo em que toda pessoa tenha respeito e reconhecimento, acima de qualquer tipo de preconceito, é o Toda Gente. O conteúdo produzido pela equipe de jornalismo da TV Band e apresentado por Juliano Dip, tem a diversidade como tema. A estreia foi em 28 de junho, Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+, e contou com a participação do médico geriatra Milton Crenitte, autor da pesquisa sobre vulnerabilidade no atendimento à saúde dos LGBTs 50+, e Carolina Iara, mulher trans e covereadora de São Paulo. O “Toda Gente” não trata apenas de assuntos ligados à orientação sexual. Os episódios recebem entrevistados considerados fora do chamado padrão social, seja pela idade, peso, classe social, deficiência e outras questões que ainda geram preconceito e exclusão. No segundo episódio, Juliano Dip conversa com um casal gay e seus dois filhos adotivos. Já no terceiro, o jornalista recebe duas mulheres com mais de 80 anos que combatem o preconceito por idade. Elas são as Avós da Razão e têm um alcance imenso nas redes sociais. O Toda Gente está disponível toda terça-feira no YouTube Band Jornalismo, no site band.com.br e nos principais tocadores de podcast. --- Send in a voice message: https://anchor.fm/pecasraras/message
IVAN MORÉ é jornalista, apresentador e palestrante. Ele fez sua carreira apresentando o Globo Esporte com muito bom humor. Já o Vilela só fica de bom humor quando chega o delivery de lasanha de sushi com brigadeiro às 3 da manhã.
Eu estou gravando esta edição do #HOJEPOD na terça, 19 de julho, o Dia do Futebol. A data homenageia o Sport Clube Rio Grande, do Rio Grande do Sul, time que foi fundado em 19 de julho de 1900 e é o primeiro registrado como clube de futebol no Brasil. Mais de 100 anos depois ainda há barreiras que não foram vencidas neste campo. Uma delas é quando um jogador de futebol é hostilizado por sua opção sexual. Está mais do que na hora de virar esse jogo. E é aí que entra na área o primeiro podcast narrativo criado pelo Globo Esporte, o “Nos Armários dos Vestiários”. Em 10 episódios, o podcast é apresentado pela dupla de jornalistas Joanna de Assis e William de Lucca. A estreia aconteceu há um mês, em 24 de junho, e gerou muita repercussão em vários programas esportivos, inclusive de outras emissoras, por contar com entrevista exclusiva de Richarlyson. O ex-jogador conquistou campeonatos importantes, chegou à seleção brasileira e, apesar de ter sido craque de bola, ficou marcado como o futebolista que mais sofreu homofobia no futebol brasileiro. Nos outros episódios, Joanna e William trazem torcedores, juízes, jovens que passaram pelas bases de grandes clubes. Ao se dispor a ouvir essas histórias, o que se espera é que mesmo aqueles que ainda têm preconceito, consigam se colocar no lugar dessas pessoas. Quem sabe assim, finalmente, a gente consegue dar um cartão vermelho para a homofobia e o machismo no futebol, tornando essa paixão realmente nacional, ou seja, para todos e todas que queiram jogar ou torcer pelos seus times do coração. O “Nos armários dos vestiários” é um podcast GE, produzido pela Feel The Match, e está nas plataformas de streaming de áudio. Na produção, há uma dezena de profissionais. O tom jornalístico, mais focado em entrevistas do que em uma linguagem lúdica adotada por boa parte dos podcasts narrativos, ajuda a aproximar o conteúdo de um público mais amplo, que costuma acompanhar programas esportivos no rádio. --- Send in a voice message: https://anchor.fm/pecasraras/message
Saudações Alvinegras! Neste episódio os MENINOS DE FORA DA VILA comentam o artigo elaborado pelo jornalista Rodrigo Capelo do Globo Esporte sobre as finanças do Peixe em 2021. Confira os pontos positivos e negativos e o que esperar da grana do Santos para a continuidade da temporada. Link da matéria no GE: https://ge.globo.com/negocios-do-esporte/noticia/2022/07/08/as-financas-do-santos-em-2021-promissora-na-gestao-e-frustrada-em-campo-direcao-austera-de-rueda-e-colocada-a-prova.ghtml
O ex-jogador e comentarista Walter Casagrande Júnior (foto) encerrou nesta quarta-feira, 6, seu contrato com a Globo, depois de 24 anos na emissora. Segundo o site Globo Esporte, a saída se deu "em comum acordo" entre Casagrande e a rede de TV. O comentarista cobriu seis Copas pela Globo. "Estou saindo da TV Globo hoje. Não faço mais parte do grupo de esportes da TV e vou seguir minha estrada. Na realidade, acho que foi um alívio para os dois lados", escreveu Casagrande em suas redes sociais, sem detalhar os motivos do "alívio". Em nota, a Globo disse que o trabalho do ex-jogador foi marcado "pela autenticidade, uma de suas marcas registradas" e que suas análises "estarão para sempre marcadas no almanaque das transmissões de futebol" da TV brasileira. Cadastre-se para receber nossa newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista https://www.twitter.com/o_antagonista https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista
Minha convidada de hoje vem de uma infância muito simples. Criada pela mãe, desde sempre em sua vida ela teve referências femininas fortíssimas como sua avó e bisavó. Ainda muito jovem aprendeu que sua maior chance de crescer na vida seria através dos estudos. Por ímpeto ou necessidade ela foi se tornando uma mulher espelhada na força e determinação das suas referências. Com muito mérito estudou na USP e foi bolsista num estágio no Canadá. Sugou todo o conhecimento que podia e buscou todas as oportunidades que apareceram. Inovou ao mesmo tempo em que se manteve autêntica. Aos poucos, com muito trabalho e paciência, amando muito o que faz, foi galgando os degraus na sua carreira até chegar ao coração de um bairro de classe média alta na capital paulista, em sua própria clínica, como um dia havia sonhado. Hoje, ela é referência quando o assunto é a biomecânica descomplicada da corrida. Já teve uma coluna no Eu Atleta do Globo Esporte, é colaboradora do canal Corrida no Ar e até participou do desenvolvimento do tênis Corre 1, da Olympikus. Desde 2007 ela vem estudando os corredores e já atendeu a algo perto de 5 mil deles. De uma maneira muito inteligente, aproveitou a internet para expandir o seu negócio, já que o dia tem apenas 24 horas e ela não abre mão de cuidar dos seus dois filhos. Desta maneira, ela vem conseguindo maximizar o retorno de todo o investimento na sua carreira. Conosco aqui a batalhadora, subversiva, romântica, blogueira, corredora, vencedora da vida, mestre em biomecânica e fisioterapeuta sensação Raquel Ana Castanharo Julio. Inspire-se! SIGA e COMPARTILHE o Endörfina através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se. Você sabia que agora é possível doar os kms dos seus treinos e competições? Através do aplicativo do KM Solidário, você pode doar os KMs da sua corrida, caminhada, pedalada ou natação, ajudando a impactar e transformar a vida de milhares de pessoas. Baixe gratuitamente o aplicativo, realize a sua atividade física e escolha uma das 14 instituições para doar os seus KMs. Além de doar KMs, você também pode contribuir fazendo uma doação financeira através do site www.kmsolidario.com.br Siga @kmsolidarioapp. KM Solidário, uma forma inovadora de combater o sedentarismo e ajudar a quem mais precisa. Um oferecimento de @BOVEN_ENERGIA. Você conhece a Boven? Há mais de uma década, a Boven gerencia projetos e negocia a entrada de novos clientes no Mercado Livre de Energia. Com uma equipe experiente, a Boven se compromete com os bons resultados, atuando através de escritórios espalhados pelo Brasil. Descubra as vantagens de ser livre e saiba se sua empresa também pode ingressar nesse mercado. Seja livre, fale com a Boven. Boven, energia que inspira! Visite BOVEN.COM.BR e siga @BOVEN_ENERGIA.
CAHÊ MOTA CONTA OS BASTIDORES DA COBERTURA DE COPA DO MUNDO, FUTEBOL, MUNDIAL DE CLUBES E FLAMENGO.
O que te deixa de mau humor? Todo mundo tem aqueles dias em que a vibe está mais ou menos. Mas tem aquelas pessoas que vivem em um looping de mau humor, né?! Mas a questão é: Como lidar com essas pessoas sempre mal humoradas? Vem com as minas @soufernandacunha, @janamonego e @larissavguerra porque o fogo no parquinho “tá on” nesse episódio. Ah, e teve estreia nesse episódio do Programa das Minas! Toda quarta-feira a Duda Dalponte, apresentadora do Globo Esporte, trará os destaques e os resultados da rodada do Campeonato Catarinense. Futebol no Programa das Minas? Temos!
Falo sobre uma matéria recente do Globo Esporte tratando de denúncias de LGBT+fobia no Futebol Brasileiro (https://ge.globo.com/pe/futebol/noticia/corinthians-flu-inter-nautico-coletivo-lgbtq-aciona-oito-clubes-no-stjd-por-atos-de-homofobia-das-torcidas.ghtml). Menciono os instrumentos legais e a tentativa do STJD de acabar com esse tipo de prática nos estádios de futebol. Falo também de uma recente lei aprovada em Pernambuco que busca atuar contra práticas racistas, machistas e LGBT+fóbicas no futebol (https://g1.globo.com/pe/pernambuco/noticia/2021/12/10/nova-lei-estabelece-multa-de-ate-r-20-mil-para-quem-praticar-racismo-lgbtqi-fobia-ou-discriminar-mulheres-em-estadios-de-futebol.ghtml).
No episódio de hoje, descomplicamos a Fórmula 1. Nos últimos anos, a principal categoria do automobilismo mundial se transformou em palco de debates políticos e de defesa dos direitos humanos. Ao mesmo tempo, uma nova geração começa a se interessar pelo esporte. Quem acelera com a gente nesse episódio é o Rafael Lopes, do blog Voando Baixo no GloboEsporte.com e comentarista de automobilismo na Globo. Nas férias da Kelly, quem apresenta o podcast é a Marina Pagno.
BEM AMIGOS DO PETCAST! Nesse episódio os petianos Juliana, Felipe, Pedro e Gabriel, apaixonados por seus times, trazem para os ouvintes um bate papo divertido sobre a memória em torno da Copa Libertadores da América. Abordamos também as disputas políticas que cercam o campeonato, além da formação da memória histórica e social que o futebol brasileiro nos proporciona, com direito a relatos pessoais dos nossos torcedores. Entre análises e risadas, o episódio nos mostra como o futebol é um elemento importante na história do país. Pegue sua cerveja, vista a blusa do seu amado time e venha escutar o que a gente te conta sobre a Libertadores! E não esquece de comentar o que achou nas nossas redes! Roteiro e Apresentação: Pedro Reis, Juliana Veloso, Felipe Camargo e Gabriel Pequeno / Produção: Pedro Reis / Edição: Caio Manzoli / Revisão: Maria Luiza Coelho Música Tema: "Chove Chuva", de Jorge Ben Jor, remixada em lo-fi como "When It Rains" por Saib. Instagram: @pethistoriauff / Twitter: @pethistoria / Facebook: PET - História/UFF Niterói _____________ TRANSIÇÕES DE BLOCOS 1ª - Narração do primeiro gol de Vasco da Gama 2x0 Barcelona-EQU, primeiro jogo da final da Libertadores de 1998, por Galvão Bueno, TV Globo. 2ª - Narração do segundo gol de Flamengo 2x1 River Plate-ARG, final da Libertadores de 2019, por João Guilherme, Fox Sports. 3ª - Narração do segundo gol de Santos 2x1 Peñarol-URU, segundo jogo da final da Libertadores de 2011, por Cléber Machado, TV Globo. 4ª - Vinheta especial para a Libertadores do programa Globo Esporte no início da década de 2010, TV Globo. _____________
GLOBO ESPORTE DE HOJE! RENATO GAUCHO DEMITIDO! FLAMENGO 0 X 3 ATHLETICO PR GLOBO ESPORTE --- Support this podcast: https://anchor.fm/delson-costa/support
A 11 rodadas do fim da Série B do Brasileiro, o Vitória luta contra o rebaixamento. Com 26 pontos, o rubro-negro amarga o 18º lugar. E vai buscar a reabilitação no campeonato com as peças que tem atualmente na Toca do Leão. No dia 30 de setembro foram encerradas as inscrições de atletas na segunda divisão. No total, 21 jogadores foram contratados pelo clube. O baixo rendimento apresentado pelo time durante todo o torneio e a situação delicada na tabela de classificação levam a uma reflexão sobre as falhas da montagem do elenco desta temporada. Esse é o assunto analisado neste episódio, que traz como convidados o editor do Globo Esporte, Pedro Thomé, e o colunista do CORREIO, Gabriel Galo.
Paulo César Martim, conhecido como Paulão, é da velha guarda do jornalismo cultural esportivo. Já trabalhou no Bizz, Notícias Populares e Globo Esporte. Hoje, é podcaster no "Amigos & Barcinski & Forasta & Paulão", sobre música. Secos e Molhados é um podcast sobre Jornalismo apresentado por Caio Maia e Felipe Lobo, com produção de Thaís Chaves e edição de Leopoldo Cavalcante.
Nosso convidado de hoje é o repórter Marcelo Braga, @mabragatchelo- Jornalista do GloboEsporte.com ---------------------- Gostou? Ajude nosso podcast a crescer e apoie esse projeto: PIX/Chave aleatória: e8db24af-9cad-42bc-89ce-79c0b2bc618e Apoia-se: https://bit.ly/3yOdAwb ---------------------- Quer descontos na netshoes, pizzaria Dominos e Americanas? Seja um sócio-estagiário: https://bit.ly/3fAprGh ---------------------- HOST'S: Vallejo: @leovallejo Adão: @instadao_ ---------------------- PATROCINADORES: @Stillos_eventos PRODUÇÃO: @crewprod CONTATO: osestagiarios.juan@gmail.com --- Support this podcast: https://anchor.fm/osestagiarios/support
Neste episódio de número 100, jornalistas do Globo Esporte no CE comentam sobre toda a expectativa para Ceará x Fortaleza pela Série A do Brasileiro, com os dois clubes em grande fase. Também falam sobre cearenses nas Olimpíadas, os resultados e as emoções. Dá o play!
Qual esporte você gosta de acompanhar nas Olimpíadas? Você fica de olho nos quadros de medalhas? Está na expectativa para acompanhar os novos esportes, como surfe e skate? Nesse episódio, as minas da Atlântida @soufernandacunha, @janamonego e @larissavguerra bateram um papo sobre as Olimpíadas com o apresentador do Globo Esporte, Alisson Francisco.
O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Rogério Caboclo, foi afastado do cargo por 30 dias no domingo (6) após denúncia de assédio sexual e moral por uma funcionária da entidade. O dirigente nega as acusações e a CBF foi notificada da decisão da Comissão de Ética do Futebol Brasileiro, informou o GloboEsporte (https://glo.bo/3gfXToS). O prazo de afastamento pode ser prorrogado, ressalta o Uol (https://bit.ly/3g2bCkx). Coronel Nunes, vice-presidente mais velho, assume a chefia da CBF enquanto Caboclo continuar afastado. Nunes recebia uma indenização de quase R$15 mil do governo federal como anistiado político da ditadura militar, cita O Globo (https://glo.bo/3uSbxnD).
En la semana del sorteo de las copas, analizamos los mejores cruces sudamericanos. Pero no lo hacemos solos, nos ayudan Leo Lepri y Cauê Días, periodistas de Globo Esporte.
No episódio #11 do podcast sobre futebol e cultura sul-americana do GloboEsporte.com, Leo Lepri e Cauê Dias, de volta de sua excursão na Bolívia, fazem um análise geral dos oito grupos da Copa Libertadores da América. Quem são os adversários dos brasileiros? Quais equipes podem surpreender? Além disso, as canções que embalaram os últimos títulos continentais e o retorno de Maradona à Bombonera em rodada decisiva do campeonato argentino.
No segundo episódio do podcast de futebol sul-americano do GloboEsporte.com, conheça o curioso caso do mês em que o Alianza Lima muda as cores de seu uniforme. Também mergulhe em uma viagem pelas "carinhosas" músicas que soam nos tablones da Argentina e o maior artilheiro da história do futebol chileno.
No primeiro episódio do podcast sobre futebol sul-americano do GloboEsporte.com, Leo Lepri e Cauê Dias falam sobre o momento de Boca e River para a semifinal da Libertadores, relembram historias (e narrações) do clássico e trazem depoimentos de jornalistas argentinos.
El reconocido medio brasileño Globo Esporte publicó en sitio web el 'Mejor Equipo' y el 'Peor Equipo' en Copa América Brasil 2019, llamó la atención que en la lista negativa aparece un colombiano. Carlos Antonio Vélez analizó esta publicación y dio su opinión sobre las dos listas que eligió el medio brasileño. Además, opinó sobre lo que debería hacer la Confederación Sudamericana de Fútbol (Conmebol) por las declaraciones de Lionel Messi tras el duelo por el tercer puesto, donde habló de "Corrupción" en el ente recto del fútbol sudamericano. Este audio es de la sección Palabras Mayores del programa Planeta Fútbol que se emite de lunes a viernes de 6 a 9 a.m., a través de Antena 2 - RCN Radio.
Podcast del Real Madrid en el cual llega el gran derbi de la capital. Después del parón por las selecciones, compromiso que algunos como Modric, Ramos, Marcelo o Kroos, entre otros, sudaron con sus países y que otros como Cristiano Ronaldo o Benzema aprovecharon para tener un par de semanas para ponerse a tope, llega lo gordo. Analizamos como el Real Madrid tiene la obligación de ganar en su primera visita en la historia al nuevo campo del Atlético, el Wanda Metropolitano. No porque en caso de perder el derbi la distancia crezca peligrosamente con el Atlético (actualmente ambos están empatados a 23 puntos) sino porque los excesivos errores cometidos en la Liga ya le han penalizado a un preocupante -8 en relación con el Barcelona. Comentamos como en unas semanas en las que se ha hablado mucho de Neymar, las buenas noticias para el Madrid llegan desde la que ha sido su peor pesadilla, la enfermería, que se va vaciando poco a poco. No hay mejor fichaje posible a estas alturas de temporada que ver a jugadores como Carvajal o Kovacic entrenando de nuevo con el grupo. Su oxigeno le vendrá bien al equipo en una recta final de año que se presenta tan apasionante como complicada. Desgranamos lo que tiene que ver con la clasificación, un derbi de este tipo siempre es algo más que un partido. Supone una semana de simpáticos piques familiares antes y después del encuentro, amigos divirtiéndose y ‘peleando' dialécticamente por su equipo hasta llegar en ocasiones al enfado. Hay mucho más de lo cuantificable con una tabla de clasificación. Las dos finales de Champions que el Madrid le ganó al Atlético en Lisboa y Milán no se olvidan, ni por una parte ni por la otra. Eso siempre tiene su ‘chicha' en las horas previas. Lo que no le puede faltar al Real Madrid en esta ocasión es ganas e ilusión. El espíritu de Girona o Londres debe quedar atrás. La Liga no se puede tirar tan pronto. Es evidente que la marcha de Pepe del Real Madrid no fue la mejor. El desencuentro entre ambas partes ha sido evidente y quedó demostrado durante la pasada temporada, ya que no hubo acuerdo para la continuidad del defensa en la casa blanca. Eso sí, parece que Pepe y su familia salieron tan disgustados del club que le dio fama, dinero y títulos durante tantos años que cada vez que tienen ocasión le dedican palabras cargadas de rencor al club blanco. El último ejemplo ha sido el padre del futbolista, Anael Ferreira, quien ha asegurado en Globoesporte que el Madrid le sacó “hasta la última gota” a Pepe y que después de eso “no le trataron como es debido”. Informamos sobre como Zinedine Zidane ha contestado a todo antes de medirse al Atlético de Madrid. Ha confirmado que tanto Modric como Carvajal están listos para jugar. Sobre la supuesta mala relación entre Ramos y Cristiano por el cruce de declaraciones, Zidane ha zanjado la polémica, no hay ningún problema entre ellos y son dos auténticas leyendas del club. Y por ultimo desgranamos toda la información del Castilla de la mano de Dani Benavides experto en La Fabrica. Todo esto y muchas más en un solo click con estos Cracks: @DbenavidesMReal @RodoDoce @alpr97 *Meritocracia Blanca no se hace responsable de la opinión de sus colaboradores. Nos podéis seguir en: www.meritocraciablanca.com Twitter & Facebook: @MeritoRMCF Grupazo en Telegram: Meritocracia Blanca Instagram: @Meritocracia Suscríbete GRATIS en nuestro canal de Ivoox: Meritocracia Blanca.