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Vasconcelos

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Vida em França
"Estamos todos no mesmo Mundo, Terra, Pátria"- Álvaro Vasconcelos

Vida em França

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 40:47


Foi apresentado em finais de Maio em Paris, o terceiro e último volume do livro "Memórias em tempo de amnésia" de Álvaro Vasconcelos, especialista de relações internacionais e voz bem conhecida das nossas antenas. Nesta obra em três partes, o autor relata as épocas que atravessou, o salazarismo, o colonialismo português em África, nomeadamente em Moçambique onde viveu, os anos de militância política na África do Sul, em França e em seguida em Portugal, onde regressou na altura do 25 de Abril. No terceiro volume das suas memórias intitulado "O futuro para além do apocalipse", Álvaro Vasconcelos recorda a conquista da independência das ex-colónias, assim como os primórdios da democratização de Portugal e a sua adesão à União Europeia. O antigo director do Instituto de Estudos de Segurança da União Europeia e fundador em Portugal do Instituto de Estudos Estratégicos e Internacionais também evoca a viragem autoritária a que se assiste actualmente em várias partes do mundo, a que ele chama de «brutalismo» e que tem a ver com a corrente 'tecno-totalitarista', encabeçada nomeadamente por alguns magnatas da Silicon Valley. Álvaro Vasconcelos fala também da urgência ambiental, da urgência de não nos esquecermos que somos humanos, numa época em que tendemos a colocar tudo nas mãos da Inteligência Artificial. No fundo, ele fala da urgência de pensarmos. Neste livro denso que é uma chamada de atenção, ele começa cada capítulo com uma espécie de guião de filme e fala com um gosto não dissimulado de todas as fitas que o fizeram reflectir de outra forma sobre o mundo, porque este texto, ainda mais do que os anteriores, é uma declaração de amor à sétima arte. E evidentemente não podíamos deixar de falar -antes de mais- da importância que o cinema tem para Álvaro Vasconcelos. "O cinema é algo que me formou porque eu vivia na África colonial, na Beira, em Moçambique. E como era lá no fundo do Império, a ditadura era certamente muito mais suave para os brancos, para os negros era mais brutal do que em Portugal era para os portugueses. E os brancos da cidade da Beira, onde eu vivia, tinham acesso ao Cineclube da Beira, às grandes obras do cinema mundial, por exemplo, nós vimos o ‘Couraçado Potemkin', que em Portugal era absolutamente proibido. (…) E como o cinema, começamos a vê-lo mesmo muito, desde muitos miúdos, não só nos cineclubes, os cinemas eram a maravilha da época, era aquilo que nos educava, nos abria novos horizontes, que nos fazia rir com Charlot, com os irmãos Marx, que nos ensinava os problemas graves do mundo, como ‘Hiroshima mon amour', o neo-realismo italiano, ‘Os ladrões de bicicletas', etc. Evidentemente que o cinema teve para a minha geração e em particular para aquela que viveu no Império, mas não só, também também em Portugal, um impacto enorme, portanto, foi formativo. E ao escrever o último livro da minha trilogia, senti a necessidade de fazer um livro que fosse mais de reflexão que apenas descritivo da minha vida e de reflexão. Não sou filósofo, portanto, não podia ser uma reflexão filosófica. Mas era uma reflexão à volta das ideias que são veiculadas pelo cinema, que foram veiculadas pela grande literatura que eu li desde miúdo, que sempre me apaixonou e continuo a ler e que me ensinou imenso sobre o mundo. Eu descobri muitas coisas no cinema e na literatura que não era capaz de descobrir com o mesmo grau de profundidade dos ensaios", explica o autor. Nas suas memórias, Álvaro Vasconcelos fala da época colonial e também de uma descolonização das mentes que ainda não foi totalmente feita. "Em África, descobri a violência colonial e que a palmatória é um símbolo absoluto dessa violência. Palmatória com que iam castigar os empregados negros por coisas, não importa o quê. Mas mesmo que fossem coisas graves, era a mesma palmatória que era usada contra os escravos, como eu vi no Museu Afro-Brasileiro, em São Paulo. Infelizmente não temos em Portugal, nenhum museu sobre a escravatura. Temos um pequeno museu em Lagos, mas não temos um grande museu, como têm os brasileiros. E essa palmatória era usada também pelo professor primário para nos manter. Identifico a violência brutal de que era vítima pelo professor primário, que tinha um poder absoluto sobre mim, com a violência, de que eram vítimas os negros, que não tinham direitos nenhuns, nem direito à vida. E para que isso pudesse ter acontecido, foi preciso criar uma narrativa de que eles não eram gente civilizada. E essa narrativa perdurou no pós 25 de Abril, porque nunca se fez um trabalho verdadeiro de descolonização das mentalidades. E hoje, quando os imigrantes são tratados como são tratados com desumanidade, é porque não são considerados humanos iguais a nós. E como não são considerados humanos iguais a nós, podem ser vítimas da arbitrariedade. Não têm os direitos iguais. Isso é uma questão fundamental", considera o estudioso. "Quando se deu o 25 de Abril, podia-se ter feito uma coisa extraordinária e teria ficado para a história. Era considerar que toda a gente que reside em Portugal tem os mesmos direitos. Há um país no mundo em que isso, pelo menos já acontece, que é na Nova Zelândia. E, portanto, se os imigrantes tivessem o direito do voto, seriam tratados de forma completamente diferente ", diz ao referir que, em vez disso, "são vítimas da desigualdade mais absurda da escravatura às vezes da violência da morte no Mediterrâneo. Em vez de irem socorrer, acham que é uma forma dissuasiva que eles morram no Mediterrâneo. Isso, evidentemente, é feito posto em prática por políticos democráticos, mas evidentemente que estão a abrir o caminho à extrema-direita que fará disso uma doutrina de poder." No capítulo que reserva a estes aspectos, o autor escreve que “o silêncio sobre a verdadeira natureza do colonialismo é um dos grandes fracassos da democracia portuguesa” e que “a Europa assumir que o colonialismo foi um crime contra a humanidade tornaria o seu discurso sobre a democracia muito mais legítimo.” "O 25 de Abril foi uma revolução extraordinária. Libertou os portugueses da ditadura e criou um sistema de liberdades públicas, de Estado de Direito. Isso deve ser sublinhado e eu sublinho no livro, porque é único no século XX, uma revolução que não foi só uma libertação, mas trouxe a liberdade. Podemos pensar, por exemplo, que a Revolução de Outubro libertou os russos do Czarismo, que era um regime terrível. Mas não construiu um regime de liberdade. Isso aconteceu em Portugal. Simplesmente, Portugal era ao mesmo tempo uma ditadura e um império. E quando se construiu a democracia, fez-se um trabalho mais ou menos profundo sobre o que era a ditadura, o que é que era o fascismo. Existem vários museus, o Museu do Aljube, um museu em Peniche, existe um trabalho de memória. Existem nos livros de História. Conta-se o 25 de Abril, todo esse passado ditatorial. As pessoas sabem que houve a tortura, que havia a PIDE, que as pessoas não tinham direito à palavra. Tudo isso faz parte da memória colectiva dos portugueses", constata Álvaro Vasconcelos. "O que não se fez nenhum trabalho. O que é que era o colonialismo? Não se explicou o que é que era a tortura em África, o que era o trabalho forçado. Qual era a origem que isso tinha na escravatura? Manteve-se um mito do lusotropicalismo, ou seja, que Portugal tinha contribuído para criar um mundo diferente, um mundo não racista, um mundo multiétnico. Até se dizia isso : ‘Deus criou os homens e os portugueses criaram as mulatas' escondendo que as mulatas nasciam muitas vezes de actos de violação absoluta, porque as mulheres negras não tinham direitos e, portanto, o senhor tinha um direito de pernada sobre a mulher negra. Isso acontecia frequentemente. Eu, aliás, entrevistei para um dos meus livros uma senhora africana que conta exactamente a história de uma mulher que, depois do 25 de Abril, andava à procura do homem branco, que tinha sido o pai dos seus filhos e que o homem branco tinha desaparecido. Tinha regressado a Portugal e que nunca mais soube dele. E as crianças queriam conhecer o pai. Mas isto é um caso de uma pessoa que se movimentou. A maior parte das vezes ficaram e são vítimas de toda a discriminação. Isso é o aspecto em que o 25 de Abril não fez esse trabalho", diz o politólogo. "Quando em Portugal surge um movimento de sociedade civil poderoso, hoje formado por intelectuais afro-descendentes que defendem o direito à igualdade, que tem voz no espaço público, quando nos lembramos, por exemplo, da Joacine Katar Moreira que foi deputada na Assembleia da República, a campanha racista contra ela. No Parlamento, a extrema-direita dizia ‘Volta para o teu país'. Estou a falar numa deputada, membro do Parlamento. Mas depois as intelectuais todas que são superactivas na sociedade portuguesa, que é aquilo que há hoje de mais vibrante na sociedade portuguesa, mais criativo. Publicam, fazem filmes como a Pocas Pascoal e outros. Ainda recentemente a Kitty Furtado organizou na Gulbenkian um ciclo sobre o cinema africano produzido em Portugal, com numerosos filmes, numerosos realizadores. Portanto, na Bienal de Veneza, há dois anos, a representação de Portugal foram artistas negros. Portanto, temos um movimento extraordinário. Esse movimento choca com esta mentalidade dominante. E então são acusados de serem ‘wokistas'. ‘Wokistas, quer dizer que são pessoas com consciência", sublinha o universitário. Relativamente às lições que se podem tirar do pós 25 de Abril, Álvaro Vasconcelos faz um balanço agridoce : apesar de considerar que “os seus objectivos essenciais foram atingidos: liberdade, fim do colonialismo e um estado inspirado nos modelos sociais europeus”, ele constara que “o que triunfou não foram os mecanismos que permitiriam compatibilizar a democracia liberal com o desejo de participação dos cidadãos (...) com o tempo, os partidos tornaram-se organizações fechadas (...) foram-se impondo como actores únicos do sistema politico”. "Portugal fez uma revolução que permitiu a existência de partidos políticos que não existiam antes. Mas a revolução, no momento em que ela aconteceu, despertou uma vontade de participação enorme na sociedade portuguesa. Todos os portugueses queriam participar na vida política pública. Eu próprio participei na criação de um jornal que era a voz do trabalhador e aquilo vendia-se como pãezinhos quentes. Quer dizer, toda a gente cria jornais. Toda a gente queria ler. Toda a gente fazia um pequeno comício. Enchiam-se de pessoas. Criaram-se cooperativas, associações de bairro, associações, moradores, associações agrícolas, movimentos cooperativos por todo o lado. Ao mesmo tempo, os partidos políticos foram-se consolidando como forças dominantes da sociedade portuguesa. E esses movimentos participativos foram vistos pelos partidos que acabaram por triunfar como movimentos que eram contrários à consolidação da democracia representativa liberal, como havia no resto da Europa. E foram desaparecendo. E o sistema político português ficou concentrado nos partidos políticos. Esses anos todos passaram e as pessoas hoje, como têm acesso às redes sociais, já têm outra forma de expressão, sem passar pelos partidos políticos. Exprimem-se nas redes sociais. Muitas vezes, o que dizem alguns? Nós não gostamos nada. Mas outras coisas dizem coisas correctas. Estes movimentos que eu referi, ecológicos, anti-racistas, de solidariedade social, também usam as redes sociais. Mas há muita gente que usa as redes sociais e que diz coisas horríveis. Mas não interessa, diz. Acha que tem direito à palavra. E acha que os partidos não dão direito à palavra. Então vão atrás de um demagogo que diz ‘Eu dou vos a palavra. Eles não vos dão a palavra'. Os partidos políticos são organizações fechadas. Em Portugal nunca se fez a regionalização, porque os partidos acharam que aquilo era fugir ao controlo central dos partidos de Lisboa. Era abrir o controlo da sociedade a nível regional. E tudo isso foi enfraquecendo a democracia portuguesa", comenta. “Foi nas redes sociais, espaço sem regras, que descobri que estávamos perante um brutalismo neofascista. O significado das palavras e a verdade deixaram de ser facilmente reconhecíveis. O algoritmo privilegia a violência verbal, exponencia o número de visões e partilhas. Acreditei – e escrevi –, depois das revoluções árabes de 2011, que as redes sociais tinham potencial de empoderamento dos cidadãos e poderiam ser um factor de emancipação democrática, mas hoje sou obrigado a constatar que não tive em conta a capacidade de manipulação, seja pelos algoritmos ou ainda mais pela IA, dos Estados e grupos que controlam as empresas da indústria do mundo virtual", escreve Álvaro Vasconcelos no capítulo que dedica ao regresso do que chama de 'brutalismo'. "A nível europeu, nós não podemos separar de um fenómeno mundial, que é aquilo que atravessa bastante o meu livro, que é a ideia do colapso do pensamento. E esse colapso do pensamento. O que significa que quando os homens deixam de pensar, diz Hannah Arendt, são capazes dos piores crimes. E esses homens são capazes dos piores crimes. E o homem banal, o homem comum que pode seguir um líder que vai destruir as suas liberdades e a liberdade dos outros. E isso pode se chamar ‘tecno-totalitarismo'. Porquê tecno-totalitarismo? Porque grande parte da economia mundial hoje está a ser dominada pelas grandes empresas tecnológicas. Estamos numa nova revolução tecnológica. E as grandes empresas tecnológicas que dominam a inteligência artificial, que dominam as redes sociais, como o Musk, é o exemplo mais claro, defendem aquilo que eu chamei de ‘tecno-totalitarismo'», explica o autor das "Memórias em tempo de amnésia". "Há uma politóloga francesa, Asma Mhalla que diz que ‘este século não vos proíbe de pensar. Ele ocupa-vos até que já não se saiba como fazer. Isto vem, como eu digo aqui no livro, do desenvolvimento da Inteligência artificial. O desenvolvimento da inteligência artificial cria um mundo onde os humanos deixam de pensar. A banalidade do mal passa a ser a norma. Isso acontece em muitos actos quotidianos. Quando recorremos à inteligência artificial para tomarmos decisões. Quando manipulados por algoritmos, ficamos de tal forma hipnotizados que somos levados a acreditar nos líderes populistas como Trump, como Bardella em França como em Portugal, o André Ventura, como Bolsonaro no Brasil", diz Álvaro Vasconcelos. "Há um aspecto deste ‘tecno-totalitarismo' que também nos deve inquietar, que é menos presente em França, mas está presente em muitos países, que é a relação dele com uma determinada corrente religiosa. Ele é religioso na sua essência, porque ao mesmo tempo, fala de Apocalipse, destruição do mundo pelo aquecimento global, pela guerra nuclear e está a propor uma solução tecnológica para estes problemas. Ora, isto é típico da crença religiosa. A ideia do Apocalipse, se pensarmos no apoio dos evangélicos americanos a Trump e em cenas em que Trump se reúne com os evangélicos e os evangélicos rezam na Casa Branca a volta do Trump ou quando o Bolsonaro tomou posse rodeado pelos evangélicos, a primeira coisa que fizeram, foi um ato religioso. (…) Vemos que o ‘tecno-totalitarismo' muitas vezes é também uma ‘tecno-teocracia'. E, portanto, esse problema, que é um problema mundial, que é da criação do mundo em que os homens deixam de pensar, a inteligência artificial substitui o pensamento humano. É um mundo em que o brutalismo, que é o tema do meu livro, se torna possível. É possível que o Trump decida destruir o Irão, que o Netanyahu faça o genocídio de Gaza e agora esteja a fazer no Líbano o que fez em Gaza, no sul do Líbano. É exactamente a mesma coisa. Vai destruir o sul do Líbano completamente", diz o especialista em relações internacionais. No capítulo em que aborda o que chama de dever de hospitalidade, Álvaro Vasconcelos considera que é neste aspecto que a Europa pode fazer a diferença "para superar o brutalismo contemporâneo, porque, por um lado, é uma das regiões do mundo onde as democracias ainda resistem ao assalto da extrema‑direita neofascista, e por outro porque a hospitalidade é a essência da sua sobrevivência". "Estamos a falar da União Europeia, a que se podem juntar alguns Estados, como a Noruega, como hoje o Brasil do Lula. Têm a mesma ambição de escapar ao brutalismo de Putin, Trump, Netanyahu, ao ‘tecno-totalitarismo' que domina a China. Verdadeiramente o único sítio do mundo em que ainda há um grupo de Estados que pode e quer resistir é na União Europeia, mas que tem estes aliados muito importantes que tem que procurar no Canadá, já procura no Brasil. Por isso, o acordo com o Mercosul é tão importante, apesar de a Argentina do Milei estar completamente na mesma linha de brutalismo. Mas o Brasil é um país importantíssimo. Na Ásia, o Japão, a Coreia do Sul. (…) Portanto, a Europa é a nossa esperança. Mas para que essa esperança não passe de uma utopia não realizada, para ser uma utopia realizada, é preciso que a Europa integre toda a sua vitalidade num projecto comum, (…) é preciso uma mudança radical de política. Ou seja, é preciso uma política que seja alternativa à política da extrema-direita. Claramente. E o que é que se deve fazer? Os imigrantes que são grande parte da população europeia ou originários na imigração devem ser cidadãos plenos, activos, integrados nas nossas sociedades, dando-lhes o voto. Aqueles que ainda não têm, damos-lhe a palavra, ouvindo-os e tornando as nossas democracias muito mais participativas", preconiza o autor. No seu livro, Álvaro Vasconcelos estabelece um elo directo entre o ‘tecno-totalitarismo', a negação dos direitos de boa parte da humanidade e a destruição do meio ambiente. "Um dos temas que eu acho que é muito importante é a questão do ambiente. Eu, aliás, começo o meu livro com uma citação do Camus que diz ‘A minha geração quis mudar o mundo. Não o mudou, mas pelo menos lutou para preservar o que de melhor tinha sido conquistado'. (…) O aquecimento global está a ser um problema gravíssimo que pode pôr em causa a vida na terra. E aí é lembrarmo-nos de Edgar Morin, um grande pensador. Eu cito Edgar Morin dez ou 15 vezes no meu livro. Ele diz que nós não estamos só perante um mundo que destrói a vida humana. Estamos num mundo em que a globalização foi extremamente destrutiva do ponto de vista económico e social. Criou também a consciência de um destino comum da humanidade a consciência de que estamos todos no mesmo barco. Ou seja, no barco da vida. Nós sabemos que a vida não é eterna. Mas enquanto estamos no barco da vida, não vamos cair no niilismo. Nem vamos cair na melancolia de esquerda. Isto é uma conclusão que alguém tirou do meu livro que eu sou contra a melancolia de esquerda. A melancolia de esquerda é nós pensarmos em tudo aquilo por que a gente lutou está a desaparecer e já não podemos fazer nada. Vai tudo acabar. Vai acabar a democracia, a liberdade. Vai voltar o racismo como política de Estado. Vai desaparecer a ordem internacional. Vai desaparecer o multilateralismo", diz o universitário. "Estamos perante uma guerra cultural. É um tema central, porque a guerra cultural é algo que acompanha a civilização europeia desde o Iluminismo e desde a Revolução Francesa. Houve sempre uma corrente que se opôs às conquistas de liberdade, igualdade, fraternidade da Revolução Francesa. Considerou sempre que a compaixão pelo outro não fazia nenhum sentido, que o homem era um animal fundamentalmente egoísta e violento E que tinha que ser treinado desde criancinha para a competição. E por isso, a cooperação não é uma questão fundamental da aprendizagem. As pessoas não aprendem a cooperar, aprendem a competir. Já vimos no sistema escolar como é terrível a competição. A infância nas grandes escolas. O que é que é difícil chegar lá acima. Portanto, formam-se elites que foram treinadas para a competição e não foram treinadas para a cooperação. E se nós não cooperarmos neste barco da vida, se não percebermos que o clima não tem fronteiras, que o aquecimento é global, que os calores do Norte de África chegam à Europa, que as transformações da Amazónia transformam as correntes do Atlântico e nos atingem também como europeus. Então não perceberemos que estamos todos no mesmo mundo. Mundo, terra, pátria, como diz o Edgar Morin. E que neste mundo, terra pátria, nós somos todos cidadãos, mesmo quando não somos considerados cidadãos", conclui Álvaro Vasconcelos.

Reportagem
Ser ou não ser português: acesso à cidadania para descendentes de judeus sefarditas chega ao fim

Reportagem

Play Episode Listen Later May 25, 2026 5:50


A nova Lei da Nacionalidade, que acaba de entrar em vigor em Portugal repleta de alterações, mudou o destino de milhares de pessoas, entre elas, os descendentes de judeus sefarditas, agora impedidos de obter a cidadania portuguesa. Desde 2015, quem comprovasse a descendência dos antigos judeus ibéricos perseguidos podia se naturalizar no país sem os habituais requisitos de residência e domínio da língua. Mais de 400 mil processos de nacionalidade pela via da descendência sefardita ainda aguardam resposta do governo português. Letícia Fonseca-Sourander, correspondente da RFI em Lisboa Há mais de 500 anos, Portugal expulsou milhares de judeus de seu território e obrigou os que ficaram a se converter ao catolicismo. Uma reparação histórica foi aprovada em 2015, mas as portas se fecharam agora com a nova Lei da Nacionalidade. Para a comunidade, o fim do regime especial de concessão da cidadania portuguesa pela ancestralidade sefardita inviabilizou bem mais do que um meio de adquirir a nacionalidade. A mudança impediu um retorno simbólico às raízes dos antepassados que viveram em Portugal antes da diáspora.  A antropóloga Marina Pignatelli, professora de antropologia da Universidade Técnica de Lisboa (ISCSP) e pesquisadora do CRIA, Centro em Rede de Investigação em Antropologia, diz que “muitos requerentes ao fazerem a busca genealógica encontraram essas raízes judaicas e se encantaram com elas. Eles acabaram por desenvolver uma ligação forte com Portugal, com as terras onde os antepassados tinham origem”. Pignatelli tem uma impressão ambivalente sobre as mudanças na lei. “Por um lado a lei foi justa, devia continuar aberta, porque se é uma reparação histórica não deveria ter um limite temporário. Mas por outro lado, a lei foi toda mal feita desde o início, e os quesitos de como as pessoas deviam fazer o processo foram bastante arbitrários”, esclarece.  “Então, isso permitiu que as comunidades judaicas em Portugal criassem critérios diferentes para as pessoas se habilitarem ao passaporte", aponta a antropóloga. "Essa duplicidade criou confusão, dúvidas sobre o processo e começaram a haver críticas em nível político ao governo português por estar 'vendendo' os passaportes. E isso nunca devia ter acontecido. Isso é um processo de reparação histórica que não devia ter a ver com política, nem com mercantilização”, conclui.  A advogada Ana Pacheco Araújo, especialista em imigração e direito internacional afirma que as pessoas que foram afetadas pela extinção desta via sefardita vão sofrer consequências em muitas décadas. “Nós vamos ter famílias inteiras em que metade é portuguesa, metade não é. Ou que o pai é, e o filho não é; que o filho é, e o pai não é. Então, é necessário também algum tipo de legislação para resolver estas questões mal resolvidas pela Assembleia da República”, pondera.  Pacheco Araújo chama a atenção para a forma abrupta da mudança do sistema. "Não se trata de término de direito por limitação da própria reparação ou que a reparação histórica já foi realizada. A limitação se dá pela ingerência estatal em não conseguir analisar os milhares de processos que estão sendo submetidos, em não criar regulamentação da lei, e com isso, a grande culpa foi jogada aos descendentes, e não na falta de estruturas mais rígidas de análise, o que é muito complicado porque o objetivo pelo qual a lei foi criada simplesmente foi esvaziado.”   Quando o presidente português, António José Seguro, promulgou a nova Lei da Nacionalidade, no início do mês, ele pediu que os processos pendentes não fossem afetados. Com a publicação da lei e suas alterações no Diário da República, o Instituto dos Registos e do Notariado (IRN), órgão do Ministério da Justiça de Portugal, confirmou que o que irá definir a aplicação ou não das novas regras é a data de submissão do pedido de cidadania na plataforma online do IRN. Há cerca de 700 mil processos em curso no IRN, sendo a maioria de brasileiros. Mais da metade dos pedidos de nacionalidade portuguesa pendentes são de descendentes de judeus sefarditas.  O empresário mineiro Sérgio Mendes conseguiu comprovar suas raízes judaicas ainda quando morava no Brasil. No ano passado, quando recebeu o título de residência, decidiu mudar para Portugal com a família; mas assim como milhares de pessoas, Sérgio está aguardando a cidadania portuguesa pela via sefardita. “No início, fiquei decepcionado com as mudanças da lei, mas mesmo assim vou continuar morando aqui em Portugal esperando o meu processo avançar”, conta. Jordania Benevides, presidente da Associação dos Descendentes de Judeus Sefarditas em Portugal, comenta que o fim da concessão da cidadania portuguesa provocou decepção na comunidade, que se mobiliza. "Nós protocolamos uma petição junto ao Parlamento e os descendentes não a estão assinando porque estão descrentes com a nova lei. Eles acreditam que não tem como retornar, e isso gera um sentimento de tristeza e uma grande decepção", relata.      Origem Os judeus sefarditas são descendentes das antigas e tradicionais comunidades judaicas da região de Sefarad, na Península Ibérica. A presença deste povo na Ibéria – nome dado à região pelos romanos em homenagem ao rio Iberus, o Ebro – é anterior à formação dos reinos ibéricos cristãos como Portugal, que foi criado no século XII.  A partir do final do século XV, essas comunidades judaicas começaram a ser perseguidas pela Inquisição espanhola e muitos de seus integrantes se refugiaram em Portugal. Na época, o rei D. Manuel I promulgou uma lei que garantia proteção dos judeus sefarditas. Porém, em 1496 o monarca determinou a expulsão de todos os que não se sujeitassem ao batismo católico. Foi quando muitas famílias hebraicas abandonaram o país e se estabeleceram em outras nações mais tolerantes, entre elas, o Brasil que acabava de ser colonizado. Com a conversão forçada, decretada por D. Manuel I, deixaram então de existir oficialmente judeus em Portugal. A denominação cristãos-novos escondia a origem judaica. Os judeus sefarditas de origem portuguesa e seus descendentes mantiveram não só a língua portuguesa mas também seus sobrenomes. Os sobrenomes dos judeus sefarditas mais frequentes no Brasil e que constavam nos arquivos da Inquisição são: Albuquerque, Almeira, Álvares, Azeredo, Barros, Bragança, Branco, Cardoso, Carneiro, Carvalho, Castelo Branco, Chaves, Coelho, Correia, Cruz, Cunha, Dantas, Espírito Santo, Ferreira, Fonseca, Henriques, Jesus, Leão, Lobo, Lopes, Macedo, Melo, Mendes, Menezes, Miranda, Monte, Moreno, Negro, Noronha, Oliveira, Pacheco, Paredes, Pereira, Pinheiro, Raposo, Rios, Rodrigues, Santarém, Santos, Serra, Silva, Silveira, Valle, Vasconcelos e Ximenes.

Dias Úteis
”Poetas”, de Sílvia M. Vasconcelos, lido pela autora (repost)

Dias Úteis

Play Episode Listen Later May 6, 2026 3:25


Episódio 620 de Dias Úteis, um podcast que lhe oferece um poema pela manhã, de segunda a sexta-feira. Por vezes também à tarde, nem sempre apenas poesia. Está para muito breve a edição de "Arestas", o novo livro de Sílvia M. Vasconcelos, pela On Y Va. Enquanto isso não acontece, desvendamos um pouco com com este magnífico "Poetas" na voz da autora. Pode receber todos os episódios subscrevendo de forma gratuita em todas as plataformas de podcast (Apple, Google, Spotify e muitas outras) e pode contar com conteúdo adicional seguindo as nossas páginas no Facebook, Instagram e YouTube. Se gosta dos nossos conteúdos, por favor avalie nestas plataformas e partilhe com os seus amigos. Apesar de gratuito, se nos quiser apoiar a melhorar este projecto pode fazê-lo em https://www.patreon.com/diasuteispodcast . Este podcast é uma produção da Associação de Ideias, tem música original de Marco Figueiredo e voz de introdução de José Carlos Tinoco. A concepção e edição são de Filipe Lopes.

Vale a pena com Mariana Alvim
T4 #45 Filipa Fonseca Silva

Vale a pena com Mariana Alvim

Play Episode Listen Later May 5, 2026 49:05


Quando se estreou na literatura, foi a primeira autora portuguesa a chegar ao Top 100 da Amazon. Desde então publicou mais de uma dezena de obras, algumas com adaptação ao cinema. Agora, quais os livros que marcaram esta convidada, que é também fundadora do Clube das Mulheres Escritoras?Os livros que escolheu:Alice no País das Maravilhas, Lewis Carroll;Puro, Nara Vidal;Os Meus Sentimentos, Dulce Maria Cardoso;Ensaio sobre a Cegueira, José Saramago.Outras referências:Alice Do Outro Lado do Espelho, Lewis Carroll;Saramago:Deste Mundo e do Outro (Crónicas);A Caverna.O Meu Pé de Laranja Lima, José Mauro de Vasconcelos;O Mel Sem Abelhas, Judite Canha Fernandes.Alguns dos livros que publicou:Os 30: Nada é como sonhámos;Admirável Mundo Verde;Napoleão, O Camaleão;O Elevador;E se Eu Morrer Amanhã?;A Mulher por Detrás da Parede.Recomendei:Terra Estreita, Mafalda Santos;O Deus das Moscas, William Golding;Maggie O'Farrell:Hamnet;Estou Viva, Estou Viva, Estou Viva.Ofereci:Minúscula, Marta Coelho;O Estranho Desaparecimento de Esme Lennox, Maggie O'Farrell.Os livros aqui:www.wook.pt

Dias Úteis
”Autoridade e liberdade são uma e a mesma coisa”, de Mário Cesariny de Vasconcelos, lido por Rosa Azevedo (repost)

Dias Úteis

Play Episode Listen Later May 1, 2026 2:02


Episódio 302 de Dias Úteis, um podcast que lhe oferece poesia pela manhã, de segunda a sexta-feira. Por vezes não apenas poesia, por vezes não apenas nos dias úteis... Em tempos em que palavras como liberdade e autoridade voltam aos escaparates, nós voltamos à poesia de Mário Cesariny de Vasconcelos, lido por Rosa Azevedo, livreira da Snob, em Lisboa. Ajude-nos a chegar cada vez a mais ouvintes. Este é um programa gratuito e sempre será. Subscreva na plataforma de podcast que preferir, classifique e faça comentário. Se gosta, não deixe de o partilhar com os seus amigos (o Dias Úteis também está no Facebook e Instagram). Tema musical original de Marco Figueiredo, com vozes de José Carlos Tinoco e Raquel Bulha. Design gráfico de Catarina Ribeiro. Concepção e edição de Filipe Lopes. Consultoria técnica de Rui Branco. Uma produção Associação de Ideias.

Eco Medios Entrevistas
Jorge Vasconcelos Economista Jefe de IREAL @eszewa

Eco Medios Entrevistas

Play Episode Listen Later Apr 28, 2026 34:52


Jorge Vasconcelos Economista Jefe de IREAL @eszewa

Experiência do Cliente
#254 - Marca pessoal - com Professora Aline Vasconcelos 

Experiência do Cliente

Play Episode Listen Later Apr 15, 2026 5:52


Marca pessoal - com Professora Aline Vasconcelos O Prof. Dr. Fernando Coelho esteve no Maranhão Gestão e conversou com diversos especialistas, professores de negócios e empresários. Confira mais um bate papo e um tema incrível. 

Invisible College
#410 - Qual a forma correta de interpretar e aplicar os milagres bíblicos? - c/ Ronaldo Vasconcelos

Invisible College

Play Episode Listen Later Apr 8, 2026 11:05


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Invisible College
#409 - Quais os novos desafios para a interpretação bíblica? - c/ Ronaldo Vasconcelos

Invisible College

Play Episode Listen Later Apr 7, 2026 5:36


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Invisible College
#408 - Como os autores do Novo Testamento interpretavam o Antigo Testamento? - c/ Ronaldo Vasconcelos

Invisible College

Play Episode Listen Later Apr 6, 2026 10:17


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Noticentro
Viernes Santo en Iztapalapa cerro con saldo blanco

Noticentro

Play Episode Listen Later Apr 4, 2026 1:41 Transcription Available


Ley Seca se mantiene en algunas alcaldías de la CDMX Biblioteca Vasconcelos reanudará servicio tras cierre vacacionalCapirotada, tradición de Semana Santa con significado religiosoMás información en nuestro podcast#grc

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas
Teolinda Gersão (parte 2): “Ainda não aprendemos que não pode ser a força bruta, do dinheiro ou das armas a reger o mundo. Eticamente não avançámos nada”

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas

Play Episode Listen Later Apr 4, 2026 65:06


Ouça aqui a segunda parte da conversa com a escritora Teolinda Gersão, que revela o seu processo de escrita, a começar por uma fase indomável, danada, onde vai tudo parar ao papel, e ao ecrã do computador, vindo do inconsciente, sem nenhum filtro. A autora assume que está agora nesse lugar, na escrita do novo romance, o momento da sua literatura mais libertador e prazeroso. O que se segue é muito trabalho e dor até sentir ter escrito o que queria, o melhor que podia. Teolinda reflete ainda sobre os “loucos” que governam o mundo, o que o passado ensina, e o que espera do futuro. Teolinda Gersão recorda ainda a carta manuscrita e desenhada que um dia recebeu da pintora Paula Rêgo, depois de ter ficado maravilhada com a sua escrita e com um conto em particular sobre uma velha. E depois partilha algumas das músicas que a acompanham, lê um excerto de um dos seus contos, e outro de um livro de poesia do escritor e jornalista José Carlos de Vasconcelos e partilha uma sugestão cultural. Boas escutas! Músicas "Sonata Appassionata", por Alfred Brende, de Beethoven "Goldberg Variations", por Glenn Gould, de Bach "Partita nº2" por Martha Argerich, de Bach “Le métèque”, de George Moustaki Série A série da Netflix “O Museu da Inocência” , baseada no romance de 2008, muito biográfico, de Orhan Pamuk, com o mesmo nome. Livros "Autobiografia não escrita de Martha Freud", de Teolinda Gersão "Atrás da Porta e Outras Histórias", de Teolinda Gersão "Os Setes Sentidos e Outros Lugares", de José Carlos de VasconcelosSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Invisible College
#407 - Quais as contribuições positivas da filosofia contemporânea para interpretação bíblica? - c/ Ronaldo Vasconcelos

Invisible College

Play Episode Listen Later Apr 4, 2026 7:15


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Invisible College
#406 - Porque a analogia das escrituras deve ter prioridade sobre a analogia da fé? c/ Ronaldo Vasconcelos

Invisible College

Play Episode Listen Later Apr 3, 2026 6:07


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Invisible College
#404 - Como inserir a hermenêutica na devocional dos meus filhos? - c/ Ronaldo Vasconcelos

Invisible College

Play Episode Listen Later Apr 1, 2026 6:19


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Invisible College
#403 - Como contribuir com uma má interpretação feita na comunidade local? - c/ Ronaldo Vasconcelos

Invisible College

Play Episode Listen Later Mar 31, 2026 7:50


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Invisible College
#402 - Até que ponto é aceitável errar em uma interpretação bíblica? - c/ Ronaldo Vasconcelos

Invisible College

Play Episode Listen Later Mar 30, 2026 12:59


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A Vida Breve
José Carlos Vasconcelos - Teatro Garrett

A Vida Breve

Play Episode Listen Later Mar 27, 2026 6:20


Em cada dia, Luís Caetano propõe um poema na voz de quem o escreveu.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Invisible College
#396 - A bíblica é unívoca? A linguagem de seus autores é equívoca? - c/ Ronaldo Vasconcelos

Invisible College

Play Episode Listen Later Mar 23, 2026 8:30


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F You Money! em Português
#196 DTV#184 c/ Tiago Vasconcelos

F You Money! em Português

Play Episode Listen Later Mar 21, 2026 115:13


#Bitcoin #DTV #DontTrustVerifyO podcast focado em Bitcoin falado em língua portuguesa. Neste episódio temos um convidado muito especial, Tiago Vasconcelos.Maxfy (Compre sats sem KYC)https://maxfy.app/Medusa Wallet (Obtenha a sua carteira lightning)https://medusa.bzLotoMaxi (Apostas no preço da Bitcoin)https://lotomaxi.maximacitadel.org/APOIA O NOSSO PODCASTdtv@medusa.bz (Lightning Address)bc1qwfq446hu4vs7lw79guqqq2kzxv0ls90a6jylpu (Bitcoin Layer1)LINKSWebsite: https://fyoumoneypod.com/Rumble: https://rumble.com/FYouMoneyPTFountain: https://fountain.fm/show/K8Y5JQruNp7cAjpUuDi3Spotify: https://open.spotify.com/show/7atJjju3NGCtONJTZez2zzApple Podcasts: https://podcasts.apple.com/us/podcast/f-you-money-em-portugues/id1606626713Google Podcasts: https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy83ZjM2MGM5OC9wb2RjYXN0L3JzcwTelegram group (English): https://t.me/FYouMoneyTelegram group (português): https://t.me/FYouMoneyPTTwitter: @_Hugo_Ramos_ | @FYouMoneyPodInstagram: ssurfer_tugaFacebook group: https://www.facebook.com/groups/bitcoinfyoumoneyLINKS DO CONVIDADOhttps://x.com/talvasconceloshttps://primal.net/p/nprofile1qqsg76dvnxuk7lz26k9e3npclewntnszmth6ulgkp8re0n3mf7f0tlgzta4w5*O conteúdo deste canal não é informação financeira! Todos os nossos conteúdos são apenas para entretenimento.

Convidado
"Decapitar o regime" não vai acabar com o sistema autoritário no Irão

Convidado

Play Episode Listen Later Mar 18, 2026 10:53


Só nas últimas 24 horas, mais duas figuras importantes do regime dos ayatollahs foram abatidas pelos ataques norte-americanos e israelitas. No entanto, as mortes destas figuras, entretanto já substituídas na cúpula do poder em Teerão, não significam o fim do regime e tornam cada vez mais difícil que as figuras moderadas e a oposição se exprimam no Irão. O conflito no Médio Oriente continua a sua escalada de violência, com Teerão a confirmar a morte de Ali Larijani, chefe da segurança do país, e também, nas últimas horas, de Esmail Khatib, ministro dos Serviços Secretos iranianos. Estas mortes não parecem abalar a determinação do regime no Irão, que continuam a enviar drones contra os países da região. "A estratégia americana e israelita é decapitar o regime pensando que matando quadros superiores do regime e líderes fazem cair o regime ayatollahs. Ora, nada disso parece estar a acontecer, não é? Morrem uns, são substituídos por outros. Há muitos quadros do regime e nunca se viu na História, pelo menos que eu me lembre, que a morte de um dirigente num regime autoritário ditatorial signifique necessariamente o fim desse regime. Isto não tem precedentes históricos", explicou Álvaro Vasconcelos, antigo director do Instituto de Estudos de Segurança da União Europeia. Para este especialista em Relações Internacionais, as acções dos Estados Unidos e de Israel no Irão estão a fazer com sectores mais moderados no país sejam "completamente marginalizados e substituídos por sectores muito mais duros, muito mais violentos e muito mais repressivos". Quanto à oposição que restava no país e que nos últimos anos se tinha vindo a organizar, face ao corte da internet e aos bombardeamentos constantes, também não se consegue manifestar. "Temos que pensar que a oposição iraniana, que é forte, que mostrou em manifestações significativas o seu poder, a sua influência, a sua capacidade de mobilização, usando as redes sociais, redes sociais que agora estão todas cortadas, não é nesta situação de guerra que essa oposição vai para a rua, sabendo que o aparelho repressivo iraniano, nomeadamente os Guardas da Revolução e não só, continuam intactos e que seriam dizimados de uma forma ainda mais terrível do que foram no passado. Portanto, não é sobre as bombas que vai surgir uma oposição forte no Irão que irá, no fundo, pôr em causa o regime dos ayatollahs", avisou Álvaro Vasconcelos. A partir da Sala Oval, na Casa Branca, Donald Trump continua a lamentar a falta de apoio dos europeus à abertura do Estreito de Ormuz, tendo dito que se trata de um “erro ridículo” por parte dos países da NATO. O Presidente norte-americano não quer dar o braço a torcer, adicionando que os Estados Unidos também não precisam de ajuda para nada, mas esta guerra está já a causar fissuras internas na sua administração, com Joe Kent, director do Centro Nacional de Contraterrorismo norte-americano, a demitir-se, afirmando não poder apoiar a guerra no Irão. Para Kent, não havia qualquer ameaça directa do Irão aos Estados Unidos e esta foi uma guerra que começou devido à influência de Israel sobre Donald Trump. "Este isolamento internacional para Trump, na sua visão do mundo, não é verdadeiramente um problema. Porque Trump vive na ideia de destruir a ordem internacional, de achar que o poder americano é tal e o seu poder pessoal é tal que nada o poderá limitar, nem o facto de se isolar dos seus aliados europeus, que aliás, não deu qualquer importância nem os informou de que ia começar uma guerra, nem de ter contra si a opinião pública mundial. Aliás, é uma estratégia semelhante a Netanyahu. O isolamento de Israel depois da Guerra de Gaza é praticamente total. Esse isolamento internacional que nós constatamos para Trump, verdadeiramente, na sua visão brutal de poder absoluto que ele crê que pode ter e crê que tem, com um ego que ultrapassa muito de longe o poder que tem realmente, não é para Trump, verdadeiramente um problema. É um problema para os Estados Unidos, é um problema para a ordem internacional e um problema para a paz e a prazo, um problema para Trump. Mas de imediato, é um poder grotesco, como dizia Foucault. É um poder brutal que não mede as consequências dos seus actos", concluiu.

A Música do Dia
Há dez anos, em 9 de março de 2016, morreu Naná Vasconcelos

A Música do Dia

Play Episode Listen Later Mar 9, 2026


Folha no Ar 1 – Entrevista o Infectologista Nélio Artiles
Folha no Ar - Maurício Vasconcelos Organizador do 3º Festival Gastronômico de Verão#2351

Folha no Ar 1 – Entrevista o Infectologista Nélio Artiles

Play Episode Listen Later Feb 25, 2026 86:05


Balanço do 3º Festival Gastronômico de Verão Situação dos restaurantes em Campos

Igreja Presbiteriana das Graças
Papo de Graça - A Historia da Minha Vida Episódio 09 - Danielle Vasconcelos

Igreja Presbiteriana das Graças

Play Episode Listen Later Feb 25, 2026 56:47


Papo de Graça - A Historia da Minha Vida - Episódio 09

90 Segundos de Ciencia
Marta Vasconcelos

90 Segundos de Ciencia

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 2:07


Na Universidade Católica Portuguesa, um grupo de investigadores está a recuperar algumas culturas esquecidas do Mediterrâneo mais resilientes à seca e calor.

La Opinión Hoy
Sheinbaum rechaza invitación para participar en la Junta de Paz por Gaza.

La Opinión Hoy

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 4:26


La mandataria mexicana dijo que México participará en esta junta sólo como observador y su representante será el embajador ante la ONU, Héctor Vasconcelos.

La Opinión Hoy
Sheinbaum rechaza invitación para participar en la Junta de Paz por Gaza.

La Opinión Hoy

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 4:26


La mandataria mexicana dijo que México participará en esta junta sólo como observador y su representante será el embajador ante la ONU, Héctor Vasconcelos.

Radio Albacete
'Mi planta de naranja lima' y 'Han cantado bingo' protagonizan nuestra 'Biblioteca'

Radio Albacete

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 14:17


El bibliotecario de Cenizate, Jorge Tomás García, nos ha hablado de la novela de José Mauro de Vasconcelos y la de Lana Corujo, en la sección de libros de Radio Albacete

Podcast Nordestino
POETA SAMUEL VASCONCELOS #363

Podcast Nordestino

Play Episode Listen Later Feb 8, 2026 95:29


Nosso convidado 363 é o Poeta e Engenheiro Agrônomo Samuel Vasconcelos, tendo contato com a Poesia desde a infância através de seu Pai Samuel nutre uma paixão e um entusiasmo gigantes pelo mundo Poético e pelo dom da palavra tendo até iniciado na cantoria de Viola, vamos conhecer sua História de vida , de trabalho e muito mais no episódio de hoje.Apoie nosso Projeto com qualquer valor na chave pix: contato@podcastnordestino.com.br Entre em contato para ser nosso patrocinador e adquirir nossos produtos: wa.me/5583996025102nossas Redes Sociais:TIK TOK PODCAST NORDESTINO: https://www.tiktok.com/@podcastnordestinoTIK TOK ARTHURVILAROFICIAL: https://www.tiktok.com/@arthurvilaroficialINSTAGRAM PODCAST NORDESTINO: https://www.instagram.com/podcastnordestinoINSTAGRAM ARTHUR VILAR: https://www.instagram.com/arthurvilaroficialCANAL PODCAST NORDESTINO: https://www.youtube.com/podcastnordestinoKWAI PODCAST NORDESTINO: https://www.kwai.com/@podcastnordestinoFACEBOOK PODCAST NORDESTINO CORTES: https://www.facebook.com/profile.php?id=61569648512700FACEBOOK PODCAST NORDESTINO OFICIAL: https://www.facebook.com/podcastnordestinooficialSPOTIFY: https://creators.spotify.com/pod/profile/podcastnordestino/#nordeste #podcast #nordestinos

Kiwicast - O Podcast da Kiwify
Como Eles se Tornaram Referência em Soluções Tecnológicas para Afiliados | Carlos Lourenço, Fábio Vasconcelos & Thiago Tedeschi - Kiwicast #601

Kiwicast - O Podcast da Kiwify

Play Episode Listen Later Jan 6, 2026 53:50


Carlos Lourenço, Fábio Vasconcelos e Thiago Tedeschi começaram no digital quando o mercado ainda estava nascendo no Brasil. Após mais de 17 anos de experiência no digital, ciclosde crescimento, recomeços e viradas estratégicas, eles criaram a NODZ, hoje a maior referência em ferramentas para afiliados no país. Neste episódio do Kiwicast, os três contam como transformaram seus conhecimentos práticos de funil, tráfego, copy em um SaaS com modelo de assinatura, criado para encurtar caminhos, automatizar processos e eliminar barreiras que ainda travam afiliados de venderem.Nesse episódio você vai aprender sobre: - Como desenvolver uma mentalidade de consistência e persistência para o seu negócio.- Como transformar conhecimentos e dores do cliente emtecnologia que gera resultado.-Como construir um negócio de SaaS que atravessa ciclos e continua crescendo.- Como fortalecer o alinhamento entre sócios a partir de uma visão estratégica comumE muito mais!Aprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify

SantoFlow Podcast
FATOS E CONTEXTO: A INTERVENÇÃO NOS ARAUTOS DO EVANGELHO | IR. JULIANE E PE. ALEX | SANTOFLOW #377

SantoFlow Podcast

Play Episode Listen Later Nov 30, 2025 145:14


O SantoFlow recebe o Pe. Alex Brito e a Ir. Juliane de Vasconcelos para uma conversa profunda sobre os Arautos do Evangelho, sua missão e o processo de intervenção iniciado em 2017. Reconhecida por São João Paulo II, a instituição sempre se destacou pela evangelização através da arte, da música e da vida comunitária, mas nos últimos anos enfrentou questionamentos, silêncio institucional e impactos diretos sobre membros, jovens e formandos.A Ir. Juliane, que participou da elaboração do livro “O Comissariado dos Arautos do Evangelho”, apresenta os bastidores da obra, os documentos reunidos e o contexto que motivou sua publicação — um material que busca esclarecer fatos, preencher lacunas e dar voz a quem viveu de perto esse período. Ao lado dela, o Pe. Alex oferece uma leitura pastoral e serena sobre os acontecimentos, ajudando a compreender o que tudo isso significa para a vida da Igreja hoje.Neste episódio ao vivo, os convidados revisitam os fatos, compartilham perspectivas e explicam por que o tema voltou ao centro das atenções, aprofundando-se nas consequências, nos desafios e no compromisso com a verdade que permeia todo o processo. Uma conversa necessária para quem deseja entender esse capítulo recente da história eclesial.-----------------------------------------------------------------------------------------------------Clique no link e entre para o Aprofundamento Armas Espirituais agora:https://pay.kiwify.com.br/fDNO5I0Abra já sua livraria católica, entre em contato pelo link:https://w.app/vbbktxAumente o Dízimo da sua paróquia - DIZIFYhttps://dizify.com.br/?utm_source=san...Viaje com a S2 Viagens:https://s2viagens.com/contato/Agenda Católica:https://agendacatolica.com/Liturgia Diária da Paulus: A PAULUS acredita que bons conteúdos transformam, ajudam as pessoas a revelarem aquilo que têm de melhor. Aproveite essa oferta exclusiva: https://bit.ly/3WnFGvuHallow: O Aplicativo de Oração Nº 1 do MundoReze todos os dias com o Hallow, o aplicativo de oração número um do mundo. Experimente 90 dias grátis através deste link especial: https://www.hallow.com/santoflowArtesanato Costa:O ateliê mais tradicional de arte sacra do Brasil oferece estatuetas católicas de altíssima qualidade. Compre sua estátua e adicione um toque de fé à sua casa. Use o cupom "GUTO10" para descontos exclusivos: https://www.loja.artesanatocosta.com.brCamisetas Sabatini: Moda e DevoçãoInspire-se com as camisetas católicas de alta qualidade da Camisetas Sabatini, que unem estilo e fé. Visite a loja online: https://www.camisetassabatini.com.br WhatsApp: (44) 99844-8545ACN Brasil: Apoie os cristãos que mais precisam ao redor do mundoA Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre tem por missão sustentar a presença da Igreja em locais de extrema necessidade ou perseguição. É uma ponte de amor que liga quem pode ajudar àqueles mais necessitados. Com sua ajuda, muitos conseguem manter viva a fé diante dessas realidades. Doe agora e faça a diferença!✅ Doe Agora: https://bit.ly/3odbeCi✅ Doe via PIX: caridade@acn.org.br

O Antagonista
Advogado se empolga e conta saga de ‘O Senhor dos Anéis' aos ministros do STF | Cortes OA!

O Antagonista

Play Episode Listen Later Nov 13, 2025 3:27


O advogado Igor Vasconcelos recorreu à obra clássica de J.R.R. Tolkien, especificamente ao livro 'O Senhor dos Anéis: As Duas Torres', para defender seu cliente, Sérgio Ricardo Cavalieri, no julgamento da trama golpista.A analogia narra a cena em que os Hobbits, após escaparem, encontram o ente Barbávore.Ao descrever uma montanha como "morro", Barbávore conclui que a palavra é "apressada demais" para descrever o tamanho e a história da montanha.Em O Antagonista, você encontra um jornalismo de investigação, com análises precisas e opiniões sem concessões. Acompanhamos de perto os bastidores da política, da economia e as principais notícias  do Brasil e do Mundo.    Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista     Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp.    Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.        https://whatsapp.com/channel/0029Va2S...       Ouça O Antagonista | Crusoé quando quiser nos principais aplicativos de podcast.      Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br 

Cuando los elefantes sueñan con la música
Cuando los elefantes sueñan con la música - El disco olvidado de Joyce Moreno - 04/11/25

Cuando los elefantes sueñan con la música

Play Episode Listen Later Nov 4, 2025 58:36


Durante 45 años permanecieron inéditas las grabaciones que Claus Ogerman produjo y orquestó en Nueva York para un disco de Joyce Moreno con Mauricio Maestro: hasta 2022 no se publicó 'Natureza', grabado con músicos como los brasileños Naná Vasconcelos y Tutty Moreno y los estadounidenses Joe Farrell, Mike Mainieri o Michael Brecker, y canciones como 'Moreno', 'Descompassadamente', 'Mistérios' o 'Feminina'. El pianista Brad Mehldau toca canciones de Elliott Smith ('Better be quiet now', 'Everything means nothing to me' o la que da título al disco) en 'Ride into the sun'. Un adelanto del disco brasileño de la cantante francesa Camille Bertault con 'Folhas secas'. Abren el clarinetista Gabriele Mirabassi y el acordeonista Simone Zanchini con 'Um tom para Jobim' de Sivuca y cierra el quinteto Beyond Brazilian Stories con 'Casa forte' de Edu Lobo. Escuchar audio

Morning Show
Possível guerra comercial entre EUA e China

Morning Show

Play Episode Listen Later Oct 21, 2025 119:06


Confira no Morning Show desta terça-feira (21): O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a intensificar as tensões comerciais com a China, anunciando a possibilidade de aplicar tarifas de 155% a partir de 1º de novembro caso não haja acordo entre os países. Além disso, Trump indicou que os EUA poderiam comprar carne bovina da Argentina como estratégia para reduzir os preços para consumidores americanos, buscando alternativas de abastecimento e controle da inflação interna. A Polícia Civil de São Paulo deflagrou nesta terça-feira (21) uma grande operação contra integrantes do PCC que atuam como “auditores” da facção, responsáveis por mais de 80 pontos de tráfico na região. Até o momento, 16 pessoas foram presas, e as autoridades buscam cumprir 38 mandados de prisão preventiva e 110 de busca e apreensão em cidades como São Paulo, Suzano, Itaquaquecetuba, Guarulhos, Ferraz de Vasconcelos e Mogi das Cruzes. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nomeou o deputado federal Guilherme Boulos (PSOL) como ministro da Secretaria-Geral da Presidência, decisão que provocou impactos internos no PSOL. O convite veio acompanhado do pedido para que Boulos não dispute cargos em 2026, o que leva a legenda a repensar suas estratégias eleitorais em São Paulo e analisar possíveis novos candidatos para a próxima eleição. O ex-presidente da França, Nicolas Sarkozy, foi preso nesta terça-feira (21) em Paris e encaminhado a um presídio, onde começará a cumprir sua sentença de cinco anos. Ele foi condenado por conspiração criminosa por seu papel em um esquema de financiamento ilegal de sua campanha, com recursos provenientes da Líbia em troca de favores diplomáticos. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.

Fuera de la Caja con Macario Schettino
17OCT25 - Alejandro Rosas: Periódicos Enchinchando Políticos, Vasconcelos Llora a su Madre, Grafitis Contra Cortés y los Mártires de Uruapan

Fuera de la Caja con Macario Schettino

Play Episode Listen Later Oct 17, 2025 28:05


Hubo una época en la que los políticos sí aguantaban carrilla de los periodistas, no como los llorones de ahora. Hoy les hablo de algunos periódicos en tiempos del PNR y de cuando Vasconcelos se fue a Piedras Negras a llorar a su fallecida madre. ¿Y saben cuáles fueron los primeros grafitis en México? No lo van a creer. Además, la historia de los mártires de Ururapan, porque jamás la historia se atrevió a tanto. Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See https://pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.

El Banquete Del Dr. Zagal
Louis Braille, Biblioteca Vasconcelos, lenguaje de señas mexicano en los Entremeses del Banquete del Dr. Zagal 04 octubre 2025.

El Banquete Del Dr. Zagal

Play Episode Listen Later Oct 6, 2025 53:21


¿Sabes que es el sistema braille? ¿Quien lo perfeccionó? ¿Conoces la Biblioteca Vasconcelos? ¿Cuando se fundó? En este capítulo hablamos de: Louis Braille, Celdas de seis puntos, Acervos, Lenguaje se señas mexicano, Jaqueline Mendoza, Servicios bibliotecarios Vasconcelos, Aline Escoto, actividades culturales Vasconcelos, Semana del Barroco en la Universidad Panamericana, Y más en los entremeses del Banquete del Dr. Zagal.See omnystudio.com/listener for privacy information.

JORNAL DA RECORD
16/09/2025 | 3ª Edição: Polícia de São Paulo identifica dois suspeitos de participação em morte de ex-delegado

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Sep 16, 2025 3:57


Confira nesta edição do JR 24 Horas: Cinco homens foram presos em São Paulo e na região metropolitana. Eles são investigados pelo sequestro de um comerciante no fim de 2023. As prisões foram feitas durante uma operação da 3ª Delegacia Antissequestro. Os suspeitos foram localizados nas cidades de São Paulo, Ferraz de Vasconcelos e Praia Grande. Um dos cinco presos era um ex-funcionário do comerciante sequestrado. E ainda: Polícia prende hacker suspeito de invadir sistema do TJRS; ele também divulgou dados do Felca.

JORNAL DA RECORD
15/09/2025 | 2ª Edição: Polícia prende suspeitos de terem sequestrado comerciante e o mantido em cativeiro em 2023, em SP

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Sep 15, 2025 3:52


Confira nesta edição do JR 24 Horas: Cinco homens foram presos em São Paulo e na região metropolitana. Eles são investigados pelo sequestro de um comerciante no fim de 2023. As prisões foram feitas durante uma operação da 3ª Delegacia Antissequestro. Os suspeitos foram localizados nas cidades de São Paulo, Ferraz de Vasconcelos e Praia Grande. Um dos cinco presos era um ex-funcionário do comerciante sequestrado. E ainda: Polícia mata dois e prende quatro suspeitos em operação em Duque de Caxias, no Rio.

Noticentro
Reabre la Biblioteca Vasconcelos tras acuerdo laboral

Noticentro

Play Episode Listen Later Sep 13, 2025 1:13


Estudiantes de la UNAM apoyan a víctimas de La Concordia CDMX presentará nueva regulación para transporte de gas LPPolonia alerta por incursión de drones rusosMás información en nuestro podcast

Life in Private Staffing
S6 E6 - Daniela Vasconcelos: Inside Miami's World of Estate Management

Life in Private Staffing

Play Episode Listen Later Sep 12, 2025 51:56


In this episode of Life in Private Staffing, I sit down with Daniela Vasconcelos, a Brazilian-born estate manager and personal assistant who has spent over a decade building her career in Miami's ultra-competitive private staffing market.From launching her own cleaning business to overseeing 30+ luxury properties, and later managing the lifestyle of a single UHNW principal, Daniela's journey is nothing short of inspiring. Together, we explore:✨ Her transition from recruitment into private staffing – and what her HR background taught her about leadership✨ The reality of Miami's luxury market and why personality fit is more important than skills alone✨ How to balance resilience, discretion and heart when managing UHNW households✨ The challenges of returning to work after a career break – and why candidates deserve respect in the recruitment process✨ Some of the quirkiest client requests she's ever received (including sourcing a lion

Noticentro
Sheinbaum presume avances contra desigualdad

Noticentro

Play Episode Listen Later Sep 12, 2025 1:21


INBAL reabre museos, pero Vasconcelos sigue cerrada  Azcapotzalco invita a celebrar el Grito  Tragedia en Congo: 86 muertos en naufragio  Más información en nuestro podcast

Conversas à quinta - Observador
A Vida em Revolução. “A vida era um festim”. O amor na revolução entre Julião Sarmento e Helena Vasconcelos

Conversas à quinta - Observador

Play Episode Listen Later Sep 1, 2025 64:38


Primeiro date proposto pelo artista Julião Sarmento à ex-assistente de bordo da TAP Helena Vasconcelos, em 1974: irem a uma orgia em Cascais — em que acabaram por ficar vestidos a um canto. Uma viagem de impulso a Marrocos para irem comprar haxixe. O acordo para terem uma relação aberta. A falta de preocupação com o dinheiro. O emprego na Secretaria de Estado da Cultura com Eduardo Prado Coelho. A vida boémia com outros artistas. As primeiras exposições. E ainda as mudanças na aviação e os traumas da ponte aérea para Luanda.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Win Win Podcast
Episode 131: Leading Reps Through Change in a Fast-Moving Organization

Win Win Podcast

Play Episode Listen Later Aug 28, 2025


According to a report from Fortune, more than 70% of the 40,000 mergers and acquisitions they studied fell short of expectations. So, how can you guide your sales teams navigate transformations and come out stronger on the other side of change? Riley Rogers: Hi, and welcome to the Win-Win podcast. I’m your host, Riley Rogers. Join us as we dive into changing trends in the workplace and how to navigate them successfully. Here to discuss this topic is Sérgio Vasconcelos, director of revenue enablement at Feedzai. Thank you so much for joining us. We’re super excited to have you. As we’re getting started, I’d love if you could just tell us a little bit about yourself, your background, and your role.  Sérgio Vasconcelos: Thank you. Thank you. And thank you for the invite. So Sergio, based out of Lisbon, Portugal as probably with all of the enablement leaders in board, we actually just stumbled up on the position. So got my degree in computer science. I’ve been doing multiple roles from software engineering to project management till. Roughly eight, nine years ago, I started to get introduced to the solution consultant world. So supporting sales during the sales cycle with that technical knowledge and that advisory. And that has been the go-to for the probably for certain 10 years afterwards, there was a, uh, a stumble at feeds eye, you know, where I was able to, to gather that knowledge. The solution consultant and that experience of talking to the clients and I was actually invited to join recently created enablement role initially at Product ’cause the company was growing quite significantly and that organic growth was very much. Creating some challenges to what concerns the common understanding of the products and the services that we were doing, and that we had to go to market, that we had to sell, and then we had to activate and support to our clients. But then that evolution actually went really positive, and then the opportunity came for me to reach revenue, uh, on that same enablement function. That’s what I’ve been doing for the last, uh, three years, if I’m not mistaken. RR: Amazing. Well, I think it’s definitely a common story that stumbled down the rabbit hole of enablement from a different discipline, and you look back and go, how did I get here? But I’m so happy. I am, and we’re so happy you are too, because we have a lot of interesting topics to cover with you today. I’d like to kick off the conversation by asking about today. So in your role at Feedzai. What key initiatives are you focused on this year? And then in addition to that, how does your enablement tech stack support you in driving those initiatives?  SV: First, in order for me to be able to, to share what is the focus of this year at Feedzai a little bit initially on what is enablement from my perspective. So enablement at the end of the day and the baseline, the core tenet is to address change. Experience simply whether it is in people, whether it is in product and services, whether it is, uh, market shift or market expansions, or whether it is actually in changing the ways of working. So enablement is actually the, the catalyst to promote that change. With that being said, the focus of this year for me and the team is actually three core themes that we have. The first is to raise the bar, whether it is from a soft. Hard skills perspective, but also to reinforce sales best practices. That has always been at the top of our agendas. We always need to be at the top of our game, whether it is with the knowledge of our products and our solutions, whether it is on the way that we interact, to have always a customer first mindset, the value first approach, and also to, of course, you know, to operationally speaking, to be as efficient as possible. The second one is how do we enable. Our sellers and you know, and our teams for success. That is basically the premise of how do we ensure that when a new Feedzaion comes in, they are equipped to succeed? Whether it is the first moment that we join the company with a solid onboarding program, not training, because I think that it is a wider aspect, or whether it is after the onboarding. How would they succeed on an ongoing support and that not only on the sales side of the house, but also to all departments that create the revenue function, whether it is customer success managers, whether it is inside sales team solution consultants. Others. The last, but not the least, is actually the one. And because I’m an engineer, you can’t improve what you don’t measure. Right? So that’s one of the quotes I have from Peter Drucker. I’m a fan of that because we need to measure. You think that in the world that we live in, we need to. Really to focus on continuous improvement. So those small steps so that when we can do them consistently, then we can get better outcomes. And I think that that is, has always been at the top of our agenda. How do we ensure that we measure progress? And if we don’t, how do we actually identify it ahead of time so that we can adjust and adapt according? RR: Absolutely. I think that introductory perspective of enablement as a change manager really sets the stage well for a lot of what we’re gonna talk about today. Starting with, I know in the past you’ve switched off of a previous enablement platform and made the decision to embrace change and move to Highspot, so I’d love to talk a little bit about what motivated you to make that evaluation, make the change, and then what advice would you give to someone who’s looking to do the same? SV: Yes, absolutely. So that was well investigated by the way. So there’s also a premise on the enablement, and I think that this is actually true for the overwhelming majority of the enablement teams in the business, which is we’re not big teams, right? So if we are agents of change, if you are here to actually to accommodate and to address change, we need to do that both effectively. And efficiently. And, uh, because of that, we have some, you know, simple requirements of an enablement platform that we need to consider. It needs to be extremely easy to operate. Extremely easy to use and reportable. In conjunction to that, it needs to act both as a content management system as well as a learning management system. So it needs to serve both domains because again, if we just add up on the number of tools that we are supporting, the operational footprint, it’ll be a little bit heavier. What happens is that feeds eye. Basically runs at the fast pace and we were struggling to operate under those assumptions efficiently. And uh, we were getting some feedback from the users that, um, although the information was there, it was available, it was not easy to find information. You know how salespeople and how revenue folks are, right? They like to spend their time not working on back office. They just want to make sure that they are in front of the customers and, uh, you know, and spending their time with customers. But whenever that they need to find something, they need to quickly hop in. Find the information, get back to business. So that was, you know, we had a little bit of mixed feeling on the feedback that we got. And the other part is that the reports, when we talk about reports, we talk about. Numbers that generate insights, not just the KPIs per se, the numbers per se, the number of people that have been trained on, or the number of people that have downloaded certain assets. It’s actually the impact that will give and the trends. Are we getting some more engagement out of the engagement platform? Everything that we are releasing is being used and is it being adopted? And we were struggling to have that type of intelligence on our side. Hence we had to go. And search for alternatives. RR: Yeah, that all makes sense, and I think it’s something that a lot of organizations struggle with. You mentioned kind of what led you to the evaluation, and since you’ve made this decision and implemented Highspot, I’d love to know what are some of the differences that you’ve seen and maybe some of the benefits that you’ve noticed now kind of living in this new world? SV: It’s actually, it boils down to very simple things. I think that the number one is it’s not a thing anymore for us to operate the system. It’s really hassle-free, let us say, we don’t get anxious when we need to roll out, you know, just a certain go to markets. We don’t get anxious when we need to support the rebranding, when we need to actually to curate material that has been sitting for a while. So everything, all of the aspects of adding new assets, managing existing assets, updating existing assets, it has become really a hassle for operation. That has been one of the biggest ones. So basically we removed that variable out of our capacity, right? And that means that we have capacity to support all of the go-to-market initiatives going on. The second one is honestly the support. The support of Highspot as a whole. It was. Kind of an eye opener, honestly, from the moment that we were doing basically inquiring high spots on the capabilities, the thoughtful way of actually understanding what was our problem, what was our requirements, and how to best serve them. With Highspot being very true on what was possible and what was not possible. From the moment that then afterwards we made a decision of going with Highspot and then the activation. Process started all of that thoughtfulness of, uh, ensuring that feed eye had a solid foundation that could serve this for the long haul. That was really, really interesting. And actually because we are now are at that process that we’ve passed way beyond the point of activation and we are just continually running and, and evolving with the tool, the on-demand supporters, uh, second to none honestly. And, uh, that’s. Customer, it’s not even customer support. It’s actually customer care. That really makes a huge difference when, again, we need to cope with change. We need to be fast and we need be quick. I think that actually the last one, and that is a very recent one, is the new things that are coming up with ai. We know that AI has been, is an a acronym that is on the agenda of many people, is not a stranger that feeds ai. Honestly, you, we’ve been talking about AI and domain risk management since AI was not a thing. But, um, I think that more than the AI itself is actually how to apply technology to address the enablement needs. And really the stuff that has been, uh, coming along in the recent product, uh, updates has been. Amazing. And, uh, we are actually on the verge of trying out some really exciting stuff and I’m really excited about what’s going on. So again, that evolution also plays a part because scaling. Scaling is dying. RR: Yeah. I love to hear that you have that kind of foundation built and then knowing that you have that partnership for the future, especially because. I know Feedzai has recently gone through some significant changes. He recently acquired a company, which of course is gonna be a monumental change for your sales teams. So from your perspective, having gone through this moment, it’s only recently in the rear view, what are some of those common pitfalls that organizations often face during big organizational change like this? And then how can they avoid them? SV: So, well, I’ve been at Feedzai long enough to actually to witness a second acquisition, so I was lucky enough to witness that. From an enablement perspective, a change is a change whether major or minor, it is a change. So again, if we build those foundations right, it becomes easier or it becomes almost like part of the process because the rails, they are set in order for us to introduce that change to the revenue organization. But honestly, if I could spin around that question and probably just focus on actually what I believe that made a positive difference out of, you know, out of the whole process and actually. Even wider than just enablement. So from a company perspective, I think that first and foremost, having a clear understanding of what is the outlook of what is the end state of what would post acquisition, post-integration would look like, and be very clear on that vision. I think that that is, you know, establishing the, the end goal is the number one priority, and then the second one is actually how do we get there? That is a clear plan with clear definition of who is involved, what’s the schedule, what’s the timings, who you know, what they need to do so that we can, we can fulfill that vision. And then honestly, it’s just, it’s sheer greet and pure team execution. It’s making sure that there’s ownership on everyone’s involved and you know, and get it done well because it, nothing is all that rosy. Right. I think that, again, change is the only constant in the world. So. Things will happen. We’ll need to accept the fact that not everything will going to turn out smoothly. We need to be able to adjust and just move forward. So we just need to accept the fact that it won’t go without its bumps. But, uh, I think that if we plan in anticipation, there’s a clear vision, a schedule for us to get there and teamwork at, uh. It makes a world of a difference. RR: I love the kind of breakdown of a really big initiative, like an acquisition of just where are we going, what is our end goal, and then how are we gonna get there? So thinking of that, how are we gonna get there? And getting a little bit more granular into that. I’d love to know how an enablement platform helped you as you were figuring out those steps to get to that end goal. SV: That’s a big one. How can we actually boil it down? I think that if we can try and simplify it. So first the, an enablement platform needs to isolate from the noise of the world of excessive information that we have today. It’s almost like the definition of insanity, that we have so much information in the internet and in the world today that we need to actually to create large language models, to be able to consolidate and to make that information really efficient and useful for us. But, um, if we can just boil it down to one or two things, I think that one is. By isolating the users of this excessive information, the enablement platform will be able to actually to bolster the user’s efficiency, right? So when they need it, what they needed being there, it is there. So it’s almost like it’s a tool of confidence that you have an enablement platform where the material that it is available is curated, is ready to go, it is always up to date. It is a reliable source of information. That sellers and the revenue department as a whole, as an asset at their disposal. That is one. I think that the second one is, again, we need to be efficient. So time to market is really, really key. So departments that are creating those assets, that are creating those materials, that are creating those trainings, they almost have the recipe. They have almost like a conveyor belt where they can transition everything, whether it is products or services, or any change that has been defined and move them consistently and effectively. To market and an enablement platform is actually a tool to be able to create that consistency, to decrease that time to market and to actually make sure that we are predictable in the way that we approach change as a whole. RR: Earlier you kind of broke down an enablement tool as it needs to help you with your content, and it also needs to help you with your learning. So I’d like to touch on that. Second piece, as I know that training has been a really key lever as you’re navigating this change, looking at the data, it seems that you’ve achieved a 100% active learner rate in Highspot. So I’d love to know what are some of your best practices for optimizing your programs and then getting reps to use them? SV: Yes, yes. So first I have an awesome team, so that is one. But I think that the second, which is a very. Much necessary key aspect that we need to socialize is that without management buy-in, we can’t really be successful, right? So there needs to be a belief that training and enablement is a core tenant of success. Because without that, we’ll be throttle by it. So I think that that is the number one. So team’s awesome. Management, buying management team is awesome as well. The second one is when we think about training, we think about in isolation. Honestly, I think that we need to broaden that up. When we think about training. We think about training in the lens of the onboarding or in the lens of resident sellers or resident team members, and how can training can. Educate, influence and evolve KPIs, metrics and outcomes. Whether you are a new seller or a new feed design in general, or whether you are a resident that has been with feed, you know, for a number of years. So thinking training broadly. I think that that would again, get us away from the training and the training completion and more around outcomes. What type of outcomes do we want? Depending on actually the Feedzai tenure and where they are and when they join and for how long they have been in the company. The third one is you trust that you verify. So, you know, I do expect all of our revenue colleagues to do the training, but we need to introduce gating on those. So, for instance, if we think about, you know, a simple example is at the onboarding we have an onboarding program. So training it is required to be done. And then afterwards there is a checkpoint, a checkpoint to assess after, you know, actually if the training was done, if, if the manager provided the, the review of the, of those submissions of, um, you know, and then of course then we’ll move forward. Right? So almost like the training per the training, it is important to be rolled out, but it also needs to be validated and verified that the people have done it. Done it in the time that it was given to them and actually produced the outcomes and the learnings that we have expect out of them. And nothing happens with that if we don’t have reports. So that the ability to create reporting, to give that awareness, not only the individual awareness, but also the managerial awareness, it is important. So managing up and managing down. So then afterwards, everyone understands where they are at their learning and development path. The not so fun path is you just keep on beating down the dead horse, right? It’s ad nauseum. You just need to continue on pushing the teams. They have 10,000 other things to do, right? They have quarter, they have quarters, they have renewals, they have upsells. We just need to continue on reinforcing the fact that training is a shortcut to success, a proven one.  RR: I love that phrase. I think we’re gonna have to steal that. Training is shortcut to success. It’s a great way to put it, and a, definitely a more positive slant than beating the dead horse, but both are true indeed. I’d like to touch on something a little bit more abstract, which is that during an acquisition, roles are changing, dynamics are shifting. Reps might start to feel a little bit uneasy. So what is. Your advice for motivating reps, easing that process of change and then getting them comfortable with that new state of work that you’re in? SV: Yeah. So that it is a tough cookie indeed. So I think that there’s something that, um, enablement can do and there is something that management, management can do as well. I think that from a management perspective, from a senior leadership perspective, tackle upfront and with clarity and company-wide, what’s happening, what’s the plan and what’s the goal? Be very clear and very forthcoming about it. The sooner the merri, just because you know that doubt, um, if we leave doubt for too long, right? Generates a lot of discomfort. I think that everything else, again, enablement, new joiners, new team coming in, included, be a Feedzai as soon as possible. Getting to the onboarding training, getting to the onboarding bootcamp. Make them a Feedzai, make them part of the family. Reach out just like we would do with any new joiner, but with the extra attention because that uncertainty always bubbles up. If we are just aware of that and again, introduce them into the same processes, treat them as a family member, I think that, uh, everything will turn out to be all right. RR: Yeah, I think that’s great advice. That kind of marriage of clarity and then compassion of understanding that this is a hard moment. We’re right there with you. Let’s talk about it. I think that’s gonna earn you success more than trying to come up with some ad hoc strategy or anything like that. One of the things that you’ve. I think mentioned a couple times as we’ve been talking is the importance of measurement, the importance of data trust, but measure. So what are those key metrics that you’re looking at as you’re driving change initiatives like these? What are you monitoring to ensure that your teams are on track and that you’re in that execution phase and you have your end goal here? What are you looking at to make sure that you’re on your way there?  SV: On that aspect, it’s almost like it’s a bottom up. Type of strategy, so, so zooming out a little bit, so in essence, any change initiative requires a go to market of sorts, whether it is a bigger one, smaller one, and with a go to market. There’s a plan, there’s a strategy. So depending on the type of go to market that exists and the priority that exists, there is a. A bill of materials of assets that need to be built and that needs to be then released to either the market, so either internally or external, so to the revenue organization, other departments of the market. Also, on all of the go-to markets that are relevant, we’ll try to create certification courses to make sure that there is this ability or there is this trigger. So that the existing roster of the revenue family is acquainted with the new go-to market that we are releasing for the minor, let I say for the less relevant things we make use of what we call just in time training. So reference spaces in Highspot where we can make available the information because most probably certain people will need that. Two months from now, six months from now, and they’ll can resort to the same place to look for that information again. The quick hopping hop off, and that is what we try to reinforce. So we plan those go to markets, we make the quarterly, the quarter, the quarterly schedule. We make them available and we reinforce them as the quarter goes through. Then in each regional QVR, we basically report the status, the progress, the achievements, and again, reinforcing the need on those qvs. But then again, with the management buy-in, those KPIs of certifications, the progress and the completion and entertainment, they all bubble up into revenue wide KPIs as well. So it’s the bottom up from the release of the GTMs, the creation of. Either certification courses or references that people can or should be doing. All of that then is mapped out into a quarterly schedule and they, all of that bubble up into macro KPIs under the revenue organization. RR: I really like that chain of events of how do we get from, you know, the beginning of activity all the way through to what the business cares most about. I’d like to maybe double click into measurement a little bit and talk about, you know, since implementing Highspot. I’d love to know if there’s any business results you’ve achieved, wins that you can share, accomplishments that you’re measuring, that you’re especially proud of. Anything like that. SV: Without going too much into detail, but I think that there are a couple of insights that I think that were really, really useful. I think that Highspot has enabled us to create actually a revenue wide initiative called Road to Productivity Focus on sellers, and that means it’s almost like starting with the out with sellers. So what is the definition of success for sellers? By the end of year one, potentially reaching a particular quota, right? And now we’ll say, okay, for the seller to be able to be successful by the end of year one, what needs to be the road for them to be successful? So by the end of quarter one, what type of pipeline needs to be created, or if that is the pipeline that needs to be created. So KPIs should be on Q1, on how to be trained. For them to understand what they are pitching and what type of pipeline to create. And then to be able to, so quarter one is on the training side of the house. So training KPIs are, are the focus for the quarter one evaluation of sellers. The quarter two is the amount of pipeline created. The right pipeline created. So KPIs really focus on that second quarter of, are we actually. Is the seller actually developing the right amount and the right quality of the pipeline for them to be successful at the end of that year. Then for instance, on the Q3 is what type of KPIs or what type of pipeline or what pipeline is being actually developed and has been progressing through the funnel so that they can have enough coverage for them to attain the year one quota. Final outcome of having everyone at sales be incredibly successful at year one. How do we actually backtrack it into outcomes? And all of that is actually is backed up by Highspot, right? So on the, uh, month one on the training, having the training ready to go under the onboarding program is paramount. We then, we reinforce quarter three and quarter three with specific role plays for the typical scenarios that they will mostly kind encounter while they are trying to qualify opportunity, while they’re trying to pro progress on opportunities. And then afterwards, hopefully. It’ll end up with a successful year one for residents. It’s a little bit on that as well, because if you think about it, the training, training as a Pacific Lego block, it’s very useful for the new joiners, but it’s also very useful for the existing or for the residents because again, new products are coming out, new releases are coming out, new USPS are being generated, new ways of working. Are being, uh, continuously improved, then they need to continuously be on top of their game. So with that being said, the same mnemonics that we use for training at the onboarding, we also leverage them for the existing sellers as well to making sure that both motions the new generation, the existing generation, they then they all benefit from the same product innovations and, and, you know, and new services that feeds I makes available to their clients and equip them with the right knowledge for them to be able to be. Successful there. So the same way that we have a road to productivity of one year for new sellers, we also have a subset of those KPIs that we also try and understand if you are also getting good outcomes for the existing residents as well. RR: I really like how you broke that down into kind of a very clear step by step. It makes it feel more manageable and more actionable and like you can actually viably complete these steps to get to success. I think oftentimes these are very large, scary things to tackle. I think you broke it down very clearly, so thank you for that. So looking ahead, how do you envision evolving your enablement strategy to keep pace with your business’s growth, especially with, as we talked about, the ongoing adoption and interest in AI technology? SV: That’s actually, it’s almost like it is a wider question because it almost touches us all roles, all functions, and actually the future as a whole, right? How do we stand up with the, with this evolution of ai, of uh, this digital revolution that’s, uh, probably, we see that only on the industrial area and we are now undergoing that one. I think that honestly is, again, back into the core foundations of being very operationally nimble. I think that if I can summarize one in one sentence is actually how can we do more with less? How can we make sure that almost like we double with triple, we increase in one order of magnitude, what we can do with the same capacity? That we have today, or with a minor incremental gain. The reason why I am so curious about the, for instance, the new capabilities that Highspot has and whatnot is, as we know, the trust, but verify is actually a very nice to say, very hard to do. Because the verification process, typically we need to rely many times on the managers. The managers, they are accumulating responsibilities because they have a team to manage, they have outcomes to produce, uh, and to generate. And how can actually enablement can take away some of their burden, some of their load and be able to actually to ensure, you know what? How can we actually make more or do more to be able to equip new sellers and new revenue and new feedzai to be very, very well enabled, very well trained, so that can we maximize the chances of being incredibly successful at Feedzai? And that can be probably just ly speaking. For instance, one of the capabilities where I’m really eager to look forward to is the review of the submissions. How can AI actually auto review certain submissions, gives insights even without an enablement persona to be able to give them. It’s actually me as a seller. That I’ve just uploaded a feeds I pitch or a solution pitch. How can AI help me to give the insights that I need for me to continuously improve without relying continuously on my manager to do that feedback? Right? How can we enable that happen? How can we bring more self-sufficiency to sellers so that they can. Create their own learning path, and that is actually the path of scaling. That is actually the path of scaling, is, if you think about it, how can we actually grow tenfold without growing linearly? How can we actually do that without requiring 10 times additional people? That is what I think that AI will be able to give us. It’ll be able to scale our responsibilities and our outcomes without the need of us, having 10 times more people or 20 times more people, right? How can we do more high impact activities and leveraging AI to do all of those other things?  RR: Those are certainly the questions that I think most companies are asking of how can we do more with less? How can we maximize our impact? And I wish you and Feezai all the best in answering them as we’re all figuring it out. But that’s it for us. I wanna say thank you so much for joining us today. It has been a fantastic conversation and I really can’t wait to share it with our audience.  SV: Thank you so much. Was a pleasure. RR: Thank you for listening to this episode of the Win-Win podcast. Be sure to tune in next time for more insights on how you can maximize enablement success with Highspot.

Un Mensaje a la Conciencia
«Contemplación de la naturaleza»

Un Mensaje a la Conciencia

Play Episode Listen Later Aug 4, 2025 4:01


«No es posible dejar de hablar de las Cataratas [del Iguazú] sin apuntar algunos datos numéricos, sobre todo si se atiende a que la gran mayoría de los lectores iberoamericanos desconoce la existencia de estas grandes reservas de fuerza y de riqueza.... »La zona de las cataratas comprende una superficie de setenta y cinco mil hectáreas.... La línea de los torrentes mide en conjunto dos mil setecientos metros. Corresponden seiscientos metros de saltos al Brasil y dos mil cien a la Argentina. La altura máxima de las caídas es de ochenta metros y la mínima de cincuenta y seis. Las potencias son: máxima, de 6.985.170 caballos de vapor; la media, 1.214.807, y la mínima, 132.400. El volumen medio de agua es de 6.300.000 metros cúbicos por hora. El cauce del río nace a novecientos metros sobre el nivel del mar, y al desembocar en Paraná tiene noventa metros de altura sobre el mar, repartido ese desnivel en una extensión de 1.320 kilómetros. Además de los grandes saltos, que son doce o quince, se cuentan hasta setenta saltos o chorros relativamente pequeños. »Sólo la caída central del salto Unión, ligada al Floriano, tiene una línea de caídas casi el doble de la del Niágara y una altura también doble. Se calcula que el volumen de agua es tres veces mayor que el del Niágara. También la caída africana de Victoria en el Zambeze es menor en volumen de altura, aunque aquel salto tiene una altura de ciento diecisiete metros.... A simple vista se observa en el Iguazú una grandiosidad de proporciones que supera desde luego al Niágara.»1 Así resume José Vasconcelos, autor y Ministro de Educación de México, los extraordinarios atributos de las Cataratas del Iguazú con motivo de su viaje a la región a fines de octubre de 1922.2 «De regreso... llegamos a Concordia —cuenta Vasconcelos luego de haberlas visto—... y allí nos recibieron de una manera triunfal; parecía que veníamos de descubrir las cataratas. Los periodistas nos pedían impresiones para transmitirlas por telégrafo a Buenos Aires; la prensa local nos dedicaba saludos; un diario de la región afirmó que antes que diplomáticos éramos artistas, puesto que abandonábamos las comodidades de Buenos Aires para ir a gozar con la contemplación de la naturaleza. En la Escuela Normal hubo una de esas fiestas en las que se siente pasar el soplo arrebatado del entusiasmo; canciones patrióticas, discursos vehementes... Pellicer leyendo entre grandes y calurosos aplausos la poesía que acababa de componer al Iguazú...»3 No hay duda alguna: hizo bien Vasconcelos al dedicarle tiempo a la contemplación de la naturaleza. Y si bien, según el famoso escritor mexicano, «no es posible dejar de hablar de las cataratas sin apuntar algunos datos numéricos», tampoco debiera ser posible hacerlo sin aludir a algunos conceptos teológicos al respecto. Es que, según San Pablo, lo que se puede conocer acerca del Artista Divino que las creó es evidente al contemplarlas. «Porque desde la creación del mundo las cualidades invisibles de Dios, es decir, su eterno poder y su naturaleza divina, se perciben claramente a través de lo que él creó».4 Carlos ReyUn Mensaje a la Concienciawww.conciencia.net 1 José Vasconcelos, Textos: Una antología general, De la raza cósmica, «El Iguazú» (México: SEP/UNAM, 1982), pp. 172‑73. 2 Claude Fell, José Vasconcelos, los años del águila, 1920-1925: educación, cultura e iberoamericanismo en el México postrevolucionario, «Argentina» (México, D.F.: UNAM, 1989) pp. 606-16, nota 190. 3 Ibíd, pp. 174-75. 4 Ro 1:19,20

Un Mensaje a la Conciencia
«Una continua y melodiosa catástrofe»

Un Mensaje a la Conciencia

Play Episode Listen Later Aug 1, 2025 4:01


«Salimos de Buenos Aires por la tarde... con Carlos Pellicer y Julio Torri, los poetas, [a fines de octubre de 19221]. Nunca hubo excursión más hermosa.... »La mañana del tercer día estuvo dominada por esa emoción que precede a los grandes sucesos. Se nos había dicho que a la una atracaríamos en Puerto Aguirre, para llegar, después de una hora [en] automóvil, delante de las cataratas [del Iguazú].... El barco tuerce para internarse en la corriente del Iguazú, y a poco andar atraca [en] un pequeño muelle de descarga. No podría seguir muy adelante, río arriba, porque ya cerca de las cataratas la corriente es torrencial y el lecho del río pedregoso. Serían las dos de la tarde cuando pisamos la tierra colorada y húmeda de la margen derecha.... Apresuradamente trepamos a un Ford.... Una hora, tal vez menos, saltamos por un camino que se abre paso entre la maraña de los árboles. »A cada instante creemos percibir el ruido de las aguas.... Nos apeamos del coche.... Llevando la vista hacia el fondo distante, la vimos; allí está siempre, no hace ruido; nos deja suspensos; es como una larga loma azulosa y nevada que se desmoronara sin cesar y armoniosamente sobre otro volumen líquido que rueda con silenciosa majestad hasta perderse en el abismo. Hierven las espumas, primero blancas y hacia el fondo amarillentas; son como dos o tres planos de agua que caen; por encima está la claridad de los cielos, por todo alrededor los verdes de la selva. Sólo después de un instante de mirar se da uno cuenta de que hay algo inmenso que se está cayendo, que lleva siglos de estar cayendo, y se tiene la impresión de una continua y melodiosa catástrofe.... »Pasado el primer asombro, los guías nos aconsejan que aprovechemos la luz de la tarde para dar un paseo a pie por una especie de parque natural y agreste que queda, barranco abajo, por enfrente de las caídas.... Comenzamos a cruzar por entre árboles de talla, entre bambúes, palmeras y arbustos. Saltando sobre el cauce de un sinnúmero de pequeñas corrientes, atravesando otras más anchas en puentes improvisados con maderas, vemos correr chorros, canales y ríos de aguas que se disgregan un tanto para verterse por los desfiladeros de la gran barranca, en donde cada cuerda líquida agrega su trino y su iris a la sinfonía de las masas que caen. »... Faldeamos el barranco en descenso, hasta que llegamos a la base misma del salto Bossetti.... Más allá... se miran las aguas del San Martín, partidas en una sucesión de cascadas que se quiebran en dos niveles y caen a plomo alrededor de un vasto anfiteatro. Los chorros remedan en determinados sitios un inmenso órgano de tubos líquidos y de armonías celestiales.»2 ¡No cabe duda de que esta magistral descripción de José Vasconcelos, eximio prosista y Ministro de Educación de México, es una de las más hermosas que jamás se haya escrito acerca de una de las maravillas de la naturaleza creadas por Dios! De veras vale la pena leer la crónica completa del viaje en su obra La raza cósmica. ¿Acaso cuando publicó esas elocuentes palabras en 1925 pudo haberse imaginado que sus herederos culturales aún disfrutaríamos de ellas en pleno siglo veintiuno? «Hay momentos en que se siente que todo es palabrerío —reflexionó Vasconcelos luego de haber visto las Cataratas del Iguazú—... Sin embargo, hay dentro de mí una dicha infinita por haber contemplado en su esencia las grandes palabras sagradas: naturaleza, virtud, fuerza, belleza, amor.»3 Carlos ReyUn Mensaje a la Concienciawww.conciencia.net 1 Claude Fell, José Vasconcelos, los años del águila, 1920-1925: educación, cultura e iberoamericanismo en el México postrevolucionario, «Argentina» (México, D.F.: UNAM, 1989) pp. 606-16, nota 190. 2 José Vasconcelos, Textos: Una antología general, De la raza cósmica, «El Iguazú» (México: SEP/UNAM, 1982), pp. 148‑61. 3 Ibíd., p. 171.

Lado B do Rio
#362 – Israel, EUA, Irã o que a Globonews não te conta sobre a guerra (Com Euclides Vasconcelos)

Lado B do Rio

Play Episode Listen Later Jun 27, 2025 99:37


O Lado B recebe Euclides Vasconcelos, professor de História e Geografia, analista geopolítico e militante comunista. No papo, como Israel se posiciona no mundo de maneira bélica: o caráter imperialista na guerra com o Irã, o massacre na Palestina, a submissão e bajulação aos Estados Unidos. Também o papel das outras potências como Rússia e China e outros desdobramentos que podem, sim, desencadear uma nova guerra mundial. Afinal, é o capitalismo se movendo.

Conversas à quinta - Observador
Os Herdeiros. Patricia Vasconcelos: “O casting é a minha paixão”

Conversas à quinta - Observador

Play Episode Listen Later Jun 3, 2025 38:08


A filha do cineasta António Pedro Vasconcelos é excelente a fazer castings e formar actores. Deixou-nos com uma “cacha” que é uma surpresa: para o ano, vai estrear-se na ficção com uma curta metragem.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Un Mensaje a la Conciencia
«La voz entrañable de mi madre»

Un Mensaje a la Conciencia

Play Episode Listen Later May 5, 2025 4:01


«Mis primeros recuerdos emergen de una sensación acariciante y melodiosa.... La voz entrañable de mi madre orientaba mis pensamientos....»1 Así comienza su autobiografía titulada Ulises criollo el eminente escritor y estadista mexicano José Vasconcelos. Junto a su padre, ya casi terminado el siglo diecinueve, la madre del pequeño José había habitado el inhóspito desierto de Sonora como pionera, entregando cuerpo, alma y espíritu por el bien de su familia. «Gira el rollo deteriorado de las células de mi memoria —continúa Vasconcelos—; pasan zonas ya invisibles y, de pronto, una visión imborrable. Mi madre retiene sobre las rodillas el tomo de Historia Sagrada. Comenta la lectura y cómo el Señor hizo el mundo de la nada, creando primero la luz, en seguida la tierra con los peces, las aves y el hombre. Un solo Dios... y la primera pareja en el Paraíso. Después, la caída, el largo destierro y la salvación por obra de Jesucristo; reconocer al Cristo, alabarlo; he allí el propósito del hombre sobre la tierra. Dar a conocer su doctrina entre los gentiles, los salvajes; tal es la suprema misión.»2 «Si vienen los apaches y te llevan consigo, tú nada temas —le decía ella—: vive con ellos y sírveles; aprende su lengua y háblales de Nuestro Señor Jesucristo, que murió por nosotros y por ellos, por todos los hombres. Lo importante es que no olvides: hay un Dios todopoderoso, y Jesucristo es su único hijo. Lo demás se irá arreglando solo. Cuando crezcas un poco más y aprendas a reconocer los caminos, toma hacia el sur, llega hasta México, pregunta allí por tu abuelo... Esteban Calderón de Oaxaca; en México lo conocen; te presentas, le dará gusto verte; le cuentas cómo escapaste cuando nos mataron a nosotros... Ahora bien, si no puedes escapar o pasan los años y prefieres quedarte con los indios, puedes hacerlo; únicamente no olvides que hay un solo Dios padre y Jesucristo su único hijo; eso mismo dirás entre los indios...»3 Llega el día en que se invierten los papeles, y las lágrimas con que se cortó el discurso de la madre aquel día ya no las derrama la madre sino el hijo, que acaba de recibir un telegrama: «Avisen Carmita grave, no hay esperanzas.» Y antes de poder siquiera responder, le comunican otro mensaje: «Resígnate.... Te acompañamos en tu pena.»4 «“No ames lo que se ha de morir —había dicho ella tantas veces—; sólo al Dios eterno has de amar.” ... En ese momento, sin embargo, por primera vez —confiesa Vasconcelos—, vaciló mi fe y no sabía si creer o no creer en el más allá de las almas.... Y martillaba mi mente la evidencia brutal de que jamás volvería a contemplar el rostro amado.» A pesar de reflexiones como éstas que lo desgarran, Vasconcelos resuelve sus dudas respecto al más allá, en el que halla consuelo, pues concluye: «Mi madre había cumplido su tarea y se iba al cielo.»5 Carlos ReyUn Mensaje a la Concienciawww.conciencia.net 1 José Vasconcelos, Textos: Una antología general (México: SEP/UNAM, 1982), p. 9. 2 Ibíd., p. 11. 3 Ibíd., pp. 11,12. 4 Ibíd., p. 34. 5 Ibíd., pp. 35,36.

Fuera de la Caja con Macario Schettino
28MAR25 - Alejandro Rosas: Un Muerto en la Oficina. ¡Y Quemen las Naves!

Fuera de la Caja con Macario Schettino

Play Episode Listen Later Mar 28, 2025 22:45


Recordamos al compositor alemán Carl Orff, cuya obra todos hemos escuchado en alguna película. ¿Y será que por mi raza hablará el espíritu santo? Porque eso decía Vasconcelos. Y les traigo la historia de aquel personaje que se la pasó 6 meses sentado en su escritorio, aunque en realidad estaba muerto.