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Voltou o frio, fecharam a Serra da Estrela.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ver menos outdoors de hambúrguer levaria você a comer menos carne? Amsterdã se juntou à lista de cidades que proíbem a publicidade de produtos com alto impacto ambiental, como medida de combate ao aquecimento global. A decisão levanta questionamentos sobre a forma mais eficaz de estimular a população a reduzir o consumo desses produtos. A capital dos Países Baixos se tornou a primeira do mundo a banir do espaço público anúncios de carne e combustíveis fósseis, como o petróleo. A medida inclui fabricantes de aviões e companhias aéreas. A lei, apresentada pelos partidos Ecologista e Dos Animais, argumenta que o espaço público deve estar alinhado com os objetivos de Amsterdã de atingir a neutralidade de carbono até 2050 e diminuir pela metade o consumo de carne bovina – altamente emissora de gases de efeito estufa como CO2 e, principalmente, metano. “A reflexão em Amsterdã foi que a publicidade cria um impasse entre o se pede para os consumidores fazerem – ou seja, respeitarem o meio ambiente –, e os sinais contraditórios que elas vêem por todos os lados”, observa o publicitário francês Sylvain Burquier, membro da Convenção Cidadã para o Clima, criado pelo governo da França em 2019 para auxiliar na orientação das políticas ambientais francesas. “No espaço público, tem publicidade de carne e de hamburguer triplo de grandes anunciantes, e ao mesmo tempo as autoridades pedem que as pessoas andem menos de avião. Existe um duplo discurso e podemos evitar isso." Eficiência da medida Na França, a Convenção participou da elaboração de uma lei para proibir as campanhas ligadas ao setor petroleiro, aprovada em 2021, mas cujo decreto ainda não foi publicado pelo presidente Emmanuel Macron. Na Europa, Estocolmo, Edimburgo e Florença estão entre as cidades que já implementaram a medida. Representante do mercado publicitário, Burquier é favorável à regulação dos anúncios, mas não à sua interdição. Ele avalia que o veto é menos eficaz do que mensagens de esclarecimento que podem ser associadas à publicidade. “Fazer pedagogia, com campanhas que promovam formas alternativas de alimentação e desestimulem as pessoas a ficarem comendo coisas que não são muito boas, é o básico. Não tenho certeza de que retirar as bebidas alcoólicas das páginas de publicidade impeça as pessoas de beber, mas talvez as incite menos a beber”, ressalta. “Proibir as campanhas a favor ou contra a carne não terá efeito direto. Mas mensagens sobre a pegada de carbono do produto mostrado podem, sim, levar a uma maior conscientização.” Sem surpresa, o setor agrícola dos Países Baixos se opôs à proibição da publicidade sobre a carne. Já o do turismo alegou que a proibição de menções a voos pode prejudicar a liberdade comercial no país. Carne será o ‘novo cigarro'? Os defensores da medida alegam que ela visa mudar a visão dos consumidores sobre esses produtos e, como consequência, uma mudança de comportamento. Foi assim que o cigarro passou, aos poucos, a deixar de ser associado a benefícios para ter uma imagem negativa. Um em cada cinco adultos era fumante no mundo em 2020 – 27% a menos do que no ano 2000, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Carne e avião poderiam ser o cigarro de amanhã, no universo da publicidade? Os dois casos têm semelhanças, observa Débora Salles, coordenadora-geral do laboratório de pesquisa sobre internet e redes sociais da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (NetLab-UFRJ). “Quando a gente pensa o quanto as empresas de cigarro atuaram conjuntamente para impedir que a opinião pública soubesse realmente dos impactos que o cigarro tem na saúde das pessoas, e que essas empresas já sabiam. Teve todo um trabalho do setor como um todo, para atrasar a regulamentação que, de alguma forma, limitasse a propaganda ou patrocínio merchandising”, relembra. “A gente vê isso acontecendo hoje em dia em vários outros setores econômicos que têm impacto socioambiental, como é o caso de mineradoras, de petroleiras, de empresas que muitas vezes sabem o impacto que podem ter ou que já têm nas mudanças climáticas, mas que estão se promovendo, como muitas vezes líderes da transição energética. Sem regulamentar, dificilmente esses setores vão, por conta própria, deixar de fazer publicidade que é problemática.” Combate ao greenwashing No Brasil, o debate sobre regulamentação ainda é incipiente, e tem se concentrado mais no combate às práticas de greenwashing, ou seja, quando as empresas exageram ou mentem sobre os supostos benefícios ambientais de seus produtos. “É interessante que a gente pense que o greenwashing não precisa ser solucionado apenas com a proibição. A gente poderia criar convenções de transparência e formas de auditar o que essa publicidade diz que faz, que a empresa faz”, avalia a pesquisadora. “Quando você tem um anúncio dizendo que esse carro é socialmente sustentável porque ele é elétrico, por exemplo, a gente precisa poder verificar esse argumento. Hoje em dia, isso não é possível”, adverte. O Instituto Akatu atua na promoção de boas práticas socioambientais e no aumento da transparência das cadeias produtivas – uma via que, na visão do diretor da entidade, Lúcio Vicente, é mais eficaz do que a simples proibição da publicidade. “É possível utilizar essa mesma publicidade para conseguir dar transparência sobre como os produtos são produzidos. Quais os impactos que eles têm para a vida das pessoas? Quais os impactos que eles têm para as questões socioambientais, econômicas?”, questiona. “O elemento regulatório tem que começar a exigir das empresas o processo de rastreabilidade. O processo de onde são feitos, como são feitos, porque todo o sistema produtivo tem boas e más práticas. O consumidor que tem mais detalhes dos sistemas produtivos pode fazer melhores escolhas e, consequentemente, impactar menos as questões de meio ambiente.” Vicente salienta ainda o papel das redes sociais neste contexto. “Uma celebridade que poste um vídeo sobre determinado tipo de consumo vai influenciar tanto quanto a publicidade. A gente vai fazer o quê? Proibir?”, alerta.
Marinha do Irã afirma que impediu a entrada de navios deguerra dos Estados Unidos no Estreito de Hormuz. Washington nega ataques e diz que suas forças escoltaram embarcações com segurança pela região. E ainda:- Navio MV Hondius, que saiu da Argentina com 149 pessoas de 23 nacionalidades, foi impedido de atracar em Praia, em Cabo Verde, após três mortes ligadas a um possível surto dehantavírus- Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu restabelecer temporariamente o acesso via correio da mifepristona, principal medicamento usado em abortos no país- Na Alemanha, carro em alta velocidade atropela pedestres em Leipzig, matando duas pessoas e ferindo ao menos oito. Osuspeito, de 33 anos, é alemão, morador da cidade e tem histórico de problemas mentais. Apoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio mensal – clique aquiApoia.se do Mundo em 180 Segundos | apoio de 1 episódio – clique aqui Notícias em tempo real nas redes sociais Instagram @mundo_180_segundos e Linkedin Mundo em 180 SegundosFale conosco através do contato@mundo180segundos.com.br
Injeções de botox e de cimento.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Um vídeo comum. Uma música comum. Um caso que seguiria invisível na rotina da internet. Até que alguém resolveu proibir. E aí, como quase sempre acontece, o que era pequeno cresceu. Neste episódio, eu exploro essa velha ilusão de controle que insiste em sobreviver no mundo digital: a ideia de que esconder resolve. Do sertanejo ao caso clássico de Barbra Streisand, a lógica se repete. Proibir não apaga. Destaca.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Um vídeo comum. Uma música comum. Um caso que seguiria invisível na rotina da internet. Até que alguém resolveu proibir. E aí, como quase sempre acontece, o que era pequeno cresceu. Neste episódio, eu exploro essa velha ilusão de controle que insiste em sobreviver no mundo digital: a ideia de que esconder resolve. Do sertanejo ao caso clássico de Barbra Streisand, a lógica se repete. Proibir não apaga. Destaca.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Para especialistas, restrição é ataque direto aos direitos femininos incluindo o direito ao trabalho e não existe justificativa cultural, religiosa ou administrativa para essa política.
Falo sobre o PL.663/26 que quer abolir cotas por cor, etnia e gênero nos concursos públicos da Administração Pública direta e indireta de Belo Horizonte. Falo sobre a inconstitucionalidade do projeto e o abuso do processo legislativo.
O PL 1139/2026 , de autoria do senador Chico Rodrigues (PSB-RR) prevê que os planos de saúde não poderão cancelar o contrato com usuários que estão com pagamento em dia e em tratamento médico contínuo. Em entrevista ao Conexão Senado, Chico Rodrigues defende a medida, explica como a regra se aplicaria aos diferentes tipos de plano, individuais ou empresariais, e esclarece outras dúvidas sobre as mudanças propostas.
No episódio desta semana, Pedro tem companhia de Kiki Rivotti no seu estilo Steve Jobs descalço. Os dois debatem grandes temas da sociedade atual - partilhar localização com namorados e proibir o Instagram a menores de 16 anos - mas também outros assuntos, como o traço de personalidade "chegar sempre atrasado", a aparição de Toy no Rio de Janeiro e a introdução do novo serviço Uber iQos.(00:00) Intro(00:23) Pessoas que chegam sempre atrasadas: porquê?(05:34) PTM descobre novo tipo de tosse(06:30) Um grande elogio recebido no ginásio(08:34) Como reagir a comida estragada em restaurante?(12:27) Toy aparece no Rio de Janeiro(15:04) Beber chá com francesinha faz sentido?(17:06) Estar no Porto sabe a viagem em cidade europeia(19:02) Desumificador funciona mesmo?(21:12) Justin Bieber estreia boxers novos todos os dias(22:44) Campanha "Relationchip" foi eficaz?(24:28) Partilhar localização com amigos(28:47) Faz sentido saber passwords de outras pessoas?(32:38) Quiz sobre privacidade em relações(34:59) ChatGPT não sabe melhorar textos(38:36) CNN partilha tiktok de AI(40:50) Aranhas gigantes na ponte no dia 1 de Abril de 2013(43:14) TVI lança vídeo de aniversário em AI(45:59) Limitação de redes sociais a menores de 16 anos(51:56) Kiki quer implementar Uber iQos(55:21) Posição dos partidos políticos sobre a limitação de redes sociais a menores de 16 anos(56:30) Crianças de 10 anos no TikTok(1:01:20) Ficar sem redes sociais durante 1 ano
Convidado: Antônio Gois, jornalista de educação desde 1996, colunista do jornal O Globo e autor dos livros "O ponto a que chegamos"; "Quatro décadas de gestão educacional no Brasil" e "Líderes na escola". Universidades particulares tradicionais de São Paulo iniciaram o ano letivo com uma nova regra: a proibição de celulares em sala de aula, exceto para atividades acadêmicas com fins pedagógicos. A medida, adotada com o objetivo de reduzir distrações e melhorar a concentração, reacendeu o debate sobre os limites da autonomia em um ambiente adulto – e dividiu opiniões. Para parte dos estudantes, a proibição foi recebida com surpresa e resistência. Outros, porém, relatam dificuldade em manter a concentração durante as aulas e reconhecem que o uso constante de dispositivos eletrônicos prejudica o aprendizado. Três estudos mediram os impactos de regras que limitam ou proíbem o uso de celulares, na China, nos EUA e na Índia – no caso indiano, uma pesquisa que acompanhou mais de 17 mil estudantes. Os resultados apontam que a medida pode trazer benefícios para alunos e professores. Para analisar o que dizem esses estudos, Natuza Nery recebe neste episódio Antônio Gois, jornalista de educação desde 1996 e colunista do jornal O Globo. Ele também comenta as motivações pedagógicas desse tipo de decisão e as chances de outras instituições de ensino superior adotarem o mesmo caminho.
O Ministro da Educação admite alargar ao 9.º ano a proibição de telemóveis nas escolas, assegurando que o Governo “não terá problemas” em fazê-lo. No entanto, a CONFAP mostra reservas quanto à medida.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Crianças e adolescentes devem ter acesso a redes sociais? Em que condições? Esses questionamentos orientam discussões, projetos e leis mundo afora.Na Austrália, as redes são permitidas apenas após os 16 anos. No Brasil, o Estatuto Digital da Criança e do Adolescente – o Novo ECA Digital – determina que até esta idade, as contas em redes sociais precisam ser vinculadas às de um responsável legal. A lei, que traz ainda outras medidas de proteção, entra em vigor em 1º de março. Iniciativas semelhantes estão em debate ou implantação em outros países, como França, Espanha e Alemanha.Para te ajudar a entender mais sobre o tema, o Direto ao Ponto conversou com a psicóloga Indianara Sehaparini, doutoranda em Psicologia pela Ufrgs, e Avelino Zorzo, professor da Escola Politécnica da PUC-RS e coordenador do Grupo de Segurança da Informação da mesma universidade. A apresentação é de Matheus Chaparini.
Está no ar, o Data Hackers News !! Os assuntos mais quentes da semana, com as principais notícias da área de Dados, IA e Tecnologia, que você também encontra na nossa Newsletter semanal, agora no Podcast do Data Hackers !!Aperte o play e ouça agora, o Data Hackers News dessa semana !Para saber tudo sobre o que está acontecendo na área de dados, se inscreva na Newsletter semanal:https://www.datahackers.news/Conheça nossos comentaristas do Data Hackers News:Monique FemmeDemais canais do Data Hackers:SiteLinkedinInstagramTik TokYou Tube
O Parlamento francês discute a proibição do acesso às redes sociais para menores de 15 anos. E por cá? Deve discutir-se o tema?
Nos últimos dias, três pessoas morreram enquanto esperavam pela ambulância do INEM. O primeiro-ministro anunciou na Assembleia da República 275 novas viaturas para o serviço de emergência médica. Por agora, Luís Montenegro mantém a confiança na ministra da Saúde. Pedro Delgado Alves considera que no INEM “a situação está francamente pior do que a que o primeiro-ministro recebeu há dois anos”, José Eduardo Martins reforça que mesmo assim “continuamos a ter um dos melhores serviços nacionais de saúde do mundo.” O Antes Pelo Contrário em podcast foi emitido na SIC Notícias a 8 de janeiro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A crise na Guiné-Bissau agrava-se enquanto a CEDEAO é acusada de cumplicidade por não reagir às violações democráticas do regime. O secretário-geral do Movimento Cívico Pó di Terra, Vigário Luís Balanta, denuncia manipulações institucionais, perseguição política e influência do narcotráfico. Critica o poder militar e apela à intervenção internacional. A crise política e militar na Guiné-Bissau aprofunda-se à medida que a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) mantém um silêncio que muitos consideram ensurdecedor. Para o secretário-geral do Movimento Cívico Pó di Terra, Vigário Luís Balanta esta atitude confirma “a cumplicidade da CEDEAO” perante um regime que, diz, “tem violado direitos humanos, perseguido jornalistas e manipulado instituições sem qualquer intervenção séria da organização”. O contraste com a actuação rápida no Benim, no passado domingo, é para Vigário Luís Balanta prova de que “há pesos diferentes” dentro da diplomacia regional. O dirigente cívico recorda que a missão da CEDEAO deveria passar por “garantir estabilidade e proteger o povo”, mas, nos últimos anos, a organização optou por “proteger apenas o Presidente da República”. Para Vigário Luís Balanta, o mandato de Umaro Sissoco Embaló “acabou a 27 de Fevereiro”, sendo prolongado através de “manipulação do Supremo Tribunal de Justiça”. A ausência de reacção externa perante as duas dissoluções parlamentares e sucessivas denúncias de abusos reforçou “a demonstração de que há interesses inconfessos”. A recente tomada de poder pelo Alto Comando Militar, depois de um alegado autogolpe de Novembro, não altera o diagnóstico. Vigário Luís Balanta defende que se trata de “uma continuação do regime vigente desde 2020”, sublinhando que os actuais responsáveis militares “são figuras ligadas à presidência, alguns deles envolvidos directamente na campanha de Umaro Sissoco Embaló”. Assim, rejeita a narrativa oficial de combate ao crime organizado: “Isto é tudo menos combater o tráfico de droga; é perseguição política e concentração de poder”. O narcotráfico continua, para o secretário-geral do movimento 'Pó di Terra', a raiz da instabilidade nacional. “O maior cancro da estabilidade política guineense é o narcotráfico”, afirma, explicando que “pessoas ligadas às redes de droga acabam na arena política e interferem directamente na vontade popular”. A Guiné-Bissau, enquanto ponto estratégico entre América Latina, África e Europa, permanece vulnerável a redes internacionais que operam com cumplicidades locais. “O povo sozinho não vai conseguir; é preciso apoio internacional”, reconhece. É nesse contexto que surge a carta aberta dirigida ao Presidente dos Estados Unidos. Apesar de alguns considerarem a iniciativa um gesto extremo, Vigário Luís Balanta entende-a como necessária: “O problema da Guiné-Bissau já está fora do alcance nacional”. Defende que a comunidade internacional, incluindo EUA, ONU e parceiros regionais, tem responsabilidade em agir, já que “há muito tempo há cumplicidade no silêncio perante as violações da ordem democrática”. Para o dirigente, internacionalizar o problema é também “garantir que a verdade seja conhecida e que a vontade popular respeitada”. A repressão à comunicação social reforça o clima de alerta. O recente comunicado do Alto Comando Militar, ameaçando fechar órgãos que divulguem apelos à desobediência civil, é para Vigário Luís Balanta um sinal de agravamento: “Quem não deve não teme. Proibir informar é agravar a situação”. Recorda que rádios e jornalistas críticos têm sido perseguidos, enquanto meios alinhados com o regime “falam tudo e nunca são incomodados”. Aos militares, dirige um apelo firme: “Voltem para o quartel. Se querem fazer política, tirem a farda”. Quanto aos caminhos para uma saída da crise, Vigário Luís Balanta diz não haver “transição legítima nem credível”. O único passo aceitável é “publicar o resultado eleitoral”, já que todas as atas de mesa e apuramentos regionais estão concluídos. Uma transição de um ano, como propõe a junta militar, é rejeitada: “Não é isso que o povo votou”. A sociedade civil assume, por isso, um papel central. “Temos obrigação de continuar a denunciar e a mobilizar”, diz o secretário-geral do Movimento Cívico Pó di Terra, garantindo que as manifestações se vão manter em todo o território: “O povo guineense sempre resistiu. Não vai ser agora que vamos ceder”. A união entre jovens, mulheres e organizações será determinante: “A luta não pode ser de um grupo restrito; tem de ser colectiva para que a vontade do povo seja respeitada”.
A deputada estadual Luciane Carminatti (PT) apresentou uma emenda parlamentar que proíbe a importação de leite e derivados em pó em Santa Catarina. A medida busca conter o que o setor classifica como prática de dumping, quando produtos chegam do exterior por valores abaixo do custo de produção local, e que vem pressionando os preços pagos aos produtores catarinenses. Nos últimos meses, sindicatos rurais, cooperativas e representantes da cadeia leiteira alertaram que o custo de produção no estado supera o valor recebido por litro, levando famílias produtoras a operarem no prejuízo. Santa Catarina possui um perfil majoritariamente formado por pequenos produtores ou produtores familiares, especialmente em regiões do Oeste e do Meio-Oeste, onde a atividade tem peso econômico e social significativo. A proposta busca corrigir uma distorção criada pelo excesso de importações e garantir condições mínimas de competitividade ao produtor local. A deputada Luciane, participou de entrevista no programa de hoje e comentou sobre a criação da emenda.
Alberto Gonçalves comenta mais uma petição para ilegalizar o Chega.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A CCJ do Senado aprovou, por unanimidade, projeto que proíbe o uso de dinheiro em espécie na compra e venda de imóveis, visando combater lavagem de dinheiro e sonegação. O CMN definirá os limites para transações em papel-moeda. A proposta ainda precisa de nova votação, seguir à Câmara e ser sancionada. O tema ganhou repercussão após o caso em Balneário Camboriú, onde 57 apartamentos vendidos não foram transferidos ao comprador, ligado a investigação da PF.*Conteúdo feito com inteligência artificial.
Alberto Gonçalves comenta a sugestão de Miguel Sousa Tavares de proibir as redes sociais.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sandra Annenberg vem falar sobre inteligência emocional, a pressão em performar bem-estar e autocuidado e de como a vida às vezes pede um pouco de autocontrole.
Bom dia! ☕Participe do 3º Encontro de Mobilidade Global com a D4U aqui.Delivery de bateria com a Moura é aqui.No episódio de hoje:
Falamos dos jogos do fds, passando por Bahia x Palmeiras, Flu x Botafogo, Vasco x Cruzeiro e etc. Com destaque para Corinthians x Flamengo e a cavadinha.
We follow Herman Daly into one of the last places you'd expect to find a rebel economist: the World Bank. We will hear how the academic work of Herman's sister, Denis Daly Heyck, impacted on his worldview. We'll also see how this fused with Herman's own experiences teaching in Brazil, and the building of pan-American ecological and human rights movements to fuel him to advocate for policy and philosophical changes at the Bank - culminating in his famous farewell speech. Featured in this episode:Karen Daly Junker & Terri Daly Stewart, Herman and Marcia's daughtersJon Sward, Environment Project Manager at the Bretton Woods ProjectDenis Daly Heyck (Deni), Professor Emeritus of Spanish language & literatureDavid Batker, Ecological economistJohn Redwood, Former World Bank employeeRobert Costanza, Ecological economistClóvis Cavalcanti, Ecological economistPeter May, Ecological economistKate Raworth, DEAL co-founderJoshua Farley, Ecological economistXiye Bastida, Climate justice activistThank you to the Daly family for their generous support in sharing Herman's story. Thanks also to: C40's Barbara Barros for voicing Marcia Daly's email in this episode; Denis Daly Heyck for providing the images for our episode art; and to Nate Hagens and the team behind The Great Simplification podcast for granting us permission to use a clip from their show.Thank you also to our series consultants and fact checkers, Peter Harnik, Rob Dietz, and Peter Victor, who also graciously supplied the interview tape with Herman Daly, recorded in 2022.Media citations by order of appearance:(That'll Work) (Live), Chuck BrownThe Heritage Foundation - “Mr. Gorbachev, tear down this wall!”The Great Simplification: “Toward an Ecological Economics”If you want to learn more about the Journal of City Climate Policy and Economy, please visit our website: https://jccpe.utpjournals.press/ Cities 1.5 is produced by the University of Toronto Press and Cities 1.5 is supported by C40 Cities and the C40 Centre for City Climate Policy and Economy. You can sign up to the Centre newsletter here. https://thecentre.substack.com/ Cities 1.5 is hosted by David Miller, Managing Director of the C40 Centre and author of the book Solved. It's written and produced by Peggy Whitfield and Jess Schmidt: https://jessdoespodcasting.com/ Our executive producer is Chiara Morfeo. Edited by Morgane Chambrin: https://www.morganechambrin.com/ Cities 1.5 music is by Lorna Gilfedder: https://origamipodcastservices.com/
O governo australiano decidiu proibir o acesso às redes sociais a menores de 16 anos. A medida, apresentada como forma de proteger a saúde mental dos jovens, levantou aplausos e críticas See omnystudio.com/listener for privacy information.
Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: EUA dizem que vão zerar tarifa de produtos alimentícios que não produzem, mas não citam Brasil. Violência contra povos indígenas piorou no Brasil em 2024. Proibir ultraprocessados em escolas melhora qualidade da alimentação, diz estudo. ‘O Agente Secreto’ de Kleber Mendonça Filho terá pré-estreia no Recife. E OpenAI lança Modo de Estudo no ChatGPT.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Esta semana, temos o regresso do miúdo da Guarda para debater os hot topics da semana. Além duma pequena altercação que Pedro teve no trânsito, os dois companheiros de comédias debatem o facto de CR7 não pode estar presente em funerais, a proibição de telemóveis até ao 6º no próximo ano letivo, o longo julgamento de Sócrates e ainda fazem uma partidinha do jogo do STOP.(00:00) Intro (00:23) Processar companhia de seguros (05:10) Ficar bem de boné (07:13) Pedro tem altercação no trânsito (11:22) Amigos que não perdem uma oportunidade para lutar (16:02) CR7 não pode ir a casamentos nem a funerais (21:33) Perspetiva de Marco Caneira sobre morte de Diogo Jota (23:33) Origem da expressão "smoking gun" (30:19) Sócrates é ou não amigo de Ricardo Salgado? (34:45) Barras de RAP após julgamento de Anjos vs Joana Marques (39:39) Escolas vão proibir telemóveis até ao 6ºano (46:11) André continua com olho em decomposição (48:56) Inventar categorias para jogo do Stop (52:14) PTM e André jogam ao Stop (58:44) André traz uma tanga
Casulo pra rua no inverno, o mar, as fragatas, os jabutis, “a conversa infinita da poesia” com Marilia Garcia e livros novos descobertos no Poesia no Centro e Feira do Livro do Pacaembu.Leituras:Jorge Amado - Jubiabá (Livraria Martins Editora)Laura Wittner - Tradução na Estrada (Circulo de Poemas - tradução de Estela Rosa e Luciana de Leone)Monique Deheinzelin - Regaço (ed. 7 Letras)Marilia Garcia - Pensar com as Mãos (ed. WMF - Martins Fontes)Julia de Carvalho Hansen - Ano passado (ed. Noz)poesia no centro / feira do livro do pacaembu Tracy K.Smith - Vida em Marte (relicário - tradução Stephanie Borges)
A partir de setembro, os telemóveis deixarão de ter lugar nas escolas. Será esta proibição realmente eficaz? Ou deixa para as escolas a autoridade que as famílias já não conseguem exercer?See omnystudio.com/listener for privacy information.
A partir de setembro, os telemóveis deixarão de ter lugar nas escolas. Será esta proibição realmente eficaz? Ou deixa para as escolas a autoridade que as famílias já não conseguem exercer?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Quando começamos a botar em dúvida se cabe às crianças se fantasiarem de caipiras, estamos abandonando uma das últimas tradições que restavam. E agora, como é que saberemos o que é ser brasileiro?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Estreou a carreira de atriz no Teatro Ádóque, subiu aos palcos do Villaret e Variedades, chegou a trabalhar com o encenador Filipe La Féria. Cristina Oliveira é hoje uma reconhecida atriz de teatro, mas em criança ninguém na família acreditava que esta podia vir a ser a sua profissão. “Eu andava sempre a inventar teatros em casa. Colocava as minhas irmãs a ler 'A Menina do Mar' e a cantar. Mas, quando disse que queria ser atriz, toda a gente questionou. Era vista como uma miúda tímida”, conta a Daniel Oliveira. Neste episódio do ‘Alta Definição’, a atriz leva-nos pelos vários caminhos da sua vida. Recorda o pai “babado” que passava horas a fio com ela a ensaiar de noite para garantir o sucesso das audições, mas também os momentos em que, quando parecia já ter tudo, filhas e uma carreira bem consolidada, teve de vender empadas para o café de uma amiga. “Não havia trabalho na área. Fechava-me no quarto, não tomava banho e comia mal. Achava que a culpa era minha, os outros tinham conseguido chegar mais longe e eu não. Se não fossem as mulheres da minha vida nunca me tinha reerguido”, revela. Ouça em podcast o programa emitido a 24 de maio na SIC. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Uma menina de 5 anos e conteúdos infantis que levantam dilemas aos pais. O Eduardo Sá responde a um pai que não sabe se deve bloquear os programas ou conversar. E será que está pronta para o diálogo?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Para Débora Garofalo, que foi top 10 do 'Nobel da educação', veto aos telefones é medida drástica e necessária para combater vício e 'epidemia de distração'.
Uma das mais fresquinhas leis em vigor já esse ano trata das regras gerais de vedação de uso de aparelhos eletrônicos portáteis em escolas, incluindo, obviamente os telefones celulares. Entenda com a gente as diretrizes e alguns questionamentos sobre essa lei, que é bem curtinha, mas significativa!
Stablecoins ameaçam o Real Brasileiro? O Banco Central propõe restringir a transferência de stablecoins para carteiras próprias no Brasil. Neste vídeo, analisamos o impacto dessa medida, os riscos para a soberania monetária e o que isso significa para o futuro das criptomoedas no país.
Eduardo Sá defende que não devem ser os pais a escolher os amigos dos filhos. O psicólogo considera que as crianças não são tão frágeis quanto se pensa e que sabem "muito bem" selecionar as amizades.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Bom dia Tech, tudo bem? Hoje trago pra você: Apple terá que suspender restrições de pagamentos em aplicativos no Brasil e enfrenta resistências para lançar o Apple Intelligence na China, Galaxy S25 Ultra é vazando em vídeo, Xiaomi fabricará seus próprios chips para smartphones, Gerador de vídeos Sora da OpenAI ficou exposto para testes e Playstation 2 alcança a marca de 160 milhões de unidades vendidas!Quer patrocinar ou fazer uma parceria com o Bom dia Tech? Mande um e-mail para contato@bomdia.tech e vamos conversar!Black Friday Mercado LivreCupom #BOMDIATECHNotícias00:00: Bom dia Tech! 00:22: iFood anuncia novidade para o sistema de código de entregas01:21: Google apela para o tribunal federal no caso contra a desenvolvedora do Fortnite02:24: Softbank fará novo investimento na OpenAI no valor de US$ 1,5 bilhão03:24: Black Friday Mercado Livre - Cupom #BOMDIATECH04:08: xAI, startup de IA de Elon Musk, pode lançar app com o Grok05:00: Threads está copiando uma das funcionalidades do Bluesky|Bluesky zoa o threads06:06: TikTok proibirá o uso de filtros de beleza para menores de 18 anos07:17: Inté a próxima! Produtos do EpisódioMicrofone Fifine utilizado na gravação do podcastEcho Show 15PlayStation 5 SlimPlayStation DualSenseThe Last Of Us Part I - PlayStation 5Comprando qualquer produto com esses links, ou conferindo as promoções em destaque, o Bom dia Tech receberá uma pequena comissão e assim, você ajuda no crescimento do podcast.Redes sociais:InstagramThreadsMastodonImagem da capa:TikTokMúsica:Music from #Uppbeat (free for Creators!): https://uppbeat.io/t/sensho/coffee-break
Proibir a escala 6x1: tema revivido por Erika Hilton, está em alta na internet nos últimos dias. Mas eles estão te enganado! Nesse vídeo ,vou te mostrar as mentiras sobre a PEC e os riscos de desemprego. Também, falo sobre os erros da direita sobre esse tema, as mentiras do PSOL, consequências e exemplos de outros países, como Dinamarca, Estados Unidos, Argentina, Cuba e China e os desincentivos para empreendedores/empresários. Essa PEC tem muitos problemas, e desconsidera a realidade da cultura de trabalho brasileira e a educação e tecnologia da nossa mão de obra. Sem populismo, essa é a verdadeira realidade sobre o fim da escala 6x1. Livros Recomendados: - Kit Indivíduo Economia e Estado: https://amzn.to/40Lqnjb - Box Coleção Ludwig von Mises: https://amzn.to/4g4fuh5 - As seis Lições: https://amzn.to/3CpWISN - The Beautiful Tree: https://amzn.to/3AGYK02 Quer relatórios sobre quando comprar ou vender Bitcoin e uma plataforma de educação junto com isso? https://bit.ly/RelatoriosRadicais Cansou de estar sozinho como Libertário? https://www.catarse.me/apoiadoresradicais Quer fugir do Brasil? Nos contate: https://www.settee.io/ https://youtube.com/c/Setteeio 00:00 - Introdução 00:46 - Tópicos do vídeo 01:52 - Qual o problema? 12:57 - Educação e Tecnologia da Mão de Obra 16:52 - Cultura de Trabalho 19:40 - Bronca na Direita 24:02 - PSOL mentiu sobre a PEC 27:37 - Isso não vai melhorar a vida do trabalhador 31:31 - Consequências da PEC 51:34 - Exemplos de outros países 55:18 - Como realmente melhorar a vida do trabalhador 58:24 - Exemplo China e Cuba 01:00:00 - Exemplo Argentina 01:02:46 - Exemplo EUA 01:04:27 - Finalização
A deputada federal Erika Hilton quer emplacar uma PEC que proíbe o regime de trabalho de 6 x 1.O texto, para ser discutido na Câmara e no Senado, precisa do apoio de ao menos 171assinaturas de parlamentares, já que se trata de uma mudança na Constituição.Meio-dia em Brasília traz as principais informações da manhã e os debates que vão agitar o dia na capital federal e do mundo. Apresentação Wilson Lima. A melhor oferta do ano, confira os descontos da Black na assinatura do combo anual. https://bit.ly/assinatura-black Siga O Antagonista no X, nos ajude a chegar nos 2 milhões de seguidores! https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2S... Ouça O Antagonista | Crusoé quando quiser nos principais aplicativos de podcast. Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, voltou a dizer que o presidente Lula pretende bloquear o uso do cartão Bolsa Família para pagamento de apostas on-line. Uma reunião entre Haddad e Lula está prevista para esta quinta-feira, 3, para discutir o tema.Meio-dia em Brasília traz as principais informações da manhã e os debates que vão agitar o dia na capital federal e do mundo. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília https://bit.ly/meiodiaoa Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2S... Ouça O Antagonista | Crusoé quando quiser nos principais aplicativos de podcast. Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Desemprego volta a cair no Brasil. E Israel faz mega-ataque em Beirute depois de Netanyahu usar discurso na ONU pra defender guerra.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Alexandre Garcia comenta decisão que soltou ex-diretor da PRF, decisão do STF contra pedido da CNBB em ação sobre aborto, briga entre Lula e Daniel Ortega, protestos no Rio Grande do Sul e isenção de imposto para medalhistas olímpicos.
Ao lado de Macron, presidente Lula volta a fazer papel de vítima e diz que é "grave" o fato de Maduro não deixar adversários disputarem eleições na Venezuela. Ser Antagonista é fiscalizar o poder. Apoie o jornalismo Vigilante: ttps://bit.ly/planosdeassinatura Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo... e muito mais. Link do canal: www.whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Não fique desatualizado, receba as principais notícias do dia em primeira mão se inscreva na nossa newsletter diária: https://oantagonista.com.br/assine-nossa-newsletter/ Leia mais em oantagonista.com.br | crusoe.com.br
Senado terá coragem de atropelar o STF e proibir porte de maconha? E mais: os detalhes da ação da oposição na OEA contra Alexandre de Moraes; e o destino de Luciano Bivar, nas mãos do novo comando do União Brasil.Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo... e muito mais. Link do canal: https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Ser Antagonista é fiscalizar o poder. Aqui você encontra os bastidores do poder e análises exclusivas. Apoie o jornalismo independente assinando O Antagonista | Crusoé: https://hubs.li/Q02b4j8C0 Não fique desatualizado, receba as principais notícias do dia em primeira mão se inscreva na nossa newsletter diária: https://bit.ly/newsletter-oa Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
A IA está se espalhando tão rápido que já se fala na necessidade de um botão de desligar todos os sistemas como forma de defesa no caso dos robôs saírem de controle. Proibir celulares na escola também são vistos como uma forma de minimizar o prejuízo nas interações sociais. A imprensa também sofre com a super digitalização. A sociedade precisará ser remodelada para se se adequar ao progresso tecnológico? No RESUMIDO #252: um botão para desligar a IA, extinção da imprensa, redes sociais proibidas para menores, direito universal a criptografia, o fiasco da geração de imagens do Gemini, Apple Sports e muito mais! Todos os links comentados no episódio estão no https://resumido.cc/podcasts/um-botao-pra-desligar-ia-extincao-da-imprensa-redes-proibidas-para-menores -- Colabore e ajude o RESUMIDO a seguir em frente! www.catarse.me/resumido