Podcasts about totalmente

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Mañanas BLU con Néstor Morales
Mauricio Cárdenas por salario mínimo: "Esto es totalmente político; de eso tan bueno no dan tanto"

Mañanas BLU con Néstor Morales

Play Episode Listen Later Dec 30, 2025 23:49


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Restauracion
Entre Libros - 004 Rendido Totalmente - Claudio Freidzon

Restauracion

Play Episode Listen Later Dec 23, 2025 6:39


Entre Libros - 004 Rendido Totalmente - Claudio Freidzon by CCRTV

Estudo diario do Tanya Com Rabino Michaan
Tanya 3 Tevet Cap 6 Parte 2 -A Sitra Achra,lado oposto a santidade e as 3 Klipot totalmente impuras

Estudo diario do Tanya Com Rabino Michaan

Play Episode Listen Later Dec 23, 2025 30:01


Tanya 3 Tevet Cap 6 Parte 2 -A Sitra Achra,lado oposto a santidade e as 3 Klipot totalmente impuras

Cautivante Podcast
Los que se acercaban a Jesús, pero no se entregaron totalmente.

Cautivante Podcast

Play Episode Listen Later Dec 19, 2025 32:55


Los que se acercaban a Jesús, pero no se entregaron totalmente. by Cautivante Podcast

Morde e Assopra
Morde e Assopra - 18-12-25 - MORDE E ASSOPRA - TOTALMENTE CANCELADAS

Morde e Assopra

Play Episode Listen Later Dec 18, 2025


18-12-25 - Morde e Assopra - Totalmente Canceladas

Restauracion
Entre Libros - 003 Rendido Totalmente - Claudio Freidzon

Restauracion

Play Episode Listen Later Dec 16, 2025 6:58


Entre Libros - 003 Rendido Totalmente - Claudio Freidzon by CCRTV

WGospel.com
Confio totalmente em Ti, Pai!

WGospel.com

Play Episode Listen Later Dec 15, 2025 1:46


Oro Por Você 03005 – 15 de dezembro de 2025 Pai, houve momentos em minha vida em que não recebi o que pedi em oração e fiquei muito triste por causa disso. Sei, porém, que o Senhor é minha única esperança e, conforme ando Contigo, darás o que deseja que eu tenha e removerá o que não deseja encontrar em mim. Ó Deus, ajuda-me a confiar totalmente no Senhor, aconteça o que acontecer, e a me lembrar de que, ao depositar minhas esperanças em Ti, nunca serei impedido de receber as bênçãos que, tão carinhosamente, tens reservado para mim. Encha meu coração de ânimo, confiança e esperança. Da certeza de que sempre sabes o melhor. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as orações diárias do Oro Por Você: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99797 2727 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Conheça nosso novo portal de oração: www.oroporvoce.com.br -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: https://t.me/tempoderefletir . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: https://www.whatsapp.com/channel/0029Va9r7v8G8l5NcIiafZ2V . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes

Morde e Assopra
Morde e Assopra - 11-12-25 - MORDE E ASSOPRA - TOTALMENTE CANCELADAS e FABIO RABIN

Morde e Assopra

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025


11-12-25 - Morde e Assopra - Totalmente Canceladas & Fabio Rabin

Restauracion
Entre Libros - 005 Rendido Totalmente - Claudio Freidzon

Restauracion

Play Episode Listen Later Dec 10, 2025 9:31


Entre Libros - 005 Rendido Totalmente - Claudio Freidzon by CCRTV

Restauracion
Entre Libros - 001 Rendido Totalmente - Claudio Freidzon

Restauracion

Play Episode Listen Later Dec 10, 2025 8:00


Entre Libros - 001 Rendido Totalmente - Claudio Freidzon by CCRTV

Restauracion
Entre Libros - 002 Rendido Totalmente - Claudio Freidzon

Restauracion

Play Episode Listen Later Dec 10, 2025 7:58


Entre Libros - 002 Rendido Totalmente - Claudio Freidzon by CCRTV

Oxigênio
#207 – Especial: A cobertura jornalística na COP30

Oxigênio

Play Episode Listen Later Dec 9, 2025 38:16


No episódio de hoje, você escuta uma conversa um pouco diferente: um bate-papo com as pesquisadoras Germana Barata e Sabine Righetti, ambas do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor). Elas estiveram na COP30 e conversaram com Mayra Trinca sobre a experiência de cobrir um evento ambiental tão relevante e sobre quais foram os pontos fortes da presença da imprensa independente.  __________________________________________________________________________________ TRANSCRIÇÃO [música] Mayra: Olá, eu sou a Mayra, você já deve me conhecer aqui do Oxigênio. Hoje a gente vai fazer uma coisa um pouquinho diferente do que vocês estão acostumados. E eu trouxe aqui duas pesquisadoras do LabJor pra contar um pouquinho da experiência delas na COP30, que rolou agora em novembro. Então vai ser um episódio um pouco mais bate-papo, mas eu prometo que vai ficar legal. Vou pedir pra elas se apresentarem e a gente já começa a conversar. Então eu estou com a Germana Barata e a Sabine Righetti, que são pesquisadoras aqui do Labjor. Germana, se apresenta pra gente, por favor. Germana: Olá, pessoal, eu sou a Germana. Obrigada, Maíra, pelo convite pra estar aqui com vocês no Oxigênio. Eu sou pesquisadora do LabJor, do aula também por aqui, e tenho coordenado aí uma rede de comunicação sobre o oceano, que é a Ressou Oceano, que é o motivo da minha ida pra COP30.Então a gente vai ter a oportunidade de contar um pouquinho do que foi essa aventura na COP30. Mayra: Agora, Sabine, se apresenta pra gente, por favor. Sabine: Oi, pessoal, um prazer estar aqui. Sou pesquisadora aqui no LabJor, ouvinte do Oxigênio, e trabalho entendendo como que o conhecimento científico é produzido e circula na sociedade, sobretudo pela imprensa. Então esse foi um assunto central na COP lá em Belém. [vinheta]  Mayra: Eu trouxe a Sabine e a Germana, porque, bom, são pesquisadoras do Labjor que foram pra COP, mas pra gente conhecer um pouquinho o porquê que elas foram até lá a partir das linhas de interesse e de pesquisa. Então, meninas, contem pra gente por que vocês resolveram ir até a COP e o que isso está relacionado com as linhas de trabalho de vocês. Germana: Bom, acho que uma COP no Brasil, no coração da Amazônia, é imperdível por si.  Sabine: Não tinha como não ir.  Germana: Não, não tinha. E como eu atuo nessa área da comunicação sobre o oceano pra sociedade, esse é um tema que a comunidade que luta pela saúde do oceano tem trabalhado com muito afinco para que o oceano tenha mais visibilidade nos debates sobre mudanças climáticas. Então esse foi o motivo que eu percebi que era impossível não participar dessa grande reunião. Enfim, também numa terra onde eu tenho família, Belém do Pará é a terra do meu pai, e uma terra muito especial, uma cidade muito especial, eu acho que por tantos motivos era imperdível realmente essa experiência na COP. Sabine: Voltamos todas apaixonadas por Belém. O pessoal extremamente acolhedor, a cidade incrível, foi maravilhoso. Eu trabalho tentando compreender como a ciência, conhecimento científico, as evidências circulam na sociedade, na sociedade organizada. Então entre jornalistas, entre tomadores de decisão, entre grupos específicos. E no meu entendimento a COP é um espaço, é um grande laboratório sobre isso, porque a ciência já mostrou o que está acontecendo, a ciência já apontou, aliás faz tempo que os cientistas alertam, e que o consenso científico é muito claro sobre as mudanças climáticas. Então o que falta agora é essa informação chegar nos grupos organizados, nos tomadores de decisão, nas políticas públicas, e quem pode realmente bater o martelo e alterar o curso das mudanças climáticas. Claro que a gente precisa de mais ciência, mas a gente já sabe o que está acontecendo. Então me interessou muito circular e entender como que a ciência estava ou não. Porque muitos ambientes, as negociações, os debates, eles traziam mais desinformação ou falsa controvérsia do que a ciência em si. Germana: E é a primeira vez que a COP abrigou um pavilhão de cientistas. Então acho que esse é um marco, tanto para cientistas quanto outros pavilhões, outras presenças que foram inéditas ou muito fortes na COP, como dos povos indígenas ou comunidades tradicionais, mas também de cientistas, que antes, claro, os cientistas sempre foram para as COPs, mas iam como individualmente, vamos dizer assim. Sabine: Para a gente entender, quem não tem familiaridade com COP, os pavilhões, e isso eu aprendi lá, porque eu nunca tinha participado de uma COP, os pavilhões são como se fossem grandes estandes que têm uma programação própria e acontecem debates e manifestações, eventos diversos, culturais, enfim. Então a zona azul, que a gente chama, que é a área central da COP, onde tem as discussões, as tomadas de decisão, tem um conjunto de pavilhões. Pavilhões de países, pavilhões de temas. Oceanos também foi a primeira vez, né? Germana: Não foi a primeira vez, foi o terceiro ano, a terceira COP, mas estava enorme, sim, para marcar a presença. Mayra: O Oceano foi a primeira vez que estava na Blue Zone ou antes ele já estava na zona azul também? Germana: Ele já estava na Blue Zone, já estava na zona azul, é a terceira vez que o Oceano está presente como pavilhão, mas é a primeira vez que o Oceano realmente ocupou, transbordou, digamos assim, os debates, e os debates, incluindo o Oceano, acabaram ocupando, inclusive, dois dias oficiais de COP, que foram os dias 17 e 18, na programação oficial das reuniões, dos debates. Então é a primeira vez que eu acho que ganha um pouco mais de protagonismo, digamos assim. Mayra: E vocês participaram de quais pavilhões? Porque a gente tem o pavilhão dos Oceanos, tinha um pavilhão das universidades, que inclusive foi organizado por pesquisadores da Unicamp, não necessariamente aqui do Labjor, mas da Unicamp como um todo, e eu queria saber por quais pavilhões vocês passaram. Germana, com certeza, passou pelo do Oceano, mas além do Oceano, quais outros? Vocês passaram por esse das universidades? Como é que foi? Sabine: Eu apresentei um trabalho nesse contexto dos pavilhões, como espaço de discussão e de apresentações, eu apresentei um resultado de um trabalho que foi um levantamento de dados sobre ponto de não retorno da Amazônia com ajuda de inteligência artificial. Eu tenho trabalhado com isso, com leitura sistemática de artigos científicos com ajuda de inteligência artificial e tenho refletido como a gente consegue transformar isso numa informação palatável, por exemplo, para um tomador de decisão que não vai ler um artigo, muito menos um conjunto de artigos, e a gente está falando de milhares. Eu apresentei no pavilhão que a gente chamava de pavilhão das universidades que tinha um nome em inglês que era basicamente a Educação Superior para a Justiça Climática. Ele foi organizado institucionalmente pela Unicamp e pela Universidade de Monterrey, no México, e contou com falas e debates de vários cientistas do mundo todo, mas esse não era o pavilhão da ciência. Tinha o pavilhão da ciência e tinha os pavilhões dos países, os pavilhões temáticos, caso de oceanos, que a gente comentou. Então, assim, eu circulei em todos, basicamente. Me chamou muita atenção o dos oceanos, que de fato estava com uma presença importante, e o pavilhão da China, que era o maior dos pavilhões, a maior delegação, os melhores brindes. Era impressionante a presença da China e as ausências. Os Estados Unidos, por exemplo, não estava, não tinha o pavilhão dos Estados Unidos. Então, as presenças e as ausências também chamam a atenção.  Mayra: Tinha o pavilhão do Brasil?  Sabine: Tinha. Germana: Tinha um pavilhão maravilhoso.  Sabine: Maravilhoso e com ótimo café. Germana: É, exatamente.  Sabine: Fui lá várias vezes tomar um café.  Germana: Inclusive vendendo a ideia do Brasil como um país com produtos de qualidade,né, que é uma oportunidade de você divulgar o seu país para vários participantes de outros países do mundo. E acho que é importante a gente falar que isso, que a Sabine está falando dos pavilhões, era zona azul, ou seja, para pessoas credenciadas. Então, a programação oficial da COP, onde as grandes decisões são tomadas, são ali.  Mas tinha a zona verde, que também tem pavilhões, também tinha pavilhão de alguns países, mas, sobretudo, Brasil, do Estado do Pará, de universidades etc., que estava belíssimo, aberta ao público, e também com uma programação muito rica para pessoas que não necessariamente estão engajadas com a questão das mudanças… Sabine: Muito terceiro setor.  Germana: Exatamente.  Sabine: Movimentos sociais. Germana: E fora a cidade inteira que estava, acho que não tem um belenense que vai dizer o que aconteceu aqui essas semanas, porque realmente os ônibus, os táxis, o Teatro da Paz, que é o Teatro Central de Belém, todos os lugares ligados a eventos, mercados, as docas… Sabine: Museus com programação. Germana: Todo mundo muito focado com programação, até a grande sorveteria maravilhosa Cairu, que está pensando inclusive de expandir aqui para São Paulo, espero que em breve, tinha um sabor lá, a COP30. Muito legal, porque realmente a coisa chegou no nível para todos.  Mayra: O que era o sabor COP30? Fiquei curiosa.  Sabine: O de chocolate era pistache.  Germana: Acho que era cupuaçu, pistache, mais alguma coisa. Sabine: Por causa do verde. É que tinha bombom COP30 e tinha o sorvete COP30, que tinha pistache, mas acho que tinha cupuaçu também. Era muito bom. Germana: Sim, tinha cupuaçu. Muito bom! Mayra: Fiquei tentada com esse sorvete agora. Só na próxima COP do Brasil.  [música] Mayra: E para além de trabalho, experiências pessoais, o que mais chamou a atenção de vocês? O que foi mais legal de participar da COP? Germana: Eu já conheci a Belém, já fui algumas vezes para lá, mas fazia muitos anos que eu não ia. E é incrível ver o quanto a cidade foi transformada em relação à COP. Então, a COP deixa um legado para os paraenses. E assim, como a Sabine tinha dito no começo, é uma população que recebeu todos de braços abertos, e eu acho que eu estava quase ali como uma pessoa que nunca tinha ido para Belém. Então, lógico que a culinária local chama muito a atenção, o jeito dos paraenses, a música, que é maravilhosa, não só o carimbó, as mangueiras dando frutos na cidade, que é algo que acho que chama a atenção de todo mundo, aquelas mangas caindo pela rua. Tem o lado ruim, mas a gente estava vendo ali o lado maravilhoso de inclusive segurar a temperatura, porque é uma cidade muito quente. Mas acho que teve todo esse encanto da cultura muito presente numa reunião que, há muitos anos atrás, era muito diplomática, política e elitizada. Para mim, acho que esse é um comentário geral, que é uma COP que foi muito aberta a muitas vozes, e a cultura paraense entrou ali naturalmente por muitos lugares. Então, isso foi muito impressionante. Sabine: Concordo totalmente com a Germana, é uma cidade incrível. Posso exemplificar isso com uma coisa que aconteceu comigo, que acho que resume bem. Eu estava parada na calçada esperando um carro de transporte, pensando na vida, e aí uma senhora estava dirigindo para o carro e falou: “Você é da COP? Você está precisando de alguma coisa?” No meio da rua do centro de Belém. Olhei para ela e falei, Moça, não estou acostumada a ter esse tipo de tratamento, porque é impressionante. O acolhimento foi uma coisa chocante, muito positiva. E isso era um comentário geral. Mas acho que tem um aspecto que, para além do que estávamos falando aqui, da zona azul, da zona verde, da área oficial da COP, como a Germana disse, tinha programação na cidade inteira. No caso da COP de Belém, acho que aconteceu algo que nenhuma outra COP conseguiu proporcionar. Por exemplo, participei de um evento completamente lateral do terceiro setor para discutir fomento para projetos de jornalismo ligados à divulgação científica. Esse evento foi no barco, no rio Guamá que fala, né? Guamá. E foi um passeio de barco no pôr do sol, com comida local, com banda local, com músicos locais, com discussão local, e no rio. É uma coisa muito impressionante como realmente você sente a cidade. E aquilo tem uma outra… Não é uma sala fechada.Estamos no meio de um rio com toda a cultura que Belém oferece. Eu nunca vou esquecer desse momento, dessa discussão. Foi muito marcante. Totalmente fora da programação da COP. Uma coisa de aproveitar todo mundo que está na COP para juntar atores sociais, que a gente fala, por uma causa comum, que é a causa ambiental. Mayra: Eu vou abrir um parênteses e até fugir um pouco do script que a gente tinha pensado aqui, mas porque ouvindo vocês falarem, eu fiquei pensando numa coisa. Eu estava essa semana conversando com uma outra professora aqui do Labjor, que é a professora Suzana. Ouvintes, aguardem, vem aí esse episódio. E a gente estava falando justamente sobre como é importante trazer mais emoção para falar de mudanças climáticas. Enfim, cobertura ambiental, etc. Mas principalmente com relação a mudanças climáticas.  E eu fiquei pensando nisso quando vocês estavam falando. Vocês acham que trazer esse evento para Belém, para a Amazônia, que foi uma coisa que no começo foi muito criticada por questões de infraestrutura, pode ter tido um efeito maior nessa linha de trazer mais encanto, de trazer mais afeto para a negociação. Germana: Ah, sem dúvida.  Mayra: E ter um impacto que em outros lugares a gente não teria. Germana: A gente tem que lembrar que até os brasileiros desconhecem a Amazônia. E eu acho que teve toda essa questão da dificuldade, porque esses grandes eventos a gente sempre quer mostrar para o mundo que a gente é organizado, desenvolvido, enfim. E eu acho que foi perfeita a escolha. Porque o Brasil é um país desigual, riquíssimo, incrível, e que as coisas podem acontecer. Então a COP, nesse sentido, eu acho que foi também um sucesso, mesmo a questão das reformas e tudo o que aconteceu, no tempo que tinha que acontecer, mas também deu um tom diferente para os debates da COP30. Não só porque em alguns momentos da primeira semana a Zona Azul estava super quente, e eu acho que é importante quem é do norte global entender do que a gente está falando, de ter um calor que não é o calor deles, é um outro calor, que uma mudança de um grau e meio, dois graus, ela vai impactar, e ela já está impactando o mundo, mas também a presença dos povos indígenas eu acho que foi muito marcante. Eu vi colegas emocionados de falar, eu nunca vi tantas etnias juntas e populações muito organizadas, articuladas e preparadas para um debate de qualidade, qualificado. Então eu acho que Belém deu um outro tom, eu não consigo nem imaginar a COP30 em São Paulo. E ali teve um sentido tanto de esperança, no sentido de você ver quanto a gente está envolvida, trabalhando em prol de frear essas mudanças climáticas, o aquecimento, de tentar brecar realmente um grau e meio o aquecimento global. Mas eu acho que deu um outro tom. Sabine: Pegou de fato no coração, isso eu não tenho a menor dúvida. E é interessante você trazer isso, porque eu tenho dito muito que a gente só consegue colar mensagem científica, evidência, se a gente pegar no coração. Se a gente ficar mostrando gráfico, dado, numa sala chata e feia e fechada, ninguém vai se emocionar. Mas quando a gente sente a informação, isso a COP30 foi realmente única, histórica, para conseguir trazer esse tipo de informação emocional mesmo. [música] Mayra: E com relação a encontros, para gente ir nossa segunda parte, vocês encontraram muita gente conhecida daqui do Labjor, ou de outros lugares. O que vocês perceberam que as pessoas estavam buscando na COP e pensando agora em cobertura de imprensa? Porque, inclusive, vocês foram, são pesquisadoras, mas foram também junto com veículos de imprensa. Germana: Eu fui numa parceria com o jornal (o) eco, que a gente já tem essa parceria há mais de dois anos. A Ressou Oceano tem uma coluna no (o) eco. Portanto, a gente tem um espaço reservado para tratar do tema oceano. Então, isso para a gente é muito importante, porque a gente não tem um canal próprio, mas a gente estabeleça parcerias com outras revistas também. E o nosso objetivo realmente era fazer mais ou menos uma cobertura, estou falando mais ou menos, porque a programação era extremamente rica, intensa, e você acaba escolhendo temas onde você vai se debruçar e tratar. Mas, comparando com a impressão, eu tive na COP da biodiversidade, em 2006, em Curitiba, eu ainda era uma estudante de mestrado, e uma coisa que me chamou muito a atenção na época, considerando o tema biodiversidade, era a ausência de jornalistas do norte do Brasil. E, para mim, isso eu escrevi na época para o Observatório de Imprensa, falando dessa ausência, que, de novo, quem ia escrever sobre a Amazônia ia ser o Sudeste, e que, para mim, isso era preocupante, e baixa presença de jornalistas brasileiros também, na época.  Então, comparativamente, essa COP, para mim, foi muito impressionante ver o tamanho da sala de imprensa, de ver, colegas, os vários estúdios, porque passávamos pelos vários estúdios de TV, de várias redes locais, estaduais e nacionais. Então, isso foi muito legal de ver como um tema que normalmente é coberto por poucos jornalistas especializados, de repente, dando o exemplo do André Trigueiro, da Rede Globo, que é um especialista, ele consegue debater com grandes cientistas sobre esse tema, e, de repente, tinha uma equipe gigantesca, levaram a abertura dos grandes jornais para dentro da COP. Isso muda, mostra a relevância que o evento adquiriu. Também pela mídia, e mídia internacional, com certeza.  Então, posso falar depois de uma avaliação que fizemos dessa cobertura, mas, a princípio, achei muito positivo ver uma quantidade muito grande de colegas, jornalistas, e que chegou a quase 3 mil, foram 2.900 jornalistas presentes, credenciados. Sabine: E uma presença, os veículos grandes, que a Germana mencionou, internacionais, uma presença também muito forte de veículos independentes. O Brasil tem um ecossistema de jornalismo independente muito forte, que é impressionante, e, inclusive, com espaços consideráveis. Novamente, para entender graficamente, a sala de imprensa é gigantesca em um evento desse, e tem alguns espaços, algumas salas reservadas para alguns veículos. Então, veículos que estão com uma equipe muito grande têm uma sala reservada, além dos estúdios, de onde a Globo entrava ao vivo, a Andréia Sadi entrava ao vivo lá, fazendo o estúdio i direto da COP, enfim. Mas, dentro da sala de imprensa, tem salas reservadas, e algumas dessas salas, para mencionar, a Amazônia Vox estava com uma sala, que é um veículo da região norte de jornalismo independente, o Sumaúma estava com uma sala, o Sumaúma com 40 jornalistas, nessa cobertura, que também… O Sumaúma é bastante espalhado, mas a Eliane Brum, que é jornalista cofundadora do Sumaúma, fica sediada em Altamira, no Pará. Então, é um veículo nortista, mas com cobertura no país todo e, claro, com olhar muito para a região amazônica. Então, isso foi, na minha perspectiva, de quem olha para como o jornalismo é produzido, foi muito legal ver a força do jornalismo independente nessa COP, que certamente foi muito diferente. Estava lá o jornalismo grande, comercial, tradicional, mas o independente com muita força, inclusive alguns egressos nossos no jornalismo tradicional, mas também no jornalismo independente. Estamos falando desde o jornalista que estava lá pela Superinteressante, que foi nossa aluna na especialização, até o pessoal do Ciência Suja, que é um podcast de jornalismo independente, nosso primo aqui do Oxigênio, que também estava lá com um olhar muito específico na cobertura, olhando as controvérsias, as falsas soluções. Não era uma cobertura factual. Cada jornalista olha para aquilo tudo com uma lente muito diferente. O jornalismo independente, o pequeno, o local, o grande, o internacional, cada um está olhando para uma coisa diferente que está acontecendo lá, naquele espaço em que acontece muita coisa. [som de chamada]  Tássia: Olá, eu sou a Tássia, bióloga e jornalista científica. Estou aqui na COP30, em Belém do Pará, para representar e dar voz à pauta que eu trabalho há mais de 10 anos, que é o Oceano.  Meghie: Oi, gente, tudo bem? Meu nome é Meghie Rodrigues, eu sou jornalista freelancer, fui aluna do Labjor. Estamos aqui na COP30, cobrindo adaptação. Estou colaborando com a Info Amazônia, com Ciência Suja. Pedro: Oi, pessoal, tudo bem? Eu sou Pedro Belo, sou do podcast Ciência Suja, sou egresso do LabJor, da turma de especialização. E a gente veio para cobrir um recorte específico nosso, porque a gente não vai ficar tanto em cima do factual ali, do hard news, das negociações. A gente veio buscar coisas que, enfim, picaretagens, coisas que estão aí, falsas soluções para a crise climática. Paula: Eu sou Paula Drummond, eu sou bióloga e eu fiz jornalismo científico. Trabalho nessa interface, que é a que eu sempre procurei, de ciência tomada de decisão, escrevendo policy briefs. [música]  Mayra: Acho que esse é um ponto forte para tratarmos aqui, que vai ser o nosso encerramento, falar um pouco da importância desses veículos independentes na COP, tanto do ponto de vista de expandir a cobertura como um todo, da presença mesmo de um grande número de jornalistas, quanto das coberturas especializadas. Então, eu queria saber qual é a avaliação que vocês fizeram disso, se vocês acham que funcionou, porque a gente teve muita crítica com relação à hospedagem, isso e aquilo. Então, ainda tivemos um sucesso de cobertura de imprensa na COP? Isso é uma pergunta. E por que é importante o papel desses veículos independentes de cobertura? Germana: Eu, falando por nós, da Ressoa Oceano, o Oceano é ainda pouco coberto pela mídia, mas a gente já vê um interesse crescente em relação às questões específicas de oceano, e quem nunca ouviu falar de branqueamento de corais, de aquecimento das águas, elevação do nível do oceano? Enfim, eu acho que essas questões estão entrando, mas são questões que não devem interessar apenas o jornalista especializado, que cobre meio ambiente, que cobre essas questões de mudanças climáticas, mas que são relevantes para qualquer seção do jornal. Então, generalistas, por exemplo, que cobrem cidades, essa questão das mudanças climáticas, de impactos etc., precisam se interessar em relação a isso.  Então, o que eu vejo, a gente ainda não fez uma análise total de como os grandes veículos cobriram em relação ao jornalismo independente, que é algo que a gente está terminando de fazer ainda, mas em relação ao oceano. Mas o que a gente vê é que as questões mais políticas, e a grande mídia está mais interessada em que acordo foi fechado, os documentos finais da COP, se deu certo ou não, o incêndio que aconteceu, se está caro ou não está caro, hospedagem etc., e que são pautas que acabam sendo reproduzidas, o interesse é quase o mesmo por vários veículos. O jornalismo independente traz esse olhar, que a Sabine estava falando, inclusive dos nossos alunos, que são olhares específicos e muito relevantes que nos ajudam a entender outras camadas, inclusive de debates, discussões e acordos que estavam ocorrendo na COP30. Então, a gente vê, do ponto de vista quase oficial da impressão geral que as pessoas têm da COP, que foi um desastre no final, porque o petróleo não apareceu nos documentos finais, na declaração de Belém, por exemplo, que acho que várias pessoas leram sobre isso. Mas, quando a gente olha a complexidade de um debate do nível da COP30, e os veículos independentes conseguem mostrar essas camadas, é mostrar que há muitos acordos e iniciativas que não necessitam de acordos consensuais das Nações Unidas, mas foram acordos quase voluntários, paralelos a esse debate oficial, e que foram muito importantes e muito relevantes, e que trouxeram definições que marcaram e que a gente vê com muito otimismo para o avanço mesmo das decisões em relação, por exemplo, ao mapa do caminho, que a gente viu que não estava no documento final, mas que já tem um acordo entre Colômbia e Holanda de hospedar, de ter uma conferência em abril na Colômbia para decidir isso com os países que queiram e estejam prontos para tomar uma decisão. Então, esse é um exemplo de algo que foi paralelo à COP, mas que trouxe muitos avanços e nos mostra outras camadas que o jornalismo independente é capaz de mostrar. Sabine: A cobertura jornalística de um evento como a COP é muito, muito difícil. Para o trabalho do jornalista, é difícil porque são longas horas por dia, de domingo a domingo, são duas semanas seguidas, é muito desgastante, mas, sobretudo, porque é muita coisa acontecendo ao mesmo tempo e é difícil entender para onde você vai. Novamente, ilustrando, na sala de imprensa tem, e todo grande evento com esse caráter costuma ter isso, umas televisões com anúncios. Vai ter tal coletiva de imprensa do presidente da COP, tal horário. Então, nessa perspectiva, dá para se organizar. Eu vou aqui, eu vou ali. Às vezes, é hora de almoço, e, na hora de almoço, o jornalista já vai, sem almoçar, escrever o texto, e, quando vê, já é a noite. Mas você vai se organizando. Só que tem coisas que não estão lá na televisão. Então, por exemplo, passou o governador da Califórnia por lá. Não foi anunciado que ele estava. Ele estava andando no corredor. Para um jornalista de um grande veículo, se ele não viu que o governador da Califórnia estava lá, mas o seu concorrente viu, isso, falo no lugar de quem já trabalhou num veículo jornalístico grande comercial, isso pode levar a uma demissão. Você não pode não ver uma coisa importante. Você não pode perder uma declaração de um chefe de Estado. Você não pode não ver que, de repente, a Marina parou no meio do corredor em um quebra-queixo e falou, a Marina Silva, que estava muito lá circulando, e falou alguma coisa. Então, a cobertura vai muito além do que está lá na programação da sala de imprensa e do que está nos debates, nos pavilhões que a gente mencionava. Então, o jornalista, como a Germana disse, jornalista dos veículos, está correndo atrás disso. E, muitas vezes, por essa característica, acaba se perdendo, entre grandes aspas, nesses acontecimentos. Por exemplo, o que ficou muito marcante para mim na COP foi a declaração do primeiro-ministro da Alemanha, que foi uma declaração desastrosa, mas que tomou pelo menos um dia inteiro da cobertura, porque acompanhei na sala de imprensa os colegas jornalistas tentando repercutir aquela fala. Então, tentando falar com o governo do Brasil, com o presidente da COP, com outros alemães, com a delegação da Alemanha, com o cientista da Alemanha, porque eles precisavam fomentar aquilo e repercutir aquilo. E foi um dia inteiro, pelo menos, um dia inteiro, diria que uns dois dias ou mais, porque até a gente voltar, ainda se falava disso, vai pedir desculpa ou não. Para quem não lembra, foi o primeiro-ministro que falou que ainda bem que a gente saiu daquele lugar, que era Belém, que ele estava com um grupo de jornalistas da Alemanha, que ninguém queria ficar lá. Enfim, um depoimento desastroso que tomou muito tempo de cobertura. Então, os jornalistas independentes não estavam nem aí para a declaração do primeiro-ministro da Alemanha. Eles queriam saber outras coisas.  Então, por isso, reforço a necessidade e a importância da diversidade na cobertura. Mas é importante a gente entender como funciona esse jornalismo comercial, que é uma pressão e é um trabalho brutal e, muitas vezes, de jornalistas que não são especializados em ambiente, que estão lá, a Germana mencionou, na cobertura de cidades e são deslocados para um evento tipo a COP30. Então, é difícil até entender para onde se começa. É um trabalhão. [música]  Mayra: E aí, para encerrar, porque o nosso tempo está acabando, alguma coisa que a gente ainda não falou, que vocês acham que é importante, que vocês pensaram enquanto a gente estava conversando de destacar sobre a participação e a cobertura da COP? Germana: Tem algo que, para mim, marcou na questão da reflexão mesmo de uma conferência como essa para o jornalismo científico ou para os divulgadores científicos. Embora a gente tenha encontrado com vários egressos do Labjor, que me deixou super orgulhosa e cada um fazendo numa missão diferente ali, eu acho que a divulgação científica ainda não acha que um evento como esse merece a cobertura da divulgação científica.  Explico, porque esse é um evento que tem muitos atores sociais. São debates políticos, as ONGs estão lá, os ambientalistas estão lá, o movimento social, jovem, indígena, de comunidades tradicionais, os grandes empresários, a indústria, enfim, prefeitos, governadores, ministros de vários países estão lá. Eu acho que a divulgação científica ainda está muito focada no cientista, na cientista, nas instituições de pesquisa e ensino, e ainda não enxerga essas outras vozes como tão relevantes para o debate científico como a gente vê esses personagens. Então, eu gostaria de ter visto outras pessoas lá, outros influenciadores, outros divulgadores, ainda mais porque foi no Brasil, na nossa casa, com um tema tão importante no meio da Amazônia, que as mudanças climáticas estão muito centradas na floresta ainda. Então, isso, eu tenho um estranhamento ainda e talvez um pedido de chamar atenção para os meus colegas divulgadores de ciência de que está na hora de olharmos para incluir outras vozes, outras formas de conhecimento. E as mudanças climáticas e outras questões tão complexas exigem uma complexidade no debate, que vai muito além do meio científico. Sabine: Não tinha pensado nisso, mas concordo totalmente com a Germana. Eu realmente não… senti a ausência. Eu estava falando sobre as ausências. Senti a ausência dos divulgadores de ciência produzindo informação sobre algo que não necessariamente é o resultado de um paper, mas sobre algo que estava sendo discutido lá. Mas eu voltei da COP com uma reflexão que é quase num sentido diferente do que a Germana trouxe, que a Germana falou agora dos divulgadores de ciência, que é um nicho bem específico. E eu voltei muito pensando que não dá para nós, no jornalismo, encaixar uma COP ou um assunto de mudanças climáticas em uma caixinha só, em uma caixinha ambiental. E isso não estou falando, tenho que dar os devidos créditos. Eu participei de um debate ouvindo Eliane Brum em que, novamente a cito aqui no podcast, em que ela disse assim que a Sumaúma não tem editorias jornalísticas, como o jornalismo tradicional, porque isso foi uma invenção do jornalismo tradicional que é cartesiano. Então tem a editoria de ambiente, a editoria de política, a editoria de economia. E que ela, ao criar a Sumaúma, se despiu dessas editorias e ela fala de questões ambientais, ponto, de uma maneira investigativa, que passam por ciência, passam por ambiente, passam por política, passam por cidade, passam por tudo. E aí eu fiquei pensando muito nisso, no quanto a gente, jornalismo, não está preparado para esse tipo de cobertura, porque a gente segue no jornalismo tradicional colocando os temas em caixinhas e isso não dá conta de um tema como esse. Então a minha reflexão foi muito no sentido de a gente precisar sair dessas caixinhas para a gente conseguir reportar o que está acontecendo no jornalismo. E precisa juntar forças, ou seja, sair do excesso de especialização, do excesso de entrevista política, eu só entrevisto cientista. Mas eu só entrevisto cientista, não falo com política e vice-versa, que o jornalismo fica nessas caixinhas. E acho que a gente precisa mudar completamente o jeito que a gente produz informação. [música]  Mayra: Isso, muito bom, gostei muito, queria agradecer a presença de vocês no Oxigênio nesse episódio, agradecer a disponibilidade para conversar sobre a COP, eu tenho achado muito legal conversar com vocês sobre isso, tem sido muito interessante mesmo, espero que vocês tenham gostado também desse episódio especial com as pesquisadoras aqui sobre a COP e é isso, até a próxima! Sabine: Uma honra! Germana: Obrigada, Mayra, e obrigada a quem estiver nos ouvindo, um prazer! Mayra: Obrigada, gente, até mais!  [música]  Mayra: Esse episódio foi gravado e editado por mim, Mayra Trinca, como parte dos trabalhos da Bolsa Mídia Ciência com o apoio da FAPESP. O Oxigênio também conta com o apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. A trilha sonora é do Freesound e da Blue Dot Sessions. [vinheta de encerramento] 

Morde e Assopra
Morde e Assopra - 04-12-25 - MORDE E ASSOPRA - TOTALMENTE CANCELADAS e FABIO RABIN

Morde e Assopra

Play Episode Listen Later Dec 4, 2025


04-12-25 - Morde e Assopra - Totalmente Canceladas & Fabio Rabin

Vamos Por La Otra!
NDD TOTALMENTE EN VIVO

Vamos Por La Otra!

Play Episode Listen Later Dec 2, 2025 92:05


PROGRAMA EN VIVO

Morde e Assopra
Morde e Assopra - 27-11-25 - MORDE E ASSOPRA - TOTALMENTE CANCELADAS e FABIO RABIN

Morde e Assopra

Play Episode Listen Later Nov 27, 2025


27-11-25 - Morde e Assopra - Totalmente Canceladas & Fabio Rabin

La W Radio con Julio Sánchez Cristo
Medidas son totalmente discriminatorias: gobernador Rey por pico y placa los sábados en Bogotá

La W Radio con Julio Sánchez Cristo

Play Episode Listen Later Nov 26, 2025 12:02 Transcription Available


Jessie Cervantes
T5 E35 - Flans | Contenido Extra - "Estábamos totalmente agotadas"

Jessie Cervantes

Play Episode Listen Later Nov 26, 2025 37:58


Amigos de #ContenidoExtra, les dejo este maravillosos episodio con Ilse y Mimi de Flans, con una charla sobre su historia, anécdotas y todo lo que hubo detrás de uno de los fenómenos más grandes que dio el pop en México.

Meditaciones diarias
2082. Totalmente de Dios

Meditaciones diarias

Play Episode Listen Later Nov 20, 2025 20:49


Meditación en la fiesta de la Presentación de la Bienaventurada Virgen María. Es una fiesta que no conmemora un suceso que conste en los Evangelios, pero sí que tiene su origen en la tradición. Conmemoramos la dedicación que la Virgen hizo de sí misma al Señor, ya desde su infancia, movida por el Espíritu Santo. Es la fiesta de la absoluta pertenencia de la Virgen a Dios, y de su entrega plena, sin fisuras, a los planes divinos. Aprender a amar la Voluntad de Dios, como ella, y ser de la familia de Jesús.

Restaurados
Totalmente comprometidos

Restaurados

Play Episode Listen Later Nov 20, 2025 5:05


Si entendemos lo que ha hecho Jesús por nosotros, sabemos que estamos totalmente comprometidos a hacer buenas obras. (Tito 2:14)

El Bueno, la Mala y el Feo
¿Te encerrarías un año totalmente solo para ganar 30 millones de dólares?

El Bueno, la Mala y el Feo

Play Episode Listen Later Nov 18, 2025 22:43


En nuestra sección de preguntas profundas e importantes, nos preguntamos si podrías durar un año totalmente solo en una habitación de manicomio, con tal de que al final te den un jugoso premio de 30 melones... o sea millones de dólares. Mantente al día con los últimos de 'El Bueno, la Mala y el Feo'. ¡Suscríbete para no perderte ningún episodio!Ayúdanos a crecer dejándonos un review ¡Tu opinión es muy importante para nosotros!¿Conoces a alguien que amaría este episodio? ¡Compárteselo por WhatsApp, por texto, por Facebook, y ayúdanos a correr la voz!Escúchanos en Uforia App, Apple Podcasts, Spotify, y el canal de YouTube de Uforia Podcasts, o donde sea que escuchas tus podcasts.'El Bueno, la Mala y el Feo' es un podcast de Uforia Podcasts, la plataforma de audio de TelevisaUnivision.

Mañanas BLU con Néstor Morales
MinDefensa sobre bombardeos y menores: “La operación es totalmente legitima”

Mañanas BLU con Néstor Morales

Play Episode Listen Later Nov 14, 2025 22:38


El ministro abordó la polémica surgida tras la operación en Guaviare y reiteró que, en situaciones de hostilidad, la distinción fundamental se basa en si un individuo es combatiente o no combatiente, no en su edad. "Lo que mata no es la edad, es el arma en sí", afirmó Sánchez, haciendo referencia a que el arma es el factor letal en el conflicto.See omnystudio.com/listener for privacy information.

PodPorco
DESFALCADO, PALMEIRAS TENTA MANTER LIDERANÇA NA VILA - PELAS ALAMEDAS #21 COM CAROL BERNARDI!

PodPorco

Play Episode Listen Later Nov 14, 2025 71:10


Ajude a torcida do Palmeiras a fazer a festa em Lima!https://benfeitoria.com/projeto/final-libertadores-em-busca-da-quarta-22z5--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------O 'Pelas Alamedas' dessa semana já entra no clima do clássico decisivo deste sábado (15), diante do Santos, na Vila Belmiro. Totalmente desfalcado, o time de Abel Ferreira pega um rival desesperado na luta pelo rebaixamento, precisando dos três pontos pra manter a ponta da tabela.Convidada especial: Carol Bernardi (Portal De olho no Peixe)

M80 - Linha de Passe
E se, de repente, de forma totalmente casual, encontrássemos Messi na rua? Sim, aconteceu!

M80 - Linha de Passe

Play Episode Listen Later Nov 11, 2025 5:32


Presidente do Lourosa oferece frango assado aos adeptos que fizeram longa viagem para ver a equipa! Nadal e Sharapova andam por Lisboa!

Vamos Por La Otra!
PROGRAMA ESPECIAL DE HALLOWEEN | TRES HISTORIAS EN VIVO | ANIVERSARIO

Vamos Por La Otra!

Play Episode Listen Later Nov 8, 2025 70:40


Morde e Assopra
Morde e Assopra - 06-11-25 - MORDE E ASSOPRA - TOTALMENTE CANCELADAS e FABIO RABIN

Morde e Assopra

Play Episode Listen Later Nov 6, 2025


06-11-25 - Morde e Assopra - Totalmente Canceladas & Fabio Rabin

Pasión Habanos Podcast
Pasión Habanos Podcast, episodio 271, 5 de noviembre de 2025

Pasión Habanos Podcast

Play Episode Listen Later Nov 5, 2025 34:48


Conversamos con el joven profesional Calliste de Marcillac, miembro de una familia que durante varios años ha mantenido vivo y en constante desarrollo el legado de sus exclusivos Armagnac Marcillac. En Habanos lovers Ángel García Muñoz nos invita a reflexionar sobre el valor del trabajo artesanal en los Habanos y su proceso de torcido “Totalmente a mano”. Visitamos Cuenca para descubrir el restaurante Fuentelgato, un espacio que brilla por su cocina de temporada y respeto por el producto. En Buenos humos encendemos Montecristo Elba Edición Limitada 2025, la nueva vitola que conmemora el 90 aniversario de la marca y que ha sido recientemente presentada en España en primicia mundial durante el gran evento anual de Club Pasión Habanos: “Elba, el tesoro de Montecristo”. En los Planes os invitamos a disfrutar del Festival de Góspel de Madrid y despedimos el episodio dando un giro musical después de varios encuentros con música de los 80´s para escuchar las más recientes tendencias sonoras.

DIÁRIO DE BORDO
#1503 - Totalmente Berlinados, Acumulando milhas e I Love Dicks

DIÁRIO DE BORDO

Play Episode Listen Later Nov 4, 2025 31:37


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Así las cosas
"Si el gobierno federal no quiere perder totalmente el control de lo que sucede en Michoacán creo que tiene que intervenir directamente en el nombramiento de un Secretario de Seguridad": Eduardo Guerrero

Así las cosas

Play Episode Listen Later Nov 3, 2025 6:50


Massive NBA
IKER VUELVE AL GRUPO (fuego fuego puñeta fuego) - Triple ataque a JB - Línea caliente totalmente destructiva | 1399

Massive NBA

Play Episode Listen Later Nov 2, 2025 79:23


VÓTANOS EN LOS PREMIOS IVOOX 2025: https://go.ivoox.com/wv/premios25?c=3084 ¿Quieres anunciarte en este podcast? Mándanos un email a massiveballoficial@gmail.com Accede al grupo de O.G's, porras, y muchas otras ventajas: - Patreon: https://www.patreon.com/massiveball Redes sociales: - Tik Tok: https://www.tiktok.com/@massiveball2?lang=es - Instagram: https://www.instagram.com/massiveball_reels/ - Twitter: @massiveball https://x.com/MassiveBall - Youtube: https://www.youtube.com/@Massiveball_canal_youtube Liga Fantasy Biwenguer: https://biwenger.as.com/join/p9LZmSm7CSJC?utm_source=massiveball&utm_medium=socialmedia&utm_campaign=massiveball-25-26 Número de teléfono Línea Caliente: +34 621 09 32 04 Web: https://podcastmassiveball.com

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Play Episode Listen Later Nov 2, 2025 79:23


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Capital
SilverGold: “El momento de las metales preciosos es extraño, totalmente dinámico y con correcciones esperadas”

Capital

Play Episode Listen Later Oct 27, 2025 7:38


Javier López, director CEO de SilverGold Patrimonio, analiza el momento de los metales preciosos. “El momento de los metales preciosos es extraño, totalmente dinámico y con correcciones esperadas”, asegura el invitado. Además, añade que “el objetivo es una oportunidad en la que está habiendo un cambio”. Las acciones de las compañías mineras de oro y plata registraron fuertes descensos, debido a que los precios de los metales preciosos retrocedieron tras alcanzar niveles récord recientemente. Las empresas dedicadas a la extracción de plata fueron las más afectadas por las caídas. Todo esto en vistas de la reunión entre China y Estados Unidos. Ante todo esto ¿El oro sigue siendo un refugio por referencia? “El oro se está comportando como lo que es, estamos viendo dudas en la economía, dudas acerca de si el dólar va a seguir como referente”, afirma Javier López. ¿Esto afecta a los metales preciosos? El experto señala que “independientemente como inversión para sacar rendimiento sigue funcionando muy bien para acumularlos no solo en momentos de incertidumbre”. ¿Cómo está actuando la plata? El director CEO de SilverGold Patrimonio asegura que “ya habían anticipado que la hermana pequeña del oro se iba hacer mayor y está creciendo muchísimo, los movimientos y las correcciones están siendo porcentualmente más altos que el oro”. La India ha tomado una decisión histórica al avanzar hacia la remonetización de la plata, autorizando oficialmente que este metal se utilice como garantía en préstamos tanto bancarios como no bancarios, según las nuevas normativas del Banco de la Reserva de la India (RBI) que comenzarán a aplicarse en abril de 2026. Esta iniciativa establece una proporción de 10 a 1 entre plata y oro en los préstamos respaldados, convirtiéndose en la primera ocasión en que una gran economía reconoce formalmente el papel de la plata junto al oro dentro del sistema bancario moderno.

Fuera de Series
Crítica de 'BOOKISH' | SIN SPOILERS | FILMIN

Fuera de Series

Play Episode Listen Later Oct 22, 2025 12:13


Analizamos sin spoilers Bookish, la serie creada y protagonizada por Mark Gatiss que mezcla asesinatos, literatura y secretos personales con una elegancia muy british. Descubrimos por qué este peculiar librero con pasado oscuro y carta de Churchill en el bolsillo es uno de los personajes más interesantes del año, cómo la serie juega con los tropos del crimen clásico sin dejar de emocionar, y qué hay detrás de su “lavender marriage” con la siempre magnífica Polly Walker. Hablamos de los misterios, del humor, del drama contenido y de esa ambientación que te transporta a una época llena de humo, culpa y libros con más pistas que las comisarías. Si te gustan las historias bien contadas, los detectives excéntricos y los personajes con capas, esta es tu serie. ¿El crimen perfecto? No. ¿Una joyita inesperada? Totalmente. Dale al play y acompáñanos. YA DISPONIBLE EN FILMIN Únete a nuestro chat de telegram en el que miles de personas hablamos cada día de series: - Telegram – Grupo de debate: https://telegram.me/fueradeseries - Telegram – Canal de noticias: https://t.me/noticiasfds Síguenos en nuestras plataformas y podcast sobre series: - Apple Podcast - https://podcasts.apple.com/es/podcast/fuera-de-series/id288039262 - Spotify - https://open.spotify.com/show/3RTDss6AAGjSNozVOhDNzX?si=700febbf305144b7&nd=1 - iVoox - https://www.ivoox.com/podcast-fuera-series_sq_f12063_1.html Redes Sociales - Twitter: https://twitter.com/fueradeseries - Facebook: https://facebook.com/fueradeseries - Instagram: https://www.instagram.com/fueradeseries/ - Youtube: https://youtube.com/fueradeseries Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

El Podcast de Azle Avenue
08 - Jesús Es Suficiente Para Transformarnos Totalmente

El Podcast de Azle Avenue

Play Episode Listen Later Oct 13, 2025 39:16


08 - Jesús Es Suficiente Para Transformarnos TotalmenteSerie: Jesús Es SuficientePredíca: Pastor Fernando Rojas

Data Hackers
Hollywood pressiona OpenAI por uso do Sora 2 em vídeos com direitos autorais; Elon Musk quer criar primeiro game totalmente por AI até 2026 - Data Hackers News #94

Data Hackers

Play Episode Listen Later Oct 9, 2025 6:51


Está no ar, o Data Hackers News !! Os assuntos mais quentes da semana, com as principais notícias da área de Dados, IA e Tecnologia, que você também encontra na nossa Newsletter semanal, agora no Podcast do Data Hackers !!Aperte o play e ouça agora, o Data Hackers News dessa semana !Para saber tudo sobre o que está acontecendo na área de dados, se inscreva na Newsletter semanal:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.datahackers.news/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Conheça nossos comentaristas do Data Hackers News:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Monique Femme⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Matérias/assuntos comentados:Demais canais do Data Hackers:⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Site⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Linkedin⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Instagram⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Tik Tok⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠You Tube⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

El Diario de Cooperativa AM
Vallejo: Crítica de Boric a Kast en cadena nacional fue "totalmente pertinente"

El Diario de Cooperativa AM

Play Episode Listen Later Oct 1, 2025 20:55


En Cooperativa, la ministra tachó de "promesa sin plan" la idea de recortar US$ 6.000 millones en 18 meses. Desmintió que la deuda del Minvu ascienda a US$ 1.000 millones y afirmó que todos los compromisos "van a pagarse dentro del ejercicio presupuestario actual". Conduce Verónica Franco y Rodrigo Vergara.

Sermões Adventistas
Quase salvo, totalmente perdido! - Pr. Jason Rosa

Sermões Adventistas

Play Episode Listen Later Sep 29, 2025 32:17


Neste sermão poderoso, somos levados a refletir sobre a urgência da decisão espiritual. Inspirado nas palavras de Paulo em 2 Coríntios 6:2 — “Eis agora o tempo sobremodo oportuno, eis agora o dia da salvação” —, o pastor mostra como o apóstolo pregou mesmo em situações adversas: diante de Félix, de Agripa e até na prisão.Pontos-chave:Paulo não perdia oportunidades de testemunhar, até mesmo como prisioneiro.Félix respondeu: “depois”. Agripa disse: “por pouco”.O carcereiro de Filipos perguntou: “O que devo fazer para ser salvo?” — e foi batizado naquela mesma noite.A grande lição: não há quase salvos. A decisão é hoje.

Astillero Informa con Julio Astillero
Entrevista a Gabriel Regino - 25 de septiembre de 2025

Astillero Informa con Julio Astillero

Play Episode Listen Later Sep 25, 2025 14:07


Totalmente improcedente en EE.UU. una demanda contra Sheinbaum: Gabriel ReginoEnlace para apoyar vía Patreon:https://www.patreon.com/julioastilleroEnlace para hacer donaciones vía PayPal:https://www.paypal.me/julioastilleroCuenta para hacer transferencias a cuenta BBVA a nombre de Julio Hernández López: 1539408017CLABE: 012 320 01539408017 2Tienda:https://julioastillerotienda.com/ Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Daily Easy Spanish
El cráneo de un millón de años que ”cambia totalmente” nuestra comprensión de la evolución humana, según los científicos

Daily Easy Spanish

Play Episode Listen Later Sep 25, 2025 25:15


Un nuevo análisis sugiere que nuestra especie comenzó a surgir al menos medio millón de años antes de lo que pensábamos.

Massive NBA
John Ball vuelve con 5 traspasos totalmente esquizofrénicos - Iker: "HELL NO" - Línea caliente | 1351

Massive NBA

Play Episode Listen Later Sep 21, 2025 65:41


Accede al grupo de O.G's, porras, y muchas otras ventajas: - Patreon: https://www.patreon.com/massiveball Número de teléfono Línea Caliente: +34 621 09 32 04 ¿Quieres anunciarte en este podcast? Mándanos un email a massiveballoficial@gmail.com Twitter: @massiveball https://x.com/MassiveBall Web: https://podcastmassiveball.com Youtube: https://www.youtube.com/@Massiveball_canal_youtube

Más de uno
Qué sabemos del divorcio: "Hay que pensar en ello como un momento para empezar una vida totalmente nueva"

Más de uno

Play Episode Listen Later Sep 16, 2025 29:35


En 'Más de uno' hemos hablado sobre el divorcio con varias mujeres y hombres que han pasado por ello y han contado cómo es el proceso, cómo se sienten ahora y las diferencias entre divorciarse antes y ahora. 

El Primer Café
Solari: Argentina castigó una conducción que carece totalmente de sensibilidad social

El Primer Café

Play Episode Listen Later Sep 8, 2025 57:05


Este lunes compartimos El Primer Café junto a Rodrigo Ubilla (Libertad y Desarrollo), Noam Titelman (Rumbo Colectivo), Ricardo Solari (Partido Socialista) y Claudio Arqueros (Fundación Jaime Guzmán); El exministro del Trabajo, Ricardo Solari, analizó la fuerte derrota sufrida por el partido de Javier Milei en las elecciones provinciales del domingo en Buenos Aires, y opinó que ofrece "lecciones" que es posible rescatar desde Chile. Conduce Cecilia Rovaretti.

Se Habla Español
Episodio 249 Extra: El sistema educativo español - Episodio exclusivo para mecenas

Se Habla Español

Play Episode Listen Later Sep 7, 2025 17:40


Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! Episodio exclusivo para suscriptores de Se Habla Español en Apple Podcasts, Spotify, iVoox y Patreon: Spotify: https://open.spotify.com/show/2E2vhVqLNtiO2TyOjfK987 Patreon: https://www.patreon.com/sehablaespanol Buy me a coffee: https://www.buymeacoffee.com/sehablaespanol/w/6450 Donaciones: https://paypal.me/sehablaespanol Contacto: sehablaespanolpodcast@gmail.com Facebook: www.facebook.com/sehablaespanolpodcast Twitter: @espanolpodcast Cómo funciona la educación en España Etapas del sistema educativo español El sistema educativo en España está dividido en varias etapas obligatorias y voluntarias: Educación Infantil (0-6 años): No es obligatoria. Se divide en dos ciclos: de 0 a 3 años y de 3 a 6 años. El segundo ciclo suele ser gratuito en centros públicos. Educación Primaria (6-12 años): Es obligatoria y gratuita. Dura seis cursos académicos y se organiza en tres ciclos de dos años cada uno. Educación Secundaria Obligatoria (ESO) (12-16 años): También obligatoria y gratuita. Consta de cuatro cursos. Al finalizar, los estudiantes obtienen el título de Graduado en Educación Secundaria. Bachillerato (16-18 años): Es voluntario, pero necesario para acceder a la universidad. Dura dos años y ofrece varias modalidades: Ciencias, Humanidades y Ciencias Sociales, y Artes. Formación Profesional (FP): Alternativa al Bachillerato. Hay FP de grado básico, medio y superior. Prepara para el mundo laboral con un enfoque más práctico. Educación Universitaria: Se accede tras el Bachillerato y la prueba de acceso (EBAU o “Selectividad”). Las carreras suelen durar 4 años (Grado), con posibilidad de continuar con un Máster (1-2 años) y luego un Doctorado. Método de enseñanza En general, el sistema educativo español combina teoría y práctica, aunque con un enfoque tradicional en muchas asignaturas. En los últimos años se ha promovido el aprendizaje por competencias, el trabajo en equipo y el uso de tecnologías digitales. Los profesores suelen seguir un currículo nacional, aunque cada comunidad autónoma tiene cierta autonomía para adaptarlo. Las clases son mayoritariamente presenciales, con evaluaciones continuas y exámenes finales. Coste de la educación Educación pública: Es gratuita en las etapas obligatorias. Las familias solo pagan materiales, libros y, en algunos casos, comedor o actividades extraescolares. Educación concertada: Centros privados con financiación pública. Suelen pedir una “aportación voluntaria” mensual. Educación privada: Totalmente financiada por las familias. Los precios varían mucho según el centro. Universidad: Las universidades públicas tienen tasas asequibles en comparación con otros países europeos. El coste medio por curso ronda entre 700 y 2.000 euros, dependiendo de la carrera y la comunidad autónoma. Elección de carrera universitaria Al terminar el Bachillerato, los estudiantes realizan la EBAU (Evaluación del Bachillerato para el Acceso a la Universidad). Esta prueba, junto con la nota media del Bachillerato, determina la nota de corte para acceder a cada carrera. Cada universidad y cada grado tiene una nota mínima de acceso, que varía cada año según la demanda. Por ejemplo, Medicina suele tener notas de corte muy altas, mientras que otras carreras como Historia o Filosofía tienen requisitos más bajos. Becas y ayudas El Ministerio de Educación y las comunidades autónomas ofrecen becas para estudiantes de todos los niveles. Las más comunes son: Becas generales: Para estudios postobligatorios (Bachillerato, FP, universidad). Cubren matrícula, transporte, material, etc. Becas de movilidad: Para estudiantes que estudian fuera de su comunidad autónoma. Becas Erasmus+: Para cursar parte de los estudios universitarios en otro país europeo. Ayudas específicas: Para estudiantes con necesidades educativas especiales o en situación económica vulnerable. Las becas se conceden en función de la renta familiar y del rendimiento académico. Otros aspectos importantes Lenguas cooficiales: En comunidades como Cataluña, Galicia o el País Vasco, la enseñanza se imparte también en la lengua cooficial (catalán, gallego o euskera). Educación para adultos: Existen centros específicos para personas mayores de 18 años que desean obtener títulos oficiales o continuar su formación. Educación especial: Hay recursos y centros adaptados para estudiantes con discapacidad o necesidades educativas especiales. En resumen, el sistema educativo español ofrece una estructura sólida y accesible, con múltiples caminos para adaptarse a las necesidades e intereses de cada estudiante. Aunque no está exento de desafíos, como la desigualdad entre comunidades o la presión académica, también ofrece oportunidades reales de crecimiento, formación y movilidad social. Escucha este episodio completo y accede a todo el contenido exclusivo de Se Habla Español. Descubre antes que nadie los nuevos episodios, y participa en la comunidad exclusiva de oyentes en https://go.ivoox.com/sq/171214

¡Nadie Me Preguntó!
EP. #418 | El sistema financiero podría cambiar totalmente!

¡Nadie Me Preguntó!

Play Episode Listen Later Aug 28, 2025 97:00


Vamos a aprovechar las oportunidades y no dejarnos caer en narrativas!

Noticentro
Tras cierre por lluvia, AICM regulariza totalmente sus operaciones

Noticentro

Play Episode Listen Later Aug 12, 2025 1:51


Aeroméxico llamó a las autoridades federales y de la CDMX garantizar el funcionamiento del AICM Destaca García Harfuch los buenos resultados de la estrategia contra la extorsiónIncendio forestales cercan MadridMás información en nuestro podcast

Astillero Informa con Julio Astillero
Editorial Astillero y Martha Olivia | ¿Reforma electoral solo con marca 4T?

Astillero Informa con Julio Astillero

Play Episode Listen Later Aug 5, 2025 10:29


Totalmente presidencialista la comisión para reforma electoral: forma es fondoEnlace para apoyar vía Patreon:https://www.patreon.com/julioastilleroEnlace para hacer donaciones vía PayPal:https://www.paypal.me/julioastilleroCuenta para hacer transferencias a cuenta BBVA a nombre de Julio Hernández López: 1539408017CLABE: 012 320 01539408017 2Tienda:https://julioastillerotienda.com/ Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Hora 25
Las 20 de Hora 25 | Torre-Pacheco afronta una nueva noche totalmente blindada ante la ola xenófoba

Hora 25

Play Episode Listen Later Jul 14, 2025 23:37


Las noticias de este lunes, con Pablo Tallón

ALBERTO PADILLA
#PuertoPrincipe totalmente paralizada por la violencia de las pandillas. Análisis con @prlatortue.

ALBERTO PADILLA

Play Episode Listen Later Jul 11, 2025 54:20


-U.E. e #Israel acuerdan un "substancial incremento" en la entrada de ayuda humanitaria a #Gaza. -Gob de #Portugal pondrá a la venta el 49.9% de aerolínea #TAP luego de su exitoso rescate durante la pandemia. -#DeltaAirlines reporta explosión de 63% en su ingreso neto anual, y sus acciones saltando 10% ante el éxito de su estrategia de apuntar al segmento más caro de los viajeros.

¡Nadie Me Preguntó!
EP. #405 | El sistema financiero cambió totalmente! $COIN

¡Nadie Me Preguntó!

Play Episode Listen Later Jun 19, 2025 83:03


Comenta en SaloVisa.com Pocas veces en la historia hemos tenido una oportunidad tan grande de aprovechar un cambio total en el sistema financiero como el de hoy! Les cuento como!

First United Pentecostal Church's Podcast
2025-06-15 | Domingo Primer Servicio 10:00AM : "Totalmente Equipada" - Ministro Jeff Martinez

First United Pentecostal Church's Podcast

Play Episode Listen Later Jun 15, 2025 20:15


Endörfina com Michel Bögli
#414 Paula Narvaez

Endörfina com Michel Bögli

Play Episode Listen Later May 29, 2025 111:49


Apesar de ter experimentado diversas modalidades durante a infância, ela não era afeita aos esportes. Quando tinha 15 anos de idade, pisou numa academia de ginástica em busca de alinhar sua estética aos padrões das capas das revistas para adolescentes da época. Pegou gosto pela musculação e, como parte do treino aeróbico, fazia aulas de corrida na esteira e de ginástica. Engravidou cedo, e foi graças à ajuda da mãe que graduou-se em Administração. Depois de dois anos trabalhando como produtora de moda de uma estilista, foi trabalhar na mesma função para a revista O2. Lá, respirando corrida todos os dias, foi incentivada a correr seus primeiros 10 km na rua. Ao cruzar a linha de chegada, algo mudou para sempre. A corrida saiu do papel para se tornar uma mistura de sensações e emoções — uma realidade que a encantaria e se tornaria um estilo de vida. Conheceu a lendária atleta e treinadora Cris Carvalho e, com ela, aprendeu a se dedicar e a treinar duro para buscar o seu melhor. A cada ano, a cada resultado, a dedicação aumentava. Totalmente imersa no mundo da corrida, os treinos, metas e provas eram cada vez mais desafiadores. A vontade de compartilhar suas experiências a levou a criar o primeiro blog sobre corrida para mulheres. Já na era das redes sociais, tornou-se influenciadora e aproveitou os “recebidos” para correr algumas das maratonas mais famosas do mundo. Mas, com o tempo, veio também a pergunta: será que correr mais rápido era sempre correr melhor? Qual o custo de tanta dedicação? Em 2019, após o nascimento do segundo filho, aos 34 anos e decepcionada com a maneira como o mundo corporativo trata as mulheres fez uma transição de carreira e foi do marketing esportivo e de luxo, para nutrição e saúde da mulher. O amor pela corrida permanecia, mas agora acompanhado de uma nova missão: entender o corpo além do desempenho. Formou-se em Nutrição, mergulhou nos estudos e descobriu que saúde não se resume a dietas restritivas ou quilômetros acumulados. Aprendeu, na prática, que o equilíbrio está na escuta, no respeito aos limites e na ciência que sustenta cada escolha. Ela não parou de correr — só mudou o foco. Em vez de buscar apenas o pódio, busca a longevidade, para ser uma mulher madura independente, bonita, saudável, que anda com roupa de ginástica e não fica enchendo o saco dos filhos com problemas de saúde — assim como a sua mãe. Em vez de impor regras, ensina autonomia. E, acima de tudo, prova que reinvenção não é sobre recomeçar do zero, mas sobre levar consigo cada lição aprendida no caminho. Conosco aqui, a mãe que se tornou produtora de moda, fashionista e baladeira; a blogueira que se tornou corredora; a influenciadora que se tornou nutricionista nutriversiva e mentora, cujo trabalho é mostrar que existe uma outra nutrição — que nos emancipa e nos capacita a viver o melhor da nossa vida; a comunicadora, podcaster e futura educadora física; a corredora carioca Paula Narvaez Teixeira. Inspire-se! Um oferecimento da Meia do Correrdor Lupo Sport. Compre com desconto clicando aqui. @luposportoficial SIGA e COMPARTILHE o Endörfina através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.