Podcasts about poderia

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poderia

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Fernando Ulrich
O mundo que conhecíamos acabou; tarifaço Trump é ilegal; gringo ignora bagunça no Brasil?

Fernando Ulrich

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 51:49


O "Ulrich Responde" é uma série de vídeos onde respondo perguntas enviadas por membros do canal e seguidores, abordando temas de economia, finanças e investimentos. Oferecemos uma análise profunda, trazendo informações para quem quer entender melhor a economia e tomar decisões financeiras mais informadas.00:00 – Começando mais um Ulrich Responde 00:08 – O tarifaço do Trump: Decisão histórica da Suprema Corte Americana 04:35 – Qual o verdadeiro objetivo do desfile carnavalesco do Lula? 06:47 – Irã x EUA: O que podemos ver de reações no mercado? 09:53 – Ray Dalio e a transição para o estágio 6 do grande ciclo da Ordem Mundial 17:38 – O sistema bancário vai ruir? Com bancos quebrando, como o dólar ainda está baixo e qual a perspectiva do investidor estrangeiro? 20:38 – Poderia comentar sobre essa nota do FED sobre Kalshi e os macromercados? 21:57 – Uma parte da dívida americana vence em março de 2026 e o Japão deve aumentar juros. Qual o impacto em ações e cripto? 23:00 – É realista imaginar uma moeda fiduciária lastreada em Bitcoin? O que o governo ganharia com isso? 24:48 – Como anda a tese da platina? 25:06 – Como está hoje a tese de investimento em plataformas de perfuração de petróleo offshore? 27:27 – O que acha dessa remontada da GameStop? Michael Burry tem falado dela.29:09 – Gostaria de compreender mais sobre o FGC: onde ficam aplicados esses altos valores? 29:55 – Como vê o momento para entrada em Urânio? 31:55 – Recomenda algum bom livro para entender melhor sobre os nossos vieses nos investimentos? 32:27 – Como analisa as elites globais sendo desmascaradas (caso Jeffrey Epstein)? Como isso afeta o cenário macro? 38:02 – Que conselho você daria ao empreendedor da era de IA com essa loucura que virou a economia? 39:09 – Investir na OBTC3 pode ser considerado exposição internacional pelo fator câmbio? 39:41 – Temos isenção fiscal no ganho de capital de OBTC3 até R$ 20 mil/mês? 39:59 – Dívida/PIB chegando a 100%: o mercado acredita no arcabouço fiscal? 40:41 – Compensa investir em ações diante do cenário econômico que vivemos no Brasil atualmente? 41:59 – Você acha que o BTC perdeu a ideia de anonimato? 46:27 – O que pensa de outros países como Argentina, Paraguai e Uruguai para morar? 47:47 – Se o dinheiro é "infinito", por que cobram impostos? 48:14 – É o momento para comprar dólar? 49:31 – O dólar poderia ser substituído como padrão monetário? Será a chance do Bitcoin? 50:15 – Você tem seguro de vida?

Dia a dia com a Palavra
Todo dia você está transbordando de alegria?

Dia a dia com a Palavra

Play Episode Listen Later Feb 15, 2026 1:29


A resposta simples e direta é: Não! Ninguém é alegre e transbordante todos os dias. Poderia dizer que é normal, porque essa é uma realidade da vida, mas me preocupa muito essa conformação que podemos desenvolver com algumas coisas.Veja o que diz o Salmo 45 no verso 1: "O meu coração transborda de belas palavras. Ao rei consagro o que compus; a minha língua é como a pena de um hábil escritor."Percebo que a maior dificuldade das pessoas está na regularidade e na constância. Você está muito bem em alguns poucos momentos e segue abaixo da média em tantos outros. Isso não é bom, não é prudente, não é sábio.Manter a constância não significa dizer que você não terá dias tristes e difíceis, mas que se esforçará para que todos os dias sejam bons. A grande questão aqui é quanto a passividade que você pode assumir diante de seus sentimentos.Ser constante significa entender que seu dia a dia não precisa ser marcado pelas circunstâncias, mas sim pelas certezas e aqui destaco algumas: Deus é bom, Ele não nos abandona, Seu amor nos guarda, etc.Que seu coração seja transbordante todos os dias, e não apenas em alguns dias...

Postal do Dia
Dani poderia ter sido o melhor do mundo,mas sabes a sua história?

Postal do Dia

Play Episode Listen Later Feb 2, 2026 4:00


Dani deixou de jogar futebol aos 27 anos. Poderia ter sido o melhor jogador do mundo, mas preferiu viver a vida. Só que há muito mais do que isso. Conheces o tamanho do seu coração?

Convidado
Total em Cabo Delgado: "O risco é que o projecto vá operar em formato de enclave"

Convidado

Play Episode Listen Later Jan 29, 2026 15:02


Foram retomadas oficialmente nesta quinta-feira as actividades do megaprojecto para a exploração de gás liderado pela TotalEnergies em Cabo Delgado, no norte de Moçambique, cerca de cinco anos depois da sua suspensão, por "motivos de força maior", devido aos múltiplos ataques terroristas naquela zona e, em particular, junto das suas instalações em Afungi, no extremo norte da província, em Março de 2021. Com um orçamento de 20 mil milhões de Dólares e uma capacidade projectada de produzir 13 milhões de toneladas por ano a partir da Bacia 'offshore' do Rovuma, a retoma deste projecto que suscita muitas expectativas no país, foi assinalada esta manhã numa cerimónia na qual participaram o Presidente moçambicano Daniel Chapo, e o líder da TotalEnergies, Patrick Pouyanné, nas instalações do empreendimento, em Cabo Delgado. Após visitar as obras do megaprojecto, Daniel Chapo considerou que isto “representa a vitória, resiliência, coragem e determinação do povo moçambicano perante as adversidades”, o Presidente destacando igualmente o impacto económico que este empreendimento representa para o país: 35 mil milhões de Dólares de receitas para o Estado ao longo de 25 anos e a criação de 17 mil postos de trabalho na fase de construção, com 80% a serem ocupados por moçambicanos. Paralelamente a estas perspectivas florescentes para o Estado moçambicano e também para a petrolífera francesa, o regresso da TotalEnergies a Cabo Delgado acontece numa altura em que o conflito vigente desde 2017 naquela região ainda não está resolvido.  De acordo com as mais recentes informações da ACLED, organização de Localização de Conflitos Armados e Dados de Eventos, registaram-se seis ocorrências violentas nestas duas últimas semanas em Cabo Delgado, com um balanço de pelo menos três mortos, o que eleva  a 6.432, o número de mortos em oito anos de ataques constantes naquela zona. Em entrevista concedida à RFI, Borges Nhamirre, investigador do Instituto de Estudos de Segurança em Maputo, aborda esta questão, começando todavia por destacar a importância que a retoma deste projecto tem para Moçambique. RFI: O que representa a retoma das actividades da Total Em Cabo Delgado cinco anos depois da sua suspensão? Borges Nhamirre: No seu todo, a retoma das actividades é positiva porque o projecto significa um grande investimento para Moçambique. Há detalhes que não são satisfatórios, mas no geral, significa entrada de dinheiro para os cofres do Estado moçambicano e significa postos de trabalho para moçambicanos. O Presidente, no seu discurso de relançamento do projecto, disse que neste momento há cerca de 5000 pessoas que estão a trabalhar no acampamento da TotalEnergies e desses, 80% são moçambicanos e 40% são de Cabo Delgado. Portanto, é positivo para o uso do chamado 'conteúdo local', que inclui mão-de-obra e recursos locais. Então, no geral, é uma boa coisa. Agora, há detalhes que ainda têm que vir a público. Um dos mais importantes é o custo adicional do projecto, devido ao tempo da paragem. Este ponto não está esclarecido. O que veio a público é que a Total apresentou um custo adicional de 4,5 mil milhões de Dólares e o governo moçambicano pediu uma auditoria a estes custos. O projecto retoma hoje, sem que esta auditoria tenha sido concluída e os resultados apresentados. Não significa que o projecto não vai avançar, mas o custo total do projecto ainda não foi revelado. Isto eu penso que é o maior problema do ponto de vista de transparência deste projecto. RFI: A seu ver, quem é que vai pagar a conta a partir do momento em que se vai determinar o que de facto se perdeu durante estes anos todos? Borges Nhamirre: No final, quem vai pagar a conta são os moçambicanos, o Estado moçambicano, porque estes são os chamados 'custos dedutíveis', ou seja, Total a pagar pela Total. Dizemos Total porque é a operadora do projecto. Mas vamos dizer que os accionistas do projecto vão pagar no seu investimento o valor inicial já incorreram essas despesas. Na verdade, o que agora está em causa, é haver acordo entre a autoridade concedente, neste caso, o Estado moçambicano e a concessionária Total de que o valor gasto é este, para que este valor seja deduzido dos impostos que a Total iria pagar. Então não significa que o Estado moçambicano vá passar um cheque para a Total para pagar esses custos. Significa que a Total vai pagar menos impostos do que deveria pagar, deduzindo as despesas que já incorreu. Isto, parecendo que não, é um assunto muito sério, porque a factura que ela apresentou de 4,5 mil milhões de Dólares é aproximadamente um quarto de custo total inicial do projecto. Portanto, o valor que se tinha antes do custo inicial do projecto era cerca de 20 mil milhões. Então, se vai acrescentar 4,5 mil milhões, significa que é 25% mais caro do que se estava à espera. Isso automaticamente significa que Moçambique vai receber menos 25% daquilo que esperava receber em termos de impostos. E mesmo antes deste custo adicional, já havia muita contestação de que os ganhos que ficam para Moçambique destes recursos que são moçambicanos, são muito reduzidos. Mas de uma ou de outra forma, eu penso que este é o preço da guerra em Cabo Delgado. RFI: O Governo moçambicano argumenta que a Total decidiu suspender o projecto de "forma unilateral" e, no fundo, está a dizer implicitamente que não tem culpa da Total a ter interrompido o projecto. Borges Nhamirre: Eu penso que não. Essa leitura não está correcta, não da interpretação, mas da afirmação em si, porque a responsabilidade de garantir a segurança no território moçambicano é em primeira mão do Estado moçambicano. Portanto, se o Estado moçambicano tivesse garantido a segurança em território nacional, incluindo desse empreendimento económico, a Total não tinha como declarar "força maior", alegando razões de segurança. A responsabilidade de segurança dentro do território nacional é primeiramente do Estado moçambicano, seja para as empresas, seja para os cidadãos, seja para infra-estruturas do governo, seja lá o que for. Os outros detalhes dos custos, eu penso que esses já devem ser discutidos neste momento. Tecnicamente, não há elementos para argumentar se efectivamente a paragem custou este valor ou não custou, mas eu penso que não faz sentido dizer isto. E podíamos olhar para outras regiões. Por exemplo, temos outros projectos de exploração de gás para sul, na província de Inhambane. Não há conflito. Não houve suspensão dos projectos. Simples quanto isso. RFI: A Total, entre as condições que pediu a Moçambique, no âmbito da retoma das suas actividades, era que a sua concessão fosse prolongada por mais dez anos. O que é que se sabe exactamente sobre este aspecto das negociações? Borges Nhamirre: Sobre este aspecto, já há decisão do Conselho de Ministros. O que o Governo de Moçambique decidiu é que o período de extensão do projecto seria igual ao período da paralisação. Portanto, os quatro anos e meio, que é de Março ou Abril de 2021 até Outubro de 2025. Portanto, os dez anos de extensão que a Total estava a pedir, o Estado moçambicano não concedeu. Já emitiu um Boletim da República com o diploma do Conselho de Ministros a instruir nesse sentido. Portanto, esse aspecto já está ultrapassado. Poderia fazer sentido para a Total, para poder distribuir o custo adicional neste período de dez anos. Mas seria muito prejudicial para Moçambique porque o projecto é de Moçambique. A Total é só uma concessionária. Vamos compreender que seria uma espécie de capital. Está a arrendar o projecto. Então, quando o período de arrendamento termina, tem que terminar e se negociar um novo contrato se houver uma necessidade de extensão, com novas condições. Eu penso que a decisão tomada foi das melhores possíveis.   RFI: A Total retoma as suas actividades em Cabo Delgado, numa altura em que a situação está longe de estar resolvida, uma vez que continuam os ataques. Borges Nhamirre: Sim, esta questão tem dois lados que devem ser vistos e compreendidos. Primeiro, era importante que o projecto retomasse, porque uma das causas do conflito em Cabo Delgado é o subdesenvolvimento. Os jovens que são radicalizados para integrar no grupo da insurgência, são jovens que estão desempregados, que não têm meios de sobrevivência. Então, teoricamente, acredita-se que com o desenvolvimento económico da província, também isso vai beneficiar as pessoas. O desenvolvimento é um dos factores para a redução do conflito. Então, teoricamente, isso é positivo. Agora, o risco que há é que agora o projecto vá operar em formato de 'enclave'. Ou seja, todos os trabalhadores da Total e também das empresas subcontratadas estarão fechados no acampamento e afins e não terá comunicação com a economia circundante, com o mundo exterior. Então, isso significa que as pessoas que construíram hotéis ou outras casas para alojamento, a esperar que beneficiassem do projecto terão poucos benefícios. Significa que pessoas que construíram restaurantes e outros serviços ou serviços de transporte a esperar que fossem utilizados pelas pessoas que estavam a trabalhar para o projecto, pelos milhares de pessoas que vão trabalhar para o projecto, não irão ter esses benefícios. Isso tem o potencial de frustrar as pessoas. Aliás, já ouvimos muitas ameaças das comunidades locais, a dizer que vão manifestar contra o projecto precisamente pelo facto de o projecto estar a operar como se fosse um enclave fechado. Então isso é negativo e pode contribuir para que as pessoas fiquem mais radicalizadas, as pessoas desenvolvam um sentimento negativo de ódio para com o projecto e assim o projecto e a segurança na região ficam precários. RFI: Durante estes cinco anos de suspensão do projecto, houve um relatório com recomendações sobre a forma de actuar da Total em termos, por exemplo, de responsabilidade social em Cabo Delgado e uma das recomendações foi de "envolver as comunidades locais" no projecto. Julga que neste momento, alguma das recomendações desse relatório foi tomada em consideração? Borges Nhamirre: Nesse relatório, uma das principais recomendações que tinha, era a constituição de uma fundação e que essa fundação iria apoiar o desenvolvimento com um orçamento de milhões de dólares. Isto ainda não é visível no terreno, mas em parte também pode ser porque o projecto estava suspenso. Com o projecto suspenso, dificilmente se haveria de canalizar dinheiro para a responsabilidade social corporativa através dessa fundação. Agora, temos de ver nos próximos doze meses, agora que o projecto retomou oficialmente, se a fundação também está a trabalhar, está a apoiar as pessoas. Contudo, a situação de conflito em Cabo Delgado, é prevalecente sobretudo nas zonas um pouco afastadas do projecto, porque Palma, onde o projecto está, está relativamente seguro. Não há ataques registados nos últimos meses, nos últimos anos. No entanto, há um perímetro de 80 quilómetros ou 50 quilómetros. A insegurança está lá. É lá onde as comunidades estão. Será muito difícil desenvolver projectos de beneficência social para as pessoas de uma zona de conflito, simplesmente porque as empresas, as organizações, não quererão destacar os seus recursos humanos, os seus recursos materiais, para apoiar zonas em conflito. Não há segurança. Era muito importante que se estabilizasse não só Afungi e Palma, mas também a região toda a norte de Cabo Delgado e a província toda, para permitir que as pessoas tenham os benefícios. Mas, mais uma vez, essa não é tarefa da TotalEnergies. Essa é a tarefa do governo moçambicano. RFI: Sente que, de facto, há alguma vontade política para o Governo encontrar uma estratégia para estabilizar a situação em Cabo Delgado? Por exemplo, o Presidente, recentemente, disse que poderia entrar em negociações com as organizações que estão a disseminar a violência em Cabo Delgado. Julga que existem algumas pistas que se possam explorar? Borges Nhamirre: Sim, eu penso que essa é a saída. A insurgência está há oito anos. A guerra civil em Moçambique durou 15 ou 16 anos e terminou com negociações entre as partes, a luta de libertação de Moçambique durou dez anos e terminou com a negociação entre as partes, para falar dos exemplos concretos moçambicanos. Então, eu penso que o Presidente tem é de aceitar as várias iniciativas existentes, porque há várias iniciativas a nível local em Cabo Delgado, a nível nacional e a nível regional da África Oriental e até a nível internacional, que estão a apoiar o diálogo para a resolução do conflito em Cabo Delgado. O antigo Presidente, Filipe Nyusi, era muito relutante em avançar para estas iniciativas de diálogo. Agora, o Presidente Chapo tem incluído esta questão de diálogo no seu discurso. Espera-se é que passe para a prática, porque esta é uma das melhores saídas para acabar com o conflito. RFI: Julga que há essa vontade efectiva de avançar? Borges Nhamirre: Normalmente, o diálogo para a resolução de conflito acontece de uma forma secreta e quando a informação transparece ao público, muitos passos já terão sido dados. É assim que funciona para evitar sabotagens, para evitar que aqueles que se beneficiam do conflito, façam acções de obstrução do diálogo. Porque não podemos nos esquecer que, enquanto o conflito armado é um problema para a população, para a maioria das pessoas, beneficia certas pessoas de todos os lados, seja do lado dos grupos atacantes, nesse caso os insurgentes, que se beneficiam de economia ilícita, mas também da parte do governo. Os generais ficam mais importantes em tempos de guerra. A logística militar enriquece as pessoas. Então o diálogo, normalmente sendo um meio alternativo de resolução de conflito, acontece de uma forma silenciosa, até que alguns acordos importantes sejam alcançados e a informação, depois, aparecer em público. Neste momento, para quem faz o trabalho de campo e faz pesquisa, dá para notar que existem alguns movimentos no sentido de se fazer o diálogo. Existem organizações identificáveis que têm estado a fazer esses contactos das duas partes. Neste momento estou em posição de afirmar que há contactos já feitos das lideranças dos insurgentes e das lideranças do governo moçambicano, para que haja diálogo. Agora, o diálogo para resolver o conflito não é linear, tem altos e baixos, tem acordos, tem rupturas. Então, até que seja anunciado pelas autoridades competentes, não há muita coisa que se possa dar como garantido. Mas as palavras do Presidente, quando repetidamente diz que é importante dialogar, não me parece que sejam palavras vazias. São palavras que reflectem esses esforços existentes.

Concursos e Experiências Compartilhadas
#199 - “Tô na sala VIP”. As verdades mais duras que eu poderia dizer pra quem quer passar.

Concursos e Experiências Compartilhadas

Play Episode Listen Later Jan 26, 2026 9:43


Mentoria Professor Particular⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://felipeduque11.wixsite.com/website⁠⁠⁠⁠⁠⁠Canal do Youtube sobre Concursos:⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.youtube.com/channel/UCdUEy1gaVD7AO_URPUZrLtw⁠⁠⁠⁠⁠⁠Canal do Youtube sobre Religião e Filosofia na prática:https://www.youtube.com/@felipeduque2342Livro da Reforma Tributáriahttps://www.editorajuspodivm.com.br/reforma-tributaria-esquematizada-ec-1322023-e-lc-2142025-comentadas-2025Livro Manual de Processo Tributáriohttps://www.editorajuspodivm.com.br/manual-de-processo-tributario-administrativo-e-judicial-20252Link do nosso grupo 2 no Whatsapp de Dicas Gratuitas (mensagens só pelo Adm) ⁠⁠⁠⁠https://chat.whatsapp.com/ERebr5tqthl8dNBDaK3Ixq⁠⁠⁠⁠ Mais informações sobre cursos: ⁠⁠⁠⁠www.raioxdoedital.com.br⁠Mais informações sobre mim:https://linktr.ee/felipeduqueLink do nosso podcast no Spotify:https://open.spotify.com/show/0cyIQ7i3edtRlIhH9U5Q7i

Convidado
Angola: Lei das ONG "constitui violação do direito à liberdade de associação"

Convidado

Play Episode Listen Later Jan 26, 2026 9:14


O Parlamento angolano aprovou, nesta quinta-feira, 22 de Janeiro, em votação final, a lei sobre o estatuto das ONG, com os votos contra da UNITA, que considerou que o diploma restringe a liberdade de associação. Em entrevista à RFI, Zola Álvaro, activista e presidente da Associação Cívica Handeka, refere que esta lei vai dificultar o trabalho das ONG e reintroduz o espírito de controlo, o que constitui uma violação do direito à liberdade de associação.   O MPLA, partido no poder em Angola, considera que esta lei “reafirma o princípio do Estado de direito”. Este diploma salvaguarda os direitos das ONG em Angola? Discordamos todos a esse nível. Tanto as organizações da sociedade civil como os 72 deputados da UNITA -que votaram contra - e as duas abstenções. Uma posição diferente da dos deputados do MPLA, que votaram a favor [do diploma]. Primeiro, há um conjunto de preocupações em torno da aprovação desta lei, principalmente quando é aprovada num contexto pré-eleitoral, com toda essa celeridade, e quando tenta ressuscitar normas já declaradas inconstitucionais pelo Tribunal Constitucional angolano. No Acórdão n.º 447/17, que revogou o Decreto Presidencial n.º 74/15, a [lei das ONG] tenta claramente introduzir este espírito de controlo através de uma lei ordinária, o que constitui uma violação material do direito à liberdade de associação. O Governo angolano refere que esta lei confere às ONG um quadro jurídico “claro, moderado e equilibrado”. Não era necessário preencher este buraco na lei? Claro que não. A lei estabelece um conjunto de barreiras burocráticas que asfixiam [as ONG], com obrigatoriedades. O artigo 19 contém um conjunto de exigências, como é o caso de relatórios mensais exaustivos. Essas medidas desviam os recursos e o tempo que deviam ser dedicados ao apoio directo às populações mais vulneráveis. Depois, há ainda o artigo 22, que fala sobre a não exportação do capital já doado pelas organizações. Isso retira toda a confiança do doador, porque, na definição, construção e arquitectura de projectos, pode haver excedentes, e esses excedentes têm de ser devolvidos ao doador, conforme as exigências contratuais. Ao existir uma lei doméstica que proíbe essa garantia, vai, certamente, retirar toda a confiança do doador nesse processo de aprovação de projectos locais. O executivo refere ainda que esta lei vai permitir o combate ao branqueamento de capitais e ao financiamento do terrorismo… Até agora, não há registos, nem qualquer decisão judicial, de que uma associação angolana esteja envolvida em branqueamento de capitais ou em financiamento do terrorismo. Essa preocupação expressa na lei pode ser legítima, mas não se trata de uma questão de prevenção. Não, é de facto, uma questão de controlo das organizações. Trata-se de uma forma de o Governo controlar a liberdade e a autonomia das associações? Há aqui um aproveitamento nesse sentido, porque Angola já dispõe de um conjunto de dispositivos normativos próprios que previnem o branqueamento de capitais, a corrupção e o financiamento do terrorismo. A UNITA, o principal partido da oposição no país, votou contra, alertando para o facto de esta lei restringir a liberdade de associação. A partir de hoje, o trabalho das ONG fica mais difícil? Fica muito mais difícil a partir de agora, porque temos de entender que a intenção fundamental desta lei é, de facto, impedir que as associações continuem a operar com o mesmo nível de autonomia. Esta lei confere poder ao Governo, principalmente no que diz respeito ao encerramento das organizações. Isso demonstra, de facto, o rosto e as pretensões da aprovação desta lei. Quais são as outras mudanças que serão implementadas com esta lei, relativamente ao trabalho das ONG? Os artigos 7.º e 34.º permitem ao órgão decisor -ou seja, a um órgão com poder administrativo - propor onde os projectos devem ser executados e exigir a manutenção de registos dos beneficiários efectivos e de outras pessoas que controlam ou estejam a gerir essas organizações. Ora, as organizações identificam, elas próprias, os espaços adequados para a implementação dos seus projectos. Se existe um órgão administrativo que vai redefinir onde os projectos devem ser executados, isso já não é uma questão de autonomia das organizações. Trata-se de a administração política decidir, efectivamente, onde as organizações devem realizar ou executar as suas actividades. Isso retira, de alguma maneira, a capacidade de decisão própria, a autonomia e a vontade das organizações. Outra grande preocupação prende-se com a obrigação de as organizações partilharem o registo dos beneficiários dessas mesmas actividades. Basta pensarmos, por exemplo, numa associação como a Kutakesa, com objectivos claros de protecção de defensores de direitos humanos, que tem na sua base de dados um conjunto de defensores perseguidos pelo Governo angolano. Já vemos aqui, de facto, uma situação extremamente delicada, em que a instituição que vai monitorizar o exercício das associações exige, efectivamente, uma base de dados desses beneficiários de protecção. Aqui há, de forma clara, má-fé, tanto do proponente como do legislador, ao retirar, de facto, às organizações a autonomia e a capacidade de preservar a identidade dos beneficiários, muitos dos quais têm sido alvo de graves violações de direitos humanos, sendo que o grande prevaricador tem sido o próprio Governo angolano. A proposta de lei sobre a disseminação de fake news (notícias falsas) foi aprovada na generalidade e será agora apreciada na especialidade. Esta lei ajusta-se à realidade de Angola? Não, não se ajusta. Na verdade, o que acontece é que estamos próximos de um processo eleitoral e, ao longo dos últimos anos, tem sido criada, de alguma forma, uma arquitectura, um conjunto de propostas de lei que visam restringir o espaço cívico, limitar as acções das organizações da sociedade civil e a actuação de pessoas individuais, activistas, defensores de direitos humanos e outras iniciativas. Isto faz parte de um pacote legislativo que visa limitar o exercício das organizações da sociedade civil e a iniciativa de cidadãos em torno do próprio processo eleitoral. Há uma tentativa de limitar a liberdade de expressão e de informação? Exactamente. O executivo procura garantir que, durante um processo eleitoral, sejam asfixiadas todas as iniciativas das organizações da sociedade civil, principalmente com esta lei das fake news. Serve também para restringir, de facto, o nível de actuação da imprensa privada e dos defensores de direitos humanos. No entanto, são conhecidas as ameaças que representam as fake news, as notícias falsas. Qual seria o caminho para lutar contra esta ameaça? No contexto angolano, o maior disseminador de informações falsas que circulam na imprensa é o próprio Governo de Angola, através da manipulação da imprensa pública, nomeadamente a TPA, Televisão Pública de Angola, ou a TV Zimbo, estação de televisão privada, que funciona como uma televisão alegadamente alternativa. A televisão pública e os jornais públicos são a maior fonte de desinformação existente e, não apenas isso, são também a principal fonte de manipulação do debate público nacional. Assim, a grande preocupação deveria incidir, de facto, sobre essas fontes já claramente identificadas de desinformação. Poderia existir um mecanismo próprio, assente num espaço de concertação efectiva com a sociedade, sobre a necessidade de legislar contra a desinformação e as fake news. Este tem sido um debate internacional, mas existem mecanismos específicos para os sectores que devem ser alvo dessa preocupação legítima. Que mecanismos seriam esses? Esse processo passaria necessariamente por uma transformação tanto da imprensa pública como da privada, bem como pelo envolvimento da academia e das organizações da sociedade civil. No entanto, tudo isso exigiria vontade política. A maior parte das disposições constantes da proposta de lei visam, na prática, silenciar a imprensa privada e todos os outros intervenientes nos espaços públicos. Nos últimos anos, em Angola, sobretudo através das redes sociais, surgiram fontes alternativas de informação. Vivemos num país onde o acesso à informação, especialmente a informação de interesse público, tem sido cada vez mais escasso. Os meios de comunicação públicos praticamente não informam sobre matérias de interesse público. Assim, os angolanos recorrem a fontes alternativas, que são precisamente aquelas que estão na base da preocupação do proponente da lei -neste caso, o Presidente da República- ao propor um diploma que visa restringir o exercício dessas fontes alternativas de informação. Silenciar essas fontes? O objectivo é claro: silenciar essas fontes, silenciar, de facto, também as pessoas de bem que têm, de alguma forma, tentado informar a sociedade.

Videira Florida
O que poderia ter sido o espinho | Pr Marcio Alves | Videira Florida

Videira Florida

Play Episode Listen Later Jan 19, 2026 46:33


Palavra ministrada na Videira Florida em 18 de janeiro de 2026Support the show

Investir com SIM
Poderia explicar o movimento que fez em Toky (TOKY3)? - Live 351 (29/12/25) - Visão do Estrategista

Investir com SIM

Play Episode Listen Later Jan 2, 2026 2:39


Atenção (disclaimer): Os dados aqui apresentados representam minha opinião pessoal.Não são de forma alguma indicações de compra ou venda de ativos no mercado financeiro.Seleção das partes mais interessantes das Lives de segunda.Live 351 - Visão do Estrategistahttps://youtube.com/live/75bZH6dctzA

Granum Sinapis
O Natal e o poder conquistador da mansidão

Granum Sinapis

Play Episode Listen Later Dec 28, 2025 31:43


Há histórias em que a força não vence pela espada, mas pela entrega. Histórias em que alguém poderia impor, dominar, esmagar… e escolhe outro caminho. Um caminho mais lento. Mais silencioso. Mais verdadeiro.Uma princesa governa pelo medo. Cabeças rolam. Enigmas se transformam em sentenças de morte. Tudo está organizado segundo a lógica do poder. Quem manda vence. Quem falha desaparece. Até que surge alguém disposto a vencer sem ferir. Ele poderia exigir. Poderia cobrar. Poderia triunfar pela lei. Mas decide se expor. Revela o próprio nome. Coloca-se nas mãos daquela que poderia destruí-lo. E, nesse gesto desarmado, algo se rompe por dentro dela. Pela primeira vez, o amor entra onde antes só havia controle.Essa cena antiga, cantada em uma ópera, ecoa algo profundamente cristão. Deus nunca conquistou o mundo pelo medo. Nunca entrou na história pela violência. Quando decidiu vir, escolheu a forma mais frágil possível. Um bebê. Sem exércitos. Sem discursos. Sem proteção. Apenas presença.Belém não foi acidente. Foi método. O Filho de Deus nasce fora dos centros de poder. Não escolhe Roma. Não escolhe Jerusalém imperial. Escolhe o silêncio. Escolhe a periferia. Escolhe depender. A força que salva não vem do alto para baixo, mas de dentro para fora. O coração se rende quando percebe que é amado, não quando é ameaçado.Essa lógica atravessa toda a vida cristã. Quem vive sempre armado, sempre defensivo, sempre pronto para reagir, acaba exausto. A agressividade muitas vezes não nasce da força, mas do medo. Jesus, ao contrário, sabe exatamente de onde vem e para onde vai. Por isso pode se ajoelhar. Pode lavar pés. Pode amar até quem vai traí-lo. A mansidão que Ele vive não é fraqueza. É domínio interior. É força sob controle.Existe um momento em que a vida ensina isso com delicadeza. Pais que envelhecem. Pessoas que já poderiam brigar, responder, exigir… e escolhem não fazê-lo. Não por covardia, mas por sabedoria. Descobrem que nem toda batalha merece ser travada. Que a paz vale mais do que ter razão. Que o amor conquista onde a dureza só afasta.O Natal nos coloca diante dessa escolha. Continuar vivendo na lógica da força, do medo, da defesa constante… ou permitir que o despojamento de Deus nos transforme por dentro. O Menino no presépio não nos pede heroísmos espetaculares. Pede algo mais difícil. Abrir mão. Confiar. Tornar-se manso sem deixar de ser forte.Bem-aventurados os mansos. Porque não conquistam territórios. Conquistam corações._______________________

Sem Precedentes - JOTA
Alexandre de Moraes poderia ter cassado Carla Zambelli?

Sem Precedentes - JOTA

Play Episode Listen Later Dec 12, 2025 49:41


No episódio desta semana: a decisão do ministro Alexandre de Moraes sobre a cassação do mandato de Carla Zambelli. Moraes poderia ter anulado decisão da Câmara? Havia realmente precedentes que justificavam a decisão de Moraes? O que há de político e o que há de jurídico no novo embate entre os poderes?Com Ana Laura Barbosa, Luiz Fernando Gomes Esteves e Thomaz Pereira. #stf #política #alexandredemoraes 00:00 A Decisão de Alexandre de Moraes09:30 Precedentes e Interpretações da Constituição15:37 O Papel do Legislativo e do Judiciário24:00 Conflito Político e Judicial36:28 Contexto Político Atual e Implicações

Amorosidade Estrela da Manhã
TUDO PODERIA TER SIDO DIFERENTE DO QUE FOI. MAS POR QUE NÃO PODE SER COMO FOI? TALVEZ FICAR VASCULHANDO O PASSADO PARA ENCONTRAR ERRO, E QUERER QUE TIVESSE SIDO DIFERENTE, ACREDITO QUE SEJA JULGAR...

Amorosidade Estrela da Manhã

Play Episode Listen Later Dec 6, 2025 7:59


Entrevistas Jornal Eldorado
Brasil perde 40% de água tratada que poderia abastecer 50 milhões de pessoas, aponta estudo

Entrevistas Jornal Eldorado

Play Episode Listen Later Nov 25, 2025 7:04


O Brasil desperdiça em média 40,3% da água tratada antes que ela chegue às torneiras da população. A constatação é do estudo "Demanda Futura por Água em 2050: Desafios da Eficiência e das Mudanças Climáticas", do Instituto Trata Brasil. Do total perdido, 60% tem origem em vazamentos e o restante é em decorrência de furtos e erros de medição. Em entrevista à Rádio Eldorado, a presidente-executiva do Instituto Trata Brasil, Luana Pretto, disse que o volume perdido poderia abastecer 50 milhões de pessoas em um ano. Ela defendeu mais investimentos para evitar o desperdício e apontou que o problema pode se agravar com as mudanças climáticas.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas
Letrux (parte 2): “Eu poderia ter entrado em buracos de ego e vaidade. Mas sou autocrítica. O humor salvou-me do ridículo”

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas

Play Episode Listen Later Nov 22, 2025 49:38


Nesta segunda parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, a cantora, atriz e escritora Letícia Novaes, mais conhecida pelo alter ego Letrux, fala do seu processo criativo, e de como o humor a salvou do deslumbramento e como atravessa toda a sua vida, a escrita e canções. E no caminho da conversa, esclarece como encara atualmente o amor e as relações, que vive com uma parceira e um parceiro e que acaba de ser mãe de uma bebé. E dá conta como esta sua família se vai “ajambrando” (ajustando). A meio deste episódio, Letrux ainda nos dá música, partilha alguns dos temas que a acompanham, lê um excerto do seu novo livro “Brincadeiras à Parte”, feito de contos e crónicas, para depois partilhar algumas sugestões culturais. Boas escutas! Um livro: “Brincadeiras à Parte” , de Letrux, editora Planeta Uma série: High Maintenance (HBO) Um podcast: 451 MHz, com Bruna Beber e Paulo Werneck Um filme: A “Trilogia do Proletariado” do cineasta finlandês Aki Kaurismäki Escolhas musicais: “As feras, essas queridas” - Letrux “Fogueira Doce” - Mateus Aleluia “Big Bang” - Jadsa “Ladies” - Fiona Apple See omnystudio.com/listener for privacy information.

Música Crônica
EP#209: The Masterplan | O disco que poderia ter mudado a história do Oasis

Música Crônica

Play Episode Listen Later Nov 20, 2025 23:47


Se a coletânea de singles e lados B The Masterplan fosse o 3˚ disco do Oasis em vez do burocrático Be Here Now, será que a história da banda teria sido outra?

LASERCAST
#85 - Wertham Estava Certo?

LASERCAST

Play Episode Listen Later Oct 16, 2025 85:50


Em 1954 o psiquiatra Fredric Wertham publicou A Sedução do Inocente. Pouco depois disso foi criado o Comics Code Authority e o resto é história. A indústria dos quadrinhos nunca mais foi a mesma. Será mesmo? Que história é esta repetida aos mil ventos, por gente como você e eu, como se fosse favas contadas, como se não tivesse pormenores que pudessem ser questionados? Poderia o alemão Wertham, que virou sinônimo de arqui-inimigo dos quadrinhos tal qual um cientista maluco das histórias da era de prata, ter algum tipo de redenção? Poderíamos calibrar melhor sua participação no comic book scare que ocorreu nos anos 1950 nos Estados Unidos e acabou se estendendo ao resto do mundo?Neste ótimo episódio do Lasercast, o histórico editor da Veneta Rogério de Campos se junta a Bruno Porto, Ciro Marcondes e Marcão Maciel para levantar todos estes pontos e responder à famigerada pergunta: was Wertham right?Edição: Eder Freire.Se gosta do Lasercast, nos siga e dê 5 estrelas!Siga a Raio Laser:www.raiolaser.nethttps://www.instagram.com/raiolaser_hqhttps://x.com/raiolaserHQhttps://www.facebook.com/raiolaser

ONU News
Inteligência artificial poderia ajudar pessoas com deficiência, segundo evento na Índia

ONU News

Play Episode Listen Later Oct 15, 2025 1:18


No Purple Fest, que ocorreu de 9 e 12 de outubro em Goa, inovadores mostraram como a IA está a transformar tecnologias de assistência em ferramentas para dar autonomia, abrindo novas formas de aprender, trabalhar e liderar; mas apenas se for concebida com a inclusão no centro.

Investir com SIM
A Natura (NATU3) poderia ter feito algo diferente sobre a Avon? - Live 339 (06/10/25) - Visão do Est

Investir com SIM

Play Episode Listen Later Oct 10, 2025 4:37


Atenção (disclaimer): Os dados aqui apresentados representam minha opinião pessoal.Não são de forma alguma indicações de compra ou venda de ativos no mercado financeiro.Seleção das partes mais interessantes das Lives de segunda.Live 339 - Visão do Estrategistahttps://youtube.com/live/f3YZKMAxu84

Detetive do Sofá
248 - Sheila Barrero: um caso que poderia ter sido resolvido

Detetive do Sofá

Play Episode Listen Later Oct 9, 2025 68:32


Sheila Barreto foi assassinada na manhã de 25 de janeiro de 2004. Ela tinha só 22 anos e estava voltando do trabalho para casa passando por uma estrada deserta das Astúrias, na Espanha. As circunstâncias da morte dela foram muito peculiares e apesar das investigações apontar para um suspeito, até hoje o assassino segue sem punição. Vote no Premio MPB em www.premiompb.com.br ❤ Torne-se um apoiador pelo Apoia.se ou pela Orelo❤ Segue a gente no ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Instagram⁠⁠⁠ Pesquisa e roteiro: Marcela Souza Edição: Alexandre LimaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Investir com SIM
Poderia explicar o FIDC da Casas Bahia (BHIA3)? - Live 337 (22/09/25) - Visão do Estrategista

Investir com SIM

Play Episode Listen Later Sep 26, 2025 4:28


Atenção (disclaimer): Os dados aqui apresentados representam minha opinião pessoal.Não são de forma alguma indicações de compra ou venda de ativos no mercado financeiro.Seleção das partes mais interessantes das Lives de segunda.Live 337 - Visão do Estrategistahttps://youtube.com/live/9e1Nm6vTmEY

Entendendo a Bíblia
Jesus poderia pedir desculpas?

Entendendo a Bíblia

Play Episode Listen Later Sep 22, 2025 12:44


Episódio do dia 22/09/2025, com o tema " Jesus poderia pedir desculpas?" Apresentação: Itamir Neves, André Castilho e Renata Burjato. Pergunta do dia: VI UM EPISODIO EM THE CHOSEN QUE JESUS PEDE DESCULPAS? SE JESUS NÃO TEM PECADO COMO PODE PEDIR DESCULPAS? Redes Sociais Instagram: @rtmbrasil@itabeti@acastilhortm Site: www.rtmbrasil.org.br WhatsApp da RTM - (11) 97418-1456See omnystudio.com/listener for privacy information.

GE Flamengo
GE Flamengo #530: Arbitragem rouba a cena em noite em que poderia ser de goleada

GE Flamengo

Play Episode Listen Later Sep 19, 2025 68:25


Jorge Natan recebe Letícia Marques e Luiza Sá para analisar vitória sobre o Estudiantes, em atuação que teve chances desperdiçadas e juiz como protagonista

Convidado
França: Vazio de poder na véspera de mega-protesto

Convidado

Play Episode Listen Later Sep 9, 2025 11:03


Esta segunda-feira, 08 de Setembro, ao final do dia, a moção de confiança, pedida pelo primeiro-ministro francês François Bayrou, foi chumbada na Assembleia Nacional com 364 votos contra e 194 votos a favor. A votação levou à queda do executivo, que, de resto, já era previsível. A França mergulha assim num novo impasse político em vésperas de mobilização social. A grande incógnita é, segundo Eric Monteiro, professor de Ciências Políticas da Universidade de La Rochelle, saber quem terá condições para formar um Governo capaz de garantir estabilidade até 2027. Como é que fica a França?  A França fica numa situação previsível porque era quase certo que o Governo ia cair e imprevisível porque há várias possibilidades. O actual ex-primeiro-ministro, primeiro-ministro demissionário Bayrou, não tinha obrigação nenhuma de pedir o voto de confiança, coisa que fez. E, por isso, encontramo-nos, mais ou menos, na mesma situação da dissolução de há um ano, Junho de 2024, onde não era necessário ter havido dissolução. A situação ficou pior. Estamos outra vez no mesmo quadro, ou seja, um parlamento com, teoricamente, três grandes grupos. Mas são grupos ideológicos: extrema-esquerda, extrema-direita e bloco central. Só que o bloco central decompõe-se em muitos blocos, em mini-blocos. Outra questão é que ninguém vai querer assumir a presidência do Governo tão perto das eleições presidenciais.  Estamos a 18 meses das eleições presidenciais.  Exactamente. No bloco republicano que vai, mais ou menos, do tradicional Partido Socialista ao Les Republicain (Republicanos), passando pelo grupo parlamentar do actual Presidente da República, existem candidatos potenciais. Mas ninguém vai querer assumir a gestão da crise para não queimar as asas e não ter hipóteses de ser eleito em 2027.  Ou seja, para que a única figura que fique ‘queimada', a única figura política ‘queimada' seja Emmanuel Macron? Essa figura já está queimada. A questão já nem se põe. As sondagens ontem, 08 de Setembro, deram que a popularidade dele [Emmanuel Macron] atingiu uma taxa de 15%, ou seja, a mais baixa de toda a V República. Portanto, o papel presidencial até está posto em causa. Aliás, os extremos só querem isso. Querem a demissão do Presidente. A França Insubmissa e o Rassemblement Nacional [União Nacional] de Marine Le Pen só esperam uma coisa: que a situação esteja ingovernável a tal ponto que o presidente não tem outra solução que demitir-se.  A extrema-direita de Marine Le Pen pede a dissolução da Assembleia Nacional e novas eleições legislativas. Emmanuel Macron não quer novas eleições legislativas, devido à impopularidade dele e do seu partido. Arrisca-se a ter um resultado miserável nessas eleições. Por outro lado, os socialistas pedem uma figura de esquerda e a extrema-esquerda, a França Insubmissa pede a demissão de Emmanuel Macron.  Como é que se sai deste bloqueio?  Eu acredito que não haverá dissolução porque, efectivamente, todos têm a perder. Se houvesse uma dissolução hoje, o Rassemblement Nacional [União Nacional] seria o primeiro partido francês, sem dúvida, mas com uma percentagem entre 30% e 35% do Parlamento. Seria uma maioria insuficiente para governar e para validar um orçamento. Claro que o Rassemblement Nacional [União Nacional] tem toda a vontade que haja eleições presidenciais antecipadas, porque a campanha seria só de 35 dias e em 35 dias é impossível, a não ser eles que estão prontos, apresentar um programa de governo e um programa de sociedade para os franceses. Portanto, o bloco republicano, que está contra os extremos, tem que encontrar uma solução para governar. Penso que o consenso para governar será possível. O que falta é o nome da pessoa para dirigir este Governo.  Neste momento há nomes em cima da mesa, desde Xavier Bertrand - que o partido de Marine Le Pen já disse que não aceitaria; a presidente da Assembleia Nacional Yaël Braun-Pivet; a ministra do Trabalho e da Saúde Catherine Vautrin; o ministro da Defesa Sébastian Lecornu, e também o próprio ministro do Interior Bruno Retailleau. É preciso perceber qual destes nomes é que reúne o consenso necessário para aprovar o Orçamento de Estado para o próximo ano. Se não houver consenso, há uma lei especial que será votada, não ao shutdown' como nos Estados Unidos. O que acontece é que o orçamento do ano precedente é reconduzido nas mesmas modalidades para o ano seguinte. Isso permitiria a continuação do funcionamento da função pública, mas não é uma solução. Agora, todos os nomes que disse, Retailleau têm posições muito claras sobre a imigração. Poderia ter a adesão da extrema-direita, mas nunca teria a adesão da esquerda ou da extrema-esquerda. E ele próprio tem pretensões presidenciais. Portanto, duvido que qualquer dos nomes que disse, a não ser Sébastian Lecornu, que é o actual ministro da Defesa, que possa, porque a priori não têm pretensões presidenciais. Mas é complicado, dada a situação geopolítica mundial e ele tem sido um bom ministro da Defesa. Em todo o caso, em Dezembro, o próprio presidente Emmanuel Macron já tinha querido nomear Sébastian Lecornu, é um próximo de Macron. Mas foi nesse momento que François Bayrou se meteu no caminho e se impôs a Macron. Porque há muito tempo que François Bayrou queria ser primeiro-ministro. E não nos esqueçamos que ele vem do bloco mais ao centro, historicamente da direita, e foi um dos principais apoiantes de Macron em 2017. Portanto, não era do partido dele, mas trouxe-lhe o bloco central de centro direita. O que é dramático é a saída do Bayrou da maneira como saiu. Ele podia perfeitamente ter negociado durante o verão um consenso para validar um orçamento e não o fez. Disse: temos que fazer 44 mil milhões de poupança para o orçamento do ano que vem. A União Europeia só perdia 25 mil milhões por ano. E propôs medidas extremamente impopulares no momento em que a população francesa tem um descrédito total em relação aos políticos, qualquer que seja a origem partidária deles. A única expectativa para que haja estabilidade política em França passa por uma verdadeira campanha eleitoral, de vários meses, com um projecto de sociedade para 2027 e que atrás disso haja uma maioria parlamentar. Até aí, a única solução é garantir à União Europeia que a França fará esforços para reembolsar, pelo menos, 25 mil milhões de euros por ano até às presidenciais e que haja um consenso de "não moção" de censura. O que nos falta é o nome.   Pode, por exemplo, Emmanuel Macron fazer aquilo que o ex-primeiro-ministro Gabriel Attal pediu: a nomeação de um negociador para testar as coligações possíveis e pediu também que Emmanuel Macron deveria estar mais aberto à partilha de poder. É exequível? Acho pouco credível. Quem negocia é quem vai formar o Governo. É necessário, que, desde ontem à noite, haja alguém que esteja na sombra já a negociar um compromisso de Governo entre a esquerda progressista, o centro ex-macronista - embora tenham sido eleitos com a etiqueta Macron - e os Republicanos. Duvido muito que uma pessoa faça essa negociação para depois não ser primeiro-ministro. E pode esperar-se um primeiro-ministro ainda hoje para que amanhã não haja um vazio de poder. O movimento “Bloquons tout” [Bloquemos tudo] apela a uma mobilização geral nas ruas esta quarta-feira, há greves marcadas… Acho que nomear hoje seria aumentar a crise. Mas, Emmanuel Macron já teve 15 dias antes do chumbo da moção de confiança do primeiro-ministro, não foi apanhado de surpresa. Já teve algum tempo para pensar e para analisar os diferentes cenários. Mas Macron habituou-nos, desde que é Presidente, quer no primeiro mandato, quer no segundo, que cada vez que nos anuncia que vai rapidamente nomear um primeiro-ministro, demora semanas. Aliás, é o Presidente que demorou mais tempo a nomear governos de toda a V República. Na véspera de um dia de bloqueio nacional, seria insensato nomear alguém, porque, em regra geral, o primeiro-ministro é nomeado para poder formar um Governo e só 15 dias depois é que o Governo está completo. Imagino muito mal o Presidente da República nomear um primeiro-ministro na véspera de movimentos sociais importantíssimos, onde o ministro da Administração Interna tem que estar no gabinete dele a dar ordens. Suponho que não haverá nomeação hoje nem amanhã, depois do movimento social. Depende de como vai o dia amanhã? Só depois é que haverá a nomeação de um primeiro-ministro. Posso me enganar, mas todos os que têm aspirações políticas, ambição presidencial, vejo-os muito mal aceitar hoje a liderança de um Governo que poderia durar só três meses. O que é que se pode esperar do dia de amanhã? Uma mobilização que nos faz lembrar os coletes amarelos? Exactamente. À partida a ideia não era um movimento social que iria bloquear o país. A ideia era bloquear a economia, ou seja, ninguém comprava nada e mostrar que durante um dia podemos não fazer entrar IVA nos cofres do Estado. Isso era mais uma ideia de centro e da direita. Na prática, a extrema-esquerda incita à desobediência republicana e ao levantamento popular. Portanto, amanhã, provavelmente, todas as rotundas vão estar bloqueadas. Eu próprio não poderei dar aulas na minha faculdade. Suponho que os meus estudantes não conseguirão chegar à universidade. É diferente dos coletes amarelos, há um cansaço da população e acho que a própria população não aceitaria meses e meses de bloqueio como houve. Outra coisa, o movimento de amanhã é num dia de semana, ou seja, todas as pessoas que vão manifestar vão meter um dia de greve, vão perder um dia de salário. Portanto, fazer durar uma crise política onde os salários mais baixos iriam perder cinco, dez, 15 dias de salário é impensável, suponho. Espero que não haja destruições de bens públicos, porque é sempre terrível. Mas vai haver, provavelmente. Depois é essa imagem que fica, não a imagem das reivindicações, mas a imagem da destruição. São muito localizadas as destruições. Visto dos Estados Unidos, por exemplo, dá a impressão que a França está em guerra civil. É claro que vai haver confrontos com a polícia, vai haver cenas violentas, mas a França não está em estado de guerra e os franceses não querem isso. Veremos amanhã, mas provavelmente hoje não haverá novo primeiro-ministro nem amanhã, porque amanhã vai ser dia de crise e precisamos de um ministro da Administração Interna para gerir a situação.

Devocionais Pão Diário
DEVOCIONAL PÃO DIÁRIO | ROTA DESCONHECIDA

Devocionais Pão Diário

Play Episode Listen Later Aug 31, 2025 3:29


Leitura Bíblica Do Dia: SALMO 142 Plano De Leitura Anual: SALMOS 132–134; 1 CORÍNTIOS 11:17-34  Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira:  Talvez eu não devesse ter corrido com Bruno. Estávamos em um país estrangeiro e eu nada sabia sobre o local, distância e terreno onde iríamos, e ele era um corredor de velocidade. Poderia me ferir ao tentar acompanhá-lo? Confiar nele apenas por ele conhecer o caminho? Quando começamos, fiquei mais preocupado, pois a trilha era difícil, serpenteava uma floresta densa em terreno irregular. Felizmente, Bruno foi me guiando e avisando sobre as dificuldades a superar. Talvez tenha sido assim nos tempos bíblicos, quando as pessoas entravam em território desconhecido: Abraão em Canaã, os israelitas no deserto e os discípulos de Jesus em sua missão de pregar as boas-novas. Eles não tinham ideia de como seria a jornada, exceto que certamente ela seria difícil. Mas eles tinham Alguém que os orientava e conhecia o caminho a seguir. Eles confiaram que Deus lhes daria forças para enfrentar e que cuidaria deles. Podiam segui-lo porque o Senhor sabia exatamente o que estava por vir. Essa garantia confortou Davi quando ele estava fugindo. Apesar da grande incerteza, Davi disse a Deus: “Quando estou abatido, somente tu sabes o caminho que devo seguir” (SALMO 142:3). Haverá momentos na vida em que temeremos o que está por vir. Mas nós sabemos disto: nosso Deus, que caminha conosco, conhece o caminho.   Por: LESLIE KOH 

Alexandre Garcia - Vozes - Gazeta do Povo
Tagliaferro poderia fazer uma delação premiada contando tudo

Alexandre Garcia - Vozes - Gazeta do Povo

Play Episode Listen Later Aug 25, 2025 5:06


Alexandre Garcia comenta o retrocesso nas políticas de alfabetização, as notícias estranhas sobre a COP30 e a possibilidade de uma delação premiada de Eduardo Tagliaferro. 

Momento Babaca
#18 A verdade de que a inveja nos faz desprezar quem mais poderia nos ensinar

Momento Babaca

Play Episode Listen Later Aug 25, 2025 21:50


Quantas vezes você já deixou de aprender algo precioso porque a inveja cegou seus olhos? No trabalho, na vida, nas amizades… o vício da inveja nos faz transformar mestres em rivais e oportunidades em perdas silenciosas.Neste episódio, vamos mergulhar na visão de Santo Tomás e da tradição filosófica para entender como a inveja nos paralisa .

Estação Brasil
078 - O Brasil poderia ter se partido?: território, nação e separatismos

Estação Brasil

Play Episode Listen Later Aug 15, 2025 60:17


Olá, ouvintes! Já imaginou se o Brasil não tivesse se tornado um só país? Se o nosso território tivesse se fragmentado, com regiões se tornando independentes? Por que isso não aconteceu? Não existe uma resposta definitiva, mas, neste episódio, voltamos ao contexto da Independência para buscar pistas, levantar reflexões e entender como se formaram a nação e o território brasileiros. Em seguida, analisamos as guerras de independência e as revoltas que agitaram as décadas de 1820 a 1840 — um período em que não seria exagero afirmar que o mapa do Brasil poderia ter se desenhado de forma bem diferente do que conhecemos hoje. Por fim, trazemos o debate para o presente: os movimentos separatistas do século XXI ainda são relevantes ou já ficaram no passado? Para nos ajudar a refletir sobre estes temas, este episódio conta com a participação do professor João Paulo Pimenta. Achou interessante? Então, coloque o fone e dê o play no novo episódio do Estação Brasil!Se você gostou, considere apoiar nosso trabalho para manter o Estação no ar:Pix: ⁠⁠⁠⁠estacaobrasilfm@gmail.com⁠⁠⁠⁠Torne-se membro: ⁠⁠⁠apoia.se/estacaobrasilfm⁠⁠⁠

GE Botafogo
GE Botafogo #437 - "Montorizado" e encaminhado

GE Botafogo

Play Episode Listen Later Jul 30, 2025 65:13


Poderia ter sido de mais, mas o 2 a 0 sobre o Bragantino, regido pelos argentinos, deixou o time de Davide Ancelotti mais perto da classificação para as quartas de final da Copa do Brasil. Boas atuações individuais, partida consistente de Savarino e Montoro na regência do show no Nilton Santos, com Barboza de coadjuvante: o que deu certo e que ainda pode melhorar no Botafogo que chega a cinco jogos invicto depois da Copa do Mundo de Clubes. DÁ O PLAY!

Ciência Sem Fim
SUPERMAN PODERIA EXISTIR? A CIÊNCIA EXPLICA - Ciência Sem Fim #311

Ciência Sem Fim

Play Episode Listen Later Jul 29, 2025 111:01


Superman aconteceria na vida real? A ciência explica!Participação do @canalovicio

O É da Coisa
O É da Coisa de 18/07/2025, com Reinaldo Azevedo: Bolsonaro poderia ter sido preso; entenda decisão

O É da Coisa

Play Episode Listen Later Jul 18, 2025 83:35


Investir com SIM
Poderia falar sobre a conversão de debêntures de Casas Bahia (BHIA3) em ações? - Live 324 (25/06/25)

Investir com SIM

Play Episode Listen Later Jun 28, 2025 16:09


Atenção (disclaimer): Os dados aqui apresentados representam minha opinião pessoal.Não são de forma alguma indicações de compra ou venda de ativos no mercado financeiro.Seleção das partes mais interessantes das Lives de segunda.Live 324 - Visão do Estrategistahttps://youtube.com/live/_HcKEQAqt7I

Podcast Empresa Autogerenciável | Marcelo Germano
essa reunião poderia ter sido um email | Conversa de CEO #91

Podcast Empresa Autogerenciável | Marcelo Germano

Play Episode Listen Later Jun 5, 2025 30:45


Neste episódio do Conversa de CEO, Rogério e Roberta discutem o impacto real das reuniões mal planejadas nas empresas — e mostram, com clareza, como decisões adiadas e pautas soltas podem drenar o foco e a produtividade do time. Um papo direto para quem quer liderar com agilidade e transformar reuniões em decisões de verdade

Horizonte de Eventos
Horizonte de Eventos - Episódio 70 - Encontramos Vida No Universo?

Horizonte de Eventos

Play Episode Listen Later Apr 18, 2025 74:10


Em 2023, cientistas anunciaram ter identificado provisoriamente o gás sulfeto de dimetila – uma possível bioassinatura de vida – na atmosfera de K2-18b, um exoplaneta a 124 anos-luz de distância. Em 17 de abril de 2025, cientistas da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, anunciaram ter encontrado o gás novamente com o Telescópio Espacial Webb , mas desta vez com um sinal mais forte. Eles afirmaram que o sulfeto de dimetila parece ser milhares de vezes mais abundante em K2-18b do que na Terra. No entanto, mais dados são necessários para confirmar completamente sua presença e se ele está conectado à vida... ou não. E muitos cientistas ainda estão céticos.K2-18b é um mundo super-Terra ou sub-Netuno , orbitando na zona habitável – onde poderia existir água líquida – de sua estrela. Sua classificação exata também ainda é motivo de debate entre os cientistas, o que tem grande influência na descoberta relatada. Ele tem cerca de 8,6 vezes mais massa e 2,6 vezes mais massa que a Terra, e orbita uma estrela anã vermelha a cerca de 124 anos-luz de distância.Quando os cientistas anunciaram a possível detecção de sulfeto de dimetila (DMS) em setembro de 2023, usando o Telescópio Espacial Webb, a notícia gerou muita discussão. Foi uma descoberta potencialmente empolgante, sem dúvida. O gás é uma bioassinatura em potencial , um traço químico, molecular ou de outra natureza de vida biológica. Mas a detecção foi fraca e longe de ser conclusiva. Os astrônomos precisariam observar o planeta novamente com o Webb para tentar determinar se o gás realmente estava lá ou não.Nikku Madhusudhan , astrofísico da Universidade de Cambridge, participou da pesquisa anterior e é o autor principal do artigo sobre as descobertas mais recentes.Uma grande surpresa dos resultados é a quantidade aparente de sulfeto de dimetila na atmosfera do planeta. Se os resultados forem precisos – e ainda precisam ser confirmados – então o K2-18b tem milhares de vezes mais gás em sua atmosfera do que a Terra. Na Terra, é menos de uma parte por bilhão. Mas no K2-18b, estima-se que seja de 10 partes por milhão.As novas observações revelaram a existência provisória de um gás semelhante, o dissulfeto de dimetila . Ambas as moléculas pertencem à mesma família química e podem ser potenciais bioassinaturas.Na Terra, organismos marinhos como o plâncton produzem quase todo o sulfeto de dimetila. Mas ele também pode se formar sem vida e foi detectado em cometas e nuvens de gás no espaço. Portanto, sua presença, por si só, não é garantia de vida. Pelo menos ainda não.Alguns estudos sugerem que K2-18b é um mundo Hiceano , um planeta rochoso coberto por um oceano global, mas com uma atmosfera de hidrogênio. Poderia ser semelhante à Terra em alguns aspectos, mas também completamente alienígena. Como Madhusudhan observou:Trabalhos teóricos anteriores previram a possibilidade de altos níveis de gases à base de enxofre, como sulfeto de dimetila e dissulfeto de dimetila, em planetas hiceanos. E agora observamos isso, em linha com o que foi previsto.Mas mesmo isso ainda é motivo de debate entre os cientistas. Outros estudos afirmam que ele pode ter um oceano de magma quente, ou ser mais como um subnetuno, com uma atmosfera profunda e densa, sem superfície sólida ou oceano. Qualquer que seja o cenário correto, é claro, tem implicações diretas para a possibilidade de vida em K2-18b.Madhusudhan fez uma declaração forte no comunicado de imprensa de Cambridge, dizendo:Considerando tudo o que sabemos sobre este planeta, um mundo Hiceano com um oceano repleto de vida é o cenário que melhor se ajusta aos dados que temos.Mas, ao mesmo tempo, ele reconhece que mesmo os novos resultados são preliminares e estão abertos ao debate, dizendo:É importante que sejamos profundamente céticos em relação aos nossos próprios resultados, porque só testando e testando novamente conseguiremos chegar ao ponto em que tenhamos confiança neles. É assim que a ciência tem que funcionar.

Investir com SIM
Poderia explicar o aumento de capital da Azul (AZUL4)? - Live 314 (14/04/25) - Visão do Estrategista

Investir com SIM

Play Episode Listen Later Apr 17, 2025 4:14


Atenção (disclaimer): Os dados aqui apresentados representam minha opinião pessoal.Não são de forma alguma indicações de compra ou venda de ativos no mercado financeiro.Seleção das partes mais interessantes das Lives de segunda.Live 314 - Visão do Estrategistahttps://youtube.com/live/383AfPZWf0Q

Elefantes na Neblina
#112: Pertencer (o que eu poderia ter feito diferente)

Elefantes na Neblina

Play Episode Listen Later Apr 16, 2025 74:42


 ✺ Pertencer (o que eu poderia ter feito diferente) ✺ Sobre mudar, pertencer e os caminhos que a gente acredita que não escolheu.:: Mudando pelo Método :::: É tudo relação :::: Pertencimentos :::: Dark Enlightenment ou Renascimento Sombrio :::: União pela Sombra :::: Adolescência :::: O que eu poderia ter feito diferente :: ** Para as referências deste e de outros episódios, acesse nosso aplicativo: Neblina.me **

Tributologia
Tributologia # 255 - A novela do PERSE continua

Tributologia

Play Episode Listen Later Apr 13, 2025 11:19


O governo federal encerrou o PERSE da noite para o dia. Poderia ter feito isso?

Mansão Wayne
Personagens obscuros da DC que o James Gunn poderia usar…. • MW #222

Mansão Wayne

Play Episode Listen Later Apr 10, 2025 100:03


Boa noite, Gotham!Hoje vamos escavar os mais diversos cantos do Universo DC em busca de personagens obscuros ou pouco óbvios que teriam grande potencial no DCU que James Gunn está construindo nos cinemas, séries etc.Junte-se a Carlos Vázquez, André Pansera, Leonardo Vicente (o Buddy) e aos convidados Phillyp Leroy e Gabriel Garcia neste papo repleto de informação e risadas!Dê o play e comente quais você mais gostou!SEJA MEMBRO:Apoie o Mansão Wayne no Catarse:https://www.catarse.me/mansaowayneNOSSO LINK DA AMAZON:Faça suas compras utilizando nosso link! Para você não muda nada e nós ganhamos uma comissão que ajuda demais:https://amzn.to/3DbWs6MJá salva na barra de favoritos para usar sempre que for comprar algo por lá.BAÚ DAS HQSUtilize o cupom MANSAOWAYNE10https://baudashqs.com/EDIÇÃO DE ÁUDIO:André Pansera (Pansera Áudio)DESIGN DA VITRINE:Carlos Vázquez

Investir com SIM
Poderia explicar o aumento de capital da Minerva (BEEF3)? - Live 313 (07/04/25) - Visão do Estrategi

Investir com SIM

Play Episode Listen Later Apr 10, 2025 5:17


Atenção (disclaimer): Os dados aqui apresentados representam minha opinião pessoal.Não são de forma alguma indicações de compra ou venda de ativos no mercado financeiro.Seleção das partes mais interessantes das Lives de segunda.Live 313 - Visão do Estrategistahttps://youtube.com/live/849P_B5C5UI

Investir com SIM
Poderia explicar a poison pill proposta pelas Casas Bahia (BHIA3)? - Live 312 (31/03/25) - Visão do

Investir com SIM

Play Episode Listen Later Apr 3, 2025 8:00


Atenção (disclaimer): Os dados aqui apresentados representam minha opinião pessoal.Não são de forma alguma indicações de compra ou venda de ativos no mercado financeiro.Seleção das partes mais interessantes das Lives de segunda.Live 312 - Visão do Estrategistahttps://youtube.com/live/13r6LjQxfks

Noticiário Nacional
8h Ferro Rodrigues: crise política poderia ter sido evitada

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Apr 2, 2025 11:52


Investir com SIM
Poderia explicar a redução de capital da Melnick (MELK3)? - Live 311 (24/03/25) - Visão do Estrategi

Investir com SIM

Play Episode Listen Later Mar 27, 2025 4:16


Atenção (disclaimer): Os dados aqui apresentados representam minha opinião pessoal.Não são de forma alguma indicações de compra ou venda de ativos no mercado financeiro.Seleção das partes mais interessantes das Lives de segunda.Live 311 - Visão do Estrategistahttps://youtube.com/live/omXgDhXH8Co

GE Botafogo
GE Botafogo #406 - Estudiantes, La U e Carabobo: Grupo fácil, médio ou difícil?

GE Botafogo

Play Episode Listen Later Mar 18, 2025 59:25


Sorteio da Libertadores, em Luque, no Paraguai, deixa Botafogo frente a frente com argentinos, chilenos e venezuelanos. Caminho se inicia em abril, fora de casa, e termina no fim de maio, no Nilton Santos, contra os dois adversários mais fortes do grupo. Gostou? Poderia ter sido melhor? Nosso time, com Rafa Barros, Jéssica Maldonado e Pedro Dep, analisa. DÁ O PLAY!

Explicador
O que se poderia fazer para evitar esta crise?

Explicador

Play Episode Listen Later Mar 12, 2025 23:05


Ana Abrunhosa (PS) insiste que a crise política tinha sido evitada se houvesse mais diálogo e sensatez do Governo. Já Cristóvão Norte (PSD) considera que o prazo proposto para a CPI era equilibrado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Lições da Bíblia
O que mais Eu poderia ter feito?

Lições da Bíblia

Play Episode Listen Later Mar 8, 2025


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Visual+mente
V+M Pesquisa#5 – Design contra a verdade

Visual+mente

Play Episode Listen Later Mar 8, 2025 127:17


Esse é o quinto encontro do Grupo de Estudo: Políticas, Retóricas e Histórias da Visualidade, uma iniciativa do Podcast Visual+mente e o grupo de pesquisa do CNPq “Visualidade e Linguagem”. Neste encontro, Daniel B. Portugal vai discutir o conceito de conhecimento e mostrar como, tradicionalmente, ele exclui o tipo de saber-fazer que hoje podemos associar ao design. Sua principal referência será o diálogo platônico Górgias, no qual Sócrates, o protagonista, procura desqualificar a retórica, argumentando que ela não estaria ancorada no único tipo de saber necessariamente verdadeiro: o conhecimento. Desde então, no Ocidente, o saber-fazer tende a figurar como um escravo do conhecimento, sua mera aplicação. Neste encontro, vamos questionar essa posição e defender um saber-fazer rebelde, que se volta contra o conhecimento, seu algoz. Poderia o design ser entendido como o saber-fazer finalmente desacorrentado? O texto elencado para o debate é o capítulo do "Existe Design" intitulado "Sobre Sócrates e alces" (PORTUGAL, 2013), e pode ser encontrado na bibliografia do nosso grupo de estudos. Encontre o texto da bibliografia e muito mais aqui: https://www.visualmente.com.br/grupo

Investir com SIM
Poderia comentar a oferta dos fundadores da Tok&Stok pela Mobly (MBLY3)? - Live 308 (03/03/25) - Vis

Investir com SIM

Play Episode Listen Later Mar 6, 2025 13:01


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Jovem Conservador de Direita
Episódio 213: Especial Halloween

Jovem Conservador de Direita

Play Episode Listen Later Oct 31, 2024 40:40


Neste episódio especial o Doutor faz a coisa mais assustadora que vão ver até hoje e assume uma personalidade de esquerda. Poderia ser apenas um susto, mas infelizmente é a realidade. ⁠Patreon⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠Instagram⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠Anda tudo a mamar⁠

Marta Maria
3 Néfi 27–4 Néfi: “Não poderia haver povo mais feliz” Estudo do VSM O Livro de Mórmon 21-27out, 2024

Marta Maria

Play Episode Listen Later Oct 20, 2024 77:55


Convidados: Marco e Jacqueline Becegato Estudo do Livro de Mórmon através do manual Vem e Segue-Me (recurso preparado pela Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias) em colaboração com a Central das Escrituras. Nossos episódios contemplam apenas alguns tópicos encontrados nas escrituras designadas para a semana. Buscamos trazer ao seu estudo maior clareza e reflexão.

Fernando Ulrich
Perigos do Drex; Tesla não convence com robotaxis; petróleo e prêmio de guerra; rombo nas estatais

Fernando Ulrich

Play Episode Listen Later Oct 14, 2024 39:36


O "Ulrich Responde" é uma série de vídeos em que respondo perguntas enviadas por membros do canal e seguidores onde abordo diversos tópicos relacionados à economia, finanças e investimentos Nesse formato de vídeo falamos sobre política econômica, inflação, taxas de juros, até investimentos em criptomoedas e ações, oferecendo uma análise aprofundada e bem fundamentada em cada episódio, trazendo informação para quem busca entender melhor a economia e tomar decisões financeiras mais informadas. 00:00 - Hoje, no Ulrich Responde 01:32 - Mercado exagerando na curva DI baseado só no fiscal do Brasil? 03:37 - Mercado subestimando o impacto da guerra no petróleo? 08:09 - Como o governo sabe quem está usando Bolsa Família em bets? 10:30 - Descobriram quem é Satoshi Nakamoto? 12:39 - Estímulos fiscais na China decepcionaram? 15:27 - Dólar pode ir abaixo de 4 reais? 16:34 - A tese do cobre: oportunidade? 18:16 - Tesla decepciona mercado? 23:05 - Centro direita crescendo na política brasileira, teremos um congresso responsável? 23:46 - ETF de platina para investir? 24:19 - Crescimento do Brasil em 3,2% seria um exagero em meio à tragédia do RS? 26:04 - Em qual fase do ciclo estamos? 27:05 - Qual sua opinião sobre a teoria de otimização de portfólios de Markovits? 27:43 - Investir em ETFs russo apostando no fim da guerra, faz sentido? 28:38 - A guerra explica o aumento dos yields nos títulos americanos? 29:15 - Recessão americana descartada? 29:55 - ETF global para longo prazo e em dólar, o que você acha? 31:14 - Teoria de Malthus explica a fome e o crescimento populacional? 33:01 - Como ficam os investidores com os impostos sobre milionários? 33:56 - Estatais com rombos históricos, a não privatização prejudica o país? 34:33 - Poderia falar mais sobre o Drex? 36:44 - Follow the Money é para investimentos? 37:07 - Poderia fazer um vídeo mostrando construção de gráficos? 37:53 - Federer, Nadal ou Djoko, quem é GOAT?

Por Falar em Correr
Por Falar em Tênis 86 - Qual marca poderia aparecer mais?

Por Falar em Correr

Play Episode Listen Later Sep 20, 2024 32:40


⁠Enio Augusto⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ e ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Marcos Buosi⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ falam sobre tudo que envolve o mundo dos tênis e também de outros acessórios relacionados à corrida. ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠SEJA MEMBRO DO CANAL NO YOUTUBE⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ Tem análise, reviews, dicas, palpites, questionamentos, opinião, informação, mercado, números, valores, dúvidas, respostas e muito mais. Participe enviando a sua pergunta. Escute, informe-se e divirta-se. - Qual marca poderia aparecer mais? Hoka Cielo X1 vai vender bem? Variação de tênis nos treinos? - Cupom de Desconto: ⁠KEEP RUNNING BRASIL⁠ - PFC Este programa tem o apoio e parceria da Keep Running Brasil https://www.instagram.com/keeprunningbrasil/ https://www.youtube.com/@KeepRunningBrasil https://www.facebook.com/keeprunningbrasil https://www.linkedin.com/company/keep-running-brasil/ https://www.instagram.com/keepers.run/ - ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠SEJA MEMBRO DO CANAL NO YOUTUBE⁠

Lições da Bíblia
Quem disse que você poderia fazer isso?

Lições da Bíblia

Play Episode Listen Later Aug 27, 2024


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