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Nesta segunda parte da conversa, a jornalista Joana Gorjão Henriques revela quais foram os momentos mais transformadores da sua vida profissional, conta como o lado humanista dos pais a influenciou e como a experiência da maternidade, depois dos 40, se tornou a grande revolução pessoal, que a deixou mais em confronto consigo. Depois deixa um olhar crítico às políticas do Governo, e ao papel dos media, a seu ver responsáveis em parte pelo crescimento da extrema-direita, pelo tempo de antena dado, e a forma "sensacionalista" e "pornográfica" como são abordados temas sensíveis como a imigração, "em busca de capitalização e mais cliques." E ainda revela algumas das músicas que a acompanham, lê o poema "No Sorriso Louco das Mães", de Herberto Helder, e deixa várias sugestões de filmes portugueses que saíram recentemente. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.
É uma das vozes jornalísticas mais consistentes em Portugal quando se trata de investigar e criar reflexão sobre imigração, direitos humanos, e de expor as camadas profundas do racismo e desigualdades sociais que persistem no presente. Duas vezes premiada com o prémio Gazeta, Joana Gorjão Henriques é autora de vários livros e assinou em 2025 o documentário “Racismo, uma descolonização em curso”, disponível agora na RTP Play. E deixa claro que a discriminação racial é um problema ainda sem solução na sociedade.“Portugal continua num apartheid de poder. Na casa onde se fazem as leis e a democracia vemos só uma deputada negra, a Eva Cruzeiro.”Ouçam-na nesta primeira parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, de Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A nova Lei da Nacionalidade, que acaba de entrar em vigor em Portugal repleta de alterações, mudou o destino de milhares de pessoas, entre elas, os descendentes de judeus sefarditas, agora impedidos de obter a cidadania portuguesa. Desde 2015, quem comprovasse a descendência dos antigos judeus ibéricos perseguidos podia se naturalizar no país sem os habituais requisitos de residência e domínio da língua. Mais de 400 mil processos de nacionalidade pela via da descendência sefardita ainda aguardam resposta do governo português. Letícia Fonseca-Sourander, correspondente da RFI em Lisboa Há mais de 500 anos, Portugal expulsou milhares de judeus de seu território e obrigou os que ficaram a se converter ao catolicismo. Uma reparação histórica foi aprovada em 2015, mas as portas se fecharam agora com a nova Lei da Nacionalidade. Para a comunidade, o fim do regime especial de concessão da cidadania portuguesa pela ancestralidade sefardita inviabilizou bem mais do que um meio de adquirir a nacionalidade. A mudança impediu um retorno simbólico às raízes dos antepassados que viveram em Portugal antes da diáspora. A antropóloga Marina Pignatelli, professora de antropologia da Universidade Técnica de Lisboa (ISCSP) e pesquisadora do CRIA, Centro em Rede de Investigação em Antropologia, diz que “muitos requerentes ao fazerem a busca genealógica encontraram essas raízes judaicas e se encantaram com elas. Eles acabaram por desenvolver uma ligação forte com Portugal, com as terras onde os antepassados tinham origem”. Pignatelli tem uma impressão ambivalente sobre as mudanças na lei. “Por um lado a lei foi justa, devia continuar aberta, porque se é uma reparação histórica não deveria ter um limite temporário. Mas por outro lado, a lei foi toda mal feita desde o início, e os quesitos de como as pessoas deviam fazer o processo foram bastante arbitrários”, esclarece. “Então, isso permitiu que as comunidades judaicas em Portugal criassem critérios diferentes para as pessoas se habilitarem ao passaporte", aponta a antropóloga. "Essa duplicidade criou confusão, dúvidas sobre o processo e começaram a haver críticas em nível político ao governo português por estar 'vendendo' os passaportes. E isso nunca devia ter acontecido. Isso é um processo de reparação histórica que não devia ter a ver com política, nem com mercantilização”, conclui. A advogada Ana Pacheco Araújo, especialista em imigração e direito internacional afirma que as pessoas que foram afetadas pela extinção desta via sefardita vão sofrer consequências em muitas décadas. “Nós vamos ter famílias inteiras em que metade é portuguesa, metade não é. Ou que o pai é, e o filho não é; que o filho é, e o pai não é. Então, é necessário também algum tipo de legislação para resolver estas questões mal resolvidas pela Assembleia da República”, pondera. Pacheco Araújo chama a atenção para a forma abrupta da mudança do sistema. "Não se trata de término de direito por limitação da própria reparação ou que a reparação histórica já foi realizada. A limitação se dá pela ingerência estatal em não conseguir analisar os milhares de processos que estão sendo submetidos, em não criar regulamentação da lei, e com isso, a grande culpa foi jogada aos descendentes, e não na falta de estruturas mais rígidas de análise, o que é muito complicado porque o objetivo pelo qual a lei foi criada simplesmente foi esvaziado.” Quando o presidente português, António José Seguro, promulgou a nova Lei da Nacionalidade, no início do mês, ele pediu que os processos pendentes não fossem afetados. Com a publicação da lei e suas alterações no Diário da República, o Instituto dos Registos e do Notariado (IRN), órgão do Ministério da Justiça de Portugal, confirmou que o que irá definir a aplicação ou não das novas regras é a data de submissão do pedido de cidadania na plataforma online do IRN. Há cerca de 700 mil processos em curso no IRN, sendo a maioria de brasileiros. Mais da metade dos pedidos de nacionalidade portuguesa pendentes são de descendentes de judeus sefarditas. O empresário mineiro Sérgio Mendes conseguiu comprovar suas raízes judaicas ainda quando morava no Brasil. No ano passado, quando recebeu o título de residência, decidiu mudar para Portugal com a família; mas assim como milhares de pessoas, Sérgio está aguardando a cidadania portuguesa pela via sefardita. “No início, fiquei decepcionado com as mudanças da lei, mas mesmo assim vou continuar morando aqui em Portugal esperando o meu processo avançar”, conta. Jordania Benevides, presidente da Associação dos Descendentes de Judeus Sefarditas em Portugal, comenta que o fim da concessão da cidadania portuguesa provocou decepção na comunidade, que se mobiliza. "Nós protocolamos uma petição junto ao Parlamento e os descendentes não a estão assinando porque estão descrentes com a nova lei. Eles acreditam que não tem como retornar, e isso gera um sentimento de tristeza e uma grande decepção", relata. Origem Os judeus sefarditas são descendentes das antigas e tradicionais comunidades judaicas da região de Sefarad, na Península Ibérica. A presença deste povo na Ibéria – nome dado à região pelos romanos em homenagem ao rio Iberus, o Ebro – é anterior à formação dos reinos ibéricos cristãos como Portugal, que foi criado no século XII. A partir do final do século XV, essas comunidades judaicas começaram a ser perseguidas pela Inquisição espanhola e muitos de seus integrantes se refugiaram em Portugal. Na época, o rei D. Manuel I promulgou uma lei que garantia proteção dos judeus sefarditas. Porém, em 1496 o monarca determinou a expulsão de todos os que não se sujeitassem ao batismo católico. Foi quando muitas famílias hebraicas abandonaram o país e se estabeleceram em outras nações mais tolerantes, entre elas, o Brasil que acabava de ser colonizado. Com a conversão forçada, decretada por D. Manuel I, deixaram então de existir oficialmente judeus em Portugal. A denominação cristãos-novos escondia a origem judaica. Os judeus sefarditas de origem portuguesa e seus descendentes mantiveram não só a língua portuguesa mas também seus sobrenomes. Os sobrenomes dos judeus sefarditas mais frequentes no Brasil e que constavam nos arquivos da Inquisição são: Albuquerque, Almeira, Álvares, Azeredo, Barros, Bragança, Branco, Cardoso, Carneiro, Carvalho, Castelo Branco, Chaves, Coelho, Correia, Cruz, Cunha, Dantas, Espírito Santo, Ferreira, Fonseca, Henriques, Jesus, Leão, Lobo, Lopes, Macedo, Melo, Mendes, Menezes, Miranda, Monte, Moreno, Negro, Noronha, Oliveira, Pacheco, Paredes, Pereira, Pinheiro, Raposo, Rios, Rodrigues, Santarém, Santos, Serra, Silva, Silveira, Valle, Vasconcelos e Ximenes.
O que é ser europeu? Quem escolhe quem é europeu? O que é que os europeus acham que é ser europeu? Há uma definição? A reposta é não, porque a identidade europeia é tão vasta quanto a personalidade, as crenças, as aspirações, de cada pessoa que chama a si própria “europeia”. Na base desta conversa estão os estudos do projeto EUDENTIFY, desenvolvido na Universidade de Amesterdão, que criou uma nova forma de medir a identidade europeia combinando dados de 28 países ao longo de 50 anos. Para Henrique Burnay, consultor europeu e o nosso convidado deste episódio, “o ponto mais interessante da investigação é o facto de a identidade europeia não implicar necessariamente uma opinião positiva sobre a UE”, porque, continua “isso contraria uma convicção que a própria União Europeia tende a ter sobre si mesma: a ideia de que sentir pertença europeia equivale a tecer loas à União. Eu diria precisamente o contrário: seremos mais europeus se questionarmos, discordarmos e pusermos em causa”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Qual o caminho você está escolhendo? - Pr. Saulo Henriques by Igreja Missionária Evangélica Maranata de Jardim Primavera Para conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
António Henriques é o convidado de Conversas com CEO.O CEO do Bison Bank, um banco de gestão de fortunas, enfatiza que a estabilidade e a segurança são um ativo que Portugal tem e que nem todos os países podem oferecer. Mas o país não está a valorizar devidamente esse património. Tornar mais caro o acesso à nacionalidade é uma das medidas que defende, a par da definição do que queremos no prazo de 50 anos. António Henriques diz que o país retira sempre benefícios quando há instabilidade no mundo. Agora, acontece com a guerra no Médio Oriente e com o que se passa nos Estados Unidos, mas já aconteceu com a Turquia e a Argentina. Fala ainda da sua experiência no Banif e sobre a banca do futuro, com maior peso dos criptoativos, numa gestão de fortunas que se exige diversificada em ativos e em geografias.
Episódio 148 de Dias Úteis, um podcast que lhe oferece poesia pela manhã, de segunda a sexta-feira. Por vezes não apenas poesia, por vezes não apenas nos dias úteis... Durante esta semana, antecipamos o regresso às aulas, convidando profissionais de educação, das mais diversas áreas, para a leitura de um texto que os inspire. Hoje, trazemos o escritor, tradutor, professor universitário e director do Instituto Camões em Budapeste, João Miguel Henriques. Leu do seu último livro, "Panóia", editado pela Enfermaria 6 já em 2021. Tema musical original de Marco Figueiredo, com vozes de José Carlos Tinoco e Raquel Bulha. Design gráfico de Catarina Ribeiro. Concepção e edição de Filipe Lopes. Consultoria técnica de Rui Branco. Uma produção Associação de Ideias.
Pat Treacy with Ml. Lyng, Willo Deevy & B. Henriques on the career of Eddie Keher on CRKC 11.04.2026
A Universidade Federal de Viçosa (UFV), está montando um Banco de Germoplasma da Cannabis, uma planta proibida no Brasil desde o governo Getúlio Vargas, por problemas bem conhecidos. Mas que pode ser uma boa oportunidade para o Brasil nas áreas de fibras e de compostos medicinais.
Join Yusuf Henriques, Founder and CEO of IndyGeneUS Biosciences, for a critical discussion on the future of medical inclusivity. A former U.S. Army Combat Medic with a career spanning the FDA, VA, and DoD, Yusuf has seen the systemic "blind spots" in global health data firsthand. In this episode, we explore how his biofintech venture is leveraging AI and blockchain to unlock the power of African genomic data, ensuring the next generation of precision medicine is built for everyone, not just the few.
Este episódio traz uma conversa entre os poetas Glauco Mattoso e Paulo Henriques Britto, que renovaram a poesia brasileira praticando o soneto e mostrando que a mais clássica das formas fixas pode ser subversiva. Eles falam sobre o tom bem-humorado e até obsceno ou escatológico de seus sonetos e recitam poemas divertidos e surpreendentes. Britto, que está lançando Embora (Companhia das Letras), seu nono livro de poemas, conta como descobriu a poesia de Glauco nos anos 70. O encontro aconteceu durante A Feira do Livro 2025, com mediação do jornalista e colunista da Quatro Cinco Um Fernando Luna. Apoio: Lei Rouanet Assine a Quatro Cinco Um por R$ 10/mês: https://bit.ly/Assine451 Seja um Ouvinte Entusiasta e apoie o 451 MHz: https://bit.ly/Assine451
Joquebede, uma mulher de fé - Pr. Saulo Henriques by Igreja Missionária Evangélica Maranata de Jardim Primavera Para conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
"Maus Exemplos" é o programa de autor de Pedro Saavedra e Rui Miguel, com entrevistas “a quem já falhou”.
What if the biggest risk to your next global campaign isn't the market, but the months you'll spend waiting for research to tell you what the market wants?Agility requires not just moving quickly, but making high-confidence decisions at the speed of the market. It demands that our ability to learn and validate is no longer the primary bottleneck to our ability to act.We are in Seattle at the Qualtrics X4 Summit, and today,we're going to talk about how to overcome the speed to insights bottleneck. We'll explore a fundamental shift in market research, moving away from slow, traditional cycles and toward a world where synthetic data and AI can give us near-instantaneous insights, allowing us to simulate customer behavior and de-risk major decisions before they even launch.To help me discuss this topic, I'd like to welcome back to the show, Ali Henriques, Executive Director of Market Research at Qualtrics. About Ali Henriques Ali, a market research practitioner, leads research innovation for Qualtrics Edge, which comprises of AI-powered tools and solutions, wrapped in human-powered services. With nearly 2 decades of market research experience, Ali spearheads thought leadership for Edge, guiding the innovation pipeline for transformative research tools and supporting our legacy services business to deliver 10,000 projects per year. Ali Henriques on LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/ali-henriques-2581683/ Resources Qualtrics: https://www.qualtrics.com The Agile Brand podcast is brought to you by TEKsystems. Learn more here: https://aglbrnd.co/r/2868abd8085a9703 Drive your customers to new horizons at the premier retail event of the year for Retail and Brand marketers. Learn more at CRMC 2026, June 1-3. https://aglbrnd.co/r/d15ec37a537c0d74 Enjoyed the show? Tell us more at and give us a rating so others can find the show at: https://aglbrnd.co/r/faaed112fc9887f3 Connect with Greg on LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/gregkihlstromDon't miss a thing: get the latest episodes, sign up for our newsletter and more: https://aglbrnd.co/r/35ded3ccfb6716ba Check out The Agile Brand Guide website with articles, insights, and Martechipedia, the wiki for marketing technology: https://www.agilebrandguide.com The Agile Brand is produced by Missing Link—a Latina-owned strategy-driven, creatively fueled production co-op. From ideation to creation, they craft human connections through intelligent, engaging and informative content. https://www.missinglink.company Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
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Episódio 017 de Dias Úteis, um podcast que oferece poesia pela manhã, de segunda a sexta-feira. O episódio de hoje contém um poema e a sua tradução. Talvez dois poemas, pois, como diz o leitor da tradução de Fiama Hasse Pais Brandão, João Miguel Henriques, a versão portuguesa é bastante mais longa que a original, húngara, de László Nagy. Em húngaro, escutamos o poema através da voz de Mária Magdolna Demeter que, entre outros, é responsável pela tradução para português do romance "As velas ardem até ao fim", de Sándor Márai. João Miguel Henriques, professor e responsável pelo Instiuto Camões em Budapeste, tem também um novo livro que podem conhecer através da respectiva editora: https://enfermaria6.squarespace.com/joo-miguel-henriques-pannia Este(s) poema(s) foram gravados na Universidade de Budapeste, em 2019, no âmbito de acções organizadas a convite do Instituto Camões local (www.clpcamoes-budapeste.com) Tema musical original de Marco Figueiredo, com voz de José Carlos Tinoco. Saiba mais sobre os nossos projectos em www.assdeideias.pt.
In this episode, we speak with Michael Henriques, Partner and Senior Portfolio Manager at Magnetar, a multi-strategy alternative investment manager with more than $22 billion in AUM. Founded in 2005, the firm invests across public and private markets in the U.S. and Europe, with a focus on alternative credit, fixed income, and venture strategies. Its Alternative Credit & Fixed Income business targets Specialty Finance, Structured Solutions, and Opportunistic Markets, seeking to generate attractive risk-adjusted returns, particularly during periods of market dislocation. Michael brings three decades of experience in fixed income, structured securities, and real estate. He joined the firm in 2007 and previously served as a Managing Director at Deutsche Bank. Before that, he spent more than ten years at Goldman Sachs, where he began as a structured finance analyst and ultimately co-headed the CDO and Synthetic ABS group. Michael received his MBA from Wharton and his BA from Princeton. Magnetar was recently recognized as a Top Private Credit Firm of 2025 by GrowthCap. Michael supports HE3AT. To learn more about this organization click here. I am your host, RJ Lumba. We hope you enjoy the show. If you like the episode, click to follow.
Situação do setor cerâmico de Campos Concorrências aos materiais alternativos e outro polos de produção de tijolos Atraso nas obras na estrada dos Ceramistas e a questão ambiental
Seja ousado nas mãos de Deus - Pr. Saulo Henriques by Igreja Missionária Evangélica Maranata de Jardim Primavera Para conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
No quarto dia do conflito no Médio Oriente, o exército israelita anunciou, esta terça-feira, o envio de forças terrestres para o sul do Líbano, depois de ter confirmado ataques aéreos simultâneos sobre Teerão e Beirute. Face à retaliação iraniana, o Departamento de Estado dos Estados Unidos recomendou a saída do pessoal diplomático não essencial e das respectivas famílias do Iraque, da Jordânia e do Bahrein, como medida de precaução perante o agravamento da situação na região. Em entrevista à RFI, João Henriques, vice-presidente do Observatório do Mundo Islâmico, analisa os objectivos estratégicos em jogo e sustenta que “não há uma única razão para estes ataques ao Irão”. Qual é o objectivo desta guerra? O objectivo desta guerra tem sido dúbio no discurso de Donald Trump. Tem havido diferentes cenários. Poderíamos dizer que o objectivo da guerra foi, até, mais por imposição de Israel: a queda do regime e, naturalmente, no seguimento disso, a criação de condições para que a liderança passasse para uma figura - não vou dizer imposta por Israel ou pelos Estados Unidos - mas para uma figura mais consensual e que alinhasse naturalmente nos propósitos de Israel e dos Estados Unidos. A outra ideia era decapitar completamente o regime, o que não aconteceu, embora ele tenha sido em parte já removido. Estou a falar da liderança iraniana. Mas não há, objectivamente, uma única razão para que estes ataques à República Islâmica do Irão estejam a acontecer. Vimos agora Ali Larijani [secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional] a dizer que não vai ceder a qualquer tipo de reforma. Ali Larijani é o homem com quem Donald Trump poderia negociar, o que leva a pensar que toda esta ofensiva não será capaz de derrubar este regime estruturado e autoritário… Não, não vai acontecer. Porque, se nós verificarmos o perfil dos nomes que são apontados como principais candidatos, o regime teocrático vai manter-se. E nenhum deles vai alinhar com cedências a Israel e aos Estados Unidos. Poderá haver, e há, elementos de uma linha mais branda, mas há determinados pontos que são comuns. Portanto, não há nenhuma cedência aos interesses do Ocidente. São essencialmente interesses de natureza económica e, naturalmente, a preservação de alguma influência política e até securitária na região, que tem estado a ser protagonizada por Israel. Vários Estados, como a Finlândia, a Noruega e a Colômbia, denunciaram um “ataque ilegal”. A Rússia fala em “agressão”. O Senegal condena o uso da força e países como a Suíça, a Irlanda e a Espanha pedem o respeito pelo direito internacional. Os Estados Unidos e Israel falam em “ataques preventivos”. Um ataque destes deveria ter sido lançado com a luz verde do Conselho de Segurança das Nações Unidas? Absolutamente. Este ataque, desde logo, deveria ter sido discutido, votado e eventualmente aprovado no Congresso norte-americano. Isso não aconteceu. A nível macro, as Nações Unidas deveriam ter uma voz activa nesta decisão bilateral, incluindo também Israel. Isto vai, de facto, contra aquilo que são as normas do direito internacional, que não contempla este tipo de intervenção. Trata-se, objectivamente, de uma agressão a um Estado soberano. E a Europa no meio disto tudo? A classe política europeia está dividida. De um lado, há aqueles que afirmam peremptoriamente que esta iniciativa - norte-americana e israelita - faz todo o sentido, porque estão a tentar decapitar as intervenções de um país que é considerado atentatório das liberdades e da paz. E há outros que defendem que tudo isto vai contra aquilo que é o direito internacional instituído e que já deixou de haver regras, porque há um protagonista chamado Donald Trump que decide de sua livre iniciativa, desrespeitando as instituições. O Irão retaliou, atacando não só cidades israelitas e bases norte-americanas, mas também alvos noutros Estados do Golfo, nomeadamente na Arábia Saudita, invocando a legítima defesa. Estes ataques são legais? Aqui volta a haver uma divisão, porque se trata de uma violação da soberania. Mas há o outro lado, que defende a tese iraniana: trata-se de um acto de legítima defesa, porque não estão a atacar a soberania desses países; estão a atacar território - entre aspas - norte-americano que se encontra nesses países. Estou a falar de bases militares que estão nesses países, incluindo Omã, que se disponibilizou para mediar o conflito. E as pessoas perguntam: se Omã está a querer mediar o conflito, porque é atacado? É atacado exactamente porque as forças ocidentais se encontram instaladas nesses territórios. E vai acontecer o mesmo no futuro. Eles vão continuar - estou a falar do Irão e, eventualmente, dos seus aliados, o Hezbollah e, mais a nível regional, os Houthis no Iémen - a atacar as bases norte-americanas. Mas é também uma forma de fazer pressão sobre os Estados Unidos para pararem com a ofensiva? Essa pressão, julgo, não vai ter grande sucesso junto de Donald Trump e, mais ainda, de Benjamin Netanyahu. Os Estados do Golfo poderão também invocar legítima defesa para responder aos ataques iranianos? Não acredito nessa possibilidade. Haverá manifestações públicas de ataque, manifestações de descontentamento e declarações relativas a uma agressão que não deveria ter acontecido, de qualquer maneira. A reacção dos Estados do Golfo perante os ataques iranianos é uma reacção perfeitamente legítima e constitui um motivo de discussão ao nível do direito internacional. O alastramento desta ofensiva já é visível entre Israel e o Líbano. De acordo com o último balanço, os ataques israelitas causaram 52 mortos e mais de 150 feridos. É real o risco de um conflito global? O conflito regional já existe. O risco global não é desejável. E eu, pessoalmente - e muitos analistas - não acreditamos que este conflito se globalize. Até porque, vejamos: o Hezbollah, a partir do Líbano, enviou mísseis para o norte de Israel. A reacção de Telavive é considerada normal e legítima. E isso provocou, de imediato, por parte do Presidente libanês, uma reacção dirigida naturalmente ao Hezbollah, para terminarem com essas agressões. E para entregarem as armas… Exactamente. O Hezbollah vai continuar a ser um apoio para o Irão. Não é crível que estes ataques sejam interrompidos. O Hezbollah vai continuar a atacar território israelita. Ainda sobre o Irão, o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira, 2 de Março, que não hesitaria em enviar tropas norte-americanas para o Irão. Donald Trump, que sempre se opôs às guerras, poderá enviar homens para o terreno? Homens para o terreno - como se diz, botas no terreno - é improvável. Até porque os Estados Unidos não estão a confrontar-se com um Estado como a Venezuela. A questão do Irão é bem diversa, muito arriscada e muito perigosa. Para já, porque estão mais preocupados - os Estados Unidos e Israel - em eliminar fisicamente determinadas figuras do que em trazê-las para o seu território para depois serem julgadas. Quais são os impactos desta guerra no Médio Oriente? Impactos económicos? Fala-se já do preço do petróleo, que disparou, e do encerramento do Estreito de Ormuz. A China é o principal país impactado? A China está preocupada, embora ainda não se tenha manifestado de forma contundente, e a Rússia também condenou os ataques. O preço do petróleo já vai na casa dos 100 dólares por barril. O Estreito de Ormuz foi fechado. Todavia, há a possibilidade de haver, por parte dos Estados Unidos, uma acção para eliminar esta intervenção iraniana no Estreito de Ormuz. De qualquer maneira, a China vai contribuir decisivamente para que haja um abrandamento e para que o Estreito de Ormuz seja reaberto. Mas a troco de contrapartidas; terá de ser negociado. A China vai continuar a resolver o problema com a importação de petróleo e gás, mas, naturalmente, vai sofrer as consequências também ao nível dos preços. Esta situação, dentro de dias, começará a fazer-se sentir, com os efeitos do encerramento do Estreito de Ormuz, e estou naturalmente a falar da economia a nível mundial.
Buscando em primeiro lugar o que importa - Pr. Saulo Henriques by Igreja Missionária Evangélica Maranata de Jardim Primavera Para conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
No episódio #17 do Podcast P&A – Lei do 1%, estivemos à conversa com Ricardo Henriques, um dos responsáveis do Talho Almerinda, um negócio familiar com raízes profundas e que hoje é uma referência nacional no seu setor.Falámos sobre a história da família, que começa ainda com o avô do Ricardo, passando pela divisão dos talhos entre os filhos e pela criação do Talho Almerinda pelo pai do Ricardo, dando o nome da empresa à sua mãe, Almerinda. Uma história de gerações, trabalho e continuidade, onde o Ricardo representa a ponte entre tradição e inovação.A conversa passou pelo percurso pessoal do Ricardo, desde a decisão de não seguir o caminho académico tradicional, a entrada no negócio da família “por baixo”, numa vertente totalmente prática, até à evolução para funções de gestão e liderança dentro da empresa. Falámos sobre como o Talho Almerinda deixou de ser apenas um talho para se tornar uma empresa com vários espaços, processos e visão de crescimento.Abordámos ainda:• Os desafios de trabalhar num negócio familiar• A gestão de equipas e a construção de uma cultura interna forte• O peso e a responsabilidade de ser visto como “o filho do dono”• A aposta no marketing digital e em influenciadores num negócio tradicional• A construção de marca pessoal como motor de crescimento do negócioFalámos também da forma como o Ricardo se posiciona em diferentes contextos — seja no front office a cortar carne com a equipa, no ginásio a criar conteúdo ou em reuniões e aparições públicas — e de como essas várias facetas fazem parte da mesma pessoa e da mesma identidade.Um episódio sobre legado, inovação, liderança e a evolução de um negócio tradicional para uma marca de referência.
No episódio #16 do Podcast P&A – Lei do 1%, estivemos à conversa com Daniel Henriques, o consultor imobiliário com mais transações realizadas em toda a Europa pela RE/MAX.Uma conversa centrada no percurso, na mentalidade e na forma como o Daniel olha para o negócio imobiliário, sempre com o cliente no centro de tudo. Falámos do seu passado, de como foi construindo resultados ao longo do tempo, das rotinas e da disciplina diária que o ajudam a manter níveis de performance elevados, e da forma como encara o presente e projeta o futuro.Ao longo do episódio, fica clara a importância da consistência, do esforço contínuo e da forma como a atitude certa acaba, inevitavelmente, por atrair as pessoas certas. Um episódio sobre trabalho, foco, preparação diária e a construção de resultados sólidos, sustentados no tempo, sem atalhos.
A travessia para a liberdade - Pr. Saulo Henriques by Igreja Missionária Evangélica Maranata de Jardim Primavera Para conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
No episódio desta semana do Fintech Talks, conversamos com Rodrigoh Henriques, Diretor de Inovação e Estratégia da FENASBAC, sobre como a jornada de inovação dos reguladores vem sendo acelerada — e por que isso se tornou uma principais engrenagens da inovação financeira no Brasil.Falamos dos bastidores do ecossistema Lift, do papel da FENASBAC como ponte entre regulador, mercado e academia, e de como esses laboratórios ajudaram a testar, anos antes de virarem realidade, temas que hoje estão no centro do debate atual, como pagamentos instantâneos e tokenização.Também discutimos o que vem pela frente, incluindo a expansão dessas pontes junto a outros reguladores, levando o modelo da nossa “jabuticaba” para o resto do mundo!Um episódio para entender uma importante (porém pouco vista) parte de como a inovação financeira brasileira tem se desenvolvido tão rapidamente, com experimentação, mão na massa e avanços regulatórios!Confira!**Este episódio é apresentado com o apoio do MBA USP/ESALQ. Acessando o link abaixo e realizando sua inscrição em qualquer curso do MBA USP/ESALQ, você recebe a 2ª parcela do curso gratuitamente no plano de 22 parcelas. Não perca!https://mbauspesalq.com/?IndicatorHash=DEJRUSBAZXTU
O Deus da esperança - Pr. Saulo Henriques by Igreja Missionária Evangélica Maranata de Jardim Primavera Para conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
Resistindo ao inimigo - Pr. Saulo Henriques by Igreja Missionária Evangélica Maranata de Jardim Primavera Para conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
A profilaxia da alma - Pr. Saulo Henriques by Igreja Missionária Evangélica Maranata de Jardim PrimaveraPara conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
Today's guest is Carla Henriques, the international group executive pastry chef for the Hawksmoor restaurant group. Nicknamed the “Queen of Puddings” by her colleagues, Carla has helped shape Hawksmoor's popular dessert menu, from its legendary sticky toffee pudding to seasonal British classics and inventive ice creams.Carla joins host Kerry Diamond to talk about growing up in Lisbon, how her mom's job in a bakery influenced her own career, and how she took the bold step of moving to London to pursue a job in the culinary world. They also dive into British puddings, Portuguese pastries, sustainability, leadership, and why desserts deserve as much care and creativity as any savory course. Also, this is Carla's very first podcast! (You crushed it, Carla.) Click here for Hawksmoor's Sticky Toffee Pudding recipe. Order The Cake IssueSubscribe to our SubstackJubilee NYC 2026 tickets hereCheck out Cherry Bombe on ShopMyMore on Carla: Instagram, HawksmoorMore on Kerry: Instagram
Até aqui nós ajudou o Senhor - Pr. Saulo Henriques by Igreja Missionária Evangélica Maranata de Jardim Primavera Para conhecer mais sobre a Maranata: Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
Deus faz forte ao cansado - Pr. Saulo Henriques by Igreja Missionária Evangélica Maranata de Jardim Primavera Para conhecer mais sobre a Maranata: Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
Debate da Super Manhã: Uma década em que o Brasil viveu um dos episódios mais marcantes da história recente na saúde pública: o surto da Zika vírus e o aumento abrupto de casos de microcefalia em recém-nascidos. A relação entre a infecção materna e as malformações congênitas mudou completamente a compreensão científica sobre o vírus. No debate desta sexta-feira (21), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados para falar sobre a infecção da Zika e a condição congênita microcefalia e os pontos em comum das duas ocorrências, o impacto social e sanitário, e os avanços na área médica. Participam a médica neurologista, Adélia Henriques, o médico e pesquisador, Carlos Brito, e a jornalista e titular da Coluna Saúde e Bem-Estar do Jornal do Commercio, Cinthya Leite.
Porque tudo na Vida são sinais, escuta este episódio de coração aberto pois certamente receberás aqui uma mensagem para ti
A glória somente a Deus - Pr. Saulo Henriques by Igreja Missionária Evangélica Maranata de Jardim Primavera Para conhecer mais sobre a Maranata: Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
Retired George Mason University history professor, Peter Henriques, starts off his author's note writing: "If anyone had told me in the summer of 2023 that I would be writing one more book on George Washington, I would have expressed extreme skepticism." In Episode 6 of this Booknotes+ podcast series in 2021, Professor Henriques told us the same thing. But at 88 years old, he's back with another book on our first president, titled "George Washington: His Quest for Honor and Fame." In the afterward of the book, Peter Henriques puts a special emphasis on George Washington and slavery. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
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O justo viverá pela fé - Pr. Saulo Henriques by Igreja Missionária Evangélica Maranata de Jardim Primavera Para conhecer mais sobre a Maranata: Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
O perfume da adoração - Pr. Saulo Henriques by Igreja Missionária Evangélica Maranata de Jardim Primavera Para conhecer mais sobre a Maranata: Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
Desperta-nos para te buscar - Pr. Saulo Henriques by Igreja Missionária Evangélica Maranata de Campo Grande Para conhecer mais sobre a Maranata: Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
In Episode 68, our host, Captain Ricky Wheeler, talks with Stephen Parkinson, Owner/Operator of the "Rum Knuckles", a 44' Henriques charter boat in the beautiful Southern Caribbean Island of Grenada. They recently caught a 919-pound Blue Marlin, which is the new national record Blue Marlin in Grenada. They also discuss Grenada, the amazing fishery, as well as the island itself, and why you should visit.Check out Rum Knuckles on Instagram @rumknuckles_grenadaTo fish with our host, Captain Ricky Wheeler, on EUPHORIA out of Atlantic City, NJ June-November go to:EuphoriaSportfishing.comIf you would like our host, Ricky Wheeler, to help you sell your boat/yacht or help you with searching for and buying a boat/yacht, please email: RickyWheeler@UnitedYacht.comSaltwater Euphoria Podcast Sponsors:+Fishing Booker - https://fishingbooker.com/#65e87544c2843Get your $50 credit towards your trip via booking with Fishing Booker by going to https://fishingbooker.com/Ricky +Saltwater Euphoria - https://www.saltwatereuphoria.com/+Euphoria Sportfishing - https://www.euphoriasportfishing.com/For online fishing courses, go to our website Courses.SaltwaterEuphoria.comFollow the following on Instagram: CaptainRickyWheeler: @CaptainRickyWheeler Saltwater Euphoria: @SaltwaterEuphoria Euphoria Sportfishing: @EuphoriaSportfishingIf you like this podcast, please be sure to click that FOLLOW button and also spread the word by sharing this episode with your friends or whatever social channels you are on and/or leaving a great review. We appreciate your support.
Neste episódio, Paulo Henriques Britto e Anna Vianna, dois tradutores que atuam de formas bem diferentes, falam sobre tradução literária, interpretação simultânea e os desafios de transpor ideias de um idioma para o outro, como, por exemplo, a presença cada vez maior da inteligência artificial. Eles compartilham também conselhos para quem está começando na profissão. O episódio foi realizado com apoio da Lei Rouanet – Incentivo a Projetos Culturais. Seja um Ouvinte Entusiasta e apoie o 451 MHz: https://bit.ly/Assine451
Daniel Henriques and Jonathan Glapion join the show to chat about their upcoming Spawn Universe title The Curse of Sherlee Johnson. Going all the way back to the earliest days of Spawn this series uses the events from issue #5 to examine what happened to one of the victims of the evil and reviled Billy Kincaid, namely Sherlee Johnson. A young girl, kidnapped by the serial killer who thought she was about to be rescued when Spawn showed up to deliver his paticular brand of justice to Kincaid, but Spawn was unaware of her presence and left her behind. What happened to her and why, well that's what this series will be explloring. Also, it a chance for Daniel to evolve beyond his traditional role as an inker and Jonathan is doing the same as he trades in his inking chores to handle the pencils. With so much passion for the story and challenging themselves with new creative roles, there is no doubt these two are going to give it there all. The end result will be a must-read title so don't miss it!
We are recording live at Qualtrics X4 in Salt Lake City and seeing and hearing all about how to create and enable amazing customer experiences. How long would you like to wait to get customer insights? Weeks or minutes? Today we're going to talk about how increasing the speed to insights can be a game changer for brands, and how synthetic feedback allows rapid testing and on-demand marketing intelligence.. To help me discuss this topic, I'd like to welcome Ali Henriques, Global Director of Edge at Qualtrics. RESOURCES Qualtrics: https://www.qualtrics.com Connect with Greg on LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/gregkihlstrom Listen to The Agile Brand without the ads. Learn more here: https://bit.ly/3ymf7hd Don't miss a thing: get the latest episodes, sign up for our newsletter and more: https://www.theagilebrand.show Check out The Agile Brand Guide website with articles, insights, and Martechipedia, the wiki for marketing technology: https://www.agilebrandguide.com The Agile Brand podcast is brought to you by TEKsystems. Learn more here: https://www.teksystems.com/versionnextnow The Agile Brand is produced by Missing Link—a Latina-owned strategy-driven, creatively fueled production co-op. From ideation to creation, they craft human connections through intelligent, engaging and informative content. https://www.missinglink.company
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What if the future of market research isn't human at all but relies on AI-generated personas to mimic real-world consumers?Today, we're joined by Ali Henriques, Global Director of Edge at Qualtrics. Ali is here to discuss how synthetic personas, AI, and digital qualitative tools are reshaping the future of market research, and share some insights from the Qualtrics 2025 Market Research Trends Report.RESOURCESQualtrics: https://www.qualtrics.comQualtrics 2025 Global Market Research Trends Report: https://www.qualtrics.com/ebooks-guides/market-research-trends/Wix Studio is the ultimate web platform for creative, fast-paced teams at agencies and enterprises—with smart design tools, flexible dev capabilities, full-stack business solutions, multi-site management, advanced AI and fully managed infrastructure. https://www.wix.com/studioRegister now for HumanX 2025. This AI-focused event which brings some of the most forward-thinking minds in technology together. Register now with the code "HX25p_tab" for $250 off the regular price.Connect with Greg on LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/gregkihlstromDon't miss a thing: get the latest episodes, sign up for our newsletter and more: https://www.theagilebrand.showCheck out The Agile Brand Guide website with articles, insights, and Martechipedia, the wiki for marketing technology: https://www.agilebrandguide.comThe Agile Brand podcast is brought to you by TEKsystems. Learn more here: https://www.teksystems.com/versionnextnowThe Agile Brand is produced by Missing Link—a Latina-owned strategy-driven, creatively fueled production co-op. From ideation to creation, they craft human connections through intelligent, engaging and informative content. https://www.missinglink.company Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
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