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O percurso de cada pessoa é construído por escolhas, desafios e experiências que marcam a sua trajetória. Karina Sofela, influencer angolana, licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade Autónoma de Lisboa e atualmente profissional da rádio RTP África, partilha connosco a sua história, as aprendizagens que a moldaram e a visão que tem sobre o caminho que continua a construir. E no final deixa um spoiler, há um programa de televisão na calha. Uma entrevista de Dayane Mestre, Iara Barreto e Cristiane Bartolomeu no âmbito da unidade curricular de Atelier Rádio II da licenciatura em Ciências da Comunicação na Univeridade Autónoma de Lisboa.
Hoje vamos conhecer Marla, nome artístico da cantora, promotora e psicóloga Tatiana Santos. Recentemente lançou um novo álbum, “Sombra & Sangue”, mostrando mais uma etapa da sua evolução artística. Nesta entrevista, vamos conversar sobre o percurso, o processo criativo e os projetos que prepara para o futuro. Uma entrevista realizada por Rafaela Martins e Sara Fernandes no âmbito da unidade curricular de Atelier de Rádio II da licenciatura em Ciências da Comunicação da Universidade Autónoma de Lisboa. Ouvir a entrevista anterior de Tatiana, por aultura do primeiro álbum a solo.
Dos musicais e do conservatório aos grandes palcos e à nova fase internacional como “Zahara”, Rita Laranjeira contou-nos o percurso na música, os desafios da indústria e a ambição de levar o seu projeto além-fronteiras. Entre memórias da infância, a participação na Eurovision Junior e no The Voice Portugal, a artista revelou ainda detalhes sobre a nova era musical, os próximos lançamentos e até onde quer chegar. Entrevista de Ana Carolina Alves e Hermen Aguiar, no âmbito da unidade curricular de Atelier de Rádio II da Licenciatura em Ciências da Comunicação da Universidade Autónoma de Lisboa.
Nascido no Brasil, criado entre Lisboa e Rio de Janeiro, Mizzy Miles transformou a distância numa ponte. Produtor requisitado, DJ de palcos como o Rock in Rio e o Rolling Loud, e agora vencedor do prémio de Melhor Álbum nos PLAY 2026 pelo “Fim do Nada”, o primeiro de originais. Neste episódio, exploramos a jornada de quem começou a fazer beats no YouTube e hoje leva a música portuguesa além-fronteiras. Uma conversa sobre raízes, o risco e o momento em que o “Fim do nada” se tornou o início de tudo. Entrevista realizada por Diana Pina e Tiago Alves no âmbito da unidade curricular de Atelier de Rádio II da licenciatura em Ciências da Comunicação da Universidade Autónoma de Lisboa.
É desta herança que nasce Bruno Celta, artista português que acaba de lançar La Vendetta, o primeiro single de um novo álbum que marca uma nova etapa no seu percurso musical. Entre influências familiares, experiências pessoais e uma identidade artística cada vez mais assumida, Bruno Celta traz agora um trabalho intenso, pessoal e carregado de sonoridades que refletem o seu caminho até aqui. Uma conversa para perceber as origens, as inspirações, o significado por detrás de La Vendetta, na antecipação de “Ad Astra Per Aspera”, o álbum com lançamento marcado para outubro. Entrevista conduzida por Inês Nora e Mariana Simplício, no âmbito da unidade curricular de Atelier de Rádio II da licenciatura em Ciências da Comunicação da Universidade Autónoma de Lisboa.
O episódio desta semana do podcast Diplomatas teve como tema principal o memorando de entendimento entre os Estados Unidos e o Irão, tendo em vista a reabertura do estreito de Ormuz e um acordo de paz duradouro no Médio Oriente, que deverá ser formalmente assinado na sexta-feira. Carlos Gaspar e Luís Tomé, professor e director do Departamento de Relações Internacionais da Universidade Autónoma de Lisboa, analisaram os principais pontos de um documento que ainda não foi tornado público oficialmente e reflectiram sobre o impacto do mesmo nos objectivos estratégicos e políticos da Administração Trump e do Governo de Benjamin Netanyahu. Os investigadores do IPRI-Nova discutiram ainda o que saiu (e não saiu) da cimeira do G7 em Évian-les-Bain (França), nomeadamente sobre a guerra na Ucrânia e a estratégia dos países ocidentais e seus aliados para lidarem com a competição económica e geopolítica da China. No final do episódio deram nota da eleição suplementar desta quinta-feira em Makerfield (Inglaterra), onde participa Andy Burnham, presidente da Câmara de Manchester e aspirante à liderança do Partido Trabalhista britânico e do Governo do Reino Unido. Se tiver alguma pergunta para Teresa de Sousa e Carlos Gaspar ou sugestão de tema para debate no Diplomatas, envie um email para antonio.lima@publico.pt ou podcasts@publico.pt. Texto de António Saraiva LimaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Depois de ter alcançado o terceiro lugar nas eleições presidenciais de 2026, João Cotrim de Figueiredo continua a marcar presença no debate político nacional. Conhecido pelo seu estilo direto e descontraído, defende ideias ligadas à redução de impostos, menos burocracia e maior liberdade económica. O eurodeputado e antigo líder da IL lançou, entretanto, o Movimento “2031 – Portugal em Frente” e conquistou o espaço de comentário “Visto Assim”, logo após a corrida às presidenciais. Vem conhecer o percurso que João Cotrim de Figueiredo tem traçado para um dia poder ser Primeiro-Ministro. Entrevista conduzida por Catarina Fernandes e Matilde Quaresma, no âmbito da unidade curricular de Atelier de Rádio II da Licenciatura em Ciências da Comunicação da Universidade Autónoma de Lisboa.
Depois de Donald Trump, Vladimir Putin. O episódio desta semana do podcast Diplomatas olhou para o que saiu da visita da semana passada do Presidente dos Estados Unidos a Pequim e para mais uma viagem do chefe de Estado da Rússia à capital da República Popular da China, na quarta-feira. Carlos Gaspar e Luís Tomé analisaram os objectivos estratégicos dos líderes políticos das três potências e reflectiram sobre os avisos de Xi Jinping a Trump sobre Taiwan, território autónomo que o Governo chinês reivindica como parte integrante do país. O investigador e o professor e director do Departamento de Relações Internacionais da Universidade Autónoma de Lisboa, convidado desta semana do Diplomatas, discutiram ainda o mais recente capítulo sobre a utilização da base das Lajes pelos EUA durante os ataques contra o Irão. Marco Rubio, secretário de Estado norte-americano, diz que o Governo português autorizou o uso da base militar nos Açores antes ainda de ter sido informado do assunto e os ministros Paulo Rangel e Nuno Melo defendem a posição de Portugal. Se tiver alguma pergunta para Teresa de Sousa e Carlos Gaspar ou sugestão de tema para debate no Diplomatas, envie um email para antonio.lima@publico.pt ou podcasts@publico.pt.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Humberto é o projeto musical de Bruno Humberto, um artista multidisciplinar que cruza música e performance. A propósito do videoclipe de “Creme”, leva-nos ao universo de “Mau Teatro”, um disco, segundo o próprio, “raw, visceral”, onde o quotidiano se transforma em teatro e as canções encenam relações, jogos de poder e uma subtil dimensão política. Entre o absurdo e a observação social, falamos também da força de tocar ao vivo, do improviso e de um projeto em constante reinvenção. E temos ainda a “Lambada”, a fechar. Entrevista realizada por Denise da Rocha e Armanda Alexandre no âmbito da unidade curricular de Atelier de Rádio da licenciatura em Ciências da Comunicação da Universidade Autónoma de Lisboa.
Natural de Pombal, Joana Oliveira destacou-se desde cedo no panorama musical português. Participou no The Voice Portugal aos 15 anos e, desde então, tem vindo a construir um percurso marcado por uma constante evolução artística. Com temas como “Juro” e “Sexto Sentido”, afirma cada vez mais a sua identidade, apostando na autenticidade e na emoção, naquilo que quer dizer. Nesta conversa, dá a conhecer o percurso, o processo criativo e os desafios de crescer na indústria musical em Portugal. Entrevista conduzida por Francisco Fernandes e Matilde Silva, no âmbito da unidade curricular de Atelier de Rádio II da Licenciatura em Ciências da Comunicação da Universidade Autónoma de Lisboa.
Se não fosse rapper, estaria provavelmente a jogar golf neste momento, mas João Nunes, mais conhecido por Lutz, é um verdadeiro apaixonado pela música desde muito cedo. Vem conhecer o oitavo projeto, o EP “Carrossel”, e os sentimentos à volta dele. Descobre também como nasceu o primeiro hit “Navegar”, ainda antes dos 15 anos, a participação no último álbum dos D.A.M.A. e um concerto no MEO Arena. Uma entrevista conduzida por Joana Sousa e Miguel Martins no âmbito da unidade curricular de Atelier de Rádio II da licenciatura em Ciências da Comunicação da Universidade Autónoma de Lisboa.
Filha de pai e mãe jornalistas, é uma das mais jovens caras da televisão portuguesa. Nascida no Porto rumou até Lisboa para se licenciar em comunicação na Autónoma. Francisca Laranjo, jornalista apaixonada pela profissão, conta-nos o episódio que mais a marcou, nas cheias de Valência, a incomum relação profissional entre mãe e filha, as coisas que acontecem em direto. Uma entrevista realizada por Maria Inês Garcia, no âmbito da unidade curricular de Atelier de Rádio da licenciatura em Ciências da Comunicação da Universidade Autónoma de Lisboa.
Num regresso à universidade onde estudou, Rui Sinel de Cordes recorda esse tempo, fala da necessidade do stand up, mas também do “retiro” no campo, confessa que já chorou de alegria graças a Lionel Messi e conta-nos, no seguimento dos próximos espetáculos, porque há conversas com o público que “precisam de existir”. Uma entrevista realizada por Rafael Cabral, no âmbito da unidade curricular de Atelier de Rádio da licenciatura em Ciências da Comunicação da Universidade Autónoma de Lisboa.
Dbraz, Simba e Rocha são três nomes que se destacam na música urbana da Zona Oeste. Cada um deles apresenta um estilo individual que, em conjunto, gera uma energia singular. “Tou a Ver Mal”, “Tá Puxar” e “Granada” são alguns exemplos das músicas que partilham. Nesta entrevista, revelam os bastidores da indústria, os concertos e os palcos, o que têm de original e os próximos passos. Uma entrevista realizada por Anastasia Frolova e Joana Pereira no âmbito da unidade curricular de Atelier de Rádio da licenciatura em Ciências da Comunicação da Universidade Autónoma de Lisboa.
Neste episódio, recebemos Afonso Branco e André Ivo, dois jovens que fazem da arte da música um ato político-social. Os Miss Universo, vencedores do Prémio INATEL 2025, protagonizaram um dos momentos mais marcantes do FNAC Live deste ano. Do Manifesto do Jovem Moderno, passando pela Palestina e culminando na herança familiar, tudo cabe nesta entrevista onde se redescobre o cariz interventivo da música e que não pede licença para incomodar. Uma entrevista de Bruno Caetano e Sérgio Martinha no âmbito da unidade curricular de Atelier de Rádio da licenciatura em Ciências da Comunicação da Universidade Autónoma de Lisboa.
Quer aprender sobre carreira, marketing, negócios, inovação e muita motivação?Quarta-feira, às 8h, no Papo Empreendedor da @guaruja929fm você vai conhecer a história da Dra. Norma Martins e Renata Costa.Norma Martins, com mais de 30 anos dedicados ao Direito Empresarial e Tributário, Dra. Norma tem se destacado por sua capacidade de simplificar a complexidade do sistema fiscal brasileiro. Advogada, professora e CEO da NMADVS, também é sócia do Grupo Foros e idealizadora do Movimento Tributaristas do Sul, premiado nacionalmente por levar educação fiscal clara, acessível e transformadora a milhares de pessoas.Mestre em Ciências Jurídicas pela Universidade Autônoma de Lisboa, Dra. Norma é reconhecida por unir rigor técnico, linguagem didática e visão multidisciplinar, inspirando empresários, gestores e cidadãos a enxergarem a tributação não apenas como obrigação, mas como estratégia para crescimento e competitividade.Coordenadora do livro “Reforma Tributária, E Agora?”, reúne especialistas para responder, de forma prática e acessível, às principais dúvidas sobre as mudanças previstas entre 2026 e 2033.À frente de iniciativas como o Projeto Tributinho (educação fiscal infantil), as lives Tax Wine e Tax Coffee, e eventos que unem cultura, negócios e cidadania, Norma tem se consolidado como ponte entre o mundo jurídico e a sociedade, mostrando que compreender e usar os tributos de forma inteligente é uma das chaves para o futuro dos negócios no Brasil.Renata Costa, especialista em branding e mentoria estratégica, Renata atua há 19 anos ajudando empresas e pessoas a se tornarem marcas de valor.Formada em Publicidade e Propaganda, com pós-graduação em Marketing e especialização em Branding, Renata também soma formações em comunicação e desenvolvimento humano, inclusive com vivências e estudos nos Estados Unidos.Fundadora da @rcosta.branding , ela desenvolve projetos que unem posicionamento, propósito e performance, impactando negócios que desejam crescer com autenticidade e estratégia.Não fique de fora dessa!#guarujátáon #papoempreendedor #rádio #grandesempreendedores #markeing #direito #direitotributário #negócios #sistemafiscal
O que acontece dentro da mente quando tudo parece desmoronar? Como lidar com o peso invisível que arrasta para baixo? E acima de tudo, como encontrar uma saída? Neste episódio, uma conversa sobre saúde mental com a psicológica Edite Oliveira, que nos explica o que acontece quando o cansaço se torna insuportável. Uma entrevista realizada por Cláudia Joaquim e Rita Gaio no âmbito da unidade curricular de Atelier Rádio da licenciatura em Ciências da Comunicação da Universidade Autónoma de Lisboa.
É professor universitário, mas “dá aulas” para milhares de seguidores online. Marco Neves tornou-se um fenómeno nas redes sociais a partilhar a história e curiosidades da língua portuguesa. Neste episódio, Marco conta-nos de onde vem este interesse pela língua e o desafio que é criar conteúdos para as redes sociais. Revela ainda qual é, para si, a palavra mais intrigante do português. Uma entrevista realizada por Francisco Marques e Leonor Brito, no âmbito da unidade curricular de Atelier de Rádio II da licenciatura em Ciências da Comunicação da Universidade Autónoma de Lisboa.
A nossa convidada de hoje transforma palavras em canções e emoções em arte. Nasceu em São Paulo, vive em Lisboa há 7 anos. Gabriela Rosa tem-se destacado pela sensibilidade das composições e originalidade dos projetos. Com dois álbuns lançados, um inspirado no ciclo das estações e outro que transforma sentimentos em monstros, consegue criar pontes entre dois países, e dois mundos, o real e o imaginário. Hoje vamos conversar sobre o caminho que ela tem trilhado, o som das músicas do último álbum e o que ainda vem por aí nesse universo que é só dela. Uma entrevista realizada por Julita Sousa e Valentyna Havras no âmbito da unidade curricular de Atelier de Rádio da licenciatura em Ciências da Comunicação da Universidade Autónoma de Lisboa.
“Maria João Martins”, provavelmente já leu este nome em algum artigo da Revista Máxima, Rádio Observador, Mensagem de Lisboa ou Vogue Portugal. A jornalista, que começou a carreira no antigo Diário de Lisboa, conta-nos a sua experiência, numa altura em que o jornalismo era uma profissão maioritariamente masculina e como a escolha do jornalismo freelancer se tornou em liberdade. Uma entrevista realizada por Tatiana Martins, no âmbito da unidade curricular Atelier de Rádio da licenciatura de Ciências da Comunicação da Universidade Autónoma de Lisboa.
Vítor Santos, vocalista e guitarrista dos Evols, conta-nos o percurso da banda e antecipa o que podemos esperar do quarto álbum “The Ephemeral”. Os Evols têm explorado, desde 2008, sonoridades intensas e visuais imersivos, destacando-se em festivais como o NOS Primavera Sound e o Milhões de Festa. Nesta conversa, o vocalista partilha as inspirações, o processo criativo, os desafios de manter a autenticidade artística e aquilo que realmente os distingue num panorama em constante mudança. Uma entrevista conduzida por Catarina Gonçalves e Marta Rodrigues no âmbito da unidade curricular de Atelier de Rádio da licenciatura em Ciências da Comunicação da Universidade Autónoma de Lisboa.
Nosso convidado de hoje é Daniel Tonetto, advogado criminalista, professor universitário e escritor gaucho. Sócio fundador do MMT Advogados, ele é mestre em Direito pela Universidade Autónoma de Lisboa e atualmente é doutorando pela histórica Universidade de Salamanca, na Espanha. Membro da Academia Santa-Mariense de Letras, Daniel já conquistou milhares de leitores com best-sellers como a 'Trilogia Crime em Família' e 'Dois Caminhos'. Mas é com seu romance mais recente, 'A Cor Que Nos Separa', uma potente narrativa que enfrenta o racismo estrutural no sul do Brasil, que a crítica aponta como sua obra-prima. =
Ana Matos, mais conhecida como Capicua, apresenta-nos o novo álbum, “Um gelado antes do fim do mundo”, um disco que reflete a transformação social atual e “as questões do nosso tempo” ou uma proposta para “limparmos as lentes com que olhamos o mundo”. Nesta entrevista, a artista recorda também o percurso como rapper em Portugal. Ficam aqui as datas para os próximos concertos da Capicua: 13 de agosto – Festival Paredes de Coura 6 de setembro – Festa do Avante 7 de setembro – Noite Branca de Braga 25 de outubro – Matosinhos, Teatro Constantino Nery Uma entrevista de Leticia Balsa e Leonardo Aguiar dos Santos no âmbito da unidade curricular de Atelier de Rádio II da licenciatura de Ciências da Comunicação da Universidade Autónoma de Lisboa.
Tiago e Sarah-Jane, a dupla que dá vida aos Hot Air Balloon, lançam o segundo álbum, “Come this far”. Com influências do indie pop e da folk eletrónica, os Hot Air Balloon destacam-se pelas harmonias delicadas e arranjos inovadores. Nesta conversa, Tiago apresenta o novo álbum e partilha as inspirações, o processo por trás dos temas e os desafios de criar música enquanto dupla e casal. Os Hot Air Baloon têm concertos agendados para 19 de julho em Vigo, 27 de julho em Famalicão, 16 de agosto no Paredes de Coura, 2º de setembro em Lisboa, 11 de outubro em Guimarães. Uma entrevista conduzida por Andreia Gonçalves e Edgar Moreira no âmbito da unidade curricular de Atelier de Rádio II da licenciatura em Ciências da Comunicação da Universidade Autónoma de Lisboa.
Chama-se Sónia, mas no mundo artístico é conhecida como Libra. Rapper e compositora portuguesa, move-se entre o conscious RAP e o R & B, explora temas como identidade, resiliência e empoderamento feminino. Neste episódio, conta-nos o seu percurso na música, a importância das suas vivências no processo criativo e apresenta o álbum de estreia “Everyone's First Breath”. Ao vivo, podes ver a Libra em Lisboa no NOS Alive, dia 10 de julho, e no Porto no Maracujália, dia 12 de julho. Uma entrevista conduzida por Beatriz Santos e Inês Pereira, no âmbito da unidade curricular de Atelier de Rádio II da licenciatura de Ciências da Comunicação da Universidade Autónoma de Lisboa.
Fala-se muito sobre a falta de casas e a sobrelotação, mas menos do cenário de subocupação que já perfaz 64% do parque habitacional em Portugal - casas com divisões a mais e moradores a menos.Neste último episódio dedicado à habitação, Hugo van der Ding e a demógrafa Alda Azevedo analisam este e outros desequilíbrios que estão a afetar o mercado imobiliário, propondo estratégias concretas para enfrentar o que muitos consideram ser um problema sem solução.Um estudo sobre Lisboa ilustra bem o descompasso estrutural: o fluxo de entrada de jovens adultos supera em quase o dobro o ritmo natural de renovação do parque de habitação existente.Numa altura em que a ineficiência energética dos edifícios continua a ser uma realidade, exploram-se soluções como a requalificação de grandes apartamentos em unidades menores e a partilha intergeracional.A conversa estende-se ainda ao papel estratégico das universidades e empresas como catalisadores de desenvolvimento regional e à revitalização das cidades médias como alternativa à concentração urbana - já que metade da população vive em apenas 31 dos 308 municípios portugueses.Este é um episódio que nos convida refletir: não se trata apenas de construir mais, mas de distribuir e aproveitar melhor o que já temos.REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEISDEMOGRAPHIC RESEARCH, «Low fertility in Europe: Is the pension system the solution?» (2006, Demographic Research)MDPI, «Housing as a Determinant of Mental Health Equity: A Systematic Review» (2021, MDPI) SCIENCE DIRECT, «Breaking down the Housing First model: Examining program implementation challenges from a European perspective» (2024, Cities)BIOSALDA AZEVEDODoutorada em Demografia pela Universidade Autónoma de Barcelona. É investigadora auxiliar no Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Universidade de Lisboa e professora auxiliar convidada no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas. É coordenadora do doutoramento em Population Sciences (ULisboa) pelo ICS e membro da Comissão Científica. A sua investigação centra-se no estudo da demografia da habitação, do envelhecimento demográfico e, mais recentemente, no estudo da emigração portuguesa nos EUA.HUGO VAN DER DINGLocutor, criativo e desenhador acidental. Uma espécie de cartunista de sucesso instantâneo a quem bastou uma caneta Bic, uma boa ideia e uma folha em branco. Criador de personagens digitais de sucesso como a Criada Malcriada e Cavaca a Presidenta, autor de um dos podcasts mais ouvidos em Portugal, Vamos Todos Morrer, também escreve para teatro e, atualmente, apresenta o programa Duas Pessoas a Fazer Televisão na RTP, com Martim Sousa Tavares.
O relatório anual da NATO, divulgado recentemente, revela que, dos 32 Estados-membros da Aliança Atlântica, 22 já cumprem a meta de gastar 2% do seu Produto Interno Bruto (PIB) em defesa. Polónia, Estónia e Letónia estão no topo da tabela, seguindo-se Estados Unidos e Lituânia. Portugal está entre a dezena de países incumpridores, que também inclui Espanha, Bélgica, Canadá e Itália. A meta deverá ser revista em alta na cimeira da NATO já no próximo mês. O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem pressionado para que o novo objetivo seja de 5% do PIB. O secretário-geral da Aliança Atlântica, Mark Rutte, tem falado em 3,7%. Diplomatas da NATO acreditam que será possível chegar a um compromisso de cerca de 3% a 3,5%. Ana Santos Pinto, investigadora do Instituto Português de Relações Internacionais (IPRI) e secretária de Estado da Defesa Nacional entre 2018 e 2019, e Luís Tomé, diretor do Departamento de Relações Internacionais da Universidade Autónoma de Lisboa e investigador do IPRI, são os convidados desta edição. Ambos concordam que as metas definidas pela NATO são “cegas” e fruto de “um compromisso político”, não atendendo ao que é “verdadeiramente importante”. Defendem que “é preciso abandonar a dicotomia falsa de que ou preservamos o modelo social europeu ou investimos mais em defesa”. E concluem: “Precisamos de gastar mais em defesa, mas já gastamos muito, essencialmente gastamos mal.”See omnystudio.com/listener for privacy information.
Peculiar, ou João Nicolau Quintela, conquistou o oitavo lugar no Festival da Canção em 2025. A mistura de diferentes estilos musicais com figuras populares portuguesas fez furor nas redes sociais. Nesta conversa, vem descobrir os medos e as inseguranças de Peculiar, o pós Festival da Canção e os novos projetos. O novo tema, “Vampiros”, sai hoje, dia 25 de abril. Uma entrevista realizada por Diogo Machado e Mariana Rebocho no âmbito da unidade curricular de Atelier de Rádio da licenciatura em Ciências da Comunicação da Universidade Autónoma de Lisboa.
Neste terceiro episódio dedicado à habitação, Hugo van der Ding conversa com a investigadora Alda Azevedo sobre o papel – ainda por cumprir – da habitação pública em Portugal: um direito constitucional desde 1976, mas que continua a aguardar políticas efetivas.Analisam-se as fragilidades das políticas públicas, a degradação e gestão deficiente dos bairros municipais, a estigmatização dos seus residentes e ainda o fenómeno «Not in my backyard»: quando a sociedade apoia a habitação pública em teoria, mas a rejeita nas proximidades da sua residência.Neste contexto, ganha destaque um novo perfil de exclusão que desafia as respostas tradicionais: pessoas com emprego, perfeitamente integradas na sociedade e no mercado de trabalho, mas que, face aos preços inacessíveis, se veem obrigadas a viver em tendas, roulottes ou carros.No entanto, surgem também exemplos de esperança e alternativas viáveis, como o modelo dinamarquês, onde 20% do parque habitacional é acessível e gerido por associações sem fins lucrativos, ou o caso do projeto DASH (Deliver Safe and Social Housing), que junta universidades, municípios e organizações em quatro cidades europeias, incluindo Braga.Uma reflexão que vai além do diagnóstico: aponta caminhos, propõe soluções e desafia-nos a repensar a cidade como um espaço inclusivo – onde a habitação pública possa realmente integrar a malha urbana e dar resposta a necessidades prementes.REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEISASSEMBLEIA DA REPÚBLICA, Direito à Habitação (1976, Diário da República)ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA, Lei de Bases da Habitação (2019, Diário da República)AGAREZ, Ricardo Costa, «A habitação apoiada em Portugal» (2022, Fundação Francisco Manuel dos Santos)DASH PROJECT, «Decent and Affordable Sustainable Housing» (2023, União Europeia)EXPERTS PROJECT, PER Atlas (2023, Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa)BIOSALDA AZEVEDODoutorada em Demografia pela Universidade Autónoma de Barcelona. É investigadora auxiliar no Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Universidade de Lisboa e professora auxiliar convidada no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas. É coordenadora do doutoramento em Population Sciences (ULisboa) pelo ICS e membro da Comissão Científica. A sua investigação centra-se no estudo da demografia da habitação, do envelhecimento demográfico e, mais recentemente, no estudo da emigração portuguesa nos EUA.HUGO VAN DER DINGLocutor, criativo e desenhador acidental. Uma espécie de cartunista de sucesso instantâneo a quem bastou uma caneta Bic, uma boa ideia e uma folha em branco. Criador de personagens digitais de sucesso como a Criada Malcriada e Cavaca a Presidenta, autor de um dos podcasts mais ouvidos em Portugal, Vamos Todos Morrer, também escreve para teatro e, atualmente, apresenta o programa Duas Pessoas a Fazer Televisão na RTP, com Martim Sousa Tavares.
Bem-vindos ao primeiro episódio da terceira temporada ou aos 12 primeiros episódios da terceira temporada se preferirem dividir este em pequenos episódios de 15 minutos.Depois de três episódios de extremamente desagradável aqui estamos nós a oferecer três horas a analisar a primeira parte da autobiografia do licenciado em ciências da comunicação pela Universidade Autónoma Rui Sinel de Cordes. É redundante? Se calhar. Mas já tínhamos gastado 24,20€ e, para nós, isso é um preço demasiado alto para abdicar de conteúdo, por mais recesso que seja. Quem é Rui Sinel de Cordes? Nas palavras dele: é um rei, um goat, um monstro do stand up. Nas nossas palavras: é um rei, um goat, um monstro do stand up. Se é assim que ele se define, ou se é assim que ele se define a partir da maneira que outros o definem, não o vamos contrariar. Fiquem a conhecer os meandros do show business português e o preço que a alma de uma pessoa paga quando enfrenta o nosso podre sistema de star system. A evolução intelectual de alguém que mudou para sempre a comédia nacional. Primeiro quando enfrentou corajosamente deficientes, André Sardet, Malato e Eunice Muñoz e depois, quando nos pôs todos a reflectir sobre as grandes ameaças que a Humanidade enfrenta, como o wokismo, o satanismo, a luta contra as alterações climáticas e os confinamentos. Tudo isto sustentado na obra de pensadores como Platão, Sócrates, Galileu, Kant, Sartre, John Stuart Mill, Bukowski, Hank Moody, etc.São três horas ou 300 páginas a falar de boémia, batalhas judiciais, beefs, encontros com o paranormal. É sobretudo a batalha de um homem para se convencer a si próprio de que é o campeão e que só poderia ser o campeão caso contrário não escreveria tanto sobre quanto é um campeão.Em breve conteúdo exclusivo no patreon: https://www.patreon.com/c/jcdireitaReacts e vídeos exclusivos no youtube: https://youtube.com/@livrosdapicaInstagram: https://www.instagram.com/livrosdapica/twitter: https://twitter.com/livrosdapicaimagem: https://www.instagram.com/tiagom__/Genérico da autoria de Saint Mike: https://www.instagram.com/prod.saintmike/
O que está na origem da atual crise da habitação em Portugal? Neste episódio, a demógrafa Alda Azevedo e Hugo van der Ding analisam as causas e consequências de um problema que afeta a vida de tantas pessoas.Afinal, qual foi o contributo dos vistos gold, do alojamento local, dos fundos de investimento estrangeiros ou do Estatuto de Residente Não Habitual? E como aumentar a oferta disponível, nomeadamente entre as casas que já existem, mas continuam vazias?Com dados concretos e exemplos internacionais, discute-se como Portugal chegou a liderar o ranking da OCDE em dificuldade de acesso à habitação, com preços que aumentaram 106% entre 2015 e 2023.De forma inevitável, este aumento vertiginoso traduziu-se no adiamento da saída dos jovens de casa dos pais, na impossibilidade de muitos casais terem filhos ou de se divorciarem, e ainda na descaracterização dos centros históricos - muitas vezes, verdadeiras 'Disneylands' para turistas.Mas este problema tão português é, também ele, global e as medidas adotadas noutros países podem trazer novas perspetivas sobre a realidade portuguesa. Uma reflexão que este episódio aprofunda e contextualiza, no sentido de compreendermos o papel das decisões políticas e o que pode ser feito para garantir um futuro habitacional mais justo e acessível.REFERÊNCIAS ÚTEISAZEVEDO, Alda B. & SANTOS, João P., «Barómetro da Habitação» (2023, Fundação Francisco Manuel dos Santos)AZEVEDO, Alda B.; LÓPEZ-COLÁS, Julián; MÓDENES, Juan A., «Is living in the parental home a housing decision? Southern Europe's young working adults from a comparative perspective» (2021, Revista de Demografía Histórica-Journal of Iberoamerican Population Studies)GONÇALVES, Duarte; PERALTA, Susana; PEREIRA DOS SANTOS, João, «Short-Term Rental Bans and Housing Prices: Quasi-Experimental Evidence from Lisbon» (2022, IZA Discussion Papers)PEREIRA DOS SANTOS, João; STROHMAIER, Kristina, «All that glitters? Golden visas and real estate» (2024, EU Tax Observatory Working Paper)BIOSALDA AZEVEDODoutorada em Demografia pela Universidade Autónoma de Barcelona. É investigadora auxiliar no Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Universidade de Lisboa e professora auxiliar convidada no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas. É coordenadora do doutoramento em Population Sciences (ULisboa) pelo ICS e membro da Comissão Científica. A sua investigação centra-se no estudo da demografia da habitação, do envelhecimento demográfico e, mais recentemente, no estudo da emigração portuguesa nos EUA.HUGO VAN DER DINGLocutor, criativo e desenhador acidental. Uma espécie de cartunista de sucesso instantâneo a quem bastou uma caneta Bic, uma boa ideia e uma folha em branco. Criador de personagens digitais de sucesso como a Criada Malcriada e Cavaca a Presidenta, autor de um dos podcasts mais ouvidos em Portugal, Vamos Todos Morrer, também escreve para teatro e, atualmente, apresenta o programa Duas Pessoas a Fazer Televisão na RTP, com Martim Sousa Tavares.
Em Bruxelas fala-se num “virar de página” e o virar de costas de Donald Trump à Europa, sacrificando a Ucrânia, está a fazer cair posições e princípios que se achavam imutáveis no campo do investimento em Defesa e em Segurança. Sem se importar com a dissonância húngara, o Conselho Europeu deu o seu aval ao plano de 800 mil milhões de euros, proposto por Von der Leyen para o sector militar e a Alemanha prepara-se para rever o “travão” da dívida. “Há aqui um susto, uma emergência que é nova”, justifica a Teresa de Sousa. Os europeus, sublinha, “entenderam finalmente” que “as intenções de Trump não estão nas entrelinhas; estão nas linhas, estão em tudo o que ele diz todos os dias.” “E nunca passou pela cabeça da Europa que ia haver um dia em que os EUA prefeririam aliar-se à Rússia contra ela”. Com a Europa focada na ameaça russa e no retraimento americano, a China juntou-se em Congresso para mostrar que está pronta para aproveitar a “belíssima oportunidade” concedida por Trump para se aproximar dos “aliados e parceiros” dos EUA. “Trump vai perceber que não tem condições, sozinho, por mais que esbraceje, para ombrear com a China”, alerta, no entanto, o Luís Tomé, professor catedrático e director do Departamento de Relações Internacionais da Universidade Autónoma de Lisboa. “Se nós, europeus, não percebermos que quem garantia uma certa ordem baseada em regras quer agora destruí-la, com Putin, se calhar vamos correr o risco de ver uma acumulação [dos EUA]: não só com a Rússia e com Putin, mas com a China de Xi Jinping.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Por que razão deixámos de ser um país de arrendatários e passámos a ser um país de proprietários? Neste episódio, a especialista em demografia Alda Azevedo e Hugo van der Ding fazem um retrato da habitação em Portugal, revelando os bastidores de uma crise aparentemente recente. A conversa percorre cinco décadas de mudanças que moldaram o nosso território: do Portugal pré-25 de Abril, onde metade das casas não tinha água canalizada, até ao boom do alojamento local, que tem retirado muitas casas do mercado nos centros urbanos. Pelo caminho, descobre-se como decisões aparentemente técnicas – o congelamento das rendas, a construção de uma ponte ou a localização de um bairro social - deixaram marcas que persistem por gerações. Das ilhas do Porto aos bairros de lata em Lisboa (sem excluir as bidonvilles parisienses), discutem-se fenómenos como a gentrificação, o regresso às periferias e o despovoamento do interior. Este é um episódio que nos mostra que na história das nossas casas também mora a história de Portugal e os desafios que hoje enfrentamos – tanto ao nível individual, como coletivo. REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEISAZEVEDO, A. B., «Como Vivem os Portugueses: população e famílias, alojamentos e habitação» (2020, Fundação Francisco Manuel dos Santos) GARHA, N. S., AZEVEDO, A. B., «Airbnb and the housing market in the COVID-19 pandemic: A comparative study of Barcelona and Lisbon» (2022, Análise Social) GARHA, N. S., AZEVEDO, A. B., «Geography of AirBnb in Barcelona and Lisbon: A comparative study» (2021, Finisterra) «Vamos Todos Morrer: Gérald Bloncourt» (RTP PLAY)«As Operações SAAL» (Memoriale Cinema Português)«As Operações Saal» (Filmin)«L'IMMIGRATION PORTUGAISE» (Blog de Gérald Bloncourt)BIOSALDA AZEVEDODoutorada em Demografia pela Universidade Autónoma de Barcelona. É investigadora auxiliar no Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Universidade de Lisboa e professora auxiliar convidada no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas. É coordenadora do doutoramento em Population Sciences (ULisboa) pelo ICS e membro da Comissão Científica. A sua investigação centra-se no estudo da demografia da habitação, do envelhecimento demográfico e, mais recentemente, no estudo da emigração portuguesa nos EUA.HUGO VAN DER DINGLocutor, criativo e desenhador acidental. Uma espécie de cartunista de sucesso instantâneo a quem bastou uma caneta Bic, uma boa ideia e uma folha em branco. Criador de personagens digitais de sucesso como a Criada Malcriada e Cavaca a Presidenta, autor de um dos podcasts mais ouvidos em Portugal, Vamos Todos Morrer, também escreve para teatro e, atualmente, apresenta o programa Duas Pessoas a Fazer Televisão na RTP, com Martim Sousa Tavares.
SD290 - Trajetória de um médico empreendedor. Neste episódio, um encontro do Dr. Lorenzo Tomé com o médico de família e comunidade e CEO da Nuvie AI, Dr. Gustavo Landsberg, em um papo para falar sobre como o médico pode encontrar caminhos no empreendedorismo, soluções para a saúde com uso de tecnologia, um pouco do cenários da saúde e o desafio da implementação da saúde digital no Brasil. O Nuvie AI é o único assistente de voz que permite criar, assinar e compartilhar documentos clínicos em qualquer lugar, receitas, exames e muito mais com dados estruturados. Participe das comunidades SD Conecta. Acesse AQUI! Baixe nosso app: Android ou IOS Neste episódio, o que você vai encontrar: O Background do Gustavo Gustavo é graduado pela UFMG, foi preceptor, professor da graduação, publicou artigo e livro e fez um mestrado na Universidade Autônoma de Barcelona. Em 2011, ele já fazia a telemedicina por Skype e também foi estudar prontuário eletrônico. De volta ao Brasil, entre muitas atividades, ele trabalhou na Unimed, onde descobriu sua afinidade com a inovação nos 5 anos que ficou por lá, fundou o Canguru Gravidez e trabalhou em grandes players. Gustavo ainda continua na assistência. Assista este episódio também em vídeo no YouTube no nosso canal Saúde Digital Ecossistema: AQUI! Episódios Anteriores - Acesse! SD289 - O médico que se reinventa SD288 - Tendências 2025: como o médico por melhorar resultado SD287 - Termografia médica: tecnologia no apoio ao diagnóstico Music: Lotus Sky Dreams Music by Sergio Prosvirin from Pixabay "Music © Copyright Declan DP 2018 - Present. https://license.declandp.info | License ID: DDP1590665"
Como o direito e a religião impactam a teologia e a vida cristã? A promoção da justiça em um mundo caído é possível. Neste podcast, mostraremos como o cristianismo, os direitos cristãos e os direitos religiosos foram benéficos para a construção da sociedade e continuam sendo para a preservação dela.O TEOmídia Cast é um podcast que também pode ser assistido no serviço de streaming TEOmídia. A cada semana, convidados especiais falam sobre teologia, vida cristã e fé, para a glória de Deus. Para assistir na íntegra acesse TEOmídia.com.Confira também nossas novidades no link da bio, em @teomidia, para edificar-se todos os dias!https://www.youtube.com/direitoreligiosohttps://www.ibdr.org.brDr. Thiago Rafael Vieira é mestre e doutorando em Direito Político e Econômico pela Universidade Presbiteriana Mackenzie/SP, especialista em Direito do Estado pela UFRGS, em Estado Constitucional e Liberdade Religiosa pela Universidade Mackenzie, com estudos complementares pela Universidade de Oxford (Regent's Park College) e pela Universidade de Coimbra (Ius Gentium Conimbrigae), além de ser especialista em Teologia e Bíblia pela ULBRA. É presidente do Instituto Brasileiro de Direito e Religião (IBDR), coordenador e professor da pós-graduação em Direito Religioso na Universidade Evangélica de Goiás, subcoordenador do curso Derecho y Religión na Universidade Autônoma de Madri, e membro da Comissão Especial de Liberdade Religiosa da OAB Federal. Advogado com atuação em mais de 4 mil igrejas no Brasil, também integra o grupo de pesquisa do CNPq “Cidadania, Constituição e Estado Democrático de Direito”. Autor de obras como Direito Religioso: questões práticas e teóricas (4ª edição, Vida Nova) e Liberdade Religiosa: fundamentos teóricos para proteção e exercício da crença (Almedina), é cronista da Gazeta do Povo e articulista em diversos veículos. Professor na Brasil Paralelo, palestrante internacional, alumni do Acton Institute e advogado associado à Alliance Defending Freedom (ADF), atua ainda como professor voluntário de História da Igreja Cristã na Igreja Batista Filadélfia e professor visitante em seminários teológicos, plataformas de cursos livres e programas de pós-graduação em Direito Religioso.Dr. Jean Marques Regina é mestrando em Direito Político e Econômico pela Universidade Presbiteriana Mackenzie/SP, especialista em Estado Constitucional e Liberdade Religiosa pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, com estudos complementares pela Universidade de Coimbra e pela Universidade de Oxford, além de ser especialista em Teologia e Bíblia pela ULBRA. Advogado com ampla atuação em Direito Religioso, atende a mais de 3 mil igrejas em todo o Brasil. É 1º Vice-Presidente do Instituto Brasileiro de Direito e Religião (IBDR), conselheiro brasileiro do Acton Institute (EUA) e advogado aliado da Alliance Defending Freedom (EUA), a maior entidade de advogados cristãos do mundo. Além disso, é colunista da Gazeta do Povo, Gospel Prime, Voltemos ao Evangelho, Mensageiro Luterano e outros veículos.Este podcast a serviço de Cristo foi apresentado pelo pastor Fernando Hamilton Costa.
A crise na habitação é um dos temas mais transversais a todas as economias industrializadas, com o preço das casas a crescer a um ritmo duas ou três vezes superior ao dos salários desde a viragem do século. Anos a fio de juros baixos, liquidez financeira sem precedentes e aumento exponencial do turismo, tornaram a habitação num dos mais atraentes ativos financeiros. Em Portugal, em apenas um ano assistimos uma alteração legislativa de 180 graus numa área chave como esta. De um pacote legislativo como o Mais Habitação, que tentava reforçar o mercado de arrendamento com incentivos fiscais e a penalização do Alojamento Local, passámos para o estímulo da procura, com apoios ao crédito, desregulação do Alojamento Local e isenção fiscal para os jovens até 35 anos. Doutorada em Demografia pela Universidade Autónoma de Barcelona, Alda Botelho Azevedo é investigadora auxiliar no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa e professora auxiliar convidada no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas. É coordenadora do doutoramento em Ciências da População pelo ICS e membro da Comissão Científica. A sua investigação centra-se sobretudo no estudo da demografia da habitação e do envelhecimento demográfico.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O primeiro-ministro libanês apelou, esta segunda-feira, Israel a um cessar-fogo. Por seu lado, Telavive confirmou ter “eliminado” o chefe do movimento islamita palestiniano Hamas no Líbano, Fatah Charif. Duros golpes que fazem temer um possível envolvimento do Irão no conflito. Para Maria João Tomás, especialista em assuntos do Médio Oriente, os ataques israelitas vão continuar, porém lembra que o passado já provou que “não é assim que se acaba com o Hezbollah”. O primeiro-ministro libanês apelou, esta segunda-feira, 30 de Setembro, Israel a um cessar-fogo. Palavras de Najib Mikati depois de ter encontrado o ministro francês dos Negócios Estrangeiros, Jean-Noël Barrot, o primeiro diplomata ocidental a deslocar-se a Beirute depois da intensificação dos bombardeamentos israelitas no Líbano.Entretanto, Telavive confirmou esta manhã ter “eliminado” durante a noite o chefe do movimento islamita palestiniano Hamas no Líbano: o exército israelita “atacou e eliminou o terrorista Fatah Charif Abou al-Amine, chefe do braço libanês da organização terrorista do Hamas, responsável pela coordenação das actividades terroristas do Hamas no Líbano em parceria com agentes do Hezbollah.” Na sexta-feira, sexta-feira, 27 de Setembro, Israel eliminou Hassan Nasrallah,o líder do Hezbollah.Duros golpes para o Hamas e para o Hezbollah libanês que inquietam a comunidade internacional, com um possível envolvimento do Irão no conflito. O Irão, por seu lado, garante que não vai enviar combatentes nem para o Líbano nem para Gaza, garantindo que “os governos do Líbano e da Palestina têm a capacidade e a força necessárias para fazer face à agressão do regime sionista”, declarações de Nasser Kanani, porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão.Para já, não há sinais de pausa ou de negociações e no terreno Israel parece determinado a continuar a sua operação militar, possivelmente incluindo uma invasão terrestre.O que é que se pode esperar, nos próximos tempos, para a região foi a pergunta de partida para Maria João Tomás, especialista em assuntos do Médio Oriente e investigadora da Universidade Autónoma de Lisboa.Maria João Tomás, especialista em assuntos do Médio Oriente: Pode esperar-se a continuação da guerra, que é o que eu acho que vai acontecer. Acho que Israel não vai parar enquanto não conseguir os seus objectivos, como dizem eles, anular o Hezbollah. Agora, a questão é se é assim que se anula o Hezbollah. Essa é a questão que se faz, porque mata-se o líder, matam-se os outros líderes que estavam na sucessão, mas há-de aparecer outro. Aquilo funciona como um politburo. Portanto, morreu um, mas outro há-de aparecer, não é assim que se acaba com o Hezbollah. RFI: Em todo o caso, o Hezbollah acaba por ser decapitado, perde o seu líder máximo. Agora, Israel também acaba de anunciar que, em novos bombardeamentos, eliminou o chefe do movimento palestiniano no Líbano. Quantos líderes, tanto do Hamas ou do Hezbollah, são precisos eliminar para se acabar com estas duas forças? Se, algum dia, será possível acabar com estes grupos. Não se pode acabar com estas forças, com estes grupos terroristas, porque vai sempre aparecer alguém para suceder. Agora mata-se um, vem outro a seguir, não ficam parados. Não é assim que se elimina e que se domina ou anula o Hamas e o Hezbollah. Só se consegue isso esvaziando-os de sentido. Ou seja, quando o Hezbollah deixar de fazer sentido e quando o Hamas deixar de fazer sentido e isso só se consegue com paz.Quando houver paz, no caso do Hamas com o reconhecimento dos dois Estados e, no caso do Hezbollah, uma paz duradoura com o Líbano e também o reconhecimento da Palestina, deixa de haver sentido para estes grupos terroristas e só assim é que se consegue acabar com eles, porque eles são muitos.Mais, aqueles que eram simpatizantes do Hezbollah - no Líbano, - agora estão a ingressar, estão a defender o seu país. Quer queiramos quer não, o Líbano tem uma composição estranha em termos de organização política. É uma coisa sui generis... “Um corpo com três cabeças”, digamos assim. Exactamente. Basicamente, o Hezbollah é um Estado dentro do Estado. Se havia pessoas que eram simpatizantes da causa, com tudo aquilo que se está a passar, estão neste momento a engrossar as fileiras do Hezbollah. Isto só aumenta a escalada. Isto beneficia [Donald] Trump [ex-presidente norte-americano e candidato republicano à Casa Branca] e beneficia, em termos de agenda própria, [Benjamin] Netanyahu.O que é que Benjamin Netanyahu vai fazer com estas mortes, que são sucessos militares para ele?São sucessos militares e inclusive internamente, em Israel, acaba por ser positivo, porque as pessoas vêem que realmente há uma luta contra estes grupos terroristas e se revêem nisso. E Netanyahu, neste momento, está a ganhar popularidade dentro de Israel. A questão é que não é assim que as coisas se resolvem. Nós não aprendemos com as lições do passado. Já tantas vezes se tentou derrubá-lo, até já se invadiu o Líbano três vezes e o Hezbollah está cá para contar a história. Não é assim que as coisas se resolvem. Netanyahu está imparável e intocável aos olhos de toda a comunidade internacional...Está, está impune.Está ele também, de alguma forma, a aproveitar-se deste período eleitoral norte-americano [com eleições presidenciais marcadas para 05 de Novembro]? Claro que sim, ele quer que Trump ganhe. E Trump já começou a descolar à medida que a guerra está a escalar. À medida que a guerra escala, o Trump descola. Netanyahu quer que Trump ganhe. Israel caminha para uma invasão terrestre no Líbano. Esse passo, não terá também um grande preço para Israel, que também já teve perdas no terreno, em Gaza? Vai ter perdas importantes. Mas eu acho que o objectivo é continuar no Líbano e fazer a incursão terrestre para criar uma ‘safety zone' [zona tampão]. Isto é bom internamente para Netanyahu, para a sua agenda própria. É bom porque ajuda Trump a ganhar as eleições. A população em si poderá estar descontente com isto, apesar de agora apoiarem Israel e Netanyahu, a população israelita está contente com estas proezas que Israel está a fazer. A questão é que isto não vai dar a lado nenhum, a não ser à vitória de Trump. Nós já vimos no passado como é que isto resultou. O Hezbollah vai sempre existir, a não ser que o esvaziem de sentido. O que é que este silêncio iraniano quer dizer? Prudência. Em primeiro lugar, prudência. E em segundo, não querem que Trump ganhe. Se eles responderem, seja qual for a resposta, nós vamos ter uma escalada. E, portanto, isto só vai beneficiar Trump. E eles não querem que Trump ganhe porque ele acabou com o acordo nuclear. Não pode haver aqui negociações escondidas entre Teerão e Washington precisamente em relação ao programa nuclear. Ou seja, Teerão não se mete nesta guerra e os Estados Unidos fecham os olhos ao programa nuclear? Pode. A agência americana VOA anunciou, há três semanas, que pode estar iminente a declaração do Irão como potência nuclear. Se o Irão se declarar como potência nuclear é a maior derrota para Netanyahu, sem o Irão disparar um míssil e sem haver escalada. Ou seja, o Irão declara-se como potência nuclear e, pura e simplesmente, Netanyahu vai ter que repensar a sua estratégia. Netanyahu andou anos e anos a alertar para o programa nuclear do Irão e que era necessário impedi-lo. Agora, se o Irão conseguir, isso é a maior vitória [de Teerão] e a maior derrota para Netanyahu, sem o Irão disparar um míssil e sem haver escalada, e aí sim, o Trump em vez de subir desce. Esta postura do Netanyahu pode ser mesmo nesse sentido, de provocar o Irão e de tentar fazer com que mude de direcção?Está a provocar. Está a provocar toda a gente para ver se isto escala. Ele está a provocar o fogo.Israel, que foi incapaz de detectar os ataques que aconteceram ano passado ou que supostamente foi incapaz de os detectar…Não, Israel sabia. Inclusive, a preparação do ataque foi publicada nos sites oficiais do Hamas e do Hezbollah. No site oficial do Hamas, há dois ou três anos, que eles publicaram artigos a explicar como raptar e capturar reféns, como fazer assaltos a casas, como cortar o arame farpado. Isso é público. A BBC deu-se ao trabalho de ir a esses sites e publicou essas fotografias todas. Claro que eles sabiam. Agora, resta saber qual era o interesse de Netanyahu em deixar que a coisa acontecesse. No ano passado, Netanyahu levou às Nações Unidas o mapa do novo Médio Oriente e disse que queria fazer um novo Médio Oriente. E é isso que ele já está a fazer. Este ano, levou dois mapas, um do Médio Oriente bom e outro do Médio Oriente mau. O Médio Oriente bom são os países sunitas e o Médio Oriente mau são os países xiitas. Isto é tudo uma questão de poder, como sempre. Mas o próprio Mahmoud Abbas, também na Assembleia Geral da ONU este ano, repetiu várias vezes o “we will not leave”, “nós não vamos sair”. Pois não. Portanto, isto não vai levar a lado nenhum, a não ser o escalar da guerra. Que é isto que Netanyahu quer, para descolar e ganhar Trump. E a seguir, o que é que Netanyahu faz? Provavelmente, vai para os Estados Unidos viver num ‘El dorado' e foge à cadeia. Mas, se esta guerra escala efectivamente, Israel tem capacidade de responder em tantas frentes, Líbano, Irão e Iémen?Neste momento, essa é a grande questão e os militares não estão muito contentes. Há a possibilidade de acontecer alguma coisa internamente, alguma revolta interna, porque é um esforço enorme por parte do exército estar em tantas frentes. A destituição de Netanyahu só pode ser feita de dentro para fora. Ele tem a maioria no Knesset. Ninguém o vai tirar do cargo numa altura de guerra. Portanto, ele a cair, tem que cair de dentro para fora. O exército está descontente com a maneira como isto está a ser conduzido, porque sabem que é uma agenda pessoal de Netanyahu. Porque se Israel quisesse mesmo a paz, procedia ao reconhecimento da Palestina e a partir daí as coisas melhoravam bastante. Há aqui uma agenda pessoal, da mesma forma que também há uma agenda pessoal por parte dos ministros de extrema-direita que querem aquelas promessas bíblicas e Israel do Jordão até ao mar. Há aqui várias agendas que se sobrepõem aos interesses de Israel e, aí sim, poderá haver uma revolta interna.Ou seja, essa revolta interna levaria à queda de Netanyahu e, consequentemente, à possibilidade de uma solução política. Exactamente, porque não é com o Netanyahu que vamos ter uma solução política. Vamos ter uma solução de guerra, não política.Até lá, vamos continuar a ver mais do mesmo: Israel a bombardear em várias frentes com a bandeira de destruir o Hamas e o Hezbollah e com a comunidade internacional de uma forma geral, impávida e serena, a assistir?Impune, continua a fazer o que quer. Isto leva-nos à questão que [Recep Tayyip] Erdogan [Presidente da Turquia] colocou nas Nações Unidas: qual é o interesse das Nações Unidas quando se vê aquilo que se está a passar? Quem é que pára Putin? Quem é que pára Netanyahu? O Presidente turco disse que o “sistema da ONU morreu em Gaza”.
O diretor do Departamento de Relações Internacionais da Universidade Autónoma de Lisboa, Luís Tomé, fala sobre a possível resposta do Irão, depois de mais um ataque em força ao Hezbollah, no Líbano. See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Assembleia Geral das Nações Unidas pediu nesta quinta-feira, 19 de Setembro, o fim da ocupação israelita dos territórios palestinianos ocupados dentro de "12 meses". O texto da resolução, aprovado com 124 votos a favor, 14 votos contra e 43 abstenções, apela ainda aos Estados-membros para que proíbam as importações provenientes dos colonatos e o fornecimento de armas a Israel se houver motivos "razoáveis" para acreditar que estas armas possam ser utilizadas nos territórios palestinianos. O texto da resolução, aprovado com 124 votos a favor, 14 votos contra e 43 abstenções, segue o parecer do Tribunal Internacional de Justiça, em Julho, que a pedido da Assembleia Geral da ONU analisou a ocupação dos territórios palestinianos desde 1967 e chegou à conclusão que "a continuação da presença" israelita nos mesmos "é ilegal" e que Israel tem "obrigação de pôr fim [à ocupação] o mais rápido possível".A resolução da ONU apela ainda aos Estados-membros para que proíbam as importações provenientes dos colonatos e o fornecimento de armas a Israel se houver motivos "razoáveis" para acreditar que estas armas possam ser utilizadas nos territórios palestinianos.Maria João Tomás, especialista de assuntos do Médio Oriente e investigadora da Universidade Autónoma de Lisboa, considera que a iniciativa é importante, mas devido ao carácter não vinculativo não terá grande impacto na resolução deste conflito.RFI: Que importância tem esta resolução da Assembleia Geral das Nações Unidas para o conflito no Médio Oriente?Trata-se de uma resolução de condenação e é muito importante condenar aquilo que se está a passar e aquilo que este Governo israelita de extrema-direita está a fazer na Palestina. É claro que estão a responder ao ataque terrorista de 7 Outubro do Hamas, mas isso já ultrapassou todos os limites.Estas resoluções são importantes, mas depois, na prática, não vão ter consequências, umas vez que não são vinculativas.Envia-se um sinal forte à comunidade internacional?É importante que a comunidade internacional denuncie aquilo que se está a passar e que condene. Mas daí até ter alguma consequência prática vai uma distância muito grande.O texto também exige a retirada das forças israelitas dos territórios palestinianos, a cessação de novos colonatos, a restituição de terras e propriedades confiscadas e a possibilidade de regresso dos palestinianos deslocados. Apesar de esta resolução não ser vinculativa, considera que os países enviam uma mensagem da urgência para que as partes encontrem uma solução para este conflito?Sim. Todavia, nesses casos as acções são muito importantes. Por exemplo, em 2005, Ariel Sharon obrigou a retirada dos colonatos israelitas na Faixa de Gaza. Só com este tipo de acções se conseguirão avanços, mas têm que ser os próprios líderes a fazê-lo. Porém, não há vontade e, além disso, há outras intenções.Aquilo que está a acontecer neste momento na Cisjordânia -que para Israel é Judeia e Samaria, é exactamente com o propósito de fazer a mesma coisa que aconteceu em Gaza. A desculpa das autoridades israelitas é de ir atrás dos grupos terroristas-al -Aqsa, Jihad Islâmica e o Hamas - que estão no enclave. Mas a única maneira de se livrarem dos grupos terroristas é anular a existência deles. Só se anula a razão deles existirem com a construção de dois Estados. Aqui há outra agenda.E qual é a agenda?Há intenções muito explícitas, por parte dos dois ministros das Finanças e da Segurança Interna, Bezalel Smotrich e Itamar Ben-Gvir, que é expandir Israel da Jordânia até ao mar e parece que o caminho está a ser feito.A resolução teve os votos contra dos Estados Unidos. Não há aqui um contra-senso dos EUA que dizem estar a trabalhar para a paz no Médio Oriente? Os Estados Unidos têm sempre a mesma resposta. Ou seja, isto não pode ser feito através de uma resolução. Tem que ser feito um acordo entre as partes. Ora, se estivermos à espera do acordo entre as partes... vamos ter de esperar sentados.Após a votação, o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros israelita, Oren Marmorstein, refere que Israel considera "tendenciosa" e cheia de "cinismo" a resolução aprovada pela Assembleia Geral da ONU. Esta postura de Israel era expectável?Claro. É sempre a mesma resposta e ainda vão dizer que estão todos do lado dos terroristas. Pelo menos é a postura que se espera deste Governo de extrema-direita.Portugal, país signatário desta resolução, manifestou-se preocupado com a crescente tensão na Cisjordânia, em que a violação dos colonos continua a subir de forma impune… Foi muito importante a posição do Governo português. Foi realmente uma agradável surpresa.Nos próximos dias, o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, vai discursar diante da Assembleia Geral das Nações Unidas. Considera que ele tem o direito de falar, ou devia haver uma sanção contra Israel?Não, já se fez isso com tantos outros. É importante que Netanyahu fale para se perceber o que vai dizer. Depois a reacção dos outros países é que já será outra coisa. Muitos dirigentes poderão deixar a sala em sinal de protesto [como fizeram no passado].O chefe do Hezbollah libanês, Hassan Nasrallah, afirmou nesta quinta-feira, 19 de Setembro, que a formação tinha recebido “um golpe duro e sem precedentes” e acusou Israel de “ter ultrapassado todas as linhas vermelhas ao fazer explodir os aparelhos"- pagers e os walkie talkies. O que pretende Israel com este ataque?Primeiro foi uma coisa inédita, nunca ninguém tinha feito um ataque destes. Segundo, este ataque mostra a capacidade que a Mossad tem. Já quando foi da morte de [Ismaël] Haniyeh [morto a 31 de Julho, em Teerão, num ataque aéreo atribuído às forças israelitas] nós percebemos a capacidade que eles tinham. Aqui também temos a questão de que facilmente vão conseguir identificar os membros do Hezbollah, porque os membros do Hezbollah que chegam aos hospitais têm ferimentos em sítios muito específicos.Hassan Nasrallah promete um terrível castigo a Israel. O que é que se pode esperar nas próximas horas?Estamos todos à espera do ataque do Irão. Já estamos à espera também do ataque do Hezbollah. Não interessa ao Hezbollah escalar a guerra. Vamos esperar para ver. Não há prognósticos.Mas estes ataques vêm, de alguma forma, expor uma fragilidade do Hezbollah? Sim, expõem uma fragilidade imensa. Eles estão muito assustados com aquilo que se passou (...) Israel está à beira de invadir o Líbano para garantir que o norte de Israel tenha segurança e, portanto, enfraquece e debilita bastante as capacidades do Hezbollah numa altura importante. Foi uma jogada de mestre, diga-se de passagem.Este episódio complica um acordo de paz entre as partes? Sim. O secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, foi agora ao Cairo e volta de lá com as mãos abanar. Enquanto a questão do corredor de Filadélfia [fronteira entre Gaza e o Egipto] não se resolver, não haverá acordo.
Esta semana fica marcada pelo anúncio do acordo de cessar-fogo entre a República Democrática do Congo e o Ruanda. O cessar-fogo entra em vigor amanhã, domingo 4 de Agosto, depois de uma reunião em Luanda mediada pelo Ministro angolano das Relações Exteriores. Este acordo abrangido no chamado "processo de Luanda" visa, a prazo, baixar as armas no leste da RDC que está há largos anos à mercê de grupos armados que, segundo Kinshasa, são apoiados pelo Ruanda. Duas jornalistas da Rádio Popular e da Rádio Capital foram agredidas esta semana pelas forças da ordem guineenses quando estavam a cobrir uma manifestação em frente ao ministério da Educação, em Bissau. As duas jornalistas deram entrada nas unidades hospitalares da capital. As notas de repúdio foram várias, nomeadamente do Sindicato dos Jornalistas da Guiné-Bissau, mas também de Cabo Verde. O Presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos, Bubacar Turé, também condena o ataque.Na sequência do veredicto pronunciado na segunda-feira pelo Tribunal Comercial de Londres que condenou o grupo naval francês Privinvest a pagar cerca de 2 mil milhões de Dólares de compensações a Moçambique por corrupção no âmbito do caso das "dívidas ocultas", a empresa informou que vai recorrer da sentença e que não descarta a possibilidade de processar Filipe Nyusi quando deixar de ser chefe de Estado - já não beneficiar da imunidade presidencial, dentro de alguns meses. O investigador do Centro de Integridade Pública, Borges Nhamire, considera que uma acção contra Filipe Nyusi não será do interesse para a própria empresa.Os profissionais de saúde de Cabo Verde suspenderam a greve para negociar com o governo.O chefe da diplomacia francesa considerou esta semana que o apoio da França ao plano de autonomia marroquino para o Sahara Ocidental é um passo "natural", depois de o Presidente francês ter dirigido uma carta ao rei de Marrocos a formalizar o seu apoio às pretensões territoriais de Rabat sobre esse território também reclamado pelos independentistas sarauís. A posição apoiada pela direita francesa foi criticada pela esquerda que considera que o Presidente francês traiu a posição histórica de equilíbrio da França. O Vice-Presidente do Observatório do Mundo Islâmico na Universidade Autónoma de Lisboa, João Henriques, considera que esta reviravolta se deve ao imperativo para a França de não perder totalmente a sua influência num continente.
Rita Laranjeira tem 17 anos e já é um sucesso no mundo da música. Conta-nos como é ter um contrato com a Universal Music Portugal e ser uma artista em ascensão. Ouve para conheceres a Rita, os seus medos como artista, as conquistas que conta de coração e descobre como vai começar a “experimentar como é a indústria lá fora”. Uma entrevista realizada por Ana Leote no âmbito da unidade curricular de Atelier de Rádio da licenciatura em Ciências da Comunicação da Universidade Autónoma de Lisboa.
Aos 16 anos começou a apresentar o Caderno Diário na RTP 2, trabalhando de seguida no 1.ª Vez, programa de debates para jovens, no qual fez o primeiro directo. Seguiram-se Ferro e Fogo, Passeio da Fama, Sub-26, Portugalmente e Falar-a-Falar. Entretanto, fez teatro, rádio na Antena 1. Frequentou o curso de Direito, na Universidade Católica, e Comunicação Social, na Universidade Autónoma.Já na SIC, começou pelo trabalho de redacção e passou depois a apresentar o programa de informação Verão Quente. Foi também pivô da SIC Notícias, durante quase 12 meses. Depois vou passar à frente porque fez uma data de programas. Fora da televisão foi mentora do espaço online “Trocas de Amor”.Fundou a plataforma Capazes, inicialmente denominada "Maria Capaz", um espaço de afirmação da mulher e de discussão da condição feminina. Neste momento é Copy em conteúdos digitais,Coordenadora de Conteúdos Canal 11 e íntegra a equipa de Intervenção Social da Federação Portuguesa de Futebol.É mãe de dois, para além dos enganos com o nosso nome e de nos termos cruzado na televisão, temos mais coisas em comum: fazemos anos no mesmo mês e no mesmo ano (temos só 11 dias de diferença).N'a Caravana Rita Ferro Rodrigues.Podem seguir a Rita Ferro Rodrigues: https://www.instagram.com/ritaferrorodrigues/?hl=enProdução e Agenciamento: Draft Media https://www.draftmediaagency.comMerchandising N'A Caravana: https://loja.ritaferroalvim.com/Obrigada a todos meus patronos por me permitirem fazer o que gosto e beneficiarem e acreditarem nos meus projetos. Um agradecimento especial aos patronos Premium: Rossana Oliveira, Mónica Albuquerque, Raquel Garcia, Sofia Salgueiro, Sofia Custódio, Patrícia Francisco, Priscilla, Maria Granel, Margarida Marques, Ana Moura, Rita Teixeira, Ana Reboredo, Rita Cabral, Tânia Nunes, Rita Nobre Luz, Leila Mateus, Bernardo Alvim, Joana Gordalina Figueiredo, Mónica Albuquerque, Rita Pais, Silvia, Raquel Garcia, Mariana Neves, Madalena Beirão, Rita Dantas, Ana Rita Barreiros, Maria Castel-Branco, Filipa Côrte-Real, Margarida Miguel Gomes, Rita Mendes, Rita Fijan Fung, Luísa Serpa Pimentel, Rita P, Mónica Canhoto, Daniela Teixeira, Maria Gaia, Sara Fraga, Cláudia Fonseca, Olga Sakellarides, Rafaela Matos, Ana Ramos, Isabel Duarte, Joana Sotelino, Ana Telles da Silva, Carolina Tomé, Patrícia Dias, Raquel Pirraca, Luisa Almeida, Filipa Roldão, Inês Cancela, Carina Oliveira, Maria Correia de Sá.
Você consegue vislumbrar um futuro em que feminismo e antipunitivismo caminham juntos? Nesse episódio, gravado no contexto do 8 março de 2024, a gente provoca uma conversa sobre o futuro que nós, mulheres das lutas feministas, queremos ou estamos buscando construir. Te convidamos a escutar esse papo de coração aberto e a ficar até o final para seguir a reflexão por completo. Porém se em algum momento você sentir que deve interromper a escuta por algum gatilho, não hesite em parar. Pra falar desse assunto, convidamos duas femigrantes que trabalham cotidianamente na linha de frente do atendimento a mulheres e imigrantes em situação de vulnerabilidade: - Mariana Araujo, advogada formada pela Universidade Federal de Juiz Fora, com mestrado em Migrações contemporâneas e RI, e pós-graduação em direitos e integração social, especialista em violência de gênero e proteção internacional. Atualmente trabalha como técnica de moradia do programa de Proteção Internacional do Ministério de Migrações da Espanha, e milita em diversos coletivos, como o "Tanquem els CIE" (coletivo contra os centros de internamento de estrangeiros da Catalunha). - Mairê Carli, nossa co-host, que é também indignada e defensora de direitos humanos. Trabalha como advogada na ONG Fundació Àmbit Prevenció com problemáticas sobre migração, violências machistas e institucionais, através de atenção direta ou projetos de incidência política. Se formou em direito na Universidade Mackenzie, tem mestrado em Cooperação internacional pela Universidade de Barcelona e especialização em estudos de gênero pela Universidade Autònoma de Barcelona. Coordena também um site que oferece atenção especializada em temas de violência machista (siemprevivas.org). ***** CRÉDITOS: Apresentação e roteiro: Lilian Moreira e Natalie Rios Estratégia de mídias: Mairê Carli, Patrícia Kuniyasi e Beatriz Moraes Design: Patrícia Kuniyasi Edição e sonorização: Gabriel Duponto e Mairê Carli
Emissão em directo da Universidade Autónoma de Lisboa
Neste Live falo com 2 estudantes da Licenciatura em Gestão de Desporto da Universidade Autónoma de Lisboa e da Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa. O que aprendes no curso, se é mais prático ou teórico, saídas profissionais, ambiente na instituição, TUDO o que precisas de saber sobre este curso superior!
Reunida em Madrid, a NATO procura o novo Conceito Estratégico. Com Vladimir Putin como inimigo número 1. Há já uma vitória, a Turquia permite a entrada de Finlândia e Suécia. Neste episódio, conversamos com Luís Tomé, diretor do Departamento de Relações Internacionais da Universidade Autónoma de Lisboa e do centro de investigação OBSERVARE — Observatório de Relações Exteriores.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ricardo Luz entrevista Aline Hall de Beuvink, ativista luso-ucraniana, Professora auxiliar e membro do Conselho Científico da Universidade Autónoma de Lisboa, Presidente-fundadora da Associação de Defesa do Património de Lisboa – ADPLx, investigadora do CIAUD da Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa e no Centro de Investigação da Universidade Autónoma de Lisboa. Conversa também disponível no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=iBY6q7_cXqs
Neste episódio falamos com Graça Almeida Borges, professora auxiliar da Universidade Autónoma de Lisboa e investigadora do CIDEHUS (Universidade de Évora), sobre Portugal e o seu respectivo império no tempo dos Filipes, isto é, no seio da Monarquia Hispânica liderada pela dinastia Habsburgo. Sugestões de leitura: 1. Pedro Cardim, Leonor Freire Costa e Mafalda Soares da Cunha - Portugal na Monarquia Hispânica: dinâmicas de integração e de conflito. Lisboa/Évora/Múrcia: CHAM/CIDEHUS/Red Columnaria, 2013. Disponível online em: http://hdl.handle.net/10362/98067 2. Jean-Frédéric Schaub - Portugal na Monarquia Hispânica (1580-1640). Lisboa: Livros Horizonte, 2001. Música: "Five Armies" Kevin MacLeod (incompetech.com); Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
Leonardo was born in Italy in 1991, after the Bachelor at Politecnico di Milano moved to Lisbon and graduated from the Universidade Autónoma in 2014, after several years of practicing Architecture in firms both in London and Lisbon, started his own Atelier in the Algarve in 2020.The work of the practice ranges from Architecture to Art, the House in Colares has been published among the most prestigious architectural magazines worldwide and the first built project Yoga Pod 2, has been completed in Ho Chi Minh City in November 2020. Raposeira, 8650-282, Sagres, Portugal leonardomarchesiarquitecto@gmail.com