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No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta terça-feira (17/02/2026): No dia seguinte ao desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, cujo enredo foi a vida do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, afirmou que vai protocolar ação no Tribunal Superior Eleitoral contra supostos crimes cometidos pelo PT na Marquês de Sapucaí. O partido Novo também informou que vai apresentar ação contra o desfile, pedindo a inelegibilidade de Lula. A alegação é de que houve propaganda antecipada financiada com dinheiro público. A Embratur, estatal vinculada ao governo federal, contribui com o financiamento de todas as escolas de samba do Rio de Janeiro, assim com a Prefeitura e o governo do Estado. Especialistas ouvidos pelo Estadão se dividem na análise do episódio. Há quem fale em “zona de penumbra”, em falta de respaldo jurídico e em procedência da ação. E mais: Economia: IPCA mais perto de 3% em março vira trunfo eleitoral Internacional: Em visita à Índia e à Coreia do Sul, Lula busca acordos em setores estratégicos Metrópole: Rodovias federais têm 199 acidentes e 16 óbitos por dia Cultura: Bonecões de Olinda surgem em versão ‘O Agente Secreto’ See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC) da Fundação Casa de Rui Barbosa.Autor do podcast: Carolina Fioravante, bolsista PIC do grupo de pesquisa EPCC da FCRB.No episódio de hoje do Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC), debatemos o capítulo "Arquivo e Arte contemporânea: a virada mnemônica nos 'Postcards from Brazil' de Gilvan Barreto", de autoria de Denise Trindade. A discussão explora como a arte contemporânea utiliza arquivos históricos — especificamente cartões-postais oficiais da Embratur — para desafiar as narrativas hegemônicas da ditadura militar brasileira. Analisamos o conceito de "virada mnemônica" e a forma como os recortes e lacunas nas imagens turísticas revelam a violência estatal oculta, criando uma "geografia da dor" que contrapõe a memória oficial à memória dos crimes e desaparecimentos documentados pela Comissão Nacional da Verdade. O episódio aborda ainda as teorias de Ariella Azoulay, Michel Foucault e Jacques Derrida sobre arquivo e fotografia, refletindo sobre a economia política da memória e o papel da arte como dispositivo de resistência contra o esquecimento institucional.Coordenação do canal: Dra. Eula D.T.Cabral.Análise e correção do roteiro e fichamento do episódio: Dra. Eula D.T.Cabral.Entre em contato conosco:Site: https://epccbrasil.wixsite.com/epcc2Canal no Youtube: EPCC Brasil - https://www.youtube.com/channel/UC7nilPYHyPTpr24THJX-hiw/featuredPágina no Facebook: EPCC-Economia Política da Comunicação e da CulturaInstagram: @epcc.brasilE-mail: [coloquio.epcc@gmail.com]Siga o podcast e acompanhe os próximos episódios!
O Festival de Clermont-Ferrand, vitrine mundial da produção de curtas-metragens, entra na sua reta final com a divulgação dos primeiros prêmios concedidos por parceiros do evento. Entre os títulos já anunciados, o curta “O Rio de Janeiro Continua Lindo”, do cineasta suíço-brasileiro Felipe Casanova, foi escolhido como melhor documentário pelo júri da plataforma Tënk. O filme se organiza em torno da carta de uma mãe ao filho morto, ambientada durante o Carnaval carioca, e entrelaça luto, violência policial de Estado e celebração popular. Adriana Moysés, enviada especial a Clermont-Ferrand Nas seleções oficiais do festival, “O Rio de Janeiro Continua Lindo” concorre na mostra Labo, dedicada às obras mais inovadoras. Outros três curtas brasileiros estão na disputa: “Frutafizz”, de Kauan Okuma Bueno, selecionado para a competição internacional; “Mira”, de Daniella Saba, e “Samba Infinito”, de Leonardo Martinelli, ambos na mostra de filmes com produção francesa. Os vencedores serão anunciados neste sábado (7). Casanova mudou-se para a Suíça com a família quando tinha 9 anos e estudou cinema na Bélgica. Ele contou à RFI que o filme nasceu de uma intuição inicial e de uma decisão simples: filmar o Carnaval carioca em Super 8. “Para ser sincero, eu não sabia que ia ser um filme sobre violência policial. É o primeiro filme que eu faço no Brasil. Eu tinha vontade de ir com a câmera e filmar e decidi que ia ser durante o Carnaval.” O ponto de partida dramático – a carta de uma mãe para um filho ausente – já estava nos esboços iniciais. “Eu tinha uma intuição de um filme-carta, de uma mãe que trabalha durante o Carnaval e escreve para o filho que talvez esteja festejando num bloco que a gente nunca vê. Já tinha essa ideia de ausência. Eu sabia que ia ser uma coisa social, mas não fazia ideia que ia ser sobre violência policial.” Do filme-carta ao impacto da história de Bruna A virada surgiu quando o diretor encontrou as ambulantes Ilma e Bruna. “A Bruna me contou a história dela, falando que perdeu o filho assassinado em 2018 pela Polícia Militar. Fiquei muito tocado e chocado. Eu sabia que isso acontecia sempre, mas nunca tinha conversado com uma mãe que perdeu o filho assim”, relata o cineasta. Bruna mostrou ao diretor as cartas que escrevia ao filho, assim como de outras mães, e a roupa que usou no desfile da Portela em 2024, que convidou 16 mães que perderam seus filhos para “a violência de Estado”. Filmado em Super 8 e construído como documentário, o curta articula presente e passado ao trabalhar com imagens de arquivo da ditadura militar. Para Casanova, essa ponte histórica é central: “É uma situação que é de hoje, mas também é de ontem, de 20, 30, 100 anos atrás. Uma mãe preta que perde seu filho é uma coisa que está presente há muito tempo.” O uso do arquivo, explica, dá forma a uma “carta atemporal” e convoca “os fantasmas da nossa sociedade”: “Essa violência policial de hoje acho que é uma herança que vem da ditadura militar.” O Carnaval aparece como contraponto simbólico. “O Carnaval também tem todas essas camadas da história brasileira – da colonização, do tempo dos escravos –, ele carrega tudo isso. O samba vem da tristeza”, lembra o diretor, citando Vinícius de Moraes. “Um bom samba é uma forma de oração. Acho que o samba traz essa energia, essa luta. Vamos transformar isso em outra coisa, e o filme carrega essa identidade.” “Frutafizz” na competição internacional Em seu primeiro curta-metragem profissional, “Frutafizz”, Kauan Okuma Bueno narra a viagem de dois colegas pelo interior de São Paulo, explorando memória e pertencimento. Selecionado para a competição internacional de Clermont-Ferrand após vencer o Kikito de melhor curta em Gramado, o filme chega ao público francês carregado da emoção do diretor. “Me sinto muito lisonjeado, não só na parte de distribuição, mas desde sempre – como foi feito esse projeto. Significa para mim trazer um recorte da cultura brasileira para pessoas que não têm tanto acesso ou que não consomem tanto do Brasil.” Kauan destaca o caráter coletivo da obra. “É um filme que foi se moldando com o processo, a partir da memória de todo mundo que estava ali – amigos, veteranos, professores. Gosto de parafrasear o Adirley Queiroz: ‘Da nossa memória, fabulamos nós mesmos'. O filme abraça muito essa ideia.” O título surge de um refrigerante da infância do protagonista. “Ele não sabe dizer o gosto porque o gosto não importa de fato. O que importa é o que aquilo representa. Nós somos feitos de histórias incompletas e a gente tenta preencher isso com sentimento e valor.” Anthony França Brown, roteirista do curta, reforça o caráter plural da criação: “Hoje em dia, para você fazer um filme, tem que estar envolvido em todas as áreas. São recortes de memórias e experiências de várias pessoas que fazem parte desse coletivo que foi o roteiro.”
Começa nesta sexta-feira (30) a 48ª edição do Festival Internacional de Curtas‑Metragens de Clermont‑Ferrand. Até 7 de fevereiro, a cidade francesa cercada por vulcões extintos e marcada pela arquitetura de pedra negra volta a receber milhares de profissionais do audiovisual para aquele que é considerado o maior festival de curtas do mundo. Adriana Moysés, enviada especial a Clermont-Ferrand À medida que as salas ganham filas e as ruas se enchem de credenciais coloridas, Clermont-Ferrand assume outra identidade: a de ponto de encontro global de cineastas, programadores e curiosos pelo formato do curta-metragem. Neste ano, a presença brasileira se espalha pela programação. Quatro curtas competem nas seleções oficiais, enquanto outros dez integram duas sessões no Mercado de Filmes. A participação é fruto de uma articulação entre a Associação Cultural Kinoforum, a Spcine, a Embratur – que estreia na mostra – e o Instituto Guimarães Rosa, representado pela embaixada do Brasil em Paris. O Brasil nas telas de Clermont-Ferrand Anne Fryszman, coordenadora de promoção da Kinoforum, descreve o entusiasmo com a recepção internacional às produções brasileiras e antecipa a presença dos realizadores nas sessões: “Esse ano temos quatro filmes brasileiros em competição, sendo um em competição internacional, 'Frutafizz', outro na competição Labo, 'O Rio de Janeiro Continua Lindo', e dois filmes brasileiros na competição nacional, porque são coproduções França-Brasil, mas são bem brasileiros, com histórias brasileiras, de diretores brasileiros e acontecem no Brasil. É o 'Samba Infinito' e 'Mira'. Já pela programação oficial, estamos muito empolgados, muito felizes, sendo que os quatro diretores vão estar presentes.” Na competição nacional francesa (51 filmes), Leonardo Martinelli apresenta “Samba Infinito”, ficção em que um gari, apesar do luto pela perda da irmã, trabalha durante o carnaval carioca; depois da estreia na Semana da Crítica de Cannes em 2025, o curta conquistou três Kikitos em Gramado. Daniella Saba concorre na mesma mostra com “Mira”, ficção sobre uma adolescente que sonha em ser caminhoneira. Na competição internacional (64 filmes), Kauan Okuma Bueno exibe “Frutafizz”, que acompanha dois colegas de trabalho em viagem pelo interior paulista e desembarca em Clermont‑Ferrand após vencer o prêmio de melhor curta em Gramado. Já na seleção Labo, dedicada às obras mais ousadas e inovadoras (24 curtas em disputa, metade deles documentários), Felipe Casanova apresenta “O Rio de Janeiro Continua Lindo”, híbrido de documentário e carta fílmica construído a partir da voz de uma mãe que perdeu o filho durante o carnaval. Presença ampliada no Mercado de Filmes Além das competições, o Brasil terá duas sessões dedicadas aos seus filmes no Mercado de Filmes. Anne destaca essa ampliação: “São filmes que a gente selecionou, a gente abriu as inscrições em outubro para filmes muito recentes ou em curso de finalização, filmes paulistanos, e fizemos uma seleção. E essa sessão Brazil Shorts from São Paulo é uma sessão com o apoio da Spcine. Mas temos também uma sessão com o apoio da Embratur. São filmes que foram realizados dentro do projeto do edital Brasil com S. São cinco filmes sobre a Amazônia”, conta. O edital da agência brasileira do turismo é uma maneira de incentivar a produção de filmes que mostrem o Brasil. “Eu sou de Clermont e sei que o público daqui espera essas histórias, esses filmes com muita ansiedade. Eles gostam mesmo”, diz a coordenadora de promoção da Kinoforum. A morte de Zita Carvalhosa, em julho de 2025, comoveu o audiovisual brasileiro e também a organização do festival francês. Diretora do Kinoforum e figura fundamental na defesa e difusão do curta-metragem no Brasil e no exterior, Zita foi lembrada como “catalisadora de talentos” por colegas e instituições do setor. Agora, quem assume a coordenação-geral da Kinoforum no festival é Vânia Silva, que chega à Clermont pela primeira vez nesta função. “Embora essa seja a primeira vez que eu vá ao Festival de Clermont, eu estou na Kinoforum há 20 anos. Então, o bacana é ver que cada vez mais os curtas têm ganhado espaço no festival, que é uma iniciativa que a Zita Carvalhosa, alguns anos atrás, vislumbrou de abertura desse espaço para as produções brasileiras. E isso vem crescendo ainda mais. Acho isso muito rico neste momento que o cinema brasileiro está em pauta”, destaca Vânia. Segundo maior festival de cinema da França, atrás apenas de Cannes, Clermont‑Ferrand recebe em média cerca de nove mil inscrições de curtas por ano. Em 2025, atraiu 173 mil visitantes e mais de quatro mil profissionais – números que os organizadores esperam ultrapassar em 2026.
Entrada de dólares no turismo atinge nível recorde em 2025, com quase US$7,9 bilhões gastos por estrangeiros no Brasil. Esses recursos entram na economia e impulsionam toda a cadeia do turismo, como transportes, hospedagem, alimentação, agências, comércio e serviços.Sonora:
Brasil quer ser potência turística, mas hoje recebe menos turistas internacionais que Peru e República Dominicana, mesmo tendo Amazônia, Pantanal, litoral gigante e cidades históricas. Ao mesmo tempo, o turismo já responde por quase 8% do PIB e dos empregos do país e é movido, em mais de 90%, pelo brasileiro viajando dentro do próprio Brasil. Como é que um setor tão grande segue sendo tratado só como “férias” e não como política econômica, urbana e ambiental? Neste episódio do Mamilos, Ju Wallauer e Cris Bartis recebem Mariana Aldrigue, pesquisadora de turismo há 25 anos, professora da USP e ex-responsável pela área de inteligência da Embratur, e Ana Carla Fonseca, economista e urbanista, fundadora da Garimpo de Soluções, referência em economia criativa, cultura, cidades e desenvolvimento. Juntas, elas ajudam a responder: o que o turismo representa hoje para o Brasil e o que ele poderia ser se fosse levado a sério como estratégia de país?Ao longo da conversa, a gente fala sobre:a economia do turismo no mundo e no Brasil: participação no PIB, empregos, peso do turismo interno x internacional;o lugar do Brasil no ranking de destinos globais – e por que “turismo é o universo da manipulação estatística”;casos de países que se reposicionaram, como Peru, República Dominicana e Ruanda, usando soft power, gastronomia, audiovisual e campanhas como o Visit Rwanda;turismo, urbanismo e desenvolvimento territorial: projetos no Vale das Histórias e no Vale do Ribeira, autoestima de quem mora no território e risco de overtourism em lugares como Aruba;a diferença entre destinos “plastificados”, tipo parque temático (Gramado, Bonito, Balneário), e experiências mais conectadas com a comunidade e a cultura local, como o nomadismo digital no Rio Grande do Norte (Pipa, São Miguel do Gostoso);a imagem do Brasil lá fora e a frase incômoda de Ricardo Freire: “o pior embaixador do Brasil é o brasileiro”;e, no fim, uma chuva de hacks de viagem: como escolher destino sem cair em roubada, entender alta e baixa temporada, usar bem o mapa de chuvas e não ser enganado por “promoção imperdível” de passagem aérea.Se você se interessa por turismo no Brasil, viagens, economia do turismo, cidades, desenvolvimento regional, turismo sustentável, overtourism, nomadismo digital e planejamento de viagem, este episódio é pra ouvir com atenção – antes de comprar a próxima passagem.INSIDER: Se você curte o Mamilos, dá pra apoiar o podcast até na hora de renovar o guarda-roupa A Insider tá com uma condição especial pra nossa comunidade — aquelas peças confortáveis, tecnológicas e que duram muito mais tempo no uso do dia a dia. Desconto exclusivo pra ouvintes do Mamilos:Cupom de desconto: MAMILOS
Brasil quer ser potência turística, mas hoje recebe menos turistas internacionais que Peru e República Dominicana, mesmo tendo Amazônia, Pantanal, litoral gigante e cidades históricas. Ao mesmo tempo, o turismo já responde por quase 8% do PIB e dos empregos do país e é movido, em mais de 90%, pelo brasileiro viajando dentro do próprio Brasil. Como é que um setor tão grande segue sendo tratado só como “férias” e não como política econômica, urbana e ambiental? Neste episódio do Mamilos, Ju Wallauer e Cris Bartis recebem Mariana Aldrigue, pesquisadora de turismo há 25 anos, professora da USP e ex-responsável pela área de inteligência da Embratur, e Ana Carla Fonseca, economista e urbanista, fundadora da Garimpo de Soluções, referência em economia criativa, cultura, cidades e desenvolvimento. Juntas, elas ajudam a responder: o que o turismo representa hoje para o Brasil e o que ele poderia ser se fosse levado a sério como estratégia de país? Ao longo da conversa, a gente fala sobre: a economia do turismo no mundo e no Brasil: participação no PIB, empregos, peso do turismo interno x internacional; o lugar do Brasil no ranking de destinos globais – e por que “turismo é o universo da manipulação estatística”; casos de países que se reposicionaram, como Peru, República Dominicana e Ruanda, usando soft power, gastronomia, audiovisual e campanhas como o Visit Rwanda; turismo, urbanismo e desenvolvimento territorial: projetos no Vale das Histórias e no Vale do Ribeira, autoestima de quem mora no território e risco de overtourism em lugares como Aruba; a diferença entre destinos “plastificados”, tipo parque temático (Gramado, Bonito, Balneário), e experiências mais conectadas com a comunidade e a cultura local, como o nomadismo digital no Rio Grande do Norte (Pipa, São Miguel do Gostoso); a imagem do Brasil lá fora e a frase incômoda de Ricardo Freire: “o pior embaixador do Brasil é o brasileiro”; e, no fim, uma chuva de hacks de viagem: como escolher destino sem cair em roubada, entender alta e baixa temporada, usar bem o mapa de chuvas e não ser enganado por “promoção imperdível” de passagem aérea. Se você se interessa por turismo no Brasil, viagens, economia do turismo, cidades, desenvolvimento regional, turismo sustentável, overtourism, nomadismo digital e planejamento de viagem, este episódio é pra ouvir com atenção – antes de comprar a próxima passagem. INSIDER: Se você curte o Mamilos, dá pra apoiar o podcast até na hora de renovar o guarda-roupa A Insider tá com uma condição especial pra nossa comunidade — aquelas peças confortáveis, tecnológicas e que duram muito mais tempo no uso do dia a dia. Desconto exclusivo pra ouvintes do Mamilos: Cupom de desconto: MAMILOS
Segundo a Embratur, venda de bilhetes aéreos ao país aumentou 7,5% para a virada de ano e 23,2% para o período de Carnaval. Argentinos, chilenos, norte-americanos e portugueses lideram a compra de passagens.
Marcelo y Mariana nos invitan a vivir la magia de Natal Luz desde las Serras Gaúchas. Una región que se llena de luces, desfiles y espectáculos, creando una atmósfera sin igual, inspirada en tradiciones europeas y despertando la fantasía de todos. Ademas, tuvimos un contacto exclusivo con autoridades de Embratur para seguir descubriendo Brasil, en este caso, Rio Grande del Norte. Por último, seguimos avanzando en lo que será nuestro recorrido en 2026 por el norte de España.
Cine Brasil celebra 20 anos com produções dedicadas ao cinema afro-brasileiro e à diversidade cultural. A estreia em Berlim teve sala lotada e presença do cineasta Antonio Pitanga, grande homenageado deste ano. Cristiane Ramalho, correspondente da RFI em Berlim O festival acontece no cinema Babylon – uma charmosa e quase centenária sala no bairro central de Mitte. O evento costuma atrair um vasto público formado, sobretudo, por brasileiros e alemães que vivem em Berlim. Em sua noite de estreia, uma gelada quinta-feira (20) de outono, a mostra exibiu “Malês”, dirigido e estrelado por Antonio Pitanga. A homenagem ao ator e diretor baiano é o reconhecimento do que a sua obra representa “para o cinema, o teatro, a televisão – e para a identidade negra brasileira”, diz o criador e curador do festival, Sidney Martins. O trabalho do cineasta está presente ainda em outros três filmes. Além do documentário “Pitanga”, de Beto Brant e Camila Pitanga, atriz e filha do diretor, serão exibidos “Casa de Antiguidades” e “Oeste Outra Vez”, que também contam com atuações do artista. Nesta edição, que marca os 20 anos do Cine Brasil, serão exibidos 15 filmes. Entre os destaques, está “Kasa Branca”, de Luciano Vidigal, que “é o segundo longa produzido pelo grupo Nós do Morro, que virou Nós do Cinema, lá do Vidigal (comunidade carioca)”, lembra o curador. O diretor de “Kasa Branca”, primeiro cineasta negro a ganhar o prêmio de melhor direção no Festival do Rio, em 2024, também está em Berlim para participar da mostra. Há ainda diversos filmes que farão a sua estreia internacional na capital alemã, como “Família de Sorte”, de Viviane Ferreira, além de longas como “Luiz Melodia, no Coração do Brasil”, de Alessandra Dorgan, “Vitória”, de Andrucha Waddington e Breno Silveira, e “Virgínia e Adelaide”, de Yasmin Thayná e Jorge Furtado. Para além dos estereótipos Martins conta que resolveu criar o festival, em 2005, para homenagear os negros e oferecer uma perspectiva que fosse além da forma estereotipada como eles geralmente eram apresentados na cinematografia brasileira – algo que sempre o incomodou. Para isso, o curador garimpava obras no Brasil que pudessem “retratar os afrodescendentes de uma forma mais humana e real” do que aquela que era tradicionalmente mostrada pelas televisões e filmes brasileiros. Nessa época, porém, ainda era difícil reunir películas suficientes para compor a mostra. Em 2007, o festival – que surgiu como “O Negro no Cinema Brasileiro” -, torna-se mais abrangente, e passa a se chamar Cine Brasil, incluindo outras temáticas relevantes para a sociedade brasileira, mas sem perder o foco original. Produção cinematógrafica negra se multiplicou Hoje, a produção do cinema negro se expandiu, diz o curador. São muitos os filmes que revelam “uma visão cinematográfica da história contada pelos negros e sobre os negros brasileiros”, observa Martins. A audiência do festival também mudou. Formada majoritariamente por alemães em seu início, a mostra passou a atrair cada vez mais brasileiros a partir de 2022. Hoje, eles representam 60% do público do Cine Brasil, segundo o curador. A plateia ganhou ainda um perfil mais jovem – o que pode estar ligado às redes sociais. Mostra vai passar por cinco cidades alemãs “A participação do público é muito importante, e está crescendo. Ele é o nosso grande patrocinador. Isso nos dá força e energia para continuar”, diz Martins. A consolidação da mostra trouxe este ano parceiros como a Embaixada do Brasil em Berlim, por meio do Instituto Guimarães Rosa, a Embratur, a TAP e a organização alemã Brot für die Welt. Nesta edição há também sessões gratuitas de filmes falados em português para alunos da escola pública bilíngue Grundschule Neues Tor, em Berlim - um incentivo à formação de espectadores infantojuvenis. Há também um bate-papo diário com cineastas brasileiros. Mas chegar aos 20 anos não foi fácil. Após uma fase de forte crescimento, o festival atravessou um período de turbulência, agravado pela pandemia e pelo governo Bolsonaro. Martins, que também é gestor cultural, ator e mestre de capoeira, conta que chegou a vender um carro no ano passado para viabilizar a mostra – e só aí entraram os patrocínios. “Criar um projeto é mais fácil do que manter”, admite. Apesar de todas as dificuldades, o brasileiro garante que jamais pensou em desistir da ideia. A retomada está vindo aos poucos. Este ano, o Cine Brasil – que chegou a 23 cidades em seu período áureo - vai passar ainda por Frankfurt, Colônia, Düsseldorf e Freiburg. Em Berlim, a mostra fica em cartaz até a próxima quarta-feira (26/11).
Cine Brasil celebra 20 anos com produções dedicadas ao cinema afro-brasileiro e à diversidade cultural. A estreia em Berlim teve sala lotada e presença do cineasta Antonio Pitanga, grande homenageado deste ano. Cristiane Ramalho, correspondente da RFI em Berlim O festival acontece no cinema Babylon – uma charmosa e quase centenária sala no bairro central de Mitte. O evento costuma atrair um vasto público formado, sobretudo, por brasileiros e alemães que vivem em Berlim. Em sua noite de estreia, uma gelada quinta-feira (20) de outono, a mostra exibiu “Malês”, dirigido e estrelado por Antonio Pitanga. A homenagem ao ator e diretor baiano é o reconhecimento do que a sua obra representa “para o cinema, o teatro, a televisão – e para a identidade negra brasileira”, diz o criador e curador do festival, Sidney Martins. O trabalho do cineasta está presente ainda em outros três filmes. Além do documentário “Pitanga”, de Beto Brant e Camila Pitanga, atriz e filha do diretor, serão exibidos “Casa de Antiguidades” e “Oeste Outra Vez”, que também contam com atuações do artista. Nesta edição, que marca os 20 anos do Cine Brasil, serão exibidos 15 filmes. Entre os destaques, está “Kasa Branca”, de Luciano Vidigal, que “é o segundo longa produzido pelo grupo Nós do Morro, que virou Nós do Cinema, lá do Vidigal (comunidade carioca)”, lembra o curador. O diretor de “Kasa Branca”, primeiro cineasta negro a ganhar o prêmio de melhor direção no Festival do Rio, em 2024, também está em Berlim para participar da mostra. Há ainda diversos filmes que farão a sua estreia internacional na capital alemã, como “Família de Sorte”, de Viviane Ferreira, além de longas como “Luiz Melodia, no Coração do Brasil”, de Alessandra Dorgan, “Vitória”, de Andrucha Waddington e Breno Silveira, e “Virgínia e Adelaide”, de Yasmin Thayná e Jorge Furtado. Para além dos estereótipos Martins conta que resolveu criar o festival, em 2005, para homenagear os negros e oferecer uma perspectiva que fosse além da forma estereotipada como eles geralmente eram apresentados na cinematografia brasileira – algo que sempre o incomodou. Para isso, o curador garimpava obras no Brasil que pudessem “retratar os afrodescendentes de uma forma mais humana e real” do que aquela que era tradicionalmente mostrada pelas televisões e filmes brasileiros. Nessa época, porém, ainda era difícil reunir películas suficientes para compor a mostra. Em 2007, o festival – que surgiu como “O Negro no Cinema Brasileiro” -, torna-se mais abrangente, e passa a se chamar Cine Brasil, incluindo outras temáticas relevantes para a sociedade brasileira, mas sem perder o foco original. Produção cinematógrafica negra se multiplicou Hoje, a produção do cinema negro se expandiu, diz o curador. São muitos os filmes que revelam “uma visão cinematográfica da história contada pelos negros e sobre os negros brasileiros”, observa Martins. A audiência do festival também mudou. Formada majoritariamente por alemães em seu início, a mostra passou a atrair cada vez mais brasileiros a partir de 2022. Hoje, eles representam 60% do público do Cine Brasil, segundo o curador. A plateia ganhou ainda um perfil mais jovem – o que pode estar ligado às redes sociais. Mostra vai passar por cinco cidades alemãs “A participação do público é muito importante, e está crescendo. Ele é o nosso grande patrocinador. Isso nos dá força e energia para continuar”, diz Martins. A consolidação da mostra trouxe este ano parceiros como a Embaixada do Brasil em Berlim, por meio do Instituto Guimarães Rosa, a Embratur, a TAP e a organização alemã Brot für die Welt. Nesta edição há também sessões gratuitas de filmes falados em português para alunos da escola pública bilíngue Grundschule Neues Tor, em Berlim - um incentivo à formação de espectadores infantojuvenis. Há também um bate-papo diário com cineastas brasileiros. Mas chegar aos 20 anos não foi fácil. Após uma fase de forte crescimento, o festival atravessou um período de turbulência, agravado pela pandemia e pelo governo Bolsonaro. Martins, que também é gestor cultural, ator e mestre de capoeira, conta que chegou a vender um carro no ano passado para viabilizar a mostra – e só aí entraram os patrocínios. “Criar um projeto é mais fácil do que manter”, admite. Apesar de todas as dificuldades, o brasileiro garante que jamais pensou em desistir da ideia. A retomada está vindo aos poucos. Este ano, o Cine Brasil – que chegou a 23 cidades em seu período áureo - vai passar ainda por Frankfurt, Colônia, Düsseldorf e Freiburg. Em Berlim, a mostra fica em cartaz até a próxima quarta-feira (26/11).
A empresa de um sócio do ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Sidônio Palmeira, recebeu R$ 12 milhões da execução de contratos de publicidade de duas estatais do governo Lula nos últimos dois anos, a Caixa Econômica Federal e a Embratur. Procurado, o ministro disse que não interferiu em favor das contratações e que se afastou da gestão de suas empresas após assumir o cargo público. "Lula comemora foto com presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e resultados em pesquisas de intenção de voto, pela recuperação da popularidade e desempenho eleitoral, e vem uma bomba dessas. É um campo minado para o presidente que passou pelo Mensalão, Petrolão e foi preso; quando fala em dinheiro público tudo fica complicado. A reportagem mostra que tudo é muito intrincado. Vai dar dor de cabeça ao Lula", diz Eliane.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A empresa de um sócio do ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Sidônio Palmeira, recebeu R$ 12 milhões da execução de contratos de publicidade de duas estatais do governo Lula nos últimos dois anos, a Caixa Econômica Federal e a Embratur. Procurado, o ministro disse que não interferiu em favor das contratações e que se afastou da gestão de suas empresas após assumir o cargo público. "Lula comemora foto com presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e resultados em pesquisas de intenção de voto, pela recuperação da popularidade e desempenho eleitoral, e vem uma bomba dessas. É um campo minado para o presidente que passou pelo Mensalão, Petrolão e foi preso; quando fala em dinheiro público tudo fica complicado. A reportagem mostra que tudo é muito intrincado. Vai dar dor de cabeça ao Lula", diz Eliane.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A empresa de um sócio do ministro-chefe da Secom, Sidônio Palmeira, recebeu R$ 12 milhões de contratos de publicidade das estatais Caixa Econômica Federal e Embratur nos últimos dois anos, de acordo com reportagem do Estadão. Os pagamentos foram realizados à produtora Macaco Gordo, do empresário Francisco Kertész, que é sócio de Sidônio na M4 Comunicação e Propaganda, atualmente chamada de Nordx.A M4 foi criada em 2022 para atuar na campanha eleitoral de Lula e presta serviços ao diretório nacional do PT. Felipe Moura Brasil, Duda Teixeira e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
O setor de aviação ultrapassou a marca histórica de 61 milhões de passageiros transportados. O indicador sobe pelo 51º mês consecutivo e reforça tendência de recorde histórico para 2025.Sonora:
RICHARD RASMUSSEN é biólogo, apresentador e embaixador do ecoturismo pela Embratur, e o BIÓLOGO HENRIQUE é biólogo e o “Rei da Balbúrdia”. Eles vão bater um papo sobre o caso do elefante Sandro e sua transferência para um santuário. O Vilela acha um absurdo o que está acontecendo. Onde já se viu colocarem nome de gente em um elefante.
O Aos Fatos desta terça-feira (16) destaca a entrevista do presidente da Embratur, Marcelo Freixo, à Rádio Metropole. Ao comentar a crise comercial entre Brasil e Estados Unidos, ele classificou a situação como uma “ruptura diplomática de 200 anos” e disse que o país precisa “responder com soberania” à tarifa de 50% imposta pelo governo Trump sobre produtos brasileiros.
Os recursos foram movimentados pelos visitantes internacionais entre janeiro e maio de 2025, o melhor resultado já registrado para o período. Os dados divulgados pelo Banco Central mostram crescimento de 13,7% em relação ao mesmo período do ano passado. Em maio, o crescimento foi de 5,7%.Sonora:
O número de visitantes internacionais, de janeiro a maio deste ano, superou os resultados de toda a série histórica. Foram 4,8 milhões de estrangeiros durante o período. Esse movimento representa crescimento de 49,7% em relação aos primeiros cinco meses de 2024Sonora:
De janeiro a abril, o Brasil recebeu 4,4 milhões de turistas estrangeiros — número recorde para o período. É o melhor início de ano da história, com alta de 51% em relação a 2024. Freixo exalta retomada da imagem do país e ações do governo Lula para promover o turismo.Sonora:
RICHARD RASMUSSEN é biólogo, apresentador e embaixador do ecoturismo pela Embratur, e BIÓLOGO HENRIQUE é biólogo e o “Rei da Balbúrdia”. Eles vão bater um papo sobre situações absurdos na natureza, reais e hipotéticas como o caso da onça e um gorila contra 100 homens. O Vilela adora estar perto da natureza, desde que exista entrega 24 horas de comida e petiscos.
O estado de São Paulo bateu recorde no número de estrangeiros recebidos no primeiro trimestre do ano: 807.030, segundo dados do Ministério do Turismo e da Embratur, em parceria com a Polícia Federal. Desse total, 795.285 chegaram por via aérea, o que reforça a posição do estado como uma das principais portas de entrada de visitantes internacionais no Brasil.
Segundo dados do Ministério do Turismo, em parceria com a Embratur e a Polícia Federal, o país recebeu cerca de 2,8 milhões de turistas internacionais nos meses de janeiro e fevereiro de 2025. O recorde histórico representa um aumento de 57% em relação ao mesmo período de 2024.Sonora:
A chegada de turistas internacionais no Brasil cresceu 55% em janeiro e bateu novo recorde: 1,48 milhão de visitantes. O aumento de conexões aéreas e a promoção do País em feiras internacionais estão entre os fatores que têm incentivado a vinda dos turistas. Sonora:
Estamos de volta! O primeiro Plano Geral de 2025 traz uma edição especial direto da 28ª Mostra de Cinema de Tiradentes. Flavia Guerra e Vitor Búrigo comentam os destaques da programação e apresentam entrevistas com convidados especiais: a homenageada Bruna Linzmeyer; Marcelo Freixo, presidente da Embratur; Raquel Hallak, coordenadora geral da Mostra e CEO da Universo Produção; Rodrigo Aragão, diretor do terror "Prédio Vazio"; e a cineasta Letícia Simões, de "A Vida Secreta de Meus Três Homens". Além disso, destaque para o sucesso internacional de "Ainda Estou Aqui" e Fernanda Torres, os indicados ao Oscar 2025 e a estreia de "Emilia Pérez", de Jacques Audiard, com Karla Sofía Gascón (e suas polêmicas) nos cinemas brasileiros. Estamos no ar!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nos últimos dias, Madri tem respirado turismo. Entre 22 e 26 de janeiro, a capital espanhola sediou a 45ª edição da Feira Internacional de Turismo, a Fitur. Este ano, o Brasil foi escolhido como país sócio do evento, recebendo destaque internacional. A feira reuniu 884 expositores, 9.500 empresas e representantes de mais de 100 países. Mais de 250 mil pessoas compareceram, entre profissionais do setor e visitantes. Marcelo Freixo, presidente da Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur), celebrou a parceria com a Espanha neste que é considerado um dos maiores eventos turísticos do mundo. “O Brasil volta para o cenário mundial”, segundo Freixo, dialogando sobre questões como responsabilidade climática, democracia e o combate à fome. Para o presidente da Embratur, é “muito importante” que essas questões fundamentais tenham um “reflexo no Brasil do turismo, o Brasil que recebe o mundo inteiro para conhecê-lo”.Freixo ressaltou ainda a imensa diversidade do Brasil, um país com 6 biomas, que vai muito além de “sol e praia” e que é profundamente plural também em termos culturais. “É isso que a gente apresenta nas feiras, é isso que a gente vem apresentar aqui na Espanha”, pontua.Potência a explorarToda a diversidade que o país possui tem potencial para virar atrativo turístico, segundo o presidente. E, para colher frutos nesse sentido, a Embratur, além de dialogar com as companhias aéreas em busca de aumentar a conexão do Brasil com o mundo, tem trabalhado para uma maior relação com as agências de viagem.Marcelo Freixo explica que foi lançada uma plataforma – em inglês e espanhol –, na qual os trabalhadores do setor turístico na Espanha poderão entrar para compreender melhor os destinos brasileiros e, assim, ter mais ferramentas para vender o país como uma boa opção para os viajantes. “Esse mundo das agências, que é quem na verdade organiza a ida dos turistas para os seus destinos, é um foco muito importante pra gente agora”, destacou.Guia de investimentosOutro produto lançado em Madri durante os dias de Fitur foi o guia Tourism Doing Business: Investindo no Brasil, elaborado pela ONU Turismo e pelo Banco de Desenvolvimento da América Latina e do Caribe (CAF) em colaboração com o Ministério do Turismo brasileiro. A publicação tem como objetivo “explorar as diversas oportunidades e facilidades de investimento disponíveis no setor turístico e ressaltar as principais qualidades que fazem do país um destino turístico atrativo”, como é possível ler na introdução do material.Como cinco aspectos mais relevantes para investir no Brasil, o texto elenca: “a diversidade da economia e o potencial de crescimento”; “a inovação e a tecnologia como motor de crescimento”; “a infraestrutura e a conectividade”; “a diversidade cultural e o talento competitivo” e a “abundância de recursos naturais e biodiversidade”.Na última quinta-feira (23), houve evento para apresentar o guia na Embaixada do Brasil em Madri. O embaixador Orlando Leite Ribeiro destacou que a iniciativa tem um propósito bem definido: “Não estamos aqui só buscando turistas. A presença do Brasil na feira visa também atrair investimentos. A Espanha já é o segundo maior investidor no Brasil, atrás apenas dos Estados Unidos, mas no setor de turismo ainda é um pouco tímida”.Presidência do Conselho Executivo da ONU TurismoDurante os dias de Fitur, o ministro brasileiro do Turismo, Celso Sabino, cumpriu uma agenda intensa em Madri. Além de participar de diversos eventos conectados diretamente à feira, no último dia 23, ele assumiu a presidência do Conselho Executivo da ONU Turismo – a agência das Nações Unidas que promove o turismo sustentável e acessível para todos. O ministro destacou que o feito representa um marco histórico, já que é “a primeira vez na história dessa entidade, que tem 50 anos, que um brasileiro ocupa esse posto”.Sabino explicou ainda que a ONU Turismo promove um “debate em altíssimo nível” sobre temas como: o avanço do Turismo de forma responsável; a promoção, qualificação e capacitação profissional do setor; a promoção de novos destinos e a sustentabilidade como um todo. “E o conselho executivo da ONU Turismo é o órgão responsável por organizar a pauta, marcar as reuniões, definir as prioridades que serão levadas à assembleia geral”, continuou. “Tenho certeza que o Brasil vai agarrar essa oportunidade com unhas e dentes”.Segundo os dados da Embratur, em 2024, o Brasil bateu um recorde no número de visitantes internacionais. O país alcançou a marca de 6.657.377 turistas estrangeiros, obtendo um crescimento de 12,6% em comparação com 2023. E 2025, segundo Celso Sabino, deve ser mais um grande ano para o turismo brasileiro.“No ano passado, nós tivemos a presidência do G20, esse ano nós vamos ter a presença dos BRICS, vamos ter a Cop30 e, em 2027, vamos sediar o mundial de futebol feminino,”, destaca o ministro, enfatizando que cada um desses eventos contribui para o cenário de ascensão que o Brasil está vivenciando.“Mas o fato é que nós viemos numa tendência”, pondera. “Superamos em 2024, por exemplo, marcas de quando o Brasil sediou as Olimpíadas, de quando o Brasil sediou a Copa do Mundo. O ano de 2024 foi bem melhor do que esses anos, inclusive”. Para o chefe do Ministério do Turismo, o objetivo é alcançar a marca dos 7 milhões de turistas estrangeiros visitando o Brasil, em 2025, e ultrapassar a marca de mais de 300 milhões de viagens domésticas de “brasileiro fazendo turismo dentro do Brasil”.Ainda de acordo com a Embratur, mais de 1,4 milhão de turistas europeus desembarcaram no Brasil em 2024, um aumento de 16% em relação ao ano anterior. Desses, 128 mil viajaram da Espanha, representando uma alta de 12% em comparação a 2023. Já existem voos diretos ligando Madri e Barcelona a grandes cidades brasileiras como São Paulo e Rio de Janeiro. Além disso, Salvador também tem ligação direta com a Espanha, com voos sem escalas a partir de Madri.Estados representadosA Bahia é um dos estados com estande próprio na Fitur. No espaço, uma baiana tradicional atrai todos os olhares. É Lucicleide Nascimento, que participa da feira há mais de 20 anos e encanta os visitantes com sua simpatia e traje típico, gerando grandes filas. São pessoas que querem tirar fotos, conversar e até fazer pedidos, já que a baiana também distribui as famosas fitinhas do Senhor do Bonfim. A gastronomia da Bahia, com seus sabores inconfundíveis, é outro trunfo para chamar a atenção de quem passa pelo estande.“Tem uma degustação de cachaça, uma cachaça muito boa que é produzida na Bahia. E mais tarde vai ter o acarajé. O acarajé é um patrimônio imaterial, então todas as feiras que a gente vai que a gente faz a divulgação da gastronomia baiana”, Lucicleide Nascimento relata orgulhosa.O Paraná também está representado com um espaço exclusivo na Fitur. É a primeira vez do estado com estrutura própria. A estreia acontece num momento em que o governo está investindo fortemente no setor de viagens, segundo conta Eduardo Aguiar, diretor de promoção comercial do Viaje Paraná.Ele destaca que o destino prioritário da promoção turística do estado durante o evento é uma cidade que está em evidência: “A gente quer reforçar especialmente a presença de Foz do Iguaçu. (...) (O município) foi eleito agora pelo TripAdvisor como principal destino da América do Sul, então é um destino que a gente quer reforçar bastante aqui na Europa”.Em frente ao estande do Paraná, está o espaço reservado a Pernambuco. Multicolorido e com a presença de uma dançarina de frevo e da La Ursa – personagem típica do carnaval pernambucano – a área exibe cultura por todas as partes. Afinal, o patrimônio cultural do estado é um fator que diferencia Pernambuco dos outros territórios nordestinos, também cheios de belas paisagens. Pelo menos é isso que afirma Eduardo Loyo, presidente da empresa de turismo de Pernambuco (Empetur).Loyo explica também que a viagem a Madri tem como objetivo promover parcerias estratégicas, focadas em operadores de viagens espanhóis. “A gente já tem um trabalho semelhante a esse em Portugal e muito forte na América do Sul e quer expandir aqui também para o mercado espanhol e tendo em vista que algumas novas conexões, Pernambuco – Madri, em breve podem ser anunciadas”, estima o presidente da Empetur.Outro estado que também está representado por um estande exclusivo é o Rio Grande do Norte. Na “prateleira” da ativação montada na Fitur, se destacam cinco destinos. Três clássicos – Natal, Pipa e São Miguel do Gostoso – e outros que são apresentados como novidade: Galinhos e o Geoparque Seridó.Reconhecendo que o Rio Grande do Norte não está entre os destinos brasileiros mais famosos, Raoni Fernandes, presidente da Emprotur, a Empresa Potiguar de Promoção Turística, afirma que o estado está focando em ações para aumentar a conectividade aérea com a Europa.Fernandes também destaca a sustentabilidade e o ecoturismo como atrativos. “Toda a energia que está dentro da rede de distribuição do Rio Grande do Norte é limpa e sustentável. Além disso, nós temos 11 unidades de conservação ambiental e quase todos os produtos turísticos do Rio Grande do Norte estão em áreas de conservação ambiental”, pontua.Segundo o presidente da Emprotur, o tema das áreas de conservação ambiental é um dos que mais pontuam, que mais valorizam a pontuação no crédito de carbono. Por isso, ele diz que a intenção, na feira, é mostrar ao europeu que ele está indo para um destino que se preocupa com a descarbonização do planeta.No estande do Ceará, o artesanato mostra a cara do estado para quem passa pela Fitur. Detalhes em palha, em madeira e no couro – inconfundivelmente trabalhado por Espedito Seleiro – se unem a imagens praianas que acompanham um paisagismo feito com base na vegetação cearense.Há mais de 10 anos participando com estande próprio da Feira Internacional de Turismo, o Ceará está focado, em 2025, em apresentar destinos consolidados – como Fortaleza, Jericoacoara e Canoa Quebrada – e opções turísticas em ascensão como é o caso de Icaraizinho, Taíba e Fortim. Além disso, existe o objetivo de interiorizar o turismo, como explica Thiago Marques, coordenador de marketing da promoção turística do estado.“O Ceará não é só praia, a gente também tem a zona de serras, que é muito interessante, e o sul do estado que já é bem forte na parte de turismo cultural, turismo religioso e ecoturismo também. Então tudo isso a gente tenta trazer aqui nesse estande, a casa do Ceará na Fitur, para as pessoas poderem conhecer um pouquinho mais”, enumera o representante cearense.Maricá, Rio de JaneiroEm meio a tantos estados com estandes próprios na Fitur, está uma cidade. Maricá, localizada a 60km do Rio de Janeiro, também tem um espaço exclusivo para mostrar as belezas naturais e a gastronomia local. O secretário municipal de turismo, José Alexandre Almeida, explica que Maricá tem investido na estrutura do aeroporto, criado há 5 anos, visando melhorar a conectividade com outros destinos.Novos atrativos turísticos também estão sendo idealizados pelo prefeito da cidade, como comenta o secretário: “Ele quer trazer os teleféricos, os parques temáticos. A cidade está conversando aqui com o Puy du Fou, aqui pertinho, em Toledo, para ter uma filial do Puy du Fou no Brasil, em Maricá”. A ideia, segundo ele, é poder “se aliar a marca poderosa que já é o Rio de Janeiro”.Representação interregionalAlém dos estandes exclusivos de cada estado ou cidade, está o enorme espaço de 308 m², montado pela Embratur. Nele, trabalham 37 expositores das cinco regiões do Brasil. Definido como uma “vitrine para a riqueza cultural e as oportunidades de negócios”, o lugar é palco de rodadas de negociação e apresentações ligadas à cultura e à gastronomia do país.Uma das atividades realizadas na edição de 2025 foi a preparação de um prato típico do Maranhão, o camarão no abacaxi. A receita, cujo resultado foi servido para degustação, foi executada pela chef Sarah Lima. Para ela, representar o país diante de um público tão amplo, é “um prazer muito grande”. A missão de levar a gastronomia brasileira mundo afora já foi cumprida por ela, além da Espanha, em países como a França e a Alemanha.Na hora de escolher as delícias que irá reproduzir no palco, ela pensa em gerar interesse e desejo. “A gente busca trazer realmente os sabores do Brasil com receitas que são típicas, fáceis de realizar e que as pessoas tenham vontade de vir ao Brasil descobrir”, compartilha.Ainda como parte da programação do estande da Embratur, visitantes da área Brasil puderam viver uma experiência de realidade virtual de imersão na Amazônia, com uma visão de 360° das belezas únicas da região. Elsa Hernández, que tem uma empresa de turismo no México, ficou encantada com o que viu.“É uma experiência única porque, eu digo a você, é como se você estivesse lá na água. Você está tocando a natureza. Muito, muito bonito. É uma experiência muito bonita, e acho que vale muito a pena tê-la ao vivo” resume.
Nos últimos dias, Madri tem respirado turismo. Entre 22 e 26 de janeiro, a capital espanhola sediou a 45ª edição da Feira Internacional de Turismo, a Fitur. Este ano, o Brasil foi escolhido como país sócio do evento, recebendo destaque internacional. A feira reuniu 884 expositores, 9.500 empresas e representantes de mais de 100 países. Mais de 250 mil pessoas compareceram, entre profissionais do setor e visitantes. Marcelo Freixo, presidente da Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur), celebrou a parceria com a Espanha neste que é considerado um dos maiores eventos turísticos do mundo. “O Brasil volta para o cenário mundial”, segundo Freixo, dialogando sobre questões como responsabilidade climática, democracia e o combate à fome. Para o presidente da Embratur, é “muito importante” que essas questões fundamentais tenham um “reflexo no Brasil do turismo, o Brasil que recebe o mundo inteiro para conhecê-lo”.Freixo ressaltou ainda a imensa diversidade do Brasil, um país com 6 biomas, que vai muito além de “sol e praia” e que é profundamente plural também em termos culturais. “É isso que a gente apresenta nas feiras, é isso que a gente vem apresentar aqui na Espanha”, pontua.Potência a explorarToda a diversidade que o país possui tem potencial para virar atrativo turístico, segundo o presidente. E, para colher frutos nesse sentido, a Embratur, além de dialogar com as companhias aéreas em busca de aumentar a conexão do Brasil com o mundo, tem trabalhado para uma maior relação com as agências de viagem.Marcelo Freixo explica que foi lançada uma plataforma – em inglês e espanhol –, na qual os trabalhadores do setor turístico na Espanha poderão entrar para compreender melhor os destinos brasileiros e, assim, ter mais ferramentas para vender o país como uma boa opção para os viajantes. “Esse mundo das agências, que é quem na verdade organiza a ida dos turistas para os seus destinos, é um foco muito importante pra gente agora”, destacou.Guia de investimentosOutro produto lançado em Madri durante os dias de Fitur foi o guia Tourism Doing Business: Investindo no Brasil, elaborado pela ONU Turismo e pelo Banco de Desenvolvimento da América Latina e do Caribe (CAF) em colaboração com o Ministério do Turismo brasileiro. A publicação tem como objetivo “explorar as diversas oportunidades e facilidades de investimento disponíveis no setor turístico e ressaltar as principais qualidades que fazem do país um destino turístico atrativo”, como é possível ler na introdução do material.Como cinco aspectos mais relevantes para investir no Brasil, o texto elenca: “a diversidade da economia e o potencial de crescimento”; “a inovação e a tecnologia como motor de crescimento”; “a infraestrutura e a conectividade”; “a diversidade cultural e o talento competitivo” e a “abundância de recursos naturais e biodiversidade”.Na última quinta-feira (23), houve evento para apresentar o guia na Embaixada do Brasil em Madri. O embaixador Orlando Leite Ribeiro destacou que a iniciativa tem um propósito bem definido: “Não estamos aqui só buscando turistas. A presença do Brasil na feira visa também atrair investimentos. A Espanha já é o segundo maior investidor no Brasil, atrás apenas dos Estados Unidos, mas no setor de turismo ainda é um pouco tímida”.Presidência do Conselho Executivo da ONU TurismoDurante os dias de Fitur, o ministro brasileiro do Turismo, Celso Sabino, cumpriu uma agenda intensa em Madri. Além de participar de diversos eventos conectados diretamente à feira, no último dia 23, ele assumiu a presidência do Conselho Executivo da ONU Turismo – a agência das Nações Unidas que promove o turismo sustentável e acessível para todos. O ministro destacou que o feito representa um marco histórico, já que é “a primeira vez na história dessa entidade, que tem 50 anos, que um brasileiro ocupa esse posto”.Sabino explicou ainda que a ONU Turismo promove um “debate em altíssimo nível” sobre temas como: o avanço do Turismo de forma responsável; a promoção, qualificação e capacitação profissional do setor; a promoção de novos destinos e a sustentabilidade como um todo. “E o conselho executivo da ONU Turismo é o órgão responsável por organizar a pauta, marcar as reuniões, definir as prioridades que serão levadas à assembleia geral”, continuou. “Tenho certeza que o Brasil vai agarrar essa oportunidade com unhas e dentes”.Segundo os dados da Embratur, em 2024, o Brasil bateu um recorde no número de visitantes internacionais. O país alcançou a marca de 6.657.377 turistas estrangeiros, obtendo um crescimento de 12,6% em comparação com 2023. E 2025, segundo Celso Sabino, deve ser mais um grande ano para o turismo brasileiro.“No ano passado, nós tivemos a presidência do G20, esse ano nós vamos ter a presença dos BRICS, vamos ter a Cop30 e, em 2027, vamos sediar o mundial de futebol feminino,”, destaca o ministro, enfatizando que cada um desses eventos contribui para o cenário de ascensão que o Brasil está vivenciando.“Mas o fato é que nós viemos numa tendência”, pondera. “Superamos em 2024, por exemplo, marcas de quando o Brasil sediou as Olimpíadas, de quando o Brasil sediou a Copa do Mundo. O ano de 2024 foi bem melhor do que esses anos, inclusive”. Para o chefe do Ministério do Turismo, o objetivo é alcançar a marca dos 7 milhões de turistas estrangeiros visitando o Brasil, em 2025, e ultrapassar a marca de mais de 300 milhões de viagens domésticas de “brasileiro fazendo turismo dentro do Brasil”.Ainda de acordo com a Embratur, mais de 1,4 milhão de turistas europeus desembarcaram no Brasil em 2024, um aumento de 16% em relação ao ano anterior. Desses, 128 mil viajaram da Espanha, representando uma alta de 12% em comparação a 2023. Já existem voos diretos ligando Madri e Barcelona a grandes cidades brasileiras como São Paulo e Rio de Janeiro. Além disso, Salvador também tem ligação direta com a Espanha, com voos sem escalas a partir de Madri.Estados representadosA Bahia é um dos estados com estande próprio na Fitur. No espaço, uma baiana tradicional atrai todos os olhares. É Lucicleide Nascimento, que participa da feira há mais de 20 anos e encanta os visitantes com sua simpatia e traje típico, gerando grandes filas. São pessoas que querem tirar fotos, conversar e até fazer pedidos, já que a baiana também distribui as famosas fitinhas do Senhor do Bonfim. A gastronomia da Bahia, com seus sabores inconfundíveis, é outro trunfo para chamar a atenção de quem passa pelo estande.“Tem uma degustação de cachaça, uma cachaça muito boa que é produzida na Bahia. E mais tarde vai ter o acarajé. O acarajé é um patrimônio imaterial, então todas as feiras que a gente vai que a gente faz a divulgação da gastronomia baiana”, Lucicleide Nascimento relata orgulhosa.O Paraná também está representado com um espaço exclusivo na Fitur. É a primeira vez do estado com estrutura própria. A estreia acontece num momento em que o governo está investindo fortemente no setor de viagens, segundo conta Eduardo Aguiar, diretor de promoção comercial do Viaje Paraná.Ele destaca que o destino prioritário da promoção turística do estado durante o evento é uma cidade que está em evidência: “A gente quer reforçar especialmente a presença de Foz do Iguaçu. (...) (O município) foi eleito agora pelo TripAdvisor como principal destino da América do Sul, então é um destino que a gente quer reforçar bastante aqui na Europa”.Em frente ao estande do Paraná, está o espaço reservado a Pernambuco. Multicolorido e com a presença de uma dançarina de frevo e da La Ursa – personagem típica do carnaval pernambucano – a área exibe cultura por todas as partes. Afinal, o patrimônio cultural do estado é um fator que diferencia Pernambuco dos outros territórios nordestinos, também cheios de belas paisagens. Pelo menos é isso que afirma Eduardo Loyo, presidente da empresa de turismo de Pernambuco (Empetur).Loyo explica também que a viagem a Madri tem como objetivo promover parcerias estratégicas, focadas em operadores de viagens espanhóis. “A gente já tem um trabalho semelhante a esse em Portugal e muito forte na América do Sul e quer expandir aqui também para o mercado espanhol e tendo em vista que algumas novas conexões, Pernambuco – Madri, em breve podem ser anunciadas”, estima o presidente da Empetur.Outro estado que também está representado por um estande exclusivo é o Rio Grande do Norte. Na “prateleira” da ativação montada na Fitur, se destacam cinco destinos. Três clássicos – Natal, Pipa e São Miguel do Gostoso – e outros que são apresentados como novidade: Galinhos e o Geoparque Seridó.Reconhecendo que o Rio Grande do Norte não está entre os destinos brasileiros mais famosos, Raoni Fernandes, presidente da Emprotur, a Empresa Potiguar de Promoção Turística, afirma que o estado está focando em ações para aumentar a conectividade aérea com a Europa.Fernandes também destaca a sustentabilidade e o ecoturismo como atrativos. “Toda a energia que está dentro da rede de distribuição do Rio Grande do Norte é limpa e sustentável. Além disso, nós temos 11 unidades de conservação ambiental e quase todos os produtos turísticos do Rio Grande do Norte estão em áreas de conservação ambiental”, pontua.Segundo o presidente da Emprotur, o tema das áreas de conservação ambiental é um dos que mais pontuam, que mais valorizam a pontuação no crédito de carbono. Por isso, ele diz que a intenção, na feira, é mostrar ao europeu que ele está indo para um destino que se preocupa com a descarbonização do planeta.No estande do Ceará, o artesanato mostra a cara do estado para quem passa pela Fitur. Detalhes em palha, em madeira e no couro – inconfundivelmente trabalhado por Espedito Seleiro – se unem a imagens praianas que acompanham um paisagismo feito com base na vegetação cearense.Há mais de 10 anos participando com estande próprio da Feira Internacional de Turismo, o Ceará está focado, em 2025, em apresentar destinos consolidados – como Fortaleza, Jericoacoara e Canoa Quebrada – e opções turísticas em ascensão como é o caso de Icaraizinho, Taíba e Fortim. Além disso, existe o objetivo de interiorizar o turismo, como explica Thiago Marques, coordenador de marketing da promoção turística do estado.“O Ceará não é só praia, a gente também tem a zona de serras, que é muito interessante, e o sul do estado que já é bem forte na parte de turismo cultural, turismo religioso e ecoturismo também. Então tudo isso a gente tenta trazer aqui nesse estande, a casa do Ceará na Fitur, para as pessoas poderem conhecer um pouquinho mais”, enumera o representante cearense.Maricá, Rio de JaneiroEm meio a tantos estados com estandes próprios na Fitur, está uma cidade. Maricá, localizada a 60km do Rio de Janeiro, também tem um espaço exclusivo para mostrar as belezas naturais e a gastronomia local. O secretário municipal de turismo, José Alexandre Almeida, explica que Maricá tem investido na estrutura do aeroporto, criado há 5 anos, visando melhorar a conectividade com outros destinos.Novos atrativos turísticos também estão sendo idealizados pelo prefeito da cidade, como comenta o secretário: “Ele quer trazer os teleféricos, os parques temáticos. A cidade está conversando aqui com o Puy du Fou, aqui pertinho, em Toledo, para ter uma filial do Puy du Fou no Brasil, em Maricá”. A ideia, segundo ele, é poder “se aliar a marca poderosa que já é o Rio de Janeiro”.Representação interregionalAlém dos estandes exclusivos de cada estado ou cidade, está o enorme espaço de 308 m², montado pela Embratur. Nele, trabalham 37 expositores das cinco regiões do Brasil. Definido como uma “vitrine para a riqueza cultural e as oportunidades de negócios”, o lugar é palco de rodadas de negociação e apresentações ligadas à cultura e à gastronomia do país.Uma das atividades realizadas na edição de 2025 foi a preparação de um prato típico do Maranhão, o camarão no abacaxi. A receita, cujo resultado foi servido para degustação, foi executada pela chef Sarah Lima. Para ela, representar o país diante de um público tão amplo, é “um prazer muito grande”. A missão de levar a gastronomia brasileira mundo afora já foi cumprida por ela, além da Espanha, em países como a França e a Alemanha.Na hora de escolher as delícias que irá reproduzir no palco, ela pensa em gerar interesse e desejo. “A gente busca trazer realmente os sabores do Brasil com receitas que são típicas, fáceis de realizar e que as pessoas tenham vontade de vir ao Brasil descobrir”, compartilha.Ainda como parte da programação do estande da Embratur, visitantes da área Brasil puderam viver uma experiência de realidade virtual de imersão na Amazônia, com uma visão de 360° das belezas únicas da região. Elsa Hernández, que tem uma empresa de turismo no México, ficou encantada com o que viu.“É uma experiência única porque, eu digo a você, é como se você estivesse lá na água. Você está tocando a natureza. Muito, muito bonito. É uma experiência muito bonita, e acho que vale muito a pena tê-la ao vivo” resume.
RICHARD RASMUSSEN é biólogo, apresentador e embaixador do ecoturismo pela Embratur, e KAURI WAIAPI é humorista e YouTuber. Eles vão bater um papo sobre a natureza e a vida na aldeia. O Vilela não curte muito a natureza, já que ela não foi muito generosa com ele.
Após a denúncia do caso dos ‘fantasminhas' da Embratur, a área técnica do Tribunal de Contasda União (TCU) apontou indícios de “uma série de irregularidades” na Embratur, comandadapor Marcelo Freixo.Há relatos de que a agência teria contratado pelo menos 30 funcionários fantasmas nosúltimos seis meses.Felipe Moura Brasil e Duda Teixeira comentam:Você também pode assistir ao Papo Antagonista com a apresentação de Felipe Moura Brasil na TV BM&C, nos canais 579 da Vivo, ou 547 da Claro, além do SKY+. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista. https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X, nos ajude a chegar nos 2 milhões de seguidores! https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2S... Ouça O Antagonista | Crusoé quando quiser nos principais aplicativos de podcast. Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
O programa Meio-Dia em Brasília desta segunda-feira, 25, fala sobre os próximos passos das investigações que miram o ex-presidente Jair Bolsonaro e o indiciamento dele no inquéritosobre a tentativa de se instituir um golpe de Estado no Brasil.O programa também fala sobre a lista de funcionários fantasmas da Embratur, sobre o pacote fiscal do governo federal e sobre as eleições no Uruguai.Meio-dia em Brasília traz as principais informações da manhã e os debates que vão agitar o dia na capital federal e do mundo. Assista na TV BM&C, nos canais 579 da Vivo, ou 547 da Claro, além do SKY+. A melhor oferta do ano, confira os descontos da Black na assinatura do combo anual. https://bit.ly/assinatura-black Siga O Antagonista no X, nos ajude a chegar nos 2 milhões de seguidores! https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2S... Ouça O Antagonista | Crusoé quando quiser nos principais aplicativos de podcast. Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
O Tribunal de Contas da União (TCU) instaurou uma investigação para apurar uma denúncia que aponta a existência de pelo menos 30 funcionários fantasmas na Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur), autarquia comandada pelo ex-deputado federal Marcelo Freixo.Meio-dia em Brasília traz as principais informações da manhã e os debates que vão agitar o dia na capital federal e do mundo. Assista na TV BM&C, nos canais 579 da Vivo, ou 547 da Claro, além do SKY+. A melhor oferta do ano, confira os descontos da Black na assinatura do combo anual. https://bit.ly/assinatura-black Siga O Antagonista no X, nos ajude a chegar nos 2 milhões de seguidores! https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2S... Ouça O Antagonista | Crusoé quando quiser nos principais aplicativos de podcast. Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
O Papo Antagonista desta segunda-feira, 25, comenta os novos capítulos do caso do planogolpista investigado pela Polícia Federal. O programa também analisa a denúnciade servidores fantasmas na Embratur e a treta de Flávio Dino com a prefeitura de São Paulo.Você também pode assistir ao Papo Antagonista com a apresentação de Felipe Moura Brasil na TV BM&C, nos canais 579 da Vivo, ou 547 da Claro, além do SKY+. A melhor oferta do ano, confira os descontos da Black na assinatura do combo anual. https://bit.ly/assinatura-black Siga O Antagonista no X, nos ajude a chegar nos 2 milhões de seguidores! https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2S... Ouça O Antagonista | Crusoé quando quiser nos principais aplicativos de podcast. Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
RICHARD RASMUSSEN é biólogo, apresentador e embaixador do ecoturismo pela Embratur, e BIÓLOGO HENRIQUE é biólogo e o “Rei da Balbúrdia”. Eles vão bater um papo sobre a vida selvagem, a natureza e os animais. O Vilela é um amante de todos os animais, principalmente os que são servidos nas churrascarias. Conheça os projetos da APROSOJA Mato Grosso no instagram deles: https://www.instagram.com/aprosojamt Linha de óculos do Vilela: https://www.dutyotica.com.br/duty-by-vilela.html
Richard Rasmussen é biólogo, economista, apresentador e embaixador do ecoturismo pela Embratur. Ele tem um canal no YouTube onde mostra a vida selvagem, sua paixão pela natureza e os animais. O Vilela é um amante de todos os animais, principalmente os que são servidos nas churrascarias. AJUDE O RIO GRANDE DO SUL: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/a-maior-campanha-solidaria-do-rs/ Conheça os projetos da APROSOJA Mato Grosso no instagram deles: https://www.instagram.com/aprosojamt Linha de óculos do Vilela: https://www.dutyotica.com.br/duty-by-vilela.html Seja membro do canal!! https://www.youtube.com/channel/UCWZoPPW7u2I4gZfhJBZ6NqQ/join
O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, provocou o presidente da Embratur, Marcelo Freixo, ao celebrar a decisão do TRE-RJ que o absolveu, por 4 votos a 3, das acusações de abuso de poder político e econômico que visavam a cassação de seu mandato.Castro afirmou no X que a Corte "respeitou o voto livre e soberano de mais de 4,8 milhões de eleitores", assim como deveria fazer o candidato derrotado na disputa pelo governo do estado em 2022.Felipe Moura Brasil e Carlos Graieb comentam:Ser Antagonista é fiscalizar o poder. Apoie o jornalismo Vigilante: https://bit.ly/planosdeassinatura Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2S... Ouça O Antagonista | Crusoé quando quiser nos principais aplicativos de podcast. Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Em 2008, deputados estaduais fizeram a CPI das Milícias, na Assembleia Legislativa do Rio. Mais de 200 pessoas foram indiciadas, entre parlamentares, policiais e bombeiros. Dezesseis anos depois, um deputado federal, um conselheiro do TCE e um delegado ex-chefe da Polícia Civil estão presos, apontados pela PF como responsáveis pela morte de Marielle Franco. A milícia está no centro da investigação. Para desenrolar o assunto, o jornalista Edimilson Ávila conversa com Marcelo Freixo, que presidiu a CPI e atualmente é presidente da Embratur.
Analisa os desdobramentos do caso Marielle
Richard Rasmussen é biólogo, economista, apresentador e embaixador do ecoturismo pela Embratur. Ele tem um canal no YouTube onde mostra a vida selvagem, sua paixão pela natureza e os animais, e vai abrir as portas de sua casa pra receber o animal do Vilela.
No Jornal PT Brasil, Amanda Guerra entrevistou Marcelo Freixo, presidente da Embratur, que comentou o recorde no turismo brasileiro e os 44 anos do Partido dos Trabalhadores.
O presidente da Embratur, Marcelo Freixo, destacou sua origem militante, além de falar sobre as eleições municipais de 2024. Também estiveram presentes no Jornal PT Brasil, edição especial PT 44 anos, a secretária Nacional de Mulheres do PT, Anne Moura, e o presidente do PT de Minas Gerais, Cristiano Silveira. Sonoras: Marcelo Freixo (Presidente da Embratur) [1'08''] / [34''] Anne Moura (Secretária Nacional de Mulheres do PT) [55''] / [55''] Cristiano Silveira (Presidente PT de Minas Gerais) [53''] / [45'']
Cifra é 1,5% maior que a quantia arrecadada em 2014, ano da Copa do Mundo. Para o presidente da Embratur, Marcelo Freixo, esse resultado histórico é fruto do trabalho realizado pelo governo Lula, que reconectou o Brasil com o mundo após 4 anos de isolamento internacional. Sonora: Marcelo Freixo (Presidente da Embratur) [34''] / [41'']
Apoio popular ao governo de Anthony Albanese caiu no último mês, de acordo com pesquisa; Líder do Partido Verde rejeitou alegações de que o seu partido tenha um 'ponto cego' sobre antissemitismo; No Oriente Médio, 17 reféns israelenses foram libertos em troca de 39 prisioneiros palestinos no terceiro dos quatro dias de trégua entre Israel e Hamas; Ex-técnico do Socceroos, o inglês Terry Venables, morreu aos 80 anos; No Brasil, cerca de 4,78 milhões de turistas estrangeiros visitaram o país entre janeiro e outubro, segundo a Embratur.
MARCELO FREIXO é professor e político. Ele já foi deputado federal e hoje é o presidente da Embratur. Já o Vilela não é presidente nem do seu próprio porão
A decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de Silva de rifar aliados para acomodar partidos do Centrão está gerando conflitos em sua base. Um dos exemplos, é a mexida que será feita no Ministério de Portos e Aeroportos, o que provocou uma crise no PSB. O atual ministro da pasta Márcio França, não escondeu a irritação com o aviso prévio e disse, em conversa a portas fechadas, que preferia deixar o governo a assumir o novo ministério da Pequena e Média Empresa, anunciado por Lula na semana passada. Disposto a desalojar seus escolhidos para ter votos do Centrão no Congresso, Lula já acertou também a entrega do Ministério do Esporte, comandado por Ana Moser, para o deputado André Fufuca (PP-MA), ligado ao presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). Essa pasta ganhou grande interesse dos partidos, pois será turbinada com o dinheiro da taxação de apostas esportivas. Fora essa dança das cadeiras nos ministérios, algumas empresas e autarquias do governo também devem sofrer modificações no comando, como: a Caixa Econômica Federal, os Correios, a Embratur, e a Funasa. Afinal, qual a imagem que Lula passa ao rifar aliados em troca de uma aproximação com o Centrão? Ceder ministérios não pode aumentar o apetite do grupo? No ‘Estadão Notícias' de hoje, vamos conversar sobre o assunto com o cientista político da Tendências Consultoria, Rafael Cortez. O ‘Estadão Notícias' está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Hoje vamos conversar com Richard Rasmussen, naturólogo, economista, biólogo, apresentador e embaixador do ecoturismo brasileiro pela Embratur, e com André Poloni, apaixonado por animais e adestrador profissional há mais de 20 anos, conhecido como um dos melhores profissionais do ramo, tendo acumulado vários prêmios durante sua carreira.
Marcelo Freixo atualmente é o presidente da Embratur.
Após fritar a ministra do Turismo, Daniela Carneiro (também conhecida como do Waguinho), aliados de Arthur Lira (PP-AL) também querem que o governo Lula entregue a Embratur e os Correios para os integrantes do União Brasil. Coincidentemente, as duas estatais são comandadas por petistas de primeira ordem: o ex-deputado Marcelo Freixo e o advogado Fabiano Silva, do grupo Prerrogativas. Daniela Carneiro, por sua vez, deve ser exonerada ainda nesta terça-feira. O governo Lula ainda busca uma saída honrosa para a esposa do prefeito de Belfort Roxo. E como mostramos mais cedo, Lira não está nada satisfeito com a articulação política do governo federal. Inscreva-se e receba a newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL Você pode entrar em contato conosco pelo e-mail: assinante@oantagonista.com Confira mais notícias em nosso site: https://oantagonista.uol.com.br/ https://crusoe.uol.com.br/ Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista https://www.twitter.com/o_antagonista https://www.instagram.com/o_antagonista https://www.tiktok.com/@oantagonista_oficial No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista
Randolfe Rodrigues anunciou nesta quinta-feira (18) sua desfiliação da Rede. O líder do governo no Senado deixou o partido de Marina Silva um dia depois de a Petrobras ver negada a licença para explorar petróleo na bacia da foz do rio Amazonas. O parlamentar do Amapá é a favor do projeto. A ministra do Meio Ambiente é contra. O Durma com Essa explica a disputa e mostra como ela repete uma situação vivida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em seu mandato anterior, mas num cenário político e econômico bem diferente. O programa traz também Isabela Cruz falando da disputa de verbas entre o Sistema S e a Embratur, Isadora Rupp contando a origem do Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes e Isabelle Moreira Lima dando as dicas culturais na seção “Achamos que vale”, inspirada na newsletter homônima da Gama Revista que você pode assinar clicando aqui.Assine o Nexo e apoie o jornalismo independente e de qualidade.Desconto especial para quem ouve o Durma com Essa.Assine o podcast: Spreaker | Apple Podcasts | Deezer | Google Podcasts | Spotify | Outros apps (RSS)Edição de áudio Pedro Pastoriz
Alisson Andrade, advisor to Embratur, Brazil's marketing company, talks with James Shillinglaw of Insider Travel Report about new visitation protocols, new flights and new tourism campaigns for his country, including "Fish in Brazil and be hooked." For more information, visit www.visitbrasil.com. If interested, the original video of this podcast can be found on the Insider Travel Report Youtube channel or by searching for the podcast's title on Youtube.
Debate da Super Manhã: Diversas entidades relacionadas ao turismo no Brasil observam a melhora gradativa nas vendas de passagens e hospedagens nas várias regiões do país. Dados da Embratur também mostram um bom panorama no turismo internacional, com a chegada de mais de 530 mil visitantes estrangeiros só no primeiro bimestre de 2022. No debate desta sexta-feira, o comunicador Wagner Gomes conversa com convidados sobre o atual cenário de movimentação turística. Participam, a Vice-Presidente de Relacionamento Institucional da Associação Brasileira dos Agentes de Viagens - Abav, Fátima Bezerra, a Secretária de Turismo e Lazer de Pernambuco, Milu Megale, e o Gerente de Comunicação do Festival de Turismo de Gramado, Cibele Marcon.