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O escândalo Vorcaro não tirou de Flávio Bolsonaro um eleitor que importasse. E mesmo assim pode ter encerrado a candidatura dele. Parece contradição? Não é.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Kassio Nunes Marques, suspendeu uma pesquisa eleitoral que indicava perdas para o pré-candidato Flávio Bolsonaro depois da revelação de áudios dele com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, alegando que a pesquisa teria manipulado os entrevistados para produzir resultado desfavorável a Flávio. Além do âncora da CNN William Waack, participam deste episódio participam desta edição Caio Junqueira, analista de Política, Daniel Rittner, diretor editorial de Brasília, Luciana Lóssio, advogada e ex-ministra do TSE, Lourival Sant'Anna, analista de Internacional, e Sergio Teixeira Moita, professor de Ciências Militares da Eceme.
O Governo do Brasil apresentou fartas documentações à administração de Donald Trump para rebater a cobrança de tarifas que, na visão do presidente Lula e de sua equipe, são totalmente descabidas e injustificáveis. O presidente Nacional do PT, Edinho Silva, comentou o esforço diplomático para reverter o impasse criado pelo clã Bolsonaro. Sonoras:
A discussão sobre o calendário do futebol brasileiro ganhou novo capítulo após comentários de PVC envolvendo Flamengo, Palmeiras, CBF e a rodada antes da Copa do Mundo.Neste vídeo mostramos a cronologia completa dos fatos e explicamos por que era impossível, em setembro e outubro de 2025, os clubes preverem oficialmente o problema criado posteriormente pela própria CBF.Entenda quando o amistoso foi realmente oficializado, quando a apresentação dos convocados foi definida e por que o argumento utilizado contra Flamengo e Palmeiras não resiste à ordem cronológica dos acontecimentos.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @SiteSerFlamengoINSTAGRAM I @SiteserFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #pvc
Emisión del lunes 18 de Mayo de 2026 Cuando alguien se entrega voluntariamente a la justicia de Estados Unidos, no lo hace por civismo ni por respeto a la ley. Lo hace porque calculó que litigar el caso ante un tribunal le costará más que cooperar. En el lenguaje de la fiscalía del Distrito Sur de Nueva York (SDNY) eso es un acuerdo de cooperación. En el vocabulario político equivale a una confesión política implícita. "Deja que tus oídos te abran los ojos." #RuizHealyTimes #AbriendoLaConversación www.ruizhealytimes.com
"Les Roches Rouges" do francês Bruno Dumont é produzido pela portuguesa Rosa Filmes, a obra rodada essencialmente no sudeste francês, perto de Cannes, aborda temas de uma infância neste cenário de escarpas vermelhas, junto ao Mar Mediterrâneo. A película estreia na Quinzena dos cineastas. O produtor Joaquim Sapinho comentou à RFIa obra e este certame, em curso até 23 de Maio. Temos o privilégio de acolher de novo o Joaquim Sapinho da Rosa Filmes. Boa tarde! Bem vindo a mais uma edição do Festival de Cinema de Cannes. Estamos juntos para falar, nomeadamente do filme "Les Roches Rouges" de Bruno Dumont, com quem já tinham colaborado no passado. E é a Rosa Films, então produtora principal por detrás desta obra. Exacto. Nós tínhamo-nos conhecido no "L'Empire" e éramos co-produtores e quando chegou a oportunidade de fazer este filme, lá estávamos nós a querer colaborar e a ajudar. Mas as dificuldades de produção do filme obrigaram nos a nós a passar a produtores principais, porque todas as dificuldades de dinheiro e também de coordenação.... O realizador queria filmar este verão que passou. E, pela primeira vez na história das relações cinematográficas dos dois países, fez-se um filme em França com uma equipa inteiramente portuguesa. É muito ao contrário, habitualmente ! É sempre ao contrário. Portanto, foi uma coisa absolutamente mágica. Quando nós tomamos conta da produção, ficou uma arquitectura com filmagem em França. Filmagem em Portugal é filmagem em Itália. Mas toda a produção é portuguesa e os outros "partners" italianos, franceses e espanhóis ficaram apenas a ajudar. Portanto, foi uma experiência única. Nós já tínhamos vivido esta experiência com o filme do Magalhães, que tinha rodagens em Portugal. No ano passado ! Com filmagens em Espanha e tinha filmagens nas Filipinas e também do lado espanhol. Tinha corrido tudo mal. Mandámos a equipa portuguesa depois nas Filipinas também correu mal. Mandámos também a equipa portuguesa. Portanto, aqui foi o mesmo. Foi só continuar esta estratégia, Se os outros não conseguem fazer, nós conseguimos. E então o filme é de facto rodado essencialmente no sul de França, na região onde nós nos encontramos um bocadinho, também em Itália, mas também em Portugal !? O filme também teve uma parte rodado em Portugal e é sempre este prazer de fazermos filmes cosmopolitas em que quer à produção quer às histórias, retratam esta Europa que nós amamos e não apenas a ideia de nacionalismos em que toda a gente está separada. Bruno Dumont que já teve também projectos cá em Cannes no passado, já teve prémios cá, por exemplo, com "La vie de Jésus", "L'Humanité". Agora é um filme muito sobre a infância ou sobre uma parte do litoral do sul de França, onde a fotografia tem um papel absolutamente descomunal ! Eu acho que é só olhar à volta no sítio onde estamos a fazer esta conversa aqui em Cannes e ver este mar esmeralda. O que é que há de tão especial em Saint Raphaël ? É que para lá do mar esmeralda há umas rochas vermelhas. O filme em português chama se "Escarpas Vermelhas". Encontramos um título muito bonito em francês "Les Roches Rouges". Porque, digamos, é este espaço mágico, esta jóia que é a cor azul. Mas do lado da infância. Ou seja, é um filme sobre crescer, sobre como é que se cresce. Sobre as violências de crescer e sobre os amores também. É um filme... Sobre o bem e o mal? O bem e o mal., mas é um rapaz e uma rapariga que estão apaixonados. Fazem uma escapadela para Itália no comboio, mas têm só cinco anos. Portanto, o que é fascinante aqui é que nós somos humanos, logo a partir do momento em que nascemos e começamos a crescer apaixonados e a viver riscos. Portanto, é um filme, como direi? A dizer que a vida é apaixonante e que vale a pena correr riscos. E não lhe parece que eles eram, de facto, todos bastante precoces ? Teriam cerca de cinco anos. Efectivamente viajam juntos. Ele, de forma muito fácil, acaba por passar por cima do portão para ir ter com a namorada. Ele está muito determinado, não é o rapaz? O Géo está determinado ! Ele está determinado. E o que é bonito é que porque é que o filme também é "Les Roches Rouges" ? Não é apenas uma questão plástica. É porque essas rochas são umas rochas em que em França se faz uns saltos muito arriscados. E ele está sempre a demonstrar o seu valor saltando dessas rochas vermelhas. Saltos para mergulho ! Para mergulhar e, portanto, é um filme que defende a ideia de viver como uma ideia apaixonada. É uma ideia em que não podemos, digamos, estar esmagados pelo medo para viver, mas de que é possível viver com intensidade. E aqui o americano Carlos Alfonso Coral deve ter tido um papel preponderante em relação à questão da imagem, de captar este litoral e estas escarpas vermelhas? Ele é um director muito sensível, muito poético, tem trabalhado essencialmente com o Roberto Minervino, que tem tido também os filmes aqui em Cannes. Mas e vive neste momento em Los Angeles. Ele é do México e, claro, ficou. Nunca tinha estado aqui na Côte d'Azur. E estas cores e esta dramaticidade do filme, evidentemente, permitiram-lhe a ele também responder, dando estas cores e essa dramaticidade ao cinema. Que sabor tem, então, esta estréia aqui na Quinzena dos Cineastas com este filme ? A Rosa Filmes, desde 2016 tem sempre um filme seleccionado em Cannes. Nem sei se haverá outra produtora no mundo ? Desde 2016, portanto vamos para 11 anos, não é? Todos os anos sempre um filme, e já tivemos vários filmes em que éramos nós os produtores principais, mas estes dois últimos também, quer com o Magalhães, com o Gael Garcia Bernal, realizado pelo Lav Diaz, quer agora com este filme do Bruno Dumont isto se repete. Portanto, não há outra palavra. É um prazer ! Eu acho que Cannes é um festival em que a paixão pelo cinema se sobrepõe a tudo, a todas as outras questões. E toda a gente se sente atraída por isto e, portanto, é o sítio certo para mostrar os filmes que nós fazemos. E a nossa imagem de marca também está ligada a Cannes. Então e esta septuagésima nona edição do Festival interessa-o ? Se sim, que mais lhe interessa aqui neste certame? Eu acho que há um realizador francês extraordinário. Eu acho que é o grande jovem realizador francês que é o Arthur Harari e é a sua terceira longa metragem. Também ganhou o Oscar de melhor Argumento no ano passado. Está em competição nas longas metragens, na selecção principal ! Sim, na selecção principal, nas longas metragens. E é esse filme de que foi argumentista ganhou também a Palma de Ouro há dois anos. Eu acho que o grande realizador francês agora da Nova geração é este filme. Será o filme mais entusiasmante para ver. Muitos filmes franceses, precisamente na competição, Se calhar mais do que é habitual, portanto, também se calhar provar a boa forma do cinema hexagonal, neste momento, o que é que acha ? Muitos filmes franceses e também muitos actores e actrizes franceses nos filmes estrangeiros. Exactamente. Até em filmes estrangeiros, japoneses, austríacos ! Portanto, é uma grande... Eu acho que a França é o centro do cinema europeu e pouco a pouco está a tornar-se também o centro do cinema, porque a gente vê que os Óscares estão a copiar o modelo. Este modelo europeu de Cannes e portanto temos todos que nos adaptar uns aos outros. Mas dá me a impressão que este nosso modelo do cinema europeu que tem como centro a França e Cannes, é o que está mais vivo neste momento. E finalmente, o cinema português. No meio desta dinâmica toda, como é que o vê nesta altura? Eu bem sei que é sempre complicado. É sempre a mesma dificuldade de acesso a financiamentos. No entanto, surgem sempre propostas que vão singrando internacionalmente, não é? Dou-lhe o meu exemplo vou filmar este ano em África. Fazer um filme sobre Angola. Eu acho que vai ser o primeiro filme em que um português vai fazer o ponto de vista do outro ponto de vista dos movimentos de independência e não um filme nostálgico sobre "Ah, que pena, Portugal perdeu África". Há uns filmes que são mais engraçados a falar desse assunto, outros mais dramáticos, outros mais melancólicos. Eu não estou interessado nisso. Estou interessado é o "como é que foi este conflito e qual é o ponto de vista do outro" ? E, portanto, vou fazer um filme pela primeira vez sobre como é que os movimentos de independência se confrontavam connosco. Mas o meu ponto de vista ainda é mais complexo. Esse confronto connosco era de portugueses com portugueses. Toda a gente tinha o mesmo bilhete de identidade. Portanto, tentar ter um ponto de vista que ajude a que Portugal possa viver com o seu passado, de outra maneira. E vão rodar também na África Equatorial, nomeadamente. A dinâmica do cinema português está em cada filme que é feito. E de quem é o argumento ? É meu. É uma história extraordinária que eu descobri, já ando a preparar o filme há cerca de dez anos, porque descubro um dia um folheto em francês sobre cinco mulheres que tinham sido presas. Não pelos portugueses lá em Angola, mas sim pela UPA, que era um movimento rival que depois se transformou no FNLA. E essas mulheres são presas e depois são mortas. Portanto, é uma tragédia enorme. E, portanto, é a primeira vez que acontece. Cinco mulheres entram na guerrilha e entram. Vêm do Congo, no quadro do MPLA, entram em Angola e depois vão ser atacadas pela UPA e vão ser mortas. E portanto é contar esta tragédia do que é que estava a acontecer de complexo dentro dos movimentos de libertação. Quando eu descobri estas mulheres, a lider chama-se Deolinda Rodrigues. Ela é actualmente o símbolo da mulher angolana. Há um dia feriado que é o dia em que ela foi morta, esta Deolinda Rodrigues. E eu, desde que conheci esta personagem, esta pessoa, este fantasma, tomou posse de mim e passei a viver obcecado com esta história. E, portanto, filmá-la. E também libertar me deste fantasma.
RESULTADO DE ENCUESTA Libertad de Mario Redondo
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Em entrevista ao Observador, António Rodrigues, vice da bancada do PSD, fala sobre o futuro da Lei da Nacionalidade e deixa ainda um recado aos socialistas: não usem OE como arma de arremesso.See omnystudio.com/listener for privacy information.
¿Joan García o Unai Simón? 'El Sanedrín de El Larguero' elige a su titular
No episódio de hoje apresentaremos inicialmente o argumento cosmológico Kalam, de origem árabe medieval, mas reformulado e amplamente divulgado atualmente pelo apologista cristão William Lane Craig. Na sequência apresentarmos a crítica do filósofo Immanuel Kant aos argumentos cosmológicos de modo geral, tendo em vista que o argumento Kalam também é um argumento do tipo cosmológico.
"Es injusto decirle al profesor que tiene que hacer las clases más interesantes o entretenidas. El profesor no es un payaso", expresó Daniel Halpern, académico de la facultad de comunicaciones UC.
Comece seu dia com todas as informações essenciais para acompanhar os movimentos do mercado com o Fechamento de Mercado da Genial! O time da Genial analisa o desempenho da bolsa brasileira, das principais ações, além dos mercados internacionais, câmbio, juros e commodities. O Fechamento de Mercado da Genial é transmitido ao final do pregão, trazendo uma leitura completa do que movimentou os ativos no dia.
“Haced todo sin murmuraciones y contiendas, para que seáis irreprensibles y sencillos, hijos de Dios sin mancha en medio de una generación maligna y perversa, en medio de la cual resplandecéis como luminares en el mundo; asidos de la palabra de vida, para que en el día de Cristo yo pueda gloriarme de que no he corrido en vano, ni en vano he trabajado.”FILIPENSES 2:14-16 RVR1960
Federico desmonta el argumento de la izquierda que habla de "derecho internacional" para criticar a Trump y defender a Maduro.
08.01.2026 | No ganes un argumento gana a la persona | 2da Timoteo 2:24-26, 1ra Pedro 3:15 y Mateo 233 MINUTOS A LOS PIES DE JESÚS – UN DEVOCIONAL DIARIOEsta mañana, Alejandro del equipo de Aviva te trae un devocional sobre 2da Timoteo 2:24-26, 1ra Pedro 3:15 y Mateo 23.La apologética, es una disciplina teológica que explica y defiende racionalmente las afirmaciones del cristianismo, respondiendo a ataques, objeciones y falsas creencias para fortalecer a los creyentes y guiar a otros hacia la verdad de Jesús. Nosotros hablamos de apologética en cuanto a la defensa de la verdad del cristianismo, pero es interesante notar que la idea de la palabra apologética en la biblia no es ganar un argumento es ganar a la persona#MiDevocionalDiario #Devocionaldiario #Devocional #Diosmehabla #Iglesialatina #Aviva #Munich #München #3minutos #Jesús #Jesúscambiamivida #Año2025 #Bendición #Biblia #Fe #Dios #Reflexionesbiblicas #Reflexionescristianas #EspírituSanto #FeenAcción #ValoresCristianos #Cristo #VidaenCristo #Oración #Iglesia #VidaEterna #VidaEspiritual #Adoración #Esperanza #Alabanza #Cantico #Cielo #Alma #Amor #Llamado #Compartir #Evangelizar #BuenaNoticia #ApologéticaVisita nuestro Sitio Web: http://avivaeu.org/Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100064726774838Instagram: https://www.instagram.com/avivaeu/@avivaeu@aviva.erlangen@aviva.augsburg@aviva.munich
Sermão para o IV Domingo do AdventoPadre Leonardo Carvalho, IBP.Capela Nossa Senhora das Dores, DF.
Jaume Segalés y su equipo comentan asuntos de la actualidad y traen las mejores recomendaciones culturales. Hoy en Km0, tras repasar la actualidad informativa y deportiva, profundizamos en los siguientes asuntos: Los Miserables Tenemos en la cartelera madrileña uno de los musicales más aclamados de la historia: "Los Miserables", en el Teatro Apolo (Plaza de Tirso de Molina, 1) hasta el 8 de marzo de 2026, de martes a domingos, coincidiendo con la celebración del 40º aniversario de su estreno en Londres. Tercera vez que se representa en Madrid. Vuelve, tras 15 años de ausencia, al mismo escenario en el que se representó por primera vez en España, en 1992. Un espectáculo grandioso en todos los aspectos. Se trata musical completamente cantado, basado en la novela homónima que el escritor francés Victor Hugo publicó en 1862, en la que plasma el París de la revolución de 1830. Una de las obras más importantes de la Literatura del siglo XIX. Con una puesta en escena impecable y espectacular, ATG Entertainment trae a la capital esta producción de Cameron Mackintosh con música de Claude-Michel Schönberg y letras y libreto del propio compositor y de Alain Boublil. Música orquestal, solistas y coros en directo al nivel de las óperas clásicas; escenografía y efectos cuidados al detalle; y una de las historias más célebres del romanticismo literario francés. Todo ello consigue que este musical haya ganado más de 180 premios internacionales, que cuente con el mayor tiempo de permanencia en cartelera a nivel mundial; que haya sido representado en 53 países, en 22 idiomas y visto por más de 130 millones de personas. Entrevistamos al protagonista, Adrián Salzedo, que interpreta al célebre Jean Valjean. Sección de cine clásico "Es sesión continua" Antolín de la Torre hoy nos habla sobre "Nace una canción" (A Song Is Born). Película musical de 1948, con guión de Billy Wildery dirección de Howard Hawks. Protagonizada por Danny Kaye y Virginia Mayo. Fue producida por Samuel Goldwyn y liberada por RKO Cuadros Radiofónicos. El film es un remake de la cinta de 1941 no musical Bola de Fuego con Gary Cooper y Barbara Stanwyck, Rodada en Technicolor, presenta un reparto estelar de leyendas musicales, incluyendo Tommy Dorsey, Benny Goodman (con Al Hendrickson), Louis Armstrong, Lionel Hampton, y Benny Carter. Otros músicos notables presentes en el reparto incluyen a Charlie Barnet (con Harry Babasin), Mel Powell, Louis Bellson, El Cuarteto de Puerta Dorado, Russo y el Samba King, La Página Cavanaugh Trío, y Buck y Burbujas. Otros actores de la película Steve Cochran y Hugh Herbert. Argumento. El tímido profesor Hobart Frisbee (Danny Kaye) y sus amigos académicos, entre los que figura el profesor Magenbruch (Benny Goodman), están escribiendo una enciclopedia musical. A lo largo del proceso, descubren que existe toda una nueva música popular (el jazz, el swing, el boogie-woogie o el bebop) que desconocen. Mientras tanto, la cantante de cabaret Honey Swanson (Virginia Mayo) necesita un sitio para esconderse de la policía, que quiere interrogarla acerca de su novio el mafioso Tony Crow (Steve Cochran), así que se refugia en casa de los académicos y les enseña lo que es el jazz, dando a la película una excusa para presentar a muchos de los mejores músicos de la época.
O profesor e escritor ferrolán Henrique Dacosta presentará o vindeiro xoves no Centro Cívico de Canido a súa última novela, Mortes con argumento. Trátase do seu primeiro thriller policial, aínda que o autor recoñece que tende de maneira natural a escribir obras híbridas, difíciles de encadrar nun único xénero. A historia arrinca cunha morte estraña ao pé da Pena Molexa e continúa cunha explosión nun parque eólico próximo, feitos que serán investigados pola inspectora Iria Arnoso e o subinspector Telmo Chelas. A novela combina unha trama policial clásica con elementos simbólicos, lendarios e socioculturais propios de Ferrolterra, reflexionando sobre a perda das raíces, a transformación social e o desarraigo cultural. Como na maioría da súa obra, Dacosta escolle escenarios que coñece de primeira man, reforzando o peso do contexto como parte esencial do relato.
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¡Vótame en los Premios iVoox 2025! El extracto con el repaso a la última entrega de Sé lo que hicisteis el último verano. Argumento, curiosidades, etc Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
En este podcast te anunciamos un nuevo servicio que hemos montado para todos los seguidores de Garaje Hermético. Porque a partir de ahora tendrás en nuestra/vuestra página web “Garajehermetico.com” una selección de coches de ocasión a buen precio y con pocos kilómetros que te ofrecemos en colaboración con Ruteo. La primera selección que te ofrecemos son coches pequeños, urbanos y con etiqueta “Eco”. Si es lo que estás buscando, echa un vistazo a esos coches en el siguiente enlace: https://www.garajehermetico.com/ruteo/ Llevamos años con un mensaje desde Bruselas que ha sido un dogma: el futuro es 100x100 eléctrico y 2035 será el apocalipsis para la combustión. Y las cosas no van a cambiar, ¡ya están cambiando! Hay un claro “frenazo” al coche eléctrico y te contamos los motivos y las consecuencias… Y añado una cosa más… ¡me he currado este video! Espero que se note. La tesis de hoy es clara: desde las altas esferas europeas se está produciendo un evidente frenazo a la transición eléctrica. No es una marcha atrás, pero sí una clara deceleración. La gran pregunta es: ¿es una corrección de rumbo necesaria para salvar nuestra industria y no dejar a nadie tirado? Vamos a desgranarlo, argumento por argumento. Argumento 1. El Muro de 2035 se agrieta. La "Trampa" de los e-fuels. Para entender el frenazo, primero hay que recordar el plan de la UE, conocido como "Fit for 55" de reducción de un 55 por ciento de emisiones en 2030. Era tajante: a partir del 1 de enero de 2035, se prohibiría la venta de coches y furgonetas nuevos que emitieran CO₂ por el tubo de escape. En el lenguaje de la calle, esto significaba el fin del motor de gasolina, diésel e incluso de los híbridos. Pero… surgió una nota discordante, un país al que esto no le parecía una buena idea… Alemania. En marzo de 2023, cuando todo parecía sellado y firmado, el gobierno alemán, con el peso de gigantes como BMW, Mercedes y todo el Grupo Volkswagen con Porsche incluido dijeron: "Un momento, de esto tenemos que hablar". Bloqueó la votación final y forzó una renegociación. ¿Su as en la manga? Un concepto del que cada vez oiréis hablar más: los e-fuels o combustibles sintéticos. La magia legal de todo esto reside en el concepto "neutralidad de carbono". Aunque un coche que quema e-fuel sigue emitiendo CO₂ por el escape es exactamente el mismo CO₂ que se capturó para fabricarlo. Así que "lo comido por lo servido". Este fue el resquicio, la letra pequeña que Alemania consiguió colar en el texto final. Te contamos lo que es en el video. Argumento 2. ¡Que llega la Euro 7! De “Sentencia de Muerte” a “Balón de Oxígeno”. Si el tema de los e-fuels fue una grieta en el muro de 2035, el cambio en la normativa euro 7, ha sido como derribar un tabique entero. La propuesta inicial de la Euro 7, presentada en 2022, era, sencillamente, una bestialidad. Era tan exageradamente estricta que la industria la tachó de "prohibición encubierta". Pero, de nuevo, se produjo un giro de guion. Argumento 3. Se acabaron las “pagas”. Dicho de otra forma: El fin de la “Demanda Dopada”. Seamos sinceros. El crecimiento en las ventas de coches eléctricos en los últimos años no ha sido un milagro del mercado. Ha sido un crecimiento, en gran medida, "dopado". La demanda ha estado hinchada artificialmente por generosísimas ayudas gubernamentales: planes MOVES, bonificaciones directas en la compra, exenciones de impuestos de matriculación y circulación, aparcamiento gratis... Pero el dinero público no es infinito, y estamos empezando a ver qué pasa cuando se cierra el grifo. El mejor laboratorio para comprobarlo ha sido Alemania, el mercado más grande de Europa. A mediados de diciembre de 2023, su gobierno, por problemas presupuestarios, cortó las ayudas a la compra de coches eléctricos de la noche a la mañana. ¿El resultado? Un desplome instantáneo y brutal. Argumento 4. El Elefante en la “cacharrería”. Geopolítica y el miedo a China. Y llegamos al último argumento, pero quizás el más importante y del que menos se habla: La geopolítica. La apuesta ciega y acelerada por el coche eléctrico le ha abierto de par en par las puertas de Europa a los fabricantes chinos que han entrado en Europa como un elefante en una cacharrería. ¿Por qué son tan competitivas las marcas chinas? Porque China lleva décadas de ventaja en la que es la pieza clave de todo este puzle: las baterías. Controlan la mayor parte de la cadena de suministro, desde la minería de los materiales hasta el ensamblaje final de las celdas. Sin olvidar el precio de la mano de obra.
En su colaboración para MVS Noticias con Ana Francisca Vega, Ezra Shabot, periodista, habló sobre ¿Qué responsabilidad tiene Adán Augusto López ante los señalamientos de vínculos con el crimen organizado en Tabasco? "Aquí ya se les fue directamente la capacidad de poder seguir argumentando, esto es parte, esta situación del propio Adán Augusto, de su subordinado, fugado, Bermúdez", dijo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
El Mundial de Clubes ya tiene a uno de sus finalistas, el Chelsea, y en Ahora o Nunca, la mesa analiza a fondo la otra semifinal entre el PSG y el Real Madrid y discute por qué el club francés sale como claro favorito ante unos Merengues que, por estar en la primera etapa de trabajo de su nuevo técnico Xabi Alonso, sólo tienen su peso histórico como argumento para buscar el triunfo. Por otro lado, y como eco del triunfo de México en la Copa Oro, la mesa debate sobre Gilberto Mora al cuestionar si el futbolista de 16 años debe seguir con su desarrollo en la Liga MX o emigrar a otra para foguearse en el extranjero. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
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Repasamos con el ruchómetro a tope la obra de Frank Miller y la película de Robert Rodríguez. Argumento, curiosidades, anécdotas... y mucho más. Ven a disfrutar con nosotros el paseo por la ciudad del pecado. Con Alan Vendetta y Luis Martínez Vallés Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
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Repasamos con el ruchómetro a tope la obra de Frank Miller y la película de Robert Rodríguez. Argumento, curiosidades, anécdotas... y mucho más. Ven a disfrutar con nosotros el paseo por la ciudad del pecado. Con Alan Vendetta y Luis Martínez Vallés
No episódio #295 do Bom dia, Obvious, Marcela Ceribelli conversa com Mari Krüger sobre:Como ouvir e falar de Ciência em meio a tanta desinformação sobre saúde na internetPor que é tão fácil cair nas promessas milagrosas sobre autocuidado e bem-estarO shot para imunidade não é suficiente; é preciso olhar para as evidências científicas disso tudoAs verdades que ninguém quer ouvir para uma vida cientificamente saudávelNos acompanhe também:Instagram da Obvious: https://www.instagram.com/obvious.cc/ TikTok da Obvious: https://www.tiktok.com/@obvious.cc Chapadinhas de Endorfina: https://www.instagram.com/chapadinhasdeendorfina/ Spotify: https://open.spotify.com/show/1592iJQt0IlC5u5lKXrbyS?si=0fbc7820427446b2 Marcela Ceribelli no Instagram: https://instagram.com/marcelaceribelli/Mari Krüger no Instagram: https://www.instagram.com/marikrugerb/Livro “Sintomas — e o que mais aprendi quando o amor me decepcionou”, Marcela Ceribelli: https://www.amazon.com.br/Sintomas-aprendi-decepcionou-Marcela-Ceribelli/dp/6555116900
Cuando el cliente ve el retorno, deja de ver (tanto) el precio. En ventas B2B, hablar de ROI no es una técnica sofisticada ni una herramienta de Excel: es una forma de ayudar a decidir. En este episodio te explico cómo usar el ROI de forma práctica y realista para justificar tu propuesta, responder a objeciones y, sobre todo, aportar claridad a tu interlocutor. Porque vender no es empujar: es construir argumentos que tengan sentido para quien te escucha. En este episodio descubrirás: ✔️ Qué significa realmente ROI en entornos B2B ✔️ Por qué hablar de retorno cambia el enfoque de la conversación ✔️ Cómo calcularlo sin complicarte la vida ✔️ Y cómo transmitirlo sin sonar a PowerPoint corporativo Si vendes soluciones, servicios o proyectos complejos, este episodio es para ti. Porque cuando tú eres capaz de explicar el valor con números, el cliente empieza a escucharte distinto. Y si quieres recibir más herramientas como esta, cada día, te espero en mi newsletter: https://eticacomercial.com/newsletter
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Exposición de Proverbios 5:21-23.21 Porque los caminos del hombre están ante los ojos de Jehová,Y él considera todas sus veredas.22 Prenderán al impío sus propias iniquidades,Y retenido será con las cuerdas de su pecado.23 Él morirá por falta de corrección,Y errará por lo inmenso de su locuraReina-Valera 1960 (RVR1960)
La biografía de Azorín, la existencia de las sirenas, los argumentos de vida con Jesús Alcoba y Desde arriba o desde abajo.
Paulinho da Viola, el más elegante de los sambistas contemporáneos, acaba de publicar un disco que se grabó en concierto para celebrar sus 80 años cumplidos el 12 de noviembre de 2022. Abre con la inédita 'Ele', acompañándose solo de una caja de cerillas, para continuar con algunos de sus clásicos ('Eu canto samba', 'Onde a dor não tem razao', 'Coisas do mundo minha nega', 'Sinal fechado', 'Roendo as unhas', 'Dança da solidão', 'Na linha do mar', 'Bloco do amor', 'Coração imprudente', 'Pecado capital', 'Coração leviano', 'Argumento', 'Timoneiro' o 'Foi um rio que passou em minha vida' y sambas de Zé Keti y Elton Medeiros ('Samba original'), Cartola ('Acontece') y Lupiscinio Rodrigues ('Nervos de aço').Escuchar audio
Este devocional es una iniciativa de la Iglesia Adventista del Séptimo Día en Keene, Texas, diseñado para fortalecer tu espíritu y renovar tu fe cada día. A través de reflexiones sencillas pero profundas, encontrarás ánimo para enfrentar los retos diarios con confianza y esperanza. Cada mensaje te invita a recordar las promesas de Dios y a disfrutar de momentos íntimos y transformadores “A solas con Jesús”. Directora: Nancy Rodríguez Referencia: "A solas con Jesús" (1998) | Pr. Alejandro Bullón Lector: Pr. Jairo Pérez Redes Sociales: @AdventistaDeKeene Website: https://www.keenehsda.org Créditos de la Música: "Emotional" | Autor: AlexBird ¡Dios le bendiga!
Lluís Flaquer, Miguel Martín Talavera, Sique Rodríguez, Kiko Narváez... analizan la remontada del Atlético de Madrid ante el Barça en Montjuic por 1-2.
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En este episodio analizo como la cultura moderna egoísta y narcicista produce socialistas. Argumento que el socialismo es un sistema anti-social que no requiere de una integración en la sociedad y es altamente egocentrista. Esta cultura, naturalmente va a terminar en políticas que obliguen que otros paguen mis servicios porque me los merezco. Episodio #188
El abuso de múltiples sectas tanto religiosas como laicas ha motivado a diferentes grupos a unir fuerzas solicitando con firmas la persuasión coercitiva como argumento judicial contra las sectas. De éste y otros temas comentan Mado Martínez, Manuel Carballal y Miguel Pedrero: Pinturas rupestres, personas no binarias, nuevos geoglifos descubiertos en Nazca gracias a la IA, y mucho más
No existe argumento que pueda refutar una vida que ha sido transformada.
Quando alguém tenta te persuadir em discussão, pode estar usando um truque para fortalecer o argumento. Conheça 7 deles.
Santiago González comenta cómo defiende Zapatero a la mujer de Pedro Sánchez y comentarios de tonnntos patrios como Irene Montero.
El diputado por Compromís en las Cortes Valencianas, Joan Baldoví, ha protagonizado un intenso debate con Carlos Alsina sobre sobre las diferencias y similitudes entre los casos de Mónica Oltra e Isabel Díaz Ayuso.