Podcasts about Medvedev

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Latest podcast episodes about Medvedev

Talking Tennis
Tien vs Medvedev | Australian Open Round 2 | Matches of the Year 2025 | No.2

Talking Tennis

Play Episode Listen Later Dec 29, 2025 55:08


Experience one of the most talked-about tennis clashes of 2025 in this in-depth podcast episode: Tien vs Medvedev | Australian Open Round 2 | Matches of the Year 2025 | No.2. We break down the electrifying Australian Open Round 2 showdown between rising star Learner Tien and Grand Slam champion Daniil Medvedev, a match that stunned fans and analysts alike. From jaw-dropping rallies and tactical masterclasses to momentum-shifting moments, this episode explores why Tien vs Medvedev deserves its place among the Matches of the Year 2025.

Knight Shift
The Knights have headed into the holiday break, Christmas at Linus Funck's house and Christmas with Aleksei Medvedev

Knight Shift

Play Episode Listen Later Dec 24, 2025 33:44


The Knights have headed into the holiday break, Christmas at Linus Funck's house and Christmas with Aleksei Medvedev. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Visión Global
Visión Global: Medvedev ridiculiza a Europa, Rusia amenaza Starlink y Trump sacude la geopolítica naval 23/12/2025

Visión Global

Play Episode Listen Later Dec 23, 2025 58:58


En nuestra portada de hoy, nombramos las claves internacionales más importantes del día. Entrevista geopolítica con Luis Rodrigo de Castro, Profesor de RR.II. de la Universidad CEU San Pablo. Después, repasamos los protagonistas del día en Wall Street. Por último, hacemos análisis de Wall Street con Rafael Ojeda, miembro del comité de Inversiones de Ursus 3 Capital Agencia de Valores. .

Game, Bet, Match (GBM) Podcast
Ace the Odds Podcast #1 - 2025 Recap and 2026 Preview

Game, Bet, Match (GBM) Podcast

Play Episode Listen Later Dec 21, 2025 135:14


In our first 2026 preseason pod and our first official Ace the Odds pod, we discuss a multitude of topics to recap last season and preview next season on the ATP Tour! We discuss Alcaraz ending his partnership with Ferrero, 2026 projections for the players participating in the Next Gen Finals, our thoughts on a few prominent players on tour such as Shelton, Medvedev, Tsitsipas, Berrettini, Tiafoe, Musetti, and Davidovich Fokina, and much more!

Nothing Major
130: Naughty or Nice List, Fan Questions and the Great TSA Debate | EP 130

Nothing Major

Play Episode Listen Later Dec 12, 2025 39:46


The guys kick things off by diving into the festive season by crafting their Naughty or Nice lists for both ATP and WTA players. Things take a hilarious turn when airport stories start flying, leading to a full-on debate about TSA security at airports. From there, they tackle fan questions on off-season training, locker-room confrontations, and if they really get butterflies when they see the main draw. Exclusive: $35 off Carver Mat at https://on.auraframes.com/NOTHINGMAJOR. Promo Code NOTHINGMAJOR Head to our NothingMajorShow.com/awards and put in your vote.We also are going to pick 5 voters at random from the submissions and send each one a Nothing Major swag bag featuring our new merch drops:3x t-shirts: Green, White & Black2x hoodies: Creme & BlackEveryone who votes is eligible - just make sure to include your email below so we can contact you. We will draw the names at the end of the awards show. 00:00 Introduction  01:01 Award Show Announcements 01:51 Companion Pass Story 05:41 Travel Mishaps and TSA Debate 09:10 Naughty or Nice List: WTA Edition 11:52 Naughty or Nice List: ATP Edition 17:41 Medvedev's On-Court Antics 18:25 Naughty List Contenders 20:54 The Myth of Tennis Off-Season 22:44 Off-Season Training Regimens 28:43 Fan Questions: Locker Room Confrontations 30:02 Fan Questions: Importance of Coaches 32:42 Fan Questions: Tournament Draws 37:11 Fan Questions: Serve and Volley Decline

Pergunta Simples
Como comunicar a guerra de hoje e a paz de amanhã? Manuel Poejo Torres

Pergunta Simples

Play Episode Listen Later Dec 10, 2025 63:48


Comunicar a Guerra, Pensar a Paz: O Mundo Explicado sem Eufemismos Num tempo em que a guerra voltou ao continente europeu e a ameaça nuclear regressou ao vocabulário político, comunicar tornou-se tão decisivo quanto negociar, tão estratégico quanto deter armamento. A forma como entendemos o conflito — e a forma como os líderes o explicam — determina a capacidade de uma sociedade se proteger, se posicionar e, sobretudo, de construir paz. Nesta conversa profunda com um dos mais atentos analistas de geopolítica e segurança internacional, exploramos não apenas o que acontece nas frentes militares, mas aquilo que raramente chega ao espaço público: a lógica das decisões, o medo que move líderes, a propaganda que molda percepções e a fragilidade das democracias perante um mundo multipolar, competitivo e cada vez mais turbulento. A Guerra Não Desapareceu — Apenas Mudou de Forma A guerra do século XXI já não é apenas feita de tanques, artilharia ou drones. É feita de comunicação, de opinião pública, de gestos diplomáticos e de ameaças que pairam mais do que disparam. O conflito na Ucrânia tornou visível uma realidade que muitos preferiam não ver: o regresso do imperialismo territorial, a competição entre grandes potências e a erosão lenta da ordem internacional construída após a Guerra Fria. E, como explica o especialista entrevistado, esta realidade é o resultado direto de um mundo onde já não existe uma potência única capaz de impor regras — e onde vários Estados procuram afirmar a sua posição, mesmo à força. “Falamos Demasiado de Guerra e Demasiado Pouco de Paz” Esta frase, dita logo no início da nossa conversa, resume uma das grandes preocupações: a paz tornou-se um bem adquirido, quase dado por garantido, e deixou de ser pensada como projeto político. Hoje discutimos armamento, sanções, alianças, ofensivas e contra-ofensivas, mas muito raramente discutimos planos reais de paz. A diplomacia parece muitas vezes refém de hesitações, cálculos eleitorais e receios de perder posição. Faltam líderes com visão e coragem para assumir compromissos difíceis. Falta clareza estratégica. Falta, em suma, o que sempre faltou antes dos grandes pontos de viragem da História: vontade de mudar o rumo. Propaganda: A Arma que Já Não Precisa de Mentir A propaganda moderna não opera através de falsidades grosseiras — opera com ângulos, omissões e narrativas cuidadosamente organizadas. Divide sociedades, instala ruído, confunde consensos. E, como lembra o convidado, é um mecanismo estrategicamente desenhado, não um acidente. Hoje, qualquer conflito é também uma batalha pelo centro emocional das populações. A pergunta já não é “quem dispara primeiro?”, mas sim “quem controla a interpretação do que acabou de acontecer?”. E esta disputa é tão séria como qualquer avanço militar. Num ambiente onde autocracias investem fortemente em desinformação, países democráticos só sobrevivem se investirem tanto em educação mediática quanto investem em equipamento militar. A Ameaça Nuclear: Entre a Política e o Medo Há uma década, a maioria das sociedades ocidentais consideraria inaceitável ouvir líderes políticos falar com leveza sobre o uso de armas nucleares. Hoje, essa retórica tornou-se comum. A ameaça nuclear voltou a ser utilizada como instrumento de coerção psicológica — não necessariamente para ser usada, mas para moldar decisões, atrasar apoios, dividir alianças e impor limites invisíveis. E, como explica o analista, esta ameaça não é apenas militar: é emocional. Desestabiliza, silencia, intimida. Perante isto, a resposta das democracias deve ser equilibrada, firme e prudente. Nem ceder ao medo, nem alimentar a escalada. Europa: Entre a Vulnerabilidade e a Oportunidade A União Europeia confronta-se com uma verdade desconfortável: não tem poder militar proporcional ao seu peso económico. E num mundo onde a força voltou a ser a linguagem dominante, esta assimetria torna-se perigosa. Apesar disso, a Europa tem vantagens únicas: capacidade económica para modernizar as suas defesas; alianças históricas que multiplicam o efeito da sua ação; e, sobretudo, uma rede de Estados democráticos cujo valor estratégico reside no coletivo e não no individual. Mas falta ainda algo fundamental: coragem política para agir antes de ser tarde. A Ética da Guerra: A Linha que Nos Define No final, chegamos ao ponto mais difícil: a ética. O que separa uma guerra justa de uma guerra injusta? O que é aceitável negociar? Que compromissos violam princípios fundamentais? E como explicar a uma criança porque é que um país decidiu invadir outro? A resposta do convidado é simples e trágica: as guerras deixam sempre lições — mas as sociedades nem sempre as aprendem. A história mostra que a Europa só foi corajosa em momentos de desespero. É urgente quebrar esse padrão. Lições que Ficam A paz não é natural — é construída. A guerra renasce sempre que a coragem política desaparece. A propaganda moderna vence pela dúvida, não pela mentira. A ameaça nuclear é sobretudo psicológica e estratégica. As democracias enfraquecem quando imitam autocracias. Sem educação mediática, não há defesa possível. A Europa precisa de visão — não apenas de verbas. A ética não é luxo: é a fronteira que nos impede de nos tornarmos como os regimes que criticamos. Porque Esta Conversa Importa Num tempo de ruído, medo e incerteza, precisamos de vozes que consigam explicar, com clareza e rigor, como funciona o mundo — e o que depende de nós para que esse mundo não se torne mais perigoso. É isso que esta entrevista oferece: contexto, profundidade e, acima de tudo, um convite à responsabilidade cívica. Se este artigo o ajudou a compreender melhor o que está em jogo, partilhe-o. Deixe o seu comentário, traga as suas dúvidas, participe na conversa. Só uma sociedade informada consegue resistir ao medo — e escolher a paz. LER A TRANSCRIÇÃO DO EPISÓDIO Esta transcrição foi gerada automaticamente. Por isso, ela pode não estar totalmente precisa. 0:00 Como comunicar a guerra de hoje e a paz de amanhã? A guerra é tão natural quanto a paz, faz parte da imperfeição da natureza humana. 0:19 Pessoa 2 Ora, vivam bem vindos ao pergunta simples, o vosso podcast sobre comunicação? Hoje falamos de guerra, de paz e, acima de tudo, de como se comunica um mundo que já não é estável. Um mundo onde a diplomacia hesita, onde a propaganda acelera e onde a ameaça militar, incluindo a ameaça nuclear. 0:39 Volta a moldar as decisões políticas. O meu convidado é Manuel pués de Torres, analista geopolítico e investigador em segurança Internacional. Alguém que conhece por dentro os bastidores da nato, a lógica da dissuasão, o Tabuleiro da diplomacia e aquilo que raramente se explica ao público. 0:57 Que a guerra não é apenas força, é também narrativa, psicologia e comunicação estratégica. Nesta conversa, vamos tentar perceber o que está realmente a acontecer na Ucrânia, o que está em jogo nas negociações. Porque é que falamos tão pouco de paz? Como funciona a propaganda Moderna? 1:13 Que riscos esconde a ameaça nuclear? E como é que tudo isto mexe com as democracias, com a opinião pública e com a vida de cada um de nós? Se esta conversa vos fizer pensar e vai fazer, subscrevam o canal. Deixem o vosso comentário. E partilhem com quem precisa de ouvir estas explicações. 1:34 Manuel pues de Torres, posso apresentar te como um especialista em estratégia militar, em guerra híbrida, em diplomacia, em política Internacional, em comunicação também, porque a comunicação está aqui no meio disto tudo. Longa experiência junto da nato. 1:50 Como é que nós conseguimos conversar e comunicar sobre um tema tão difícil? Como a guerra, que é o sítio onde morrem pessoas. 2:01 Pessoa 1 É verdade, são tudo perguntas simples de resposta, muito complexa. Mas acima de tudo e em primeiro lugar, um agradecimento pelo convite, por estar aqui contigo e para podermos falar de algo que é fundamental não apenas à política Moderna, mas também à forma de se fazer a paz no futuro. 2:18 E começo por dizer fazer a paz e não fazer a guerra, porque falamos muito de guerra e pouco de paz. 2:24 A imperfeição humana e a competição no sistema internacional Porquê? Porque a paz foi adquirida depois da queda do do muro de Berlim e a própria influência da paz Moderna Na Na nas relações diplomáticas. 2:39 Tornou a 11 bem garantido e, portanto, não se fala tanto da continuação da paz, mas da ausência da paz em prol daquilo que é naturalmente o conflito, o conflito das palavras, o conflito da política e, por último, contra tudo e contra todos, a ressurreição da do grande conflito convencional no continente europeu e, portanto, isto é um é um tema que preocupa qualquer governante. 3:06 É um tema que tem que preocupar qualquer estadista. É um tema que tem que preocupar garantidamente as populações, as sociedades, aquelas que se dizem, aquelas que vivem e aquelas que pensam ser ainda sociedades democráticas e abertas. 3:22 Pessoa 2 Mas no tempo em que nós estamos, a ideia de guerra ainda faz sentido. 3:28 Pessoa 1 A ideia de guerra? Faz sempre sentido. 3:30 Pessoa 2 Porque é que acontece a guerra, no fundo, é um bocadinho essa a pergunta que que eu tenho para te fazer? 3:34 Pessoa 1 A guerra é tão natural quanto a paz, faz parte da imperfeição da natureza humana. E enquanto que o ser humano, enquanto o ser humano for um ser imperfeito que sempre seremos, nunca, nunca seremos divinos divinos, está no está em Deus, Deus nosso senhor, e portanto, enquanto existir essas incapacidades humanas. 3:55 A imperfeição vai nos levar sempre ao conflito. E desse conflito nasce a guerra. O problema é que no mundo que nós criámos, no mundo do século 21, que não é igual ao mundo do século 20, não é o mundo do século, historicamente do século 19, nem ao século 18. 4:11 A criação do direito Internacional e a criação da política Internacional, a criação das relações entre estados, a construção de um mundo que se defende do conflito. É um mundo que está neste momento em risco e a guerra aparece. Precisamente por fruto daquilo que é a competição, por uma posição de liderança no novo sistema Internacional. 4:34 E isto acontece de forma até um pouco natural daquilo que as pessoas possam pensar. O multilateralismo é importante na relação entre os estados e é importante entre as democracias. Mas a falta de um grande estado que lidera o sistema Internacional. 4:50 Ou seja, o que nós chamamos em ciência política. O grande momento de unipolaridade leva à competição entre estados. Competição a que o mundo multipolar a competição entre os diferentes estados emergentes, que querem ganhar um lugar supremacia em função dos outros, querem conseguir liderar. 5:08 Pessoa 2 Até agora, tínhamos as tínhamos os Estados Unidos. Agora aparece a China, agora aparece a Rússia, agora aparece a união europeia, agora aparecem os brics. 5:16 Pessoa 1 É, e daí? E dessa competição de estados nascem? Os conflitos num momento de grande unipolaridade no o conflito está distante. 5:26 Pessoa 2 É melhor este estado porque aquele aquele que é o que é o que é o irmão mais forte pode chegar aqui e acaba já com isto e, portanto, na dúvida, não faço. 5:33 Pessoa 1 Isso é precisamente isso, a partir do momento que os Estados Unidos da América façamos este exercício, que os Estados Unidos da América desaparecem como grande potentado militar, económico e político e outro estado se a leva como um grande detentor do poder e do monopólio da violência no mundo. 5:49 Então, nesse momento será não será contestado e não sendo contestado, o conflito vai contorná lo e esse estado pode impor a sua lei, a sua matriz de direitos, a sua matriz de valores, ao ao restante sistema Internacional. 6:07 Foi o que, o que, o que os Estados Unidos da América fizeram durante a grande competição durante a guerra fria e mais tarde. Na queda do muro de Berlim, tentando imprimir aquilo que seriam as regras do xadrez Internacional. No entanto, nós vivemos agora um momento de grande transformação. 6:23 Os Estados Unidos já não são a potência económica que foram no passado. Essa transferência de poder fez para a China e para a Índia. E ainda é, embora ainda seja um grande poder militar, o maior poder militar do mundo. 6:39 Rapidamente existem entre as nações que entram nesse conflito ou que entram nessa competição. E agora aqui a questão é, então isso não existe um momento de unipolaridade e que caminhamos para maior multipolaridade, então está de facto encerrado o destino. O destino será o conflito e a guerra? 6:56 Não, o destino não está encerrado, mas a guerra vai persistir e vai se multiplicar. O que nós não podemos permitir é que os limites à guerra justa sejam ultrapassados. 7:08 Pessoa 2 O que é que é uma guerra justa? 7:10 Pessoa 1 A guerra justa é aquela que se faz em prol de uma injustiça. Uma guerra simétrica, por exemplo, promovida pela Rússia para anexar ilegalmente território que não lhe pertence. É uma guerra injusta. Uma guerra justa é a guerra que os ucranianos travam para conseguir reconquistar o seu território, para defender a sua população, a sua dignidade, os seus valores e a sua soberania. 7:34 O amadorismo diplomático e a traição nas negociações de paz Como é que nós? Explicamos a uma criança de 5 anos porque razão a Rússia um dia decidiu entrar na Ucrânia e começar a reivindicar território e até se conseguisse tomar conta da Ucrânia. 7:48 Pessoa 1 Tal como no passado, existem sempre estados, nações, países, governantes, pessoas que anseiam por conquistar mais poder. E tendo via aberta, sem impedimentos para que outros estados e outras pessoas e outros exércitos o bloqueiem, então nada o impedirá de continuar a conquistar território até estar verdadeiramente satisfeito. 8:13 Mas aqueles que têm a sede do poder, os grandes imperialistas, dificilmente ficam contentes com as suas vitórias momentâneas. Querem sempre mais. E, portanto, a Rússia, neste momento, vende que não tem qualquer tipo, ou vende em 2022 que não tinha qualquer tipo de impedimento. 8:29 Porque o teste já tinha sido feito em 2014. 8:32 Pessoa 2 Na Crimeia, na. 8:32 Pessoa 1 Crimeia e já tinha sido feito em 2008 e 2009, na Geórgia, na apcásia e na Ossétia do Sul, sabendo que ninguém se impôs à sua campanha de terror na tchachénia, nas 2 grandes guerras, sabia que ninguém iria, em princípio, em defesa do povo ucraniano. 8:54 Olha neste enganou, se enganou, se neste. 8:56 Pessoa 2 Momento AAA Europa, obviamente. Mexeu se também os Estados Unidos na era pré Trump. Agora vamos ver o que é que está a acontecer, mas neste momento em que nós estamos a falar, está a acontecer uma espécie de conversações diplomáticas em busca da paz, isto é, para levar a Sério. 9:15 Ou estamos ainda num momento retórico em que cada um vai mantendo a parada o lume, mas na realidade ainda ninguém está verdadeiramente preparado para parar esta guerra? 9:27 Pessoa 1 A guerra só para Jorge, quando uma das partes tem mais a perder do que a outra, quando uma desiste de combater, sai derrotada, ou quando a outra já não quer combater, não pode não ser derrotada, mas não sai vitoriosa. E neste momento, tanto a Rússia como a Ucrânia ainda têm muito por perder e muito por ganhar e, portanto, como não existe um grande momento de fratura deste. 9:56 Potencial de combate a guerra vai perdurar durante o tempo necessário. 10:00 Pessoa 2 Quando? Só quando existe uma espécie de empate negativo, em que nenhuma das partes tem nada para ganhar, é que se consegue esse ponto de equilíbrio. 10:07 Pessoa 1 Só no momento em que uma das partes estiver mais a perder com a guerra é que essa guerra termina e neste momento, tanto a Rússia como a Ucrânia, ambas ainda podem perder muito, perderem muito ainda sob seu domínio. 10:23 E, portanto, podem continuar a perder. Olha, a Ucrânia pode continuar a perder território que para já não é suficiente. Vai continuar no encalço de uma campanha que que lhes vai possibilitar ou não ganhar mais território ou não. A Rússia sabe que, se continuar a guerra, o número de mortos não afeta o sentido de voto. 10:40 O número de feridos não afeta o sentimento de impopularidade contra si. Manifestado que não existe, não é? A continuação da guerra dá lhe mais força política e centraliza o poder de estado na sua pessoa. 10:56 Tem muito a ganhar com a guerra. Vladimir Putin, jáz lensky, tem pouco a ganhar com a guerra, mas não pode desistir de batalhar. 11:03 Pessoa 2 Porque tem muito a perder, porque? 11:04 Pessoa 1 Tem muito a perder neste momento. Se não tivesse tanto a perder, provavelmente dava o caso por encerrado, se fosse só uma Crimeia. Mas a verdade é que, conversando com soldados ucranianos, eu tive essa, tive essa possibilidade. Nenhum deles. Nenhum deles por uma ilha desistiriam de continuar a lutar. 11:23 Nós estamos a falar de um povo que foi invadido, invadido por alguém que lhes deram garantias de segurança. Se a Ucrânia entregasse o seu armamento nuclear antigo, soviático de volta para para a Rússia entregar ao armamento que os defendia. 11:42 As garantias de segurança que receberam de nada lhes valeram. E agora veem se invadidos por aqueles que juraram defender a Ucrânia. Portanto, parece me que está tudo dito e uma criança de 50 IA conseguir perceber que a esta Rússia Moderna como a conhecemos é uma Rússia mentirosa. 11:59 É uma Rússia que não não olha a meios para atingir os seus fins profundamente imperialista. E infelizmente, fez um divórcio total com a com as poucas ligações que ligaram a jovem federação russa. Ao concerto de nações europeias e, infelizmente, estou a tentar devolver à vida isso é que eu posso dizer assim, muito das grandes ambições soviéticas que marcaram grande parte do século. 12:27 Pessoa 2 20 olha, estão em curso essas negociações, entretanto, nós que estamos aqui e que não percebemos o que é que se passa verdadeiramente nessas negociações. Mas vamos ouvindo, por um lado, sair à própria pública, que há 28 pontos para discutir que é ABEC depois os outros que são um contra. 12:47 Depois o senhor Putin, que aparece a dizer de uma forma ameaçadora, se querem prolongar a guerra, nós prolongamos depois o Trump do outro lado, que ora diz uma coisa, ora diz outra. O que é que tu lês disto tudo? O que é que tu ouves daquelas conversas que se calhar não são públicas e que tu vais acompanhando e que tens seguramente mais dados para entender estas conversas diplomáticas? 13:10 Pessoa 1 Existe, Jorge, um grande nível de amadorismo, as relações internacionais e a diplomacia Internacional é uma área muito importante. Da vida dos estados. 13:23 Pessoa 2 Isto não é para entregar a profissionais, os negociadores não são profissionais os. 13:26 Pessoa 1 Negociadores staff to staff são profissionais, são pessoas que atingiram os seus postos de dicionoridade face ao ao mérito que demonstraram ao longo da sua vida profissional aqueles que negociaram e que os, portanto, o ator político que está em negociação direto entre a da Casa Branca e do Kremlin, são atores. 13:49 Políticos que podem ter ou não ter a experiência adequada ao momento que estamos a viver. E como é que? 13:54 Pessoa 2 Isto é, numa mesa das negociações. Quando nós estamos numa mesa dessas de alto nível, certo? Há uma cara e ela pode ser mais experiente ou menos experiente. Mas depois atrás de ti tem pessoas que percebem muito disto. Tu és uma dessas pessoas que no fundo vais dizendo, vais treinando. Vais explicando aos políticos e aos negociadores o que é que está em causa. 14:11 Como é que isto funciona? 14:13 Pessoa 1 Ninguém vai para uma reunião de negociação de alto nível como aquela que. O senhor whitkoff e o senhor Kushner tiveram com os seus homólogos no Kremlin e com e com Vladimir Putin, sem que primeiro seja enviada uma documentação que vai guiar grande parte da conversação. 14:29 Há um. 14:29 Pessoa 2 Trabalho preparatório há um trabalho. 14:30 Pessoa 1 Preparatório de Secretaria que é feito entre as equipas de um lado e do outro. 14:34 Pessoa 2 É um negócio de diplomata. 14:36 Pessoa 1 Absolutamente EE. No momento em que essa argumentação encontra um ponto de sustentação, dá se início então ao convite para que as delegações se encontrem, no entanto. A Rússia aqui, neste, neste, neste jogo, joga sujo porque Vladimir Putin, quando toma a palavra e isto está documentado, recorre sempre a revisionismos históricos para educar, para treinar, para brifar os seus AA delegação de outro país sobre aquilo que é a visão de Putin para o mundo, para a Europa e para a Rússia. 15:11 E isso é preocupante, porque foge àquilo que está agendado. Acaba por contrariar a mensagem e o objetivo da reunião e acaba por ocupar tempo dialogando contra o próprio propósito e objetivo desta destas negociações. 15:29 Pessoa 2 Mas numa negociação, não é suposto que as partes tenham no fundo uma visão e que ela pode ser profundamente divergente do outro lado. 15:37 Pessoa 1 Sim, e isso é natural que aconteça como nós estamos a falar de 2 poderes beligerantes. Que se encontram no teatro de operações. 15:45 Pessoa 2 E que têm, lá está esses interesses divergentes. 15:49 Pessoa 1 E que têm interesses divergentes, o que é? 15:50 Pessoa 2 Que se faz para se aproximar posições em coisas que estão completamente irredutíveis e completamente. 15:55 Pessoa 1 A mediação aqui deve ser profissional e deve tentar encontrar concessões de parte a parte, e essas concessões custam muito aos 2. No entanto, a Rússia já mostrou que não está disponível para aceitar. 16:11 Para aceitar reduções ao seu teto máximo para o exército ucraniano, não vai aceitar qualquer tipo de concessão nesse sentido, diz que obriga e que não aceita retirar da mesa de negociações o reconhecimento das províncias ilegalmente anexadas por parte da Ucrânia, por parte da união europeia e dos Estados Unidos da América. 16:33 E diz que não aceita qualquer entrega ou adesão da Ucrânia à organização. Do, do, portanto, do anato e isto coloca um ponto e trava muito daquilo que são as grandes negociações suspeito com o. 16:49 Pessoa 2 Negociador não tenha grande caminho para fazer quando quando uma posição de base é é essa. 16:54 Pessoa 1 A posição de base é esta, mas a forma como se oferece um momento negocial é, oferecendo força ou fragilidade às 2 ou a uma a um dos beligerantes. 17:04 Pessoa 2 Como é que isso se faz? 17:05 Pessoa 1 Isso faz de forma muito simples, os Estados Unidos e a Europa têm o poder. Para oferecer mais material militar à Ucrânia? Para que a Ucrânia de facto tenha ganhos operacionais no terreno, mostrando que fica por cima nas operações estáticas. Operações essas com resultados e efeitos estratégicos. 17:24 Ou colocar mais sanções à Rússia e oferecendo mais material de guerra à Ucrânia, mais sanções à Rússia vai aumentar o poder negocial dos ucranianos. Mas também pode fazer o contrário, pode retirar o apoio militar à Ucrânia. 17:40 E pode oferecer negócios vantajosos à Rússia. E é isso que me preocupa nestes negociadores, witcofe custnar. E eu explico porquê, porque tudo isto é uma questão de comunicação. E a comunicação aqui neste caso, embora seja a porta fechada e a opaca do ponto de vista daquilo que nós conhecemos do witcoft custner. 17:59 É bastante transparente o que está a acontecer. O itkov, durante os anos 90 esteve ligado ao grande setor do imobiliário, com grande investimento russo. Empírico esta ligação, mas o senhor Kushner, que durante o primeiro mandato de Donald Trump sempre foi conhecido e reconhecido por embaixadores de outras nações em Washington, por ser um indivíduo que, quando em negociação diplomática, só estava interessado numa coisa. 18:26 Fazer negócios e, portanto, quando queixo não era, acompanha o itkof à Rússia. É para fazer negócios. E como nós falamos, Jorge, da grande traição, a traição à negociação, a traição à mediação, a traição aos ucranianos e aos europeus. 18:43 A grande traição materializa se não por virar as costas aos ucranianos, mas através de negociações ad hoc. Daquilo que deveria ser uma negociação de paz, tentar galvanizar a posição económica dos destes novos Estados Unidos da América para celebrar acordos económicos com a Rússia. 19:02 Num momento de fragilidade económica da Rússia, o senhor está a perceber o que eu estou a tentar dizer. Eu vos explico. Para outras palavras, a grande traição materializa se no momento em que os Estados Unidos se aproveitam da fragilidade económica russa para tentar canibalizar aquilo que resta ainda dos seus recursos, minérios. 19:20 E isto é uma grande traição para todos, mas não para os Estados Unidos da América. E por isso é que Marco Rubio aqui é um ponto tão importante porque tem uma posição, é o chefe máximo da diplomacia Americana. 19:32 Pessoa 2 Com grande experiência. 19:33 Pessoa 1 Com grande experiência e que tem uma posição mais mais balanceada em relação ao à Ucrânia, que pelo menos ouvem os ucranianos e sabe que se for naquilo que é a postura do itkof e do crushner os interesses dos Estados Unidos. 19:49 Que estarão assegurados, certamente, mas em prol daquilo que seria um acordo com os russos, podem perder muito mais do que o valor minério ou do que o valor económico revertido. 19:59 Pessoa 2 Portanto, o que tu estás a dizer é que, além de uma negociação na mesa com os beligerantes, também existe uma tensão dentro do próprio mediador em relação ao caminho que se pode seguir, claro. 20:10 A Europa e a necessidade de poder militar no século XXI Claro que sim. E a petexet o vice presidente Vance. Foram apanhados em conversas no Signal, chamado Signal Gate, no início do do ano 2025, logo no início do mandato de Donald Trump, e expressavam se de forma bastante hostil relativamente à posição da relação entre os Estados Unidos e a Europa. 20:32 E viam a Europa com poucos, com com com pouca simpatia, e mostravam bem que viviam. EE dividiam um ódio àquilo que era a posição do da Europa. Face ao preteturado americano e que se os europeus de facto puderam investir os seus dinheiros em vez no orçamento de defesa para a sua segurança social e na evolução dos seus estados sociais. 20:57 Isso é porque Os Americanos estavam preparados para os defender e de acordo com o avance e de acordo com except e todos os outros. A base de apoio MHA tensão aparece quando existem republicanos mais moderados. 21:14 Republicanos ligados a John McCain, republicanos que antigamente seriam ditos como de grande repúdio ao partido democrata e que hoje nos nos revemos nas suas palavras. Tentar fazer 111 contra um contra debate ou um contra fogo àquilo que é a posição irredutível de Donald Trump, Vance e de ecset. 21:34 Portanto, sim, existe tensão interna no partido republicano. Essa tensão tem efeitos diretos sobre as negociações e nós vimos bem nas últimas imagens que que passaram há pouco tempo, soube numa reunião entre americanos e ucranianos. 21:50 Estava de um lado da mesa sentado Marco Rubio, witcofic Kirchner. Marco Rubio estava a liderar as negociações e os seus 2 atores políticos, os 2 camaradas políticos, estavam ambos com ar de caso, muito preocupados porque Marco Rubio estava a conseguir dialogar com os ucranianos. 22:10 Os negócios não se fazem com a Rússia conseguindo aproximar os Estados Unidos da Ucrânia. É precisamente necessário a fazer se um afastamento e um distanciamento político e institucional. Dos Estados Unidos da América da Ucrânia, para que se possa de facto conseguir materializar negócios com a Rússia. 22:28 Eu espero estar verdadeiramente enganado e não ser surpreendido pela pela realidade dos factos daqui a mais uns meses, porque se de facto os Estados Unidos da América celebrarem acordos económicos com o grande estado agressor do século 21, então isso vai certamente levar a grandes tensões no seio da Aliança. 22:50 Pessoa 2 Atlântica na nato. A Europa ainda conta para este campeonato. 22:53 Pessoa 1 A Europa que conta sempre este campeonato, a Europa o que não tem. E a pergunta está bem colocada, a Europa, o que não tem é a expressão militar. E no novo século 21, no novo século 21 ou na partida para o segundo quartel do século 21, a força militar e a expressão de do monopólio da violência, eu hoje tão ou mais importante que o controlo e influência económica e financeira. 23:16 Deixámos de falar sobre competição de do bloco europeu do motor europeu com a China e com os Estados Unidos. Passámos a falar da preparação da Europa para a guerra. Isto tem que preocupar garantidamente todos aqueles que que estão envolvidos na política, todos aqueles que estão envolvidos profissionalmente no setor da da informação e da comunicação, porque aquilo que as pessoas querem saber, aquilo que o que o mundo do eleitor quer saber é o que é que vai acontecer amanhã. 23:44 Tenho um negócio, tenho investimentos, tenho empresa, tenho colaboradores, tenho que pagar salários, vamos ter garra amanhã, porque senão não, não farei determinado tipo de investimentos. E isso para as pessoas querem saber e as pessoas querem saber. O que a união europeia oferece é 1 + 1 camada de proteção face àqueles que não fazem parte da união europeia. 24:01 A nato também oferece uma camada de proteção acrescida. A Irlanda, por exemplo, faz parte da união europeia, não faz parte da nato. No entanto, quem conseguiu ver à distância o perigo que se. Que começava a emergir por parte no leste, por parte da Rússia e por parte da China e do seu bloco de aliados. 24:20 Entendeu que era necessário dar um passo em frente na integração na nato e teria custos estratégicos para estes 2 estados. Estou a falar da Finlândia e estou a falar da Suécia, que estrategicamente e de forma histórica. Sempre quiseram ser estados neutrais e que, embora estados da união europeia, não eram estados da nato. 24:40 Pessoa 2 E, no entanto, mudaram a sua posição. 24:41 Pessoa 1 Mudaram a sua posição face ao reposicionamento estratégico e à abertura e demonstração e transparência deste deste novo imperialismo russo. E o que é interessante é que a própria Suíça pensa neste momento. Começaram a fazer algumas consultas parlamentares sobre aquilo que seria a necessidade da Suíça um dia. 25:02 Entrar e aderir à nato. Portanto, o mundo está a mudar e os países tradicionalmente neutrais compreendem que existe uma ameaça e que a força é resultado de um coletivismo integrado de um concerto de nações que se estão a preparar para defender as suas sociedades. 25:19 Mas existem outros perigos, e os outros perigos dizem respeito ao tipo de governos que vamos eleger no futuro, se forem governos que emitam e copiam o modelo Maga na Casa Branca. Então teremos na Europa governos que vão preferir defesas nacionais em prol daquilo que é uma defesa coletiva. 25:39 Mas isto tem um custo económico que um estado como Portugal não pode suportar. Portugal faz por algum motivo. Durante o estado novo, Portugal aderiu imediatamente à nato como membro fundador, porque nós sabíamos, Salazar sabia. Que havia uma necessidade imediata de Portugal assegurar uma posição no concerto das nações que querem que se querem defender contra os novos imperialismos. 26:01 Pessoa 2 Ainda por cima, Portugal, com um mar que tem o tamanho que tem, nós estamos a olhar para leste, mas de facto, hoje com no mundo global, na realidade não há Fronteiras e, portanto, nós temos que defender esta parte. É a nossa, faz parte do nosso, do nosso trabalho, do nosso papel. 26:15 Pessoa 1 EE Portugal tem aqui uma missão, Portugal é um, é um, é um estado oceânico e tem que garantir. Que grande parte da sua plataforma continental e que grande parte do seu triângulo estratégico está defendido de ameaças futuras, ameaças ao nível do mar, ameaças subaquáticas, ameaças no seu espaço aéreo. 26:34 Porque Portugal não? 3 defesas quando quando falamos destas questões da política e da defesa nacional e da defesa coletiva da Aliança Atlântica, algumas pessoas esquecem e ignoram que Portugal, de facto, é um país Atlântico. E como é um país Atlântico, temos que não podemos ignorar os portugueses na madeira. 26:51 E os portugueses Na Na região autónoma dos Açores? E isto é fundamental, porque se Portugal quer de facto defender a sua soberania, tem que ter plataformas no mar com competentes e com marinheiros e soldados treinados para conseguir executar todo o tipo de missões. 27:08 Portugal deu agora um passo tremendo, fruto daquilo que é um mecanismo de investimento na defesa patrocinado pela união europeia e não pela nato. E, portanto, quando me pergunta, a união europeia ainda é relevante? Não tem poder militar, mas tem um poder económico que pode ajudar as nações a investir na sua defesa. 27:25 Portanto? Resposta afirmativa, sim. A união europeia é fundamental e Portugal, com acesso ao programa safe, teve agora direito a 5.8 1000 milhões de euros. A um acesso a um crédito, teremos que o pagar, mas uma taxa de juro muito abaixo do mercado, e isto é fundamental. 27:43 Olhe o orçamento para a defesa, em média são 4000 milhões de euros. Tem dado a crescer, embora durante 10 anos tivesse a decrescer, e 4000 milhões de euros. É muito dinheiro e nós vamos ter acesso a quase +6000 milhões este ano. 28:01 O que Portugal fez e o que o Ministério da defesa fez foram estudos de gabinete com indústrias, estudos que começaram em julho deste ano para preparar aquilo que eram as propostas das indústrias. Mas isto também tem tem uma questão interessante, não bastam ser uma indústrias quaisquer, tem que ser indústrias da própria união europeia. 28:18 Porquê? Para promover a criação de capacidades multinacionais para promover o mercado de armamento e o mercado tecnológico intra europeu. E para começar a dar o tiro de de partida aquilo que tem que ser uma competição da base industrial militar aos Estados Unidos da América. 28:38 E, portanto, quando falamos de uma Europa preparada, uma Europa não lhe chamaria militarizada, mas uma Europa mais poderosa do ponto de vista militar do que há uns anos atrás. Não nos podemos esquecer do efeito estratégico que isso poderá ter nos Estados Unidos da América. 28:54 Estivermos a falar de um Estados Unidos da América liderado por um republicano moderado. Um profissional, alguém com escola política ou por um democrata moderado? Não temos nada a Temer. Mas se continuarmos nesta senda da dinastia Donald Trump, então essa próxima dinastia, esses próximos herdeiros de Donald Trump, provavelmente vão ver uma Europa mais poderosa do ponto de vista militar. 29:21 Não como um aliado, mas como um competidor direto. 29:24 Pessoa 2 O que é capaz de não ser também uma boa notícia neste? 29:26 Pessoa 1 Neste bloco, isto não é necessariamente desejável. 29:28 A desinformação como arma estratégica e a resiliência civil Olha, uma das coisas que eu que eu tinha trazido para esta conversa é falarmos da propaganda, daquilo que acontece sempre quando há estes choques, sejam guerras, sejam o que for. Porque a minha sensação é que hoje em dia, no mundo em que nós temos, no mundo das redes sociais, a propaganda já quase não precisa de mentir. 29:46 Só precisa de organizar os factos e dar uma determinada. A matriz de ângulo para conseguir inclinar Oo campo a seu favor. A propaganda é levada tão a Sério como a compra de um Submarino ou a organização de umas forças armadas. 30:04 Pessoa 1 Não, não é do meu ponto de vista. Não é porquê? Porque não fechamos o seguinte, vamos ver isto do ponto de vista da educação. Porque a comunicação tem muito a ver com a educação e a propaganda também tem que ver com a educação. 30:22 Nós, quando treinamos forças armadas, estamos a treinar as forças armadas com base numa ideia do nosso inimigo, do nosso adversário, a ameaça. Ou seja, para se treinar forças armadas devemos conhecer quem é o inimigo, quais são as nossas armas de guerra, qual é a nossa doutrina, qual é a nossa estratégia. 30:40 Portanto, conhecemos o mundo, conhecemos o mundo, que que que é bem, que é bem plausível. Mas quando nós falamos da ausência de uma ameaça bem definida, então nós não podemos treinar ninguém, nós temos que conseguir educar. 30:57 E, portanto, por isso é que eu digo que nós treinamos as nossas forças quando conhecemos o inimigo, mas nós somos obrigados a educar as nossas forças para nos protegermos de um inimigo que ainda não conhecemos. E como é que isso faz? E a propaganda é precisamente esse. O problema é. 31:13 Algo que a sociedade civil trabalhou no passado é algo para o qual as sociedades estavam preparadas para lidar ideologicamente com propaganda soviética, comunista e que hoje as sociedades não estão preparadas. Aliás, alimentam se da propaganda que é gerada artificialmente para atingir um objetivo, dividir, criar clivagens sociais. 31:36 E promover o caos político. 31:38 Pessoa 2 Isso não é um acidente. O que tu estás a dizer é que isso é uma estratégia. Acontece. Há um desenho de uma propaganda que tem como intenção criar uma divisão, imagino que nas sociedades ocidentais modernas e democráticas. 31:51 Pessoa 1 Sim, e normalmente isto é promovido por grupos de interesse, atores estatais ou não estatais. Isso quer dizer que vem de agências. De informações estratégicas que com compilam este tipo de de materiais e subcontratam empresas para injetar certas narrativas. 32:09 As narrativas são estudadas certas narrativas em determinadas plataformas sociais para atingir. Certas classe etárias para atingir certa população, população que fala português ou população que fala castiano ou outra coisa qualquer e, portanto, existem narrativas com objetivos concretos. 32:27 Não se faz por acaso no que diz respeito ao combate a este tipo de desinformação. 32:33 Pessoa 2 Como é que se faz? Qual é a vacina? 32:34 Pessoa 1 Esse combate tem que ser feito pela educação direta das forças armadas, da população AEOA criação de resiliência nacional advém necessariamente da criação de uma ideologia de. Deputado, onde as pessoas compreendem que são tanto um ator como um alvo de desinformação externa? 32:52 A Singapura, a Suíça, a Finlândia, a Suécia, a Dinamarca e a Noruega e a Estónia desenvolveram conceitos de defesa total para proteger o estado, mas acima de tudo, a população de ameaças civil visíveis defesa civil. 33:10 EEE. 33:10 Pessoa 2 Fazendo o quê e? 33:11 Pessoa 1 Potenciação e potenciação daquilo que são os os assades de um estado. O objetivo aqui é declaradamente assumir que um determinado estado está sob ataque. Ataque esse que não é visível, está na, na, está na, no domínio cognitivo e que as pessoas têm que compreender que determinado tipo de narrativas existem para promover a falta de apoio entre o eleitorado e os seus governantes. 33:37 Para promover a discórdia entre os valores nacionais de um determinado estado e precisamente para semear o caos. E esse caos é operável, porque quanto mais dividido estiver a Europa, mais fácil será um grande potentado militar atingir os seus objetivos através de anexações ilegais. 33:56 Pessoa 2 Dividir para reinar. 33:57 Pessoa 1 Dividir para reinar. 33:59 Pessoa 2 Olha, nós estamos numa olhamos por um lado, para para a guerra enquanto militar, tanques, aviões, submarinos, por aí fora. Mas hoje é um conceito da guerra híbrida. É, é guerra híbrida, é o quê? Inclui esse, inclui essa, esse tipo de guerra de informação, inclui ataques informáticos do que do que é que estamos a falar? 34:18 Pessoa 1 Esse é um tema muito interessante, eu eu fiz um doutoramento precisamente sobre esta, sobre esta área, e embora eu não possa falar muito sobre sobre ela. Porque existem aqui questões que são um bocadinho mais técnicas e mais e mais sensíveis. Acima de tudo, a guerra híbrida da forma como nós a conhecemos. 34:36 Porque não está escrito em Pedra, ou seja, não, não há uma definição fixa. Estas. 34:42 Pessoa 2 Qual é a tua? 34:43 Pessoa 1 Tendem a mudar o que? O que é de conhecimento académico é de que a guerra híbrida é uma fusão entre 2 formas de guerra, a guerra convencional. A guerra entre exércitos e as guerras assimétricas e as guerras assimétricas são guerras de guerrilha, guerra com envolvimento da desinformação do ciberespaço, guerras que contornam exércitos para atingir o que nós chamamos o coração e as mentes dos próprios estados. 35:16 E quem é o coração e as mentes dos estados é a própria população, é o centro de gravidade de uma nação, é a sua população, e portanto, a guerra híbrida tem estas capacidades. É mutável, é mutável na sua forma de guerra, na sua gramática, utiliza diferentes instrumentos de poder para atingir os seus objetivos, mas é extraordinariamente difícil de se de se conseguir gerir. 35:37 O planeamento não é linear, requer múltiplas iterações ou requer múltiplas formulações, requer diferentes atores envolvidos. Que quer redes de sabotagem. O que se passa na Polónia é é um é um dos domínios de guerra híbrida também. 35:52 E a grande dificuldade para um analista ou para um planeador é conseguir identificar uma determinada atividade de sabotagem da desinformação de de, por exemplo, de de destruição de infraestruturas críticas através de detonações ou ou por via de de hacking. 36:13 Como uma atividade associada a uma campanha de guerra híbrida. Na minha perspetiva, a guerra híbrida não pode ser uma fusão de 2 guerras, porque eu sou um closeviciano puro e em closevitse, acredita se que a natureza da guerra é eterna e portanto, se é eterna, não pode haver 2 naturezas, existe só uma natureza. 36:32 E essa natureza de que guerra é guerra e a e a verdade é que a guerra híbrida pode ser mais do que aquilo que nós pensamos. Pode ser precisamente uma interpretação newtoniana que nós, seres lineares, fazemos sobre algo que é extraordinariamente complexo, que, embora tenha sido desenhado e orquestrado, pode não necessariamente dizer respeito direto àquilo que nós estamos a observar, porque um planeador só pode observar os seus efeitos, não sabe, sem observação direta, se uma campanha de guerra híbrida está a acontecer ou não. 37:05 Podem, através de mapeamento, conseguir identificar contornos de uma guerra híbrida? Não temos. 37:09 Pessoa 2 Radares para isso e nós? 37:11 Pessoa 1 Não temos radar para isso, para isto, porque para já não temos uma compreensão total sobre aquilo que é o que não é a guerra híbrida. Existem múltiplas interpretações e o grande desafio aqui é encontrar uma que satisfaça todos os requisitos e que consiga ajudar o planeador e as nações que estão mais importante. 37:31 A travar os efeitos da guerra híbrida. E isso só se faz numa não não entender de uma forma a criação de imunidade de sistema, ou seja, a criação a perceção pública real de que este tipo de ameaças existem, quais são os seus domínios, quais são as suas valências tradicionalmente, com que tipo de gramática é que apresentam e como é que elas se apresentam? 37:53 E depois, o que é que cada população, o que é que cada nação tem que fazer para a combater? Portanto, e a nato e a união europeia celebraram de forma conjunta porque isto é também uma é uma ameaça política e militar. Criaram um centro de excelência no estudo da guerra híbrida em Helsinki e na Finlândia. 38:10 E porquê na Finlândia? Porque Finlândia, antes de de 2014, estava na linha da frente as ameaças híbridas vindas da Rússia, portanto, aquilo que é o os moldavos. Os georgenos EAE, os ucranianos sofreram a Finlândia o convívio com essa realidade desde o início do século 20 e, portanto, é compreensível que tenha sido em Helsinki. 38:32 Mas estes centros de excelência multiplicam se porque as ameaças são cada vez maiores e são tão vastas que são necessárias várias equipas de pessoas, de economistas, atores políticos a diplomatas, a militares, para se conseguir compreender todos os contornos. 38:47 É, de facto, uma grande ameaça e é certamente um grande desafio. Para este século e para as próximas décadas? 38:53 Os exercícios militares da NATO e a ativação do Artigo 5 Há uma curiosa expressão, não sei se curiosa desgraçada, depende de ir me aste que são jogos de guerra, que é quando, por exemplo, no nato, não só se juntam forças multinacionais, vai tudo para um palco real ou imaginário de ir me aste tu combater um determinado inimigo. 39:13 O que é que acontece no nos jogos de guerra? Estou a perguntar te porque tu acompanhas muito de perto este? Este tipo de de atividades de treino militar que é disto. 39:23 Pessoa 1 Que estamos a falar eu, eu, eu já há alguns anos que acompanha os jogos de guerra da nato. EE é público, portanto, não, não vou fazer grandes revelações. 39:32 Pessoa 2 E podes partilhar o que é que tu fazes, qual é o que é, qual é o teu papel? 39:35 Pessoa 1 Eu, eu, portanto, eu integrei o joint workfer center em 2015 e desde 2015 que tem estado envolvido com os com os grandes exercícios estratégicos multinacionais de alta visibilidade da nato. E tive o privilégio de poder ser o autor político e estratégico de um grande exercício que foi, na altura, em 2017, considerado o maior e a mais desafiante exercício de sempre da nato, o Trident chavalin 2017. 40:07 E a nossa, a nossa necessidade e a nossa função e a nossa missão era oferecer ao, portanto, a nossa, a nossa audiência, que estava em treino, ao nosso training audience. Um desafio extraordinariamente complexo que treinasse uma série de requisitos que os obrigasse a pensar de forma crítica e a solucionar os problemas operacionais que estariam montados à à sua espera. 40:30 Os exercícios fazem se de forma por simulação em computador ou de forma com fogo vivo. Portanto, temos os CPXE, os livex e a verdade é que. Ao longo dos últimos anos, assistimos a um aumentar da frequência dos exercícios militares da nato, mas também há um aumentar da graduação do próprio exercício. 40:56 São cada vez mais complexos e mais desafiantes, uns a seguir aos outros, quase de forma exponencial, porque desde 2014, com a invasão da Crimeia, que a nato, a Aliança Atlântica e as nações acima de tudo das nações. 41:12 Parece terem acordado para para 11 Mundo Novo, do qual não estariam à espera. 41:16 Pessoa 2 Isso pode ser uma preparação para uma guerra real? 41:19 Pessoa 1 E os exercícios normalmente são feitos para capacitar as nações para treinar os próprias operacionais que estão sentados nos diferentes comandos da nato. Para garantir que num dia em que o artigo quinto seja. 41:32 Pessoa 2 Ativado, o artigo quinto diz que? 41:33 Pessoa 1 O artigo quinto é a forma como a nato se defende, é o é a grande, é a grande fórmula do tratado do Washington e diz que o ataque contra um é um ataque contra. 41:44 Pessoa 2 Todos ou obriga, portanto, a uma, a uma resposta, a. 41:46 Pessoa 1 Resposta de todos, mas só posso ser ativado por consenso. Isso foi ativado uma vez na história foi ativado depois do 11 de setembro e a pergunta fica, quem é que ativou o artigo quinto? É quando o ataca. As Torres gémeas não foram os Estados Unidos. 42:00 Pessoa 2 Não foram os estados. 42:01 Pessoa 1 Unidos foram os Estados Unidos, não é segredo, mas quem ativou o artigo quinto foi o conselho do Atlântico norte, de forma consensual. 42:08 Pessoa 2 Do lado de cá? 42:09 Pessoa 1 Foram foram todos os membros da nato que em 2001, de forma solidária, a ativar o artigo quinto em vez dos Estados Unidos. Porquê? Por uma questão de comunicação estratégica, por uma questão de postura. Estratégica, os Estados Unidos não queriam dar o flanco fraco, embora fossem atacados no coração económico do seu estado. 42:29 Não quiseram dar o flanco fraco, não queriam mostrar mais fragilidade. 42:34 Pessoa 2 Pedir ajuda no fundo aqui aos europeus deste. 42:36 Pessoa 1 Lado e não iriam pedir ajuda. E, portanto, o que a nato fez que naturalmente que existiram negociações e conversações para isto à porta fechada? O que Oo que a nato fez foi utilizar o seu concelho máximo, o concelho do Atlântico norte, para fazer esta esta ativação e portanto, quando falamos destes articulados e quando falamos destes posicionamentos da nato, a nato e as suas nações são obrigadas a exercitar aquilo que são as suas diferentes capacidades em diferentes missões e operações. 43:05 E neste momento os exercícios contemplam praticamente toda a Geografia aliada toda a Geografia aliada, portanto, quase desde o havai. Até ao flank leste, com a Rússia e a são cada vez maiores e mais exigentes. 43:20 E isso obriga também a uma exigência por parte de quem treina, de de quem desenvolve os exercícios, de quem treina e de quem os executa. E à medida que avançamos, estes são exercícios cada vez mais definidores de postura estratégica da Aliança Atlântica. 43:36 Porque é que isto é importante, Jorge, porque no final de contas, todas as nações que querem mostrar dissuasão. Têm que mostrar que fazem os seus exercícios com competência todos. 43:47 Pessoa 2 Isto é uma prova de força, é EEEE. Os outros atores internacionais estão a pensar na China, na Rússia. 43:54 Pessoa 1 Todos observam, estão todos a observar EE são avisados que os exercícios vão acontecer. São avisados, são todos avisados. 44:00 Pessoa 2 É a guerra do seu lado, não? 44:01 Pessoa 1 Têm que têm garantidamente que ser avisados porque movimentações de tropas em continente europeu pó? Movimentação de tropas Russas para a para a Fronteira com a Europa. 44:10 Pessoa 2 Só podem ser uma ameaça. 44:11 Pessoa 1 São consideradas imediatamente uma ameaça e isso vai obrigar a mobilização de forças de reação rápida da nato e mobilização dos exércitos nacionais. E, portanto, os exercícios são anunciados, são planeados e os russos comprometem se a fazer o mesmo. Os exercícios à PAD russos, que acontecem de 4 em 4 anos, também foram anunciados aos países da nato. 44:31 Toda a gente sabia que este exercício iam acontecer, os exercícios que levaram depois. À ao blitzkrieg e à invasão. Em 2022, foram comunicados aos parceiros internacionais da Rússia. Mas quando a monitorização a essas mobilizações Russas começaram, identificou se imediatamente que o tipo de mobilização não era condizente com aquilo ou não estava de acordo com aquilo que se veria. 44:57 Um exercício militar puro e duro seria algo mais com o exercício militar, portanto, começaram as dúvidas e começaram as. 45:03 Pessoa 2 Dúvidas olha o que é que? É um cenário impossível de treinar. 45:10 Pessoa 1 Aparentemente é um cenário onde a nato perde. Isso é extraordinariamente difícil de se treinar. É curioso porque eu vejo mais valias quando os quando as audiências, os soldados, os comandos, porque é o que nós estamos a treinar. 45:29 São comandos e não e não soldados. Quando perdem um cenário muito exigente, mas politicamente, a perda de um exercício de guerra tem custos políticos, tem custos políticos, tem custos para o para a hierarquia e para o comando e controlo de uma de umas forças armadas. 45:46 Pessoa 2 Portanto, quando se tenta fazer determinada coisa e é tão difícil que se chega à conclusão de que aquela unidade, aquele departamento, aquela determinado exército, não consegue resolver o problema. 45:56 Pessoa 1 Esse normalmente, esse tipo de esse tipo de de vinhedos são normalmente ignorados ou ultrapassados. Porque a tentativa de aceitação, de incapacidade para resolver um determinado cenário de uma grande ameaça, quase impossível de se resolver, não é aceitável do ponto de vista político. 46:16 Os exercícios são feitos para treinar, não são feitos para que a nato falhe. No entanto, existem várias Correntes metodológicas que veem grande valor e valor acrescido e também vejam. Quando um estudante, quando um soldado, quando um comando não consegue ultrapassar o desafio que que lhe é proposto, porque não está capacitado para isso ou porque, de facto, é demasiado exigente. 46:39 Pessoa 2 Aprender com os erros, aprender. 46:41 Pessoa 1 Com os erros, e isso é algo que a este nível de grandes exigências, de grandes demonstrações de poder, onde todos os observadores estão atentos. É algo que as nações ainda não estão preparadas para fazer, mas existem outras formas de fazer este tipo de exercício, de se fazer este tipo, de retirar estas mais valias. 47:00 A verdade é que nem os chineses nem os russos também perdem os seus. Os seus exercícios de guerra ganham sempre. Portanto, faz parte do cenário e faz parte do desenho institucional que foi criado, o batok. 47:11 Pessoa 2 Que faz parte da retórica, é assim que funciona. 47:14 A retórica nuclear e a dissuasão no cenário geopolítico E eu estava a pensar especificamente na ameaça nuclear. Isto, género de exercícios treina também. O uso e a resposta a ataques nucleares sim. 47:26 Pessoa 1 Embora não sejam tão comuns quanto os exercícios de comando que são feitos, existem exercícios de que, especialmente no diz respeito ao planeamento do grupo militar e a ou o planeamento do grupo nuclear, e, portanto, são são sempre executados e na verdade são mais revistos agora do que no passado, porque a ameaça nuclear é agora algo que se utiliza com com tanta leveza. 47:51 Mas na comunicação pública entre diferentes estados, nós recordamos bem as palavras de Medvedev quando diz claramente se os europeus assim o desejam, a Rússia está preparada para a guerra nuclear e, portanto, este tipo de retórica não deveria existir. 48:07 No passado, era evitável. Ninguém falava sobre ameaças nucleares. Era uma conversa que, embora toda a gente reconhecesse a ameaça e a minha, a ameaça é incrível, não era algo que fosse utilizado. Com tanta leveza. E agora, infelizmente, chegamos ao ponto onde armas nucleares táticas são colocadas na Fronteira com a Polónia, nomeadamente na Bielorrússia, onde a retórica nuclear aumentou e onde aumentou também, claro, o medo e a coerção daquilo que poderá ser uma guerra nuclear, e por isso o treino tem que ser feito, mas não do ponto de vista da destruição nuclear. 48:48 A nato não tem qualquer tipo de pretensões de guerra nuclear. Aliás, é precisamente o oposto. A nato tem como objetivo travar qualquer guerra, qualquer guerra de agressão. 48:58 Pessoa 2 Dissuasão. 48:59 Pessoa 1 Não travar guerras de agressão através da sua dissuasão. E a guerra nuclear não chama se guerra nuclear, mas não é uma guerra. O elemento nuclear aqui é uma arma política. Não deve ser utilizada nunca em guerra e a própria forma de se fazer a defesa contra este tipo de empenho de de armas se atacada se o. 49:24 Portanto, se a nato ou os territórios da nato forem atacados com uma arma nuclear, a resposta a esse ataque não é ele nuclear, é uma resposta convencional. E porque é que isto foi desenhado desta forma? Porque durante os anos 50 e durante durante os anos 60. 49:41 A resposta a um ataque nuclear com outro ataque nuclear levaria à Escalada do da ameaça nuclear e potencialmente à materialização de um cenário de destruição mútua. E o objetivo foi sempre fazer a redução da ameaça nuclear, nunca potenciando atingir um cenário de destruição mútua. 49:59 Então os vários países aliados resolveram reformar a própria doutrina nuclear. Para respondendo a um ataque nuclear com um ataque convencional, tentando quebrar aquilo que era a iniciativa nuclear de um estado agressor. Mas se o estado agressor continuasse a utilizar e empenhar armas nucleares, então a resposta por fim já não seria uma resposta convencional e, portanto, o objetivo aqui é que a resposta seja flexível e que seja ponderada e que não nos leva todos para o abismo, mas uma nação que decide empenhar uma arma nuclear contra um estado não agressor, decidiu. 50:35 E solou o seu destino. 50:37 Pessoa 2 Hum, achas que o uso de uma arma tática nuclear num sítio muito específico é uma possibilidade real? 50:46 Pessoa 1 Claro que é, especialmente se for uma arma de hidrogénio. Se for 11 bomba de hidrogénio não tem radiação, a explosão e a detonação. A destruição é pela pressão do do do movimento do ar. Não existe radiação porque não é uma arma de de fusão. Mas isso não quer dizer que seja passível do seu do seu empenho. 51:04 O objetivo é anão utilização de armas nucleares. A utilização deste tipo de armamentos vai levar imediatamente a uma resposta muito agressiva por parte de todos os estados, estados esses que pertencem à nato e potencialmente vai arrastar para o conflito de estados que não pertencem à nato e que não estão envolvidos no conflito. Porque aquilo que pode acontecer num estado é um descontrolo político, emocional, de uma de uma grandeza de tal ordem. 51:25 Que já deixam de existir limites a este empenho e a esta utilização. Um estado que empregue armamento nuclear é um estado e um governo que já não pode estar sobre sobre, já não pode liderar um determinado uma determinada nação é deve ser removido. 51:38 Pessoa 2 Rapidamente é um ato irracional no. 51:40 Pessoa 1 Fundo é um ato de irracionalidade política. E eu não creio que a Rússia, neste momento, se veja obrigado, obrigado a uma coisa dessas. Pelo contrário. O que a Rússia quer fazer é garantir que atinge todos os seus objetivos. De forma não. Nuclear de forma não violenta, não violenta, tentando não provocar aquilo que é uma Europa ainda um pouco adormecida, mas tentando atingir os seus objetivos, fazendo a guerra ou levando a guerra até outras paragens a estados que não têm a capacidade de reação, como têm a Europa. 52:14 Uma guerra, como aconteceu entre a Rússia e a Ucrânia, se acontecesse entre a Rússia e a Europa, seria francamente muito diferente. Especialmente porque os europeus, em comparação com os russos ou em comparação com os ucranianos, conseguiriam garantidamente fazer 11 controlo do espaço aéreo EE garantir um controlo aéreo e, portanto, operações terrestres com supremacia do ar são muito diferentes de operações ucranianas sem suplomacia de força aérea, os caças f 16 que estão na linha da frente. 52:46 Os caças f 16 que foram entregues à Ucrânia não estão na linha da frente. Porque os sistemas de defesa antiaérea russos protegem as forças e protegem o posicionamento russo em pokrossky na e na restante linha da frente e, portanto, não me permita que a força aérea ucraniana possa voar em em Liberdade e em segurança para atingir os seus alvos. 53:06 Pessoa 2 Se isto é preocupante, se até agora nós tínhamos estado dos nucleares, os Estados Unidos, a Rússia, a China, mas subitamente a Coreia passou, a Coreia do do norte passou a ser um estado nuclear, o irão, provavelmente também há um conjunto. De países aqui à volta, olho sempre para os indianos e para os paquistaneses. 53:24 Que voltem a meio esses anguam nas suas Fronteiras. Isto cada vez quanto mais salarga este leque, mais difícil de nós podemos controlar esse. 53:32 Pessoa 1 Fator? Absolutamente, absolutamente. E quem controla este fator são aqueles que ainda têm monopólio da violência mundial, os Estados Unidos da América. Quando deixarem de ser os Estados Unidos da América e passar a ser outro grande patrocinador, outro grande big Brother? Então, esse controlo e essas relações de interesse vão ser reformuladas e só Deus sabe o que é que poderá acontecer. 53:53 A verdade é que os ucranianos estão muito atentos àquilo que é o poder da dissuasão nuclear. Mas os russos também. Por algum motivo, os russos em 2009, estavam tão interessados em remover aramamente nuclear da Ucrânia sabendo que poderiam ser utilizados como um mecanismo de dissuasão aos seus interesses. 54:10 Passados quase 15 anos e, portanto, é óbvio. Que a Ucrânia, que tem uma larga experiência com a indústria de energia nuclear, garantidamente que já pensaram que a arma nuclear poderia ser um, garante. 54:27 Pessoa 2 De paz, portanto, não tem uma limitação tecnológica porque o sabem fazer. Obviamente é apenas 11. Limitação política. 54:36 Pessoa 1 Uma limitação política que os Estados Unidos dificilmente aceitariam, que a Rússia nunca aceitaria. A Rússia nunca aceitaria. Seria, aliás, precisamente contra ele. Seria motivo de maior, de maior expressão militar se a ukremlin de conseguisse atingir maturidade deste tipo de armamento. 54:55 Porque não basta desenvolver a ogiva, é preciso garantir que funciona, é preciso garantir que os testes foram todos feitos. Olhe se o irão, com tanta experiência nuclear, não a desenvolver um a tempo antes de de fora dele ter sido bombardeado e portanto, tudo isto leva muito tempo e dá muito nas vistas. 55:11 É difícil fazer isto em segredo. Para ser Franco consigo. No entanto, existem ainda aqui algumas questões que dizem respeito à multiplicação. Jorge como falavas do atores do clube nuclear, que são 9 EEA forma como rapidamente esta questão se pode descontrolar e, em boa verdade, à medida que a multipolaridade cresce, será cada vez mais difícil garantir que este tipo de armamento não cai nas mãos erradas. 55:37 E enquanto que irem em estados organizados. Politicamente, ativos, tentativamente, democráticos, está tudo bem. O problema é quando este tipo de material cai em mãos de terroristas para a criação de bombas sujas que possam ser introduzidas em qualquer espaço populacional e detonadas com imensas, com imensas consequências para todos os estados e para todas ou para toda a população desse desse mesmo estado. 56:03 Pessoa 2 E isso torna isso mais difícil? 56:05 As lições da história e a defesa da democracia contra autocracias Olha, uma pergunta final para ti. Se tu fosses o negociador designado para tentar dar uma ajuda neste conflito Na Na Ucrânia de seguirias, porque via? 56:17 Pessoa 1 Essa é a pergunta menos simples delas todas, mas que? 56:21 Pessoa 2 Opções tem o negociador no fundo, é, é, é isto, num, num, num caso que é obviamente muitíssimo complexo. 56:27 Pessoa 1 Eu penso que tentando não dar uma resposta complexa, tentando simplificar aquilo que é extraordinariamente difícil. O que falta neste momento a todos? Aqueles que não são a Rússia é coragem. Há falta de coragem. Há falta de coragem por parte dos republicanos moderados americanos em combater aquilo que é uma expressão anacrónica de poder na Casa Branca. 56:51 Há falta de coragem dos governantes europeus que, sim, mostraram solidariedade e empenho e determinação na ajuda aos ucranianos. Mas a comunicação. Militar e a comunicação do poder faz se pela demonstração de plataformas de guerra, pela comunicação da mobilização dos dos diferentes exércitos, porque é uma comunicação que a Rússia compreende muito bem, se a Rússia encontrasse nos europeus e nos Estados Unidos da América uma consolidação estratégica e ideológica, um empenho. 57:34 Um empenho total de esforços na reconstrução da Europa, como potentado militar para ser para fazer face à posição da Rússia. Provavelmente as negociações seriam mais lineares, digo lineares, e não digo simples, porque elas nunca são simples, mas tentativamente seriam 2 grandes blocos, Unidos, preparados, equipados e treinados para conseguir dar uma luta e para conseguir dar um sinal de força. 58:04 Àquilo que neste momento faz pouco dos europeus, porque encontra mais fraquezas do que fortalezas e, portanto, como negociador. O objetivo não era negociar com o agressor neste momento, que o momento de fragilidade institucional, de fragilidade estratégica, é capacitar a Aliança Atlântica, garantindo que os europeus dão o próximo passo de coragem, especialmente naquilo que é a articulação da política com a defesa, que neste momento é um caso complicado. 58:33 Porque a defesa não dá votos e a lógica do eleitorado continua a ser soberano, vota se apenas e investe, se apenas naquilo que dá votos. Mas o futuro devia dar votos. E o futuro não é apenas feito de hospitais e de segurança social, é feita de estratégia e investimento em segurança social e em saúde, para mim e em educação, é tão importante quanto o investimento na defesa da sociedade. 58:59 E, portanto, capacitação dos europeus para mais tarde, numa posição de força, podermos garantir qu

Silicon Curtain
Appeasement of Putin, Dithering and Cowardice Will Destroy Europe

Silicon Curtain

Play Episode Listen Later Dec 7, 2025 18:46


2025-12-07 | DAILY UPDATES #073 | Tonight, we're in Brussels, breaking down the comments of a pusillanimous and pathetic excuse for a leader, that's holding the financial keys to a war he claims can't be won. Yet he's not prepared to take a risk for the sake of Ukraine's or Europe's freedom. It's clowns like this that will destroy the European project and contribute to shattering of peace on the continent.Belgian Prime Minister Bart De Wever has just told the world that “Who seriously believes Russia is going to lose in Ukraine? It's a fable – a total illusion… not even desirable for Russia to lose.” (Kyiv Post) I wonder if he speaks Russian. If not, he better start learning it. ----------SOURCES: Kyiv Post – “‘Not Even Desirable for Russia to Lose': Belgian PM Opposes Asset Confiscation” (Dec. 4, 2025)Kyiv Independent – “The key to ending the war is in Brussels — Ukrainians react to Belgium's Russian asset loan opposition.” Kyiv Independent – “Belgian PM renews opposition to Russian frozen-assets reparations loan.” Kyiv Independent – “The EU's ambitious plan for frozen Russian assets, explained.” Le Monde – “Belgium resists unfreezing Russian assets held in Brussels.” Brussels Institute for Geopolitics – “The poisoned chalice of Russia's frozen assets” by Luuk van Middelaar. AP News – “The EU lays out a plan to fund Ukraine using frozen Russian assets but Belgium says it's too risky.” Financial Times – “ECB refuses to provide backstop for €140bn Ukraine loan.” Reuters – Coverage of De Wever–von der Leyen–Merz talks, and Russian Duma and Medvedev threats over asset seizure. The Guardian – “European Commission plans ‘reparations loan' to Ukraine using frozen Russian assets” and follow-up pieces on Ukraine funding negotiations. Washington Post – Opinion on “The European Union's hypocrisies on Ukraine.” ----------SILICON CURTAIN FILM FUNDRAISERA project to make a documentary film in Ukraine, to raise awareness of Ukraine's struggle and in supporting a team running aid convoys to Ukraine's front-line towns.https://buymeacoffee.com/siliconcurtain/extras----------SILICON CURTAIN LIVE EVENTS - FUNDRAISER CAMPAIGN Events in 2025 - Advocacy for a Ukrainian victory with Silicon Curtainhttps://buymeacoffee.com/siliconcurtain/extrasOur events of the first half of the year in Lviv, Kyiv and Odesa were a huge success. Now we need to maintain this momentum, and change the tide towards a Ukrainian victory. The Silicon Curtain Roadshow is an ambitious campaign to run a minimum of 12 events in 2025, and potentially many more. Any support you can provide for the fundraising campaign would be gratefully appreciated. https://buymeacoffee.com/siliconcurtain/extras----------SUPPORT THE CHANNEL:https://www.buymeacoffee.com/siliconcurtainhttps://www.patreon.com/siliconcurtain----------

Badlands Media
Geopolitics with Ghost Ep. 60 – Ukraine Unravels: Corruption Raids, Resignations & the Coming Reset: November 28, 2025

Badlands Media

Play Episode Listen Later Nov 28, 2025 116:24


In this fast-paced post-Thanksgiving episode, Ghost kicks things off by delivering the rants left over from Tuesday's interrupted show before diving straight into global turbulence. He unpacks audience boosts, Monty Python jokes, oil economics in Venezuela and Ghana, and viewer updates from abroad, casually weaving in Middle Eastern geopolitics and Russian-aligned narratives. From Hillary Clinton and Skolkovo to Medvedev's tech ambitions, Brain-Drain Russia, and the purges shaping Putin's power structure, Ghost explores how these dynamics mirror what's unfolding in Ukraine. He then zooms in on Zelensky's internal collapse, mass resignations, corruption raids, and doubts about Kyiv's legitimacy, all while Trump's peace-deal pressure campaign intensifies behind the scenes. Bringing his trademark humor, receipts, and geopolitical mind-mapping, Ghost ties together Ukraine, MBS, Qatar, and CIA fingerprints across global destabilization efforts. It's classic Geopolitics with Ghost: rants, receipts, and a gritty walk through the realignment underway across the world.

Badlands Media
The Book of Trump Chapter 38: Dmitry Medvedev

Badlands Media

Play Episode Listen Later Nov 25, 2025 93:35


In this chapter, Ghost turns his attention to Dmitry Medvedev, exploring how his rise, presidency, and partnership with Vladimir Putin reveal critical patterns in modern geopolitics. Using Medvedev's biography as a lens, Ghost walks through Russia's post-Soviet power struggles, the Aluminum Wars, Gazprom restructuring, oligarch crackdowns, and the emergence of competing factions inside the Kremlin. He breaks down Medvedev's technocratic “Strategy 2020,” the Russian-Georgian war, the tandemocracy with Putin, national security reforms, and the deeper geopolitical echoes between Russia, the West, and today's shifting alliances. Through Medvedev's story, Ghost highlights the recurring historical “reruns” that shape current events, showing how this era set the stage for today's multipolar world, and why understanding Medvedev is essential to understanding Trump, Putin, and the broader sovereign movement.

The Naked Pravda
Russia's elites once dreaded war. Now, they fear peace.

The Naked Pravda

Play Episode Listen Later Nov 22, 2025 31:35


In his 2024 state-of-the-nation address, Vladimir Putin declared that the word “elite” had lost much of its credibility. Russia's “real elite,” he said, are those who serve their country: “the workers and warriors, reliable, trustworthy people who have proven their loyalty to Russia through their deeds.”  It's safe to assume that these words sent a chill through Russia's elite circles, where top officials, business leaders, and military figures have been jockeying to hold on to their positions for nearly four years of wartime.  With Putin laser-focused on winning the war against Ukraine, anyone who impedes that goal is at risk of finding themselves on the chopping block. Long-serving officials have fallen out of favor, while ultra-patriotic hardliners are rising to the top, leaving Putin surrounded by sycophants. But concentrating so much power in one 73-year-old man poses some obvious risks for Russia's political system. For more insight into how Putin's war effort has changed the rules for Russia's “old elites” and made them fear the prospect of peace, The Naked Pravda spoke to Farida Rustamova, an independent journalist who covers politics and power in Russia and writes the Substack newsletter Faridaily. Time stamps for this episode: (2:42 The Shift in Russian Political Dynamics04:54 Meduza's Daily Newsletter Plug05:41 Medvedev's Transformation and Elite Adaptation07:11 Fear and Repression Among Russian Officials11:59 High-Level Shakeups and Political Loyalty19:50 Concerns Over War's End and Future Chaos25:32 Skepticism About Peace Talks and Putin's Image27:56 Putin's Concentration of Power and Future of PutinismКак поддержать нашу редакцию — даже если вы в России и вам очень страшно

Knight Shift
Goaltending matters, winning the close games and Cowan vs Barkey - Episode 242 - Knight Shift

Knight Shift

Play Episode Listen Later Nov 10, 2025 35:13


Coach and commentator Harry Neale once said, "Goaltending is 75 per cent of your hockey team, unless you don't have it. Then it's 100 per cent.” The performances of Aleksei Medvedev and Seb Gatto in the London Knight net have been giving London a chance to win. The Knights are coming off tight 2-1 and 3-2 shootout victories and Kyle Grimard and Mike Stubbs recap the games and talk goaltending with Medvedev while Jim Van Horne speaks with Knights goalie coach Dave Rook. Kyle and Mike also look at some milestones from ex-Knights and discuss Cowan vs Barkey in the American Hockey League. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Talking Tennis
ATP Finals Preview with Steve Flink | Djokovic withdraws | Can anyone stop Sinner?

Talking Tennis

Play Episode Listen Later Nov 8, 2025 53:19


In this episode, tennis journalist Steve Flink joins us to preview the 2025 ATP Finals. With Novak Djokovic's shock withdrawal, the race for the year-end title is wide open — but can Jannik Sinner continue his incredible form and dominate on home soil in Turin? We break down the ATP Finals draw, analyze the form of Carlos Alcaraz, Daniil Medvedev, Alexander Zverev, and Holger Rune, and discuss who poses the biggest threat to Sinner's title hopes. Plus, Steve shares his expert insights on the season's biggest storylines, the battle for No. 1, and what to expect from the next generation heading into 2026.

Canucks Hour
The Bar Is Too Low

Canucks Hour

Play Episode Listen Later Nov 5, 2025 73:09


In this episode of Canucks Talk, Drance and Dhali go head-to-head in a fiery 30-minute debate over whether Adam Foote deserves Jack Adams consideration. The guys then size up the Western Conference after the season's first stretch, highlighting Anaheim's surge, their lethal power play, and the growing need for the Canucks to add a centre before tougher matchups ahead. Jason Bukala joins to break down the rise of London Knights goalie Medvedev, Bedard's physical growth, and why Macklin Celebrini could surpass him in Team Canada projections. Plus, a look at Matthew Schaefer's breakout and how his development stacks up against a young Drew Doughty. This podcast is produced by Lina SetaghianThe views and opinions expressed in this podcast are those of the hosts and guests and do not necessarily reflect the position of Rogers Media Inc. or any affiliate.

Sans Filet
SANS FILET TIER LIST #11 - Les sales gosses du tennis

Sans Filet

Play Episode Listen Later Nov 4, 2025 93:09


Nouvelle Tier List dans Sans Filet ! Pour ce onzième épisode, les consultants classent les sales gosses du tennis. Qui a été le plus insupportable sur les courts ? Qui a dépassé les limites à plusieurs reprises ? Qui cumule le plus de casseroles ? Qui a été le plus pénalisé dans sa carrière de joueur de tennis ?

Nothing Major
119: Paris Masters Breakdown, Sinner's Indoor Dominance & the Final Turin Spot | EP 119

Nothing Major

Play Episode Listen Later Nov 3, 2025 33:25


The guys break down everything from the Paris Masters madness to the year-end race heating up in Turin. Sinner is on an absolute tear indoors and battling Alcaraz for the year-end World No. 1. They also dive into the Musetti vs. Auger-Aliassime fight for the final ATP Finals spot and what they would do if they were Felix. Sam shares his USTA League debut (yes, he's officially back) with all the nerves, partner drama, and post-match laughs. Then it's Medvedev's late-night baseball tweets, Zizou Bergs' moonwalk, Opelka's savage Instagram comment, and a look at the new Paris venue. They also check in on the WTA Finals in Riyadh, Gauff's serving struggles, and who the real favorites are for the massive prize money on the line. Plus, time to review our tournament predictions that may or may not already be doomed. 00:00 Introduction and show preview 00:46 Sam's USTA League debut 03:53 World Series talk and Medvedev's late-night tweets 06:11 Paris Masters recap: Sinner's indoor dominance 09:14 Felix Auger-Aliassime's form and confidence 12:07 Sinner vs. Alcaraz: the race for year-end No. 1 16:33 Turin predictions and Alcaraz's chances 20:04 Paris Masters drama: Opelka vs. Bergs 22:02 Felix vs. Musetti: the battle for the final spot 26:43 WTA Finals: Gauff's struggles and surprises 32:48 Goodbye!

Keen On Democracy
Democracy's Dangerous Flirtation with Autocracy: Michael McFaul on America's Abdication of Global Leadership

Keen On Democracy

Play Episode Listen Later Nov 3, 2025 52:25


A former US ambassador to Russia warns of America's slide into autocracyAs American ambassador in Moscow between 2012 and 2014, Michael McFaul had a front row seat on Russia's slide into autocracy. But in his new book, Autocrats vs Democrats, McFaul warns that it's not just Putin, but also Xi and Trump who are fueling the “new global disorder”. And the intended audience for his jeremiad against autocracy is, of course, in the United States, rather than China or Russia. McFaul, who now teaches at Stanford, is warning about democracy's dangerous flirtation with autocracy, especially in the United States. The parallels are chilling. Putin used the law to target enemies, reorganized property rights to silence independent media, and cultivated a patrimonial relationship with supporters who saw him as their protector. Trump, McFaul argues, is following a similar playbook—though America's deeper democratic traditions and more autonomous institutions provide stronger resistance. Yet McFaul sees cause for alarm in Trump's rapid moves to “bulldoze” democratic norms, from weaponizing the Justice Department to attacking press freedom. The question, for Michael McFaul, isn't if America could slide into autocracy, but whether its citizens will recognize the threat before the current flirtation is consummated. 1. Democratic Expansion, Not NATO, Turned Putin Against the West McFaul demolishes the Mearsheimer thesis that NATO expansion provoked Putin. As ambassador, he was in every meeting with Putin and Medvedev for five years—NATO simply wasn't a major issue. What terrified Putin were democratic revolutions: Serbia 2000, Georgia 2003, Ukraine's Orange Revolution 2004, and especially the 2011 protests when a quarter million Russians demanded reform in Moscow. Putin blamed the CIA and saw American-style democracy as an existential threat to his autocratic rule.2. Trump Is Following Putin's Autocratic Playbook—With One Crucial Difference Like Putin, Trump weaponizes the Justice Department against enemies, attacks independent media through property rights reorganization, and moves fast to “bulldoze” democratic norms (making reconstruction nearly impossible). But America has what Russia lacked: deeper democratic traditions going back centuries, autonomous state governments, genuinely independent media, and even a functioning opposition party. McFaul notes Trump's failures—unable to silence critics like Kimmel—suggest democratic antibodies still work, though the threat remains real.3. Xi's Slow Game Is More Dangerous Than Putin's Imperial Aggression Putin exports illiberal nationalism, seeking ideological allies in Europe and America who share his contempt for liberal “decadence.” Xi plays differently: he's not trying to destroy the liberal international order but to increase Chinese power within it while building parallel structures (BRICS, Shanghai Cooperation Organization) where China serves as anchor for an autocratic world. McFaul warns this evolutionary approach may prove more dangerous precisely because it's less visible than Putin's tanks rolling into Ukraine.4. America's Fatal Post-Cold War Mistake: We Stopped Selling Democracy to Americans The West assumed democracy was inevitable after 1991 and stopped doing the hard work. Political elites in both parties said “we got this” and stopped explaining to middle America why global engagement, free trade, and democracy promotion serve national interests. This created a vacuum Trump filled with isolationism. McFaul argues the book is written not for Cambridge and Palo Alto, but for the entire country—an attempt to restart that abandoned conversation.5. The Choice: Lead the Free World Collectively or Watch Dictators Dominate America will never regain the hegemonic power it held after World War II, and attempting unilateral dominance risks dangerous overreach that pushes wavering democracies toward China. But if democracies unite, they collectively have more economic and military power than China and its autocratic allies. The alternative to collective democratic leadership isn't Chinese hegemony—it's anarchic disorder where the powerful do what they can, a return to the chaotic map of European history where borders constantly shifted and weak states got swallowed. If democracies fail to organize, dictators will dominate the 21st century.Keen On America is a reader-supported publication. To receive new posts and support my work, consider becoming a free or paid subscriber. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit keenon.substack.com/subscribe

Monday Match Analysis
Paris QFs Post-Match Analysis Marathon (Zverev-Medvedev, Sinner-Shelton, De Minaur-Bublik, FAA-Vacherot)

Monday Match Analysis

Play Episode Listen Later Nov 1, 2025 51:40


Gill Gross breaks down all four quarterfinals at the 2025 Paris Masters in the following order. (0:42) Defending champion Alexander Zverev looked to snap a 5-match losing streak against Daniil Medvedev. (14:15) Jannik Sinner and Ben Shelton did battle. (23:35) Alex De Minaur looked to avenge his Roland Garros loss to Alexander Bublik, who aimed to reach his first career Masters 1000 SF. (38:40) And Felix Auger-Aliassime looked to continue his charge towards Turin against the streaking Shanghai champion Valentin Vacherot. IG: https://www.instagram.com/gillgross_/TikTok: https://www.tiktok.com/@gill.gross24/7 Tennis Community on Discord: https://discord.gg/wW3WPqFTFJTwitter/X: https://twitter.com/Gill_GrossThe Draw newsletter, your one-stop-shop for the best tennis content on the internet every week: https://www.thedraw.tennis/subscribeBecome a member to support the channel: https://www.youtube.com/channel/UCvERpLl9dXH09fuNdbyiLQQ/joinEvans Brothers Coffee Roasters, the Official Coffee Of Monday Match Analysis... use code GILLGROSS25 for 25% off your first order: https://evansbrotherscoffee.com/collections/coffeeAUDIO PODCAST FEEDSSpotify: https://open.spotify.com/show/5c3VXnLDVVgLfZuGk3yxIF?si=AQy9oRlZTACoGr5XS3s_ygItunes: https://itunes.apple.com/us/podcast/monday-match-analysis/id1432259450?mt=2 Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.

Court N°1
Rolex Paris Masters 2025 - J5 : Zverev-Sinner, le choc des 1/2 finales !

Court N°1

Play Episode Listen Later Nov 1, 2025 18:29


Eric Salliot revient sur les quarts de finale du Rolex Paris Masters 2025 avec notamment Alexander Zverev qui a eu chaud face à Daniil Medvedev. Le tenant du titre s'est imposé en trois manches et retrouvera l'italien Jannik Sinner en demi-finale. Le numéro deux mondial a été expéditif contre Ben Shelton (1h10 de jeu). Valentin Vacherot, de son côté, n'a rien pu faire face au canadien Félix Auger-Aliassime (6-2, 6-2) mais verra sa place au classement ATP grimper lundi. Enfin, Bublik s'est offert De Minaur en trois manches et affrontera Auger-Aliassime pour la première demi-finale du jour.

Talking Tennis
ATP Paris Masters Quarter-Final Previews: Auger-Aliassime - Vacherot | De Minaur - Bublik | Sinner - Shelton | Zverev - Medvedev

Talking Tennis

Play Episode Listen Later Oct 31, 2025 36:10


The 2025 ATP Paris Masters is down to the final eight — and the quarterfinal lineup is stacked! In this episode, we break down all four matchups, offering in-depth analysis, tactical insights, and bold predictions.

Sans Filet
SANS FILET - Jannik Sinner : faut-il douter de sa forme au Masters 1000 de Paris ?

Sans Filet

Play Episode Listen Later Oct 31, 2025 58:45


Jannik Sinner s'est qualifié pour la première fois en quart de finale du Masters 1000 de Paris et devient le premier Italien de l'histoire à atteindre les quarts de finale dans les neuf tournois Masters 1000. Il signe une 23e victoire consécutive en indoor. Une victoire en deux sets malgré quelques alertes physiques… Faut-il douter de la forme du N°2 mondial ?  Dans la 2e partie, on évoque les tops et les flops sans oublier la partie pronostics. Au menu notamment : Vacherot vs Auger-Aliassime, Bublik vs De Minaur, Shelton vs Sinner ou encore Medvedev vs Zverev. Qui décrochera sa place dans le dernier carré ?

Sans Filet
SANS FILET - Masters 1000 Paris : Vacherot sur un nuage ?

Sans Filet

Play Episode Listen Later Oct 30, 2025 56:54


Valentin Vacherot marche sur l'eau. Le Monégasque est en 1/8e de finale à Paris, 2 semaines après son titre au M1000 de Shanghai. Une nouvelle victoire contre son cousin Arthur Rinderknech qui confirme sa très belle forme actuelle. Vacherot sur un nuage ou nouvelle dimension durable ? Dans la 2e partie, on évoque les tops et les flops sans oublier la partie pronostics. Au menu notamment : Vacherot vs Norrie, Auger-Aliassime vs Altmaier, Shelton vs Rublev, Fritz vs Bublik, Khachanov vs De Minaur, Sonego vs Medvedev, Cerundolo vs Sinner ou encore Davidovich Fokina vs Zverev.

Sans Filet
SANS FILET : Masters 1000 Paris : Rinderknech, le favori français ?

Sans Filet

Play Episode Listen Later Oct 28, 2025 58:27


Entrée réussie au Masters 1000 de Paris pour Arthur Rinderknech 2 semaines après sa finale à Shanghai. Invité dans le tournoi, il a battu Marozsan en deux sets. Après le forfait de Ugo Humbert, Rinderknech devient-il la plus grande chance française sur ce tournoi ?  Dans la 2e partie, on évoque les tops et les flops sans oublier la partie pronostics. Au menu notamment : Fonseca vs Shapovalov, Vacherot vs Lehecka, Moutet vs Opelka, Fokina vs Royer, Shelton vs Cobolli, Munar vs Medvedev ou encore l'entrée en lice de Carlos Alcaraz contre Norrie.

The AO Show
Medvedev ends 882-day title drought, Rune's rough road ahead, Gauff wins in Wuhan

The AO Show

Play Episode Listen Later Oct 23, 2025 41:24 Transcription Available


The year is slowly coming to the end, but there's still plenty of tennis to be played. Xave and Brie are joined by Australian power couple Daria and Luke Saville to break down the latest news to come out of the tennis world. The panel reacts to Daniil Medvedev earning his first title since Rome in 2023, Holger Rune’s season ending injury, Coco Gauff lifting the trophy in Wuhan, Elena Rybakina and Leylah Fernandez’s recent wins, and Novak Djokovic withdrawing from Paris. Plus, in light of Valentin Vacherot’s miracle run in Shanghai, Brie presents her Top 5 Tennis Miracle Moments. AusOpen.comiHeartApple PodcastsSpotifyYouTubeSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Advantage Connors
Medvedev back in the winner's circle, FAA's Brussels win helps Turin chances, Rybakina captures Ningbo title, 6 Kings Slam

Advantage Connors

Play Episode Listen Later Oct 22, 2025 60:20


Daniil Medvedev is back in the winner's circle after almost 900 days since his last title. Felix Auger-Aliassime continued his hot play by winning the Brussels title which helps his chances for making the year end finals in Turin. Elena Rybakina captured her 10th career title in Ningbo, coming back from a set down to beat Alexandrova. Can she keep it up and make the WTA finals in Riyadh in a couple weeks? Jimmy and Brett discuss the 6 Kings Slam, plus much more on a brand new Advantage Connors podcast. *Sponsor-ExpressVPN-find out how you can get up to four extra months FREE. Follow us on - Twitter - @AdvConnors @JimmyConnors @Brett_Connors Instagram - @AdvConnors @Bretterz @GolddoodIsabella Facebook - Jimmy Connors official Facebook page Leave your questions/topics/or links to stories you want us to talk about next week on Jimmy's official Facebook page. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

The Body Serve
So Sorry, Bestie

The Body Serve

Play Episode Listen Later Oct 21, 2025 45:10


It's late in the season but great stories are still being written: the world #204 Valentin Vacherot slips into the Shanghai qualifying draw and then wins it all, Coco Gauff rights the ship in Asia for the second year in a row, and two Canadians win titles in the same week. We also talk about Holger Rune's Achilles injury, Finals qualification storylines, and the ongoing debates on scheduling and exhibitions in Timbuktu. Plus, a foray into pop culture featuring David Archuleta and the late great Diane Keaton. 01:30 The cousin final 07:35 Coco doing what she does best in Wuhan 12:10 The Felix anti-jinx 15:25 Other winners: Fernandez, Ruud, Rybakina, Medvedev (882 days, they've said many times) 20:30 Rune's catastrophic Achilles rupture  24:00 Who can still qualify for the ATP/WTA Finals? 28:40 The still-raging scheduling and exo debates + answering a listener question on Laver Cup 37:15 Pop culture break: Archuleta grows up, RIP Diane Keaton

Served with Andy Roddick
Rune's Brutal Injury, Race-To-Turin, & Tennis' Broken Schedule

Served with Andy Roddick

Play Episode Listen Later Oct 21, 2025 65:00


Andy Roddick, Jon Wertheim, and the Served crew dive into a loaded week of tennis news. From Holger Rune's devastating Achilles injury to Novak Djokovic's fiery speech in Saudi Arabia about player unions and tennis' “monopoly". The guys debate whether Masters 1000 events are too long, what's broken about the ATP/WTA calendar, and jump into the recent results of Rybakina, Medvedev, Felix Auger-Aliassime, and Casper Ruud. COMMENT BLEOW Is the tennis calendar broken beyond repair? Would you rather win a Masters 1000 or qualify for the year-end finals?

Nothing Major
115: Medvedev's Bounce Back, WTA Finals Race & Is The Season Too Long? | EP 115

Nothing Major

Play Episode Listen Later Oct 21, 2025 39:07


The boys are without Stevie to start the week, but John, Jack, and Sam are here to keep you company! Daniil Medvedev snapped his 882-day title drought, and the gang debates whether this win signals a late-season surge from the Russian or just a one-off success. The never-ending discussion about the demanding tour calendar has resurfaced, is it too long? The gang weigh in on burnout, injuries, and what changes the sport might need. As we approach the end of the year, the race to the WTA Finals is going down to the wire, with only Elena Rybakina and Mirra Andreeva still in contention. Plus, quick check-ins from Vienna, Basel, and the conclusion of the Six Kings Slam.

Love Tennis Podcast
The Medvedev-back, Six Kings revelations and the coaching roundabout continues

Love Tennis Podcast

Play Episode Listen Later Oct 21, 2025 90:51


Calvin Betton in Vienna joins James Gray and George Bellshaw in London to look back at a week of 250s and exhibitions, plus another one falls off the coaching roundabout. They discussed... - Daniil Medvedev ended an 882-day title drought and triumphed for the first time since Rome 2023 by winning the Almaty Open. He now has 21 career titles in 21 different cities. - Felix Auger-Aliassime beats Jiri Lehecka to win Brussels - FAA landed 83 per cent of his first serves in the final, and registering a 9.4 serve rating on Tennis Insights - and Casper Ruud wins Stockholm with a smaller racket by beating Ugo Humbert. - Jannik Sinner won the Six Kings Slam and $6m, but did not seem that bothered about it all - Novak Djokovic talked about his future saying: “Longevity is one of my biggest motivations. If you see across all the global sports, LeBron James he is still going strong, he is 40, Cristiano Ronaldo, Tom Brady played until he was 40-something years old, it is unbelievable." - Holger Rune suffered a serious injury on court in Stockholm this week, rupturing his Achilles tendon and faces months on the sideline - Jack Draper started a storm on Twitter by talking about fatigue and injuries, with Taylor Fritz getting involved too - James Trotman has left Team Draper, saying he can't square the circle of family life and weeks on tour, leaving new addition Jamie Delgado as sole coach - Leylah Fernandez wins Japan Open, beating in the final 18-year-old Tereza Valentova - Elena Rybakina won the Ningbo Open and is in a very intense battle for the last spot at WTA Finals with Mirra Andreeva… - Emma Raducanu has ended her season early after battling illness in China, and will miss tournaments in Tokyo and Hong Kong as a result. In more positive news, she has signed a new contract with Francisco Roig, the Spanish coach formerly of the Nadal camp whom she has had on trial since July. (James wrote about this for The i Paper, read it for FREE here: https://inews.co.uk/sport/tennis/emma-raducanu-rocky-year-reasons-for-optimism-3982254?utm_campaign=PNITUx1xSr1ai7e&ito=gifted_article&data-target=gifted_article&utm_source=XJPLeh5koSHChZEU) Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices

Tennis Channel Inside-In
Titles For Medvedev, Ruud and Auger-Aliassime + The Race For The Tour Finals With Candy Reid

Tennis Channel Inside-In

Play Episode Listen Later Oct 21, 2025 45:59


Tennis commentator Candy Reid appears on this episode to recap some terrific action in the pro game, which saw some familiar ATP faces return to the winner's circle. Reid analyzes how Daniil Medvedev was able to notch his first title in over two years, and how Casper Ruud and Felix Auger Aliassime secured indoor hard court titles and remain alive in the race for the ATP Finals next month. The broacaster also breaks down how Leylah Fernandez and Elena Rybakina stormed to WTA titles, with the latter firmly alive for the final spot in the WTA Finals. Reid covers a wide range of topics including the Six Kings Slam, Alex De Minaur's competitiveness, and Novak Djokovic's future as 2025 winds down. The commentator also weighs in on rising WTA talents Iva Jovic and Tereza Valentova, Holger Rune's terrible injury, and the strong depth featured week in and week out on both tours. Hosted by Mitch Michals. Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See https://pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.

Monday Match Analysis
Medvedev Snaps Title Drought, Ruud Redlines & Sinner Bags 6 Kings | Monday Match Analysis

Monday Match Analysis

Play Episode Listen Later Oct 20, 2025 43:48


On Monday Match Analysis, Gill Gross breaks down Daniil Medvedev's long-awaited title triumph, beating Corentin Moutet in Almaty. Plus, Casper Ruud with a scintillating level in Stockholm to crush Ugo Humbert and win his first indoor title. Felix Auger-Aliassime used strong serving to take down Jiri Lehecka and continue his fine form with a title in Antwerp. And finally, Jannik Sinner beat Carlos Alcaraz to repeat as champion at the Six Kings Slam in Saudi Arabia. 0:00 Intro1:10 ATP Race2:07 Medvedev def Moutet Almaty14:30 Ruud def Humbert Stockholm26:36 FAA def Lehecka Antwerp36:47 Sinner def Alcaraz 6 Kings IG: https://www.instagram.com/gillgross_/TikTok: https://www.tiktok.com/@gill.gross24/7 Tennis Community on Discord: https://discord.gg/wW3WPqFTFJTwitter/X: https://twitter.com/Gill_GrossThe Draw newsletter, your one-stop-shop for the best tennis content on the internet every week: https://www.thedraw.tennis/subscribeBecome a member to support the channel: https://www.youtube.com/channel/UCvERpLl9dXH09fuNdbyiLQQ/joinEvans Brothers Coffee Roasters, the Official Coffee Of Monday Match Analysis... use code GILLGROSS25 for 25% off your first order: https://evansbrotherscoffee.com/collections/coffeeAUDIO PODCAST FEEDSSpotify: https://open.spotify.com/show/5c3VXnLDVVgLfZuGk3yxIF?si=AQy9oRlZTACoGr5XS3s_ygItunes: https://itunes.apple.com/us/podcast/monday-match-analysis/id1432259450?mt=2 Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.

SERVING ACES: Conversations with Alexandra Stevenson
OHTANI, PRACTICE LIKE YOU PLAY, AND BELIEF IN YOURSELF

SERVING ACES: Conversations with Alexandra Stevenson

Play Episode Listen Later Oct 20, 2025 61:35


In "Serving Aces" Alexandra Stevenson and co-host Hugues Laverdiere talk Medvedev and his win.  Felix and his win.  Fernandez, Rybakina - all winning.  Alexandra brought up Tiafoe firing his whole team and what she thinks he should do - including making his serve better.  Rune injured End of season.  Medvedev dedicating win to his daughter Victoria.  Newsy notes Travis Kielce has buzz cuts.  Martina Navritalova and Julia and Housewives of Miami. Alexandra noted the struggling Arch Manning, a young quarterback she is watching this college season.  Colorado beat Iowa State.  Big win. Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.

Talking Tennis
ATP Weekly: Medvedev ends title drought | Rune ruptures achilles | Do we need to rethink schedule?

Talking Tennis

Play Episode Listen Later Oct 20, 2025 56:59


Welcome to another episode of ATP Weekly, where we break down all the biggest stories from the world of men's tennis! This week:

Monday Match Analysis
Vacherot Wins Shanghai Shocker, Medvedev & Djokovic Fall Short | Monday Match Analysis

Monday Match Analysis

Play Episode Listen Later Oct 13, 2025 58:37


On Monday Match Analysis, Gill Gross unpacks Valentin Vacherot's stunning run at the Rolex Shanghai Masters. The world No. 204 came through qualifying to win his first ever ATP title, beating Novak Djokovic in the semifinals and his cousin Arthur Rinderknech in an improbable final. We'll discuss Vacherot's strength as a player, why Rinderknech almost won it with his forehand and how the match turned around. Then, Joel Drucker and Amy Lundy join to discuss the missed opportunity for Djokovic and Daniil Medvedev, along with the much maligned Shanghai conditions, both weather and court.0:00 Intro7:56 Vacherot Strengths13:50 Forehand Comparisons19:45 Match Turnaround26:26 Daniil Medvedev37:30 Novak Djokovic45:45 Shanghai Conditions IG: https://www.instagram.com/gillgross_/TikTok: https://www.tiktok.com/@gill.gross24/7 Tennis Community on Discord: https://discord.gg/wW3WPqFTFJTwitter/X: https://twitter.com/Gill_GrossThe Draw newsletter, your one-stop-shop for the best tennis content on the internet every week: https://www.thedraw.tennis/subscribeBecome a member to support the channel: https://www.youtube.com/channel/UCvERpLl9dXH09fuNdbyiLQQ/joinEvans Brothers Coffee Roasters, the Official Coffee Of Monday Match Analysis... use code GILLGROSS25 for 25% off your first order: https://evansbrotherscoffee.com/collections/coffeeAUDIO PODCAST FEEDSSpotify: https://open.spotify.com/show/5c3VXnLDVVgLfZuGk3yxIF?si=AQy9oRlZTACoGr5XS3s_ygItunes: https://itunes.apple.com/us/podcast/monday-match-analysis/id1432259450?mt=2 Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.

Sans Filet
SANS FILET - Shanghai : le retour de prime Medvedev ?

Sans Filet

Play Episode Listen Later Oct 11, 2025 50:25


Après une année très compliquée, Daniil Medvedev semble retrouver son meilleur tennis à Shanghai. Le Russe, ancien N°1mondial et vainqueur de l'US Open en 2021, enchaîne à nouveau les performances solides face aux meilleurs à l'image de sa victoire en quart de finale contre Alex De Minaur. Entre confiance retrouvée et ambition assumée, une question s'impose : Medvedev est-il vraiment de retour au plus haut niveau ?  Dans la 2e partie de Sans Filet, tops et flops sans oublier nos pronostics. Au menu à Sahnghai : Arthur Rinderknech vs Daniil Medvedev ou encore Novak Djokovic vs Valentin Vacherot en live. Du côté de Wuhan, Jasmine Paolini affronte Coco Gauff tandis que Aryna Sabalenka a rendez-vous avec Jessice Pegula.

Game To Love Tennis Podcast
Paolini DESTROYS Iga

Game To Love Tennis Podcast

Play Episode Listen Later Oct 10, 2025 19:32


Ben previews the semi finals for the Shanghai & Wuhan tournaments in China. Djokovic vs Vacherot, Medvedev vs Rinderknech. Sabalenka vs Pegula, Gauff vs Paolini. Tell us your predictions in the comments! ❤️ SUBSCRIBE TO GTL: https://bit.ly/35JyOhz ▶️ JOIN YOUTUBE MEMBERSHIP: https://bit.ly/3Fk9rSr

Game To Love Tennis Podcast
Medvedev gets REVENGE! Djokovic FAVOURITE? Shanghai 2025 | Quarter Final Preview & Predictions

Game To Love Tennis Podcast

Play Episode Listen Later Oct 8, 2025 23:55


We preview the quarter finals for the Shanghai Masters 2025. Medvedev vs De Minaur. Rinderknech vs Auger-Aliassime. Djokovic vs Bergs. Rune vs Vacherot. Tell us your predictions in the comments! ❤️ SUBSCRIBE TO GTL: https://bit.ly/35JyOhz ▶️ JOIN YOUTUBE MEMBERSHIP: https://bit.ly/3Fk9rSr

Talking Tennis
ATP Masters Shanghai 2025: Previews of Medvedev-Tien; Bergs-Djokovic; Rune-Vacherot... plus predictions and is randomness good for men's tennis?

Talking Tennis

Play Episode Listen Later Oct 8, 2025 54:57


Silicon Curtain
BREAKING: Putin is on an Arc of Relentless Escalation and Aggression

Silicon Curtain

Play Episode Listen Later Oct 7, 2025 23:21


2025-10-07 | Silicon Wafers 022 | DAILY UPDATES | Today we dig into Vladimir Putin's latest Valdai address in Sochi, the ominous threats he's issuing toward Europe, and what it all says about a Kremlin that may be overreaching — doubling down in delusion, preparing for more direct confrontation. We'll tie together his rhetoric, Medvedev's inflammatory commentary, the creeping hybrid assaults across NATO space, and the question: when might threatening words give way to kinetic action?The Valdai Discussion Club is the Kremlin's preferred stage for strategic and PR theatre — a hybrid of salon, power speech, foreign policy signaling – one of the few fixtures that has lasted near annually throughout Putin's reign. It's as much internal as external. (The Valdai forum has been described as “a swanky high-level conference put on by the Russian elite” and often dubbed the Kremlin's answer to Davos) (Wikipedia)At his latest Valdai plenary in Sochi, Putin walked a balancing line: denying any intent to attack NATO, while condemning Europe for “escalating militarization.” (The Guardian)“We are closely monitoring the escalating militarization of Europe … We simply cannot ignore what is happening. We have no right to do so for reasons of our own security.” (The Guardian)“I think no one doubts that Russia's countermeasures will not be long in coming.” (The Guardian)----------Partner on this video: KYIV OF MINE Watch the trailer now: https://www.youtube.com/watch?v=arJUcE1rxY0'Kyiv of Mine' is a documentary series about Ukraine's beautiful capital, Kyiv. The film production began in 2018, and much has changed since then. It is now 2025, and this story is far from over.https://www.youtube.com/@UCz6UbVKfqutH-N7WXnC5Ykg https://www.kyivofmine.com/#theprojectKyiv of Mine is fast paced, beautifully filmed, humorous, fun, insightful, heartbreaking, moving, hopeful. The very antithesis in fact of a doom-laden and worthy wartime documentary. This is a work that is extraordinarily uplifting. My friend Operator Starsky says the film is “Made with so much love. The film series will make you laugh and cry.” ----------Autumn Harvest: Silicon Curtain (Goal €22,000)This is super important. We'll be supporting troops in Pokrovsk, Kharkiv, and other regions where the trucks are needed the most. There are so many Battalions in Ukraine, fighting to defend our freedoms, but lack basics such as vehicles. These are destroyed on a regular basis, and lack of transport is costs lives, and Ukrainian territory. Once again Silicon Curtain has teamed up with Car4Ukraine and a group of wonderful creators to provide much-needed assistance: https://car4ukraine.com/campaigns/autumn-harvest-silicon-curtain----------SOURCES: Ukraine: The Latest by The Telegraph team ---https://open.spotify.com/show/6cnkk1J0I1UqtxTYVUL4Fe?si=fb9c151d2f21405a In Moscow's Shadows, hosted by Mark Galeotti ---https://open.spotify.com/show/1NKCazxYstY6o8vhpGQSjF?si=4215e2d786a44d64 Russian Roulette hosted by Max Bergmann and Dr. Maria Snegovaya ---https://podcasts.apple.com/tw/podcast/russian-roulette/id1112258664?l=en-GB Hosted by Michael Naki ---https://www.youtube.com/@MackNack Faygin Live channel ---https://www.youtube.com/@FeyginLive Hromadske channel ---https://www.youtube.com/@hromadske_ua Hosted by Vitaly Portnikov ---https://www.youtube.com/@portnikov Hosted by Vladimir Milov ---https://www.youtube.com/@Vladimir_Milov Sternenko channel ---https://www.youtube.com/@STERNENKO The Power Vertical with Brian Whitmore https://www.powervertical.org/ ----------SILICON CURTAIN FILM FUNDRAISERA project to make a documentary film in Ukraine, to raise awareness of Ukraine's struggle and in supporting a team running aid convoys to Ukraine's front-line towns.https://buymeacoffee.com/siliconcurtain/extras----------SUPPORT THE CHANNEL:https://www.buymeacoffee.com/siliconcurtainhttps://www.patreon.com/siliconcurtain----------

Nothing Major
109: Alcaraz vs Fritz, Fognini's Dance Moves & Asian Swing Update | EP 109

Nothing Major

Play Episode Listen Later Sep 29, 2025 36:13


Sam, Stevie, Jack, and John are joined once again by everyone's favorite tennis personality and reporter, Blair Henley! With the Asian Swing in full flow, the crew dives into the buzz from Beijing and Tokyo, including the much-anticipated final between Carlos Alcaraz and Taylor Fritz set for tomorrow in the early hours. Blair dishes on the latest gossip inside the tennis world, from Fabio Fognini's surprise turn on Dancing with the Stars to Felix Auger-Aliassime's extravagant wedding before the gang swaps stories about quirky fan gifts and unforgettable player parties in Asia. 00:00 Sponsor Message 01:31 We're Back! 08:52 Taylor Fritz's Travel Adventures 11:05 Beijing Tournament Insights 15:54 Medvedev's Performance and Predictions 18:37 Upcoming Alcaraz vs. Fonseca Exhibition Match 21:48 Tennis Headlines with Blair Henley 22:13 Fabio Fognini on Dancing with the Stars 24:24 Music Complaints and Fan Gifts 28:04 Player Parties and Weddings 31:33 Carlos Alcaraz's Injury and Hair Dye Trends 35:43 Wrapping Up The Episode! Today, get Huel for FIFTEEN PERCENT OFF with this exclusive offer for New Customers only with code nothingmajor at https://huel.com/nothingmajor (Minimum $75 purchase).

The Farm Podcast Mach II
SRA, Operation Underground Railroad & the Kirk Assassination

The Farm Podcast Mach II

Play Episode Listen Later Sep 22, 2025 56:46


Charlie Kirk, the Kirk assassination, George Zinn, Zinn's arrest for child porn, June 14 SLC No Kings march, Armed Queers LLC, Utah County Sheriff's Department, David Lee Hamblin, Satanic ritual abuse (SRA), Hamblin's use of narco-hypnosis, David Leavitt, Ukraine, Gordon Bowen, Sundance, Robert Redford, M. Russell Ballard, Timothy Ballard, Operation Underground Railroad (OUR), Minnesota and OUR's move to, OUR's links to Ukraine, Kash Patel, Patel's links to Ballard, Richard C. O'Brien, Kirk's links to Ballard, Medvedev's Ukraine accusations, Jason Goodman, George Webb, attempts to link Ukraine to the assassination, Cambridge Analytica and its network, Russia-Israel links, intrigues in Trump 2.0, OUR as the Sword of Damocles in Trump 2.0, the similarities between Hamblin's techniques and CIA/Pentagon behavior modificationResourcesMusic by: Keith Allen Dennishttps://keithallendennis.bandcamp.com/ Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Monday Match Analysis
90s Gen Boxed Out, Sinner Predictability, Tennis Popularity, Kevin Anderson | Mailbag

Monday Match Analysis

Play Episode Listen Later Sep 20, 2025 60:25


On the Mailbag, Gill Gross responds to your comments, including: why did the 90s gen fail to rack up major titles, remembering the career of Kevin Anderson, why Daniil Medvedev has accomplished more than Alexander Zverev, is Jannik Sinner right to work on his predictability, can tennis become more popular in the United States, should coaches partake in press conferences, is Davis Cup marketed poorly, which young players have elite athleticism, why players from Slam Nations have an advantage, Victoria Mboko evaluation, breaking down Ben Shelton's room for improvement and the state of Stefanos Tsitsipas.0:00 Intro1:30 Townsend Comments2:31 90s Gen Shortcomings7:37 Kevin Anderson13:51 Medvedev over Zverev18:34 Sinner Predictability26:15 Tennis Popularity30:28 Best Matches Ever33:10 Coaches Pressers34:55 Shows & Music36:33 Davis Cup38:30 Djokovic Seeding39:25 Elite Athleticism41:05 Favorite Tennis Kit42:00 Slam Nation Advantage44:50 Victoria Mboko46:44 Serve Accuracy48:41 Shelton and Rune53:13 WTA 1st Slam55:05 Old Alcaraz56:55 Stefanos TsitsipasIG: https://www.instagram.com/gillgross_/TikTok: https://www.tiktok.com/@gill.gross24/7 Tennis Community on Discord: https://discord.gg/wW3WPqFTFJTwitter/X: https://twitter.com/Gill_GrossThe Draw newsletter, your one-stop-shop for the best tennis content on the internet every week: https://www.thedraw.tennis/subscribeBecome a member to support the channel: https://www.youtube.com/channel/UCvERpLl9dXH09fuNdbyiLQQ/joinEvans Brothers Coffee Roasters, the Official Coffee Of Monday Match Analysis... use code GILLGROSS25 for 25% off your first order: https://evansbrotherscoffee.com/collections/coffee Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.

Served with Andy Roddick
5 SETTER: Hewitt Suspension, US Open Viewership, & More

Served with Andy Roddick

Play Episode Listen Later Sep 12, 2025 7:14


5 SETTER: This Week in Racket Sports, where we bring you the top five headlines across tennis, padel, pickleball, and more. In this episode, we cover the biggest stories shaking up the world of racket sports: 1. Draper out for the season 2. Medvedev working with new coaches 3. Hewitt suspended & Davis Cup drama 4. US Open viewership surges 5. Tokito Oda's Milestone Watch the Full US Open Recap episode here: https://youtu.be/e7ZJcugDrXg If you follow pro tennis, play padel or pickleball, or just want to stay in the loop with the fastest-growing sports on the planet, this is your weekly fix. Subscribe for weekly episodes covering major stories, sharp insights, and fun surprises in the world of racket sports. COMMENT BELOW What was your favorite racket story from this week?

Monday Match Analysis
Post-US Open Mega Mailbag (2025)

Monday Match Analysis

Play Episode Listen Later Sep 10, 2025 83:59


On the post-US open 2025 Mega Mailbag, Gill Gross responds to your comments, including: what are Novak Djokovic's prospects for next year, reacting to Jack Draper's recent injury news, Daniil Medvedev's new coaching additions, did Carlos Alcaraz prove his indoor hardcourt game by winning the US Open Final with the roof closed, dissecting the serve failures of Jannik Sinner, a potential Nick Kyrgios vs. Aryna Sabalenka battle of the sexes match, Felix Auger-Aliassime's chances to make the year-end championships, what it will take for Taylor Fritz to elevate further, Medvedev's behavior, the US Open Mixed Doubles introduction, unpacking Sabalenka's US Open title, Sinner's quest for variety, Alcaraz's key improvements and much more! 0:00 Intro 1:00 Djokovic 2026 3:30 Draper Injury 8:32 Medvedev New Coaches 13:54 Sincaraz Indoors 20:22 Sincaraz Trends 24:05 Sinner Serve Dissection 31:52 Sinner Abdominal 35:05 Kyrgios vs. Sabalenka Match 38:35 Crowd Rudeness 39:38 Djokovic Racket 42:10 FAA ATP Finals 44:22 Fritz Future 51:25 Medvedev Behavior 54:27 USO Mixed Doubles 1:02:04 Service Lets 1:05:03 Sabalenka Title 1:08:31 New 2 Excitement 1:12:05 Sinner Variety 1:16:20 Alcaraz Improvements 1:19:30 De Minaur Status IG: https://www.instagram.com/gillgross_/ TikTok: https://www.tiktok.com/@gill.gross 24/7 Tennis Community on Discord: https://discord.gg/wW3WPqFTFJ Twitter/X: https://twitter.com/Gill_Gross The Draw newsletter, your one-stop-shop for the best tennis content on the internet every week: https://www.thedraw.tennis/subscribe Become a member to support the channel: https://www.youtube.com/channel/UCvERpLl9dXH09fuNdbyiLQQ/join Evans Brothers Coffee Roasters, the Official Coffee Of Monday Match Analysis... use code GILLGROSS25 for 25% off your first order: https://evansbrotherscoffee.com/collections/coffee

The Body Serve
Packed Up and Gone

The Body Serve

Play Episode Listen Later Aug 31, 2025 93:13


We've just returned from the US Open, excited to share some stories from the site. We cover our night session with Venus, the debut of Carlos' buzz cut, Felix vs some fake fans, and the luck of seeing Barbie K's opening match at two consecutive Slams. This has been something of a whiny US Open, though -- kicked off by Medvedev's calculated tantrum, then followed by Ostapenko's shameful display against Townsend (which Jonathan witnessed in person!). Later, we chat about the experience of a stretched out schedule, Serena inducting Maria into the Hall of Fame, the draws as they stand now.  1:30 Daniil Medvedev's desperation 11:10 Stefanos, another pissy baby 15:50 Your primary source for Townsend-Ostapenko  32:00 Victor Barber we are so sorry (this time) 36:20 Night session with Venus Williams! 43:10 An overwhelming sense of ickiness  53:05 Félix and the fake fans 62:50 How the Sunday start impacted the on-site experience 70:20 Inductrination  77:35 The draws at the cusp of week two 

The Tennis Podcast
US Open Day 1 - Did Medvedev go too far this time?

The Tennis Podcast

Play Episode Listen Later Aug 25, 2025 62:39


Catherine, David and Matt react to an opening day of the US Open which saw a couple of extraordinary moments and matches involving raucous crowds. Part one - Men's results. We start by reacting to all the late night drama involving Daniil Medvedev, Benjamin Bonzi, a photographer, and umpire Greg Allensworth on Louis Armstrong. There's also chat about Novak Djokovic's fitness in his three-set win over Learner Tien, straight sets wins for the top Americans, and some very Tennis Podcast coded matches. Part two - Women's results (29:26). We cover Alexandra Eala's crazy comeback to defeat Clara Tauson which sent Grandstand into a frenzy. There's also analysis of Aryna Sabalenka and Emma Raducanu's straight sets wins, and we get to know Indonesian qualifier Janice Tjen. Part three - Day 2 Order of Play and a trailer for Tennis Podcast Meets (50:30)Tickets are now on General Sale for The Tennis Podcast - Live in Wrexham on Wednesday October 22nd! Buy ⁠here⁠.Become a ⁠Friend of The Tennis Podcast⁠Check out our ⁠⁠⁠⁠new merch shop⁠⁠⁠⁠! Talk tennis with Friends on ⁠⁠⁠⁠The Barge! ⁠⁠⁠⁠Sign up to receive our free ⁠⁠⁠⁠Newsletter⁠⁠⁠⁠ (daily at Slams and weekly the rest of the year, featuring Matt's Stat, mascot photos, Fantasy League updates, and more)Follow us on ⁠⁠⁠⁠Instagram⁠⁠⁠⁠ (@thetennispodcast)Subscribe to our ⁠⁠⁠⁠YouTube⁠⁠⁠⁠ channel. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Boomer & Gio
Crazy Live Sports Moments

Boomer & Gio

Play Episode Listen Later Aug 25, 2025 9:27


Jerry thinks back to some of the craziest live sports moments following Medvedev's meltdown last night.

The John Batchelor Show
#UKRAINE: Medvedev threatens dead hand. Colonel Jeff McCausland, USA (Retired) @MCCAUSLJ @CBSNEWS @DICKINSONCOL

The John Batchelor Show

Play Episode Listen Later Aug 7, 2025 13:14


#UKRAINE: Medvedev threatens dead hand. Colonel Jeff McCausland, USA (Retired) @MCCAUSLJ @CBSNEWS @DICKINSONCOL 1958

Pat Gray Unleashed
US-Russia Tensions Spike: Trump Moves Nuke Subs After Medvedev Clash | 8/4/25

Pat Gray Unleashed

Play Episode Listen Later Aug 4, 2025 100:46


Stephen Miller drops truth bombs about the Russian hoax with Hillary Clinton, Barack Obama, and many more in his sights. Relations are getting more tense between the U.S. and Russia. Hamas shows the horrors of the suffering hostages. President Trump shares his thoughts on Sydney Sweeney, tariffs, and the cost of drugs. Sea change for Chris Cuomo? Kamala Harris then and now. Trump fan escorted out of a soccer game. Rest in peace, Loni Anderson. Cincinnati mayor doesn't seem too concerned about the violence in his city. Pennsylvania Governor Josh Shapiro thinks he's so smooth. What fentanyl exposure does. New bug discovered in Australia. Climate change facts dropped by a very informed guy. 00:00 Pat Gray UNLEASHED! 00:33 New Pat Gray BINGO! Card 08:00 Stephen Miller on Russian Hoax 14:37 Trump on Hillary Clinton "Lock Her Up" 16:55 Trump is Firing Bureau of Labor Statistics Head 18:47 Trump Responds to Medvedev 21:16 Hamas Releases Starving Hostage Video 25:20 Zohran Mamdani on Israel 32:25 Trump Loves the Sydney Sweeney Ad 34:06 Trump on Paying Off the Debt 36:58 Democrat Caller on Chris Cuomo Show 43:04 Chris Cuomo Admits being Wrong 49:11 President of Thailand is NOT Coming to America 52:29 Kamala Harris with Stephen Colbert 56:47 Kamala Harris on Wireless AirPods 1:01:01 John Fetterman Supports Trump's Tariffs 1:09:22 Man Removed for Wearing a MAGA Hat 1:14:30 Cincinnati Mayor Aftab Pureval on Jazz Festival Beatings 1:16:53 What is Black Fatigue? 1:21:25 Josh Shapiro Ad 1:25:55 South Carolina Deputy on Fentanyl 1:30:43 New Stick Bug Found in Australia 1:32:11 A Day in the Life of Jeanine Pirro 1:33:55 Climate Change is a SCAM! Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Global News Podcast
Trump moves nuclear submarines after Russian ex-president's comments

Global News Podcast

Play Episode Listen Later Aug 2, 2025 29:40


President Trump says he's ordered two nuclear submarines to "be positioned in appropriate regions" in response to what he called "foolish and inflammatory" comments by Russia's former leader, Dmitry Medvedev. In a recent post, Mr Medvedev said US threats of tough sanctions on Russia over Ukraine were “a step towards war”. Mr Trump did not say if he was referring to nuclear powered or nuclear armed submarines. Also: Trump fires lead official on economic data as tariffs and weaker job growth cause market drop; Rhino horns turned radioactive to fight poachers in South Africa.

The President's Daily Brief
PDB Afternoon Bulletin | July 31st, 2025: Trump Issues 'Dangerous' Warning To Russia's Medvedev & Canada Throws Support Behind Palestinian Statehood

The President's Daily Brief

Play Episode Listen Later Jul 31, 2025 13:47


In this episode of The PDB Afternoon Bulletin:  First—a dramatic war of words broke out between President Donald Trump and former Russian President Dmitry Medvedev overnight, culminating in a nuclear threat. Later in the show—Canada joins France and the U.K. in calling for the recognition of an independent Palestinian state, prompting fresh tariff threats from President Trump. To listen to the show ad-free, become a premium member of The President's Daily Brief by visiting PDBPremium.com. Please remember to subscribe if you enjoyed this episode of The President's Daily Brief. YouTube: youtube.com/@presidentsdailybrief Birch Gold: Text PDB to 989898 and get your free info kit on gold American Financing: Call American Financing today to find out how customers are saving an avg of $800/mo. 866-885-1881 or visit https://www.AmericanFinancing.net/PDB - NMLS 182334, https://nmlsconsumeraccess.org Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices