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Inês Veloso é Global Senior Director Growth & Performance da Randstad,.Com base em Portugal, trabalha com 38 países. Tirou Direito, começou no jornalismo, mas fez carreira no marketing.See omnystudio.com/listener for privacy information.
In this episode, we welcome Adolpho Veloso, ABC, AIP. Adolpho is the Oscar-nominated cinematographer of Train Dreams, which has been nominated for 4 Academy Awards. In our chat, he shares his origin story, how he learned his craft, and all about the making of this period drama. Adolpho also provides insights into both the creative and technical aspects of his cinematography, as well as recommendations for younger filmmakers today. “The Making Of” is presented by AJA:From cinema to proAV: gaining a competitive edge with streaming knowledgeThe worlds of cinema production and proAV are converging. Cinema-grade equipment is making its way into more stadiums, houses of worship, and concert venues. Because of this, professionals that understand the tools and disciplines powering both will stand out. Get ahead of the curve with the latest streaming insights and gear from AJA.Kodak Announces Honorees for the Eighth Annual Kodak Film AwardsAutumn Durald Arkapaw to Receive Lumiere Award; Kristen Stewart to Receive First Feature Award; Christopher Nolan to Present Inaugural Keighley AwardThe 8th Annual Kodak Film Awards will take place on Monday evening, March 2, 2026, at the American Society of Cinematographers (ASC) Clubhouse in Hollywood at an invitation-only event honoring Autumn Durald Arkapaw, Joachim Trier, Kristen Stewart, Patricia Keighley of IMAX, Salomon Ligthelm and the acclaimed television series Fallout.Kristen Stewart will be honored with the Debut Feature Award for her directorial debut, The Chronology of Water. The award recognizes first-time filmmakers who bring a distinctive voice and vision to their inaugural feature. Past recipients of the First Feature Award include Céline Song, Michael Morris, and Melina Matsoukas.Read more hereNow with Massive 8TB Capacity—Thunderbolt 5 SpeedThe OWC Envoy Pro Ultra now comes in a new 8TB capacity, pairing enormous space with next‑generation Thunderbolt 5 performance. With real‑world speeds over 6000 MB/s and a rugged, bus‑powered design, it's perfect for 4K/8K workflows, on‑location shoots, and fast media offloads. High‑speed, high‑capacity, and ready for serious creative work.Browse hereZEISS Aatma – Contemporary Full Frame Primes with a Soulful Legacy LookZEISS introduces the new Aatma, set of nine high-end full frame T1.5 cinema primes (18mm, 25mm, 35mm, 40mm, 50mm, 65mm, 85mm, 100mm, and 135mm) designed to marry the benefits of modern optical design with the nostalgic image characteristics that are popular today. Drawing inspiration from some of the most beloved ZEISS lenses of the 20th century, Aatma combines an emotion-driven look with the mechanical reliability, data integration, and workflow compatibility that's expected for current production. Read more hereA New Solution from Atomos:The Atomos Shogun AV-19 Rack-Mounted 4K HDR Monitor/Recorder/Switcher is your all-in-one solution for professional live production, combining a stunning 19” 4K HDR DCI-P3 display with quad-channel switching, real-time ISO recording of up to four camera feeds plus program out, and support for 10-bit Apple ProRes, ProRes RAW, and Avid DNx recording to CFexpress or USB-C media. Perfect for studios, video village, and broadcast environments, it delivers the monitoring accuracy and workflow efficiency your production demands. The Atomos Shogun AV-19 is available for pre-order now for $2,099.00. Learn more at Videoguys.com or call our production experts at 800-323-2325 today!Podcast Rewind:Feb. 2026 - Ep. 120.Feature Your Brand: Showcase your products or services in “The Making Of” newsletter and reach 255K film & TV industry pros each week. To learn more, please email mvalinsky@me.com Get full access to The Making Of at themakingof.substack.com/subscribe
Você sabia que o Brasil, maior produtor de café do mundo, muitas vezes consome o 'refugo' do que é exportado? Neste episódio imperdível, mergulhamos na revolução do café especial em sachê sustentável com Paula Veloso, fundadora da Cafellow. Prepare-se para desmistificar o que você sabe sobre a bebida mais amada do país e descobrir como a inovação pode transformar um hábito tão enraizado, combatendo o café de baixa qualidade e o impacto ambiental das cápsulas tradicionais.Com uma herança familiar de três gerações no café, Paula compartilha sua jornada, desde as fazendas do Cerrado Mineiro até a criação da Cafellow, uma marca que desafia o status quo. Ela revela a diferença entre café commodity e o verdadeiro **café especial**, explicando as categorias e a importância da rastreabilidade e pontuação dos grãos (como a peneira 16 acima). Exploramos o método de infusão inovador dos sachês de fibra de milho 100% compostáveis, uma alternativa prática e ecológica às cápsulas de alumínio. Paula detalha os sabores únicos da Cafellow, como o "Determinado" e o sazonal "Encantado", e como a comunidade (Close Fellows, Cafellowship) é central para o desenvolvimento de novos produtos. A conversa também aborda os desafios do empreendedorismo, incluindo a superação de uma notificação da Anvisa que, através de criatividade e "upcycling", transformou embalagens descartadas em arte e doações para escolas, gerando impacto social e ambiental. Entenda como ela construiu uma marca digital forte e como a Cafellow está redefinindo o consumo de café no Brasil.A expertise de Paula Veloso, aliada à resiliência e visão de futuro, posiciona a Cafellow não apenas como uma marca de café, mas como um movimento. Se você busca um café de qualidade superior, conveniência e um impacto positivo, este episódio é um convite para fazer parte dessa história. Visite cafellow.com.br para conhecer os planos de assinatura Cafellowship e os sabores exclusivos. Siga @cafellow nas redes sociais para não perder nenhuma novidade e use o cupom de primeira compra para iniciar sua jornada no mundo do café especial. Não perca a chance de transformar sua rotina com um café que é bom para você e para o planeta!00:00:00 Café e Código: A Paixão Brasileira que Une Tech e Tradição00:02:07 Três Gerações de Café: Da Fazenda Familiar à Inovação da Cafellow00:03:52 O Segredo do Grão: Por Que o Café Brasileiro é Mais que Commodity00:08:35 Cafellow: Inovação em Cada Gole, do Puro ao Aromatizado pela Comunidade00:11:20 Sustentabilidade e Sabor: A Revolução do Sachê de Café Especial00:17:20 Desvendando o Café Global: Da Diluição Americana à Cultura do Expresso00:23:35 Mestres do Café: A Ciência da Torra e a Arte de Desadoçar00:29:59 Clubes de Assinatura: Como a Cafellow Conecta Fãs e Cresce no Mercado00:34:50 De Nova York ao Brasil: A Jornada Empreendedora de Exportar e Inovar Café00:46:00 MVP e Paixão: A Decisão de Trocar o Mercado Financeiro pelo Café00:56:00 E-commerce ou Loja Física? A Estratégia Omnichannel da Cafellow01:01:10 Crise do Café: Como um Negócio Novo Lida com a Volatilidade dos Preços01:05:10 Empreendedorismo e Legado: Lidando com Pressões e Expectativas Familiares01:12:00 Upcycling e Inovação: Transformando uma Crise da Anvisa em Impacto Social01:24:50 Conecte-se à Cafellow: Assinatura, Comunidade e Sabores Exclusivos01:31:50 Degustação Sabor Café: Pudim das Galáxias e Parcerias Criativas01:36:50 Futuro e Propósito: Conselhos para Empreendedores e a Visão da CafellowSpotify: Outras plataformas: https://linktr.ee/empreendacast Acompanhe nas redesInstagram e Twitter: @empreendacastProdução: Voz e conteúdo | https://www.vozeconteudo.com.br - @estudiosvoz
We speak with Brazilian cinematographer Adolpho Veloso, nominated for an Oscar and a Bafta for his work on Clint Bentley’s contemplative Train Dreams. Veloso shot mainly using natural light, giving the film a naturalistic tone. See omnystudio.com/listener for privacy information.
"Train Dreams" has gone on to become the most celebrated film from the 2025 Sundance Film Festival, with praise going to Bentley's direction, Edgerton's performance, and the cinematography. Among its accolades, the film was named as one of the top ten films of 2025 by both the National Board of Review and the American Film Institute. For his performance, Edgerton was nominated for a Golden Globe Award. It received four nominations at the 98th Academy Awards, including Best Picture, Best Adapted Screenplay, Best Original Song, and Best Cinematography. Brazilian cinematographer Adolpho Veloso has won the Critics' Choice Award for Best Cinematography and has been nominated for the ASC, BAFTA, Spirit Award, and Oscar for Best Cinematography, becoming the first Brazilian to achieve the latter. Veloso was kind enough to spend some time speaking with us about his work on the film, the experience of awards season, his Brazilian roots, and more, which you can listen to below. Please be sure to check out the film, which is now available to stream on Netflix and is up for your consideration for this year's Academy Awards in all eligible categories, including Best Cinematography. Thank you, and enjoy! Check out more on NextBestPicture.com Please subscribe on... Apple Podcasts - https://itunes.apple.com/us/podcast/negs-best-film-podcast/id1087678387?mt=2 Spotify - https://open.spotify.com/show/7IMIzpYehTqeUa1d9EC4jT YouTube - https://www.youtube.com/channel/UCWA7KiotcWmHiYYy6wJqwOw And be sure to help support us on Patreon for as little as $1 a month at https://www.patreon.com/NextBestPicture and listen to this podcast ad-free Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
The Cinematography Podcast Episode 346: Adolpho Veloso, ABC, AIP The film Train Dreams tells a story that feels less like a narrative and more like a memory. It began as an independent project that premiered at Sundance to critical acclaim before getting acquired by Netflix. Director Clint Bentley and cinematographer Adolpho Veloso, ABC, AIP, chose to shoot in the rugged landscapes of the Pacific Northwest. Veloso's radical commitment to naturalism in the film meant relying almost entirely on firelight, candlelight and natural light. The gorgeous result has earned him an Academy Award nomination for Best Cinematography. After their successful collaboration on the low-budget indie movie Jockey, Veloso and director Clint Bentley knew a tiny crew and small group of actors could lead to good, intimate storytelling. They developed a specific visual shorthand designed to make Train Dreams feel like a discovered artifact. They chose a 3:2 aspect ratio, a deliberate nod to still photography, intended to evoke the sensation of looking through a dusty box of old family photos. “We wanted the movie to feel like memories, like finding a box of pictures,” explains Veloso. “The whole visual motif came from still images and still photography in a way.” Using a single, handheld ARRI ALEXA 35 camera operated by Veloso allowed the actors freedom to improvise and move naturally, often capturing moments that a more rigid, multi-camera setup would have missed. To maintain a clear narrative thread through Robert's (Joel Edgerton) life, Veloso established visual rules using specific lighting shifts to distinguish between the warmth of Robert's good memories and the starker, haunting quality of his loss. Grounding the film in nature was extremely important. The team scoured Washington state, looking for woods that appeared untouched by time, yet remained accessible enough for a film crew. They shot around the Spokane area, where the drier weather and specific light quality offered the perfect backdrop for the film's mid-century setting. Working in national forests meant strict regulations with a small footprint, and timber cutting and axe work was carefully planned. Using almost entirely firelight, candlelight and natural light is very nontraditional filmmaking, and required a great deal of planning from all departments. For the two sets, the cabin and fire tower, Veloso spent weeks tracking solar orientation. The crew carefully built the cabin to exact specifications to allow plenty of light into the space. “You have the privilege to build it the way you want,” Veloso explains. “It's a lot of studies of what the sun is doing from week one to week seven. You have to decide where to place the windows so the light continuity holds as the seasons shift.” The most interesting technical choice was the total ban on LED lighting for period scenes. Veloso wanted the authentic flicker and color temperature of the era, but candles alone often create harsh, distracting shadows. To solve this, the team engineered a “1920s Sky Panel.” This custom rig used large reflective surfaces combined with candles and diffusion to create a soft, glowing light source that felt period-accurate yet flattering on the actors' faces. This required a constant dance between the camera and the art department. Candles, oil lamps, firelight, and campfires had to be good quality light to expose the image properly. For campfire scenes, the gaffer measured light levels in real-time, signaling the fire safety monitor to add wood precisely when the "exposure" needed a boost. A devastating forest fire at the film's climax required a shift from the naturalistic to the surreal. To capture the flames and feeling of a real forest fire, the production moved to an LED volume stage. Robert is dreaming about what happened in the fire, so the fire scene had to be strange and surreal. Veloso shot at a low frame rate with a wide shutter to create a blurred, fever dream aesthetic. The crew also shot in previously burned forests, capturing the aftermath of a real fire. Through Veloso's lens, Train Dreams is a tactile, flickering meditation on time itself. Find Adolpho Veloso: https://www.adolphoveloso.com/ Instagram: @adolphoveloso Watch Train Dreams on Netflix Support Ben's short film, The Ultimate Breakup! https://www.kickstarter.com/projects/theultimatebreakup/the-ultimate-breakup-short-film?ref=nav_search&result=project&term=the%20ultimate%20breakup&total_hits=2 The Cinematography Podcast website: www.camnoir.com YouTube: @TheCinematographyPodcast Facebook: @cinepod Instagram: @thecinepod Blue Sky: @thecinepod.bsky.social
Join us for our conversation with Academy Award®-nominated cinematographer Adolpho Veloso, here to discuss his stunning work on “Train Dreams.” In this episode, Veloso breaks down his natural-light approach to capturing the film's poetic portrait of early 20th century America, from shooting digitally on the Alexa 35 to embracing a 3:2 aspect ratio inspired by old family photographs. He also shares how close collaboration with the actors, along with memory and metaphor, shaped everything from handheld camera movement to the film's unforgettable wildfire sequence — all in service of telling an intimate story on an epic visual canvas. “It's such a special project. I feel like everybody involved knew that in advance. And especially with Joel [Edgerton]. I can't see anyone else playing this part, for all the possible reasons. His physicality. You believe he's a logger. You believe he's doing that hard work. But he is also really able to deliver everything without a lot of words, without big emotions. Everything is so subtle, so internal. It was kind of amazing to see that happening… I remember the first makeup test we did… he was like, ‘Do you mind if we change this to the other side so you shoot the other side of my face?' He told us, ‘I just want you to see both sides, because I feel like this side makes me look more vulnerable and this side makes me feel more assured.' He wasn't asking us to shoot any particular way, he was just so aware of himself as an actor, and also as a director himself, he was just giving us the tools so we could do whatever we wanted with those tools. But he made sure we knew that. And we obviously learned from it and we used that. So it's amazing to work with an actor that is so aware of those things.” —Adolpho Veloso, Director of Photography, “Train Dreams” Be sure to check out “Train Dreams,” now streaming on Netflix, in Dolby Atmos®. Please subscribe to Dolby Creator Talks wherever you get your podcasts. You can also check out the video for this episode on YouTube. Learn more about the Dolby Creator Lab and check out Dolby.com. Connect with Dolby on Instagram, Twitter, Facebook, or LinkedIn.
Cinematographer Adolpho Veloso earned an Oscar nomination for his work on "Train Dreams," the story of a man working on railroad construction in the Pacific Northwest. He discusses shooting the film, which has received accolades for its stunning visuals. This interview is part of our ongoing Oscars series "The Big Picture," featuring interviews with craftspeople working behind the scenes to make movie magic.
Esse conteúdo é uma parceria entre RW Cast e RFI.
Emanuel Bomfim e Leandro Cacossi conversam com Adolpho Veloso, indicado ao Oscar de Melhor Fotografia pelo filme “Sonhos de Trem”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
"Problemas na cobertura do futebol de mulheres" é o tema da quarta rodada do ciclo de leitura do grupo CEPCOM (Crítica da Economia Política da Comunicação) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) para fundamentação teórica do projeto de iniciação científica (Pibic/UFAL-2025-2026) "Os problemas da espacialização, da estruturação e da mercantilização do futebol de mulheres no Brasil: Análise exploratória da cobertura midiática e das receitas da União Desportiva Alagoana na Série A2 do Campeonato Brasileiro (2021-2024)".Este episódio discute os artigos "Mulher, Mídia e Esportes: A Copa do Mundo de Futebol Feminino Sob a ótica dos portais de notícias pernambucanos" (Januário; Veloso; Cardoso, 2016); e, "Mulheres no futebol: Alterações no regulamento da Conmebol e espaço na mídia televisiva" (MAZO; BALARDIN; BATAGLION, 2020). Os textos foram apresentados, respectivamente, por Ítalo Lins (estudante de Psicologia) e Maria Victória Oliveira (estudante de Jornalismo; com comentários do orientador do projeto, prof. Anderson Santos.ReferênciasJANUÁRIO, S. B.; VELOSO, A. M. dá C.; CARDOSO, L. C. F. Mulher, Mídia e Esportes: A Copa do Mundo de Futebol Feminino Sob a ótica dos portais de notícias pernambucanos. Revista Eptic, São Cristóvão, v. 18, n. 1, p. 168-184, jan./abr. 2016.MAZO, J. Z.; BALARDIN, G. F.; BATAGLION, G. A. Mulheres no futebol: Alterações no regulamento da Conmebol e espaço na mídia televisiva. Caminhos da História, Montes Claros, v. 25, n. 1, p. 58-73, jan./jun. 2020. DOI: https://doi.org/10.38049/issn.2317-0875v25n1p.58-73.
A entrevista a Jorge Veloso no dia em que deixa a presidência da Associação Nacional de freguesias. A próxima direção é eleita este fim de semana num congresso que decorre em Portimão. Edição de Cláudia Costa
Today I'm privilidged to be joined by Adolpho Veloso, here to talk about his recent, wildly popular film Train Dreams, which recently netted him nominations for the Cinematography Oscar and an ASC award!Enjoy!► F&R Online ► Support F&R► Watch on YouTube Produced by Kenny McMillan► Website ► Instagram
Conheça o Nanodegree da LEC: Compliance e Ambiente de Trabalho Positivo, coordenado por Cátia Veloso: https://link.lec.com.br/p7UJ. No primeiro episódio de 2026 do LECCAST, Matheus Cunha recebe Cátia Veloso, Sócia Fundadora da MariaQuitéria, para um bate-papo imperdível sobre integridade para sustentar pessoas e organizações inteiras.
LUCAS BORBAS é empresário e marido de Isabel, e DR. BRUNO BEREZA é médico. Eles vão bater um papo sobre a vida de Isabel Veloso e sua luta corajosa contra o câncer.
Acusada de envenenar quatro pessoas, Ana Paula Veloso se tornou um dos casos mais comentados do Brasil. Aqui, você entende quem ela é, como os crimes aconteceram e por que a polícia a trata como possível serial killer.Sugira casos: casosreaispodcast.com.brApoie e receba episódios antes: apoia.se/casosreaisSiga: @casosreaisoficial | @erikamirandasRoteiro: Lucas AndriesEdição: Publi.tv - Produtora de vídeos
Today we welcome Cinematographer Adolpho Veloso ABC AIP who joins us to talk about their work on Train Dreams. Adolpho will talk us through the creative decisions made in capturing the beauty of the story with the natural light. Train Dreams Trailer : https://www.youtube.com/watch?v=_Nk8TrBHOrAProduced by Daniel Miller and Monika DittonArtwork Designed by Piotr MotykaMusic by ELPHNTContact: creativeindustryinsight@gmail.com
Ao entrar no elevador para fazer entrevistas sobre o filme “Sonhos de Trem” (Netflix), a primeira coisa que ouvi de um jornalista americano foi: “Qualquer frame do filme dá um quadro maravilhoso”. Ele não sabia que o diretor de fotografia era brasileiro, mas sem perceber, acabou me dando a manchete e resumiu exatamente o que tantos profissionais têm repetido sobre o trabalho de Adolpho Veloso. Cleide Klock, correspondente da RFI em Los Angeles O nome de Veloso circula nas principais publicações de Hollywood, entre os favoritos na corrida ao Oscar na categoria de Melhor Fotografia. Nesta última semana, ele já apareceu na shortlist do Critics' Choice Awards, premiação da principal associação de críticos de cinema dos Estados Unidos. Veloso, que mora em Portugal e carrega o Brasil na memória e no olhar, veio a Hollywood para participar do lançamento do filme e das campanhas de premiações. E parece ainda se surpreender com essa repercussão. “É muito louco. Você nunca imagina, quando está filmando, que isso vai acontecer. Não é uma coisa que faz muito sentido, ao mesmo tempo, é tão surreal que eu prefiro nem pensar tanto. E é um ano extremamente difícil, com muito filme bom, acho que é um dos melhores anos do cinema nos últimos tempos”, contou à RFI. Ele confessa que, como muitos artistas, vive crises profundas durante o processo. “É incrível ter esse reconhecimento, principalmente pela quantidade de crises que a gente tem filmando, que você acha que nunca mais vai filmar na vida. A primeira vez que assisti esse filme no cinema, pensei: ‘Meu Deus, isso está horrível, nunca mais vou conseguir trabalho'. E ver essa reação agora, que é o completo oposto, dá forças para seguir”. Memórias e naturalismo Em “Sonhos de Trem”, dirigido por Clint Bentley e inspirado na novela de Denis Johnson, acompanhamos Robert Grainier (Joel Edgerton), um lenhador do início do século XX, que vive longos períodos longe da família. A atmosfera é de recordações borradas, sensações e silêncios, algo que nasceu de forma muito consciente entre Clint e Adolpho. “A gente queria muito que, ao assistir ao filme, parecesse que você estivesse vendo as memórias de alguém, quase como se encontrasse uma caixa com fotos antigas e tentasse entender a vida daquela pessoa, às vezes meio fora de ordem, e você tenta entender quem foi aquela pessoa por aquelas fotos”, explica. Um brasileiro nos anos 1920 Filmado inteiramente no estado de Washington em apenas 29 dias, um feito raro para um longa de época, o projeto exigiu uma maratona por florestas intocadas, vales, zonas devastadas e cenários naturais extremos. A natureza no filme é praticamente uma personagem. “Num filme de época, às vezes é difícil para quem o assiste se conectar, porque tudo é tão diferente. Então queríamos trazer mais realidade, mais conexão. Filmamos só com luz natural e uma câmera bem orgânica, como se você estivesse lembrando de algo que viveu”. Veloso, que nasceu em São Paulo e hoje vive em Portugal, encontrou na história de Grainier uma identificação imediata. “Quando o diretor me mandou o roteiro, pensei: essa vida é basicamente a minha. Esse cara que fica meses longe de casa, trabalhando com gente que talvez nunca mais vai ver… é assim para quem faz cinema. Voltar para casa sempre é estranho, leva dias para sentir que você pertence de novo. Tem as questões de perda, de imigração, da gente ser estrangeiro numa terra diferente, e isso tem consequências”. Olhar brasileiro encontra caminho em Hollywood A trajetória até Hollywood foi, como ele mesmo diz, “aos poucos”. Começou filmando no Brasil, trabalhou com Heitor Dhalia, assinou filmes e documentários, entre eles “On Yoga”, que chamou a atenção de Clint Bentley. Quando Bentley preparava “Jockey” (2021), buscava justamente alguém que transitasse entre ficção e documentários. Encontrou Veloso e o contactou por e-mail. Anos depois, “Sonhos de Trem” se tornaria o segundo filme da dupla. Além de estar nas previsões de Melhor Fotografia para o Oscar, a produção, que já está disponível na Netflix, aparece com possíveis indicações de Melhor Filme, Melhor Ator (possivelmente para Joel Edgerton) e Melhor Roteiro Adaptado. O Brasil que sempre volta Quando lhe pergunto se leva algo do Brasil para seus filmes, a resposta vem quase antes da pergunta terminar: “O nosso jeitinho.” Não no sentido estereotipado, mas na criatividade diante do impossível, no drible às burocracias rígidas de sets americanos. “Aqui tudo é muito engessado e a gente não está acostumado com isso. Aqui, você tem uma ideia e já ouve um não: isso custa tanto, precisa disso, daquilo. E às vezes não precisa de tudo isso. Digo, e se a gente só fizer assim? E funciona.” Reconhecimento Conto a ele que vários jornalistas comentaram comigo espontaneamente sobre a fotografia do filme, sem saber que ele era brasileiro. Veloso abre um sorriso tímido, um pouco surpreso, um pouco orgulhoso. É o tipo de reconhecimento que o Brasil inteiro deveria ouvir. E talvez ouça, quem sabe, no palco do Oscar.
Ao entrar no elevador para fazer entrevistas sobre o filme “Sonhos de Trem” (Netflix), a primeira coisa que ouvi de um jornalista americano foi: “Qualquer frame do filme dá um quadro maravilhoso”. Ele não sabia que o diretor de fotografia era brasileiro, mas sem perceber, acabou me dando a manchete e resumiu exatamente o que tantos profissionais têm repetido sobre o trabalho de Adolpho Veloso. Cleide Klock, correspondente da RFI em Los Angeles O nome de Veloso circula nas principais publicações de Hollywood, entre os favoritos na corrida ao Oscar na categoria de Melhor Fotografia. Nesta última semana, ele já apareceu na shortlist do Critics' Choice Awards, premiação da principal associação de críticos de cinema dos Estados Unidos. Veloso, que mora em Portugal e carrega o Brasil na memória e no olhar, veio a Hollywood para participar do lançamento do filme e das campanhas de premiações. E parece ainda se surpreender com essa repercussão. “É muito louco. Você nunca imagina, quando está filmando, que isso vai acontecer. Não é uma coisa que faz muito sentido, ao mesmo tempo, é tão surreal que eu prefiro nem pensar tanto. E é um ano extremamente difícil, com muito filme bom, acho que é um dos melhores anos do cinema nos últimos tempos”, contou à RFI. Ele confessa que, como muitos artistas, vive crises profundas durante o processo. “É incrível ter esse reconhecimento, principalmente pela quantidade de crises que a gente tem filmando, que você acha que nunca mais vai filmar na vida. A primeira vez que assisti esse filme no cinema, pensei: ‘Meu Deus, isso está horrível, nunca mais vou conseguir trabalho'. E ver essa reação agora, que é o completo oposto, dá forças para seguir”. Memórias e naturalismo Em “Sonhos de Trem”, dirigido por Clint Bentley e inspirado na novela de Denis Johnson, acompanhamos Robert Grainier (Joel Edgerton), um lenhador do início do século XX, que vive longos períodos longe da família. A atmosfera é de recordações borradas, sensações e silêncios, algo que nasceu de forma muito consciente entre Clint e Adolpho. “A gente queria muito que, ao assistir ao filme, parecesse que você estivesse vendo as memórias de alguém, quase como se encontrasse uma caixa com fotos antigas e tentasse entender a vida daquela pessoa, às vezes meio fora de ordem, e você tenta entender quem foi aquela pessoa por aquelas fotos”, explica. Um brasileiro nos anos 1920 Filmado inteiramente no estado de Washington em apenas 29 dias, um feito raro para um longa de época, o projeto exigiu uma maratona por florestas intocadas, vales, zonas devastadas e cenários naturais extremos. A natureza no filme é praticamente uma personagem. “Num filme de época, às vezes é difícil para quem o assiste se conectar, porque tudo é tão diferente. Então queríamos trazer mais realidade, mais conexão. Filmamos só com luz natural e uma câmera bem orgânica, como se você estivesse lembrando de algo que viveu”. Veloso, que nasceu em São Paulo e hoje vive em Portugal, encontrou na história de Grainier uma identificação imediata. “Quando o diretor me mandou o roteiro, pensei: essa vida é basicamente a minha. Esse cara que fica meses longe de casa, trabalhando com gente que talvez nunca mais vai ver… é assim para quem faz cinema. Voltar para casa sempre é estranho, leva dias para sentir que você pertence de novo. Tem as questões de perda, de imigração, da gente ser estrangeiro numa terra diferente, e isso tem consequências”. Olhar brasileiro encontra caminho em Hollywood A trajetória até Hollywood foi, como ele mesmo diz, “aos poucos”. Começou filmando no Brasil, trabalhou com Heitor Dhalia, assinou filmes e documentários, entre eles “On Yoga”, que chamou a atenção de Clint Bentley. Quando Bentley preparava “Jockey” (2021), buscava justamente alguém que transitasse entre ficção e documentários. Encontrou Veloso e o contactou por e-mail. Anos depois, “Sonhos de Trem” se tornaria o segundo filme da dupla. Além de estar nas previsões de Melhor Fotografia para o Oscar, a produção, que já está disponível na Netflix, aparece com possíveis indicações de Melhor Filme, Melhor Ator (possivelmente para Joel Edgerton) e Melhor Roteiro Adaptado. O Brasil que sempre volta Quando lhe pergunto se leva algo do Brasil para seus filmes, a resposta vem quase antes da pergunta terminar: “O nosso jeitinho.” Não no sentido estereotipado, mas na criatividade diante do impossível, no drible às burocracias rígidas de sets americanos. “Aqui tudo é muito engessado e a gente não está acostumado com isso. Aqui, você tem uma ideia e já ouve um não: isso custa tanto, precisa disso, daquilo. E às vezes não precisa de tudo isso. Digo, e se a gente só fizer assim? E funciona.” Reconhecimento Conto a ele que vários jornalistas comentaram comigo espontaneamente sobre a fotografia do filme, sem saber que ele era brasileiro. Veloso abre um sorriso tímido, um pouco surpreso, um pouco orgulhoso. É o tipo de reconhecimento que o Brasil inteiro deveria ouvir. E talvez ouça, quem sabe, no palco do Oscar.
Durante cinco meses, a universitária Ana Paula Veloso cometeu uma série de assassinatos cruéis: movida por vingança, ganância e um desejo inexplicável de matar, ela envenenou quatro pessoas com comidas contaminadas. Assista ao IC News e conheça os crimes chocantes da chamada “serial killer da feijoada”.#investigaçãocriminal #casosreais #crimesreais Assista também: https://www.youtube.com/playlist?list=PLM8urkUnySVAv47OaKceerCj3Hc89Cr4USe você curte conteúdo True Crime, inscreva-se no canal e considere se tornar membro! Seu apoio é fundamental para manter o jornalismo investigativo independente!
L'addio di Paro e Veloso, le tre C che piacciono molto e un fondamentale Genoa-Fiorentina.
Something a little different for you on our latest episode of Soundtracking, as we approach our latest film from 3 perspectives, all of which are obviously very much focussed on the same objective. Namely, to make the best movie that they can. And boy, have our guests succeeded. Netflix's Train Dreams is co-written and directed by Clint Bentley, who has admirable support from his cinematographer Adolpho Veloso and composer Bryce Dessner. We dive deep into their collaboration.
Marco Molendini"Sotto il sole di Roma"minimum faxwww.minimumfax.comNegli anni Settanta il terrorismo ha impiombato le strade. La dolce vita è svanita anche nei ricordi, Chet Baker si aggira smarrito, a Fregene Flaiano e Fellini non ci sono più. Per avere fresco, la sera si fa su e giù in macchina a caccia di grattachecche e fette di cocomero. Poi, all'improvviso, si alza una nuvola di polvere e zanzare attorno al laghetto di Villa Ada ed esplode l'Estate romana, invenzione perfetta per una città dove le notti sono un invito a lasciar scorrere il tempo. Scocca la scintilla di quello che verrà chiamato riflusso. Guidata dalle avanguardie festaiole, Roma sfugge alla morsa del terrorismo proprio nell'anno peggiore, il 1977, e passa dal cinema che si accende a Massenzio a Dalla e De Gregori che si chiedono come fanno i marinai allo stadio Flaminio, dal delirio poetico di Castelporziano al fantastico carnevale brasiliano a Piazza Navona e alle notti infinite all'Hemingway e poi al bar della Pace.Dopo Pepito. Il principe del jazz, Marco Molendini aggiunge un nuovo, prezioso capitolo a una delle migliori storie di Roma dal dopoguerra a oggi, e lo fa raccontandola anche attraverso le vicende del Messaggero, che per decenni ne è stato lo specchio e l'osservatorio naturale: dagli anni del duchino Perrone fino alla baldoria della stagione Ferruzzi, tra cambi di proprietà e linea editoriale, scioperi e occupazioni, intromissioni della politica e grandi inchieste di cronaca. Pieno di aneddoti e popolato di personaggi bizzarri che si muovono in una città dove, come diceva Manganelli, «tutto è troppo», Sotto il sole di Roma è un congedo – ironico, esuberante, affettuoso, malinconico – da una lunga stagione di emozioni ed entusiasmi, nella quale musica, cultura e politica parlavano un'unica lingua, e un ritratto commovente della città delle illusioni e di tutti i sogni che non smette di inventare e custodire.Marco Molendini è giornalista e critico musicale, a lungo una delle firme di punta del Messaggero. È autore di diversi libri: una biografia di Frank Sinatra, una di Caetano Veloso, un doppio racconto sul rapporto fra Veloso e Gilberto Gil dal titolo Fratelli Brasile (Nuovi Equilibri 2004), il libro fotografico Le strade del cinema portano a Roma (Il Parnaso 2007) e Pepito. Il principe del jazz (minimum fax 2022).Nel corso della sua carriera è stato conduttore radiofonico di programmi Rai dedicati al jazz, collaboratore per programmi sul jazz di RaiSat e Rai 5 e autore del programma di Renzo Arbore Speciale per me andato in onda su Rai 1. Insegna al Master di critica giornalistica dell'Accademia d'arte Silvio D'Amico ed è consulente artistico di Umbria Jazz.Diventa un supporter di questo podcast: https://www.spreaker.com/podcast/il-posto-delle-parole--1487855/support.IL POSTO DELLE PAROLEascoltare fa pensarehttps://ilpostodelleparole.it/
This episode of Deans Counsel is the second of three featuring special guest host, Alex Triantis, Dean of the Carey Business School at Johns Hopkins University, and a previous guest (on Episode 16) of the podcast. Alex and co-host Jim Ellis speak with Francisco Veloso, Dean of INSEAD, The Business School for the World.Professor Veloso joined INSEAD from Imperial College Business School, where he served as Dean from 2017 to 2023. Previously, he was the Dean at Católica Lisbon School of Business & Economics in Portugal.Professor Veloso is a leading authority in entrepreneurship and innovation and his expertise is recognized by government and policy makers. He previously acted as an advisor on innovation, entrepreneurship and industrial development to both the Portuguese Government and to European Commissioner Carlos Moedas. He is also a trusted advisor and Board Member to several startups and established firms. In this internationally-focused conversation, Veloso talks about the first two years of his experience managing a truly global business school with campuses in Europe, Asia, Middle East and the US. Some of the highlights include:-changes in international student flow during this period of protectionism-investment in career services-managing faculty -- and his time -- across multiple international locations-Francisco's advice for deansLearn more about Francisco VelosoLearn more about our special guest host, Alex TriantisComments/criticism/suggestions/feedback? We'd love to hear it. Drop us a note.Thanks for listening.-Produced by Joel Davis at Analog Digital Arts--DEANS COUNSEL: A podcast for deans and academic leadership.James Ellis | Moderator | Dean of the Marshall School of Business at the University of Southern California (2007-2019)David Ikenberry | Moderator | Dean of the Leeds School of Business at the University of Colorado-Boulder (2011-2016)Ken Kring | Moderator | Co-Managing Director, Global Education Practice and Senior Client Partner at Korn FerryDeansCounsel.com
What if Spider-Man's web were real? For Roberto Veloso, founder and CEO of Spidey Tek, that question turned into a lifelong pursuit, and eventually, a business. What you'll discover today… (02:10) The “aha moment” that turned science fiction into science fact (05:00) Early adopters and investors who believed before mass production (06:30) Scaling spider silk using an alfalfa-based production platform (11:40) Partnerships, fundraising, and the $5 million scale-up plan (18:00) The power of building the right team and leadership under pressure (18:50) Refugee roots, resilience, and redefining what “hard” really means (19:50) Advice for scientists and engineers building hard-tech startups (23:30) The five-floor elevator pitch that sums up Spidey Tek's trillion-dollar potential More about the episode Originally from El Salvador, Roberto's journey from comic-book fan to biotech innovator has been anything but ordinary. After decades of research, his team discovered how to produce spider silk proteins at scale—creating a material that's stronger than steel, lighter than carbon fiber, and completely biodegradable. In this episode, Roberto shares how Spidey Tek went from lab experiment to a company attracting attention from aerospace giants, automotive manufacturers, and materials science firms across the world. With a production model built on alfalfa plants and partnerships that remove traditional manufacturing barriers, Spidey Tek stands at the edge of a sustainable-materials revolution. If you're an investor, innovator, or anyone fascinated by nature-inspired technology, this conversation is a masterclass in turning impossible science into scalable impact. Connect with us Peng-Sang Cau LinkedIn Website Roberto Velozzi LinkedIn
A braçadeira de capitão é uma questão seríssima. Não é um simples ornamento no braço de um futebolista. O simbolismo que a acompanha é capaz de desenhar líderes, monstros sagrados, nomes que ligam história e balneário. Por isso, sim, este é um episódio do DESTINO: SAUDADE, um episódio onde se recorda craques do futebol nacional, como os que surgem em título, mas também Maldini, Beckenbauer, Totti, Bergomi e outras figuras absolutamente fiéis às suas causas. A pergunta talvez não tenha uma resposta justa, mas arriscamos na mesma: para si, quem foi o melhor capitão de equipa de sempre?
A corrida pelos data centers está cada vez mais intensa, especialmente com o crescimento da inteligência artificial. Mas será que o Brasil está preparado para essa demanda? Como lidar com os desafios energéticos e regulatórios que surgem com a construção de data centers com alto poder de processamento?No episódio de Hoje a gente conversa com Renan Lima Alves, que é presidente da Associação Brasileira de Data Centers, pra entender melhor esse mercado. Dá o play e vem com a gente!PaticipantesThiago MobilonThássius VelosoRenan Lima Alves (presidente da ABDC)Vaga de Produtor(a) Audiovisual aberta para trabalhar no Tecnocast!Acesse o site e veja se você tem o perfil que o Tecnocast precisa: https://tecnoblog.net/vaga/produtora-de-podcast/CréditosProdução: Josué de OliveiraEdição e sonorização: Caroline RochaArte da capa: Vitor Pádua
Entrevistas com Sepideh Farsi, Mário Veloso, David Pinheiro Vicente
16-09-25 - Ao Vivo do Atacadao Taipas - Convidados Chicao e Veloso - Programa Nr 6901
para quando eu me for.... seja em definitivo ou apenas de sua vida.não importa, afinal.... onlito existirá em ambos. a ausência, o silêncio, o adeus, e a saudade.não importa .... passaremos por todas as fases.... tentaremos fingir que não é o fim, negando que acabou não hoje, mas no dia em que não conseguíamos ainda compreender.poderá tentar barganhar com o presente, comprando duas futuros com promessas desgastadas do passado.tera tanta raiva de mim, que a mente passará a não compreender o que se faz no hoje, tendo certeza de que o certo é certo. e porque eu permiti esse estado atual, porque o destino nos trouxe até aqui.enfim vira um tristeza profunda, uma sensação de solidão, de não pertencimento, de que nada mais faz sentido.... esse sentimento conheço bem, afinal a depressão virou uma companheira pro tantos años...mas enfim, chegará o dia de aceitar. eu parti. viverá em ti uma versão minha, mas eu não existiremimais.peço que cuidem, mantenham viva essa parte que permaneceu em ti, e que transmita para minha pequena se/quando tiver contato com ela. que aqueles que amei sintam esse amor sem data de validade, ou linha temporal no sentir.mesmo aqueles que não acreditam que os amei, que não sabem ou nem imaginam como os amei, que apenas sentiram cuidado, carinho e zelo. que todo aquele que cruzou meu caminho possa expressar, manifestar e fazer chegar na única parte de mim que restará no mundo fisico.sangue do meu sangue, carne de minha carne, mente da minha em te, espírito do meu espirito.a minha melhor parte, criada e educada com meu sorriso e canto.e se eu ainda respirar quando partir...apenas saiba que buscarei de ti guardar e manifestar o que couber em mim.texto lido: felipemontereismúsica: todo homem - Zeca Veloso, caetano Veloso e outros velosos
Mensagem trazida no segundo dia da Conferência de Inauguração do Novo Templo, dia 09 de Agosto pelo Pr. Daniel Veloso.NOS ACOMPANHE ATRAVÉS DAS NOSSAS REDES SOCIAIS!INSTAGRAM: Instagram.com/IFiladelfiaOrgFACEBOOK: facebook.com/IfiladelfiaOrgYOUTUBE: youtube.com/IFiladelfiaOrg#FamíliaFiladélfia
Simulan na natin ang ipon journey with these simple steps, in just 15 minutes! Tune in na sa Silly Gang Express! Listen to the full episode HERE!Watch the full vidcast HERE!CERTIFIED KA-OKRA TO DO LIST:TAP the FOLLOW button and NOTIFICATION BELL!RATE this podcast with 5 STARS! ⭐⭐⭐⭐⭐JOIN THE CONVO via the COMMENTS here on SPOTIFY app! Scroll down mo lang sa Spotify app!Drop your voice over intros HERE!Follow us here:Silly Gang Sa Gabi on Facebook, Twitter, Instagram, YouTube and Tiktok!For brand deals (beke nemen!) and collaborations (G!), connect with us through sillygangsagabi@gmail.com and/or our management: info@thepodnetwork.com! Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
durée : 00:59:02 - La Série musicale - par : Zoé Sfez - Suite de notre portrait amoureux du chanteur, compositeur et guitariste Caetano Veloso. Dans cet épisode : son rapport aux langues, au cinéma et à la masculinité. - réalisation : Louise André, Colin Gruel
durée : 00:59:02 - La Série musicale - par : Zoé Sfez - Suite de notre portrait amoureux du chanteur, compositeur et guitariste Caetano Veloso. Dans cet épisode : son rapport aux langues, au cinéma et à la masculinité. - réalisation : Louise André, Colin Gruel
durée : 00:58:18 - La Série musicale - par : Zoé Sfez - Portrait amoureux du chanteur, compositeur et guitariste Caetano Veloso. Depuis 1968 et la naissance du tropicalisme, il ne cesse de se réinventer à l'image de son pays, le Brésil. - réalisation : Louise André, Colin Gruel
durée : 00:58:18 - La Série musicale - par : Zoé Sfez - Portrait amoureux du chanteur, compositeur et guitariste Caetano Veloso. Depuis 1968 et la naissance du tropicalisme, il ne cesse de se réinventer à l'image de son pays, le Brésil. - réalisation : Louise André, Colin Gruel
durée : 00:56:44 - Certains l'aiment Fip - Figure du mouvement tropicaliste, le crooner brésilien entretient une relation forte avec le 7ème Art et a inspiré de nombreux cinéastes. Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.
Anexos al abecé de la música popular de Brasil en forma de compilaciones. Intervienen: Jair Rodrigues & Baby do Brasil, Velha Guarda da Portela & Leila Pinheiro, Noite Ilustrada & Márcia Freire, Beth Carvalho & Belô Veloso, Nei Lopes & Zélia Duncan, MPB-4 & Paulo Ricardo, Guilherme de Brito & Fagner, Roberto Silva & Fernanda Abreu, Luiz Melodia & Zizi Possi, Neguinho da Beija Flor & Dominguinhos do Estácio & Wander Pires & Rixxa, Caetano Veloso & Dona Ivone Lara y Lobâo & Elza Soares.Escuchar audio
SEJA MEMBRO MOEDOR: https://moedor.com/ // ANUNCIE NO MOÍDACAST: carnemoidacast@gmail.com ///////////////////////////////////////// // NOSSAS REDES SOCIAIS: – Site Oficial – Twitch – Instagram – Twitter – TikTok // OS ESPECIALISTAS EM P0RR4 NENHUMA: – Klaus Aires – Kleber Tanide – Letícia Godoy – Rafa Longhini – Silas Ravani EQUIPE: // PAUTA E CAPA: – Letícia Godoy // EDIÇÃO: – Silas RavaniSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Francisco Veloso is the Dean of INSEAD since September 2023. Previously, he was the Dean of Imperial College Business School, and before that, the Dean at Católica Lisbon School of Business & Economics. Francisco spent the formative years of his academic career at Carnegie Mellon University, where he became a Full Professor. Francisco's research focuses on high tech innovation and entrepreneurship. He has several dozen publications in leading academic journals and has won several international awards for his academic work. He regularly works as a consultant and advisor to start-ups, established firms, universities, and governments around the world.
durée : 00:59:20 - Année du Brésil (2/3) : Caetano Veloso, cinéphile et compositeur - par : Thierry Jousse - Pour ce deuxième Ciné Tempo brésilien, nous suivons les aventures cinématographiques et musicales d'un grand musicien et chanteur brésilien, Caetano Veloso qu'on retrouvera, notamment, chez Pedro Almodovar, Wong Kar-wai ou Carlos Diegues…
Passaporte #04
Os holofotes do mundo das artes estão voltados para Madri. Desde o último dia 5, a capital espanhola recebe a 44ª edição da ARCOmadrid, uma das mais importantes feiras internacionais de arte contemporânea. Em 2025, o evento conta com a presença de cerca de 200 galerias, sendo 20 delas brasileiras, e destaca a Amazônia. Percorrer os pavilhões 7 e 9 do Ifema, centro de eventos que abriga a feira, é encontrar as mais diversas técnicas e mensagens de artistas. Ana Beatriz Farias, correspondente da RFI em MadriO projeto “Wametisé: ideias para um amazofuturismo” é a seção central da ARCOmadrid 2025. A curadoria, compartilhada entre Denilson Baniwa e María Wills, em colaboração com o Instituto de Estudos Pós-Naturais, convida o público a mergulhar nas múltiplas Amazônias possíveis. Baniwa enfatiza que a Amazônia vai muito além de um espaço geográfico que necessita de proteção. “É um espaço que precisa ser escutado, precisa ser entendido a partir da sua floresta, a partir das pessoas que convivem ali”, pontua.A Manaus Amazônia é uma das galerias representadas. Criada em 2016, a galeria brasileira iniciou suas atividades no mercado local, fomentando a cultura do colecionismo na região. Agora, estreia no circuito internacional na ARCOmadrid, trazendo obras de Duigó, Dhiani Pa'saro e Paulo Desana. Por meio da pintura, marchetaria e fotografia, as obras expostas destacam uma Amazônia que, muitas vezes, ficou à margem de espaços como esse, como analisa Carlysson Sena, fundador da Manaus Amazônia Galeria.Sena observa que a região amazônica esteve muito tempo afastada dos processos de desenvolvimento do mercado da arte. “Nós somos também um grito de resistência dentro da Amazônia. E agora abertos para receber todas as pessoas do mundo”, reforça.Arte amazônica para dialogar com o mundoQuem também promove uma abertura da Amazônia para o mundo, com base em novos paradigmas que permitam que os povos amazônicos falem de si e por si, é a artista Uýra. Ela defende a expressão artística como alternativa para a transmissão de mensagens comumente ignoradas pela política institucional.“A arte tem sido esse caminho possível para dialogar com o resto do mundo. Nos reapresentar de uma forma muito mais real, humana – e também não humana – e menos exótica e colonial”, afirma. A artista argumenta que o “imaginário afixado na cabeça do mundo” sobre a realidade amazônica é perigoso, por limitar a Amazônia a uma floresta verde, contínua, sem culturas e sem saberes.Para Uýra, o protagonismo dos povos amazônicos no processo de reapresentação da Amazônia ao mundo é essencial. “Há mais coisas ditas sobre a Amazônia do que as ditas por nós. O que estamos fazendo é só dizer por nós mesmas quem nós somos e de onde viemos”, explica.Na ARCOmadrid, Uýra apresenta a obra Lama, uma fotoperformance na qual aparece coberta de lama, em meio ao azul da água, entrelaçada com plantas de diferentes tipos. A escolha da mistura de terra e água transmite uma mensagem que vai além da estética. “A obra aborda a importância de construir algo novo, algo bonito, algo relevante a partir das diferenças”, como as que existem entre os dois elementos que formam a lama.Luta coletivaA Carmo Johnson Projects, que também faz parte do espaço curatorial amazônico, representa a artista Naine Terena e o Coletivo Mahku. Naine Terena mescla elementos da natureza com fitas de cetim em tecelagens que evocam histórias ancestrais. Já o Mahku constrói uma identidade visual coletiva para refletir sobre a vida amazônica por meio da pintura.O representante da galeria, Nicolas Davenport, conta que o coletivo Mahku tem um projeto de reivindicação territorial e recuperação histórica da cultura indígena. “O lema é ‘vende tela, compra terra'. Existe esse processo de reivindicação territorial para conseguir preservar o espaço e a cultura deles vivos”, destaca.Galeria veteranaFora do eixo curatorial amazônico, no programa geral da ARCOmadrid, a Galeria Luciana Brito também representa o Brasil. Presente na feira de 1998 até 2019, a galeria retorna à edição de 2025 trazendo artistas históricos como Geraldo de Barros, Waldemar Cordeiro e Regina Silveira, além de Ivan Navarro, Rafael Carneiro, Gabriela Machado, Caio Reisewitz e Bosco Sodi.Segundo a galerista Luciana Brito, a ARCO é uma feira essencial para a arte latino-americana, já que, por estar na Europa, oferece acesso direto a colecionadores, diretores de museus e curadores europeus. Ao mesmo tempo, de acordo com ela, a feira atrai um público latino-americano significativo – incluindo argentinos, colombianos, mexicanos e brasileiros. Identidade negra em focoAlém do programa “Wametisé: ideias para um Amazofuturismo” e do programa geral, a ARCOmadrid apresenta duas outras seções com curadoria especial: “Opening. Novas Galerias”, dedicada a galerias jovens, e “Perfis | Arte latino-americana”, voltada para a valorização da produção artística regional. É justamente nessa última que figura a Galeria Cerrado, mais uma representante brasileira no circuito artístico internacional.A presença da Galeria Cerrado em Madri marca sua estreia em feiras internacionais. A vinda à Espanha aconteceu depois de uma visita do curador José Esparza ao projeto Sertão Negro, do artista Dalton Paula. “Sertão Negro é um ateliê-escola onde ele (Dalton Paula) provê esse espaço, toda essa estrutura para que os artistas com quem convive – que ele chama de residentes – possam produzir ali, de forma conjunta, mas cada um com seu trabalho autoral”, relata Luiza Vaz, diretora da Cerrado.Os visitantes encontram na mostra trabalhos de Dalton Paula e também projetos de artistas jovens que estão sendo mostrados pela primeira vez na capital espanhola, como Tor Teixeira, Abraão Veloso, Genor Sales e Lucélia Maciel. Por meio de técnicas como a pintura, a tapeçaria e a escultura, os residentes do projeto Sertão Negro exploram diversas perspectivas da negritude, enriquecendo o diálogo sobre o tema.Oportunidade para galerias brasileirasAo analisar o panorama da feira, o consultor de arte Brunno Silva observa que a ARCOmadrid serve como uma porta de entrada para colecionadores europeus no mercado brasileiro e latino-americano. Segundo ele, o público é receptivo e interessado nas várias manifestações culturais do Brasil e da América Latina. Ele também destaca a diversidade da representação brasileira no evento. “É interessante observar essas 20 galerias. Quando a gente anda pela feira e observa as obras que elas trouxeram, a gente não vê 20 galerias iguais. Muito pelo contrário, a gente vê diversas formas de ilustrar a pluralidade dessas galerias dos artistas que elas representam”, comenta.“Além do mais, é claro, é sempre importante ver essa profissionalização do mercado de arte brasileiro, e o mercado europeu é bastante importante de um ponto de vista global”, acrescenta Silva. Para ele, a presença das galerias brasileiras na ARCOmadrid contribui para “consolidar a importância da arte brasileira no mundo”.Dezesseis das 20 galerias brasileiras participantes da ARCOmadrid 2025 contaram com o apoio do projeto Latitude, uma parceria entre a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e a Associação Brasileira de Arte Contemporânea (ABACT).A ARCOmadrid, que inicialmente recebeu apenas o público especializado, abriu suas portas para o público na sexta-feira (7). As visitas podem ser feitas até o domingo, 9 de março.
Due to popular demand our podcast producer Tiago de Oliveira Veloso Silva has finally come on to the other side of the mic as one of our expert guests! We chat ‘soft power', definitions of patronage, Agnes Ní Máelsechlainn ‘An Caillech Mór' (d.1196), St Mary's Arrouaisian monastery, Clonard, & reflections on the study of medieval Irish history. Tiago is over half way through his PhD research in the Department of Early Irish, Maynooth University, under the supervision of Dr Wycherley, working on the Taighde Éireann/Research Ireland Pathway project ‘Power and patronage in medieval Ireland: Clonard from the sixth to twelfth centuries'. Tiago's research aims to understand how women exercised power and authority in medieval Ireland by operating socio-cultural and political networks of patronage. This investigation is framed around noblewomen and religious women of the 12th century due to its intense and transformative character, but it allows certain chronological flexibility in order to understand the development of the concept and exercise of female power. To fill this epistemological lacuna, he employs an interdisciplinary approach anchored in a wide array of sources such as the corpus of secular genealogies, the Banshenchas and annalistic evidence. Suggested reading: Tiago Veloso Silva, The other Brigids: meet the forgotten mighty women of Medieval Ireland, https://www.rte.ie/brainstorm/2025/0130/1493745-medieval-ireland-kildare-women-st-brigid-darlugdach-gnathnat-sebdann-muireann-and-coblaith-sarnat/ Tracy Collins, Female Monasticism in Medieval Ireland: An Archaeology (Cork, 2021) Burke, Peter. History and social theory (Cambridge, 2005) Hall, Dianne. Women and the Church in Medieval Ireland (Dublin, 2008) Regular episodes every two weeks (on a Friday)Email: medievalirishhistory@gmail.comX (formerly Twitter): @EarlyIrishPodSupported by the Dept of Early Irish, Maynooth University, & Taighde Éireann (formerly Science Foundation Ireland/Irish Research Council).Views expressed are the speakers' own.Production: Tiago de Oliveira Veloso Silva.Logo design: Matheus de Paula CostaMusic: Lexin_Music
On the latest This is Working, Francisco Veloso, dean of top-ranked international business school INSEAD, talks to LinkedIn editor in chief Dan Roth about overhauling the curriculum to include sustainability and spur students to think about their decisions in terms of global impact as part of a mission to better prepare the next generation of tech and business leaders. Veloso also shares his thoughts on the fundamental value of learning in a diverse, social setting and how AI could integrate into that process and evolve the role of faculty. Share your thoughts via email at ThisisWorking@linkedin.com, or join the conversation directly on LinkedIn using the hashtag #ThisisWorking. Follow Francisco Veloso, INSEAD, Dan Roth and LinkedIn News on LinkedIn, and subscribe to the newsletter here.
This week on our rapid fire Q&A, Francisco Veloso, the dean of INSEAD business school (#2 on LinkedIn's Top MBA list), applies the Heisenberg uncertainty principle to explain how an early love of physics bought him time to figure out a career plan. He also talks about picking up social media skills from Gen Z, learning from Mary Meaney's effective mobilization on behalf of Ukrainian refugees, and shares his advice for successfully integrating into an established organization as a leader.Have questions you want to hear on This is Quick? Share a post or comment on LinkedIn using the hashtag #ThisisWorking. Follow Francisco Veloso, INSEAD, Dan Roth and LinkedIn News on LinkedIn, and subscribe to the newsletter here.
A Fórmula do Fracasso: https://www.fabricadohumor.com.br/projeto-a-formula-do-fracassoCLIQUE AQUI E ACOMPANHE ESTE EPISÓDIO GRAVADO AO VIVO E COM IMAGENS NO YOUTUBE! // SEJA NOSSO APOIADOR: – Sorteios exclusivos, seu nome citado nos programas, acesso ao nosso grupo secreto do Discord pra falar com a gente por vídeo e assistir filmes com nois! http://moidacast.com.br // ANUNCIE NO MOÍDACAST: carnemoidacast@gmail.com ///////////////////////////////////////// // NOSSAS REDES SOCIAIS: – Site Oficial – Twitch – Instagram – Twitter – TikTok // OS ESPECIALISTAS EM P0RR4 NENHUMA: – Klaus Aires – Kleber Tanide – Letícia Godoy – Rafa Longhini – Silas Ravani EQUIPE: // PAUTA E CAPA: – Letícia Godoy // EDIÇÃO: – Silas RavaniSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Emilie Fritz Veloso is an inspirational business figure, successful and innovative entrepreneur, and proponent for conscious capitalism. She is a super mom and advocate for women's wellness with a passion for building communities that foster connection and empowerment.She has built successful businesses like ONE Coconut Water which sold to Pepsico, and One Tribe, a tech-enabled, one-stop-shop for maternal wellness, education, and community. Garrett and Emilie weave through Emilie's story of becoming a mom, discussing the health and work challenges that arose, and the loneliness she felt within the transition. "We aren't doing it right," she said, referring to the lack of the proverbial village. And thus, she created One Tribe, an integrative expert-led community offering education, movement, + wellness for the mother in digital and physical spaces, and recently opened their first location in Miami, Florida. Tune in to learn more about how Emilie built One Tribe, how it works, and why the emphasis on community in motherhood is the paradigm shift Emilie believes will help not only ease the transition into motherhood for many moms, but reduce loneliness and mental health challenges. Connect with Emilie on IG Visit One Tribe on IG www.theonetribe.com _______________________________ @kozekozemama on TikTok Purchase Nip Gloss or Pre-Order the kozēpee peecup (for ovulation and pregnancy testing with code THANKYOU20 Want commission + discounts to kozēkozē products? Apply here to be an affiliate and kozēkozē insider :) Sign-up for the kozēkozē newsletter here. *********** Connect with our host on IG: @garrettnwood Follow kozēkozē on IG: @kozekozemama Podcast Instagram for details on past guests: @kozekozepodcast If you like Garrett's voice, check out her meditations here. Email garrett: garrettkusmierz@kozekoze.com --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/kozekoze/message
“Keep the momentum going. And that's continuous meetings, continuous networking. And then set dates really set a, ‘We are looking to raise this by this time,' so that you give yourself a deadline, and you give the investors a deadline, and you can hold yourself to it.” In this episode of Entreprenista, we sat down with Emilie Fritz Veloso, founder of One Tribe, an integrative, expert-led community that provides best-in-class education, services, and resources to support women on their journey to motherhood and beyond. Emilie created One Tribe to address the challenges she faced during her own difficult pregnancies, where she struggled to find appropriate, convenient, and accessible resources and support. Emilie has an incredible Entreprenista journey which included her co-founding the successful coconut water brand One Coconut Water, which she later sold to PepsiCo and she also served as the CEO of Sacred Space Miami, a multidivisional holistic wellness center. Tune in to hear how Emilie's career path took her from luxury consumer goods to One Tribe, the lessons she learned from her first business, and the very emotional experience of selling a business. We also talked about the 12 year process of founding One Tribe and Emilie's number one tool for staying organized during her fundraising process. We talked about: Emilie fell in love with her husband through his business plan for One Coconut water (02:31) Raising capital (06:08) How complex the acquisition process can be (07:53) Emilie's personal experience inspired her to found One Tribe (13:44) The fundraising process behind One Tribe (19:46) Connect with Emilie: LinkedIn One Tribe One Tribe on IG Join us for Entreprenista Founders Weekend: Join us from May 3-5th at The Ritz-Carlton in Orlando for your opportunities to connect and build relationships with the most powerful women in business. We can't wait to be with you in person at our Founders Weekend Wealth & Wellness Retreat. Reserve your tickets here. Are you ready to make meaningful business connections that lead to real business results? Join our Entreprenista League community of women founders at entreprenista.com/join! You'll have access to a private community of like-minded Entreprenistas who are making an impact in business every day, special discounts on business products and solutions, exclusive content, private events, the opportunity to have your story featured on our website and social channels, and access to Office Hours with top founders who have been on our show! We can't wait to welcome you, support you, and be part of your business journey! Thanks for tuning into this week's episode of The Entreprenista Podcast - the most fun business meeting for women founders and leaders. If you enjoyed this episode, please subscribe to the show and leave a review wherever you get your podcasts. Apple Podcasts | TuneIn | Spotify | Stitcher | iHeart Radio | GooglePlay Be sure to share your favorite episodes across social media to help us reach more amazing female founders, like you.
For some of us, we go into motherhood, thinking that just because it's such a natural thing, we will just know how to get through it, you know, that motherly instinct. But in reality, motherhood takes constant work support and preparation. Today we chat with Emilie Fritz Veloso, CEO of One Tribe, an integrative expert led community offering education movement and wellness for the mother in digital and physical spaces. Get to know more about One Tribe here: https://www.theonetribe.com/ Follow One Tribe on Instagram: https://www.instagram.com/the.one.tribe/?hl=en Follow Motherish on Instagram: https://www.instagram.com/motherish/?hl=en