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Eduardo Gageiro, Eugénio Alves e Arons de Carvalho. E testemunhos de João Paulo Diniz, Maria Antónia Palla e Fernanda Mestrinho. Em parceria com o Clube de jornalistas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Escoltar l'ànima del musical «Anima». Crítica teatral de l'obra «Ànima». Autoria: Blanca Bardagil, Oriol Burés, Víctor G. Casademunt i Marc Gómez. Idea original: Oriol Burés. Dramatúrgia: Blanca Bardagil, Oriol Burés i Víctor G. Casademunt. Text: Blanca Bardagil. Lletres de les cançons: Blanca Bardagil i Marc Gómez. Música: Adrià Barbosa. Música addicional: Abel Garriga. Coreografia: Clara Casals, Chema Zamora. Coreografia claqué: Sharon Lavi. Orquestració: Enric Garcia. Disseny escenografia: Pizarro Studio (David Pizarro & Robert de Arte). Disseny de vestuari: Oriol Burés. Disseny il·luminació: Sylvia Kuchinow. Disseny de so: Carla Casanovas i Roc Mateu. Disseny de caracterització: Natàlia Albert. Producció executiva: Silvia Fiestas. Direcció tècnica: Agustí (Titín) Custey. Ajudant de direcció: Laia Alberch. Gerent de companyia i ajudant de producció: Ona Albadalejo. Intèrprets: Clàudia Bravo, Oriol Burés, Bernat Cot, Víctor G. Casademunt, Anna Ferran, Paula Malia, Albert Mora, Lluís Marqués, Bernat Mestre, Mireia Portas, Marc Pujol, Diana Roig, Joana Roselló, Pol Roselló, Aina Sánchez, Jan Sánchez, Clara Solé, Annabel Totosaus. Músics: Gerard Alonso (piano), Jordi Badia, Laura Rosselló, Jan Espinach / Martí Soler, Xavi Sánchez / Guillermo Prats, Aitor Franch / Albert Comaleras / Haizea Martiartu, Marcel·lí Bayer / Jordi Santanach, Berta García / Maria Antònia Gili / Marina Feliu, Francina Mercadal / Clara Reverter / Maria Astallé, Laia Ferrer / Joaquim Garcia, Clara Manjón / Nicolás Cobo. Cap de regidoria: Maria Laporta. Regidora: Ana Gómez. Maquinistes: Male Díaz, Raquel Guerra. Cap tècnica i cap de so: Carla Casanovas. Sotscap de so: Genís Sabaté. Microfonista: Marta Martínez. Cap d'il·luminació: Oriol Mestre. Sotscap d'il·luminació: Arnau Nadal. Canonera: Marta Mestres. Cap de sastreria: Sandra Querol. Sotscap de sastreria: Jan Alexander Romero. Bugaderia: Noe Echevarria. Cap de caracterització: Alba Quintos. Sotscap de caracterització: Elsa Domene. Ajudant de direcció tècnica: Enric Alarcón. Ajudant de vestuari: Jan Alexander Romero. Imatge original i disseny cartell: Maria Lacartelera. Comunicació i màrqueting: Vero Vero, El Terrat, Bitò i Marianna. Comunicació companyia: Anna Candelas. Xarxes socials i contingut: Gusto Audiovisual. Premsa: Mima Garriga i Marc Gall. Fotografia: David Ruano. Equip de so i llum: A.R.A. So. Confecció de perruques: Edgar Giovani. Repertorista assajos: Jordi Badia. Programació de teclats: Enric Garcia. Disseny i realització d'efectes: Sergi Dalmau i Àlex Gelabert. Reproducció i programació d'il·luminació: Oriol Pino. Maquinista muntatge: Sergi Salvador i Panko Castro. Tallers d'escenografia: Mambo Decoraciones, Pascualín Estructures i Peroni. Confecció de vestuari: Montserrat Burés, Rosa Maria Canyameras, Aurora Cardona, Goretti Puente, Montserrat Ricart, Laura Ricart, Sastreria Señor i Rosa Tomàs. Pràctiques de sastreria: Carlota Aguado, Fátima Alejandra, Núria Busqueta, Yasmine El Haj, Ainara López i Blanca Sánchez. Desenvolupament de marca: Real Stories. Web: 100x100. Projecte guanyador del 1r Torneig RIIING! Els musicals que truquen a la porta. Producció original: Teatre Nacional de Catalunya. Amb el suport de l'Institut Català de les Empreses Culturals, Generalitat de Catalunya. Producció 2026: Companyia Vero Vero, Marianna en Viu, Bitò, El Terrat (The Mediapro Studio). Direcció: Oriol Burés i Víctor G. Casademunt i Gara Roda. Direcció musical: Gerard Alonso. Teatre Tívoli, Barcelona, 5 març 2024. Veu: Andreu Sotorra. Música: Crear amb passió. Interpetació: Companyia Vero Vero (Ànima). Composició: Adrià Barbosa, Oriol Burés, Víctor G. Casademunt, Balca Bardagil, Marc Gómez i Enric Garcia. Àlbum: Ànima, 2024.
São convidados do programa Ensaio Geral, Maria Antónia Amaral, historiadora e chefe de Divisão de Cadastro, Inventário e Classificação do Património Cultural, Instituto Público; Augusto Deodato Guerreiro, presidente do Centro Português de Tifologia; e Jakilson Pereira, diretor da Associação Cultural Moinho da Juventude, na Cova da Moura, na Amadora.
Viatgem a les illes Balears i les Piti
Na Emissão de Natal deste ano juntamo-nos ao IPST com o mote "Este Natal dá o Litro com a Antena 3". Mariana Oliveira dá-nos o contexto necessário com a Maria Antónia Escoval, presidente do instituto.
Veja também em youtube.com/@45_graus Maria Antónia Oliveira nasceu em Viseu em 1964. Dedica-se desde 2002 ao género biográfico. Escreveu o livro Os Biógrafos de Camilo (2010, tese de doutoramento), uma biografia de Alexandre O’Neill, Uma Biografia do Ar.Co (2014) e está atualmente a trabalhar numa biografia de Cesário Verde. É professora de Escrita de Biografia na Universidade Nova de Lisboa -- que eu saiba, a única cadeira sobre este tema em Portugal. _______________ Índice: (0:00) Introdução (2:05) Como se lida com as fontes? (15:19) Como lidar com a crítica? (18:33) Alexandre O’Neill (21:56) Quão bem ficaste a conhecer o biografado? (27:51) O biógrafo tem hoje mais reconhecimento? (33:13) EstruturaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Veja também em youtube.com/@45_graus Maria Antónia Oliveira nasceu em Viseu em 1964. Dedica-se desde 2002 ao género biográfico. Escreveu o livro Os Biógrafos de Camilo (2010, tese de doutoramento), uma biografia de Alexandre O’Neill, Uma Biografia do Ar.Co (2014) e está atualmente a trabalhar numa biografia de Cesário Verde. É professora de Escrita de Biografia na Universidade Nova de Lisboa -- que eu saiba, a única cadeira sobre este tema em Portugal. _______________ Índice: (0:00) Introdução (3:16) O que é uma Biografia? | Woody Allen (11:56) Porque a Inglaterra tem tanta tradição? | Livro: Winston Churchill: My Early Life | Estruturalismo e morte do autor (21:31) Como se escolhe a pessoa a biografar? | Episódio In Our Time BBC | Alexandre O’Neill (28:14) Camilo Castelo branco (33:03) A Biografia tem algo de romance? | O desafio de dar ou não contexto ao leitorSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No 36º episódio do podcast Walking Meeting, Inês Simas do Departamento de Marketing conversou com a Maria Antónia Torres da PwC sobreDiversidade e Inclusão. A Maria Antónia Torres é Partner do Departamento Fiscal, especializada na área de Fusões e Aquisições (M&A ). Além disso é uma voz ativa nos temas de D&I, dentro e fora da empresa. No Palácio Sotto Mayor conversámos sobre como este tema que "é negócio", e não um nice to have. O caminho da PwC nesta matéria começou há 15 anos e hoje está organizado em 5 comités e envolve mais de 30 pessoas. Falámos sobre empatia, a importância do conhecimento e o papel das empresas na paz social. Abordámos o papel da liderança e a cultura das empresas. Conversámos ainda sobre métricas e sonhos. Calce os ténis, coloque os auriculares e venha connosco!
Este domingo llega el primer capítulo de 'Sons de memòria'. Maria Antònia Oliver, presidenta de Memòria de Mallorca, habla sobre el estado en que se encuentra la memoria histórica en Baleares. Además, damos paso a la primera de las historias, la de Aurora Picornell, figura de explica el profesor de historia de la UIB David Ginard. Puedes escucharlo en 'A vivir Baleares'.
L'Orquestra Simf
No quinto e último episódio, abrimos a porta à discussão de obras marcantes no campo do jornalismo e do ensaísmo. Exploramos livros que foram amplamente lidos e reeditados rapidamente, como "Sociedades e Grupos em Portugal" (1973) de Maria Belmira Martins e "Investimentos estrangeiros em Portugal" (1973) de Luís Salgado de Matos. Discutimos também obras apreendidas e reeditadas após abril de 1974, como "Emigração e crise no nordeste transmontano" (1973) de António Modesto Navarro, e os livros de Raul Rêgo, "Os políticos e o poder económico" e "Diário Político", ambos de 1969, reeditados em 1974. Destacamos livros cuja apreensão revelou o desconforto que provocaram, como "Raízes da nossa força" (1973) de Helena Neves e Alfredo Cunha, e "Portugal sem Salazar" (1973) de Mário Mesquita, que divulga as visões políticas de exilados como Manuel de Lucena, José Medeiros Ferreira e António Barreto. Abordamos ainda obras preteridas pela editora original por medo de apreensão, como "A Censura e as leis de Imprensa" (1973) de Alberto Arons de Carvalho, e livros que começaram como peças publicadas em jornais, como "França: a emigração dolorosa" (1965) de Nuno Rocha e "Revolução, meu amor" (1970) de Maria Antónia Palla. Para iniciar o debate, propomos "Angola, os dias do Desespero" (1961) de Horácio Caio, que chegou a 12 edições em menos de dois meses, oferecendo uma visão do regime sobre a guerra, a censura e o projeto colonial português. Mais do que discutir os méritos de cada título, desejamos uma discussão integrada sobre censura, guerra colonial, emigração, estrutura económica do regime e mudanças sociais. Quais foram as origens intelectuais da revolução no jornalismo? A moderação desta sessão final na Biblioteca Nacional é de Rita Luís, com a participação dos convidados Isabel Ventura, Afonso Dias Ramos, Helena Neves e Ricardo Noronha. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nesta quinta-feira, 27, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) empossou cinco novos servidores efetivos no cargo de analista ministerial. Os candidatos Janaína Raquel Velasques, Bruno da Silva Nogueira, Maria Antônia Brito Oliveira, Thays Barbosa Monteiro e Camila Cordeiro de Melo assinaram o termo de posse em cerimônia realizada na Sala das Sessões.
O filme resgata um dos episódios mais marcantes da luta estudantil durante a ditadura militar
Maria Antónia Mendes, vocalista dos Cara de Espelho, anteriormente ligada aos projectos Naifa e Señoritas, é a convidada de Inês Meneses esta semana
Convidámos a psiquiatra Maria Antónia Frasquilho para falar connosco sobre Burnout. Um tema muito discutido mas nem sempre compreendido Neste episódio olhamos para a importância do diagnóstico; da prevenção e do tratamento. Qual é o limite do stress e do cansaço?
Como narrar uma vida e o que ela significou para um momento cultural de um país. Reedição revista e aumentada da biografia no centenário do poeta.
A Universidade Sorbonne Nouvelle, em Paris, acolhe, até Dezembro, um ciclo de cinema intitulado “A Revolução das Imagens – Revolução e Descolonização em Portugal (1974-1977)”. A programação conta com filmes feitos por colectivos de cineastas que registaram os primeiros dias da revolução, mas também acompanharam as lutas operárias e as ocupações de fábricas, a reforma agrária e as campanhas de dinamização cultural e alfabetização, entre outras lutas. As escolhas mostram como “o cinema representou a revolução”, mas também como “os modos de representação foram transformados pelo próprio processo revolucionário”, resume Raquel Schefer, co-organizadora do evento e professora na Sorbonne Nouvelle. É um salto no tempo a um tempo de lutas. São histórias que fizeram história e esperanças que ficaram, para sempre, em película. Alguns desses filmes estão a ser exibidos na Universidade Sorbonne-Nouvelle, em Paris num ciclo de cinema intitulado “A Revolução das Imagens – Revolução e Descolonização em Portugal (1974-1977)”. A iniciativa começou a 7 de Novembro e vai ter sessões até 19 de Dezembro.A programação conta com obras feitas por colectivos de cineastas que viveram os primeiros dias da revolução [“As Armas e o Povo”], que acompanharam as lutas operárias e as ocupações de fábricas durante o Período Revolucionário em Curso, [“Applied Magnetics”, “O Caso Santogal” e “Candidinha”], que deram voz aos trabalhadores rurais que protagonizaram a reforma agrária [“A Lei da Terra”] e que acompanharam campanhas de alfabetização [“A Luta do Povo: Alfabetização de Santa Catarina”].Há, ainda, filmes experimentais como “Revolução” de Ana Hatherly, “Destruição” de Fernando Calhau, “Paredes Pintadas da Revolução Portuguesa” de António Campos e “O Parto” de José Celso Martinez Corrêa e Celso Lucas.O ciclo aborda, também, as guerras de libertação, com “Adeus, Até ao meu regresso”, de António-Pedro Vasconcelos, e recorda a figura central do capitão, Salgueiro Maia, com “Capitães de Abril” de Maria de Medeiros, o único filme do ciclo que não foi realizado entre 1974 e 1977.O programa foi organizado pelos investigadores Raquel Schefer, Fernando Curopos e Teresa Castro em colaboração com a Cinemateca Portuguesa e o Instituto Camões. As escolhas dos filmes mostram como “o cinema representou a revolução” e como “os modos de representação foram transformados pelo próprio processo revolucionário”, explica Raquel Schefer.“Tentámos, de alguma forma, oferecer um panorama da diversidade estilística, mas também da diversidade dos modos de produção. Há bastantes filmes produzidos por colectivos de cinema, cooperativas de cinema que foram fundadas durante esse período em Portugal. Portanto, o ciclo procura restituir um pouco toda essa heterogeneidade do cinema revolucionário português e, ao mesmo tempo, reflectir ou propor uma reflexão sobre a maneira como o cinema representa a revolução. Mas, ao mesmo tempo, os seus modos de representação são transformados pelo próprio processo revolucionário”, conta a professora de cinema na Sorbonne-Nouvelle.A investigadora sublinha que “o cinema de Abril é, antes de mais, um cinema que procura documentar a revolução”, mas que também vai “reinventar os modos de produção” e “revolucionar as formas cinematográficas”. O impacto é tão forte que “a revolução continua a ter repercussões formais no cinema português até hoje”, acrescenta Raquel Schefer.O realizador Fernando Matos Silva foi um dos protagonistas dessa revolução no cinema. Começou por trabalhar com Paulo Rocha e Fernando Lopes, ainda sob a ditadura, e o seu primeiro filme, “O Mal Amado” (1974) foi o último filme português a ser proibido pela censura e o primeiro a ser estreado depois do 25 de Abril.A 25 de Abril de 1974, Fernando Matos Silva estava na rua às primeiras horas da manhã para filmar imagens que ficaram na história e nunca parou. Com o colectivo Cinequipa, documentou os dias da revolução, da multidão no Largo do Carmo às lutas dos trabalhadores durante o período revolucionário. A Universidade Sorbonne-Nouvelle convidou-o a apresentar os documentários “Applied Magnetics” e “O Caso Sogantal”.“Eu tinha uma grande amizade com a Maria Antónia Palla, jornalista, lutadora. Ela ligou-me e disse: ‘Os homens vão aparecer na televisão todos a falar de política e as mulheres não vão aparecer. Não queres fazer comigo uma coisa chamada ‘Nome Mulher”? Eu disse: ‘Quero! Vou já!' Entretanto, a gente já tinha um programa sobre a juventude para fazer. É que os jovens e as mulheres iam ser esquecidos. Decidimos ir à procura do trabalho feminino que era o mais mal pago, o mais sacrificado porque as mulheres eram quase escravizadas », recordou à RFI o cineasta que teve, este ano, uma retrospectiva dos 60 anos de carreira na Cinemateca Portuguesa. [A RFI vai difundir, em breve, um trabalho sobre Fernando Matos Silva no âmbito dos retratos de Abril que difundimos nos 50 anos da Revolução dos Cravos.]Foram muitos os filmes feitos por este colectivo de cineastas e o posicionamento foi claro desde o princípio, recorda Fernando Matos Silva: « Decidimos avançar com essa luta e pusemo-nos ao lado dos trabalhadores. »Entre 1974 e 1977 viveram-se anos de “cinema revolucionário, militante e muito radical”, resume o historiador de cinema português Mickaël Robert-Gonçalves, que moderou a conversa com Fernando Matos Silva na sessão desta quinta-feira.“Houve um cinema revolucionário, que, na sua maioria, foi um cinema muito radical. Foi um cinema feito pelos cineastas que estavam a fazer o Novo Cinema português nos anos 70. Desde o 25 de Abril, eles decidiram fazer um cinema radical, um cinema militante de forma diferente porque houve um cinema - como os filmes aqui do Fernando Matos Silva – que foi feito para a televisão também e que falava sobre os movimentos sociais, sobre os movimentos de luta das mulheres… Houve também um cinema mais clássico, que era feito para as salas de cinema, um cinema documentário que era mais sobre os eventos e de como o cinema podia acompanhar o que se estava a passar em Portugal”, explica.O ciclo “A Revolução das Imagens – Revolução e Descolonização em Portugal (1974-1977)” começou a 7 de Novembro e decorre até 19 de Dezembro na cinemateca da Universidade Sorbonne-Nouvelle e no cinema l'Ecran Saint-Denis.
Fernanda Mestrinho. Ambas jornalistas, Fernanda Mestrinho, do Diário de Lisboa, esteve na libertação dos presos políticos em Caxias e Maria Antónia Palla, à época no Século. Parceria Clube dos Jornalistas.
Maria Antònia Margarit ens presenta la nova temporada del programa 'Poció de felicitat' i també els cursos que oferirà a partir de l'1 d'octubre a l'Hotel d'Entitats de Roda de Berà. podcast recorded with enacast.com
L'acompanyaran l'exdiputada lloretenca Maria Antònia Batlle, alcaldes del territori i Pere Parramon, subdelegat del govern a Girona.
A digitalização da economia e do comércio coloca cada vez mais o consumidor no centro, dando-lhe novas ferramentas para a decisão, defende a gestora Maria Antónia SaldanhaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
La diputada (Junts) ha rebut el reconeixement de l'Ajuntament, juntament amb Jordi Orobitg (ERC), pels anys de servei al Parlament.
"Copo Vazio", inspirado no livro da psiquiatra e escritora Natalia Timerman, apresenta questões de responsabilidade afetiva
"Burnout - Guia Completo de Prevenção e Tratamento" é o novo livro de Maria Antónia Frasquilho, onde explica quais os sintomas, o que devemos fazer para parar e não chegar a um estado irreversível de esgotamento.
A partir da Conferência do Clube dos 52, Paulo Ferreira junta-se a Vítor Ribeirinho, Patrícia Barão, Maria Antónia Saldanha e Nuno Pinto para falar de oportunidades, riscos e ameaças do futuro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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A luta de Maria Antónia Palla vai além do jornalismo. Mulher de causas, bateu-se especialmente pela despenalização da interrupção voluntária da gravidez. Autora, escritora e feminista, oiça a sua história neste podcast especial Retratos de Abril.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na estante do programa a que ainda há quem chame Governo Sombra (nós não, evidememnte, abrenúncio!), temos um alemão que já se tornou português, Thomas Fischer, a anotar os hábitos dos portugueses “Entre Cravos e Cardos”; a reedição de entrevistas de Maria João Avillez com alguns dos protagonistas da Revolução; uma iniciativa do Público dando a conhecer livros outrora proibidos pela censura; e, também em reedição, revista e aumentada, a biografia literária que Maria Antónia dedicou ao poeta Alexandre O'Neill.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O programa 20 MINUTOS desta segunda-feira (13/11) recebe a cineasta Vera Egito para uma entrevista sobre o filme "A Batalha da Rua Maria Antônia", que aborda o confronto de estudantes da USP e do Mackenzie durante a ditadura militar, que deixou um jovem morto. Quer contribuir com Opera Mundi via PIX? Nossa chave é apoie@operamundi.com.br (Razão Social: Última Instância Editorial Ltda.). Desde já agradecemos! Assinatura solidária: www.operamundi.com.br/apoio Siga Opera Mundi no Twitter: https://twitter.com/operamundi
Devemos pagar uma comissão de cada vez que levantamos dinheiro? Serão as criptomoedas uma ameaça para o setor de meios de pagamentos? Como nos podemos proteger de fraudes quando pagamos um serviço ou um produto? O dinheiro físico vai desaparecer? Neste episódio do MoneyBar, os pagamentos são o centro de todas as atenções – ou não fosse a nossa convidada Maria Antónia Saldanha, country manager da Mastercard em Portugal e uma das mulheres mais poderosas do mundo dos negócios segundo a Forbes Portugal. Uma conversa a não perder! Masterclass “Investir Agora!”: https://bit.ly/MasterclassInvestirAgora Comprar "MoneyLab - O Jogo" - https://bit.ly/MONEYLAB-O-JOGO Consultório MoneyLab (Questões): https://bit.ly/Consultorio_MoneyLab Subscreva a Newsletter: Newsletter MoneyLab – https://bit.ly/NewsletterMoneyLab Junte-se ao grupo de Telegram: https://bit.ly/moneylab-telegram Redes Sociais Instagram: www.instagram.com/barbarabarroso Facebook: www.facebook.com/barbarabarrosoblog/ Subscreva os canais de Youtube: www.youtube.com/barbarabarroso www.youtube.com/moneylabpt Para falar sobre eventos, programas e formação: http://www.moneylab.pt/ Disclaimer: Todo o conteúdo presente neste podcast tem apenas fins informativos e educacionais e não constitui uma recomendação ou qualquer tipo de aconselhamento financeiro.
É conhecida pelo nome artístico mas nasceu Maria Antónia Teixeira Rosa. É luso-britânica, cantora, compositora e atriz, e ficou famosa depois de divulgar vídeos no YouTube a cantar e rapidamente chegou a uma das artistas mais visionadas.Desde 2007 até 2011, foi a artista com maior número de assinantes no Reino Unido e os seus vídeos já foram visionados milhões de vezes. Foi tema de artigos na Rolling Stone,[3] The Sun, na BBC Radio, etc…Trabalhou, para além de Portugal, no Brasil, nos Estados Unidos, … foi júri de programas, fez novelas, séries, dobragens, escreveu um livro, lançou um álbum.Apesar de tanta coisa incrível mas ser mãe, aposto, que é o seu maior feito.É linda, é para mim a pessoa com mais elegância a vestir-se no Instagram. Tenho a honra de trazer n'a Caravana a maravilhosa Mia Rose.Podem seguir a Mia Rose: https://www.instagram.com/officialmiarose/Produção e Agenciamento: Draft Media https://www.draftmediaagency.comMerchandising N'A Caravana: https://loja.ritaferroalvim.com/Obrigada a todos meus patronos por me permitirem fazer o que gosto e beneficiarem e acreditarem nos meus projetos. Um agradecimento especial aos patronos Premium: Rossana Oliveira, Mónica Albuquerque, Raquel Garcia, Sofia Salgueiro, Sofia Custódio, Patrícia Francisco, Priscilla, Maria Granel, Margarida Marques, Ana Moura, Rita Teixeira, Ana Reboredo, Rita Cabral, Tânia Nunes, Rita Nobre Luz, Leila Mateus, Bernardo Alvim, Joana Gordalina Figueiredo, Mónica Albuquerque, Rita Pais, Silvia, Raquel Garcia, Mariana Neves, Madalena Beirão, Rita Dantas, Ana Rita Barreiros, Maria Castel-Branco, Filipa Côrte-Real, Margarida Miguel Gomes, Rita Mendes, Rita Fijan Fung, Luísa Serpa Pimentel, Rita P, Mónica Canhoto, Daniela Teixeira, Maria Gaia, Sara Fraga, Cláudia Fonseca, Olga Sakellarides, Rafaela Matos, Ana Ramos, Isabel Duarte, Joana Sotelino, Ana Telles da Silva, Carolina Tomé, Patrícia Dias, Raquel Pirraca, Luisa Almeida, Filipa Roldão, Inês Cancela, Carina Oliveira, Maria Correia de Sá.
Nasceu em Lisboa a 17 de julho de 1961, filho do poeta e escritor comunista Orlando da Costa e da jornalista Maria Antónia Palla que, desde cedo, se destacou na luta pelos direitos das mulheres. António Luís dos Santos Costa, 'babush' para a família e amigos muito antigos, recorda com saudade a "experiência extraordinária" que viveu no ciclo preparatório no Conservatório Nacional: "A escola era perto de casa e os meus pais queriam que eu tivesse educação musical, mas eu preferia jogar futebol. Não aprendi nenhum instrumento, um desperdício." Adolescente de Abril, andou na rua "a ver a Revolução, o Caso República foi a primeira manifestação do PS" em que participou, pouco depois de ter acompanhado o pai a um comício de apoio ao general Vasco Gonçalves e não ter gostado do "ar quase religioso" com que os comunistas cantavam o Avante. Criado entre o Bairro Alto e São Mamede, andou de autocarro pela primeira vez quando se inscreveu na Faculdade de Direito de Lisboa. Foi aluno do atual Presidente e, Marcelo Rebelo de Sousa, deu-lhe um 17, a melhor nota que teve na licenciatura. Foi monitor na Faculdade, fez o estágio de advocacia no escritório de Jorge Sampaio e Vera Jardim - do qual era sócio o seu tio, Jorge Santos - mas cedo guinou para a política, sua verdadeira motivação, para a qual está talhado com uma vocação instintiva. Foi deputado, eurodeputado, líder parlamentar do PS - função da qual não gostou - mas adora "funções executivas". "Adorei ser presidente da Câmara, adorei ser ministro da Justiça, adorei ser ministro de Estado e da Administração Interna. Gosto muito das funções que atualmente exerço, portanto, tenho tido felicidade", confessa o primeiro-ministro. "Se os calendários eleitorais se cumprirem trabalharei com um terceiro Presidente", afirma. O futuro político será público quando o laico, intuitivo e hábil negociador António Costa achar oportuno anunciá-lo. O atual mandato é para cumprir até ao fim, garante o primeiro-ministro. Nota: esta entrevista foi gravada a 21 de dezembro de 2022.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nasceu em Lisboa a 17 de julho de 1961, filho do poeta e escritor comunista Orlando da Costa e da jornalista Maria Antónia Palla que, desde cedo, se destacou na luta pelos direitos das mulheres. António Luís dos Santos Costa, 'babush' para a família e amigos muito antigos, recorda com saudade a "experiência extraordinária" que viveu no ciclo preparatório no Conservatório Nacional: "A escola era perto de casa e os meus pais queriam que eu tivesse educação musical, mas eu preferia jogar futebol. Não aprendi nenhum instrumento, um desperdício." Adolescente de Abril, andou na rua "a ver a Revolução, o Caso República foi a primeira manifestação do PS" em que participou, pouco depois de ter acompanhado o pai a um comício de apoio ao general Vasco Gonçalves e não ter gostado do "ar quase religioso" com que os comunistas cantavam o Avante. Criado entre o Bairro Alto e São Mamede, andou de autocarro pela primeira vez quando se inscreveu na Faculdade de Direito de Lisboa. Foi aluno do atual Presidente e, Marcelo Rebelo de Sousa, deu-lhe um 17, a melhor nota que teve na licenciatura. Foi monitor na Faculdade, fez o estágio de advocacia no escritório de Jorge Sampaio e Vera Jardim - do qual era sócio o seu tio, Jorge Santos - mas cedo guinou para a política, sua verdadeira motivação, para a qual está talhado com uma vocação instintiva. Foi deputado, eurodeputado, líder parlamentar do PS - função da qual não gostou - mas adora "funções executivas". "Adorei ser presidente da Câmara, adorei ser ministro da Justiça, adorei ser ministro de Estado e da Administração Interna. Gosto muito das funções que atualmente exerço, portanto, tenho tido felicidade", confessa o primeiro-ministro. "Se os calendários eleitorais se cumprirem trabalharei com um terceiro Presidente", afirma. O futuro político será público quando o laico, intuitivo e hábil negociador António Costa achar oportuno anunciá-lo. O atual mandato é para cumprir até ao fim, garante o primeiro-ministro. Nota: esta entrevista foi gravada a 21 de dezembro de 2022.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A deputada do PSD Paula Cardoso sublinha a importância de ouvir a sociedade sobre um tema pouco consensual. A deputada socialista Maria Antónia Almeida dos Santos fala de um "referendo desadequado".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ens hem tornat uns voyeurs? L'assagista i il
Ens hem tornat uns voyeurs? L'assagista i il
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La Sherman ens regala la galeria de cobertes de Pingu Random House, l'aniversari de Johhny Ramone, Teresa P
Mamileiros e mamiletes, a perspectiva do que é a paternidade, de que papel ela tem na vida do homem e do desenvolvimento dos seus filhos está em transformação. Em gerações passadas, a figura paterna era responsável pela proteção, pelo sustento e por trazer o mundo exterior com suas pressões, demandas, regras e maravilhas para o ambiente doméstico. Nas últimas décadas, entretanto, conforme a mulher foi ocupando espaços no mercado de trabalho, o equilíbrio doméstico também foi se transformando. Começamos a esperar e a exigir mais dos homens. Além de dividir as tarefas domésticas, os pais agora são cobrados por participar ativamente do cotidiano dos filhos, a dividir o cuidado e a construir vínculos emocionais mais profundos e estreitos. Qual é então a função dos pais? Qual é o papel que eles desempenham no desenvolvimento das crianças? O que é ser um bom pai? Como podemos ser bons pais? Como estabelecemos um novo equilíbrio no tripé mãe, pai e criança? No programa de hoje, Ju Wallauer e Cris Bartis conversam com três pais em profunda transformação. O fotógrafo Sergio Carolino, pai de Pedro, da Maria e do Caetano, o ator e diretor Lázaro Ramos, pai de duas crianças, Maria Antônia e João Vicente, e o pediatra Daniel Becker, pai Anna, do Ilan e do Pedro. Aperta o play e vem com a gente! Music: Delamine by Blue Dot Sessions (www.sessions.blue). _____ FALE CONOSCO . Email: mamilos@b9.com.br _____ CONTRIBUA COM O MAMILOS Quem apoia o Mamilos ajuda a manter o podcast no ar e ainda participa do nosso grupo especial no Telegram. É só R$9,90 por mês! Quem assina não abre mão. https://www.catarse.me/mamilos _____ Equipe Mamilos Mamilos é uma produção do B9 A apresentação é de Cris Bartis e Ju Wallauer. Pra ouvir todos episódios, assine nosso feed ou acesse mamilos.b9.com.br Quem coordenou essa produção foi a Beatriz Souza. Com a estrutura de pauta e roteiro escrito por Eduarda Esteves. A edição foi de Mariana Leão e as trilhas sonoras, de Angie Lopez. A capa é de Helô D'Angelo. A coordenação digital é feita por Agê Barros, Carolina Souza e Thallini Milena. O B9 tem direção executiva de Cris Bartis, Ju Wallauer e Carlos Merigo. O atendimento e negócios é feito por Rachel Casmala, Camila Mazza, Greyce Lidiane e Telma Zenaro.
Uma data para conversar com Maria Antônia, a primeira tenente-coronel trans do Brasil, e Washington Dourado, o primeiro lutador de MMA assumidamente gay do país.
O primeiro-ministro, António Costa, já veio dizer que a situação “é grave”, referindo-se aos problemas que afetam o Serviço Nacional de Saúde por estes dias. Há situações por resolver com os anestesistas, na Medicina Interna, com a Psiquiatria, muitos médicos à beira da reforma e uma insatisfação geral com os baixos salários e os desequilíbrios entre os 'tarefeiros' e o setor privado. Marta Temido, que até já tem a porta de saída apontada, diz que, por ela, continua a lutar. A analisar este tema estiveram reunidos Maria do Céu Santo, médica ginecologista, Maria Antónia Almeida Santos, deputada do PS, Miguel Guimarães, bastonário da Ordem dos Médicos, e Xavier Barreto, presidente da Associação dos Administradores Hospitalares. O programa foi moderado por Bernardo Ferrão e exibido na SIC Notícias a 17 de Junho. See omnystudio.com/listener for privacy information.
O deputado do PSD Ricardo Baptista Leite diz que nada foi feito pelo Governo para "corrigir falhas estruturais" de anos. A socialista Maria Antónia Almeida Santos fala de uma "situação pontual" See omnystudio.com/listener for privacy information.
Taís Araújo, Rafa Brites e Maria Clara Gueiros debatem sobre a criação de filhos homens. Rafa é mãe do Rocco, de 4 anos, Taís é mãe da Maria Antônia, de 6, e do João Vicente, de 10, e Maria Clara Gueiros é mãe do Bruno, de 24, e do João, de 26. Nesse episódio, elas deram dicas e conselhos de como não reproduzir o machismo dentro e fora de casa e como criar meninos mais conscientes e mais respeitosos com as mulheres.
Avui celebrem la nova antologia de Males Herbes, "Bromistes, tramposos i mentiders", consagrada al realisme m
On the 2nd and 3rd of October 1968, students from two neighbouring universities in the centre of São Paulo clashed in a battle which left one dead and many injured. Thomas Pappon talked to two former students who were at the so called 'Battle of Maria Antônia'.Photo: the 'Battle of Maria Antonia', São Paulo, 1968. Credit: Agência Estado/AFP