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O que é um animal exótico? Um mesmo animal pode ser exótico em algum lugar mas noutro não? E o que seria um animal selvagem? E silvestre? Essa semana conversamos sobre essas definições todas e como esses animais podem estar presentes no nosso dia a dia. Além disso, quais os impactos de termos esses animais à disposição em nosso país? Como acontece o mercado e quais as consequências para os animais, para o meio ambiente e para nós, humanos? Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Tarik Fernandes, Marcelo Pedraz, Rita Kujawski e Caio Ferreira Citação ABNT: Scicast #680: Animais Exóticos. Locução: Tarik Fernandes, Marcelo Pedraz, Rita Kujawski e Caio Ferreira. [S.l.] Portal Deviante, 23/02/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-680 Imagem de capa: Unsplash Perguntas do Episódio Abdalla, A. V. D. (2007). A proteção da fauna e o tráfico de animais silvestres (Dissertação de mestrado). Universidade Metodista de Piracicaba. http://www.dominiopublico.gov.br/download/teste/arqs/cp055586.pdf Albuquerque, U. P., Araújo, E. L., Souto, A., Bezerra, B., Freire, E. M. X., Sampaio, E., Casas, F. L., Moura, G., Pereira, G., Melo, J. G., Alves, M., Rodal, M., Schiel, M., Neves, R. L., Alves, R. R. N., Azevedo-Júnior, S., & Telino Júnior, W. (2012). Caatinga revisited: Ecology and conservation of an important seasonal dry forest. The Scientific World Journal, 2012, 205182. https://doi.org/10.1100/2012/205182 Anderson, C. (2014). Wildlife poaching: Causes, consequences and solutions. Araújo, V. C. de. (2019). Um retrato do tráfico de animais silvestres em São Paulo e alternativas para combatê-lo. Segurança Ambiental On-line, 5(1), 1–10. https://www.policiamilitar.sp.gov.br/unidades/ambiental/SegAmb/ed5/ed5art6.pdf Araújo, V. C. de. (2021). O tráfico de animais silvestres no estado de São Paulo: aspectos legais, sociais e econômicos do traficante (Dissertação de mestrado). Universidade de São Paulo. https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/100/100136/tde-19112021-225828/pt-br.php Borges, R. C., Oliveira, A., Bernardo, N., & da Costa, R. (2006). Diagnóstico da fauna silvestre apreendida e recolhida pela Polícia Militar de Meio Ambiente de Juiz de Fora, MG (1998 e 1999). Revista Brasileira de Zoociências, 8(1), 23–33. Brasil. (1998). Portaria n° 93, de 7 de julho de 1998. Ministério do Meio Ambiente. http://www.ibama.gov.br Brasil. (2008). Decreto nº 6.514, de 22 de julho de 2008. Presidência da República. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/decreto/d6514.htm Brasil. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm Chavan, A. S., & Muley, E. D. (2023). Animal trafficking and poaching: A global concern. Journal of Entomology and Zoology Studies, 11(5), 45–49. https://www.entomoljournal.com/archives/2023/vol11issue5/PartA/11-5-45-197.pdf Cunha, G. B., et al. (2022). Fauna silvestre recebida pelo Centro de Triagem de Animais Silvestres e encaminhada para o hospital veterinário da Universidade de Brasília. Ciência Animal Brasileira, 23, e-72818. https://doi.org/10.1590/1809-6891v23e72818 Destro, G. F. G., et al. (2012). Efforts to combat wild animals trafficking in Brazil. In Biodiversity (Vol. 1, Cap. XX). ISBN 980-953-307-201-7. Duffus, A. L. J., Waltzek, T. B., Stöhr, A. C., Allender, M. C., Gotesman, M., Whittington, R. J., Hick, P., Hines, M. K., & Marschang, R. E. (2015). Distribution and host range of ranaviruses. In M. J. Gray & V. G. Chinchar (Eds.), Ranaviruses: Lethal pathogens of ectothermic vertebrates (pp. 9–57). Springer. https://doi.org/10.1007/978-3-319-20928-9_2 Doukakis, P., Pikitch, E. K., Rothschild, A., DeSalle, R., Amato, G., & Kolokotronis, S.-O. (2012). Testing the effectiveness of an international conservation agreement: Marketplace forensics and CITES caviar trade regulation. PLoS ONE, 7(7), e40907. https://doi.org/10.1371/journal.pone.0040907 Duffy, R. (2016). Security and conservation: The politics of the illegal wildlife trade. Routledge. Financial Action Task Force (FATF). (2020). Money laundering and the illegal wildlife trade. OECD Publishing. https://doi.org/10.1787/9789264313565-en Fischer, M. C., & Garner, T. W. J. (2007). The relationship between the introduction of the American bullfrog (Lithobates catesbeianus) and the decline of native amphibians in Brazil. Conservation Biology, 21(6), 1551–1560. https://doi.org/10.1111/j.1523-1739.2007.00759.x Freitas, V. P. de, & Freitas, G. P. de. (2006). Crimes contra a natureza: De acordo com a Lei 9.605/98 (8ª ed.). Revista dos Tribunais. Hernandez, E. F. T., & Carvalho, M. S. de. (2006). O tráfico de animais silvestres no Estado do Paraná. Acta Scientiarum: Human and Social Sciences, 28(2), 257–266. https://www.redalyc.org/pdf/3073/307324782008.pdf Lima, R. (2007). O tráfico de animais silvestres. In RENCTAS (Ed.), Vida silvestre: O estreito limiar entre preservação e destruição — Diagnóstico do tráfico de animais silvestres na Mata Atlântica: Corredores Central e Serra do Mar (pp. 1–79). Brasília: Dupligráfica. Machado, A. B. M., Drummond, G. M., & Paglia, A. P. (2008). Livro vermelho da fauna brasileira ameaçada de extinção (Vol. 1–2). Fundação Biodiversitas. Maximo, A. B., Lima, L. S., & Almeida, C. O. (2021). Exotic amphibians in the pet trade: Risks of invasion and disease transmission in Brazil. Biological Invasions, 23(6), 1825–1838. https://doi.org/10.1007/s10530-021-02462-4 Mittermeier, R. A., Fonseca, G. A. B., Rylands, A. B., & Brandon, K. (2005). Uma breve história da conservação da biodiversidade no Brasil. Megadiversidade, 1(1), 14–21. Nascimento, C. A. R., Alves, R. R. N., & Mourão, J. S. (2015). Trends in illegal trade of wild birds in Amazonas state, Brazil. Atualidades Ornitológicas, 126, 14. Oliveira, V. M., Matias, C. A., Rodrigues, D. P., & Siciliano, S. (2012). Wildlife trade in Brazil: A focus on birds. TRAFFIC Bulletin, 24(2), 85–88. Pagano, I. S. A., Sousa, A. E. B. A., Wagner, P. G. C., & Ramos, R. T. C. (2009). Aves depositadas no Centro de Triagem de Animais Silvestres do IBAMA na Paraíba: Uma amostra do tráfico de aves silvestres no estado. Ornithologia, 3, 132–144. Pereira, G. A., & Brito, M. T. (2005). Diversidade de aves silvestres brasileiras comercializadas nas feiras livres da Região Metropolitana do Recife, Pernambuco. Atualidades Ornitológicas, 126, 14. Rehbein, K. D. S. (2023). Tráfico de animais silvestres: Limites e possibilidades de atuação dos órgãos competentes (Dissertação de mestrado). Universidade de Passo Fundo. Rehbein, K. D. S., Martinez, G., & Prestes, N. C. (2023). O combate ao comércio ilegal de animais silvestres no Brasil. Planeta Amazônia: Revista Internacional de Direito Ambiental e Políticas Públicas, 15, 282–301. https://periodicos.unifap.br/index.php/planeta Ribeiro, L. B., & Silva, M. G. (2007). O comércio ilegal põe em risco a diversidade das aves no Brasil. Ciência e Cultura, 59(4), 20–23. http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252007000400002 Ruggeri, J., Ribeiro, L. P., Pontes, M. R., Toffolo, C., Candido, M., Carriero, M. M., Zanella, N., Sousa, R. L. M., & Toledo, L. F. (2019). Discovery of wild amphibians infected with Ranavirus in Brazil. Journal of Wildlife Diseases, 55(4), 897–902. https://doi.org/10.7589/2018-10-276 Salati, E., Santos, A. A., & Klabin, I. (2007). Relevant environmental issues. Estudos Avançados, 21(60), 107–127. https://doi.org/10.1590/S0103-40142007000200008 Scheele, B. C., Pasmans, F., Skerratt, L. F., Berger, L., et al. (2019). Amphibian fungal panzootic causes catastrophic and ongoing loss of biodiversity. Science, 363(6434), 1459–1463. https://doi.org/10.1126/science.aav0379 Souto, W. M. S., Torres, M. A. R., Sousa, B. F. C. F., Lima, K. G. G. C., Vieira, L. T. S., Pereira, G. A., et al. (2017). Singing for cages: The use and trade of Passeriformes as wild pets in an economic center of the Amazon—NE Brazil route. Tropical Conservation Science, 10, 1–12. https://doi.org/10.1177/1940082917689895 TRAFFIC. (2014). TRAFFIC Bulletin, 26(2). https://traffic.org/publications/traffic-bulletin/ Zardo, E. L., Behrm, E. R., Macedo, A., Pereira, L. Q., & Lovato, M. (2014). Aves nativas e exóticas mantidas como animais de estimação em Santa Maria, RS, Brasil. Revista Acta Ambiental Catarinense, 11(1), 33–42.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O que é um animal exótico? Um mesmo animal pode ser exótico em algum lugar mas noutro não? E o que seria um animal selvagem? E silvestre? Essa semana conversamos sobre essas definições todas e como esses animais podem estar presentes no nosso dia a dia. Além disso, quais os impactos de termos esses animais à disposição em nosso país? Como acontece o mercado e quais as consequências para os animais, para o meio ambiente e para nós, humanos? Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Tarik Fernandes, Marcelo Pedraz, Rita Kujawski e Caio Ferreira Citação ABNT: Scicast #680: Animais Exóticos. Locução: Tarik Fernandes, Marcelo Pedraz, Rita Kujawski e Caio Ferreira. [S.l.] Portal Deviante, 23/02/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-680 Imagem de capa: Unsplash Perguntas do Episódio Abdalla, A. V. D. (2007). A proteção da fauna e o tráfico de animais silvestres (Dissertação de mestrado). Universidade Metodista de Piracicaba. http://www.dominiopublico.gov.br/download/teste/arqs/cp055586.pdf Albuquerque, U. P., Araújo, E. L., Souto, A., Bezerra, B., Freire, E. M. X., Sampaio, E., Casas, F. L., Moura, G., Pereira, G., Melo, J. G., Alves, M., Rodal, M., Schiel, M., Neves, R. L., Alves, R. R. N., Azevedo-Júnior, S., & Telino Júnior, W. (2012). Caatinga revisited: Ecology and conservation of an important seasonal dry forest. The Scientific World Journal, 2012, 205182. https://doi.org/10.1100/2012/205182 Anderson, C. (2014). Wildlife poaching: Causes, consequences and solutions. Araújo, V. C. de. (2019). Um retrato do tráfico de animais silvestres em São Paulo e alternativas para combatê-lo. Segurança Ambiental On-line, 5(1), 1–10. https://www.policiamilitar.sp.gov.br/unidades/ambiental/SegAmb/ed5/ed5art6.pdf Araújo, V. C. de. (2021). O tráfico de animais silvestres no estado de São Paulo: aspectos legais, sociais e econômicos do traficante (Dissertação de mestrado). Universidade de São Paulo. https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/100/100136/tde-19112021-225828/pt-br.php Borges, R. C., Oliveira, A., Bernardo, N., & da Costa, R. (2006). Diagnóstico da fauna silvestre apreendida e recolhida pela Polícia Militar de Meio Ambiente de Juiz de Fora, MG (1998 e 1999). Revista Brasileira de Zoociências, 8(1), 23–33. Brasil. (1998). Portaria n° 93, de 7 de julho de 1998. Ministério do Meio Ambiente. http://www.ibama.gov.br Brasil. (2008). Decreto nº 6.514, de 22 de julho de 2008. Presidência da República. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/decreto/d6514.htm Brasil. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm Chavan, A. S., & Muley, E. D. (2023). Animal trafficking and poaching: A global concern. Journal of Entomology and Zoology Studies, 11(5), 45–49. https://www.entomoljournal.com/archives/2023/vol11issue5/PartA/11-5-45-197.pdf Cunha, G. B., et al. (2022). Fauna silvestre recebida pelo Centro de Triagem de Animais Silvestres e encaminhada para o hospital veterinário da Universidade de Brasília. Ciência Animal Brasileira, 23, e-72818. https://doi.org/10.1590/1809-6891v23e72818 Destro, G. F. G., et al. (2012). Efforts to combat wild animals trafficking in Brazil. In Biodiversity (Vol. 1, Cap. XX). ISBN 980-953-307-201-7. Duffus, A. L. J., Waltzek, T. B., Stöhr, A. C., Allender, M. C., Gotesman, M., Whittington, R. J., Hick, P., Hines, M. K., & Marschang, R. E. (2015). Distribution and host range of ranaviruses. In M. J. Gray & V. G. Chinchar (Eds.), Ranaviruses: Lethal pathogens of ectothermic vertebrates (pp. 9–57). Springer. https://doi.org/10.1007/978-3-319-20928-9_2 Doukakis, P., Pikitch, E. K., Rothschild, A., DeSalle, R., Amato, G., & Kolokotronis, S.-O. (2012). Testing the effectiveness of an international conservation agreement: Marketplace forensics and CITES caviar trade regulation. PLoS ONE, 7(7), e40907. https://doi.org/10.1371/journal.pone.0040907 Duffy, R. (2016). Security and conservation: The politics of the illegal wildlife trade. Routledge. Financial Action Task Force (FATF). (2020). Money laundering and the illegal wildlife trade. OECD Publishing. https://doi.org/10.1787/9789264313565-en Fischer, M. C., & Garner, T. W. J. (2007). The relationship between the introduction of the American bullfrog (Lithobates catesbeianus) and the decline of native amphibians in Brazil. Conservation Biology, 21(6), 1551–1560. https://doi.org/10.1111/j.1523-1739.2007.00759.x Freitas, V. P. de, & Freitas, G. P. de. (2006). Crimes contra a natureza: De acordo com a Lei 9.605/98 (8ª ed.). Revista dos Tribunais. Hernandez, E. F. T., & Carvalho, M. S. de. (2006). O tráfico de animais silvestres no Estado do Paraná. Acta Scientiarum: Human and Social Sciences, 28(2), 257–266. https://www.redalyc.org/pdf/3073/307324782008.pdf Lima, R. (2007). O tráfico de animais silvestres. In RENCTAS (Ed.), Vida silvestre: O estreito limiar entre preservação e destruição — Diagnóstico do tráfico de animais silvestres na Mata Atlântica: Corredores Central e Serra do Mar (pp. 1–79). Brasília: Dupligráfica. Machado, A. B. M., Drummond, G. M., & Paglia, A. P. (2008). Livro vermelho da fauna brasileira ameaçada de extinção (Vol. 1–2). 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A., & Brito, M. T. (2005). Diversidade de aves silvestres brasileiras comercializadas nas feiras livres da Região Metropolitana do Recife, Pernambuco. Atualidades Ornitológicas, 126, 14. Rehbein, K. D. S. (2023). Tráfico de animais silvestres: Limites e possibilidades de atuação dos órgãos competentes (Dissertação de mestrado). Universidade de Passo Fundo. Rehbein, K. D. S., Martinez, G., & Prestes, N. C. (2023). O combate ao comércio ilegal de animais silvestres no Brasil. Planeta Amazônia: Revista Internacional de Direito Ambiental e Políticas Públicas, 15, 282–301. https://periodicos.unifap.br/index.php/planeta Ribeiro, L. B., & Silva, M. G. (2007). O comércio ilegal põe em risco a diversidade das aves no Brasil. Ciência e Cultura, 59(4), 20–23. http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252007000400002 Ruggeri, J., Ribeiro, L. P., Pontes, M. R., Toffolo, C., Candido, M., Carriero, M. M., Zanella, N., Sousa, R. L. M., & Toledo, L. F. (2019). Discovery of wild amphibians infected with Ranavirus in Brazil. Journal of Wildlife Diseases, 55(4), 897–902. https://doi.org/10.7589/2018-10-276 Salati, E., Santos, A. A., & Klabin, I. (2007). Relevant environmental issues. Estudos Avançados, 21(60), 107–127. https://doi.org/10.1590/S0103-40142007000200008 Scheele, B. C., Pasmans, F., Skerratt, L. F., Berger, L., et al. (2019). Amphibian fungal panzootic causes catastrophic and ongoing loss of biodiversity. Science, 363(6434), 1459–1463. https://doi.org/10.1126/science.aav0379 Souto, W. M. S., Torres, M. A. R., Sousa, B. F. C. F., Lima, K. G. G. C., Vieira, L. T. S., Pereira, G. A., et al. (2017). Singing for cages: The use and trade of Passeriformes as wild pets in an economic center of the Amazon—NE Brazil route. Tropical Conservation Science, 10, 1–12. https://doi.org/10.1177/1940082917689895 TRAFFIC. (2014). TRAFFIC Bulletin, 26(2). https://traffic.org/publications/traffic-bulletin/ Zardo, E. L., Behrm, E. R., Macedo, A., Pereira, L. Q., & Lovato, M. (2014). Aves nativas e exóticas mantidas como animais de estimação em Santa Maria, RS, Brasil. Revista Acta Ambiental Catarinense, 11(1), 33–42.
A Guiné-Bissau efectuou em finais de Janeiro a contagem mundial 2026 das aves aquáticas migradoras, uma das maiores operações a nível internacional para a monitorização da biodiversidade. Esta contagem que decorreu em simultâneo em vários países inseridos nas rotas migratórias, foi realizada na Guiné-Bissau pelo IBAP, Instituto de Biodiversidade e das Áreas Protegidas, em parceria com outras entidades. Durante uma semana, oito equipas envolvendo um total de mais de 40 técnicos efectuaram essa contagem ao longo do litoral norte, centro e sul do país, bem como no arquipélago dos Bijagós que -lembramos- desde o passado mês de Julho alcançou o estatuto de Património Mundial Natural da UNESCO. António Pires, coordenador da Reserva da Biosfera dos Bijagós, esteve envolvido nesta contagem e explicitou a importância que tem designadamente para medir o estado de conservação em que se encontra determinado ecossistema. RFI: Antes de falarmos da contagem propriamente dita, onde decorreu e de que aves estamos a falar? António Pires: Estamos a falar de aves migradoras que procuram o arquipélago de Bolama-Bijagós durante o período do inverno europeu e em 2025 efectuamos a contagem mundial do arquipélago de Bolama-Bijagós e também na zona costeira da Guiné-Bissau. No arquipélago, temos três grandes zonas de contagem, devido à sua dimensão que cobre a parte de Bubaque-Soga, depois temos a parte de Formosa, mais para o norte do arquipélago, e depois a parte de Orango até mais a oeste do arquipélago. É efectuada assim a contagem do nosso espaço geográfico. Em termos da zona costeira, são efectuadas a partir do Parque Nacional Natural do Rio Cacheu até ao Parque Nacional de Cantanhez, que é a mais a sul da Guiné-Bissau. RFI: Estamos a falar que tipo de aves é que nós encontramos? António Pires: Principalmente das espécies de limícolas (aves que vivem nas praias e mangais). Fundamentalmente limícolas, que efectuam grandes migrações para o sul. Mas também encontramos as outras espécies de aves de médio e grande porte, como as garças, os mergulhões, etc, etc. Mas o alvo da contagem reside fundamentalmente nas limícolas, que empreendem grandes migrações a partir da zona de reprodução mais a norte da Europa, mais ou menos na zona da Sibéria, que ali nidificam e procuram o arquipélago Bijagós para a alimentação durante o período do inverno. RFI: Para nós termos um pouco a noção, quando elas migram de África rumo à Europa, para onde é que vão estas aves? António Pires: Existem vários pontos de paragem. Também irá depender da capacidade de cada grupo de aves para efectuar a migração de África para a Europa. Nesse caso há dois grandes sítios de grande concentração das aves nesse corredor de migração que é o arquipélago Bolama-Bijagós, ou também na Mauritânia, que é o Banco de Argan e há uma parte da população que também faz uma paragem na Europa. Parte dessa população fica na zona mais ocidental, em Lisboa, depois no Mar de Wadden (nos Países Baixos) e dali, depois, procuram o norte da Europa, que é a Sibéria para a reprodução. RFI: Desde quando é que efectuam essa contagem anual? António Pires: A Guiné-Bissau tem vindo a efectuar essa contagem há mais de dez anos, se não estou em erro. Isso foi fruto de um acordo trilateral no início entre a Dinamarca, a Alemanha e a Holanda, onde foi estabelecida uma equipa nacional para a monitorização dos sítios importantes das limícolas nos Bijagós. Depois disso, veio a desenvolver-se até à data presente. Desde 1997, mais ou menos, até esta data, temos vindo a contar regularmente as aves limícolas, também com o apoio de equipas portuguesas, de equipas holandesas, de equipas alemãs que contribuem junto com a equipa da Guiné-Bissau nas contagens ao longo desse período, mais ou menos de dez anos, se não estou em erro. RFI: Qual é a importância de estarmos todos os anos a efectuar essa contagem? António Pires: Bom, uma das importâncias da contagem mundial é para sabermos o efectivo da população que migra do norte ao sul ou do sul ao norte. Isso é a primeira questão. A outra segunda questão é o estado de conservação do espaço e também da disponibilidade do alimento que esses sítios oferecem. Porque as aves são Indicadores do bom estado de conservação dos ecossistemas. E outro aspecto também, ajuda de forma não directa, mediante estudos, a determinar a contaminação do sítio da contagem, por serem indicadores de metais pesados, mas isso numa esfera um bocadinho mais avançada, onde são efectuados estudos específicos nesse sentido. RFI: Durante uma semana, umas quantas equipas andaram tanto nos Bijagós como também na zona costeira da Guiné-Bissau para contar e ver as condições em que se encontram essas aves migradoras, O que é que andaram concretamente a fazer durante essa semana? Quais foram os critérios que aplicaram nas vossas buscas? António Pires: A equipa da Guiné-Bissau está constituída por oito grupos, no total de 46 pessoas. Nessas contagens procura-se saber o número de cada indivíduo. Procura-se também saber o estado do habitat onde eles se alimentam. Também são identificadas as ameaças associadas aos habitats e também as ameaças relacionadas com a presença das espécies no sítio. Mas também há factores que são recolhidos: factores do tempo, da maré, da incidência do sol, à pressão atmosférica. Há vários factores que são tomados em consideração durante o processo da contagem. O habitat até está em bom estado de conservação. A característica do sedimento, a vegetação que está à volta da área de contagem. Porque, por exemplo, nos Bijagós já temos um ecossistema de mangal que também é uma zona muito importante, onde a população humana dedica-se, fundamentalmente as mulheres, à recolha dos moluscos e durante a maré baixa utilizam este espaço para recolha desses moluscos. Então, existe mais ou menos uma relação entre a ave e as pessoas que utilizam o espaço durante a maré baixa. RFI: Nestes dez anos em que andaram a contar as aves migradoras, notaram alguma evolução? António Pires: Em termos do efectivo da população que procura o arquipélago, a zona costeira da Guiné-Bissau, não existe a diminuição do efectivo fruto de uma acção humana. Por exemplo, as flutuações da população dependem muito da disponibilidade do alimento ou da procura de novos sítios por essas espécies. Então, existe uma mobilidade à volta da zona costeira e do arquipélago Bolama-Bijagós. Mas pela disponibilidade do alimento, por exemplo, o arquipélago Bolama-Bijagós é muito influenciado pela dinâmica marinha e costeira. Então, isso faz com que os nutrientes estejam sempre à deriva de um lado a outro e depois é depositado num sítio específico ou num habitat específico durante a maré cheia e a maré baixa. Esses alimentos estão distribuídos dentro do espaço e as aves procuram nichos específicos para a alimentação. Mas não existe uma diminuição da espécie, de forma que a intervenção de uma outra actividade seja a excepção. Mas os habitats ou os sítios onde contamos, não existe uma diferença muito significativa. Também poderá ser em função da percepção da contagem dos factores também que interferem durante a contagem, por exemplo, a visibilidade, a distância que é contada. Isso interfere nos valores, mas não é significativo. RFI: Quais são os desafios, os problemas, os obstáculos que eventualmente estas aves encontram? Falou muito da questão de encontrar alimentos. Há outras problemáticas que enfrentam essas aves migradoras? António Pires: É mais associado ao habitat. Temos, por exemplo, o que é notório, a questão do lixo. Esse é um problema não só da Guiné-Bissau. Temos estado a constatar a presença do lixo que é trazido pelas correntes. Como sabe, a Guiné-Bissau está banhada por duas correntes, quer o mar do Golfo da Guiné e também a corrente fria que vem até à Guiné-Bissau. Então estas duas correntes, com a influência oceânica, trazem lixos para o interior do arquipélago. Mas não só, também dos lixos são produzidos nas grandes cidades e também a nível do arquipélago Bolama-Bijagós. Depois, com a chuva, parte desse lixo vai parar aos sítios de contagem e isso interfere um bocadinho nessa dinâmica da disponibilidade do habitat. O outro desafio é a necessidade da capacitação dos nossos técnicos para continuarmos nessa dinâmica internacional ligada ao Freeway, que é um corredor de migração das aves, fundamentalmente que ocorre desde a Sibéria, a parte da Europa, o banco de Argan e o arquipélago. RFI: Qual é o balanço que faz da contagem que efectuaram há alguns dias agora? António Pires: Eu considero que a contagem foi um sucesso. Os meios logísticos postos à disposição são consideráveis desde os recursos humanos, desde as embarcações, o combustível, o custo das deslocações, etc, etc. Isso fez com que a contagem fosse positiva. O outro aspecto é o nível de novas pessoas que foram incorporadas dentro dessa estrutura de contagem, porque é um trabalho que requer muito conhecimento, muita técnica e também muito trabalho de campo, anos de trabalho de campo que nos permitam identificar com certeza e dizer que é uma determinada espécie ou não. Na Guiné-Bissau, por tradição, temos estado nesse esforço, como referi anteriormente, há mais de dez anos. E bom, as dificuldades continuam a existir do ponto de vista da logística, porque estes meios também são implicados nas outras actividades. Depois é que são solicitados para a contagem mundial, por ser uma necessidade muito importante para o país. RFI: Quais são os desafios que encontram na conservação dessa biodiversidade? António Pires: Os desafios são vários. Temos o desafio desde o ponto de vista do aumento da população. Temos o desafio ligado ao desenvolvimento sustentável. Temos o desafio ligado à questão do turismo para o arquipélago ser agora um sítio de Património natural Mundial da UNESCO. O nível de importância aumentou consideravelmente. Isso faz com que o arquipélago Bijagós seja um sítio de procura. O número de turistas tem estado a aumentar, não de forma expressiva, mas sente-se a presença de cada vez mais pessoas à procura do arquipélago Bijagós. Em termos de conservação, temos o desafio ligado às mudanças climáticas. Em alguns sítios importantes, a erosão costeira tem estado a afectar alguns habitats muito importantes, sítios de reprodução das tartarugas, as zonas de alimentação de algumas espécies. Isso também é um problema. A pesca artesanal também é uma preocupação, por o arquipélago ser um sítio de excelência de actividade de pesca artesanal para os pescadores autóctones. Mas a Guiné-Bissau tem estabelecido protocolos de acordo com alguns países da África Ocidental, principalmente o Senegal. Procuram as nossas águas para as actividades de pesca, mas tudo com base na regulamentação que é estabelecida. Existe um sistema de fiscalização da actividade ilegal da pesca que é efectuada pelo Ministério das Pescas através de um departamento que tem a competência de fiscalizar actividades de pesca, não só no arquipélago, mas na zona costeira da Guiné-Bissau também. Outro desafio ligado à biodiversidade poderá estar associado à gestão do espaço e do recurso. Por ser uma reserva da biosfera, existe múltiplos actores. Há uma necessidade de estabelecer uma sinergia, uma cooperação, uma troca de informação em tempo útil para permitir que as medidas de gestão e de conservação sejam tomadas de forma atempada, evitando assim grandes problemas para o futuro. RFI: As populações locais entendem a necessidade de se cuidar da biodiversidade? António Pires: Sim, existem vários canais que temos estabelecido com os nossos parceiros, desde a comunidade local, do poder tradicional, das associações de base, das ONGs, da administração local, mesmo o Estado. Há um mecanismo de sensibilização ligado à importância do arquipélago Bijagós e mesmo ligado também à conservação da biodiversidade no arquipélago. Por exemplo, temos ONGs que têm a vocação específica ligada à questão da sensibilização, que começa desde a escola até a um nível mais alto, por exemplo, com os deputados, com os membros do governo. São efectuados esses trabalhos de sensibilização, de lobby, para despertar a atenção da importância do arquipélago e do cuidado que se deve ter em termos do desenvolvimento. Por exemplo, também as escolas de verificação ambiental. Há associações de amigos do ambiente, associações de professores, que também estão direccionados para questões ambientais. Agora, também há jornalistas de amigos do ambiente que estão a solicitar uma visita ao arquipélago, para irem conhecer. Então, essa dinâmica já está instalada. Mas é preciso um reforço dessa ferramenta de comunicação que nos irá permitir trabalhar não só a nossa instituição, que tem a responsabilidade da conservação, mas também as outras instituições também, que têm interesse dentro dessa região, para alinharmos o processo da conservação e a promoção do desenvolvimento sustentável nos diferentes eixos que são propostos.
Don't go reinventing the wheel tree (Trochodendron aralioides), it certainly isn't.Completely Arbortrary is produced and hosted by Casey Clapp and Alex CrowsonSupport the pod and become a Treemium MemberFollow along on InstagramFind Arbortrary merch on our storeFind additional reading on our websiteCover art by Jillian BartholdMusic by Aves and The Mini-VandalsSee Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.
Ana Valderrama nos presenta una cápsula más sobre libros escritos o protagonizados por mujeres. En esta emisión escucharemos: Los caminos de Xalapa no son lo que yo pensaba.
You've heard of old growth forest… but how about old growth woodland? For more info, ask the western juniper (Juniperus occidentalis), a tree that is helping to redefine the meaning of old growth. Then, we play a brand new game!Completely Arbortrary is produced and hosted by Casey Clapp and Alex CrowsonSupport the pod and become a Treemium MemberFollow along on InstagramFind Arbortrary merch on our storeFind additional reading on our websiteCover art by Jillian BartholdMusic by Aves and The Mini-VandalsSee Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.
Las lechuzas, puede traer presagios, hay quienes dicen que son brujas, otros que son nahuales, pero realmente son animales que traen consigo consecuencias.Conviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/leyendas-e-historias-de-terror-la-habitacion-de-mexico--5763709/support.Cada episodio abre un nuevo expediente: crímenes olvidados, encuentros paranormales, relatos urbanos y testimonios reales tan inquietantes que se resisten a quedar en el pasado.
Ana Valderrama nos presenta una cápsula más sobre libros escritos o protagonizados por mujeres. En esta emisión escucharemos: Ley Damián.
A tree that lacks nothing… except for name recognition: the superb schima (Schima superba) (yes, that is its real name.)Completely Arbortrary is produced and hosted by Casey Clapp and Alex CrowsonSupport the pod and become a Treemium MemberFollow along on InstagramFind Arbortrary merch on our storeFind additional reading on our websiteCover art by Jillian BartholdMusic by Aves and The Mini-VandalsSee Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.
Nesse episódio o nosso analista Wagner Yanaguizawa traz um resumo sobre as perspectivas para este ano no setor de aves, destacando oportunidades e desafios de importantes regiões como EUA, UE, China e Brasil. Consulte nosso disclaimer em https://www.rabobank.com.br/conhecimento/disclaimer/011483208/disclaimer para saber sobre as limitações do conteúdo publicado neste podcast.
Voltado à inovação no campo, o Show Rural Coopavel reunirá 600 expositores nacionais e internacionais entre os dias 09 e 13 de fevereiro. Participação brasileira na Gulfood 2026 encerrou com US$ 131,4 milhões em negócios fechados e projeção de seguir ampliando ao longo do ano. Castanha-do-Brasil passa a ser exportada para a Turquia. Com a abertura deste mercado, agronegócio brasileiro alcança 535 novos países compradores desde 2023. Frete de grãos deve subir 20% em fevereiro, mas abaixo do pico de 2025. Tempo: chuvas persistentes impactam a colheita de soja e milho no Brasil.
Aunque suene extraño, la tierra ayuda a las aves a mantenerse limpias. Aves de todos los tamaños suelen rascar una depresión en el suelo y echarse polvo encima, para luego agitarse con energía y desprenderlo. Experimentos han demostrado que usan el polvo para evitar la acumulación de aceites en las plumas y eliminar la caspa —¡algo así como si usaran champú en la regadera!Listen to this episode in English here. Más información y transcripción en BirdNote.org.¿Quieres más BirdNote? Suscríbete a nuestro boletín semanal. Regístrese en BirdNote+ para escuchar música sin publicidad y otras ventajas.BirdNote es una organización sin fines de lucro. Su donación deducible de impuestos hace posible estos espectáculos. Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
Forget everything you thought you knew about conifers, and make way for the celerytop-pine (Phyllocladus aspleniifolius) with leaves and cones like no other, and raises the question “what is a conifer”?Completely Arbortrary is produced and hosted by Casey Clapp and Alex CrowsonSupport the pod and become a Treemium MemberFollow along on InstagramFind Arbortrary merch on our storeFind additional reading on our websiteCover art by Jillian BartholdMusic by Aves and The Mini-VandalsSee Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.
Philadelphia Eagles still in search of an OC and what the weekend taught us about how important COACHING is. 76ers fall to the New York Knicks on Saturday. Joel Embiid had incredible first half, then he and the rest of the team hit a wall in the 3rd quarter. Plus Andre Drummond's name being brought up in trade talks?Flyers get HUGE WIN over the Aves.Gametime Ticket Offer: $20 off with code "FARZY" at gametime.co The Farzy Show presented by MyBookie Promo: No-strings-attached cash bonus up to $200 Promo Codes: FARZY .. https://mybookie.website/joinwithFARZYManscaped Offer: 20% off AND Free Shipping with code "Farzy20" at Manscaped.comCopyright Disclaimer under section 107 of the Copyright Act 1976, allowance is made for “fair use” for purposes such as criticism, comment, news reporting, teaching, scholarship, education and research. Fair use is a use permitted by copyright statute that might otherwise be infringing.
Con Julián Casanova, Arantxa Tirado y Julio Lleonart repasamos una semana marcada por el accidente de los Aves en Andalucia y el de cercanías en Barcelona y por el encuentro de Davos donde Trump ha presentado su club de autócratas por la paz y sus proyectos inmobiliarios para hacer de gaza un resort de lujo.
Subscribe to DTC Newsletter - https://dtcnews.link/signupIn this episode, Pilothouse's Taylor Cain and Aves break down how to merge creative strategy with merchandising to win Q1. This is the planning season where smart brands lock in the building blocks for scalable growth—and avoid wasting paid budget.For DTC marketers planning evergreen creative and site strategy in Q1...Why Q1 is the time to de-risk creative investmentsHow to connect merch and creative across the entire funnelWhat emotional truths are, and why they drive actionHow to create merchandising that aligns with user intent (without sounding like a pitch deck)The subtle difference between price-based and identity-based offersWho this is for: Media buyers, growth leads, and brand-side marketers aiming to improve conversion and site experienceWhat to steal:The linear structure Taylor uses to build conversion flowsAves' 3-step audit for understanding persona behavior onlineWhy great PDPs start with emotion, not featuresTimestamps:00:00 Merchandising in ecommerce and cognitive competition02:45 Why shoppers visit multiple brands before buying05:10 Bringing the in-store experience into digital creative07:20 Funnel congruency and full-funnel merchandising09:40 Merchandising on social feeds beyond direct competitors12:10 Information architecture and emotional storytelling on PDPs14:05 Selling identity and ritual instead of product features18:30 How Meta optimization and Andromeda affect merchandising20:40 Practical merchandising spot checks for brandsHashtags:#ecommercemarketing #digitalmerchandising #dtcbrands #paidmedia #creativestrategy #conversionoptimization #brandstrategy #marketingfunnels #metamarketing #shopifybrands #performancecreative Subscribe to DTC Newsletter - https://dtcnews.link/signupAdvertise on DTC - https://dtcnews.link/advertiseWork with Pilothouse - https://www.pilothouse.co/?utm_source=AKNF579Follow us on Instagram & Twitter - @dtcnewsletterWatch this interview on YouTube - https://dtcnews.link/video
When the emerald ash borer came to North America, few ashes survived. But one native species, the blue ash (Fraxinus quadrangulata), survived. How did this lucky survivor beat the odds?Completely Arbortrary is produced and hosted by Casey Clapp and Alex CrowsonSupport the pod and become a Treemium MemberFollow along on InstagramFind Arbortrary merch on our storeFind additional reading on our websiteCover art by Jillian BartholdMusic by Aves and The Mini-VandalsSee Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.
Mateo 13:4“Mientras sembraba, parte de la semilla cayó junto al camino, y vinieron las aves y la comieron”.La memoria episódica, la habilidad de recordar algo que sucedió en el pasado se llama viaje en el tiempo mental. Hace mucho se ha pensado que sólo los humanos son capaces de tener memoria episódica. Sin embargo, nuevas investigaciones sugieren que algunas aves también son capaces de tener viajes mentales en el tiempo.Los investigadores dieron a unas urracas azulejas unos gusanos de cera, uno de sus alimentos favoritos. Como suelen hacerlo las urracas efectuaron sus selecciones y escondieron los gusanos en las bandejas de arena provistas. Cinco días después, a las aves se les permitió recobrar sus golosinas. Las urracas descubrieron que luego de los cinco días, los gusanos se habían empezado a descomponer. Los investigadores engañaron a un segundo grupo de urracas cunado reemplazaron los gusanos descompuestos con gusanos frescos justo antes de que a las aves se les permitiera encontrar sus golosinas. Luego a ambos grupos de aves se les permitió tomar y esconder su selección de gusanos. Aquellas aves que experimentaron con los gusanos descompuestos, ya no tomaron nuevos gusanos para esconder. Pero las aves a las que se les engañó tomaron los gusanos y los enterraron, ellas esperarían que todavía estén bien. En otras palabras, las aves recordaron lo que sucedió en el pasado y ajustaron su comportamiento. Otras pruebas ofrecieron resultados similares.Dios ha dado a todas Sus criaturas la habilidad que necesitan para sobrevivir sin tomar en cuenta donde se encuentran esas criaturas en la escalera humana evolutiva.Oración: Padre, Te agradezco porque Tú me has dado a mí y a todas las criaturas lo que necesitamos para vivir la vida aquí. Amén.Ref: Science News, Susan Milius, “Where'd I Put That?” To support this ministry financially, visit: https://www.oneplace.com/donate/1235/29?v=20251111
Today we discuss our flexible friend the limber pine (Pinus flexilis) and its curious co-evolutionary relationship with, you guessed it, BIRDS.Completely Arbortrary is produced and hosted by Casey Clapp and Alex CrowsonSupport the pod and become a Treemium MemberFollow along on InstagramFind Arbortrary merch on our storeFind additional reading on our websiteCover art by Jillian BartholdMusic by Aves and The Mini-VandalsSee Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.
This week we're chatting to Nicky Regazzoni, co-founder & co-CEO of The PR Network and Lesley Singleton, founder & CEO, Playtime PR about how to lead a virtual agency business.The virtual or in the office debate has become the ultimate PR conversation starter, up there with AVEs and timesheets. Everyone's got an opinion and the truth is there are some virtual agencies, some hybrid (3 or 4 days in the office seems like the norm atm) and some always in the office.Employers, employees and clients just need to find what works for them and the world will continue to turn.Both The PR Network and Playtime PR have run very successfully for many years with virtual teams.On this show we talk today about what good virtual agency leadership looks like.Nicky Regazzoni and Lesley Singleton identify that virtual leadership requires an emphasis on clear vision, intentional culture, trust, a "virtual open door policy," and clear, regular communication to compensate for the absence of physical presence and informal interactions.Lesley and Nicky discuss talent acquisition through flexible working models, client/employee relationships, and the management of large-scale virtual operations, noting that while no single right answer exists for running a virtual business, it necessitates highly organised systems and a continuous execution of strategies.
¿Es posible sanar las heridas de la guerra a través de la naturaleza? En este episodio de No hay banderas en Marte, conversamos con Jorge, un médico nacido en el Caquetá que decidió cambiar la comodidad de Bogotá por la complejidad de San Vicente del Caguán.Jorge ha vivido el conflicto armado colombiano desde todos los frentes: como habitante y víctima de un territorio atravesado por la violencia, como médico rural en zonas de guerra y como observador de la transformación del país. Hoy ostenta el récord de ser la persona que más especies de aves ha registrado en Colombia, el país con mayor biodiversidad de aves en el mundo.En este episodio exploramos:
Discutimos el episodio más espiritual que nos ha dado Star Wars Visions. Junto a Nakime, nos vamos en un recorrido sobre el ego, el valor y esperanza en la Fuerza.
Welcome to Season X of Completely Arbortrary, our final hoorah! To begin the end, we talk about senses of smell and the Scots pine (Pinus sylvestris).Completely Arbortrary is produced and hosted by Casey Clapp and Alex CrowsonSupport the pod and become a Treemium MemberFollow along on InstagramFind Arbortrary merch on our storeFind additional reading on our websiteCover art by Jillian BartholdMusic by Aves and The Mini-VandalsSee Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.
Empresas sancionadas por mentir para conseguir contratos públicos Marina asegura 185 tragamonedas en Lázaro Cárdenas Comando Sur abate a dos en operativo antidrogas en alta marMás información en nuestro Podcast
Salmos 148:7, 10“Alabad a Jehová desde la tierra, los monstruos marinos y todos los abismos... la bestia y todo animal, reptiles y volátiles”.¿Podría una planta idear un crecimiento especial para sí misma y convertirse en atractiva para su único polinizador? Si la evolución fuese cierta, como podría tal planta sobrevivir hasta que aprendiera lo suficiente acerca de su polinizador, y acerca de la genética, para evolucionar un crecimiento especial solo para su polinizador.Estas suenan como preguntas tontas, pero si la evolución es cierta, deben ser contestadas, y contestadas científicamente. A una planta sudafricana llamada “cola de rata” le crece una lanza aparentemente sin propósito que se extiende cerca de sus flores. Si teorizamos que la lanza puede ser una percha de aves para un polinizador, los científicos observaron cercanamente algunas de las plantas silvestres. Aprendieron que la única ave que parece estar interesada en polinizar la planta es un ave llamada la “nectarinia famosa”. Los científicos entonces removieron la lanza de algunas de las plantas. Como resultado, las plantas sin perchas sólo produjeron la mitad de las semillas que las plantas con perchas. Los investigadores señalaron que este arreglo tiene sentido porque los nectarinia famosa machos tienen largas colas que pueden dañarse con aterrizajes terrestres.Sin embargo, si concluimos que las colas de rata fueron creadas para las nectarinias famosas, y las nectarinias famosas para las colas de rata, no tenemos que encontrar explicaciones naturales para estas preguntas tontas. Este es simplemente otro de los ingeniosos diseños de Dios.Oración: Señor, Tu mano cuidadosa está a nuestro alrededor. Te agradezco especialmente por cuidar de mí al perdonar mis pecados. Amén.Ref: Science News, “Built-in bird perch spreads the pollen.” Imagen: Babiana ringens (rat's tail), SAplants, CC BY-SA 4.0, Wikimedia Commons. To support this ministry financially, visit: https://www.oneplace.com/donate/1235/29?v=20251111
Turgor pressure, negative pressure, vessels and tracheids, embolisms… It's a fact-packed Christmas Day episode of Completely Arbortrary, featuring the Oyster Bay-pine (Callitris rhomboidea). This drought tolerant tree has a surprising mechanism for keeping its water closely guarded. Merry Christmas!Completely Arbortrary is produced and hosted by Casey Clapp and Alex CrowsonSupport the pod and become a Treemium MemberFollow along on InstagramFind Arbortrary merch on our storeFind additional reading on our websiteCover art by Jillian BartholdMusic by Aves and The Mini-VandalsSee Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.
Para escuchar a un colimbo común (Gavia immer) en la naturaleza durante el verano, tendrás que buscar un lago de agua dulce en el norte, donde haya una pareja anidando. Pero para encontrar ese mismo colimbo en el invierno, probablemente tendrás que buscarlo en una bahía de agua salada. Este cambio de agua dulce a agua salada mataría a la mayoría de los animales. Pero los colimbos –al igual que muchos patos y otras aves acuáticas– han evolucionado para lograr este cambio. Es posible que los adultos reproductivos aniden en agua dulce con el fin de ahorrar energía para criar a sus polluelos.Listen to this episode in English here. Más información y transcripción en BirdNote.org.¿Quieres más BirdNote? Suscríbete a nuestro boletín semanal. Regístrese en BirdNote+ para escuchar música sin publicidad y otras ventajas.BirdNote es una organización sin fines de lucro. Su donación deducible de impuestos hace posible estos espectáculos. Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
Nuestra terraza suele ser visitada por una pareja de mosquiteros que vienen a picotear en la margarita sudafricana. La margarita está colonizada por pulgones negros y a estas pequeñas aves, les encantan. Eduardo Barba nos desvela quiénes son los otros habitantes de los jardines.
Underrated, underplanted, underappreciated… so why isn't the Japanese pagodatree (Styphnolobium japonicum) a more popular as a street tree in our urban forests?Completely Arbortrary is produced and hosted by Casey Clapp and Alex CrowsonSupport the pod and become a Treemium MemberFollow along on InstagramFind Arbortrary merch on our storeFind additional reading on our websiteCover art by Jillian BartholdMusic by Aves and The Mini-VandalsSee Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.
Las músicas de raíz siguen fecundando e inspirando el jazz. Lo comprobamos escuchando grabaciones recientes de Dino Saluzzi, Lara Fichera, Monika Stadler, Anouar Brahem, Trilok Gurtu, Evoéh, Moisés P. Sánchez, Ovella Negra, Stefan Lovin, Carola Ortiz, Pilar Almalé, Alba Gil Aceytuno y Cosmic Ear. Temas que suenan en el programa: 01 2023 Dino Saluzzi - El Viejo Caminante 04 Buenos Aires 1950 - Jacob Young José Saluzzi (4' 04) 02 2022 Lara Fichera - En el filo 01 Inútil paisaje - Andrés Martínez Pablo Bianchetto (3' 24'') 03 2021 Monika Stadler Harald Peterstorfer - Diary From Within 02 The Near Inside The Far (3' 16'') 04 2024 Anouar Brahem - After the Last Sky - After the Last Sky - Anja Lechner Django Bates Dave Holland (5' 34'') 05 2025 Trilok Gurtu - Mirror 07 Whirlwind Carlo Cantini Valentino Corvino Sandro di Paolo Stefano Dall'Ora (4' 50'') 06 2025 Evoéh - Músicas semilla 06 Oiseaux de passage (Aves migratorias) Ariana Barrabés Nabil Naïr José Borjas Jesús Olivares (6' 13'') 07 2025 Moisés P. Sánchez - Falla imaginado - El paño moruno Ana María Valderrama Pablo Martín Caminero (4' 45'') 08 2025 Ovella Negra - Va de mescles 05 S'hort d'en Boira Joan Frontera Luna Pablo Di Salvo Teo Salvà (0' 58'') 09 2025 Stefan Lovin - Heaven Shines Like Silver - Romanian New Year's Carol (2' 17'') 10 2025 Carola Ortiz - Enllà 04 Temps de Trobada Sandrine Robilliard Bartolome Beranghi (3' 20'') 11 2025 Pilar Almalé - Zumo de manzana 08 Zumo de manzana II - Cerros Álex Comín (2' 22'') 12 2025 Alba Gil Aceytuno - Aulagadelpolvorín (4' 24'') 13 2025 Cosmic Ear - Traces 02 Traces of Brown Rice - Christer Bothén Mats Gustafsson Goran Kajfeš Kansan Zetterberg Juan Romero (4' 24'')
Escuche esta y más noticias de LA PATRIA Radio de lunes a viernes por los 1540 AM de Radio Cóndor en Manizales y en www.lapatria.com, encuentre videos de las transmisiones en nuestro Facebook Live: www.facebook.com/lapatria.manizales/videos
A holiday-flavored Friday Q&A that covers a lot of ground without selling a single candy cane. Don answers listener questions on Medicare vs. Medicare Advantage (and the IRMAA buzzsaw), how to safely reposition an elderly parent's taxable account, whether to ditch target-date funds for a DIY equity portfolio, how to think about international small-cap ETFs, why teaching kids to pick stocks is a terrible idea, and what to expect when a “free portfolio review” comes from a company whose name literally includes the word annuity. Skeptical, practical, and very on-brand. 0:17 Corny holiday Q&A musical intro and setup 0:33 Friday Q&A format, how questions get on the show, and holiday vibe 2:00 Medicare vs. Medicare Advantage, IRMAA penalties, and why private insurers are exhausting 3:37 Why capital gains can make Medicare shockingly expensive 4:15 The profit motive problem with Medicare Advantage plans 4:37 Question transition and listener call-in reminder 5:43 Managing an 82-year-old's taxable account: safety vs. yield 6:18 Why bond funds like BND diversify interest-rate risk better than savings accounts 7:15 CD ladders: how they work and why discipline matters 7:39 Treasury funds vs. total bond funds for capital preservation 7:47 Closing thoughts on preservation-focused portfolios 8:52 Target-date funds vs. DIY 401(k) portfolios 9:20 Glide paths, rebalancing, and what target-date funds do well 10:35 100% equity risk, volatility, and why down markets help accumulators 10:53 Choosing between AVDV and AVES (international small value vs. emerging markets) 11:47 Why the correct answer is often “both” 12:33 Teaching high school students about investing 13:52 Why stock-picking education reinforces a dangerous myth 14:28 Luck vs. skill and the evidence against beating the market 15:39 Index funds, market efficiency, and investor behavior 16:49 Morningstar vs. other research tools 17:18 Empower's “free portfolio review” and what might be coming next 18:06 Portfolio concentration concerns and tech exposure 19:33 Humor break and annuity skepticism 20:55 What Empower actually is and what that implies 21:16 Empower as an RIA and how to treat their recommendations 21:52 Getting a second opinion from a fee-only advisor 22:58 Thanks, holiday wrap-up, and call for more questions Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
work together in perfect harmony (guitar reference). Today, learn all about the ebony (Diospyros ebenum), it's typical path through capitalism, and the guitar luthier who gave it back to the world. Completely Arbortrary is produced and hosted by Casey Clapp and Alex CrowsonSupport the pod and become a Treemium MemberFollow along on InstagramFind Arbortrary merch on our storeFind additional reading on our websiteCover art by Jillian BartholdMusic by Aves and The Mini-VandalsSee Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.
México es el cuarto país más biodiverso del mundo, pero esta riqueza enfrenta amenazas constantes: el cambio climático, la tala ilegal, el cambio de uso de suelo, la cacería furtiva y el uso excesivo de agroquímicos. Para proteger nuestros ecosistemas, es esencial el trabajo conjunto con las comunidades locales, los ejidos y los propietarios de la tierra. “La Guía de aves de la reserva de la biosfera sierra de Manantlán” busca ser una herramienta práctica para identificar especies, apoyar la investigación y el monitoreo, y acercar a más personas al mundo de la observación de aves. Escucha los detalles en la voz de Sarahy Contreras Doctora en Ciencias, Profesora-Investigadora del Departamento de Ecología y Recursos Naturales del CUCsur y Oscar Rangel Aguilar, Técnico asesor para la conservación y desarrollo comunitario en El Expresso de las 10.
Hop aboard the good ship Odyssey to make for the island of the lotus tree (Diospyros lotus). But, could this be a case of mistaken idenitree?...Completely Arbortrary is produced and hosted by Casey Clapp and Alex CrowsonSupport the pod and become a Treemium MemberFollow along on InstagramFind Arbortrary merch on our storeFind additional reading on our websiteCover art by Jillian BartholdMusic by Aves and The Mini-VandalsSee Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.
As we take a quick break we're here to remind you that our holiday merch sale ends ON BLACK FRIDAY, and reintroduce you to our talk on urban trees and racism. Completely Arbortrary is produced and hosted by Casey Clapp and Alex CrowsonSupport the pod and become a Treemium MemberFollow along on InstagramFind Arbortrary merch on our storeFind additional reading on our websiteCover art by Jillian BartholdMusic by Aves and The Mini-VandalsSee Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.
Curso Jornada do TarotFreak Out Presencial em SPhttps://www.sympla.com.br/evento/freak-out-encontro-de-ouvintes-do-mundo-freak-e-magickando/3231523
Taller “Guardianes de las Aves” para niñas y niños en Álvaro Obregón Ecatepec lanza Operativo Tianguis NavideñoFAA emite alerta por vuelos sobre Venezuela Más información en nuestro Podcast
Abrígate bien y sigue las recomendaciones de Protección Civil “Aves Libres, Mujeres Libres”, este domingo en el Cerro de la Estrella Más de 200 migrantes detenidos en Charlotte, Carolina del NorteMás información en nuestro Podcast
As the boys take a much needed break from the wild world of modern podcasting, they present to you the audio from a 2023 livestream entitled Fungus in the Fall.Completely Arbortrary is produced and hosted by Casey Clapp and Alex CrowsonSupport the pod and become a Treemium MemberFollow along on InstagramFind Arbortrary merch on our storeFind additional reading on our websiteCover art by Jillian BartholdMusic by Aves and The Mini-VandalsSee Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.
Un estudio liderado por la Universidad de Sunshine Coast ha descubierto pruebas de que el cambio de sexo es más común entre las aves silvestres australianas de lo que se pensaba.
So many junipers, so little time. So let's pick one! How about the weeping juniper (Juniperus flaccida)? Buckle up, it's gonna be a bumpy one.Completely Arbortrary is produced and hosted by Casey Clapp and Alex CrowsonSupport the pod and become a Treemium MemberFollow along on InstagramFind Arbortrary merch on our storeFind additional reading on our websiteCover art by Jillian BartholdMusic by Aves and The Mini-VandalsSee Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.
You goin' thig mode? You know, the mode for when a deer eats one of your leaves? The Fraser fir certainly does (Abies fraseri). Join us for a discussion of tree emergency responses, then a new game: The Spelling Tree.Completely Arbortrary is produced and hosted by Casey Clapp and Alex CrowsonSupport the pod and become a Treemium MemberFollow along on InstagramFind Arbortrary merch on our storeFind additional reading on our websiteCover art by Jillian BartholdMusic by Aves and The Mini-VandalsSee Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.
BEEware of the bigleaf magnolia (Magnolia macrophylla). This tree made such a strong alliance with beetles, that any other insect trying to get in gets KILLED. Then we play a Halloween edition of Family Tree!Completely Arbortrary is produced and hosted by Casey Clapp and Alex CrowsonSupport the pod and become a Treemium MemberFollow along on InstagramFind Arbortrary merch on our storeFind additional reading on our websiteCover art by Jillian BartholdMusic by Aves and The Mini-VandalsSee Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.
DO NOT TOUCH this week's tree (Hippomane mancinella), it makes horses go crazy!Completely Arbortrary is produced and hosted by Casey Clapp and Alex CrowsonSupport the pod and become a Treemium MemberFollow along on InstagramFind Arbortrary merch on our storeFind additional reading on our websiteCover art by Jillian BartholdMusic by Aves and The Mini-VandalsSee Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.
We need a tall, straight, decay-resistant, fragrant wood… call THE COFFINTREE (Taiwania cryptomerioides). Why has this tree been used consistently for coffin wood?…. Nobody knows (including us!).Completely Arbortrary is produced and hosted by Casey Clapp and Alex CrowsonSupport the pod and become a Treemium MemberFollow along on InstagramFind Arbortrary merch on our storeFind additional reading on our websiteCover art by Jillian BartholdMusic by Aves and The Mini-VandalsSee Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.
Out of the black tea lagoon comes a swamp monster! It's the swamp tupelo (Nyssa biflora)—swollen butt and all—who has learned how to breathe… underwater.Completely Arbortrary is produced and hosted by Casey Clapp and Alex CrowsonSupport the pod and become a Treemium MemberFollow along on InstagramFind Arbortrary merch on our storeFind additional reading on our websiteCover art by Jillian BartholdMusic by Aves and The Mini-VandalsSee Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.
What if your left foot was in charge of keeping your left hand alive? What if your right big toe was responsible for the right ear? With sectored architecture, the future is now! (Actually, it's about 2000 years ago). Join us for a discussion of the Rocky Mountain bristlecone pine (Pinus aristata) and remember to use coupon code BLOWOUT for 30% off everything at arbortrarypod.com/merchCompletely Arbortrary is produced and hosted by Casey Clapp and Alex CrowsonSupport the pod and become a Treemium MemberFollow along on InstagramFind Arbortrary merch on our storeFind additional reading on our websiteCover art by Jillian BartholdMusic by Aves and The Mini-VandalsSee Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.