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Foi há cinco anos, a 15 de Agosto de 2021, que os talibãs voltaram ao poder no Afeganistão. Os direitos das mulheres foram completamente suprimidos, mas há quem continue a resistir, como médicas e enfermeiras que trabalham na sombra, às escondidas, e que foram retratadas pela jornalista Mélanie Nunes no documentário “Afghanistan - Les soignantes de l'ombre". Neste programa, falámos com a repórter. Os talibãs e os seus apoiantes celebram, este sábado, o quinto aniversário do seu regresso ao poder no Afeganistão, onde a população, particularmente as mulheres, é sujeita a "restrições sufocantes", diz a própria ONU. A 15 de Agosto de 2021, os talibãs entraram em Cabul sem resistência, vinte anos depois de terem sido expulsos pelos norte-americanos. Milhares de afegãos tentaram desesperadamente fugir pelo aeroporto da capital, chegando mesmo a agarrar-se aos aviões durante a descolagem. A 30 de Agosto de 2021, o último soldado norte-americano deixou o Afeganistão, pondo fim à mais longa intervenção militar dos Estados Unidos, iniciada em resposta aos ataques de 11 de Setembro de 2001. Hoje, quase 14 milhões de afegãos enfrentam fome aguda, segundo a ONU. O Afeganistão tornou-se também "uma prisão para a informação", denunciou a organização Repórteres Sem Fronteiras. Neste cenário, são as raparigas e as mulheres que sofrem as piores restrições. O Afeganistão é o único país do mundo que as proíbe formalmente de frequentar o ensino secundário ou superior, de acordo com a UNESCO e a UNICEF. Ainda antes da chegada dos talibãs, apenas 15% das mulheres tinham acesso ao ensino secundário e, em Março de 2022, o acesso à educação foi limitado a meninas com menos de 12 anos. Em Maio do mesmo ano, o véu integral tornou-se obrigatório nos espaços públicos e, em Novembro, as mulheres foram proibidas de frequentar parques, jardins públicos, ginásios e casas de banho públicas. Em Abril de 2023, as mulheres foram excluídas de organizações internacionais que operavam no Afeganistão, independentemente da sua nacionalidade. Seguiu-se, em Julho de 2023, o encerramento dos salões de beleza, os últimos refúgios sociais para mulheres. Em Agosto de 2024, uma lei "para a prevenção do vício e a promoção da virtude" proibiu as mulheres de cantar, recitar poesia e ler textos em público. Em Março de 2025, a ONU contabilizou 126 decretos dirigidos especificamente às mulheres e concluiu que existia um “apartheid de género” no Afeganistão. Perante este desaparecimento forçado da mulheres das instituições públicas, das escolas e dos locais de trabalho, ainda há quem resista e lute. A jornalista Mélanie Nunes foi à procura delas e deu-lhes voz no documentário "Afghanistan-Les soignantes de l'ombre" ["Afeganistão: as cuidadoras da sombra"], realizado para o canal televisivo franco-alemão Arte e que pode também ser visto online. Mélanie Nunes já tinha estado no Afeganistão há oito anos e, em Maio, regressou a Cabul para falar com as mulheres que tinha conhecido em 2018. Entre elas, médicas, parteiras, enfermeiras e psicólogas que continuam a exercer apesar das proibições, restrições e medo. Eis a última geração de mulheres a trabalhar na saúde no Afeganistão. No futuro, quem vai cuidar das afegãs num país em que as mulheres só podem ser consultadas por mulheres? Oiça a conversa com Mélanie Nunes neste programa. “Cada dia é uma resistência” para as profissionais de saúde no Afeganistão RFI: Como é que nos poderia apresentar o documentário? Mélanie Nunes, Jornalista e autora de "Afghanistan-Les soignantes de l'ombre": “O tema é sobre mulheres que cuidam de outras mulheres no Afeganistão, em Cabul. Eu fui lá no mês de Maio para poder encontrar estas mulheres que trabalham com muita resistência para continuarem a cuidar das mulheres no Afeganistão - porque só as mulheres podem cuidar das mulheres no Afeganistão, é uma regra dos talibãs. Era muito importante, para mim, ver também este vínculo entre o mundo exterior, entre as mulheres e estas médicas.” Como é que são as condições destas mulheres? Elas ainda podem exercer medicina? “Elas podem exercer, mas é muito complicado. Depende das províncias, porque há províncias onde não é possível fazer o seu trabalho. Em Cabul é possível, mas com muitas regras. Elas não podem ir e vir como elas querem, têm que tomar, por exemplo, um autocarro privado para ir ao hospital. Às vezes, há controlos dos talibãs e pode ser muito perigoso ir trabalhar. Cada dia é uma resistência, uma coragem para ir até aos hospitais.” Desde que os talibãs chegaram ao poder, há precisamente cinco anos, as raparigas deixaram de poder ir à escola, nomeadamente aquelas que estavam quase a acabar a medicina. De repente, elas não puderam acabar o curso? “Sim, é exactamente isso porque há várias mulheres que tentaram fazer o curso de medicina e, no fim, não foi possível acabar. Hoje em dia não é possível para as estudantes fazerem o curso de medicina. Elas não podem fazer o seu trabalho, ter o diploma. Então, hoje em dia elas não podem trabalhar e a única forma para elas continuarem é tentar ter cursos de maneira informal.” Informal ou clandestina? “É, clandestina, ou seja, outra médica faz o curso para as estudantes que não têm o diploma.” E se elas forem apanhadas, arriscam o quê? “Em vários sítios no Afeganistão há regras, mas há muitas coisas que passam por cima da regra. Os talibãs têm a obrigação de trabalhar e cuidar das mulheres para elas terem meninos, mas não deixam as mulheres irem à escola. É uma contradição, mas também há uma tolerância, mais ou menos, para as mulheres que tentam aprender assim de maneira muito informal. Mas elas não vão ter um diploma, no final. Elas são benévolas, na verdade.” Se as mulheres que estudam medicina ou que trabalham no sector da saúde, em geral, não podem continuar os estudos, quem é que vai tomar conta das mulheres grávidas? Estamos a condenar as futuras gerações de afegãs e afegãos? “Sim, exactamente. É essa a questão. Não há possibilidades para elas, não sabemos quem vai cuidar dessas mulheres. É a contradição dos talibãs. Não há lá ninguém para cuidar dessas mulheres. Há muitas mulheres que, hoje em dia, morrem nos partos. Quando elas têm meninos e quando correm para a maternidade, se as mulheres desaparecem, não há lá ninguém para cuidar delas. Há quase 3.000 centros de saúde que fecharam. Estas mulheres não têm médicos, não têm outra opção.” E têm os bebés em casa? “Sim, exacto, e há mais riscos. As mulheres podem morrer e morrem.” E os bebés também... “Exacto, exacto. Há muitos riscos. O Afeganistão é um dos países onde as mulheres mais morrem quando têm bebés.” As mulheres que conheceu, com quem conviveu enquanto fez o documentário, como é que elas estão psicologicamente? “Há muita tristeza. Cada uma tem um problema psicológico porque elas estão numa espécie de prisão, elas não podem sair dali. Então, não há mais opção ou possibilidades para elas ficarem numa melhor saúde mental. Há outras mulheres que tentam ajudá-las, mas é muito complicado. Eu vi muitas mulheres que queriam só desaparecer. Foi muito triste ver isso e ver a brutalidade do regime.” Mesmo assim, elas tiveram a coragem de serem filmadas e de mostrarem o rosto. “Sim, porque, para elas, era muito importante que uma televisão francesa, da Europa, pudesse fazer esta reportagem para falar da condição das mulheres, para ter uma mensagem muito forte para o mundo inteiro, para dizer que as mulheres afegãs têm que estar nos meios de comunicação, na televisão, na rádio. Têm que ter voz porque no seu próprio país não há mais opção para elas, não há uma possibilidade de terem uma vida melhor. Então, a única coisa que elas podem fazer é falar. Falar para o mundo inteiro.” E arriscam-se a represálias pelo facto de estarem a falar sobre isso, não é? “Sim, claro. O risco é muito grande. Elas podem ficar em prisão durante muito tempo por falar porque é quase… não é proibido, mas pode ser. Então, foi muito importante, para mim, falar com elas das condições da reportagem, das entrevistas, para que elas soubessem o risco que havia.” A dada altura, no documentário alguém diz: “Somos como velas quase consumidas, só resta uma pequena chama, somos a parte da vela que ainda arde, mas quanto tempo ainda?” “Exacto. Acho que também é uma forma de resistência, elas sabem que isto não pode continuar muito mais tempo e as mulheres que trabalham hoje em dia podem ser a últimas. O futuro no Afeganistão é muito negro, não há mais opção para elas, não há mais luz.” Mesmo assim elas continuam a resistir. “Exacto e é muito importante falar das suas condições de vida, de trabalho, para que as pessoas no mundo inteiro saibam o que é que passa no Afeganistão. Também para que os políticos possam fazer alguma coisa por elas e elas tenham um país de acolhimento, como a França, por exemplo.”
Prepare-se para a segunda metade do dia sabendo de tudo que mexeu com o mercado nas primeiras horas do pregão. Informação e análise com Roberto Motta. O Resumo da Manhã é transmitido de segunda a sexta, às 13h. Ative as notificações do programa e acompanhe ao vivo!
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A produção da indústria brasileira recuou 0,2% na passagem de abril para maio, segundo dados do IBGE. Esse é o primeiro resultado negativo desde dezembro de 2025, quando o setor apresentou queda de 1,9%.O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A inflação no Brasil recuou no mês de maio, mas no acumulado dos últimos doze meses, ficou acima da meta. A taxa da inflação ficou em 0,58% no mês passado, o que representa um recuo em relação a abril, que ficou em 0,67%. No acumulado do ano, a alta é de 3,2% e nos últimos 12 meses 4,72% acima da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional, segundo dados do IBGE. O grupo de alimentação e bebidas foi o maior responsável pela elevação dos preços, puxado pelas altas da batata-inglesa, do tomate e da cebola. O grupo de habitação vem logo em seguida, principalmente pela alta da energia elétrica. E ainda: Elon Musk passa a ser o primeiro trilionário da história.
O IPCA, considerado a inflação oficial do país, subiu 0,58% em maio. Segundo o IBGE, o grupo Alimentação e bebidas foi o que mais pressionou a inflação de maio, respondendo sozinho por 0,29 ponto percentual do índice e registrando alta de 1,33%.O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
Estamos assistindo a uma transformação sem precedentes no universo da inteligência artificial e das startups. Mas será que o que as manchetes vendem mostra a real dimensão das mudanças? Neste episódio, mergulhamos fundo nas notícias que marcaram maio para entender o que está por trás do hype, os movimentos estratégicos e os verdadeiros impactos no mercado e nos negócios.Pedro Waengertner, CEO da ACE Ventures e host do Growthaholics, recebe André Lopes, editor de IA e Tecnologia da EXAME, para um giro completo pelos acontecimentos mais relevantes do mês. Entre temas como as inovações do Google I/O, a tensão entre Elon Musk e Sam Altman, o avanço das Big Techs em infraestrutura e os movimentos estratégicos da Nvidia, a conversa destrincha os desafios e oportunidades que fundadores e inovadores precisam acompanhar de perto.Se você quer sair da superfície das notícias para entender as estratégias, riscos e tendências que vão moldar a inovação e o empreendedorismo nos próximos anos, este episódio é para você. Dá o play e vem com a gente!Para conferir mais conteúdos, acesse nosso site!Instagram: @aceventuresbrLinkedin: ACE VenturesE-mail: contato@goace.vc
Sabiam que há K-pop indie? E breakbeat da Jamaica feito no UK? Em mês gordo de novidades na música nacional, há sonoridades surpreendentes e inovadoras entre as edições mais marcantes deste mês.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A prévia da inflação subiu em maio, mas em ritmo menor que no mês anterior. O índice subiu 0,62% neste mês, depois de atingir 0,89% em abril. No ano, a prévia da inflação acumula alta de 3,02%. Em 12 meses, chegou a 4,64%, ultrapassando o teto da meta, que é de 4,5%. Os maiores impactos vieram das altas em alimentação e habitação. E ainda: Desmatamento no Brasil cai 20,6% em 2025 e fica abaixo de 1 milhão de hectares.
O IPCA-15, considerado a prévia da inflação no Brasil, teve alta de 0,62% em maio. Segundo dados do IBGE divulgados hoje, os grupos Alimentação e Bebidas e Habitação se destacaram com altas sobre o mês anterior e tiveram maior impacto em maio.O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
Altas temperaturas já causaram mortes.Esse conteúdo é uma parceria entre RW Cast e RFI.
Oito anos de podcast. Em Maio de 2018 começámos este projeto com uma espontaneidade e vontade eletrizante de partilhar música, que é na verdade parte da essência que define a nossa amizade de décadas. Costumamos dizer que estas conversas já aconteciam antes de termos microfones à nossa frente, quando éramos apenas a Daniela e a Patrícia, e talvez isso tenha ajudado a determinar tamanha longevidade. Ainda assim, há outro elemento fundamental para nós: as pessoas especiais que se cruzaram connosco e nos ajudaram a trazer este podcast a destinos que nunca imaginámos. Este episódio é mais do que uma retrospetiva, é uma homenagem a todas essas pessoas, aos locais a que chamámos casa, aos melómanos que se juntaram a nós nesta viagem alucinante e acima de tudo a quem nos ouve e se deixa contagiar. Obrigada por estarem aí.Playlist:"Beginnings", Astrud Gilberto"Prayer for the Paranoid", Mojave 3"Free", Parcels"How Beautiful, That", Old Jerusalem"Rock Steady", Aretha Franklin"All My Friends", LCD Soundsystem"New Day", DaChick"Brown Eyes", Red House Painters
Embargo europeu à carne brasileira passa a valer em 3 de setembro, enquanto o governo tenta reverter a decisão. Agro responde por 82% das exportações de Goiás, com a China liderando as compras. Anec projeta avanço nos embarques de soja e crescimento das exportações brasileiras de grãos em 2026. Pesquisa da Embrapa aposta em fertilizante feito com resíduos da suinocultura para reduzir a dependência externa de fósforo. No tempo, massa de ar polar mantém o frio no Sul e em parte do Sudeste.
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O prazo para o envio da declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física 2026 termina no final de maio. Neste ano, o documento conta com mais campos de preenchimento, além de novidades na plataforma Meu Imposto de Renda e na declaração pré-preenchida. A expectativa da Receita é receber 44 milhões de declarações em 2026. O órgão projeta que 60% dos declarantes vão optar pela versão pré-preenchida. Entre as novidades deste ano estão um campo específico para declarar os rendimentos obtidos com apostas e a implementação do Cashback IR, uma forma de pagar automaticamente a restituição aos contribuintes que não precisam declarar o Imposto de Renda 2025 (referente ao ano-calendário de 2024) e nem entregaram o documento. Antonio Carlos Souza dos Santos, presidente do SESCON-SP - Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, esclarece dúvidas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Vixe, que o caldeirão da política tá fervendo e As Cunhãs chegaram para servir um sururu quentinho (e com aquele toque de pimenta) no seu ouvido! No episódio desta semana, a gente destrincha alguns bastidores que estão movimentando o Ceará e o Brasil. Começando pelas novidades do PT nacional. Sim, até que enfim o PT parece que vai entrar em modo ataque. O partido fechou questão no seu Congresso e a ordem é uma só: partir para cima de Flávio Bolsonaro. Te contamos como o PT pretende expor os podres e crimes do "01" e o que isso sinaliza para as próximas estratégias da legenda. Outro tema foi o distanciamento entre os ex-cumpadres Cid Gomes (PSB) e Camilo Santana (PT). Afinal, o que aconteceu com a amizade de milhões? Falamos um pouco sobre o que pode estar por trás desse estremecimento, ainda mais em uma situação em que ambos seguem no mesmo palanque, de Elmano de Freitas (PT) ao governo do Ceará. E o suspense de Ciro? Pelo menos já temos um prazo: Ciro Gomes avisou que vai decidir seu destino até meados de maio, se vai insistir no Planalto ou se vai tentar retornar ao Abolição. Gosta de política cearense e das Cunhãs? Então fica um convite imperdível: você precisa fazer parte da Comunidade das Cunhãs no Whatsapp. Pense num grupo animado e repleto de informações exclusivas. Pra participar, basta acessar o site apoia.se/ascunhascomunidade. A participação é bem baratinha, a partir de R$ 19, e você com certeza vai curtir que só. Bora nessa? E bora ouvir o episódio, que tá bom demais! Para participar da Comunidade das Cunhãs no Whatsapp: apoia.se/ascunhascomunidade; Se quiser mandar um PIX, só pra apoiar o podcast, envie para a chave ascunhaspodcast@gmail.com.Produção: Inês Aparecida, Hébely Rebouças e Kamila FernandesEstúdio de gravação: Pro ProduçõesApoio nas redes sociais: Ponto IndieTrilha sonora: Barruada Gagá (Breculê)
O Governo de São Paulo promove em maio uma nova etapa dos mutirões de castração do programa Pro Pet SP, com a previsão de atender mais de 4,9 mil cães e gatos em seis regiões administrativas do interior paulista.
Presidente da União das Misericórdias assegura reforço das camas para internamentos sociais em maio. Manuel de Lemos diz que rede de lares em Portugal é deficiente e rede pública demoraria 20 anos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil (APROBIO) avalia que o início da testagem abre caminho para consolidação do setor e deve permitir o B16 ainda este ano
CONBRAPI acontece de 13 a 16 de maio em Florianópolis, com 17 minicursos, 150 palestras e expofeira. E de 26 a 28 de maio, também em Florianópolis, tem o Encontro Nacional de Hortaliças Não-Convencionais (HortPANC).>> CRÉDITOS:Produção, roteiro e locução: Mauro Meurer e Maurício FrighettoApoio técnico e edição: Eduardo Mayer
Em Paris, um casal de artistas transformou o seu apartamento-atelier num espaço alternativo e intimista onde se cruzam diferentes artes uma vez por mês. O projecto chama-se “salon/ensaio”, começou há dois anos e nasceu da vontade de se reinventar os "salons" franceses dos séculos XVIII e XIX. Neste programa fomos até ao 14° “salon/ensaio” de Ângelo Ferreira de Sousa e Olivia Gutherz. Um refinado instrumento de música barroca, a viola da gamba, a acompanhar mornas cabo-verdianas foi uma das mais recentes criações nascidas e apresentadas no “salon/ensaio”. O “salon” é um “ensaio” artístico imaginado por Ângelo Ferreira de Sousa e Olivia Gutherz e que começou há dois anos no apartamento-atelier-estúdio do casal. Inspirados nos “Salons” franceses dos séculos XVIII e XIX, Ângelo e Olivia abriram as portas de casa para deixar entrar a arte sem o peso das convenções. Neste espaço intimista é assim alcançada uma proximidade entre os artistas e o público que esboça algo que Ângelo Ferreira de Sousa descreve como “revolucionário”. “Salon é esta tradição francesa dos séculos XVIII e XIX de reunir artistas, escritores, intelectuais na sala de estar de alguém. É o que nós fazemos aqui visto que isto é o nosso ‘atelier-logement', quer dizer que é um atelier atribuído pela Câmara de Paris a músicos e aproveitámos esta oportunidade que nos deu a Câmara para organizar o salon. O salon é um evento artístico que se organiza uma vez por mês, que reúne, pelo menos, dois artistas: pode ser um músico e um escritor, pode ser um performer vindo das artes visuais e um músico... Já houve um pouco de tudo ao longo destas 14 edições. A ideia é produzir e consumir esses produtos com muita proximidade, sem uma grande moldura pesada que afasta o público e o artista. Achamos que essa proximidade pode fazer toda a diferença e pode ser até revolucionária”, descreve o anfitrião do "salon/ensaio". Cada “salon/ensaio” é um exemplar único e conjuga, por exemplo, música com artes visuais, literatura, performance ou outra proposta. Ângelo é artista plástico, performer e tradutor literário. Olivia é música e vem da tradição de música barroca, mas tem explorado a música improvisada no "salon" com os seus convidados. A melodia da sua viola barroca já faz parte do espírito deste estúdio da Rua Piat. “Tivemos vontade de fazer as nossas performances, experimentar, partilhar com o público e também poder convidar outros artistas para mostrarem o seu trabalho nesta proximidade. Este espaço também nos inspirou porque é uma grande sala quadrada, insonorizada, e estamos obrigados a estar perto uns dos outros, sentados no chão. Além disso, o meu instrumento, a viola da gamba que é um instrumento da época barroca, não é um instrumento potente em termos de som e as melhores condiçoes para ser ouvido é na intimidade, na proximidade. Quanto mais próximos estivermos, mais ouvimos as cores e as nuances diferentes. Foi toda esta mistura de condições que nos deu a vontade de organizar estas reuniões”, conta Olivia Gutherz. A artista sublinha que outra das notas fundamentais do “salon” é o facto de haver sempre pessoas novas, oriundas de vários países e que trazem esse mundo para o atelier. “Vivemos numa grande cidade, com imensas pessoas muito diferentes, mas são bastante raros os momentos em que nos encontramos numa sala, em que não conhecermos as pessoas, mas partilhamos algo”, descreve. No “salon/ensaio” número 14, Olivia Gutherz actuou ao lado do cantor e cravista português Jorge Silva, numa noite em que se celebrou “a festa das independências" dos países africanos de língua oficial portuguesa. Houve filmes apresentados por Raquel Schefer, professora de cinema na Universidade Sorbonne-Nouvelle, e debate em torno do pai das independências da Guiné-Bissau e Cabo Verde, Amílcar Cabral. Também houve mornas imortalizadas por Cesária Évora que foram interpretadas por Jorge Silva, que tem também raízes cabo-verdianas. “Foi muito espontâneo. A Olivia contactou-me, perguntou se eu tinha músicas em crioulo que eu quisesse cantar. Eu perguntei se ela tinha guitarrista porque em Cabo Verde cantam mais com guitarra, ela disse que não, mas que tinha a viola da gamba. Fizemos uma coisa assim muito natural e foi muito bonito. Mostrar músicas cabo-verdianas ou africanas com um instrumento dito barroco como é a viola da gamba acho mesmo excelente mostrar estes dois mundos. É mesmo um salão em que se pode abrir novos horizontes”, conta Jorge Silva. O público são os amigos que trazem um amigo também e que também trazem uns comes e bebes para animar o prólogo da noite. Ana Rita Rodrigues assistiu a todas as edições desde o começo e também cantou em dois “salons”: num deles fez uma homenagem a José Afonso por ocasião do 25 de Abril e num outro propôs uma viagem cantada até ao Brasil. Para ela, o “salon” é, por excelência, o lugar onde o artista está com o público. “Estamos com o público à nossa volta e é como se estivéssemos a cantar em casa com um grupo de amigos. Corresponde perfeitamente ao meu estilo, à minha concepção do que é a música. A música não é só um espectáculo, é também uma partilha. É como estar em casa”, explica a cantora. "É como estar em casa", mas uma casa de portas abertas para o mundo. Raquel Estrócio é outra presença habitual do “salon”. “É sempre uma troca muito rica de imensas formas de colaborações. As trocas depois e antes, durante as 'soirées', são extremamente enriquecedoras. Acho que nos descobrimos a nós ao ouvir as outras pessoas e nestas trocas. As ideias surgem também aí: outras ideias para outros salons”, diz a arquitecta paisagista. Em Maio, já está agendado novo “salon/ensaio”, este espaço alternativo e caseiro onde se tenta fazer e mostrar arte de forma intimista, a uma escala mais humana e sem espartilhos institucionais.
Organizado pelo Sydney Forró Dance entre 14 e 16 de maio, os fãs do ritmo brasileiro terão shows, workshops com artistas vindos do Brasil e dança para todos os níveis de praticantes. Conversamos com a voluntária Júlia Bier, uma das organizadoras do evento, que ressalta o senso de comunidade e pertencimento da empreitada.
Araxá recebe mais uma edição do Fliaraxá entre os dias 14 e 17 de maio. Saiba tudo sobre o evento no Mondolivro de hoje!See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Transparência Internacional divulgou recentemente o Índice de Percepção da Corrupção 2025, que coloca a Dinamarca no topo da tabela, com 89 pontos, e o Sudão do Sul na última posição, com apenas nove. A França surge com 66 pontos, numa escala de 0 a 100, o valor mais baixo de sempre desde a criação do índice, em 1995. A descida ocorre após três casos de corrupção de grande impacto mediático que marcaram a actualidade francesa. Para Adriano do Vale, professor de Economia na universidade Poitiers e autor da obra "A Independência dos Bancos Centrais à luz da história, do pensamento e das práticas", o resultado reflecte a percepção que os próprios franceses têm do estado do país. A França surge com 66 pontos, numa escala de 0 a 100, o valor mais baixo de sempre desde a criação do índice, em 1995. Como é que se explica esta tendência? O índice produzido pela Transparência Internacional é, antes de mais, um índice de percepção, que tem como base sondagens, inquéritos de certa forma semelhantes a outros inquéritos e sondagens de opinião. Ou seja, aqui reúnem-se dados sobre a maneira como as populações percepcionam e compreendem estes fenómenos. Daí que a evolução que se regista para a França se deva à maneira como os franceses percepcionam a corrupção no seu país. E isso deve-se apenas a uma questão de percepção, o que tem muito a ver, claro, com a opinião pública, com a opinião publicada e com os acontecimentos recentes em França. A Transparência Internacional cita os escândalos políticos ligados ao ex-Presidente Nicolas Sarkozy, que foi preso 20 dias em Outubro, depois de ter sido considerado culpado de solicitar ilegalmente fundos ao ex-líder líbio Muammar Kadhafi. E um outro caso ainda em julgamento: a líder da extrema-direita, Marine Le Pen, e outros membros do Partido Nacional, que foram considerados culpados, em Março, por desvio de fundos do Parlamento Europeu. De que forma é que estes casos mancham a imagem da França no Índice de Percepção da Corrupção? Em ambos os casos, trata-se de aspectos financeiros, mas que dizem respeito, antes de mais, à vontade dos políticos de acumular poder, de se manterem no poder e de reforçarem as suas posições. Ou seja, uma dinâmica bem interna à política que, apesar de tudo, envolve aspectos que podem ser conotados como sendo de corrupção. No caso do ex-Presidente Sarkozy, neste dossiê líbio, prende-se com a campanha eleitoral, com a vontade de ser eleito e com a necessidade, pelo menos do ponto de vista do candidato, de ter o maior número de recursos, sabendo, claro, que os recursos empregues numa campanha estão relacionados com os resultados eleitorais a obter. E, na altura, ao que se pôde averiguar, houve dinheiro da parte de Kadhafi, da Líbia, que veio para a campanha de Sarkozy. E aqui o que se passa é que estamos a falar de um país e de um líder que eram considerados persona non grata e que estiveram envolvidos, segundo o que foi averiguado, em actividades terroristas. Depois há ainda o caso de Marine Le Pen… No caso de Marine Le Pen, estamos a falar de um outro tipo de benefício: não o de ser eleita, mas, claro, o de acumular poder, de ter vantagem para o partido. Estamos a falar de fundos europeus desviados. Vamos esperar pela decisão final, mas, por enquanto, é essa a leitura da Justiça francesa. Fundos europeus que vêm das contribuições do Estado -porque, sublinhamos, o orçamento europeu é essencialmente composto por contribuições dos Estados -e, neste caso, o partido terá organizado um sistema em que o dinheiro que era dado para os assistentes parlamentares estava a ser, quase na íntegra, canalizado unicamente para a actividade da Frente Nacional em França, segundo a leitura da Justiça. Ou seja, há aqui uma zona algo cinzenta. Nem sempre é fácil definir o que é a actividade francesa de um partido e o que é a actividade europeia de um partido. Mas, neste caso, segundo o ponto de vista da Justiça, não há dúvidas de que essa linha foi transposta, porque esses assistentes parlamentares não trabalhavam para causas europeias. Em Maio, o Senado francês publicou um relatório onde revelou que o Governo encobriu fraudes contra consumidores perpetradas pela gigante alimentar Nestlé, permitindo à empresa utilizar tratamentos proibidos para produzir águas minerais naturais, incluindo a Perrier. Aqui estamos perante um caso que é mais de captura de interesses? Sem dúvida. Aqui, contrariamente aos dois casos anteriores, em que, por mais que haja uma potencialidade de corrupção no caso de Sarkozy e uma dinâmica bem política no outro caso, estamos perante uma interface entre o político e os interesses privados, nomeadamente empresariais. E aqui a análise muda de perspectiva e torna-se claramente uma análise do âmbito da corrupção ou do conflito de interesses. A corrupção é definida, nomeadamente no direito francês, como um processo ou comportamento pelo qual são solicitadas, aceites ou recebidas ofertas, promessas, donativos ou presentes com vista a uma contrapartida, consistente na obtenção de um acto, favor ou vantagem. Ou seja, a corrupção pressupõe uma relação. Neste caso, sendo ainda necessário esclarecer certos aspectos, com ou sem contrapartidas directas, verifica-se a capacidade de interesses privados fazerem valer os seus objectivos, muitas vezes influenciando a não aplicação de normas ou a aprovação de determinadas regulações. O conflito de interesses é uma noção um pouco mais subtil, mas a fronteira aqui também não é fácil de estabelecer. O conflito de interesses é aquele caso em que se pode suspeitar que alguém que tenha um cargo público não esteja a servir o interesse geral, mas sim o seu próprio interesse ou o interesse de um terceiro. E aqui entramos numa zona em que, à partida, não é necessariamente uma mala de dinheiro. A contrapartida pode ser, por exemplo, uma nomeação futura para o sector privado, depois do exercício do cargo público, uma reconversão no sector que foi regulado. Uma facilitação para que determinada pessoa obtenha um cargo? Com certeza. Ou, por exemplo, o facto de Durão Barroso, após ter sido presidente da Comissão Europeia, ter ido para a Goldman Sachs Europa gerou uma grande controvérsia nesse sentido, quanto à reconversão do detentor de cargo público após esse mesmo período de mandato. Pode-se questionar até que ponto esse detentor de cargo público foi íntegro, foi independente. Pode ter havido um pacto de corrupção implícito que tenha estado na base de uma promessa de emprego futuro. E depois o que é que se passa? Há uma troca de favores, de endereços, de contactos, do conhecimento da máquina legislativa, da máquina política, de acesso, etc. E é esse tipo de troca de favores que está em causa. Além disso, chega-se ainda à conclusão de que há falta de recursos e de liderança na luta contra a corrupção. De que forma é que a transparência da vida pública e a regulação económica podem ser importantes na luta contra a corrupção? Estamos a falar aqui da qualidade das políticas públicas. E estamos a falar não só da qualidade no sentido de elas serem eficazes, de atingirem os objectivos que se propõem, sejam eles o desenvolvimento económico, a coesão social e territorial, a luta contra as desigualdades ou a preservação do ambiente. Estamos a falar de atingir os objectivos, ou seja, trata-se da questão da eficácia. Estamos a falar também da questão da eficiência: atingir esses objectivos com o menor custo, com boa gestão dos dinheiros públicos, dos fundos públicos, com qualidade das instituições. Mas eu diria mais: a questão da legitimidade. É aí que a questão se torna mesmo difícil e complicada neste momento para a Europa. Ou seja, quando falta legitimidade à política e às instituições, a democracia está enfraquecida. E aqui combinam-se vários aspectos. Um é o sentimento de impotência, que vem muitas vezes da ideia de que há muita supranacionalidade. No caso europeu, por exemplo, há certos aspectos que não estão na mão dos políticos, nomeadamente em termos de política económica. Faltam ferramentas, mas, no entanto, esses políticos são responsabilizados pelos resultados económicos perante as suas populações. Noutros casos, temos agências independentes, como, por exemplo, o Banco Central Europeu, que é ao mesmo tempo supranacional e independente, mas também uma série de agências a nível nacional que levam à diluição das responsabilidades e dos poderes, o que também não favorece a eficácia da acção pública. Estes comportamentos podem justificar esta estagnação na Europa relativamente à queda dos índices de corrupção? Eu falava da percepção que os franceses têm da política. Vimos há dias um instituto de sondagens a mostrar que só 22% dos franceses têm confiança na política. E estabelecemos a questão do sentimento de impotência: por um lado, as forças da mundialização, a integração económica, as agências independentes, uma democracia que é esvaziada, no fundo, do seu poder e da sua capacidade de transformar a vida real. E depois este sentimento de que a política está ao serviço de certos interesses pessoais, de que os políticos não só governam para si mesmos, em certos casos, mas também governa para servir interesses particulares. E a questão dessa captura pelos interesses privados.
Resultado das investigações tende a ser favorável para os produtores brasileiros, mas enquanto a decisão não chega, estados criam legislações próprias para proteger setor
O IBGE informou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) desacelerou para 0,26%. Trata-se da menor taxa para o mês desde 2023 (0,23%). Em abril o indicador marcou 0,43%. Os grupos Alimentos e bebidas e de Transportes impulsionaram o resultadoSonoras:
O IGP-M, índice utilizado principalmente para o reajuste de aluguéis, caiu 0,49% em maio. Com o resultado, a alta acumulada é de 0,74% no ano e de 7,02% nos últimos 12 meses. Isso significa que um aluguel de R$ 1.500 pode subir para mais de R$ 1.600 , numa eventual renovação de contrato feita em junho. Com a inflação geral na casa dos 5%, é possível tentar negociar melhores condições com proprietários e imobiliárias. E ainda: Desemprego fica praticamente estável no trimestre encerrado em abril.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: O IPCA-15, também conhecido como prévia da inflação, desacelerou em maio, segundo números divulgados nesta terça (27) pelo IBGE. Segundo o órgão, o índice neste mês foi de 0,36%, 0,07 ponto percentual abaixo do registrado em abril, quando o IPCA-15 teve alta de 0,43%. De janeiro a maio, a alta acumulada é de 2,8%. Em 12 meses, o acumulado é de 5,4%. E ainda: Gastos de turistas estrangeiros no Brasil chegaram a quase R$ 4 bilhões, em abril.
No quadro “PRODUÇÃO X PRODUTIVIDADE” destaque para a janela para aquisição de genética nelore que vai até julho e no “PROTEÍNAS ANIMAIS” como foi a semana pós confirmação de gripe aviária no Brasil
Na parcial de maio, são necessárias 6,2 arrobas para comprar uma tonelada de farelo de soja, 0,4% a mais que no mês anterior
No quadro “Na Ponta do Lápis” destaque para o mercado de sebo e couro e no “Manejo Eficiente” como definir a suplementação mineral de forma correta e eficiente
Especialista detalha que indústria aguarda levantamento do Fundecitrus para começar a precificar o setor
Tem dúvidas sobre quais ações investir em MAIO? Filipe Villegas, estrategista de ações da Genial Investimentos, fala sobre as melhores oportunidades e as carteiras recomendadas do mês! Não perca!Veja a carteira completa: https://analisa.genialinvestimentos.com.br/carteiras-recomendadas/renda-variavel/carteira-recomendada-de-acoes-maio-de-2025/
A conta de luz vai ficar mais cara este mês. É que a partir desta quinta (1º), entra em vigor a bandeira amarela. O aumento vai ser de quase R$ 1,90 a cada 100 quilowatts hora consumidos. A medida foi autorizada pela Agência Nacional de Energia Elétrica porque com a chegada do período mais seco o nível dos reservatórios tende a ficar mais baixo e pode ser preciso acionar as usinas termelétricas que têm um custo de produção maior. Veja também nesta edição do JR 24 Horas: colecionador de armas reage à tentativa de assalto e mata dois criminosos em São Paulo.
Com pagamento de salários, dia das mães e continuidade das fortes exportações, pressão sobre arroba em maio tende a ser limitada
No quadro “Na Ponta do Lápis” destaque para os cuidados com os bezerros no período seco e no “Manejo Eficiente” o uso da TIP como ferramenta para garantir ganho de peso dos animais a pasto com estiagem
As notícias de hoje incluem a imprensa coreana afirmando que o S25 Edge deve ganhar seu próprio evento Unpacked agora em maio e a Samsung queimando a largada e vazando os preços da novidade, a Coreia do Sul acusando o DeepSeek de transferir dados de usuários sem o consentimento deles, uma startup apresentando um robô com uma IA capaz de aprender a fazer coisas sem precisar ser pré-treinada, assim como os humanos e animais fazem, o Reino Unido proibindo a exportação de controles de videogame para a Rússia porque eles são usados para controlar drones de guerra, e o presidente Lula sancionando o aumento da pena para crimes que usam IA contra mulheres.
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☕️ No Coffee & Stocks de hoje, Lucas Collazo traz as novidades dos mercados globais desta quinta-feira (13/06/2024) Dentre os principais destaques: (i) Governo federal pode chegar a acordo com Vale sobre ferrovias este mês, diz ministro(ii) Margem equatorial: “Perdemos 10 anos”, lamenta presidente da PetrobrasEstatal prepara apresentação para convencer área ambiental do governo(iii) B3 registra queda em volume financeiro e número de investidores em maioTotal de CPFs recuou 3,3%, para 5,116 milhões