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No encontro, nesta 6ª feira (12/6), parlamentares avaliam denúncias de violações de direitos de moradores da comunidade.
"Conversas com PPE" é o quadro do Sopa de Letras em parceria com o Programa de Português para Estrangeiro (PPE) da UFRGS. No episódio de hoje, Bruno e Mahmodul falam sobre suas experiências na moradia estudantil.
Ao longo de 40 anos de funcionamento, um hospital psiquiátrico em Santos se tornou exemplo do que não fazer em termos de saúde mental. A Casa de Saúde Anchieta ficou conhecida como “Casa dos Horrores", por causa das várias denúncias de maus tratos e violações de direitos dos pacientes. Até que passou por uma inédita intervenção da prefeitura, que nos anos 1990 tomou para si a responsabilidade por ela. E então o antigo hospital se abriu pra cidade – e, por meio de uma rádio feita pelos próprios pacientes, levou a história do prédio para muito além da Baixada Santista. Anos depois, o antigo Anchieta voltou a ficar abandonado e virou uma ocupação, uma casa para dezenas de famílias – e o que era um símbolo do movimento antimanicomial no país se tornou um capítulo importante da luta por moradia. Este episódio foi produzido com o apoio do Instituto Pólis, organização que atua para democratização do acesso à moradia digna no Brasil. Em parceria com o International Institute for Environment and Development (IIED) e a União dos Movimentos por Moradia, o Pólis busca, por meio deste episódio, fortalecer a Campanha Despejo Zero — mobilização nacional, que desde 2020, luta contra remoções forçadas no país e inspira iniciativas internacionais por justiça habitacional. Você pode saber mais acessando: polis.org.br e campanhadespejozero.org Membros do Clube da Novelo podem ouvir os episódios do Rádio Novelo Apresenta antecipadamente, além de ter acesso a uma newsletter especial e a eventos com a nossa equipe. Quem assinar o plano anual ganha de brinde uma bolsa da Novelo. Assine em https://www.radionovelo.com.br/clube Inscreva-se no canal da Rádio Novelo no YouTube: https://www.youtube.com/@R%C3%A1dioNovelo Siga o perfil da Rádio Novelo no Instagram: https://www.instagram.com/radionovelo/ A história da arquitetura também é feita por mulheres que nem sempre entraram nos livros, nos prêmios e nos registros oficiais. A Escola MASP apresenta dois cursos online da arquiteta e urbanista Marina Grinover sobre arquitetas e urbanistas do século 20 e 21, com foco em memória, cidade, direito à moradia e Sul Global. Inscrições neste link. Assinantes do Clube Novelo têm 10% de desconto. Insider: tecnologia aplicada à rotina – peças que desamassam no corpo, facilitam a evaporação do suor e seguem confortáveis por horas. Utilize o cupom RADIONOVELO e tenha 15% OFF na 1ª compra e 10% OFF nas próximas – e ainda soma com os descontos do site. https://creators.insiderstore.com.br/RADIONOVELO #insiderstore Palavras-chave: saúde mental; luta antimanicomial; moradia; despejo zero Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Ex-moradora deixou a comunidade há cerca de um ano, com programa de reassentamento do Governo de São Paulo.
O Brasil vive uma transição demográfica, e enfrenta desafios para adaptar suas moradias, cidades e modelos de convivência a uma população cada vez mais longeva. Idade mais avançada exige planejamento, autonomia e ambientes preparados para garantir qualidade de vida para o idoso, ao longo do tempo; esse é um tema que impacta famílias, mercado imobiliário, políticas públicas, os sistema de saúde e financeiro.No novo episódio do Febraban Podcast, discutimos como a longevidade está transformando a forma de morar no Brasil, a partir de modelos de residenciais que são muito comuns em outros países. A conversa aborda envelhecimento ativo, economia prateada e investimentos em novos tipos de habitação que combinam acessibilidade, serviços, tecnologia e convivência, além dos desafios de financiamento e do papel do setor público e privado na construção de soluções sustentáveis.Neste episódio, você vai descobrir:Por que as novas formas de morar são centrais para envelhecer com autonomiaComo a longevidade muda o mercado imobiliárioO que são os novos empreendimentos voltados ao público maduroOs desafios do crédito e do financiamento para a população idosaO papel das políticas públicas e das cidades no envelhecimento saudávelCom: Alexandre Kalache, médico gerontólogo e referência internacional em longevidade, e Joseph Nigri, fundador da Naara Longevity Residence, sob condução de Mona Dorf, diretora-adjunta de Mídias Sociais da Febraban.Novos episódios do Febraban Podcast toda quinta-feira.FICHA TÉCNICA: Apresentadora e Editoria-chefe: Mona Dorf Supervisão Geral e Co-apresentação: Carlos Cidra e Majory Marcelino Supervisão e Produção: Bianca Braga, Julia Alcassa e Leandro Lemella Roteiro, edição e produção: Rachel Cardoso, Patrícia Travassos e Clovis Travassos Edição de vídeo: Leonardo Reali e Kris Arruda Videomaker backstage: Kris Arruda Gravação: Supernova Cinematográfica
O Governo de São Paulo avança na implementação do programa Moradia Segura e vai beneficiar 1.850 agentes estaduais de segurança pública com subsídios para a aquisição da casa própria. Iniciativa da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (SDUH) prevê 600 cartas de crédito e 1.250 unidades habitacionais na capital e em 67 municípios
“Um episódio que me marcou foi o primeiro encontro, em Brasília, de catadores. Esse dia foi muito marcante, muito forte, porque eles traziam um desejo, uma esperança. Gente muito simples, buscando suas alternativas de vida, lutadores, gente do povo que sofria muito e que, pela primeira vez, estavam vendo uma luz, um sinal de esperança.” Este é o relato de Cristina Bove, militante há mais de 50 anos na causa da população em situação de rua. A uruguaia é liderança nacional, grande formuladora de políticas públicas que atendem essa parcela da população e nossa entrevistada no Visões Populares de hoje. Confira a entrevista completa
Tanya 21 Adar Cap 36 Parte 1 -O objetivo do universo é moradia e revelação divina no plano inferior
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Especializada de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania, expediu recomendação ao Município de Rio Branco com o objetivo de assegurar a observância do direito à moradia adequada no âmbito do programa habitacional 1.001 Dignidades, em execução na capital.
Há mais de 60 anos, a Campanha da Fraternidade mobiliza aIgreja no Brasil, durante a Quaresma, para unir fé, reflexão e ação em favor davida e da dignidade humana. Em 2026, a CF nos convida a olhar para um desafiourgente e profundamente humano: a moradia. Com o tema “Fraternidade e Moradia”e o lema “Ele veio morar entre nós” (Jo 1,14), somos chamados a reconhecer quea casa é porta de entrada para todos os demais direitos.
A ação da CNBB busca mobilizar comunidades, poder público e sociedade civil para enfrentar o déficit habitacional e fortalecer políticas públicas de habitação. Representantes do PT elogiaram a iniciativa e chamaram à reflexão sobre a importância das ações para garantir teto e vida digna para todos os brasileiros. Sonoras:
A Campanha da Fraternidade 2026, organizada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), ano faz referência à moradia com o lema inspirado no versículo "Ele veio morar entre nós" (Jo 1,14). O objetivo é promover na sociedade a importância da moradia digna como um direito fundamental. Sobre a campanha, o âncora Neneo de Carvalho conversou, nesta quinta-feira (19), o arcebispo de Olinda e Recife, dom Paulo Jackson.
Debate da Super Manhã: A Campanha da Fraternidade 2026, que este ano traz como tema Fraternidade e Moradia, tem como objetivo central o despertar da consciência sobre a realidade da falta de domicílio no país, chamando à todos a responsabilidade cristã, social e política diante da falta de habitação digna para as pessoas, sem exclusão. No debate desta quarta-feira (18), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados para falar sobre a temática da campanha deste ano, a problemática da falta de residência para a população, a exclusão habitacional e a realidade das moradias dos mais pobres e vulneráveis. Participam o integrante da Equipe Regional da Campanha da Fraternidade da CNBB Nordeste 2 (CNBB NE2), Pe. Pedro Igor Leite, o presidente da Comissão Arquidiocesana para a Ação Sócio Transformadora da Arquidiocese de Olinda e Recife, Pe. Edson André, e o historiador Vicente Ferreira Santos @colegiomotivo
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Especializada de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania, instaurou inquérito civil para apurar a regularidade, a transparência e a efetividade dos programas habitacionais em curso no Município de Rio Branco, em especial o Programa 1001 Dignidades.
Podcast discute o lugar que a arquitetura moderna reservou para as mulheres em projetos de conjuntos habitacionais. E mais: regurgito; acervo digitalizado; periquito-da-praia
00:00 Você nascer sem dinheiro não é culpa sua01:07 Burrice #1: Viver de aparência (o dublê de rico)02:19 Burrice #2: A Armadilha da Moradia (morar no limite do salário)03:59 Burrice #3: A Doença do Ganhou, Gastou (inflação de estilo de vida)05:27 Burrice #4: A Cilada do Cartão de Loja (cartão não é renda)07:05 Burrice #5: Consórcio é ilusão (pagar para esperar)08:44 Burrice #6: Não saber dizer não (síndrome do Banco da Família)10:38 Burrice #7: Diploma vencido (estagnação profissional)11:50 Burrice #8: Herdeiros sem Herança (educação irreal dos filhos)13:50 Conclusão + CTA (RC Club e RC Wealth)
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As ocupações fazem parte da história da Grande Florianópolis. Mas você sabe como as principais ocupações aconteceram e o que leva as pessoas a se organizar e a ocupar um terreno sem uso? No programa "Ocupar e Resistir: a Luta por Moradia na Grande Florianópolis" você vai entender mais sobre o contexto histórico, geográfico e político das ocupações e ouvir o relato de quem vive na Ocupação Carlos Marighella, em Palhoça - SC. A rádio reportagem foi produzida para a disciplina de Áudio e Radiojornalismo do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina, no segundo semestre de 2025.Roteiro, Locução e Edição por Amanda Melo, Ana Gueiros e Dora Bringhenti. Locução da vinheta por Ibrahim Khan. Monitoria de Danielly Alves e Estágio de Docência de Luiza Zanotti. Coordenação técnica por Peter Lobo e Roque Bezerra. Orientação da professora Valci Zuculoto.
Bora ouvir Uma Conversa na moral! Vem com a gente refletir sobre o tema da Campanha da Fraternidade 2026: “Fraternidade e Moradia – Ele veio morar entre nós”. Convidamos você, ouvinte, a explorar como o direito à terra, ao trabalho e ao teto é expressão do Evangelho. A Igreja e a sociedade são chamadas à solidariedade, através da construção de comunidades acolhedoras. Escuta aí!|Música: Alê, o Ferreiro (prod. Suno) - Contrição| Site: https://umaconversa.com.br/| Apadrinhe: https://apoia.se/patraodoumaconversa| E-Mail: conversaconosco@gmail.com| Redes Digitais: @1Conversa
Conheça meu curso preparatório: Análises Clínicas para Residência e ConcursoNesta edição você verá:
Com participação de Kátia, cofundadora da Diagonal e referência em Urbanismo Social, e Andressa, arquiteta e urbanista especialista na área, este episódio explora trajetórias, aprendizados e práticas que estão transformando cidades e vidas.Apoie o Caos Planejado.Confira os links do episódio no site.Episódio produzido com o apoio do Grupo OSPA e Apparecido e Carvalho Pinto Advogados
No episódio, a líder comunitária Camila dos Santos, conhecida como Camila Moradia, fala sobre sua trajetória no Complexo do Alemão, a criação do coletivo Mulheres em Ação no Alemão (MEAA) e sua atuação no Conselhão do Governo Federal, onde representa a luta por moradia.A conversa, conduzida por Dulce Pandolfi, Itamar Silva e Lucas Abreu, aborda também a recente chacina nas favelas do Alemão e da Penha, o impacto dessa violência sobre os moradores e o papel das redes locais de solidariedade.Camila reflete sobre o significado de segurança, o trauma coletivo deixado pela operação e o papel do Estado nas periferias.Rádio Cidadania é uma produção da Universidade da Cidadania da UFRJ, parte do Fórum de Ciência e Cultura.
00:00 7 gastos que você precisa fazer para ficar rico00:43 Moradia estratégica02:20 Educação real03:28 Networking estratégico04:37 Imagem e presença pessoal05:46 Saúde07:13 Explorar o mundo e expandir a mente08:37 Gastar dinheiro pra fazer mais dinheiro10:20 Conclusão
O Centro de Vitória já foi o epicentro administrativo, social, econômico, político e cultural do Espírito Santo. Entre as décadas de 1970 e 1990, porém, a região registrou um intenso movimento de saída de moradores, que migraram para bairros como Praia do Canto, Jardim da Penha e Jardim Camburi ou até para cidades vizinhas. Hoje, a região volta a atrair novos olhares. Quem busca pelos imóveis do Centro quer encontrar apartamentos mais amplos, com características únicas e preços mais acessíveis.Ainda que haja demanda por moradia, a região enfrenta um desafio: imóveis em degradação, sem uso ou subutilizados. Em 2019, durante a Campanha da Função Social da Propriedade no Centro, realizada pela Associação de Moradores do Centro de Vitória (AMACentro) e pelo Núcleo de Defesa Agrária e Moradia (Nudam) da Defensoria do Espírito Santo, o Centro contava com 127 imóveis em condições de ociosidade. Em 2021, de acordo com um levantamento realizado por estudantes de arquitetura da Faculdade Integradas Espírito Santo (FAESA) em parceria com a Prefeitura de Vitória, foram identificados 217 imóveis em estado de ociosidade no Centro.Entre os que acompanham de perto esse movimento estão a arquiteta e doutoranda da Universidade Federal do Espírito Santo Naomy Cristine, que investigou a ociosidade imobiliária no bairro para sua tese de mestrado. A corretora Isabella Menescal apresenta o perfil de um novo público interessado em viver no coração da capital. Ouça a conversa completa!
Jorge Abrahão, coordenador-geral do Instituto Cidades Sustentáveis e da Rede Nossa São Paulo, debate problemas e soluções para São Paulo e outras cidades brasileiras, quinzenalmente, às quintas-feiras, 8h, no Jornal Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O governador do Estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas, entregou nesta quinta-feira (28), em Matão, as chaves da casa própria a 498 famílias com renda de até três salários mínimos pelo programa Casa Paulista. Por meio da modalidade Carta de Crédito Imobiliário (CCI), os contemplados receberam subsídios de R$ 10 mil para a compra do primeiro imóvel diretamente com a construtora. O investimento estadual totalizou R$ 4,9 milhões.
A proporção de brasileiros que moram sozinhos saltou 52% no intervalo de 12 anos. Em 2012, o Brasil tinha 61 milhões de endereços, sendo 7,5 milhões com um morador. Em 2024, eram 77 milhões de lares, sendo 14 milhões e meio com apenas uma pessoa./ As informações são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do IBGE.O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
O governo de São Paulo publicou nesta sexta-feira (15) o edital do Programa Moradia Segura, que vai facilitar a compra da casa própria de policiais e agentes estaduais. A partir da publicação, os servidores dessas carreiras poderão fazer a inscrição para manifestar o interesse em participar do programa. A iniciativa foi viabilizada por meio de uma parceria entre as Secretarias Segurança Pública (SSP), da Administração Penitenciária (SAP) e de Desenvolvimento Urbano e Habitação (SDUH).
Camila é urbanista, ativista e especialista em direito à moradia em assentamentos populares. Foi CEO da TETO Brasil por cinco anos e hoje atua como Diretora de Relações Institucionais e Incidência da organização, liderando ações para colocar a emergência habitacional na agenda pública. É mestre em Administração Pública pela Universidade de Columbia, formada em Engenharia Ambiental pela Universidade Nova de Lisboa, e já atuou com políticas habitacionais em Nova Iorque. Foi reconhecida pela Bloomberg Línea como uma das 500 pessoas mais influentes da América Latina em 2022 e 2023.Apoie o Caos Planejado.Confira os links do episódio no site.Episódio produzido com o apoio do Grupo OSPA e Apparecido e Carvalho Pinto Advogados
Um projeto-piloto de uma organização sem fins lucrativos visa construir casas para acolher mulheres em situação de vulnerabilidade extrema na área regional de NSW. Estima-se que mais de 400 mil mulheres idosas na Austrália estão sob risco de ficar sem ter onde morar, um quadro que só aumenta por conta da crise.
No 'TV Elas Por Elas Formação' desta quarta-feira (06) acompanhe a apresentação da aula: “Mulheres na luta por moradia” com: Maria das Graças de Jesus Xavier - Especialista em Direitos Humanos e Coordenadora da União Nacional por Moradia Popular (UNMP)
Alugar uma casa em Portugal tem se tornado uma verdadeira batalha – especialmente para imigrantes. A crise habitacional no país não só elevou os preços dos imóveis, como também impôs condições cada vez mais precárias para quem busca um lar digno. Essa dura realidade inspirou o cineasta brasileiro Danilo Godoy a transformar sua própria experiência em arte: nasceu o curta-metragem “Procuro T”, exibido recentemente na Cinemateca de Lisboa. Lizzie Nassar, correspondente da RFI em Lisboa Em Portugal, a designação dos imóveis segue uma classificação que utiliza a letra “T”, seguida de um número (por exemplo, T0, T1, T2), indicando o número de quartos existentes. Um T0 corresponde a um espaço sem divisão de quarto – como um estúdio – enquanto um T1 tem um quarto, um T2 tem dois, e assim por diante. O filme é difícil de rotular. Mistura cenas reais com atuação, levantando uma questão provocadora: onde termina a realidade e começa a ficção? “Eu gravei em manifestações, em apartamentos nas mesmas condições que vivenciei. Os atores têm histórias muito semelhantes às do roteiro. É tudo misturado”, explica Danilo. Segundo ele, a proposta do filme vai além de denunciar. Trata-se de um grito coletivo pela mudança. “Quando a realidade é dura demais, não basta só mostrar. É preciso transformar. Essa é a minha forma de lutar”, diz. A crise habitacional em números O cenário não é alentador. De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE), um em cada quatro inquilinos portugueses gasta pelo menos 40% do seu salário com despesas de habitação, incluindo aluguel, água, luz e gás. Nos últimos anos, os preços dos imóveis aumentaram 106%, enquanto os salários subiram apenas 35%. O valor médio dos aluguéis subiu 7% (2024), o maior aumento dos últimos 30 anos, com destaque para Lisboa e o Norte. Vida real: casas pequenas, contratos precários e pagamentos em dinheiro Patrícia Breternitz Pereira e o marido, imigrantes brasileiros, estão no terceiro endereço em quatro anos. O atual é um T0 minúsculo, compartilhado com outras casas no mesmo prédio, com energia elétrica instável, um contrato irregular e localizado a 30 quilômetros do centro de Lisboa. “Pagamos € 700 por mês, mas consta nas Finanças (órgão responsável pelo registro de contratos e cobrança de impostos) apenas € 600, o equivalente a R$ 3.900. O dono quer o restante em dinheiro. Para entrar no imóvel, tivemos que pagar € 2.100 (R$ 13.650), entre caução e seguro”, relata Patrícia. Ela ainda conta que seu nome não foi incluído no contrato, dificultando sua regularização no país. Em Portugal, é comum encontrar proprietários que não registram contratos nas Finanças ou o fazem com valores inferiores ao realmente cobrado, para driblar o pagamento de impostos. Outra imigrante, a psicóloga Fernanda, vive há três anos em Portugal e já passou por sete moradias diferentes. Atualmente paga € 500 (cerca de R$ 2.550), por um quarto, que divide com mais três pessoas. “Já morei numa cozinha. Era desconfortável, sem sala, e com muito barulho. Nunca tive contrato de aluguel formal. Sempre situações temporárias, improvisadas”, relata. A habitação é hoje um dos principais componentes da inflação em Portugal. O reajuste dos aluguéis representa quase três vezes o aumento geral dos preços no país. Danilo levou seu curta para o Short Film Corner do Festival de Cannes, ainda em versão não finalizada. A recepção foi positiva e, agora, ele quer que a obra ganhe o mundo. “Quero que esse filme chegue ao Brasil, à Argentina, a toda a América Latina. Mas, acima de tudo, quero que os imigrantes aqui na Europa se unam. Temos histórias parecidas. Precisamos nos ouvir e agir. O cinema é a nossa arma”, justifica.
Movimentos sociais sugerem que imóveis e terrenos cedidos para amortizar dívida sejam usados na regularização fundiária e resolução de conflitos urbanos e rurais.
O governador do Estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas, anunciou nesta sexta-feira (13), em Santos, uma série de iniciativas em benefício da população da Baixada Santista nas áreas de habitação, saúde, mobilidade e infraestrutura. Entre as medidas autorizadas estão a construção de moradias do Programa Casa Paulista em Peruíbe, Mongaguá e Praia Grande; convênios do FID (Fundo Estadual de Defesa dos Interesses Difusos) com Guarujá e Peruíbe; e a liberação de recursos para a Saúde nos municípios de Peruíbe, Bertioga e Santos.
Tanya 21 Adar Cap 36 Parte 1 -O objetivo do universo é moradia e revelação divina no plano inferior
Em dezembro de 2023, Luís Montenegro mostrou ao país um extenso dossiê sobre a sua casa em Espinho e prometeu entregá-lo às autoridades quando estas o solicitassem. A solicitação só foi feita meio ano depois, mas o primeiro-ministro preferiu dizer à inspectora da PJ que o melhor era pedir informação à Câmara de Espinho e à Autoridade Tributária. Neste episódio conversamos com Micael Pereira, jornalista de investigação do Expresso. See omnystudio.com/listener for privacy information.
No 'TV Elas Por Elas Formação' desta quinta-feira (16/01) acompanhe a apresentação da aula: “Mulheres e moradia: o desafio de acessar o direito à cidade” com Erika Glória Rocha dos Santos. Erika é educadora popular, defensora dos direitos humanos e colaboradora do Ministério de Desenvolvimento Social e Assistência Social, família e combate à fome. Erika também é graduada em Pedagogia e pós graduanda em Políticas Públicas de atendimento às mulheres pela PUC Rio.
Dentre vários temas, país de língua portuguesa vai partilhar experiência da formulação da política de urbanização aprovada em abril; menos de quatro em 10 moçambicanos vivem nas cidades.
O CARF entedeu pela não incidência de imposto de renda sobre auxílio moradia e auxílio alimentação pagos aos magistrados. Mas algum requisito deve ser cumprido? Vamos analisar a decisão!
Dois institutos federais na periferia. Unidades Básicas de Saúde, CAPS e Policlínicas. Um hospital federal. Moradia popular. O governo Lula trabalha e muito para a cidade de SP.
Segundo empresa de pesquisa em mercado imobiliário, trazer imigrantes especializados na área de construção pode ajudar a lidar com o problema. Professor da Universidade de Melbourne defende que a imigração pode ajudar a Austrália a atingir o potencial da população em expansão, com reformas estruturais e adensamento das cidades.
Go Crentes! Go! No Podcrent de número 124, Jonatha Zimmer e Tamyres Palma recebem Naiana Gohring para conversar sobre casa e dignidade […] The post Casa e Dignidade | Podcrent 124 (com Projeto Moradia) appeared first on Crentassos Produções Subversivas.
Debate da Super Manhã: A construção inadequada dos prédios tipo caixão, a interdição desses edifícios e a ocupação desses apartamentos por moradores sem-teto são uma triste realidade, e que expõe a crise na habitação em Pernambuco, com repercussões negativas em todo o Brasil. A Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) mostra que o Estado terá o segundo maior crescimento do déficit do Nordeste até 2030, atrás apenas da Bahia. O direito à moradia está incluso dentre aqueles enumerados no Art. 6º da Constituição da República, mas que não vem sendo atendido. No debate desta terça-feira (25), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os convidados sobre as origens desses problemas e as possíveis soluções para atender a quem não tem onde morar. Participam a secretária de Desenvolvimento Urbano e Habitação de Pernambuco (Seduh), Simone Nunes, o presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Pernambuco (CREA-PE), Adriano Lucena, e o professor titular de Estratigrafia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e doutor em Geoquímica e Geotectônica pela Universidade de São Paulo (USP), Mario de Lima Filho.
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O Litoral Norte de São Paulo, principalmente a cidade de São Sebastião, sofreu a mais poderosa tempestade que o Brasil já viveu: em 15 horas, a precipitação foi de 683 milímetros de água, mais do que choveu em todo o verão passado. A enxurrada levou ao desabamento de terra da Serra do Mar e, somada à falta de planejamento urbano e ao enxugamento crescente dos recursos para atendimentos de emergência climática, destruiu dezenas de casas e deixou cerca de 50 mortos e mais de 40 desaparecidos. Morador da Vila do Sahy há mais de 20 anos, Moisés Teixeira Bispo, líder da Central Única das Favelas (Cufa) em São Sebastião, viveu a tragédia e relatou a Natuza Nery a situação na região. Natuza recebe também Anderson Kazuo Nakano, professor do Instituto das Cidades da Unifesp. Neste episódio: - Moisés conta como a comunidade da Vila do Sahy cresceu e foi avançando para áreas de risco, situação que classifica como “entre a cruz e a espada”: “É muita desigualdade. Se a gente desce, fica muito caro. Se a gente sobe o morro, é perigoso”; - Anderson explica o que é o “nó da terra”: a dificuldade para acessar e conseguir terra urbanizada, com infraestrutura e bem localizada para construções populares, uma vez que os terrenos são caros e estão sob ataque especulativo; - Ele justifica o “grande paradoxo” urbanístico do Brasil: embora a maioria das cidades sejam urbanas e exista um “ordenamento jurídico-urbanístico muito bom”, não existe política urbana bem consolidada entre os entes federativos; - O professor descreve como as comunidades de baixa renda são “espremidas” entre os condomínios de alto padrão – mais próximos do mar – e as áreas em risco de desabamento.