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A maestra carioca Andréa Huguenin Botelho, radicada há 27 anos na Alemanha e já reconhecida por sua trajetória na música erudita, está prestes a encarar um desafio para poucos. Ela acaba de se tornar a primeira mulher a ocupar o posto de regente titular da Orquestra Sinfônica do Palatinado Ocidental, tradicional da cidade de Kusel, no oeste da Alemanha, com mais de 130 anos de história. Para o concerto de estreia, marcado para 21 de junho, Andréa adiantou que fará questão de incluir a música brasileira no programa: Pixinguinha deverá representar o país no palco. Gabriel Brust, correspondente da RFI em Düsseldorf, Alemanha Andréa contou à RFI como foi o processo de seleção para reger a orquestra: “O processo para você ser escolhido para uma orquestra, seja ela amadora, semi-profissional ou profissional, aqui na Alemanha, demora um pouquinho, porque é muito difícil. É um processo que eu acho muito bonito, porque, além da sua competência, você é escolhido pelos músicos da orquestra. A orquestra tem a voz para escolher o seu líder. Dentro das entrevistas que a gente tem de fazer, a gente tem que dizer o nosso conceito, porque a orquestra vai ter a minha cara. Então, eu falei que o meu conceito é que nenhum repertório, nenhum concerto vai ser só com obras de homens”. Pesquisar e dar visibilidade a compositoras atuais e do passado se tornou uma das missões da maestra. Além, é claro, de trazer mais mulheres para os palcos. “Até metade do século 20 e até hoje, a gente tinha um problema de que as mulheres tinham dificuldade de entrar no mercado de trabalho de orquestras. O que se faz na seleção de músicos agora são as blind auditions, onde o teste é feito atrás de um biombo para a gente não ver quem está lá. E isso surgiu porque se descobriu que, quando se fechava o biombo e as pessoas não sabiam quem estava tocando, começou a aumentar o número de mulheres nas orquestras.” Andréa é curadora da série de apresentações Komponistin! (ou Compositora!, em alemão), que ocorre em Berlim, e também é membro do conselho do arquivo musical Frauen und Musik (Mulheres e Música), instituição baseada em Frankfurt focada na redescoberta, valorização e divulgação de obras de compositoras historicamente negligenciadas. Música erudita, um mundo masculino A percepção de que o mundo da música erudita era bastante masculino ocorreu ainda cedo, no Rio de Janeiro, quando Andréa começou sua carreira. “Quando fui falar com meu professor na época em que eu queria reger, ele disse: ‘não sabia que você era de igreja'. Eu disse que não era. Mas é que na cabeça dele, mulheres só regiam corais de igreja”. Foi na Rússia – um dos países fundamentais para sua trajetória musical, ao lado de Alemanha e Estados Unidos – que veio a ideia de começar a pesquisar o trabalho de autoras mulheres: “A virada de chave foi exatamente em São Petersburgo, onde fui chamada para reger uma obra de Shostakovich, que é um dos compositores que mais aprecio. Quando fui estudar a ópera Lady Macbeth do Distrito de Mtsensk, vi que ela degrada a mulher de uma forma, até com um estupro coletivo na personagem principal. É muito pesado. E aí eu falei, ‘mas peraí, eu garanto que mulher não ia escrever isso.' Daí logo pensei: mas será que elas escreveram?” Não só elas escreveram sobre muitos temas, como a maestra estará apresentando algumas de suas mulheres preferidas da música em um concerto neste domingo (8), dia da mulher, no mesmo castelo Britz, em Berlim, tendo no repertório Ivone Lara, Elza Soares, Dinorá de Carvalho, Maria Amélia e Babi de Oliveira, entre outras. Música brasileira em escola alemã A divulgação da música brasileira também tem ocupado a atribulada agenda da maestra Andréa na Alemanha. Em 2016, ela criou o Brasilianische Musik in der City West, um programa dedicado exclusivamente ao ensino da música do Brasil a estrangeiros, e inteiramente financiado pelo governo alemão. Para Andréa, há diferenciais que valorizam a música de seu país natal. “A música brasileira não proporciona o que a gente chama de estranhamento cultural. Como a música europeia teve um berço enorme, ela teve o seu caminho pelo Brasil, e também a gente teve as relações com as músicas de países africanos, e ela se mesclou. E na década de 1960, com as misturas do jazz, a música brasileira se tornou uma música muito agradável para diversas culturas”. Parceria com a filha Nos últimos anos, Andréa conta com a parceria de alguém bastante próximo, sua filha Duda Botelho que, aos 18 anos, já é uma contrabaixista que acumula prêmios, como o Concurso Internacional de Música Grunewald e o prêmio do Festival Internacional de Contrabaixo da Bélgica. “O trabalho da minha mãe foi uma grande influência, não só no meu repertório, mas também na minha musicalidade e técnica no contrabaixo. Ao longo dos anos, conforme ela foi arranjando mais peças de compositoras, ela sempre me perguntava se o que ela estava escrevendo era possível de tocar no contrabaixo. E, com isso, sem a gente perceber, esse processo contribuiu muito para o meu desenvolvimento. Eu me desafiava constantemente a conseguir tocar essas obras”, conta a jovem.
A maestra carioca Andréa Huguenin Botelho, radicada há 27 anos na Alemanha e já reconhecida por sua trajetória na música erudita, está prestes a encarar um desafio para poucos. Ela acaba de se tornar a primeira mulher a ocupar o posto de regente titular da Orquestra Sinfônica do Palatinado Ocidental, tradicional da cidade de Kusel, no oeste da Alemanha, com mais de 130 anos de história. Para o concerto de estreia, marcado para 21 de junho, Andréa adiantou que fará questão de incluir a música brasileira no programa: Pixinguinha deverá representar o país no palco. Gabriel Brust, correspondente da RFI em Düsseldorf, Alemanha Andréa contou à RFI como foi o processo de seleção para reger a orquestra: “O processo para você ser escolhido para uma orquestra, seja ela amadora, semi-profissional ou profissional, aqui na Alemanha, demora um pouquinho, porque é muito difícil. É um processo que eu acho muito bonito, porque, além da sua competência, você é escolhido pelos músicos da orquestra. A orquestra tem a voz para escolher o seu líder. Dentro das entrevistas que a gente tem de fazer, a gente tem que dizer o nosso conceito, porque a orquestra vai ter a minha cara. Então, eu falei que o meu conceito é que nenhum repertório, nenhum concerto vai ser só com obras de homens”. Pesquisar e dar visibilidade a compositoras atuais e do passado se tornou uma das missões da maestra. Além, é claro, de trazer mais mulheres para os palcos. “Até metade do século 20 e até hoje, a gente tinha um problema de que as mulheres tinham dificuldade de entrar no mercado de trabalho de orquestras. O que se faz na seleção de músicos agora são as blind auditions, onde o teste é feito atrás de um biombo para a gente não ver quem está lá. E isso surgiu porque se descobriu que, quando se fechava o biombo e as pessoas não sabiam quem estava tocando, começou a aumentar o número de mulheres nas orquestras.” Andréa é curadora da série de apresentações Komponistin! (ou Compositora!, em alemão), que ocorre em Berlim, e também é membro do conselho do arquivo musical Frauen und Musik (Mulheres e Música), instituição baseada em Frankfurt focada na redescoberta, valorização e divulgação de obras de compositoras historicamente negligenciadas. Música erudita, um mundo masculino A percepção de que o mundo da música erudita era bastante masculino ocorreu ainda cedo, no Rio de Janeiro, quando Andréa começou sua carreira. “Quando fui falar com meu professor na época em que eu queria reger, ele disse: ‘não sabia que você era de igreja'. Eu disse que não era. Mas é que na cabeça dele, mulheres só regiam corais de igreja”. Foi na Rússia – um dos países fundamentais para sua trajetória musical, ao lado de Alemanha e Estados Unidos – que veio a ideia de começar a pesquisar o trabalho de autoras mulheres: “A virada de chave foi exatamente em São Petersburgo, onde fui chamada para reger uma obra de Shostakovich, que é um dos compositores que mais aprecio. Quando fui estudar a ópera Lady Macbeth do Distrito de Mtsensk, vi que ela degrada a mulher de uma forma, até com um estupro coletivo na personagem principal. É muito pesado. E aí eu falei, ‘mas peraí, eu garanto que mulher não ia escrever isso.' Daí logo pensei: mas será que elas escreveram?” Não só elas escreveram sobre muitos temas, como a maestra estará apresentando algumas de suas mulheres preferidas da música em um concerto neste domingo (8), dia da mulher, no mesmo castelo Britz, em Berlim, tendo no repertório Ivone Lara, Elza Soares, Dinorá de Carvalho, Maria Amélia e Babi de Oliveira, entre outras. Música brasileira em escola alemã A divulgação da música brasileira também tem ocupado a atribulada agenda da maestra Andréa na Alemanha. Em 2016, ela criou o Brasilianische Musik in der City West, um programa dedicado exclusivamente ao ensino da música do Brasil a estrangeiros, e inteiramente financiado pelo governo alemão. Para Andréa, há diferenciais que valorizam a música de seu país natal. “A música brasileira não proporciona o que a gente chama de estranhamento cultural. Como a música europeia teve um berço enorme, ela teve o seu caminho pelo Brasil, e também a gente teve as relações com as músicas de países africanos, e ela se mesclou. E na década de 1960, com as misturas do jazz, a música brasileira se tornou uma música muito agradável para diversas culturas”. Parceria com a filha Nos últimos anos, Andréa conta com a parceria de alguém bastante próximo, sua filha Duda Botelho que, aos 18 anos, já é uma contrabaixista que acumula prêmios, como o Concurso Internacional de Música Grunewald e o prêmio do Festival Internacional de Contrabaixo da Bélgica. “O trabalho da minha mãe foi uma grande influência, não só no meu repertório, mas também na minha musicalidade e técnica no contrabaixo. Ao longo dos anos, conforme ela foi arranjando mais peças de compositoras, ela sempre me perguntava se o que ela estava escrevendo era possível de tocar no contrabaixo. E, com isso, sem a gente perceber, esse processo contribuiu muito para o meu desenvolvimento. Eu me desafiava constantemente a conseguir tocar essas obras”, conta a jovem.
Neste videocast, a Dra. Maria Amélia recebe a biomédica Vitória (coordenação de centro de pesquisa) e a nefrologista e pesquisadora Dra. Juliana Mansur para um papo sobre novidades e bastidores da pesquisa clínica na Nefrologia.Você vai entender por que o Brasil ganhou espaço em estudos multicêntricos, como funciona o dia a dia de um centro de pesquisa, quais são os desafios reais para incluir pacientes e como a equipe lida com temas que sempre geram dúvidas.Também discutimos por que glomerulopatias viraram um “boom” de inovação, como terapias renoprotetoras mudaram o cenário (inclusive impactando proteinúria como critério de inclusão) e o que esperar do futuro: medicina mais personalizada, combinação de classes e novas frentes como inibidores do complemento.Gostou do tema? Deixe um comentário com sua dúvida sobre pesquisa clínica, inscreva-se e compartilhe com um colega :)------------------------------------------------------------------
Enquanto o diabetes tipo 2 avançou com múltiplas opções terapêuticas, o que realmente temos hoje para o paciente com DM1 que desenvolve albuminúria ou queda da TFG?Neste episódio do podcast Nefropapers, a Dra. Maria Amélia traz o que já está bem estabelecido, o que ainda é off-label e quais são as perspectivas reais para o futuro.Você vai entender:⦁ Qual é o risco real de doença renal no diabetes tipo 1⦁ Quais fatores aceleram progressão da doença⦁ Quando IECA ou BRA estão indicados, mesmo sem hipertensão⦁ Por que SGLT2 não é recomendado oficialmente no DM1⦁ O que esperar de finerenona e análogos de GLP-1 nessa população--------------------------------------------Venha fazer parte da maior comunidade de Nefrologia:
Neste episódio, a Dra. Maria Amélia comenta os principais pontos da nova Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial — da redefinição dos níveis pressóricos à escolha do tratamento ideal. Entenda:
Atualizações em Hipertensão Arterial: foco na individualização das metas pressóricas e dos fármacosNeste episódio do Nefropapers, Maria Amélia Hazin, Rachel Sogaiar e Maria Estela Vidoretti discutem as principais atualizações das diretrizes de hipertensão arterial, com ênfase na individualização das metas de pressão arterial para diferentes perfis de pacientes.
A Fundação Hospitalar de Minas Gerais disse hoje ter retomado gradualmente as internações no Maria Amélia Lins, em Belo Horizonte; O Supremo Tribunal Federal manteve o acordo de reparação dos danos causados pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana; O governo dos Estados Unidos esclareceu hoje que a nova tarifa imposta sobre as importações chinesas será de 145%. See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Primeira Câmara do Tribunal de Contas do Estado confirmou hoje a decisão que paralisou a terceirização do hospital Maria Amélia Lins, em Belo Horizonte; As forças de segurança pública de Minas Gerais procuram os suspeitos de aterrorizar nesta madrugada o município de Guaxupé, no Sul do estado; O governo dos Estados Unidos confirmou que vai impor a partir de amanhã tarifas totais de 104% sobre as importações da China See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os guidelines do KDIGO são as principais recomendações da nefrologia mundial. Doença Renal Policística Dominante é a principal doença genética monogênica que leva à DRC. Nesse videocast, Layon, Igor e Maria Amélia abordam os principais pontos do tão esperado KDIGO de DRPAD.
Afinal, qual o alvo pressórico em pacientes com diabetes tipo 2? Nesse podcast, Maria Amélia Hazin e Raquel Sogaiar comentam sobre o BPROAD, landmark que é mais um tijolo na construção desse conhecimento. 00:00 - Introdução 05:47 - Característica dos grupos, critérios de inclusão e exclusão 07:43 - Materiais, Metodologias, limitações e pormenores geográficos 19:32 - Desfechos, eventos adversos graves e considerações finais
Os relatos ganham volume na Europa, nos Estados Unidos e até na China. Chamam-lhes «pais-helicóptero», «limpa-neves», «bulldozers» ou «tigres». Há várias definições que descrevem estilos e atitudes parentais marcadas pela forte proteção e intervenção na vida social e escolar dos filhos, mesmo na maioridade.Quando é que o acompanhamento intenso da atividade dos filhos deixa de ser saudável para o crescimento equilibrado das crianças e jovens? A resposta está no estímulo à autonomia desde idades mais tenras? Com que ajudas podem os pais contar? E que estratégias podem ser seguidas pelos próprios jovens?Para este debate, chamamos a psicoterapeuta Ana Moniz e a psicóloga Maria Amélia Amorim. O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Renascença.
No episódio #96 as petianas Alice Dias e Maria Eduarda Veras recebem a professora Giselle Venâncio para falar sobre um dos historiadores mais conhecidos do Brasil: Sérgio Buarque de Holanda. Mais que um episódio biográfico, nessa conversa nossa convidada vai mostrar as transformações e os impactos da obra de Sérgio, além de discutir as várias leituras que foram feitas do autor ao longo do tempo. Conversamos também sobre a atualidade das suas contribuições, pensando em questões como a História Ambiental, cada vez mais urgente em nosso campo de estudo. Resgatando figuras como Maria Amélia Buarque, o episódio conta também com comentários acerca de pessoas importantes para a vida e obra de Sérgio, bem como para a história brasileira.
Uma história fantástica sobre alguns brasileiros que realizaram a maior aventura já feita pelo homem sobre rodas na face da Terra. Até onde um Ford T iria? Confira o relato de quem conheceu Eliot Ness, Henry Ford, os presidentes Roosevelt e Getúlio Vargas e, ao final, disseram, conforme está no livro: 'Não sabia que era tão longe'.O TEOmídia Cast é um podcast que também pode ser assistido no serviço de streaming TEOmídia. A cada semana, convidados especiais falam sobre teologia, vida cristã e fé, para a glória de Deus. Para assistir na íntegra acesse TEOmídia.com.Confira também nossas novidades no link da bio, em @teomidia, para edificar-se todos os dias!José Augusto Barboza Cava, casado com Gisleine Macena Camillo, é fundador do Museu Mário Fava, Bariri - SP, e curador dele desde a inauguração. Foi locutor na antiga ZYZ 8 Rádio Cultura de Bariri e participou da política, na mesma cidade, sendo vereador durante dois mandatos e também foi vice-prefeito. Já foi casado com Widad Jorge Barboza Cava, têm dois filhos, Leonardo e Maria Amélia e duas netas Sarah e Rafaela. Seu pai, João Cava, foi um dos três brasileiros que em 1920, fizeram a aventura pelas três Américas, considerada impossível pelos governantes da época, e reconhecida até hoje como a maior aventura feita pelo homem, sobre rodas na Terra. João era amigo do Mário Fava desde antes da viagem. E a sombra de um pé de caqui, ambos contaram toda a aventura para José Augusto. Enquanto o livro "Não sabia que era tão longe" era escrito, José Augusto Cava e Osni Ferrari, já eram amigos e trocavam capítulos entre si, corrigindo e consolidando os feitos dos heróis de Bariri.Este podcast a serviço de Cristo foi apresentado pelos pastores Fernando Hamilton Costa.
Não é segredo para ninguém que, desde que o mundo é mundo, a Lua tem um sem-fim de afazeres que inclui: iluminar a noite dos terráqueos, reger as marés, embalar os namorados, inspirar os poetas... Tudo isso enquanto dá voltas e mais voltas ao redor da Terra. Puxa! A gente fica tonto só de imaginar essa rotina. Mas já pensou se um dia ela ficasse tão cheia disso tudo que decidisse, simplesmente, tomar um chá de sumiço? Muita coisa pode acontecer no céu quando não vemos a Lua – e também quando ela não está lá para ver.... Escrito por Maria Amália Camargo, ilustrado por May Shuravel e publicado no Brasil pela editora nVersinhos. Para acompanhar a história juntamente com as ilustrações do livro, compre o livro aqui: https://amzn.to/3LRot8a Se vc gostou, compartilhe com seus amigos e me siga nas redes sociais! https://www.instagram.com/bookswelove_livrosqueamamos/ E fiquem ligados, porque toda sexta-feira publico uma nova história. Até mais!
Nesse episódio, Maria Amélia debate em uma live com o pessoal do @endodirect o FLOW Study, artigo que veio tremer as canetas dos consultórios nefrológicos!!!
Em setembro de 1974, o jornal Última Hora de Samuel Wainer apresentou uma entrevista exclusiva com Julinho da Adelaide. Conduzida por Mário Prata e Melchiades Cunha Jr., a conversa foi gravada e hoje é um dos mais interessantes registros daqueles anos de chumbo. Para você entender um pouco melhor do que estamos falando, acompanhe o depoimento do jornalista e escritor Mário Prata publicado em 1998 no site oficial de Chico Buarque: “Eu me lembro até da cara do Samuel Wainer quando eu disse que estava pensando em entrevistar o Julinho da Adelaide para o jornal dele. Ia ser um furo. Julinho da Adelaide, até então, não havia dado nenhuma entrevista. Poucas pessoas tinham acesso a ele. Nenhuma foto. Pouco se sabia de Adelaide. Setembro de 74. - Ele topa? - Quem, o Julinho? - Não, o Chico.O Chico já havia topado e marcado para aquela noite na casa dos pais dele, na rua Buri. Demorou muitos uísques e alguns tapas para começar. Quando eu achava que estava tudo pronto o Chico disse que ia dar uma deitadinha. Subiu. Voltou uma hora depois.Lá em cima, na cama de solteiro que tinha sido dele, criou o que restava do personagem. Quando desceu, não era mais o Chico. Era o Julinho. A mãe dele não era mais a dona Maria Amélia que balançava o gelo no copo de uísque. Adelaide era mais de balançar os quadris. Julinho, ao contrário do Chico, não era tímido. Mas, como o criador, a criatura também bebia e fumava. Falava pelos cotovelos. Era metido a entender de tudo. Falou até de meningite nessa sua única entrevista a um jornalista brasileiro. Sim, diz a lenda que Julinho, depois, já no ostracismo, teria dado um depoimento ao brasilianista de Berkely, Matthew Shirts. Mas nunca ninguém teve acesso a esse material. Há também boatos que a Rádio Club de Uchôa, interior de São Paulo, teria uma gravação inédita. Adelaide, pouco antes de morrer, ainda criando palavras cruzadas para o Jornal do Brasil, afirmava que o único depoimento gravado do filho havia sido este, em setembro de 1974, na rua Buri, para o jornal Última Hora. Como sempre, a casa estava cheia. De livros, de idéias, de amigos. Além do professor Sérgio Buarque de Hollanda e dona Maria Amélia, me lembro da Cristina (irmã do Julinho, digo, Chico) e do Homerinho, da Miucha e do capitão Melchiades, então no Jornal da Tarde. Tinha mais irmãos (do Chico). Tenho quase certeza que o Álvaro e o Sergito (meu companheiro de faculdade de Economia) também estavam.Quem já ouviu a fita percebeu que o nível etílico foi subindo pergunta a resposta. O pai Sérgio, compenetrado e cordial, andava em volta da mesa folheando uma enorme enciclopédia. De repente, ele a coloca na minha frente, aberta. Era em alemão e tinha a foto de uma negra. Para não interromper a gravação, foi lacônico, apontando com o dedo:- Adelaide.Essa foto, de uma desconhecida africana, depois de alguns dias, estaria estampada na Última Hora com a legenda: arquivo SBH. Julinho não se deixaria fotografar. Tinha uma enorme e deselegante cicatriz muito mal explicada no rosto. Naquelas duas horas e pouco que durou a entrevista e o porre, Chico inventava, a cada pergunta, na hora, facetas, passado e presente do Julinho. As informações jorravam. Foi ali que surgiu o irmão dele, o Leonel (nome do meu irmão), foi ali que descobrimos que a Adelaide tinha dado até para o Niemeyer, foi ali que descobrimos que o Julinho estava puto com o Chico:- O Chico Buarque quer aparecer às minhas custas.Para mim, o que ficou, depois de quase 25 anos, foi o privilégio de ver o Chico em um total e super empolgado momento de criação. Até então, o Julinho era apenas um pseudônimo pra driblar a censura. Ali, naquela sala, criou vida. Baixou o santo mesmo. Não tínhamos nem trinta anos, a idade confessa, na época, do Julinho.Hoje, se vivo fosse, Julinho teria 55 anos (em 1998, quando o texto foi escrito). Infelizmente morreu. Vítima da ditadura que o criou. --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/pecasraras/message
Tema de todos os dias do ambulatório de nefrologia... Nesse episódio Maria Amélia Hazin e Raquel Sogaiar fazem um apanhado sobre o que não podemos deixar de saber para abordar esse problema tão comum! ITU de Repetição 00:00- Introdução, Definições, Recorrência e Antibioticoterapia 09:14 - Estratégias para evitar recidiva e Recorrências (incluindo novas terapias)
Novamente um episódio em parceria com o EndoDirect! Nesse episódio, Maria Amélia Hazin discute os principais pontos sobre o DMPT - Diabetes Mellitus pós transplante. 02:00 - Definição e Conceitos 07:00 - Fatores de Risco 18:40 - Complicações 20:45 - Rastreamento / Diagnóstico 27:45 - Tratamento
Em mais uma parceria com a equipe do Nefropapers (@nefropapers), convidamos a nefrologista Maria Amélia para discutirmos sobre o manejo do diabetes mellitus pós tranplante (DMPT). MINUTAGEM: • Definição de conceitos (02:00) • Epidemiologia / Fatores de Risco (07:00) • Complicações (18:40) • Rastreamento / Diagnóstico (20:45) • Tratamento (27:45)
“As lesões cometidas contra o povo, as ofensas, as perdas, não só vamos recuperar, quando a gente conhecer a verdade. Aí se fortalece um povo, aí você construir a democracia”. A jornalista e defensora de direitos humanos Maria Amélia de Almeida Teles, mais conhecida como Amelinha Teles, é direta ao falar dos 60 anos do […] O post Amelinha Teles: ‘Ainda esperamos política de memória, verdade e justiça sobre a ditadura’ apareceu primeiro em Rádio Brasil de Fato.
DIA MUNDIAL DO RIM! Creatinina para TODOS! Nesse dia Especial, Maria Amélia Hazin e Lucas Luz falam sobre diagnóstico precoce, screening, fatores de risco e novas terapias para Doença Renal Crônica. Além, é claro, de falar um pouco sobre creatinina. 00:00 - Introdução e Definições sobre DRC 04:43 - Fatores de Risco 07:20 - Screening 10:00 - Classificação 15:00 - Referir ao nefrologista? 17:04 - CKM e avanços 22:00 - Sobre a creatinina...
Neste episódio especial vamos recuar ainda mais no tempo, aos primórdios deste podcast, mais precisamente a junho de 2016 quando entrámos no mais antigo bar de alterne lisboeta, o Piri-Piri, dispostos a deixar os preconceitos à porta - ou pelo menos tentar - para entrevistar Maria Amélia, por todos chamada de Lela, a dona daquele lugar boémio que há 81 anos conta parte da história da capital. Um bar que serviu durante décadas companhia, marotice, mas “não sexo”, como Lela fez questão de frisar nesta conversa, porque o seu negócio sempre foi o da bebida. Neste podcast, a ‘madame' desconstrói algumas ideias feitas sobre espaços como este e, no caso dela, garante ter sido sempre mulher de um homem só. Diz que o melhor do seu dia é chegar a casa e ter um jantar feito pelo seu marido, regado com um bom vinho branco gelado. Monogamias e romantismos aparte, Lela juntou ao cocktail desta conversa uma boa dose de malícia e humor, sem falsos moralismos, ao revelar o jogo da casa e as manhas e os segredos desta pequena barca do prazer, com vocação de confessionário, situada no número 61 da Rua da Glória, junto à Praça da Alegria, onde o inferno é estar só. Atualmente com 65 anos, Lela continua a orgulhar-se de ser “a madame das noites picantes” ou “a cigana da praça da alegria”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O projeto reúne a memória de comunidades quilombolas de Valença, Pinheiral, Piraí, entre outras localidades do sul fluminense. A produção, que resgata 32 pontos centenários, foi apresentada pela primeira vez no sábado, 23 de setembro, no Viaduto Negrão de Lima, em Madureira. A proposta do álbum é preservar a cultura do jongo entre gerações e dar visibilidade aos territórios. A Rádio UFRJ ouviu a jongueira Maria Amélia, o idealizador e curador Marcos André e a servidora pública Valeria Lima.Reportagem: João Vitor PrudenteEdição: Gustavo Silveira
Nesse episódio, Lucas Luz e Maria Amélia Hazin abordam de forma geral a hematúria. Um resumo geral sempre de olho no diagnóstico diferencial e na gravidade das situações clínicas !!! 00:00 - Introdução às hematúrias 02:05 - Hematúrias Macroscópicas 03:17 - Causas Ginecológicas 04:34 - Hematúrias Microscópicas 10:53 - Além da IgA 15:01 - Mea, Hematúria Biopsia? 18:06 - Hematúrias Não Glomerulares @nefropapers
Nesse Episódio, Raquel e Maria Amélia falam sobre a relação entre a Creatina, Alguns suplementos e o Rim com o background científico pelo qual prezamos! 00:00 - Introdução 03:05 - O uso da Creatina, sua composição e dose 06:57 - Creatinina, Creatina e estimativa de função renal 09:14 - "Fatores de confusão" 10:46 - Uso de Creatina em Doença Renal Crônica 13:04 - Suplemento Protéico 14:52 - Litíase 15:42 - Nefrotoxicidade 16:07 - Avaliação do paciente em uso de creatina 21:33 - Situações Específicas
Nesse episódio, Maria Amélia (Mea) novamente se reúne com Edu e Rodolpho do @Endodirect para falar de uma daquelas entidades que 'é rara mas acontece muito', o Diabetes Insípidus (ou seria Distúrbio do AVP?) 00:00 - Introdução 01:45 - História do Diabetes Insípidos 03:45 - Mudança da Nomenclatura 06:00 - Definição e Fisiopatologia 10:30 - Etiologias do DI central x Nefrogênico 1 15:50 - Quadro Clínico 21:00 - Diagnóstico 25:00 - Dosagem da copeptina: qual o papel e como interpretar? 28:00 - Tratamento
Parece um assunto batido, mas a epidemia de HIV ainda é uma preocupação de saúde pública. Por isso, o Fred e a Larissa convidaram os especialistas Dr. Alexandre Naime Barbosa e Dra. Maria Amélia Veras para falar sobre o caso de Porto Alegre e trazer esclarecimentos sobre testagem e tratamento. Está imperdível! Acesse agora mesmo!
A escritora e dramaturga Joana Bértholo conversa sobre o questionamento que a literatura proporciona a quem a escreve e a quem a lê, o processo de criação literária, a construção da memória colectiva, a vivência da cidade e das reivindicações populares e a experiência das mulheres e do seu corpo no confronto com a sociedade, entre outros temas. Joana Bértholo acaba de publicar Natureza Urbana, a mais recente obra de uma já vasta bibliografia que inclui romances, contos, literatura infanto-juvenil e peças de teatro. Doutorada em Estudos Culturais pela European University Viadrina (Alemanha), recebeu vários prémios, como o Prémio Maria Amália Vaz de Carvalho, Prémio da Sociedade Portuguesa de Autores, Prémio Jovens Criadores e Concurso Literário Persona, entre outros.
A hipertensão arterial (HA) é uma condição bastaste prevalente, além de ser o principal fator de risco modificável para doenças cardiovasculares, doença renal crônica e morte prematura. Neste episódio, Maria Amélia e Raquel discutem conceitos, a classificação da HA pela diretriz brasileira (2020), metas e alguns princípios do tratamento farmacológico e não farmacológico. 00:01 — 4:51 Introdução 4:52 — 7:43 Critérios diagnósticos e classificação 7:44 — 9:43 MRPA e MAPA - HAS mascarada e do jaleco branco 9:44 — 11:42 HAS resistente e rafratária 11:43 — 13:15 Indicações de investigação de causas secundárias 13:16 — 20:20 Tratamento não farmacológico 20:21 — 26:40 Tratamento farmacológico 26:41 — 29:30 Tratamento de HA refratária/resistente 29:31 — 35:37 Metas pressóricas e situações específicas 35:36 — Recados finais
Chegou o Puravida PRIME, a plataforma de conhecimento em saúde e bem-estar da Puravida. Transforme sua saúde com a ajuda dos melhores profissionais do país. Acesse https://bit.ly/conheca-PV-PRIME para conhecer. Sobrepeso e obesidade estão relacionados a diversas doenças como as do coração, diabetes, problemas renais e hepáticos. Existem casos em que é necessário o uso de medicamentos para ajudar na redução de peso. Para nos explicar como acontece a união entre nutrição e medicação, Alessandra Feltre e Roberta Carbonari, recebem a médica, pós-graduada em endocrinologia e metabologia Maria Amélia Bogéa, no recém-lançado episódio do Puravida CAST. O episódio "Medicamentos no emagrecimento” já está disponível nas principais plataformas e no YouTube da Puravida. Ouça e compartilhe esse conhecimento que pode facilitar a jornada de saúde de outras pessoas.
Neste episódio, realizado em parceria com o Reumatize, Maria Amélia Hazin, Rywka Golebiovski Matos e Alexandre Matos discutem alguns pontos relacionados à hiperuricemia e suas consequências clínicas. Precisa mesmo tratar hiperuricemia assintomática? O que fazer na litíase? E no tratamento da gota? Vem com a gente revisar esse tema e aprender um pouco mais. 1- Introdução, Hiperuricemia e Cálculo de Ácido Úrico - 00:00 2- Gota e Alvo do Ácido Úrico - 12:40 3- Iniciando o Tratamento - 17:40 4- Condições Associadas à Hiperuricemia e Gota - 30:00 5- Apresentação clínica da Gota - 31:30 6- Medidas Não Farmacológicas - 36:17 7- Medicações que devemos ter cuidado 40:40 8- Mensagens, Agradecimentos - 50:00
AMÉLIA TELES: FEMINISMO OU FEMINISMOS? - Programa 20 MinutosO fundador de Opera Mundi, Breno Altman, conversa nesta segunda-feira (06/03), às 11h, com a jornalista e escritora Amelinha Teles, que comenta sobre o feminismo do Brasil. Não perca, ao vivo, em Opera Mundi.Maria Amélia de Almeida Teles, mais conhecida como Amelinha é ativista de esquerda desde o início dos anos 1960, foi presa e torturada durante o regime militar. Integrante da luta pela anistia, é uma das mais destacadas integrantes da Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos. Militante feminista e bacharel em Direito, foi uma das fundadoras da União de Mulheres de São Paulo e autora de livros essenciais sobre o tema, entre os quais se destaca “Breve história do feminismo no Brasil”, publicado pela editora Brasiliense. Uma nova obra está no prelo, “Feminismos – ações e histórias de mulheres”, que será lançado em abril pela Alameda Editorial.Não poderia haver melhor convidada para explicar à nossa audiência, na semana do 8 de março, o que é o feminismo e suas correntes principais, especialmente seu desenvolvimento na luta das mulheres brasileiras.[Pré-venda] Feminismos, ações e histórias de mulheres, de Maria Amélia de Almeida Teles (envio a partir de 15 de abril)Desconto de 10% utilizando o cupom ALAMEDA10https://www.alamedaeditorial.com.br/feminismos-maria-amelia-de-almeida-teles----Quer contribuir com Opera Mundi via PIX? Nossa chave é apoie@operamundi.com.br (Razão Social: Última Instância Editorial Ltda.). Desde já, agradecemos!Assinatura solidária: http://www.operamundi.com.br/apoio ★ Support this podcast ★
Quem nunca esteve diante de um paciente e teve dúvida se deveria ou não prescrever antibiótico? Neste episódio, Raquel e Maria Amélia discutem as principais indicações de tratamento na bacteriuria assintomática, além de avaliarem as dificuldades no diagnóstico correto e uso adequado de antibióticos na ITU.
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Alimentos que sobram na cozinha e que iriam para o lixo podem tornar-se novos pratos e deliciosos e apetitosos. Proteja o meio ambiente! Adaptado do texto publicado na Folhinha do Sagrado Coração de Jesus (2021) - autora: Seleção de Maria Amélia Sousa Felizola (Campina Grande/PB). Imagem (créditos): Adobe Stock - AdobeStock_225271658 Trilha sonora: acervo pessoal. --- Send in a voice message: https://anchor.fm/multimidiavillage/message
What makes people migrate? How does climate change drive mass migration in today's world? How serious is this problem? How serious will it become in the future? To answer these questions, Pedro Pinto interviews Abrahm Lustgarten in this episode of “It's Not That Simple”, a podcast by the Francisco Manuel dos Santos Foundation.An author and investigative reporter, Abrahm Lustgarten's work for ProPublica and The New York Times Magazine has been focused on climate change and our response to a rapidly changing environment. His recent investigations include a three-part series on global climate migration, an examination of the global palm oil trade, the climate drivers behind pandemics, and how climate change is driving global water scarcity. His 2015 series examining the causes of water scarcity in the American West, “Killing the Colorado,” was a finalist for the 2016 Pulitzer Prize for national reporting and received the top honor from the National Academy of Sciences. His earlier investigation into the environmental and economic consequences of fracking received the George Polk award for environmental reporting, the National Press Foundation award for best energy writing, a Sigma Delta Chi award and was honored as finalist for the Goldsmith Prize. He is also a 2022 Emerson Collective Fellow at New America, and a recipient of grant from the Alfred P. Sloan Foundation to supporting his forthcoming book about climate-driven migration. He teaches a course on narrative writing about climate change at the University of California, Berkeley.In this episode, Lustgarten discusses how climate change can impact social issues which in turn can impact political circumstances and drive to mass migration events. He looks at the growing number of areas of the planet that are or are likely to become uninhabitable and considers the political impact of being a destination of mass migration. He also examines why climate change is something that can be hard for people to fully understand or accept. Finally, he discusses what we can and have to do to mitigate climate change and its consequences, in a conversation well worth listening to. More on this topic• China's Great Train: Beijing's Drive West and the Campaign to Remake Tibet, Abrahm Lustgarten, 2008• Run to Failure: BP and the Making of the Deepwater Horizon Disaster, Abrahm Lustgarten, 2012• Abrahm Lustgarten's award-winning story on “The Water Crisis in the West”https://www.propublica.org/series/killing-the-colorado• Abrahm Lustgarten's ProPublica storieshttps://www.propublica.org/people/abrahm-lustgarten • A series of stories by Abrahm Lustgarten published in The New York Times Magazinehttps://www.newamerica.org/our-people/abrahm-lustgarten/• Abrahm Lustgarten on “The Great Climate Migration”https://www.youtube.com/watch?v=AZ6QoCDcEzg• Abrahm Lustgarten on how “The Great Climate Migration Has Begun”https://www.youtube.com/watch?v=CvaI9nxSKAw• Podcast It's Not That Simple “Climate Change”, with Bill McKibbenhttps://www.youtube.com/watch?v=TDIIzdst6Fo Other references in Portuguese• Essay of the Foundation “Alterações Climáticas” by Filipe Duarte Santoshttps://www.ffms.pt/publicacoes/detalhe/5409/alteracoes-climaticas• Essay of the Foundation “Riscos Globais e Biodiversidade” by Maria Amélia Martins-Louçãohttps://www.ffms.pt/publicacoes/detalhe/5682/riscos-globais-e-biodiversidade• Podcast [IN] Pertinente “Alterações Climáticas: Ainda vamos a tempo?” with Johan Rockströmhttps://www.ffms.pt/conferencias/detalhe/5799/alteracoes-climaticas-ainda-vamos-a-tempo-uma-entrevista-a-johan-rockstrom• Podcast Da Capa à Contracapa “Como responder aos desafios das alterações climáticas?” with Filipe Duarte Santos
Amplicast especial em homenagem ao dia dos professores, com uma convidada mais especial ainda: Maria Amélia, ex educadora e mãe da Carla Arena! No episódio ela contou como era educar no começo de Brasília, como conheceu o Pelé e muitas outras histórias incríveis na sua jornada na educação. --- Send in a voice message: https://anchor.fm/amplicast/message
What is climate change? How is it affect our planet? What consequences does it have on our lives? And must we – and can we – do soften them? To answer these questions, Pedro Pinto interviews Bill McKibben in this episode of “It's Not That Simple”, a podcast by the Francisco Manuel dos Santos Foundation.An expert on climate change, Bill McKibben is a founder of Third Act, which organizes people over the age of 60 for action on climate and justice. His 1989 book The End of Nature is regarded as the first book for a general audience about climate change, and has appeared in 24 languages. He's gone on to write 20 books, and his work appears regularly in periodicals from the New Yorker to Rolling Stone. He serves as the Schumann Distinguished Scholar in Environmental Studies at Middlebury College, as a fellow of the American Academy of Arts and Sciences, and he has won the Gandhi Peace Prize as well as honorary degrees from 20 colleges and universities. He was awarded the Right Livelihood Award, sometimes called the alternative Nobel, in the Swedish Parliament. Foreign Policy named him to its inaugural list of the world's 100 most important global thinkers. McKibben helped found 350.org, the first global grassroots climate campaign, which has organized protests on every continent, including Antarctica, for climate action. He played a leading role in launching the opposition to big oil pipeline projects like Keystone XL, and the fossil fuel divestment campaign. In 2014, biologists credited his career by naming a new species of woodland gnat—Megophthalmidia mckibbeni–in his honor.In this episode, McKibben discusses the current condition of our planet. He also considers the role of governments and private companies in fighting climate change and its consequences, and looks at what powers like China and the United States are doing – and not doing – to address these issues. He also examines how the lobbying power of the fossil fuel industry interest groups have made the climate crisis worse. Finally, he discusses how the falling prices if renewable sources of energy give us some cause for optimism, in a conversation well worth listening to. More on this topic• The End of Nature, Bill McKibben, 1989• Fight Global Warming Now, Bill McKibben, 2007• Eaarth, Bill McKibben, 2011• The Global Warming Reader, Bill McKibben, 2011• Bill McKibben on how climate change is “the greatest challenge humans have ever faced”https://www.npr.org/2019/04/16/713829853/climate-change-is-greatest-challenge-humans-have-ever-faced-author-says?t=1660062740657• Bill McKibben on “What We've Learned About Climate Change in the Last 30 Years”https://www.youtube.com/watch?v=Dfm6mfU5uko• Bill McKibben on “Fossil Fuel Divestment”https://www.pbs.org/wnet/amanpour-and-company/video/bill-mckibben-discusses-fossil-fuel-divestment/ Other references in Portuguese• Essay of the Foundation “Alterações Climáticas” by Filipe Duarte Santoshttps://www.ffms.pt/publicacoes/detalhe/5409/alteracoes-climaticas• Essay of the Foundation “Riscos Globais e Biodiversidade” by Maria Amélia Martins-Louçãohttps://www.ffms.pt/publicacoes/detalhe/5682/riscos-globais-e-biodiversidade• Essay of the Foundation “Os Incêndios Florestais em Portugal” by António Bento-Gonçalveshttps://www.ffms.pt/publicacoes/detalhe/5205/os-incendios-florestais-em-portugal• Podcast [IN] Pertinente “Alterações Climáticas: Ainda vamos a tempo?” with Johan Rockströmhttps://www.ffms.pt/conferencias/detalhe/5799/alteracoes-climaticas-ainda-vamos-a-tempo-uma-entrevista-a-johan-rockstrom• Podcast Da Capa à Contracapa “Como responder aos desafios das alterações climáticas?” with Filipe Duarte Santos e António Costa Silvahttps://www.ffms.pt/podcasts/da-capa-a-contracap
Nada melhor do que iniciar com um tema essencial: pedagogia do esporte. Afinal de contas, o que é pedagogia do esporte e mais do que isso, como aplicar a pedagogia no ensino do esporte para o jogador e a jogadora iniciante? O Prof. Ms. Lucas Leonardo nos presenteia com uma entrevista profunda, cheia de exemplos e histórias que ilustram muito bem o assunto. Dicas de leitura trazidas pelo entrevistado: #1: Riller Silva Reverdito, Alcides José Scaglia, Paulo Cesar Montagner (org). Pedagogia do Esporte. Aspectos Conceituais da Competição e Estudos Aplicados. Phorte, 2013. #2: Leopoldo Katsuki Hirama, Paulo Cesar Montagner. Pedagogia do Esporte e Valores: Intervenções para Formação da Personalidade Moral. Appris, 2020. #3: Lucas Leonardo. Vida de Treinador: Crônicas e Reflexões sobre Pedagogia do Esporte (Crônicas em Pedagogia do Esporte). Talu Educacional, 2021. #4: Alcides José Scaglia. Pedagogia, Futebol... e Rua. Talu Educacional, 2021. #5: Maria Amélia Santono Franco. Pedagogia e prática docente. Cortez, 2018. #6(...): Qualquer e toda obra de Paulo Feire. Siga o Lucas Leonardo também no Instagram: @pedagogiadoesporte. Gostou da conversa? Não esqueça de deixar seu like! Inscreva-se no canal! Música de abertura e encerramento: Windy City Long (jingle).
Nesse episódio conversamos com a Maria Amélia e ela nos conta como é ter uma ong e compartilha um pouco de sua história com os cachorros. Siga no Instagram: @clubedosfocinhos Você pode entrar em contato conosco nas nossas redes sociais Twitter: https://twitter.com/sobrecaespod @sobrecaespod https://www.instagram.com/sobrecaespodcast/ https://www.instagram.com/sobrecaespodcast/ E também pelo e-mail: contato@sobrecaes.com.br Conheça nosso site: http://sobrecaes.com.br
Uma pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia e pela Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica mostrou que 85% das pessoas obesas já sentiram algum tipo de constrangimento por causa do peso. O Na Real conversou com a psicanalista Joana Novaes, que coordena o Núcleo de Doenças da Beleza da PUC-Rio, e com a vendedora, Letícia Martins. O programa também fala sobre relacionamentos amorosos na era dos aplicativos e os cuidados necessários para evitar cair em golpes. O podcast ouviu a professora Maria Amélio Penido, do departamento de Psicologia, e os estudante Camilla Garcia e Bernardo Felipe.
Os iSGLT2 são drogas muito utilizadas e estudadas atualmente. Nos últimos anos, diversos estudos randomizamos demonstraram que o benéfico desta classe vai muito além da redução na HbA1c. Melhora de desfechos renais, benefícios na IC, melhor controle do DM. Seria então indicada para todos? Neste podcast, discutimos junto com o Endodirect quando, como e em quem usar os iSGLT2. Com Layon Campagnaro, Maria Amélia Hazin e Eduardo Nakamura (Endodirect) 00:00 - 1:22 Introdução 1:23 - 3:00 Descoberta do iSGLT2 3:30 - 8:45 Mecanismo de ação 8:46 - 10:40 Benefícios clínicos além de DRC e cardiopatia 10:41 - 19:50 Estudos randomizados de desfecho renal e cardíaco 19:51 - 23:05 Para quem utilizar? 23:06 - 32:52 Complicações e contraindicações 32:53 - 40:30 Cuidados ao iniciar 40:31 - Curiosidade e Finalização do episódio
Neste episódio feito em parceria com o Nefropapers, Edu, Layon e Maria Amélia discutem sobre a classe medicamentosa mais falada dos últimos anos: os inibidores do canal SGLT-2. Uma abordagem prática, passando por pontos desde mecanismo farmacológico até indicações clínicas, contra-indicações e benefícios da medicação. MINUTAGEM (01:00) - Introdução: a origem dos ISGLT-2 (03:25) - Mecanismo de ação (05:30) - O Feedback tubulo-glomerular (09:00) - Benefícios metabólicos e hemodinâmicos (10:45) - Benefícios em desfechos cardiovasculares e renais e principais estudos (23:00) - Efeitos adversos e limitações (33:30) - Que cuidados tomar ao prescrever a medicação? (41:20) - Encerramento
O Dia Internacional do Livro Infantil, comemorado em dois de abril, homenageia o escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, um dos principais nomes da literatura mundial e autor de obras consagradas como “O Patinho Feio”, “A Pequena Sereia”, “A Roupa Nova do Rei”, entre outros contos. Dentro da proposta de incentivar a leitura por parte das crianças e jovens, o Autores e Livros dessa semana traz dicas especiais de obras infanto-juvenis. Entre elas, dois lançamentos: “O Riso do Rei”, do poeta e contista Remisson Aniceto, publicado pela Editora Coralina; e, pela Sesi-SP Editora, “No cangote do Saci”, de Daniel Kondo e Maria Amélia Dalvi Salgueiro. O programa traz também uma conversa com Luiz Antonio Aguiar. Autor de mais de 60 títulos publicados, mestre em Literatura Brasileira e vencedor de vários prêmios no Brasil e no exterior, incluindo dois Jabutis em 1994 e em 2013, Luiz Antonio fala sobre a importância da literatura e da leitura para o desenvolvimento das crianças e dos jovens. E o Autores e Livros traz ainda, no Encantos de Versos, a obra poética de Lina Tâmega Peixoto, fundadora da Associação Nacional de Escritores (ANE) e autora de “Alinhavos do tempo”, “Os bichos da vó” e “Entre desertos”.
Neste mês de março a pandemia de covid-19 completa dois anos! Muitas mudanças no nosso cotidiano aconteceram nesse período, como a adoção de máscaras, o distanciamento social e, em alguns casos, o lockdown, ou seja, o fechamento das cidades. Mesmo assim, a doença provocada pelo coronavírus Sars-cov-2 matou quase seis milhões de pessoas ao redor do mundo. Somente aqui no Brasil, morreram cerca de 650 mil pessoas vítimas da Covid. E milhões estão sofrendo com os sintomas da chamada Covid longa. Agora, com o avanço expressivo da vacinação e a queda no número de internações e óbitos, será que dá pra dizer que a pandemia está chegando ao fim? Podemos relaxar nos protocolos, como o uso de máscaras? Como será a convivência com o coronavírus daqui pra frente? Novas variantes ainda podem surgir? Haverá vacinação anual? O que esperar dos próximos meses? Para esclarecer estas e outras dúvidas, recebemos Julio Croda, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, médico da Fiocruz e professor da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul e Maria Amélia Veras, epidemiologista, professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e membro do Observatório Covid-19 BR.
Felizes são os que choram - Mt 5:4 Para o senso comum, o choro é uma expressão de tristeza e de sofrimento. E, ainda que seja compreensível que pessoas chorem de alegria devido a fortes e intensas emoções, a regra continua sendo esta: pessoas que choram são pessoas tristes ou que sofrem. Além disso, vivemos uma era em que a tristeza é considerada um mal que precisa ser extirpado. A virtude contemporânea é a alegria e a felicidade, custe ela o que custar, inclusive a própria vida (Mt 16.26 cf. Pv 15.21; Ec 2.1-11; 11.9). Diante desta perspectiva, o ensino de Jesus sobre a verdadeira felicidade é um contraponto que desafia toda a lógica humana, quando ele diz: “Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados” (Mt 5.4). Talvez, fizesse mais sentido para as pessoas de nossos dias se Jesus dissesse: “Bem-aventurados os consolados, porque choraram”. Mas, não foi isso que ele disse. O objetivo de Jesus com essas palavras é mostrar que as pessoas verdadeiramente felizes são aquelas que conhecem o caminho das lágrimas. Contudo, não se trata de uma tristeza circunstancial ou um sofrimento temporal. Há quem pense que o cristianismo histórico é masoquista, ou seja, que encontra prazer no sofrimento. Na verdade, o bem-aventurado é alguém que chora por algo mais profundo e cruel que problemas financeiros, relacionais, crises em geral, enfermidades ou a morte. Ele chora por causa do pecado! Uma pergunta que devemos fazer é: como eles serão consolados? O Evangelho nos dá uma luz sobre isso, afinal, o próprio Evangelho é o consolo dos bem-aventurados. A mesma cruz que evidencia o meu pecado, apresenta o grande amor de Deus e o seu perdão (cf. Jo 3.16; Rm 5.8, Cl 2.13-15). Logo, o consolo dos bem-aventurados é Jesus. Enquanto choram pelo pecado, eles olham para cruz e se lembram que em Cristo não há mais condenação (Rm 8.1). E, quando esse consolo virá? Aprendemos que os bem-aventurados são conquistados para o Reino dos Céus (v.3). Como cidadãos do Reino, eles são alcançados por bênçãos peculiares. Tais bênçãos refletem a mesma dinâmica do Reino, ou seja, elas já são recebidas nesta vida, mas, ainda não em sua plenitude. Isso significa que somos felizes por já experimentarmos o consolo de Deus (2 Co 13-5; 2 Ts 2.16,17). Contudo, aguardamos aquele dia em que seremos perfeitamente consolados pelas mãos benditas de nosso Senhor (cf. Ap 21.3,4). Você tem chorado pelo pecado? Você tem chorado pelos pecados de seus irmãos na fé? A igreja tem chorado por seus pecados e pelos pecados do mundo a sua volta? Se não houver em nós verdadeiras lágrimas e profunda tristeza pelo pecado, não seremos capazes de compreender a verdadeira alegria e o profundo contentamento de encontrar em Deus o consolo para a nossa alma. Rev. Gladston Cunha Mensagem pregada em 16/01/2022 Texto base: Mt 5 Igreja Presbiteriana de Jaburuna (R. Maria Amália, 757 - Jaburuna, Vila Velha - ES, 29123-130) Trilha: 114 - Brilho Celeste (Novo Cântico) - Por: Giulia Viana Nossas redes: YouTube: IPBJaburuna / Instagram: @ipb.jaburuna
Felizes são os humildes - Mt 5:1-3 A missão é o alvo de Deus para a sua Igreja. Tal missão consiste em pregar o evangelho e fazer discípulos (Mc 16.15; Mt 28.18-20). O objetivo da missão é reconciliar as pessoas com Deus (cf. 2 Co 5.18-21). Uma vez reconciliadas, elas se tornam membros da família de Deus e cidadãos do Reino dos Céus (cf. Jo 1.11-13; Rm 8.29; Ef 2.19). Em outras palavras, a salvação para o cristianismo é restaurar o propósito de Deus em todas as áreas da vida humana. Mas, como são os cidadãos do Reino do Céus? Como se comportam? Quais são os valores que norteiam à sua vida? Jesus respondeu estas perguntas ao proferir aquele que ficou conhecido como o Sermão da Montanha (Mt5-7). É neste contexto que estão as Bem- Aventuranças (Mt 5,1-12), com as quais Jesus ensina sobre as qualidades presentes na vida dos cidadãos do Reino. A primeira bem-aventurança diz: “Bem- aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus" (Mt5.3). É necessário que entendamos o que significa ser “bem-aventurado”. Está expressão é usada com frequência nas Escrituras (mais de 300 vezes). Ela funciona como uma declaração de bênção, resultado da obediência a aliança estabelecida por Deus com o seu povo (cf. Dt 7.12-22; 28.1-6; 51 1.1-3). Portanto, ser feliz segundo a Bíblia é ter um relacionamento pleno com Deus, baseado na obediência e submissão à sua aliança. Mas, quem são o bem-aventurados? São os humildes de espírito. À palavra humilde também pode ser traduzida por pobre, e transmite a ideia de um indivíduo absolutamente fraco, limitado e falido em si mesmo. Ser humilde de espírito é compreender que diante de Deus nós nada somos (cf. S1 62.9; Is 40.12; 41.14). E, isto é verdade tanto no sentido existencial quanto no que diz respeito a nossa salvação. Assim, o humilde de espírito é aquele que reconhece que a sua vida e salvação dependem apenas de Deus. Ele não confia em suas próprias obras, esforços ou méritos. Antes, se submetem a Deus, confiando apenas no sacrifício de Cristo. E, por que eles recebem o Reino do Céus? A razão é simples. O Reino dos Céus é o reconhecimento do governo de Deus sobre todas as coisas, na pessoa do seu Filho Jesus, a quem constituiu Rei sobre todas as coisas (cf. 51 110.1; Dn 7.13,14; At 2.36; Fp 2.5-11). Para ser recebido no Reino, é necessário submeter-se ao senhorio de Cristo. Porém, não é possível reconhecer o senhorio de Cristo sem que o nosso ego seja destronado. O problema é que tal atitude é contrária a natureza humana caída, Os que assim procedem são aqueles que são atraídos por Cristo e conquistados por ele (cf.Jo 1.11-13;12.32; At26.14;Fp3.13). A verdadeira felicidade é estar quebrantado, vencido, conquistado e submisso a Cristo e à sua vontade. Enquanto não entendermos que nada somos e que nada temos senão o Senhor, seremos infelizes! Que a graça de Deus nos confronte para que entendamos e vivamos tal verdade! Rev. Gladston Cunha Mensagem pregada em 09/01/2022 Texto base: Mt 5 Igreja Presbiteriana de Jaburuna (R. Maria Amália, 757 - Jaburuna, Vila Velha - ES, 29123-130) Trilha: 114 - Brilho Celeste (Novo Cântico) - Por: Giulia Viana Nossas redes: YouTube: IPBJaburuna / Instagram: @ipb.jaburuna
Entrevista com Maria Amélia Loução- Prémio Ciência Viva 2021
Maria Amélia Martins Loução, vencedora do Prémio Ciência Viva 2021, diz-se admirada e comovida pela distinção ao "fazer aquilo que gosto". Destaca ainda a necessidade de uma maior literacia científica See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio convidamos a especialista no tema, Dra. Maria Amélia Araújo para falar sobre conflitos sucessórios, você sabia que um inventário no exterior pode chegar a 40% de imposto em cima do valor dos bens? Hoje com criptomoedas, a possibilidade de investir em imóveis ou até na bolsa de outros países muitas pessoas acabam não sabendo o quanto podem perder de dinheiro caso não se preparem corretamente para isso. Para quem costuma investir no exterior, entender a fundo este tema é importante para não sair no prejuízo.