Municipality in Jalilabad, Azerbaijan
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No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos Rafaele Monteiro, top afiliada da Shopee e mentora com mais de 20 mil alunas, que acumulou meio milhão de reais só em comissão e passou de R$ 1,1 milhão faturados na Kiwify em três anos de digital.A história dela não começa ganhando, começa perdendo. Ela era sócia de um comércio que parou de dar lucro, se endividou, e chegou a considerar com o marido voltar para a CLT. Sofreu uma batida de carro, recebeu R$ 1.400 de indenização, investiu tudo em anúncio no Google e não voltou nada. Perdeu o dinheiro.Vender, no entanto, ela sempre fez. Desde criança vendia pulseirinha e revista para ter renda extra, e entrou no comércio aos 15 anos. Conheceu o mercado digital assistindo YouTube, chamou o marido, os dois estudaram juntos e entraram em novembro de 2022.Hoje ela ensina afiliação na Shopee, no TikTok Shop, no Mercado Livre e com infoproduto, e aponta como o quemais gera resultado uma coisa só: tráfego direto para a Shopee. O que ela diz estar mais subestimado no mercado são as lives no TikTok Shop. E ela escolheu justamente o nicho que o digital brasileiro mais debocha, o do link de achadinho, para construir uma escola de 20 mil alunas.No Kiwicast, ela falou sobre:Como começar a ganhar comissão como afiliada sem seguidor e quase sem dinheiroO que fazer quando o primeiro investimento em anúncio vira prejuízoPor que tráfego direto para a Shopee é o que mais dá resultado no negócio delaQuanto uma pessoa consegue fazer por mês nos primeiros mesesPor que as lives no TikTok Shop estão sendo subestimadasComo transformar comissão de afiliada em uma escola com mais de 20 mil alunasAprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify
José Colón pasó de perder su trabajo durante la pandemia a crear Bar2Go, comenzar vendiendo mojitos artesanalmente en las playas de Puerto Rico y eventualmente llevar su producto a todos los Walmart de la isla. En este episodio de Café en Mano Podcast hablamos sobre cómo nació Bar2Go en Ponce, los primeros mojitos preparados desde su casa, vender directamente en las playas, legalizar un producto alcohólico en Puerto Rico, manufactura, distribución y el proceso de presentar su producto ante Walmart.José cuenta cómo comenzó prácticamente haciendo cada pouch a mano, reinvirtiendo lo que vendía en nueva maquinaria y desarrollando un producto que todavía conserva gran parte de su proceso artesanal. También hablamos de Walmart Open Call, el Golden Pass que recibió y lo que significa para un empresario ver un producto que comenzó en su casa finalmente colocado en una góndola.Una conversación sobre emprendimiento en Puerto Rico, resiliencia, manufactura local, ventas, distribución y lo que realmente toma convertir una idea sencilla en un negocio.☕ Café en Mano PodcastConversaciones con empresarios, artistas, profesionales y personas con historias que vale la pena escuchar.Suscríbete y activa la campana para más conversaciones.Café Dos Caminos: cafedoscaminos.comCódigo: CAFEENMANO#CafeEnMano #Emprendimiento #PuertoRico00:00 Intro03:18 Perdió su trabajo y nació la idea de Bar2Go06:02 Walmart Open Call: oportunidad para empresarios locales09:58 De hacer mojitos en casa a legalizar el producto14:04 Certificaciones, alcohol y comenzar a vender en negocios17:30 El proceso para entrar a Walmart21:29 De vender en la playa a ver Bar2Go en una góndola25:07 Una orden de 500 mojitos y cómo escaló la producción27:40 aprox. El consejo de José para otros emprendedores
Termina esta sexta-feira a campanha para as legislativas, autárquicas e regional de 27 de Setembro em São Tomé e Príncipe. Durante duas semanas, as sete formações políticas concorrentes passaram o país a pente fino na caça aos votos. Quatro movimentos com assento parlamentar, a ADI no poder, o MLSTP, a coligação MCI-PS/PUN, e o movimento Basta estão a concorrer juntamente com três outras formações sem assento, o PCD, o MDFM e o recém-criado Movimento Político Nossa Terra. As equipas de observadores internacionais, nomeadamente da União Europeia, da CPLP e da Francofonia também já se encontram em campo, enquanto a Comissão eleitoral nacional está a ultimar os preparativos do escrutínio. Antes de o país ir a votos, Jeudiger Nascimento, presidente da Comissão Eleitoral Nacional fez o ponto da situação. RFI: Qual é o seu primeiro balanço da campanha eleitoral? Jeudiger Nascimento: O balanço que eu faço é um balanço positivo. Se nós formos excluir o episódio que aconteceu no primeiro dia, nós podemos dizer que tem sido positivo. Os partidos têm apresentado a sua proposta à população. A população tem estado a ouvir calmamente. Nós não registamos nenhum tipo de situação constrangedora. Então, eu acredito que o balanço tem sido positivo e espero que continue assim até ao final. Que os partidos continuem a apresentar as suas propostas, que o povo escute de forma que no dia 27 possa exercer o direito de voto e fazer a melhor escolha possível. RFI: Como é que avalia a actuação dos partidos políticos? Houve algum tipo de agressividade verbal? Isto tem sido tenso, a seu ver? Jeudiger Nascimento: O mais impressionante, eu até fiquei surpreso nessas eleições porque realmente tenho estado a acompanhar vários partidos na internet para poder também entender até que ponto eles têm estado a agredir uns aos outros. Vi algumas acusações que este não fez aquilo, mas realmente eu vi que os partidos estão muito mais preocupados em tentar expor aquilo que eles pretendem fazer. Então não registei nenhuma agressão verbal, nem ninguém chamou alguém de ladrão, eu percebi que eles estão muito preocupados em apresentar as suas propostas. E eu acho que é assim que deve se fazer em democracia, para que a população possa avaliar melhor e escolher quem ela acredita que tem melhores condições para dirigir o país. RFI: Houve formações que se sentiram lesadas durante este período de campanha eleitoral, tanto pelo Tribunal Constitucional como também pela própria Comissão Eleitoral, que chegaram a acusar de parcialidade. O que tem a dizer quanto a isso? Jeudiger Nascimento: A Comissão Eleitoral fez o seu trabalho, sobretudo na emissão dos certificados. Avisou as candidaturas de que sempre que nós constatamos algo que o nosso sistema detectava como anormal, porque antes de as pessoas entregarem os documentos no Tribunal Constitucional, elas devem pedir sempre à Comissão Eleitoral uma certidão. E desde o início, a Comissão Eleitoral alertou para todos os partidos políticos ‘olha tal candidato ou tal pessoa que está a pedir tal certidão para o seu partido já está inscrito no outro partido'. E sempre essas pessoas que fizeram trocas de partidos, sempre andaram a fazer trocas. Então, realmente eu não entendo o porquê desta acusação. Mas a Comissão Eleitoral tem estado a preparar o processo, tem deixado os partidos fazerem a sua parte, que é expor à população, as suas ideias. Mas nós vimos o que aconteceu com a decisão do Tribunal Constitucional. A Comissão Eleitoral não tem poder nem tem decisão também sobre as decisões do Tribunal Constitucional. Logo, a nossa parte, nós temos cumprido e temos estado a fazer o nosso trabalho da melhor forma possível. RFI: Relativamente ao financiamento das vossas acções na Comissão Eleitoral, há umas semanas atrás evocava-se o facto de não se saber exactamente se haveria condições para realizar as eleições. Isto já é uma situação habitual. Como é que estamos neste momento? Jeudiger Nascimento: A nível da Comissão Eleitoral, tudo o que nós tínhamos que fazer para preparar as eleições, nós temos tudo preparado. É verdade que existem algumas outras situações que não dependem necessariamente da Comissão Eleitoral, como, por exemplo, a situação de segurança pública, a situação dos apuramentos que são feitos pelos tribunais e também até os membros da mesa que a Comissão Eleitoral deve pagar. Estamos à espera que o governo coloque a verba para nós podermos sanar essas situações. Mas nós podemos dizer, por exemplo, que a nível da diáspora nós conseguimos garantir que todos os boletins já estão todos na diáspora. A situação da diáspora está toda garantida. Mas nós acreditamos a nível da Comissão Eleitoral, está tudo pronto para que no dia 27 haja as eleições. Relativamente à organização, ela já é habitual. Nós temos desta vez duas eleições, mas já tivemos também alguns anos atrás. Nós teremos duas urnas. Uma urna destinada às eleições legislativas. E outra destinada às eleições autárquicas em São Tomé. Na Região Autónoma, uma urna para eleições legislativas e outra para eleições regionais. E na diáspora, nós só tivemos uma urna para eleições legislativas. As pessoas deverão dirigir-se às assembleias de voto para entregar os documentos e fazer de forma sigilosa a sua escolha. E depois disso irá se fazer. No final do dia, a contagem irá enviar os resultados para a Comissão Eleitoral que deverá publicar os resultados parciais e depois deixar para os tribunais fazerem também a parte da divulgação geral e parcial. RFI: E em termos de fiscalização e de observação? Jeudiger Nascimento: Aqui em São Tomé quem indica os membros de mesas e os delegados são os partidos políticos. A Comissão Eleitoral não indica ninguém. Então, todas as mesas, os partidos indicaram delegados, indicaram os membros e eles têm esses representantes na mesa, para além de observadores internacionais, que nós temos bastante. Aqui temos observadores da CPLP, da União Europeia e também da Francofonia, que estão aqui em São Tomé. E depois nós temos alguns cidadãos que geralmente estão ligados a partidos políticos que andam, observam e todo o povo pode observar com certeza. Então é algo aberto e de todos nós. E então eu acredito que o processo está todo garantido. RFI: Nestes dias tem havido uma série de acções de formação por todo o país para quem vai estar nas mesas de voto, qual é o balanço que faz destas acções de formação e de sensibilização? Jeudiger Nascimento: Essas acções, elas vêm no sentido de reforçar durante as eleições presidenciais. Nós constatamos que houve alguns erros que não deveriam ter cometido relativamente aos procedimentos de fecho de urnas. Houve pessoas que acabaram por meter todas as actas dentro de urnas e nós tivemos que esperar os magistrados abrirem para nós termos as actas. Então nós estamos nesse reforço e com uma vertente muito prática para que as pessoas que vão para as mesas possam compreender efectivamente como deve se abrir uma urna. Qual é o procedimento durante o processo e como deve fazer o fecho. O que é da Comissão Eleitoral que deve vir para comissão eleitoral. O que é para ser deixado nas urnas para os magistrados, para serem deixados. Além disso, nós estamos a reforçar também os deveres e os direitos dos delegados, deveres e direitos dos mandatários, para que nós evitemos conflitos desnecessários durante o processo. Dos jornalistas, de igual modo, dos próprios observadores que poderão aceder à sala para fazer a sua observação. Então nós temos estado a reforçar essas competências junto dos membros do mês, até porque muitos vão pela primeira vez para que eles possam saber e para que não haja atrito no dia 27. RFI: Quando se fala de eleições, é inevitável falar de ‘banho'. Algumas inovações para evitar este tipo de situações? Jeudiger Nascimento: Realmente não. Nós não temos nenhuma inovação. O que nós temos estado a fazer, investimos muito na sensibilização, explicando às pessoas que o banho, sei lá, 200 dobras, 500 dobras, pode demorar, às vezes horas, se não acabar no mesmo dia. Já o mandato e o futuro do país, quando tem um governante, nós temos quatro anos. É o preço de quatro anos. Jamais vai ser ao preço de 500 dobras. Então é bom que as pessoas vejam bem que receber 500 dobras, esse dinheiro veio de algum lado e depois vai ter que ser restituído, porque ninguém dá de graça para ninguém. Então, que as pessoas tenham consciência de que estão a decidir o futuro do país e o futuro do país não é com 200 dobras, não é com 500 dobras. E tem a geração mais nova que vem. Nós temos necessidades de hospitais e outras coisas mais e nós temos que pensar em tudo isso e votar de forma consciente. Então, esse é o apelo que nós temos estado a fazer à população: votar de forma consciente para que nós tenhamos realmente um governo que se preocupe com a população e que a população depois também possa reclamar. ‘Já que eu voto, eu exerci o meu direito de voto. Então eu tenho direito também de reclamar quando as coisas não vão bem'. E nesse caso nós estamos a falar para aquelas pessoas que querem, por exemplo, decidir não ir votar. Então é bom que as pessoas saibam. Se eu decido não ir votar, então eu também perdi o meu direito de reclamar. Então eu só posso reclamar se eu fiz uma escolha. E eu avaliei que a escolha que eu fiz não está bem. Mesmo que eu não tenha feito escolha para quem vai governar. Mas eu fiz uma escolha e eu tenho que solicitar pedido de conta depois, assim como todos nos vão nos pedir a conta depois também. RFI: Algum dispositivo de segurança específico para o dia 27? Jeudiger Nascimento: Nós temos a Polícia Nacional, que cá está, como sempre, faz o seu trabalho de segurança pública. Temos as Forças Armadas que vão também ajudar a Polícia Nacional, os militares, neste caso as Forças Armadas, não vão como força armada. Vão no sentido de incorporar como agente de segurança pública para reforçar a segurança e dar apoio à população, de forma que todo mundo que saia de casa para exercer o direito de voto também possa voltar para casa em segurança, assim como os próprios agentes que irão. Eles são agentes, mas também são eleitores e vão exercer o direito de voto. Têm o direito também de voltar para casa em segurança. RFI: Tem números? Sabe Quantos agentes das forças da Ordem vão estar mobilizados nesse dia? Jeudiger Nascimento: Nas eleições presidenciais, nós tínhamos mais de 500 agentes, somando os da Polícia Nacional e das Forças Armadas. Então eu acredito que nessas eleições, até mesmo porque aumentou-se o número de mesas, então pode ser um pouquinho mais, mas sempre no sentido de apoiar, não de fazer com que a população tenha receio. É só no sentido de apoiar para que tudo corra como aconteceu nas eleições presidenciais, com muita tranquilidade, paz e harmonia. RFI: Tem estado a liderar a equipa da Comissão Eleitoral Nacional desde o começo do ano. Qual é o primeiro balanço que faz de todos estes meses de trabalho? Jeudiger Nascimento: É desafiante porque nós temos uma equipa formada por pessoas que vêm dos diversos partidos políticos. Conhecemos de antemão como é que os partidos, enquanto partidos políticos, pensam, mas aqui dentro nós temos estado sempre a pautar pelo diálogo. Nem sempre concordamos, mas existe uma plenária para poder dirimir esses casos e temos estado a conversar sempre, a encontrar a melhor forma de fazermos as coisas de forma que o povo seja realmente a pessoa beneficiada. Sempre que os partidos não concordem, nós chamamos os partidos, explicamos ao seu representante e o representante expõe a visão da Comissão eleitoral, porque nós formamos aqui como uma equipa e até agora nós temos estado realmente a funcionar bem, até mesmo porque nós temos tido também uma boa receptividade por parte dos partidos políticos. Têm sempre apoiado, têm escutado e nós ouvimos e eles nos ouvem. Então nós temos feito um bom trabalho. O trabalho da equipa tem sido bastante positivo. RFI: Por fim, qual é o apelo que faz nesta fase final da campanha eleitoral? Jeudiger Nascimento: O apelo que faço é que as pessoas continuem a ouvir as propostas dos partidos e que no sábado e domingo respeitem o período de reflexão. No domingo, as urnas abrem às 07h00. Mas a lei diz que é das 07h00 às 17h00. Que ninguém deixe para votar depois das 17h30, porque milagres não acontecem. Depois desse momento, e se alguém tiver que esperar 200 ou 300 dobras a partir das 17h30, tem que perceber que depois o futuro do país também não irá esperar. Então eu exorto toda a gente que saia de casa. Quem acha que a coisa não vai bem, que precisa exercer o seu direito, então que vá lá na urna, que é o único momento em que o povo tem para ser juiz e vai lá e avalia e decida quem acha que está bem, então vai ali também e faça o mesmo. Se eu achar que está bem, não saio de casa. Então eu estou a prejudicar quem fez bem. Se eu achar que está mal, também não vou sair de casa, então eu vou estar a prejudicar quem pode fazer melhor. Então a altura é das pessoas avaliarem a situação, ouvirem as propostas e depois decidir qual é a melhor proposta e exercer o seu direito de voto.
¿El Xiaomi 18 Fold derrotó al iPhone Duo antes de salir al mercado? Sobre el papel, Xiaomi parece arrasar. Analizo qué cambia cuando miramos las aplicaciones, la multitarea, las cámaras y la experiencia cotidiana. Este análisis se basa en pruebas y material de terceros; todavía no tuve ambos teléfonos para probarlos personalmente.Video del episodio: https://www.youtube.com/watch?v=FGpHmUGf5t4SORTEO INSTA360 GO ULTRASuscribite a https://www.youtube.com/@Insta360es y https://www.youtube.com/@losviajesdeltiofabianDejá un comentario con #Insta360esRoadTrip en https://youtu.be/YMuT0vIPILMAnotá las palabras clave de los episodios del Road Trip. Sorteo: 17 de octubre de 2026.Video de referencia de Mrwhosetheboss: https://youtu.be/eYBEJBfq_Zs
Antes de convertirse en el dirigente más influyente de China en décadas, Xi Jinping pasó de una infancia privilegiada a la persecución política y el exilio rural durante la Revolución Cultural.
Camila conheceu Felipe em um aplicativo de namoro. Depois de apenas 15 dias, começaram a namorar e, cinco meses depois, descobriram que teriam Luiz Otávio. Eles se casaram, construíram a própria casa e viveram juntos, sempre apoiando os sonhos um do outro. Em 2025, após oito meses tentando, Camila engravidou novamente e o casal começou a fazer planos para a chegada do segundo filho. No dia 14 de janeiro de 2026, Felipe sofreu um acidente enquanto trabalhava: caiu de quase dez metros, bateu a cabeça, sofreu várias paradas cardíacas e morreu. Camila estava grávida de três meses e precisou enfrentar o próprio luto enquanto explicava ao filho de quase quatro anos que o pai não voltaria mais. Luiz Otávio passou a fazer terapia e começou a escrever cartas para o pai, acreditando que os anjinhos as levavam até ele. Em 10 de julho de 2026, nasceu Augusto, o filho que Felipe tanto esperava. Hoje, Camila cria os dois filhos com o apoio da família e encontra forças neles e na fé, mantendo Felipe presente através das lembranças e das cartinhas de Luiz Otávio.
Apontar o dedo é muito gostoso até você perceber que três estão apontando de volta. Hoje, com o Cafonada, vamos descobrir quais julgamentos a gente oficialmente perdeu o direito de fazer.JOGUEI NO TEATROT?https://uhuu.com/evento/sp/sao-paulo/joguei-no-grupo-16841CURTE O JOGUEI? MESMO?Apoie NA ORELO! https://orelo.cc/jogueinogrupoOU APOIA-SE:https://apoia.se/jogueinogrupopodcast Envie seu e-mail para: jogueinogrupo@gmail.comSiga o Joguei no Grupo: www.instagram.com/jogueinogrupoSiga a Jenny Prioli: www.instagram.com/jennyprioliSiga o Controle Y: www.instagram.com/controle_y
Hoy, Juan Pablo regresa a Elijo Ser Feliz, y lo hace en uno de los momentos más difíciles que ha vivido Venezuela. Desde el día "1" de los terremotos, estuvo en primera línea acompañando a niños amputados y sus familias, regalando lo único que nadie más puede darles: la certeza de que sí es posible salir adelante. En 2019, la vida de Juan Pablo Dos Santos cambió en un instante. Perdió sus dos piernas. Y desde ese momento que parecía el fin, descubrió que el propósito que Dios tenía para él era mucho más grande de lo que jamás imaginó. Hoy, a través de su fundación @juanpablos2santos, trabaja incansablemente para conseguir prótesis a personas amputadas, y el próximo 24 de septiembre se lanzará el video musical "Esperando un nuevo SOL", un proyecto que busca recaudar fondos para que más personas puedan recuperar su movilidad y su vida. Hablamos de: ▸ Cómo perder sus dos piernas se convirtió en el mayor regalo de su vida ▸ Por qué el amor de una madre a veces también puede paralizar ▸ Su trabajo con niños amputados en Venezuela tras los terremotos ▸ Cómo encontrar propósito en el momento más oscuro ▸ El mensaje que les lleva a las familias que perdieron todo: no se conformen. ▸ Su fundación Juanpablo2santos y cómo podemos ayudar. "Yo no quiero ni puedo parar, porque yo fui ese niño." Si sientes que la vida te cambió por completo, este episodio es para ti.
Dos empresarios de Tulum, dos batallas completamente distintas. César tomó la difícil decisión de cerrar sus cuatro negocios y empezar de nuevo, apostando por reinventarse y regresar más fuerte en la próxima temporada. Óscar vivía el mejor momento financiero de su vida con su constructora de villas de lujo cuando, de un día para otro, recibió un diagnóstico devastador: leucemia mieloide aguda de alto riesgo, con solo tres semanas de vida.En este episodio especial de contraste, grabado en Tulum, Carlos Muñoz conversa con César Ortiz y Óscar sobre lo que realmente significa el éxito. Hablan de cómo cerrar un negocio con dignidad y soltar para volver a empezar, de cómo leer el mercado para encontrar oportunidades donde otros solo ven crisis, y del testimonio de vida de Óscar: cómo enfrentó el peor momento de su existencia apoyado en su fe, su familia y un equipo que sostuvo su empresa mientras él luchaba por recuperarse. Una conversación sobre resiliencia, prioridades y por qué el verdadero éxito va mucho más allá del dinero.━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━
O Gustavo tinha uma vida estável, era trabalhador e tinha um relacionamento com a Andriele. Mas na pandemia, ele começou a apostar por diversão e ficou viciado. Ele transformou R$ 100 em R$ 91 mil e passou a apostar cada vez mais. Quando percebeu, Gustavo tinha perdido cerca de R$ 500 mil. Ele teve que vender seus bens, se afastou da família, perdeu 14kg e enfrentou a depressão e síndrome do pânico. No fundo do poço, com o apoio de Deus, da família e principalmente de Andriele, ele decidiu mudar. Ele passou a vender café nos semáforos da cidade para se recuperar do prejuízo. Hoje, Gustavo vê o café como uma segunda chance: não para recuperar os R$ 500 mil perdidos, mas para recuperar sua paz, a confiança das pessoas que ama e, principalmente, a vontade de viver!
Lo smartphone è entrato nella nostra vita in modo tale che se capita di dimenticarlo ci sentiamo spogli e fuori dal mondo. Se ti capita di dimenticarlo cosa succede? Cosa pensi? Cosa fai?Ne hanno parlato I TRE TENORI nel pomeriggio di Radio3i e TeleTicino.Ascolta il podcast
Pues.. intentó destruírla. Es posible que Elon Musk pierda legalmente los derechos de la marca. Hablemos de esto El show es en vivo así que no me responsabilizo por... mucho.
Phil Schiller ha dejado la App Store el mismo día que Cook deja de ser CEO. Era el único directivo que se opuso por escrito a la comisión del 27%. Perdió, tuvo que defenderla en un juzgado, y ahora la tienda pasa a servicios. * * * Loop Infinito, podcast de Xataka, de lunes a viernes a las 7:00 (hora peninsular española). Presentado por Javier Lacort. Editado por Alberto de la Torre. * * * Contacto: lacort@xataka.com, @lacort en X.
8. El Once Caldas se achicó en Tunja y perdió con uno de los coleros de la Liga y jugando mal. Deportes by LA PATRIA
Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! Episodio exclusivo para suscriptores de Se Habla Español en Apple Podcasts, Spotify, iVoox y Patreon: Spotify: https://open.spotify.com/show/2E2vhVqLNtiO2TyOjfK987 Patreon: https://www.patreon.com/sehablaespanol Buy me a coffee: https://www.buymeacoffee.com/sehablaespanol/w/6450 Donaciones: https://paypal.me/sehablaespanol Contacto: sehablaespanolpodcast@gmail.com Facebook: www.facebook.com/sehablaespanolpodcast Twitter: @espanolpodcast Psicología y salud mental en español Hola a todos. En la entrevista de hoy, Ferran Torres ha hablado varias veces de la importancia de la estabilidad emocional, del trabajo con el psicólogo y de la necesidad de rodearse de las personas adecuadas. Así que he pensado que puede ser una buena oportunidad para aprender vocabulario y expresiones relacionadas con la psicología y la salud mental. Y lo mejor es que no vamos a aprender palabras técnicas, sino expresiones que utilizan los nativos en conversaciones normales. Estar bien mentalmente Vamos a empezar por una expresión muy sencilla. Muchas veces escuchamos frases como: "Ahora mismo estoy bien mentalmente." "Después de unos meses difíciles, vuelvo a estar bien." Cuando alguien dice que está bien mentalmente, no significa que esté siempre feliz. Significa que se siente equilibrado, tranquilo y capaz de afrontar los problemas normales de la vida. Por ejemplo, un amigo podría decir: "He cambiado de trabajo y estoy mucho más tranquilo. Mentalmente estoy mejor." O: "Necesitaba unas vacaciones porque no estaba bien mentalmente." Fíjate en que esta expresión se utiliza constantemente en conversaciones informales. Tener la cabeza en su sitio Esta es una expresión muy española. Cuando decimos que una persona tiene la cabeza en su sitio, queremos decir que es madura, responsable y emocionalmente equilibrada. Por ejemplo: "A pesar de ser muy joven, tiene la cabeza muy bien amueblada." O también: "Tiene la cabeza en su sitio y sabe perfectamente lo que quiere." Es una forma muy común de elogiar a alguien. Perder la cabeza Ahora vamos al extremo contrario. Si alguien pierde la cabeza, deja de actuar de manera racional. Por ejemplo: "Perdió la cabeza y empezó a gritar a todo el mundo." "Cuando se enfada pierde la cabeza." No significa que esté loco. Simplemente significa que pierde el control emocional. Venirse abajo Esta expresión aparece muchísimo. Cuando alguien se viene abajo, pierde la confianza, la energía o el ánimo. Imagina que una persona suspende varios exámenes seguidos. Podríamos decir: "Se vino abajo y empezó a pensar que nunca lo conseguiría." O: "Después de la lesión se vino abajo durante unos meses." Es una expresión muy útil porque todos hemos pasado por momentos así. Levantar cabeza Y precisamente la expresión contraria es levantar cabeza. Cuando una persona supera una mala etapa y empieza a sentirse mejor, decimos que levanta cabeza. Por ejemplo: "Después del divorcio tardó un tiempo, pero finalmente levantó cabeza." "Ojalá puedas levantar cabeza pronto." Es una expresión muy frecuente en España. Tener autoestima La palabra autoestima es fundamental. La autoestima es la valoración que hacemos de nosotros mismos. Por ejemplo: "Tiene mucha autoestima." "Ojalá tuviera más confianza y más autoestima." También escuchamos: "Tiene la autoestima por los suelos." Esta expresión significa que alguien tiene muy poca confianza en sí mismo. Imagina un estudiante que se compara constantemente con otros compañeros. Podría decir: "Últimamente tengo la autoestima por los suelos." Creer en uno mismo Otra expresión básica. Cuando creemos en nosotros mismos, confiamos en nuestras capacidades. Por ejemplo: "Lo más importante es creer en uno mismo." "Otra persona puede ayudarte, pero tienes que creer en ti." Es una frase muy típica en el mundo del deporte y también en el aprendizaje de idiomas. Gestionar las emociones Esta expresión se escucha mucho hoy en día. Gestionar las emociones significa aprender a manejar sentimientos como la frustración, el enfado o la tristeza. Por ejemplo: "Los niños también tienen que aprender a gestionar sus emociones." "No estaba enfadado, simplemente estaba aprendiendo a gestionar la presión." Es una expresión bastante moderna que aparece mucho en entrevistas y conversaciones sobre desarrollo personal. Salir de la zona de confort Seguro que has escuchado esta. La zona de confort es una situación cómoda y conocida. Salir de la zona de confort significa hacer algo que produce inseguridad o miedo. Por ejemplo: "Hablar español con nativos me obligó a salir de mi zona de confort." "Odiaba hablar en público, pero tuve que salir de mi zona de confort." Es una de las expresiones favoritas de los gurús del desarrollo personal. Bloquearse Esta palabra es muy útil para los estudiantes de idiomas. Cuando alguien se bloquea, deja de ser capaz de pensar o actuar con normalidad debido a los nervios. Por ejemplo: "Sabía la respuesta, pero me bloqueé." "Cuando hablo español por teléfono a veces me bloqueo." Todos los estudiantes entienden perfectamente esta sensación. Agobiarse Otra palabra imprescindible. Agobiarse significa sentirse desbordado por una situación. Por ejemplo: "Tengo demasiado trabajo y estoy agobiado." "No te agobies, todavía tienes tiempo." También podemos decir: "Me agobia pensar en tantas cosas a la vez." Es una palabra que escucharás constantemente en España. Darle muchas vueltas a algo Esta es buenísima. Cuando le damos muchas vueltas a algo, pensamos demasiado en un problema. Por ejemplo: "No le des tantas vueltas." "Llevo días dándole vueltas a esa decisión." A veces incluso usamos el verbo solo: "Estoy dándole vueltas." Y todo el mundo entiende que estamos pensando obsesivamente en algo. Desahogarse Una palabra muy relacionada con la salud mental. Desahogarse significa expresar emociones que llevamos dentro. Por ejemplo: "Necesitaba hablar con alguien para desahogarme." "Se pasó una hora desahogándose." No significa solucionar el problema. Simplemente significa liberar emociones. Guardarse las cosas Muchas personas hacen exactamente lo contrario. Se guardan las cosas. Es decir, no expresan lo que sienten. Por ejemplo: "Siempre se guarda los problemas." "No te lo guardes todo." Esta expresión aparece muchísimo en conversaciones familiares. Tener ansiedad La palabra ansiedad se ha incorporado por completo al lenguaje cotidiano. Hoy es muy normal escuchar frases como: "Este examen me da ansiedad." "Ojalá deje de darme ansiedad hablar en público." A veces la gente utiliza la palabra con un sentido médico y otras veces simplemente para expresar nerviosismo intenso. Por eso conviene escuchar siempre el contexto. Hacer terapia Cada vez es más habitual escuchar esta expresión. Por ejemplo: "Lleva dos años haciendo terapia." "Empecé a hacer terapia y me ayudó muchísimo." Hace unos años sonaba extraño para algunas personas. Hoy es una expresión completamente normal. Una mochila emocional Terminamos con una metáfora que se escucha mucho. Cuando alguien habla de una mochila emocional se refiere a los problemas, experiencias o preocupaciones que va acumulando a lo largo de su vida. Por ejemplo: "Todos llevamos una mochila emocional." "Ojalá pudiera quitarme algo de esa mochila." No existe una mochila real, claro. Es simplemente una imagen para hablar del peso emocional que cargamos. Y si te fijas, muchas de estas expresiones tienen algo en común. No hablan de enfermedades ni de conceptos psicológicos complicados. Hablan de situaciones que todos vivimos. Sentirse agobiado, venirse abajo, bloquearse, darle vueltas a las cosas o intentar levantar cabeza después de una mala época. Por eso resulta tan interesante escuchar entrevistas como la de Ferran Torres. Porque detrás de un futbolista de élite encontramos preocupaciones, miedos y herramientas para afrontarlos que, en realidad, son muy parecidas a las que utilizamos cualquiera de nosotros en nuestra vida diaria. Y además, nos permiten aprender un español muy auténtico, el español que escucharás cuando hables con amigos, compañeros de trabajo o vecinos en cualquier país hispanohablante. Escucha este episodio completo y accede a todo el contenido exclusivo de Se Habla Español. Descubre antes que nadie los nuevos episodios, y participa en la comunidad exclusiva de oyentes en https://go.ivoox.com/sq/171214
Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! Tertulia con Rafa y Logi sobre la derrota del Real Madrid en el campo del Betis. Muy injusta, pero el equipo d Mourinho pagó cara su falta de puntería. Hoy Logi ha conseguido sacarme de3 mis casillas, me esperan tiempos durosEscucha este episodio completo y accede a todo el contenido exclusivo de Podcast de La Hora de Walter. Descubre antes que nadie los nuevos episodios, y participa en la comunidad exclusiva de oyentes en https://go.ivoox.com/sq/79870
O cantor Toy é o convidado de Daniel Oliveira, no Alta Definição em podcast. Regressado ao programa depois de 14 anos, fala sobre uma carreira construída degrau a degrau, longe dos atalhos e das subidas a pico. O músico recorda os anos difíceis na Alemanha, onde varreu fábricas, carregou caixas de 80 kg e deu aulas de português a filhos de emigrantes, tudo para juntar dinheiro suficiente para apostar na música. Fala também do AVC que sofreu e que nunca o assustou verdadeiramente, tendo conseguindo manter o sentido de humor até no hospital. O cantor abre o coração sobre as perdas que mais o marcaram: a mãe, que nunca chegou a ver o filho triunfar, e o pai, que perdeu primeiro para o Alzheimer e só depois fisicamente. “Eu não perdi o meu pai quando ele desapareceu. Perdi-o quando ele deixou de me conhecer”, explica. *A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da ImpresaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! Tertulia con Rafa y Logi sobre la derrota del Real Madrid en el campo del Betis. Muy injusta, pero el equipo d Mourinho pagó cara su falta de puntería. Hoy Logi ha conseguido sacarme de3 mis casillas, me esperan tiempos durosEscucha este episodio completo y accede a todo el contenido exclusivo de Podcast de La Hora de Walter. Descubre antes que nadie los nuevos episodios, y participa en la comunidad exclusiva de oyentes en https://go.ivoox.com/sq/79870
AEW Dynamite arrancó su camino hacia All Out después de lo sucedido en All In London. El nuevo Campeón Mundial de AEW, Will Ospreay, abrió el programa celebrando su victoria y hablando sobre Kenny Omega, pero rápidamente aparecieron nuevos problemas y posibles retadores.Swerve Strickland, Kofi y Austin Creed retuvieron los Campeonatos Mundiales de Tríos ante The Rascalz. Después del combate tuvieron un careo con The Young Bucks.Darby Allin retuvo el Campeonato TNT ante Mark Davis, pero después fue atacado por Don Callis Family, incluyendo el regreso de Josh Alexander.Adam Copeland y Christian Cage tuvieron un fuerte intercambio con FTR y The Young Bucks, terminando con el reto para enfrentarse los tres equipos en una lucha con sillas, mesas y escaleras en All Out.Megan Bayne derrotó a Alex Windsor, mientras Mercedes Moné celebró su Campeonato Mundial Femenino hasta ser interrumpida por Thekla, dejando encaminada una nueva rivalidad.Jon Moxley derrotó a AR Fox en un Continental Championship Eliminator Match.En el evento estelar, Will Ospreay, Andrade El Ídolo y United Empire derrotaron a Ricochet, The Demand y The Dogs en una lucha de 10 hombres. Después del combate apareció Jon Moxley y llegó la gran noticia de la noche: Will Ospreay defenderá el Campeonato Mundial de AEW ante Moxley en All Out el 26 de septiembre.Un Dynamite cargado de historias y consecuencias de All In, pero la pregunta es: ¿logró AEW mantener el momentum de Wembley?#aew #aewdynamite #aewallout
En este nuevo episodio de Gaia Podcast, Manuel Báez Pérez —fundador y líder arborista de Finca Gaia— habla con el caficultor Alfonso Pérez Torres, de Terrafé, sobre el café de Puerto Rico, desde la plántula hasta la taza. Conversan sobre los principios de Terrafé y su recorrido desde la plantación de sus primeros árboles hasta su torrefacción en Bayamón. Alfonso nos cuenta sobre la industria del café en la isla y cómo, además de existir oportunidades, él también ve el futuro de esta industria.Si quieres apoyar a Terrafé y hacerte de uno de los mejores cafés de Puerto Rico, puedes conseguir sus diversas variedades en www.terrafecoffee.com o seguirlos en @terrafecoffee.Este podcast fue editado con la ayuda de Mario Negrón González, de Casa Fantasmas (@casafantasmes), y no sería posible sin el apoyo de todos ustedes. Si les interesa más contenido de Finca Gaia, los invitamos a suscribirse en nuestra página web www.fincagaia.com o en Patreon: www.patreon.com/fincagaia.Y si les interesa dejarnos una donación: www.fincagaia.com/donaciones.Cualquier aportación nos ayuda muchísimo a seguir creando contenido educativo y a proteger y conservar el bosque de Finca Gaia.
Puedes comenzar un nuevo mes y seguir cargando una versión antigua de ti. Pero escucha esta promesa: tu pasado puede formar parte de tu historia, pero ya no tiene derecho a decirte quién eres. En Cristo no recibiste un retoque espiritual. No eres una versión mejorada de quien eras. Eres una nueva creación. La vida antigua pasó y una nueva vida comenzó. Quizá todavía recuerdes lo que hiciste, lo que perdiste, dónde fallaste o lo que otros dijeron de ti. Pero puedes recordar una dirección sin seguir viviendo allí. Así que cuando la culpa, la vergüenza o tu antigua identidad vuelvan a buscarte, recuérdales: “Sí, eso ocurrió… pero yo ya no vivo ahí.” Comenzamos septiembre creyendo que Dios todavía hace nuevas todas las cosas, incluso dentro de nosotros. Las lecturas: Job 40:1 - 42:17 2 Corintios 5:11-21 Salmo 45:1-17 Proverbios 22:14 www.wenddyneciosup.comSígueme en mis redes como @wenddyneciosup--Distribuido por: Genuina Media Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
José Alonso sobrevivió a un accidente que cambió su vida para siempre. Después de caer de una motocicleta, una pipa le pasó por encima y las lesiones fueron tan graves que tuvieron que amputarle ambas piernas. Su padre recuerda que incluso le dijeron: “Su hijo se va a morir”. Contra todo pronóstico, José sobrevivió y hoy cuenta su historia, las presuntas irregularidades que asegura haber encontrado en el proceso y su lucha por obtener justicia, conseguir prótesis y reconstruir su vida. Pega las etiquetas QR en tus cajas, escanea con la app SmartLabels y cataloga todo con nombre, descripción y foto. La próxima vez que busques algo guardado, la app te dice exactamente dónde está.Consigue tu paquete buscando SmartLabels — una sola palabra — en Amazon.O visita directamente: https://www.amazon.com/QR-Smart-Labels-Scannable-Organization/dp/B0G2MRRNP9_________________Distribuido por Genuina Media Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
Hay etapas en la vida donde todo es ascenso: creces, escalas, conquistas y sientes que pisas un terreno absolutamente firme. Pero, de repente, la vida da un giro inesperado y el suelo bajo tus pies cede. Es exactamente como caer en arena movediza. Al principio, la superficie parecía segura, pero de un momento a otro comienzas a ser tragado por las circunstancias.Lo más aterrador de la arena movediza no es el lodo en sí, sino que tu propio instinto de supervivencia te traiciona: intentas luchar, patalear y salir usando tus propias capacidades, pero descubres con desesperación que, entre más te mueves, más rápido te hundes. El pánico te roba la noción de seguridad, sientes que pierdes el control absoluto de tu vida y ves cómo se te escapan de las manos cosas inmensamente valiosas.Es en ese momento de asfixia y parálisis, cuando te das cuenta de que tus propios esfuerzos solo empeoran la situación, que el alma grita las preguntas más urgentes: "¿En qué me apoyo ahora? ¿De dónde me agarro? ¿De dónde me sostengo para no hundirme?".El Ejemplo: DavidLa Biblia nos presenta a un hombre que experimentó esta misma sacudida. Un hombre que, antes de hundirse en el lodo, conoció la cima más alta: David. Su historia es el ejemplo perfecto para nosotros porque, después de derribar a Goliat, su vida fue un ascenso glorioso. Todo era victoria, todo era ganancia. De la noche a la mañana, pasó de ser un pastor de ovejas anónimo a convertirse en el héroe nacional indiscutible; se convirtió en el yerno del rey y en el músico más aclamado del palacio.Poco tiempo después, fue nombrado capitán de los ejércitos, y su ascenso no parecía tener techo. La Palabra de Dios describe este momento de gloria absoluta con una claridad impresionante: "Y salía David a dondequiera que Saúl le enviaba, y se portaba prudentemente. Y lo puso Saúl sobre gente de guerra, y era acepto a los ojos de todo el pueblo, y a los ojos de los siervos de Saúl" (1 Samuel 18:5, RVR1960).Todo lo que tocaba prosperaba. La vida le sonreía, gozaba del favor divino y de una popularidad arrolladora. De hecho, el impacto de su fama fue tan grande que el pueblo le compuso su propia canción: "Y cantaban las mujeres que danzaban, y decían: Saúl hirió a sus miles, Y David a sus diez miles" (1 Samuel 18:7, RVR1960).A Saúl, el rey de Israel, lo menospreciaron. David estaba en la cumbre, Dios caminaba con él y el éxito era su sombra diaria, tal como lo confirma la Escritura: "Y David se conducía prudentemente en todos sus asuntos, y Jehová estaba con él" (1 Samuel 18:14, RVR1960). Estaba en la cima del mundo, seguro de su destino... hasta que se le movió el piso, hasta que llegó el giro inesperado. Y es que esta es la parte más difícil de la arena movediza: todo te sonríe y, de pronto, el terreno se hunde. La Biblia relata cómo el rey comenzó a mirarlo de reojo, envenenado por los celos: "Y desde aquel día Saúl no miró con buenos ojos a David" (1 Samuel 18:9, RVR1960). La envidia fue tan grande que Saúl intentó matarlo clavándole una lanza contra la pared, no una, sino dos veces. De la noche a la mañana, literalmente, David lo perdió todo.Perdió su lugar de privilegio en el palacio, perdió la cercanía con su esposa, Mical; De hecho, no sabemos realmente si alguna vez pudieron disfrutar de su matrimonio, porque Saúl usó esa relación como trampa, mandando guardias a su propia casa para asesinarlo. Si no hubiera sido porque ella se entera del complot y lo ayuda a escapar de madrugada, la historia de David habría terminado ahí: "Y Mical descolgó a David por una ventana; y él se fue y huyó, y escapó" (1 Samuel 19:12, RVR1960).En un abrir y cerrar de ojos, el que era un héroe nacional comenzó a ser un fugitivo, el que era admirado y celebrado en las calles, ahora era perseguido y acusado de conspirador, la persona que gozaba del favor del rey, ahora cargaba con sus celos y su odio mortal. David comenzó a huir, escapando de un lugar a otro, sin descanso, durante mucho tiempo.Todo apunta a que David cae en un valle oscuro, en una de esas transiciones de la vida tan difíciles en donde te tienes que preguntar: "¿Qué hago yo aquí? ¿Cómo llegué a este punto y de dónde me agarro para seguir adelante?". Porque el hundimiento no se detiene; la arena movediza sigue tragando sus puntos de apoyo. Pierde a su esposa, y luego con el corazón roto, David pierde la cercanía y el apoyo de Jonatán, pierde a su mejor amigo, el hijo del rey Saúl.Desesperado, David corrió a las montañas y se fue a buscar refugio en la aldea de su mentor, aquel que lo había ungido: el profeta Samuel. Samuel era la persona que tenía la mejor y más clara visión del propósito y destino de David, porque fue Dios mismo quien le reveló el futuro de ese joven pastor. La Biblia lo relata "Huyó, pues, David, y escapó, y vino a Samuel en Ramá, y le dijo todo lo que Saúl había hecho con él. Y él y Samuel se fueron y moraron en Naiot" (1 Samuel 19:18, RVR1960).Quizás en esos pocos días en que estuvieron juntos escondidos, Samuel le dio instrucciones, le infundió ánimo, le dio palabra de parte de Dios y le explicó cosas que, aunque no están registradas en la Escritura, fueron el salvavidas emocional que David necesitaba. Pero la arena movediza lo seguía tragando: inevitablemente, Saúl se enteró del lugar donde se escondían y David tuvo que salir corriendo de nuevo, dejando atrás la aldea. Esa fue la despedida. Nunca más volvió a ver a su mentor. Poco tiempo después, la Escritura sella esta dolorosa pérdida definitiva: "Murió Samuel, y se juntó todo Israel, y lo lloraron..." (1 Samuel 25:1, RVR1960).Aquí la arena movediza termina de tragar todo lo que lo sostenía: Pierde el privilegio y la comodidad del palacio, pierde a su esposa, pierde a su mejor amigo, y ahora, pierde a su mentor espiritual; Prácticamente lo pierde todo, pierde hasta la dignidad de ser un hombre amado y aclamado por su pueblo. Despojado, solo y fugitivo, llega a su punto más bajo y termina refugiándose en las sombras de la tierra: "Yéndose David de allí, huyó a la cueva de Adulam..." (1 Samuel 22:1, RVR1960).Ese fue el fondo del abismo en su historia. Y seamos honestos: una cueva húmeda, fría y oscura no es un lugar bonito para vivir.Piensa por un momento en lo que verdaderamente significa estar en una cueva. No es un refugio acogedor, es un encierro oscuro, frío y húmedo; un espacio hostil que huele a abandono, donde habitan las sombras y el eco del vacío. Ponte en los zapatos de David, trata de dimensionar el impacto de que, después de haber vivido rodeado de tanta gloria, comodidades y éxito rotundo, tu única casa, tu única salida, sea el fondo de una caverna.En esa cueva no había ventanas para ver la luz, estaba rodeado únicamente por paredes de piedra fría, obligado a enfrentarse al silencio, a solas consigo mismo y con sus propios pensamientos en medio de la nada.¿Estás tú en una cueva hoy? ¿Has perdido cosas que considerabas invaluables? Tal vez una amistad entrañable, una relación vital, tu familia, o cierto prestigio y estatus que te daba seguridad. ¿Te sientes así en este momento? Es muy probable que muchos de los que están aquí sepan exactamente lo que es estar en lo más alto y, de un momento a otro, perderlo absolutamente todo. Algunos han perdido la estabilidad que alguna vez disfrutaron; otros perdieron ese trabajo que tanto cuidaban, de pronto, miras a tu alrededor y te das cuenta de que todas esas cosas y personas que te rodeaban, en las que te apoyabas ciegamente, simplemente ya no están.Y ahí te encuentras, buscando desesperadamente de...
Wilfredo Méndez empezó en la agricultura a los 16 años, inspirado por su abuelo y con una pequeña estructura que levantó en el patio de su casa en San Sebastián.Su primera gran siembra no salió como esperaba: sembró aproximadamente 3,000 plantas de recao y las perdió todas. Pero en vez de quitarse, volvió a intentarlo, aprendió del proceso y poco a poco comenzó a vender cilantro y recao a restaurantes, mercados y distribuidores.Hoy, con Puro Campo, cuenta que vende en 18 tiendas Walmart, alrededor de 140 restaurantes semanalmente y también ha llegado a aeropuertos.En este episodio hablamos de agricultura en Puerto Rico, producto local vs. importado, cómo encontrar clientes, aprender a poner precios, crear rutas de distribución, manejar empleados, formar alianzas con otros agricultores y las oportunidades que todavía existen para jóvenes que quieren emprender en la isla.También conocemos el sacrificio detrás del crecimiento: Wilfredo llegó a trabajar jornadas extremadamente largas mientras trabajaba de noche en Coca-Cola y levantaba su finca durante el día. Incluso cuenta que dormía en el carro en el parking para poder continuar trabajando.
Sarah Almagro tenía 18 años cuando una meningitis cambió su vida para siempre. Lo que inicialmente parecía una gastroenteritis terminó en una septicemia y un shock multiorgánico que obligaron a amputarle las manos y los pies. Sus riñones dejaron de funcionar y durante un año y medio tuvo que someterse a diálisis.Años después, aquella joven que abandonó el hospital en silla de ruedas y dependiente de una máquina se ha convertido en doble campeona del mundo de surf adaptado, campeona de España y de Europa, estudiante de Derecho y activista por los derechos de las personas con discapacidad. En su entrevista con Pablo Tallón en la sección Ni el mejor guionista de Hora 25, Almagro repasa un recorrido que le obligó a "aprender todo otra vez".En Ni el Mejor Guionista, Pablo Tallón se sienta frente a frente con personas de trayectorias extraordinarias. Hombres y mujeres que cruzaron la frontera de lo convencional: desde ser una de las espías más jóvenes de la Segunda Guerra Mundial hasta ser considerado uno de los mayores falsificadores de arte del mundo. Acompáñanos en este podcast para descubrir historias fascinantes de superación, aprender de ellas y reflexionar sobre nuestra propia existencia. Porque todas las vidas tienen muchas lecciones, pero hay vidas que son lecciones en sí mismas.
Podcast en español de actualidad semanal Real Salt Lake, UT Royals, Real Monarchs, MLS y más. Episodio 23 de nuestra 6ª temporada con información, entrevistas y análisis en exclusiva. No fue una buena semana para los equipos de fútbol de Utah, todos perdieron. El RSL cayó eliminado en 4tos de LC de forma contundente 0-3 en las afueras de Denver ante León de Mx. Vuelve a la liga MLS este sábado en el mismo escenario ante Colorado Rapids, tras perder en Orlando 2-1 el sábado pasado. Preocupa la crisis de resultado, pero tiene margen de recuperar. UT Royals también su buena racha al salir derrotadas en San Diego 4-2 en un partido vibrante. El segundo doblete de Tanaka en su carrera no fue suficiente. Además, tenemos una entrevista exclusiva con el comentarista de AppleTV Bruno Vain.
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En las orillas del río de Av. Universidad en Querétaro, la leyenda de la llorona cobra vida entre sombras y ecos nocturnos. Nuestro equipo se adentró en este lugar cargado de misterio para documentar lo que ocurre cuando la tradición se mezcla con lo inexplicable.¿Escuchamos realmente su lamento? ¿O fue algo más allá de lo humano? Descúbrelo en esta exploración urbana que te pondrá la piel de gallina, pero, no olvides apagar la luz, subirle el volumen y ponerte comodo, estamos por comenzar. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Resumen de noticias de LA NACION de la mañana del lunes 17 de agosto de 2026
Investi con Fineco https://finecobank.sjv.io/LKoB9a 60 trade gratis nei primi sei mesi #adv Quando investiamo dobbiamo fare i conti con due nemici. Uno è inevitabile, ma i suoi danni sono temporanei. L'altro è evitabile, ma i suoi danni sono permanenti. Il problema è che la maggior parte di noi fa esattamente la cosa sbagliata: si terrorizza per quello che non può evitare e ignora quello che potrebbe controllare. Il risultato? Centinaia di migliaia di euro lasciati per strada nel corso di una vita di investimenti. In questo episodio scopri chi sono questi due nemici, come si chiama il fenomeno che svuota silenziosamente il tuo portafoglio, e cosa fare concretamente per difenderti da entrambi.
Las políticas revolucionarias del bando republicano llevaron al trueque de alimentos o bienes básicos para realizar entierros. En este nuevo episodio del podcast de historia de Libertad Digital, Desmemoria Histórica, presentamos el libro del historiador, investigador y periodista Miguel Platón Por qué Franco ganó la guerra.Desmemoria HistóricaNuria Richart Que Franco no perdiera la Guerra Civil y el bando del Frente Popular no la ganara es algo que ha marcado nuestra historia política, económica y social. Han pasado 90 años y los españoles siguen sin saber qué pasó para que un bando ganara y otro no. Dos leyes de memoria y una continua manipulación de la historia, por acción, omisión o sobreactuación, nos tendría que hacer pensar qué es lo que hay detrás de este viejo empeño. En su libro Platón cita al historiador norteamericano Burnett Bolloten, que en 1961 advirtió: "Aunque el estallido de la Guerra Civil Española en julio de 1936 fue seguido de una revolución social a gran escala en la zona antifranquista —en algunos aspectos, más profunda que la Revolución Bolchevique en sus primeras fases— a millones de personas lúcidas fuera de España se les ocultó no únicamente su profundidad y su magnitud sino incluso su existencia por medio de una política de duplicidad e hipocresía de la que no hay paralelo en la historia". Desvelamos los factores clave que llevaron a la victoria al Bando Nacional cuando ni era evidente ni inevitable. Al inicio del conflicto, en julio de 1936, hace ahora noventa años, los sublevados se encontraban en una situación de clara desventaja material y territorial frente al Gobierno del Frente Popular. Pedro Fernández Barbadillo y Platón recuerdan en este nuevo capítulo de Desmemoria Histórica cómo los rebeldes solo controlaban la tercera parte del territorio, el 40% de la población y carecían de los recursos financieros e industriales del país, que permanecían bajo el control de la República en Cataluña, el País Vasco y Valencia.Las nefastas decisiones económicas revolucionarias Como resalta Platón, una mejor gestión de los recursos y una dirección militar unificada y profesional permitieron a Francisco Franco invertir la situación a lo largo de los tres años de guerra. Por cierto, el Partido Nacionalista Vasco (PNV) entregó intacta la industria siderometalúrgica de Vizcaya a los sublevados en agosto de 1937 en el Pacto de Santoña.Por qué Franco ganó la guerra: una contienda manipuladaMiguel Platón En el plano económico, en el podcast se detalla cómo la República destruyó su propio sistema productivo mediante las colectivizaciones forzosas o la abolición de la propiedad privada, lo que provocó una inflación desbocada y el colapso de la peseta republicana. En estas zonas el desabastecimiento obligó a recurrir al trueque para subsistir. Sindicatos como la CNT llegaron a exigir alimentos o bienes básicos para realizar entierros. La cartilla de racionamiento solo funcionó en las zonas revolucionarias. Cada bando también gestionó de forma muy diferente la ayuda internacional. Mientras que Franco obtuvo suministros militares, petróleo de la Texaco y más de 10.000 camiones de marcas norteamericanas como Ford y General Motors a crédito, la República dependió de la Unión Soviética. Stalin, por su parte, "estafó triplemente a los republicanos e hizo mucho daño al Ejército Popular", dice Platón. No solo exigió el pago al contado con el famoso oro del Banco de España, sino que estafó sistemáticamente al Gobierno frentepopulista: fijó un tipo de cambio arbitrario y cobró precios inflados por armamento obsoleto. Otro factor fundamental de la victoria del bando nacional fue la unidad política y el liderazgo militar que el bando rojo fue incapaz de alcanzar. En septiembre de 1936, el bando sublevado nombra a Franco generalísimo de los ejércitos y jefe del Gobierno del Estado y se establece el mando único, oficializado el 1 de octubre en Burgos. Además, los nacionales estuvieron dirigidos por oficiales profesionales y experimentados en las campañas de Marruecos. En contraposición, el Gobierno de la República huyó a Valencia y los sindicatos, anarquistas y demás partidos del Frente Popular se enfrentaron de forma sangrienta entre ellos; la violencia interna en la zona republicana se ejemplifica en los sucesos de mayo de 1937 en Barcelona. Hace unos días, el 13 de julio de 1936, también se han cumplido nueve décadas del asesinato del líder de la oposición, José Calvo Sotelo, el hecho decisivo para el Alzamiento militar. La violencia por parte de un Frente Popular revolucionario estaba desatada. Es poco conocido el dato de que la primera muerte de civiles en la guerra la perpetran los frentepopulistas.
Leopold Aschenbrenner tiene 25 años. Fue reclutado por OpenAI, escribió un ensayo que se volvió lectura obligada en Silicon Valley, y construyó un fondo de inversión enfocado en inteligencia artificial que llegó a un rendimiento de 439%. En cuestión de semanas, una llamada de margen lo obligó a vender casi todo y su fondo se desplomó de 45 mil millones a unos 10 mil millones de dólares.Carlos Muñoz y Ricardo Moreno analizan la caída del "niño genio" de Silicon Valley y qué nos enseña sobre el peligro del apalancamiento en la burbuja de la IA. También destapan el mundo oculto de los "casinos sociales": la industria de casi 8 mil millones de dólares que genera adicción sin pagar un solo premio, y hablan del nuevo puesto que explotó en Silicon Valley (Forward Deployed Engineer), del intento fallido de la FIFA por privatizar los derechos del Mundial, y de un empresario que rechazó 400 millones de dólares y regaló su empresa.━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━━
5 .Al Once Caldas no le alcanzó el envión final ante el América. perdió 0 - 1 jugando con 10. Deportes by LA PATRIA
Hoy hablamos sobre las declaraciones de Ricardo Arjona, quien aseguró que los padres de antes eran más firmes y claros al momento de disciplinar a sus hijos, mientras que muchos padres de esta generación les permiten hacer lo que quieren sin establecer límites. Abrimos el debate para conocer la opinión de los oyentes: ¿se está criando una generación más malcriada o simplemente han cambiado las formas de educar? ¿Dónde está el balance entre la disciplina y la comprensión?See omnystudio.com/listener for privacy information.
AI Troopers — mi nueva comunidad donde cada semana implementamos inteligencia artificial juntos, en vivo, para que vendas más, automatices procesos y bajes tus costos. Únete aquí
Quando si perde il lavoro dopo i cinquant'anni, la prima reazione sembra quasi obbligata: rimettersi subito in corsa, aggiornare il CV, cercare un'altra posizione simile, tornare il prima possibile dentro una traiettoria conosciuta.Ma cosa succede se proprio quella rottura diventa l'occasione per chiedersi: voglio davvero un altro lavoro uguale?Fosca è un'ingegnera. Per venticinque anni ha lavorato nel campo delle infrastrutture e della mobilità, costruendo una carriera internazionale tra Italia, Germania e Danimarca. Ha avuto ruoli di responsabilità, stipendi importanti, una crescita lineare. Poi, a 50 anni, è arrivato un licenziamento improvviso, legato a una riorganizzazione aziendale.La parte più difficile non è stata solo economica. È stata identitaria. Perché quando per anni ti sei riconosciuta nel tuo lavoro, perderlo significa anche chiederti chi sei fuori da quel ruolo.Fosca avrebbe potuto cercare subito un'altra posizione simile. Invece ha scelto di fermarsi. È partita per l'India, ha completato una formazione come insegnante di yoga e ha iniziato a costruire un nuovo progetto: una piattaforma dedicata alle donne tra i 38 e i 50 anni, per accompagnarle nella perimenopausa attraverso yoga, consapevolezza del corpo e strumenti concreti.Non è un salto fatto allo sbaraglio. Alle spalle ci sono anni di risparmio, investimenti, fondi pensione, piccoli bilanci fatti ogni sei mesi. Ma la domanda resta: quanto tempo può permettersi di dare a questo nuovo progetto prima che inizi a produrre reddito?Perché reinventarsi a 50 anni non significa solo avere coraggio. Significa conoscere il proprio costo di vita reale, capire quanta autonomia garantiscono i risparmi, rivedere il portafoglio quando il reddito diventa variabile e iniziare a pensare anche alla protezione di lungo periodo.Ad aiutare Fosca a orientarsi tra rischio economico, investimenti, liquidità e tutela della propria autonomia futura c'è Immacolata Imperatrice, consulente di Alleanza Assicurazioni dell'Agenzia di Ceprano.Questa è Money Clinic, il podcast di Rame in collaborazione con Alleanza Assicurazioni: storie vere di grandi cambiamenti, e le domande economiche che possono renderli più sostenibili.
dicen que la fe mueve montañas, pero a veces no es suficiente a la hora de esperar buenos resultados deportivos. Escucha el actor que perdió un billetón por apostarle a México y lo perdió todo. Mantente al día con los últimos de 'El Bueno, la Mala y el Feo'. ¡Suscríbete para no perderte ningún episodio!Ayúdanos a crecer dejándonos un review ¡Tu opinión es muy importante para nosotros!¿Conoces a alguien que amaría este episodio? ¡Compárteselo por WhatsApp, por texto, por Facebook, y ayúdanos a correr la voz!Escúchanos en Uforia App, Apple Podcasts, Spotify, y el canal de YouTube de Uforia Podcasts, o donde sea que escuchas tus podcasts.'El Bueno, la Mala y el Feo' es un podcast de Uforia Podcasts, la plataforma de audio de TelevisaUnivision.
Raúl Báez perdió todo. Su fábrica se quemó. Sus empleados vieron desaparecer años de trabajo. Diego Zepeda lo ganó todo en una apuesta. Dos historias opuestas que convergen en un tema: cómo reconstruir después de tocar fondo, cómo liderar cuando estás deprimido, y por qué la nueva pandemia silenciosa es la ludopatía en redes y en negocios.Carlos Muñoz conversa con dos empresarios sobre la resiliencia, el liderazgo en crisis, el soporte que necesitas para salir adelante, y cómo transformar la pérdida total en reconstrucción.