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Las 5.000 muñecas que forman parte de la particular colección de Charo Anguiano, conocida por los logroñeses por su local de la calle Rodríguez Paterna, llegarán próximamente a la gran pantalla. El cineasta y documentalista Diego Pérez acaba de finalizar el rodaje de un documental que lleva por título provisional 'La muñeca 5000' y que pretende acercar la historia personal de su protagonista más allá de su afición por coleccionar muñecas.
La crisis de abastecimiento de agua en Puerto Rico "podría usarse como argumento para la privatización" del sistema, advierte el cineasta Juan Carlos Dávila
A realizadora angolana Pocas Pascoal, foi distinguida a 9 de Agosto com o 'The Open Doors - OIF Francophonie Award', no âmbito do Festival de Cinema de Locarno na Suíça que decorreu de 5 a 15 de Agosto. Durante o festival, a cineasta, autora nomeadamente de fitas como 'Memórias de Infância' em 2000, ou ainda 'Alda e Maria' em 2011, projectou a sua curta-metragem 'Time to Change', um filme sob forma de denúncia do colonialismo e apresentou o projecto pelo qual foi premiada, em torno da figura da cineasta francesa Sarah Maldoror, conhecida designadamente por ter acompanhado em imagem a luta de libertação de Angola. Em entrevista à RFI, a realizadora, a viver em Portugal há cerca de nove anos, partilhou a sua alegria por ter sido distinguida, falou da sua experiência como cineasta em Portugal e também evocou o que pretende contar na fita sobre Sarah Maldoror. RFI: Como se sente com o prémio que recebeu em Locarno? Pocas Pascoal: Sinto-me muito bem! Acho que é um grande impulso também para a minha carreira, que já começou há muitos anos, mas continua a crescer. É um prémio que vai valorizar também o projecto que eu estou a escrever sobre a Sarah Maldoror, que vai de certeza permitir-me concluir o projecto que estou a escrever e espero eu que vai ajudar também a ter financiamentos. Portanto, eu acho que é assim uma coisa muito, muito importante, o que me aconteceu. Tive muita gente a contactar-me interessada no projecto depois deste prémio. Isto é um grande impulso. O Festival de Locarno em si, é um grande programa de encontro e que nos permite fazer contactos e relações que ficaram até para o resto da vida, de certeza. Portanto, já isso é muito, muito importante como festival, como plataforma mesmo de formação. Nunca aprendi tanta coisa sobre cinema em tão pouco tempo e nunca fiz tantos encontros em tão pouco tempo também. Portanto, o facto de estar no Festival de Locarno em 'Open Doors' já é um grande presente e um grande prémio, porque permite-nos projectar o meu projecto internacionalmente. Estive lá com o filme e, sim, há já algumas coisas que estão a avançar bem e penso que vamos assinar um contrato de co-produção. RFI: A curta-metragem que lhe deu essa chave para a próxima etapa é 'Time to Change'. O que é 'Time to Change'? Pocas Pascoal: É uma crítica à colonização, à colonização em geral, mas sobretudo à colonização portuguesa, que foi aquela que Angola viveu. Tento denunciar através deste filme aquilo que se passou. E faço uma ponte entre o passado e o presente, hoje, criticando a relação que os portugueses tiveram, que foi uma relação de repressão e de exploração. Em Portugal há uma mentalidade ainda que, infelizmente, continua. Continuam a pensar que a colonização portuguesa foi uma boa colonização, que foi uma colonização 'soft', que misturaram-se muito e que não foi assim tão grave. Mas foi grave, Foi muito grave. Este filme denuncia aquilo que foi a colonização e também denuncia o desequilíbrio dos ecossistemas que começaram naquele momento. Portanto, quando os portugueses chegaram, havia um equilíbrio, uma maneira de viver que os angolanos, o ser humano teve que modificar, teve que se adaptar àquilo que esses colonos quiseram que eles se tornassem. Mesmo a nível de habitação, a nível da arquitectura, tivemos que sair da nossa casa feita de madeira e de palha, que era uma coisa local. Houve várias coisas que se podem aprofundar em relação a isso e mudaram-nos completamente, a nossa maneira de ser, a nossa cultura, a nossa linguagem mesmo. A língua que tivemos que falar foi a portuguesa. E também a natureza, os animais. Para mim, esta alteração climática começou já nesse momento. Portanto, eu faço esta ligação do passado ao presente para denunciar as consequências desta colonização ainda hoje. RFI: Como é que é estruturado este filme? Portanto, é um filme que vai buscar imagens documentais. Por exemplo, uma imagem muito forte, muito simbólica, de caçadores. Pocas Pascoal: Eu utilizei imagens de arquivo no filme e não só. Também tem imagens dos dias de hoje. Essas imagens do caçador são imagens horríveis e acho que apercebemo-nos que naquela altura caçava-se muito de forma recreativa. Caçava-se para o homem se sentir mais forte, o mais forte do universo, mais forte do que os animais, mais forte do que o elefante, que é um animal gigante. Numa das fotografias, tem uns três caçadores com uns cinco ou seis Elefantes. é uma coisa horrível. E são animais que hoje em dia estão a desaparecer por causa disso. Por foram tão caçados às vezes só para poderem pôr um troféu na parede. E às vezes para poder se sentirem fortes. E para poderem utilizar o marfim. É uma coisa absurda, porque é uma mentalidade que infelizmente destruiu. E isto, acho que temos que tomar consciência. E lembrarmo-nos, continuarmos a lembrar o que foi e o que é que está a acontecer hoje. Portanto, é uma maneira para mim também de reavivar a memória. RFI: Falou da forma como Portugal encara o período colonial. Como é que ele é encarado em Angola? Pocas Pascoal: Ai, eu já não estou em Angola há 40 anos! E vou muito raramente a Angola. Seria difícil falar sobre este tema. Sei que em relação aos angolanos que estão na diáspora, é uma luta constante contra o racismo. Eu vivi vários anos em França e nunca vivi tanto racismo como vivo aqui em Portugal, infelizmente. Há coisas maravilhosas, mas há um racismo muito básico. Na verdade, é uma coisa que foi impregnada na mente das pessoas, que as pessoas negras são pessoas inferiores, que são pessoas que não têm instrução, que são pessoas que não têm meios financeiros, que são pobres também. Isto aconteceu-me. O racismo que eu tive aconteceu-me com várias pessoas de vários meios sociais. Por isso é uma coisa que está impregnada na mente das pessoas portuguesas e que não sai. E que eu acho que é um trabalho que se deve fazer. É um trabalho que talvez não tenha sido feito. Eu penso que não foi feito um trabalho que deve começar a nível das escolas, com as crianças, para tentar mudar esta mentalidade e é um trabalho político também. Eu acho que a Europa e Portugal, sobretudo, que é o país onde eu vivo, tem uma grande dívida com esses países que colonizaram. Mas esta dívida devia ser paga através de um trabalho de memória, de um trabalho de formação e de informação. É um trabalho que deve ser começado pelas crianças nas escolas, porque só a partir daí é que as mentalidades das pessoas brancas vão começar a mudar e a reconhecer que nós somos iguais. RFI: Como é que é fazer cinema em Portugal? Aquilo que acaba de me descrever também entra em linha de conta para a sua vivência em termos de trabalho? Pocas Pascoal: Claro, uma grande influência, infelizmente, é terrível. Eu vou contar-lhe uma coisa que eu por acaso falo muito raramente e não estou a falar do lado financeiro, porque o lado financeiro é realmente um problema com as mulheres, porque nós temos estado a lutar contra isso também. Eu faço parte de um grupo de mulheres no cinema que se chama 'Mutim' (Associação de Mulheres Trabalhadoras das Imagens em Movimento em Portugal). A 'Mutim' lutou muito para que haja nos júris do ICA (Instituto de Cinema e do Audiovisual) mulheres, que as mulheres sejam representadas também nos júris. Portanto, isto já muda muito, os financiamentos. E depois? Agora é chegar a mulheres negras, porque também é um problema de imaginar um filme onde só haja pessoas negras. Mesmo se eu não faço filmes só com pessoas negras, mas um filme onde haja uma maioria de pessoas negras, os júris podem ver aquilo muito mal. É um filme que não vai ter público. Um filme que vai ser mal distribuído, se calhar, porque se há uma mentalidade que ainda pensa que as pessoas negras não têm formação, não são instruídas, etc, no cinema também é uma coisa muito às vezes inconsciente. No cinema também, portanto, há uma luta contra isso. Há uma vitória pequenina, é verdade. Já se vê alguns filmes distribuídos nos cinemas com pessoas negras, mas são filmes americanos. É verdade. Negro e americano. Ok, já é melhor aceite. Mas o que eu queria contar há bocado é que aconteceu-me. Há uns anos atrás, fiz um telefilme. Fui convidada porque era uma mulher. E aceitei porque era uma oportunidade para mim de trabalhar na indústria portuguesa. Eu tinha acabado de chegar a Portugal e eu tinha feito um casting com pessoas negras, porque o filme passava-se nos subúrbios de Lisboa e aquilo foi uma luta. Foi horrível. Não consegui ter um casting só com pessoas negras. Foi uma luta terrível. Mas há um público e é um erro enorme, porque há um público, porque quando passa um filme na televisão com pessoas negras, as pessoas vêem os filmes. Há estatísticas, as pessoas vêm e é muito visto. Portanto, há um erro enorme em relação a isso. Isso também faz parte do trabalho para modificar isso. Faz parte deste trabalho, que é muito político e que as pessoas têm que fazer. Como eu disse há bocado, tem que começar nas escolas com as crianças, porque senão as coisas não vão mudar. RFI: Estava a mencionar o facto de ter também a expectativa de que o facto de ganhar esta visibilidade com este prémio também possa dar um impulso ao seu próximo projecto, que tem a ver com a figura da Sarah Maldoror, que faz a ponte entre a francofonia, porque ela era das Antilhas, com o mundo lusófono, uma vez que ela focou o seu olhar sobre a África lusófona, sobre Angola, sobre a Guiné-Bissau. O que é que a levou a interessar se por esta realizadora? Pocas Pascoal: É uma figura muito importante em Angola. Ela até é considerada angolana em Angola. Ela fez os dois primeiros filmes em Angola. A primeira vez que eu vi pessoas negras no cinema, era muito jovem, foi através de filmes da Sarah, o filme 'Sambizanga'. Portanto, eu era muito, muito jovem. Eu devia ter nove ou dez anos e foi a primeira vez que eu também começo a descobrir a história do meu país em relação à colonização. Eu tive a sorte de ter conhecido a Sarah. Eu estive com Sarah duas vezes. A primeira vez que eu ouvi a Sarah foi numa residência em França, na Normandia, onde a Sarah tinha a melhor amiga dela. Era proprietária da residência. Portanto, eu estava lá. Sarah veio visitar a amiga e eu conheci a Sarah. Eu era muito tímida naquela altura, portanto eu quase nem falei com ela. E a segunda vez que estive com Sarah, foi durante uma viagem para Angola. Nós fomos convidadas, várias pessoas foram convidadas, para um festival em Luanda. Acho que foi o segundo ano desse festival e a Sarah foi homenageada nesse festival. E como viajamos juntas, devem ter comprado os nossos bilhetes ao mesmo tempo. Estávamos sentadas uma ao lado da outra e foi muito engraçado. Fizemos sete horas juntas, uma ao lado da outra. Tivemos a oportunidade de conversar. A Sarah contou-me a história deste filme, que deveria ter sido o primeiro filme dela, a primeira longa-metragem ('Armas para Banta', Guiné-Bissau, 1970). E eu me interessei muito naquela altura. Interessei-me muito pela vida dela, porque tinha visto vários filmes feitos por ela. E, sobretudo, interessei-me muito por essa história, que é uma coisa de injustiça. A Sarah, que lutou a vida toda pela justiça social e pela igualdade de direitos. Este filme foi uma grande injustiça para ela. Eu nem sei se já tinha perguntado isso, mas o meu filme é sobre a Sarah nesse momento, quando ela vai à Guiné-Bissau, vai documentar a luta armada dos guineenses contra a colonização portuguesa. E ela, em vez de falar de um herói no filme, ela faz uma heroína. E quando ela volta para a Argélia, o filme não é aceite. Ela é expulsa da Argélia. Bom, estou a resumir, mas ela é expulsa da Argélia. E o filme lhe é retirado e desaparece até hoje. Portanto, eu interessei-me muito por este este momento da vida da Sarah, que também é o início da carreira dela. E também, para mim, é a oportunidade de falar dessas mulheres, porque ela vai filmar aquelas mulheres que foram realmente resistentes e estiveram na guerrilha durante muitos anos a lutar contra a colonização portuguesa. Portanto, para mim também, é a oportunidade de falar dessas mulheres. É claro que o foco é na Sarah e a Sarah interessa-me muito. Eu estudei muito, vi os filmes dela todos e interessam-me porque é uma pessoa que foi íntegra. Ela lutou a vida toda, fez mais de 40 filmes e através do cinema, ela lutou pela igualdade de direitos. Ela foi uma grande resistente. Ela foi uma grande activista e é uma para mim, um exemplo e uma referência de uma pessoa negra que conseguiu e sempre foi honesta com ela mesmo e com aquilo que ela fez. Íntegra. Portanto, para mim, é uma grande referência e um grande exemplo. E eu gosto do cinema dela. E também, eu penso muito no cinema dela, vejo filmes dela, quando faço os meus filmes. É uma grande referência. RFI: Essa história de Sarah Maldoror na Guiné-Bissau a tentar retratar as mulheres que participaram na luta de libertação e que foi um filme rejeitado. Isto, no fundo, também vai tocar na sua fibra feminista. Pocas Pascoal: Não vou generalizar porque a África é muito diferente, mas as mulheres em Angola são mulheres que foram muito valorizadas e que o são até hoje, que têm um grande poder na família e não só, também no trabalho. É claro que estamos a falar também de um sistema patriarcal. É evidente. Eu vivi depois da colonização, esta valorização das mulheres. As mulheres que lutaram contra a colonização portuguesa são mulheres que, muitas vezes, é verdade, pensando bem, são mulheres que ficaram na sombra. São mulheres que não foram muito faladas. Houve uma que se tornou heroína, mas falava-se muito pouco das mulheres. Portanto, a Sarah, ela tem este lado também feminista, mesmo se ela não se dizia feminista. Ela tem esse lado feminista porque ela, os personagens dela, no início da carreira dela, eram mulheres. Ela quis pôr em evidência as mulheres africanas, as mulheres negras, porque essas mulheres nunca eram os personagens principais nos filmes. Eu faço filmes sobre mulheres. É uma coincidência, mas porque são pessoas com quem eu me identifico mais facilmente, mais rapidamente, e são temas que me tocam imenso. RFI: Em que fase está? Pensa que este projecto em torno da Sarah Maldoror vai vingar quando? Pocas Pascoal: Francamente, eu penso que o filme agora e com este prémio também, que está a valorizar o projecto e que estava lá o Instituto de Cinema no Locarno, também eles viram, assistiram a isso, eu espero que não somente o ICA, mas outros fundos se interessem pelo projecto e já se estão a interessar. Espero rodar o filme em 2027 e espero que o filme em início de 2028 esteja acabado. Realmente, acredito que agora vai avançar rapidamente. Eu levei muito tempo a fazer pesquisa, vi e falei muito com as filhas da Sarah. Estive a tentar procurar qual era o melhor momento da vida da Sarah para eu poder pôr no cinema, porque não quis fazer um 'biopic' sobre a vida da Sarah, mas quis fazer sobre uma parte da vida dela que é enorme. O momento em que ela vai fazer este filme é o início da carreira dela também. Por isso passei muitos anos em pesquisa a tentar encontrar como é que eu ia falar sobre esta pessoa, que também não é muito fácil. Se seria documentário, ficção, falar desta pessoa que é uma pessoa que eu admiro muito e não me quero enganar. Portanto, acho que tenho um bom filme, foi aquilo que eu escolhi. Espero que nos próximos dois anos o filme esteja acabado. RFI: Tem outros projectos na forja ou é uma pessoa de um só projecto de cada vez? Pocas Pascoal: Não. Eu sou hiperactiva, portanto tenho vários projectos. Estou a acabar agora um filme, mas é uma curta também. Quando falo de hiperactividade não faço várias longas ao mesmo tempo, infelizmente. É uma questão financeira, mas enquanto estou à espera de financiamento para uma longa, estou a fazer curtas-metragens e tento fazer também instalações. Não faço muitas, mas tento participar em exposições e fazer instalações. E neste momento estou a fazer uma curta-metragem que, espero eu, estará nos festivais. Acho que no fim do ano já vou começar a mostrar o filme e também há uma curta-metragem feita com arquivos. Não vou revelar ainda a história porque ainda estou a montar e as coisas podem evoluir. Gosto de fazer várias coisas ao mesmo tempo.
O Cine Brasília dedica uma programação especial ao diretor finlandês Aki Kaurismäki. A retrospectiva reúne filmes que exploram, com humor e sensibilidade, personagens comuns, relações humanas e os contrastes da vida contemporânea.
Episódio mais que especial com esse que é um legítimo Faz-Tudo do nosso cinema! Fábio Leal (@fabioleal)! Diretor, ator, roteirista… Cineasta! Fábio bateu um papo massa sobre Cinema, sexo, criação; e refletimos sobre o atual momento para nós, agentes criadores de cultura e arte no Brasil e no Mundo . Vem que tá interessante. Atrasamos esse e vários outros conteúdos, mas por uma boa causa: vem muito episódio por aí! Arte: @blackrucat Edição e apresentação: @gabrielmataveldossantos
Já peço desculpas pelo atraso… Dito isso, chegou! Hoje entrevistamos a icônica Carla Camurati! Produtora e Cineasta, ela veio conversar com a gente sobre seu novo filme, o documentário Raízes do Sagrado Feminino! Um estudo aprofundado sobre a relação da religião com as mulheres. Vem que tá bom demais! O episódio de hoje conta com a estreante no podcast Malu Guidugli (@cinemalu), crítica e Pesquisadora que colou com a gente pra esse papo massa. Bora que tá bom! P.S: Problema da minha voz corrigido! Agora estou em alto e bom som. Apresentadores: @gabrielmataveldossantos @cinemalu Arte: @blackrucat
Opa! Estão curtindo o frio? Alguém pedindo Mcdonald's? Pois então. Hoje temos a honra de ter o Douglas Henrique (@douglasluc) no programa! Cineasta, Idealizador do Fresta (@festival.fresta), ele veio trocar uma ideia com a gente sobre o Arcos Dourados de Olinda (@olinda.filme). Esse curta documentário especial que os hosts do episódio amaram. Vem ouvir sobre o processo, a caminhada do Douglas e muito mais! Apresentação: @gabrielmataveldossantos @gabriel.brescia Arte: @blackrucat P.S: Já peço desculpas pelo atraso. Tenho investido no projeto e isso vem consumindo energia mas por uma boa razão. Em breve teremos site, programas em vídeo e muito mais!!! A boa notícia é que o filme do convidado ainda roda com clamor do público por aí, tendo mais recentemente sido exibido no Cine PE. Então é isso, espero que esse atraso não se repita (sou eu falando comigo mesmo kkkk)
Por ocasião da estreia do premiado filme O Último Azul (The Blue Trail) na Austrália reapresentamos a entrevista com Gabriel Mascaro. A produção é uma ficção científica futurista, uma viagem literal e psicodélica pelos rios do Amazonos estrelada por Rodrigo Santoro.Por ocasião da estreia do premiado filme O Último Azul (The Blue Trail) nesse final de semana em várias cidades da Austrália reapresentamos a entrevista com Gabriel Mascaro. A produção é uma ficção científica futurista, uma viagem literal e psicodélica pelos rios do Amazonos estrelada por Rodrigo Santoro.Siga a SBS em Português no Facebook, X, Instagram e You Tube. Escute o programa ao vivo da SBS em Português às quartas-feiras e domingos ao meio-dia.Assine a 'SBS Portuguese' no Spotify, Apple Podcasts, iHeart Podcasts, PocketCasts ou na sua plataforma de áudio favorita.
Luiz Carlos Barreto faleceu nesta quarta-feira no Rio de Janeiro. Cineasta disputou o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro pelos filmes O Quatrilho e O que É Isso Companheiro.
Fue uno de los grandes protagonistas del cine de ficheras, impulsó la carrera de importantes figuras del espectáculo y conquistó al público con un personaje inolvidable. Sin embargo, detrás de las risas existieron tragedias familiares, decisiones que cambiaron su destino y una batalla contra la enfermedad que pocos conocen. ¿Cómo logró convertirse en una leyenda del cine mexicano? ¿Qué ocurrió con su vida después de la fama? ¿Y cómo terminó uno de los comediantes más queridos de toda una generación? Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See https://pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
Simón Zorraquin (Cineasta y escritor) La Barra de Macu @MazzucaMacu
Cineasta, escritor, productor musical: Cesar González llegó a esta última edición de la Fira Literalpara hablar del derecho a participar en la vida cultural, algo que él conoce bien. Criado en la villa Carlos Gardel de Argentina, uno de tantos barrios marginales de Buenos Aires, Cesar González formó parte como bien refleja en su obra de esas "bandas de adolescentes arrogantes que se jugaban la vida por poseer relojes o ropa de marca" que los mostrara como los soldados de una guerra contra una sociedad que los quería nadie e invisibles. Cesar González acabó en prisión, allí tuvo la posibilidad de leer mucho y reflexionar y poder acceder a la cultura y hacerla suya para explicar su vida y la de aquellos a quien todavía les es negada."El niño resentido", narra en un lenguaje poético y a la vez muy directo y visceral la vida de un chaval en las tristemente famosas "villas miseria". Éxito en Argentina , Penguin lo ha editado en España.Charlamos con Cesar González de su vida, de su obra y sobre todo de derechos culturales. Cesar González llegó a la Literal invitado por Nicolás Barbieri, profesor de estudios de Artes y Humanidades de la UOC y creador del proyecto DEPART- El derecho a participar en la vida cultural de la ciudad: desigualdades y políticas de equidad.Escuchar audio
La autora e ilustradora franco-iraní alcanzó reconocimiento internacional con "Persépolis", una aclamada serie de novelas gráficas que fue adaptada al cine en una película nominada al Oscar.
WILLY RIOS (Cineasta y productor) Temporada 7 Episodio 36
¿Problemas de adicción al #alcohol, #drogas…? ☎️ 915 630 447 ¡LLAMANOS 24H! https://bienestar.neurosalus.com/ Solicita ahora mismo información sobre tratamientos de desintoxicación, precios, disponibilidad de plazas… HA SIDO POSIBLE CREAR EL PROGRAMA “LA REUNIÓN SECRETA” GRACIAS A TU AYUDA COMO GUARDIÁN MECENAS. ***** HAZTE MECENAS EN https://www.patreon.com/lareunionsecreta Esta noche vive un nuevo directo de #LaReuniónSecreta desde la 22:00 hora española. Te decimos lo que nadie dice: sin anestesia y sin edulcorantes. ¡La Reunión Secreta somos todos! No se lo digas a nadie… ¡PÁSALO! CARLITOS TÍNEZ https://www.youtube.com/channel/UC0eeuxpQ70z-Pe0rHhOq9Fg Conexiones en directo con: - Dr. César Carballo (Urgenciólogo. Licenciado en medicina y cirugía. Comunicador sanitario) - Andrés Chaves (Periodista. Doctor en Ciencias de la Información por la Universidad Complutense de Madrid) - José María Zavala (Periodista. Historiador. Cineasta y autor de referencia de la divulgación histórica en España) Con el equipo habitual de La Reunión Secreta: Dr. José Miguel Gaona, Joan Miquel MJ, Carlos Martínez, Lourdes Martínez, Marta Vim, Olga Ralló, Luna de María, Tatiana y Piluca. _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ SÍGUENOS EN REDES Twitter: https://twitter.com/lrsecreta Instagram: https://www.instagram.com/lareunionsecreta/ Facebook: https://www.facebook.com/LRsecreta REDES SOCIALES DEL EQUIPO | DR. JOSÉ MIGUEL GAONA | - https://twitter.com/doctorgaona | DIRECTOR | - Joan Miquel MJ - https://www.instagram.com/official_joan_miquel_mj/ | PRODUCTORA | - Lourdes Martínez - https://twitter.com/chicadelaradio | AYUDANTE DE DIRECCIÓN | - Olga Ralló - https://twitter.com/olgarallo | AYUDANTE DE PRODUCCIÓN | - Carlos Martínez - https://twitter.com/Carlitos_Tinez
En Críticas Sobre La Marcha recuperamos el formato breve, más como reflexión a vuelapluma que como crítica ortodoxa de una película específica. En esta ocasión se toma de referencia el cine de Alberto Vázquez a partir de su último estreno, el largometraje "Decorado" (2025), para reflexionar en torno a cineastas que parecen solo tener una idea que transmitir, y que dedican toda su carrera a repetirla (¿o más bien a agotarla?). El tema que cierra el programa es "Vete a casa", compuesto por Joseba Beristain y Víctor García y perteneciente a la BSO de "Decorado" (2025): https://www.youtube.com/watch?v=Q-0hszZ4BFY&list=PLGwX9EQff1BETZ0KTdYbK9cxAfviLIX4U&index=4
Filme “Vermelho” e os desafios da produção independente no cenário audiovisual Violência de gênero e o crescimento de movimentos misóginos no Brasil
Conversamos con el cineasta chileno Diego Céspedes sobre su película "La Misteriosa Mirada del Flamenco", que se llevó el premio Un Certain Regard en el Festival de Cine de Cannes 2025 y representó a Chile en los Premios Goya.
En esta entrega de Chequia en 30', les traemos el primer episodio de nuestra nueva serie dedicada a las bibliotecas más especiales de Chequia. Comenzamos con: ¡Strahov! | Conversamos con el cineasta hispano-cubano David Bim, quien presentó su mutipremiada película 'Al Oeste, en Zapata' en el festival Un Mundo (Jeden svět).
En el episodio de hoy, exploramos la trayectoria cinematográfica de Emilio Montiel, fundador de Producciones Montiel. Emilio es cantante, actor y productor de cine a sus 71 años,Su historia es tan adictiva como su obra.Si te topas con una de sus películas sin ver el número de visitas o leer los comentarios, te sorprendería saber que ha producido más de 200 películas y ha cautivado a audiencias de todo el mundo con sus lanzamientos directos a YouTube,acumulando más de 100 millones de visualizaciones — Sí, has leído bien.Su mezcla única de temas familiares, westerns mexicanos y su propio estilo musical desafía los estándares de Hollywood, creando un inesperado pero fiel seguimiento en línea.Pero el camino de Emilio no ha estado exento de desafíos.A lo largo de su carrera, ha enfrentado escepticismo y burlas, tanto personal como profesionalmente.Sin embargo, perseveró.Su historia es un testimonio de resiliencia y de encontrar la manera de realizar tus sueños, ya sea sacrificando un trabajo estable o adoptando métodos no convencionales para darle vida a tus proyectos.En el set, presenciamos la pasión que Emilio pone en su trabajo y el apoyo inquebrantable de su equipo, muchos de los cuales han encontrado un hogar creativo en sus producciones.La historia de Emilio es más que hacer películas. Es en sí misma un relato digno de la gran pantalla: una historia de perseverancia, creatividad y la incansable búsqueda por hacer lo que amas.Su historia sirve como recordatorio de que nunca es tarde para seguir tus sueños.Si tienes curiosidad por obtener una mirada detrás de cámaras en una de las producciones de Emilio, echa un vistazo al reportaje de nuestro colega de KPBS, Matt Bowler.¡Incluso podrías ver un vistazo del brazo de Julio sosteniendo el micrófono!Un agradecimiento especial a Armando Hernández del podcast Trash-Mex por compartir su experiencia sobre los narco-westerns mexicanos y su impacto cultural.Mencionados en este episodio:Petula ClarkBernabé “El Gatillero” MelendrezLos Hermanos Almada (Mario Almada, Fernando Almada and Horacio Almada)Patricia RiveraVicente FernándezPelículas escuchadas en este episodio:“Dos Carteles”“Muerte en Tijuana”“No Más Muertes en la Frontera”Canciones escuchadas:“Prefiero Morir” de Emilio MontielRedes sociales y contactoDe KPBS, Port of Entry cuenta historias que cruzan fronteras. Para escuchar más historias visita www.portofentrypod.orgFacebook: www.facebook.com/portofentrypodcastInstagram: www.instagram.com/portofentrypodPuedes apoyar nuestro podcast en www.kpbs.org/donate, escribe en la sección de regalos (gift section) “Port of Entry” y como agradecimiento podrás recibir un regalo.Si tu empresa u organización sin fines de lucro desea patrocinar nuestro podcast, envía un correo a corporatesupport@kpbs.orgNos encantaría recibir tu retroalimentación, envíanos un mensaje al 619-500-3197 o un correo a podcasts@kpbs.org con tus comentarios y/o preguntas sobre nuestro podcast.CréditosHosts: Alan Lilienthal and Natalie GonzálezEscritor/Productor: Julio C. Ortiz FrancoProductor Técnico/Diseñador Sonoro: Adrian VillalobosEditora: Chrissy NguyenEpisodios traducidos por: Natalie González and Julio C. Ortíz FrancoDirectora de Programación de Audio y Operaciones: Lisa Morrisette
A diretora das séries "Sob Pressão" e "Juntas e Separadas" lança documentários sobre Preta Gil e Dona Onete e celebra o boom do cinema nacional
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En esta edición de Chequia en 30': Markéta Šmídová, la hispanista checa que sabe más de la palabra "boludo" que los propios argentinos | El éxito de Pepa Lubojacki, la joven cinesta de Praga que festejó en el Festival Internacional de Cine de Berlín.
Angola: Jovens preparam manifestação em prol da libertação de ativistas. São Tomé e Príncipe: Deputado descreve a eleição do novo presidente do Parlamento como ilegal. Cineasta etíope regressa a Berlinale depois de quase 20 anos e fala à DW sobre a crescente tensão na região de Tigray.
Programa 17/02/26: México propone reducir la jornada laboral, mientras Argentina apuesta por ampliarla, tenemos los detalles. Conversamos con el creador de “Where Is Noa?”, una serie de videos sobre la belleza, cultura y vida cotidiana de Venezuela. Y también hablamos de la misión espacial Artemis II de la NASA.
Moçambique: Queixosos do caso Bernardino Rafael estão muito satisfeitos com o andamento do processo. Guiné-Bissau: Cineasta de origem guineense espera “que a democracia retorne o quanto antes” ao país. Alemanha: Saiba como terminou o carnaval na Renânia do Norte Westfália, a festa mais badalada do ano.
Biografía: Nacido en Tenerife en 1980, cursó sus estudios cinematográficos en Madrid, antes de realizar numerosos talleres de dirección de actores y guión en la EICTV, donde también estudia la especialización en Dirección Cinematográfica (2003). En 2004 crea junto a otros estudiantes de esta prestigiosa escuela El Viaje Films. A partir del 2010 y hasta ahora se convierte en productor ejecutivo de cinco óperas primas, además de dirigir y escribir los largometraje Slimane (Mejor ópera prima IBAFF, mejor largometraje LPA Canarias) y Gente de Sal (en postproducción). José Alayón funda en 2008 el Centro de Estudios Cinematográficos de Canarias (CECAN), Centro que desde esta fecha y hasta ahora imparte numerosos másters, talleres y grados cinematográficos en las islas Canarias en convenio con las Universidades Canarias.
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Arconada entrevista a la directora que cuenta cómo prepara una serie en París con Tim Robbins mientras reivindica un cine auténtico y sin ataduras. La directora Isabel Coixet presenta su película Tres adioses, una obra que nace del libro póstumo de relatos de la escritora italiana Michela Murgia, Tre ciotole. El filme explora con crudeza y ternura la fragilidad humana a través de momentos vitales marcados por la ruptura sentimental y la enfermedad incurable, reflejando una madurez que invita a dejar de lado las preocupaciones banales para centrarse en lo verdaderamente importante. Durante la charla, Coixet destaca la elección de una Roma auténtica, alejada de los circuitos turísticos y la pomposidad de La gran belleza. Al rodar en barrios como Trastevere o Testaccio, la cineasta busca capturar la esencia viva de la ciudad y la vulnerabilidad de sus protagonistas, encabezados por la actriz Alba Rohrwacher, cuyo trabajo define como un iceberg de emociones contenidas que sostienen la veracidad del guion. Coixet respeta la intensidad de la autora, aunque su enfoque cinematográfico se centra más en la superación personal y la libertad individual, logrando que la cinta conecte con audiencias globales por su capacidad de conmover sin artificios. Finalmente, la directora revela sus próximos pasos, incluyendo una serie rodada en París para el canal Arte, que cuenta con la participación de Tim Robbins. Este nuevo proyecto, que combina el drama con tintes de comedia, refuerza su identidad como una ciudadana del mundo que sigue en busca de historias capaces de trastocar al espectador, manteniéndose siempre fiel a un estilo personal que rechaza el bullshit de la industria.
VER EN YOUTUBE / Iniciamos temporada con la directora Nina Marín, representante del cine hecho desde Valledupar, Colombia. Una conversación que grabamos desde Fusagasugá, a un par de horas de Bogotá, aprovechando la proyección de su segundo largometraje de ficción "Soy Múcura" en el Festival de Cine de Fusagasugá (Ficfusa) Hicimos un repaso por su carrera, así como por sus ideas sobre ser directora (ya con dos largometrajes) desde una región que poco a poco se acerca no solo a la producción, sino a la exhibición de cine nacional gracias a la Sala Marines Films.Este episodio llega a vos gracias a la invitación del Festival de Cine de Fusagasugá y también al patrocinio de Umaña Abogados, que apoya el comienzo de temporada 2026 de #gentequehacecine / Si quieres saber más de ellos entra aquí: https://www.umanaasociados.com/Este episodio es posible gracias a:Nuestra productora Gente queLa producción ejecutiva de Lemaitre ConsultoresEl amor y confianza de nuestros amigos en Patreon (Nataly Valdivieso, Hamilton Casas, Juliana Núñez, Diana Piñeres). Apóyanos como ellos desde 1 dólar.Si quieres pautar en nuestros episodios, patrocinar nuestro trabajo, promocionar tu evento o película, producir tu podcast o trabajar con nosotros no dudes en escribirnos a info@gentequehacecine.comNuestra web: https://gentequehacecine.com/ Instagram: https://www.instagram.com/gentequehacecine/ Tik Tok https://www.tiktok.com/@gente.que.hace.ci
Convidado: Kleber Mendonça Filho, diretor e roteirista de “O Agente Secreto”. No dia 15 de março, Kleber Mendonça Filho percorrerá o tapete vermelho da mais importante premiação do cinema mundial, em Los Angeles (EUA). Na cerimônia do Oscar, ele poderá ver “O Agente Secreto”, filme que escreveu e dirigiu, levar até quatro estatuetas – concorre nas categorias Melhor Filme Internacional, Melhor Elenco, Melhor Ator (com Wagner Moura) e Melhor Filme. Ainda em janeiro, ele já conquistou dois Globos de Ouro, nas categorias Melhor Filme Internacional e Melhor Ator. Ao todo, seu longa-metragem soma mais de 50 premiações nos festivais de todo o mundo. No Brasil, a produção já levou 1,5 milhão de pessoas aos cinemas. Neste episódio especial do Assunto, Kleber Mendonça Filho conversa com Natuza Nery sobre o que faz de “O Agente Secreto” um filme que vem conquistando a audiência e a crítica especializada em todo o mundo. Ele retorna ao ano de 2020, quando começou a escrever este roteiro, que desde o primeiro momento seria destinado para que Wagner Moura fosse o protagonista. O cineasta também explica o processo de escolha de atores e atrizes que dariam forma aos mais de 60 personagens do longa. Nesta entrevista, Kleber olha para vários aspectos de sua identidade artística. Ele explora sua profunda conexão com Recife, cidade que é personagem de seus filmes e é fonte de inspiração cultural e política para ele. E comenta sobre como foi crescer “ouvindo histórias sobre a História” – ele que é filho da historiadora Joselice Jucá. Por mim, ele reflete sobre o aspecto da memória em sua obra.
Cineasta amazônida Priscila Brasil descreve seu documentário 'Não Haverá Mais História Sem Nós' como um ato de resistência das vozes da floresta. Analisamos os dados da emigração portuguesa, com o professor Rui Pena Pires, que mostra a saída de mais de um milhão e meio de portugueses entre 2001 e 2020. Falamos ainda sobre agricultura sintrópica, com Thiago Barbosa, e sobre as Reservas Nacionais de Surfe, modelo australiano que inspira iniciativas no Brasil, com Mauro Figueiredo.
Con una vida marcada por la adicción y una carrera discreta en el cine, Nick Reiner está acusado de la muerte de sus padres.
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Ripercorriamo la strada intrapresa negli anni 60 da Pier Paolo Pasolini nel mondo del cinema. Interviene Giuseppe Sansonna, regista e saggista.
La Asociacion Imaginaria de Parodistas y Satiristas de Espana comandada por Daniel Gascon presenta varias realidades que a menudo superan la parodia posible.
En este episodio, conversamos con Javier Ocampo, editor de Una historia del cine documental argentino: Tomo 1 (1896–1989), publicado por Prometeo Editorial. La charla recorre la evolución del cine documental argentino desde la era del cine mudo hasta los años de la dictadura y la transición democrática, mostrando cómo distintos realizadores han utilizado el documental para abordar temas de memoria, resistencia y cambio social. Ocampo reflexiona sobre el proceso de investigación y edición detrás de este ambicioso proyecto histórico, y sobre el papel fundamental que el cine documental ha desempeñado en la vida política y cultural de la Argentina. También analizamos la relevancia de este género para comprender las luchas más amplias en América Latina en torno a la historia, la representación y la política de la imagen. Javier Campo es investigador del CONICET especializado en el cine documental argentino. Es autor de Revolución y Democracia: El cine documental argentino del exilio y Jorge Prelorán: Cineasta de las culturas populares argentinas, y editor de A Trail of Fire for Political Cinema: The Hour of the Furnaces Fifty Years Later. Actualmente es presidente de la Asociación Argentina de Estudios de Cine y Audiovisual (AsAECA). Encuentra Una historia del cine documental argentino: Tomo 1 (1896–1989) en Prometeo Editorial.
O documentário Não Haverá Mais História Sem Nós (No More History Without Us, 2024), dirigido pela cineasta amazônida Priscilla Brasil, será exibido pela primeira vez na Austrália como parte do Environmental Film Festival 2025.
Hay artistas que llevan su tierra allá donde pisan. Es el caso de Paula Ortiz, que junto a Pilar Palomero y Javier Macipe, formará parte del grupo de pregoneros que abrirán las Fiestas del Pilar 2025, un verdadero homenaje al cine aragonés.
El 22 de agosto de 1902 nació Leni Riefenstahl, actriz, cineasta y fotógrafa alemana.
Jurandir Filho, Thiago Siqueira e Rogério Montanare batem um papo sobre a carreira de Christopher Nolan e como ele conseguiu ser considerado (hoje) o maior cineasta da atualidade, um diretor que conseguiu unir como poucos o respeito da crítica, o reconhecimento da indústria e o sucesso absoluto de público. Ele fez filmes que não apenas renderam prêmios, como também se tornaram fenômenos culturais, discutidos por anos após o lançamento.Hoje, Christopher Nolan é visto não apenas como um grande diretor de blockbusters, mas como o cineasta que melhor conseguiu unir arte e espetáculo no século XXI, uma combinação que o transformou, para muitos, no maior cineasta em atividade.Comentamos sobre: "Following" (1998), "Amnésia" (2000), "Insomnia" (2002), "Batman Begins" (2005), "O Grande Truque" (2006), "Batman - O Cavaleiro das Trevas" (2008), "A Origem" (2010), "Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge" (2012), " Interestelar" (2014), "Dunkirk" (2017), "Tenet" (2020) e "Oppenheimer" (2023).|| ASSINE O SALA VIP DO RAPADURACAST- Um podcast EXCLUSIVO do RapaduraCast toda semana! http://patreon.com/rapaduracast
La actriz y guionista está acampada en Plaza Catalunya, en Barcelona, y participa en un movimiento internacional llamado 'Empty stomach movement', que se inició entre un grupo de periodistas gazatíes y que promueve una huelga de hambre "hasta que los niños de Gaza tengan alimento"
Cineasta e fotógrafa nascida no Porto, tem metade das suas raízes em Lisboa. As imagens são o seu farol e os seus filmes nascem de uma sensação de casa ou do encontro consigo mesma.
Alejandro González Iñarritu, Cineasta
La directora catalana (Ripollet, 1984) Es una de las realizadoras más vitales del cine español. Desde su ópera prima, "La hija de un ladrón", ha conocido el reconocimiento tanto del público como de la crítica y sorteado con éxito la maldición de la segunda película, esa tan esperada que acaba, por comparación con lo hecho primero, defraudando a casi todos. No es su caso, "Los tortuga", su segundo largo, recientemente premiado en el Festival de cine de Málaga, el retrato de la emigración de andaluces a Cataluña para tener una vida mejor como telón de fondo, cuenta la historia de la gestión del duelo, de la dificultad de encajar la muerte de un ser querido, y del conflicto de una madre y una hija en la encrucijada de la precariedad, por culpa de una sociedad hostil que normaliza los desahucios y condena los sueños que debería avalar la dignidad.
Um dos cineastas mais intrigantes do cinema contemporâneo ganha espaço aqui no Cinem(ação)! Hoje é dia de biografia e M. Night Shyamalan é o personagem central deste episódio.Rafael Arinelli recebe Bel Petit e Marcelo Miranda para uma conversa intensa, analítica e apaixonada sobre M. Night Shyamalan, o mestre dos plot twists e do suspense psicológico.De um começo tímido com filmes independentes até o estouro mundial com O Sexto Sentido, a trajetória de Shyamalan é repleta de altos, baixos e reinvenções criativas. Neste papo, revisitamos os grandes momentos da carreira do diretor, roteirista e produtor: os sucessos como Corpo Fechado, Sinais e A Vila, as polêmicas em torno de Fim dos Tempos e O Último Mestre do Ar, e o retorno triunfal com a trilogia iniciada em A Visita.Falamos também sobre as influências de Hitchcock e Spielberg, o impacto de sua origem indiana em seus temas recorrentes como fé, identidade e deslocamento, e o papel de Shyamalan como showrunner na série Servant.Se você é fã do cinema que instiga, provoca e vira tudo de cabeça para baixo, esse episódio é pra você.• 03m40: Pauta Principal• 1h20m25: Plano Detalhe• 1h31m05: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Spotify: https://cinemacao.short.gy/spotify• Apple Podcast: https://cinemacao.short.gy/apple• Android: https://cinemacao.short.gy/android• Deezer: https://cinemacao.short.gy/deezer• Amazon Music: https://cinemacao.short.gy/amazonAgradecimentos aos patrões e padrinhos: • Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Flavia Sanches• Gabriela Pastori Marino• Guilherme S. Arinelli• Katia Barga• Thiago Custodio Coquelet• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• Facebook: https://bit.ly/facebookcinemacao• BlueSky: https://bit.ly/bskycinemacao• Instagram: https://bit.ly/instagramcinemacao• Tiktok: https://bit.ly/tiktokcinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir de apenas R$5,00, você terá acesso a vantagens incríveis. E o melhor de tudo: após 1 ano de contribuição, recebe um presente exclusivo como agradecimento! Não perca mais tempo, acesse agora a página de Contribuição, escolha o plano que mais se adequa ao seu estilo e torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Bel): Desconectar: Sair da Internet• (Bel): Filme: Ela é Demais• (Marcelo): Livro: Na escuridão da mente• (Rafa): Documentário: Rita Lee: Mania de VocêEdição: ISSOaí
El poeta y cineasta Víctor Gaviria, protagonista de este nuevo episodio de Aprendemos Juntos 2030, ha construido una obra cinematográfica que trasciende la pantalla para convertirse en testimonio social. Su carrera despegó con ‘Rodrigo D: No futuro' (1990), que retrata la cruda juventud de Medellín durante los años más oscuros de la violencia narcotraficante. Fue la primera producción colombiana seleccionada para competir en el Festival de Cannes, convirtiéndose en un símbolo del nuevo cine latinoamericano, que Gaviria consolidaría años después con su obra maestra, ‘La vendedora de rosas'. Su compromiso con el cine social y realista, donde trabajan actores naturales que recrean sus propias vivencias y experiencias en los márgenes de la sociedad, han conmovido al mundo por su narrativa sobre la crudeza, la honestidad y resiliencia. “A pesar de la conciencia trágica que tenían aquellos jóvenes de la calle, que decían constantemente que vivían una muerte joven, que no tenían futuro... Nos dejaron la esperanza de que, a pesar de todas esas contrariedades y demás, cada vez que improvisaban, había como una manifestación de una alegría de vivir, de un entusiasmo que se les veía en los ojos”, recuerda el cineasta. Más allá del cine, Gaviria también ha cultivado una faceta literaria con libros de poesía y relatos que exploran la cotidianidad y la violencia urbana. Su obra ha trascendido la ficción para convertirse en un espejo de la realidad social colombiana y una mirada humanista para dar voz a los invisibles.
El director de cine español, Pedro Almodóvar, es poseedor de una excelente y amplia filmografía que ha sido reconocida con prestigiosos premios, como los Oscar, y que lo sitúan como uno de los mejores cineastas hispanoamericanos de la historia. SBS On Demand está ofreciendo un especial con algunas de sus mejores películas para que puedas disfrutarlas gratuitamente y desde la comodidad de tu hogar.
Com 13 indicações ao principal prêmio do cinema mundial, o musical francês ambientado no México estreia oficialmente nesta quinta-feira (6) no Brasil. O longa, semanas atrás visto como queridinho de Hollywood, agora se vê em meio a uma onda de críticas. Karla Sofía Gascón, indicada ao prêmio de melhor atriz por sua atuação no musical, foi afastada da campanha do filme, segundo o site "The Hollywood Reporter". Nas últimas semanas, posts antigos da atriz e declarações sobre seus concorrentes – incluindo Fernanda Torres – colocaram Karla Sofía no centro de polêmicas. Ambientado em solo mexicano, mas com atores europeus e norte-americanos, o filme não foi bem-visto no México. Antes visto como um dos favoritos ao prêmio de Melhor Filme Internacional, o longa dirigido pelo francês Jacques Audiard viu seu domínio ruir aos poucos entre críticos e opinião pública. Para explicar as polêmicas do filme e da atriz, como isso afeta a campanha em busca de estatuetas e como ‘Ainda Estou Aqui' e Fernanda Torres podem ser beneficiados, Natuza Nery conversa com Marina Person. Cineasta, atriz e apresentadora, Marina detalha o que fez a imagem de ‘Emilia Pérez' ruir, analisa os defeitos e as qualidades do musical e como ventos favoráveis sopram em direção ao cinema brasileiro.