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No recapitulativo desta semana em África, o primeiro destaque vai para Angola, onde no passado fim-de-semana se deram incidentes no Uíge, no norte do país, entre a polícia e membros da Unita que estavam a realizar uma actividade junto da sua sede. O balanço da repressão policial, segundo este partido de oposição, foi de 31 feridos, dez dos quais em estado grave. O superintendente-chefe Freitas Zama, argumentou que a Unita estava a realizar a sua actividade "em local impróprio". Já o deputado da Unita, Nelito Ekuikui, alegou que a repressão policial não se limitou ao comício do partido no sábado, este responsável afirmando que dias antes, as forças da ordem e também militantes do partido no poder tinham tentado perturbar as suas actividades. Noutra tónica da actualidade em África, na Guiné-Bissau, arrancou formalmente na quinta-feira e decorre até ao dia 28 de Agosto a campanha de informação sobre a nova Constituição que vai ser submetida a referendo no próximo dia 30. Esta nova lei suprema já adoptada pelo Conselho Nacional de Transição, alarga as prerrogativas do Presidente da República. Este projecto de nova Constituição, bem como o próprio 'timing' do referendo, estão longe de fazer a unanimidade. Em vésperas de arrancarem as sessões de sensibilização, o dirigente da Liga Guineense dos Direitos Humanos, Bubacar Turé, sublinhou que este referendo é ilegal por decorrer entre a marcação e a realização das próximas eleições gerais de Dezembro. Este responsável também considerou que dado o tempo que falta até à votação e dada a época em que decorre, não haverá condições para os cidadãos estarem plenamente esclarecidos. Em São Tomé e Príncipe, terminou nesta sexta-feira o período para os partidos políticos formalizarem as suas candidaturas para as legislativas, autárquicas e regionais do próximo dia 27 de Setembro. As instâncias competentes devem agora analisar os documentos e, caso não haja reclamações, a 28 de Agosto, será conhecida a lista definitiva de candidatos habilitados a participar no pleito eleitoral. Esta também foi a semana em que o partido no poder em São Tomé e Príncipe, a ADI, elegeu os seus órgãos de direcção, num contexto de divisão, pouco depois de o Tribunal Constitucional ter legitimado a ala dirigida pelo actual primeiro-ministro Américo Ramos, face à outra ala dirigida pelo antigo chefe do governo Patrice Trovoada. Este último reagiu apelando ao boicote das legislativas de Setembro. Américo Ramos, não deixou de criticar esse posicionamento do seu adversário mais directo. Em Moçambique, o recente anúncio pela petrolífera francesa Total de que os jovens que integrar o megaprojecto de exploração de gás em Cabo Delgado vão seguir formação em Maputo e não naquela província, provocou descontentamento nos sectores económicos da zona. Noutra actualidade, continuaram ultimamente a regressar ao país centenas de moçambicanos vítimas de xenofobia na vizinha África do Sul. De acordo com o governo, na semana passada, chegaram quase 600 cidadãos moçambicanos, Maputo indicando ainda que Pretória pediu desculpa pelos ataques de que os imigrantes, nomadamente moçambicanos, têm sido alvo. Para finalizar, em Cabo Verde, um ano depois de São Vicente ter sido varrida pela tempestade Erin, as autoridades fizeram esta semana um balanço positivo do andamento das operações de reabilitação e realojamento. Depois de um ano em suspenso, também regressou à ilha o famoso festival 'Baia das Gatas' que terminou no passado domingo.
Tras la emoción del histórico eclipse solar que ha cautivado a todo el país en su apertura, la actualidad internacional se centra en Colombia, donde los equipos de rescate elevan ya a más de 260 los fallecidos por el devastador terremoto. En España, la máxima preocupación pasa por los graves incendios forestales de Huelva y Huesca, que continúan sin control, y por la crisis diplomática en Ceuta, ciudad que hoy visita el ministro Grande-Marlaska en medio de las nuevas reivindicaciones soberanistas de Marruecos.
No sábado, a polícia recorreu à força para inviabilizar uma actividade da Jura, o braço juvenil da Unita, no Uíge, no norte do país, alegando que o encontro estava previsto num "local impróprio". Contudo de acordo com a Unita que dá conta de 31 feridos, dez dos quais em estado grave, as forças da ordem usaram gás lacrimogéneo e munições "de caçadeira" contra militantes e populares, criando o que o secretário-geral desse partido de oposição qualificou de "estado de guerra" no Uige. Estes incidentes -em período pré-eleitoral- não deixaram de suscitar condenações de formações de oposição como a PRA Já, o Bloco Democrático ou ainda organizações como a 'Friends of Angola', sem mencionar o partido moçambicano Renamo, sendo que a própria Unita declarou que "iria deixar de apelar os angolanos à serenidade". Em entrevista concedida à RFI, a activista angolana Laura Macedo evoca o momento que se vive em Angola, dá conta de expressões de intolerância política e analisa os incidentes registados neste fim-de-semana. RFI: Como analisa os acontecimentos de sábado no Uíge? Laura Macedo: A intolerância por parte do governo, nós próprios, a sociedade civil, nós temos sentido quando tentamos organizar alguma coisa na rua. Nós cumprimos todos os procedimentos que a lei exige, a Lei n°16/91, que é a lei sobre o direito de reunião e manifestação. E nós vemos que as autoridades administrativas não querem saber. Eles não ligam nenhuma. Eles não cumprem. A lei, por exemplo, diz que as autoridades administrativas, em caso de algum impedimento, devem responder aos proponentes da acção em 24 horas. Isso nunca aconteceu. Eu nunca vi aqui, por exemplo, nós em Luanda, o pessoal de Benguela, da Huíla, a receberem uma resposta, uma carta das autoridades administrativas a dizerem que não é possível esta actividade "por isto, por isto, por isto". Eles deixam estar aquilo. Recebem a documentação, ignoram e depois, no dia ou na véspera, eles dizem que não, que não podemos fazer esse percurso. Com a Unita aconteceu precisamente a mesma coisa, desta vez no Uige. Eles informaram o governo da província o que é que ia se passar ali. Inclusive, na quinta-feira, que foi o dia da chegada do Adalberto Costa Júnior, o presidente da Unita, a população começou logo a ser impedida de circular na cidade. A polícia de choque estava ali para impedir que a população circulasse. Não entendi porquê. Naquela altura houve algum desconforto da parte de simpatizantes e militantes da Unita também. O MPLA teve o cuidado de durante a semana ir engalanar a cidade com bandeiras deles, fitinhas de bandeiras. Chegou inclusive a pôr uma bandeira perto da sede da Unita, o que causou um desconforto e uma revolta aos militantes e simpatizantes que nunca tinham visto aquilo ali, a não ser junto da sua sede. No acampamento da Jura, há vídeos a circular, houve uma tentativa por parte de jovens da JMPLA invadirem o acampamento da Jura, que era no Negage (no Uige). A Jura faz todos os anos o que eles chamam a "fogueira do militante". Eles fazem-na todos os anos e fazem-na sempre fora de Luanda. Vão sempre para uma província. E eu acho que o MPLA está tão desconfortável, está com tantos problemas dentro dele que tem medo de as comunidades se comecem a aproximar cada vez mais da Unita. Aliás, eles estão a ver as comunidades a cada vez mais apoiarem a Unita. RFI: E precisamente está a abordar a questão das divisões no seio do MPLA. Esta ocorrência, a seu ver, teria, por exemplo, o objectivo ou o efeito, pelo menos, de distrair as atenções sobre o facto de no seio do partido no poder, haver uma luta renhida para aceder à candidatura à presidência do partido e à Presidência também do país? Laura Macedo: O problema é que a ala de João Lourenço e eu vou-lhe chamar mesmo assim, não quer largar o poder. E eles sabem perfeitamente aquilo que João Lourenço fez a José Eduardo (dos Santos). Todos estamos lembrados que José Eduardo largou a Presidência da República, foi forçado e acabou por aceitar. E quando houve eleições e João Lourenço sentou na cadeira de Presidente da República, a primeira coisa que fez, foi tirar José Eduardo da cadeira do MPLA. Porque quem está na Presidência da República, quando o MPLA estiver na Presidência da República, se não mandar no MPLA, sabe que tem os dias contados. Portanto, vai ter que obedecer a quem estiver na cadeira do partido. Então, este é o grande problema. Eu já venho a denunciar há muito tempo de que, não havendo possibilidade de João Lourenço se manter na Presidência da República, porque são só dois mandatos, João Lourenço e os seus assessores e os seus sequazes iam tentar de todas as maneiras, provocar acções que pudessem levar antes das eleições, a uma situação em Angola que nos levasse a um Estado de sítio, onde ele pudesse continuar no poder. Esse é que é o grande problema. Nós vemos muitas coisas absurdas aqui. A Presidência da República está a tomar conta de espaço, está a ceder espaços inegociáveis, como pequenos bosques dentro da cidade, estão a ocupar, estão a ceder a grupos internacionais, com a participação de gente que está na Presidência da República. Nós vemos cada vez mais empréstimos, empréstimos, empréstimos. Ainda agora ouvimos falar de mais um empréstimo de mil milhões (o executivo angolano validou na semana passada um acordo de financiamento entre o Estado e o banco francês Société Générale no valor de mil milhões de Euros para programas de investimento público). Quer dizer, um homem que está em fim de mandato, está a fazer estes empréstimos. Ele sabe, ou devia saber, que não vai ficar mais lá, que não vai poder gerir estes empréstimos. Eu vejo é que eles estão a querer sugar o máximo de dinheiro possível ao Estado. Realmente é a mesma cena que aconteceu aquando da saída do Presidente José Eduardo. As pessoas que o rodeavam, que tinham grande influência sobre ele, também fizeram a mesma coisa. RFI: Relativamente aos acontecimentos deste fim-de-semana, a Unita reagiu dizendo que não iria mais apelar à população a guardar a calma. A seu ver, o que é que isto pode dar? Laura Macedo: Eu também ouvi. Quer dizer que a população tem que começar a agir, agir não atacando. Não é para atacar, é para se manter firme. A população tem que se manter firme, a população tem que conhecer as leis e obrigar as autoridades a cumprirem também a lei. Eu acho que é isto que a Unita quis dizer. Tenho plena certeza que foi isto. E é isto que eu digo sempre. Se a polícia não nos deixa passar aqui, nós ficamos aqui. Isto é uma forma de protesto. Nós fizemos isso o ano passado, quando foi daquelas três manifestações que foram organizadas pela sociedade civil. Eles não nos deixaram fazer o percurso também violando a lei, porque nós não fomos comunicados que não iríamos passar por ali. As autoridades administrativas não alteraram o percurso por nós marcado e, no dia, quiseram que nós mudássemos o percurso no momento e nós não aceitamos. Aconteceu, por exemplo, com a marcha do MEA (Movimento dos Estudantes Angolanos), na senda da subida dos combustíveis e a consequente subida das propinas. E nós paramos na zona do Zé Pirão, um cruzamento que é crucial dentro de Luanda. Estivemos ali quatro horas. O que é que nós vimos? As autoridades a cortarem o sinal da internet. Não houve confusão, não houve repressão por parte da polícia, Mas nós, pura e simplesmente paramos ali. E como é uma zona com muitos prédios, eles ficam com receio de reprimir, porque nós que estamos no chão, eles conseguem nos tirar os telefones. Mas a quem está dentro da sua casa, nas varandas a filmar, eles não conseguem ir buscar os arquivos dessas pessoas. Então eles ficam com receio que saiam as imagens, mas este é o procedimento usual das autoridades aqui do meu país. RFI: Tem observado, à medida que nos aproximamos do período eleitoral, algum nervosismo, manifestações de intolerância política? Laura Macedo: Tenho sim, principalmente por parte dos jovens afectos ao MPLA. A Unita esteve a fazer uma campanha de angariação de novos membros aqui em Luanda e os jovens da Unita andavam sob a égide do seu Secretariado Provincial de Luanda. Andavam com umas mesinhas, a sua bandeira, as fichas de inscrição e paravam em determinadas vias. E o absurdo foi que jovens do MPLA tentavam desmantelar estas mesas, tentavam que eles levantassem dali e, inclusive, usaram as autoridades Administrativas para proibir que estas bancas que a Unita foi montando um pouco por todo o lado, surtissem efeito, como forma de amedrontar a população. Então veja o ridículo. A fiscalização de algumas administrações resolveu aproximar-se destas bancas e pedir um alvará. A Unita não é um partido comercial. Queriam que aqueles jovens, aquelas pessoas da Unita que estavam ali, lhes apresentassem o seu cartão de vendedor ambulante. A Unita não estava a vender nada. A Unita não vende nada. E veja o absurdo, numa nítida provocação aos militantes que ali estavam e como forma de amedrontar quem quisesse se aproximar dessas bancadas. Portanto, isto é um acto de violação do direito do cidadão. E a lei dos partidos permite isso, porque o próprio MPLA faz isso. O próprio MPLA não faz nenhuma actividade, não há uma actividade do MPLA que eles não fechem ruas, por mais pequena que seja. O MPLA põe e dispõe. E aí está o grande problema de não haver eleições autárquicas. Daí, que o MPLA não quer eleições autárquicas, porque nenhum autarca iria permitir, nenhum autarca saído, por exemplo, da sociedade civil, iria permitir que um partido chegue e feche ruas. Os secretários provinciais são o governador provincial em todo o lado, o subsecretário municipal e o administrador. Quer dizer, há uma confusão entre o MPLA e o Estado. Daí que nós chamamos ao MPLA o "partido-Estado". O seu presidente é o presidente do partido, o governador é o secretário do partido, o administrador é o secretário do partido, lá onde ele estiver. E isso é errado. Tem que mudar. E para mudarmos isso, temos mesmo que ter eleições autárquicas. RFI: Entretanto, tudo isto acontece numa altura em que acaba de entrar em vigor a nova lei sobre a desinformação e as 'fake news'. Como é que reage à entrada em vigor deste texto, que desencadeou alguma polémica e uma forte oposição? Laura Macedo: O grande problema aqui com esta lei das 'fake news', como eles lhe conseguiram chamar, é quem é que produz 'fake news' aqui? É precisamente a gente do governo e a gente do MPLA. Nós vimos, por exemplo, só para ter uma ideia, a CNN fez uma matéria sobre os acontecimentos do Uige com a sua legenda própria. O que é que o pessoal do MPLA fez? Mudou a legenda. A legenda está em inglês. Mudou a legenda e colocou dizendo que "um partido da oposição queria tomar uma das províncias de Angola". Isto é que é 'fake news'. Quem produziu? Vamos ver as autoridades policiais a investigarem de onde partiu esta alteração a um pequeno vídeo que até veio lá de fora? Não vamos porque foi gente do MPLA que fez. Esse é que é o grande problema. No dia em que eu escrever alguma coisa, que eu puser alguma nota nas minhas redes sociais que não seja real, ou que eu partilhe alguma nota que não seja real, o que é que vai acontecer? Eles não vão procurar a fonte. Eles vão-me atacar a mim, porque eles andam mortinhos todos por nos calar. Esta lei é igual à lei do vandalismo, que é para nos parar, mas eles não nos vão conseguir parar. Nós estamos aqui, estamos firmes. Nós queremos mudança. Nós queremos um governo que cuide principalmente dos angolanos sem nada. A nossa preocupação é com estes angolanos. Eu não estou preocupada com a minha situação. Estou preocupada com a situação daqueles lá que não tem absolutamente nada.
Debate da Super Manhã: Há pouco mais de uma década, Pernambuco deixou de monitorar os tubarões que habitam o litoral do estado. Mesmo com incidentes sendo registrados nesse período, o trabalho permaneceu suspenso. Agora, surge uma novidade: o governo do Estado prevê retomar o monitoramento dos animais marinhos, com previsão de realizar a primeira expedição científica em agosto de 2026. No Debate desta quarta-feira (29), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os convidados sobre a volta do trabalho e o que deve mudar na costa pernambucana. Participam a secretária executiva do Comitê Estadual de Monitoramento de Incidentes com Tubarões (Cemit), Danise Alves, o professor da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e coordenador do projeto Ecotuba, Paulo Oliveira, e o biólogo Leandro Alberto.
Los socorristas de la playa de Lo Pagán, Joaquín Moya y Rosa María, han subrayado la importancia de no bajar la guardia a pesar de la tranquilidad característica de las aguas del Mar Menor, insistiendo en el respeto estricto al código de banderas: verde para buen estado, amarillo por precaución y rojo para la prohibición total del baño. Según los expertos, las imprudencias más comunes incluyen bañarse sin haber desayunado tras horas de exposición al sol o entrar al agua después de comidas copiosas, factores que aumentan el riesgo de sufrir desvanecimientos. En caso de dificultad para salir del mar, recomiendan mantener la calma y avisar con gestos a los puestos de vigilancia, recordando que la escasa profundidad de la zona permite hacer pie con facilidad al avanzar unos pasos. Finalmente, alertan de que el peligro también persiste en la arena debido al calor extremo, por lo que instan a los usuarios a utilizar protector solar, buscar la sombra y mantenerse hidratados con agua que no esté excesivamente fría para evitar complicaciones de salud.
Los disturbios se produjeron en el centro de la ciudad al finalizar los festejos por la clasificación de Argentina en el Mundial. La Policía intervino para controlar la situación. No se registraron heridos ni detenidos.
Futebol, mulher e rock'n roll, meu deus como isso é bom! Copa do Mundo tá aí, o menino Ney foi convocado e CHUPEM todos… e la sigam chupando! Gostando ou não, menino Ney é realidade em 2026 e nós vamos investigar se ele é mesmo tudo isso, se ele deveria estar nessa copa & no panteão dos grandes jogadores do futebol brasileiro.Deixe seu pitaco lá no nosso grupo de Telegram, e faça parte da maior rede de comentaristas freestyle da internê.Entra também lá no nosso Instagram, por que não??Nesse episódio:O hóspede quer presunto;Malditos contratos de gaveta;Vamos ver se o Barcelona é isso tudo!Quem se anima com milionário;O que mais importa na Kings league?A internacionalização da pimba;Repetição de beldades;O que é uma Flayslaine?Skatista da bagunça;Ninguém é de ninguém no surf;Renato ou Romário;Todas as capas de revista;Cadê meus bandidos?Esse ano o coxa tá voando!Jornalismo de gordo perdedor;Falsificação histórica;Louro José pistola;Está liberado acreditar;O Luva de Pedreiro brasileiro;Injuriaram o Mister;A pior música de todos os tempos;Desmaiou maravilha;Dates coreanos;Meu cunhado Bento;Quem ama demais o futebol?Comendo a bola e todo o resto;Quartas no tapetão;Qual o caminho do hexa?Quanto custa um albinho?Acidentes de Brasil e Argentina;Elifot da copa;Incidentes diplomáticos de primeiro grau;Gastando a luz de galhofa;Ganhar pra quem?A volta da bandidagem;O fim de Gil Cebola;... e muito, mas muito mais!!!Host: Scheid-o-CEO.Bancada: Menino Farinhaki, Menino Punk Willians, Menino Tio Fabs, Menino Roqueiro Caio, Menino Meu Irmão Michell e Menino General Maciel.
Con Eduardo Ruiz de Erenchun, abogado penalista
Passando a Limpo: No Passando a Limpo desta terça-feira (2), Igor Maciel e a bancada do programa conversam sobre IA na medicina com o Presidente do Sindhospe, George Trigueiro. O Biólogo, Leandro Alberto, repercute os últimos incidentes com tubarões.
"El club tiene que posicionarse" "Tras un porrazo lo que menos importa es el fútbol" "Me preocupan las pobres criaturas a las que se ha llevado por delante la Ertzaintza" "Entiendo el fútbol como los 90 minutos de la semana en los que te olvidas de los problemas y solo pienso en el Alavés, que es lo que me da alegría"
Noticias deportivas 08/05/26: Cancelado el partido entre Independiente Medellín y Flamengo por la Copa Libertadores tras graves incidentes en el estadio Atanasio Girardot. Los tenistas en lo alto del ranking mundial amenazan con boicotear el Abierto de Francia si no se incrementan sus premios.
En 6AM W, el activista Alexander Rosenberg rechazó que exista un un récord histórico de agresiones antisemitas y ataques con armas letales.
Un estudio reciente redefine el concepto clásico de la "hora dorada". En este episodio analizamos el periodo dorado de 3.6 horas en trauma, su impacto en la supervivencia y por qué llegar a un centro con capacidad resolutiva (Centro de Trauma Nivel 1 o Role 3) es parte del tratamiento, no un detalle logístico.
Un operativo de seguridad en el partido entre Club Atlético Colón y Godoy Cruz terminó con ocho personas demoradas en la tribuna sur. Se aplicará sanción de ingreso a estadios en todo el país.
Incidentes y desistimiento de querellas matizaron esta tarde el juicio preliminar que se sigue contra los hermanos Espaillat, señalados culpables de homicidio involuntario por la tragedia en el caso Jet Set.
Programa 13/04/26: Analizamos las elecciones presidenciales en Perú, calificadas como las más fragmentadas de los últimos 25 años y que se extendieron hasta el lunes por incidentes; también te informamos de las elecciones en Hungría en donde el actual presidente ultraconservador Orbán perdió frente al conservador Magyar; analizamos si las redes sociales ayudan o perjudican al momento de sobrellevar un duelo; y traemos toda la información deportiva.
El Pleno del Ayuntamiento de Cádiz ha acordado crear un grupo de trabajo para atajar y prevenir el machismo en el carnaval. Lo hace tras algunos incidentes, sobretodo insultos, a agrupaciones feminnas cuando cantaban en la calle en los pasados carnavales y también a mujeres del jurado del concurso oficial. Incidentes que, aunque protagonizados por muy pocos, no se producÍan en carnavales anteriores. Escuchar audio
El alcalde de Ñuñoa Sebastián Sichel analizó en Canal 24 Horas los hechos recientes de violencia escolar registrados en el país.
Viernes 27 de marzo: Las protestas de estudiantes de ayer, 3.500 según el gobierno, con 14 detenidos y algunos incidentes, se suman a un llamado a manifestarse este viernes a las seis de la tarde en el sector de Plaza Italia. Hay algunos que añoran los días del estallido, aparentemente y la pregunta es cómo va a cumplir el Gobierno su promesa de orden.
No episódio 350 falamos sobre o relatório da Gartner que afirma que 50% dos incidentes de cibersegurança terão IA, o Manus IA da Meta, dos sites que podem sair da Google e muito mais...
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El protocolo municipal amplía los canales de denuncia, refuerza el papel institucional y prioriza la protección de las víctimas y la convivencia, convirtiendo a Donostia en la primera capital vasca en contar con una herramienta de este tipo.
En Raza Deportiva analizan si México podrá o no organizar el Mundial 2026 tras los recientes incidentes, además analizan lo más destacado de la jornada 7 de la Liga MX. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Centros comerciales siguen abiertos en GuadalajaraLa CEM pide informarse solo por vías oficiales y no difundir rumoresChristopher Landau reconoce a México por operativo contra “El Mencho”Más información en nuestro Podcast
¿Crees que la turbulencia da miedo? Eso es solo el comienzo. Estos incidentes reales de vuelo son tan escalofriantes que parecen sacados de una película de terror. Desde aviones desaparecidos hasta misterios en el aire que desafían la lógica — nunca volverás a ver tu asiento de ventana de la misma manera. Algunas historias terminan en supervivencia... otras no. Abróchate el cinturón — este es tu vuelo más aterrador hasta ahora. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
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Colectivo urge al Congreso de Jalisco a tipificar el reclutamiento forzado Cierre del Gobierno en EU colapsa operaciones en aeropuerto de Los ÁngelesMás información en nuestro Podcast
Resumen de noticias de LA NACION de la tarde del 22 de octubre de 2025
NotiMundo Estelar - Hernán Reyes, Otavalo zona de fuertes incidentes, ¿es momento del diálogo? by FM Mundo 98.1
Extraterrestres en la Antigüedad. ¿Evidencias de visitas de extraterrestres (Astroarqueología) o de varias culturas hiperdesarrolladas (Neoarqueología)? Erich von Däniken y otros. ¿Existió hace decenas o centenares de miles de años una o varias civilizaciones iguales o superiores a la actual? ¿Por que no encontramos sus restos? ¿Es cierta esa afirmación? ¿Qué hay de los mitos y leyendas? "Incidentes de viaje en Centroamérica, Chiapas y Yucatán" de John Lloyd Stephens. Cráneos con trepanaciones en Perú. ¡Cirujías cerebrales a las que se sobrevivía! Los sacrificios humanos: ¿recuerdos de trasplantes? ¿Para qué tendrían los Mayas un calendario de 90 millones de años? Cirujías (toráxicas y otras) en la Antigüedad. Un cofre sirio con invisibles semillas de pestilencias. Textos médicos de hace miles de años. Herodoto y la especialización médica egipcia. La Astronomía Maya. Una reflexión final. Aclaración: Este episodio se elaboró a partir de diferentes grabaciones de Gustavo Fernández en su programa de radio AM, en LT14 Radio General Urquiza de Paraná (Entre Ríos, Argentina), en algún momento entre agosto de 1988 y junio de 1994. Hemos quitado la música original por cuestiones de derechos de autor. No contiene publicidad. Relacionados: Más texto, audio y video sobre los temas del Misterio en nuestro portal: https://alfilodelarealidad.com/ Plataforma de cursos: https://miscursosvirtuales.net * * * Programa de Afiliados * * * iVoox comparte con AFR un pequeño porcentaje si usas uno de estos enlaces: * Disfruta de la experiencia iVoox sin publicidad, con toda la potencia de volumen, sincronización de dispositivos y listas inteligentes ilimitadas: Premium anual https://www.ivoox.vip/premium?affiliate-code=68e3ae6b7ef213805d8afeeea434a491 Premium mensual https://www.ivoox.vip/premium?affiliate-code=7b7cf4c4707a5032e0c9cd0040e23919 * La mejor selección de podcasts en exclusiva con iVoox Plus Más de 50.000 episodios exclusivos y nuevos contenidos cada día. ¡Suscríbete y apoya a tus podcasters favoritos! Plus https://www.ivoox.vip/plus?affiliate-code=258b8436556f5fabae31df4e91558f48 Más sobre el mundo del Misterio en alfilodelarealidad.com
Cada vez hay más incidentes y accidentes; malos mantenimientos, menos presupuestoEnlace para apoyar vía Patreon:https://www.patreon.com/julioastilleroEnlace para hacer donaciones vía PayPal:https://www.paypal.me/julioastilleroCuenta para hacer transferencias a cuenta BBVA a nombre de Julio Hernández López: 1539408017CLABE: 012 320 01539408017 2 Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
#violencia #contrato #energía El abogado y ex miembro de la administración de Ricardo Rosselló Neváres, Carlos Mercader, será entrevistado hoy por la Policía ante alegaciones de violencia contra la senadora, Joanne Rodríguez Veve. | Un solo miembro de la Junta de Control Fiscal sigue extendiendo contrato de New Fortress, semana tras semana. ¡Conéctate, comenta y comparte! #periodismoindependiente #periodismodigital #periodismoinvestigativo tiktok.com: @bonitaradio Facebook: bonitaradio Instagram: bonitaradio X: Bonita_Radio
Hablamos sobre los últimos acontecimientos internacionales, incluyendo las acciones del gobierno chavista de Venezuela, las protestas en Colombia, un incendio en una instalación petrolera en Luisiana, la posición de México sobre una posible intervención estadounidense, cambios políticos en Colombia, motines en cárceles de Guatemala, un acuerdo comercial entre Canadá y Estados Unidos, un trágico colapso de un puente en China y la declaración del Congreso de Perú sobre el presidente Gustavo Petro. #Chavismo #MaduroRegime #ColombiaProtests #OilFire #MexicanSovereigntyConviértete en un seguidor de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/radio-ebenezer-rd-emisora-cristiana--3279340/support.
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Resumen: Incendios forestales arrasan España, afectando Galicia, Castilla y León, Extremadura y Valencia, con numerosas evacuaciones y heridos. Donald Trump amenaza a Putin con graves consecuencias si no frena la guerra de Ucrania. Tragedia migratoria en Lampedusa, con al menos 20 muertos y 27 desaparecidos. La inflación repunta en julio al 2,7%, con subidas en carburantes y alimentos. El arzobispo de Tarragona defiende la libertad de culto tras la polémica de Jumilla. Se reanudan las competiciones de fútbol. Incidentes en vuelos de migrantes.
En el vídeo de hoy el Profesor Ángel Roa analiza el asesinato del turista Kevin Mares en la barriada La Perla de San Juan, Puerto Rico. El joven estudiante de veterinaria en Nueva York había venido a la isla con su novia para asistir a la residencia de Bad Bunny. La Policía de Puerto Rico ya arrestó a un sujeto de interés que se encontraba presente en el lugar. Incidentes como este en el que inocentes mueren en balaceras relacionadas al bajo mundo son recurrentes en la isla. Esta especie de guerra civil no declarada mantiene a la población atemorizada. ¿Qué está haciendo el gobierno? Se puede detener esto? ¡No te lo pierdas! Como científico social, el Profesor te ilustra sobre las claves de esta preocupante realidad.¿Tu azúcar te preocupa?Prueba Glucerna. Una nutrición diseñada específicamente para personas con diabetesGlucerna, Vive cada Momentohttps://www.samsclub.com/p/glucerna-12g-protein-shake-creamy-strawberry-8-fl-oz-24-pk/P990390964?xid=plp_product_4
Primero la ultraderecha azuza el odio contra el diferente en el marco de una narrativa que vincula a migración con inseguridad. Entonces, al primer incidente real o inventado se despliegan los grupos de escuadristas, provocan altercados violentos, generan miedo, incertidumbre y ansiedad en las poblaciones que reclaman ley y orden.
Caben muchas preguntas y, en cambio, algunas cosas no admiten ningún debate: condenar las cacerías, por ejemplo. Todo el mundo quiere que se juzgue a quienes dieron una paliza a un hombre en Torre-Pacheco. Que se juzgue a los culpables, no que se castigue a quienes no lo son. ¿Qué idea de justicia es la que puede amparar o comprender a quienes salen a cazar gente por su origen?
Pepe Álvarez, secretario general de UGT, ha culpado en el informativo 24 horas RNE al discurso de ala ultraderecha de los altercados que se viven estos días en Torre Pachecho: "Es intolerable [...] No quieren la España que ha sido siempre sino una España que no ha sido nunca." Y a los que alientan los discursos de odio, les ha dicho "que si no les gusta esta España, que se vayan." Ha añadido que se tiene que tratar con dignidad a las personas que llegan porque, además, ha recalcado que las "necesitamos para que nuestro país siga creciendo" y ha pedido acabar con esta situación. Gobierno y Generalitat sientan las bases del nuevo modelo de financiación singular de Cataluña y varias comunidades han rechazado este pacto. "Hay poca autoridad para hablar de redistribución de la riqueza comunidades que han ido sustrayendo de las arcas miles de millones de euros", ha dicho Pepe Álvarez. En relación con la dana, ha pedido que se remonte el empleo que se perdió durante la dana y visualizar en la comisión de seguimiento cómo van las tareas de reconstrucción de las viviendas." Reconoce que se han invertido muchos recursos, pero que aún hay mucho por hacer.Escuchar audio
Reporta IECM reporta 98 incidentes a lo largo de la jornada Extranjero dona órganos en beneficio de pacientes mexicanosVenezuela emite "alerta máxima de viaje" a nacionales en EU Más información en nuestro Podcast
INE inicia primeros conteos Incendio en Guanajuato cobra la vida de 12 personas Fuera de control 146 incendios forestales en Canadá Más información en nuestro Podcast
IECM reporta 57 incidentes, indica que ninguno es de gravedad Suspenden temporalmente votaciones en la casilla 4519 del municipio de Xico, VeracruzEgipto y Catar afirman que trabajan para la tregua en Gaza con base al plan de EU Más información en nuestro Podcast
¿Tiene España infraestructuras frágiles? En este episodio de La Cafetera se analizan las reacciones tras el Gran Apagón que afectó a varias regiones
Detienen a venezolano con parole humanitario sin orden judicial.Estados unidos niega visas a mujeres embarazadas para evitar el turismo de maternidad.Madres deportadas con hijos estadounidenses.Madre es deportada a Cuba sin su bebé.Trump alcanza 100 días con la aprobación más baja en 80 años.Incidentes de violencia tras un partido de fútbol en México.Jornaleros denuncian explotación y persecución migratoria.Escucha de lunes a viernes el ‘Noticiero Univision Edición Nocturna' con Elián Zidán.