Landlocked country in northern central Africa
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The Bingtown delegation presents gifts to Queen Kettricken and her councilor, Chade to negotiate an alliance in their war against Chalced. Fitz and the Fool eavesdrop and are witness to the revelation that Tintaglia, a real dragon, could be their ally, as well. Fitz, once back in Chade's secret room, gets the truth out of the Fool about this information. We're reading Golden Fool by Robin Hobb, book 2 of the Tawny Man Trilogy in The Realm of the Elderlings.
Fitz confronts Hap after failing to find his son and Svanja the previous night. Hap is completely unrepentant and Fitz, angry and morose. Back at the castle and informed by Lord Golden of a ship of Bingtown ambassadors, Fitz gets ready to spy. The Fool and Fitz traverse Chade's labrynth and see some familiar faces gathered before Queen Kettricken and Chade. We're reading Golden Fool by Robin Hobb, book 2 of the Tawny Man Trilogy in The Realm of the Elderlings.
Aâma é um grupo que transita entre o jazz contemporâneo e sonoridades tradicionais da África e do Mediterrâneo. Baseado em Lille, no norte da França, o quinteto desponta como uma das pepitas da nova cena musical do país. A banda surgiu em 2023, a partir do encontro entre a cantora francesa Emma Prat e o guitarrista Bertrand Maïlar, natural do Chade. Depois, o projeto ganhou corpo com a chegada do pianista Julien Girard, do contrabaixista Sami Foukani‑Descamps e do baterista Xavier Pernet. O primeiro álbum, "Le Jour où tout ira bien" (O dia em que tudo estará bem), lançado em março deste ano pelo selo Ba Zique, reúne treze faixas que convidam o público a atravessar um universo onírico e hipnotizante. O disco entrelaça percussões tradicionais do Chade a práticas musicais como o gnaoua, do Marrocos, e o diwan, da Argélia, criando uma paisagem sonora de rara delicadeza. Já a vocalista Emma Prat navega por influências búlgaras, gregas, turcas e francesas, moldando a voz a cerca de quinze línguas – mesmo sem falar todas elas. Outra fascinante particularidade: em algumas faixas, ela canta em uma língua imaginária, composta por palavras que inventa. Esse conjunto de referências e experimentações resulta em composições singulares, que combinam sensibilidade e ousadia e transcendem gêneros e fronteiras. *** O Balada Musical vai ao ar todos os sábados nos programas da RFI Brasil e também pode ser ouvido no Spotify e no Deezer.
Cerca de 500 mil civis estão em risco de serem alvo de atrocidades em larga escala no Sudão; chefe de ajuda humanitária da ONU alerta para o agravamento da violência na região do Cordofão do Norte; abertura de um corredor humanitário com o Chade foi prolongada até 30 de setembro.
Fitz meets Dutiful in Verity's Skill tower and listens to the Prince's story. A social gaffe creates a problem between Narcheska Elliania and Dutiful, so Fitz points him in the direction of Chade. The old assassin happens to confront Fitz with Thick and the knowledge that Nettle can skill, so Fitz is faced with a tough decision. We're reading Golden Fool by Robin Hobb, book 2 of the Tawny Man Trilogy in The Realm of the Elderlings.
Time is passing in Buckkeep, and Fitz is busy. He is teaching Dutiful, trying to spend time with Hap and Jinna, avoiding Thick, trying to sleep despite Nettle's dream intrusions, and talking about all of that with Chade. We discuss the circle of magic, Chade's memory loss, and Fitz being infuriating as usual. We're reading Golden Fool by Robin Hobb, book 2 of the Tawny Man Trilogy in The Realm of the Elderlings.
Fitz guides Prince Dutiful in a Skill exercise that almost goes terribly wrong. Dutiful confronts Fitz about rumors of the relationship between Tom Badgerlock and Lord Golden. Fitz and Chade have a conversation regarding Fitz's journey to his cabin, current events at Buckkeep, and Chade pursuing experiments with the Skill pillars. Fitz finishes the episode by speaking once more with Thick, trying to understand the servant's dislike of Fitz. We're reading Golden Fool by Robin Hobb, book 2 of the Tawny Man Trilogy in The Realm of the Elderlings.
Jinna greets Fitz and warmly welcomes him in to her home. Afterwards, he dwells on his longing for deep connection. He goes to see Hap, who is quite discontent with his role at Gindast's woodshop and Fitz leaves that discussion troubled. Back at Buckkeep, he finds a note from Chade, directing him to take the time to go back to his cabin to tie up the loose ends. We're reading Golden Fool by Robin Hobb, book 2 of the Tawny Man Trilogy in The Realm of the Elderlings.
Fitz, on his way to Chade's workshop, stops to think and overhears Narcheska Elliania and her uncle Peottre. He walks in on Thick, Chade's servant, and tries to recover from his Skill headache afterward. He and Chade debrief and make plans for the future. We're reading Golden Fool by Robin Hobb, book 2 of the Tawny Man Trilogy in The Realm of the Elderlings.
Grande representante do afrofuturismo na música, AfrotroniX — ou Caleb Rimtobaye — vem dominando a cena eletrônica com mixagens vanguardistas e performances empoderadas. No início deste ano, ele lançou KÖD: uma obra em que modernidade e tradição se entrelaçam em 27 faixas de pura experimentação. Daniella Franco, da RFI Do Makossa camaronense ao blues touareg, passando pelos cantos da etnia toubou, AfrotroniX percorre a vastidão sonora do continente africano e a funde a batidas eletrônicas pulsantes. Com uma identidade visual e figurinos frequentemente comparados aos de Daft Punk, o artista constrói um universo distópico em que a herança cultural é sua base. Em KÖD, AfrotroniX reúne talentos de diferentes regiões da África, criando um espaço para descoberta e celebração da nova geração. O resultado é uma cartografia sonora singular que transita entre raízes profundas e horizontes em expansão. *** O Balada Musical vai ao ar todos os sábados nos programas da RFI Brasil e também pode ser ouvido no Spotify e no Deezer.
Lord Golden, Laurel, Fitz, and Prince Dutiful arrive back in Buckkeep Town just in time for the delegation from the OutIslands to arrive. Everyone else heads up to the castle and Fitz follows slowly. He falls asleep in the secret room until Chade comes back. They report to one another and Fitz comes to a decision regarding the Prince. We're reading Fool's Errand by Robin Hobb, book 1 of the Tawny Man Trilogy in The Realm of the Elderlings.
Dutiful is kept in a recovery sleep and Fitz is left to his own grief. Both Farseers, riding back to Buckkeep, are at rock bottom. Lord Golden and Laurel lead the way, they cross the Buck River, and stop for one last night before returning to Buckkeep. Starling is there at the inn, to transfer messages back to Chade, and the Fool sends Fitz to her. We're reading Fool's Errand by Robin Hobb, book 1 of the Tawny Man Trilogy in The Realm of the Elderlings.
Novos ataques de drones atingem cidades no Darfur; famílias de Kordofan obrigadas a fugir pela segunda vez; mais de 1,2 milhão de sudaneses ou chadianos repatriados nos últimos dois anos chegaram ao vizinho Chade.
O Massacre de Cristãos na África e o ódio a Israel .Links para pesquisa mais aprofundada:Britannica — Muslim Brotherhood; Hassan al-Banna. Encyclopedia Britannica - https://www.britannica.com/topic/Muslim-Brotherhood?utm_source=chatgpt.comInstitute for Ethics and Public (IEP) / perfil de Sayyid Qutb. Enciclopédia Internet de Filosofia - https://iep.utm.edu/qutb/?utm_source=chatgpt.comCouncil on Foreign Relations — What Is Hamas? (sobre ligação orgânica entre Hamas e Irmandade). Council on Foreign Relations - https://www.cfr.org/backgrounder/what-hamas?utm_source=chatgpt.comGWU Program on Extremism — relatório sobre redes do Hamas e conexões. Program on Extremism - https://origins.osu.edu/article/clampdown-and-blowback-state-repression-egypt?utm_source=chatgpt.comArtigos sobre radicalização e repressão (Origins Project; análises históricas sobre Qutb e a resposta estatal).origins.osu.edu - https://origins.osu.edu/article/clampdown-and-blowback-state-repression-egypt?utm_source=chatgpt.comNotícias recentes sobre proibições/ações estatais (ex.: fechamento/banimento na Jordânia — The Guardian e AP). The Guardian - https://www.theguardian.com/world/2025/apr/23/jordan-shuts-local-branch-of-muslim-brotherhood-after-arrests?utm_source=chatgpt.comRelatório anual sobre perseguição a cristãos no mundo, com foco em países como Nigéria, Burkina Faso, Mali e Somália - https://www.opendoors.org/en-US/persecution/countries/Human Rights Watch – Relatórios regionais da África Subsaariana. Documenta abusos cometidos por grupos como Boko Haram, ISWAP (Estado Islâmico na África Ocidental) e Al-Shabaab - https://www.hrw.org/africaAmnesty International – “West and Central Africa 2024 Report”. Denuncia ataques sistemáticos contra civis, aldeias cristãs e minorias religiosas em países como Nigéria, Níger e Chade - https://www.amnesty.org/en/location/africa/*Fiz uma lista de títulos para esse vídeo e achei que seria interessante deixar na descrição, espero que tenha escolhido o melhor: O Genocídio Esquecido: A África em Chamas e o Silêncio do Ocidente. Quando o Mundo Fecha os Olhos: O Massacre de Cristãos na África. Nigéria, Israel e a Hipocrisia Ocidental. Do Sahel a Gaza: As Guerras que o Ocidente Escolhe Ignorar. As Vidas que Não Importam: O Silêncio sobre o Genocídio Africano. Entre Boko Haram e Hamas: Religião, Poder e o Duplo Padrão do Ocidente. O Verdadeiro Genocídio: Perseguições na África e a Política do Silêncio. Nigéria, Gaza e o Jogo Geopolítico da Indiferença. A África em Chamas: A Guerra que Não Passa na TV. Quem Decide o Que é Genocídio? A Morte Invisível: O Sofrimento Africano e a Moral Ocidental. Silêncio Cúmplice: A Hipocrisia da Empatia Global. Entre o Sofrimento e o Esquecimento: África, Gaza e o Espelho do Ocidente. O Peso da Indiferença: Quando a Compaixão se Torna Política. A Seleção da Dor: Por que Algumas Tragédias Importam Mais?”Quer Ajudar o canal? Veja como:*Link do meu Livro: https://amzn.to/4dbsdhK*Pix: https://widget.livepix.gg/embed/e47d6b80-f832-4fc2-a6af-ee6fa4c9ad9a*Apoie o Canal: https://apoia.se/canaldosocran
De Manhattan ao México, um jornalista coleta histórias reais de pessoas que vivem a pobreza, a exclusão e a desilusão na maior potência econômica do mundo, com as mudanças das políticas interna e externa impostas pelo governo de Donald Trump. Em entrevista a Marco Antonio Soalheiro, no Mundo Político, o jornalista e escritor Jamil Chade, autor do livro “Tomara que você seja deportado: Uma viagem pela distopia americana” conta um pouco do que viu e escreveu em seis meses viajando pelo país, durante parte da campanha de de Trump e nos primeiros meses de governo. Chade confessa que não imaginava o que estava por vir. Fala que algumas entrevistas o impressionaram como o Viking do Capitólio e ativistas do movimento Maga de extrema direita. Lembra que ficou perplexo com pessoas fascistas que argumentavam a favor da exclusão e da xenofobia com argumentos “quase lógicos”. Jamil Chade relata o medo dos imigrantes e um acelerado desmonte de direitos na saúde, na educação e na moradia em um processo de erosão da democracia, que atinge parte da população. Só abaixo da linha da pobreza são hoje 40 milhões.
O ex-presidente Nicolas Sarkozy se envolveu num enredo rocambolesco: corrupção, dinheiro sujo vindo da Líbia e até uma guerra vista como queima de arquivo. Sua condenação é justa. O risco é que casos assim alimentem o descrédito da política e o moralismo. Thomás Zicman de Barros, analista político Nicolas Sarkozy foi condenado — e por organização criminosa. Não é o primeiro ex-presidente francês a ser sentenciado, mas é o primeiro a receber pena de prisão efetiva: cinco anos, parte deles em regime fechado. Ele se diz perseguido e pode apelar, mas a Justiça decidiu que, como reincidente, deve começar a cumprir a pena já. O caso, com elementos extraordinários, nos faz pensar para além da França, sobre o papel da moral e do moralismo na política. Mas comecemos pela condenação de Sarkozy. O caso é rocambolesco, quase inacreditável. Se um roteirista apresentasse esse script a um produtor, seria rejeitado por falta de verossimilhança. Sarkozy, então ministro do Interior em 2005 e 2006 — um ministro que se dizia implacável contra o crime, defensor de penas pesadas e crítico do “laxismo” judicial — preparava sua candidatura presidencial. Para financiá-la, enviou seu chefe de gabinete e amigo próximo, Claude Guéant, a captar fundos irregulares. O que no Brasil chamaríamos de “caixa dois”. Até aí, infelizmente, nada fora do comum. A narrativa muda de tom quando vemos onde o colaborador de Sarkozy foi buscar o dinheiro: em Trípoli, capital da Líbia, e não com qualquer figura. Ele procurou Abdallah Senoussi, genro e braço direito do “Guia da Revolução”: Muammar Kadafi. Não era apenas um genro qualquer. Senoussi era chefe dos serviços secretos militares e um dos responsáveis pelo atentado ao voo UTA 772, que ligava Brazzaville, na República do Congo, a Paris, com escala em N'Djamena, no Chade. Em dezembro de 1989, o avião explodiu em pleno ar, matando 170 pessoas — entre elas, 54 franceses. Recapitulando: o futuro presidente da França mandou buscar recursos para sua campanha junto a um regime excêntrico, marcado por ligações com terrorismo. Em troca, Sarkozy teria prometido favorecer a reabilitação da Líbia no concerto das nações. Catorze anos de apurações Catorze anos de apurações comprovaram que valores foram transferidos em malas, intermediadas pelo empresário franco-libanês Ziad Takieddine. O montante exato é incerto: Takieddine fala em cerca de € 5 milhões, e documentos líbios mencionam até € 50 milhões. Seja como for, foi um mau investimento para o coronel Kadhafi. Ainda não sabemos quando a relação azedou, mas é certo que Sarkozy esteve entre os líderes que, em 2011, conduziram os bombardeios da OTAN contra a Líbia durante a chamada “Primavera Árabe”, ajudando a derrubar o regime e matar o chefe beduíno. Não cabe aqui reconstituir cada detalhe do processo. Estas crônicas não buscam apenas narrar fatos, mas também propor análise. E a primeira chave para essa análise está na reação pública: para muitos cidadãos, a condenação de um ex-presidente reforça o descrédito da política. Myriam Revault-d'Allonnes — minha orientadora à época do mestrado — discutiu esse risco com grande lucidez em um livro que já traz no título a pergunta-chave: Devemos moralizar a política? (Doit-on moraliser la politique?, publicado pelas edições Bayard, 2002). Revault-d'Allonnes defende que a corrupção deve ser combatida por uma Justiça independente, mas alerta para os riscos de transformar a política em uma cruzada moral — o que, paradoxalmente, acabaria por corroê-la. O moralismo anticorrupção abre espaço para o que ela chama de “despotismo moral”, que destrói não a corrupção, mas a própria política enquanto espaço legítimo de disputa entre desejos. Pânico moral Não por acaso, a extrema direita sempre soube transformar o moralismo em pânico moral: um dispositivo que pinta os adversários como ladrões, parasitas ou obscenos e promete a ilusão de uma sociedade purificada pela virtude. No fundo, é disso que se trata quando alguns falam de “polarização”. Longe de ser simples disputa entre polos legítimos, ela é fruto da radicalização da extrema direita, que nega a pluralidade e transforma o adversário em inimigo infrequentável. O debate público deixa então de ser confronto entre perspectivas diferentes e passa a opor, de um lado, quem busca calar as demais vozes e, de outro, quem ainda luta por preservar uma sociedade aberta, plural e inclusiva. No Brasil, a pauta da moralidade sempre teve peso e volta agora ao centro do debate. O cenário, no entanto, mudou: fragilizada por processos judiciais e alianças com redes corruptas, a extrema direita perdeu fôlego em seu próprio terreno, e o discurso anticorrupção passou a ser impulsionado também pela esquerda. Isso pode ser útil não apenas para expor privilégios e esquemas ilícitos, mas também para enfrentar a extrema direita em sua ofensiva contra a democracia. O risco, porém, é reproduzir a gramática da pureza. O desafio é construir antagonismos claros contra os corruptos e contra a extrema direita — inclusive recorrendo a estratégias “populistas” em seu sentido original, de mobilização do povo contra aqueles que o calam — mas sem reduzir a política ao moralismo. No fim, a trajetória de Sarkozy — marcada pelo surreal caso de corrupção e pelo descrédito da política que reforçou — é também um lembrete: quando a política se deixa capturar pelo moralismo, não é a corrupção que desaparece. É a própria democracia.
O ex-vice-presidente do Sudão do Sul, Riek Machar, acusado de "crimes contra a Humanidade", comparece desde esta segunda-feira perante a justiça do seu país no âmbito de um julgamento cuja legalidade é contestada pelos seus advogados e pelos seus apoiantes que denunciam "motivações políticas", num contexto de eterna guerra fratricida com o seu mais directo adversário, o Presidente Salva Kiir. Detido em regime de prisão domiciliar há mais de sete meses por estar alegadamente por detrás de um ataque cometido a 3 de Março por milícias chamadas de "Exército Branco" em Nasir, no nordeste do país, em que morreram mais de 250 militares, uma alta patente do exército assim como um piloto das Nações Unidas, Riek Machar enfrenta a justiça juntamente com sete outros réus acusados de "assassinato", "terrorismo" e "conspiração". Este julgamento decorre numa altura em que se observa um aumento substancial da tensão num país que desde a sua independência em 2011, raramente conheceu momentos de serenidade, tendo sido palco de uma guerra civil que causou mais de 400 mil mortos entre 2013 e 2018. Em 2020, a assinatura de um acordo de paz entre Riek Machar e o Presidente Salva Kiir para a partilha do poder, abriu uma página de esperança que parece agora estar a fechar-se, com os apoiantes de Riek Machar a lançar apelos para uma mobilização no sentido de se derrubar o regime, sendo que já se registam confrontos, com as Nações Unidas a contabilizarem em Junho mais de 165 mil deslocados. Esta situação, já por si delicada, é agravada, segundo um recente relatório da ONU, pelo fenómeno da corrupção generalizada nas elites políticas desse país que é rico em petróleo mas cuja população vive na miséria. Em entrevista concedida à RFI, Ana Elisa Cascão, investigadora independente especialista do Corno de África, analisa o contexto em que decorre o julgamento e o antagonismo -até pessoal- que existe entre o Presidente Salva Kiir e o seu antigo vice-presidente Riek Machar. RFI: Em que contexto em que decorre este julgamento? Ana Elisa Cascão: Em termos de contexto, o Sudão do Sul é o país mais novo do mundo, que nasceu em 2011, depois de um parto muito complicado e que tinha um líder que era respeitado por todos, que era John Garang. Mas já na altura estavam o Salva Kiir e Riek Machar. Faziam parte dos que estavam no terreno a lutar pela independência do Sudão do Sul. Ele morreu num acidente trágico de helicóptero no Uganda. Toda a gente sabe que não foi por mero acaso e, portanto, o poder foi entregue a estas duas figuras que acontece serem de etnias diferentes. Mas isso deixou de ser propriamente importante, porque isto tem a ver com a partilha do poder e partilha de recursos financeiros, obviamente, porque o Sudão do Sul tem bastante petróleo. E, portanto, isso é um incentivo, obviamente, a conflitos no país, que é extremamente pobre. Mas a guerra civil começou logo passado dois anos da independência. Em 2013 já tínhamos estes senhores a batalhar. Mas nessa altura havia um oleoduto a atravessar o Sudão que era um país estável, se podemos dizer assim. E portanto havia bastantes influxos financeiros e dava para alimentar os dois corruptos. Neste momento com a situação no Sudão, o investimento está a diminuir no Sudão do Sul. Significa que existe um bolo mais pequeno para partilhar, mas mais corruptos a quererem ter acesso a esse dinheiro. Em 2018, houve um acordo de paz, mas como muitos acordos de paz nesta região e noutras regiões, é um bocadinho uma paz podre. Mas este ano, as questões vieram todas ao de cima. Aqui já não estamos a falar de um exército ou só dois exércitos. Nós estamos a falar de milícias de um país que é controlado por milícias. Conclusão: quando estamos a falar de milícias, é um bocadinho difícil atribuir causalidade, dizer A, B, C, D isto, aquilo, aqueloutro. Portanto, independentemente de Riek Machar, que de facto devia estar a ser julgado por muitos crimes, o Salva Kiir provavelmente também devia. Agora, a questão é o dispositivo legal, depende. Quem é que o vai julgar? Há juízes independentes no sul do Sudão do Sul? Este processo é uma caça às bruxas e, portanto, não vai resolver propriamente nada. E quanto mais não seja, porque -espero que isto não seja mal entendido- mas o Salva Kiir está numa situação geriátrica. É uma pessoa que não tem saúde física e sequer ainda discernimento para ser o Presidente de um país que, obviamente, quer ter um mínimo de paz. RFI: Ainda antes de se começar o julgamento de Riek Machar por crimes contra a Humanidade, na semana passada, peritos da ONU divulgaram um relatório estabelecendo que existe uma corrupção generalizada na elite do Sudão do Sul e que desde praticamente a independência, essa elite está a açambarcar as receitas do petróleo e deixou basicamente a população sem quase nada. Como se vive no Sudão do Sul? Ana Elisa Cascão: Mais uma vez, é uma situação complicada. Portanto, este relatório das Nações Unidas vem providenciar evidência daquilo que toda a gente sabe. Basta visitar a capital do Sudão do Sul, Juba. Eu fiz isto em 2011 e 2012. O que é importante é, obviamente, ter carros de alta cilindrada e relógios Rolex. É assim que se mede o poder. O Sudão do Sul não tem outro recurso, não tem diamantes ou gás ou qualquer coisa desse género, mas tem o petróleo, que continua a ser um dos recursos mais importantes na economia global. E, portanto, neste momento temos empresas chinesas, da Malásia, a fazer exploração de petróleo nessa área. Portanto, podemos ver que há aqui um contínuo. A independência veio porque havia petróleo e a comunidade internacional apoiou a independência do Sudão do Sul. O facto é que o país tem todo o potencial. Agora começaram do zero. E isso é que nós também temos que ver. Não havia nada. Não foi a guerra civil que destruiu o que lá estava. E, portanto, houve essa ideia que a partir de 2018, com o acordo de paz, começou a haver mais infra-estruturas, porque também havia mais dinheiro. E agora, neste momento, temos aqui todo um país que é perfeito para corrupção e, depois, é um país que não tem acesso ao mar. Está rodeado de países que estão eles próprios em conflitos. Portanto, isto dá azo a estes políticos quererem manter no poder para todo o sempre. Não chegam sequer a confiar na sua própria 'entourage' própria. Mas o que é que vai acontecer? Vai mudar de mão. Portanto, os contratos feitos com estas grandes companhias internacionais vão ser feitos através de outras pessoas. Com certeza não vai acabar na mão dos Sudaneses do Sul que há muitos, muitos anos, deviam ter mais do que o mínimo em termos de tudo. Habitação, escolas, sítios para viver. Portanto, o que podemos observar é que as pessoas estão outra vez a fazer exactamente aquilo que fizeram durante a guerra civil do Sudão, que é abandonar o país. RFI: Os apoiantes de Riek Machar dizem que estas acusações de "crimes contra a Humanidade" são meramente "políticas". Na semana passada, os peritos da ONU também disseram, por meias palavras, que, no fundo, o que está em jogo é uma luta entre ambos os campos pelo controlo dos recursos naturais. Isto, de facto, é mais uma questão política, uma luta pelos recursos? Ana Elisa Cascão: Eu acho que é assim que se pode definir. Há aqui duas coisas em paralelo. Uma é haver recursos, é haver luta por esses recursos, sabendo que este dinheiro não é imediato, tem de haver aqui contratos com uma série de instituições. E depois, é a rivalidade pessoal. Têm mais de 70 anos, de certeza. Estão nesta luta e são vistos como líderes da independência, ainda que nem os principais, há 30 ou 40 anos atrás. E, portanto, é muito difícil substituí-los. Mesmo quem faz parte de um grupo ou de outro, falando, por exemplo, em termos étnicos, porque há uma divisão claramente étnica. Portanto, mesmo outras figuras poderiam eventualmente ser importantes e trazer algum tipo de esperança. Tenho muitos amigos no Sudão do Sul que dizem que 'quem não tem sangue nas mãos no sentido de que não batalhou na guerra pela independência do Sudão do Sul, não pode governar'. Portanto, estamos aqui a fechar um capítulo muito grande. E então, quem é que vai substituir esta geração? Mas penso que a população quer que haja eleições. Seja quem forem os candidatos. Porque estamos na situação em que foram sempre estas duas pessoas, como Presidente, vice-presidente ou grupos armados a ter quase dois exércitos. RFI: Nesta altura, dado tudo o que aconteceu, a destituição de Riek Machar, o julgamento, os apoiantes a apelarem para que haja uma acção decisiva para mudar o regime, julga que estamos a caminho de uma nova guerra civil aberta? Ana Elisa Cascão: Eu acho que ela já está a acontecer. A questão é que quando nós pensamos em guerra civil, estamos sempre a pensar num grupo contra o outro. Aqui é muito mais do que isso. Foi o que aconteceu em Março. Riek Machar disse que não tinha dado ordens a essas milícias e que as milícias tinham agido por conta própria. Nós podemos não acreditar. Eu não acredito. Mas o facto é que isso pode acontecer. E, portanto, tem que haver aqui um tipo de política, nesse caso, da União Africana ou alguns dos países vizinhos que têm algum poder de influência dentro do Sudão do Sul, como por exemplo, o Uganda, o Quénia. O problema principal neste momento, são as milícias. Se as milícias não respondem a ninguém, seja lá quem for que está sentado em Juba, o conflito vai continuar. Pode haver eleições, porque isto foi sempre um problema do Sudão. Foi sempre isso que se disse: que se se tornasse independente, esse risco estava lá. Porque são pessoas que estiveram envolvidas na guerra e é isso que elas conhecem, as lutas pelo poder, a luta com o vizinho do outro lado do rio. Há que desmobilizar as milícias. Há, por exemplo, forças da União Africana ou do IGAD (Autoridade Intergovernamental para o Desenvolvimento). Isso acontece na Somália. Também já aconteceu no Sudão do Sul, na verdade. Portanto, deve haver algum tipo de pressão a nível político do topo. Mas ao mesmo tempo, para perceber porque é que estas milícias estão a crescer, elas estão a crescer por causa da pobreza. A corrupção não é uma coisa que acontece no topo. Quando se define corrupção, ela vai do ponto mais baixo até ao ponto mais cima do poder. E, portanto, aqui já temos todo um 'setting' que tem que ser modificado. RFI: Quais são as hipóteses de a comunidade internacional, a ONU ou a própria União Africana de facto intervirem, tendo em conta que temos não sei quantos conflitos abertos, considerados todos urgentes? Ana Elisa Cascão: Temos um genocídio a acontecer em Gaza, temos guerra no Myanmar, temos tantas guerras a acontecer que obviamente o Sudão do Sul é uma coisa menor. Vamos só olhar para o mapa africano neste momento. O conflito da República Democrática do Congo e do Ruanda não está nada resolvido e tem ligações com estes conflitos também. Mas o Sudão em si é a maior crise humanitária. Não estamos a falar do mesmo tipo de conflito que em Gaza, obviamente. Estamos a falar de um país que está numa guerra civil, que é a maior crise humanitária da história moderna. Dado o número de pessoas que foram deslocadas inclusive para o Sudão, a Etiópia, para o Egipto e para o Chade, tem que haver uma resposta. E aí sim, está na agenda o Sudão, porque tem muita influência. O Sudão tem mar, tem uma fronteira com o Chade, há uma crise humanitária incrível e muita ajuda humanitária não entra no Sudão, portanto, está a ir para o Chade. Portanto, temos aqui tantos focos. O Sudão do Sul aparece aqui como uma coisa menor. Neste momento, o Sudão no espectro africano é a coisa mais importante a ser resolvida, porque envolve a comunidade internacional, Emirados, a Arábia Saudita, etc, também no conflito. O Sudão do Sul não está no final da lista mas não é -com certeza- considerada uma prioridade.
Fitz finds himself back in Buckkeep town where everything looks like it has changed; new growth, new faces, and yet the nostalgia hits him hard. He becomes a servant to the recently arrived noble, Lord Golden, and finds his way to the hidden chamber where Chade taught him. He learns from Chade that Prince Dutiful has run away and that he is suspected of having the Wit. We're reading Fool's Errand by Robin Hobb, book 1 of the Tawny Man Trilogy in The Realm of the Elderlings.
The Fool's last days with Fitz pass in thoughtful silence as Fitz reflects on his choices. The Fool departs for Buckkeep and Fitz is morose. Hap finds his way back home with hard news and Fitz thinks about borrowing money from Chade. When he is packed, a messenger comes with an urgent scroll. We're reading Fool's Errand by Robin Hobb, book 1 of the Tawny Man Trilogy in The Realm of the Elderlings.
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FitzChivalry Farseer has taken the name of Tom Badgerlock, has taken in a boy named Mishap, and taken a break from the world. He's 35 years old in a small cottage, raising his 15 year old boy and keeping Nighteyes company. The peace is shattered when Chade, his old mentor, comes to visit. We're reading Fool's Errand by Robin Hobb, book 1 of the Tawny Man Trilogy in The Realm of the Elderlings.
Desde início da guerra, mais de 844 mil pessoas foram acolhidas pela nação vizinha, que precisa de financiamento; ataque a comboio da ONU matou cinco pessoas e feriu várias; instalações do Programa Mundial de Alimentos já haviam sido bombardeadas na semana passada.
Ritmo de deslocamento atingiu pico que só havia sido observado no início do conflito; 70% dos refugiados que chegam ao Chade relatam ter sofrido graves violações de direitos humanos; muito permanecem no país com medo de fugir.
durée : 00:25:44 - Un cidre fermier au Pays Basque - Chef étoilé, Cédric Béchade chef de l'Auberge Basque de Saint-Pée-sur-Nivelle révolutionne la cuisine de l'agneau avec des recettes inédites. De l'agneau à l'étouffée à celui rôti au barbecue, il partage ses astuces pour rendre cette viande à la fois croustillante et fondante, parfaite pour Pâques.
Dois meses e meio depois, Venâncio Mondlane regressa a Moçambique. As vítimas do Chido no distrito de Mecufi e Pemba, reclamam demora no apoio para reerguerem as suas vidas. Sobre a mediação do conflito entre RDC e o Ruanda, jornalista angolano diz à DW que Angola não pode exigir do M23 o cumprimento de um acordo de cessar-fogo, por não ter um compromisso com o país.
Esta semana, o Conselho Constitucional de Moçambique fixou, oficialmente, o dia 15 de Janeiro para a tomada de posse de Daniel Chapo, declarado vencedor das presidenciais, mas contestado nas ruas com protestos. A ONU e a SADC mostraram-se “profundamente” preocupadas com a violência pós-eleitoral. Outro tema em destaque neste programa é a perda de influência de França no continente africano. O Conselho Constitucional de Moçambique fixou, oficialmente, o dia 15 de Janeiro para a tomada de posse de Daniel Chapo, candidato apoiado pela Frelimo, no poder, como novo Presidente da República.Foi o mesmo Conselho Constitucional que a 23 de Dezembro proclamou Daniel Chapo como o vencedor das presidenciais e a vitória da Frelimo que manteve a maioria parlamentar nas eleições gerais de 9 de Outubro. Esta proclamação oficial foi contestada nas ruas e só nessa semana morreram mais de 170 pessoas, elevando para quase 300 o número de vítimas dos confrontos com a polícia, nomeadamente dos seus disparos.O candidato presidencial Venâncio Mondlane, que lidera a contestação a partir do estrangeiro, também prometeu, muito antes da data anunciada pelo conselho Constitucional, que vai tomar posse no dia 15 de Janeiro.Wilker Dias, coordenador da plataforma Decide, que tem revelado o número de mortes nos protestos, contou à RFI temer que o país assista a um grande nível de violência na semana da tomada de posse de Daniel Chapo. Entretanto, esta semana, a Comunidade de Desenvolvimento da África Austral, SADC, manifestou-se “profundamente” preocupada com as mortes, a destruição de propriedade privada e de infra-estruturas públicas e disse estar disponível para ajudar na busca de uma resolução pacífica.Também a ONU se mostrou “profundamente preocupada” com a violência pós-eleitoral em Moçambique e a fuga das populações. Na semana que se seguiu à proclamação oficial dos resultados, cerca de 2.000 pessoas fugiram para o Malawi e 1.000 entraram no Essuatíni. Entre os que saíram, estão refugiados e requerentes de asilo de várias nacionalidades que vivem em Moçambique. A situação também preocupa o Centro para a Democracia e os Direitos Humanos, contou à RFI o seu director Adriano Nuvunga.Por sua vez, o secretário permanente do Ministério da Saúde, Ivan Manhiça, disse que a mobilidade dos profissionais e ambulâncias foi afectada e que as unidades sanitárias estão sobrecarregadas.E é neste contexto da maior contestação aos resultados eleitorais desde as primeiras eleições, em 1994, que Moçambique terminou, na segunda-feira, o seu mandato de dois anos como membro não permanente do Conselho de Segurança das Naçoes Unidas. Verónica Macamo, ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, fez um balanço positivo e disse que é preciso ter pelo menos dois países africanos nos membros permanentes. Angola passou a contar, a 1 de Janeiro, com três novas províncias, passando a haver 21 no total. Uma das novas províncias Icolo e Bengo nasceu da cisão da antiga província de Luanda. Dionísio da Fonseca, ministro da Administração do Território, contou-ns que esta nova divisão administrativa não pretende dividir os angolanos, mas para lutar contra as assimetrias locais.Este ano, o indulto presidencial decretado por João Lourenço permitiu que “Zenu” dos Santos , filho do antigo Presidente José Eduardo dos Santos, e a influenciadora digital Ana da Silva Miguel, conhecida por “Neth Nahara", já estejam em liberdade desde quarta-feira. Em São Tomé e Príncipe, a população cresceu nos últimos 12 anos. Os resultados constam dos dados preliminares do Recenseamento geral da população e habitação 2024. Os dois maiores distritos, Água Grande e Mézochi, continuam a concentrar o maior número de habitantes, descreveu-nos o nosso correspondente em São Tomé, Maximino Carlos. A Costa do Marfim anunciou que o contingente francês de cerca de 600 soldados vai começar a sair do país ainda este mês. O historiador e antropólogo guineense, João Paulo Pinto Có, acredita que a decisão do Presidente Alassane Ouattara reflecte o "anseio de um movimento muito grande" no continente africano, especialmente entre os jovens que querem novas políticas e relações diplomáticas mais horizontais com os antigos países colonizadores.Também no Chade, o Presidente Mahamat Idriss Déby, na mensagem de fim de ano, reafirmou o fim da colaboração militar com a França e a retirada do contignete militar francês até 31 de Agosto. No Senegal, a presença militar francesa parece igualmente a prazo já que o Presidente Bassirou Diomaye Faye afirmou que em 2025 será o “fim de todas as presenças militares estrangeiras” no território senegalês. A França já se vira obrigada a retirar os seus militares do Mali, Burkina Faso e Níger.
"Moçambique precisa de um diálogo genuíno e inclusivo para pôr fim a crise pós-eleitoral", André Mulungo. França retira suas tropas do Chade. Em Cabinda, Angola, cidadãos preocupados com as mortes causadas pela queda em valas de drenagem.
Durante esta semana, em África, continuou em destaque Moçambique, onde continuaram os protestos convocados pelo candidato da oposição Venâncio Mondlane que reclama a vitória nas eleições de 9 de Outubro. As manifestações foram frequentemente marcadas pela violência, sobretudo em Maputo, onde foram erguidas barricadas, pessoas foram baleadas ou atropeladas pela polícia, a sociedade civil dando inclusivamente conta de mortos. De realçar que na passada terça-feira, o Presidente moçambicano promoveu um diálogo com os candidatos às presidenciais de 9 de Outubro. Os candidatos da Frelimo no poder, da Renamo e do MDM, na oposição, compareceram. Já Venâncio Mondlane, candidato do Podemos, que tem promovido os protestos destas últimas semanas e que se encontra em parte incerteza, não esteve presencialmente nesta reunião, designadamente por questões de segurança. Esta que foi a primeira sessão de diálogo em torno do processo eleitoral, não chegou a suscitar grandes expectativas, tanto mais que o Conselho Constitucional -cujos juízes conselheiros estariam a ser alvo de ameaças- ainda não se pronunciou sobre o escrutínio. Numa comunicação inédita na segunda-feira, este órgão indicou que prevê divulgar a sua decisão por volta do 23 de Dezembro.Na Namíbia, as eleições gerais de quarta-feira, eleições com o selo da incerteza para o partido no poder, foram marcadas por incidentes que impediram eleitores de exercerem o seu direito de voto, levando ao prolongamento do escrutínio em 36 mesas de voto nesta sexta-feira.Em Angola, esta semana esteve colocada sob o signo dos atropelos aos Direitos Humanos. Num relatório divulgado na quarta-feira, a Amnistia Internacional denunciou abusos da polícia angolana em pelo menos 11 manifestações entre Novembro de 2020 e Junho de 2023. Neste documento, a ONG de defesa dos Direitos do Homem, acusou as forças da ordem angolanas de ter morto a tiro pelo menos 17 pessoas nestes últimos 30 meses e espancado "brutalmente pessoas sob a sua custódia".No mesmo sentido, a organização cívica angolana 'Mudei' deu conta de obstáculos colocados pelas autoridades ao direito de expressão e de manifestação. Esta organização também denunciou a aprovação de instrumentos de controlo e repressão que, a seu ver, visam proteger o poder político e restringir as liberdades dos cidadãos.Também em Angola, noutro quadrante, quatro organizações cívicas expressaram o seu descontentamento com a resposta da justiça portuguesa em relação a uma carta, enviada em Agosto deste ano, a exigir esclarecimentos sobre o repatriamento dos bens de Isabel dos Santos. Não obstante Lisboa ter alegado o segredo de justiça, o grupo insta Portugal a “devolver” o património aos angolanos. Desta vez na zona do Sahel e África do Oeste, o Chade anunciou na quinta-feira que decidiu romper com os acordos de cooperação de defesa com a França, prevendo-se a retirada dos militares franceses ainda presentes neste país. Também o Senegal anunciou, entretanto, o encerramento das bases francesas no seu território, onde Paris previa ainda recentemente uma redução da sua presença, passando dos actuais 350 militares, para uma centena.Em Cabo Verde, mais de 40 trabalhadores da TICV/ Best Fly disseram ter sido “abandonados pelo governo e pela empresa” e acusaram a companhia aérea angolana de não cumprir o acordo assinado. Em causa estão dois meses de salários em atraso e ainda indemnizações que constam do acordo colectivo assinado em Agosto deste ano. Em São Tomé e Príncipe, a actualidade desta semana foi marcada pela controvérsia em torno da decisão anunciada há dias pelo primeiro-ministro de aumentar as taxas aeroportuárias para um valor acima dos 200 euros para os passageiros vindo do exterior. Um valor que a oposição estima ser prejudicial para o sector do turismo e que o próprio Presidente Carlos Vila Nova vetou. Algo que Patrice Trovoada diz não entender, alegando não ter sido informado directamente pelo chefe de Estado. Por fim, na Guiné-Bissau, as autoridades judiciais anunciaram para a próxima semana o início do julgamento dos suspeitos do tráfico de mais de duas toneladas de droga presumivelmente provenientes da Venezuela apreendidas num jacto que aterrou a 7 de Setembro no aeroporto de Bissau.
Chade faz face ao maior fluxo de refugiados da sua história com mais de 1,1 milhão de sudaneses; refugiados traumatizados escapam da guerra com relatos de horror, destruição e medo.
HORROR WITH SIR. STURDY EPISODE 525 RIPPY: THE RED ROO
Renaud Béchade, founder of Anzaetek, a quantum software company based in Korea, is interviewed by Yuval Boger. Renaud shares insights about the company's work in quantum machine learning (QML) for hospitals, focusing on managing limited medical data, federated learning, and potential quantum solutions for personalized medicine. They also discuss hardware-software co-design, the quantum ecosystem in Korea, and the future of quantum applications beyond healthcare, including in finance and optimization. Renaud reflects on key learnings from recent conferences, potential breakthroughs in quantum error correction, and much more
Guiné-Bissau: Principais partidos formam alianças com vista às próximas legislativas. Angola: Há quem não veja benefícios da possível visita de Joe Biden, mas reconheça o seu simbolismo político. Hungria: Primeiro-ministro quer enviar soldados para o Chade para travar a migração.
Moçambique: Situação é caótica no sistema nacional de saúde e associação de profissionais do setor ameaça retomar greve. Nos hospitais da província de Inhambane faltam medicamentos, sangue e comida. Milhares de refugiados sudaneses no leste do Chade precisam de ajuda humanitária.
Brad from Canada, Coach Dave & Chad are back to give you their weekly reccomendations. Be sure to listen to the end, this one is a banger! Chad gets put to the test and is quizzed on the Top 10 Movies according to IMDb. Could you name them all? They also talk about the best Dad's in Movies and TV & also get into Kevin Smith's recent comment about Movie Theaters. We end the show with Chade's Movie Monologue. Could you guess what Movie it's from? Be honest! Let us know on Twitter (X) @SceneInvaders. Thanks for listening. Thanks for watching. SUBSCRIBE! Please Subscribe! Check out our podcast! Links are below. Podcast Platforms: Apple Podcast: https://podcasts.apple.com/us/podcast/scene-invaders/id1289489168?uo=4 Spotify: https://open.spotify.com/show/2Uzl1JcV9WlncUufpvW4No Stitcher: https://www.stitcher.com/podcast/scene-invaders-productions/scene-invaders Anchor: https://anchor.fm/scene-invaders Email — SceneInvaders@gmail.com Website - Scene-Invaders.com Socials: Instagram: https://www.instagram.com/sceneinvaders/ Facebook: https://www.facebook.com/SceneInvadersPodcast Twitter: https://twitter.com/SceneInvaders
Umaro Sissoco Embaló garantiu a Vladimir Putin que a Rússia pode contar com a Guiné-Bissau como aliado permanente e que isso nunca mudará. No Chade, Mahamat Idriss Deby é o novo Presidente. Em Angola, na provincia do Zaire, estudantes e munícipes dizem que o governo não tem plano de ação para os jovens formados. Em Bissau, o abate de árvores está a causar polémica.
Esta semana foi marcada pelo acordo militar entre São tomé e Príncipe e a Rússia. O acordo abrange várias áreas e é válido por tempo indeterminado, tendo suscitado a preocupação de países ocidentais. São Tomé e Príncipe e a Rússia assinaram um acordo militar que abrange várias áreas. O acordo foi revelado na quarta-feira 8 de Maio pelo órgão de comunicação social russo "Sputnik" e é válido por tempo indeterminado. O chefe do governo Patrice Trovoada desvalorizou as críticas sobre o facto de o acordo não ter sido enviado para a Assembleia Nacional, como reclama a oposição, e recordou que se reuniu durante a semana com o embaixador dos Estados Unidos. O caso suscitou uma reacção do ministro português dos negócios estrangeiros, Paulo Rangel, que, em declarações ao canal televisivo SIC Notícias, confirmou ter conversado nesta quinta-feira com o seu homólogo são-tomense. Rangel alega ter sentido "estranheza, apreensão e perplexidade" perante este acordo, embora afirme respeitar a soberania plena do arquipélago equatorial.Mahamat Idriss Deby Itno eleito Presidente do Chade No Chade, Mahamat Idriss Deby Itno foi eleito Presidente de acordo com os resultados provisórios divulgados esta quinta-feira. A oposição, liderada por Succès Masra, acusa-o de tentar manipular os votos. O anuncio rápido dos resultados foi uma surpresa, assim como os próprios resultados, considera Lionel Claro, habitante desde os anos 1990 no sul do Chade.Os resultados oficiais provisórios dão a Mahamat Idriss Deby Itno 61,03% dos votos, seguido de Succès Masra que obteve 18,53% e que contestou os resultados. Sucessão de Filip Nyusi Esta semana foi também marcada pelo processo de sucessão do Presidente moçambicano. Filip Nyusi anunciou a 5 de Maioque Daniel Chapo, governador de Inhambane, seria o candidato da Frelimo às eleições presidenciais. O anúncio acabou com a especulação sobre um terceiro mandato de Nyuisi.No mesmo dia, o MDM, terceira força política em Moçambique, deu apoio à candidatura do líder do partido, Lutero Simango, ao cargo de Presidente da República.Já o candidato da Renamo, o principal da oposição em Moçambique, só será conhecido nos próximos dias 15 e 16 deste mês. Profissionais da saúde em Moçambique em greveAinda em Moçambique, na terça-feira, os profissionais de saúde decidiram prolongar a greve por falta de consenso com o Governo. A Associação de Profissionais de Saúde Unidos e Solidários de Moçambique garantiu que se o Governo “continuar com o braço de ferro”, retirariam os serviços mínimos das unidades sanitárias. Segundo a associação, 327 pessoas morreram na primeira semana de greve, iniciada a 29 de Abril. Kizomba reconhecida património cultural imaterial em Angola Em Angola, as autoridades reconheceram o kizomba, género musical, como património cultural imaterial. Esta qualificação serve para “evitar a sua usurpação” e para a promoção deste estilo musical, muito popular em todos os países lusófonos.
Secretário executivo da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) afirmou hoje que não há dramas quanto ao acordo militar entre São Tomé e Príncipe e a Rússia. Chade: Succes Masra reivindica vitória nas presidenciais. Rússia celebra o 79.º aniversário da vitória sobre a Alemanha nazi, na Segunda Guerra Mundial. Programa especial sobre o passado colonial da Alemanha em África.
Em Moçambique, já há candidatos de dois dos maiores partidos políticos às presidenciais de 9 de outubro. A FRELIMO, partido no poder, elegeu Daniel Chapo e o MDM elegeu Lutero Simango. Filipe Nyusi afirmou que esta eleição termina com a especulação de querer um terceiro mandato. No Chade, mais de 8 milhões de eleitores vão hoje a votos para eleger o novo Presidente do país.
Moçambique: Venâncio Mondlane apresenta novas providências cautelares contra a liderança de Ossufo Momade na RENAMO. Presidente Filipe Nyusi, garantiu hoje que o Governo está empenhado em evitar que se repita a tragédia de domingo, ao largo de Nampula. Sudão está em guerra há um ano. Chade: Começa a campanha presidencial para as eleições de 6 de maio.
18 rokov obliekal unifomu francúczskej cudzineckej légie. Absolvoval misie v Afganistane, Chade, Kosove, Mali, Stredo-Africkej Republike a ďalších častiach sveta. Aké to je byť pod paľbou Talibanu, alebo Afrických povstalcov? Ako žiť v permanentnom riziku, že pod vašim vozidlom môže kedykoľvek vybuchnúť improvizovaný výbušný systém? …a ako reagovať keď ste veliteľ a vaša jednotka čelí útoku nepriateľa? Miro Palovič toto všetko zažil. Fascinujúci príbeh Slováka, ktorý s puškou a v uniforme cudzineckej légie precestoval svet.
It's New Years Eve and Season 5 is officially in the House! Zach, Wylie, Leo and Chade bring you the 2023 Year in Review to ring in the New Year. This New Years Eve we pop some bottles and discuss all of the top news, memes, events and funny randomness from the year. It is our one episode of the year that we don't just talk hoops and let loose! Happy New Year!You can find this episode on Apple, Spotify or any source for podcasts.Follow us on social media for news, updates and highlight reels!Facebook - https://www.facebook.com/notin.myhouse.79Instagram- @Not_in_my_house_podcastTwitter - @NOTINMYHOUSEpc
Convidamos o professor e jornalista Alexandre dos Santos, da PUC-Rio, para discutir as múltiplas instabilidades políticas no Chade, Burkina Faso, Mali, Níger, Guiné, Gabão e Sudão. O que está acontecendo no Sahel Africano? Qual é o papel da França e da Rússia nesse contexto? Aperte o play!
Convidamos o professor e jornalista Alexandre dos Santos, da PUC-Rio, para discutir as múltiplas instabilidades políticas no Chade, Burkina Faso, Mali, Níger, Guiné, Gabão e Sudão. O que está acontecendo no Sahel Africano? Qual é o papel da França e da Rússia nesse contexto? Aperte o play! The post Golpes e instabilidade política no Sahel appeared first on Chutando a Escada.
O Diogo Miranda saiu de Portugal aos 16 anos. Passou pela República da Irlanda, Espanha, China, Maurícias, Chade, Jordânia e Itália antes chegar ao Perú. Hoje é diretor-geral do melhor restaurante do mundo, O Central.
O Diogo Miranda saiu de Portugal aos 16 anos. Passou pela República da Irlanda, Espanha, China, Maurícias, Chade, Jordânia e Itália antes chegar ao Perú. Hoje é diretor-geral do melhor restaurante do mundo, O Central.
Zach Sits down with Chade Turner of Turner Painting texas, gaining valuable insights into his business philosophy.
Em Angola, especialistas pedem respeito às autoridades pelos direitos dos manifestantes. Em Moçambique, membros da Renamo em Manica denunciam retaliações políticas e no conflito do Sudão, muitos fugitivos procuram no Chade a sobreviência
É o primeiro dia de aula em Kelo, no Chade, na África. As crianças caminham pela estrada. “Vou ganhar um caderno?”, pergunta Tomás. “Vou ganhar um lápis? Vou aprender a ler como vocês?”. Mas quando ele e as outras crianças chegam à escola, não há sala de aula nem carteiras. Apenas uma professora. “A primeira lição é construir a nossa escola”, diz ela. Escrito e ilustrado por James Rumford e publicado no Brasil pela editora Brinque-Book. Para acompanhar a história juntamente com as ilustrações do livro, compre o livro aqui: https://amzn.to/3StiLM9 Se vc gostou, compartilhe com seus amigos e me siga nas redes sociais! https://www.instagram.com/bookswelove_livrosqueamamos/ E fiquem ligados, porque toda sexta-feira publico uma nova história. Até mais!
Edalina Rodrigues Sanches é doutorada em Ciência Política pela Universidade de Lisboa e é actualmente Investigadora Auxiliar no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. Os seus interesses de investigação incluem democratização, representação, ligações partidos-cidadãos, comportamento político, e dedicação ao círculo eleitoral, com enfoque em África. A sua tese de doutoramento foi distinguida com o prémio da Associação Portuguesa de Ciência Política em 2016, e deu origem ao livro «Party Systems in Young Democracies: Varieties of institutionalization in Sub-Saharan Africa, publicado pela Routledge. -> Apoie este projecto e faça parte da comunidade de mecenas do 45 Graus em: 45grauspodcast.com _______________ Índice da conversa: (3:35) Início da conversa (6:47) O processo de descolonização do pós II GM. | O que se passou para tantos líderes promissores da independência se terem revelado ditadores? (12:21) A «3ª vaga de democratização»: O que correu mal? | Como evoluiu de lá para cá? Francis Fukuyama e o Fim da História. | O que há de especial nos países africanos mais democráticos? (26:57) Os desafios da democracia em África. Diversidade étnica e comunitarismo. | É preciso “africanizar a democracia”. O caso de sucesso do Botswana (38:13) O tipo de colonização de cada país impactou o sucesso da democratização? A «maldição dos recursos naturais». É possível prever o sucesso da democratização com base em diferentes realidades pré-coloniais? (48:34) Casos de sucesso de democratização no século XXI? Seicheles, Zâmbia, Malawi (acção do Tribunal Constitucional). Mo Ibrahim Index of African Governance (IIAG). | O caso do Rwanda. (57:10) Casos de INsucesso de democratização no século XXI? Guiné Equatorial, Eswatini, Chade, Camarões, Djibuti. | O mundo lusófono: Angola e Moçambique. (1:04:22) Que podemos esperar no futuro da democracia em África? O crescimento dos protestos populares em vários países. Livro recomendado: Marcher, une philosophie, de Frédéric Gros _______________ África é um continente gigante, com 54 países, étnica e culturalmente diverso e com um enorme potencial ainda por desenvolver. Mas é também vítima de uma História… complicada (para usar um eufemismo), com séculos de exploração europeia, primeiro, e colonialismo, depois. O pós II Guerra Mundial trouxe uma nova esperança ao continente, com 30 países a tornarem-se independentes entre 1945 e 1960. As promessas de democracia e liberdade saíram, porém, esfumadas, com muitos países a acabarem dominados por regimes autoritários. No final dos anos 1980, começou uma nova era de optimismo, com a chamada “3ª onda de democratização mundial” (cujo início se convencionou ser o nosso 25 de abril) a ganhar em África um ímpeto especialmente grande, combinando uma conjuntura internacional favorável (com a queda da URSS) com importantes protestos políticos a nível doméstico. Neste período, diversos países conseguiram iniciar processos de liberalização política para sistemas mais democráticos. No entanto, desde então, a verdade é que tem havido poucos ou nenhuns progressos ao nível da democracia em África (sobretudo se excluirmos a Primavera Árabe, no caso dos países acima do Sahara, cujo sucesso, de resto, acabou por ser reduzido). Hoje, menos de 10 de entre os 54 países que compõem o continente, são considerados democracias “liberais”. Se excluirmos países-ilhas, falamos essencialmente do Gana e dos três países mais a sul: África do Sul, Botswana e Namíbia. Ao olhar para o estado da democracia em África há, por isso, várias perguntas a que é preciso responder. O que correu mal no processo de independência, em particular naqueles países que tinham, na altura, líderes independentistas tão promissores? No sentido inverso, o que permitiu os avanços da democracia nos anos 1990? E o que explica os parcos progressos desde então? Por outro lado, que factores comuns podemos identificar num continente tão grande e tão diverso? E, finalmente, o que podemos esperar no futuro da democracia no continente nas próximas décadas? Para responder a estas questões, dificilmente poderia pedir melhor pessoa do que a convidada deste episódio. Foi uma conversa muito elucidativa, sobre uma realidade muito complexa e à qual não damos, porventura, a devida atenção. _______________ Obrigado aos mecenas do podcast: Julie Piccini, Ana Raquel Guimarães Galaró family, José Luís Malaquias, Francisco Hermenegildo, Nuno Costa, Abílio Silva, Salvador Cunha, Bruno Heleno, António llms, Helena Monteiro, BFDC, Pedro Lima Ferreira, Miguel van Uden, João Ribeiro, Nuno e Ana, João Baltazar, Miguel Marques, Corto Lemos, Carlos Martins, Tiago Leite Tomás Costa, Rita Sá Marques, Geoffrey Marcelino, Luis, Maria Pimentel, Rui Amorim, RB, Pedro Frois Costa, Gabriel Sousa, Mário Lourenço, Filipe Bento Caires, Diogo Sampaio Viana, Tiago Taveira, Ricardo Leitão, Pedro B. Ribeiro, João Teixeira, Miguel Bastos, Isabel Moital, Arune Bhuralal, Isabel Oliveira, Ana Teresa Mota, Luís Costa, Francisco Fonseca, João Nelas, Tiago Queiroz, António Padilha, Rita Mateus, Daniel Correia, João Saro João Pereira Amorim, Sérgio Nunes, Telmo Gomes, André Morais, Antonio Loureiro, Beatriz Bagulho, Tiago Stock, Joaquim Manuel Jorge Borges, Gabriel Candal, Joaquim Ribeiro, Fábio Monteiro, João Barbosa, Tiago M Machado, Rita Sousa Pereira, Henrique Pedro, Cloé Leal de Magalhães, Francisco Moura, Rui Antunes7, Joel, Pedro L, João Diamantino, Nuno Lages, João Farinha, Henrique Vieira, André Abrantes, Hélder Moreira, José Losa, João Ferreira, Rui Vilao, Jorge Amorim, João Pereira, Goncalo Murteira Machado Monteiro, Luis Miguel da Silva Barbosa, Bruno Lamas, Carlos Silveira, Maria Francisca Couto, Alexandre Freitas, Afonso Martins, José Proença, Jose Pedroso, Telmo , Francisco Vasconcelos, Duarte , Luis Marques, Joana Margarida Alves Martins, Tiago Parente, Ana Moreira, António Queimadela, David Gil, Daniel Pais, Miguel Jacinto, Luís Santos, Bernardo Pimentel, Gonçalo de Paiva e Pona , Tiago Pedroso, Gonçalo Castro, Inês Inocêncio, Hugo Ramos, Pedro Bravo, António Mendes Silva, paulo matos, Luís Brandão, Tomás Saraiva, Ana Vitória Soares, Mestre88 , Nuno Malvar, Ana Rita Laureano, Manuel Botelho da Silva, Pedro Brito, Wedge, Bruno Amorim Inácio, Manuel Martins, Ana Sousa Amorim, Robertt, Miguel Palhas, Maria Oliveira, Cheila Bhuralal, Filipe Melo, Gil Batista Marinho, Cesar Correia, Salomé Afonso, Diogo Silva, Patrícia Esquível , Inês Patrão, Daniel Almeida, Paulo Ferreira, Macaco Quitado, Pedro Correia, Francisco Santos, Antonio Albuquerque, Renato Mendes, João Barbosa, Margarida Gonçalves, Andrea Grosso, João Pinho , João Crispim, Francisco Aguiar , João Diogo, João Diogo Silva, José Oliveira Pratas, João Moreira, Vasco Lima, Tomás Félix, Pedro Rebelo, Nuno Gonçalves, Pedro , Marta Baptista Coelho, Mariana Barosa, Francisco Arantes, João Raimundo, Mafalda Pratas, Tiago Pires, Luis Quelhas Valente, Vasco Sá Pinto, Jorge Soares, Pedro Miguel Pereira Vieira, Pedro F. Finisterra, Ricardo Santos _______________ Esta conversa foi editada por: Hugo Oliveira _______________ Bio: Edalina Rodrigues Sanches é doutorada em Ciência Política (Universidade de Lisboa) e Investigadora Auxiliar no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. Os seus interesses de investigação incluem democratização, protesto popular, desenvolvimento dos partidos e sistemas partidários e representação política, com enfoque em África. A sua investigação tem sido publicada em revistas como Party Politics, African Affairs, Journal of Contemporary African Studies, Parliamentary Affairs, Electoral Studies, entre outras. Publicou recentemente o livro Party Systems in Young Democracies: Varieties of institutionalization in Sub-Saharan Africa (Routledge, 2018) e organizou o livro Popular Protest, Political Opportunities, and Change in Africa (Routledge, 2022). Integra a comissão editorial das revistas Caderno de Estudos Africanos e Análise Social.
Demos uma volta pela bacia do Pacífico, passando pela posse de Petro na Colômbia - com direito ao constrangimento público de Felipe VI - e a batida policial na casa de Trump, em Palm Beach.Também repercutimos as últimas atualizações da invasão russa à Ucrania e as eleições na Itália.No mais, demos um giro pelo continente-mãe, com eleições gerais no Quênia e acordo no Chade.