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Um artigo na Paper Magazine listou Mães e Filhas do pop. Com isso, resolvemos montar a árvore genealógica do pop. Quem seria mãe de quem? Vem ouvir!
O LoGGadoCast está no ar! E nesta edição, Edu Sacer, Mandy Aguiar, Márcio Zanon e Leo Oliveira comentam as últimas novidades da TV, cinema e streaming! Para ouvir, dê o play, aumente o volume e deixe seu feedback nos comentários!Comentado no Cast:02:12 - Notícias e Amenidades36:32 - Kylie52:39 - Carissíma58:40 - Futuro Deserto01:06:36 - Obssessão01:29:07 - Primeiro as Damas01:41:42 - Os Testamentos: das Filhas de Gilead02:05:42 - The Boroughs02:16:54 - Máximo Prazer Garantido02:37:07 - Comentários02:55:26 - DespedidasPARTICIPE AQUI DO LOGGADIN 500!Links Relacionados:Apoie pelo Pix: contatologgado@gmail.comApoie no PatreonLoGGado no TelegramLoGGado no InstagramLoGGado no BlueskySeriadores AnônimosCompre AQUI os livros de Leozio!Arquivo de Episódios do LoGGadinLoGGadoCast 498 – Off Campus: Amores Improváveis, Eu e Você na Toscana, Os Testamentos, Entre Pai e Filho e muito maisMande sua barra para o S.A.D.OBS: trilha do episódio sem copyrights
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Respondi perguntas da caixinha como: Por que não falo de religião?Falar só inglês em casa? Me arrependo de ter filhas tarde? As meninas são superdotadas? e várias outras dúvidas de vocês que estão listadas aqui em baixo☀️ Meu curso O Essencial da Maternidade: https://morganasecco.com.br/essencialLINKS DOS VÍDEOS MENCIONADOShttps://youtu.be/YVL_RvEtAd8https://youtu.be/wGzj7JbFYNQhttps://youtu.be/aJ7gnh2W_dUhttps://youtu.be/ItoBI8J81Zohttps://youtu.be/PgozYhI8CYMhttps://youtu.be/dqWy1QI92-sRede SociaisYoutube: https://www.youtube.com/@MorganaSeccoInstagram: https://www.instagram.com/morganasecco/Facebook: https://www.facebook.com/morganaseccoTiktok: https://www.tiktok.com/@morganaseccoTwitter: https://twitter.com/morganaseccoThreads: https://www.threads.net/@morganaseccoCanal do Schiller (Finanças):https://www.youtube.com/@LuizSchillerNewsletter GRATUITA: https://morganasecco.com.br/newsletterPara pesquisar atrações e atividades para ir em família baixe o app GRATUITO: https://apps.apple.com/no/app/minimap-app/id6446462630
O Podcast Nordestino mais uma vez entra para a História do Nordeste brasileiro, em nosso episódio 389 estamos recebendo 4 das 5 filhas do saudoso Kara Veia e fazendo uma homenagem ao Rei das Vaquejadas nunca já feita através de um Podcast, vamos conhecer detalhes nunca falados desse ídolo da música Nordestina e muito mais ! Inscreva-se no nosso Canal , deixe um Like é importante seu apoio para que o Youtube entenda que nosso conteúdo é legal.INSTAGRAM: https://encurta.ae/vPQJQTIK TOK: https://encurta.ae/r5py5KWAI: https://encurta.ae/Le3grFACEBOOK: https://encurta.ae/AR3LTSPOTIFY: https://encurta.ae/Yie2vCONTATO: https://encurta.ae/buDV7#podcast #nordeste #cultural
O LoGGadoCast está no ar! E nesta edição, Edu Sacer, Márcio Zanon e Leo Oliveira comentam as últimas novidades da TV, cinema e streaming! Para ouvir, dê o play, aumente o volume e deixe seu feedback nos comentários!Comentado no Cast:08:10 - Notícias e Amenidades24:33 - A Casa do Patrão38:29 - The Voice56:51 - O Segredo de Um Milhão de Doláres01:05:06 - Stranger Things: Tales From '8501:10:54 - Reprovado01:16:09 - Mulheres Imperfeitas01:31:42 - Pela Metade01:42:35 - Se Desejos Matassem...01:50:31 - Os Testamentos das Filhas de Gilead01:59:00 - A Dona da Bola02:10:09 - O Jogo do Predador02:21:20 - Confiança02:32:23 - Comentários02:42:54 - DespedidasLinks Relacionados:Apoie pelo Pix: contatologgado@gmail.comApoie no PatreonLoGGado no TelegramLoGGado no InstagramLoGGado no BlueskySeriadores AnônimosCompre AQUI os livros de Leozio!Arquivo de Episódios do LoGGadinLoGGadoCast 494 – Margô Está em Apuros, A Colega Perfeita, O Drama, A Final do BBB 26, Treta, Sem Salvação e muito maisMande sua barra para o S.A.D.OBS: trilha do episódio sem copyrights
O LoGGadoCast está no ar! E nesta edição, Edu Sacer, Márcio Zanon, Leo Oliveira e Mandy Aguiar comentam as últimas novidades da TV, cinema e streaming! Para ouvir, dê o play, aumente o volume e deixe seu feedback nos comentários!Comentado no Cast:0237 - Notícias e Amenidades24:00 - The Miniature Wife32:34 - Euphoria40:17 - Os Outros48:58 - Na Mira do Júri: Retiro Corporativo53:00 - Hacks01:01:17 - Ataque Brutal01:26:57 - Super Mario Galaxy: O Filme01:42:15 - Malcolm: A Vida Continua Injusta01:54:13 - Os Testamentos das Filhas de Gilead02:21:45 - O Testamento: O Segredo de Anita Harley03:10:15 - Comentários03:22:25 - DespedidasLinks Relacionados:Apoie pelo Pix: contatologgado@gmail.comApoie no PatreonLoGGado no TelegramLoGGado no InstagramLoGGado no BlueskySeriadores AnônimosCompre AQUI os livros de Leozio!Arquivo de Episódios do LoGGadinLoGGadoCast 492 – Com Carinho Kitty, Sinta Minha Voz, Noite da Pizza, Pelo Caminho e muito maisMande sua barra para o S.A.D.OBS: trilha do episódio sem copyrights
O SantoFlow recebe a Madre Gislene Danielski, religiosa das Filhas do Divino Zelo, para um tema profundo, misterioso e espiritualmente provocador: LA SALETTE: DO SEGREDO À SANTIDADE DOS VIDENTES.Com uma vida dedicada à missão, à oração e à formação espiritual, Madre Gislene traz toda a riqueza do carisma de Santo Aníbal Maria di Francia, ajudando a compreender os apelos do Céu à humanidade. Sua atuação missionária e suas pregações têm levado muitos a redescobrirem a seriedade da fé e a urgência da conversão.Neste episódio, mergulhamos nas aparições de Nossa Senhora em La Salette.Falamos sobre o segredo confiado aos videntes, o contexto da mensagem, os chamados à penitência, à reparação e à fidelidade a Deus — além da trajetória de santidade daqueles que receberam essa revelação.Uma conversa profunda, que vai além da curiosidade… e nos confronta com a realidade espiritual do nosso tempo.Também refletimos sobre como viver hoje os pedidos de Nossa Senhora, em um mundo marcado pela indiferença, distração e afastamento de Deus.✨ Um episódio forte, revelador e espiritualmente transformador.-----------------------------------------------------------------------------------------------------Clique no link e entre para o Aprofundamento Armas Espirituais agora:https://pay.kiwify.com.br/fDNO5I0https://locusmariologicus.lojavirtualnuvem.com.br/produtos/consagracao-a-jesus-por-maria-fundamentos-biblicos-teologicos-e-praticas-espirituais-1k9pp/Abra já sua livraria católica, entre em contato pelo link:https://w.app/vbbktxAumente o Dízimo da sua paróquia - DIZIFYhttps://dizify.com.br/?utm_source=san...Viaje com a S2 Viagens:https://s2viagens.com/contato/Agenda Católica:https://agendacatolica.com/Liturgia Diária da Paulus: A PAULUS acredita que bons conteúdos transformam, ajudam as pessoas a revelarem aquilo que têm de melhor. Aproveite essa oferta exclusiva: https://bit.ly/3WnFGvuArtesanato Costa:O ateliê mais tradicional de arte sacra do Brasil oferece estatuetas católicas de altíssima qualidade. Compre sua estátua e adicione um toque de fé à sua casa. Use o cupom "GUTO10" para descontos exclusivos: https://www.loja.artesanatocosta.com.brCamisetas Sabatini: Moda e DevoçãoInspire-se com as camisetas católicas de alta qualidade da Camisetas Sabatini, que unem estilo e fé. Visite a loja online: https://www.camisetassabatini.com.br WhatsApp: (44) 99844-8545✅ Doe Agora: https://bit.ly/3odbeCi✅ Doe via PIX: caridade@acn.org.br
Lucas 23.26-31Celeb em 03/04/2026 | Igreja Batista Urbana | Acompanhe nossas redes: Facebook / Instagram
O cantor Bruno Mafra, da Banda Bruno e Trio, teve a condenação mantida pelo Tribunal de Justiça do Pará. Ele foi condenado por estupro das duas filhas quando elas tinham 5 e 9 anos de idade.
Tenente-coronel Geraldo Neto é preso pela morte da policial Gisele Santana. Stênio Garcia processa ex-mulher e filhas por dinheiro de apartamento alugado no Rio de Janeiro.
➡️ O atendimento da psicóloga Vanessa Floriano está disponível no link abaixo.https://w.app/7mavbt➡️ Para trâmites sobre imigração na Espanha - clica aqui:https://bit.ly/hiespanha➡️ Para trâmites sobre imigração em Portugal, Alemanha, Austria, Hungria e Polônia - clica aqui: https://bit.ly/hiportugal➡️ Para trâmites sobre imigração na Itália - clica aqui:https://bit.ly/hiitalia➡️Terminou de ouvir? Então corre para o nosso grupo no telegram:https://t.me/historiadeimigrante➡️Sobre o episódio 166Andreia realizou o sonho de morar na Inglaterra, casou-se com um engenheiro inglês e teve a vida que muitos considerariam perfeita. Mas por trás das mansões e viagens de luxo, escondia-se um sistema de controle e alienação parental que culminou em uma tentativa de estrangulamento. O que acontece quando o sistema do país estrangeiro decide acreditar no agressor e transforma a mãe vítima em uma sem-teto proibida de ver as próprias filhas?➡️Se gostou dessa história vai gostar também...A ex controla tudo
Respondi perguntas da caixinha como: Me preocupo com a exposição das crianças? Eu vacino minhas filhas? Elas tem acesso a telas? e mais outras listadas aqui embaixo.☀️ Meu curso O Essencial da Maternidade: https://morganasecco.com.br/essencialPERGUNTAS:00:26 Se pudesse comer só uma comida pelo resto da vida, qual seria?01:03 As meninas tem autonomia pra vestir o que elas quiserem no dia a dia?01:56 Onde costuma comprar as roupas das crianças? Loja física ou virtual?03:32 As meninas assistem tv? A partir de que idade começaram?05:12 Alice e Julia não pedem outra irmãzinha?06:33 Você acredita em educação parental evolutiva? Você ouviria a alma das suas filhas?06:51 Como são as meninas na hora de escovar os dentes? 09:01 Como dizer “não” ao invés de dizer “não temos dinheiro”?11:58 O Schiller sempre foi proativo nas atividade de casa? Ou vocês tiveram que estabelecer uma conversa pra função de cada um?16:05 Qual característica da personalidade delas que é mais cópia e cola sua?17:48 Vocês pretendem colocar a Ju na aula de música?20:03 Já ouviu falar sobre as substâncias das vacinas? Alumínio e outras coisas…20:20 O seu curso ajuda até na gestação?24:12 Como vocês fez para conseguir não dar mamadeira pra elas?25:15 A terapia te ajudou a lidar com a pressão envolvida em trabalhar com redes sociais?26:18 Vocês fazem terapia de casal? Se sim, recomendam?26:42 Um conselho sem filtros pra quem não sabe se quer ter filhos aos 35 anos26:56 Morgana, o que te irrita em relação a alguma situação ou modo dos ingleses?27:22 O que vocês gostam de jantar?29:04 Lugares do mundo que querem conhecer31:55 Você acha que quando a Julia aprender inglês, as meninas vão preferir falar inglês em casa também?32:27 Você se preocupa com as possibilidade de super exposição das meninas?34:59 Meu sonho é ser mãe, mas tenho medo de não realizar outros sonhos após me tornarVídeo publicado no meu canal do Youtube em 04.03.2026Curso O Essencial da Maternidade: tudo que você precisa saber desde a gestação ate os 6 primeiros anos da criança: https://morganasecco.com.br/essencialRede SociaisYoutube: https://www.youtube.com/@MorganaSeccoInstagram: https://www.instagram.com/morganasecco/Facebook: https://www.facebook.com/morganaseccoTiktok: https://www.tiktok.com/@morganaseccoTwitter: https://twitter.com/morganaseccoThreads: https://www.threads.net/@morganaseccoCanal do Schiller (Finanças):https://www.youtube.com/@LuizSchillerNewsletter GRATUITA: https://morganasecco.com.br/newsletterPara pesquisar atrações e atividades para ir em família baixe o app GRATUITO: https://apps.apple.com/no/app/minimap-app/id6446462630
Episódio do dia 11/02/2026, com o tema: Meu ex-marido está pressionando minhas filhas pequenas Apresentação: Kléber Lima e Kaká Rodrigues Oração, diálogo e firmeza são ferramentas sempre úteis em cenários potencialmente conflituosos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Há homens que passam a vida a ligar pessoas; Júlio Isidro passou-a a ligar gerações. Do céu aberto da aviação — onde aprendeu a olhar o mundo em perspetiva — aos estúdios de rádio e televisão, onde deu voz e rosto a décadas da história portuguesa, Isidro construiu uma carreira feita de curiosidade, rigor e humanidade. Na entrevista intimista ao Alta Definição, Isidro revisita episódios concretos: a paixão pela aviação, um fascínio que começou aos nove anos; a perda do pai cujo conhecimento e cultura geral o inspiraram; a importância da consistência e integridade no seu trabalho; o casamento tardio com Sandra e a responsabilidade em relação às filhas; o desprezo pela ostentação, a hipocrisia e a superficialidade, valorizando a sinceridade e a simplicidade; as mudanças nos tempos e nos jovens de hoje, sempre com compreensão e respeito. Aos 80 anos, Júlio recusa a ideia de reforma. O trabalho, para ele, é “fonte de juventude e sentido”. Como um aviador dos sonhos, ensina-nos que, mesmo quando a vida nos obriga a aterrar, há sempre um novo voo à espera. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio especial de Natal do Na Trilha da Coragem, *Carla Brandão* recebe um casal cuja vida é regida pela harmonia: o *Maestro Leonardo Labrada* e a *cantora e preparadora vocal Amanda Camelo*.Em uma conversa emocionante, eles compartilham suas trajetórias — do Maranhão e São Paulo até o encontro em Goiânia e a vida nos palcos mais prestigiados, como o Theatro Municipal. Leonardo, regente da Orquestra Experimental de Repertório, desmistifica a figura do maestro e fala sobre a música como uma manifestação que precisa de corpos para acontecer. Amanda traz a força da sua ancestralidade maranhense e a sensibilidade do canto barroco, brindando o público com uma interpretação acapella de tirar o fôlego.O casal também abre o coração sobre o "maior milagre" de suas vidas: o nascimento das filhas gêmeas idênticas, Lara e Maia, e como a paternidade transformou suas visões sobre a arte e o mundo.*Destaques deste episódio*: - *Desmistificando a Orquestra*: O maestro explica por que não devemos aplaudir entre os movimentos de uma peça. - *Canto Barroco e Preparação Vocal*: Amanda detalha a técnica e a propriocepção necessária para o canto lírico. - *Música e Cura*: Como as filhas gêmeas trouxeram um novo propósito para a carreira do casal. - *Inclusão Cultural*: A importância de tornar a música erudita acessível e popular. - *Performance Exclusiva*: Amanda Camelo canta ao vivo um tema que remete às suas raízes.Uma pausa necessária para se reconectar com o que realmente importa neste fim de ano.
1822 - AULA - As Filhas da Inveja e da Vanglória segundo S. Tomás - Profa. Dra. Ir. Anna Maria Fedeli
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Um carro onde estava uma mulher com as três filhas caiu dentro de um rio em Toledo, no interior do Paraná. O veículo, com placas do Paraguai, ficou submerso e moradores da região pularam na água para ajudar no resgate. A mãe morreu após chegar ao hospital. Um bebê de três meses e uma criança de quatro anos estão internadas em estado grave; a adolescente de 14 está fora de perigo. O carro foi retirado do rio e a polícia investiga as causas do acidente. E ainda: Pará registra recorde de apreensões de drogas em 2025.
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O legado das filhas de Zelofeade - Pra Geórgia Almeida - Culto da Vitória [03.12.2025] by moriagv
Episódio do dia 21/11/2025, com o tema: Sou viúvo há três anos e tenho duas filhas ainda crianças Apresentação: Kléber Lima e Kaká Rodrigues Pais solos que têm um amparo emocional com os filhos estão em grandevantagem. A parte das informações virá naturalmente.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Uma mulher viveu mais de duas décadas sem saber o que havia acontecido com suas filhas. Quando finalmente descobriu a verdade, ficou em choque ao saber que sua própria mãe estava por trás de tudo. A partir daí, começou uma busca incansável para reencontrá-las. Histórias reais, contadas com emoção, mistério e verdade.Assista até o fim e se envolva nessa jornada de dor, esperança e reencontro.
Com efeito, "Nem tudo é mágoa", em palavras do Bruno Bettencourt. Para além desta novidade musical, no programa 416 temos o prazer de colocar outras peças clássicas do Espiño, do Roberto Leal, da Sara Alhinho, das Tanxugueiras e as Filhas de Cassandra e até do Sebastião Antunes e a Quadrilha.
devocional Lucas leitura bíblica Quando levavam Jesus para ser morto, Simão, um cireneu que acabava de entrar em Jerusalém vindo do campo, foi forçado a acompanhá-los, transportando a cruz de Jesus. Atrás seguia um grande cortejo, incluindo muitas mulheres vergadas pelo desgosto. Mas Jesus voltou-se e disse-lhes: “Filhas de Jerusalém, não chorem por mim, mas por vocês e pelos vossos filhos. Porque vêm aí dias em que as mulheres sem filhos serão consideradas felizes. As pessoas começarão a clamar às montanhas: ‘Caiam sobre nós!', e às colinas: ‘Escondam-nos!' Porque se a mim, a árvore viva, me tratam assim, o que não farão a vocês?” Lucas 23.26-31 devocional Ninguém consegue contornar a cruz de Jesus. Quando se pensa ser algo que apenas Ele carregou, eis-nos repentinamente com ela sobre os ombros. Todos temos de a encarar de frente, ainda que inicialmente pensássemos ser meros espectadores. Por mais que lhe queiramos escapar, circunstâncias improváveis acabam por nos obrigar a levá-la. Aí percebemos melhor o peso que Jesus por nós carregou. E mais do que lamentarmos o Seu sofrimento, há que raciocinar na nossa triste sorte se não reconhecermos a importância capital da Sua morte em nosso lugar. Ele mesmo disse: “Não choreis por Mim; chorai, antes, por vós!” Metamos na cabeça que nenhum de nós se safa sozinho, pois se Ele que estava inocente foi condenado quanto mais nós! Todos estamos carregadinhos de culpa, pelo que necessitamos Daquele que a tomou sobre Si. Sim, num mundo que vai de mal a pior, Jesus é a nossa única esperança. - jónatas figueiredo Oramos para que este tempo com Deus te encoraje e inspire. Dá a ti próprio espaço para processar as tuas notas e a tua oração e sai apenas quando te sentires preparado.
A frase é dita por uma bailarina e coreógrafa, ainda que a própria reconheça que elas “são poucas em Moçambique e até em África”. É durante a Bienal de Dança de Lyon, que decorre até 28 de Setembro, que Janeth Mulapha nos lembra que “a dança em Moçambique está a ferver” e não é de agora. Nesta conversa sobre dança contemporânea, mulheres, arte e mercados, Janeth Mulapha desafia os programadores a sairem da zona de conforto e a olharem para Moçambique. Há dois anos, na Bienal de Dança de Lyon, Quito Tembe, o director artístico do festival moçambicano Kinani, dizia-nos que se estava a viver “um momento histórico” para Moçambique na dança contemporânea. Nesta edição, Quito Tembe trouxe Ídio Chichava, o coreógrafo moçambicano que tem corrido palcos internacionais, nomeadamente os franceses, e que é um dos destaques no programa desta Bienal de Lyon, um dos maiores eventos da dança contemporânea. “A dança em Moçambique está a ferver”, diz-nos a coreógrafa e bailarina Janeth Mulapha, que aguarda pela sua oportunidade para mostrar o seu trabalho em Lyon e que lembra que Moçambique está a fazer história há bastante tempo, mas as atenções não estavam para ali viradas. Janeth Mulapha lembra que “a semente” lançada por Ídio Chichava também tinha sido semeada pelos coreógrafos Panaibra Gabriel, Horácio Macuacua e Augusto Cuvilas. Ela trabalhou com todos como bailarina, mas também é coreógrafa e as suas criações olham para a vida das mulheres em Moçambique. Janeth Mulapha lembra que artistas bailarinas e coreógrafas “são poucas em Moçambique e até em África”, mas são essas lutas quotidianas das mulheres que fazem “ferver” as suas peças e alimentam as suas criações. No final de Novembro, uma delas, “Filhas do Índico-NZULA”, poderá ser vista no Kinani, em Maputo. Nesta conversa realizada nos corredores da Bienal de Dança de Lyon, Janeth Mulapha lembra que o mundo não é feito de uma só cor e desafia os programadores a sairem da zona de conforto, a olharem para novos talentos e a arriscarem em Moçambique. RFI: Veio a esta Bienal de Dança de Lyon à procura de oportunidades? Ou para vincar que este lugar também é vosso e que a dança moçambicana está a impor-se, nomeadamente com o Ídio Chichava a apresentar aqui uma peça que já rodou em várias outras cidades francesas, incluindo em Paris? Janeth Mulapha, coreógrafa e bailarina: “Estar na Bienal é vir ver as propostas que a bienal contém e levar daqui um aprendizado de como é estar nestes mercados. Sim, estamos aqui representados pelo Ídio Chichava, mas creio que serei a próxima a fazer aqui a minha apresentação também dos meus trabalhos e que a dança em Moçambique está a ferver. De facto, estamos há bastante tempo nessa afirmação e satisfatoriamente podemos dizer hoje que sim, Moçambique existe, porque existimos já há um tempo, mas é continuar a dizer que estamos ali firmes e que não estamos a abandonar este assunto que levamos muito a sério. É uma forma de vir aqui afirmar que existe um lugar onde tem que se ir, que é Moçambique, que a dança em Moçambique fala também a voz do mundo.” A Janeth Mulapha é uma das vozes e um dos corpos que fazem ferver essa dança em Moçambique. Quer falar-nos de si e do trabalho que tem desenvolvido? “Sim, eu e o Ídio praticamente trabalhamos de forma meio parecida, mas eu sou mais à procura do género, eu estou mais no género feminino, sou mulher e somos poucas em Moçambique, e até em África, como bailarinas e coreógrafas porque não é fácil. Eu sou mãe, sou esposa, são multitarefas que eu tenho para além de ser artista. Ser artista em África e, ao mesmo tempo, poder fazer as outras tarefas, eu sempre digo que ser mulher é uma empresa, é criar uma empresa, e empresa não é para pequena gente. Para mim, como Janeth, eu estou mais na afirmação do género, trabalho muito com mulheres. Em África dançamos todos os dias, acordamos dançando, as mulheres dançam, vão ao mercado e dançam, estão a cozinhar e dançam. Eu não vou à procura da estética de alguém que tem uma estética para ser bailarino. Não. Para mim, todo o mundo pode dançar e a partir do momento em que elas podem dançar, eu danço com elas e procuro nelas esses desafios todos que nós enfrentamos diariamente porque acordamos muitas vezes com muitas incertezas, não sabemos se voltamos com alguma coisa para casa. Eu danço essas coisas, danço essa vivência, danço esse quotidiano feminino.” Há temas específicos à identidade, entre aspas, moçambicana feminina? “Existem, sim. Eu, por exemplo, neste último trabalho que vou fazer e que vou apresentar na Bienal da Dança em Moçambique é a partir de uma dança tradicional moçambicana que se chama Tufo, do Norte de Moçambique, da Ilha de Moçambique, que é feita por mulheres. Neste projecto, trabalho muito com senhoras com idade muito avançada que cantam, dançam e estamos ali sem rigidez. Nós dançamos a vida, dançamos o que a gente sente, o que a gente chora, o que a gente contempla, o que a gente agradece. A gente dança o nascimento de uma criança, a gente dança os nossos divórcios, a gente dança os nossos encontros.” Numa conferência na Bienal, o Ídio Chichava dizia que a Janeth Mulapha é como ele no que toca ao abrir a casa às pessoas para elas entrarem e dançarem. É assim que funciona este processo de criação? É na partilha? “Claramente, o Ídio disse tudo. Nós, em Moçambique abrimos as portas, muitas vezes eu, como coreógrafa, procuro um espaço, pago o tal espaço, mas abro exactamente para que tenha mais meninas que venham estar connosco nestas partilhas. É partilha mesmo porque do mesmo jeito que eu dou, também recebo. Muitas vezes as criações vão surgindo dessa forma, a gente vai criando com base naquilo que está ali e experiencia. Alguém que chegou é nova, mas não é nova, porque traz uma bagagem de história que podemos partilhar e fazemos dessa partilha alguma coisa que depois misturamos e cozinhamos ali qualquer coisa. Eu vou para as práticas do Ídio, eu vejo as bailarinas, ele também vem para as minhas práticas, espreita também. Então, há muita coisa de família, de estarmos ali. Não procuramos o perfeito porque para mim todos dançamos. Seguimos essas sinergias de estarmos todos juntos sempre e partilharmos. E sim, eu sou resiliente porque muitas vezes não tenho nada para oferecer, às vezes, só uma garrafa de água e ficamos ali a partilhar cinco litros de água e cada um vai bebendo e vamos continuar com nossas práticas. Nós abrimos as portas para todo o mundo e damos aquilo que nós também já vimos aprendendo ao redor do mundo porque também trabalhei com uma companhia por muito tempo. Neste processo de pesquisa e tudo o mais, gostamos muito e vamos partilhando com a nova geração. Nova geração, entre aspas, porque estou a trabalhar agora com senhoras de 60 e 50 anos, não é nenhuma nova geração, mas são pessoas que são novas no estilo de dança que fazemos que é a dança contemporânea, mas tem tradição. Então, a partir da sua tradição, das danças tradicionais, vamos seguindo para uma viagem em que descobrimos que afinal o Tufo tem variantes, que é o tal contemporanizar o próprio Tufo, sem destruir aquilo que é o tradicional.” Que oportunidades é que esta bienal europeia pode trazer? “Há muita coisa boa a andar pelo mundo, que está no mundo e que está muito fechado, precisa de oportunidades, precisa de ser visto. Para mim, estar aqui foi muito mais do que pensar em essas oportunidades de circulação. Eu preciso circular, quero circular. Eu vejo aqui a oportunidade de poder pôr o meu trabalho na estrada, de poder circular, de poder também fazer residências, de poder ver se aperfeiçoo.” Esta Bienal de Dança de Lyon abriu portas? “Eu acho que abriu. Tive muitos encontros, muita gente com muito interesse em perceber quem sou eu e onde estou naquele lugar, por exemplo, que o Ídio já abriu, que é essa semente que ele lançou e que é que estamos em Moçambique e que já vinha sendo lançada por outros, pelo Panaibra Gabriel, pelo Horácio Macuacua. Fiz parte desses grupos desses dois coreógrafos pioneiros. Depois, com o Ídio e mesmo com o falecido Augusto Cuvilas, estamos mesmo com uma espécie de uma estrada, uma estrutura meio organizada. Estar aqui, para mim, é dizer que, sim, nós existimos e olhem para estas novas coisas que existem.” Até agora, a Bienal de Dança de Lyon e outros festivais europeus não estavam voltados para Moçambique? “Eu não sei dizer se não estavam ou se é porque tinham algumas coisas quadradas. Os programadores vão ao festival e já sabem exactamente o que querem, sem sequer darem a oportunidade de ver também o que existe de novo porque têm uma aliança com algumas pessoas que já estão super estabelecidas e têm a certeza que elas não desiludem no trabalho final que entregam. Eu acho que há falta de vontade em se arriscar nos novos talentos. Eu acho que os que já estão estabelecidos devem poder dar a oportunidade aos novos para que a coisa continue a refrescar. Eu acho que precisamos de fazer com que essa roda não pare. Hoje foi você, amanhã o fulano e eu refresco-me com base naquilo que eu vejo que você trouxe de modo a que o mundo não fique com uma só cor porque parece que estão a pintar com uma única cor e, no entanto, tem várias cores a serem usadas, o mundo é super colorido, então não entendo como é que se fixa muito. Não digo que está errado, mas acho que é só uma questão de segurança, sabem o que é que vai dar, sabem qual é o deliver, mas eu acho que é preciso arriscar e estamos aqui prontas para isso.”
A frase é dita por uma bailarina e coreógrafa, ainda que a própria reconheça que elas “são poucas em Moçambique e até em África”. É durante a Bienal de Dança de Lyon, que decorre até 28 de Setembro, que Janeth Mulapha nos lembra que “a dança em Moçambique está a ferver” e não é de agora. Nesta conversa sobre dança contemporânea, mulheres, arte e mercados, Janeth Mulapha desafia os programadores a sairem da zona de conforto e a olharem para Moçambique. Há dois anos, na Bienal de Dança de Lyon, Quito Tembe, o director artístico do festival moçambicano Kinani, dizia-nos que se estava a viver “um momento histórico” para Moçambique na dança contemporânea. Nesta edição, Quito Tembe trouxe Ídio Chichava, o coreógrafo moçambicano que tem corrido palcos internacionais, nomeadamente os franceses, e que é um dos destaques no programa desta Bienal de Lyon, um dos maiores eventos da dança contemporânea. “A dança em Moçambique está a ferver”, diz-nos a coreógrafa e bailarina Janeth Mulapha, que aguarda pela sua oportunidade para mostrar o seu trabalho em Lyon e que lembra que Moçambique está a fazer história há bastante tempo, mas as atenções não estavam para ali viradas. Janeth Mulapha lembra que “a semente” lançada por Ídio Chichava também tinha sido semeada pelos coreógrafos Panaibra Gabriel, Horácio Macuacua e Augusto Cuvilas. Ela trabalhou com todos como bailarina, mas também é coreógrafa e as suas criações olham para a vida das mulheres em Moçambique. Janeth Mulapha lembra que artistas bailarinas e coreógrafas “são poucas em Moçambique e até em África”, mas são essas lutas quotidianas das mulheres que fazem “ferver” as suas peças e alimentam as suas criações. No final de Novembro, uma delas, “Filhas do Índico-NZULA”, poderá ser vista no Kinani, em Maputo. Nesta conversa realizada nos corredores da Bienal de Dança de Lyon, Janeth Mulapha lembra que o mundo não é feito de uma só cor e desafia os programadores a sairem da zona de conforto, a olharem para novos talentos e a arriscarem em Moçambique. RFI: Veio a esta Bienal de Dança de Lyon à procura de oportunidades? Ou para vincar que este lugar também é vosso e que a dança moçambicana está a impor-se, nomeadamente com o Ídio Chichava a apresentar aqui uma peça que já rodou em várias outras cidades francesas, incluindo em Paris? Janeth Mulapha, coreógrafa e bailarina: “Estar na Bienal é vir ver as propostas que a bienal contém e levar daqui um aprendizado de como é estar nestes mercados. Sim, estamos aqui representados pelo Ídio Chichava, mas creio que serei a próxima a fazer aqui a minha apresentação também dos meus trabalhos e que a dança em Moçambique está a ferver. De facto, estamos há bastante tempo nessa afirmação e satisfatoriamente podemos dizer hoje que sim, Moçambique existe, porque existimos já há um tempo, mas é continuar a dizer que estamos ali firmes e que não estamos a abandonar este assunto que levamos muito a sério. É uma forma de vir aqui afirmar que existe um lugar onde tem que se ir, que é Moçambique, que a dança em Moçambique fala também a voz do mundo.” A Janeth Mulapha é uma das vozes e um dos corpos que fazem ferver essa dança em Moçambique. Quer falar-nos de si e do trabalho que tem desenvolvido? “Sim, eu e o Ídio praticamente trabalhamos de forma meio parecida, mas eu sou mais à procura do género, eu estou mais no género feminino, sou mulher e somos poucas em Moçambique, e até em África, como bailarinas e coreógrafas porque não é fácil. Eu sou mãe, sou esposa, são multitarefas que eu tenho para além de ser artista. Ser artista em África e, ao mesmo tempo, poder fazer as outras tarefas, eu sempre digo que ser mulher é uma empresa, é criar uma empresa, e empresa não é para pequena gente. Para mim, como Janeth, eu estou mais na afirmação do género, trabalho muito com mulheres. Em África dançamos todos os dias, acordamos dançando, as mulheres dançam, vão ao mercado e dançam, estão a cozinhar e dançam. Eu não vou à procura da estética de alguém que tem uma estética para ser bailarino. Não. Para mim, todo o mundo pode dançar e a partir do momento em que elas podem dançar, eu danço com elas e procuro nelas esses desafios todos que nós enfrentamos diariamente porque acordamos muitas vezes com muitas incertezas, não sabemos se voltamos com alguma coisa para casa. Eu danço essas coisas, danço essa vivência, danço esse quotidiano feminino.” Há temas específicos à identidade, entre aspas, moçambicana feminina? “Existem, sim. Eu, por exemplo, neste último trabalho que vou fazer e que vou apresentar na Bienal da Dança em Moçambique é a partir de uma dança tradicional moçambicana que se chama Tufo, do Norte de Moçambique, da Ilha de Moçambique, que é feita por mulheres. Neste projecto, trabalho muito com senhoras com idade muito avançada que cantam, dançam e estamos ali sem rigidez. Nós dançamos a vida, dançamos o que a gente sente, o que a gente chora, o que a gente contempla, o que a gente agradece. A gente dança o nascimento de uma criança, a gente dança os nossos divórcios, a gente dança os nossos encontros.” Numa conferência na Bienal, o Ídio Chichava dizia que a Janeth Mulapha é como ele no que toca ao abrir a casa às pessoas para elas entrarem e dançarem. É assim que funciona este processo de criação? É na partilha? “Claramente, o Ídio disse tudo. Nós, em Moçambique abrimos as portas, muitas vezes eu, como coreógrafa, procuro um espaço, pago o tal espaço, mas abro exactamente para que tenha mais meninas que venham estar connosco nestas partilhas. É partilha mesmo porque do mesmo jeito que eu dou, também recebo. Muitas vezes as criações vão surgindo dessa forma, a gente vai criando com base naquilo que está ali e experiencia. Alguém que chegou é nova, mas não é nova, porque traz uma bagagem de história que podemos partilhar e fazemos dessa partilha alguma coisa que depois misturamos e cozinhamos ali qualquer coisa. Eu vou para as práticas do Ídio, eu vejo as bailarinas, ele também vem para as minhas práticas, espreita também. Então, há muita coisa de família, de estarmos ali. Não procuramos o perfeito porque para mim todos dançamos. Seguimos essas sinergias de estarmos todos juntos sempre e partilharmos. E sim, eu sou resiliente porque muitas vezes não tenho nada para oferecer, às vezes, só uma garrafa de água e ficamos ali a partilhar cinco litros de água e cada um vai bebendo e vamos continuar com nossas práticas. Nós abrimos as portas para todo o mundo e damos aquilo que nós também já vimos aprendendo ao redor do mundo porque também trabalhei com uma companhia por muito tempo. Neste processo de pesquisa e tudo o mais, gostamos muito e vamos partilhando com a nova geração. Nova geração, entre aspas, porque estou a trabalhar agora com senhoras de 60 e 50 anos, não é nenhuma nova geração, mas são pessoas que são novas no estilo de dança que fazemos que é a dança contemporânea, mas tem tradição. Então, a partir da sua tradição, das danças tradicionais, vamos seguindo para uma viagem em que descobrimos que afinal o Tufo tem variantes, que é o tal contemporanizar o próprio Tufo, sem destruir aquilo que é o tradicional.” Que oportunidades é que esta bienal europeia pode trazer? “Há muita coisa boa a andar pelo mundo, que está no mundo e que está muito fechado, precisa de oportunidades, precisa de ser visto. Para mim, estar aqui foi muito mais do que pensar em essas oportunidades de circulação. Eu preciso circular, quero circular. Eu vejo aqui a oportunidade de poder pôr o meu trabalho na estrada, de poder circular, de poder também fazer residências, de poder ver se aperfeiçoo.” Esta Bienal de Dança de Lyon abriu portas? “Eu acho que abriu. Tive muitos encontros, muita gente com muito interesse em perceber quem sou eu e onde estou naquele lugar, por exemplo, que o Ídio já abriu, que é essa semente que ele lançou e que é que estamos em Moçambique e que já vinha sendo lançada por outros, pelo Panaibra Gabriel, pelo Horácio Macuacua. Fiz parte desses grupos desses dois coreógrafos pioneiros. Depois, com o Ídio e mesmo com o falecido Augusto Cuvilas, estamos mesmo com uma espécie de uma estrada, uma estrutura meio organizada. Estar aqui, para mim, é dizer que, sim, nós existimos e olhem para estas novas coisas que existem.” Até agora, a Bienal de Dança de Lyon e outros festivais europeus não estavam voltados para Moçambique? “Eu não sei dizer se não estavam ou se é porque tinham algumas coisas quadradas. Os programadores vão ao festival e já sabem exactamente o que querem, sem sequer darem a oportunidade de ver também o que existe de novo porque têm uma aliança com algumas pessoas que já estão super estabelecidas e têm a certeza que elas não desiludem no trabalho final que entregam. Eu acho que há falta de vontade em se arriscar nos novos talentos. Eu acho que os que já estão estabelecidos devem poder dar a oportunidade aos novos para que a coisa continue a refrescar. Eu acho que precisamos de fazer com que essa roda não pare. Hoje foi você, amanhã o fulano e eu refresco-me com base naquilo que eu vejo que você trouxe de modo a que o mundo não fique com uma só cor porque parece que estão a pintar com uma única cor e, no entanto, tem várias cores a serem usadas, o mundo é super colorido, então não entendo como é que se fixa muito. Não digo que está errado, mas acho que é só uma questão de segurança, sabem o que é que vai dar, sabem qual é o deliver, mas eu acho que é preciso arriscar e estamos aqui prontas para isso.”
Tema da Mensagem: As Filhas de ZelofeadeTexto bíblico base: Números 27.1-11Pr. Eliezer VictorPrimeira mensagem da série "Mulheres Notáveis - Vozes que Marcaram a História da Fé" da Celebração da Manhã de 14.09.25._____________________________________A Celebração da Manhã é um encontro da igreja para adoração e proclamação com foco no ensino edificante, serviço amoroso, comunhão contagiante; num ambiente de especial cuidado com todas as faixas etárias e famílias._____________________________________"Ser uma igreja bíblica que faz discípulos de Jesus e os ajuda a crescer na direção de Deus, da igreja e do mundo; transformando pessoas, sociedade e cultura através da proclamação do evangelho de Jesus Cristo" é a identidade da Primeira Igreja Batista da Penha._____________________________________Siga os nossos perfis oficias no Instagram:@pibpenha.sp@aponte.pibpenhaQuer conhecer mais a PIB Penha ou tirar alguma dúvida? Entre em contato através do Fale Conosco do nosso site ou aplicativo._____________________________________
Saiu o primeiro vídeo de entrevista com a Alice e Julia juntas, e vocês vão ver que é um caos controlado. E sim, o tempo está passando rápido, e elas continuam super falantes.O tipo de vídeo que vocês amam, e que também amamos fazer.LINK DO VÍDEO MENCIONADO:https://youtu.be/ME3vTAVUoCkVídeo publicado no meu canal do Youtube em 09.07.2025Curso O Essencial da Maternidade: tudo que você precisa saber desde a gestação ate os 6 primeiros anos da criança: https://morganasecco.com.br/essencialRede SociaisYoutube: https://www.youtube.com/@MorganaSeccoInstagram: https://www.instagram.com/morganasecco/Facebook: https://www.facebook.com/morganaseccoTiktok: https://www.tiktok.com/@morganaseccoTwitter: https://twitter.com/morganaseccoThreads: https://www.threads.net/@morganaseccoCanal do Schiller (Finanças):https://www.youtube.com/@LuizSchillerNewsletter GRATUITA: https://morganasecco.com.br/newsletterPara pesquisar atrações e atividades para ir em família baixe o app GRATUITO: https://apps.apple.com/no/app/minimap-app/id6446462630
Histórias que dão voz e protagonismo às mulheres e investigam as relações delas em família são traços em comum na escrita de Aline Bei e Bruna Dantas Lobato, as convidadas deste episódio. A paulistana Bei explora os conflitos entre quatro gerações de mulheres em seu terceiro romance, Uma Delicada Coleção de Ausências, enquanto Lobato se volta para os laços entre mãe e filha em Horas Azuis, estreia no gênero da premiada tradutora potiguar radicada nos Estados Unidos. Em uma conversa com a jornalista e pesquisadora Paula Jacob, que aconteceu no dia 15 de junho, durante A Feira do Livro 2025, as escritoras falam da presença de filhas, mães e avós em seus livros, recém-publicados pela Companhia das Letras, e ainda da tensão, no caso de Lobato, que é viver hoje nos EUA como imigrante. O episódio foi realizado com apoio do Ministério da Cultura e tem apresentação exclusiva da Petrobras. Seja um Ouvinte Entusiasta e apoie o 451 MHz: https://bit.ly/Assine451
No dia 1 de Junho, Dia da Criança, conversamos com duas adolescentes de 15 anos para descobrir como se informam sobre o que se passa no país e no mundo. São gémeas mas, a mostrar que cada uma escolhe o seu próprio caminho, rapidamente se fica a saber que lidam de forma diferente com a informação. Até o programa de humor “Isto é gozar com quem trabalha” acaba por ter um papel importante no debate que os jovens fazem à volta da actualidade. Neste episódio, a conversa faz-se em família com a Joana Adam Baldaia e a Camila Adam Baldaia.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Jorge Corrula, ator e pai de duas filhas, conversa com Daniel Oliveira sobre os desafios da paternidade e de educar num mundo cada vez mais intolerante. O ator, que foi criado pela avó e ainda sente essa perda, reflete a sua relação com as filhas e com a sua mulher, Paula Lobo Antunes, enquanto recorda a sua infância e revela que foi vítima de bullying. Apesar de tudo, Jorge afirma que a vida é para ser levada com humor. O Alta Definição foi exibido na SIC a 1 de março.See omnystudio.com/listener for privacy information.
What if you could harness the power of spiritual authority and experience a global movement of God's Spirit? Join us as we share our incredible journey to Panama, where a series of uplifting events filled many with the Holy Ghost and inspired a vision for an upcoming major crusade. We're thrilled to honor the leaders and believers in Panama and invite your prayers as we prepare for more spiritual victories in El Salvador. Together, we'll explore how personal stories of transformation and community impact reflect the dynamic work being done in the name of Jesus worldwide.In this captivating episode, we celebrate the remarkable spiritual awakening in Bangladesh, highlighting 32 years of dedicated missionary work by Bishop James Corbin and his wife. Discover how the church has grown from a small group to a thriving community of 120 churches and 50,000 constituents. We'll explore the church's identity as a revival church and delve into the profound concept of being spiritual sons and daughters of the soil, as revealed during our mission in Bangladesh. Our discussion centers around Genesis 1:26-28, inviting you to embrace your divine calling and recognize the spiritual authority available through the name of Jesus.As we reflect on the global unity and mission of the body of Christ, we'll emphasize the supernatural power accessible when believers walk in the Spirit. Through inspiring stories from Bangladesh and beyond, we'll illustrate how nations exemplify God's purpose for the church worldwide. We'll also announce exciting developments, including the translation of "Radically Apostolic" into Vietnamese and Arabic, and a schedule change for Apostolic Mentoring sessions in 2025. Stay tuned for updates from El Salvador, where more stories of church growth and spiritual triumph await.Send us a text https://www.amazon.com/dp/1639030158?ref_=cm_sw_r_cp_ud_dp_VZBSV9T4GT4AMRWEWXJE&skipTwisterOG=1 Support the show https://www.youtube.com/@charlesgrobinette https://www.instagram.com/charles.g.robinette/ https://author.amazon.com/books https://radicallyapostolic-merch.com www.charlesgrobinette.com
Um vídeo super pedido aqui no canal por vocês sobre quais são as dicas e meus livros infantis favoritos, quais eu leio, ou que as meninas tem mais contato no dia a dia. São as minhas indicações e aqueles que mais gosto.
Lições das Filhas de Zelofeade.
Meio-dia em Brasília traz as principais informações da manhã e os debates que vão agitar o dia na capital federal e do mundo. A melhor oferta do ano, confira os descontos da Black na assinatura do combo anual. https://bit.ly/assinatura-black Siga O Antagonista no X, nos ajude a chegar nos 2 milhões de seguidores! https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2S... Ouça O Antagonista | Crusoé quando quiser nos principais aplicativos de podcast. Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Ao Mulheres Reais, a professora Bianca Carneiro descreve a situação como um "desespero", um "pânico" constante, sentindo-se "de mãos atadas" diante da impossibilidade de trazer suas filhas de volta, agravada pela escalada da guerra no Líbano. A professora, criadora do perfil "Maternidade Roubada" no Instagram, compartilha o sequestro parental das filhas gêmeas de 6 anos, que não vê desde 2022. Após sua separação, seu ex-marido levou as meninas para o Líbano, sem seu consentimento, e as manteve lá. Bianca luta desde então para manter contato e reaver a guarda, enfrentando dificuldades devido à falta de reconhecimento legal do sequestro parental no Brasil e a ausência de um acordo bilateral com o país do Oriente Médio. O episódio destaca o sofrimento de Bianca e a impotência diante da situação. "Ele se aproveitou de um documento que nós assinamos em 2021. A gente fez uma procuração mútua em cartório". O Mulheres Reais vai ao ar às segundas-feiras, a partir das 8h, no Jornal Eldorado. O podcast é apresentado por Carolina Ercolin e Luciana Garbin e está disponível em todas as plataformas de áudio.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Fabíola Reipert e Keila Jimenez falam sobre a gravidez de Sabrina Sato e de seu romance com Nicolas Prattes. E mais: famoso consegue recuperar carro, de 4 milhões, após ser roubado no Rio de Janeiro. Estas e outras notícias do mundinho pantanoso dos famosos!
No Cinemático 478, Carlos Merigo, Bia Fiorotto e Ieda Marcondes e Carissa Vieira conversam sobre "As Três Filhas", novo filme da Netflix dirigido por Azazel Jacobs.06:32 - Pauta34:32 - Spoilers
O mês da independência não passará batido por aqui! Mas o objetivo agora é conhecer os heróis que esse país teima em esquecer! Bora mergulhar numa história do Brasil como você nunca viu? Chegue dar o play! Sinal VERDE de aleatoriedade. =================== Bancada #276: Ian Costa / Nathan Cirino Convidado: Cláudio Barroso (@claudiopezaum ) Montagem: Gabriel Gaspar Edição e Finalização: Nathan Cirino Conteúdo Creative Commons. Atribuição Não Comercial - Sem Derivações 4.0 Internacional (CC BY-NC-ND 4.0) =================== *APOIE O BALAIO!* Assinaturas com conteúdo exclusivo: www.apoia.se/balaiopodcast Visite nossa loja de camisas: www.umapenca.com/bodegadobalaio Doações no @balaio.podcast no Pic Pay ou no PIX balaiopodcast@gmail.com =================== Nossos contatos: X: @balaiopodcast Instagram: @balaiopodcast Tik Tok / Kwai: balaiopodcast Telegram (canal): t.me/balaiopodcastcanal E-mail: balaiopodcast@gmail.com (Manda mensagem aí pro DEPOIS DO DALE!) =================== Músicas do #276: Brasil - Gal Costa Brasil Pandeiro - Novos Baianos Acabou Chorare - SNZ (instrumental) Homem ser - Mulan OST I'll make a man out of you (Instrumental) - Mulan OST Estrela Negra - Samba de Dandara Dandaras, Filhas de Akotirenes - Samba de Dandara Aquarela do Brasil - Gal Costa Noites Brasileiras - Luiz Gonzaga
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Tema de abertura de Claudio Zaidan no programa Bandeirantes Acontece.
A jornalista Mariza Tavares defende que a sociedade pare de tratar como tabu e apenas ‘sussurre' informações sobre as mudanças promovidas pelo estágio da vida experimentado por metade da população do mundo. A autora do livro ‘Menopausa, o momento de fazer as escolhas certas para o resto da sua vida' explica que a mulher geralmente está no auge da atividade profissional quando o climatério está se instalando. As mudanças no corpo são inúmeras e vivenciadas de formas diferentes. Dentre elas, o ganho de peso, calores repentinos e insônia. “Muitas empresas entendem que aquela pessoa não está com uma performance tão boa e a dispensam, ou a própria mulher se sente deslocada e às vezes vai procurar um outro caminho profissional. Note que há perda para as empresas dessa mão de obra que já está treinada, que já é um capital intelectual importante para a organização e que sai. Isso é muito triste”, explica. Até 2025, haverá 1 bilhão de mulheres no planeta entre pré-menopausa e a pós menopausa. São consumidoras que deverão gastar algo perto de 600 bilhões de dólares em medicamentos, produtos e consultas médicas. Mariza Tavares defende que a troca de conhecimento deve começar em casa. “As mães falam com as suas filhas sobre a primeira menstruação, sexo e a primeira transa, mas o assunto menopausa fica interditado. É como se a mulher se tornasse invisível ao deixar de ter o atributo que culturalmente a permitiu conquistar seu lugar, que é a idade reprodutiva e a associação de um poder de sedução. A menopausa parece uma fase onde todo mundo quer esconder as próprias mulheres”, defende. O Mulheres Reais vai ao ar às segundas-feiras, a partir das 8h, no Jornal Eldorado. O podcast é apresentado por Carolina Ercolin e Luciana Garbin e está disponível em todas as plataformas de áudio.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Professora americana teve relacionamento secreto com aluno de 12 anos, provocando escândalo na década de 1990.
RPG: Realidades Paralelas do Guaxinim, ou ainda RPGuaxa é um podcast gravado na forma de RPG; a cada episódio nosso Mestre Guaxinim apresenta um mundo novo aos jogadores e, juntos,...
Confira como foi o episódio com o treinador Nelson Evêncio. Falamos da assessoria, das Filhas de Nelson, dos treinamentos, de viagens, maratonas, mercado e muito mais. Escute, informe-se e divirta-se. https://www.instagram.com/nelson_evencio/ SEJA MEMBRO DO CANAL NO YOUTUBE DO PFC Cupons de desconto: MARATONA DE FLORIPA - PFC (10% de desconto) LIVE RUN! XP - PORFALAREMCORRER20 TRACK&FIELD RUN SERIES - PFC10 PINK CHEEKS - PFC10
Não importa se é mãe de gente, de pet, de planta… mãe é mãe, meu amooor! Mãe é aconchego, é porto seguro, é erro e acerto, é sanidade e loucura! Não somos perfeitas mas somos possíveis, não é meu amooor? E no episódio de hoje vamos relembrar algumas histórias de nossas queridas mamães, e é claro, sair do tema e viajar na maionese como sempre! Aperte o play para rir e se enxergar em pelo menos uma de nossas histórias, afinal, mãe é mãe! Só muda de endereço! ARTE DA VITRINE: Gabi Vasconcelos Baixe Versão Wallpaper da Vitrine REDES SOCIAIS Andreia Pazos - @deiaduboc Agatha Ottoni - @agathaottoni Pati Mafra - @patimafra1 Jazz Rider - @jazzrider Mande suas histórias, críticas, elogios e sugestões para: canecademamicas@jovemnerd.com.br EDIÇÃO COMPLETA POR RADIOFOBIA PODCAST E MULTIMÍDIA: http://radiofobia.com.br
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