POPULARITY
#aponte #pibpenha #cultocontemporâneo #adoraçãopibpenha #cultoaovivo #mensagensbíblicasTema da Mensagem: Jônatas: O Amigo que Soube DiminuirTexto bíblico base: 1 Samuel 18.1–4; 20.12–17; 23.15–18Pr. Eliezer VictorUma mensagem da série "O Outro Lado do Trono" do encontro A PONTE de 07.06.26._____________________________________A PONTE é um encontro BÍBLICO, CONTEMPORÂNEO e ACOLHEDOR que tem como objetivo traduzir a fé para o idioma contemporâneo, fazendo A PONTE entre o mundo imutável da Palavra de Deus e o mundo em constante mudança das gerações atuais. A Celebração da Noite da PIB Penha._____________''Ser uma igreja bíblica que faz discípulos de Jesus e os ajuda a crescer na direção de Deus, da igreja e do mundo; transformando pessoas, sociedade e cultura através da proclamação do evangelho de Jesus Cristo'' é a identidade da Primeira Igreja Batista da Penha._____________Siga os nossos perfis oficiais no Instagram:@pibpenha.sp@aponte.pibpenhaQuer conhecer mais a PIB Penha ou tirar alguma dúvida? Entre em contato através do Fale Conosco do nosso site ou aplicativo._____________
Que bem que ela fala. E sabemos o bem que escreve e canta. A Carolina trouxe alguns dos livros que a mudaram e lhe entraram pelo coração, o lugar de onde se revela. Soube a pouco e muito falámos nós. Obrigada Carolina.Os livros que a cantautora escolheu:Estela sem Deus, Jeferson Tenório;A palavra que Resta, Stênio Gardel;Balada para Sophie, Filipe Melo e Juan Cavia;O Ano do Pensamento Mágico, Joan Didion.Outras referências:Harry Potter, J. K. Rowling;A Sombra do Vento, Carlos Ruiz Zafón;A Natureza da Mordida, Carla Madeira;A Papisa Joana, Donna Woolfolk Cross.Noites Azuis, Joan Didion;Capitães da Areia, Jorge Amado;Se Deus me chamar não vou, Mariana Salomão Carrara.Recomendei:As Primas, Aurora Venturini;ACOTAR, Sarah J. Maas;A Correspondente, Virginia Evans;A Educação de Eleanor, Gayle Honeyman;Lições de Química, Bonnie Garmus.O que ofereci:A Sombra das Árvores no Inverno, Carla Pais (Prémio Leya 2025);BeautyLand - Terra Bela, Marie-Héléne Bertino;O Retrato de Dorian Gray, Oscar Wilde.Filme de animação referido: Coco.Os livros aqui:www.wook.pt
A mudança, tanto de entrada como de saída, é uma realidade muito frequente nos condomínios? Existe um regramento geral sobre mudança em condomínios na nossa lei? Quais são as previsões mais comuns sobre as mudanças? E se houver descumprimento? O que o síndico deve fazer? Tem que ter algum cuidado sobre a parte de estrutura do condomínio? E sobre a segurança? Acontece de ter mudança falsa? Soube que é um golpe que tem por aí já rodando na praça. Para responder essas e outas questões sobre as idas e vindas condominiais: uma breve análise sobre as mudanças nos condomínios, o âncora Jota Batista conversa com o advogado especialista em Direito Condominial, Yuri Oliveira.
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
Nesta edição do Visto de Fora, Begoña Iñiguez e Olivier Bonamici avaliam a forma como os diferentes países europeus estão a reagir à crise energética, e de preços, provocada pelo conflito no Médio Oriente. "A Europa não soube prever a crise" e "não aprendeu nada com a Ucrânia", concluem. Em análise, ainda, as recentes declarações de Ursula von der Leyen que sugeriu uma nova abordagem europeia na cena internacional, mas recuou. Sobre Portugal, a pergunta: faz sentido valorizar o Guia Michelin?
A ministra da Administração Interna, Maria Lúcia Amaral, demitiu-se devido à gestão da resposta do Estado às tempestades que ainda afetam o país. Luís Montenegro assume o lugar de forma interina. Esta demissão em tempo de crise agrava ou aligeira os problemas do país e do governo? Pedro Delgado Alves afirma que não se justifica crucificar a Maria Lúcia Amaral, já que “tem uma carreira de serviço público e soube sair”, José Eduardo Martins considera que não interessa se a ex-ministra comunicava mal, mas sim se “a Proteção Civil não foi ativada a tempo.” O Antes Pelo Contrário em podcast foi emitido na SIC Notícias a 12 de fevereiro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Augusto Inácio fala num triunfo bem conseguido do Benfica apesar da entrada forte do Estoril. Destaca ainda como os encarnados conseguiram recuperar o controlo do jogo com Pavlidis em destaque.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Mark Finley
Mário Cagica Oliveira admite que Sporting teve entrada triunfal no momento de pressionar Benfica. Destaca ainda a reação da equipa de José Mourinho num dérbi carregado de emoções. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Augusto Inácio considera que o Sporting foi sério no jogo. Destaca Trincão e Blopa, elogia a atitude dos jovens do Sporting e valoriza a exibição do adversário, realçando o ambiente de TaçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O Ministério Público andou a escutar António Costa durante dois anos e não notificou o tribunal. Soube-se agora, cinco anos depois, que parte destas escutas já deviam ter sido validadas. Esta semana, no podcast 'Eixo do Mal', o MP que volta a atacar, as escolhas e companhias de Cristiano Ronaldo e, para terminar, tudo o que os debates e sondagens nos dizem sobre a escolha dos portugueses para o futuro Presidente da República. Ouça aqui os comentários de Clara Ferreira Alves, Luís Pedro Nunes, Daniel Oliveira e Pedro Marques Lopes aos temas que marcam a atualidade. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Dez anos depois dos atentados que mataram 130 pessoas e fizeram mais de 400 feridos em Paris e Saint-Denis, o filho de uma das vítimas mortais denuncia a exploração da emoção em torno dos ataques e pede “pensamento crítico e analítico sobre o que aconteceu”. Michaël Dias afirma que não se procuraram respostas sobre as causas e o financiamento dos ataques e alerta que não foi feito “um trabalho para lutar contra a polarização da sociedade” de modo a “evitar que pessoas nascidas em França atentem contra o próprio país”. O filho do português que morreu no Stade de France questiona “como é que “um país como a França não foi capaz de antecipar uma operação terrorista desta dimensão” e não acredita que hoje a situação esteja melhor. Foi há dez anos que três comandos de homens armados mataram 130 pessoas e fizeram mais de 400 feridos em Paris e Saint-Denis. Primeiro, no Stade de France, depois em bares e restaurantes e na sala de concertos Bataclan. Os ataques de 13 de Novembro de 2015 foram, então, reivindicados pelo autodenominado Estado Islâmico. Dez anos depois, como contar e lembrar o que aconteceu e como estão os familiares das vítimas? Para falar sobre o assunto, convidámos Michaël Dias, filho de Manuel Dias, a primeira vítima mortal daquela noite junto ao Stade de France, em Saint-Denis, nos arredores de Paris. RFI: Dez anos depois, como é que está o Michaël Dias e a sua família? É possível reconstruir-se dos atentados? Michaël Dias, filho de Manuel Dias: “Enquanto estamos vivos, é sempre possível reconstruir-se e continuar a viver, mas acho que isso é bastante universal em todos os lutos. Não me parece que este luto seja muito diferente de outro. As circunstâncias podem ser mais inesperadas, mas o ser humano passa por um luto que é seu, que é íntimo, que é pessoal e todos os ouvintes um dia passarão por isso.” Que memórias é que ainda guarda daquela noite? “É uma noite de espera até termos a confirmação. Não guardo nada para além dessa lembrança, mas não traz nada à reflexão sobre o assunto, o sofrimento das vítimas ou da família das vítimas. A gente vimo-lo na televisão e na rádio nos últimos dez anos, várias vezes. Não há nada que seja muito útil ao explorar esse sentimento, nem vejo uma grande utilidade de fazer um tutorial sobre como fazer o luto em circunstâncias excepcionais.” Mas se houver alguma coisa que tenha falhado, por exemplo, a forma como as autoridades comunicaram com as famílias, seria bom tirar lições. Ou não? “Não acho que houvesse um protocolo que tenha falhado ou que fosse importante fazer alguma coisa na altura. Soube-se quando tinha que se saber e não é por aí. Não acho que seja um ponto que tenha falhado em particular, é muito mais o facto de um país como a França não ter sido capaz de antecipar uma operação terrorista desta dimensão e coordenada e sincronizada desta forma.” Mas, por exemplo, a sua irmã disse-nos [numa entrevista em 2021] que o número de emergência não funcionou e ela estava em Portugal... “Sim, mas se não somos capazes de antecipar um acto terrorista ou vários numa mesma noite, quanto mais as questões puramente logísticas de números de telefone e de quem centraliza a informação, etc. Desde então, certamente com o número de atentados que já houve em França, eles hão-de ter criado um processo bastante mais eficaz.” Dez anos depois, diz que não houve antecipação. Como é que está a França hoje? “Quando isso acontece, a gente sempre espera que seja o último, que não haja mais, como é óbvio. Mas depois eles foram-se multiplicando, chegando a uma banalização. Acho que ninguém saberia listar o número de atentados que houve em França, de pequena ou grande dimensão, nos últimos dez anos. Portanto, não só não anteciparam esse, como falharam em vários outros níveis. Certamente que também terão evitado outros atentados, mas não acredito que estejamos numa melhor situação hoje do que há dez anos, com muito mais ameaças, com um sentimento de insegurança que foi sempre crescendo. Estamos longe de termos melhorado em qualquer um dos aspectos.” O que é que falha concretamente? O que é que é preciso fazer para antecipar? “Esse é o trabalho de quem zela pela segurança da população, é um trabalho da Inteligência, um trabalho de procura das causas de quem pode estar a financiar, quem pode estar a dar apoio logístico, etc. E todo o outro trabalho que tem que ser feito para lutar contra a polarização da sociedade e para evitar que pessoas nascidas no próprio país atentem contra outros cidadãos que não têm nada a ver com o assunto.” Como é que a memória colectiva deve recordar estes momentos sem que eles sejam, digamos, politicamente utilizados para fracturar uma sociedade que já está polarizada há muito? “Essa questão do dever de memória, eu acho acho curioso. Relembrar o quê? Relembrar que não foram capazes de evitar vários atentados que fizeram mais de 120 mortos numa mesma noite? Não esquecer tudo o que está por trás disso e como nunca fomos capazes de pensar nas origens, de fazer essa genealogia dos acontecimentos, saber quem financiou, quem deu apoio logístico? Continuamos com essa historinha de que três ou quatro parvos num kebab terão imaginado um dia fazer um atentado sozinhos. Isso é absurdo. Forçosamente houve quem financiou e quem deu apoio, mas em nenhum dos momentos a gente pensa essas causas, em nenhum momento o julgamento pensou essas causas profundas e continuamos com a mesma moralização de sempre nos ‘media' e a tentar sempre entrar no acontecimento pela emoção, em vez de pensar isso de forma crítica.” Além do luto individual, os atentados deixaram uma marca indelével na sociedade francesa. Foram os piores atentados na história de França. Até que ponto é que não se poderiam tirar lições, mesmo em termos políticos, do ocorrido e também lembrar das pessoas? No julgamento, a sua irmã disse-nos que pouca gente sabe que houve uma vítima no Stade de France. Como é que se devem lembrar estas pessoas? “Lembrarão essas pessoas quem sente a falta delas. De forma colectiva, ficarão na História pelo que se viveu naquela noite, mas não tem grande interesse tentar personificar um atentado porque isso não traz nada ao debate político, não diz nada sobre a sociedade. O luto é uma coisa completamente individual, pessoal e essa reflexão incapacita as pessoas de pensar de forma crítica, vamos falar de como dói perder uma pessoa sem pensar porque é que isto aconteceu e quem são as pessoas que poderiam ser responsabilizadas por isso de forma política e não só. De resto, é uma questão de luto pessoal. Um dia seremos só uma foto numa estante e no dia a seguir não seremos mais nada.” O seu pai não é apenas uma foto numa estante. O seu pai tem uma placa de homenagem a lembrar o nome dele junto ao Stade de France... “Sim, mas certamente ela um dia será tirada de lá. Não serve de grande coisa pensarmos em toda esta questão de uma forma emocional porque esse trabalho foi feito a vários níveis. Foi feito naquela noite para quem viu na televisão aqueles atentados em directo e sentiu essa emoção, portanto não precisa de voltar a senti-la hoje. Viveu também de forma muito sofrida todas as pessoas que perderam alguém ou estiveram lá naquelas noites e, portanto, não precisamos de mais emoção para perceber o assunto. A gente percebeu bem o que é viver aquilo. Agora, precisamos é de pensamento crítico e analítico sobre o que aconteceu e a emoção impede que isso aconteça.” Foi convidado para as cerimónias de homenagem? O que está previsto? “Acho que há várias comemorações, como sempre, em todos os sítios onde aconteceu, e depois acho que há a inauguração do Jardim da Memória, algo assim.” Lá está, a memória... “Sim, mas essa memória é a memória emocional de quanto se sofreu que vai impedir de pensar de forma crítica ou é a memória de não termos sido capazes de antecipar isto, de não termos sido capazes de gerir isto, de termos obrigado as vítimas a submeterem-se a um processo longo e indecente de responder a todos os inquéritos para poder aceder, possivelmente, a uma indemnização?” Como assim? O que é que aconteceu? Como é que foi esse processo, o acompanhamento para terem as ajudas terapêuticas e financeiras? “As vítimas, na sua maioria, tiveram de esperar quase dez anos para serem, em parte, ressarcidas e terem acesso, às vezes, a apoios psicológicos e a outras compensações. Para isso, muitas delas tiveram de se submeter a todo um processo que incluía encontros com médicos e outros profissionais e todo um inquérito sobre questões muito pessoais que roça a indecência só para se poder provar quase o que se sofreu e a dificuldade em reconstruir-se. Isso é muito absurdo e se temos que ter um dever de memória é para com isso. É para com a incapacidade de antecipar vários atentados e com a incapacidade de gerir de forma digna as compensações que iriam surgir.” Convosco também foi o caso? “Não porque eu não me quis submeter a nada disso, ms conheço pessoas que sim.” Um ano depois dos atentados, durante uma homenagem francesa ao seu pai, na qual foi colocada uma placa com o seu nome no Stade de France, o Michaël fez um discurso em que disse que os que perpetraram os atentados eram apenas “carne para canhão ao serviço de interesses obscuros”. Na altura, também deixou a mensagem – que dizia que herdada do pai – de que “para viver sem medo e em liberdade é preciso parar de estigmatizar o outro”. Esse seu discurso ecoou de alguma forma? Ou nada mudou? “Não acho que tenha mudado seja o que for. Em dez anos, se mudou foi para pior. Temos uma sociedade muito mais polarizada hoje em dia em França do que tínhamos em 2015. De resto, eu não sei se ecoou, não tenho essa pretensão, mas é uma questão que já referi várias vezes que é: como é que pessoas que nascem em França são capazes de realizar atentados ou de se virar contra outros cidadãos que não têm nada a ver com a temática? É preciso pensar como é que chegámos a este ponto, como é que pessoas que nascem em França não se vão identificar como franceses ao ponto de poder realizar algo contra o próprio país supostamente. Nesse sentido, até é muito estranho porque, sim, são carne para canhão porque eles estão a defender interesses que são, às vezes, interesses políticos, interesses mafiosos, interesses que eles nem conhecem e só o fazem por ideologia, neste caso. Mas é sempre curioso perceber como é que pessoas que nascem num mesmo sítio crescem de forma tão diferente.” Numa conversa que tivemos em 2017, criticou o Presidente francês, Emmanuel Macron, pela supressão do Secretariado de Estado de Ajuda às Vítimas. Na altura, falou-me numa “vontade explícita” de fazer cair as vítimas e as famílias num certo “esquecimento”. Teve uma posição bastante crítica com o Presidente. Mantém-na? “Quando ele foi eleito e acabou com a Secretaria de Estado, ele disse que queria acabar com essa cultura de vítimas porque na altura ainda era algo muito presente. Isso não é muito relevante no sentido em que depois houve outros atentados e ele teve que voltar a falar sobre o assunto, etc, mas é mais que o pesou na relação das vítimas com o Estado, no sentido de todas as indemnizações e da ajuda que era suposto vir. Tudo foi complicado e várias vezes tiveram que falar com os ministros e o governo para pedir uma série de coisas que deviam ter acontecido muito mais rápido. Então, o que eu observo é o que eu estava a falar há bocado, é que todo o processo do pedido de ajudas e indemnizações foi muito mais demorado, muito mais complicado do que certamente teria sido com o governo anterior.” Como é que olha para o julgamento? Houve alguma forma de reparação? “Eu fiquei bastante à margem do julgamento pessoalmente. É o que eu sempre disse: vamos julgar as pessoas que estiveram envolvidas directamente nesse atentado e está muito bem fazê-lo, mas eu procurava respostas que nunca chegaram a aparecer porque são questões políticas muito mais profundas e não há interesse sequer em encontrar ligações políticas e económicas a esses atentados. Então é melhor falar das três ou quatro pessoas que pudermos julgar, mas isso não responde em nada às perguntas que eu teria.” Que perguntas são essas concretamente? “São perguntas simples. Quem acredita que três ou quatro desgraçados são capazes de organizar um atentado desta dimensão ou outros atentados que aconteceram depois é ingénuo porque forçosamente há uma complexidade económica e logística que não são acessíveis de forma fácil. Mas nunca sequer essa questão é feita. Quando eu faço essa questão, a maior parte dos jornalistas responde: ‘Ah, não, mas é que a gente não pode na nossa rádio ou televisão falar desse tipo de assuntos. A gente não pode fazer essas perguntas...” Mas eu estou-lhe a pedir essa pergunta. “Sim, mas eu não tenho a resposta. A minha questão é: por que é que nunca se fala de quem poderá ter financiado isto e por que é que sempre que eu faço essa pergunta, os jornalistas me respondem que não podem falar disso? É muito curioso, não chamo a isso censura, mas é curioso.”
António Rodrigues diz que o PSD sempre reconheceu o papel do co-fundador do partido. Pedro Delgado Alves, do PS, descreve Pinto Balsemão como alguém que entendia o "papel fundamental do Estado".See omnystudio.com/listener for privacy information.
O laboratório de Farioli continua a bombar. Com estes, são já 4 cantos que deram golo! Já temos 40% dos Lusíadas! Soube bem o passeio e deu uma ótima rampa de lançamento para as competições europeias. Siga!
Para saber demais informações e participar do clube de conversação depois do expediente, siga o link: https://portuguesewitheli.com/cah If you’d like to help our podcast, consider leaving us a review (Apple and Spotify). Or, alternatively, you can also make a small donation that will be used to cover costs and buy more books for me to research for the podcast
No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 28, Carlos Andreazza fala sobre teste de resistência que a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, enfrentou em sessão marcada por intenso bate-boca, na Comissão de Infraestrutura do Senado. A gestão que não tem maioria no Legislativo e precisa de presidente do Congresso, favorável à exploração de petróleo na foz do Amazonas. Marcos Rogério presidia a sessão em que a ministra foi convidada para explicar o motivo da criação de uma unidade de conservação ambiental marinha na chamada Margem Equatorial da foz do Amazonas. A Petrobras reivindica autorização do Ibama para prospectar petróleo naquela área e os senadores avaliam que Marina é quem cria obstáculos para dificultar a exploração. Pouco antes, o mesmo Plínio Valério, líder do PSDB, tinha feito o seguinte comentário: “Ministra Marina, que bom reencontrá-la! E, ao olhar para a senhora, eu estou vendo uma ministra, eu não estou falando com uma mulher. Porque a mulher merece respeito; a ministra, não”. Soube-se, horas depois, que o presidente Lula, a primeira-dama Janja da Silva e outros ministros telefonaram para Marina e se solidarizaram com ela. Não basta. Leia mais: https://www.estadao.com.br/politica/vera-rosa/desrespeito-a-marina-em-sessao-do-senado-indica-que-governo-lula-e-refem-de-alcolumbre/ Apresentado pelo colunista Carlos Andreazza, programa diário no canal do Estadão no YouTube trará uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. E depois, fica disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Pós-produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Manuella Menezes e Everton OliveiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Estreou a carreira de atriz no Teatro Ádóque, subiu aos palcos do Villaret e Variedades, chegou a trabalhar com o encenador Filipe La Féria. Cristina Oliveira é hoje uma reconhecida atriz de teatro, mas em criança ninguém na família acreditava que esta podia vir a ser a sua profissão. “Eu andava sempre a inventar teatros em casa. Colocava as minhas irmãs a ler 'A Menina do Mar' e a cantar. Mas, quando disse que queria ser atriz, toda a gente questionou. Era vista como uma miúda tímida”, conta a Daniel Oliveira. Neste episódio do ‘Alta Definição’, a atriz leva-nos pelos vários caminhos da sua vida. Recorda o pai “babado” que passava horas a fio com ela a ensaiar de noite para garantir o sucesso das audições, mas também os momentos em que, quando parecia já ter tudo, filhas e uma carreira bem consolidada, teve de vender empadas para o café de uma amiga. “Não havia trabalho na área. Fechava-me no quarto, não tomava banho e comia mal. Achava que a culpa era minha, os outros tinham conseguido chegar mais longe e eu não. Se não fossem as mulheres da minha vida nunca me tinha reerguido”, revela. Ouça em podcast o programa emitido a 24 de maio na SIC. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Alberto Gonçalves comenta os resultados eleitorais e a ascensão do Chega.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nesta edição do "Viaje na CBN", o assunto em destaque é sugestão do ouvinte Marcus Vinicius Brum: "Havana, em Cuba. Soube que lá tem praias paradisíacas. Voo está muito barato. Vale a pena?". O comentarista explica. Ouça a conversa completa!
Varal Celeste está no ar!E aí cruzeirense, tudo bem com vc?No episódio de hoje tivemos:Sport x CruzeiroEscalação.Análise do jogo.A partida ideal com o resultado dos sonhosChristian vem desempenhando muito bem a função. Sobre uma futura disputa com o Matheus Henrique, vamos deixar isso para o futuro, aproveitar esse bom resultado.Matheus Pereira vem desempenhando muito bem outras funções.Cássio participou de forma importante.Soube facilitar o jogo.Situação de tabela. Portais de notícias: https://ge.globo.com/futebol/times/cruzeiro/ https://deusmedibre.com.br/cruzeiro/ https://noataque.com.br/clubes/cruzeiro/https://www.itatiaia.com.br/editoria/cruzeiro https://www.otempo.com.br/superfc/cruzeiro https://www.youtube.com/@CanalSamuelVenancio/featuredhttps://www.youtube.com/@FelipeBarrosTVE aí, curtiu o episódio?Compartilhe com a galera!Se cuidem pessoal!Abraços!Redes sociais: Twitter pessoal: @VaralCeleste https://twitter.com/VaralCeleste?s=09Instagram da coleção/podcast: @varalceleste https://instagram.com/varalceleste?utm_medium=copy_link
STANISLAV PETROV foi um coronel do Exército Vermelho que, em 26 de setembro de 1983, evitou uma potencial guerra nuclear ao se recusar a aceitar que mísseis estadunidenses tinham sido lançados contra a URSS, apesar da indicação dada pelo sistema de alerta computadorizado. Os alertas do computador soviético mais tarde se revelaram errados, e Petrov ficou conhecido como a pessoa que evitou a Terceira Guerra Mundial e a devastação de boa parte da Terra por armas nucleares. Por causa do sigilo militar e de1 diferenças políticas e internacionais, os atos de Petrov foram mantidos em segredo até 1998. Essa é a nossa história de hoje. Se você gostou deixe seu like, faça seu comentário, compartilhe essa biografia com outras pessoas. Vamos incentivar a cultura em nosso pais. Até a próxima história! (Tania Barros)Ajude Tânia a manter o Canal Ativo - PIX: 7296e2d1-e34e-4c2e-b4a0-9ac072720b88 - Seja Membro Youtube á partir de R$1,99 por mês - Projeto Catarse: https://www.catarse.me/loucosporbiografias - Contato: e-mail - taniabarros339@gmail.com
Fran Corrales é fotógrafa de família de Caxias do Sul (RS) e foi muito feliz nesta iniciativa: https://francorralesfotografia.com.br/blog/na-trend-do-anime-EXL2753Foi destaque no meu site e uma das mais lidas da semana: https://www.enfbyleosaldanha.com/post/o-que-estou-vendo-fran-corrales-e-o-uso-da-trend-ghibli-na-fotografia-de-fam%C3%ADliaFran é membro da iniciativa Fotograf.IA: https://www.enfbyleosaldanha.com/post/comunidade-fotograf-ia-c-e-foto-conhe%C3%A7a-a-opini%C3%A3o-de-membros-e-fa%C3%A7a-parte-da-iniciativahttps://www.enfbyleosaldanha.com/post/fotograf-ia-crie-imagens-em-estilo-anime-que-est%C3%A3o-dominando-as-redes-sociais
Soube por Diário da República que o Governo autorizou o abate de mais de mil sobreiros para construir um parque fotovoltaico no concelho. Edição de Cláudia Costa
O ano de 2024 foi marcado por oscilações no mercado do café impulsionadas, principalmente, pelas fortes ondas de calor que prejudicaram a produção mundial. A oferta limitada, por outro lado, trouxe altas expressivas nos preços e possibilidades lucrativas para o produtor. Diante disso, o Brasil soube aproveitar essas oportunidades? Quem responde essa pergunta é o economista Haroldo Bonfá, da Pharos Consultoria, e colaborador do Paracatu Rural, que fez um balanço com a gente sobre o ano 2024 para o setor cafeeiro.
Eduardo Barroso garante que Rui Borges é o novo treinador dos leões. Para Dias Ferreira, Varandas não devia substituir João Pereira; já Pedro Madeira Rodrigues não tem dúvidas: "Vem dar nova força".See omnystudio.com/listener for privacy information.
A moda deu-lhe mundo e a representação surgiu por acaso. O Brasil tornou-o um verdadeiro artista, o Ricardo Pereira que hoje conhecemos. E "40 minutos" é muito pouco para contar tantas histórias.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Do palco na quinta de família para o grande ecrã, Cláudia Vieira podia ter sido muita coisa, mas a Ana Luísa mudou-lhe a vida. A moda, as inseguranças e a família numa carreira que já leva 20 anos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
devocional 2 joão leitura bíblica Há muitos impostores espalhados pelo mundo, que não querem reconhecer que Jesus Cristo se fez homem. Quem assim procede é impostor e Anticristo. Sejam cuidadosos em conservar os frutos do vosso trabalho, para assim receberem a plena recompensa. Quem sai do caminho e não permanece fiel aos ensinamentos de Cristo não tem Deus consigo. Aquele que permanece fiel aos ensinamentos de Cristo tem em si tanto o Pai como o Filho. 2 João 7-9 devocional Jesus fez-Se mesmo um de nós. Não Se poupou em nenhuma área. Viveu de forma surpreendentemente simples: Comeu, bebeu, adormeceu, acordou, riu e chorou exactamente como nos acontece a cada dia. Soube o que é sentir fome, tristeza ou alegria. Não veio num raide só para ver as vistas. Vestiu a nossa pele, calçou os nossos chinelos, carregou as nossas cargas, a ponto de ter suportado a cruz para nos aliviar do maior dos pesos, o nosso pecado. Sim, Ele viveu como um comum mortal, mas com a pequena grande diferença que não pecou. Negar isso é recusar O Seu plano de nos tornar como Ele. Longe de nós virar-Lhe as costas. Façamos isso antes com o ensino daqueles que teimam em ridicularizar a Sua encarnação. Perseveremos, sim, no Seu caminho, pois quem não o faz “não tem Deus consigo.” Já “aquele que permanece fiel aos ensinamentos de Cristo tem em si tanto o Pai como o Filho.” - jónatas figueiredo
“Sucesso sem felicidade é fracasso.” Quando eu era advogado da União, ganhando um salário que jamais havia imaginado ganhar na minha vida, essa frase do Tony Robbins me fez tomar uma atitude radical… Largar aquele emprego que me trazia segurança financeira, mas me deixava extremamente infeliz. Embora muitas pessoas ao meu redor tenham achado essa decisão uma loucura, eu não poderia ter feito uma escolha melhor. Porque hoje eu tenho um reconhecimento financeiro ainda melhor do que tinha como advogado da União e tenho também muito mais realização profissional e pessoal! Mas para conseguir tudo isso, eu tive que me planejar… Tive que entender por que mudar de carreira faria sentido, quando seria o momento ideal para fazer essa transição e o passo a passo para fazer uma transição de forma segura. Five… eu não sei se você está na mesma situação que eu estava lá atrás… com reconhecimento financeiro, mas sem realização profissional. Ou se até tem realização profissional, mas não tem o retorno financeiro que gostaria. Ou ainda se o seu caso é o mais difícil de todos: você não gosta do que faz e não ganha bem. Independentemente de qual é o seu caso, talvez você esteja considerando fazer uma transição de carreira assim como eu fiz. E eu quero compartilhar contigo como eu consegui fazer essa transição de forma rápida e segura para hoje ser extremamente realizado em todas as áreas da minha vida. Bora bater esse papo no episódio #208 do Sai da Média, o podcast de produtividade mais ouvido do país? “Do zero ao sucesso: minha transição de carreira (o que você nunca soube)”. Dá o play e confere! → Inscreva-se grátis no Treinamento “A Melhor Profissão do Mundo”, que acontece online e ao vivo nos dias 28, 30 e 31/10: https://geronimotheml.site/melhor-profissao-do-mundo-sdm-208 → Para mais conteúdos gratuitos sobre produtividade e desenvolvimento pessoal, se inscreve aqui no canal e me segue no Instagram: https://www.instagram.com/geronimotheml/ → Segue a Paty no Instagram se quiser descobrir os segredos de um evento ao vivo que gera alta transformação e conversão em vendas: https://www.instagram.com/patyaraujo.oficial/ #SaiDaMédia #VidaNoComando #GeronimoTheml
Chegou a Portugal vinda de Angola aos cinco anos de idade. Como filha primogénita, Marisa Cruz cresceu acompanhada do peso da responsabilidade. Com a morte do pai e com as ausências regulares da mãe, a futura manequim foi criança, cuidadora e mãe dos próprios irmãos. “Essa responsabilidade não me permitiu ser menina.” Nunca foi uma vida que almejou, mas a verdade é que Marisa conseguiu conquistar a tal “estrelinha” que diz ser necessária para atingir o sucesso no mundo da moda. Ouça a versão podcast do programa Alta Definição, conduzido por Daniel Oliveira na SIC.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Edição de João Vasco
Cultura em Pauta #794 27/08/2024
Houve falo sobre o Trump e sobre Livre Arbítrio... —————————————————— 00:00 - Introdução 01:50 - Trump sendo Trump 07:46 - Livre Arbítrio 13:05 - Despedida
Nascido João Rubinato, ator, cantor, compositor, radialista, Adoniran se consagrou como sambista, cantando as lutas, dores e amores do povo trabalhador. Soube como ninguém contar o duro dia-a-dia do paulistano que constrói a cidade mas não tem como morar bem.
Soube a pouco.
O Exército de Israel confirmou hoje que o brasileiro Michel Nisenbaum, mantido refém pelo Hamas em Gaza, foi encontrado morto na quinta-feira, 23. Além dele, outros dois reféns, Hanan Yablonka e Orion Hernandez, foram encontrados mortos.Após ignorar a família de Michel Nisenbaum por cinco meses, Lula lamentou nesta sexta-feira, 24, a morte do brasileiro."Soube, com imensa tristeza, da morte de Michel Nisembaum, brasileiro mantido refém pelo Hamas.Conheci sua irmã e filha, e sei do amor imenso que sua família tinha por ele. Minha solidariedade aos familiares e amigos de Michel. O Brasil continuará lutando, e seguiremos engajados nos esforços para que todos os reféns sejam libertados, para que tenhamos um cessar-fogo e a paz para os povos de Israel e da Palestina."Felipe Moura Brasil e Duda Teixeira comentam:Ser Antagonista é fiscalizar o poder. Apoie o jornalismo Vigilante: https://bit.ly/planosdeassinatura Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2S... Ouça O Antagonista | Crusoé quando quiser nos principais aplicativos de podcast. Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Jazz e Braian em busca de uma botija misteriosa. Declarações emocionantes, árvores genealógicas confusas e tudo sobre o Delorean. === Vem pro Open Bar de Jujubas: https://t.me/+FVvtDmrU6q8xZjNh === A Alura vai te reconhecer como Jujuber se você clicar aqui: alura.com.br/promocao/jujubacast === GRUPO SECRETO ESTÁ DE VOLTA !!! Vem fazer parte jujubacast.com/grupo === Apresentação: Jazz Ryder Convidado: Braian Rizzo Produção: Thyara Castro e Bruno azevedo Edição, pós-produção e mixagem: Jess Correa Capa: Brann SouzaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Já sabia disso? Este é só um trechinho de uma aula completa, que você encontra aqui no podcast :) Quer dar aquele up no seu inglês com a Teacher Milena ?
Foi o Carnaval da Figueira da Foz que as juntou. Inês achou que Sofia fazia parte da organização e meteu conversa. Fizeram faísca imediata. E, ainda que Sofia nunca tivesse tido uma relação com outra mulher, percebeu que estava apaixonada. Tiveram um início intenso... mas ano e pouco depois separaram-se. "Sempre soube que a Inês foi o meu maior amor até se ir embora", explica Sofia. Estiveram cinco anos afastadas. E os amigos de ambas não perdiam a esperança de que reatassem. Até que um trabalho conjunto - a produção dos Globos de Ouro, da Sic - resolveu isso. Mas é também nesse momento que Inês informa que se vai casar... como é o desenrolar desta história que dura há 19 anos? Nada como ouvir o mais recente episódio de Ouvir Falar de Amor, da Rádio Comercial.
Marcelo Rebelo de Sousa veio ontem recordar que 2024 é o ano de todas as eleições e que é o povo “quem mais ordena”. Mas será isso suficiente quando 2024 é também o ano de todos os desafios e perigos?See omnystudio.com/listener for privacy information.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anuncia nesta quinta-feira, 28, um conjunto de novas medidas que serão enviadas pelo governo ao Congresso Nacional para melhorar a situação das contas públicas federais nos próximos anos. As medidas buscam, entre outros fatores, garantir que o governo consiga cumprir a meta fiscal prevista no Orçamento de 2024 – de déficit zero, ou seja, gastar apenas o que será arrecadado no ano, sem aumentar a dívida pública. "Haddad me disse que as duas intenções são adaptar as medidas fiscais à reforma tributária e tornar a tributação mais justas no País. O ministro soube negociar muito bem com Congresso e Banco Central e se mostrou eficiente e hábil político para negociar as mudanças que pretendia", afirma Cantanhêde.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anuncia nesta quinta-feira, 28, um conjunto de novas medidas que serão enviadas pelo governo ao Congresso Nacional para melhorar a situação das contas públicas federais nos próximos anos. As medidas buscam, entre outros fatores, garantir que o governo consiga cumprir a meta fiscal prevista no Orçamento de 2024 – de déficit zero, ou seja, gastar apenas o que será arrecadado no ano, sem aumentar a dívida pública. "Haddad me disse que as duas intenções são adaptar as medidas fiscais à reforma tributária e tornar a tributação mais justas no País. O ministro soube negociar muito bem com Congresso e Banco Central e se mostrou eficiente e hábil político para negociar as mudanças que pretendia", afirma Cantanhêde.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Jojo se desculpa e Kaila desconfia; Kayky Brito: Bruno diz que só soube do acidente no dia seguinte
Hoje a Aline veio ao #QuemAmaNãoEsquece para contar a história dos seus avós. A dona Sueli e o seu José se apaixonaram perdidamente um pelo outro desde o primeiro momento em que se viram. Os dois se casaram, tiveram 3 filhos e vários netos. Um dia o José sofreu 3 AVCs seguidos que o deixaram muito debilitado. Os médicos avisaram que ele ficaria acamado pelo resto da vida, mas a Sueli cuidou do marido com muito amor por 7 anos, até o dia em que ele descansou. Com a morte do marido, ela ficou totalmente desolada e sem interessem em continuar vivendo. Depois de 4 meses que o José tinha partido, foi o aniversário da Sueli e ao assoprar as velas, ela desejou que fosse se encontrar com o marido. No dia seguinte, ela também faleceu. Todos da família sofreram demais e a Aline ainda sente muita saudade dos avós, mas e acredita que hoje eles estejam juntos em algum lugar.❤️
Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com https://crusoe.uol.com.br/ Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista https://www.twitter.com/o_antagonista https://www.instagram.com/o_antagonista https://www.tiktok.com/@oantagonista_oficial No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista
Taylor Catclaw, homem trans; pessoa não binária, juntou-se a nós com o propósito de partilhar ideias e experiências diversas de cidadania e criatividade. Pela intensidade e relevância da conversa, prendemo-nos nos tópicos relacionados com Identidade de Género e o enquadramento social das experiências não binárias.Soube bem refletir em conjunto.(0:00) Comunicado e Preliminares(4:46) Importância de Reforço Positivo(10:55) Keyla Brasil; Manifestações(20:50) Trans em Hollywood (28:43) Género e Normas Sociais(49:40) Identidade Trans - autoperceção(1:02:25) Hormonas e CirurgiasAos 50 patronos mostrámos as extremidadeshttps://www.patreon.com/nuancepodcastJunta-te ao nosso DISCORD: https://discord.gg/jhsHPww5FJESTAMOS EM:Spotify https://open.spotify.com/show/3wC6cw4k3jjcqzSLlwgWs5Apple Podcasts https://podcasts.apple.com/pt/podcast/nuance/id1542526434Google Podcasts https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9mZWVkcy5idXp6c3Byb3V0LmNvbS8xNTE5NTcwLnJzcw==PASTAMOS NOS SEGUINTES PRADOSInstagram:http://www.instagram.com/nuancepodcasthttp://www.instagram.com/by.castrohttp://www.instagram.com/holdennevermorehttp://www.instagram.com/luisamadobessahttps://www.tiktok.com/@nuancepodcastTwitter:http://www.twitter.com/nuance_podcasthttp://www.twitter.com/goodboycastrohttp://www.twitter.com/holdennevermore#podcast #transgenero
O ex-ministro da Educação Milton Ribeiro (foto) evitou fazer críticas aos pastores Gilmar Santos e Arilton Moura, que protagonizaram um esquema de tráfico de influência em sua gestão que culminou em sua saída do cargo e posterior demissão. Em entrevista exclusiva ao Papo Antagonista desta sexta-feira (23), o ex-MEC saiu em defesa dos líderes evangélicos. Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista https://www.twitter.com/o_antagonista https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista
Com Evandro Mesquita, o Papo debate o poder de inspirar e ser inspirado. Também fala de egotrip e discute os tipos de pessoas mais inconvenientes do mundo.
Marcelo continua irritado e com vontade de imitar o Will Smith.