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Cuando ocupamos el lugar que nos corresponde, la vida fluye
Al menos 145 directores de colegios e institutos públicos en la Comunitat Valenciana y otros 270 miembros de equipos directivos preparan una dimisión en bloque para apoyar a los profesores que llevan 11 días en huelga. Si no avanzan las negociaciones con la Consellería, dejarán las direcciones vacías - representan alrededor del 15% del personal directivo. La Audiencia Nacional ha bloqueado 490.000 euros de las cuentas bancarias de José Luis Rodríguez Zapatero. Corresponde a la cantidad de dinero que recibió de la consultora de su amigo Julia Martínez por los servicio que el juez pone en cuestión. Además, se han bloqueado otros saldos sospechosos de varias sociedades mercantiles, entre ellas la empresa de sus hijas What The Fav. La UDEF sigue analizando la documentación y los dispositivos que incautaron en el registro del despacho del expresidente.
Al menos 145 directores de colegios e institutos públicos en la Comunitat Valenciana y otros 270 miembros de equipos directivos preparan una dimisión en bloque para apoyar a los profesores que llevan 11 días en huelga. Si no avanzan las negociaciones con la Consellería, dejarán las direcciones vacías - representan alrededor del 15% del personal directivo. La Audiencia Nacional ha bloqueado 490.000 euros de las cuentas bancarias de José Luis Rodríguez Zapatero. Corresponde a la cantidad de dinero que recibió de la consultora de su amigo Julia Martínez por los servicio que el juez pone en cuestión. Además, se han bloqueado otros saldos sospechosos de varias sociedades mercantiles, entre ellas la empresa de sus hijas What The Fav. La UDEF sigue analizando la documentación y los dispositivos que incautaron en el registro del despacho del expresidente.
A medida que se acerca el 24 de mayo, el clima electoral en el gremio de Camioneros de La Pampa comienza a tomar temperatura. Vicente Quintana y Diego Zabala, referentes de la lista "Quintana Renovación" (Lista Morada), visitaron los estudios de Radio 5 para presentar sus propuestas de cara a una elección que definirá el rumbo de aproximadamente 2.100 afiliados en toda la provincia.Con un padrón que creció significativamente en los últimos años —pasando de 1.700 a más de 2.000 votantes—, la contienda se presenta movida, con cuatro listas en total disputando la conducción provincial. "Somos una alternativa diferente a los que están hoy. Hace un año y medio que venimos recorriendo la provincia, casa por casa, hablando no solo con el trabajador sino con su familia", afirmaron.El "Plus Patagónico": Una deuda pendienteUna de las propuestas más fuertes de la Lista Morada tiene que ver con el bolsillo del trabajador. Quintana fue tajante respecto al reconocimiento de la región: "Vamos a gestionar el plus patagónico que corresponde por ley. La Pampa es zona patagónica y nos vamos a tomar el trabajo de ir a Federación para que se incluya en el convenio 40/89 y todos los afiliados lo empiecen a cobrar".
La ministra de la Mujer y Equidad de Género pidió "separar las críticas que pueden ser constructivas para mejorar de las otras que son solo agresiones".
Em Paris, um casal de artistas transformou o seu apartamento-atelier num espaço alternativo e intimista onde se cruzam diferentes artes uma vez por mês. O projecto chama-se “salon/ensaio”, começou há dois anos e nasceu da vontade de se reinventar os "salons" franceses dos séculos XVIII e XIX. Neste programa fomos até ao 14° “salon/ensaio” de Ângelo Ferreira de Sousa e Olivia Gutherz. Um refinado instrumento de música barroca, a viola da gamba, a acompanhar mornas cabo-verdianas foi uma das mais recentes criações nascidas e apresentadas no “salon/ensaio”. O “salon” é um “ensaio” artístico imaginado por Ângelo Ferreira de Sousa e Olivia Gutherz e que começou há dois anos no apartamento-atelier-estúdio do casal. Inspirados nos “Salons” franceses dos séculos XVIII e XIX, Ângelo e Olivia abriram as portas de casa para deixar entrar a arte sem o peso das convenções. Neste espaço intimista é assim alcançada uma proximidade entre os artistas e o público que esboça algo que Ângelo Ferreira de Sousa descreve como “revolucionário”. “Salon é esta tradição francesa dos séculos XVIII e XIX de reunir artistas, escritores, intelectuais na sala de estar de alguém. É o que nós fazemos aqui visto que isto é o nosso ‘atelier-logement', quer dizer que é um atelier atribuído pela Câmara de Paris a músicos e aproveitámos esta oportunidade que nos deu a Câmara para organizar o salon. O salon é um evento artístico que se organiza uma vez por mês, que reúne, pelo menos, dois artistas: pode ser um músico e um escritor, pode ser um performer vindo das artes visuais e um músico... Já houve um pouco de tudo ao longo destas 14 edições. A ideia é produzir e consumir esses produtos com muita proximidade, sem uma grande moldura pesada que afasta o público e o artista. Achamos que essa proximidade pode fazer toda a diferença e pode ser até revolucionária”, descreve o anfitrião do "salon/ensaio". Cada “salon/ensaio” é um exemplar único e conjuga, por exemplo, música com artes visuais, literatura, performance ou outra proposta. Ângelo é artista plástico, performer e tradutor literário. Olivia é música e vem da tradição de música barroca, mas tem explorado a música improvisada no "salon" com os seus convidados. A melodia da sua viola barroca já faz parte do espírito deste estúdio da Rua Piat. “Tivemos vontade de fazer as nossas performances, experimentar, partilhar com o público e também poder convidar outros artistas para mostrarem o seu trabalho nesta proximidade. Este espaço também nos inspirou porque é uma grande sala quadrada, insonorizada, e estamos obrigados a estar perto uns dos outros, sentados no chão. Além disso, o meu instrumento, a viola da gamba que é um instrumento da época barroca, não é um instrumento potente em termos de som e as melhores condiçoes para ser ouvido é na intimidade, na proximidade. Quanto mais próximos estivermos, mais ouvimos as cores e as nuances diferentes. Foi toda esta mistura de condições que nos deu a vontade de organizar estas reuniões”, conta Olivia Gutherz. A artista sublinha que outra das notas fundamentais do “salon” é o facto de haver sempre pessoas novas, oriundas de vários países e que trazem esse mundo para o atelier. “Vivemos numa grande cidade, com imensas pessoas muito diferentes, mas são bastante raros os momentos em que nos encontramos numa sala, em que não conhecermos as pessoas, mas partilhamos algo”, descreve. No “salon/ensaio” número 14, Olivia Gutherz actuou ao lado do cantor e cravista português Jorge Silva, numa noite em que se celebrou “a festa das independências" dos países africanos de língua oficial portuguesa. Houve filmes apresentados por Raquel Schefer, professora de cinema na Universidade Sorbonne-Nouvelle, e debate em torno do pai das independências da Guiné-Bissau e Cabo Verde, Amílcar Cabral. Também houve mornas imortalizadas por Cesária Évora que foram interpretadas por Jorge Silva, que tem também raízes cabo-verdianas. “Foi muito espontâneo. A Olivia contactou-me, perguntou se eu tinha músicas em crioulo que eu quisesse cantar. Eu perguntei se ela tinha guitarrista porque em Cabo Verde cantam mais com guitarra, ela disse que não, mas que tinha a viola da gamba. Fizemos uma coisa assim muito natural e foi muito bonito. Mostrar músicas cabo-verdianas ou africanas com um instrumento dito barroco como é a viola da gamba acho mesmo excelente mostrar estes dois mundos. É mesmo um salão em que se pode abrir novos horizontes”, conta Jorge Silva. O público são os amigos que trazem um amigo também e que também trazem uns comes e bebes para animar o prólogo da noite. Ana Rita Rodrigues assistiu a todas as edições desde o começo e também cantou em dois “salons”: num deles fez uma homenagem a José Afonso por ocasião do 25 de Abril e num outro propôs uma viagem cantada até ao Brasil. Para ela, o “salon” é, por excelência, o lugar onde o artista está com o público. “Estamos com o público à nossa volta e é como se estivéssemos a cantar em casa com um grupo de amigos. Corresponde perfeitamente ao meu estilo, à minha concepção do que é a música. A música não é só um espectáculo, é também uma partilha. É como estar em casa”, explica a cantora. "É como estar em casa", mas uma casa de portas abertas para o mundo. Raquel Estrócio é outra presença habitual do “salon”. “É sempre uma troca muito rica de imensas formas de colaborações. As trocas depois e antes, durante as 'soirées', são extremamente enriquecedoras. Acho que nos descobrimos a nós ao ouvir as outras pessoas e nestas trocas. As ideias surgem também aí: outras ideias para outros salons”, diz a arquitecta paisagista. Em Maio, já está agendado novo “salon/ensaio”, este espaço alternativo e caseiro onde se tenta fazer e mostrar arte de forma intimista, a uma escala mais humana e sem espartilhos institucionais.
Lyon, capital de la violencia política, feudo de la ultraderecha y ultraizquierda de Francia. Estos son rótulos frecuentes en los medios galos, que resurgieron tras la muerte, en febrero pasado, de un joven militante nacionalista, tras haber sido golpeado por otros militantes de grupos que se presentan como antifascistas. ¿Pero, por qué Lyon, una de las ciudades más opulentas de Francia, se ha convertido en el epicentro de la radicalidad política? RFI viajó a Lyon para intentar obtener respuestas. Los lioneses cuentan una sensación de división, casi abstracta, pero que también se explica de forma geográfica. Lyon, reconocida por su cultura culinaria tradicional, está dividida físicamente por dos ríos, uno de ellos, el Saona, donde los barrios Croix Rousse y Vieux Lyon o Viejo Lyon, se miran cara a cara. “En Lyon solemos decir que existe la colina que trabaja”, relata la activista de izquierda Sylvine Buffaron, quien explica que la colina de la Croix-Rousse, es conocida históricamente como la colina de los trabajadores, de los obreros y los tejedores de seda. “Aún hoy sigue siendo considerada el barrio de la izquierda, donde los neofascistas pueden venir a romper vitrinas, locales sindicales, bares, oficinas de voluntarios, de lugares de solidaridad. Por lo tanto, un barrio que puede ser blanco de ataques”, asegura Buffaron. Enfrente está el barrio de Fourvière, en los alrededores del Vieux Lyon, “que históricamente se le llamaba la colina que reza, y allí efectivamente, la extrema derecha lo ha convertido en un bastión porque, probablemente, esa historia les decía algo, así que se la han apropiado. Pero, en realidad, desde el principio, hay mucha gente que no está de acuerdo en la colina de Fourvière con esa historia que se estaba escribiendo y ha habido muchos comerciantes que se organizaron y lucharon contra la implantación de estos grupos en el barrio”, indicó Buffaron. Uno de esos comerciantes es el maestro relojero Philippe Carry. “En 2010 vimos aparecer el primer grupúsculo de extrema derecha radical, pero en el Vieux Lyon siempre ha habido algo de eso, desde hace mucho tiempo, desde los años 70. Sin embargo, cuando llegó ese grupo, que se llamaba “Les Identitaires” (Los Identitarios), atrajo a otros grupúsculos. Y al final, en pocos meses, llegamos a tener cinco grupúsculos diferentes, solo en el Vieux Lyon. Porque competían entre ellos para adueñarse de un barrio. Porque decían que, como era un barrio histórico, el barrio histórico de Lyon, debía pertenecerles”, explicó Carry, agregando que los vecinos, como él, se rebelaron. “Dijimos que no, que este barrio no les pertenece porque la historia es de todos”, agregó. Estos grupos mayoritariamente de extrema derecha han sido disueltos poco a poco, amparados por una ley de 1936, que se creó en respuesta a las manifestaciones violentas de extrema derecha de la época. Los bares, gimnasios o cafés asociados, también han sido cerrados. “Decidí hablar más fuerte y no les gustó” Mientras sonaban las diferentes manecillas de los relojes de su local, Carry recordó que sufrió un ataque en 2017. “Conseguimos que cerraran las salas al mismo tiempo de la disolución, como la de los Remparts. El último grupo que se disolvió fueron ellos. Al cabo de siete años decidí hablar aún más en la prensa. No les gustó que dijera que sus actos eran oscurantistas. En aquella época, se usaba ese término para referirse a los islamistas que cometían atentados. Se decía que era oscurantismo. Pero a ellos no les gustó. Así que vinieron una noche, una semana después del artículo, y me rompieron toda la vitrina. No pudieron entrar en mi casa porque la puerta es blindada, pero lo intentaron. Se fueron contra mi taller y rompieron toda la vitrina. Eso es un acto terrorista”, indicó. El portal Rue 89 ha documentado 102 acciones violentas entre 2010 y 2025 en Lyon contra personalidades de izquierda o por motivos de raza, cometidos por la extrema derecha. En cuanto a los fallecidos, la investigadora Isabelle Sommier ha documentado 8 muertos por razones ideológicas desde 2022. Sin embargo, la muerte de Quentin Duranque, primera en estos años de un miembro de la derecha radical y aún bajo investigación, dio un giro, al punto de llevar a cabo un minuto de silencio en la Asamblea Nacional. Quienes han estado en la mira de acusaciones con la muerte de Duranque, es la Jeune Garde, un grupo antifascista, disuelto en 2025 y que contaba máximo 200 militantes, según documentó el periódico Le Monde. Buffaron asegura que se trata de un grupo de autodefensa popular ante la violencia de la extrema derecha. “Antes de que se llevara a cabo un trabajo serio, sobre todo por parte de la Jeune Garde, había muchas más agresiones. Así que hay un efecto de autodefensa sobre el terreno y si hablamos de violencia, no se pueden poner estas violencias en el mismo plano. La autodefensa de los antifascistas se produce como reacción a la violencia inicial de los neofascistas de hoy. Por lo tanto, se produce como reacción. Si no hay violencia fascista, no hay violencia en reacción por parte de los antifascistas”, aseguró. ¿La seguridad dejó de estar en manos del Estado en Lyon? ¿Es habitual crear una autodefensa en una ciudad? ¿Acaso la seguridad no debería estar exclusivamente en manos del Estado, según las leyes francesas? El investigador, especialista de extrema derecha europea, Arsenio Cuenca, asegura que “desde un punto de vista legal nadie tiene potestad para organizarse y prevenir ataques violentos o incluso pasar a la acción”. Sin embargo, el reconoce que el ambiente de violencia de Lyon hacía difícil contar con las fuerzas del orden para defenderse de estas agresiones. Varias personalidades académicas o políticas, le apuntan la responsabilidad a las autoridades. Una falla del Estado, al permitir la propagación de dichos grupos extremos. Dice el diputado del partido de izquierda radical La Francia Insumisa, Cyril Guinet. “Creo que Lyon ha estado abandonada durante mucho tiempo por el Estado ante los grupos facciosos de extrema derecha. Les han dejado vía libre durante años, y siempre se ha dicho que Lyon era, en cierto modo, el laboratorio de la extrema derecha europea. Y creo que hoy en día, bueno, estamos pagando esa falta de voluntad política para acabar con los grupos racistas, xenófobos y antisemitas que tienen su base en nuestra ciudad”, indicó. En un mercado, mientras hacía campaña para su segundo mandato, el alcalde ecologista Gregory Doucet asegura que en la administración local lo han hecho todo. “Desde el inicio de mi mandato, hemos emprendido una acción muy decidida contra los grupúsculos de extrema derecha. He ordenado el cierre de locales y la disolución de grupos. Hemos movilizado todos los recursos a nuestro alcance, es decir, la policía municipal y nuestro sistema de videovigilancia, para identificar a los miembros de la extrema derecha. ¿Por qué? Porque eran los autores de agresiones extremadamente violentas contra personas extranjeras o que ellos suponían extranjeras. Por ejemplo, hemos tenido casos de estudiantes extranjeros que han sido agredidos. También se produjeron agresiones homófobas, sobre todo en algunos barrios de la ciudad; pienso, en particular, en la zona del Viejo Lyon. Por eso quisimos actuar con firmeza contra la extrema derecha”, afirmó. Doucet dice que lo que alimenta todo este clima de violencia son los discursos de odio, porque antes de la violencia física, ya hay una violencia verbal instalada. Una violencia que sienten en el día a día Julie estudiante de psicología de la Universidad Católica: “Ya no se vota por una causa; de hecho, se vota para bloquear al otro. Y eso crea una división aún mayor en un pueblo o en una ciudad. Me parece una pena porque eso divide aún más a la gente y genera mucha más agresividad. Porque unos no están de acuerdo con los otros, pero hay que darse cuenta que el humano nunca estará de acuerdo fundamentalmente con todo”, señaló con aires de decepción. “Hay que aprender a convivir todos juntos, si no, nunca saldremos adelante” En las colinas de la Croix Rousse, vive Caroline, quien suele dar su voto a la izquierda y aunque confía que los grupos de extremos son una minoría, dice estar cansada de esa dinámica. “Es decepcionante. Seguimos en una época en la que intentamos expresarnos mediante la violencia, y ¿para qué sirve eso?, ¿qué sentido tiene? A mí, eso me, me enfurece. Mi enfado la expreso votando. Quizás eso sea lo que haga que las cosas cambien, y no lo que está pasando ahora mismo en las calles de Lyon. La división social está ahí, pero vivimos con ella. Hay que aprender a convivir todos juntos, si no, nunca saldremos adelante”. Dicho sentimiento también lo comparte Pierre, quien por el contrario suele votar a la derecha: “Creo que lo mejor es dejar de encasillar a la gente y unirnos. En Francia no tenemos un espíritu de consenso. Hablamos de temas como la cultura, la ecología, el desarrollo económico, la vivienda o la seguridad. Son temas que no pertenecen ni a la izquierda ni a la derecha. Corresponde a los partidos de quienes tienen sensibilidades diferentes, ideologías diferentes, pero que también deben movilizarse en torno a todos estos temas. Y hoy en día, si eres de derecha, te centras en la seguridad; si eres de izquierda, te centras en la cultura; pero yo soy de derecha y para mí, la cultura es esencial, al igual que la vivienda. Todos estos temas deben ser abordados por todos los partidos políticos”, enfatizó. A Lyon la han llamado “capital de la resistencia francesa” por su papel durante la segunda guerra mundial contra la ocupación Nazi, pero ahora también le dicen “capital de violencia política” por los hechos de violencia ideológica, con una fuerte implantación de grupúsculos de extrema derecha y grupos antifascistas y aunque nadie niega su existencia, en las calles de Lyon, la gran mayoría de sus habitantes se sienten lejanos a esta realidad.
Lyon, capital de la violencia política, feudo de la ultraderecha y ultraizquierda de Francia. Estos son rótulos frecuentes en los medios galos, que resurgieron tras la muerte, en febrero pasado, de un joven militante nacionalista, tras haber sido golpeado por otros militantes de grupos que se presentan como antifascistas. ¿Pero, por qué Lyon, una de las ciudades más opulentas de Francia, se ha convertido en el epicentro de la radicalidad política? RFI viajó a Lyon para intentar obtener respuestas. Los lioneses cuentan una sensación de división, casi abstracta, pero que también se explica de forma geográfica. Lyon, reconocida por su cultura culinaria tradicional, está dividida físicamente por dos ríos, uno de ellos, el Saona, donde los barrios Croix Rousse y Vieux Lyon o Viejo Lyon, se miran cara a cara. “En Lyon solemos decir que existe la colina que trabaja”, relata la activista de izquierda Sylvine Buffaron, quien explica que la colina de la Croix-Rousse, es conocida históricamente como la colina de los trabajadores, de los obreros y los tejedores de seda. “Aún hoy sigue siendo considerada el barrio de la izquierda, donde los neofascistas pueden venir a romper vitrinas, locales sindicales, bares, oficinas de voluntarios, de lugares de solidaridad. Por lo tanto, un barrio que puede ser blanco de ataques”, asegura Buffaron. Enfrente está el barrio de Fourvière, en los alrededores del Vieux Lyon, “que históricamente se le llamaba la colina que reza, y allí efectivamente, la extrema derecha lo ha convertido en un bastión porque, probablemente, esa historia les decía algo, así que se la han apropiado. Pero, en realidad, desde el principio, hay mucha gente que no está de acuerdo en la colina de Fourvière con esa historia que se estaba escribiendo y ha habido muchos comerciantes que se organizaron y lucharon contra la implantación de estos grupos en el barrio”, indicó Buffaron. Uno de esos comerciantes es el maestro relojero Philippe Carry. “En 2010 vimos aparecer el primer grupúsculo de extrema derecha radical, pero en el Vieux Lyon siempre ha habido algo de eso, desde hace mucho tiempo, desde los años 70. Sin embargo, cuando llegó ese grupo, que se llamaba “Les Identitaires” (Los Identitarios), atrajo a otros grupúsculos. Y al final, en pocos meses, llegamos a tener cinco grupúsculos diferentes, solo en el Vieux Lyon. Porque competían entre ellos para adueñarse de un barrio. Porque decían que, como era un barrio histórico, el barrio histórico de Lyon, debía pertenecerles”, explicó Carry, agregando que los vecinos, como él, se rebelaron. “Dijimos que no, que este barrio no les pertenece porque la historia es de todos”, agregó. Estos grupos mayoritariamente de extrema derecha han sido disueltos poco a poco, amparados por una ley de 1936, que se creó en respuesta a las manifestaciones violentas de extrema derecha de la época. Los bares, gimnasios o cafés asociados, también han sido cerrados. “Decidí hablar más fuerte y no les gustó” Mientras sonaban las diferentes manecillas de los relojes de su local, Carry recordó que sufrió un ataque en 2017. “Conseguimos que cerraran las salas al mismo tiempo de la disolución, como la de los Remparts. El último grupo que se disolvió fueron ellos. Al cabo de siete años decidí hablar aún más en la prensa. No les gustó que dijera que sus actos eran oscurantistas. En aquella época, se usaba ese término para referirse a los islamistas que cometían atentados. Se decía que era oscurantismo. Pero a ellos no les gustó. Así que vinieron una noche, una semana después del artículo, y me rompieron toda la vitrina. No pudieron entrar en mi casa porque la puerta es blindada, pero lo intentaron. Se fueron contra mi taller y rompieron toda la vitrina. Eso es un acto terrorista”, indicó. El portal Rue 89 ha documentado 102 acciones violentas entre 2010 y 2025 en Lyon contra personalidades de izquierda o por motivos de raza, cometidos por la extrema derecha. En cuanto a los fallecidos, la investigadora Isabelle Sommier ha documentado 8 muertos por razones ideológicas desde 2022. Sin embargo, la muerte de Quentin Duranque, primera en estos años de un miembro de la derecha radical y aún bajo investigación, dio un giro, al punto de llevar a cabo un minuto de silencio en la Asamblea Nacional. Quienes han estado en la mira de acusaciones con la muerte de Duranque, es la Jeune Garde, un grupo antifascista, disuelto en 2025 y que contaba máximo 200 militantes, según documentó el periódico Le Monde. Buffaron asegura que se trata de un grupo de autodefensa popular ante la violencia de la extrema derecha. “Antes de que se llevara a cabo un trabajo serio, sobre todo por parte de la Jeune Garde, había muchas más agresiones. Así que hay un efecto de autodefensa sobre el terreno y si hablamos de violencia, no se pueden poner estas violencias en el mismo plano. La autodefensa de los antifascistas se produce como reacción a la violencia inicial de los neofascistas de hoy. Por lo tanto, se produce como reacción. Si no hay violencia fascista, no hay violencia en reacción por parte de los antifascistas”, aseguró. ¿La seguridad dejó de estar en manos del Estado en Lyon? ¿Es habitual crear una autodefensa en una ciudad? ¿Acaso la seguridad no debería estar exclusivamente en manos del Estado, según las leyes francesas? El investigador, especialista de extrema derecha europea, Arsenio Cuenca, asegura que “desde un punto de vista legal nadie tiene potestad para organizarse y prevenir ataques violentos o incluso pasar a la acción”. Sin embargo, el reconoce que el ambiente de violencia de Lyon hacía difícil contar con las fuerzas del orden para defenderse de estas agresiones. Varias personalidades académicas o políticas, le apuntan la responsabilidad a las autoridades. Una falla del Estado, al permitir la propagación de dichos grupos extremos. Dice el diputado del partido de izquierda radical La Francia Insumisa, Cyril Guinet. “Creo que Lyon ha estado abandonada durante mucho tiempo por el Estado ante los grupos facciosos de extrema derecha. Les han dejado vía libre durante años, y siempre se ha dicho que Lyon era, en cierto modo, el laboratorio de la extrema derecha europea. Y creo que hoy en día, bueno, estamos pagando esa falta de voluntad política para acabar con los grupos racistas, xenófobos y antisemitas que tienen su base en nuestra ciudad”, indicó. En un mercado, mientras hacía campaña para su segundo mandato, el alcalde ecologista Gregory Doucet asegura que en la administración local lo han hecho todo. “Desde el inicio de mi mandato, hemos emprendido una acción muy decidida contra los grupúsculos de extrema derecha. He ordenado el cierre de locales y la disolución de grupos. Hemos movilizado todos los recursos a nuestro alcance, es decir, la policía municipal y nuestro sistema de videovigilancia, para identificar a los miembros de la extrema derecha. ¿Por qué? Porque eran los autores de agresiones extremadamente violentas contra personas extranjeras o que ellos suponían extranjeras. Por ejemplo, hemos tenido casos de estudiantes extranjeros que han sido agredidos. También se produjeron agresiones homófobas, sobre todo en algunos barrios de la ciudad; pienso, en particular, en la zona del Viejo Lyon. Por eso quisimos actuar con firmeza contra la extrema derecha”, afirmó. Doucet dice que lo que alimenta todo este clima de violencia son los discursos de odio, porque antes de la violencia física, ya hay una violencia verbal instalada. Una violencia que sienten en el día a día Julie estudiante de psicología de la Universidad Católica: “Ya no se vota por una causa; de hecho, se vota para bloquear al otro. Y eso crea una división aún mayor en un pueblo o en una ciudad. Me parece una pena porque eso divide aún más a la gente y genera mucha más agresividad. Porque unos no están de acuerdo con los otros, pero hay que darse cuenta que el humano nunca estará de acuerdo fundamentalmente con todo”, señaló con aires de decepción. “Hay que aprender a convivir todos juntos, si no, nunca saldremos adelante” En las colinas de la Croix Rousse, vive Caroline, quien suele dar su voto a la izquierda y aunque confía que los grupos de extremos son una minoría, dice estar cansada de esa dinámica. “Es decepcionante. Seguimos en una época en la que intentamos expresarnos mediante la violencia, y ¿para qué sirve eso?, ¿qué sentido tiene? A mí, eso me, me enfurece. Mi enfado la expreso votando. Quizás eso sea lo que haga que las cosas cambien, y no lo que está pasando ahora mismo en las calles de Lyon. La división social está ahí, pero vivimos con ella. Hay que aprender a convivir todos juntos, si no, nunca saldremos adelante”. Dicho sentimiento también lo comparte Pierre, quien por el contrario suele votar a la derecha: “Creo que lo mejor es dejar de encasillar a la gente y unirnos. En Francia no tenemos un espíritu de consenso. Hablamos de temas como la cultura, la ecología, el desarrollo económico, la vivienda o la seguridad. Son temas que no pertenecen ni a la izquierda ni a la derecha. Corresponde a los partidos de quienes tienen sensibilidades diferentes, ideologías diferentes, pero que también deben movilizarse en torno a todos estos temas. Y hoy en día, si eres de derecha, te centras en la seguridad; si eres de izquierda, te centras en la cultura; pero yo soy de derecha y para mí, la cultura es esencial, al igual que la vivienda. Todos estos temas deben ser abordados por todos los partidos políticos”, enfatizó. A Lyon la han llamado “capital de la resistencia francesa” por su papel durante la segunda guerra mundial contra la ocupación Nazi, pero ahora también le dicen “capital de violencia política” por los hechos de violencia ideológica, con una fuerte implantación de grupúsculos de extrema derecha y grupos antifascistas y aunque nadie niega su existencia, en las calles de Lyon, la gran mayoría de sus habitantes se sienten lejanos a esta realidad.
João Albuquerque diz que palavras de Donald Trump não demonstram a capacidade militar demonstrada pelo Irão. Defende ainda que há pessoas no governo dos EUA a tomar decisões sem capacidade para tal. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Carlos Montes, exministro de Vivienda, se refirió a las críticas que su sucesor en el cargo, Iván Poduje, realizó a su gestión.
Comentario: Cuando no se actúa como corresponde. Por: Marcos Cáceres by ABC Color
Un mes después de la detección del primer brote de Dermatosis Nodular Contagiosa (DNC) en Aragón, el departamento de Agricultura, Ganadería y Alimentación del Ejecutivo autonómico ha activado un plan integral de respuesta con una inversión estimada que supera los 3 millones de euros. Las indemnizaciones por sacrificio de animales a los dos ganaderos afectados en Borrastre, en Huesca, ascienden a 800.000 euros. Para la destrucción, transporte y gestión de cadáveres o elementos contaminados se destinan 90.000 euros. La vacunación de las vacas, una de las claves para contener la enfermedad, supone un gasto de 800.000 euros. Además, también se ha contratado a personal para las vacunaciones, vigilancia en zonas afectadas y toma de muestras, con un coste estimado de 750.000 euros. En nuestra 'Gestoría agrícola y ganadera' nos han explicado cómo tributan este tipo de indemnizaciones. En el marco del proyecto LIFE Agroestepas Ibéricas, SEO/BirdLife, está desarrollando una batería de actuaciones agroambientales en fincas agrícolas de Aragón, Extremadura y la región portuguesa de Alentejo. El objetivo de estas acciones es frenar el declive de aves agroesteparias como el sisón común, la avutarda y el aguilucho cenizo, cuyas poblaciones han sufrido descensos alarmantes en las últimas décadas. La Federación Aragonesa de Caza ha presentado alegaciones en la Consulta Pública Previa para elaborar el Decreto por el que se modifica el Decreto 181/2009, de 20 de octubre, del Gobierno de Aragón, por el que se regulan los núcleos zoológicos en la Comunidad Autónoma de Aragón promovido por el Departamento de Agricultura, Ganadería y Alimentación del Gobierno de Aragón. El Centro de Investigación y Tecnología Agroalimentaria de Aragón (CITA) continúa impulsando su colaboración con los agricultores aragoneses a través del proyecto LIFE Pyrenees4Clima “Hacia una comunidad de montaña transfronteriza resiliente al cambio climático en los Pirineos 2024-2031” con la puesta en marcha del grupo de trabajo 4 cuya finalidad es promover la diversificación de la agricultura de montaña en el Pirineo central. El CITA también organiza el curso “Valorización de la lana: del campo al taller”, que tendrá lugar los días 30 y 31 de marzo y 1 de abril de 2026 en el municipio de Arens de Lledó (Teruel).
AMBE acaba de dar a conocer las cifras del sector de la bicicleta en España en el año 2025, y uno de los principales titulares es que se sostiene la caída que veníamos experimentando de años anteriores, con una cifra que sigue por encima del millón de bicicletas vendidas en España. Para analizar estas cifras hemos grabado un podcast con Jesús Freire, Secretario General de AMBE, en el que las analizamos en detalle. De las cifras 2025 se pueden extraer varias conclusiones. El MTB, empujado principalmente por las e-MTB, sigue siendo el sector que más vende y concentra más de la mitad de la facturación (50,8%). Con una caída de ventas de sólo un 0,7% respecto a 2024, y un total de 1.093.478 bicicletas vendidas, el sector parece haber entrado en una fase de estabilización tras la pandemia y post-pandemia manteniéndose por encima del millón. La facturación en 2025 fue de 2.177 millones de euros en 2025, aunque aquí la caída es algo más acusada respecto a 2024 (-5,9%). Precio medio al alza: Impulsado por la gama media, alta, la carretera y las e-bikes, el precio medio de la bicicleta en España ascendió a los 1.282 € (1.281,71 € exactos). El PVP medio para una MTB es de 1.463 €, 2.186 € en el caso de carretera, 799 € para las de movilidad y 297 € para las bicicletas infantiles. La industria de la bicicleta consolida su importancia nacional manteniendo 25.000 empleos directos y una red de 2.907 puntos de venta. El MTB (sumando las MTB convencionales y las eléctricas) también lidera la facturación del sector con más de 712 millones de euros y 486.767 unidades comercializadas en 2025. Eso sí, el E-MTB es clave en este segmento. Las bicicletas eléctricas de montaña dominan las ventas tanto en volumen de facturación como en unidades dentro de su segmento. A nivel global (sumando todas las disciplinas), las e-bikes ya representan el 21,5% de las unidades vendidas y el 35,2% de la facturación total de bicicletas. El Gravel se consolida como la gran tendencia al alza del mercado ciclista en 2025. Las bicicletas de carretera y gravel suman ya el 38% del valor total del mercado de bicicletas en España repartidas en 169.547 unidades de carretera y 73.674 de gravel. Las bicicletas orientadas a la movilidad (eléctricas y convencionales urbanas, cargo y de paseo) sumaron casi 100.000 unidades vendidas (99.017 en concreto), representando un 9,1% del total. Los ciclistas siguen invirtiendo en equipamiento. El segmento de "Vestuario y gafas" es el líder en facturación con más de 164 millones de euros, seguido de los cascos con 76,4 millones de euros. En cuanto a componentes puros de nuestra disciplina, las transmisiones, frenos y cubiertas lideran la rotación en las tiendas.
En 6AM W estuvo el exsenador Jorge Enrique Robledo, quien se refirió a la junta directiva de Ecopetrol y la presidencia de Ricardo Roa en la petrolera.
No devuelva mal por mal ni insulto por insulto, más bien bendice. (1 Pedro 3:9-11)
Esta noche te guiamos en un ejercicio de visualización para conectar con el perdón y soltar aquello que aún pesa en tu corazón. Un espacio seguro para liberarte de cargas emocionales y elegir la paz como un acto de amor propio.–A lo largo de estos 4 años de Durmiendo Podcast, hemos compartido episodios que les han ayudado muchísimo. Por eso, hoy traemos de vuelta las herramientas que más han resonado con ustedes y que les han acompañado a cerrar su día con calma
El acto de Gabriel Rufián y Emilio Delgado sobre la unidad de la izquierda ha evidenciado la expectación y la sensación de
====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== DEVOCIÓN MATUTINA PARA JÓVENES 2026“DIFERENTENarrado por: Daniel RamosDesde: Connecticut, USAUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist Church===================|| www.drministries.org ||===================19 de FebreroMadurezCuando yo era niño hablaba como niño, pensaba como niño, razonaba como niño. Pero cuando llegué a ser hombre, dejé lo que era de niño (1 Corintios 13:11).En el libro A vida é uma arte [La vida es un arte], el psicólogo Belisário Marques habla sobre la aventura de vivir en un mundo competitivo y lleno de desafíos. Debido a que estamos inmersos en un universo de ideas, valores, ganancias y pérdidas, necesitamos constantemente recursos para adaptarnos a los cambios y a la realidad que nos rodea. Para Marques, "la búsqueda del perfeccionamiento es incesante; es un continuo actualizarse" (p. 18). Esto tiene mucho que ver con la madurez.La madurez es una de las características esenciales en las relaciones. Corresponde a la capacidad de vivir con adecuación, responsabilidad, discernimiento moral, empatía, resiliencia y el conocimiento equilibrado de uno mismo. Los individuos maduros crecen en la vida y se adaptan a los cambios. Se comportan mejor en el matrimonio, en el trabajo, en la escuela, y contribuyen al crecimiento armonioso de la sociedad.El problema es que, en el mundo posmoderno, la madurez se ha convertido en un bien cada vez más escaso. Debido a una educación deficiente, sobre todo en el hogar, las personas han tardado en madurar, si es que alguna vez lo hacen. La psicología ha llamado a este comportamiento "síndrome de Peter Pan", en alusión al personaje que vivía en el país de Nunca Jamás y no quería crecer. ¿Conoces gente así?El versículo de hoy nos invita a dejar atrás las "cosas de niño". Esto no significa que, a partir de hoy, debas dejar de jugar, sonreír y alegrarte. No es eso. El problema reside en si las diversiones están interfiriendo en tu capacidad de crecer en el trabajo, aprender un idioma, tener más amigos o servir a los necesitados. Necesitamos madurar, y esto implica reconocer que la vida no es un parque de diversiones, sino una búsqueda constante y permanente de crecimiento.Dejar la vida de niño, según Pablo, tiene que ver principalmente con madurar en la relación con Dios. No podemos ser los mismos de hace diez años. Dios espera frutos maduros y una intimidad real con él. Y tú, ¿te animas a crecer hoy?
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Rafael Louzán, presidente de Federación Española de Fútbol, ha confirmado durante su discurso en la gala de premios APDM que la final del Mundial 2030 se celebrará en España. Esto ha generado un debate en El Larguero, puesto que la sede de la final del Mundial 2030 todavía no está confirmada.
Hablamos de una virtud que toca directamente nuestras relaciones con los demás, pero también con nosotros mismos: la justicia. Enlace al post: https://www.aprendiendogtd.com/podcast-productividad/la-justicia-dar-a-cada-uno-lo-que-le-corresponde Enlaces de interés: https://www.aprendiendogtd.com/podcast-productividad/introduccion-a-las-virtudes/ https://www.aprendiendogtd.com/podcast-productividad/la-prudencia-decidir-bien/ https://www.aprendiendogtd.com/blog-productividad/reflexiones/serie-olivares-efectivos-iv-los-principios/ https://www.aprendiendogtd.com https://www.aprendiendogtd.com/productividad-solidaria/ Grupo Telegram: https://telegram.me/AprendiendoGTD Canal de YouTube: https://www.aprendiendogtd.com/youtube Email: info@aprendiendogtd.com Feed: https://www.ivoox.com/aprendiendo-gtd-podcast_fg_f1286811_filtro_1.xml iTunes: https://itunes.apple.com/es/podcast/aprendiendo-gtd-podcast/id1112186543?mt=2 Manolo @manolo_molero Luis @lsblasco Sergio @spantigaramos Pablo @paredes94 David @dasanru Podcast @aprendiendoGTD Sintonía: "All the Fixings" de Zachariah Hickman
Henrique Gouveia e Melo confessa que os resultados destas eleições não são o que ambicionava. O almirante deixa felicitações aos candidatos que passam à 2ª volta, mas não declara apoio a nenhum.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Por mantenimiento se reduce suministro de agua en Iztapalapa: Segiagua México se ubica en el sitio 13 de las 20 economías del mundoGroenlandia rechaza presión de Estados Unidos Más información en nuestro podcast
Cumplimos 20 años de podcast, y los festejamos con grandes invitados: Héctor Socas Navarro, astrónomo y creador de "Coffee Break", y Estefanía Coluccio Leskow, Doctora en Física, directora del Planetario "Galileo Galilei" de Buenos Aires, y gran divulgadora científica. Conversamos sobre el estado de la divulgación científica actual, el problema de la comunicación en los medios de difusión y las redes, la importancia de los periodistas científicos, y mucho más. ¡No se lo pierdan! Corresponde al video que encontrarán en: https://youtu.be/tCJ1-52vMrM
En 6AM de Caracol Radio estuvo Mauricio Jaramillo Jassir, vicecanciller de Colombia, quien habló sobre las amenazas de Trump a Colombia
Nuestra #ActitudCaminoAlSol para hoy, la enfocamos en la frase que dice: «Da el paso que te corresponde: haz lo que está en tus manos para mejorar tu vida y el entorno donde te mueves».
Te has puesto a pensar las veces que has ignorado el amor de Dios?
¿Sufres por tomar un rol que no te corresponde? (Parte 2) | Ep. 370 | Psicología¿Te sientes culpable al decir que no? ¿Te cuesta trabajo soltar el control? ¿Te cargas con responsabilidades que no te tocan?En esta segunda parte del episodio “Sufres por tomar un rol que no te pertenece – Parte 2”, profundizamos en los patrones invisibles que te llevan a ocupar lugares que no te corresponden… y que terminan rompiendo la armonía en tu vida.Tal vez estás tomando el rol de mamá, papá, salvador(a), cuidador(a), consejer@ o protector(a)… incluso cuando tú también necesitas ser sostenid@.En este episodio te comparto los otros dos roles más comunes que veo en terapia, cómo se forman estas dinámicas, por qué muchas veces son heredadas, y cómo empezar a soltar esos lugares que te desconectan de tu verdadera esencia.Si alguna vez sentiste que estás dando más de lo que puedes… este episodio es para ti.
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RESUMEN INFORMATIVO
El precio de ocupar un lugar que no te pertenece
Repasamos con la alcaldesa de Marbella los principales retos turísticos de la localidad durante el próximo curso.
En medio de las negociaciones sobre la presidencia de la Mesa Directiva de la Cámara de Diputados, Jorge Romero, dirigente nacional del PAN, aclaró en entrevista con Ana Francisca Vega para MVS Noticias que su partido busca asegurar este cargo de manera legal, no como una concesión política.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sergio Fajardo pasó por 6AM para abordar por qué prefirió no asistir a la reunión convocada por Gustavo Petro con los partidos de oposición ante el atentado contra Miguel Uribe.
Alejandra Krauss, secretaria nacional de la Democracia Cristiana, cuestionó la decisión del Gobierno de Gabriel Boric de retirar a los agregados militares, de defensa y aéreo de la Embajada de Chile en Tel Aviv. "En estas materias no se trata de dar señales. Esto es muchísimo más importante", dijo Alejandra Krauss en El Primer Café. Conduce Cecilia Rovaretti.
En entrevista para MVS Noticias con Diana Alcaraz en ausencia de Luis Cárdenas, David Saucedo, consultor en seguridad, habló sobre el balance de seguridad.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Corresponde a TEPJF revisar a candidatos para elecciones judiciales con prsuntos nexos con criminales: Sheinbaum CNDH exige se suspenda spot antiinmigrante del Gobierno de EU Más información en nuestro podcast
Jose Antonio Esteban, CEO de IronIA Fintech, nos cuenta que “las fichas de las carteras mostrarán las mismas métricas que las carteras de fondos”. Además, también nos explica que el objetivo de esto es que el cliente pueda llegar a tener una cartera balanceada. Lo que busca la compañía es que el cliente pueda ver de donde son sus carteras y lo pueda comprobar. ¿Para qué sirve tener una cartera balanceada? Para nuestro invitado con esto puedes controlar bien qué inversiones tiene el cliente. Para él, “necesitas ver que una vez que tienes una cartera que corresponde con lo que tú esperabas”. Para poder tener esto, el cliente tiene que saber que dirección tiene que tomar, pero con este producto de IronIA puedes hacer frente a los imprevistos que te puedan surgir. Con los servicios de ficha, desde la empresa ofrecen un servicio adicional para que el cliente que quiera lo pueda adquirir, aunque esto no cambia las tarifas como nos cuenta Jose Antonio Esteban.
En entrevista para MVS Noticias con Luis Cárdenas, Manuel Fuentes, doctor en derecho y asesor en materia laboral, habló sobre los derechos laborales. Según Fuentes, "el 99% de los trabajadores no sabe cómo se puede calcular su aguinaldo proporcional, su primera antigüedad o alguna liquidación", lo que genera confusión y potenciales abusos por parte de los empleadores.See omnystudio.com/listener for privacy information.
En este episodio, exploramos esas cargas invisibles que nos atan y nos impiden avanzar. Descubre cómo identificar lo que no te pertenece y cómo liberarte de ello.
Cuando trabajamos lo hacemos por necesidad y muy pocas veces por gusto. Por eso cuando nos pagan el sueldo somos tan felices y agradecidosSin embargo, cuando nos pagan de más, tenemos dos opciones: o regresas lo que te dieron de más, o te lo gastas en lo que quieras. Mantente al día con los últimos de 'El Bueno, la Mala y el Feo'. ¡Suscríbete para no perderte ningún episodio!Ayúdanos a crecer dejándonos un review ¡Tu opinión es muy importante para nosotros!¿Conoces a alguien que amaría este episodio? ¡Compárteselo por WhatsApp, por texto, por Facebook, y ayúdanos a correr la voz!Escúchanos en Uforia App, Apple Podcasts, Spotify, y el canal de YouTube de Uforia Podcasts, o donde sea que escuchas tus podcasts.'El Bueno, la Mala y el Feo' es un podcast de Uforia Podcasts, la plataforma de audio de TelevisaUnivision.
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NotiMundo Estelar - Oscar Ayerve, ¿A Quién Le Corresponde El Puesto En El CPCCS? by FM Mundo 98.1
Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! "Programa exclusivo para mecenas en el que continúa la conversación entre Pablo Strubell y Dani Ku, en el canal de Twitch de Vivir en bicicleta. Corresponde a la segunda y tercera hora de una conversación entre amigos viajeros. Una entrevista en la Dani indaga en la vida viajera de Pablo: sus inicios, experiencias que le han marcado (barcoestop, viajes en bici, en moto, de mochilero), el trabajo como guía, los eventos que organiza y los libros que ha escrito… intercalados con reflexiones sobre problemas a los que nos enfrentamos al viajar: corrupción, problemas de salud, seguridad… así como países que nos gustan y los que no; redes sociales y muchos otros temas que van surgiendo de manera espontánea o a través de las preguntas del público. ❤️ Si quieres esucuchar este programa y apoyar nuestro trabajo, conviértete en mecenas en iVoox o a través de Patreon. Toda la info en: www.ungranviaje.org/podcast-de-viajes/apoya-podcast-un-gran-viaje/"Escucha este episodio completo y accede a todo el contenido exclusivo de Un gran viaje. Descubre antes que nadie los nuevos episodios, y participa en la comunidad exclusiva de oyentes en https://go.ivoox.com/sq/54794
Ekklesia Miami es una comunidad cristiana con un mensaje relevante, alejada de los estereotipos religiosos, donde la gente puede conocer a Dios de manera personal y descubrir la vida plena y llena de propósito que Él nos dio a través de Jesús.
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