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Miguel Sousa Tavares comenta os dias de conflito no Médio Oriente: "a guerra vai abranger o mundo inteiro, com reflexos na economia mundial e vai ser trágica para países mais pobres". Sublinha ainda as diferenças para outras guerra com "o uso da IA no planeamento e na execução das operações militares". Sobram ainda criticas duras para Paulo Rangel por causa das Lajes e não só: "Os EUA estão a utilizar a base à revelia das condições que o governo português impôs e o Governo aceita". O cronista deixa elogios à politica externa de Espanha da qual confessa sentir "inveja", lança uma questão a José Luís Carneiro e conclui o podcast a lembrar a obra de António Lobo Antunes.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sem condenar diretamente o ataque a território iraniano, o MNE esclarece que preferia a via diplomática. Paulo Rangel garante que a oposição foi consultada pelo executivo sobre utilização das Lajes.See omnystudio.com/listener for privacy information.
As maternidades às pinguinhas não funcionam, mas as pessoas ainda não se convenceram de que não podem ter uma urgência à porta de casa. E foi Paulo Rangel a levantar a polémica das Lajes?See omnystudio.com/listener for privacy information.
"A base das Lajes foi oferecida para a guerra de Trump contra o Irão. A forma como o ministro Paulo Rangel se referiu ao acordo das Lajes e à paragem dos aviões americanos para a guerra no Irão dá-nos todas as razões para acreditar que o Governo português nem foi informado e que Trump trata os Açores como o seu quintal", assim escreveu Ana Sá Lopes que analisa as últimas horas e as parcas palavras do Governo de Portugal neste episódio do Soundbite.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Catarina Louro, do PS, defende que MNE deve esclarecimentos e PS vai chamar Paulo Rangel ao Parlamento. Pedro Correia, do Chega, diz que Portugal não precisa de ser informado. O que diz o protocolo?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Abrimos o recapitulativo desta semana em África com Moçambique com as intempéries que provocaram mortíferas cheias essencialmente no sul do país. De acordo com o Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres, para além de mais de uma dezena de mortos só nestes últimos dias e mais de 700 mil pessoas afectadas, o balanço muito provisório da época chuvosa é de pelo menos 123 mortos desde Outubro. Ao longo destes últimos dias, as autoridades tentaram acudir às pessoas que se encontram bloqueadas devido às cheias, com grandes dificuldades pelo meio, como chegou a reconhecer Benvinda Levy, primeira-ministra de Moçambique. Neste quadro já por si difícil, a situação epidemiológica também piorou comparativamente com o ano passado, com um recrudescimento de doenças diarreicas e casos de paludismo. Perante a ausência de sinais de abrandamento das intempéries, o governo deu conta da sua apreensão face à possível ruptura da Barragem de Senteeko, na África do Sul, com possíveis consequências em alguns distritos das províncias e Maputo e Gaza na região do sul do país. Relativamente desta vez a São Tomé e Príncipe, num acórdão datado de 15 de Janeiro, o Tribunal Constitucional apontou violações da Constituição no decreto presidencial de 6 de Janeiro de 2025 demitindo o governo então dirigido por Patrice Trovoada, da ADI, e que depois foi substituído pelo actual primeiro-ministro Américo Ramos, pertencente a uma outra ala do mesmo partido. Reagindo na segunda-feira a este acórdão do Tribunal Constitucional, Patrice Trovoada declarou-se "disponível para voltar à governação do país". Por seu turno, o actual chefe do governo, Américo Ramos, questionou o 'timing' do acórdão, 12 meses depois da demissão do anterior governo. Sobre a disponibilidade de Patrice Trovoada regressar ao poder, ele sublinhou que o acórdão não tem efeitos retroactivos. Refira-se entretanto que a ADI de Patrice Trovoada anunciou esta semana que vai submeter ao parlamento no próximo dia 27 de Janeiro, uma moção de censura contra o actual Governo são-tomense, alegando que “não tem demonstrado habilidade sustentável à governação”. Ao ser auscultado nesta sexta-feira pelo Presidente da republica sobre os pleitos eleitorais deste ano, as presidenciais de Julho e as legislativas de Setembro, a ADI considerou que no caso de a sua moção de censura ser aprovada, poderia colocar-se a necessidade de antecipar a data das legislativas. Em Cabo Verde, a actualidade esteve igualmente virada para calendários eleitorais, com o Presidente José Maria Neves a anunciar as legislativas para 17 de Maio e as presidenciais para o dia 15 de Novembro, sendo que uma eventual segunda volta fica reservada para o dia 29 de Novembro. No Uganda, depois de o Presidente Yoweri Museveni, no poder desde 1986, ter sido declarado vencedor das presidenciais da semana passada com mais de 70% dos votos, a tensão não tende a diminuir no país, com observadores e oposição a denunciar resultados forjados e um clima de violência. Esta semana, o filho do Presidente e chefe do exército ameaçou de morte o principal adversário do pai nas presidenciais, Bobi Wine, que em em entrevista concedida à RFI, disse "ter que se esconder". Relativamente desta vez à Guiné-Bissau, a presidência da CPLP assumida por Timor-Leste na sequência da suspensão da Guiné-Bissau quer que uma missão a Bissau “se realize rapidamente”. Em declarações recolhidas pela agência Lusa, o ministro dos Negócios Estrangeiros de Timor-Leste, Bendito dos Santos Freitas, sublinhou tratar-se de um "assunto prioritário". A perspectiva desta missão da CPLP que já vinha sendo discutida desde Dezembro, mas também uma série de pronunciamentos feitos nomeadamente pelo Presidente de Cabo Verde que apelou nestes últimos dias à libertação de todos os presos políticos, mas também pelo chefe da diplomacia portuguesa Paulo Rangel que deu conta da sua preocupação com a situação da Guiné-Bissau após a desestabilização militar de Novembro do ano passado, ou ainda pela eurodeputada socialista Marta Temido para quem se vive uma grave quebra do estado de direito naquele pais, irritaram em Bissau. O porta-voz do governo interino guineense, Fernando Vaz, foi sem rodeios. Respondendo às criticas lançadas pelo governo guineense, o chefe de estado cabo-verdiano, desmentiu qualquer "tentativa de ingerência" nos assuntos internos da Guiné-Bissau. Reagindo igualmente às declarações do actual poder de Bissau, o eurodeputado socialista Francisco Assis afastou qualquer "complexo neocolonialista" por parte de Portugal. Entretanto, relativamente desta vez à Republica Centro-Africana, o Parlamento Europeu aprovou na quinta-feira uma resolução apelando às autoridades do bloco a imporem sanções específicas aos responsáveis pela detenção do luso-belga Joseph Figueira Martins naquele país. Os eurodeputados solicitam também o envio de uma missão à RCA para avaliar a situação daquele humanitário, preso desde Maio de 2024 e condenado em Novembro passado a 10 anos de trabalhos forçados. Em Angola, o parlamento aprovou na quinta-feira em votação final, a lei sobre o estatuto das ONGs, com os votos contra da UNITA que considerou que o diploma restringe a liberdade de associação. Em entrevista à RFI, Zola Álvaro, activista e Presidente da Associação Cívica -Handeka- referiu que esta lei vai dificultar o trabalho das ONGs. No Senegal, estes últimos dias foram de celebração, depois da vitoria da equipa nacional na final do CAN 2025 no passado fim-de-semana em Marrocos contra a equipa da casa. Apesar de esta vitória ficar marcada pela polémica da saída de campo de certos jogadores senegaleses em protesto contra uma decisão do arbitro nos minutos finais do jogo, prevaleceu o espírito festivo em Dacar.
Paulo Rangel declarou guerra à desinformação nas comunidades portuguesas, na Comissão Parlamentar de Negócios Estrangeiros. Jornal Luso-Americano elege portugueses que marcaram 2025 e vão estar em destaque este ano.
A campanha eleitoral começou, com candidatos e comitivas a apelarem ao voto de norte a sul. Mas, ainda antes de começar o período oficial, a campanha foi abalroada pela operação dos EUA na Venezuela. Os candidatos presidenciais tomaram logo posições, com Ventura a ser o único a destoar na condenação da violação do direito internacional. Já o Governo português, pela voz de Paulo Rangel, acredita nas intenções “benignas” da administração Trump. Na Comissão Política desta semana analisamos essas reações e também o início do período oficial de campanha. Com Vitor Matos, João Pedro Henriques e Liliana Valente. A ilustração é de Carlos Paes, com ajuda de IA, e a sonorização é de Tomás Delfim e João Luís Amorim.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste programa, olhamos para alguns dos temas que mais marcaram as nossas emissões desta semana, com destaque para a actualidade na Guiné-Bissau, dias depois da tomada do poder pelos militares, a 26 de Novembro, véspera da suposta divulgação dos resultados das eleições gerais de 23 de Novembro. Os resultados acabaram por não ser divulgados pela CNE devido ao alegado confisco, por “homens armados”, das actas e equipamentos. Esta quinta-feira, o Chefe da Missão de Observação Eleitoral da União Africana para as eleições gerais de 23 de Novembro na Guiné-Bissau, Filipe Nyusi, disse que há resultados da votação e “vencedor” do escrutínio e declarou que os resultados devem ser publicados. Em resposta, José Paulo Semedo, representante da candidatura do ex-Presidente, Umaro Sissoco Embaló, acusou o antigo Presidente de Moçambique de interferência. Recordo que há uma semana, a União Africana suspendeu a Guiné-Bissau dos seus órgãos, alegando a instabilidade política que se vive no país. Na terça-feira, numa comunicação à imprensa, sem direito a perguntas, o porta-voz do presidente da Comissão Nacional de Eleições (CNE), Idriça Djaló, anunciou que não tem condições de continuar com o processo eleitoral, por confisco de equipamentos e actas por “homens armados” no dia 26 de Novembro. Na quarta-feira, a candidatura de Fernando Dias, que reclama vitória nas presidenciais, acusou a CNE de colaboração com o golpe de Estado que afirma ser encenado, como forma de inviabilizar o processo eleitoral. Por outro lado, exigiu à Comissão Nacional de Eleições a convocação da plenária do órgão para que os resultados eleitorais sejam declarados “o mais rápido possível”. Há uma semana, perante o Parlamento, o primeiro-ministro senegalês, Ousmane Sonko, afirmou que o golpe na vizinha Guiné-Bissau foi uma “farsa” e exigiu que as eleições interrompidas pelo golpe fossem autorizadas a prosseguir. Também o antigo Presidente da Nigéria Goodluck Jonathan acusou o ex-presidente da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, de encenar uma espécie de “golpe cerimonial” para se manter no poder e questionou como é que Embaló conseguiu falar com os meios de comunicação durante a alegada detenção. Na segunda-feira, houve uma reunião entre uma missão de alto nível da CEDEAO e as autoridades de transição. De notar que Guiné-Bissau também foi suspensa da CEDEAO na sequência do alegado golpe militar de 26 de Novembro. A delegação da CEDEAO que foi a Bissau não tinha os presidentes de Cabo Verde, Senegal, Togo e Serra Leoa. À saída do encontro com a delegação da CEDEAO, o recém-empossado ministro dos Negócios Estrangeiros, João Bernardo Vieira, falou sobre “uma reunião muito positiva”. Para 14 de Dezembro ficou marcada uma cimeira da CEDEAO em que se vai falar sobre a Guiné-Bissau. Por outro lado, a delegação da CEDEAO não se reuniu com nenhuma figura da sociedade civil, segundo a Liga Guineense dos Direitos Humanos, nem com Fernando Dias, obrigado a estar escondido e que reivindica a vitória nas presidenciais, nem com Domingos Simões Pereira, que continua detido. Quanto à CPLP, o ministro português dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, disse que os chefes da diplomacia da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, se vão reunir nos próximos dias e apelou a um regresso “imediato à normalidade constitucional” na Guiné-Bissau e à libertação de todos os cidadãos detidos, inclusive “pessoas que tinham intervenção política e cívica de grande relevo”. No domingo, foi anunciado o novo Governo de transição, liderado pelo primeiro-ministro Ilídio Vieira Té, e que conta com 23 ministros, incluindo cinco militares e nomes do executivo deposto entre os nomeados. João Bernardo Vieira é o novo titular da pasta dos Negócios Estrangeiros, ele que foi e candidato às últimas eleições presidenciais e que avançou para a corrida eleitoral como independente com críticas do seu partido, o PAIGC, que decidiu apoiar outro candidato, Fernando Dias. Na quinta-feira, o Presidente de transição, general Horta Inta-A, exonerou Fernando Gomes do cargo de Procurador-Geral da República e nomeou para o lugar Tdjane Baldé, que era presidente do Tribunal de Contas. As mudanças ocorreram no mesmo dia em que foi anunciada a dissolução do Conselho Superior de Magistratura do Ministério Público durante os 12 meses previstos para durar a transição no país. Também na quinta-feira, foi anunciada a criação de um Conselho Nacional de Transição, com competências de fiscalização dos órgãos que a Constituição conferia ao parlamento. Também esta semana, várias organizações da sociedade civil guineense rubricaram em Bissau um “Pacto Social” para exigir o regresso à legalidade constitucional, a publicação dos resultados eleitorais e a libertação dos presos políticos. O pacto foi subscrito por quadros técnicos, académicos, partidos políticos, organizações religiosas, sindicatos, líderes tradicionais, organizações juvenis e das mulheres e a Ordem dos Advogados. Moçambique: Recuos no megaprojecto de gás em Cabo Delgado e desaparecimento preocupante de activista Na terça-feira, a TotalEnergies esclareceu que o megaprojecto de gás em Cabo Delgado, norte de Moçambique, vai continuar sem o financiamento do Reino Unido e dos Países Baixos e adiantou que os restantes financiadores vão garantir essa parte, equivalente a 10% do total. Porém, o governo ainda não foi notificado, de acordo com o porta-voz do executivo. Em Moçambique, o activista e apresentador de televisão Sismo Eduardo está desaparecido há dez dias. A situação foi denunciada às autoridades governamentais na cidade de Nampula pela Rede Moçambicana dos Defensores dos Direitos Humanos, que exige esclarecimentos urgentes sobre o caso e apela a uma investigação transparente. Angola: Adalberto Costa Júnior reeleito para a presidência da UNITA Em Angola, no domingo, Adalberto Costa Júnior foi reeleito a presidente da UNITA, com 91% dos votos contra 9% obtidos por Rafael Massanga Savimbi, filho do líder fundador do partido. Adalberto Costa Júnior falou em “honra renovada” para continuar a liderar a UNITA.
Paulo Rangel destaca que legado mais importante de de Francisco Pinto Balsemão é na “liberdade de imprensa”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Paulo Rangel (que fez tudo bem), Mário Centeno (que andou sempre em melodrama) e os manifestantes pró-Palestina (que estão a violar a lei) são o Bom, o Mau e o Vilão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ministro dos Negócios Estrangeiros reconheceu nas Nações Unidas a existência de um Estado palestiniano. Paulo Rangel tentou apaziguar Israel, exigindo “a libertação de todos os reféns, incluindo nacionais”, mas o governo de Telavive continua a afirmar-se “desapontado” com a diplomacia de Lisboa. Portugal alinhou com o Reino Unido, a França, a Bélgica, a Austrália, a Nova Zelândia e o Canadá numa acção diplomática de grande alcance. Esta segunda-feira, discute-se na ONU a solução dos dois Estados. Neste episódio, conversamos com o comentador de política internacional da SIC Rui Cardoso.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Portugal reconheceu oficialmente, neste domingo, o Estado da Palestina. O anúncio foi feito pelo ministro das relações exteriores português, Paulo Rangel. Reino Unido Austrália e Canadá fizeram o mesmo anúncio aumentando a pressão internacional para a criação de um país independente palestino./ 140 países reconhecem o Estado Palestino.
Neste episódio, Ana Gomes partilha as suas impressões após viagens a Timor-Leste e ao Japão, abordando temas como a normalização da extrema-direita em Portugal, a crise da habitação, desafios na saúde e políticas de imigração. Critica o governo e o acordo entre o PSD e o Chega, alerta para o aumento do racismo e lamenta a falta de respostas estruturais. ”Espero que o Presidente da República não aceite as alterações à lei da nacionalidade e de estrangeiros e que envie para o Tribunal Constitucional”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Apesar de Paulo Rangel ter anunciado uma coligação com CDS e IL, negociações ainda decorrem. Ainda assim, Luís Filipe Menezes, candidato a um quarto mandato em Gaia, está confiante numa parceria com os liberais. See omnystudio.com/listener for privacy information.
No encerramento do debate do programa do Governo, Paulo Rangel posicionou o Governo "ao meio" com criticas de todos os quadrantes. Ventura compara Montenegro a Costa e o PS diz que não vai ser "assessor" do executivo. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Paulo Rangel confirma que foram já retirados 5 portugueses do Irão. O Ministro dos Negócios Estrangeiros adianta que, em Israel, onde a operação está a decorrer de forma faseada, há 130 pedidos de repatriamento pendentes. See omnystudio.com/listener for privacy information.
O líder da AD fala em governar "qualquer que seja a dimensão da maioria" e recusa "dramatismos" no apelo ao voto: "decidam com serenidade", pede aos portugueses, perante um Paulo Rangel que apelou aos "moderados". See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ministro dos Negócios Estrangeiros destaca o papel diplomático que Leão XIV pode ter num mundo em conflito. Paulo Rangel entende que a principal missão do novo Papa é a paz.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Paulo Rangel recorda o Papa Francisco como alguém próximo de Portugal. O ministro dos negócios estrangeiros fala numa "grande perda" para o mundo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Paulo Rangel foi o convidado especial de uma Vichyssoise onde se discutiram os recentes desenvolvimentos em torno do caso de Pedro Nuno Santos e as prestações televisivas dos principais líderes.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Paulo Rangel foi o convidado especial de uma Vichyssoise onde se discutiram os recentes desenvolvimentos em torno do caso de Pedro Nuno Santos e as prestações televisivas dos principais líderes.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Paulo Rangel, ministro dos Negócios Estrangeiros e cabeça de lista da AD no Porto, defende que o socialista está a tentar esconder que sempre “pertenceu à ala esquerda radical do PS”. “É a identidade”See omnystudio.com/listener for privacy information.
Paulo Rangel, ministro dos Negócios Estrangeiros e cabeça de lista da AD no Porto, defende que o socialista está a tentar esconder que sempre “pertenceu à ala esquerda radical do PS”. “É a identidade”See omnystudio.com/listener for privacy information.
O ministro dos Negócios Estrangeiros desafia o PS a abster-se na moção de confiança ao Governo numa altura em que, ao lado do Chega, não dá condições de governabilidade à Aliança Democrática.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Semana frenética em Washington com uma mudança de política por parte da administração de Donald Trump sobre as tarifas. Se em janeiro ainda havia muitas pessoas a duvidar da palavra do novo Presidente dos EUA sobre todas as suas promessas, a verdade é que Trump cumpriu logo a 1 de fevereiro, com o lançamento de tarifas à China, México e Canadá, com estas últimas suspensas por 30 dias. Mas já vêm mais a caminho. Medidas e ameaças num terramoto que ainda agora começou. Ricardo Costa e Ângela Silva moderam a 07 de fevereiro o Expresso da Meia-Noite composto por Paulo Rangel, ministro dos Negócios Estrangeiros, Raquel Vaz-Pinto, cientista política, Pedro Siza Vieira, ex-ministro da Economia, e Nuno Rogeiro, analista da SIC. See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Observador testemunhou em Maputo o apoio ao candidato derrotado nas presidenciais. Mondlane acusa o Governo português de mentir e cola-o à Frelimo. João Porfírio e Pedro J Castro, em Moçambique.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Miguel Sousa Tavares analisa os acontecimentos que desencadearam os incidentes em Lisboa e considera que o comunicado da PSP depois da morte de um suspeito baleado pela polícia, pode ter sido um dos factores que exaltou os ânimos. O cronista diz que o texto reflete uma "cultura de desresponsabilização" que alastra e defende que se procure conhecer melhor os bairros problemáticos. Na polémica que envolve Paulo Rangel e altas patentes militares, Sousa Tavares critica ministros que se querem pôr "em bicos dos pés" e uma "falta de humildade" contida. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nos bairros sensíveis toda a gente é suspeita? São legítimos os discursos de incitamento ao ódio? O mau feitio de Paulo Rangel: há problemas com os militares? Ou é uma tontaria criar um caso, como diz o PM?
Num tempo de enorme turbulência na política internacional e na véspera da apresentação do Orçamento do Estado 2025, o Ministro de Estado e dos Negócios Estrageiros, Paulo Rangel, na Grande Entrevista com Vitor Gonçalves
Na semana em que a União Europeia escolheu finalmente os seus cargos de topo, a Europa ficou literalmente entalada entre o debate para as presidenciais nos EUA, com Joe Biden a poder ser derrotado por Donald Trump, e as eleições francesas, que começam já no próximo domingo, com a extrema-direita bastante perto de conseguir a maioria absoluta de deputados em algumas sondagens. São os temas do Expresso da Meia-Noite. Ricardo Costa e Ângela Silva moderam o debate entre Paulo Rangel, ministro dos Negócios Estrangeiros, António Vitorino, ex-ministro da Defesa e antigo Diretor-Geral da Organização Internacional para as Migrações, e ainda Raquel Vaz Pinto e Bruno Cardoso Reis, comentadores SIC e especialistas em Política Internacional. O Expresso da Meia-Noite foi emitido a 28 de junho na SIC Notícias.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Esta semana foi marcada pelo acordo militar entre São tomé e Príncipe e a Rússia. O acordo abrange várias áreas e é válido por tempo indeterminado, tendo suscitado a preocupação de países ocidentais. São Tomé e Príncipe e a Rússia assinaram um acordo militar que abrange várias áreas. O acordo foi revelado na quarta-feira 8 de Maio pelo órgão de comunicação social russo "Sputnik" e é válido por tempo indeterminado. O chefe do governo Patrice Trovoada desvalorizou as críticas sobre o facto de o acordo não ter sido enviado para a Assembleia Nacional, como reclama a oposição, e recordou que se reuniu durante a semana com o embaixador dos Estados Unidos. O caso suscitou uma reacção do ministro português dos negócios estrangeiros, Paulo Rangel, que, em declarações ao canal televisivo SIC Notícias, confirmou ter conversado nesta quinta-feira com o seu homólogo são-tomense. Rangel alega ter sentido "estranheza, apreensão e perplexidade" perante este acordo, embora afirme respeitar a soberania plena do arquipélago equatorial.Mahamat Idriss Deby Itno eleito Presidente do Chade No Chade, Mahamat Idriss Deby Itno foi eleito Presidente de acordo com os resultados provisórios divulgados esta quinta-feira. A oposição, liderada por Succès Masra, acusa-o de tentar manipular os votos. O anuncio rápido dos resultados foi uma surpresa, assim como os próprios resultados, considera Lionel Claro, habitante desde os anos 1990 no sul do Chade.Os resultados oficiais provisórios dão a Mahamat Idriss Deby Itno 61,03% dos votos, seguido de Succès Masra que obteve 18,53% e que contestou os resultados. Sucessão de Filip Nyusi Esta semana foi também marcada pelo processo de sucessão do Presidente moçambicano. Filip Nyusi anunciou a 5 de Maioque Daniel Chapo, governador de Inhambane, seria o candidato da Frelimo às eleições presidenciais. O anúncio acabou com a especulação sobre um terceiro mandato de Nyuisi.No mesmo dia, o MDM, terceira força política em Moçambique, deu apoio à candidatura do líder do partido, Lutero Simango, ao cargo de Presidente da República.Já o candidato da Renamo, o principal da oposição em Moçambique, só será conhecido nos próximos dias 15 e 16 deste mês. Profissionais da saúde em Moçambique em greveAinda em Moçambique, na terça-feira, os profissionais de saúde decidiram prolongar a greve por falta de consenso com o Governo. A Associação de Profissionais de Saúde Unidos e Solidários de Moçambique garantiu que se o Governo “continuar com o braço de ferro”, retirariam os serviços mínimos das unidades sanitárias. Segundo a associação, 327 pessoas morreram na primeira semana de greve, iniciada a 29 de Abril. Kizomba reconhecida património cultural imaterial em Angola Em Angola, as autoridades reconheceram o kizomba, género musical, como património cultural imaterial. Esta qualificação serve para “evitar a sua usurpação” e para a promoção deste estilo musical, muito popular em todos os países lusófonos.
Federico entrevista al eurodiputado portugués Paulo Rangel por el asalto al Poder Judicial de Sánchez y sus socios.