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Vida em França
França recua no índice de Percepção da Corrupção

Vida em França

Play Episode Listen Later Feb 19, 2026 9:09


A Transparência Internacional divulgou recentemente o Índice de Percepção da Corrupção 2025, que coloca a Dinamarca no topo da tabela, com 89 pontos, e o Sudão do Sul na última posição, com apenas nove. A França surge com 66 pontos, numa escala de 0 a 100, o valor mais baixo de sempre desde a criação do índice, em 1995. A descida ocorre após três casos de corrupção de grande impacto mediático que marcaram a actualidade francesa. Para Adriano do Vale, professor de Economia na universidade Poitiers e autor da obra "A Independência dos Bancos Centrais à luz da história, do pensamento e das práticas", o resultado reflecte a percepção que os próprios franceses têm do estado do país. A França surge com 66 pontos, numa escala de 0 a 100, o valor mais baixo de sempre desde a criação do índice, em 1995. Como é que se explica esta tendência? O índice produzido pela Transparência Internacional é, antes de mais, um índice de percepção, que tem como base sondagens, inquéritos de certa forma semelhantes a outros inquéritos e sondagens de opinião. Ou seja, aqui reúnem-se dados sobre a maneira como as populações percepcionam e compreendem estes fenómenos. Daí que a evolução que se regista para a França se deva à maneira como os franceses percepcionam a corrupção no seu país. E isso deve-se apenas a uma questão de percepção, o que tem muito a ver, claro, com a opinião pública, com a opinião publicada e com os acontecimentos recentes em França. A Transparência Internacional cita os escândalos políticos ligados ao ex-Presidente Nicolas Sarkozy, que foi preso 20 dias em Outubro, depois de ter sido considerado culpado de solicitar ilegalmente fundos ao ex-líder líbio Muammar Kadhafi. E um outro caso ainda em julgamento: a líder da extrema-direita, Marine Le Pen, e outros membros do Partido Nacional, que foram considerados culpados, em Março, por desvio de fundos do Parlamento Europeu. De que forma é que estes casos mancham a imagem da França no Índice de Percepção da Corrupção? Em ambos os casos, trata-se de aspectos financeiros, mas que dizem respeito, antes de mais, à vontade dos políticos de acumular poder, de se manterem no poder e de reforçarem as suas posições. Ou seja, uma dinâmica bem interna à política que, apesar de tudo, envolve aspectos que podem ser conotados como sendo de corrupção. No caso do ex-Presidente Sarkozy, neste dossiê líbio, prende-se com a campanha eleitoral, com a vontade de ser eleito e com a necessidade, pelo menos do ponto de vista do candidato, de ter o maior número de recursos, sabendo, claro, que os recursos empregues numa campanha estão relacionados com os resultados eleitorais a obter. E, na altura, ao que se pôde averiguar, houve dinheiro da parte de Kadhafi, da Líbia, que veio para a campanha de Sarkozy. E aqui o que se passa é que estamos a falar de um país e de um líder que eram considerados persona non grata e que estiveram envolvidos, segundo o que foi averiguado, em actividades terroristas. Depois há ainda o caso de Marine Le Pen… No caso de Marine Le Pen, estamos a falar de um outro tipo de benefício: não o de ser eleita, mas, claro, o de acumular poder, de ter vantagem para o partido. Estamos a falar de fundos europeus desviados. Vamos esperar pela decisão final, mas, por enquanto, é essa a leitura da Justiça francesa. Fundos europeus que vêm das contribuições do Estado -porque, sublinhamos, o orçamento europeu é essencialmente composto por contribuições dos Estados -e, neste caso, o partido terá organizado um sistema em que o dinheiro que era dado para os assistentes parlamentares estava a ser, quase na íntegra, canalizado unicamente para a actividade da Frente Nacional em França, segundo a leitura da Justiça. Ou seja, há aqui uma zona algo cinzenta. Nem sempre é fácil definir o que é a actividade francesa de um partido e o que é a actividade europeia de um partido. Mas, neste caso, segundo o ponto de vista da Justiça, não há dúvidas de que essa linha foi transposta, porque esses assistentes parlamentares não trabalhavam para causas europeias. Em Maio, o Senado francês publicou um relatório onde revelou que o Governo encobriu fraudes contra consumidores perpetradas pela gigante alimentar Nestlé, permitindo à empresa utilizar tratamentos proibidos para produzir águas minerais naturais, incluindo a Perrier. Aqui estamos perante um caso que é mais de captura de interesses? Sem dúvida. Aqui, contrariamente aos dois casos anteriores, em que, por mais que haja uma potencialidade de corrupção no caso de Sarkozy e uma dinâmica bem política no outro caso, estamos perante uma interface entre o político e os interesses privados, nomeadamente empresariais. E aqui a análise muda de perspectiva e torna-se claramente uma análise do âmbito da corrupção ou do conflito de interesses. A corrupção é definida, nomeadamente no direito francês, como um processo ou comportamento pelo qual são solicitadas, aceites ou recebidas ofertas, promessas, donativos ou presentes com vista a uma contrapartida, consistente na obtenção de um acto, favor ou vantagem. Ou seja, a corrupção pressupõe uma relação. Neste caso, sendo ainda necessário esclarecer certos aspectos, com ou sem contrapartidas directas, verifica-se a capacidade de interesses privados fazerem valer os seus objectivos, muitas vezes influenciando a não aplicação de normas ou a aprovação de determinadas regulações. O conflito de interesses é uma noção um pouco mais subtil, mas a fronteira aqui também não é fácil de estabelecer. O conflito de interesses é aquele caso em que se pode suspeitar que alguém que tenha um cargo público não esteja a servir o interesse geral, mas sim o seu próprio interesse ou o interesse de um terceiro. E aqui entramos numa zona em que, à partida, não é necessariamente uma mala de dinheiro. A contrapartida pode ser, por exemplo, uma nomeação futura para o sector privado, depois do exercício do cargo público, uma reconversão no sector que foi regulado. Uma facilitação para que determinada pessoa obtenha um cargo?  Com certeza. Ou, por exemplo, o facto de Durão Barroso, após ter sido presidente da Comissão Europeia, ter ido para a Goldman Sachs Europa gerou uma grande controvérsia nesse sentido, quanto à reconversão do detentor de cargo público após esse mesmo período de mandato. Pode-se questionar até que ponto esse detentor de cargo público foi íntegro, foi independente. Pode ter havido um pacto de corrupção implícito que tenha estado na base de uma promessa de emprego futuro. E depois o que é que se passa? Há uma troca de favores, de endereços, de contactos, do conhecimento da máquina legislativa, da máquina política, de acesso, etc. E é esse tipo de troca de favores que está em causa. Além disso, chega-se ainda à conclusão de que há falta de recursos e de liderança na luta contra a corrupção. De que forma é que a transparência da vida pública e a regulação económica podem ser importantes na luta contra a corrupção? Estamos a falar aqui da qualidade das políticas públicas. E estamos a falar não só da qualidade no sentido de elas serem eficazes, de atingirem os objectivos que se propõem, sejam eles o desenvolvimento económico, a coesão social e territorial, a luta contra as desigualdades ou a preservação do ambiente. Estamos a falar de atingir os objectivos, ou seja, trata-se da questão da eficácia. Estamos a falar também da questão da eficiência: atingir esses objectivos com o menor custo, com boa gestão dos dinheiros públicos, dos fundos públicos, com qualidade das instituições. Mas eu diria mais: a questão da legitimidade. É aí que a questão se torna mesmo difícil e complicada neste momento para a Europa. Ou seja, quando falta legitimidade à política e às instituições, a democracia está enfraquecida. E aqui combinam-se vários aspectos. Um é o sentimento de impotência, que vem muitas vezes da ideia de que há muita supranacionalidade. No caso europeu, por exemplo, há certos aspectos que não estão na mão dos políticos, nomeadamente em termos de política económica. Faltam ferramentas, mas, no entanto, esses políticos são responsabilizados pelos resultados económicos perante as suas populações. Noutros casos, temos agências independentes, como, por exemplo, o Banco Central Europeu, que é ao mesmo tempo supranacional e independente, mas também uma série de agências a nível nacional que levam à diluição das responsabilidades e dos poderes, o que também não favorece a eficácia da acção pública. Estes comportamentos podem justificar esta estagnação na Europa relativamente à queda dos índices de corrupção? Eu falava da percepção que os franceses têm da política. Vimos há dias um instituto de sondagens a mostrar que só 22% dos franceses têm confiança na política. E estabelecemos a questão do sentimento de impotência: por um lado, as forças da mundialização, a integração económica, as agências independentes, uma democracia que é esvaziada, no fundo, do seu poder e da sua capacidade de transformar a vida real. E depois este sentimento de que a política está ao serviço de certos interesses pessoais, de que os políticos não só governam para si mesmos, em certos casos, mas também governa para servir interesses particulares. E a questão dessa captura pelos interesses privados.

Noticentro
Frente Nacional rechaza reducción de la jornada laboral

Noticentro

Play Episode Listen Later Feb 3, 2026 1:34 Transcription Available


MC niega acuerdos con Morena para apoyar la reforma electoral Arranca el operativo del Carnaval de Mazatlán 2026Portugal España en alerta por inundaciones y lluvias severas 

Cosa Pública 2.0
Cosa Publica 2.0 - Lu. 02 Feb 2026

Cosa Pública 2.0

Play Episode Listen Later Feb 2, 2026


Cosa Publica 2.0 - Lu. 02 Feb 2026 #hoy en #CosaPública2.0 con Rubén Martín y Jesús Estrada; 1. Trump vs mundo 2. Candelaria Ochoa, diputada local de Morena 3. Lisi Celis, Frente Nacional contra la Violencia Vicaria 4. Epstein Conducción y producción por: Rubén Martín: https://x.com/rmartinmar Jesús Estrada: https://x.com/jestradax Asistencia de producción y realización: Alejandro Coronado: https://x.com/SoyelCoronado Operador de audio: Emanuel Candelas

Manuel López San Martín
'Si esta noche no hay acuerdo, hay manifestación': Agricultores amenazan con megabloqueos

Manuel López San Martín

Play Episode Listen Later Dec 18, 2025 5:59


En entrevista con Manuel López San Martín para MVS Noticias, Eraclio Rodríguez, dirigente del Frente Nacional para el Rescate del Campo habló de la reunión en la SADER con campesinos. 'Si esta noche no hay acuerdo, hay manifestación'.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Luis Cárdenas
Productores y transportistas advierten caos vial en CDMX ante falta de solución al campo - 17 diciembre 2025.

Luis Cárdenas

Play Episode Listen Later Dec 17, 2025 14:01


En entrevista para MVS Noticias con Luis Cárdenas, Eraclio Rodríguez, dirigente del Frente Nacional para el Rescate del Campo Mexicano, habló sobre agricultores y transportistas activan ‘alerta máxima’ en CDMX; advierten bloqueos si no les cumplen demandas.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Pamela Cerdeira
Crisis Alimentaria: Productores exigen apoyo frente a importaciones desleales

Pamela Cerdeira

Play Episode Listen Later Dec 13, 2025 9:36


En entrevista con Pamela Cerdeira, para MVS Noticias, Eraclio Rodríguez Gómez, dirigente del Frente Nacional para el Rescate del Campo Mexicano, explicó por qué si no hay acuerdos con el Gobierno federal, el sector agricultor volverá a protestar y bloquear vialidades.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Luis Cárdenas
Transportistas y campesinos denuncian que acuerdos fueron ignorados por Agricultura

Luis Cárdenas

Play Episode Listen Later Dec 12, 2025 16:06


En entrevista para MVS Noticias con Luis Cárdenas, David Estévez, presidente de la ANTAC (Asociación Nacional de Transportistas) y Eraclio Rodríguez, Frente Nacional para el Rescate del Campo Mexicano, hablaron sobre campesinos y transportistas amagan con realizar cierres por falta de acuerdos con el Gobierno Federal.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Manuel López San Martín
Agricultores y transportistas preparan nuevas protestas por crisis en el campo mexicano

Manuel López San Martín

Play Episode Listen Later Dec 12, 2025 6:10


En entrevista con Manuel López San Martin para MVS Noticias, Eraclio Rodríguez, dirigente del Frente Nacional para el rescate del Campo Mexicano productores del campo y transportistas acusan incumplimiento de SEGOB a sus demandas.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Pamela Cerdeira
'México ha estado atrasado en derechos laborales y la reducción de horas': Adriana Zentella

Pamela Cerdeira

Play Episode Listen Later Dec 9, 2025 9:32


En entrevista con Pamela Cerdeira, para MVS Noticias, Adriana Zentella, integrante de la Coordinación Nacional del Frente Nacional por las 40 horas, explicó todo sobre la Secretaría del Trabajo presenta proyecto para la implementación gradual de la reducción de la jornada laboral a 40 horas.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Manuel López San Martín
Agricultores celebran cambios en Reforma del Agua, pero surgen reservas

Manuel López San Martín

Play Episode Listen Later Dec 5, 2025 6:15


En entrevista con Manuel López San Martin para MVS Noticias, Eraclio Rodríguez, dirigente del Frente Nacional para el Rescate del Campo Mexicano relata exigencia de los campesinos para más cambios a la Ley de Aguas.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Así las cosas
¿Cual es la respuesta de los agricultores a la aprobación de la Ley de Aguas?

Así las cosas

Play Episode Listen Later Dec 4, 2025 11:50


Baltazar Valdez, presidente de campesinos unidos de Sinaloa y delegado del Frente Nacional para el rescate del campo mexicano

Luis Cárdenas
La Ley de Aguas desata crisis: productores denuncian exclusión y advierten bloqueos

Luis Cárdenas

Play Episode Listen Later Dec 4, 2025 12:17


En entrevista para MVS Noticias con Luis Cárdenas, Eraclio Rodríguez, Frente Nacional para el Rescate del Campo Mexicano, habló sobre la aprobación al dictamen de la nueva Ley General de Aguas.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Manuel López San Martín
El campo mexicano en crisis: Campesinos mantienen protestas y bloqueos

Manuel López San Martín

Play Episode Listen Later Nov 27, 2025 8:31


En entrevista con Manuel López San Martin para MVS Noticias, Eraclio Rodríguez Gómez, líder del Frente Nacional para el Rescate del Campo Mexicano explica que campesinos exigen nuevo modelo económico para rescatar el campo mexicano.See omnystudio.com/listener for privacy information.

MVS Noticias / 102.5 segundos de información
Sin acuerdos líderes de productores y transportistas con autoridades federales.

MVS Noticias / 102.5 segundos de información

Play Episode Listen Later Nov 26, 2025 3:27


Anoche, la reunión entre líderes de productores y transportistas con autoridades federales terminó sin acuerdos y con la amenaza de que se puedan incrementar los bloqueos carreteros. el Frente Nacional por el Rescate del Campo Mexicano advirtió que podría estarse preparando una represión contra los manifestantes. por su parte, el subsecretario de gobernación César Yáñez aseguró que el diálogo sigue abierto y reveló que productores y transportistas no han querido aceptar las propuestas que se les presentaron.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Manuel López San Martín
Mega bloqueo agrario: protestas históricas por una agricultura sostenible

Manuel López San Martín

Play Episode Listen Later Nov 25, 2025 10:30


En entrevista con Manuel López San Martin para MVS Noticias, Eraclio Rodríguez Gómez, dirigente del Frente Nacional para el Rescate del Campo habló de la movilización en diferentes partes del país, “va, no hay nada que la pueda detener”See omnystudio.com/listener for privacy information.

Ana Francisca Vega
Programa completo MVS Noticias con Ana Francisca Vega - 21 Noviembre 2025.

Ana Francisca Vega

Play Episode Listen Later Nov 22, 2025 93:40


Así las cosas
Habrá mega bloqueo el próximo lunes 24 de noviembre

Así las cosas

Play Episode Listen Later Nov 21, 2025 11:48


Baltazar Valdez, presidente de campesinos unidos de Sinaloa y delegado del Frente Nacional para el rescate del campo mexicano

Cosa Pública 2.0
Cosa Publica 2.0 - Lu. 17 Nov 2025

Cosa Pública 2.0

Play Episode Listen Later Nov 17, 2025


Cosa Publica 2.0 - Lu. 17 Nov 2025 #Hoy en #CosaPública2.0 con Rubén Martín y Jesús Estrada, 17 Noviembre 2025 1. Protestas 2. Juan Carlos Partida, corresponsal de La Jornada 3. Elisa Celis, Frente Nacional vs la Violencia Vicaria 4. Feminicidios + Globales Conducción y producción por: Rubén Martín: / rmartinmar Jesús Estrada: / jestradax Asistencia de producción y realización: Alejandro Coronado: / soyelcoronado

Manuel López San Martín
Agricultores en pie de lucha: bloqueos exigen respuesta del Gobierno

Manuel López San Martín

Play Episode Listen Later Oct 31, 2025 6:31


En entrevista con Manuel López San Martin para MVS Noticias, Baltazar Valdez, presidente de Campesinos Unidos de Sinaloa y delegado del Frente Nacional para el rescate el campo pide que campesinos en México reciban mejor trato, como en Estados Unidos.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Así las cosas
"El Dr. Julio Berdeguè no está actuando como debería ser, está propiciando condiciones para que el movimiento se desarticule... no vamos a ceder": Baltazar Váldez

Así las cosas

Play Episode Listen Later Oct 29, 2025 13:32


Baltazar Váldez, presidente de Campesinos Unidos de Sinaloa y Delegado del Frente Nacional para el Rescate del Campo Mexicano

La Silla Vacía
Alberto Lleras o por qué no todo tiempo pasado fue peor - Déjà vu.

La Silla Vacía

Play Episode Listen Later Jul 20, 2025 57:52


Alberto Lleras fue el primer presidente del llamado Frente Nacional, la alianza entre liberales y conservadores para turnarse en el poder para detener el fenómeno de La Violencia. Antes habíá intentado en el periodismo y, por sus relaciones con la política bogotana, llegó a ser embajador. En el episodio de hoy, Alejandro y Luis Guillermo hacen un repaso por el legado del mandatario y analizan cómo su presidencia fue la semilla de la unidad nacional que sus sucesores han intentado materializar, con poco éxito.Los audios de apoyo de este episodio son extractos de los archivos públicos de Señal Memoria.Déjà vu es un podcast de opinión de La Silla Podcast.La dirección es de Alejandro Lloreda y Luis Guillermo Vélez.La coordinación periodística y de podcast de La Silla Vacía es de Tatiana Duque.La producción es de Juana Rubio Tovar y Fernando Cruz Foto: ArchivoCada quince días un nuevo episodio.Más de La Silla Podcast: Ausencias es un podcast original de La Silla Vacía, realizado con el apoyo de la Fundación Ford. Disponible ya en  su plataforma de podcast favorita ¿Quiere aprender de pódcast, hacer un pódcast como este o grabar sus contenidos sonoros?En La Silla Vacía le ayudamos y le damos las herramientas.Para mayor información y precios, consulte acá Un espacio de cuña en Huevos Revueltos o Déjà vu puede ser suyo, excepto para contenido político y electoral. Si tiene interés, escriba a podcast@lasillavacia.com Más de La Silla Vacía:Elija ser SúperAmigo. Puede ser parte de nuestra comunidad acá En el Detectbot de La Silla Vacía puede chequear cadenas falsas. Escriba un chat a este link: ‎Siga el canal de La Silla Vacía

La Ventana
La Ventana a las 16h | Toque de queda en la cuidad de Los Ángeles, Hacemos números, Límites a Shein, Todo por la Radio, Última hora acuerdo sobre Gibraltar entre España y Reino Unido

La Ventana

Play Episode Listen Later Jun 11, 2025 48:04


Desde hace días en Los Ángeles, las protestas de los ciudadanos que rechazan las medidas migratorias decretadas por Trump, y la reacción del propio Trump mandando a la Guardia Civil y a los marines para imponer el orden, merecen sin duda más que un poco de atención. Hace una hora que se la levantado el toque de queda en la mayor parte del centro de Los Ángeles, que ha decretado la alcaldesa Karen Bass (demócrata) para intentar frenar la violencia de las protestas. Informan Pedro Fullana corresponsal en Los Ángeles,  Sara Canalls corresponsal en Washington y Marc Amorós desde Radio Barcelona. La irrupción de las plataformas online especializadas en la venta de artículos de moda a bajo coste, como Shein y Temu, ha revolucionado la industria de la moda. Este modelo ha vuelto a ser cuestionado tras la denuncia ante la Comisión Europea por el supuesto uso de técnicas engañosas contra los consumidores. Informan Santiago Niño Becerra y Fernando Bayo, director de Código de Barras. El ministerio del Interior concede en 2023 un pasaporte válido hasta 2031 a un niño ruso de cuatro años, radicado en Mallorca. Al Gobierno no le preocupa que la invasión rusa de Ucrania haya costado más de un millón de muertos. Al Gobierno no le preocupa que el niño en cuestión sea hijo de un señor de la guerra ruso en la órbita de Putin, en cuanto fabricante de helicópteros que matan a los ucranianos. Informa Matías Vallés. Santiago Abascal habla en francés en un acto del Frente Nacional y el juego de las Fake News con Toni Martínez y Anna Morales. Acuerdo oficial para el estatus de Gibraltar entre España, Reino Unido y la Unión Europea. Tras casi cuatro años de negociación el Peñón pasa a formar parte del espacio Schengen  y las fronteras se trasladan desde la Verja al puerto. Ambas partes han accedido a realizar controles fronterizos en Gibraltar, en el puerto y en el aeropuerto. Estos controles se llevarán a cabo a través de la colaboración de las autoridades de la UE y el Reino Unido. Informa Enrique García Pozo. 

La Ventana
La Ventana a las 16h | Toque de queda en la cuidad de Los Ángeles, Hacemos números, Límites a Shein, Todo por la Radio, Última hora acuerdo sobre Gibraltar entre España y Reino Unido

La Ventana

Play Episode Listen Later Jun 11, 2025 48:04


Desde hace días en Los Ángeles, las protestas de los ciudadanos que rechazan las medidas migratorias decretadas por Trump, y la reacción del propio Trump mandando a la Guardia Civil y a los marines para imponer el orden, merecen sin duda más que un poco de atención. Hace una hora que se la levantado el toque de queda en la mayor parte del centro de Los Ángeles, que ha decretado la alcaldesa Karen Bass (demócrata) para intentar frenar la violencia de las protestas. Informan Pedro Fullana corresponsal en Los Ángeles,  Sara Canalls corresponsal en Washington y Marc Amorós desde Radio Barcelona. La irrupción de las plataformas online especializadas en la venta de artículos de moda a bajo coste, como Shein y Temu, ha revolucionado la industria de la moda. Este modelo ha vuelto a ser cuestionado tras la denuncia ante la Comisión Europea por el supuesto uso de técnicas engañosas contra los consumidores. Informan Santiago Niño Becerra y Fernando Bayo, director de Código de Barras. El ministerio del Interior concede en 2023 un pasaporte válido hasta 2031 a un niño ruso de cuatro años, radicado en Mallorca. Al Gobierno no le preocupa que la invasión rusa de Ucrania haya costado más de un millón de muertos. Al Gobierno no le preocupa que el niño en cuestión sea hijo de un señor de la guerra ruso en la órbita de Putin, en cuanto fabricante de helicópteros que matan a los ucranianos. Informa Matías Vallés. Santiago Abascal habla en francés en un acto del Frente Nacional y el juego de las Fake News con Toni Martínez y Anna Morales. Acuerdo oficial para el estatus de Gibraltar entre España, Reino Unido y la Unión Europea. Tras casi cuatro años de negociación el Peñón pasa a formar parte del espacio Schengen  y las fronteras se trasladan desde la Verja al puerto. Ambas partes han accedido a realizar controles fronterizos en Gibraltar, en el puerto y en el aeropuerto. Estos controles se llevarán a cabo a través de la colaboración de las autoridades de la UE y el Reino Unido. Informa Enrique García Pozo. 

Rádio PT

O Café PT, desta sexta-feira (30), recebeu a prefeita de Juiz de Fora (MG), Margarida Salomão, para uma conversa sobre planejamento urbano e os avanços recentes na cidade mineira. A petista esteve na Holanda, como integrante da Frente Nacional de Prefeitos, onde pode compartilhar experiências exitosas da sua gestão e do país europeu.

Luis Cárdenas
Jornada laboral de 40 horas: ¿Qué empresas están listas para aplicar la iniciativa desde ya?

Luis Cárdenas

Play Episode Listen Later May 2, 2025 8:20


En entrevista para MVS Noticias con Luis Cárdenas, Lilia López, integrante del Frente Nacional por las 40 horas, por favor, habló sobre Frente Nacional promueve amparo para retomar su discusión en el Congreso.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Pamela Cerdeira
'Somos seres humanos, no somos robots que solo estamos para trabajar': Adriana Zentella

Pamela Cerdeira

Play Episode Listen Later May 2, 2025 11:29


En entrevista con Luis Ochoa y Roxana Aguilar en ausencia de Pamela Cerdeira, para MVS Noticias, Adriana Zentella, integrante del Frente Nacional por las 40 horas, mencionó por qué la Secretaría del Trabajo anuncia la implementación gradual de la reducción de la jornada laboral a 40 horas semanalesSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Podcasts epbr
Ainda importador, Brasil vai ampliar produção de diesel, nafta e querosene de aviação | comece seu dia

Podcasts epbr

Play Episode Listen Later Apr 14, 2025 3:07


NESTA EDIÇÃO. Aumento da produção no refino nacional é insuficiente para acompanhar o crescimento da demanda por combustíveis, indica PDE. Governador do ES propõe criação de Fundo Climático para novas fronteiras, como a Margem Equatorial. Frente Nacional dos Consumidores de Energia pede consulta pública para reforma do setor elétrico. Teremos transporte de hidrogênio liquefeito em navios? Pesquisadores estudam produção de diesel verde a partir de coco verde.

Pânico
Felicio Ramuth

Pânico

Play Episode Listen Later Apr 11, 2025 124:38


O convidado do programa Pânico desta sexta-feira (11) é Felicio Ramuth.Felicio Ramuth é empresário e político, com sólida formação em Administração e MBA em Gestão Pública pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Atualmente, além de exercer o cargo de vice-governador do Estado de São Paulo, preside o Conselho Estadual de Desestatização e coordena as Ações Integradas voltadas às Cenas Abertas de Uso no centro da capital paulista.Natural de São Paulo, iniciou sua trajetória na gestão pública em 2005 como presidente da Urbanizadora Municipal de São José dos Campos (Urbam). Mais tarde, ocupou os cargos de secretário municipal de Transportes e de Comunicação na mesma cidade. Em 2016, disputou sua primeira eleição, sendo eleito prefeito de São José dos Campos com votação recorde. Foi reeleito no primeiro turno, consolidando uma gestão marcada por inovação e eficiência.Durante seu mandato como prefeito, Felicio Ramuth transformou São José dos Campos em referência nacional e internacional. A cidade foi a primeira no Brasil a receber o certificado de “Cidade Inteligente” pelas normas ISO/ABNT, integrando um seleto grupo de apenas 79 cidades ao redor do mundo. Ele implementou projetos pioneiros, como o Centro de Segurança e Inteligência (CSI), a Linha Verde com veículos elétricos, e zerou a fila de espera nas creches municipais. Além disso, liderou uma reforma administrativa que reduziu custos e aumentou a eficiência da máquina pública.Sua atuação ganhou destaque durante a pandemia de Covid-19, com a rápida construção do Hospital de Retaguarda executada em apenas 35 dias e a implementação de medidas que resultaram na menor taxa de mortalidade por habitante entre cidades de grande porte em São Paulo. Em abril de 2022 deixou a prefeitura com 82% da aprovação popular, para ser vice-governador do Estado de São Paulo.No âmbito nacional, foi vice-presidente de Mobilidade Urbana da Frente Nacional de Prefeitos (FNP) e presidente da Agência Ambiental do Vale do Paraíba.Redes Sociais: Instagram: https://www.instagram.com/felicioramuth/Tiktok: https://www.tiktok.com/@felicio.ramuthYouTube: www.youtube.com/@Felicio.Ramuth

Diplomatas
Extrema-direita por linhas tortas: “Le Pen mente muito bem, Trump mente muito mal”

Diplomatas

Play Episode Listen Later Apr 3, 2025 40:52


O cenário político-eleitoral em França sofreu um abalo profundo. Marine Le Pen, figura de proa da extrema-direita francesa e candidata presidencial crónica daquele campo político, foi condenada a quatro anos de prisão e proibida de concorrer a cargos públicos durante cinco anos por desvio de fundos da União Europeia. Ou seja: a União Nacional terá de encontrar outro candidato para as presidenciais de 2027. “Le Pen mente muito bem, Trump mente muito mal. É essa a grande diferença”, sinaliza a Teresa de Sousa, dando conta do processo de “desdiabolização” da União Nacional (ex-Frente Nacional) liderada por Marine Le Pen, que lhe permitiu chegar onde chegou para agora sofrer “uma grande derrota”. No episódio desta semana falámos ainda sobre ambições de “expansão territorial” da Administração Trump, nomeadamente para a Gronelândia, território semi-autónomo dinamarquês, que Carlos Gaspar diz ter até uma “dimensão mitológica”, para além do revisionismo gritante. Ainda no campo da política externa norte-americana, sobre a alegada “irritação” de Trump com Putin, por este não estar minimamente interessado num cessar-fogo na Ucrânia, Teresa de Sousa diz que o Presidente dos EUA “já ofereceu toda a espécie de cedências possíveis e imaginárias” ao seu homólogo russo, porque “Trump vê o mundo como Putin vê: com uma divisão de zonas de influência entre as grandes potências (…) e onde não há fronteiras invioláveis”. Para fechar, assinalámos a clareza com que o Pentágono assumiu como prioritário que os EUA garantam que a República Popular da China não toma Taiwan pela força e a resposta de Pequim a esta posição, lançando exercícios militares de larga escala em redor da ilha que reivindica como sua. “Trump está ao lado da Rússia de Putin, mas está contra a China de Xi Jinping e há uma linha de continuidade, rara e fundamental, em relação ao Presidente Biden”, nota Carlos Gaspar. “Mas não sabemos se os Estados Unidos têm efectivamente capacidade para dissuadir a China de invadir Taiwan ou se a China está preparada para aproveitar o momento.”See omnystudio.com/listener for privacy information.

Hoy por Hoy
Claves del día | Carlos Navarro Antolín: "Las sentencias, como la lluvia, nunca son a gusto de todos y algunas tienen el efecto de una DANA"

Hoy por Hoy

Play Episode Listen Later Apr 2, 2025 1:27


El mundo está pendiente de Trump y sus aranceles. La Presidenta Europea asegura que tiene un plan sólido, esperemos que funcione y no haya que recurrir ni al líquido ni al gaseoso. Francia se tensiona, el Frente Nacional se moviliza para protestar por la condena que inhabilita Le Pen. La policía eleva la seguridad de las juezas. Las sentencias, como la lluvia, nunca son a gusto de todos y algunas tienen el efecto de una Dana.

La ContraCrónica
Le Pen y la independencia judicial

La ContraCrónica

Play Episode Listen Later Apr 1, 2025 46:39


Este lunes un tribunal de París dictó una sentencia que ha sacudido el panorama político francés: Marine Le Pen, líder del partido Reagrupamiento Nacional fue condenada por malversación de fondos públicos en un caso relacionado con los asistentes del partido en el parlamento europeo. Este fallo no solo supone un revés personal para Le Pen, sino que también afecta a sus aspiraciones presidenciales de cara a las elecciones de 2027. La condena es especialmente dura: cuatro años de prisión, de los cuales dos son firmes pero con posibilidad de cumplimiento bajo arresto domiciliario con un brazalete electrónico, y una multa de 100.000 euros. Pero eso no es lo peor, la condena inhabilita a Le Pen para ocupar cargos públicos durante cinco años. La ejecución de la pena es inmediata aunque deja abierta la puerta a un recurso que, por descontado, los abogados de Le Pen presentarán. Si esa apelación no prospera Le Pen no podrá presentarse a las elecciones presidenciales de 2027, unos comicios que se prometen reñidos ya que supondrán el fin del macronismo. Dentro de dos años Emmanuel Macron culminará su segundo mandato y no puede legalmente aspirar a la reelección. Para Le Pen esto y los buenos resultados de su partido en las elecciones europeas y legislativas constituía toda una oportunidad de alcanzar el palacio del Elíseo después de haberlo intentado en tres ocasiones. El caso por el que ha sido condenada se centra en el desvío de fondos europeos destinados a pagar asistentes parlamentarios entre 2004 y 2016, momento en el que Le Pen era eurodiputada. Según la justicia francesa, estos asistentes, que debían trabajar en tareas relacionadas con el parlamento europeo, en realidad desempeñaban funciones para el partido (entonces llamado Frente Nacional) en Francia. El tribunal estimó que el perjuicio económico ascendió a algo más de 4 millones de euros. Le Pen, junto a otros ocho ex eurodiputados y doce asistentes, fue hallada culpable de participar en un sistema organizado que beneficiaba a su partido y que perseguía emplear los fondos europeos para aliviar las finanzas del Reagrupamiento Nacional. Le Pen ha rechazado las acusaciones, ha calificado el fallo como una decisión "política" con el único objetivo de apartarla de la carrera electoral. En su partido hablan de golpe a la democracia y de ejecución política. Jordan Bardella, actual presidente del partido y posible sucesor de Le Pen ha denunciado lo que él considera un escándalo democrático y ha llamado a una movilización pacífica de sus votantes y simpatizantes. El impacto de esta sentencia trasciende las fronteras francesas. Figuras de la derecha identitaria europea, como Viktor Orbán, Matteo Salvini o Santiago Abascal han expresado su solidaridad con Le Pen, mientras que tanto en el Kremlin como en la Casa Blanca han criticado lo que consideran un ataque a las normas democráticas. En Francia la polarización no puede ser mayor. Los seguidores de Le Pen están indignados y hablan de persecución política, mientras que en el otro lado reclaman respeto a la independencia judicial y señalan que la corrupción política siempre hay que perseguirla. El futuro político de Le Pen ahora depende del recurso, lo que alarga los plazos, quizá hasta el año próximo. Si la sentencia se confirma, el Reagrupamiento Nacional deberá buscar un nuevo candidato y ahí Jordan Bardella es el favorito, aunque su juventud e inexperiencia plantean algunas dudas. Las elecciones están lejos y no se han presentado aún las candidaturas, pero los sondeos apuntan a que el partido de Le Pen pasaría a segunda vuelta sin problemas e incluso podría ganar las elecciones. La incógnita ahora es si podrán hacerlo sin Le Pen. En La ContraRéplica: 0:00 Introducción 4:08 Le Pen y la independencia judicial 30:01 El juicio a Marine Le Pen 37:05 El derecho a la vivienda y el de propiedad 42:32 Quién debe pagar los abortos · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria de España. 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No es el fin del mundo
184. En la mente de Marine Le Pen

No es el fin del mundo

Play Episode Listen Later Mar 25, 2025 82:46


Tours, año 2011. Jean-Marie Le Pen deja el liderazgo del Frente Nacional. El hombre que había sacudido Francia con sus declaraciones xenófobas y antisemitas abandonaba la primera línea de la política tras cuatro décadas. Su lugar en el escenario lo ocupa una mujer más joven y de rostro más afable, pero con una convicción: convertirse en presidenta de su país. Esa mujer es su hija. Y durante los siguientes 14 años, cambiará para siempre la política en Francia y en Europa. Pero, ¿cómo lo ha hecho? Hoy, en No es el fin del mundo, nos adentramos en la mente de Marine Le Pen. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Pânico
Rodrigo Manga - Prefeito de Sorocaba

Pânico

Play Episode Listen Later Feb 19, 2025 138:55


O convidado do programa Pânico dessa quarta-feira (19) é Rodrigo Manga.Rodrigo Manga (Republicanos), nascido em Sorocaba, é uma figura proeminente na política. Graduado em Marketing, acumulou larga experiência na área do varejo automotivo, quando foi vendedor de carros, em uma loja no Centro da cidade. Sua incursão na vida pública começou em 2012, aos 32 anos, quando foi eleito vereador, pela primeira vez, com 4.778 votos. Em 2016, conquistou sua reeleição, com uma expressiva votação de 11.471 votos, tornando-se o vereador mais votado da história de Sorocaba.Durante seus mandatos como vereador, Manga se destacou pelo combate às drogas, sua bandeira principal, e pela proximidade com a população. Foi presidente da Câmara Municipal de Sorocaba nos anos 2017 e 2018, período em que promoveu uma economia recorde, de quase R$ 20 milhões, no Legislativo, destinando todo o montante para a área da Saúde.Em 2020, Manga candidatou-se e foi eleito prefeito de Sorocaba, com uma votação também expressiva, de 153.228 votos, representando 52,58% do total, no segundo turno. Sua eleição marcou um capítulo notável em sua trajetória, evidenciando sua capacidade de mobilização e apoio popular. Nas duas últimas eleições presidenciais, Manga apoiou a candidatura do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que demonstrou alinhamento político e estratégico mútuo com a cidade de Sorocaba. Em 2021 e 2022, a Administração de Manga foi duas vezes campeã como Melhor Gestão do País, no Prêmio Band Cidades Excelentes, concorrendo junto a 5.500 municípios brasileiros. Em 2023, ficou novamente entre as três melhores cidades do Brasil na mesma categoria.Rodrigo Manga também é conhecido por sua história de superação pessoal. Antes de ingressar na política, enfrentou uma batalha contra a dependência química, um período difícil que ele não tenta esconder. Muito pelo contrário, compartilha abertamente sua jornada de recuperação, servindo como exemplo de esperança e determinação para outros.Em maio de 2023, lançou um livro, intitulado "Governe sua Vida & Transforme o Mundo - A história do ex-dependente químico que se tornou prefeito de uma das cidades mais importantes do País", uma biografia que relata sua trajetória de vida e sua transformação. O lançamento do livro atraiu grande público e diversas autoridades políticas, eclesiásticas e empresariais, incluindo o governador do Estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas, deputados, vereadores, prefeitos e secretários de outras cidades paulistas.Além de ter sido presidente da Região Metropolitana de Sorocaba (RMS) por dois mandatos consecutivos (2022 e 2023), Manga é, hoje, vice-presidente de Políticas Contra as Drogas da Frente Nacional de Prefeitos (FNP). Ele foi eleito ao cargo, pela primeira vez, em 2021, logo em seu primeiro ano como prefeito. Em 2023, foi reeleito à vice-presidência novamente por unanimidade.Manga também se tornou uma figura política nacional ao integrar o Diretório Nacional do Republicanos, sendo o primeiro político em toda a região a fazer parte da agremiação. Sua participação na 16ª Convenção Nacional do partido em Brasília, em 2023, evidencia seu papel de destaque no panorama político brasileiro.Em 2024, Rodrigo Manga foi reeleito prefeito de Sorocaba com uma vitória histórica no primeiro turno, obtendo 263.063 votos, o equivalente a 73,75% dos votos válidos, a maior votação da história. Esse resultado consolidou sua liderança na cidade e demonstrou o forte apoio popular à sua gestão.Redes Sociais: Instagram: @rodrigomangaoficialTiktok: @rodrigomangaoficial

Podcasts epbr
Petrobras em ritmo de entregas | comece seu dia

Podcasts epbr

Play Episode Listen Later Feb 17, 2025 2:23


NESTA EDIÇÃO. Transpetro inicia mais uma contratação de navios próprios. Frente Nacional dos Consumidores de Energia critica pleitos por extensão de usina a carvão. Com aumento das temperaturas, Brasil bate recordes de consumo de energia. Competição por recursos hídricos é desafio para projetos de hidrogênio. Ampliação da integração entre Nordeste e Sudeste leva nova dinâmica ao mercado de gás.

Trending
2025 arranca

Trending

Play Episode Listen Later Jan 9, 2025 20:34


Capítulo 317: Pedro con este lunes a la tarde, fallecía Jean Mari Le Pen, padre de Marine Le Pen y fundador del Frente Nacional, la ultraderecha francesa. El representante más significativo del resurgimiento del fascismo francés tras la derrota de la Francia colaboracionista de Vichy, dirigida por el Mariscal Petain. Manuel reflexiona sobre los migrantes, no describe más, simplemente quiere ser escuchado.Podéis contactar con nosotros a través de Twitter en @trendingpod https://twitter.com/trendingpod o por correo electrónico a trending@emilcar.fm.

Cinco continentes
Cinco Continentes - Muere Jean-Marie Le Pen

Cinco continentes

Play Episode Listen Later Jan 7, 2025 39:55


Jean Marie Le Pen, fundador del Frente Nacional francés y padre de la ultraderecha francesa, ha fallecido hoy a los 96 años. Hablaremos sobre él con Antonio Delgado, nuestro corresponsal en París, y con el experto en la extrema derecha francesa y europea, Guillermo Fernández Vázquez.Vamos a estar en Tibet, donde un terremoto ha provocado más de un centenar de muertos.Las labores de búsqueda de los desaparecidos están en marcha. Estaremos también en Austria porque después de que el presidente encargase al partido ultraderechista FPO formar gobierno, su líder ha anunciado que va a negociar con el Partido Popular. Además quedan tres días para que se celebre la toma de posesión del presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, y tendremos una entrevista sobre los escenarios que se abren ahora en Canadá tras el anuncio de la dimisión del primer ministro Justin Trudeau. Escuchar audio

Cinco continentes
Cinco continentes - ¿Qué legado deja Jean-Marie Le Pen?

Cinco continentes

Play Episode Listen Later Jan 7, 2025 13:20


Jean-Marie Le Pen, fundador del Frente Nacional francés y padre de la ultraderecha francesa, ha fallecido hoy a los 96 años. Analizamos su figura con Guillermo Fernández-Vázquez, profesor de Ciencia Política en la Universidad Carlos III de Madrid.Escuchar audio

Daily Easy Spanish
Muere el político francés de extrema derecha Jean-Marie Le Pen a los 96 años

Daily Easy Spanish

Play Episode Listen Later Jan 7, 2025 4:44


Fue el fundador del partido francés de extrema derecha Frente Nacional y padre de Marine Le Pen, su sucesora política.

La mesa de la cocina
'El joven Le Pen'

La mesa de la cocina

Play Episode Listen Later Nov 29, 2024 20:54


En 1953, una tormenta anegó Holanda. Jóvenes de toda Europa se volcaron, de forma altruista, en las labores de rescate. Destacó por su disciplina un contingente de universitarios franceses comandado por un recién licenciado en Derecho: Jean Marie Le Pen. La aventura humanitaria aquella confirmó a Le Pen el gusto por la acción, que ya había probado antes: de niño, en su Bretaña natal, fue grumete en el pesquero de su familia y, más adelante, participaría en la resistencia al invasor nazi. A la vuelta de Holanda, sin ganas ni contactos para abrir bufete propio, Le Pen se alistó en los paracas, siendo su primer destino Suez. A la expedición sobre el canal seguirían la guerra de Indochina y la batalla de Argel. Entre Indochina y Argelia, Le Pen ingresó en la formación de Pierre Poujade, el gran tribuno de la derecha del momento. Jean Marie salió elegido diputado, el más joven de la legislatura. Era 1956 y tenía 28 años. Expulsado de la formación de Poujade por desavenencias con este, Le Pen volvió a salir diputado en 1958, en esta ocasión izando la bandera de la Argelia francesa. Poco duraría enhiesta. En 1962, Francia reconoció la independencia de la colonia. Al finalizar su segunda legislatura como diputado, Le Pen se vio en la calle, sin empleo. En 1963, por pura subsistencia, fundó un sello discográfico especializado en cánticos de guerra, discursos políticos y narraciones históricas. Su faceta de empresario no eclipsó la de político. Como se consideraba demasiado joven para acaudillar la derecha nacionalista, en 1965 impulsó la candidatura de Jean Louise Tixier. Brillante abogado, Tixier resultó ser una inutilidad política. El error Tixier le pesaría como el mayor de su carrera. El candidato debió haber sido él. Ya se resarciría. En 1972, Le Pen unió a los veteranos de antiguas guerras y a los jóvenes lobos de la derecha nacionalista y los lideró en un frente común: el Frente Nacional. Episodio escrito y narrado por Gonzalo Altozano. Sonido: César García. Diseño: Estudio OdZ. Contacto: galtozanogf@gmail.com Twitter: @GonzaloAltozano Instagram: @galtozanogf iVoox, Spotify, Apple.

La Silla Vacía
Buscando la unidad: los 'acuerdos nacionales' en la historia de Colombia - Déjà Vu

La Silla Vacía

Play Episode Listen Later Nov 17, 2024 47:50


La frase “Acuerdo Nacional” es reiterada en el actual gobierno y, de una u otra forma, la piden muchos sectores políticos. Pero, ¿qué es un acuerdo nacional? ¿Qué significa llegar a uno? ¿Qué antecedentes hay de acuerdos nacionales en la historia colombiana?Desde que liberales y conservadores se unieron para acabar con la dictadura de Melo, pasando por la Unión Republicana al comienzo del siglo veinte, hasta el Frente Nacional después de la dictadura de Rojas; la política colombiana ha tenido momentos de unidad para superar crisis democráticas. Pero también se ha usado el llamado a la unión para disfrazar repartijas burocráticas y pactos de gobernabilidad. En el episodio de hoy de Déjà vu, Alejandro y Luis Guillermo recorren la historia de estos pactos políticos. Déjà vu es un pódcast de opinión de La Silla Pódcast.La dirección es de Alejandro Lloreda y Luis Guillermo Vélez.La coordinación periodística y de pódcast de La Silla Vacía es de Tatiana Duque.La producción es de Fernando Cruz.La edición sonora es de Daniel ChavesCada quince días un nuevo episodio.Viva en primera fila nuestro periodismo con una membresía a los SuperAmigos de La Silla. Puede ser parte de nuestra comunidad acáMás de La Silla Pódcast: ¿Quieres aprender de pódcast, hacer un pódcast como este o grabar tus contenidos sonoros?En La Silla Vacía te ayudamos y damos las herramientas. Para mayor información y precios, consulta acáUn espacio de cuña en Huevos Revueltos puede ser suyo, excepto para contenido político y electoral. Si tiene interés, escriba a fcruz@lasillavacia.com.Más de La Silla Vacía:Pásese por el Detectbot de La Silla Vacía para chequear cadenas falsas. Escriba un chat a este link: https://wa.link/yiiei0Conozca nuestros cursos:Lanzamos nuestro curso virtual “El Estado colombiano explicadito”. Puede comprarlo acá 

La ContraHistoria
Las guerras de Vietnam

La ContraHistoria

Play Episode Listen Later Nov 8, 2024 98:10


Pocas guerras han marcado tanto una época y a un país como la de Vietnam. La época fue la década de los sesenta, el país Estados Unidos. Pero no fue propiamente una guerra, sino tres que se encadenaron de forma inclemente durante más de dos décadas y desangraron a este país del sudeste asiático. La primera comenzó tras la rendición de Japón en 1945. Vietnam, parte entonces de la Indochina francesa, reclamó su independencia mediante una guerra de guerrillas contra la potencia colonial. Esta guerra concluyó con la retirada francesa tras la derrota en la batalla de Dien Bien Phu en 1954. Aquello trajo aparejada una solución a la coreana, es decir, la división del país en dos Estados: el Norte, con un gobierno comunista presidido por Ho Chi Minh y con capital en Hanói, y el Sur, con un régimen pro occidental y con capital en la ciudad histórica de Saigón, antigua sede de la administración colonial francesa. De este modo, lo que había sido una simple colonia europea un tanto marginal se colocó en el centro de los intereses geopolíticos de las dos superpotencias de la época. Para evitar que estallase una guerra civil los acuerdos de Ginebra que pusieron fin a la ocupación francesa preveían convocar en 1958 un referéndum para la unificación, pero nunca se llevó a cabo. Los soviéticos y los chinos tomaron posiciones en el Norte y Estados Unidos, temeroso del "efecto dominó" y la expansión del comunismo en el sudeste asiático, incrementó su apoyo al Gobierno del Sur enviando asesores militares y ayuda económica. Pero en el Norte no estaban por la labor de mantener el statu quo. Sus líderes ambicionaban unificar el país acabando con el Vietnam del Sur, al que consideraban un títere de Estados Unidos. Dio así comienzo la temida guerra civil auspiciada por guerrillas comunistas lideradas por el Frente Nacional de Liberación de Vietnam o Viet Cong. Fueron ganando terreno y poniendo en serios aprietos al Gobierno de Saigón, lo que provocó que la implicación estadounidense sobre el terreno fuese a más. El incidente del Golfo de Tonkin en 1964 proporcionó el pretexto para una intervención militar directa. Bajo la presidencia de Lyndon B. Johnson, Estados Unidos desplegó masivamente tropas en Vietnam, iniciando una escalada bélica que marcaría el comienzo de la tercera guerra, esta vez ya completamente internacionalizada. Los del Norte recibieron apoyo de la Unión Soviética y la China Popular, los de Sur del ejército de Estados Unidos, que en el punto álgido de la contienda llegó a desplegar en Vietnam más de medio millón de efectivos dotados de armamento moderno. La estrategia estadounidense se basaba en la superioridad aérea y la potencia de fuego. El bombardeo masivo de Vietnam del Norte y el uso de agentes químicos como el napalm y el agente naranja, buscaban doblegar la voluntad del enemigo emboscado en la selva. Pero aquello era muy diferente a otras guerras que habían librado los estadounidenses. El Viet Cong tenía un profundo conocimiento del terreno, el apoyo de buena parte de la población local y el respaldo del Norte. La guerra se convirtió en una sangrienta refriega entre dos modelos de combate: la guerra convencional estadounidense, basada en la tecnología y la búsqueda de una batalla decisiva, y la guerra de guerrillas del Viet Cong, caracterizada por la movilidad, el camuflaje, las emboscadas y el sabotaje. El ejército estadounidense, a pesar de su poderío, se vio atrapado en una guerra de desgaste, enfrentándose a un enemigo escurridizo que se diluía entre la población civil. La guerra de Vietnam duró, como decía antes, más de dos décadas y, al ser tan reciente, está muy bien documentada. Por eso le voy a dedicar dos programas, este y el de la semana próxima. En esta primera entrega entenderemos sus orígenes y nos adentraremos en la intervención estadounidense hasta la ofensiva del Tet en 1968, un punto de inflexión que preludió su última y definitiva fase. En El ContraSello: 0:00 Introducción 4:28 Las guerras de Vietnam 1:27:15 Romanos en Canarias 1:34:03 La invasiones húngaras Bibliografía: - "La guerra de Vietnam: Una tragedia épica" de Max Hastings - https://amzn.to/3CeTv8e - "NAM" de Mark Baker - https://amzn.to/3NZeE93 - "La otra historia de la guerra de Vietnam" de Jonathan Neale - https://amzn.to/3NYCcuP - "Breve historia de la guerra de Vietnam" de Raquel Barrios Ramos - https://amzn.to/48CYjk5 · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria de España. 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Nocturna RCN
¡Que curioso!, quienes proponen un acuerdo nacional fueron los que tomaron las armas para combatir el Frente Nacional. ¿Eliminar oposición?

Nocturna RCN

Play Episode Listen Later Sep 24, 2024 25:55


Calamares en su tinta
Por fin (y final): el Frente Nacional

Calamares en su tinta

Play Episode Listen Later Sep 22, 2024 49:35


El concepto de ‘La Violencia', así en mayúsculas, designa en la historia de Colombia treinta años de guerra civil no declarada entre liberales y conservadores. La consecuencia de ese horror fue la dictadura de Rojas Pinilla, desmontada con el esquema del Frente Nacional. Esta es la cuarta y última salida, por ahora, sobre ese tema.

Calamares en su tinta
Una historia del Frente Nacional

Calamares en su tinta

Play Episode Listen Later Sep 1, 2024 47:34


Se ha puesto de moda otra vez hablar del Frente Nacional, e incluso sus enemigos históricos, muchos de los cuales se levantaron en armas para combatir su herencia excluyente, ahora lo defienden y reivindican. ¿Cuál es la historia de esa fórmula política que definió la segunda mitad del siglo XX? Aquí la primera parte en Calamares en su tinta

Cinco continentes
Cinco Continentes - La izquierda francesa no se pone de acuerdo

Cinco continentes

Play Episode Listen Later Jul 16, 2024 48:48


En Francia, tras conformar el nuevo Frente Nacional y lograr frenar el ascenso de la ultraderecha en las legislativas, los partidos progresistas vuelven a las andadas y no son capaces de acordar quién será su candidato a ocupar el cargo de primer ministro. Vamos a estar en Estrasburgo porque el Parlamento Europeo ha comenzado hoy su décima legislatura y lo hace bajo la presidencia de Roberta Metsola. Estaremos en la Convención Nacional Republicana en la ciudad de Wisconsin. También en Kosovo, que ha asistido a la condena por crímenes de guerra de uno de los exmiembros del Ejército de Liberación, y en Ecuador con las sentencias de las cinco personas declaradas culpables del asesinato del candidato presidencial Fernando Villavicencio.Escuchar audio

Más de uno
La Cultureta 10x41: Obreros que votan a Le Pen (y actrices que envejecen como Bette Davis)

Más de uno

Play Episode Listen Later Jul 5, 2024 35:38


Rescatamos, con motivo de la segunda vuelta de las elecciones legislativas francesas, un documental de 2021, 'Regreso a Reims', que explica por qué el proletariado francés pasó de apoyar al partido comunista a hacerlo al Frente Nacional. ¿Qué hace a este documental tan especial? ¿Y por qué los obreros del norte y el sur (además de emigrados como el ciclista español Luis Ocaña) empezaron a depositar su confianza en la familia Le Pen? Lo analizamos con Carlos Alsina, Rubén Amón, Rosa Belmonte, Guillermo Altares, Sergio del Molino y Nacho Vigalondo. Además, reseñamos el libro 'La segunda mujer', un magnífico ensayo que diserta sobre cómo afecta la vejez a la vida y profesión de las actrices; en concreto, a estrellas de la gran pantalla como Meryl Streep, Thelma Ritter o Bette Davis.

La Cultureta
La Cultureta 10x41: Obreros que votan a Le Pen (y actrices que envejecen como Bette Davis)

La Cultureta

Play Episode Listen Later Jul 5, 2024 35:38


Rescatamos, con motivo de la segunda vuelta de las elecciones legislativas francesas, un documental de 2021, 'Regreso a Reims', que explica por qué el proletariado francés pasó de apoyar al partido comunista a hacerlo al Frente Nacional. ¿Qué hace a este documental tan especial? ¿Y por qué los obreros del norte y el sur (además de emigrados como el ciclista español Luis Ocaña) empezaron a depositar su confianza en la familia Le Pen? Lo analizamos con Carlos Alsina, Rubén Amón, Rosa Belmonte, Guillermo Altares, Sergio del Molino y Nacho Vigalondo. Además, reseñamos el libro 'La segunda mujer', un magnífico ensayo que diserta sobre cómo afecta la vejez a la vida y profesión de las actrices; en concreto, a estrellas de la gran pantalla como Meryl Streep, Thelma Ritter o Bette Davis.

La ContraCrónica
Francia da la espalda a Macron

La ContraCrónica

Play Episode Listen Later Jul 1, 2024 50:11


Se celebró este domingo la primera vuelta de las elecciones legislativas francesas. Unas elecciones anticipadas, de hecho, muy anticipadas porque no tocaba convocarlas hasta el año 2027, pero los resultados de las europeas del pasado 9 de junio empujaron a Emmanuel Macron a disolver la Asamblea Nacional y tentar a la suerte para recuperar la mayoría absoluta en el parlamento, algo que perdió en las legislativas de 2022. El plan no parece estar saliéndole como él pensaba. Los resultados del domingo han alumbrado un nuevo mapa político en Francia, una nueva era como han recordado varios analistas políticos en el que la primera fuerza política del país es la Agrupación Nacional de Marine Le Pen seguida del Nuevo Frente Popular de Jean-Luc Mélenchon. El partido del presidente ha quedado relegado a un tercer puesto, lo que complica mucho la segunda vuelta a los candidatos macronistas. La participación ha sido muy elevada, del 66,7% (la más alta desde las legislativas de 1997) y los candidatos de la Agrupación Nacional se han colocado como primeros en muchísimos distritos electorales, y no sólo de sus feudos habituales del sur y la región industrial del noreste, también en departamentos donde su presencia era menor. Le Pen, en definitiva, ha empezado a cosechar lo que sembró en su momento. La Agrupación Nacional se ha convertido en el principal partido de Francia porque una parte considerable de los votantes, nada menos que un tercio, asumen que ya no es el Frente Nacional fundado por su padre, sino algo distinto, una alternativa real a la derecha tradicional francesa. La alianza de varios partidos de izquierda que conformó hace sólo tres semanas el Nuevo Frente Popular también ha salido muy bien librada de los comicios. Socialistas, comunistas y ecologistas se han aupado hasta el 28% de los votos lo que les convierte en la segunda fuerza política de Francia. El gran perdedor ha sido Emmanuel Macron y su criatura, Ensemble, un partido creado en torno a él con retales tomados a izquierda y derecha y que ocupa en líneas generales el centro político. Su candidato, Gabriel Attal, ha sido incapaz de pasar del 20%, 18 puntos menos que en la segunda vuelta de las legislativas de 2022. Son muchas las conclusiones que se pueden sacar de esta primera vuelta de las elecciones. La primera y más evidente es que el proyecto de Macron ha salido muy magullado. Eso tendrá un impacto en la presidencia ya que, con estos números, la cohabitación, es decir, que el primer ministro y el presidente sean de partidos diferentes, se antoja inevitable. La segunda conclusión es que el votante francés se ha radicalizado viajando del centro a los extremos, algo que parecía imposible hace sólo unos años. Recordemos que Macron llegó a la presidencia en 2017 cabalgando sobre una ola de optimismo reformista y proeuropeo. Nada de eso queda ya y ahí radica la tercera conclusión. Tanto la derecha como la izquierda moderada han saltado por los aires. El partido socialista, que hasta hace no tanto era uno de los partidos sistémicos, ha quedado reducido a ser una comparsa de comunistas y ecologistas. Los Republicanos, por su parte, se han hundido hasta el 6% del voto. De este modo se pone fin al sistema de partidos que ha dominado la V República desde su instauración en 1958. Como ya hice con las presidenciales francesas de hace dos años he pedido a Alberto Garín que nos acompañe en el programa de hoy para analizar este vuelco que terminará por concretarse en la segunda vuelta del próximo domingo. · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #francia #macron Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals

Enfoque internacional
Francia: El Frente Popular se presenta como la única opción ante la extrema derecha

Enfoque internacional

Play Episode Listen Later Jun 26, 2024 2:35


Tras el anuncio del mandatario Emmanuel Macron de disolver la Asamblea Nacional y convocar a elecciones anticipadas el próximo 30 de junio y 7 de julio. Los partidos políticos decidieron unirse en tres bloques: a la izquierda, el Nuevo Frente Popular, a la derecha, la Agrupación Nacional y en el centro con Macron, Juntos por la República, una coalición que el grupo de izquierda descarta como oponente.   En el Palacio Borbón de París, sede de la Asamblea Nacional, solo se escuchan los pasos de los pocos funcionarios públicos que quedaron, luego de que el presidente Francés Emmanuel Macron disolviera el organismo el pasado 9 de junio, convocando a elecciones anticipadas.La decisión generó un terremoto de sorpresa acompañado con el ascenso de la extrema derecha en las elecciones europeas.“Creo que como todos los franceses, fuimos golpeados con el asombro”. Dice Emmanuel Maurel, candidato por el Frente Popular, la coalición de partidos de izquierda que se muestra como una única alternativa ante la extrema derecha.Según Maurel, “es evidente que los macronistas no pueden en ningún caso tener una mayoría de votos de los franceses dada la cólera que hay en el país, es muy simple, hay una elección binaria entre la extrema derecha o la izquierda Unida”.Con esta idea coincide Isabel, una habitante de Saint Denis, la ciudad al norte de París considerada como un gran bastión de la izquierda, en los comicios europeos, por ejemplo, la lista del partido la Francia Insumisa consolidó su liderazgo con un 37% de votos.“Espero que el frente de izquierda pase, no dan ganas que el Frente Nacional llegue al poder al ver sus programas sobre migración, preferencia nacional, no es posible para mí imaginar estas personas en el poder”, indica Isabel.Pero para la comerciante Florence, que también vive en Saint Denis, la elección no es tan sencilla. Para ella, las tres agrupaciones solo buscan dividir, sin propuestas para mejorar la economía y el empleo.  “Ellos solo hablan de división, cuando lo que nos une es el trabajo, hay gente a la izquierda, que trabaja, a la derecha que trabaja, en el centro que trabaja, los musulmanes trabajan, los católicos trabajan, no importa. Si hay un valor común es ese y no es verdad lo que dice Macron que para encontrar trabajo, solo se debe atravesar la calle”.El candidato del Frente Popular Sergio Coronado también asegura que su coalición es la única opción ante la extrema derecha y resalta la unión de los partidos a pesar de sus diferencias: “La Izquierda logró en pocos días, a pesar de sus turbulencias fuertes, unirse en torno a un programa ambicioso de restablecimiento de los servicios públicos, de justicia social, de transición energética, de prioridad a la lucha contra el cambio climático”, señaló el candidato.Tal como sucedió en las elecciones europeas, la extrema derecha parte como favorita en estas legislativas anticipadas con un 34% de intención de voto, según los últimos sondeos. Está por verse si la sorpresiva y rápida unión de los partidos de Izquierda podrían cambiar el rumbo en los comicios del próximo 30 de junio y 7 de julio.