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Quer entender como construir patrimônio com planejamento e consistência? Na Roda de Finanças deste mês, conversamos sobre um tema que desperta curiosidade em muitos de nós: o primeiro milhão. Recebemos a planejadora financeira e escritora Luciana Ikedo, para uma conversa leve que mostra quais decisões diárias podem, ou não, abrir caminhos para o futuro. Sem fórmulas mágicas, sem promessas e com uma abordagem acolhedora e prática, exploramos como mesmo pessoas sem familiaridade com investimentos podem começar a organizar a vida financeira, com equilíbrio e visão de longo prazo.
Roda de Finanças #20 Investimentos globais: tudo sobre como começar a investir no exterior. Legenda: Quer entender por que investir fora do Brasil tem atraído tantos brasileiros? O mundo está cada vez mais conectado, e quando o assunto são investimentos, não poderia ser diferente. Investir no exterior é uma estratégia cada vez mais relevante para quem busca proteger e potencializar recursos. Neste episódio, recebemos o professor e especialista em finanças Marcos Piellusch, que explica, de forma simples, como dar os primeiros passos, quais as principais formas de investir fora do Brasil e responde às dúvidas mais comuns sobre investimentos internacionais.
Ao mesmo tempo que deixa a Europa entregue a si própria, a nova Estratégia de Segurança Nacional da Casa Branca ressuscita, sem pudor, a Doutrina Monroe e reafirma a intenção dos Estados Unidos de manter a América Latina sob sua esfera de controle. Thomás Zicman de Barros, analista político Na última sexta-feira (5), a Casa Branca publicou a nova Estratégia de Segurança Nacional, o documento que define os objetivos e prioridades globais dos Estados Unidos. A mídia francesa destacou sobretudo o tom corrosivo em relação à Europa, apresentada como um continente em crise, em perda de identidade, e a ser deixado à própria sorte. No Brasil, porém, o documento recebeu pouca atenção, embora coloque a América Latina como prioridade da diplomacia americana, quase como um espaço vital, um quintal sobre o qual os EUA reivindicariam soberania. Trump sempre buscou se vender como um isolacionista em política externa. Proclama ser contrário à ideia de que os EUA devam atuar como polícia do mundo, critica intervenções americanas no exterior e afirma concentrar-se nos problemas internos do país. Ocorre que esse isolacionismo parece não valer para a América Latina, tratada não como um conjunto de países soberanos, mas como uma extensão da fronteira estratégica dos EUA, zona alargada de sua própria segurança interna. A postura de Trump parte da premissa de que o mundo está dividido em esferas de influência das grandes potências. A Europa, marcada pela guerra na Ucrânia, é apresentada como condenada à decadência e, por isso, deixada para se virar sozinha. A administração americana sinaliza que não pretende mais se imiscuir no espaço pós-soviético, para não melindrar a Rússia. No máximo, promete dar algum apoio a governos de extrema direita, nada além disso. Também pretende reduzir o foco no Oriente Médio, palco de três décadas de esforços militares malsucedidos. Para os vizinhos latino-americanos, entretanto, a lógica é distinta. A nova estratégia declara explicitamente um “Corolário Trump à Doutrina Monroe”, ressuscitando o antigo lema “A América para os americanos”. Mas permanece a pergunta que acompanha essa fórmula desde o século XIX: quais americanos? O lema sempre carregou uma ambiguidade e pode soar como defesa da soberania continental. Na prática, historicamente significou “a América – isto é, todas as Américas, do Alasca à Terra do Fogo – para os Estados Unidos”, que se reservam o direito de ditar as regras aos demais povos da região. América Latina A estratégia de 2025 não deixa dúvidas quanto a essa leitura. O documento afirma sem rodeios que, como contrapartida ao recuo em outras partes do mundo, Washington negará a qualquer potência externa a possibilidade de influenciar, investir ou adquirir ativos estratégicos na região, reafirmando que a América Latina é área de “preeminência” americana. Embora não a mencione nominalmente, o alvo evidente é a China, já principal parceira comercial de muitos países do continente. Esse enquadramento também ajuda a explicar o discurso belicoso contra o que chamam de “narco-terroristas” e, sobretudo, contra a Venezuela, cujo espaço aéreo Trump declarou fechado na semana passada. Pouco importa o que cada um pense sobre o governo venezuelano – Maduro perdeu inclusive a boa vontade do governo brasileiro após descumprir acordos costurados com apoio do Itamaraty, realizando eleições contestadas. Tampouco se pode ignorar que parte da oposição venezuelana flerta com práticas antidemocráticas. Nada, porém, justifica que uma potência externa se arrogue o direito de intervir militarmente, de olho nas vastas reservas petrolíferas venezuelanas. Qualquer intervenção desse tipo desestabilizaria a região, agravaria o sofrimento da população e criaria precedentes perigosos para todo o continente. Há, sem dúvida, tensões entre o que afirma o documento e a prática da diplomacia americana. Trata-se das contradições entre, de um lado, a visão do chanceler Marco Rubio, político oriundo dos grupos latinos ultraconservadores da Flórida e defensor de uma linha dura na América Latina, e, de outro, os rompantes erráticos de Trump, que frequentemente atropela as diretrizes de sua própria equipe diante de líderes que admira. Como se viu nos últimos meses, Trump cultivou uma relação cordial com Lula. O documento publicado na sexta-feira, porém, não oferece perspectivas animadoras para a região. Ele tende a criar dificuldades justamente para países que, como o Brasil, historicamente prosperaram quando conseguiram escapar da tutela exclusiva de Washington e ampliar de forma soberana suas parcerias – seja com a União Europeia, com a China, ou por meio de cooperações Sul-Sul. Diante das preocupantes repercussões da nova estratégia para a América Latina, causa estranhamento que a imprensa brasileira não tenha dado ao documento o mesmo destaque que ele recebeu na Europa — justamente quando, no caso latino-americano, o perigo é o oposto e potencialmente mais grave. Se os europeus temem ser deixados sozinhos, a América Latina tem razões para temer que os Estados Unidos simplesmente não a deixem em paz.
Neste episódio, os Advisors de Investimentos do Bradesco Philipe França e Thailan Oliveira falam sobre o tema, em um bate-papo leve e descontraído. Explicam o que é a Bolsa, sua função na economia e as principais diferenças entre renda fixa e renda variável. Falam também sobre primeiros passos para começar a investir, como escolher ações e como evitar erros comuns. Se você quer aprender mais sobre investimentos e acompanhar dicas práticas com especialistas, esse episódio é para você.
#Consumo con Ana Maria Cores Meixus Asociación de amas de casa y consumidores O Noso Lar e Kim Llobet Asociación de Consumidores de A Estrada. atoparás información práctica e consellos útiles para o día a día. Dereitos das persoas consumidoras, novidades do mercado, hábitos responsables e recomendacións para aforrar e consumir con criterio. Un espazo divulgativo, próximo e claro, pensado para axudarche a tomar decisións informadas e coidar tanto do teu peto como do teu benestar. HOXE: Bizum sufriu un roubo de datos, comproba se o teu número de móbil está na lista: foi multada pola Axencia de Protección de Datos "Bizum sufriu un roubo de datos, comproba se o teu número de móbil está na lista: foi multada pola Axencia de Protección de Datos". "Por esta filtración, a AEPD impúxolle a Bizum unha multa de 100.000 euros, que finalmente foi reducida a 80.000 euros". "Apareceron na dark web os datos de 2.634 usuarios, con números de móbil entre 600000000 e o 600007494". Bizum é un sistema de pago seguro, pero hai un tempo sufriu unha fenda que, a pesar de ser notificada, non se corrixiu correctamente, expoñendo información. Tampouco se avisou aos usuarios. ⚠️A plataforma de pagos Bizum terá que pagar unha multa de 80.000 euros tras comprobarse que algúns datos persoais de 20.000 usuarios, foron filtrados. Máis de 2.600 apareceron en a dark web. Os feitos iniciáronse en 2020, cando un usuario notificou a Bizum que se podía acceder ás inicial, apelidos, e número de móbil de calquera usuario, de forma sinxela. ✔️Cando fas un envío de diñeiro a alguén, no recibo aparece as súas inicial e apelido, así como o seu móbil, para que saibas que o envío é correcto. Este usuario descubriu que cun simple script (conxunto de instrucións escritas nunha linguaxe de programación que se utilizan para automatizar tarefas ou crear funcionalidades dentro dun programa ou sistema ), podíanse facer peticións de envío de diñeiro a calquera usuario de Bizum, para obter o seu nome e móbil antes do envío, que se cancela. A primeira fenda de datos en Bizum A Axencia Española de Protección de Datos (AEPD) interveu, preguntando a Bizum polo tema. A plataforma de pagos asegurou que establecera medidas preventivas, como bloquear a usuarios que facían máis de 30 intentos de pago sen levalos a cabo. A AEPD deuse por satisfeita, e pechou o caso Con todo, aos poucos meses pillaron a un hacker usando este sistema para obter os datos dos usuarios desde a web dun banco asociado a Bizum. O hackeo mantívose dúas horas, onde o ciberdelincuente obtivo os datos básicos (iniciais, apelidos e móbil) de 20.070 usuarios de Bizum. ⚠️Uns meses despois, apareceron na dark web os datos de 2.634 usuarios, con números de móbil entre 600000000 e o 600007494. Se o teu móbil está nesa franxa e usaches Bizum, é probable que os hackers teñan os teus datos. ✔️No expediente EXP202318538 da AEPD, vía Banda larga, Bizum asegura que contratou a unha empresa especializada para eliminar eses datos roubados da dark web, e actualmente non se mostran en ningún sitio. ✔️Tamén explica que non avisou aos afectados, ao considerar que con eses datos non se pode cometer ningunha fraude, e hai un risco baixo de ser contactados. ✔️É unha decisión bastante cuestionable, porque se se filtran os datos persoais dunha persoa, aínda que sexa unha filtración de baixo risco, ten dereito a sabelo. Por simple respecto a eses clientes. Por esta filtración, a AEPD impúxolle a Bizum unha multa de 100.000 euros, que finalmente foi reducida a 80.000 euros. ⚠️Se cres que están entre os afectados, despois de varios anos, é pouco probable que eses datos úsense agora para algo. Abonda con que esteas atento a posibles SMS, mensaxes de texto ou chamadas que recibas en nome de Bizum ou outra entidade, pois poderían ser intentos de estafa. ️Se che gustan os contidos "SUSCRÍBETE" ao podcast MÁIS ENTREVISTAS: https://www.ivoox.com/podcast-salta-da-cama_sq_f1323089_1.html Máis Información e outros contidos: ✔️Facebook: https://www.facebook.com/PabloChichas ✔️Twitter: https://twitter.com/pablochichas ✔️Instagram: https://www.instagram.com/pablochichas/ ✔️ TikTok: https://www.tiktok.com/@pablochichas
LEITURA BÍBLICA DO DIA: JOÃO 14:25-31 PLANO DE LEITURA ANUAL: ISAÍAS 43–44; 1 TESSALONICENSES 2 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Fiquei feliz ao achar o presente perfeito para minha sogra: a pulseira tinha um pingente personalizado! Encontrar um presente perfeito é sempre um prazer absoluto. Mas e se o presente que o indivíduo precisa estiver além de nosso poder aquisitivo? Muitos de nós gostaríamos de poder dar a alguém paz de espírito, descanso ou mesmo paciência. Se ao menos os pudéssemos comprar e embrulhá-los com um laço! Tais presentes são impossíveis para darmos a outros. No entanto, Jesus, Deus encarnado, concede aos que creem nele um presente “impossível”: a dádiva da paz. Antes de subir ao Céu e deixar os discípulos, Jesus os confortou com a promessa do Espírito Santo: “O Espírito Santo […] lhes ensinará todas as coisas e os fará lembrar tudo que eu lhes disse” (JOÃO 14:26). Ele lhes ofereceu a paz: a Sua paz, como uma dádiva duradoura e infalível para quando estivessem atribulados ou sentissem medo. Ele mesmo é a nossa paz com Deus, com os outros e interiormente. Podemos não conseguir dar aos nossos entes queridos aquela dose extra de paciência ou melhorar a saúde deles. Tampouco está ao nosso alcance dar a eles a paz de que todos nós desesperadamente precisamos para suportar as lutas da vida. Mas podemos ser guiados pelo Espírito para lhes falar sobre Jesus, o doador e a encarnação da paz verdadeira e duradoura. Por: KIRSTEN HOLMBERG
As reviravoltas de Donald Trump não tornam o dia-a-dia do mercado financeiro um mar tranquilo. Tampouco a situação macroeconômica do Brasil, ainda mais a um ano de um período eleitoral.Os desafios da gestão de fundos e as oportunidades em multimercados são temas da edição 166 do Outliers InfoMoney. Em um episódio especial, gravado na Expert XP, Clara Sodré e Fabiano Cintra recebem Luiz Parreiras, gestor da estratégia multimercado e previdência da Verde Asset. É possível um mundo para além do dólar? As eleições de 2026 já estão sendo precificadas? Há um descolamento de preços com as tarifas de Donald Trump? Essas e outras perguntas são discutidas no episódio, em uma conversa imprescindível para entender os dias atuais. Faça aqui sua inscrição para a imersão Do Zero ao Topo Xperience: https://bit.ly/3IOkRpc
A versatilidade de certas atrizes extrapola capacidades individuais de abrilhantar uma tela ou um palco. Tampouco se limita a talentos equivalentes para fazer rir ou chorar. Mesmo na redoma mais circunscrita do cinema de humor, há nuances que revelam que também é preciso habilidades para modular os matizes da comédia. Em uma cultura humorística radicalmente transmidiática – hoje alimentada não só pelo cinema, teatro e televisão, mas pelas redes sociais e pelo stand up comedy – essas artistas, de trajetórias radicalmente plurais, partilham, com as mulheres do extracampo, as autorias do riso. Convidadas:Ale McHaddo – diretora e roteirista | SPHelena Ignez – atriz e cineasta | SPInês Peixoto – atriz | MGMediação: Cleber Eduardo – curador temática histórica | SP
No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 12, o colunista Carlos Andreazza comenta sobre as estratégias do governo Lula para tentar angariar popularidade até as eleições de 2026. Muitas medidas que, segundo o colunista, são “parafiscais”. A retomada do circuito radiofônico de Lula da Silva é, sem dúvida, parte da estratégia para tentar estancar a queda de popularidade. Mas as primeiras entrevistas do ano mostram o presidente perdido ao avaliar a inflação, o problema que atualmente mais aflige a população. A tática tem sido a de terceirizar responsabilidades, com argumentos que colocam o governo como vítima da alta de preços, e não como um de seus principais causadores, numa narrativa absolutamente desconectada da realidade. Leia a coluna: https://www.estadao.com.br/opiniao/lula-razoavelmente-perdido/ Difícil convencer a audiência de que a inflação está “razoavelmente controlada” diante do avanço dos preços de alimentos. Levantamento divulgado no fim de janeiro pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras) mostrou aumentos significativos em itens como leite longa vida (18,83%), carne (25,25%), óleo de soja (29,22%) e café torrado (39,6%). Todos esses produtos integram a cesta básica, ou seja, ao menos em teoria são imprescindíveis a todas as famílias. Tampouco é irretorquível o discurso sobre a seriedade com que o governo Lula da Silva trata a estabilidade inflacionária. Por óbvio, efeitos climáticos extremos têm prejudicado a agricultura e a pecuária com reflexos nos preços, mas considerável parcela dessa escalada se deve, como é notório, a uma demanda que cresce acima da capacidade econômica do País. Esse sobreaquecimento, por sua vez, é causado por políticas de governo sustentadas na expansão de gastos e no incentivo desmesurado ao crédito. Apresentado pelo colunista Carlos Andreazza, programa diário no canal do Estadão no YouTube trará uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. E depois, fica disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Pós-produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Gabriel Pinheiro e Everton OliveiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A VERDADEIRA LUZ. "O povo que andava em trevas viu uma grande luz, e aos que viviam na região da sombra da morte resplandeceu-lhes a luz." (Isaías 9:2 NAA) O Natal é, sem dúvida, uma das épocas mais iluminadas do ano. As ruas brilham com luzes, as casas ganham decoração especial e há uma atmosfera de alegria e celebração no ar. É um tempo de alegria muitas vezes marcado por encontros familiares, mesas fartas e trocas de presentes Mas, por trás desse brilho externo, muitas pessoas ainda vivem presas em trevas interiores. E talvez hoje você se veja envolto por essas trevas. E não estamos falando apenas da ausência de luz física, mas do vazio da alma, da falta de propósito, da falta de paz, da dor do pecado e da desesperança. E essa é uma realidade que contrasta fortemente com o verdadeiro significado do Natal. E, no meio desse contexto, vemos muitas pessoas buscando respostas para a vida. E é muito comum ouvir frases como "busque sua luz interior" ou "a solução está dentro de você". Essa ideia, embora atraente à primeira vista, esconde perigos profundos e raízes que se distanciam muito da verdade bíblica. “Buscar sua luz interior" está totalmente enraizada em filosofias humanistas e religiões orientais que colocam o ser humano como o centro de tudo: • O humanismo diz que o homem é suficiente em si mesmo e possui tudo o que precisa para encontrar sentido e propósito; • Já as religiões orientais falam sobre encontrar a iluminação ao mergulhar em si mesmo. Mas acontece que não podemos produzir luz por nós mesmos. Tampouco encontrar sozinhos essa “luz”. O nascimento de Jesus não trouxe apenas uma celebração momentânea, mas a verdadeira luz que ilumina nossas vidas e dissipa toda escuridão. 1. A VERDADEIRA LUZ TRAZ DIREÇÃO. "Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida." (João 8:12 NVI). 2. A VERDADEIRA LUZ TRAZ ESPERANÇA. “Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá.” (João 11:25 NVI) 3. A VERDADEIRA LUZ TRAZ PAZ. Deixo com vocês a paz, a minha paz lhes dou; não lhes dou a paz como o mundo a dá. Que o coração de vocês não fique angustiado nem com medo. (João 14:27 NAA) 4. A VERDADEIRA LUZ TRAZ RESTAURAÇÃO. "Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso." (Mateus 11:28 NVI). 5. A VERDADEIRA LUZ TRAZ CURA. "O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me ungiu para evangelizar os pobres; enviou-me para proclamar libertação aos cativos e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos." (Lucas 4:18 NVI) 6. A VERDADEIRA LUZ TRAZ SALVAÇÃO. "Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido." (Lucas 19:10 NVI).
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O barrio de Canido celebrará do 1 ao 5 de Mayo as tradicionais Festas dos Maios. Durante estes días as rúas do barrio encheranse de cor e flores para recibir a primavera e acollerán actuacións musicais e concertos, mercadillos populares, xogos, obradoiros, actividades en familia... Tampouco faltará o toldo dá Tafona ou a comida veciñal tal e coma hoce nos contou o presidente da asociación de vecinos Roberto Taboada. O programa de actividades da Festa dúas Maios de Canido arrincará o mércores 1 co Mercado Popular de 2ª Man, Artesanía e Antigüidades que se celebrará a partir das 11.00 horas na Praza F. Miramontes e culminará na xornada do domingo 5 no Parque Antón Varela coas actividades lúdicas e educativas que terán lugar desde as 18.00 horas.
Então, saiu Maria Madalena anunciando aos discípulos: Vi o Senhor! (Jo 20.18)O que transforma o medo em fé?Após a crucificação de Jesus, os discípulos estavam em completa desordem, abatidos e amontoados com medo de perseguição. Um deles, Judas, já estava morto por suicídio. Outro, Pedro, cedeu sob pressão e negou a Jesus, seu líder e mestre, a quem eles testemunharam ser brutalmente morto. Suas esperanças e sonhos aparentemente morreram junto com ele. No entanto, apenas algumas semanas depois, esse mesmo grupo abatido estava nas ruas de Jerusalém declarando ousadamente Jesus como o Messias ressurreto. O que levou esses homens do medo covarde à fé corajosa? O que pode operar a mesma mudança em nós? Somente o Jesus ressurreto.A origem judaica dos discípulos os levou a acreditar que o Messias apareceria e permaneceria para sempre. Isso inicialmente os fez ser esmagados pela morte de Jesus, pois parecia marcar a derrota total ao invés da vitória gloriosa. A mudança deles em proclamar com confiança Jesus como Messias após sua morte tem apenas uma explicação possível: eles devem ter visto o Jesus ressurreto. Se não o tivessem visto, teriam apenas se lembrado dele com carinho, ou talvez amargamente, como seu amado mestre — mas nada mais. Que perdão e esperança possíveis podem ser encontrados em um homem morto? Todavia, com um Messias ressuscitado, de repente tudo muda.A Bíblia nos diz, em relatos de primeira mão, que os discípulos encontraram o Cristo ressurreto (veja, por exemplo, Jo 20.11–21.23). Alguns argumentam que os discípulos alucinaram, apenas o “vendo” por causa de sua fé fervorosa. Mas lembre-se: eles inicialmente não tinham fé em uma ressurreição! Na verdade, a Escritura nos diz que eles se sentaram atrás de portas trancadas com medo e decepção (20.19). E, mesmo que tivessem imaginado um Cristo ressurreto e reinante, provavelmente não teriam imaginado um Jesus que cozinhasse e comesse peixe na praia, que ainda tivesse as cicatrizes de sua morte brutal e que andasse pelas ruas e os encontrasse de várias maneiras. Tampouco teriam se retratado como tão covardes ou incluído os relatos de mulheres (cujo testemunho não era considerado válido naquela cultura). Em vez disso, eles teriam se apresentado como as figuras corajosas e proeminentes que primeiro descobriram o túmulo vazio. Qualquer tipo de explicação alternativa para o túmulo vazio exige ainda mais “fé” do que confiar no que nos foi revelado na Palavra de Deus.A ressurreição muda tudo. Precisamos considerar os fatos que cercam a volta de Jesus dos mortos — mas também devemos considerar as Boas Novas gloriosas que ela nos oferece. Sem a ressurreição corporal literal de Jesus, o cristianismo é inútil: “É vã a vossa fé” (1Co 15.17). Porém, uma vez que Jesus realmente ressuscitou e está realmente reinando, então nele está o perdão que não pode ser encontrado em nenhum outro, e nele está uma esperança futura como nenhuma outra. Você, com os olhos da fé, viu o Senhor ressurreto e reinando? Então você, como Maria e como os discípulos, verá seu medo cheio de dúvidas tornar-se em fé confiante, ao proclamar ousadamente essa esperança ao seu próprio coração e a este mundo temeroso.João 20.1-18A Bíblia em um ano: Lv 26–27; Ap 4
Como uma importante disciplina espiritual, o jejum que agrada a Deus, quando praticado, não deve ser divulgado. Tampouco deve ser encarado como como uma obra meritória ou um sofrimento, mas como sendo uma grande vantagem para os aspectos físico, emocional, espiritual e relacional. O domínio próprio, que é uma virtude essencial para o desenvolvimento do caráter, é fortalecido pelo jejum. Texto bíblico: Mat 6:16-18 Este é o 21º episódio do Programa Lar e Família, e foi exibido na TV Novo Tempo em 28/08/2014. Você pode assisti-lo em duas partes no YouTube: Parte 1: https://youtu.be/iHcqbobbSiM?si=cJ-UWLGBIGXLK60n Parte 2: https://youtu.be/pcw-NfIJoSo?si=N9Q0XwZPEw8mhLbd Mais episódios aqui: https://open.spotify.com/show/4d8wvbfIYXNOHW1JEfoBU1
De uma só boca procede bênção e maldição. Meus irmãos, não é conveniente que estas coisas sejam assim. Acaso, pode a fonte jorrar do mesmo lugar o que é doce e o que é amargoso? Acaso, meus irmãos, pode a figueira produzir azeitonas ou a videira, figos? Tampouco fonte de água salgada pode dar água doce. (Tg 3.10-12)No curso de nossa vida, somos confrontados pela injustiça, pela indelicadeza, pelas circunstâncias desagradáveis e, muitas vezes, por pessoas desagradáveis. Antes de oferecer uma resposta verbal nessas situações, faríamos bem em lembrar desta verdade aprendida de nosso Senhor: nossas palavras refletem nosso coração (Mt 12.34). Se nossas palavras não são semelhantes a Cristo, devemos olhar primeiro não para a nossa boca, mas para o nosso coração. Da mesma forma, é uma indicação da obra de nosso Senhor dentro de nós quando respondemos a conflitos e desafios com palavras que ajudam ao invés daquelas que machucam.Nossa língua contém imenso poder, e podemos aproveitá-la para ajudar, encorajar, afirmar, enriquecer, reconciliar, perdoar, unir, suavizar e abençoar. Não é por acaso que muitos dos provérbios do Antigo Testamento abordam as palavras que falamos. De acordo com Salomão, “A boca do justo é manancial de vida” (Pv 10.11). Ele compara esse uso de palavras a brincos adoráveis que adornam a beleza do usuário e a belos ornamentos que realçam a beleza de uma casa (25.12). Talvez sua declaração mais clássica sobre o poder da fala seja sua observação de que, “Como maçãs de ouro em salvas de prata, assim é a palavra dita a seu tempo” (v. 11).O que faz com que uma linguagem seja tão vivificante? Como nossa boca pode trazer bênçãos aos outros? Palavras de bênção são marcadas por honestidade, por “falar a verdade em amor” (Ef 4.15, NVT). Elas são atenciosas, ditas por alguém que “medita o que há de responder” (Pv 15.28). Costumam ser poucas e marcadas pela razão: “Quem retém as palavras possui o conhecimento, e o sereno de espírito é homem de inteligência” (17.27).E, claro, palavras úteis serão palavras gentis. Embora possa ser difícil lembrar no meio de circunstâncias difíceis, permanece verdade que “A resposta branda desvia o furor” (Pv 15.1). De fato, uma resposta gentil brota da força moral; é preciso muito mais autocontrole para responder com gentileza do que dar lugar à paixão e à raiva desenfreadas.O que marcará suas palavras? Você se comprometerá a usar sua língua — aquele membro pequeno, mas imensamente poderoso, de seu corpo — para abençoar ao invés de amaldiçoar, para dar vida ao invés de destruí-la, e para ajudar ao invés de machucar?Decida hoje usar suas palavras para o bem daqueles com quem interage, honrando a Cristo em seu coração e deixando o doce aroma dele encher seu discurso. Em seguida, reconheça humildemente que você não pode fazer isso sozinho (Tg 3.8) e peça a ele que o encha com seu Espírito — o Espírito que planta a paz, a gentileza e o autocontrole em seu coração e em sua fala (Gl 5.22-23).
Trienal B – 3º Domingo após Epifania – Salmo 62. ✨ O SALMO DA SEMANA ✨ [O salmo desta semana nos faz recordar de versos como Jeremias 17.5, em que Deus nos adverte a que depositemos toda a nossa confiança e esperança nele, e não em seres humanos falhos como nós. Tampouco as riquezas ou a violência são dignas de confiança. O salmo 62 é, ao mesmo tempo, uma oração e um incentivo para que confiemos somente em Deus hoje e sempre. Deus é quem nos protege, nos salva e dá a vitória. Isto se evidencia especialmente na vida e obra de nosso Senhor Jesus Cristo.] Salmo 62 Somente Deus Salmo de Davi. Ao regente do coro — para confissão. "Somente em Deus eu encontro paz; é dele que vem a minha salvação. Somente ele é a rocha que me salva; ele é o meu protetor, e eu nunca serei derrotado. Até quando todos vocês atacarão um homem que é mais fraco do que uma cerca derrubada? Vocês somente querem tirá-lo do seu lugar de honra. Vocês gostam de mentir; dizem coisas boas a respeito dele, mas no coração o amaldiçoam. Somente em Deus eu encontro paz e nele ponho a minha esperança. Somente ele é a rocha que me salva; ele é o meu protetor, e eu não serei abalado. A minha salvação e a minha honra dependem de Deus; ele é a minha rocha poderosa e o meu abrigo. Confie sempre em Deus, meu povo! Abram o coração para Deus, pois ele é o nosso refúgio. Os seres humanos, tanto os pobres como os ricos, são inúteis, são somente um sopro. Se fossem colocados na balança, não pesariam nada; são mais leves do que um sopro. Não confiem na violência, nem esperem ganhar alguma coisa com o roubo. Ainda que as suas riquezas aumentem, não confiem nelas. Mais de uma vez tenho ouvido Deus dizer que o poder é dele e o amor, também. Tu, ó Senhor, recompensas cada um de acordo com o que faz." CEL REDENTOR — congregar, crescer e servir.
Rubens Ricupero, 86 anos, que foi ministro do Meio Ambiente e da Fazenda no governo de Itamar Franco em 1993 e 1994, disse que o presidente da Argentina, Javier Milei, “deu sinais muito importantes de moderação” na 1ª semana de governo, depois de ter tomado posse no domingo (10.dez.2023).Na avaliação de Ricupero, dificilmente haverá retrocesso no Mercosul com Milei. Tampouco avanços. “O Mercosul gerou interesses muito poderosos. Criam uma situação de inércia”, afirmou. Diplomata por 43 anos, ele foi secretário-geral da Unctad (Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento) em 2004.
A Grande Amore gústalles o rock & roll, os sintetizadores, as caixas de ritmos e as guitarras. Este sábado presentan o seu segundo albúm "II", na Sala Malatesta de Santiago de Compostela. Con todo iso, fan música rápida e chea de graves, como a vida mesma. Tamén gritan, súan e bailan e, a maioría de veces, pásano en grande. (próximos concertos e escoita o disco ) "O que máis tempo e esforzo lle adico é a facer as letras e a preparar os directos, é no que máis poño de min". "Cando a xente me di que as letras ou os directos lles gustan, síntome como o meu avó cando lle din que ten uns tomates ben bonitos". ""Eu son a noite" é a canción que máis me gusta das que fixen. Gústame como se fose unha canción dun dos grupos que me gusta". "A nosa música ten unha acollida tranversal que nos sorprende moito, recibimos unha gran cantidade de cariño da xente". Grande Amore reinventa o hastío vital con ‘II', o seu novo disco Un disco cru. Directo. Con letras e música afiadas. ‘II' presenta influencias que van desde o punk ata o black metal, pasando pola música industrial, todo adaptado ao formato electrónico de Grande Amore. II' xa está aquí. Por fin. ‘II' é o esperado segundo disco de Grande Amore, o proxecto de Nuno Pico xunto a Clara Redondo e mariagrep. 10 temas que non deixarán a ninguén indiferente. O éxito dos catro adiantos coñecidos ata o de agora, ‘Pelexa', ‘Do meu corpo van nacer outros corpos', ‘Onde ela me quer levar' e ‘Ben Sabe Deus Que Ou Intentei', xa confirmou o salto de Grande Amore como artista, pero agora podemos comprobar que aínda podía ir un paso máis aló. É capaz de facer que todo sáeche polo aire. ‘II', editado por Ernie Records, é un disco que engule; imposible non deixarse arrastrar. A proposta electrónica de Grande Amore en ‘II' abárcao todo. Rock industrial, punk, black metal… Inviable poñerlle unha soa etiqueta, todas quedan curtas. Tampouco pode se comparar a nada, Grande Amore é único. Divírtese. Xoga co rock, as caixas de ritmos, os sintetizadores, pon a bailar ás guitarras… E cántalle á vida; a isto que se converteu case en costumismo cotián, pero que non é outra cousa que hastío xeral. A rutina de estar cansa, de non poder máis. Toda esa rabia e ese malestar son a semente coa que rebusca en nós; represéntanos, gritamos con el e fainos tolear; non podemos parar de saltar. Nuno Pico contou con Carlangas para a produción deste traballo; eles querían facer un disco de rock, con bandas como Motorhead, Stooges ou Ramones como referentes, pero engadindo caixas de ritmos e sintetizadores; o resultado é indescritible; só cabe escoitar o disco, gritalo, bailalo, quedar a vivir nel. As voces de ‘II' foron gravadas por Raúl Pérez na Mina; tamén el correu a cargo da mestura. O máster foi realizado por Cem Oral en Jammin' Masters. ‘II' comeza con ‘Foi todo verdá' a modo de intro, e rapidamente dá paso a ‘Fumando espero', un tema no que Grande Amore ensina as cartas; vai con todo, é unha máquina de hits e este disco é a proba definitiva. En ‘Anos 20', Nuno déixase a vida. «Todo é pouco, todo é demasiado» canta, e é que así sucede exactamente neste tema, que sendo enorme, queda curto. Queremos máis, e chega ‘Pelexa' para lembrarnos que «naide ten piso, naide ten traballo», que todo é unha merda, que xa está ben. Que queremos gritar. É esgotador ter que loitar por todo, é terrible ter que facelo todo o intre. Necesitamos aire. Grande Amore actúa como desfibrilador e o tema ‘Indo Pa Cristo' é a seguinte descarga eléctrica; ‘Ben Sabe Deus Que Ou Intentei' é xa un himno que marcou un antes e un despois nos directos. Un subidón que nos leva todo o máis alto e dános un pouco de paz; e é aquí cando a engrenaxe do disco fai a súa maxia porque ‘Onde Ela Me Quer Levar' volve elevarnos. A adrenalina do amor plasmada no compás. ‘Necesito Estar Borracho' abrázanos e acompáñanos nesa necesidade recorrente de abstraernos dunha realidade insoportable, e a auténtica psicodelia chega con ‘Do Meu Corpo Van Nacer Outros Corpos'. O broche de ouro pono ‘Eu Son A Noite', o tema que pecha o disco. «Eu son a noite, eu son a festa» é a última frase, e serve perfectamente para resumir este traballo. ‘II' é #incontido, pura forza. O lanzamento de ‘II' é un agasallo, porque é un disco capaz de redimirnos, un milagre só ao alcance de Grande Amore. PRÓXIMOS CONCIERTOS: 22.09 Sala Malatesta - SANTIAGO DE COMPOSTELA 06.10 Arrecife en Vivo - LANZAROTE 07.10 San Froilán - LUGO 21.10 OurFest - OURENSE 27.10 O Castañazo - CHANTADA 22.12 Sala Espacio Vías - LEÓN 23.12 La Salvaje - OVIEDO 20.01 Inverfest (Sala El Sol) - MADRID ESCOITA O DISCO: https://ernierecords.lnk.to/grandeamore-ii Máis Información GRANDE AMORE: Premio Martín Códax 2022 ✔️Facebook: https://www.facebook.com/grande.amore.grande.amore ✔️Twitter: https://twitter.com/Grande_Amore_OG ✔️Instagram: https://www.instagram.com/grande.amore.grande.amore/ ✔️Twich: https://www.twitch.tv/grandeamoretv ✔️Spotify: https://open.spotify.com/intl-es/artist/1FVM2KsOjbVwhAYApEhSzQ?si=XpsS9OVrRriXkm8PKhqNMg&nd=1 ✔️YouTube: https://www.youtube.com/c/grandeamoregrandeamore Máis Información ERNIE RECORDS: ✔️Páxina Web: https://ernierecords.com/ ✔️Facebook: https://www.facebook.com/ernierecords/ ✔️Twitter: https://twitter.com/ernierecords ✔️Instagram: https://www.instagram.com/ernierecords/ ✔️Spotify: https://open.spotify.com/user/ernieproducciones%7Crecords?si=eo_FfTlVQ1G6a5NqHLVNCw&utm_source=whatsapp&nd=1 ✔️YouTube: https://www.youtube.com/c/ernierecords ️ "SUSCRÍBETE" ao podcast MÁIS ENTREVISTAS: https://www.ivoox.com/podcast-salta-da-cama_sq_f1323089_1.html Máis Información e outros contidos: ✔️Facebook: https://www.facebook.com/PabloChichas ✔️Twitter: https://twitter.com/pablochichas ✔️Instagram: https://www.instagram.com/pablochichas/ ✔️Clubhouse: @pablochichas ✔️Twich: https://www.twitch.tv/pablochichas
Trienal A – 16º Domingo após Pentecostes – Romanos 14.1-12
Eles não podem representar os seus países de origem, de onde fugiram ou foram expulsos. Tampouco os países onde foram acolhidos. Mas existe uma solução: os atletas olímpicos refugiados disputarão medalhas nos Jogos Paris-2024 sob a bandeira do COI, como aconteceu, pela primeira vez, na Rio-2016. A RFI conversou com uma ciclista afegã, representante do Comitê Olímpico de Refugiados, para compreender a importância de recuperar esse direito, quando a vida já lhes tirou quase toda a esperança. Maria Paula Carvalho, da RFIÉ através de uma fundação que o Comitê Olímpico Internacional (COI) distribui bolsas para pagar as despesas de treinamento dos atletas refugiados. Atualmente, há 53 esportistas no programa, mas esse número deve aumentar com uma nova seleção, a partir do ano que vem. Eles vêm de 12 países diferentes, praticam 13 modalidades esportivas e atualmente vivem em 19 países de acolhimento. "Quando eu conheci a equipe de refugiados, no início não gostei, pois queria participar pelo meu país. Mas depois compreendi o significado da equipe, que é até mais forte do que representar um país, porque nós representamos o mundo e hoje ainda existe o problema da discriminação e a guerra", diz a afegã Masomah Ali Zada, que vive atualmente em Paris."Nós somos todos de diferentes países, de diferentes línguas, culturas, mas estamos sob a mesma bandeira pelo mesmo objetivo de participar dos Jogos e levar uma mensagem de esperança", acrescentou a atleta, em entrevista à RFI. Ela conta que a maioria das histórias do grupo contém capítulos de sofrimento. "Os refugiados são obrigados a deixar o seu país por causa da guerra. Normalmente, nós temos todos os direitos nos países em que somos acolhidos, mas nos faltava a chance de competir, já que como refugiados não podemos representar o nosso país e nem o de acolhimento. Mas a equipe de refugiados nos permite participar dos Jogos Olímpicos, e isso é muito importante. Agora nossos direitos estão completos", comemora.Na última quarta-feira (26), Zada recebeu das mãos do presidente do COI, Thomas Bach, o convite oficial para o Comitê Olímpico de Refugiados participar dos Jogos de Paris. Para se tornar membro da equipe, é preciso estar em um programa reconhecido pelo Alto Comissariado da ONU para Refugiados (ACNUR). "Eu venho do Afeganistão e cheguei à França em 2017", conta. "No Afeganistão, eu jogava vôlei e comecei a treinar ciclismo. Mas lá, infelizmente, a bicicleta é proibida para mulheres e o meu objetivo era popularizar o ciclismo entre as afegãs e ajudá-las a praticar sem ter medo. E por isso eu coloquei a minha vida em perigo, porque havia muita gente contra, que pensa que impor a bicicleta é impor uma outra cultura, impor algo à nossa religião e por isso fui obrigada a vir para a França para viver em segurança. Mas aqui, eu continuo a praticar o ciclismo e participarei dos Jogos com a equipe de refugiados", afirma. Estreia nos Jogos Rio-2016Criada em 2015, a equipe de refugiados do COI entrou em campo pela primeira vez nos Jogos Olímpicos Rio-2016. Fruto dos tempos atuais, a criação do Comitê Olímpico dos Refugiados foi uma necessidade, como explicou à RFI o presidente do COI, Thomas Bach. "Nós criamos a equipe de refugiados nos Jogos Rio-2016 porque nos demos conta que entre esses refugiados, há também atletas que têm o sonho olímpico. Queremos apoiá-los e mostrar ao mundo que esses refugiados são um enriquecimento para a nossa sociedade, através da sua resiliência, perseverança, de seu otimismo, apesar de todos os problemas que enfrentam. Nós queremos dar esperança a todos os refugiados do mundo", diz Bach. Equipe representa mais de 100 milhões de pessoas Desde a Olimpíada no Rio de Janeiro, o número de refugiados aumentou. "Agora são quase 110 milhões de pessoas deslocadas no mundo e a todas essas pessoas nós queremos enviar novamente essa mensagem de esperança, mas também de gratidão por eles enriquecerem a nossa sociedade olímpica", reforça o presidente do COI.Nos Jogos de Tóquio-2020, a equipe olímpica de refugiados era formada por 29 atletas, que competiram em 12 modalidades. A ministra dos Esportes da França, Amélie Oudéa-Castéra, destaca o poder do esporte para a inclusão. "É muito importante. O programa de solidariedade olímpica é extraordinariamente importante aos nossos olhos. Temos nessa futura delegação de refugiados, vários atletas que hoje são acolhidos no nosso país. Nós queremos que para esses refugiados, os Jogos sejam excepcionais e que o esporte seja uma luz em suas vidas e que pelo esporte eles possam expressar coisas que a vida lhes tem, infelizmente, impedido de viver e de esperar", diz. A equipe Olímpica de Atletas Refugiados fez história nos Jogos do Brasil, onde foi liderada no desfile de abertura por Rose Lokonyen, corredora do Sudão do Sul, de 23 anos, à frente de uma equipe de 10 atletas. Rose tinha apenas 8 anos quando fugiu da guerra e encontrou segurança no campo de refugiados de Kakuma, no norte do Quênia. Além dela, esportistas de países como Síria, República Democrática do Congo e Etiópia completavam a equipe que foi ao Brasil. A passagem do grupo suscitou calorosos aplausos no estádio do Maracanã. Até o Papa Francisco e o ex-presidente americano Barack Obama se juntaram a milhões de pessoas em todo o mundo que desejavam sorte para a equipe Olímpica de Atletas Refugiados. Porém, outras urgências ligadas à Rio-2016 acabaram dominando a atenção, analisa Thierry Terret, historiador do desporto e do Olimpismo, entrevistado pela RFI. Para ele, a epidemia do vírus da zika, além de escândalos políticos e de corrupção podem ter apagado o brilho da estreia da equipe de refugiados nos Jogos do Rio. Oito anos depois, Ali Zada estará em Paris para dizer que o esporte é mais forte do que tudo. "Quando eu vejo a equipe Equipe Olímpica de Refugiados, eu penso em todos os refugiados, esse número tem aumentado recentemente, pessoas que fogem da guerra, especialmente do Afeganistão, pois desde a chegada do Talibã, muitas pessoas foram obrigadas a deixar o país, muitas mulheres. E eu penso no sofrimento dessas pessoas que passam um caminho muito difícil para viver em outro país em segurança. Eu fico emocionada e honrada de representar os refugiados do mundo", conclui. A equipe de refugiados formada pelo COI se transformou em um símbolo de paz e determinação, diante de catástrofes humanitárias.
A Deus, Francisco Antonio Chagas. Não, eu não o conhecia. Conhecido por pessoas muito próximas de mim, ao saberem que tinha sido sequestrado, pela segunda vez, uma corrente de oração foi formada a partir de áudios de sua esposa, Pastora Franciane. Como já muito falado, ele havia sofrido violência no Sudão do Sul e na própria nação do Quênia. Vídeos da REGAR, Rede Global de Artes, dirigido pela Pastora Adriana Pinheiro, que foram recepcionadas em Nairóbi pelo Pastor Francisco e sua família, eram um dos grupos que estavam mobilizando oração, por esta situação e puderam compartilhar vídeos mostrando a maneira gentil e amorosa que foram recebidos por esta família. Num áudio que recebi como sendo do Pastor Francisco, ele narrava um sonho que teve em que foi levado ao Céu e numa maneira muito peculiar, muito brasileira, muito nordestina, muito evangélica, narrou que não conseguia descrever em português, as cores que ele viu lá e que não existem aqui... "coisas" que existem lá e que ele não conseguia descrever, porque não são "coisas" que existem aqui... SE É QUE ME ENTENDEM... Ou não?! Tampouco eu. A Voz deste amado nos conta que quando foi vitimado pela COVID, e quase veio a morrer, sentiu muito medo da Morte, e ao perceber sua vida saindo de seu corpo, ouvindo uma pastora que orava por ele dizendo: - "Volta, Volta, em Nome de Jesus!" E descrevendo os procedimentos de um enfermeiro que tentava reanimá-lo, ele conta que Jesus lhe apareceu e lhe perguntou: "PORQUE O MEDO? Eu já não te mostrei o lugar para onde vou te levar quando tudo acabar aqui?" JESUS, o lembrou que Ele já tinha lhe mostrado o Céu, mas, que naquele momento ainda não era a hora... Mas, havia ainda um Caminho a se percorrer. O Pastor Francisco encerra o áudio dizendo que sabia que estava muito próximo o momento em que ele iria para aquele lugar que Jesus lhe mostrou em sonho. Este é o Consolador! Para o Francisco, não! O Pastor Francisco está com O Nosso SENHOR e como disse Paulo em experiência de morte, apedrejado e lançado como morto fora da cidade aonde pregava, teve uma experiência que de igual maneira que nos relatou Francisco, ele não conseguia em idiomas deste mundo, narrar as coisas que viu lá... Disse numa de suas cartas: - São coisas "INEFÁVEIS". O consolo é para a esposa, filha, todas as crianças, viúvas, ovelhas, famílias que ele e sua família até então cuidaram juntos, para que todos saibam que Deus está no controle de tudo e que Ele nunca é pego de surpresa e também que a tristeza da separação, a dor dilacerante para sua família imaginando as violências sofridas, a fúria de pessoas certamente tomadas pelo mal, não podem ser comparadas com a Glória que ele agora está vivendo na PRESENÇA DO NOSSO SENHOR! E o que isso nos toca? Mais uma tragédia? Mais um caso de violência? No Brasil já temos tantos! Penso que não. Em meu espírito há uma percepção de que devemos estar MUITO ATENTOS A ESTE SINAL! UM MÁRTIR BRASILEIRO, SEMEADO NAS NAÇÕES, VÍTIMA DE TORTURAS, DE SEQUESTRO, DE UM BRUTAL ASSASSINATO... Isso não é comum! Isso não pode ser desprezado! Sl. 116: 15 - "Preciosa é aos olhos do SENHOR a morte dos seus santos." Paulo, como citamos acima dizia abertamente em suas cartas: "É MELHOR ESTAR COM O SENHOR!", "A MORTE É LUCRO!". A SEMENTE PARA UM AVIVAMENTO Jo. 12: 24 - "Em verdade, em verdade vos digo: se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas, se morrer, produz muito fruto." Foi com a morte do Diácono Estavam, o Primeiro dos Mártires de Cristo, que se iniciou a primeira grande perseguição às pessoas que criam que Yeshua era o Messias Glorioso de Israel e para fugirem de Jerusalém, os discípulos de Cristo e toda a multidão que estava sendo ensinada pelos próprios apóstolos no convívio pessoal, ali na Cidade Santa se espalharam pelo Mundo e aonde foram levaram as Boas Novas de Salvação! (Primeiro para os judeus e depois para pessoas de todas as nações, como a maioria de nós, ainda hoje!)... --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/paulodetarsoap/message
Como tudo neste mundo, o jejum não é um fim em si, porque o que santifica não é rasgar o estômago de fome, mas o motivo e o amor com que se deixa de comer. Não jejuamos como quem faz dieta, confiando nas próprias forças e tendo em vista sentir-se melhor com a própria imagem. Tampouco jejuamos porque já somos santos, mas porque queremos vir a sê-lo, e é apenas por meio de pequenos sacrifícios que a nossa oração, transformada em vida, mais do que em palavras, se tornará eficaz e cada vez mais agradável a Deus. Assista à homilia do Padre Paulo Ricardo para esta sexta-feira, dia 24 de fevereiro, e peçamos ao Senhor um espírito verdadeiramente penitente, que saiba aproveitar-se do jejum como um meio de agradar a Deus e desagradar-se a si, e não o contrário.
Nenhuma empresa é perfeita. Tampouco agências seriam. Uma vez que existem relações de poder, não há perfeição. A gente precisa desistir da ideia de procurar a perfeição em empresa, mas isso não quer dizer que precisamos desistir de mudá-las. Ajude o podcast a se manter de pé. Escolha entre: Picpay | Apoia.se | Pix Me segue no instagram e acessa o site do projeto. #pnesia #publicidadeepropaganda #comunicação #marketing #marketingdigital #perfeita #agenciadepublicidade
*) Em meio aos preparativos para a posse do presidente eleito Lula (PT), em 1º de janeiro, uma parte marcante da cerimônia segue indefinida: quem irá passar a faixa presidencial ao petista?Ao que tudo indica, o atual presidente, Jair Bolsonaro, não está disposto a participar. Tampouco o vice-presidente da República, Hamilton Mourão. Afinal: é uma obrigatoriedade que o atual chefe do Executivo passe a faixa, na cerimônia de posse, ao sucessor? Este episódio do podcast 15 Minutos fala sobre esse tema. O convidado é o Rodolfo Costa, repórter da equipe de República da Gazeta do Povo, que assina reportagem sobre o tema.
PP e Republicanos acabam de protocolar no TSE pedido para que sejam excluídos do processo que condenou o PL e seus coligados ao pagamento de R$ 22,9 milhões por litigância de má-fé. Na peça, obtida por O Antagonista, os partidos alegam que não foram consultados sobre a ação de revisão extraordinária das urnas eletrônicas e que Valdemar Costa Neto agiu "de forma isolada". "Os partidos PP e Republicanos, apesar de coligados com o PL, jamais foram consultados sobre o ajuizamento da presente representação!" Tampouco, dizem, "foram convocados para a reunião extraordinária realizada pela Comissão Executiva Nacional do Partido Liberal - PL que elegeu como presidente da Coligação o sr. Valdemar Costa Neto". Ou seja, ninguém deu a Valdemar qualquer poder de "presidente da coligação" para propor ações em nome dela. Diferentemente do PL, as duas legendas"reconheceram o resultado e a validade das eleições de 2022". No documento, eles solicitam o desbloqueio e a liberação dos recursos do fundo partidário de ambos os partidos. "Tal suspensão afetará o efetivo cumprimento das obrigações financeiras que os referidos partidos possuem com seus fornecedores e funcionários em âmbito nacional e estadual, bem como, comprometerá o regular funcionamento das atividades partidárias", dizem. Pedem ainda que seja reconhecida "a ausência de má-fé dos partidos requerentes Progressistas - PP e Republicanos, que não tiveram a intenção de propor a presente demanda e dela discordam, conforme inclusive manifestação pública dos seus dirigentes, para que seja excluída a multa por litigância de má-fé contra estes aplicada". No documento, há pedidos subsidiários em caso de negativa do requerimento por parte de Alexandre de Moraes, quais sejam "o reconhecimento do cerceamento de defesa dos partidos ora requerentes, determinando as suas intimações para se manifestarem nos autos, obedecendo o princípio da ampla defesa e do contraditório", ou que seja "reformada a decisão para determinar que a coligação, ora autora, emende a inicial para correção do valor da causa". Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista https://www.twitter.com/o_antagonista https://www.instagram.com/o_antagonista https://www.tiktok.com/@oantagonista_oficial No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista
7. Aprendestes que foi dito: olho por olho e dente por dente. — Eu, porém, vos digo que não resistais ao mal que vos queiram fazer; que se alguém vos bater na face direita, lhe apresenteis também a outra; — e que se alguém quiser pleitear contra vós, para vos tomar a túnica, também lhe entregueis o manto; — e que se alguém vos obrigar a caminhar mil passos com ele, caminheis mais dois mil. – Dai àquele que vos pedir e não repilais aquele que vos queira tomar emprestado. (S. Mateus, 5:38 a 42.) 8. Os preconceitos do mundo sobre o que se convencionou chamar “ponto de honra” produzem essa suscetibilidade sombria, nascida do orgulho e da exaltação da personalidade, que leva o homem a retribuir uma injúria com outra injúria, uma ofensa com outra, o que é tido como justiça por aquele cujo senso moral não se acha acima do nível das paixões terrenas. Por isso é que a lei moisaica prescrevia: olho por olho, dente por dente, de harmonia com a época em que Moisés vivia. Veio o Cristo e disse: Retribuí o mal com o bem. E disse ainda: “Não resistais ao mal que vos queiram fazer; se alguém vos bater numa face, apresentai-lhe a outra.” Ao orgulhoso este ensino parecerá uma covardia, porquanto ele não compreende que haja mais coragem em suportar um insulto do que em tomar uma vingança, e não compreende, porque sua visão não pode ultrapassar o presente. Dever-se-á, entretanto, tomar ao pé da letra aquele preceito? Tampouco quanto o outro que manda se arranque o olho, quando for causa de escândalo. Levado o ensino às suas últimas consequências, importaria ele em condenar toda repressão, mesmo legal, e deixar livre o campo aos maus, isentando-os de todo e qualquer motivo de temor. Se se lhes não pusesse um freio às agressões, bem depressa todos os bons seriam suas vítimas. O próprio instinto de conservação, que é uma lei da Natureza, obsta a que alguém estenda o pescoço ao assassino. Enunciando, pois, aquela máxima, não pretendeu Jesus interdizer toda defesa, mas condenar a vingança. Dizendo que apresentemos a outra face àquele que nos haja batido numa, disse, sob outra forma, que não se deve pagar o mal com o mal; que o homem deve aceitar com humildade tudo o que seja de molde a lhe abater o orgulho; que maior glória lhe advém de ser ofendido do que de ofender, de suportar pacientemente uma injustiça do que de praticar alguma; que mais vale ser enganado do que enganador, arruinado do que arruinar os outros. É, ao mesmo tempo, a condenação do duelo, que não passa de uma manifestação de orgulho. Somente a fé na vida futura e na justiça de Deus, que jamais deixa impune o mal, pode dar ao homem forças para suportar com paciência os golpes que lhe sejam desferidos nos interesses e no amor-próprio. Daí vem o repetirmos incessantemente: Lançai para diante o olhar; quanto mais vos elevardes pelo pensamento, acima da vida material, tanto menos vos magoarão as coisas da Terra.
Não, não é um pocast sobre Frozen! (Até porque, já fizemos um!) Tampouco sobre Game Of Thrones! (também fizemos, não só podcast como um Clube do Seriado inteiro sobre). É sobre o inverno mesmo. Diga lá: você sabe reconhecer quando a sua vida entra no inverno? Descubra como escutando o que Jota Borgonhoni e Francisco Escorsim tem a a dizer a respeito. _ Explicação do Inverno de Vivaldi: http://euterpe.blog.br/vivaldi-o-inverno/ _ Conheça o nosso projeto: http://www.osnaufragos.com.br
Às vezes, tentamos viver de forma perfeita e nos cobramos excessivamente quando erramos
Rose viu as notícias do novo coronavírus na China. Então na Itália. E logo no Brasil. Ela só não esperava que ele chegasse a Taboão da Serra, periferia paulistana. Tampouco imaginava que pudesse entrar dentro da casa dela. Antiviral é uma iniciativa da Purpose Brasil. O podcast vai ao ar às terças e sextas-feiras. Entre em contato nas redes sociais por meio de @Antiviralpod para contar sua história. Produção: Trovão Mídia Edição de som: Ricardo Monteiro Trilha: André Chiavassa
Em meio a discussão de projetos vitais para o futuro do País, o partido do presidente Jair Bolsonaro, o PSL, parece não ter despertado para o essencial: fazer política com algum nível de coesão. É bem verdade que a sigla, como muitas no Brasil, não possui tradição programática, além de uma base social dispersa. A bancada na Câmara é expressiva, mas não atua em bloco. Tampouco articula com qualidade. O que sobra são discussões ofensivas públicas, falta de estratégia e a incrível capacidade de, em alguns momentos, ser mais oposição a Bolsonaro do que a própria oposição estabelecida. Episódio de hoje resgata a rocambolesca novela que envolve o PSL, desde sua fundação, passando pela chegada de Bolsonaro até a atuação desastrosa no Congresso. Além da turbulenta história, também colhemos a análise do cientista político Rodrigo Prando (Mackenzie).See omnystudio.com/listener for privacy information.