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Ele é o novo orgulho brasileiro no esporte. Dessa vez, na neve. Mas sua fama não tem fronteiras. A RFI encontrou fãs de Lucas Pinheiro Braathen até na Eslováquia. Maria Paula Carvalho, da RFI em Paris Nascido em Oslo, de pai norueguês e mãe brasileira, o atleta de 25 anos é a esperança do Brasil para alcançar uma medalha olímpica inédita no esqui alpino, modalidade em que é o número dois do ranking mundial. “Esse é o maior sonho da minha vida. Eu sou muito grato por todo mundo torcendo por mim, torcendo pelo Brasil, nos acompanhando nessa jornada, e eu vou fazer tudo para trazer essa medalha para a nossa casa,” diz. O gosto pelo esporte, segundo o jovem, criado na Escandinávia, ele diz ter descoberto nas quadras de futebol do Brasil, onde costumava passar férias na infância. Torcedor do São Paulo, ele cresceu em um ambiente cercado de referências brasileiras. “O Brasil é um país que é uma mistura de várias culturas. Então, eu acho que, quando o Brasil entra no estádio, mesmo que você não seja brasileiro, você está torcendo um pouquinho pela gente,” acrescenta. Amante de música e de moda, Lucas Braathen foge dos padrões tradicionais do esqui alpino, fazendo questão de mostrar sua personalidade. Em 2023, ele surpreendeu a todos ao anunciar sua aposentadoria precoce, após entrar em desacordo com a Federação Norueguesa de Esqui sobre questões ligadas à sua imagem e liberdade de expressão. Depois disso, decidiu representar o Brasil. “Eu acho que a beleza desse momento dos Jogos Olímpicos é que é um palco universal, é um palco que todo mundo assiste. Então, para mim, é a maior plataforma que eu tenho para me expressar e trazer uma mensagem que é algo mais do que esporte. Eu só quero que as pessoas em casa, assistindo os Jogos de Inverno com as nossas cores, entendam que tudo é possível,” afirma o atleta. Lucas, que competia pela Noruega antes de defender as cores verde e amarelo, costuma comemorar suas vitórias com samba. Ele dançou e vibrou como porta-bandeira do Brasil na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Milão-Cortina 2026. Sua imagem cativante, somada ao desempenho, atrai fãs e admiradores do mundo inteiro. Fã-Clube internacional O perfil fã-clube Lucas Brazil, no Instagram, reúne 6.500 admiradores de diversos países, de todas as idades e origens, com diferentes motivos para apoiá-lo — como explicou à RFI a eslovaca Darka Sefcik, criadora do grupo. “Ele é um esquiador brilhante, sempre foi. Mas essa história de como ele decidiu mudar e os valores que ele traz para o esporte e para a sociedade... Isso é simplesmente incrível,” disse em entrevista por telefone. “Há brasileiros em toda parte, mesmo na Europa. E toda hora chegava mais uma pessoa querendo torcer com a gente como loucos. Ou eles entram em contato pedindo informações, mesmo que entendam nada de esqui, mas se sentem, de alguma maneira, conectados. Nas competições, os brasileiros fazem perguntas sobre o esqui, é divertido. E há similaridades entre fãs eslovacos e brasileiros no esporte: uma mesma paixão”, completa. Na Eslováquia, eles chamam essa febre em torno do esquiador de “Efeito Pinheiro”. “Tem um monte de garotas que acham ele muito atraente. Ele é muito gentil, mesmo que não tenha câmeras filmando, ele é sempre amável com as pessoas. A família dele também é brilhante. Eu já os encontrei, e são pessoas muito legais,” observa. “Os fãs adoram a relação dele com a moda e a música. Para os europeus, isso é muito exótico. É uma nova era brasileira: estamos aprendendo sobre o Brasil; é algo novo, diferente, é legal”, acrescenta a torcedora. Para a juventude europeia, Lucas Braathen é fonte de inspiração. “Eu trabalho com educação, e desde a Covid temos tido momentos difíceis, com a guerra na Ucrânia, e a Europa vem passando por dificuldades, o que deixa muitos adolescentes desmotivados e sem direcionamento. E precisamos de modelos para essas crianças", aponta Darka Sefcik. "E o Lucas faz isso muito bem. Ele tem uma história fascinante, tem um propósito, ele inspira as pessoas a serem o que elas quiserem, a seguirem seus sonhos — não só jovens, mas adultos e mesmo idosos. Ver esse jovem falando sobre tolerância, inclusão, é muito importante hoje em dia”, afirma. Para Lucas, a conexão com o Brasil se reflete não apenas no patriotismo esportivo, mas na responsabilidade que ele assume de ser uma referência para novos amantes dos esportes de inverno no mundo inteiro. “Honestamente, a pressão é enorme. Represento mais de 200 milhões de brasileiros”, diz. “Para mim, esporte é uma forma de arte. É uma arte de performance. E, se você pergunta a qualquer artista qual é a coisa mais importante, é ser autêntico, ser quem eles são. Se você não é autêntico, não dá para as pessoas confiarem na sua mensagem. Então, para mim, para trazer uma mensagem e expressar o meu propósito verdadeiro, eu precisava dessa liberdade,” conclui. Lucas Pinheiro Braathen começa sua participação em Milão-Cortina na prova do slalom gigante do esqui alpino, no sábado, 14 de fevereiro. Torcida é o que não vai faltar. Leia tambémPromessa brasileira nos Jogos Olímpicos de Inverno, Lucas Pinheiro Braathen vê pressão como privilégio
Duas histórias diferentes, 2 destinos improváveis, mas a mesma vontade de ir mais longe. Alice Vilaça à conversa com a Mariana Franco na Eslovénia e Marisa de Sousa, em Espanha, mas que passou 13 anos no Qatar.
Duas histórias diferentes, 2 destinos improváveis, mas a mesma vontade de ir mais longe. Alice Vilaça à conversa com a Mariana Franco na Eslovénia e Marisa de Sousa, em Espanha, mas que passou 13 anos no Qatar.
Lançada há 25 anos como um inovador projeto de enciclopédia colaborativa e acessível a todos, a Wikipédia hoje é uma consolidada fonte de informação e conhecimento. Mas, assim como grande parte da internet que conhecemos, a enciclopédia se vê diante dos problemas e das soluções introduzidas pela mais disruptiva novidade dos últimos anos: a presença massiva e permanente da inteligência artificial. Edison Veiga, correspondente da RFI em Bled, Eslovênia A versão em português da Wikipédia, chamada pelos wikipedistas de Wikipédia Lusófona, é um gigantesco manancial de conhecimento. Ela foi inaugurada em maio de 2001, cinco meses depois da fundação do projeto global, em inglês, e tem hoje quase 1,2 milhão de verbetes. O administrador e editor da Wikipédia Lusófona, Rodrigo Padula, é um dos mais experientes membros atuantes do projeto. Formado em Ciências da Computação, com mestrado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, ele analisa os gargalos do atual cenário e fala com a autoridade de quem está no projeto há 20 anos. “Chega aos 25 anos com um sucesso colaborativo que nenhum projeto similar alcançou. É um dos maiores projetos colaborativos já criados pela humanidade”, avalia em entrevista à RFI. IA afeta uso da Wikipédia A inteligência artificial, cada vez mais presente nos ecossistemas digitais, também está afetando diretamente a maneira como a Wikipédia vem sendo utilizada. Para os wikipedistas, é um momento de encruzilhada histórica. E muita reflexão para que o modelo colaborativo não só resista, como saia ainda mais fortalecido. Padula acredita que a Wikipédia enfrenta um momento “turbulento” e de “grandes desafios”: “O maior desafio hoje é essa transição do modelo de busca de conteúdo na internet para um modelo de respostas mais sintéticas com o surgimento desses vários mecanismos de busca usando inteligência artificial”, explica. O usuário comum de internet já notou. Cada vez mais, o resultado de uma busca é resolvido com as informações resumidas trazidas pelo próprio motor de busca, fazendo com que não seja mais necessário clicar nos links para obter a informação desejada. Se, por um lado, isso parece facilitar a vida do internauta, por outro, tem minado o acesso a sites tanto de jornalismo quanto de informação de referência, como no caso da Wikipédia. Por conta do volume de informações e da credibilidade construída ao longo dos últimos 25 anos, a Wikipédia se tornou uma das principais fontes de conteúdo que alimenta as plataformas de inteligência artificial. Os textos acumulados em mais de 61 milhões de artigos disponíveis em 321 idiomas servem não só para munir as gigantescas bases de inteligência artificial com informações e dados, como também para sedimentar a linguagem desses sistemas, que cada vez mais se assemelham a uma comunicação humana natural. “Esse problema do extrativismo de dados a gente vem enfrentando e vamos enfrentar, mas a gente não pode ser a fonte de conteúdo para alimentar esses algoritmos hoje, tornando-os úteis e funcionais, e isso matar o projeto a médio e longo prazo”, argumenta Padula. Voluntários Outro problema trazido por Padula é a carência de voluntários. A Wikipédia Lusófona conta hoje com quase 5 mil editores wikipedistas ativos. Há cinco anos, eram mais de 10 mil. Conforme explica o administrador Padula, são considerados ativos todos os voluntários que trabalharam em pelo menos cinco artigos nos últimos 30 dias. “Estamos entre o prestígio da credibilidade construída e a fragilidade de nossa comunidade que não vem se renovando muito ao longo dos últimos anos”, diz o administrador. “A gente tem um volume muito pequeno de colaboradores para um volume crescente de conteúdo que foi criado, precisa ser mantido e atualizado.” No meio de tantas transformações, não faltam perguntas sobre o futuro da Wikipédia. Mas as respostas para que a plataforma continue se renovando, se atualizando e permanecendo relevante para uma sociedade que, cada vez mais, precisa de conteúdos informativos isentos, responsáveis e comprometidos com a verdade parecem apontar para um elemento essencial: a humanidade por trás da tecnologia. A Wikipédia, afinal, nasceu das contribuições de pessoas. E, a julgar pelo que conta o administrador brasileiro Padula, pretende continuar assim. “Mesmo com todas as transformações de inteligência artificial, a base humana da Wikipédia continua sendo relevante. “E temos de trabalhar cada vez mais fortes e focados para que a Wikipédia continue sendo relevante”, diz Padula.
Lançada há 25 anos como um inovador projeto de enciclopédia colaborativa e acessível a todos, a Wikipédia hoje é uma consolidada fonte de informação e conhecimento. Mas, assim como grande parte da internet que conhecemos, a enciclopédia se vê diante dos problemas e das soluções introduzidas pela mais disruptiva novidade dos últimos anos: a presença massiva e permanente da inteligência artificial. Edison Veiga, correspondente da RFI em Bled, Eslovênia A versão em português da Wikipédia, chamada pelos wikipedistas de Wikipédia Lusófona, é um gigantesco manancial de conhecimento. Ela foi inaugurada em maio de 2001, cinco meses depois da fundação do projeto global, em inglês, e tem hoje quase 1,2 milhão de verbetes. O administrador e editor da Wikipédia Lusófona, Rodrigo Padula, é um dos mais experientes membros atuantes do projeto. Formado em Ciências da Computação, com mestrado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, ele analisa os gargalos do atual cenário e fala com a autoridade de quem está no projeto há 20 anos. “Chega aos 25 anos com um sucesso colaborativo que nenhum projeto similar alcançou. É um dos maiores projetos colaborativos já criados pela humanidade”, avalia em entrevista à RFI. IA afeta uso da Wikipédia A inteligência artificial, cada vez mais presente nos ecossistemas digitais, também está afetando diretamente a maneira como a Wikipédia vem sendo utilizada. Para os wikipedistas, é um momento de encruzilhada histórica. E muita reflexão para que o modelo colaborativo não só resista, como saia ainda mais fortalecido. Padula acredita que a Wikipédia enfrenta um momento “turbulento” e de “grandes desafios”: “O maior desafio hoje é essa transição do modelo de busca de conteúdo na internet para um modelo de respostas mais sintéticas com o surgimento desses vários mecanismos de busca usando inteligência artificial”, explica. O usuário comum de internet já notou. Cada vez mais, o resultado de uma busca é resolvido com as informações resumidas trazidas pelo próprio motor de busca, fazendo com que não seja mais necessário clicar nos links para obter a informação desejada. Se, por um lado, isso parece facilitar a vida do internauta, por outro, tem minado o acesso a sites tanto de jornalismo quanto de informação de referência, como no caso da Wikipédia. Por conta do volume de informações e da credibilidade construída ao longo dos últimos 25 anos, a Wikipédia se tornou uma das principais fontes de conteúdo que alimenta as plataformas de inteligência artificial. Os textos acumulados em mais de 61 milhões de artigos disponíveis em 321 idiomas servem não só para munir as gigantescas bases de inteligência artificial com informações e dados, como também para sedimentar a linguagem desses sistemas, que cada vez mais se assemelham a uma comunicação humana natural. “Esse problema do extrativismo de dados a gente vem enfrentando e vamos enfrentar, mas a gente não pode ser a fonte de conteúdo para alimentar esses algoritmos hoje, tornando-os úteis e funcionais, e isso matar o projeto a médio e longo prazo”, argumenta Padula. Voluntários Outro problema trazido por Padula é a carência de voluntários. A Wikipédia Lusófona conta hoje com quase 5 mil editores wikipedistas ativos. Há cinco anos, eram mais de 10 mil. Conforme explica o administrador Padula, são considerados ativos todos os voluntários que trabalharam em pelo menos cinco artigos nos últimos 30 dias. “Estamos entre o prestígio da credibilidade construída e a fragilidade de nossa comunidade que não vem se renovando muito ao longo dos últimos anos”, diz o administrador. “A gente tem um volume muito pequeno de colaboradores para um volume crescente de conteúdo que foi criado, precisa ser mantido e atualizado.” No meio de tantas transformações, não faltam perguntas sobre o futuro da Wikipédia. Mas as respostas para que a plataforma continue se renovando, se atualizando e permanecendo relevante para uma sociedade que, cada vez mais, precisa de conteúdos informativos isentos, responsáveis e comprometidos com a verdade parecem apontar para um elemento essencial: a humanidade por trás da tecnologia. A Wikipédia, afinal, nasceu das contribuições de pessoas. E, a julgar pelo que conta o administrador brasileiro Padula, pretende continuar assim. “Mesmo com todas as transformações de inteligência artificial, a base humana da Wikipédia continua sendo relevante. “E temos de trabalhar cada vez mais fortes e focados para que a Wikipédia continue sendo relevante”, diz Padula.
A Eslováquia e a Chéquia, antiga Checoslováquia, são importantes para perceber a história atual? Bruno Cardoso Reis analisa ainda as reuniões de paz nos Emirados e no Omã e o fim do tratado New Start.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Emigração para o Principado está em mínimos. Muitos portugueses vêm-se embora, por causa do custo de vida. Lusodescendentes só podem ter uma nacionalidade. Conhecemos um jogador de futebol português na Eslovénia.
Hoje ouvimos três portugueses que escolheram novos horizontes: da Finlândia à Eslovénia, passando pela Alemanha. O Bruno, a Daniela e a Joana contam-nos histórias de coragem, de desafios e, sobretudo, de descoberta.
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A brasileira Bruna Moura está oficialmente classificada para os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 na categoria esqui cross-country, uma conquista que vai muito além do resultado esportivo. Quatro anos depois de sofrer um grave acidente na Itália, às vésperas da Olimpíada de Pequim 2022, a atleta retorna ao mesmo cenário olímpico como símbolo de superação física, psicológica e emocional, representando o Brasil em uma das modalidades mais exigentes do esporte mundial. Luciana Quaresma, de Milão para a RFI “Eu não sei se sou capaz de descrever como eu vivo esse momento. Para mim, é algo surreal. Estou vivendo novamente o sonho de ouvir meu nome ser anunciado para a equipe olímpica”, afirma Bruna, ainda cautelosa com a comemoração. “Eu quero comemorar de verdade quando cruzar a linha de chegada nos Jogos”, afirma. Em janeiro de 2022, durante um período de treinos na Itália, Bruna sofreu um acidente de carro grave, poucos dias após sair da quarentena por Covid-19. O impacto foi profundo. As lembranças do episódio são fragmentadas. “Tenho no máximo 30 minutos de memória de todo o processo”, revela, mas as consequências permanecem. “O acidente faz parte da minha vida. Eu penso nele todos os dias. A dor no pé é diária, não tem como esquecer”, relata. “Eu precisei aprender a viver com isso, integrar essa dor à minha rotina e seguir em frente”, conta Bruna Moura. A recuperação física permitiu o retorno às competições pouco mais de um ano depois, no Mundial da Eslovênia, mas a reabilitação psicológica exigiu um trabalho ainda mais delicado. Bruna enfrentou sintomas de estresse pós-traumático e passou por sessões intensivas de terapia, incluindo EMDR (tipo de terapia para processar traumas), para lidar com memórias auditivas recorrentes das sirenes da ambulância e da polícia. “A terapia funcionou. Hoje eu lido muito melhor com isso, mas o trauma ainda vem comigo. Tudo o que faço tem um pedaço dessa experiência.” Adaptação como chave para a classificação Se o acidente impôs limites, também exigiu reinvenção. Com restrições no pé, Bruna precisou adaptar radicalmente sua preparação física, apostando no double pole, técnica que privilegia a força da parte superior do corpo. “O motivo não foi positivo, mas o resultado foi. Esse ganho de potência foi decisivo para os pontos que conquistei no ranking e para a classificação olímpica”, explica. A vaga para Milano-Cortina veio justamente pelo ranking internacional, em uma disputa direta e emocionalmente complexa com Jaqueline Mourão, a atleta mais experiente e respeitada do esqui cross-country brasileiro — e uma figura central na própria trajetória de Bruna. “Foi estranho e difícil. Ela é minha amiga, minha referência, a maior atleta da história do esporte no Brasil. Eu queria muito que ela estivesse nesses Jogos também”. Da mountain bike ao esqui A relação de Bruna com o esqui cross-country começou graças à própria Jaqueline Mourão, ainda em 2010, quando Bruna era atleta de mountain bike. Selecionada para um projeto de desenvolvimento em Minas Gerais, ela se destacou nacionalmente, mas viu sua carreira interrompida por um problema cardíaco congênito, que exigia uma cirurgia complexa. Sem recursos financeiros, foi novamente Jaqueline quem viabilizou o acesso ao tratamento, por meio de instituições médicas em São Paulo. Durante esse período de afastamento das competições, Bruna teve o primeiro contato com o roller ski, em atividades promovidas pela Confederação Brasileira de Desportos na Neve (CBDN). “Mesmo quando eu não podia competir, eles me incluíram. Aquilo me ajudou muito num momento de depressão”, lembra. Em 2014, Bruna passou a integrar oficialmente a equipe brasileira de esqui cross-country e biatlo — um caminho longo, construído com paciência, resiliência e adaptação. O sonho olímpico como missão pessoal Para Bruna Moura, estar nos Jogos de Milano-Cortina tem um significado especial, construído ao longo de anos de luta e resiliência. “Eu sei que será difícil conquistar um resultado expressivo, porque estarei competindo contra as melhores atletas do mundo. O meu objetivo sempre foi alcançar o sonho de me tornar uma atleta olímpica e competir no meu melhor nível, porque isso vai muito além do resultado final”, diz Bruna Moura. A promessa feita a si mesma ainda no hospital, após o acidente, agora está prestes a se cumprir. “Desde que recuperei a consciência, eu dizia: eu vou para os Jogos de 2026. E trabalhei em tudo — treino, nutrição, descanso, hidratação — para chegar aqui.” Milão-Cortina 2026: redenção e liberdade Ao imaginar o momento da estreia olímpica, Bruna fala em redenção. “Quando eu cruzar a linha de chegada, ver meu nome na tela, a bandeira do Brasil ao lado… eu não sei como meu coração vai reagir. Vai ser liberdade. Liberdade de viver algo que por tantos anos foi só um sonho.” Em um esporte dominado por países tradicionais e com pouca estrutura no Brasil, a presença de Bruna Moura em Milão-Cortina 2026 carrega um simbolismo poderoso: o de que persistência, adaptação e coragem podem transformar até os caminhos mais improváveis em realidade olímpica. *Errata: o acidente de Bruna Moura foi em janeiro de 2022, e não em setembro de 2021 como escrito anteriormente.
No 3 em 1 desta sexta-feira (23), o destaque foi a avaliação do primeiro ano do novo governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apresentada pela porta-voz do Departamento de Estado, Amanda Roberson. Segundo ela, a prioridade da atual administração é colocar os EUA em primeiro lugar, com foco na segurança nacional e no fortalecimento da atuação diplomática. Roberson afirmou ainda que Trump teve papel relevante na resolução de conflitos internacionais, sendo reconhecido como um ‘presidente da paz', além de destacar a continuidade das relações bilaterais com o Brasil e o avanço das parcerias com países europeus. Ainda no cenário internacional, Espanha e Alemanha recusaram oficialmente o convite para integrar o chamado Conselho da Paz, criado pelo governo Trump para monitorar a situação na Faixa de Gaza e atuar em outras regiões de conflito. França, Noruega, Eslovênia, Suécia, Itália, Reino Unido e Irlanda também rejeitaram a iniciativa, evidenciando a resistência europeia ao órgão liderado por Washington. Estados Unidos, Ucrânia e Rússia iniciam nesta sexta-feira (23), em Abu Dhabi, a primeira reunião trilateral desde o início da guerra para discutir um possível acordo de paz no conflito ucraniano, que se aproxima de quatro anos. O encontro ocorre sob protagonismo dos EUA no governo Trump. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que as negociações tratarão do controle territorial da região de Donbass, enquanto o Kremlin endureceu o discurso, condicionando o fim da guerra à retirada das tropas ucranianas e à anexação integral do território. No Brasil, o Rioprevidência afirmou que todos os seus investimentos seguiram rigorosamente a legislação e as normas dos órgãos de controle. A manifestação ocorre após a deflagração da Operação Barco de Papel, da Polícia Federal, que apura suspeitas de aplicações financeiras irregulares. Em nota, o órgão informou que deverá receber de volta, nos próximos dois anos, os R$ 970 milhões investidos em letras financeiras do Banco Master. Também nesta sexta-feira, a oposição ao governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), protocolou dois pedidos de impeachment por supostos crimes de responsabilidade relacionados às negociações entre o BRB e o Banco Master. As solicitações foram encaminhadas à Câmara Legislativa do DF e agora dependem de autorização do presidente da Casa, Wellington Luiz (MDB-DF), aliado do governador. O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, defendeu a atuação da Corte e do ministro Dias Toffoli na supervisão do inquérito que investiga suspeitas de fraudes envolvendo o Banco Master. Em nota, Fachin afirmou que o STF atua dentro de suas atribuições constitucionais, com respeito ao devido processo legal e em cooperação com a Polícia Federal e o Ministério Público Federal. Sem citar diretamente o empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, durante evento em Maceió, que o ‘cidadão do Banco Master' teria aplicado um golpe de R$ 40 bilhões. Segundo Lula, o prejuízo não ficará restrito à instituição e deverá ser absorvido pelo sistema financeiro. O diretor de Fiscalização do Banco Central, Ailton de Aquino Santos, negou ter recomendado ao BRB a compra de carteiras supostamente fraudadas do Banco Master. Ele afirmou que colocou à disposição das autoridades todas as informações bancárias, fiscais e registros de conversas com o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, reforçando que sua atuação seguiu critérios técnicos e legais. Nos Estados Unidos, manifestantes protestaram em Minneapolis após a prisão de uma criança de cinco anos, episódio que gerou indignação e reacendeu o debate sobre a política anti-imigração no país. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Dar Voz a esQrever: Pluralidade, Diversidade e Inclusão LGBTI
O DUCENTÉSIMO QUINQUAGÉSIMO PRIMEIRO EPISÓDIO do Podcast Dar Voz A esQrever
Dar Voz a esQrever: Pluralidade, Diversidade e Inclusão LGBTI
O DUCENTÉSIMO QUINQUAGÉSIMO EPISÓDIO do Podcast Dar Voz A esQrever
Espanha, Holanda, Eslovênia e Irlanda anunciaram boicote ao concurso musical pela não expulsão de Israel por conta da guerra em Gaza; Recentemente, Rússia e Bielorrússia já foram banidos da competição graças ao conflito na Ucrânia. Portugal e Austrália vão participar e transmitir o evento.
O caminho do Brasil na fase de grupos da Copa de 2026 já está traçado. O sorteio realizado pela Fifa em Washington, nos Estados Unidos, colocou a seleção brasileira no grupo C para enfrentar Marrocos, Escócia e Haiti. Marcio Arruda, da RFI em Paris A federação internacional de futebol também definiu que o Brasil vai estrear na Copa do ano que vem contra o Marrocos no dia 13 de junho, às 19h (horário de Brasília), em Nova York. No dia 19, a seleção encara o Haiti, às 22h, na Filadélfia. O último duelo da fase de grupos será diante da Escócia, em Miami, às 19h do dia 24 de junho. Na última sexta-feira (5), a Fifa realizou o sorteio que definiu os 12 grupos da próxima Copa do Mundo. Após esta definição, o técnico da seleção, Carlo Ancelotti, falou sobre os adversários que o Brasil vai enfrentar na Copa. O treinador destacou a boa fase do Marrocos. “É um grupo muito difícil porque o Marrocos tem jogado muito bem. No mundial, a seleção marroquina melhorou e tem mais conhecimento e experiência do torneio. No futebol, tem obtido ótimos resultados. É uma equipe muito sólida, com diferentes características. O Marrocos tem uma organização defensiva muito boa”, alertou Ancelotti. Brasil e Marrocos já se enfrentaram em Copas do Mundo. Na única vez, em 1998, o Brasil venceu por três a zero, no jogo que Ronaldo Nazário marcou o primeiro de seus 14 gols em mundiais. Mas aquela seleção de Marrocos era bem diferente da atual equipe africana, que foi semifinalista na Copa de 2022, tendo conquistado o melhor resultado de uma seleção africana na história do torneio. O jornalista do Grupo Globo e apresentador do programa Seleção SporTV, André Rizek, também elogiou a seleção africana. Respeitando, mas sem medo “Inegavelmente, o Marrocos é a seleção que desperta um cuidado maior para o Brasil no grupo C. É semifinalista de Copa do Mundo; foi a primeira vez que uma seleção africana chegou a uma semifinal de Copa. E eles mantiveram o bom momento depois do mundial. O Marrocos enfrentou o Brasil num amistoso, que foi o primeiro jogo das duas seleções depois da Copa de 2022, e venceu por dois a um. Na última Copa, o país tinha 23 dos 26 jogadores atuando na Europa. E a base foi mantida. O Marrocos tem laterais melhores do que o Brasil, tem um baita goleiro, que é o Yassine Bounou, e trouxe o Brahim Díaz, que faltava para o ataque daquele time. É, sem dúvida, o grande desafiante do Brasil. Eu não digo que é para o Brasil ter medo, mas, com certeza, é para entrar em campo com respeito para enfrentar a seleção marroquina”, afirmou Rizek. Depois da partida contra os marroquinos, o Brasil volta a campo para o jogo diante do Haiti. Será a primeira vez que os dois países vão se enfrentar em uma Copa. “Honestamente, eu não conheço muito o Haiti. Sei que é a segunda vez que joga uma Copa do Mundo, depois de 1974, quando jogou contra a Itália e perdeu de três a um. Teremos tempo para estudarmos e nos prepararmos para essa partida”, disse o treinador italiano da seleção brasileira. O jornalista André Rizek, que tem grande experiência na cobertura de Copas do Mundo desde 1998, foi além. Saco de pancadas “Seleções como Haiti, Cabo Verde, Curaçao e Uzbequistão vão disputar a Copa do Mundo para ganhar experiência. Talvez até sofram grandes goleadas e vão comemorar demais se conseguirem fazer um gol. Então, o Haiti vai ser o saco de pancadas do grupo, sem dúvida alguma. Esse jogo não é para o Brasil se preocupar esportivamente porque todo mundo no grupo vai somar três pontos”, disse o jornalista do grupo Globo. Ancelotti afirmou que está “contente de jogar contra o Haiti porque o Brasil fez o Jogo da Paz, em 2004, que foi organizado pela ONU. Então, estamos contentes de enfrentar o Haiti”. Cenário diferente, mas nada assustador em relação ao adversário europeu. Essa é a opinião de Rizek. Invicto contra escoceses “A Escócia é uma velha conhecida do Brasil em Copas do Mundo. O Brasil encarou os escoceses na fase de grupos em 1974 e foi zero a zero. Em 1982, foi quatro a um de virada. Aí voltamos a nos enfrentar em 1990 com aquela vitória por um a zero com gol do Muller. E, em 1998, na estreia da Copa da França, deu Brasil com placar de dois a um. Eu cito o histórico porque é o que deve acontecer nesse mundial de 2026. Não vejo como a Escócia possa complicar muito a seleção brasileira. A gente, aqui no Brasil, adora a torcida escocesa, que é animada e admira o futebol brasileiro. Mas é muito difícil imaginar qualquer desfecho que não seja uma boa vitória do Brasil contra os escoceses”, concluiu o jornalista. Já o técnico Ancelotti prega cautela em relação à seleção escocesa. “A Escócia fez boas apresentações em seus últimos jogos e se classificou diretamente para o mundial, sem passar pela repescagem da Europa, o que é sempre muito complicado. Habitualmente, as equipes escocesas trabalham muito bem o aspecto físico”, opinou Ancelotti. “Não tenho dívida com ninguém” O treinador falou que o grupo de 26 jogadores não está fechado e que só vai definir a lista final perto da data da convocação para a Copa, em maio. “Eu entendo que todos estão muito interessados em Neymar, mas eu quero esclarecer que estamos em dezembro e a Copa é em junho. Eu só vou escolher a equipe que vai ao mundial em maio. Se Neymar merecer estar na lista, se ele estiver bem, melhor do que outros, ele vai jogar a Copa do Mundo e ponto. Não tenho dívida com ninguém”, garantiu Carlo Ancelotti. A Copa do Mundo de 2026 vai ser disputada pela primeira vez em três nações: Estados Unidos, México e Canadá. Aliás, o México será o primeiro país a sediar três Copas; os mexicanos organizaram os torneios de 1970 e de 1986. E será justamente o México que fará o jogo de abertura. No dia 11 de junho, a seleção mexicana entrará no gramado do estádio Azteca para medir forças com a África do Sul. A partida será uma reedição do jogo de estreia da Copa de 2010, que foi disputada em solo sul-africano. Depois deste jogo, haverá outros 103. A grande final será disputada no MetLife Stadium, em Nova Jersey, no dia 19 de julho. Novo formato A primeira Copa do Mundo com 48 países terá 12 chaves, sendo que os dois primeiros de cada grupo avançam para a segunda fase, além dos oito melhores terceiros. Se avançar em primeiro no grupo C, o Brasil vai enfrentar o segundo colocado do F, que tem Holanda, Japão, Tunísia e uma seleção da repescagem europeia. Ucrânia, Suécia, Polônia e Albânia disputam esta vaga. As seleções que passarem pela segunda fase terão, na sequência, as oitavas, quartas, semis e a grande final. Assim, a seleção que for campeã terá jogado oito partidas, uma a mais do que os finalistas das últimas sete Copas, que reuniram, em cada uma dessas edições, 32 seleções. O zagueiro Marquinhos, que disputou as duas últimas Copas do Mundo, disse que só o tempo mostrará se o aumento para 48 seleções terá sido bom para as próximas Copas. “A gente ainda vai descobrir como vai ser essa Copa [com 48 seleções]. A Champions League, por exemplo, mudou e eu e meus companheiros do Paris Saint-Germain fomos campeões. Então, às vezes, algumas mudanças podem fazer bem para uma determinada competição. Eu acho que é justamente isso que eles [Fifa] querem: ter mais países participando de uma Copa do Mundo. E, além disso, dar oportunidade para atletas de outros países viverem essa emoção e esse mundo da Copa, que é maravilhoso”, afirmou o zagueiro do Brasil, que já disputou jogos nas Copas de 2018 e 2022. Nome certo na lista dos 26 jogadores que vão disputar a próxima Copa, Marquinhos afirmou que confia que a seleção fará uma grande Copa do Mundo. “A gente sabe que a seleção tem muita coisa para melhorar, mas é verdade que melhoramos nas últimas partidas. Então, não importa o nosso momento hoje. Quando a Copa do Mundo começar, tudo muda. E eu tenho certeza de que o Brasil vai dar o seu melhor”, explicou Marquinhos. Precisa ser muito bom para eliminar o Brasil; é assim desde 1938 Apesar das últimas frustrações em Copas do Mundo, o Brasil tem um retrospecto invejável. O país é o único a ter cinco títulos de Copas. Um recorde! E nesse embalo da seleção em Copas, vale lembrar uma curiosidade: desde a terceira edição, em 1938, o Brasil ou conquistou uma Copa do Mundo ou foi eliminado por uma seleção que terminou, pelo menos, em terceiro lugar. Ou seja, das 20 últimas Copas, ou o Brasil foi campeão ou perdeu para uma seleção que, se não foi campeã, foi quase. Para os supersticiosos de plantão, o Brasil volta a figurar no grupo C de uma Copa depois de 24 anos. A última vez foi em 2002, quando a seleção conquistou o pentacampeonato. Será que o jejum brasileiro vai acabar no ano que vem e o Brasil finalmente conquistará o tão sonhado hexa? Até lá, o Brasil vai precisar superar grandes seleções, que também já conhecem seus adversários na fase de grupos da Copa de 2026. Grupo A México, África do Sul, Coreia do Sul e repescagem (Dinamarca, Macedônia do Norte, Rep. Tcheca ou Irlanda) Grupo B Canadá, Catar, Suíça e repescagem (Itália, Irlanda do Norte, País de Gales ou Bósnia) Grupo C Brasil, Escócia, Haiti e Marrocos Grupo D Estados Unidos, Austrália, Paraguai e repescagem (Turquia, Romênia, Eslováquia ou Kosovo) Grupo E Alemanha, Costa do Marfim, Curaçao e Equador Grupo F Holanda, Japão, Tunísia e repescagem (Ucrânia, Suécia, Polônia ou Albânia) Grupo G Bélgica, Egito, Irã e Nova Zelândia Grupo H Espanha, Arábia Saudita, Cabo Verde e Uruguai Grupo I França, Noruega, Senegal e repescagem (Iraque, Bolívia ou Suriname) Grupo J Argentina, Argélia, Áustria e Jordânia Grupo K Portugal, Colômbia, Uzbequistão e repescagem (Nova Caledônia, RD Congo ou Jamaica) Grupo L Inglaterra, Croácia, Gana e Panamá As repescagens, que definirão os últimos seis classificados para a Copa, serão jogadas em março de 2026. No mesmo mês, o Brasil vai fazer dois amistosos, ambos nos Estados Unidos: o primeiro contra a França e o segundo contra a Croácia.
Pedro Nascimento afirma que possível aliança entre Hungria, Chéquia e Eslováquia criará bloco interno dentro da UE. Em Gaza, garante que entrega errada de corpos é "violação simbólica com muito peso".See omnystudio.com/listener for privacy information.
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O DUCENTÉSIMO QUADRAGÉSIMO TERCEIRO QUINTO do Podcast Dar Voz A esQrever
Na conferência de imprensa de encerramento dos trabalhos da cimeira dos Países do Sul da União Europeia (MED9), na cidade de Portoroz, Eslovénia, Luís Montenegro defendeu a já conhecida como lei da bruqa. Está o PSD a colar-se à agenda do Chega?See omnystudio.com/listener for privacy information.
A pouco mais de dois meses da 30ª Conferência do Clima da ONU, em Belém, os europeus não conseguem se entender sobre quais objetivos climáticos vão apresentar à comunidade internacional. A hesitação europeia cristaliza um contexto internacional desfavorável para a pauta ambiental, apesar dos efeitos das mudanças climáticas estarem, a cada ano, mais evidentes. Lúcia Müzell, da RFI em Paris O prazo oficial termina no fim de setembro e, até o momento, apenas 31 nações do mundo submeteram os seus compromissos. Um dos principais objetivos da COP30, sob a presidência brasileira, é que os países atualizem as suas promessas de descarbonização no horizonte dos próximos 10 anos. Com base nestes compromissos, será possível ter mais clareza se ainda é viável limitar o aquecimento global a 1,5°C até o fim deste século – a maior ambição do Acordo de Paris. Na Europa, o impasse acontece porque, ao mesmo tempo em que o bloco consolida a sua nova Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC, na sigla em inglês), a ser entregue às Nações Unidas, os europeus também negociam os seus objetivos de redução de emissões de CO2 até 2040. Só que, em vez de a decisão sobre estes objetivos ocorrer em setembro, em âmbito ministerial, a discussão foi adiada para o fim de outubro, no próximo Conselho Europeu. Caberá aos chefes de Estado e de Governo dos 27 países chegarem, ou não, a um consenso. A negociação não será fácil e o acordo precisará ser aprovado por unanimidade. “Se não der certo, corremos o risco de termos um bloqueio institucional da questão climática, a apenas algumas semanas da COP, o que significaria corrermos o risco de chegarmos a Belém de mãos vazias”, resume Niel Makarov, especialista em políticas climáticas europeias e diretor do think tank Strategic Perspectives, em Bruxelas. “Isso mancharia a nossa credibilidade internacional na questão climática, justo a Europa, que sempre teve uma postura de vanguarda nisso. Nós estaríamos extremamente atrasados.” Negacionismo reforçado A saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris voltou a reforçar o negacionismo climático mundo afora, com impacto também no bloco europeu. Países como Hungria, Polônia e Eslováquia se opõem à meta de diminuição de 90% das emissões até 2040, como recomendado pela Comissão Europeia. O objetivo sinalizaria que o bloco estará no bom caminho para atingir a neutralidade de carbono até 2050. Entretanto, países como a França e a Alemanha, locomotivas da Europa, desejam mais clareza sobre o que exatamente entrará na conta da descarbonização e quais investimentos serão deslocados para a transição, por meio de uma política industrial verde. “O presidente da França caiu na tentação de levar o assunto para o Conselho Europeu, apesar de todos os riscos envolvidos: de chantagem dos países negacionistas, e de sinalizar uma confusão para os atores econômicos envolvidos nessa agenda”, diz Makarov. “A França está brincando com fogo, porque ela pode acabar contribuindo para reforçar os países que querem bloquear toda a agenda climática – e isso no ano de aniversário de 10 anos do Acordo de Paris.” O temor dos observadores do processo é que, se não houver acordo sobre a meta ambiciosa para 2040, o objetivo intermediário de 2035 acabe enfraquecido. A Polônia propõe que a NDC europeia prometa uma redução de 66% das emissões na próxima década – e não 72%, valor mais realista à luz do objetivo de -90% em 2040. Incertezas abalam confiança de investimentos verdes No meio empresarial, as incertezas sobre a ambição europeia já afetam a confiança dos investidores, indica Caroline Néron, diretora-geral de organização Impact France, que reúne 30 mil empresas comprometidas com a descarbonização da economia do país. “Quanto mais a dinâmica verde é fragilizada, mais o engajamento dos atores privados, mas também públicos, também se fragiliza”, afirma. “Nós queremos que a direção da Europa se estabilize, e que a dinâmica que tinha sido lançada se consolide. Ela foi abalada por tantas idas e vindas, ultimamente.” Célia Agostini, diretora-geral do Cleantech for France, incubadora de start-ups e fundos de investimentos em tecnologias de baixo carbono, pondera que os questionamentos levantados pela França são legítimos, já que a grande protagonista da transição energética no continente são os produtos chineses. A Comissão Europeia avalia que investimentos de pelo menos € 400 bilhões são necessários por ano para alavancar a indústria verde no bloco. “O que conta é que essa transição seja feita com equipamentos europeus e não seja dependente da China para os veículos elétricos ou os painéis solares, nem dependente dos Estados Unidos para a energia, com a importação de gás natural. Como vamos traçar essa trajetória com atores europeus?”, indaga. A China, maior emissora mundial de gases de efeito estufa, também não entregou à ONU as suas metas climáticas para 2035, mas promete divulgá-las dentro do prazo das Nações Unidas.
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O DUCENTÉSIMO QUADRAGÉSIMO EPISÓDIO do Podcast Dar Voz A esQrever
Meninos e Meninas, não é sempre que podemos gravar em um Grande Dia. E a festança foi tanta que parece que até o Felipão não conseguiu se recuperar a tempo de gravar, então, vamos de Martan e Mário nesta. E claro, começamos com o Brasil. Paulista Masculino chegando ao final da temporada regular e o feminino ainda no comecinho. No masculino, com uma regra extremamente complicada, os 5 primeiros times do turno ficam no grupo A, enquanto os outros 6 ficam no grupo B. Todos do A já estão classificados para os playoffs, enquanto no grupo B, só três avançam. Dia 18 é a última rodada e teremos os encontros dos playoffs definidos. Já na WNBA não precisamos mais esperar. Enquanto gravávamos, a última rodada estava se completando com todos os times já classificados para os playoffs, era só uma questão de acertar duas posições. Não tem como negar que o time do final da temporada regular é o Aces, se encontraram com A'ja jogando muito e fizeram uma campanha que se tivesse mais alguns jogos terminaria em primeiro. Ficaram com o segundo e pegam Seatle, enquanto a Walkyries em sua primeira temporada classificaram para pegar o seed 1, Lynx, que depois que chegou na ponta da temporada regular, não perdeu mais. Supresa no topo, Atlanta Dream tem a nossa torcida para termos uma campeã diferente na W. Na NBA, a novela Clippers pagando por fora o Kawhi teve um novo capítulo e, desta vez, até mais incriminador. Parece que o pessoal acaba se sentindo intocável, como se nunca fossem ser descobertos, porque não são possíveis as reviravoltas desta semana. Além disso, tivemos renovação do Giddey e respondemos perguntas da galera. Mas claro, o prato principal era outro, a Eurobasket. E não foi sem surpresas!! Espanha fora na fase de grupos parecia ruim? E a Servia perdendo para Finlandia nas oitavas, ou a França perdendo para Georgia no dia seguinte? Nas quartas a lógica voltou um pouco, mas quase que o Doncic consegue levar a Eslovênia para as semis, e seria em cima da atual campeã mundial. Agora vamos ter as semis e as finais neste final de semana, com Alemanha contra Finlândia e Grécia contra a sensação Turquia. Vão ser dois bons jogos! Então não comemore os 27 sozinho, solta o play e vem comemorar com a gente!
Foi do jeito que a gente gosta! Primeiro passamos pelos Estados Unidos, depois vencemos a final contra a Argentina. Se tinha uma roteiro melhor, eu desconheço. Mas claro, não foi o melhor jogo que poderíamos ver. Petrovic entrou com o plano de limitar as ações do Corbalan, Vildoza e Brussin, e nisso fomos muito bem. Tiveram 21% de aproveitamento. Mas no resto a seleção pecou em intensidade. Foi um jogo controlado, mas com placar digno de 2 quartos, ou de campeonato de escola. Sendo que estávamos vindo de um jogo grande na semi contra os Estados Unidos. Um jogo que o Brasil não apenas controlou no quarto quarto, como também anulou o ataque americano e ainda conseguiu encher os olhos com jogadas plásticas e bolas de três. Quem viu aquele jogo e a final ficou sem entender muito. Mas não importa, porque a seleção tinha um plano para a final, focou nisso e pode gritar "É Campeão!!!". Para variar, Yago e Caboclo foram muito bem durante o campeonato todo, mas também vale chamar a atenção para o Lucas Dias e muito para o Georginho. Se várias vezes se questionou a atuação do Georginho em jogos da seleção, neste campeonato ele mostrou que está diferente. E a gente precisa dele assim mesmo. Enquanto isso por aqui no Brasil, o Paulista Masculino e Feminino continua rolando. Com jogos no masculino até dia 18 de setembro pelo turno, o campeonato tem Franca agora com folga na frente, seguido por Mogi, Corinthians e Bauru. E com um detalhe, o São Leopoldo ganhou a primeira. Agora todo mundo ganhou uma! No feminino o campeonato ficou quase uma semana parado e voltou na quinta com o Ourinhos ganhando do Corinthians e o Araraquara do Sorocaba. O feminino acaba o turno só em outubro, então ainda tem bastante tempo para os times se acertarem antes dos playoffs. Se a Americup acabou, a Eurobasket está de vento em popa. Acabada a fase de grupos do campeonato, já temos os 16 classificados e os cruzamentos para as oitavas que começam no sábado. E a surpresa ficou com a poderosa Espanha que foi desclassificada, perdendo para Geórgia, Itália e Grécia. Quem poderia imaginar. Nas oitavas teremos jogos médios ainda, sendo talvez Lituânia e Letônia o grande jogo da fase, com Itália e Eslovênia tendo também seu charme. Mas esta tudo pronto para as quartas serem jogos incríveis. Falamos também da semana da WNBA que, com poucos jogos faltando para o fim da temporada regular, ainda tem 4 times brigando por 3 vagas e com um deles tendo recebido uma péssima noticia: Caitlin Clark está fora do resto da temporada. Com o Fever disputando uma destas 3 vagas, pode ser que essa seja a pá de cal na temporada que tinha começado bem. E o Westbrook? Parece que o recordista de triplos-duplos pode estar de saída da NBA com o interesse do Xinjiang Flying Tigers da China. Sem conseguir fechar nenhum contrato na liga americana, este parece o endereço mais certo para ele. As portas estão abertas aparentemente. Falamos também de algumas renovações e do assunto mais quente da semana: Teria Kawhi driblado o cap com o Clippers para poder receber mais sem afetar as multas que o time teria de pagar? A decisão deste assunto vai impactar muito a liga e deve ser severa, conhecendo o que já aconteceu em outras situações. Mas a verdade é que mesmo sem garantias do que vai acontecer, a história toda é absurda. Para ir para o Clippers, o empresário do Kawhi teria pedido recebimentos por fora, além do salário absurdo. Para isso uma empresa contratou ele como garoto propaganda, mas ele nunca fez uma promoção da empresa e, mesmo com a empresa abrindo falência e não pagando mais ninguém, Kawhi continuou recebendo os 7 milhões por ano do contrato. Essa história vai ser boa de acompanhar. Teve isso e muito mais, então não perde mais tempo, aperta o play, relaxa e vem com a gente!
Shaquille O'Neal vai estar no Lollapalooza 2026 e abrimos o Zone Cast 166 com essa, mas o papo foi além: Brasil campeão da AmeriCup masculina pela primeira vez desde 2009, EuroBasket 2025 com Alemanha dominante, Turquia e Finlândia surpreendendo, Grécia sólida, Israel e Polônia em alta e Luka Dončić aprontando das suas, apesar da Eslovênia não ser o que imaginávamos. Além disso, ainda falamos dos casos de racismo que mancharam o torneio e o US Open, o baseball confirmado para as Olimpíadas de 2032 em Brisbane e as mudanças da transmissão da NFL no Brasil com a Globo.Conversas do podcast00:00:23 - Abertura00:03:04 - Parte coxinha do podcast00:05:25 - Parceria com Missão Sports pro NFL Game em São Paulo00:07:30 - Quem é DJ Diesel?00:09:45 - Brasil campeão da AmeriCup 202500:15:13 - Eurobasket 2025: surpresas, decepções e tudo que você precisa saber00:40:55 - Casos de racismo no US Open e no Eurobasket00:50:08 - Baseball confirmado para Brisbane 203200:53:18 - Mudanças nas transmissões da NFL01:02:03 - Spoiler do próximo episódio01:02:47 - Encerramento
Semana de competições internacionais. Nas Américas, a Americup, na Europa, o Eurobasket. Se os nomes não são os mais criativos, pelo menos o basquete é bom. Antes de mais nada, começou o Paulista Feminino. O detalhe é que desta vez a competição tem quase tantos times quanto o campeonato nacional. É claro que São Paulo é o estado com mais habitantes no país e também o segundo maior PIB, ficando atrás apenas da própria federação (para comparação, o estado de SP tem 3 vezes o do segundo, enquanto a cidade de São Paulo ficaria em quinto geral, atrás apenas do Brasil, o estado de São Paulo, o do Rio de Janeiro e quase empatando com o estado de Minas Gerais). Ainda assim, o tamanho do estadual tanto masculino, quanto feminino de basquete é algo impressionante. Talvez o único ruim seja que o masculino funcione basicamente como uma pré-temporada e o feminino como uma pós-temporada. Mas sem dúvida, quando as competições entram nos playoffs, a coisa muda de figura. Por enquanto, primeira semana do feminino foi interessante, com boas vitórias do Corinthians, Ourinhos e São José. No Paulista, acabando o turno, temos três times empatados na primeira posição (claro, sem contar o desempate): Franca, São José e Corinthians. Já na Americup o Brasil se mostrou muito bem nos dois primeiros jogos, bastante competitivo e sabendo controlar os momentos chaves do jogo. Mas tudo isso veio por terra no terceiro jogo, contra os Estados Unidos. Parece aquele fantasma que impressiona só pelo nome, mas a verdade é que este seria provavelmente um sexto ou sétimo time americano, se tanto. Um time de nomes desconhecidos e com passagens apagadíssimas e irrelevantes na NBA. Ainda assim, o Brasil acabou sucumbindo ao seu próprio jogo e perdendo, mesmo entrando o último quarto em vantagem. Classificamos como melhor terceiro, apenas. Um grupo estranho, mas o caminho dos playoffs nos colocou de novo de frente aos Estados Unidos, e espero que desta vez entremos mais focados. Na Eurobasket tivemos uma surpresa na primeira semana, a Espanha dos irmãos Hernangomez perdeu para o time da Geórgia. Além disso, a Finlândia de Markkanen ganhou apertado da Suécia e Portugal demonstrou ter um time interessante de assistir. E claro, Docic e Jokic jogaram. Enquanto a Sérvia de Jokic parece fadada a chegar a, pelo menos, as semis, a Eslovênia, por outro lado, parece que vai ter muito trabalho para se classificar. No fim, aproveitamos para falar um pouco da segunda classificada para os playoffs na WNBA, o surpreendente Las Vegas Aces. Mais um ano que o Aces começa devagar e parece ligar o turbo na segunda parte da temporada. Enquanto isso, a Kamilla continua indo muito bem no já eliminado Sky. Falamos também de algumas coisas de NBA e respondemos as perguntas do pessoal que estava acompanhando a live no youtube. Foi divertido, então não perde tempo e vem com a gente.
O Consulado da Eslovênia no Recife completa nove anos de fundação, neste mês de julho, e para celebrar a relação do país da Europa Central com Pernambuco, a instituição promove uma programação de eventos culturais que evidenciam a riqueza da cultura local. O âncora Jota Batista recebeu na Rádio Folha 96,7 FM, nesta segunda-feira (18), o cônsul honorário da Eslovênia em Pernambuco, Rainier Michael; o empresário da Eslovênia, Mihael Margon; e a Escritora Pernambucana e parceira do Consulado, Gabi Florêncio.
Chefe humanitário cita risco de morte e ferimento de pessoas que buscam ajudar alimentar; Reino Unido, França, Dinamarca e Eslovênia solicitaram sessão para discutir como Israel lida com crise humana na área em conflito.
Entre l'Europeu Júnior i el Mundial de Natació, hem pogut trobar una estona per parlar amb Luca Hoek. El jove nedador de només 17 anys ha estat el gran protagonista de l'Europeu que s'acaba de disputar a Eslovàquia establint, a més, dos rècords d'Espanya absoluts en les proves dels 50 i 100 lliures. Reconeix que està un pèl cansat però que afronta amb plenes garanties el Mundial a Singapur i en l'horitzó... els Jocs Olímpics del 2028 a Los Angeles. L'entrada Després de brillar a l’Europeu Júnior, Luca Hoek marxa ara cap el Mundial de Singapur i ja pensa també en els Jocs de 2028 a Los Angeles ha aparegut primer a Radio Maricel.
Entre l'Europeu Júnior i el Mundial de Natació, hem pogut trobar una estona per parlar amb Luca Hoek. El jove nedador de només 17 anys ha estat el gran protagonista de l'Europeu que s'acaba de disputar a Eslovàquia establint, a més, dos rècords d'Espanya absoluts en les proves dels 50 i 100 lliures. Reconeix que està un pèl cansat però que afronta amb plenes garanties el Mundial a Singapur i en l'horitzó... els Jocs Olímpics del 2028 a Los Angeles. L'entrada Després de brillar a l’Europeu Júnior, Luca Hoek marxa ara cap el Mundial de Singapur i ja pensa també en els Jocs de 2028 a Los Angeles ha aparegut primer a Radio Maricel.
Henrique Avancini e Ana Lidia Borba conversam sobre a participação do brasileiro no Tour da Eslovênia, a primeira prova nível .PRO do ciclista desde sua chegada ao pelotão de Estrada. O supercampeão conta sobre seu aprendizado no asfalto, o desafio de correr contra os ciclistas do WorldTour, suas frustrações e a expectativa pelos próximos desafios.
Lula escolheu posar para uma foto com ditadores para celebrar o poderio militar russo. 29 chefes de Estado, só dois de países democráticos, e um deles era o Donald Trump da Eslováquia. É uma escolha. Escolhas têm significado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Façam suas apostas! Começa nesta sexta-feira (9/5) a 108ª edição do Giro d'Italia. A briga pela maglia rosa terá 3.443 divididos em 21 etapas. Começa na Albânia e visita também a Eslovênia e o Vaticano. Claro, percorre alguns dos lugares mais bonitos do mundo na incomparável Itália. Nesse episódio, os gregários Leandro Bittar e Nicolas Sessler recebem o narrador oficial da prova no Brasil, Sidney White, para uma análise sobre o clima, as etapas, os favoritos e muito mais. É o Giro a melhor volta do ano? Muita gente acha que sim. A melhor parte é que ele já está ai, prontinho para nosso deleite!
Pela primeira vez, um chanceler da Alemanha não foi eleito após a primeira votação secreta no Bundestag. Havia um acordo, mas alguém não o cumpriu. Isso, só por si, é notícia; ainda por cima depois de o candidato em causa, o conservador Friedrich Merz, se ter apresentado ao país e à Europa como uma figura de estabilidade. Merz acabou por ser eleito, à segunda tentativa, e encabeça mais uma “grande coligação” entre CDU e SPD no principal motor económico europeu. Pela frente, na oposição, enfrenta uma reforçadíssima AfD, recentemente rotulada de “extremista” e de “ameaça à Constituição” pela secreta interna alemã. No episódio desta semana do podcast Diplomatas, Madalena Meyer Resende, especialista em política alemã e professora na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da NOVA, ajuda a explicar os planos, os desafios e as principais caras do novo Governo da Alemanha, sem deixar de analisar o “fiasco” da primeira votação. Já a jornalista Teresa de Sousa, comentando sobre a política externa que vai ser seguida a partir de Berlim, acredita num reforço do eixo franco-alemão e diz que Merz “quer ser um chanceler da Europa”. Neste programa também conversámos sobre as celebrações dos 80 anos do fim da II Guerra Mundial, na Europa (esta quinta-feira) e na Rússia (sexta-feira), num contexto de esfriamento das relações transatlânticas e, segundo Madalena Resende, de busca continuada do Kremlin em legitimar a invasão da Ucrânia. A presença esperada de Lula da Silva (Presidente do Brasil), de Xi Jinping (Presidente da China), de Nicolás Maduro (Presidente da Venezuela) e de Robert Fico (primeiro-ministro da Eslováquia), entre outros líderes mundiais, no “Dia da Vitória”, em Moscovo, merece uma nota crítica de Teresa de Sousa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Mesacast BBB volta com exibição exclusiva no Multishow, de segunda a sábado, de 20h às 21h. Ed Gama, Vitor diCastro e Pitel se revezam no comando da atração
Drop 1: Crowdstrike X Decentralization https://cointelegraph.com/news/decentralization-global-microsoft-meltdown-blockchain https://unitedventures.com/2024/07/22/a-wake-up-call-for-a-decentralized-future/ https://www.thestreet.com/crypto/innovation/can-blockchain-technology-prevent-another-crowdstrike-like-disruption https://www.linkedin.com/pulse/depin-save-biggest-global-outage-history-caused-microsoft-crowdstrike-rl0wc/ Drop 2: Slovenia issues tokenized bond via BNP Paribas https://www.ledgerinsights.com/bnp-paribas-hosts-issuance-of-slovenias-digital-bond-settled-in-cbdc/ Drop 3: Blockchain Rio Festival https://web3news.com.br/noticia/1385/especialistas-elogiam-blockchain-rio-2024-confira-a-opiniao-dos-principais-nomes-que-passaram-pelo-evento https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/nao-temos-objetivo-de-acabar-com-dinheiro-de-papel-mas-precisamos-de-opcoes-diz-campos-neto/ https://www.bcb.gov.br/conteudo/home-ptbr/TextosApresentacoes/RCN_Blockchain_Rio_24_7_24.pdf -- BCB presentation https://x.com/0xmauricio/status/1816174152786583923 -- Midnight shield E mais: Itaú, Laqus, OT, Liqi e VBSO tokenizam nota comercial em modelo que dispensa crowdfunding https://valor.globo.com/financas/criptomoedas/noticia/2024/07/22/itau-laqus-ot-liqi-e-vbso-tokenizam-nota-comercial-em-modelo-que-dispensa-crowdfunding.ghtml web3 infrastructure company Crossmint acquires Cycle AI to start converging blockchain and AI https://www.linkedin.com/posts/rodrifernandez_today-is-a-big-day-for-crossmint-excited-activity-7222265285054021636-XATC?utm_source=share&utm_medium=member_android BCB wants 16 more use cases in the next stage of the DREX pilot https://www.blocknews.com.br/regulacao-governos/bc-quer-aceitar-ao-menos-um-projeto-de-cada-consorcio-na-segunda-fase-de-testes-do-drex/ DUX lança ‘IPO' de influenciadores e antecipação de recebíveis para criadores de conteúdo https://blocktrends.com.br/startup-ipo-influenciadores-antecipacao-recebiveis/ Flow Chain, blockchain do grupo Flow, será em Polkadot com infra da Tanssi https://blocktrends.com.br/flow-chain-blockchain-podcast-polkadot/ Mercado Bitcoin lança token RWA que vai pagar lucro de 15% vinculados as operações do Rappi no Brasil https://br.cointelegraph.com/news/mercado-bitcoin-launches-rwa-token-that-will-pay-holders-with-profits-from-rappi-in-brazil Cardano node 9.1.0 is now available for SPOs to upgrade. Total SPOs on version 9+ is 37%. Chang hardfork will kick in when they reach 70% adoption https://x.com/IntersectMBO/status/1816491283676033133 First stablecoins minted on M^0 Network by MXON https://www.ledgerinsights.com/first-stablecoins-minted-on-m0-network/ Contatos BlockDrops Podcast Instagram.com/blockdropspodcast Twitter.com/blockdropspod Twitter.com/0xmauricio youtube.com/@BlockDropsPodcast blockdrops.lens warpcast.com/mauriciomagaldi More of my English content at https://bi.11fs.com LinkedIn Newsletter
O Diego se formou em Engenharia Mecânica na UNESP de Bauru, e fez mestrado em Engenharia Aeronáutica no ITA. Após trabalhar com projetos que foram desde o desenvolvimento de instrumentação a testes navais com plataformas de petróleo, miniaturas de cascos de navios e propulsores, o Diego passou outros seis anos na Embraer, antes de mudar de área para trabalhar com aeronaves não-tripuladas. A seguir, depois de trabalhar em uma startup ligada a entregas com drones, ele e sua esposa concluíram que seria uma boa ideia eles se mudarem, junto com a filha pequena, para o exterior. Neste episódio, o Diego conta como quase foi morar na Itália antes de se mudar para a Eslovênia, e explora as semelhanças, diferenças e surpresas de se morar e trabalhar em uma terra que, na verdade, não fica no Leste Europeu. Fabrício Carraro, o seu viajante poliglota Diego Monteiro, Engenheiro de Sistemas Aeronáuticos em Liubliana, Eslovênia Links: Programa de Especialização em Engenharia da Embraer Conheça a Formação Aprenda a programar em Python com Orientação a Objetos da Alura e mergulhe em uma das linguagens mais em voga no mercado. TechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões. #7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/ Ouvintes do podcast Dev Sem Fronteiras têm 10% de desconto em todos os planos da Alura Língua. Basta ir a https://www.aluralingua.com.br/promocao/devsemfronteiras/e começar a aprender inglês e espanhol hoje mesmo! Produção e conteúdo: Alura Língua Cursos online de Idiomas – https://www.aluralingua.com.br/ Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/ Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts
Ainda os ecos da exibição de Portugal frente à Eslovénia; Villas Boas fala sobre Diogo Costa e os comentários dos carneiros e carneiras amigas.
Portugal elimina Eslovénia nos penáltis; José Nunes adivinha resultado e o início da pré-época.
Portugal viveu um enorme drama diante da Eslovênia, um empate sem gols, pênalti perdido por Cristiano Ronaldo e uma dramática classificação nas penalidades. Já a França venceu a Bélgica na conta do chá por 1 a 0, de novo sem brilho.No mais, quem dá bola na Copa América é a Venezuela, que se classificou com louvor em um grupo que parecia mais equilibrado.SEJA MEMBRO DO MEIOCAMPO! Agora você pode ser membro do nosso podcast e apoiar o projeto! Além disso, os membros do plano San Mamés em diante terão vídeos exclusivos diariamente na Euro!Vá em youtube.com/meiocampo e clique em “Seja membro”. Venha fazer parte e nos ajude a crescer!
Já Se Faz Tarde
Caso passe pelos balcânicos, Portugal a seguir entra em jogos de dificuldade máxima pelo Campeonato Europeu, com adversários como a França ou a Bélgica e eventualmente a Espanha.
WikiLeaks: Julian Assange chega a acordo com EUA e sai da prisão. Moçambique celebra hoje os 49 anos de independência com grandes desafios por enfrentar. Após críticas, ex-primeiro-ministro guineense foi retirado corpo de segurança. RDC e Ruanda em tom de guerra. Euro2024: Dinamarca, Eslovénia e Sérvia, no Grupo C, e Áustria, no Grupo D, procuram hoje o apuramento para os oitavos de final.
A França estreou na Eurocopa em um dia que teve zebra da Eslováquia para cima da Bélgica, além de uma surpreendente vitória da Romênia diante da Ucrânia.Ainda passamos por alguns assuntos fora da Euro, como o caso Dudu e o título inédito do Atlético Bucaramanga na Colômbia!SEJA MEMBRO DO MEIOCAMPO! Agora você pode ser membro do nosso podcast e apoiar o projeto! Além disso, os membros do plano San Mamés em diante terão vídeos exclusivos diariamente na Euro!Vá em youtube.com/meiocampo e clique em “Seja membro”. Venha fazer parte e nos ajude a crescer!
Praticante de Bodyweight desde os 8 anos de idade, além de surf e artes marciais. Raphael Romano É faixa preta de jiu jitsu 3º grau e surfista, é formado em Educação Física pela Universidade Estácio de Sá e já participou de diversos eventos de Fitness, cursos de graduação e Convenções. Raphael se mudou para os EUA aos 33 e criou meu próprio seu método chamado U.Natural. Com uma EXTENSA experiência em Liderar Programas de Certificação, Treinamento Online, também treinou diversos campeões de Jiu-Jitsu Brasileiro e UFC como Rodrigo Minotauro, Rogério Minotouro, Rafael dos Anjos, Vitor Belfort e Chito Vera.Participou de Training Camps como Head Coach com surfistas profissionais do Circuito Mundial (WSL) fazendo seu condicionamento e treinamento mental incluindo o Campeão Mundial Adriano de Souza, Filipe Toledo, Caio Ibelli, Barron Mamya, Eli Hanemman….Raphael ministra internacionalmente Cursos de Certificação e Seminários em diversos países como Alemanha, EUA, França, Inglaterra, Panamá, Eslovênia, Holanda e Brasil. --- Support this podcast: https://podcasters.spotify.com/pod/show/puratempleofarts/support
O 5º episódio do Footure Euro traz o Grupo E, composto por Bélgica, Eslováquia, Romênia e Ucrânia, sob análise. Tratamos dos comandados de Tedesco, que lida com uma transição de gerações; os eslovacos de Calzona que traz questões táticas interessantes; os romenos que possuem a transição ofensiva como arma; além dos ucranianos, candidatos a sensação da Euro. Ajude o Rio Grande do Sul: https://sosenchentes.rs.gov.br/inicial CONHEÇA O FOOTURE • Acesse o Site: https://footure.com.br/ • Footure Club: https://footure.com.br/footure-club/ • Loja Futeboleira: http://footure.com.br/loja • Cursos de Análise Tática: https://footure.com.br/footure-lab/ AS NOSSAS REDES SOCIAIS • Twitter: http://twitter.com/footurefc • Instagram: http://instagram.com/footurefc • Facebook: http://facebook.com/footurefc • LinkedIn: http://linkedin.com/company/footurefc
Mais uma seleção pouco conhecida (jogou com Portugal na fase de apuramento, mas como ninguém quer saber desses jogos e não...) Quais os pontos fracos? Quais os pontos mais ou menos? Ouça!
O terceiro episódio do Footure Euro traz o Grupo C como pauta, composto por Eslovênia, Dinamarca, Sérvia e Inglaterra. Analisamos as quatro seleções, seus padrões táticos e as expectativas para o desenrolar da Eurocopa. A Eslovênia pode surpreender? A Dinamarca conseguirá voltar ao melhor nível? A Sérvia pode dar o passo a mais que a geração sugere? E a Inglaterra enfim poderá vencer a Euro? Nós projetamos a essas respostas. Ajude o Rio Grande do Sul: https://sosenchentes.rs.gov.br/inicial CONHEÇA O FOOTURE • Acesse o Site: footure.com.br/ • Footure Club: footure.com.br/footure-club/ • Loja Futeboleira: footure.com.br/loja • Cursos de Análise Tática: footure.com.br/footure-lab/ AS NOSSAS REDES SOCIAIS • Twitter: twitter.com/footurefc • Instagram: instagram.com/footurefc • Facebook: facebook.com/footurefc • LinkedIn: linkedin.com/company/footurefc
Qual a relação entre o festival musical e a política internacional? Recebemos o professor Ricardo Rios para responder isso.Matias Pinto e Sylvia Colombo dão aquele tradicional pião pela nossa quebrada latino-americana, repercutindo a retrógrada lei peruana sobre pessoas trans e as prévias das eleições mexicanas.Nossa dupla de apresentadores dá uma volta pelo velho continente, puxando a capivara do novo ministro de Defesa da Rússia, tentativa de assassinato do premiê da Eslováquia e as eleições regionais na Catalunha.E esse programa conta com o apoio da Alura, garanta agora a sua matrícula com 15% de desconto!https://alura.tv/xadrezverbal
No Pokercast 313 recebemos Isabella Oliveira, craque do Midas Poker, streamer e jogadora Team Enjoy Poker. Nas notícias falamos do início da WSOP Brasil, do Rádio na Eslováquia, do ranking do BSOP e da cobertura SuperPoker do Campeonato Mineiro. Abra sua conta no 888poker: https://spkr.cc/888poker https://evento.sxpokerfestival.com.br/ https://www.instagram.com/sxpokerfest... Baixe o app do Suprema Poker na Play Store e App Store! Jogue no SX Poker: https://sxgrupocombr-22582308.hubspot... Fichas 24 Horas: https://www.fichas24horas.com.br/auto... Abra sua conta no Pay4Fun: https://spkr.cc/Pay4Fun Telegram do Pokercast: (031) 9-7518-9609 Assine nosso podcast (copie e cole esse link no seu aplicativo de podcasts preferido, ou procure por Superpoker ou Pokercast!): / sounds.rss Você pode ouvi-lo pelo iTunes, WeCast entre outras plataformas de sua preferência. Toda semana, um episódio novo! E também estamos no Spotify, Deezer e Amazon Music!