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O mistério que rondava a convocação da seleção brasileira para a Copa do Mundo acabou. O técnico Carlo Ancelotti definiu nesta semana os 26 jogadores que vão disputar o Mundial deste ano. E no grupo que vai vestir a amarelinha está Neymar. Marcio Arruda, da RFI em Paris O camisa 10 do Santos vai se juntar a um seleto grupo de brasileiros que jogaram quatro Copas. Só Pelé (1958/62/66/70), Ronaldo Fenômeno (1994/98/2002/06), Cafu (1994/98/2002/06), Nilton Santos (1950/54/58/62), Djalma Santos (1954/58/62/66), Castilho (1950/54/58/62) e Emerson Leão (1970/74/78/86) jogaram quatro Mundiais. O técnico Ancelotti, que convocou Neymar pela primeira vez desde que assumiu a seleção, explicou a escolha pelo camisa 10 do Brasil nas últimas três Copas. “Vimos a evolução do Neymar durante o ano e vimos que, nesse último período, ele melhorou sua condição física. O Neymar tem a possibilidade de jogar, de não jogar e de estar no banco e entrar”, explicou Ancelotti. A convocação de Neymar dividiu opiniões por ainda não ter voltado a apresentar o futebol que o mundo já viu. 1% de chance e "100%" de fé O jornalista Carlos Eduardo Mansur, que cobre Copas do Mundo desde 1998, falou sobre a convocação do jogador do Santos. “No fundo, o que me parece é que, diante de uma lista de atacantes do Brasil que não tem tanto peso, ou não tem o peso de outros tempos, prevaleceu uma fé de que, no grande palco, esse talento que está aprisionado num corpo que no momento não permite ao Neymar executar os movimentos técnicos de outros tempos, esse talento vai aflorar e que algo genial, ou algum lampejo, possa acontecer e ser decisivo”, disse Mansur. “Enfim, é um exercício de fé mesmo porque é algo que não vem acontecendo nos jogos do Neymar, mas que se espera que numa Copa do Mundo ele, por ter uma qualidade ainda que guardada ou adormecida, e que outros não têm, possa executar isso.” Seleção é extensão do povo O jornalista Eric Faria, que cobre Copas desde o Mundial disputado na África do Sul, disse que a convocação de Neymar está atrelada à vontade popular. “Nesse ano, o Neymar fez jogos espetaculares a ponto de todo mundo se comover e falar que ele precisaria ir para a Copa do Mundo? Eu não acho. A figura que o Neymar representa para o torcedor brasileiro e a festa que foi feita aqui no Brasil pela convocação dele faz com que a gente tenha de olhar com bons olhos para esta convocação, sabe? Em algum momento, eu achei que ele não deveria ir para a Copa”, declarou Eric. “Agora, talvez olhando para o que foi toda a manifestação popular, acho que é uma convocação justa porque a seleção é também um pouco a extensão do povo. A seleção joga para o torcedor brasileiro. E se o torcedor brasileiro está feliz com a convocação do Neymar, então eu acho que o Ancelotti acertou na ida dele para a Copa”, completou. "Agora, se ele vai jogar, quanto tempo ele vai jogar e como ele vai jogar, aí é uma discussão para os próximos capítulos." Carlo Ancelotti afirmou que Neymar só entrará em campo na Copa se merecer. “Quero ser claro, limpo e honesto. Ele vai jogar se merecer jogar. É importante não focar toda expectativa sobre um jogador. Temos uma responsabilidade comum, como equipe. Cada um tem de mostrar suas próprias qualidades com um objetivo: ajudar a seleção a ganhar a Copa do Mundo”, afirmou o treinador do Brasil. Colunista do jornal O Globo, Carlos Eduardo Mansur lembrou que a convocação de Neymar sacrificou um jogador que está em grande fase no futebol inglês. “É curioso como o futebol, por vezes, também satisfaz o desejo de muita gente, né? Havia uma mobilização popular aguardando a convocação ou não do Neymar. Mas, ao mesmo tempo, o futebol pode ser cruel, né? É o que deve estar pensando agora o João Pedro, do Chelsea”, ressaltou. “Ele foi o grande derrotado desta convocação. Após um ciclo de Copa do Mundo em que o João Pedro viu a carreira crescer, brilhou no Brighton, chegou ao Chelsea, tendo impacto imediato na Copa do Mundo de clubes e terminando a temporada com 20 gols e seis assistências pelo time inglês, acabou ficando de fora da convocação. Ele deu lugar a um jogador que, nos últimos três anos, jogou poucas partidas, viveu uma dura tentativa de se recuperar de lesões e, quando conseguiu ter sequência de jogos, não podemos dizer que foram atuações acima dos seus principais concorrentes; atuações de um jogador de elite internacional. É um jogador que tenta retomar a sua carreira, que é o caso do Neymar”, falou Mansur, que também é comentarista dos canais Globo. Leia tambémEuropa repercute volta de Neymar à seleção brasileira e vê possível despedida em Copas Meia da seleção brasileira pentacampeã na Copa de 2002, Ricardinho também citou o atacante João Pedro. “Lógico que, se tratando de convocação da seleção brasileira, sempre vai haver discussões. A principal, desta vez, foi a ausência do João Pedro, até pelo número de gols que ele fez na Premier League. Mas eu acho que foi uma questão de opção do treinador. Ele tinha alguns nomes para convocar e também tinha o retorno do Neymar, até pela melhora da condição física do Neymar. O João Pedro teve algumas oportunidades na seleção e acabou não conseguindo performar da mesma forma que performou no Chelsea. E aí houve essa opção”, opinou Ricardinho. Escassez no meio-campo Titular da zaga da seleção brasileira pentacampeã em 2002, Roque Júnior destacou a escassez de meio-campistas que vão jogar pelo Brasil na Copa deste ano. “Um setor que hoje o Brasil tem dificuldade é o meio de campo.” “De maneira geral, nós temos produzido menos jogadores de meio-campo com características que desequilibram da intermediária para frente; jogadores que têm essa qualidade para desequilibrar mais perto do gol”, opinou Roque Júnior. Meio-campista de criação na última conquista do Brasil em Copas, Ricardinho explicou a escassez de meias brasileiros. “O futebol brasileiro não tem revelado muitos meio-campistas clássicos, que são aqueles meias de criação. O [Lucas] Paquetá tem uma característica, que é um articulador de jogadas, mas ele não é esse meia clássico; um meia organizador de jogadas. Eu acho que ele é mais um jogador tático e isso é reflexo também da nossa formação, tanto é que os jogadores com essa característica que jogam no futebol brasileiro são, na maioria, de fora do país”, opinou o camisa 7 da seleção na Copa de 2002. Experiência no gol Além de Neymar, outra novidade na lista de Carlo Ancelotti foi o goleiro Weverton. Ricardinho explicou a escolha do treinador italiano da seleção brasileira pelo goleiro do Grêmio. “Devido às condições do Alisson, que essa temporada teve alguns problemas de lesão, e do Ederson, que acabou trocando o Manchester City pelo Fenerbahçe, da Turquia, e que não fez uma grande temporada, o Ancelotti optou por não ter um terceiro goleiro jovem e com pouca experiência de Copa do Mundo. Por isso, ele escolheu o Weverton, que é um grande goleiro”, opinou o campeão mundial. Comentarista do Grupo Globo, Eric Faria lembrou que alguns jogadores que vão à Copa foram chamados pela primeira vez por Ancelotti na lista anunciada em março deste ano. “Algo que me chamou muito a atenção foram sete jogadores que ganharam vagas na seleção tendo sido chamados pelo Ancelotti pela primeira vez em março. Então, os amistosos contra a França e contra a Croácia foram muito decisivos nessa montagem final da lista. O Ibañez, o Léo Pereira, o Bremer, o Danilo, o Endrick, o Igor Thiago e o Rayan só foram chamados pelo Ancelotti em março”, lembrou Eric. “Todos eles se saíram bem e ganharam essa chance de ir à Copa do Mundo. Lista de Copa do Mundo se faz com oportunidades aproveitadas”, completou. Favoritismo O Brasil vai ter nesta Copa mais uma oportunidade para conquistar o hexa. Com a experiência de quem foi campeão com a seleção brasileira em 2002, o ex-zagueiro Roque Júnior falou do peso da camisa amarelinha. “O Brasil, como camisa, como tradição, e por ser ainda o único país que tem cinco títulos mundiais, sempre vai para uma Copa do Mundo como favorito. Se a gente fizer um comparativo com a seleção de hoje, tem outras equipes melhores, que eu aponto como favoritas: a Argentina, que ganhou o último Mundial, a Espanha e a França estão num patamar acima. Mas depois vem o Brasil”, afirmou o zagueiro da conquista do penta brasileiro. Ricardinho, que também levantou a taça ao lado de Roque Júnior em 2002, ano do último título do Brasil em Copas do Mundo, concorda com o ex-zagueiro. E foi além. “Eu colocaria hoje a França e a Espanha numa primeira prateleira. Um pouquinho abaixo, Argentina e Portugal. Os portugueses são, inclusive, uma seleção muito boa, com um meio de campo de altíssimo nível, dois bons laterais, e o Cristiano Ronaldo na frente para finalizar. Depois destas seleções favoritas, eu colocaria o Brasil. Mas é lógico que a prática é o que vai nortear, né? Estou falando tudo isso na teoria, embasado nos processos que as seleções realizaram nesse ciclo de Copa. Vamos ver a partir do dia 11 de junho se essas previsões se confirmam ou se a gente vai ter alguma surpresa na Copa ”, opinou Ricardinho. Retrospecto desde 1938 Apesar das últimas frustrações em Copas do Mundo, a seleção brasileira tem um retrospecto invejável. O país é o maior vencedor da história das Copas do Mundo e o único a ter cinco títulos do torneio. Além disso, o Brasil tem sido um osso duro de roer. Desde a terceira Copa do Mundo, disputada em 1938 na França, um cenário curioso se repete. Ou o Brasil termina o Mundial como campeão, como aconteceu em 1958, 62, 70, 94 e 2002, ou acaba eliminado por uma seleção que encerra sua participação na Copa entre os três primeiros colocados. Ou seja, desde 1938 o Brasil fica com o título ou perde para um país que, se não termina campeão, chega muito perto. Este é o primeiro Mundial que será disputado por 48 seleções; serão 104 partidas nesta Copa. O regulamento prevê que os dois melhores de cada um dos 12 grupos avancem para a segunda fase, além dos oito melhores terceiros lugares. Depois desta fase, que é o primeiro mata-mata da Copa, as seleções que se classificarem disputarão as oitavas, quartas, semifinais e final, caso superem seus adversários. O país que alcançar o título terá feito uma campanha de oito jogos, um a mais do que era jogado nas últimas sete edições. Campanha do hexa? O Brasil está no Grupo C e vai estrear contra o Marrocos em 13 de junho, em Nova Jersey. Seis dias depois, a seleção vai encarar o Haiti, na Filadélfia. Em 24 de junho, os brasileiros fecham a fase de grupos contra a Escócia, em Miami. Leia tambémAncelotti analisa estreia do Brasil contra o Marrocos e alerta para grupo desafiador na Copa de 2026 Se avançar em primeiro no Grupo C, o Brasil vai encarar o segundo colocado do Grupo F, que tem Holanda, Japão, Suécia e Tunísia. Passando por esta fase, a seleção chegará às oitavas. A torcida do Brasil espera que a seleção brasileira não pare por aí e alcance a sua oitava final de Copa do Mundo.
No mundo atual, quando se fala de celular, claro, aparece o WhatsApp. O aplicativo de mensagens egue como o principal canal de comunicação no Brasil, segundo levantamento do Opinion Box feito em junho de 2025. A pesquisa aponta que 97% dos usuários acessam o WhatsApp ao menos uma vez por dia, sendo que 61% o utilizam diversas vezes ao longo do dia e 34% mantêm o aplicativo aberto constantemente, consolidando-o como principal canal de comunicação. Nesta edição do "Retrabalho", os comentaristas Alberto Nemer e Cássio Moro analisam a utilização do celular no ambiente de trabalho. A empresa pode proibir uso? Se sim, em quais casos?
STF, Política, LuizFux, AndréMendonça, AlfredoGaspar, CPMI, INSS, Congresso, Relatório, Brasília, Judiciário, Investigação, Notícias, Governo, Deputado, Supremo, Fiscalização, Debate, Atualidade, Direito.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #STF #Política #LuizFux #AndréMendonça #AlfredoGaspar #CPMI #INSS #CongressoNacional #Brasília #Judiciário #Notícias #Investigação #Direito #Supremo #Fiscalização #CPMIDOINSS #Brasil #DebatePolítico #Atualidades #PodcastBrasil
A Cátia e o Marco decidem ser sociólogos amadores e utilizam a experiência holandesa também conhecida como Secret Story para analisar o que o ser humano faz quando confrontado com uma tribo que não mete a louça na máquina. Analisam ainda as trends de boys lixo sendo boys lixo na esperança que para a semana a humanidade tenha algo de melhor a contribuir para o programa.
Emanuel Bomfim e Leandro Cacossi conversam com Marina Person e Ubiratan Brasil, que analisam os ganhadores do Oscar 2026.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Duas autoridades norte-americanas confirmaram a agência Reuters que os Estados Unidos está considerando opções militares contra o Irã, incluindo ataques direcionados a líderes iranianos e até uma possível tentativa de mudança de regime em Teerã, capital do país. A pressão americana se relaciona, em grande parte, ao programa nuclear iraniano e a preocupações de segurança regional. Ainda segundo a Agência, o Irã alertou que, se atacado, revidará decisivamente, inclusive contra bases americanas no Oriente Médio.O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
A cobertura do Fala Carlão para o Canal do Boi na Agrizone, durante a COP30 em Belém (PA), destaca o papel fundamental da biotecnologia e da gestão estratégica no cenário ambiental.Nesta série de entrevistas, Carlão recebeu Maurício Adade e Thiago Falda Leite, lideranças da ABBI, para discutir inovação e bioeconomia. O encontro também contou com a participação da produtora rural Ana Carolina Zimmermann, do CEO do Cecafé, Marcos Matos, e de Elbia Gannoum, Enviada Especial de Energia para a COP30.Os diálogos reforçaram como a produção brasileira une eficiência e sustentabilidade para atender às metas globais. Cada depoimento evidenciou a autoridade do Brasil na transição energética e no desenvolvimento de soluções baseadas na natureza.Apoio Institucional:AbisoloANDAVFAESP/SENARPatrocínio:Publique AgroAgênciaAgroRevenda
As fontes apresentadas constituem um dossiê académico e biográfico dedicado à vida e à vasta herança literária de Eça de Queirós, celebrando o seu legado no contexto do Realismo. Os textos exploram a multiplicidade do autor, abordando desde o seu papel como diplomata em Cuba até à sua colaboração com a imprensa brasileira. Analisam-se obras fundamentais como O Primo Basílio e Os Maias, destacando a complexidade das personagens, o uso de referências musicais e a técnica da focalização narrativa. O material reflete ainda sobre a melancolia na modernidade e a transição da estética queirosiana para novas formas de expressão. Este conjunto documental reafirma a perenidade de Eça, cujas contradições e busca de significado continuam a suscitar diálogos contemporâneos entre as letras de Portugal e do Brasil.
Nesta edição do Retrabalho, o assunto em destaque é a mobilização do "Janeiro Branco" voltada ao dia a dia do trabalho. A campanha do "Janeiro Branco" tem o objetivo de promover a reflexão, o diálogo e o cuidado com a saúde mental, incentivando as pessoas a falarem sobre emoções, sofrimento psíquico, qualidade de vida e prevenção de transtornos como ansiedade, depressão e burnout. O Tribunal Superior do Trabalho (TST) recorda que a data foi institucionalizada por meio da Lei 14.556/2023, que prevê ações nacionais para abordar e promover hábitos e ambientes saudáveis e prevenir doenças psiquiátricas, com enfoque especial na prevenção da dependência química e do suicídio. A campanha alerta para a importância de não ignorar sintomas ou sinais de fragilidade emocional e mental, quebrar tabus e fortalecer uma cultura de cuidados constantes, seja na vida familiar, social ou organizacional.Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgados em setembro de 2025, revelam que mais de um bilhão de pessoas vivem com transtornos mentais, e a ansiedade e a depressão são as condições mais prevalentes. Em complemento a isso, o Ministério da Previdência Social (MPS) registrou um crescimento alarmante dos afastamentos por saúde mental no Brasil: em 2024, foram concedidas 472 mil licenças, 68% a mais que em 2023. Com relação a 2025, dados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) mostram um aumento de 143% nos afastamentos do trabalho por transtornos mentais.Entre as doenças que mais geraram benefícios por incapacidade temporária, novamente, se destacam a depressão e a ansiedade. Juntas, elas somam quase meio milhão de casos, o maior número em pelo menos 10 anos. Os comentaristas Alberto Nemer e Cássio Moro falam sobre o assunto.
O Aos Fatos desta segunda-feira (5) destaca o decreto de estado de emergência da Venezuela após o ataque dos Estados Unidos que resultou na captura de Nicolás Maduro. Em resposta, o governo publicou uma ordem determinando que as forças de segurança iniciem imediatamente a busca e a prisão, em todo o território nacional, de pessoas envolvidas na promoção ou no apoio à ação armada norte-americana.
Kelly e Tiago Bitencourt trazem as principais informações do dia sobre comportamento, cultura, humor, futebol, cotidiano, política e opinião. O Timeline Gaúcha vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 10h às 11h, com transmissão simultânea no YouTube.
Nesta edição do “Retrabalho”, os comentaristas Alberto Nemer e Cássio Moro trazem como destaque a notícia que o número de ações trabalhistas no Brasil cresce em ritmo acelerado, atingindo patamares que não eram vistos desde antes da reforma de 2017. Somente entre janeiro e junho de 2025, foram ajuizadas 1,87 milhão de ações na primeira instância, o que representa um aumento de 7,8% em relação ao mesmo período do ano anterior.A projeção do Tribunal Superior do Trabalho (TST) é de que o ano feche com 2,3 milhões de processos, o maior volume dos últimos oito anos. Por que as ações trabalhistas estão aumentando? Entenda!
O conflito na Ucrânia continua, apesar das conversas diplomáticas a decorrer entre Zelensky, Putin, Trump e vários líderes europeus. Mas não parece existir aproximação real entre as propostas de Kiev e de Moscovo. Há sinal de resultados ou vão continuar as negociações bloqueadas? “São conversas sobre um túmulo. É a Ucrânia a morrer lentamente como Estado e como povo”, lamenta Nuno Rogeiro. A par das negociações a decorrer, o presidente dos EUA fez várias alegações sobre a Europa, a partir de um documento sobre segurança interna, que não parecem dirigidas a um velho aliado mas a um futuro inimigo: previu uma “extinção civilizacional” europeia. “Estamos a ser crucificados por dois bandidos”, repara José Milhazes. Neste episódio de Guerra Fria, os habituais comentadores mostram-se pouco positivos face aos acontecimentos e anteveem o início de uma guerra entre a Europa e a Rússia. Ouça aqui o programa em podcast, moderado pela jornalista Clara de Sousa e emitido a 7 de dezembro na SIC.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, afirmou na quinta, 27, que não considera “nenhum absurdo ter prisão perpétua no Brasil” para determinados crimes.Os advogados Daniel Bialski e Fernando Castelo Branco trazem uma análise jurídica acerca do tema. Duda Teixeira e Madeleine Lacsko comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Nesta semana foi destaque a fala do ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho (PT), defendendo a criação de uma "imposição legal" para que a redução da escala 6x1 se concretize. Segundo o ministro, é necessário partir de estudos e diagnósticos, mas disse que, se não houver uma "imposição legal", a redução da jornada de trabalho "nunca chegará". Marinho participou de um debate sobre o tema na Câmara Federal. Nesta edição do "Retrabalho", os comentaristas Alberto Nemer e Cássio Moro discutem o assunto. Ouça a conversa completa!
A Rádio Observador convidou todas as candidaturas para uma análise às eleições no clube da Luz e para um projeção do que se espera do clube para os próximos 4 anos, desde o futebol às obras no estádioSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Na última quinta (16), representantes do setor de supermercados se reuniram em uma assembleia geral extraordinária para discutir as regras do funcionamento do comércio aos domingos e feriados no Espírito Santo. O tema é considerado um dos mais polêmicos da pauta de reivindicações. Enquanto um dos lados defende que o funcionamento dominical é essencial, o outro requer melhores condições e benefícios, como tíquete de alimentação. As cláusulas de convenção da categoria devem ser definidas até o dia 30 de outubro. Para entender cada ponto desta discussão, a CBN Vitória convidou os dois principais atores desta história: o Sindicato dos Comerciários (Sindicomerciários) e a Associação Capixaba de Supermercados (Acaps). A Acaps enviou uma nota:NOTA PARA A IMPRENSAA Associação Capixaba de Supermercados (Acaps) informa que reunião realizada nesta quinta-feira (16/10), a maioria dos associados presentes manifestaram ser favoráveis ao fechamento dos estabelecimentos aos domingos, em especial devido à dificuldade de mão de obra que o setor enfrenta de forma contínua. Contudo, o assunto ainda não está definido e será estudado pela diretoria em função de outros aspectos a exemplo da sazonalidade.17 de outubro de 2025.Associação Capixaba de Supermercados (Acaps)Em entrevista à CBN Vitória, Rodrigo Oliveira Rocha, presidente do Sindicomerciários, explica o posicionamento da instituição. Acompanhe.
Os advogados Pablo Malheiros e Rodrigo Rollemberg analisam o recurso apresentado pela Libra na disputa judicial contra o Flamengo e classificam a defesa da entidade como “fraca e contraditória”. No vídeo, eles explicam os pontos centrais do processo, detalham os argumentos da Libra, as estratégias do Flamengo e o impacto que a decisão pode ter no futuro da liga e do futebol brasileiro.Confira a análise completa, com explicações técnicas, bastidores e o que esperar dos próximos passos do caso.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #Libra
*) Este episódio do Podcast 15 Minutos da Gazeta do Povo, discute o início do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF), agendado para 2 de setembro. Analisam o processo que envolve Bolsonaro e outros 33 réus, acusados de uma suposta "trama golpista" que teria culminado nos atos de 8 de janeiro.
O influenciador paraibano Hytalo Santos foi preso em Carapicuíba, na Grande São Paulo, junto com seu companheiro, após denúncias de adultização de crianças e adolescentes divulgadas pelo influenciador Felipe Bressanim, o Felca. O caso repercutiu nacionalmente e reacende o debate sobre os impactos da adultização na saúde mental das vítimas. Neste episódio, a psicopedagoga Elizabeth Monteiro analisa os efeitos psicológicos e sociais dessa prática em crianças e adolescentes.
O Palavra Aberta desta semana discute a proposta do Governo Lula, apresentada no Congresso Nacional, para aumentar a severidade das penas para os delitos de furto e receptação de aparelhos celulares. O projeto foi elaborado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública e visa alterar o Código Penal.As propostas variam de acordo com os crimes cometidos, entre eles, ⅓ até metade do aumento na pena - quando os bens furtados são aparelhos eletrônicos ou qualquer outro dispositivo que possui capacidade de armazenamento de dados pessoais. Também foi proposto que, ⅓ até metade do aumento da pena quando os bens furtados são equipamentos, cabos ou fios relacionados à geração, transmissão e a distribuição elétrica ou à prestação de serviços de telecomunicações.Quando os furtos são cometidos duas ou mais pessoas, a pena irá variar com punições mais severas para àqueles que ajudam os criminosos. As punições para furtos contra idosos e para crimes de receptação qualificada, ou seja, quando alguém utiliza o aparelho roubado para beneficiar terceiros e atividades ilegais, transformando-se em negócios, podem variar: a pena mínima para a receptação pode subir de três para até quatro anos e meio de prisão, já a pena máxima passaria de oito para até 12 anos.Para debater o tema, o ‘Palavra Aberta' recebe a Chefe do Centro de Jornalismo da Polícia Militar de Minas Gerais Layla Brunnela e, também, o advogado Lucas Flamarion.
Nesta edição do "Retrabalho", o destaque é a notícia que o Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (Minas Gerais) confirmou a legitimidade da rescisão contratual por justa causa de um motorista por ele ter descumprido regulamentos de trânsito e de segurança estabelecidos pela empresa. O funcionário foi dispensado após ser flagrado falando ao celular enquanto dirigia um veículo da empresa. Segundo a decisão, imagens registradas pela câmera interna do veículo provaram a infração, caracterizando falta grave. A empresa justificou a dispensa com base nos incisos "e" e "h" do artigo 482 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que tratam da desídia no desempenho das funções e de ato de indisciplina.O motorista alegou que não cometeu falta grave, pois o veículo estava em baixa velocidade quando atendeu a ligação de um chefe. Também destacou que possuía estabilidade provisória por ser suplente da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA). O colegiado não acolheu a tese do motorista, entendendo que a falta cometida foi grave o suficiente para inviabilizar a continuidade do vínculo de emprego. As informações foram trazidas nesta semana na coluna de Leonel Ximenes, em "A Gazeta". Os comentaristas Alberto Nemer e Cássio Moro falam sobre o assunto. Ouça a conversa completa!
Neste domingo, GP da Espanha de F1, em Barcelona. Por isso, o Podcast Motorsport.com chega no YouTube com o PÓDIO, no qual Carlos Costa (@ocarlos_costa) e Guilherme Longo (@gglongo) recebem convidados para debater tudo da Catalunha. Reportagens de Isa Fernandes na Mit Cup!Bitcoin e criptomoedas? Invista na Mynt, a plataforma cripto do BTG Pactual: https://bit.ly/425ErVa
Neste episódio, Igor Vieira e João Fontes analisam a Straumann, líder suíça em implantologia e ortodontia desde 1954. Refletem sobre o forte investimento em I&D, a qualidade superior de produtos como os implantes dentários e a sua vasta rede de distribuição, assim como a diversificação do seu modelo de negócio.Analisam também a evolução recente da empresa, a sua gestão e os principais riscos do setor.
Ana Gomes e Martim Silva analisam os discursos de quem venceu e de quem saiu derrotado nas Legislativas. Para a comentadora da SIC, esta derrota é pesada para o PS, mas Pedro Nuno Santos assumiu-a "com dignidade". Já para o subdiretor de informação da SIC, estas não são umas "eleições normais", uma vez que o resultado do Chega faz deste um vencedor. Oiça aqui o comentário final da Grande Noite Eleitoral da SIC.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nesta edição do "Retrabalho", os comentaristas Alberto Nemer e Cássio Moro falam sobre o fim da jornada de oito horas diárias O que se tem de modelos atuais de jornada de trabalho e para onde caminhamos em relação ao futuro? Para os jovens, por exemplo, será o fim da jornada de oito horas diárias de trabalho? Ouça a conversa completa!
"Trump 2, a vingança final", poderia ser um título possível para um blockbuster de Hollywood retratando a escalada de tensões provocada por Donald Trump desde sua volta à Casa Branca, em 20 de janeiro. Mais agressivo e utilizando amplamente a "estratégia do caos" de seu ex-conselheiro Steve Banon - atirar forte e sem parar para não dar tempo de revide - o protagonista ainda encontra tempo para tentar atuar como mediador em conflitos, enquanto se diverte provocando mega potências comerciais. Fernando Bizarro, professor de Ciência Política na universidade Boston College, avalia que, com o início de um novo período na Casa Branca, Donald Trump parece ter retornado ao poder com a determinação de concretizar as mudanças que não foram implementadas em seu mandato anterior."Foi um governo que, a partir da derrota de 2020, decidiu voltar ao poder para então efetuar todas aquelas mudanças que ele não tinha sido capaz de fazer no período anterior, custasse o que custasse", avalia Fernando Bizzarro. "Esses primeiros 100 dias foram provavelmente os mais ativos de uma presidência desde a de Franklin Roosevelt, eleito para implementar o New Deal, que completamente transformou a política norte-americana e o estado norte-americano", comenta.RevanchePara Fernando Bizzarro, uma característica proeminente do governo é seu caráter "muito revanchista" em todas as medidas. "O Trump é revanchista, ele está indo atrás de todo mundo que em algum momento lhe causou problema. Ele foi atrás dos advogados que foram contra ele nos casos judiciais, foi atrás dos procuradores, de todo mundo que em algum momento foi contra ele. Está indo para a revanche, mas isso são as revanches pessoais do presidente", detalha."Do ponto de vista da coalizão política, tem essa revanche com esse modelo de estado norte-americano construído durante o século 20. E essa vingança é então uma resposta dos grupos perdedores dos últimos 100 anos contra o modelo construído antes deles", contextualiza Bizzarro.O fim do soft power norte-americano?A avaliação de Lucas de Souza Martins, professor de História dos Estados Unidos na Temple University, na Filadélfia, vai na mesma direção. "Ao iniciar seu segundo mandato, Trump altera profundamente o que até então representava os Estados Unidos: um país com força econômica natural, mas também comprometido com o soft power, ou seja, com a projeção de sua influência por meio de projetos sociais, humanitários, investimentos em educação e fomento à pesquisa científica", pontua."O embate atual de Trump com as principais universidades norte-americanas, como as da Ivy League, e a reação de Harvard exemplificam isso. Tudo indica que a nova gestão de Donald Trump, muito mais do que conservadora, é 'revolucionária' no sentido de implementar uma agenda política alinhada diretamente com os interesses do atual chefe de Estado na Casa Branca", afirma.InflaçãoMartins lembra que, no cenário doméstico, algumas consequências já são sentidas. "O que se observa já de imediato é que o cidadão norte-americano, o norte-americano médio, já passa a enfrentar com ainda mais gravidade a questão da inflação, que é algo que historicamente ele jamais enfrentou como enfrenta neste momento, neste fim de gestão Biden e agora gestão Trump", explica."Outro ponto também que vai além da questão interna é também a força norte-americana no sentido das relações internacionais. Hoje, por exemplo, o cerceamento do comércio multilateral promovido pela nova gestão de Trump, faz com que outras potências possam se abrir e se articular internamente sem a participação dos norte-americanos", afirma.Corda para Trump "se enforcar"Fernando Bizzarro explica qual seria o papel da China no meio da tempestade Trump. "O governo chinês percebeu essa oportunidade criada por essa mudança drástica de política externa norte-americana como uma oportunidade para desmantelar de fato aquilo que os Estados Unidos tinham construído durante o século 20, que do ponto de vista da política internacional era um sistema de organizações internacionais e um sistema de alianças também centrado nos Estados Unidos", diz."Então eu não acho que eles vão tentar mediar [a situação], eles vão tentar, na verdade, empurrar o Trump para perseguir os seus piores instintos", situa o cientista."E, na medida em que ele tentar desmontar o sistema internacional que tem os Estados Unidos como eixo principal, isso vai ser vantajoso para a China também, porque então você vai passar a viver num mundo em que não se vive sob instituições dominadas pelos norte-americanos. Acho que a China vai tentar dar mais corda para ele se enforcar", destacou.Que oportunidades para o Brasil?Os pesquisadores acreditam que o Brasil pode cavar uma oportunidade no meio da crise. "Veja, para o Brasil, este é um momento de perigo, mas também de oportunidade. Por um lado, à medida que a economia norte-americana busca se desvincular da economia chinesa — algo que o governo Trump está tentando fazer, ao afastar a produção e a manufatura dos produtos consumidos nos Estados Unidos da dependência chinesa — há uma tendência de desconexão dos Estados Unidos em relação à economia globalizada. Em certa medida, isso pode ser favorável ao Brasil", diz Fernando Bizzarro."Há uma oportunidade econômica para o Brasil de forma geral. Além disso, essa mudança no cenário internacional, com o enfraquecimento das instituições da ordem liberal estabelecida após a Segunda Guerra Mundial — dominada pelos Estados Unidos — abre espaço para o desenho de uma nova arquitetura institucional. Isso está em sintonia com um desejo histórico da diplomacia brasileira, que sempre defendeu a reforma dessas instituições e a ampliação da ordem internacional, tornando-a menos centrada nos Estados Unidos e em seus aliados imediatos", acredita.Leia tambémDonald Trump enfraquece influência global dos Estados Unidos ao abandonar soft power"Por exemplo, o Conselho de Segurança da ONU, composto pelos vencedores da Segunda Guerra (Estados Unidos, China, Rússia, Reino Unido e França), sempre foi alvo de críticas do governo brasileiro, que buscava reformá-lo e democratizar sua composição", diz o professor. "Assim, em um mundo no qual os Estados Unidos deixem de ser a força unipolar e as estruturas internacionais criadas no pós-1945 sejam reformadas, o Brasil pode encontrar a oportunidade de conquistar alguns dos objetivos que persegue há décadas", analisa.Brasil na liderança ambiental"O Brasil surge como um país que tem a oportunidade, especialmente com a proximidade da COP, de se apresentar como o principal defensor das políticas ambientais no cenário internacional", diz Lucas de Souza Martins. "Isso ocorre num contexto em que os norte-americanos já não representam mais essa visão de mundo — eles deixaram de ser uma nação que exerce liderança na promoção e no financiamento de projetos globais nessa área", destaca."Diante disso, o Brasil tem a possibilidade de ocupar esse espaço e se tornar a principal voz em questões ambientais nos fóruns multilaterais", contextualiza.Danos internos permanentesNo entanto, ele alerta para danos permanentes nos Estados Unidos. "A paz discutida pelos Estados Unidos favorece apenas um lado da história", diz. "Isso compromete, portanto, a forma como se interpreta a liderança americana, especialmente quando pensamos em futuros governos que vão muito além de Donald Trump. Eventualmente, poderemos ter um presidente mais centrista ou mais progressista. A questão que fica é: até que ponto essas políticas, como o fechamento de agências federais tradicionais, poderão ser revertidas? E em quanto tempo isso acontecerá?", questiona Martins."A pergunta que surge a partir dos primeiros 100 dias do governo Donald Trump é: até que ponto ele causou danos à administração e à liderança norte-americana que serão permanentes e que irão além de seu governo?", conclui o professor da Temple University em entrevista à RFI.
Neste terceiro episódio dedicado à habitação, Hugo van der Ding conversa com a investigadora Alda Azevedo sobre o papel – ainda por cumprir – da habitação pública em Portugal: um direito constitucional desde 1976, mas que continua a aguardar políticas efetivas.Analisam-se as fragilidades das políticas públicas, a degradação e gestão deficiente dos bairros municipais, a estigmatização dos seus residentes e ainda o fenómeno «Not in my backyard»: quando a sociedade apoia a habitação pública em teoria, mas a rejeita nas proximidades da sua residência.Neste contexto, ganha destaque um novo perfil de exclusão que desafia as respostas tradicionais: pessoas com emprego, perfeitamente integradas na sociedade e no mercado de trabalho, mas que, face aos preços inacessíveis, se veem obrigadas a viver em tendas, roulottes ou carros.No entanto, surgem também exemplos de esperança e alternativas viáveis, como o modelo dinamarquês, onde 20% do parque habitacional é acessível e gerido por associações sem fins lucrativos, ou o caso do projeto DASH (Deliver Safe and Social Housing), que junta universidades, municípios e organizações em quatro cidades europeias, incluindo Braga.Uma reflexão que vai além do diagnóstico: aponta caminhos, propõe soluções e desafia-nos a repensar a cidade como um espaço inclusivo – onde a habitação pública possa realmente integrar a malha urbana e dar resposta a necessidades prementes.REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEISASSEMBLEIA DA REPÚBLICA, Direito à Habitação (1976, Diário da República)ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA, Lei de Bases da Habitação (2019, Diário da República)AGAREZ, Ricardo Costa, «A habitação apoiada em Portugal» (2022, Fundação Francisco Manuel dos Santos)DASH PROJECT, «Decent and Affordable Sustainable Housing» (2023, União Europeia)EXPERTS PROJECT, PER Atlas (2023, Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa)BIOSALDA AZEVEDODoutorada em Demografia pela Universidade Autónoma de Barcelona. É investigadora auxiliar no Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Universidade de Lisboa e professora auxiliar convidada no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas. É coordenadora do doutoramento em Population Sciences (ULisboa) pelo ICS e membro da Comissão Científica. A sua investigação centra-se no estudo da demografia da habitação, do envelhecimento demográfico e, mais recentemente, no estudo da emigração portuguesa nos EUA.HUGO VAN DER DINGLocutor, criativo e desenhador acidental. Uma espécie de cartunista de sucesso instantâneo a quem bastou uma caneta Bic, uma boa ideia e uma folha em branco. Criador de personagens digitais de sucesso como a Criada Malcriada e Cavaca a Presidenta, autor de um dos podcasts mais ouvidos em Portugal, Vamos Todos Morrer, também escreve para teatro e, atualmente, apresenta o programa Duas Pessoas a Fazer Televisão na RTP, com Martim Sousa Tavares.
Congresso e STF analisam alternativa à proposta de anistia que reduz pena de réus de menor importância do 8/1. PF indicia Bruno Henrique, do Flamengo, e outros nove por suposta manipulação em jogo. Queimadas destroem área 70% menor no 1º trimestre; Cerrado tem alta Queimadas destroem área 70% menor no 1º trimestre; Cerrado tem alta. Minha Casa, Minha Vida: veja como ficam as regras do programa com nova 'Faixa 4' para a classe média. Semana de 4 dias: as percepções dos chefes e funcionários, 1 ano após a redução da jornada.
Lideranças do Congresso e ministros do STF discutem uma alternativa à proposta de anistia em tramitação na Câmara. A ideia é criar uma nova lei que permita a redução de penas para réus com menor envolvimento nos atos golpistas de 8 de janeiro, ao mesmo tempo em que endurece as punições para os líderes. Atualmente, a legislação não diferencia o grau de participação nos crimes. A articulação deve partir do Senado, por iniciativa de Davi Alcolumbre, com estudo jurídico a cargo de Rodrigo Pacheco. Apesar disso, o governo federal resiste à proposta por considerá-la uma concessão aos golpistas. A nova lei não beneficiaria Jair Bolsonaro nem os principais articuladores do golpe.
O ‘Palavra Aberta' desta semana debate sobre o relatório divulgado pelo Ministério Público de Minas Gerais que mostra o aumento de 47% nas mortes causadas por policiais no Estado em relação aos anos a 2024 e 2023. O levantamento feito em 2023 apontou que 133 pessoas foram mortas por policiais. Já em 2024, 195 mortes, em uma média de 16 por mês ou uma a cada dois dias. Segundo o Ministério Público, quando a comparação é com o início da série histórica, em 2018, o crescimento da letalidade policial é ainda maior: 65%.As ocorrências em 2024, de acordo com o relatório, aponta que a maioria dos autores era composto por militares, cerca de 98%. Também informaram que 30% das mortes eram provocadas pelo tráfico de drogas, 30%, e em seguida, as ocorrências ligadas a roubos e furtos e pelas ações de cumprimento de mandados. Para debater o tema, o ‘Palavra Aberta' recebe o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil, Seção Minas Gerais, Wagner Dias Ferreira, e também, o secretário de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais, Rogério Greco.
Nesta edição do CBN e a Família, a comentarista Adriana Müller recebe como convidado o especialista em tecnologia da informação e também comentarista da CBN Vitória, Gilberto Sudré. Em destaque na conversa eles discutem o que é o ChatGPT, suas funcionalidades e riscos na utilização. Ouça a conversa completa!
O escândalo Signalgate marcou a semana. Planos de um ataque dos EUA aos rebeldes hutis, no Iémen, foram revelados a um jornalista da revista “The Atlantic”, através de um grupo na app Signal com altos funcionários da administração Trump. Foi incompetência ou negligência? No Elefante na Sala em podcast, Ana Cavalieri e João Maria Jonet recebem o comentador SIC Pedro Marques Lopes. Analisam as implicações do caso para a segurança nacional dos EUA, a deterioração das instituições democráticas e a possível reação do eleitorado. Ouça o programa em podcast, emitido a 29 de março na SIC Notícias. Para ver o programa em vídeo clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No Fórum Onze e Meia de hoje: Bolsonaro era o líder do golpe, diz PGR. JURISTAS ANALISAM a denúncia e o julgamento no STF. Participam do programa o historiador e youtuber Carlito Neto, a pesquisadora Leticia Oliveira e os juristas Pedro Serrano e Roberto Bertholdo. Apresentação de Dri Delorenzo e comentários de Renato Rovai.Become a supporter of this podcast: https://www.spreaker.com/podcast/forum-onze-e-meia--5958149/support.
Proposta inclui representantes das Nações Unidas e pretende acelerar a troca de experiências na implementação e avanços dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável,ODS, e do Pacto para o Futuro.
Neste domingo, voltamos com a F1, diretamente da Holanda, para a 15ª etapa da temporada 2024. E o Motorsport.com chega com o PÓDIO para repercutir tudo de Zandvoort. Apresentação de Carlos Costa (@ocarlos_costa), e comentários dos convidados Vitor Genz, piloto da NASCAR Brasil, e Felipe Motta, jornalista da ESPN e ex-repórter de F1 in loco.
A Polícia Civil de São Paulo pediu o bloqueio de R$8 bilhões de pessoas e empresas suspeitas de ligação com o PCC. Peritos da Aeronáutica analisam os diálogos gravados nas caixas pretas do avião da Voepass. Uma pesquisa revelou que os brasileiros são alvos de mais de 4600 tentativas de golpe financeiro por hora. O uso de redes sociais em ações criminosas alimentou debates sobre a necessidade de regulamentação das plataformas digitais. Uma reportagem da Folha de São Paulo afirmou que o gabinete do Ministro Alexandre de Moraes no STF pediu relatórios ao TSE por meios não oficiais. E que os documentos para uso no inquérito das fake news eram sobre a atuação de aliados de Jair Bolsonaro. O gabinete do ministro afirmou que os procedimentos foram oficiais, regulares e documentados nos inquéritos e investigações com a participação integral da Procuradoria Geral da República. O Irã fez exercícios militares e rejeita o pedido de Estados Unidos e União Europeia pra desistir de um ataque a Israel. Morre, aos 100 anos de idade, o pacifista japonês Takashi Morita - que sobreviveu à bomba atômica em Hiroshima.
Na semana passada, o estudante Alison Rodrigues, de 18 anos, teve sua matrícula no curso de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) negada após a comissão de heteroidentificação da instituição não aceitar sua autodeclaração racial como pardo. O caso reacendeu o debate sobre os critérios utilizados por comissões avaliadoras de identidade étnico-racial para utilização de cotas. A Lei de Cotas, vigente desde 2012, estabelece que 50% das vagas de cada curso, em cada turno, deve ser reservada a alunos de escola pública. Dentro destas vagas reservadas, uma parte deve ser destinada para estudantes de escola pública que sejam autodeclarados pretos, pardos e indígenas (PPI). Desde 2018, quando a maioria das instituições de ensino superior começou a criar comissões de heteroidentificação, estudantes vêm reclamando de “injustiças”. Cursos muito concorridos, como o de Medicina, estão entre os que mais apresentam queixas. São essas carreiras em que há maior pressão contra fraudes, prática que era mais frequente antes de criadas as comissões de heteroidentificação. De modo geral, as comissões de heteroidentificação em universidades são compostas por docentes e servidores técnico-administrativos selecionados com critérios de diversidade racial e de gênero. Na USP, alunos da graduação e da pós-graduação indicados pela Coligação dos Coletivos Negros da universidade, e um representante da sociedade civil, também participam. O processo analisa as características fenotípicas dos alunos. São considerados para a aprovação fatores como a cor da pele (se é morena ou retinta), o formato do nariz (se tem base achatada e larga), os cabelos (se são ondulados, encaracolados ou crespos) e os lábios (se são grossos). Afinal, essas comissões de heteroidentificação correm o risco de promover mais discriminação do que inclusão? Como as instituições podem aprimorar esses processos? No ‘Estadão Notícias' de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Michael França, coordenador do Núcleo de Estudos Raciais do Insper. O ‘Estadão Notícias' está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Um dos campeonatos mais importantes do Rainbow Six Siege, o Six Invitational, está cada vez mais próximo. O campeonato mundial da modalidade da Ubisoft acontece entre os dias 13 e 25 de fevereiro com as melhores equipes do mundo na cidade de São Paulo e diversos times brasileiros marcarão presença no Ginásio do Ibirapuera. Neste episódio #144 do Chat Aberto, nós falamos com dois membros de uma das principais equipes verde-amarelas: Eudson “Eudinho” e Felipe “FelipoX”, da w7m Esports.
Eutanásia para os criadores da música do "quem trouxe".
Neste domingo, foi realizado o GP de Singapura de Fórmula 1, em Marina Bay. Por isso, o Motorsport.com chega no YouTube com o programa PÓDIO, que analisa tudo da prova na Ásia. Os comentaristas são o engenheiro ex-F1 Rico Penteado e o apresentador da ESPN Felipe Motta.
Joga Junto é o programa de UOL Esporte para fãs de futebol feminino, com apresentação de Luiza Oliveira. Durante a Copa do Mundo feminina, a versão em podcast estará disponível diariamente no feed do programa Posse de Bola. Você pode acompanhar também em vídeo no UOL Esporte, Youtube de UOL Esporte e TikTok.
Apresentado por Kiss Vasconcelos, o Meio-dia em Brasília traz as principais informações da manhã e os debates que vão agitar o dia na capital federal. Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL Você pode entrar em contato conosco pelo e-mail: assinante@oantagonista.com Confira mais notícias em nosso site: https://oantagonista.uol.com.br/ https://crusoe.uol.com.br/ Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista https://www.twitter.com/o_antagonista https://www.instagram.com/o_antagonista https://www.tiktok.com/@oantagonista_oficial No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista
O sociólogo venezuelano Guillermo Pérez e o deputado federal Antônio Nicoletti (União-RR) analisam no Meio-Dia em Brasília de hoje os impactos políticos, internos e externos, para o governo do petista. Link do cupom de desconto na assinatura de o Antagonista+ e Crusoé: https://assine.oantagonista.com/?cupom=QUERO60OFF Precisa de ajuda? 4858-5813, São Paulo 4003-8846, demais localidades O horário de atendimento é das 9h00 às 18h00, de segunda a sexta-feira, exceto feriados. Você pode entrar em contato conosco pelo e-mail: assinante@oantagonista.com Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL Confira mais notícias em nosso site: https://oantagonista.uol.com.br/ https://crusoe.uol.com.br/ Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista https://www.twitter.com/o_antagonista https://www.instagram.com/o_antagonista https://www.tiktok.com/@oantagonista_oficial No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista
O ecossistema de inovação no Rio Grande do Sul foi o tema desta transmissão do podcast Radar de Inovação, que ocorreu diretamente do Estúdio RBS, no South Summit Brazil. Participaram da conversa a secretária de Inovação, Ciência e Tecnologia do RS, Simone Stülp, e o CEO do Instituto Caldeira, Pedro Valério.