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Onde se analisa um relatório de 2026 da Comissão Europeia intitulado «Fortalecer a Europa através das bibliotecas públicas», destacando a sua relevância crucial para o sistema educativo. O documento revela que as bibliotecas modernas atuam como parceiras estratégicas das escolas no combate ao declínio dos índices de literacia e na promoção do prazer de ler. Além da leitura, as fontes enfatizam o papel destas instituições na luta contra a desinformação e na capacitação dos cidadãos para lidar com a inteligência artificial. Através de exemplos práticos em países como Portugal e Finlândia, demonstra-se que a colaboração comunitária é essencial para fortalecer a resiliência democrática. O panorama apresentado sugere que o investimento nestes espaços culturais é fundamental para colmatar a fenda digital e preparar as novas gerações para os desafios informacionais contemporâneos.
Onde se analisa o papel fundamental dos professores como agentes ativos na transformação do conhecimento académico em saber pedagógico dentro da sala de aula. Através do conceito de conhecimento poderoso, os autores argumentam que o ensino deve capacitar os alunos a transcenderem as suas experiências quotidianas e a pensarem de forma crítica e sistemática. O texto utiliza a teoria da recontextualização de Basil Bernstein para demonstrar que os docentes não são meros executores de currículos, mas intérpretes que moldam as disciplinas segundo contextos sociais e institucionais. Com base em estudos empíricos realizados na Inglaterra, Finlândia e Suécia, o livro explora como diferentes tradições educativas e o uso de tecnologias influenciam o acesso dos estudantes a saberes especializados. Em última análise, defende-se que a agência docente é sustentada por uma combinação de domínio disciplinar, competência pedagógica e consciência sobre o papel da educação na sociedade. Esta abordagem procura um equilíbrio entre o rigor das disciplinas e os desafios contemporâneos, promovendo uma justiça social baseada no acesso equitativo ao conhecimento.
Nuno Rogeiro analisa as negociações do acordo entre os EUA e o Irão, numa altura em que o Iraque intensifica a pressão sobre as milícias pró-iranianas. Ainda neste episódio de Jogos de Poder em podcast, o comentador aborda a banalização do discurso nuclear, da Rússia ao Irão e a passar pela Finlândia, as decisões do Supremo Tribunal dos EUA, a pressão política em Espanha, os dados da imigração em Portugal e os mais recentes desenvolvimentos da guerra, dos ataques com drones à Rússia ao reforço da defesa no Reino Unido. Ouça o programa emitido na SIC a 30 de junho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Há mais de uma década, as chamadas ameaças híbridas deixaram de ser apenas um conceito acadêmico para se tornar uma realidade capaz de influenciar sociedades em todo o mundo. Entre os momentos mais vulneráveis a esse tipo de ação estão os períodos eleitorais. Segundo especialistas, os seis meses que antecedem um pleito concentram os maiores riscos de interferência no debate público e na confiança dos eleitores. Júlia Valente, Correspondente da RFI em Helsinque Em uma sociedade cada vez mais digital e interdependente, os conflitos também assumem novas formas. Não se trata mais apenas de bombardeios, invasões ou ataques militares convencionais. Ciberataques, campanhas de desinformação e pressões econômicas também podem ser utilizados para influenciar países e sociedades. Esse conjunto de estratégias é conhecido como ameaças híbridas, ações capazes de comprometer a estabilidade política, a segurança nacional e a economia de países em todo o mundo. Em Helsinque, na Finlândia, está localizada a sede do Centro Europeu de Excelência para o Combate às Ameaças Híbridas (Hybrid CoE). Criada em 2017 em parceria com a União Europeia e a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), em um contexto de crescente preocupação dos governos com o avanço desse tipo de ação, a instituição apoia seus 35 países membros com pesquisas, treinamentos e análises voltados à prevenção e ao combate dessas ameaças. Martha Turnbull, diretora da área de Influência Híbrida do Hybrid CoE, ressalta que um dos cenários que mais tem registrado o aumento de ameaças híbridas é o período eleitoral. “Vemos uma grande quantidade de desinformação nos cerca de seis meses que antecedem a eleição. Isso se encaixa em um padrão mais amplo que temos observado, no qual esses atores procuram minar a confiança do público no sistema eleitoral e no governo atual”, afirma. Turnbull explica que, à medida que a eleição se aproxima, essas atividades passam a se concentrar em partidos políticos e candidatos específicos, além de tentar desencorajar a participação dos eleitores. “Isso não termina no dia da eleição. Essas atividades continuam nas semanas seguintes, buscando desacreditar os resultados”, complementa. Não são apenas atores externos que impõem ameaças, mas também internos. “No contexto eleitoral atual, observamos que existe uma ligação entre ameaças externas e atores domésticos em muitos países", afirma Turnbull. "Em alguns casos, essa ligação é direta, quando o ator externo orienta diretamente grupos ou indivíduos que estão dentro do país realizando algum tipo de atividade. Em outros casos, a ligação não é tão clara, mas, de forma geral, o que estamos vendo é uma conexão cada vez maior entre esses atores”, diz a especialista. O principal alvo das ameaças híbridas durante períodos eleitorais são justamente os eleitores. Por isso, de acordo com o Hybrid CoE, combater esse fenômeno também envolve fortalecer a educação midiática da população, para que as pessoas consigam identificar e resistir à desinformação. IA muda o cenário das ameaças híbridas Além do cenário eleitoral, o avanço da inteligência artificial (IA) vem transformando a forma como ameaças híbridas são produzidas e combatidas. Segundo Turnbull, atores envolvidos nesse tipo de atividade utilizam modelos de linguagem e outras ferramentas de IA para ampliar sua capacidade de atuação, aumentar a escala das operações e acelerar respostas. “Isso, obviamente, é muito desafiador. Além disso, algumas dessas tecnologias tornam essas atividades muito mais difíceis de rastrear e, consequentemente, mais difíceis de atribuir responsabilidade e de responder a elas”, ressalta. Também existe, no entanto, um aspecto positivo. Governos e instituições vêm utilizando a IA para fortalecer sistemas de monitoramento e resposta a ameaças híbridas. O saldo dessa transformação, porém, ainda é incerto. “Acho que, neste momento, a balança ainda não pendeu claramente para um lado ou para o outro", avalia Turnbull. Europa vê Rússia como principal preocupação O Hybrid CoE está localizado em um ponto simbólico. Helsinque fica a menos de 200 quilômetros da fronteira com a Rússia, país apontado por especialistas como a principal fonte de ameaças híbridas ao continente europeu na última década. “Consideramos que a principal ameaça para a Europa vem da Rússia, mas também observamos o aumento de ameaças por parte do Irã e da China”, afirma Martha Turnbull. Desde a invasão em larga escala da Ucrânia pela Rússia, em 2022, o Hybrid CoE afirma ter observado um aumento significativo das atividades relacionadas a ameaças híbridas. “Temos observado uma atividade concentrada, particularmente por parte da Rússia, no campo da desinformação, que busca enfraquecer o apoio à Ucrânia e minar a disposição do país de continuar lutando com o apoio que recebe de seus aliados”, diz Turnbull. Essas ações podem assumir diferentes formas. “Pode ser propaganda para tentar desgastar a população e conquistá-la para o seu lado. Também pode envolver ataques cibernéticos. Pode incluir ainda atividades militares de pequena escala, como cruzar fronteiras, violar espaços aéreos ou interferir em sinais de GPS”, ressalta. Brasil: a desinformação no centro das ameaças híbridas No Brasil, o tema também vem sendo acompanhado por pesquisadores. O professor de antropologia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Piero Leirner, autor do livro “O Brasil no espectro de uma guerra híbrida”, afirma que, no contexto político brasileiro, a principal preocupação está em dinâmicas de desinformação. “Os principais atores que manejaram estratégias híbridas de desinformação e de manipulação política aqui são atores 100% internos, embora ligados a atores externos. Eu acredito que a desinformação não é apenas no sentido de fake news. Isso é uma parte ínfima do problema. Na verdade, é uma estrutura geral que eu chamo de dissonância cognitiva e que muita gente chama de polarização”, diz Leirner. À medida que o Brasil se aproxima das eleições presidenciais de 2026, marcadas para outubro, a desinformação retorna ao centro das atenções no cenário político. Embora as redes sociais tenham ampliado seu alcance e velocidade, o uso dessa estratégia para influenciar o debate público faz parte das campanhas há décadas. Para Leirner, em especial, ataques à credibilidade do sistema eleitoral devem voltar a ocupar espaço no debate público. O pesquisador avalia ainda que as instituições brasileiras não estão preparadas para prevenir e responder a esse tipo de ameaça. “A principal ameaça é o fato de que as nossas principais instituições políticas estão embebidas nesse ambiente, e elas próprias fazem uso disso [da desinformação]”, ressalta.
O acordo anunciado entre Washington e Teerão para pôr fim a mais de cem dias de guerra no Golfo chegou à véspera da abertura do G7 e mudou o centro de gravidade da cimeira. O Presidente francês queria discutir inteligência artificial, dívida dos países mais vulneráveis e tensões comerciais. Acabou confrontado com uma realidade mais incómoda: num mundo cada vez mais fragmentado, os aliados europeus continuam a assistir de fora às decisões estratégicas tomadas pelas grandes potências. Emmanuel Macron queria fazer da cimeira do G7 em Évian um momento de reflexão sobre os grandes desafios económicos e tecnológicos do século XXI. A agenda francesa previa debates sobre os desequilíbrios da economia mundial, as tensões comerciais e a inteligência artificial. À chegada dos líderes das principais democracias industrializadas, o foco das atenções deslocou-se para o Médio Oriente, após o anúncio de um entendimento preliminar de cessar-fogo entre Washington e Teerão. Para Eric Monteiro, docente de Ciências Políticas da Universidade de La Rochelle, esta mudança de prioridades é reveladora de uma transformação mais profunda. "O que a imprensa internacional e os países convidados abordam prioritariamente é a questão da ordem mundial que está completamente desregulada", observa o especialista, apontando o impacto das tensões no Golfo Pérsico sobre os mercados energéticos e na economia. A situação tem também uma dimensão política para Emmanuel Macron. Este é o último G7 do segundo mandato presidencial francês e um dos últimos momentos de afirmação internacional antes do fim do seu percurso no Eliseu. O Presidente francês pretendia colocar no centro da agenda temas estruturantes para o futuro da Europa, desde os equilíbrios económicos à inteligência artificial. Mas, como observa Eric Monteiro, "apesar da pauta ser interessante, falar das dívidas mundiais, das tensões comerciais e da inteligência artificial, isso acaba por passar para segundo plano". A sucessão de crises internacionais voltou a impor-se à agenda. A questão que atravessa grande parte das discussões em Évian é a relação dos aliados europeus com os Estados Unidos. Eric Monteiro recorda que Emmanuel Macron foi duramente criticado quando afirmou, em 2019, que a NATO se encontrava em "morte cerebral". A declaração provocou então "um electrochoque", mas os acontecimentos posteriores vieram, segundo o analista, reforçar parte do diagnóstico francês. A adesão da Finlândia e da Suécia à Aliança Atlântica, bem como o reforço dos investimentos militares europeus, reflectem uma crescente consciência de que a segurança do continente não pode depender exclusivamente de Washington. "Há um embrião de tomada de consciência de que a Europa tem que se reforçar sozinha e que não poderá mais contar só com os Estados Unidos", afirma. Segundo o especialista, a principal mudança resulta da imprevisibilidade da política americana. "Há uma tomada de consciência da imprevisibilidade do posicionamento da primeira potência mundial", sublinha. As decisões comerciais tomadas pelos Estados Unidos, nomeadamente em matéria de tarifas aduaneiras, alimentaram entre vários aliados europeus a percepção de que os interesses estratégicos de Washington nem sempre coincidem com os da Europa. Esta desconfiança estende-se ao domínio da defesa. O debate sobre a substituição dos F-16 portugueses, as reservas de alguns países europeus relativamente aos equipamentos norte-americanos e a proposta francesa de alargar a protecção da sua força de dissuasão nuclear aos parceiros europeus revelam uma reflexão mais ampla sobre autonomia estratégica. Para Eric Monteiro, a dúvida crescente em torno das garantias de segurança americanas representa "uma mudança muito importante na situação dos últimos 80 anos". Apesar da atenção mediática estar actualmente concentrada no Irão, a guerra na Ucrânia continua a ocupar um lugar central nas preocupações europeias. Eric Monteiro rejeita a ideia de um conflito banalizado pela sua duração. Pelo contrário, considera que a resistência ucraniana desmentiu as previsões iniciais do Kremlin. "É impressionante como todos se enganaram", afirma. "Vladimir Putin anunciava uma operação que ia ser resolvida em alguns dias ou no máximo duas semanas. Já estamos a entrar no quinto ano de guerra." Segundo Eric Monteiro, os Estados Unidos procuraram sempre evitar um confronto directo com a Rússia, enquanto a Europa consolidou uma posição mais firme de apoio a Kiev. "A Europa demorou algum tempo, mas foi sempre clara sobre o facto de que, se não defendermos a Ucrânia, seremos os próximos", resume. França, Reino Unido e Itália surgem, segundo o analista, entre os países que mantiveram uma linha de apoio constante à Ucrânia. É o dossier iraniano que domina os corredores de Évian. Para Eric Monteiro, a forma como foi anunciado o entendimento entre Washington e Teerão confirma uma lógica antiga da política externa americana. "É sempre America First. E quando é Trump, é realmente assumido e dito de maneira aberta", afirma. O especialista sublinha, contudo, que ainda não existe um acordo definitivo. "Por enquanto não se trata realmente de um acordo definitivo. É um memorandum of understanding", explica. O documento prevê uma trégua de 60 dias, a reabertura progressiva do estreito de Ormuz e a retoma das negociações sobre o programa nuclear iraniano. Questões centrais, como o eventual levantamento das sanções, permanecem em aberto. A escolha do calendário também não parece inocente. Ao anunciar o entendimento na véspera da cimeira, Donald Trump chega ao G7 apresentando-se como o homem que trouxe a paz. "Ele nunca pode aparecer como um loser. Tem que mostrar sempre que ele é que domina as coisas", observa. O risco, acrescenta, é que esta questão monopolize os debates. "Vai-se falar do Irão, essencialmente", prevê o analista, receando que temas considerados essenciais para o futuro europeu acabem relegados para segundo plano. Entre esses temas está a inteligência artificial, uma das prioridades da presidência francesa. Para Eric Monteiro, a questão tecnológica deve ser analisada como uma questão de soberania. A Europa procura reduzir a dependência dos grandes grupos americanos e, em menor grau, chineses, através do desenvolvimento de infra-estruturas próprias, centros de dados europeus e soluções tecnológicas independentes. "Há uma verdadeira vontade de ter data centers na Europa e aplicações que não dependam dos Estados Unidos", afirma. Para o especialista, estas questões são hoje tão estratégicas quanto as questões de defesa. "São realmente importantes para a soberania da Europa." O anúncio de um investimento francês suplementar de 655 milhões de euros na inteligência artificial insere-se nesta estratégia mais ampla. Eric Monteiro aponta a constelação europeia de satélites, os projectos industriais comuns e as novas parcerias entre os sectores da defesa e das tecnologias digitais como exemplos de uma Europa que procura afirmar a sua autonomia num ambiente internacional cada vez mais competitivo.
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Einojuhani Rautavaara foi uma das figuras mais fascinantes da música erudita do século XX. Considerado o grande sucessor de Jean Sibelius, o compositor finlandês construiu uma linguagem profundamente pessoal, unindo modernismo, espiritualidade e lirismo em obras que parecem existir entre o sonho e a contemplação metafísica.Seu Concerto para Piano nº 2, composto em 1989, representa uma das expressões mais intensas dessa maturidade artística. Distante do concerto virtuoso tradicional, a obra transforma o piano em um protagonista psicológico: um indivíduo em confronto com forças invisíveis, cercado por paisagens sonoras misteriosas e orquestrações de rara profundidade emocional.Dividido em três movimentos conectados — In Viaggio, Sognando e libero e Uccelli sulle passioni — o concerto conduz o ouvinte por uma jornada de tensão, introspecção e transcendência. O primeiro movimento apresenta um piano inquieto e quase percussivo, mergulhado em atmosferas dramáticas. No centro da obra surge um dos momentos mais contemplativos de Rautavaara: uma música suspensa no tempo, espiritual e silenciosa, marcada por harmonias modais e delicadas camadas orquestrais. Já o movimento final dissolve a tensão em figuras que evocam pássaros e ecos da natureza, tema recorrente na produção do compositor.Ao unir ecos do serialismo moderno, do romantismo nórdico e do misticismo contemplativo, Rautavaara cria uma obra profundamente humana, ambígua e emocionalmente poderosa. O Concerto para Piano nº 2 não oferece respostas definitivas: ele convida o público a atravessar uma experiência sonora de sonho, conflito e revelação interior.#Rautavaara #MusicaClassica #ConcertoParaPiano #MusicaErudita #Piano #Orquestra #Finlandia #MusicaContemporanea #NeoRomantismo #ConcertosClassicosApresentado por Aarão Barreto e Aroldo Glomb (cada semana um é o "pai da criança") Apoie o Conversa de Câmara. Seja nosso padrinho: https://apoia.se/conversadecamara RELAÇÃO DE PADRINS Aarão Barreto, Adriano Caldas, Gustavo Klein, Fernanda Itri, Eduardo Barreto, Fernando Ricardo de Miranda, Leonardo Mezzzomo,Thiago Takeshi Venancio Ywata, Gustavo Holtzhausen, João Paulo Belfort , Arthur Muhlenberg, Rafael Hassan, Danilo Coelho, Rochester Rodrigues Gama e Valder Cavalcante Magalhães Jr.
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Em fevereiro de 2026, o Ministério da Educação e Cultura da Finlândia publicou um documento que merece a atenção de todos os que trabalham ou pensam a educação: Basic Education 2045: For Life — uma visão para a escola básica finlandesa até 2045. Com 129 páginas, este relatório de discussão não é um currículo nem um plano estratégico detalhado. É, antes, uma bússola — um horizonte de sentido para orientar o desenvolvimento do sistema educativo num mundo em rápida transformação.
Em fevereiro de 2026, o Ministério da Educação e Cultura da Finlândia publicou um documento que merece a atenção de todos os que trabalham ou pensam a educação: Basic Education 2045: For Life — uma visão para a escola básica finlandesa até 2045. Com 129 páginas, este relatório de discussão não é um currículo nem um plano estratégico detalhado. É, antes, uma bússola — um horizonte de sentido para orientar o desenvolvimento do sistema educativo num mundo em rápida transformação.
Relatórios internacionais concluem que adultos com formação universitária em Portugal têm menos literacia do que adultos após secundário na Finlândia. Governo propõe mínimos para o ensino superior.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Como é viver num país que lidera o ranking da Felicidade ano após ano? É o que vamos saber com a Íris Santos e o João Salazar. Dois portugueses que fazem da Finlândia casa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Como é viver num país que lidera o ranking da Felicidade ano após ano? É o que vamos saber com a Íris Santos e o João Salazar. Dois portugueses que fazem da Finlândia casa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ha començat la novena edició del Globasket, que repeteix a Lloret de Mar per Setmana Santa. Com sempre, el torneig internacional de bàsquet base tindrà dos torns. El primer és el d'aquesta setmana, que s'allarga fins al 2 d'abril, amb partits en el Pavelló del Molí i el Pavelló Pompeu Fabra. Entre els dos torns, la competició reunirà 4.300 participants, entre els 12 i els 18 anys, entre els dos torns, amb 1.400 acompanyants. En total, es disputaran 650 partits. Hi haurà categories masculina i femenina i, pel que fa a les nacionalitats, hi haurà representació de diferents països com Espanya, França, Anglaterra, Suissa, Finlàndia o Irlanda, a més de països d'altres continents com Mèxic o els Estats Units. Malauradament, la situació de l'Orient Mitjà ha afectat al torneig amb baixes d'equips de la zona. El director de Globasket, Josep Ramon Muro, ha destacat que han volgut professionalitzar al màxim un torneig que és completament amateur. “Ho hem volgut professionalitzar al màxim amb el bàsquet, que és l’esport que té millor tequilibri entre participació masculina i femenina”Josep Ramon Muro L'esperit principal de Globasket és la formació i que els participants puguin gaudir de noves experiències. “El nostre objectiu principal no és l’alt nivell de competició, nosaltres organitzem experiències participatives”Josep Ramon Muro Com diem, el primer torn del Globasket va començar ahir i s'allarga fins al 2 d'abril. Es tracta de la novena edició però els organitzadors ja preparen la pròxima, que serà el desè aniversari, amb diferents novetats i sorpreses.
Migration mellan Finland och Sverige har pågått ända sedan medeltiden. Andra världskriget drabbade Finland hårt med höga krigsskadestånd och förlorat territorium, medan Sverige efter kriget upplevde en snabb ekonomisk utveckling och utbyggd välfärd. En gemensam nordisk arbetsmarknad 1954 gjorde det ännu enklare att flytta över Bottenviken.Under 1960- och 1970-talet accelererade migrationen från Finland. Sverige lockade med arbete, högre löner och en mer utvecklad välfärd än i Finland. Och migrationen skulle toppa 1969-70 när tiotusentals finnar gör flytten på bara några månader. I dag bor cirka 733 000 personer med finländsk bakgrund i Sverige.I detta avsnitt av podden Historia Nu samtalar programledaren Urban Lindstedt med Jarmo Lainio, professor emeritus i finska vid Stockholms universitet, om finländarnas historia i Sverige. Han är redaktör för antologin Finländarnas historia i Sverige – I en ny tid 1995-2025 (2026).I dag flyttar relativt få från Finland till Sverige. Men under rekordåren såg det annorlunda ut. Hösten 1969 lämnar tiotusentals finländare sina hem på bara några månader och kliver rakt in i Sveriges industrisamhälle: löpande band, skiftjobb och en välfärdsstat som redan hunnit bli vardag. För många blir flytten en biljett ut ur trångboddhet och osäkerhet – men också in i ett nytt språk, ett nytt tempo och en ny arbetskultur.Mellan 1945 och 1990 kom omkring en halv miljon finländare till Sverige. Samtidigt har migrationen länge varit delvis cirkulär: många stannade några år och återvände. I dag bor cirka 733 000 personer med finländsk bakgrund i Sverige (ofta definierat som första till tredje generation).Redan under medeltid och tidigmodern tid etablerades finskspråkiga grupper i det som i dag är Sverige, tydligast i Tornedalen. I slutet på 1500-talet bjöd Karl IX in svedjebrukande skogsfinnarna till skogsbygder i bland annat Bergslagen och Värmland. Migrationen mellan Finland och Sverige har återkommande följt några huvudmönster: arbetskraftsrörlighet, handel i båda riktningar, flykt under krigstider och kolonisation.Under andra världskriget tog Sverige emot flyktingar – och inte minst finska krigsbarn. Det var en humanitär insats, men också en migrationsform som bar på trauma och som kom att påverka familjer i generationer.Efter 1945 gick Sverige in i en period av snabb tillväxt och arbetskraftsbrist, medan Finland brottades med återuppbyggnad och en hård strukturomvandling. När den nordiska arbetsmarknaden etablerades 1954 blev det dessutom betydligt enklare att flytta för arbete. I Finland minskade behovet av arbetskraft i skogs- och jordbruk, samtidigt som svensk industri skrek efter folk.Sverige lockade även med en mer utbyggd välfärdsstat. Folkpensionsreformen beslutades 1946 och trädde i kraft 1948, och ATP-systemet trädde i kraft 1960. I Finland reformerades folkpensionen 1956, och lagen om inkomstrelaterad pension för anställda trädde i kraft den 1 juli 1962.Under 1950-talet ökade invandringen gradvis. Men i slutet av 1960-talet växlar migrationen upp till historiskt höga nivåer. Samtidigt förändras geografin: en större andel kommer från norra Finland, och i Sverige går flytten i ökande grad till industriorter i mellersta Sverige och storstadsregionerna.Företag rekryterade aktivt – ibland utan tolk och med begränsad introduktion. Med tiden utvecklades mer organiserad inskolning och, på vissa arbetsplatser, material på finska.Bild: Många finska kvinnor kom till Borås under efterkrigstiden för att arbeta i stadens textil- och konfektionsindustri som Algots. Invandrade arbetare blev en viktig del av produktionen och av Borås utveckling som industristad. För många kvinnor innebar arbetet i fabrikerna både en försörjning och början på ett nytt liv i Sverige. Källa: Algots publicity dept. som vykort, skapad 1955. Upphovsrätt: Public Domain.Musik: “Saatuma” med Ari Roikola, SoundCloud, https://soundcloud.com/ari-roikola, Creative Commons.Klippare: Emanuel Lehtonen Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Un gegant amb tot el que aix
Kriget i Mellanöstern blir större. Regeringens politik gör att Sverige missar klimatmålen visar ny rapport. Finländarna lyckligast i världen. Aaron Lindström berättar om kraschen i Paralympics. Lyssna på alla avsnitt i Sveriges Radios app.
Kriget i Mellanöstern blir större. Regeringens politik gör att Sverige missar klimatmålen visar ny rapport. Finländarna lyckligast i världen. Aaron Lindström berättar om kraschen i Paralympics. Lyssna på alla avsnitt i Sveriges Radios app.
Més de 100 alumnes universitaris d'arreu d'Europa es troben fins aquest dissabte a Lloret de Mar. La trobada s'allarga una setmana en què aquests joves treballen casos d'àmbit financer, relacionats amb comptabilitat i fiscalitat. Una de les organitzadores d'aquesta activitat, Helena Benito, del departament d'Empresa de la Universitat de Girona (UdG), explica que “som una xarxa amb alumnes de 17 universitats de 15 països que cada any ens trobem una setmana, és la 26a edició”. Els joves universitaris es troben allotjats a l'hotel Guitart Central Park. Venen de països com Finlàndia, Portugal, Grècia, França, Polónia, Àustria o Hongria, entre d'altres. L'idioma en comú és l'anglès. “Formen 103 alumnes en grups de quatre persones, que no es coneixien entre ells, aixi aprenen també a gestionar les seves diferències culturals”, afegeix Benito. Als matins fan sessions de feina a l’hotel Guitart Central Park. Aquest grup de joves duu a terme sessions de treball als matins i a les tardes han anat a la Universitat de Girona, a un celler, a empreses i també visiten la destinació. La trobada es duu a terme cada any en un país diferent i en aquesta ocasió han triat Lloret de Mar. Els 103 joves, que cursen graus universitaris i màsters, van arribar el passat diumenge i marxen aquest dissabte.
Rodrigo Marçal é bacharel em Engenharia de Produção (FUMEC),mestrando na linha de pesquisa de Poéticas Tecnológicas (UFMG/ EBA) e formado em Teatro no centro de formação artística da Fundação Clóvis Salgado - Palácio das Artes de Belo Horizonte, Brasil.Ganhou os prêmios de melhor Iluminador Teatro Infantil do FETO - BH 2006 (“Putz, a menina que buscava o sol”) e o Usiminas SINPARC/MG de melhor iluminação em Dança de 2009 (“Dolores”– Mimulus Cia de Dança), 2010 (“Por um Fio” – Mimulus Cia de Dança), o COPASA/SINPARC de melhor iluminação Teatro Adulto 2013 (“Em louvor à vergonha – Diego Bagagal) e o Prêmio Cenym de melhoriluminação 2020("Órfãs de Dinheiro"- Inês Peixoto com direção de Eduardo Moreira). Além das indicações ao USIMINAS/SINPARC de melhor iluminação em Dança 2012 (“Entre” - Mimulus Cia de Dança) e o COPASA/SINPARC de melhor iluminação Teatro Adulto 2016 (“Ignorância” – Quatroloscinco Teatro do Comum).Atualmente é coordenador técnico do Grupo Galpão de Belo Horizonte/MG (desde 2013). Assinou a criação de luz dos espetáculos “De tempo somos”, “Cabaré Coragem” e, mais recentemente, “(Um) Ensaio sobre a Cegueira” em parceria com o diretor Rodrigo Portella. Como Lighting Manager esteve em diversos teatros do Brasil, Espanha, França, Estados Unidos, México, Colômbia, Holanda, Finlândia, Bélgica, Itália e Canadá.Fundador da PRISMA Soluções Cênicas, trabalha como Iluminador e técnico em iluminação cênica com companhias de dança, grupos de teatro, músicos, performers e artistas plásticos.Release:Uma epidemia de cegueira assola a cidade, privando seus habitantes de enxergar o mundo como antes. Tudo começa com um homem no trânsito, repentinamente cego. Rapidamente a condição se espalha e coloca à prova a moral, a ética e as noções de coletivo. Um encontro entre o Grupo Galpão e a obra de José Saramago, escritor português ganhador do Prêmio Nobel de Literatura.Ficha Técnica:DIREÇÃORodrigo PortellaDIRETORES ASSISTENTESGeorgina Vila Bruch e Paulo AndréDIREÇÃO MUSICAL, TRILHA ORIGINAL E PAISAGEM SONORAFederico PuppiCENOGRAFIAMarcelo Alvarenga - Play ArquiteturaFIGURINOGilma OliveiraINTERLOCUÇÃO DRAMATÚRGICABianca RamonedaILUMINAÇÃORodrigo Marçal e Rodrigo PortellaADEREÇOSRai BentoVISAGISMOGabriela DominguezDESENHO SONORO, PROGRAMAÇÃO E MIXAGEMFábio SantosASSISTÊNCIA DE DIREÇÃOZezinho ManciniASSISTÊNCIA DE FIGURINOCaroline MansoASSISTÊNCIA DE CENOGRAFIAVinícius BicalhoCONSTRUÇÃO CENÁRIOArtes Cênica ProduçõesCOSTURASDanny MaiaFOTOSIgor Cerqueira e Mateus LustosaREGISTRO E COBERTURA AUDIOVISUALLuiz Felipe FernandesCOMUNICAÇÃOLetícia Leiva e Fernanda LaraARTE GRÁFICAFilipe Lampejo e Rita DavisCONSULTORIA DE ACESSIBILIDADEOscar CapuchoOPERAÇÃO DE LUZRodrigo MarçalOPERAÇÃO DE SOMFábio SantosTÉCNICO DE PALCOWilliam BililiuASSISTENTE TÉCNICOWilliam TelesASSISTENTE DE PRODUÇÃOZazá CyprianoPRODUÇÃO EXECUTIVABeatriz RadicchiDIREÇÃO DE PRODUÇÃOGilma OliveiraPRODUÇÃOGrupo Galpão
No quarto dia do conflito no Médio Oriente, o exército israelita anunciou, esta terça-feira, o envio de forças terrestres para o sul do Líbano, depois de ter confirmado ataques aéreos simultâneos sobre Teerão e Beirute. Face à retaliação iraniana, o Departamento de Estado dos Estados Unidos recomendou a saída do pessoal diplomático não essencial e das respectivas famílias do Iraque, da Jordânia e do Bahrein, como medida de precaução perante o agravamento da situação na região. Em entrevista à RFI, João Henriques, vice-presidente do Observatório do Mundo Islâmico, analisa os objectivos estratégicos em jogo e sustenta que “não há uma única razão para estes ataques ao Irão”. Qual é o objectivo desta guerra? O objectivo desta guerra tem sido dúbio no discurso de Donald Trump. Tem havido diferentes cenários. Poderíamos dizer que o objectivo da guerra foi, até, mais por imposição de Israel: a queda do regime e, naturalmente, no seguimento disso, a criação de condições para que a liderança passasse para uma figura - não vou dizer imposta por Israel ou pelos Estados Unidos - mas para uma figura mais consensual e que alinhasse naturalmente nos propósitos de Israel e dos Estados Unidos. A outra ideia era decapitar completamente o regime, o que não aconteceu, embora ele tenha sido em parte já removido. Estou a falar da liderança iraniana. Mas não há, objectivamente, uma única razão para que estes ataques à República Islâmica do Irão estejam a acontecer. Vimos agora Ali Larijani [secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional] a dizer que não vai ceder a qualquer tipo de reforma. Ali Larijani é o homem com quem Donald Trump poderia negociar, o que leva a pensar que toda esta ofensiva não será capaz de derrubar este regime estruturado e autoritário… Não, não vai acontecer. Porque, se nós verificarmos o perfil dos nomes que são apontados como principais candidatos, o regime teocrático vai manter-se. E nenhum deles vai alinhar com cedências a Israel e aos Estados Unidos. Poderá haver, e há, elementos de uma linha mais branda, mas há determinados pontos que são comuns. Portanto, não há nenhuma cedência aos interesses do Ocidente. São essencialmente interesses de natureza económica e, naturalmente, a preservação de alguma influência política e até securitária na região, que tem estado a ser protagonizada por Israel. Vários Estados, como a Finlândia, a Noruega e a Colômbia, denunciaram um “ataque ilegal”. A Rússia fala em “agressão”. O Senegal condena o uso da força e países como a Suíça, a Irlanda e a Espanha pedem o respeito pelo direito internacional. Os Estados Unidos e Israel falam em “ataques preventivos”. Um ataque destes deveria ter sido lançado com a luz verde do Conselho de Segurança das Nações Unidas? Absolutamente. Este ataque, desde logo, deveria ter sido discutido, votado e eventualmente aprovado no Congresso norte-americano. Isso não aconteceu. A nível macro, as Nações Unidas deveriam ter uma voz activa nesta decisão bilateral, incluindo também Israel. Isto vai, de facto, contra aquilo que são as normas do direito internacional, que não contempla este tipo de intervenção. Trata-se, objectivamente, de uma agressão a um Estado soberano. E a Europa no meio disto tudo? A classe política europeia está dividida. De um lado, há aqueles que afirmam peremptoriamente que esta iniciativa - norte-americana e israelita - faz todo o sentido, porque estão a tentar decapitar as intervenções de um país que é considerado atentatório das liberdades e da paz. E há outros que defendem que tudo isto vai contra aquilo que é o direito internacional instituído e que já deixou de haver regras, porque há um protagonista chamado Donald Trump que decide de sua livre iniciativa, desrespeitando as instituições. O Irão retaliou, atacando não só cidades israelitas e bases norte-americanas, mas também alvos noutros Estados do Golfo, nomeadamente na Arábia Saudita, invocando a legítima defesa. Estes ataques são legais? Aqui volta a haver uma divisão, porque se trata de uma violação da soberania. Mas há o outro lado, que defende a tese iraniana: trata-se de um acto de legítima defesa, porque não estão a atacar a soberania desses países; estão a atacar território - entre aspas - norte-americano que se encontra nesses países. Estou a falar de bases militares que estão nesses países, incluindo Omã, que se disponibilizou para mediar o conflito. E as pessoas perguntam: se Omã está a querer mediar o conflito, porque é atacado? É atacado exactamente porque as forças ocidentais se encontram instaladas nesses territórios. E vai acontecer o mesmo no futuro. Eles vão continuar - estou a falar do Irão e, eventualmente, dos seus aliados, o Hezbollah e, mais a nível regional, os Houthis no Iémen - a atacar as bases norte-americanas. Mas é também uma forma de fazer pressão sobre os Estados Unidos para pararem com a ofensiva? Essa pressão, julgo, não vai ter grande sucesso junto de Donald Trump e, mais ainda, de Benjamin Netanyahu. Os Estados do Golfo poderão também invocar legítima defesa para responder aos ataques iranianos? Não acredito nessa possibilidade. Haverá manifestações públicas de ataque, manifestações de descontentamento e declarações relativas a uma agressão que não deveria ter acontecido, de qualquer maneira. A reacção dos Estados do Golfo perante os ataques iranianos é uma reacção perfeitamente legítima e constitui um motivo de discussão ao nível do direito internacional. O alastramento desta ofensiva já é visível entre Israel e o Líbano. De acordo com o último balanço, os ataques israelitas causaram 52 mortos e mais de 150 feridos. É real o risco de um conflito global? O conflito regional já existe. O risco global não é desejável. E eu, pessoalmente - e muitos analistas - não acreditamos que este conflito se globalize. Até porque, vejamos: o Hezbollah, a partir do Líbano, enviou mísseis para o norte de Israel. A reacção de Telavive é considerada normal e legítima. E isso provocou, de imediato, por parte do Presidente libanês, uma reacção dirigida naturalmente ao Hezbollah, para terminarem com essas agressões. E para entregarem as armas… Exactamente. O Hezbollah vai continuar a ser um apoio para o Irão. Não é crível que estes ataques sejam interrompidos. O Hezbollah vai continuar a atacar território israelita. Ainda sobre o Irão, o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira, 2 de Março, que não hesitaria em enviar tropas norte-americanas para o Irão. Donald Trump, que sempre se opôs às guerras, poderá enviar homens para o terreno? Homens para o terreno - como se diz, botas no terreno - é improvável. Até porque os Estados Unidos não estão a confrontar-se com um Estado como a Venezuela. A questão do Irão é bem diversa, muito arriscada e muito perigosa. Para já, porque estão mais preocupados - os Estados Unidos e Israel - em eliminar fisicamente determinadas figuras do que em trazê-las para o seu território para depois serem julgadas. Quais são os impactos desta guerra no Médio Oriente? Impactos económicos? Fala-se já do preço do petróleo, que disparou, e do encerramento do Estreito de Ormuz. A China é o principal país impactado? A China está preocupada, embora ainda não se tenha manifestado de forma contundente, e a Rússia também condenou os ataques. O preço do petróleo já vai na casa dos 100 dólares por barril. O Estreito de Ormuz foi fechado. Todavia, há a possibilidade de haver, por parte dos Estados Unidos, uma acção para eliminar esta intervenção iraniana no Estreito de Ormuz. De qualquer maneira, a China vai contribuir decisivamente para que haja um abrandamento e para que o Estreito de Ormuz seja reaberto. Mas a troco de contrapartidas; terá de ser negociado. A China vai continuar a resolver o problema com a importação de petróleo e gás, mas, naturalmente, vai sofrer as consequências também ao nível dos preços. Esta situação, dentro de dias, começará a fazer-se sentir, com os efeitos do encerramento do Estreito de Ormuz, e estou naturalmente a falar da economia a nível mundial.
Tot i ser de Finl
Levantamento da Transparência Internacional revela que o Brasil ficou em uma posição ruim no ranking global do Índice de Percepção da Corrupção.Em uma escala que vai até 100, o país teve 35 pontos em 2025, apenas um a mais que no ano anterior. A pontuação, abaixo da média mundial e até mesmo das Américas, deixa o Brasil na 107ª posição entre 182 países e territórios analisados. No topo do ranking estão Dinamarca, Finlândia e Singapura. O diretor de Jornalismo da CNN em Brasília, Daniel Rittner, o analista de Política da CNN Caio Junqueira e o diretor-executivo da Transparência Internacional no Brasil, Bruno Brandão, comentam o assunto.
Neste episódio do Pura Connection, André Bintang recebe Fabrício Gaia, treinador de elite, mestre em Jiu-Jitsu e MMA, e um verdadeiro guardião da essência marcial. Gaia compartilha sua jornada pelo mundo, da Finlândia à Tailândia, da luta à espiritualidade e revela como a arte marcial, quando vivida com consciência, pode transformar não só o corpo, mas também a alma.Um episódio que vai além da técnica. Uma conversa sobre propósito, ancestralidade, liderança e legado.
Hoje ouvimos três portugueses que escolheram novos horizontes: da Finlândia à Eslovénia, passando pela Alemanha. O Bruno, a Daniela e a Joana contam-nos histórias de coragem, de desafios e, sobretudo, de descoberta.
Hoje ouvimos três portugueses que escolheram novos horizontes: da Finlândia à Eslovénia, passando pela Alemanha. O Bruno, a Daniela e a Joana contam-nos histórias de coragem, de desafios e, sobretudo, de descoberta.
Ao escalar a crise em torno da Groenlândia, Donald Trump volta a aplicar seu método favorito: o caos. Desta vez, porém, o alvo são aliados históricos dos Estados Unidos. A reação europeia revela tanto o custo de anos de dependência estratégica quanto o início tardio de um despertar. Thomás Zicman de Barros, analista político Donald Trump tem método. Um método que vale tanto para a política interna quanto para a política externa. As duas coisas, aliás, se comunicam o tempo todo. O método de Trump é o caos. Um caos calculado. Ele rompe deliberadamente com regras de conduta, choca, provoca e abre múltiplas frentes simultaneamente para deixar seus adversários atordoados, reativos, sempre um passo atrás. Na última semana, esse método voltou a se manifestar de forma clara, agora contra aliados históricos dos Estados Unidos: a Europa. O objeto da disputa é a Groenlândia, território autônomo da Dinamarca que Trump afirma querer controlar, seja por meio da compra, seja, se necessário, pela força. Não é preciso dizer que os habitantes da Groenlândia não querem se tornar súditos dos Estados Unidos. Para além de um evidente fetiche expansionista, o interesse de Trump é estratégico. A Groenlândia tende a se tornar uma região-chave num mundo em aquecimento, num Ártico que em breve será navegável sem quebra-gelos e cada vez mais central nas disputas geopolíticas do século XXI. A escalada em torno da Groenlândia parece ter finalmente acordado os europeus. Eles começaram a sentir na própria pele as consequências da nova Estratégia de Segurança Nacional de Trump, já mencionada nesta coluna no final de 2025. A situação não deixa de ser curiosa. Duas semanas atrás, eu comentava aqui sobre como as chancelarias europeias haviam avalizado o bombardeio da Venezuela e o rapto de Nicolás Maduro. Macron, Starmer e outros líderes relativizavam a violação do direito internacional diante de um regime do qual desgostavam. O problema é que, quando Trump percebe que pode avançar impunemente, ele avança mais. Reclamar agora de “neocolonialismo” e “imperialismo”, como fez Macron, soa como uma indignação tardia. A dependência como armadilha histórica Se a América Latina continua sendo tratada como quintal, à Europa Trump reserva algo talvez ainda pior: o desprezo. Na sua visão, trata-se de um continente decadente, dependente dos Estados Unidos no quadro da OTAN, incapaz de se defender sozinho e, portanto, destinado a ser deixado à própria sorte. Até aqui, Trump parece ter tido razão sobre a Europa. Apesar de reunir países ricos, potências militares e até nucleares, com França e Reino Unido ocupando assentos permanentes no Conselho de Segurança da ONU, o continente parece à deriva. Falta liderança, falta coordenação. Nesse vazio, Trump circula com facilidade. Foi assim quando impôs tarifas no meio de 2025, diante das quais a Europa, em grande medida, se curvou. Ursula von der Leyen preferiu acariciar o ego do presidente americano a confrontá-lo. Tudo em nome de uma estabilidade que nunca veio. Ainda assim, alguns sinais indicam que os europeus começam a ensaiar uma saída desse relacionamento abusivo, uma tentativa de se libertar da dependência, para não dizer da vassalagem, em relação aos Estados Unidos. Diante das afirmações de Trump de que os EUA “precisam” da Groenlândia por razões de “segurança nacional”, países europeus enviaram forças militares à ilha na operação Arctic Endurance, com o objetivo de reforçar a soberania dinamarquesa e dissuadir qualquer ação direta americana. O envio de tropas é um gesto importante, mas insuficiente. A resposta europeia precisa ir além. É urgente estabelecer regras claras para aquisições militares, rompendo com compras historicamente favoráveis à indústria americana e fortalecendo uma base industrial e estratégica própria. Hoje, vários países europeus dependem do apoio logístico dos Estados Unidos até mesmo para operar seus próprios equipamentos militares, justamente porque esses sistemas são produzidos por empresas americanas. Reino Unido e França também precisam repensar suas estratégias de dissuasão nuclear – sobretudo os britânicos, que não dispõem de plena autonomia para operar suas próprias ogivas. Para que a Europa ganhe autonomia estratégica real, será necessário avançar, finalmente, para um acordo entre Ucrânia e Rússia, normalizando a questão fronteiriça a leste. Tal passo certamente encontrará resistências em Bruxelas, mas constitui uma condição preliminar para qualquer projeto de segurança europeia fora da tutela americana. De toda forma, se Washington está implodindo a OTAN por dentro ao ameaçar parceiros históricos, não faz sentido tentar convencê-lo do contrário por meio de novas concessões. Isso apenas reforça a posição de Trump. A batalha econômica que se aproxima Além da dimensão militar, há ainda uma frente raramente mencionada, mas decisiva: a financeira. Uma frente na qual Trump gosta de ameaçar, até agora sem réplica. No último sábado, diante do envio de tropas europeias à Groenlândia, Trump anunciou tarifas contra países europeus que mantêm presença militar no território ou se opõem à sua aquisição. Dinamarca, Reino Unido, França, Alemanha, Noruega, Holanda, Suécia e Finlândia estariam sujeitos a tarifas de 10 por cento já em fevereiro, chegando a 25 por cento em junho, caso não haja um acordo para a venda da Groenlândia aos Estados Unidos. Se os Estados Unidos apelam para ameaças comerciais e financeiras, a Europa deve responder com a mesma moeda. Ou melhor, com moedas mais sofisticadas. No último domingo, Macron e outros líderes europeus afirmaram que retaliarão caso novas tarifas sejam impostas. Mas o continente pode ir além. Por meio do Banco Central Europeu e de autoridades regulatórias, a Europa dispõe de mecanismos capazes de impor custos reais aos Estados Unidos. A venda estratégica de títulos do Tesouro americano e exigências prudenciais mais duras sobre papéis de longo prazo afetariam os juros e o dólar, sinalizando que o jogo mudou. Ceder diante de um bully é sempre o pior dos caminhos. A alternativa é manter-se firme e diversificar alianças. Alguns passos nessa direção já foram dados. A assinatura do acordo entre Mercosul e União Europeia após 25 anos de impasses, por exemplo, foi claramente impulsionada pela crescente desconfiança europeia quanto à previsibilidade do comércio com os Estados Unidos. Alguns líderes parecem ter entendido a gravidade do momento. Resta saber até que ponto estão dispostos a levar essa compreensão às últimas consequências, construindo uma estratégia europeia própria, ancorada em princípios, em instrumentos financeiros e militares independentes, e numa liderança que não tema isolar os Estados Unidos quando forem os próprios Estados Unidos a se isolar de seus parceiros históricos.
Os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão‑Cortina começam em 6 de fevereiro e prometem ser uma das edições mais grandiosas da história. Com novos esportes no programa e competições espalhadas pelo norte da Itália, o evento deve atrair 2 milhões de turistas para a região. Para o Brasil, a edição de 2026 marca um momento especial: pela primeira vez, o país chega aos Jogos de Inverno com atletas em condições reais de lutar por medalhas. Júlia Valente, correspondente da RFI em Milão Faltam menos de três semanas para o início dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina. Pela terceira vez, a Itália recebe o evento, que terá duas sedes principais: Milão e Cortina d'Ampezzo, nas Dolomitas, a cadeia montanhosa dos Alpes italianos. As competições indoor serão realizadas em Milão, enquanto as demais provas acontecem em diferentes localidades do norte do país, como Cortina, Bormio e Livigno. A edição de 2026 contará com 16 modalidades esportivas e a participação de aproximadamente 3.500 atletas de 93 países. Neste ano, o programa olímpico traz uma novidade: a estreia do esqui de montanha, conhecido como skimo. A expectativa é de uma grande audiência: cerca de 3 bilhões de pessoas devem acompanhar os Jogos em todo o mundo, enquanto mais de 2 milhões de turistas são esperados presencialmente ao longo das competições. No Brasil, porém, boa parte do público ainda desconhece que os Jogos de Inverno começam em breve. Os turistas Paulo e Maria Isabel, que estão de férias em Milão, se disseram surpresos ao descobrir que a cidade será sede do evento. Para eles, falta divulgação no Brasil. “Eu, que gosto muito de esporte, não sabia que seria aqui em Milão e achei muito interessante. É um lugar muito bom para receber esse tipo de evento. Que pena que acho que não vamos conseguir assistir aos jogos”, afirmou Paulo. Ainda há ingressos disponíveis. Os preços começam em € 30 (mais de R$ 180 na cotação atual), com opções mais acessíveis para modalidades como hóquei no gelo e curling. Já para assistir à cerimônia de abertura, marcada para 6 de fevereiro, o ingresso pode custar até € 2 mil (cerca de R$ 12 mil). O evento contará com apresentações de Laura Pausini, Mariah Carey e Andrea Bocelli. Para os que pretendem assistir presencialmente, o custo total pode ser alto. Segundo a Altroconsumo, entidade de defesa do consumidor na Itália, os preços de hospedagem chegam a quintuplicar no norte da Itália durante o período olímpico. A região da Valtellina, palco das provas de esqui acrobático e snowboard, registra os maiores aumentos, com um casal pagando em média € 1.659 (cerca de R$ 10 mil) por um fim de semana. A expectativa é de um expressivo impacto econômico para a região. Estimativas indicam um retorno de € 5,3 bilhões (mais de R$ 32 bilhões), considerando turismo imediato e futuro, consumo, serviços e os benefícios de longo prazo associados aos investimentos em infraestrutura, segundo o banco Ifis. Somente em obras de infraestrutura, tanto esportivas como públicas, foram investidos € 3,5 bilhões (R$ 21 bilhões). Grande parte desse legado deve permanecer após os Jogos. Em Milão, a Vila Olímpica, construída para abrigar 1.700 atletas, será convertida em moradia estudantil. A arena de hóquei, com capacidade para 16 mil espectadores, será transformada em um ginásio multiuso destinado a eventos esportivos e culturais. Mas a poucos dias do início dos Jogos, nem tudo está pronto. Alguns teleféricos em pistas de esqui seguem em obras, pousadas continuam em reformas e a própria arena de hóquei ainda não foi totalmente concluída. A organização agora enfrenta uma corrida contra o tempo para entregar todas as estruturas até o dia da abertura. Brasil chega a Milão-Cortina com chances de medalhas O Brasil disputa em 2026 sua décima participação em Jogos Olímpicos de Inverno, mas nunca conquistou uma medalha. Neste ano, no entanto, a expectativa é de mudar este cenário. “A gente diz que a medalha nunca esteve tão quente. Vamos sonhar até o último segundo, porque a gente se preparou. Temos atletas que estão entregando resultados históricos", disse Emílio Strapasson, Chefe de Missão do Brasil nos Jogos de Milão-Cortina, em uma apresentação na Câmara dos Deputados. "Não é uma questão de sorte, é uma questão de que a gente consegue realmente ver uma linha de crescimento e vamos chegar na Itália com uma chance real de medalha. A gente não é mais um intruso, a gente é um participante respeitado”, ressaltou. Dois atletas se destacam como protagonistas na busca por resultados inéditos. O principal nome é o esquiador Lucas Pinheiro Braathen, uma das grandes promessas do país em Milão-Cortina. Na temporada 2025/2026, ele já subiu ao pódio três vezes, com uma vitória e dois segundos lugares. Em novembro do ano passado, ele entrou para a história ao se tornar o primeiro brasileiro a vencer uma etapa da Copa do Mundo de Esqui Alpino, em Levi, na Finlândia e neste domingo (18), conquistou a medalha de prata na prova de slalom na etapa de Wengen, Suíça. Filho de pai norueguês e mãe brasileira, Lucas competiu pela Noruega até 2023. Após divergências com a federação norueguesa e um ano afastado das pistas, decidiu retornar ao esporte vestindo as cores do Brasil. Outro nome com potencial de pódio é Nicole Silveira, destaque no skeleton, prova em que o atleta desce pistas de gelo em alta velocidade deitado sobre um trenó, chegando a até 140 km/h. No último dia 9, Nicole conquistou a medalha de bronze na etapa de Saint-Moritz da Copa do Mundo. “Essa medalha é muito importante pra mim, porque acho que mostra que todo o esforço que eu estou fazendo é o caminho certo e que está tudo valendo a pena”, afirmou. A atleta teve uma evolução significativa ao longo da temporada. Nas quatro primeiras etapas do circuito, ficou fora do Top 10, mas conseguiu saltar para o décimo lugar no ranking mundial após o bronze na Suíça. “A temporada não começou muito do jeito que eu queria. As atletas que eu estou competindo contra, muitas têm mais experiência que eu. Então, eu estou tentando achar o atalho pra chegar no topo. E é ano olímpico, então todo mundo está bem forte”, disse Nicole. Com resultados expressivos e visibilidade crescente, o Brasil chega a Milão-Cortina vivendo o momento mais promissor de sua história nos esportes de inverno.
No Troféu Cocô dessa semana, Doug Bezerra (@dougbezerra) e André Rocca (@roccailustra) contam a experiência do trabalhador que foi para o México e viu um amigo encarar um terremoto dentro do banheiro.INSCULPT DA INSIDER: DESCONTO ESPECIAL COM O CUPOM FRANGOFINOArte do episódio por André Rocca.Apoie o Frango!!PIX: frangofinopodcast@gmail.comApoia.se: https://apoia.se/frangofinoOrelo: https://orelo.cc/frangofinoPatreon: https://patreon.com/frangofinoComentado no programa:Frango Fino 278 com a viagem do Rocca para FinlândiaCLIQUE AQUI E MANDE SUA HISTÓRIA NO WHATSAPP ou frangofinopodcast@gmail.com.Para falar com a gente:E-mail: frangofinopodcast@gmail.comInstagram: @frango.finoWhatsapp: 11 94547-3377
Onde se destaca o papel de liderança da Finlândia no combate à desinformação através de um sistema educativo que ensina literacia mediática desde os três anos de idade. Este esforço nacional resultou no topo do Índice de Literacia Mediática, demonstrando uma resiliência excecional contra a propaganda externa, especialmente a russa. Paralelamente, os textos abordam as tensões geopolíticas na Europa, com o presidente finlandês a servir de intermediário entre a Ucrânia e os Estados Unidos num cenário de incerteza sobre cessar-fogos. Enquanto as nações nórdicas fortalecem a sua segurança e educação, outros países europeus e os EUA enfrentam desafios crescentes com o ceticismo juvenil perante os meios de comunicação. O panorama global é ainda marcado pelo avanço da inteligência artificial, que exige novas estratégias para distinguir factos de conteúdos manipulados. Por fim, as fontes mencionam o regresso de programas educativos clássicos e as exigências de investimento militar no seio da NATO.
No último episódio da terceira temporada do podcast NARRATIVA, atravessamos o Tejo até à Ponta dos Corvos com Nuno Andrade, fotógrafo e arquitecto, para quem a margem é lugar de encontro, liberdade e pertença. Em PicNic, o autor revela gestos simples de convivência e celebração, transformando um território muitas vezes visto como periférico num espaço vivo de comunidade.Com exposições realizadas em Portugal, França, Finlândia e Índia, e depois de ter sido distinguido com o Prémio de Fotografia HSBC em 2019 — ano em que publica o seu primeiro livro — Nuno constrói um percurso consistente, marcado por um olhar persistente sobre a geografia humana que o rodeia. PicNic surge agora como um marco decisivo: o projecto vale-lhe o Prémio NARRATIVA – FUJIFILM, tornando-o o primeiro vencedor desta distinção dedicada à fotografia contemporânea em Portugal.Neste episódio, conversamos com o autor sobre fotografia como ferramenta de desconstrução de estigmas, sobre o trabalho no terreno e sobre o futuro deste projecto, que abre a programação anual da NARRATIVA com uma exposição individual com inauguração a 10 de Janeiro de 2026 — encerrando a temporada com um convite a repensar a ideia de margem e comunidade.Guião e moderação de Bárbara MonteiroEdição de som de Bárbara MonteiroJingle de António QuintinoDesign de Alex Paganelli
Como é viver o Natal longe de Portugal? Como se celebram estas datas fora do nosso país? Foi o que a Alice Vilaça perguntou ao Alberto Almeida no Luxemburgo, ao João Luís Lopes na Finlândia e à Susana Batalha na Alemanha
Como é viver o Natal longe de Portugal? Como se celebram estas datas fora do nosso país? Foi o que a Alice Vilaça perguntou ao Alberto Almeida no Luxemburgo, ao João Luís Lopes na Finlândia e à Susana Batalha na Alemanha
Há quase uma década na Finlândia, o João Luís Lopes escreve a sua história de português no mundo ao som da música e com amor à mistura. Conta qua a última década lhe ensinou a empatia por quem sai do seu país.
Há quase uma década na Finlândia, o João Luís Lopes escreve a sua história de português no mundo ao som da música e com amor à mistura. Conta qua a última década lhe ensinou a empatia por quem sai do seu país.
Hans Olsen, Scott Garrard & Coach Ron McBride Utah needs to find a way to get pressure on Cincinnati QB Is Kyle Whittingham feeling any pressure Vs. Cincinnati Finl predictions | BYU @ Texas Tech could be special matchup
Hour 1 the College football playoff gives BYU a chance at a national championship GameDay in town for Utah Vs. Cincinnati CFB weather report Hour 2 BYU success leading to other programs interest in Kalani Sitake and his coaching staff Ficklin or Dampier Hour 3 Utah needs to find a way to get pressure on Cincinnati QB Is Kyle Whittingham feeling any pressure Vs. Cincinnati Finl predictions | BYU @ Texas Tech could be special matchup
Na madrugada de 1960, um acampamento às margens do Lago Bodom, na Finlândia, terminou em tragédia: três adolescentes foram assassin4d0s e apenas um sobreviveu. Mais de 60 anos depois, o mistério dos assassinatos no Lago Bodom continua assombrando a história criminal da Europa.Instagram: @erikamirandas e @casosreaisoficialApoie o podcast e mande seu caso: https://apoia.se/casosreaishttps://casosreaispodcast.com.brRoteiro: Lucas AndriesEdição: Publi.tv - Produtora de vídeosFontes utilizadas no episódio:Wikipedia – Lake Bodom murders – https://en.wikipedia.org/wiki/Lake_Bodom_murdersAll That's Interesting – Lake Bodom Murders – https://allthatsinteresting.com/lake-bodom-murdersFrame Travel Roam Capture – Lake Bodom Murders – https://ftrc.blog/lake-bodom-murders/Imgur – Lake Bodom Murders Gallery – https://imgur.com/gallery/lake-bodom-murders-ToNesPeople – Lake Bodom Murders – https://people.com/lake-bodom-murders-finland-unsolved-11766458Yle.fi – Reportagens sobre o caso – https://yle.fi/a/7-1127355YouTube – Documentário 1 – https://www.youtube.com/watch?v=PAqnPEQiOpEYouTube – Documentário 2 – https://www.youtube.com/watch?v=5ujSsyEBgwE
Shaquille O'Neal vai estar no Lollapalooza 2026 e abrimos o Zone Cast 166 com essa, mas o papo foi além: Brasil campeão da AmeriCup masculina pela primeira vez desde 2009, EuroBasket 2025 com Alemanha dominante, Turquia e Finlândia surpreendendo, Grécia sólida, Israel e Polônia em alta e Luka Dončić aprontando das suas, apesar da Eslovênia não ser o que imaginávamos. Além disso, ainda falamos dos casos de racismo que mancharam o torneio e o US Open, o baseball confirmado para as Olimpíadas de 2032 em Brisbane e as mudanças da transmissão da NFL no Brasil com a Globo.Conversas do podcast00:00:23 - Abertura00:03:04 - Parte coxinha do podcast00:05:25 - Parceria com Missão Sports pro NFL Game em São Paulo00:07:30 - Quem é DJ Diesel?00:09:45 - Brasil campeão da AmeriCup 202500:15:13 - Eurobasket 2025: surpresas, decepções e tudo que você precisa saber00:40:55 - Casos de racismo no US Open e no Eurobasket00:50:08 - Baseball confirmado para Brisbane 203200:53:18 - Mudanças nas transmissões da NFL01:02:03 - Spoiler do próximo episódio01:02:47 - Encerramento
A Loggi firmou uma parceria inédita com a Uber para lançar o serviço de entregas nacionais direto pelo app da Uber. Agora, qualquer usuário da cidade de São Paulo (SP), além de Curitiba (PR) e Campinas (SP) pode enviar pacotes para mais de 5 mil cidades do Brasil sem precisar enfrentar filas ou deslocamentos, tudo com preços competitivos e rastreio em tempo real. No Podcast Canaltech, Marcelo Fischer conversa com Isadora Vecchi, head de Novos Negócios da Loggi, sobre os bastidores desse projeto, os testes em Campinas e Curitiba, os aprendizados com São Paulo e como a Lori, canal de atendimento com IA Generativa, foi criada pela Loggi. Você também vai conferir: Google Fotos agora edita suas imagens só com um pedido de texto, Motorola lança celular e fone de luxo com cristais no Brasil, Idoso morre após acreditar em relacionamento com chatbot da Meta, Google lança Pixel 10 com recarga magnética e câmera turbinada por IA e Finlândia lança programa para atrair profissionais brasileiros de TI. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Bruno de Blasi, Bruno Bertonzin, Nathan Vieira, Vinicius Moschen e Emanuele Almeida. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O presidente dos Estados Unidos recebeu Volodimir Zelensky para tratar da guerra entre Ucrânia e Rússia. Depois, eles se se reuniram com líderes da Otan, da União Europeia, da Alemanha, do Reino Unido, da França, da Itália e da Finlândia. Os convidados pressionaram por garantias de segurança para a Ucrânia e Trump anunciou o primeiro encontro de Zelensky e Vladimir Putin em três anos e meio de guerra. O ministro do STF Flávio Dino avisou aos bancos para não executarem ordens de governo estrangeiro sem autorização do Brasil. O governo brasileiro respondeu à acusação dos Estados Unidos e negou práticas desleais no comércio. Quadrilhas usam ônibus em barricadas para bloquear a ação policial no Rio. A Anatel mudou as regras de identificação de chamadas de telemarketing.
Quantia de 500 mil euros foi destinada à agência da ONU para distribuição de refeições para crianças no país africano de língua portuguesa; comida será fornecida a escolas primárias do Corredor de Nacala, na província de Nampula para evitar evasão escolar.
Finska vinterkriget inleddes med sovjetiska bombningar av Helsingfors i Finland den 30 november 1939 efter att Finland vägrat att acceptera krav på justeringar av gränsen. Sovjetunionens invasion sträckte sig från Barents hav i norr till Östersjön i söder.Röda armén var helt överlägsen i fråga om trupper och material, men de möttes av mycket hårt motstånd av de motiverade finska trupperna som kunde utnyttja terrängen till en gerillakrigsliknande taktik. Finnarna kämpade tappert i väntan på utländsk undsättning som aldrig kom.Detta är andra delen i en serie av sju om andra världskriget. Historia Nu:s programledare Urban Lindstedt samtalar med Martin Hårdstedt, professor i historia vid Umeå universitet.Josef Stalin ansåg att den sovjetiska industristaden Leningrad var hotad av potentiella militära angrepp genom Finland. Därför krävde Sovjetunionen i oktober 1939 att Finland skulle lämna ifrån sig Karelska näset, förstöra sina försvarsverk i öster och arrendera ut halvön Hangö till en sovjetisk flottbas. Finland avvisade dessa krav, vilket ledde till att Sovjetunionen beslutade att ta dessa områden med våld.Sovjetunionen hade över 500 000 soldater, 30 gånger fler flygplan och 200 gånger fler stridsvagnar än Finland. Finland hade en armé på 275 000 soldater, men saknade nödvändig militär utrustning.Fältmarskalk Mannerheim visste att Finland inte skulle kunna vinna kriget i traditionell mening. Hans strategi var därför att fördröja den sovjetiska invasionen så mycket att omvärlden skulle hinna komma till Finlands undsättning. Denna strategi fokuserade på att skydda Karelska näset och förhindra att Röda armén nådde Helsingfors.Finländarna använde en taktik som kallas "mottitaktiken", vilket innebar att de skar av de sovjetiska styrkornas förbindelser bakåt, anföll dem från sidorna och splittrade deras förband i mindre grupper. Denna taktik visade sig vara mycket framgångsrik och ledde till en rad finska segrar.Sverige förklarade sig icke-neutralt och blev icke-krigförande, vilket möjliggjorde omfattande materiellt stöd till Finland, inklusive vapen. Dessutom organiserade Sverige en frivilligkår för att hjälpa Finland.Trots det hårda motståndet och framgången med mottitaktiken, kunde Finland inte hålla emot den sovjetiska invasionen. Vid utgången av februari 1940 inleddes fredsunderhandlingar i Moskva. Fredsavtalet, även känt som Moskvafreden, undertecknades den 13 mars 1940. I enlighet med detta avtal avträdde Finland flera områden till Sovjetunionen, inklusive Karelska näset, Ladogakarelen och delar av Fiskarhalvön. Dessutom arrenderades Hangö udd till Sovjetunionen på trettio år.Bild: Finska skidsoldater under Vinterkriget 1939-40. Källa:SA-Kuva, Public DomainMusik: Njet Molotoff! Kampsång från finska vinterkriget, Youtube, Public Domain.Lyssna också på De finska soldaternas krigstrauman under andra världskriget. Vill du stödja podden och samtidigt höra ännu mer av Historia Nu? Gå med i vårt gille genom att klicka här: https://plus.acast.com/s/historianu-med-urban-lindstedt. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
As redes sociais instalaram-se nas nossas vidas, que importância têm na vida dos portugueses no mundo? Pergunta para a Carolina, para o Francisco e para a Glória. Vamos até ao Japão com escalas na Finlândia e na Alemanha
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Começa o ano e as recomendações internacionais de alimentação saudável já foram emitidas. Pelo menos pela Finlândia e EUA. Mariana Chaves detalha e resume o que todos poderíamos aplicar em casa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Fronteiras no Tempo: Giro Histórico em seu 35º episódio traz, na voz de Willian Spengler, a história dos ataques a Rovaniemi, na Finlândia, que hoje é conhecida como a terra do Papai Noel, que foi um dos alvos da operação Barbarossa na 2ª Guerra Mundial. Na sequência C. A. faz a retrospectiva do Fronteiras no Tempo em 2024, ano que o podcast completou 10 anos. Artes do episódio: Augusto Carvalho Mencionado no Episódio Como Rovaniemi, na Finlândia, renasceu das cinzas até virar a terra do Papai Noel A Batalha da Lapônia Financiamento Coletivo Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo INSCREVA-SE PARA PARTICIPAR DO HISTORICIDADE O Historicidade é o programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo: um podcast de história. O objetivo principal é realizar divulgação científica na área de ciências humanas, sociais e de estudos interdisciplinares com qualidade. Será um prazer poder compartilhar o seu trabalho com nosso público. Preencha o formulário se tem interesse em participar. Link para inscrição: https://forms.gle/4KMQXTmVLFiTp4iC8 Selo saberes históricos Agora o Fronteiras no Tempo tem o selo saberes históricos. O que é este selo? “O Selo Saberes Históricos é um sinal de reconhecimento atribuído a:● Práticas de divulgação de saberes ou produções de conteúdo histórico ou historiográfico● Realizadas em redes sociais ou mídias digitais, voltadas para públicos mais amplos e diversificados● Comprometidas com valores científicos e éticos.”Saiba mais: https://www.forumsabereshistoricos.com/ Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Instagram Contato fronteirasnotempo@gmail.com Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo: Giro Histórico #35 Nazistas vs Papai Noel e Retrospectiva 2024. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva e Willian Spengler. [S.l.] Portal Deviante, 30/12/2024. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=64158&preview=true Expediente Produção Geral, Host e Edição: C. A. Arte do Episódio: Augusto Carvalho Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, João Luiz Farah Rayol Fontoura, Juliana Zweifel, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.
À boleia da ciência a Isabel Castanho saiu de Portugal em 2009. Primeiro a Finlândia, depois Inglaterra e desde 2021 os EUA. Numa palavra, uma experiência que se resume na resiliência.
Após escalada em invasão russa na Ucrânia, Suécia, Noruega e Finlândia distribuem guias orientando população para o que fazer em situações de guerra ou crise.
A minha irmã vive na Finlândia e recebeu um panfleto sobre como se preparar para uma guerra. A minha filha de 12 anos está assustada. Como posso falar com ela sobre isto? Podes deixar as tuas questões aqui. De quinze em quinze dias, às 13h00, em direto no Instagram Descobre-nos em Parentalidade Positiva!