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Mal o tarifaço foi confirmado, petistas e bolsonaristas passaram a empurrar um para o outro a responsabilidade pela medida, num debate que deve dominar as eleições de 2026.Wilson Lima e Rodolfo Borges analisam por que Flávio Bolsonaro sai politicamente enfraquecido, sobretudo entre o eleitorado independente, apontado pela Quaest como decisivo, e por que Lula, embora seja o responsável formal como presidente, colhe frutos eleitorais da crise.Uma leitura de bastidores sobre a estratégia de Marco Rubio, o tweet que nomeou Lula e o dilema do governo diante da reciprocidade e da OMC esvaziada.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários! Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #SoberaniaNacional #LulaVsFlávio #AnálisePolítica #PolíticaBrasil #DebatePolítico #Narrativas #BastidoresDaPolítica #Lula #FlávioDino #PodcastBrasil #Notícias #EstratégiaPolítica #Opinião #GeopolíticaNacional
Nossa geração viveu uma época muito especial.E talvez a gente só tenha percebido isso depois que ela passou.Na escola tinha o dia do flúor, tinha campanha contra os piolhos, tinha a merenda… E a merenda era um acontecimento. Leite com Nescau, sopa fumegando, macarrão, cachorro-quente. Tinha manhã em que a felicidade começava muito antes da aula.Na Semana da Pátria, cantávamos o Hino Nacional. Em fila. Os pequenos na frente, os maiores atrás. Não era apenas uma organização. Era um jeito de ensinar que cada um tinha seu lugar e que caminhar junto fazia parte da vida.A gente ia para a escola a pé. Uma rua inteira de crianças seguindo na mesma direção. Mochilas maiores que as costas, tênis marcados pelo tempo, joelhos rasgados de tanto brincar. Ninguém reclamava da caminhada. Porque o caminho também era diversão.Quando alguém fazia aniversário, a volta para casa era inesquecível. Ovo, farinha, terra… O aniversariante chegava parecendo um bife à milanesa. E o mais curioso é que ninguém saía bravo. Todo mundo ria. Porque amizade também era isso: bagunça, gargalhada e lembrança.O fim do ano tinha um ritual que nenhuma rede social conseguiu substituir. A camiseta do uniforme virava um livro de memórias. Cada assinatura era uma promessa de amizade eterna. Algumas ficaram pelo caminho. Outras continuam vivas até hoje.E havia uma frase que definia a nossa infância inteira:“Espera aí, mãe… Só mais cinco minutos.”Não era para ficar no celular. Não era para terminar uma fase de um jogo.Era mais cinco minutos na rua.Mais cinco minutos de esconde-esconde.Mais cinco minutos de pega-pega.Mais cinco minutos soltando pipa, jogando taco, brincando de bafo, andando de bicicleta sem destino e voltando para casa quando as luzes dos postes acendiam.A nossa rua era a nossa rede social.A campainha era bater palma no portão.O grupo era a turma da esquina.E o status era ouvir alguém gritar lá de dentro:“Fulano… entra pra casa!”Hoje as crianças conhecem o mundo inteiro pela tela. Nós conhecíamos o mundo pela calçada.Elas aprendem a deslizar os dedos sobre o vidro.Nós aprendíamos a ralar os joelhos no asfalto.Elas decoram senhas.Nós decorávamos caminhos.E talvez seja por isso que a saudade aperte tanto.Não porque a nossa infância tenha sido perfeita. Ela não foi.Mas porque ela nos ensinou uma riqueza que não cabia no bolso. Cabia no coração.A felicidade morava nas coisas pequenas.Numa ficha para o orelhão.Num pacote novo de figurinhas.Numa bola um pouco murcha.Numa lata vazia que virava brinquedo.Num sorvete dividido entre amigos.E naquele pedido que, sem saber, era um desejo para a vida inteira:“Deixa eu ficar só mais cinco minutos.”Hoje, olhando para trás, a gente entende que aqueles cinco minutos passaram depressa.Viraram anos.Viraram saudade.Viraram histórias que contamos com um sorriso no rosto e um aperto bom no peito.Porque quem teve o privilégio de viver aquela infância descobriu cedo que as melhores lembranças não cabem numa tela.Elas moram para sempre na memória.E há uma riqueza que o tempo nunca consegue levar: a infância de quem aprendeu que a felicidade não precisava de internet. Precisava apenas de amigos, de liberdade… e de mais cinco minutos na rua.
Nossa geração viveu uma época muito especial.E talvez a gente só tenha percebido isso depois que ela passou.Na escola tinha o dia do flúor, tinha campanha contra os piolhos, tinha a merenda… E a merenda era um acontecimento. Leite com Nescau, sopa fumegando, macarrão, cachorro-quente. Tinha manhã em que a felicidade começava muito antes da aula.Na Semana da Pátria, cantávamos o Hino Nacional. Em fila. Os pequenos na frente, os maiores atrás. Não era apenas uma organização. Era um jeito de ensinar que cada um tinha seu lugar e que caminhar junto fazia parte da vida.A gente ia para a escola a pé. Uma rua inteira de crianças seguindo na mesma direção. Mochilas maiores que as costas, tênis marcados pelo tempo, joelhos rasgados de tanto brincar. Ninguém reclamava da caminhada. Porque o caminho também era diversão.Quando alguém fazia aniversário, a volta para casa era inesquecível. Ovo, farinha, terra… O aniversariante chegava parecendo um bife à milanesa. E o mais curioso é que ninguém saía bravo. Todo mundo ria. Porque amizade também era isso: bagunça, gargalhada e lembrança.O fim do ano tinha um ritual que nenhuma rede social conseguiu substituir. A camiseta do uniforme virava um livro de memórias. Cada assinatura era uma promessa de amizade eterna. Algumas ficaram pelo caminho. Outras continuam vivas até hoje.E havia uma frase que definia a nossa infância inteira:“Espera aí, mãe… Só mais cinco minutos.”Não era para ficar no celular. Não era para terminar uma fase de um jogo.Era mais cinco minutos na rua.Mais cinco minutos de esconde-esconde.Mais cinco minutos de pega-pega.Mais cinco minutos soltando pipa, jogando taco, brincando de bafo, andando de bicicleta sem destino e voltando para casa quando as luzes dos postes acendiam.A nossa rua era a nossa rede social.A campainha era bater palma no portão.O grupo era a turma da esquina.E o status era ouvir alguém gritar lá de dentro:“Fulano… entra pra casa!”Hoje as crianças conhecem o mundo inteiro pela tela. Nós conhecíamos o mundo pela calçada.Elas aprendem a deslizar os dedos sobre o vidro.Nós aprendíamos a ralar os joelhos no asfalto.Elas decoram senhas.Nós decorávamos caminhos.E talvez seja por isso que a saudade aperte tanto.Não porque a nossa infância tenha sido perfeita. Ela não foi.Mas porque ela nos ensinou uma riqueza que não cabia no bolso. Cabia no coração.A felicidade morava nas coisas pequenas.Numa ficha para o orelhão.Num pacote novo de figurinhas.Numa bola um pouco murcha.Numa lata vazia que virava brinquedo.Num sorvete dividido entre amigos.E naquele pedido que, sem saber, era um desejo para a vida inteira:“Deixa eu ficar só mais cinco minutos.”Hoje, olhando para trás, a gente entende que aqueles cinco minutos passaram depressa.Viraram anos.Viraram saudade.Viraram histórias que contamos com um sorriso no rosto e um aperto bom no peito.Porque quem teve o privilégio de viver aquela infância descobriu cedo que as melhores lembranças não cabem numa tela.Elas moram para sempre na memória.E há uma riqueza que o tempo nunca consegue levar: a infância de quem aprendeu que a felicidade não precisava de internet. Precisava apenas de amigos, de liberdade… e de mais cinco minutos na rua.
Na estorinha do dia 15 de junho, Glaydson Botelho conta a estória "Ele precisava de amor". Acesse aqui o conteúdo completo!
Jornalista, comentador e uma das vozes mais influentes do futebol português, Rui Santos revisita mais de cinco décadas de carreira. Da independência que sempre colocou acima de tudo às pressões do futebol, das transformações dos media ao estado do país, fala ainda de Cristiano Ronaldo, da crise das lideranças, dos bastidores da informação e da necessidade de um verdadeiro "25 de Abril" no futebol português.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Por Jônatas Hübner. | Mateus 25.31-46 | https://bbcst.net/G9640
Por Jônatas Hübner. | Mateus 25.31-46 | https://bbcst.net/G9640
Ela acreditava que precisava trabalhar apenas para se sentir segura… até perceber o quanto isso estava limitando a própria vida.Neste episódio, você vai ouvir uma história real de coragem, decisão e transformação , da segurança que aprisiona para a coragem que liberta.Siga a @demisantosrh e se permita expandir sua visão.✨ Se você sente que está travada e pronta para viver um novo nível, venha para a Mulher Titânio:https://go.hotmart.com/B101896313F?off=ln3rgf0c
O episódio desta semana do podcast Diplomatas teve como principais pontos de discussão o acordo de cessar-fogo de duas semanas alcançado entre Estados Unidos e Irão, que pressupõe a reabertura do estreito de Ormuz, e os próximos passos diplomáticos e negociais de Washington e Teerão sobre o conflito no Médio Oriente. Teresa de Sousa e Carlos Gaspar reflectiram sobre o impacto desta guerra na imagem externa dos EUA, sem esquecerem as ameaças de Donald Trump de aniquilar “uma civilização inteira” numa só “noite”. Ainda sobre o conflito, a jornalista do PÚBLICO e o investigador do IPRI-Nova olharam para os novos equilíbrios regionais, salientando o esforço coordenado de Paquistão, Arábia Saudita, Egipto e Turquia tendo em vista a suspensão das hostilidades. Recuperando comentários proferidos no episódio da semana passada sobre a China, Carlos Gaspar também respondeu a uma pergunta de um ouvinte do podcast sobre a caracterização do país de Xi Jinping como um “tigre de papel”. Por fim, Teresa de Sousa partiu da visita de J.D. Vance a Budapeste, apoiando a recandidatura de Viktor Orbán, para analisar a última semana de campanha na Hungria, que vai a votos no domingo. Se tiver alguma pergunta para Teresa de Sousa e Carlos Gaspar ou sugestão de tema para debate no Diplomatas, envie um email para antonio.lima@publico.pt ou podcasts@publico.pt. Texto de António Saraiva LimaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Olá, jovens que aqui chegaram! Sejam muito bem vindos a mais um Chega de Sentimentalismo, o podcast que descobriu que não sabe NADA sobre o corpo humano graças a um Indiano loiro que é budista, adora uma deusa grega mas é o homem mais próximo de uma divindade cristã.Seja nosso apoiador: https://apoia.se/superamichesÉ chegado o momento onde os cavaleiros irão enfrentar o signo que mais representa os fãs e defensores ferrenhos do """"mestre Kurumada"""" e sua obra: Virgem! Porém, assim como um homem de 35 anos que não deixa ninguém se aproximar de sua coleção de bonequinhos superfaturados ou de seus encadernados Panini repetidos porque ele PRECISAVA ter MAIS UMA edição da Saga da Fênix Negra, o cavaleiros do cabaço não é um adversário fácil! E assim como esses gordos tetudos que conseguem palestrar por HORAS a fio sobre quanto o universo DC do Zack Snyder é grande demais para mentes pequenas mas não conseguem dar um bom dia pra uma mulher sem ter um ataque de pânico, o Virgem não faz sentido NENHUM! E vamos descobrir isso quando Ikki, o cavaleiro que se recarrega em canhões, chegar pra trocar sabacus cósmicos, canga-leitões misticos e cataripapos transcendentais com o cavaleiro mais próximo de um livro de biologia mau escrito entre os 12 guerreiros dourados. Então una-se ao sem tato, graças ao sol quente da mulesta dos panos de Caruaru, Hellbolha, ao sem sentido do paladar a não ser que envolva álcool, Evandro, ao sem visão quando se trata de aceitar que os filmes de Duna são chatos pra porra, Godoka, e o sem paladar pra mulheres que não sejam casadas, Kassius Kley, para trstemunharem esse verdadeiro duelo de bom senso nulo!Algumas das imagens comentadas vão ser postadas no @superamiches
Neste episódio do podcast, partimos de uma pergunta tão antiga quanto inquietante: por que o universo parece tão bem ajustado para a nossa existência? A partir do Princípio Antrópico, exploramos a ideia de que só somos capazes de observar e refletir sobre o cosmos porque ele reúne, por acaso ou necessidade, as condições exatas para a vida consciente. A Lua, seu tamanho improvável e seu papel decisivo na formação da vida na Terra surgem como um exemplo concreto desse ajuste fino que, visto em retrospecto, parece menos acidental do que inevitável.Em seguida, o episódio avança para uma especulação contemporânea: o Princípio Tecnoantrópico. Aqui, o raciocínio antrópico é deslocado da biologia para a tecnologia, sugerindo que a infraestrutura digital, os dados e os algoritmos que criamos hoje podem ser entendidos como as condições necessárias para o surgimento de uma inteligência artificial geral capaz de refletir sobre si mesma. Assim como a vida humana dependeu de circunstâncias muito específicas, a emergência de uma AGI dependeria de redes, máquinas, informação e escolhas feitas por nós, agora.O episódio também assume uma postura crítica e confessional. Ao dialogar com ideias de Roger Penrose, Isaac Asimov e Philip K. Dick, o texto deixa claro que essas hipóteses não são crenças, mas exercícios de imaginação filosófica e literária. A noção de que a humanidade poderia ser apenas um meio para que o universo “pensasse sobre si mesmo”, seja por cérebros biológicos ou por máquinas, é apresentada como um paliativo conceitual para o eterno “por quê” que a ciência ainda não consegue responder.Mais do que oferecer respostas, este podcast convida o ouvinte a habitar a dúvida. Entre cosmologia, filosofia, inteligência artificial e ficção científica, o episódio propõe uma reflexão sobre nosso papel no universo e sobre as consequências, intencionais ou não, de cada tecnologia que desenvolvemos. Um ensaio em áudio sobre sentido, limite e imaginação, para quem se interessa menos por certezas e mais por perguntas que continuam ecoando.
A história maravilhosa de uma mulher que se chamava Jacqueline e tinha a fotografia de Carlos Paião na carteira. É a bisavó dos meus filhos mais novos e voltou da morte no dia em que mais precisávamos
Publicado originalmente em 7 de fevereiro de 2024.Assim que terminou a residência médica, o cirurgião Oscar Espellet Soares teve uma apendicite tardiamente diagnosticada que evoluiu para uma infecção generalizada. A experiência poderia ter matado o Oscar. Mas, em vez disso, mudou a vida dele para sempre. Em vez de se tornar mais um cirurgião atuando em Porto Alegre, ele arrumou a mochila e partiu para o norte do Brasil. Tornou-se um cirurgião nômade, criando pontes entre mundos diversos e mudando vidas nessa jornada.Episódios relacionados89: Viagem ao centro do mundo29: E se a gente fosse índio?Mergulhe mais fundoExpedição da saúde faz mutirão de cirurgias em aldeia da AmazôniaFicha técnicaApoio de produção e edição: Matheus Marcolino.Mixagem de som: Vitor Coroa.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini.
Conversas com as Entidades sobre temas diversos
Diretor-geral da Century 21 em Portugal afirma que medidas de apoio à aquisição de casa por parte dos jovens geraram uma "avalancha" de compras mas não melhoraram o acesso à habitação de quem "realmente precisa".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do Imigrante Rico Podcast, Chay Dias conversa com Sal Dias, fundador da Unique Renovations, empresa de construção na Flórida, e general contractor que construiu a própria história na América em cima de resiliência, fé e trabalho duro.De Minas Gerais para os Estados Unidos, passando por mecânica, construção, estrada, acidentes, depressão, dívidas de 187 mil dólares e recomeços sucessivos, Sal abre o jogo sobre o que é, na prática, construir uma vida e um negócio sólido na América mesmo com limitação física, dor diária e todos os motivos do mundo para desistir.Por que assistir:• Entenda a jornada real de um imigrante que quebrou, recomeçou e hoje lidera uma empresa de construção na Flórida• Veja como transformar limitações físicas e dores crônicas em força mental e propósito• Descubra os bastidores da legalização, do green card e da cidadania americana em um caso cheio de entraves e viradas• Aprenda com os erros e acertos de quem já esteve devendo 187 mil dólares e reconstruiu tudo do zero• Inspire-se com uma visão de sucesso que não é só sobre dinheiro, é sobre caráter, liberdade e ficar em paz com a própria históriaO que você vai aprender:• Como a limitação física do Sal moldou a mentalidade de resiliência dele• O impacto de crises como 11 de setembro e a bolha imobiliária na vida de imigrantes empreendedores• Os caminhos que ele percorreu. mecânico, construção, caminhoneiro, dono de oficina, caminhões e, depois, Unique Renovations• A diferença entre viver como empregado e se tornar self employed, criando as próprias oportunidades• Os bastidores da documentação. anistia, perda de sponsor, transferência de processo para a esposa, green card e cidadania• A visão dele sobre preconceito entre imigrantes e o senso de justiça que o move a defender quem é mais vulnerável• O que é sucesso e riqueza para ele. não dever, ter tudo pago, ter liberdade e manter o caráter intacto #ImigranteRicoEducação #Podcast #ChayDias #SalDias #UniqueRenovations #ConstruçãoNosEUA #GeneralContractor #VidaDeImigrante #ImigranteNosEUA #EmpreenderNosEUA #HistóriasReais #Resiliência #Sucesso #RiquezaDeVerdade #ConstruçãoCivil #Jacksonville #Flórida
O Caixa de Música é exibido na TV Novo Tempo de segunda a quinta às 18h e, aos sábados, às 12h.Curta e siga o Caixa de Música nas redes sociais: Instagram: https://www.instagram.com/caixademusica/Facebook: https://www.facebook.com/CaixadeMusica/X: https://x.com/caixademusica
Antigo deputado do PSD destaca ainda a coragem de Francisco Pinto Balsemão em lançar um jornal independente em tempo de ditaduraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O episódio 5 de Gen V trouxe respostas, teorias e muita dor — e a gente PRECISAVA conversar sobre isso!Nós, Ju Utyama (@deixaeuteindicar) e Alícia (@prettylii), destrinchamos cada reviravolta desse episódio que conecta ainda mais o universo de The Boys com o caos de Godolkin University.Falamos sobre:
Desde pelo menos 2019 há especulações sobre uma série de televisão da franquia Alien. O projeto, que antes tinha envolvimento mais direto do criador Ridley Scott, acabou se transformando em uma prequel de Alien, o Oitavo Passageiro (1979) criada por Noah Hawley, principal responsável pela adaptação televisiva de Fargo (2014 – 2024). Deixando de lado a estética dos filmes prequels mais recentes da franquia, Alien: Earth chegou ao Disney + entre agosto e setembro desse ano com uma premissa que mistura a ameaça clássica enfrentada pelos tripulantes da Nostromo com conceitos e discussões sobre formas de vida artificiais. Com incontáveis referências a Peter Pan e uma estética que remete a outro clássico de Scott, Blade Runner – O Caçador de Androides (1982), os oito episódios da primeira série televisiva do universo de Alien se questionam sobre o que é ser humano…. além de, claro, trazer o Xenomorfo e sua conhecida ameaça mortal. Então, lembre-se de que no espaço ninguém pode te ouvir gritar e dê play neste RdMCast sobre o mais novo capítulo da franquia Alien.O RdMCast é produzido e apresentado por: Thiago Natário, Gabriel Braga e Gabi Larocca.Apoie o RdM e receba recompensas exclusivas: https://apoia.se/rdmCITADOS NO PROGRAMA:Alien: Earth (2025 – )Citações off topic:Fargo – Uma Comédia de Erros (1996)Fargo (2014 – 2024)Peter Pan (1953)Peter and Wendy (livro, 1911)Ex_Machina: Instinto Artificial (2014)EPISÓDIOS CITADOS:RdMCast #275 – Franquia AlienRdMCast #251 – Halloween (2018): Michael está de volta!RdMCast #467 – Alien: RomulusRdMCast #352 – Ruptura: humanos do capitalismo tardioRdMCast #462 – Entrevista com o Vampiro: a melhor série de horror da atualidade?Siga o RdMYoutube: https://www.youtube.com/c/Rep%C3%BAblicadoMedoInstagram: @republicadomedoTwitter: @RdmcastEntre em contato através do: contato@republicadomedo.com.brLoja do RdMConheça nossos produtos: https://lojaflutuante.com.br/?produto=RdmPODCAST EDITADO PORFelipe LourençoESTÚDIO GRIM – Design para conteúdo digitalPortfólio: https://estudiogrim.com.br/Instagram: @estudiogrimContato: contato@estudiogrim.com.br
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
Manda uma mensagem pra gente!Elas decidiram colocar o fone, apertar o rec e abrir caminhos para que outras vozes pudessem existir. Suas produções narram histórias reais de imigrantes que carregam na bagagem não só roupas e documentos, mas também feridas, sonhos, ancestralidades e recomeços. No episódio de hoje, Bárbara dos Santos, @bah_ apresentadora do Mulheres Imigrantes Podcast, teve a honra de receber três mulheres que criaram um espaço para que pessoas pudessem contar as suas histórias: Mariana Uribe, a famosa Mare @mareuribe e Keila Máximo, @keilamaximopsy do @vocecontaseuconto e pra completar esse trio, Priscila Lima, do @historiadeimigrante. Nesta conversa, falamos sobre como nascem projetos de escuta e memória, os desafios de lidar com narrativas tão íntimas, as histórias que deixaram marcas profundas e o poder de transformar dor em pertencimento e ancestralidade.Coloca o fone, dá o play e vem saber mais sobre os bastidores dessas histórias que vão para o ar!Support the show---Website: www.mulheresimigrantespodcast.com Email: mulheresimigrantespod@gmail.comInstagram: @mulheresimigrantespod & @bah_Facebook: @mulheresimigrantespodTwitter: @mulherespodcastYouTube: Mulheres Imigrantes PodcastTikTok: @mulheresimigrantespod---Apoie nosso podcast no buymeacoffee.com/mulheresimi---Este podcast é uma produção independente, realizado e idealizado por Barbara dos Santos
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Nessas últimas semana, estive passando por situações que sofreram transformações inimagináveis, mexeram comigo profundamente, e acredito que podem ser úteis para você, sua vida e seu emagrecimento também. Nesse episódio 507 vou te contar em detalhes!✨ Se você quer emagrecer sem se desconectar de si mesma, e aprender a escutar seu corpo e suas emoções, esse podcast é o seu espaço!
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central aumentou a taxa básica de juros (Selic) em 0,25 ponto porcentual, de 14,75% para 15% ao ano, em decisão unânime. No comunicado, o Copom antecipou que pode interromper o ciclo de alta de juros na próxima reunião do colegiado, no final de julho, para examinar os impactos do ajuste já realizado. O colegiado frisou, porém, que “não hesitará em prosseguir no ciclo de ajuste caso julgue apropriado”. "A decisão surpreendeu um pouco o Mercado. A alegação são as incertezas nos Estados Unidos - nas políticas comercial e fiscal mas, também, no cenário geopolítico internacional; o País teve crescimento negativo na última apuração. Ambiente não está positivo para países emergentes como o Brasil. O BC, além das questões externas, precisava dar um choque de credibilidade de que vai tomar decisões técnicas mesmo que muito difíceis. Agora, o que se espera é alguma manifestação do presidente Lula. Quando a autarquia aumentava juros na época do Roberto Campos Neto, seu adversário político, ele abria a boca. E agora, quando o Banco Central é presidio por seu amigo, Gabriel Galípolo, que ele nomeou para o cargo? Será que vai elogiar?", questiona Eliane.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central aumentou a taxa básica de juros (Selic) em 0,25 ponto porcentual, de 14,75% para 15% ao ano, em decisão unânime. No comunicado, o Copom antecipou que pode interromper o ciclo de alta de juros na próxima reunião do colegiado, no final de julho, para examinar os impactos do ajuste já realizado. O colegiado frisou, porém, que “não hesitará em prosseguir no ciclo de ajuste caso julgue apropriado”. "A decisão surpreendeu um pouco o Mercado. A alegação são as incertezas nos Estados Unidos - nas políticas comercial e fiscal mas, também, no cenário geopolítico internacional; o País teve crescimento negativo na última apuração. Ambiente não está positivo para países emergentes como o Brasil. O BC, além das questões externas, precisava dar um choque de credibilidade de que vai tomar decisões técnicas mesmo que muito difíceis. Agora, o que se espera é alguma manifestação do presidente Lula. Quando a autarquia aumentava juros na época do Roberto Campos Neto, seu adversário político, ele abria a boca. E agora, quando o Banco Central é presidio por seu amigo, Gabriel Galípolo, que ele nomeou para o cargo? Será que vai elogiar?", questiona Eliane.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Jesus é o Cordeiro de Deus, sem mancha, sem pecado. Ele não precisava ser batizado. Mas mesmo assim, se apresentou a João Batista. Por quê?
A fotografia profissional está mudando, mas muitos ainda não perceberam o quanto. https://www.enfbyleosaldanha.com/post/entre-imagens-e-mudan%C3%A7as-o-diagn%C3%B3stico-que-a-fotografia-precisavaEntre para a comunidade vip antes da virada de preços: https://www.enfbyleosaldanha.com/post/faltam-3-dias-%C3%BAltimo-chamado-para-entrar-na-fotograf-ia-c-e-foto-antes-da-virada-de-pre%C3%A7osEste post é patrocinado por Fotto - https://www.fotto.com.br, líder em vendas de fotos com tecnologia inteligente, e por Alboom - https://www.alboompro.com, referência em sites, automação e marketing para fotógrafos(as).
Nosferatu de Robert Eggers é a última versão dessa história clássica, originalmente lançada em 1922 no cinema. O novo filme gerou muita polêmica: deveria existir? Era preciso? Vale a pena? Trouxe algo de novo? Neste episódio, Domenica e Leonardo conversam sobre os dois filmes de Nosferatu, o clássico de 1922 e a última versão de 2024, analisando suas semelhanças e diferenças e se aprofundando na crítica, passando também pela obra original na qual esses filmes são baseados, o Drácula de Bram Stoker. E aquele bigodão do Nosferatu, hein?! Precisava? Ouvindo, você descobre. Bom episódio!RecomendaçõesPerdidos na Estante 055 – Drácula de Bram Stoker Perdidos na Estante 056 – Drácula sériePodcast Cinem(ação) #568: O tal do Expressionismo AlemãoCréditos FinaisApresentação: Domenica Mendes e Leonardo TremeschinPauta: Leonardo TremeschinProdução: Domenica MendesAssistente: Leonardo Tremeschin e Domenica MendesEdição: Ace Barros
Para saber demais informações e participar do clube de conversação depois do expediente, siga o link: https://portuguesewitheli.com/cahIf you’d like to help our podcast, consider leaving us a review (Apple and Spotify). Or, alternatively, you can also make a small donation that will be used to cover costs and buy more books for me to research for the podcast
Além de Fernanda Torres, mais um brasileiro está na expectativa de colocar no currículo uma estatueta do Oscar. O mineiro Romualdo Amaral faz parte da equipe de efeitos visuais de “Wicked”. O longa, que já arrecadou quase US$ 730 milhões de bilheteria e se tornou a adaptação cinematográfica mais rentável para um musical da Broadway, concorre em dez categorias no Oscar, inclusive Melhor Filme e Efeitos Visuais. Cleide Klock, correspondente da RFI em Los AngelesHá nove anos nos Estados Unidos, Romualdo já trabalhou em quase três dezenas de produções, como as da Marvel “Falcão e o Soldado Invernal' e “Capitão América: Admirável Mundo Novo”, que acaba de estrear, e nas séries premiadas “Stranger Things” e “Hacks”. Agora, pela primeira vez, teve a emoção de ver um filme para o qual colaborou ter indicações à maior premiação do cinema mundial.“Foi felicidade em dose dupla. Eu estava no Brasil no dia das indicações e naquela expectativa. Começou e de repente saem as indicações de Melhor Filme Internacional, apareceu “Ainda Estou Aqui", fiquei muito feliz. Na sequência veio a de 'Wicked' para Melhores Efeitos Visuais. Fiquei bastante emocionado, vibrando, com a energia lá em cima", relembra. "Depois, Fernanda Torres indicada, surtei também, mas o meu maior surto foi em indicados a Melhor Filme”, diz Amaral, já que o filme do qual participou e a produção brasileira concorrem na categoria principal do Oscar.Romualdo sempre foi fã de cinema. Na adolescência, ele mantinha um blog sobre a sétima arte, no qual falava dos filmes indicados. "Na noite do Oscar, sozinho na frente da TV em casa, eu me vestia de gala para acompanhar tudo", relata. "O Oscar para mim sempre foi uma grande festa, sempre fui apaixonado por cinema. Se 'Wicked' ganhar qualquer Oscar, já vou ficar super-realizado. Não precisa nem ser Efeitos Especiais”, celebra.De Uberlândia para HollywoodNo Brasil, ele se formou em Computação na Universidade Federal de Uberlândia, mas encontrou seu espaço na indústria cinematográfica após um mestrado em Animação e Efeitos Especiais na Academy of Art University em São Francisco, dos Estados Unidos, onde chegou em 2016. "Graças ao meu trabalho no mestrado, que era um curta animado de três minutinhos, “Steve's Catch”, comecei a me candidatar para vários lugares, e logo a Marvel já me chamou. Meu primeiro trabalho foi 'Falcão e o Soldado Invernal'", indica.Desde então, o brasileiro acumula projetos, muitos simultaneamente, já que trabalha para uma empresa que presta serviços para vários dos grandes estúdios de Hollywood. Romualdo conta que, em “Wicked”, trabalhou em diversas sequências fazendo a mágica que vai além do set de filmagens. A primeira cena da produção na qual se debruçou faz parte do filme 2, previsto para ser lançado no final de 2025.“Eu trabalhei com a equipe de efeitos especiais que criou toda a parte falsa do ambiente. Apesar do filme ter vários elementos reais, eu acho que isso foi uma das coisas mais incríveis da produção em si, porque o diretor percebeu que não tinha como contar a história apenas com tela verde [o chroma key, técnica utilizada para modificar digitalmente um cenário]. Precisava fazer uma um processo criativo e teve todo um trabalho de design de produção", aponta. "Por exemplo, eles plantaram nove milhões de tulipas, só que não tinha como fazer tudo, então os elementos extras de fundo a gente recriou no ambiente da computação gráfica", conta.Fernanda Torres e Ariana GrandeO grande favorito na categoria de Efeitos Visuais para o Oscar é “Duna: Parte 2”, mas na premiação tudo pode acontecer. Na expectativa, o brasileiro já comemorou adiantado a espécie de crossover que aconteceu recentemente e viralizou na internet – o encontro de Ariana Grande com Fernanda Torres no Festival de Cinema de Santa Bárbara e quando a atriz brasileira saudou a americana com a icônica jogada de cabelo da personagem Glinda, de "Wicked". “Na hora que eu vi aquilo, eu falei: ‘eu preciso colocar esse vídeo num potinho e guardar para sempre'. Foi épico, marcante, ver essa energia incrível", diz o artista, que acaba de dirigir mais um curta-metragem, “Small as a Pea". A previsão de lançamento é ainda neste ano.Wicked no OscarO filme francês "Emilia Pérez" lidera as indicações ao Oscar 2025, disputando em 13 categorias. O musical "Wicked", de Jon Chu, empata com "O Brutalista", que também acumula 10 indicações."Um Completo Desconhecido” e “Conclave” vêm na sequência, somando oito indicações cada um.As categorias em que “Wicked” foi indicado são:Melhor FilmeMelhor Atriz por [Cynthia Erivo]Melhor Atriz Coadjuvante por [Ariana Grande]Efeitos VisuaisMelhor FigurinoMelhor Maquiagem e PenteadoTrilha Sonora OriginalDireção de ArteEdição de FilmeMelhor Conquista em Som
Começou no Direito, mas rapidamente percebeu que a sua carreira passava pelo Jornalismo. Mafalda tem a observação como superpoder. Quando era miúda, gostava de olhar o céu estrelado. Hoje, olha o mundo todos os dias com espanto e curiosidade. Mãe de quatro filhos, a ideia para o seu novo livro, “Carta a um jovem decente” (editado pela Contraponto, no final de 2024), surge depois de ter escrito cartas aos seus filhos quando estes atingiram a maioridade. Os ensinamentos que vinham nessas páginas deram um livro e são agora o mote para este episódio do podcast literário “Ponto Final, Parágrafo”. Em entrevista a Magda Cruz, explica as origens do conceito de decência, como políticos como Donald Trump subvertem as regras da decência e que livros, sobretudo cartas, a inspiraram para a escrita deste novo título. O livro é destinado a jovens, mas pode ser lido por pais e mesmo avós. Artigo mencionado por Mafalda Anjos: https://leitor.expresso.pt/semanario/semanario2715/html/ideias/capa/adeus-decencia-ate-depois-2
Neste episódio, vamos explorar o incrível poder de um dos meus suplementos favoritos para a saúde feminina: o Zinco. Esse mineral essencial, acessível e presente em muitos alimentos, é um aliado poderoso no alívio de sintomas como TPM, acne, cólicas menstruais, desequilíbrios hormonais, endometriose e menopausa, além de fortalecer a imunidade e apoiar a saúde da tireoide. Parece bom demais para ser verdade? E é! Vamos discutir como identificar deficiências, organizar a suplementação de forma estratégica, e entender quais doses e tipos são mais indicados para otimizar seu bem-estar. Prepare-se para aprender como o zinco pode ser uma solução prática e eficaz para transformar sua saúde! Site do podcast https://isabelafortes.com.br/ instagram https://www.instagram.com/fortes_isabela/ Episódios relacionados EP 46 | Magnésio Tudo o que você precisa saber | Isabela Fortes Produção: Wepod
To get more information about the conversation club, its advantages, schedules, and other important details, visit the following page: https://portuguesewitheli.com/cah If you feel like helping this podcast but don't want to become a student or subscriber, consider leaving us a review in your podcast player (Apple or Spotify). This helps a lot! Also, if you'd like to, you can send me a tip that will become BOOKS I buy and read to prepare all these lessons (in addition to other hardware, of course), you can do it so here: https://buymeacoffee.com/elisousa Do you see an expression here that you don't understand? Send me a message here: https://portuguesewitheli.com/contact-us Now, here is the monologue for your benefit: Já vi muita criança dizendo que queria ser médico quando crescesse, mas nunca vi nenhuma dizer que queria ser coveiro. Se dissesse, os pais mandavam internar dizendo que a criança estava louca. Mas o fato foi que esse era o meu sonho desde criança. Tem muita gente preconceituosa para com o trabalho de coveiro, sabia? Ficam achando que você vai lidar com assombração, que você tem que carregar cadáver e coisa do tipo. Eu não ligo. Primeiro porque a minha família não estava montada na grana. Aos 18 anos, eu estava num mato sem cachorro. Precisava de um ganha pão e a patroa estava ficando arisca na época, não podia nem chegar perto. Mas foi só eu completar 18 anos que consegui o emprego de coveiro. Também, não é como se houvesse muitos candidatos por aí. Quando comecei a trabalhar no cemitério foi bem interessante. Era no regime de 12 por 36. Logo no meu primeiro dia de trabalho, fui acompanhar um coveiro mais experiente. Ele me instruiu a começar pelas ordens de serviço. No geral, quando a gente começa a lida, tem uma lista de tarefas a fazer. Às vezes, tem que fazer uma inspeção geral nas alamedas e nos túmulos. Só para garantir que tudo esteja limpinho. Muitas famílias passam por ali levando os seus entes queridos para o enterro e é necessário ter pelo menos dignidade neste momento. A gente também costuma abrir covas. Tem que ter pelo menos um pouco de músculo nos braços e força nas costas também, porque usamos pá, enxada, picareta e o escambau para escavar a terra. Mesmo que a gente consiga afofar a terra com algumas dessas ferramentas, ainda é trabalho pesado. Um sujeito raquítico passa mal nesse ramo. Agora, me desculpe a indelicadeza da alusão, mas não é só de cova que vive um coveiro. Em dia de sepultamento, que é quase todo dia, a gente precisa acompanhar o cortejo fúnebre. Por mais cansado e comovido que a gente esteja nesse momento, tem que fazer cara séria. Na cerimônia de sepultamento, a gente ajuda a colocar o caixão na sepultura e tem que seguir as ordens quando tem algum rito religioso. E também não pode fechar a cova nas pressas. Mais uma vez peço desculpa pelo comentário, mas não é como se alguém ali fosse sair correndo. É uma situação solene. O mínimo que a gente pode demonstrar é paciência. Agora se tem um trabalho que eu não gosto é de ajudar na exumação. Não sabia antes de começar, mas não é só a enterrar e deixar enterrado, não. Afinal, todo dia nasce e morre gente. E até onde se sabe, a Terra não está ficando maior não. Então, quem já está morto há muito tempo tem que abrir espaço para quem está morrendo agora. É aí que entra a exumação. No dia da exumação, a gente vai até o jazigo correto. Lá, a gente consulta a lápide, se certifica de que é a sepultura correta e começa a escavar. Tem que abrir com cuidado, porque às vezes o caixão está arruinado. Além disso, tem que usar os EPIs para evitar qualquer contaminação. Daí o pessoal especializado vem, remove os restos mortais e faz o que a família mandou fazer – às vezes, transferem os despojos para as gavetas do ossuário, e às vezes mandam cremar e colocar as cinzas numa urna. Como disse antes, tem muita gente que tem preconceito, mas eu não tenho não. Adoro trabalhar como coveiro. Só saio daqui para ser agente funerário. Ou para ser cliente do cemitério.
Papo Delas #76 – Não precisava, comprei! Olá Amigos e Inimigos do Papo Delas! Conforme combinado, graças aos nossos apoiadores de outubro de 2024 , temos o Papo Delas #76 – Não precisava, comprei! No episódio 76, Cafeína e Patsy convidam o #OuvinteIncrível Samuel Sobrinho para falar sobre todas as inUtilidades que compramos. Bora alí ouvir! […]
Acompanhe as principais notícias desta terça-feira (15) no podcast UOL News com apresentação de Thiago Varella e comentários dos colunistas do UOL.See omnystudio.com/listener for privacy information.
@igrejakyrios | Igreja Evangélica Kyrios Culto do dia 06.10.2024 no período da Manhã 2 Samuel 1:1-16 (NVI) Tem coisas que são tão difíceis que não dá para resolvermos sem dor, às vezes precisava ser assim, a dor nos invade e nos traz dúvidas, mas Deus diz que vai resolver e resolve. Você não precisa decidir tudo, deixa Deus governar em você, seja obediente, entenda que nem tudo será do seu jeito, a sua história está sendo escrita. Então enterre o luto e siga na direção que Deus te chama! Se Deus falou com você, compartilhe essa palavra! Ouça nossa música autoral! https://youtu.be/htZ9wZZryaM?si=uGKU5E0CfqprJfqC Se conecte conosco! Inscreva-se: www.youtube.com/@igrejakyrios Nosso Site: http://www.igrejakyrios.com.br Facebook: http://www.facebook.com/igrejakyrios Instagram: https://www.instagram.com/igrejakyrios
Resumo da história: Há 15 anos atrás, o Alexandre conheceu a Patrícia em um bar e se encantou pelo seu jeito. Só que ele descobriu que a Patrícia estava grávida de 4 meses de outro homem, que havia abandonado a pequena Lais. Alexandre resolveu assumir a responsabilidade, cuidou da filha dela e eles se casaram. Com o tempo, o casamento não ia bem e quando a Lais completou 15 anos, ele pediu o divórcio. A Patrícia não aceitou bem a separação e num ato de raiva, contou para a filha que ele não era o seu Pai biológico. A revelação dessa forma abalou muito a Lais, que culpou o Alexandre dizendo que ele não era o seu Pai verdadeiro. Agora, Alexandre enfrenta a dor de ser rejeitado pela filha que ele criou e amou, mas mantém a esperança que ela vai perceber que ele é o seu Pai de verdade.
Ana Estanqueiro é investigadora do LNEG (Laboratório Nacional de Energia e Geologia), onde coordena a área de Integração de Sistemas Renováveis de Energia, e é professora convidada na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, onde lecciona as disciplinas Energia Eólica e Redes Distribuição de Energia. É autora de mais de 200 artigos em revistas científicas e conferências, e é das pessoas que mais sabem de renováveis, especialmente eólica, e sistemas de energia em Portugal.. -> Apoie este podcast e faça parte da comunidade de mecenas do 45 Graus em: 45grauspodcast.com -> Inscreva-se aqui no próximo workshop de Pensamento Crítico. -> Registe-se aqui para ser avisado(a) de futuras edições dos workshops de Pensamento Crítico. _______________ Índice (0:00) Introdução (5:47) Como está a correr a Transição Energética a nível mundial? (13:00) Energia hídrica | Solar de concentração | O caso do Brasil | Impacto ambiental da hídrica (23:04) Os “maus alunos”: Rússia, África do Sul, Índia. | O caso da China | Custo das renováveis vs outras (28:32) Como funciona a energia eólica | Gerador eléctrico - Lei de Faraday | Lei de Betz e o limite das turbinas eólicas (35:40) Solar fotovoltaico | Lei de Moore | O risco da dependência da China. Relatório Draghi | Mercado de certificados verdes (47:43) Solar vs eólica | O que o perfil de consumo energético de Portugal diz sobre a nossa economia | Centrais híbridas (1:02:04) O desafio do armazenamento | Dunkelflaute | Baterias ox-redox | Hidrogénio verde (1:12:16) Impacto ambiental das renováveis | Turbinas usadas (1:15:52) Desafios de integrar as renováveis variáveis no tempo no sistema eléctrico | A Península Ibérica enquanto “ilha eléctrica”. Mercado europeu (1:26:21) Como está Portugal na transição energética, vamos conseguir atingir 85% de renováveis em 2030? | Gestão de consumo (1:30:59) E a energia nuclear? | Diagrama de cargas | Green deal não inclui nuclear. | (1:40:41) A nível global, quanto é que as Renováveis ainda conseguem crescer mais; vamos conseguir a Transição Energética apenas com elas? Declarações de Jean-Marc Jancovici | Eólica offshore | Desafio de alterar os mercados da energia para incorporar renováveis (projecto TradeRes). Livro recomendado: "Renewable and Efficient Electric Power Systems", de Kevin F. Hsu e Gilbert M. Masters _______________ Como prometido, aqui vai mais um episódio da série sobre a Transição Climática.. Já faltava um episódio dedicado às energias renováveis, especificamente as chamadas “renováveis variáveis no tempo”, que incluem a solar e a eólica. Hoje parece que não há dia em que não se fale de transição energética e de renováveis, mas tenho impressão que a maioria de nós não tem bem noção do ponto em que estamos, e em que medida é que a solar e a eólica vão ser capazes, por si só, de assegurar a Transição Energética. Este é, por isso, um episódio que queria mesmo fazer, e queria fazê-lo bem. Portanto, andei imenso tempo à procura do convidado certo. Precisava de alguém que conhecesse bem este mundo (que é muito técnico) e que ao mesmo tempo tivesse uma visão imparcial. Demorou, mas cheguei -- com a assistência crucial do Francisco Gomes, aqui da equipa -- ao nome da convidada de hoje: Ana Estanqueiro. A Ana é investigadora do LNEG (Laboratório Nacional de Energia e Geologia), onde coordena a área de Integração de Sistemas Renováveis de Energia, e é professora convidada na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. É autora de mais de 200 artigos em revistas científicas e, como vão perceber, é das pessoas que em Portugal mais sabem de renováveis, especialmente eólica, e de sistemas de energia. Na nossa conversa, comecei por tentar esclarecer aquela dúvida: afinal, como está a correr a Transição Energética a nível mundial: o que já foi feito, o que falta fazer, países melhores e piores alunos? … Isto levou-nos a um detour para a energia hídrica, uma renovável hoje comparativamente pouco falada mas que tem muito que se lhe diga (e que explica porque alguns países inesperados estão na linha da frente da transição energética). E falámos, claro, das duas renováveis que mais têm crescido este século: a eólica e, mais recentemente, a solar fotovoltaica, que tem crescido imenso, a começar por Portugal (onde a capacidade solar já é maior do que centrais a gás). Isto acontece porque o preço dos painéis solares caiu brutalmente na última década, em resultado de ganhos de eficiência na produção (não confundir com eficiência energética de cada tecnologia, que é basicamente a percentagem da energia que entra (vento, sol ou água) que cada uma consegue converter em energia utilizável). Só que a energia solar e eólica têm uma particularidade: a produção varia muito, quer ao longo do dia quer ao longo do ano. E isso cria talvez o maior desafio deste tipo de energia, que é conseguir armazenar energia produzida em excesso para usar quando elas não produzem (quando não há vento ou sol). Este desafio está longe de ser resolvido, mas a Ana falou de alguns métodos promissores, desde centrais híbridas ao chamado “hidrogénio verde”. E esta limitação das renováveis é, também, um dos principais argumentos dos defensores da energia nuclear (como se devem lembrar do episódio 160, com o Luís Guimarãis). Por isso, não podia deixar de perguntar à convidada a opinião dela sobre esta o nuclear, que é também uma fonte de energia limpa. E o nuclear levou-nos à questão mais importante de todas, a pergunta de 1 milhão de dólares: as renováveis tem crescido muito -- e algumas estimativas indicam que vão produzir cerca de 30% da electricidade global este ano --, mas quanto é que ainda vão conseguir crescer mais, tendo em conta restrições de materiais e espaço? Será que as renováveis são suficientes para conseguirmos fazer a Transição Energética a tempo de evitar um aquecimento do planeta de mais de 2º? No final, a convidada recomendou um livro, que podem encontrar nas notas do episódio. Foi uma bela conversa com Ana Estanqueiro, um verdadeiro ‘tour de force' de 2 horas sobre este tema que há muito queria fazer. Atenção: é um episódio denso -- preparem-se -- mas acreditem que, se, como eu, querem ter uma opinião mais fundamentada e crítica sobre este tema, vai valer a pena! _______________ Esta conversa foi editada por: Hugo Oliveira _______________ Bio: Ana Estanqueiro é investigadora do LNEG (Laboratório Nacional de Energia e Geologia), onde coordena a área de Integração de Sistemas Renováveis de Energia, e é professora convidada na FCUL, onde lecciona as disciplinas Energia Eólica e Redes Distribuição de Energia e Delegada Nacional à IEA-Wind, EERA.Wind, EERA.ESI e IEC-TC88, como Presidente da CTE88 – WECS. É licenciada em Eng. Electr.-Energia, Mestre e Doutorada em Eng. Mecânica e Agregada da Universidade de Lisboa em Sistemas Sustentáveis de Energia. Os interesses científicos são vastos e passam pelo planeamento de sistemas de energia com grande participação de vRES, sua integração na rede, e em mercados de electricidade. Foi Chair e vice-Chair do IEA Wind (2004-08). É perita avaliadora de projectos na CE, Danish Energy Agency, Academy of Finland e Nordic Energy Research, entre outros organismos. É autora de mais de 200 artigos em revistas científicas e conferências.
A nova moda é live action de anime e queremos saber se Parasyte precisava uma série depois do anime. O que você acha?Parasyte é uma obra japonesa que utiliza de recursos de ficção cientíica e fantasia pra tratar questões humanas, sociais e filosóficas. Afinal, o que nos torna humanos? Em sua nova adaptação, Paasyte The Grey expande o universo apresentado no mangá e no anime Parasyte The Maxim, trazendo personagens originais e uma proposta nova. Discutindo os temas envolta das adaptações, Domenica e Senhor Basso conversam sobre tudo que amam e que não gostam dessas duas adaptações. Pegue sua pipoquinha, seu fone de ouvido e dá o play nesse episódio!Depois, nos conte o que achou, claro! O que você faria se fosse parasitado? :)Apresentação: Domenica Mendes e Senhor Basso Pauta: Domenica MendesProdução: Domenica MendesAssistente: Leonardo TremeschinEdição: Leonardo Tremeschin
Objeto em formato digital, a agenda do banqueiro apenas me chegou e pronto. Não veio embalada em nenhum compromisso, em nenhuma troca, em nenhuma cedência da minha parte. Mas a agenda não era só a agenda. Ela vinha no topo de um pacote virtual com mais de 3 mil ficheiros, alguns com centenas de páginas. Estavam ali 2268 dias da vida do velho banqueiro Ricardo Salgado, mais e-mails, relatórios, pareceres, rascunhos, apelos, descrições de estados de alma… Jamais poderia pegar em todo aquele pacote de informação sozinho. Precisava de navegar por tudo aquilo, mas precisava, sobretudo, de filtrar, verificar, criar um fio condutor. Fizemo-lo em dez meses. Eu - Pedro Coelho, o Filipe Teles, o Micael Pereira e o Paulo Barriga. Oiça aqui o primeiro episódio da Agenda de Ricardo Salgado, um podcast sobre 2268 dias de vida do velho banqueiro. See omnystudio.com/listener for privacy information.
O bilionário Elon Musk revolveu incluir o presidente Lula (PT) no embate com o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).A estratégia lhe dá o reforço dos apoiadores de Jair Bolsonaro, mas polui seu pleito original, por liberdade de expressão, desviando a questão para embates com integrantes do governo.E os lulistas intensificaram os ataques a ele em sua própria rede social. Ser Antagonista é fiscalizar o poder. Apoie o jornalismo Vigilante: https://bit.ly/planosdeassinatura Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2S... Ouça O Antagonista | Crusoé quando quiser nos principais aplicativos de podcast. Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
BBB24: Davi x Fernanda é o que a finaleira precisava: armação, deboche e manipulação
Assim que terminou a residência médica, o cirurgião Oscar Espellet Soares teve uma apendicite tardiamente diagnosticada que evoluiu para uma infecção generalizada. A experiência poderia ter matado o Oscar. Mas, em vez disso, mudou a vida dele para sempre. Em vez de se tornar mais um cirurgião atuando em Porto Alegre, ele arrumou a mochila e partiu para o norte do Brasil. Tornou-se um cirurgião nômade, criando pontes entre mundos diversos e mudando vidas nessa jornada. Episódios relacionados 89: Viagem ao centro do mundo 29: E se a gente fosse índio? Mergulhe mais fundo Expedição da saúde faz mutirão de cirurgias em aldeia da Amazônia Ficha técnica Apoio de produção e edição: Matheus Marcolino. Mixagem de som: Vitor Coroa. Trilha sonora tema: Paulo Gama. Design das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari. Direção, roteiro e edição: Tomás Chiaverini.
Em despedida do ano e do elenco atual, o Papo avalia se 2023 nos fez mais felizes ou mais fortes. Também fala dos piores presentes para dar e ganhar e debate os porquês de festarmos.
Jurandir Filho, Thiago Siqueira, Rogério Montanare e Fernanda Schmölz batem um papo sobre o filme "O Mundo Depois de Nós", a nova produção polêmica da Netflix. Estrelado por Julia Roberts, Ethan Hawke e Mahershala Ali, o drama distópico narra os problemas vividos por duas famílias em meio a um colapso tecnológico nos Estados Unidos. Quem dirige a adaptação do livro homônimo de Rumaan Alam é Sam Esmail, o responsável pela série "Mr. Robot". Um dos assuntos mais falados sobre o filme é que muita gente "não entendeu o final" ou achou que "o final foi ruim". É realmente ruim? Precisava de mais explicações? A crítica do filme atinge em cheio as pessoas? Afinal, o que significa esse filme?
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Jurandir Filho, Thiago Siqueira, Rogério Montanare e Fernanda Schmölz retornam para Pandora! "Avatar: O Caminho da Água" chegou aos cinemas em 3D e uma grande tecnologia de background. James Cameron conseguiu novamente? Essa continuação reconta a história do primeiro "Avatar" de 2009? Precisava ter 3h10 de duração? Teremos realmente as continuações? Ter uma história simples é algo realmente ruim? É um filme normal ou uma experiência única?