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A 35ª edição da mais importante competição de futebol da África começa neste domingo (21) no Marrocos. A seleção anfitriã mede forças contra Comores e sonha com o bicampeonato, já que conquistou seu primeiro título em 1976. Adversário do Brasil na estreia na Copa do Mundo de 2026, Marrocos foi semifinalista do último Mundial, em 2022; o melhor resultado da história de um país africano no torneio. Marcio Arruda, da RFI em Paris A Copa Africana de Nações (CAN), realizada entre dezembro e janeiro, vai reunir 24 países, que têm apenas um objetivo: o título continental. Essa CAN promete ser a mais prestigiada da história da competição, já que sete das nove seleções que vão disputar a Copa do Mundo de 2026 estarão em campo. “Esta edição vai ter muito mais pessoas assistindo porque, no Mundial do próximo ano, nove seleções africanas vão participar. Entre as que estarão na Copa do Mundo, apenas Cabo Verde e Gana não vão jogar esta CAN. Mas a verdade é que as outras sete vão estar presentes e será uma oportunidade para os treinadores que vão enfrentá-las na próxima Copa observarem suas forças e suas fraquezas e já fazerem um trabalho de preparação", analisa Marco Martins, jornalista português especializado na Copa Africana de Nações. "Em jogos amistosos, estas seleções podem esconder um pouco as táticas, a maneira de jogar, quem são as estrelas e como são técnica e taticamente. Mas desta vez é uma competição oficial. É um torneio que as seleções africanas adoram; para elas, é uma honra conquistar esse troféu. É como a Eurocopa para os europeus. É um orgulho ser a principal seleção do continente. E agora as seleções não vão poder esconder o jogo”, argumenta Martins. Leia tambémSeleção brasileira muda postura em campo com Ancelotti e torcedores sonham com hexa Pensando no Mundial de 2026, o jornalista ressalta que é a chance do treinador da seleção brasileira, o italiano Carlo Ancelotti, e sua comissão técnica avaliarem um dos adversários da equipe no torneio da Fifa. "O Brasil, por exemplo, vai jogar contra o Marrocos na Copa. Então, será uma oportunidade para o técnico Ancelotti tomar algumas notas e ver o potencial da equipe marroquina. Esta será uma CAN muito assistida justamente pelo fato de que faltam aproximadamente seis meses para a Copa do Mundo. Esta edição vai despertar muito mais interesse e terá uma grande visibilidade", completou Marco Martins. Sotaque português na Copa Africana Se Cabo Verde, que estará na Copa do Mundo, não vai disputar a CAN, outras duas seleções lusófonas jogarão em estádios marroquinos. “Temos a presença de Angola e Moçambique. Penso que são duas seleções que caíram em grupos bastante difíceis, mas eu realmente acho que podem fazer uma boa figuração no torneio”, opinou o técnico português Nuno da Silva. O treinador, que recentemente integrou a comissão técnica do União Desportiva do Songo, de Moçambique, analisou as chances da seleção moçambicana, que já disputou seis Copas Africanas e vai estrear nesta edição contra a atual campeã Costa do Marfim. “O grupo de Moçambique está estruturado com o retorno do capitão Dominguês e de outros jogadores que há anos fazem parte do elenco. Os jovens que têm entrado ainda não têm lugares cativos entre os 11 titulares. O grupo se manteve uniforme e isso pode ser uma vantagem para a seleção moçambicana”, disse. “Em uma competição como esta não se trata de ter grupos fáceis ou não. O momento de cada seleção vai ditar muita coisa na competição”, resume Nuno da Silva. Nuno também tem passagem pelo Interclube, um dos principais times de Angola. O treinador de 40 anos analisou a seleção angolana, que fará sua décima participação na CAN e, nesta edição, disputará seu primeiro jogo contra a África do Sul. “No grupo de Angola tem um novo técnico que já teve passagem pela seleção como treinador adjunto. Regressa agora ao país que conhece, mas numa função distinta e de mais importância. O grupo teve alguns regressos que estavam fora com o treinador anterior, teve também algumas perdas, e penso que neste aspecto, comparado a Moçambique, a seleção de Angola tem algo a perder porque vai precisar de mais tempo para assimilar as ideias do treinador”, explicou. Salah turbinado para esta CAN? Um dos favoritos no grupo de Angola é o Egito, maior vencedor da Copa Africana de Nações com sete conquistas. Entretanto, a última foi há 15 anos, em 2010. Principal jogador da seleção egípcia, Mohamed Salah, que busca sua primeira conquista pelo país, atravessa um momento delicado em seu clube, o Liverpool, da Inglaterra. O treinador da equipe, Arne Slot, deixou Salah fora do time titular nas últimas rodadas da Premier League. Tudo porque o atacante o criticou publicamente. E será que o técnico Nuno da Silva acha que essa desavença pode prejudicar o rendimento do jogador na seleção do Egito? “Sinceramente, por se tratar de uma relação clube-seleção, eu acho que pode dar uma força enorme ao atleta. Penso que isso, a relação dele com o treinador Arne Slot, é um problema interno do Liverpool. Voltar a ser o rosto e o símbolo da nação egípcia pode motivar bastante o Salah para a CAN. Acho que o Egito pode ficar muito mais forte com o Salah presente”, opinou Nuno. Equilíbrio entre os favoritos Além do Egito, há outras seleções favoritas ao título desta edição. Algumas por terem um jogador que pode decidir uma partida, outras pela força coletiva. “Não sei se poderá haver surpresas porque, no fundo, há muitas equipes que são favoritas, como o Marrocos, que é anfitriã, o Egito, que tem o Mohamed Salah, e a Nigéria, que conta com o Victor Osimhen. Há também a Tunísia, que é muito forte coletivamente, o Senegal, que vai a campo com Sadio Mané, a Argélia, que se destaca pelo coletivo, e finalmente a Costa do Marfim. Todas essas podem alcançar o título e estamos falando de um leque de quase dez seleções. A surpresa aconteceria se uma das duas seleções lusófonas, que até hoje nunca foram campeãs, chegasse ao título", afirmou Marco Martins. "É importante falar que há um tipo de hierarquia, como acontece na América do Sul e na Europa. Na África, temos oito ou dez seleções que podem conquistar a CAN", explica o jornalista Marco Martins. "Então, eu não espero surpresa nesta edição. Daquelas que citei, se uma delas for campeã, para mim não será surpreendente”, cravou. O treinador Nuno disse que “os candidatos ao título acabam por ser os habituais, como Marrocos, por jogar em casa, Costa do Marfim, por ser a atual campeã, e outras seleções que podem ter boas atuações. Eu acho que Moçambique pode fazer uma 'gracinha' no grupo e ir longe na competição. Angola, claramente pela qualidade da seleção, pode pensar em algo além da simples passagem pela fase de grupos”. O jornalista Marco Martins não acredita que as duas seleções de língua portuguesa chegarão longe nesta CAN. “Se Angola ou Moçambique vencerem, será uma surpresa. Penso o mesmo sobre a Guiné Equatorial, Sudão, Botsuana e Benin”, opinou. Campeã aos trancos e barrancos Marco também lembrou o título da Costa do Marfim na última edição da Copa Africana. “Foi uma surpresa a Costa do Marfim alcançar o título. Apesar de jogar em casa, a campanha foi turbulenta. Lembro que algo não funcionava naquela seleção nos primeiros jogos e houve a troca de técnico. Era o clique que precisavam. Conseguiram avançar da fase de grupos graças a uma combinação de resultados. A classificação para as oitavas de final parece ter sido a motivação extra que a equipe precisava. Situação rara, mas não inédita. Na Eurocopa de 2016, Portugal terminou em terceiro no seu grupo e avançou às oitavas por ter sido um dos melhores terceiros colocados na competição”, contou o jornalista português. O regulamento daquela Euro permitia a classificação às oitavas das duas melhores seleções de cada grupo, além de quatro equipes com melhor desempenho entre as que ficaram em terceiro lugar nas suas respectivas chaves. “Depois de passar pela fase de grupos, Portugal conseguiu chegar à final e foi campeão ao vencer a França, que jogava em casa no Stade de France. Isso mostra que, de vez em quando, seleções e clubes conseguem dar a volta por cima. Na temporada passada, por exemplo, o PSG teve muitas dificuldades na Champions League. Na penúltima partida da primeira fase contra o Manchester City, em determinado momento, o PSG estava sendo eliminado, mas conseguiram reverter a situação, ganharam o jogo, se classificaram para os playoffs somente na última rodada, avançaram na competição e venceram a Liga dos Campeões. E algo parecido aconteceu com a Costa do Marfim”, completou. Apesar de ter conquistado o título da última edição da CAN, a equipe marfinense teve uma campanha irregular, que ficou marcada pela troca de treinador durante a competição. Depois da fase de grupos, o francês Jean-Louis Gasset foi demitido e o auxiliar marfinense Emerse Faé assumiu o comando da seleção até a vitória na final por 2 a 1 diante da Nigéria. Grupos desta edição da CAN: Grupo A: Marrocos, Mali, Zâmbia e Comores Grupo B: África do Sul, Zimbábue, Egito e Angola Grupo C: Tanzânia, Nigéria, Tunísia e Uganda Grupo D: Senegal, Botsuana, RD Congo e Benin Grupo E: Argélia, Guiné Equatorial, Burkina Faso e Sudão Grupo F: Camarões, Gabão, Moçambique e Costa do Marfim O jogo de abertura da Copa Africana de Nações será entre Marrocos e Comores. A final está prevista para o dia 18 de janeiro de 2026. Campeões na história da Copa Africana de Nações: Egito: 7 (1957, 1959, 1986, 1998, 2006, 2008 e 2010) Camarões: 5 (1984, 1988, 2000, 2002 e 2017) Gana: 4 (1963, 1965, 1978 e 1982) Nigéria: 3 (1980, 1994 e 2013) Costa do Marfim: 3 (1992, 2015 e 2023) RD Congo: 2 (1968 e 1974) Argélia: 2 (1990 e 2019) Etiópia: 1 (1962) Sudão: 1 (1970) Congo: 1 (1972) Marrocos: 1 (1976) África do Sul: 1 (1996) Tunísia: 1 (2004) Zâmbia: 1 (2012) Senegal: 1 (2021)
SONGO est une DJ, chanteuse et compositrice franco-djiboutienne, basée à Paris. Son parcours nomade entre l'Afrique, l'Europe et l'Amérique a contribué à nourrir son identité sonore riche, mêlant rythmes afrofuturistes et ancestraux, à la house, au funk brésilien et à la club music. À travers des sets hauts en énergie, elle crée des espaces de libération collective et de reconnexion à soi, où la musique et la danse retrouvent leur pouvoir de guérison. Hébergé par Acast. Visitez acast.com/privacy pour plus d'informations.
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On this episode Dan and Kevin cover: road rage, Irish history, YouTube, blocks 7 & 8, experiments, getting subjects, words feel wrong, Abercrombie & Fitch, Songo, venereal disease, gas, cold temps, vivisection, and much much more!!Please like, subscribe, and follow where ever you listen.The Beard StrugglePodUp!PatreonMerchBuy Us A CoffeeYouTubeInstagramBlue SkyTiktokThe Sassholes Insta!!Music from Uppbeat (free for Creators!):https://uppbeat.io/t/all-good-folks/curiosityLicense code: 7QU9IW0B2IJBFZJYMusic from Uppbeat (free for Creators!):https://uppbeat.io/t/christian-larssen/suburban-honeymoonLicense code: 1OKNVEXYPW8QAYSHMusic from #Uppbeat (free for Creators!):https://uppbeat.io/t/kevin-macleod/bass-vibesLicense code: YYUZSRCQDGQROBB4Music from #Uppbeat (free for Creators!):https://uppbeat.io/t/mountaineer/kick-backLicense code: QMHHB6U0M6H9WWENAdvertising Inquiries: https://redcircle.com/brandsPrivacy & Opt-Out: https://redcircle.com/privacy
"The GFA and football administrators have realized Otto Addo cannot qualify Ghana for the World Cup. They have therefore told the Sports Minister and government to sack Otto Addo and get the country a new coach," - Countryman Songo reveals.
"Your vote is your power. Don't let anyone intimidate you. Go out, vote in your numbers, and make your voice heard this Saturday, Dec 7th." - Countryman Songo to Ghanaians
"Akufo-Addo's arrogance is justified; he has achieved so much for Ghana and has no time to respond to critics"- Countryman Songo speaks on the factors influencing his vote in this election.
You've been more of a curse than a blessing since taking over the Black Stars, just resign!.- Countryman Songo blasts GFA President Kurt Okraku over Ghana's dismal FIFA ranking drop.
Ustadz Zainal Abidin Bin Syamsudin, Lc. - Ajaran Dakwah Wali Songo
It's shameful that Kurt Okraku and his failed associates have decided to retain Otto Addo. He can never qualify the Black Stars for the World Cup, and nothing will convince me otherwise. — Countryman Songo on GFA Committee Verdict on Otto Addo
Don't be deceived by politicians who pretend to be humble. Look beyond their actions and choose leaders who have a proven track record of transforming our country and economy. Vote wisely - Countryman Songo urges Ghanaians.
Find something to pay off Otto Addo and terminate his contract; he lacks the knowledge and qualities needed to qualify the Black Stars for the World Cup. - Countryman Songo reacts to GFA's Henry Asante Twum's faith in Otto Addo.
Otto Addo lacks competence to coach the Black Stars; retaining him is national foolishness.- Countryman Songo.
"I don't know what would make me accept you as a coach. You lack the necessary qualifications and knowledge. To me, you'll always be just a scout, not a coach. Only a pitiful country like Ghana would appoint someone with your limited expertise to lead its national team." - Countryman Songo Jabs Otto Addo Over Black Stars' AFCON Exit.
It's no juju - Black Stars won't qualify for the 2025 AFCON, period! - Countryman Songo insists.
Countryman Songo tackles Otto Addo's Kudus-Jordan Ayew captaincy switch.
Entrevista realizada en vivo con la banda de rock venezolana Bacalao Men en Julio de 2018. En ella hablamos del que entonces era su nuevo álbum, "Sangre", la historia de la banda y sus influencias musicales. Interpretaron algunos de sus grandes éxitos aquí y conversaron amenamente con Kike Posada.#BacalaoMen #KikePosada #Boomonline #Guataca #Venezuela #Songo #Bugalu #Psicodelia #LosAmigosInvisibles #Rawayana #DesordenPublico #Zapato3 #Yordano #Exiliovenezolano #Bicicletaintergalactica #elcomegente #elmalibu #estonoeswachiwachi #elmaletin #sabaneando #elnuevobugalu #pabloEstacio #archivosboom #boommagazine #miami #elquijotedelamusicaConviértete en un seguidor de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/boom-radio-con-kike-posada--3201320/support.
"Black Stars' selection is biased, not based on skill. Coach Otto Addo's poor leadership and scouting are holding the team back." - Countryman Songo
Countryman Songo exposes Kurt Okraku's players in the Black Stars team [Listen).
"No sensible coach would name Kudus Black Stars captain over Jordan Ayew. Otto Addo's call was ridiculous, biased, and senseless" - Countryman Songo fires!
Comenzamos con la orquesta del percusionista Elio Revé, renovada conceptualmente a finales de los años 60 con los arreglos y las obras de un jóven bajista, el futuro creador de "Van Van": Juan Formell. Notable la presencia de Elena Burke en el catálogo de la etiqueta estatal Areito de esos años, defendiendo las piezas de Formell. Con el denominado "changüí 68" el talentoso músico prefiguraba el Songo. Y muy a propósito de la generación de trovadores que entre los últimos años 80 y primeros 90 oxigenó la banda sonora cubana retomamos la obra del incombustible Alejandro Frómeta. Integrante de aquella importante cofradía de trovadores del enclave habanero de 13 y 8, Frómeta sigue fiel al riquísimo mundo lírico y armónico que, desde los tiempos de "Superávit" junto a Carlos Santos y el desaparecido Raúl Ciro, lo hizo destacar entre sus contemporáneos. Con múltiples influencias donde resaltan los aires de la música popular de Brasil y el rock and roll argentino, nos regala "Agujas del alma". De su álbum "Celular" escogemos "Maldita seas tristeza". En los coros Janet Sierra y Alejandro Gutiérrez. Se sumó además un viejo conocido: el Dr.From. Escuchamos a uno de los grandes soneros de la primera mitad del siglo XX cubano: Abelardo Barroso. Reinó durante los años 20 y buena parte de los 30 gracias a sus cualidades vocales y al auge que alcanzaron entonces el son y el danzonete. En los 40 durante la era dorada de los conjuntos, el éxito del danzón de nuevo ritmo, el swing y el bebop, el cantante no tuvo muchas oportunidades de lucimiento. Sin embargo, por esos caprichos de la música su relativo silencio se rompió en plena década del 50 gracias al apoyo comercial de la etiqueta Puchito de Jesús Goris y la orquesta del percusionista Rolando Valdés. Bien establecida "la era del cha chá chá" Barroso adaptó su estilo, netamente sonero, a la orquesta tipo charanga. Un desprendimiento de la importante jazz band "Hermanos Castro" dio lugar en 1939 a la fundación de la orquesta "Habana Riverside". Una década y media después la etiqueta independiente "Puchito" la sumaba a su staff artístico. Dominaban en ambiente musical el chá chá chá y el mambo y la sonoridad de la "Riverside" bajo la batuta del saxofonista Pedro Vila, alcanzaba su máximo esplendor con su cantante estrella: Tito Gómez. El guitarrista, compositor y arreglista Juanito Márquez colocaba en el repertorio de la "Riverside" algunas de sus obras: "Naricita fria" y "Alma con alma". Volvemos al recuerdo de aquellos formidables conjuntos cubanos soneros que durante los años 40, 50 y 60 reforzaron la presencia de la música popular cubana en el mundo. Tres grandes del Son: Arístides Balmaseda, Filiberto y el Chino Lahera con el conjunto "Estrellas de Chocolate", el piano de Columbié y los arreglos y el tres del gran Niño Rivera.
Una discusión a fondo de las principales noticias del acontecer diario de Cuba y el mundo, con la conducción de los periodistas Amado Gil y José Luis Ramos | Hoy, en la Tertulia de Las Noticias Como Son: | Desastre humanitario en Guantánamo podría complicarse con Oropouche y otras enfermedades | Nos dejaron solos": Cubano encara a Díaz-Canel durante su visita a Guantánamo | Tras el restablecimiento del sistema eléctrico en Cuba, vuelven los apagones de 12 horas diarias | Invitados: José Luis Tan Estrada, periodista independiente, colaborador DDC yOrlando Freire Santana, escritor y economista | Comentarios en Audio: Dr. Roberto Serrano, Songo, Santiago de Cuba y Residente de Guantánamo.
If we keep up with Otto Addo as Black Stars head coach, we will live to regret as a country. The earlier we sack him, the better. - Countryman Songo
My criticism of Kurt Okraku isn't personal; it's based on his incompetence and lack of vision for Ghana. - Countryman Songo explains.
"You are not the one to apologize to us; we need no apology from you. Don't let them use you for politics." - Countryman Songo tells Kudus.
Hot! Countryman Songo tackles Black Stars' humiliating 2-0 defeat to Sudan in the 2025 AFCON qualifiers.
Motivation can't help Black Stars. Produce the right players for us or forget about winning trophies and qualifying for the 2025 AFCON with the current team. - Countryman Songo tells GFA.
This current Sports Ministry has been ineffective, particularly in securing a headline sponsor for the Ghana Premier League since taking office. Mustapha Ussif's leadership has been disappointing. - Countryman Songo.
"Great move, President Akufo-Addo, on sacking Dodzie Numekevor! We eagerly await similar action against other corrupt officials," Countryman Songo pleads.
3 weeks into GPL, no sponsor yet. Football management needs action, not words. Secure a headline sponsor for GPL. - Countryman Songo to GFA
We won't allow the Black Stars to play home games in any country other than Ghana. If CAF says our stadium isn't up to standard, then fix it. We won't tolerate any nonsense about Ghana playing home matches in other countries. We won't tolerate this! - countryman Songo fires GFA.
"I gained respect for Kamala Harris after her debate with Trump. Mahama and Bawumia should do the same for Ghana's sake. Debate and clear the air on your incompetence claims. Leaders should debate, not hide" - Countryman Songo. .
Su reinado en las victrolas coincidió con los últimos años 50s. Más de seis décadas después Blanca Rosa Gil continúa siendo una de las voces más hermosas y distintivas del bolero cubano. Sus primeros singles, producidos por la etiqueta Panart hacia 1957 cristalizaron una creciente popularidad ganada, a puro aplauso, en la pista del "Ali Bar" el famoso local regenteado por Alipio García, ubicado en la periferia citadina. Para 1960 redoblaba sus éxitos en radio y televisión mientras que sus grabaciones producidas por el sello Modiner asentaban ese estilo tan suyo, entre sentimental y tanguero, acentuado por los arreglos de los pianistas Severino Ramos y Joaquín Mendivel, a cargo también de las conducciones orquestales. Los ecos de los éxitos de "La muñequita que canta" son parte indisoluble de las memorias de una nación que, negándose a desvanecerse del todo, persiste en la nostalgia de más de una generación de cubanos, dentro y fuera de la isla. Eliades Ochoa: de Songo la Maya para el mundo. Su temprano vínculo con un instrumento como el tres lo llevó inevitablemente al mundo del son, la guajira, el bolero y la canción trovadoresca. Su trasiego por el Quinteto "Oriental", el Septeto Típico y el Cuarteto "Patria", así como su similitud vocal con el mítico Guillermo Portabales, han definido su huella en la música popular de los últimos treinta años. Hoy repasamos algunas de las grabaciones de Eliades Ochoa con el Cuarteto "Patria". Sin dudas el empuje comercial del proyecto "Buena Vista Social Club" fue decisivo para que su carrera fuese bien reconocida dentro y fuera de la isla. En su voz la obra del genial Antonio Fernández (Ñico Saquito). José Antonio Méndez: "el King", "el Ronco", a pesar de tener "pegados" en las victrolas de los primerísimos años 50s varios temas de su autoría, decidió probar fortuna en tierras aztecas como lo hicieron otros artistas y músicos cubanos que le antecedieron. José Antonio, con su habitual humildad, creyó que el representante de la RCA Víctor mexicana Mariano Rivera Conde "lo estaba vacilando" cuando le propuso grabar varios discos con arreglos y respaldo orquestales del tremendo melodista, pianista y compositor Mario Ruiz Armengol. El sorpresivo éxito que tuvieron estas grabaciones fuera de Cuba validó el estilo interpretativo del King. La calidez de su voz y la sencillez con que "ponía" los temas en el escenario con su guitarra le aseguraron, desde entonces, la fidelidad del público mexicano. Entre sus trabajos discográficos de los primeros años 60 sobresale una producción en complicidad con los pianistas Frank Emilio Flynn, Rafael Somavilla y el violinista urugüayo Federico Britos. En los minutos finales algunas de las voces entrañables de la radio cubana. Los ecos de los veteranos estudios habaneros, aquellos importantes escenarios del éter donde artistas y agrupaciones ofrecieron su arte en directo. Desde los estudios de la CMQ de Monte y Prado: Gerardo Pedroso, una de las voces olvidadas del danzón. El 21 de agosto de 1948 le acompañó la Orquesta Gris a cargo del maestro Armando Valdés Torres. Así cantó la guaracha de José Claro Fumero: "Bemba colorá". Los tiempos de gloria de la música popular cubana. Gerardo Pedroso regresa como bolerista. "Mira que eres linda", otro clásico cubano original del maestro Julio Brito. Sonidos que nos recuerdan la importantísima plaza artística que fue La Habana. Seguimos viaje ahora a los estudios del guajiro Amado Trinidad Velazco, el mayor competidor de CMQ. En julio de 1947 en RHC Cadena Azul, bajo el influjo del llamado danzón de nuevo ritmo, la Orquesta Unión interpretaba "Las cosas de Vega", combinación de la pieza de Orestes López con un fragmento de la suite "Cascanueces". La última parada es en los estudios de la Radio Cadena Suaritos ubicados en la calle 25 del Vedado habanero. María Teresa Vera y Lorenzo Hierrezuelo cubrieron infinidad de horas en las míticas audiciones del gran Laureano Suárez.
Countryman Songo tackles Black Stars' chances against Mali in the 2026 WCQ. "Your criticism of the EC is unfair and biased; cease it." - Former NPP chairman warns NDC. LISTEN.
Countryman Songo and Omanhene Kwabena Asante address Otto Addo's potential return as Black Stars' head coach.
Su nombre: Miguel Arcángel Conill, pero por esos caprichos de la música y los músicos, su inmenso legado lo dejó escrito sencillamente como Miguelito Cuní. Con ciertas grabaciones históricas celebramos la presencia de este formidable sonero en los salones bailables de la nación cubana, durante poco más de 50 años. A comienzos de los años 40, afincado en la capital de la república, atrás quedaron su natal Pinar del Río y las primeras formaciones donde descubrió su vocación. Predestinado al conjunto de sones (donde definitivamente brilló su estrella con mayor intensidad) y después de una temporada en la orquesta del flautista Antonio Arcaño, Cuní pasó al conjunto de Arsenio Rodríguez. Con el ciego maravilloso llegaron los primeros discos. Cantante completo, desde entonces el bolero también fue parte de su repertorio. Avanzada ya la década del 40 se afianzaba mucho más la era de los conjuntos, despertando interés las innovaciones melódicas y armónicas de su coterráneo y antiguo compañero del Sexteto "Caridad": el tresero Niño Rivera. Mayo de 1950 en los estudios de la CMQ grababa la RCA Víctor. De nuevo el conjunto de Arsenio Rodríguez. Apenas un año después Chappottín se haría cargo del grupo. En 1952, antes de comenzar a grabar para Panart con el conjunto de Chappottín, Cuní probó suerte con el conjunto de Ñico Membiela, producido por el sello del compositor Rolando Membiela - Continentales Marabil - y el piano de Pepecito Reyes. Así quedó el rastro de este son montuno de Lilí Martinez: "Tumba Monte". Entre 1951 a 1955 destaca como cantante estrella de Chappottín grabando para los sellos Panart y Puchito. Tras una pausa de varios años separado del trompetista, forma parte del conjunto "Modelo", pasando fugazmente después por la banda del Beny Moré. Finalizando los años 50 recibe el apoyo de Álvarez Guedes con su etiqueta Gema. El actor y productor, siempre acertado, pone a la disposición del sonero diferentes acompañamientos. A comienzos de los años 60 vuelven a refulgir en los escenarios Chappottín y Cuní. Un dueto de oro que esta vez sólo pudo interrumpir la muerte. En la memoria: Miguelito Cuní. Sonero de los buenos. Las antiguas ediciones discográficas en 78 rpm nos permitirán rescatar del olvido a una de las grandes voces de la música popular cubana: Ana María García. En tres tiempos recordaremos el arte de esta importante cantante: primero cuando, mediando los años 30, completó el trío García. Junto a Ana María la imprescindible voz segunda de Justa García y la guitarra de Nené Ayué. Ana María García, fenomenal intérprete de sones, guarachas, montunos y boleros, hoy nos acompaña en clave de conga y comparsa. La escucharemos con el septeto "Favorito" de los primeros 50, a cargo de "Mañungo" y "Carusito" y los Tambores de Alfredito Valdés, con la trompeta de Óscar Velazco "Florecita". Así resuena este segmento junto a la gran Ana María García. Los tesoros de la música popular cubana, todas las semanas, los compartimos contigo. El catálogo de la etiqueta independiente Puchito del año 1957 (en colaboración con el sello Montilla) editó un fabuloso álbum reverenciando la obra del maestro Ernesto Lecuona. Con la conducción orquestal del genio de Guanabacoa: Sarita Escarpenter, Zoraida Marrero, la actriz María de los Angeles Santana, y el dueto de Rosa Elena Miró y Héctor Fernández Ramos. En ese orden escucharemos las canciones: "Al fin", "No es por ti", "Mariposa" y la habanera: "Se fue". Los rumberos de ayer y de hoy escriben sus crónicas con toques y cantos. En clave de rumba y guaguancó: Carlos Embale y "Ya no tengo amigos". Con Embale : Roberto Maza, las hermanas Romay y el Grupo Afrocubano "Lulu Yonkori", dirigido por el autor del tema: el folklorista Alberto Zayas. Con el magisterio de su canto Embale nos recuerda la importancia de esos grandes tesoros.
Monya Bunch is a seasoned attorney and certified DEI leader, who currently serves as WilmerHale's Director of Diversity Equity & Inclusion (DEI). Monya's legal background includes over ten years of private law firm practice, in addition to serving as in-house counsel at a brokerage services firm. In addition, Monya served as an adjunct professor at the Howard University School of Law and the University of Maryland, College Park. She served as a law clerk for the Honorable Damon J. Keith, U.S. Court of Appeals for the Sixth Circuit and has been recognized by Washington, D.C. Super Lawyers Magazine as a “Rising Star” and profiled in Washington Lawyer magazine. She recently received Diversity Journal's Black Leadership award, which honors individuals who are trailblazers in their field and promote diversity and inclusion. Monya earned a J.D. from Howard University, where she served as Editor-in-Chief of the Howard Law Journal, an M.P.A. from the University of Hartford, an undergraduate degree from Hampton University, and Georgetown University's Executive Certificate in Strategic Diversity and Inclusion Management. Monya was born and raised in Bedford-Stuyvesant, Brooklyn and is a proud graduate of Brooklyn Technical High School. Learn more about Monya LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/monya-m-bunch-battle-esq-she-her-51b9473/ Shout-out: Today's Diversity Leader Shout-out goes to: Sukari Pinnock Fitts MSOD, PCC, Program Director Georgetown Executive Certificate in Diversity, Equity & Inclusion Management The ALFDP community (Association of Law Firm Diversity Professionals) Ronald C. Machen, Chair, Litigation/Controversy Department Music: Vente by Mamá Patxanga is licensed under a Attribution-Noncommercial-Share Alike 3.0 United States License Amor Y Felicidad by SONGO 21 is licensed under a Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 International License --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/si-suite/message
Abrimos este episodio de La Ruleta Rusa, descubriendo el universo musical de Black Midi, banda de rock experimental que publicaron en 2022 este brillante directo, Live Fire. Después escucharemos de nuevo algo de los moscovitas Vespero, en concreto Songo, álbum publicado a finales del 2021. Y dos recopilatorios estupendos para finalizar, A Fair Forgery Of Pink Floyd, estupenda colección de versiones de la banda de Waters y Gilmour, que fue publicada en 2003. Continue reading La Ruleta Rusa 31.2023. Black Midi. Vespero. A Fair Forgery Of Pink Floyd. VA I’m A Freak Baby. at La Ruleta Rusa Radio Rock.
63 years of Forbidden Music from Cuba to US Citizens. From Son to Songo to Timba called today Cuban Salsa politics by the Cuban Exile Community in Miami to ban any new tropical dance music popular in Cuba from getting airplay on US Spanish language Radio stations, seen on Television networks and written about in Spanish Language Newspapers is still happening.
Tonight is Episode 2 of a Truth 2 Power Latin Music Series - 63 years of Forbidden Music from Cuba to US Citizens. From Son to Songo to Timba called today Cuban Salsa politics by the Cuban Exile Community in Miami to ban any new tropical dance music popular in Cuba from getting airplay on US Spanish language Radio stations, seen on Television networks and written about in Spanish Language Newspapers is still happening. The unique musical dance style was called Songo in the 70's then Timba in the 90's now called Cuban Salsa in the 2020's has been Forbidden for 63 years to American Latin dance music lovers.
Tonight we present -Forbidden- The Tropical Dance Music of Cuba that fell victim of the 63 year US Embargo. An oath made by the Cuban exile community in the music, radio, television and media to never let this music see the light of day in America since any money made in the US would end up in the hands of dictator Fidel Castro. Music styles from Songo in the 70's to Timba in the 90's and now Cuban Salsa in the 2020's
Continua il calciomercato del Milan con la trattativa per Reijnders su tutte.Nel mentre i rossoneri lasciano la presa su Kamada e continuano a sondare per Singo.Questo show fa parte del network Spreaker Prime. Se sei interessato a fare pubblicità in questo podcast, contattaci su https://www.spreaker.com/show/2355694/advertisement
Tonight we present -Forbidden- The Tropical Dance Music of Cuba that fell victim of the 63 year US Embargo. An oath made by the Cuban exile community in the music, radio, television and media to never let this music see the light of day in America since any money made in the US would end up in the hands of dictator Fidel Castro. Music styles from Songo in the 70's to Timba in the 90's and now Cuban Salsa in the 2020's
Tonya Robinson serves as Vice Chair and General Counsel – Legal, Regulatory and Compliance at KPMG LLP, is a member of the firm's management committee, and serves as the Secretary to KPMG's Board of Directors. Before joining KPMG in 2017, Tonya served as the Acting General Counsel at the U.S. Department of Housing and Urban Development (HUD), overseeing nearly 600 professionals. Prior to her federal agency service, Tonya was Special Assistant to President Obama for Justice and Regulatory Policy at the White House. Prior to her service at the White House, Tonya was a partner at the law firm WilmerHale LLP where she worked on a range of litigation matters, including the ground-breaking University of Michigan affirmative action cases. She left Wilmer to work as counsel to then-Senator Joseph R. Biden, Jr. on the U.S. Senate Judiciary Subcommittee on Crime and Drugs. Among her community and philanthropic activities, Tonya serves on the Board of Directors for the National Women's Law Center. Tonya holds a B.A. in Public Policy Studies and a Certificate in Women's Studies from Duke University, a post-graduate degree in African Studies from the University of Cape Town, and has a Juris Doctorate from Harvard Law. Connect with Tonya Robinson on LinkedIn Shout-out: Today's Diversity Leader Shout-out goes to Monya M. Bunch Battle, Esq., Director of Diversity, Equity and Inclusion at WilmerHale Music: Vente by Mamá Patxanga is licensed under a Attribution-Noncommercial-Share Alike 3.0 United States License Amor Y Felicidad by SONGO 21 is licensed under a Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 International License --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/si-suite/message
Mimi Carter has taken a career in politics, nonprofits, and agency to create a new normal in consulting that marries purpose with profit. She has a deep background in both nonprofit and corporate comms, as well as the ability to scale projects, work with teams and drive to goal when it comes to client mission. She has run and reorganized the PR and digital communications offices of some of the largest nonprofits in DC, such as The Corcoran Gallery of Art, The Epilepsy Foundation of America, and others, but as a PR agency leader, has also led the nonprofit and corporate accounts for organizations like The Brady Campaign to Prevent Gun Violence, Mastercard Foundation, CenturyLink and more. Her favorite projects involve making the complex clear, the unseen seen, and creating campaigns that create value among stakeholders and shareholders, both emotionally and financially. But best of all, she's a super-connector. She runs a network of 6000 people called DC Communicators, which continues to attract some of the most influential names in both nonprofit and for-profit comms - from Politico, Illy, and the WNBA to the Red Cross, United Nations, and The Guggenheim. Her favorite topics are purpose and impact communications to create a sense of belonging with the reality of profit. Learn more about Mimi here Shout-out: Today's Diversity Leader Shout-out goes to Lisa Borders Independent Director | “Enlightened” Podcast Host | Strategic Advisor | Keynote Speaker | DEI Advocate | Former WNBA President Music: Vente by Mamá Patxanga is licensed under a Attribution-Noncommercial-Share Alike 3.0 United States License Amor Y Felicidad by SONGO 21 is licensed under a Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 International License --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/si-suite/message
We continue our mini-series on maritime Africa with an episode on Songo Mnara and Kilwa, two significant maritime settlements on the Swahili Coast. In the previous episode we heard how the Swahili coast of east Africa is particularly rich in its maritime cultural heritage and trading past, where African and Arabic cultures have mixed for centuries across the Indian Ocean. In this episode we investigate two locations in great depth, both Swahili stone towns that made their place in global maritime history. Dr Sam Willis spoke with Mercy Mbogelah, who manages the ruins of both sites for UNESCO World Heritage. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
En esta ocasión nos visitó el artista puertorriqueño Medina Carrión. Hablamos sobre sus comienzos en la música, sus influencias musicales, y la urgencia de elevar nuestra conciencia como pueblo. Este cuenta cómo su padre, Jerry Medina, lo ha marcado, gracias a su carrera musical como cantante y trompetista en la orquesta Batacumbele. También describe su admiración por su hermana, la también cantante Kianí Medina. Tocamos el tema del boxeo, ya que Medina Carrión es árbitro y juez en éste deporte desde el 2015.Una sesión entre los MOGOLLEROS:Paul (Pablito)Síguenos en:Instagram: https://www.instagram.com/lamogollapr/Spotify: La Mogolla PRApple Podcast: La Mogolla PR
Welcome to a new edition of the Neon Jazz interview series with Miami-baseed Jazz Saxophonist & Composer Camilo Valencia .. He opened up with us about the new 2022 CD Made in Miami .. This album was twenty years in the making and featuring world class musicians like Arturo Sandoval .. Miami is often called "The bridge to the Americas" is the playground and inspiration for this work that fuses music styles from many of its different cultures and this album reflects that with elements of Pop, Jazz, Funk, R&B, BeBop, Songo, Salsa, Samba and Afro Cuban ..Camilo was born in Cuba and started his musical carrier in the 1970's in Miami .. Dig this story .. Click to listen.Thanks for listening and tuning into yet another Neon Jazz interview .. where we give you a bit of insight into the finest players and minds around the world giving fans all that jazz .. If you want to hear more interviews, go to Famous Interviews with Joe Dimino on the iTunes store, visit the YouTube Neon Jazz Channel at https://www.youtube.com/c/neonjazzkc, go The Home of Neon Jazz at http://theneonjazz.blogspot.com/ and for everything Joe Dimino related go to www.joedimino.com When you are there, you can donate to the Neon Jazz cause via PayPal https://www.paypal.com/donate?hosted_button_id=ERA4C4TTVKLR4 or through Patreon at https://www.patreon.com/neonjazzkc - Until next time .. enjoy the music my friends ..