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Eclesiastés 8:1-9 Pastor Hellman Avila
Dois corpos negros completamente nus, vestidos apenas com meias e tênis brancos. Rodeada pela plateia que se senta ao chão, a dupla de performers brasileiros marca o ritmo da coreografia com o bater dos pés. Com a obra Repertório número 3, os artistas cariocas Davi Pontes e Wallace Ferreira foram indicados ao maior prêmio da dança mundial, o Rose International Dance Prize, do Sadler's Wells, a principal casa de dança internacional do Reino Unido. Yula Rocha, correspondente da RFI em Londres Uma performance política pós-colonial que explora questões centrais de gênero e raça no Brasil e no mundo, a obra indicada foi resultado de uma pesquisa de quase dez anos que teve lançamento na Bienal de São Paulo, em um momento político dominado pela retórica da extrema direita no Brasil. Wallace Ferreira explica que o Repertório número 3 é a segunda parte de uma trilogia que começa em 2018 e surge em um contexto histórico importante para o Brasil. E foi justamente essa performance que levou os dois artistas cariocas para o mundo. “Esse trabalho fala muito sobre o Brasil, mas também são questões que atravessam [fronteiras]. Pra gente não tem como falar sobre racialidade e violência, sem falar sobre o contexto político atual. Sinto que é um trabalho que responde a uma questão no Brasil, mas o mundo se reconhece” , diz Davi Pontes. Davi e Wallace se referem à violência, discriminação e ameaça à sua própria existência como pessoas negras periféricas. A coreografia tem marcação ritmada, com poses e gestos sedutores diante do olhar julgador do público. Em resposta, a dupla apresenta o que chama de "uma dança de autodefesa". “A cada situação de violência, a cada operação policial essa palavra [autodefesa] volta, ela precisa ser dita. A importância desse trabalho é olhar para o contexto do mundo atual e perceber que as coisas não estão fáceis. E ainda assim conseguir trazer uma alternativa possível de continuar vivendo nesse mundo”, diz Davi. Para Wallace a autodefesa tem diversas maneiras de se acontecer: “ela está no embate, está no escape, no se camuflar, no constranger, na ironia, no deboche, no humor. Nos interessa pensar numa ideia de se autodefender que seja mais opaca, que não seja explícita.” E a autodefesa não é luta física. "É estar presente, ali, na sua frente. Dois dançarinos negros, marginalizados que existem, resistem. É sobre a presença de corpos nus, rodeados pela platéia sentada em volta deles no chão. A obra dos brasileiros foi indicada ao prêmio aqui em Londres justamente por seu valor e qualidade como peça coreográfica e teatral, mas também por sua relevância e urgência. Por questionar a nossa percepção e o posicionamento que escolhemos ter", diz Wallace. Davi explica que ter a platéia tão próxima e no mesmo nível que os dançarinos é entender que todos os que estão presentes fazem parte do jogo e são responsáveis pelo o que está sendo apresentado. “Esse trabalho se coloca na situação de responder, de ouvir, de observar e estar atento.” A dupla nunca sequer cogitou estar vestida em cena “A pesença de um corpo negro nu no espaço de fato causa tanto incômodo que eu não preciso mover e criar embate, só a minha presença já torna insustentável de olhar. Dependendo do país, a gente entra na sala e as pessoas querem correr porque elas não conseguem lidar com aquilo", aponta. Wallace afirma que não se sente vulnerável: “Entendemos que o lugar da vulnerabilidade é também um lugar de potência”. Wallace foi criado em Vigário Geral e Davi em São Gonçalo, bem longe das famosas Ipanema ou Copacabana. Da periferia do Rio, fizeram carreira internacional desconstruindo padrões e expectativas da dança contemporânea. A temática política continua a guiar o próximo trabalho deles - uma colaboração com outros coreógrafos estrangeiros. “É bom não esquecer onde tudo começou ainda numa sala vazia, pra quando chegar em uma sala lotada não pensar que tudo aconteceu do nada. A vitória vem se construindo todos os dias. Que eu ainda possa acordar e falar: - hoje vou viver do meu trabalho, vou viver fazendo aquilo que eu acreditei, aquilo que eu sonhei”, conclui Wallace. O vencedor do prêmio será anunciado em fevereiro do ano que vem, quando os indicados brasileiros Davi e Wallace se apresentam nos palcos de Londres.
El Instituto de Investigación en Biodiversidad de las Nacionalidades y Pueblos del Ecuador "Pachamamanta Kamak" (IIBPNEPK) es una unidad de investigación intercultural, transdisciplinaria y comunitaria, adscrita al Vicerrectorado de Gestión Comunitaria, Investigación y Vinculación con la Sociedad de la Universidad Intercultural Amawtay Wasi. Nuestro propósito fundamental es fortalecer el diálogo de saberes entre los conocimientos ancestrales y la ciencia contemporánea, en coherencia con la Constitución del Ecuador, que reconoce los derechos de la naturaleza, los derechos colectivos y el principio del Sumak Kawsay como fundamentos de las relaciones armónicas entre los pueblos y la Pachamama.Desde una perspectiva intercultural, promovemos metodologías y prácticas de investigación orientadas al cuidado, protección y revitalización de la biodiversidad en sus expresiones bioculturales. Entendemos a la Pachamama como un sistema complejo de vida que exige aportes inter y transdisciplinarios para garantizar su continuidad y bienestar.
Hay momentos en los que creemos que todo cambia simplemente porque “ya nos dimos cuenta”.Entendemos el patrón.Detectamos la herida.Nombramos el miedo.Reconocemos la repetición.Pero despertar conciencia no siempre significa transformación.En esta Infusión Espiritual, Kabir Jesed explora una de las trampas más comunes del crecimiento personal y espiritual: creer que entender algo automáticamente lo cambia.Porque una cosa es verlo…y otra muy distinta atravesarlo, sostenerlo y transformarlo en vida real.Una reflexión profunda sobre conciencia, ego espiritual, presencia, acción interna y el verdadero trabajo detrás del despertar.✨ Transforma tu pensar, vivir y amar.#InfusiónEspiritual #KabirJesed #Consciencia #DespertarEspiritual #Kabbalah #Espiritualidad #TransformaciónPersonal #Mindfulness #Zohar #DesarrolloHumano
Cuando no entendemos lo que está pasando, nuestra fe aprende a descansar en Dios. En este episodio de Alimente Su Fe, Marcos Witt nos recuerda que aunque nosotros solo veamos los nudos, el dolor y las preguntas sin respuesta, Dios sigue viendo la obra completa. Job confió en medio de la pérdida. Corrie ten Boom aprendió que Dios sostiene aun lo que no podemos explicar. Y nosotros también podemos vivir confiados en esta promesa: “Nunca te dejaré y nunca te desampararé.” Aunque no entendamos todo, podemos confiar en Aquel que tiene todo bajo control.
Cabo Verde realiza eleições legislativas no próximo dia 17 de Maio para eleger os 72 deputados do Parlamento. Esta eleição conta com a participação de cinco formações políticas, entre elas a União Cabo-verdiana Independente e Democrática (UCID), que concorre em 10 dos 13 círculos eleitorais. O líder do partido, João Santos Luís, defende medidas para combater a pobreza, a redução da carga fiscal sobre as importações e um maior investimento na economia azul. A UCID afirma que estas eleições podem representar um momento de transformação para o país. Esse objectivo passa por um maior equilíbrio no Parlamento? Estas eleições são de extrema importância para o país. Gostaríamos de romper com o passado e criar condições para que o país tenha um poder político equilibrado no Parlamento, capaz de promover uma governação equilibrada, de respeito pela população e mais transparente. Após 50 anos de independência e 35 anos de democracia, entendemos que já é tempo de o povo cabo-verdiano ter um sistema político que beneficie verdadeiramente o país e os cidadãos. Neste momento, o país tem mais de 100.000 cidadãos em situação de pobreza absoluta. Continuamos a importar mais de 90% do que consumimos, apesar de os dados macro-económicos se apresentarem razoáveis. Contudo, na prática, existem muitos contrastes, sobretudo ao nível do desemprego. Temos uma taxa de desemprego relativamente baixa, mas que contrasta claramente com a saída desenfreada de jovens à procura de melhores oportunidades noutros países. A UCID propõe um choque fiscal para dinamizar a economia cabo-verdiana. De que forma será implementado esse projecto? Temos uma política fiscal que é inimiga do investimento. Propomos que as alfândegas, que representam cerca de 67% das receitas do Orçamento do Estado, vejam esse peso reduzido através de um plano plurianual. O objectivo é criar condições para que os operadores e agentes económicos beneficiem de uma redução dos impostos pagos na importação de mercadorias e, consequentemente, os produtos possam chegar ao mercado a preços mais baixos. Entendemos que, numa primeira fase, o Estado poderá perder alguma receita, mas essa perda poderá ser compensada através da criação de novos negócios e da expansão das actividades económicas já existentes. É também uma forma de diversificar a economia face à dependência do turismo? Essa é igualmente uma das nossas preocupações: diversificar a economia através de um forte investimento no sector primário - agricultura, pesca e pecuária. O sector transformador deve ter capacidade para atrair indústrias para o país e certificar, com qualidade, os produtos provenientes do sector primário. Infelizmente, sem um sector primário forte, também não podemos ter um sector transformador plenamente funcional. Privilegiando também a economia azul? O país podia, por exemplo, viver apenas do sector da pesca e da aquacultura, mas não existem investimentos suficientes na economia azul. Pretendemos investir fortemente neste sector, através de investimentos estruturantes na pesca, na aquacultura e noutras áreas ligadas à economia azul, para alavancar a economia e criar melhores condições de vida para a população. O senhor afirma que a situação dos transportes em Cabo Verde é caótica. Que propostas apresenta a UCID para melhorar a mobilidade entre as ilhas? Este é outro dos grandes problemas do país. Temos uma política de transportes marítimos e aéreos que já não responde às necessidades nacionais. No caso do transporte marítimo, existe um contrato assinado em 2019 com a Transinsular, posteriormente transformada em Cabo Verde Interilhas, que não serve o país, quer ao nível da regularidade, quer em relação aos navios que se comprometeu a colocar em operação. A UCID entende que é necessário conceber uma nova política de transportes marítimos, capaz de promover uma mobilidade natural e dinâmica da população entre as ilhas, facilitar a circulação dos turistas que visitam o país e contribuir para a unificação do mercado nacional, que actualmente não existe. Relativamente ao transporte aéreo, temos afirmado que os preços praticados nas ligações inter-ilhas são proibitivos. O que pretendemos é criar uma nova política de transporte aéreo inter-ilhas que permita reduzir os custos operacionais e as taxas aeroportuárias, possibilitando assim a redução do preço dos bilhetes. Apesar dos avanços no sector da saúde, persistem desigualdades entre as ilhas. Que soluções defende o seu partido para garantir um acesso mais equitativo? Apesar de alguns avançosterem sido registados ao longo dos últimos 50 anos, continuamos a enfrentar desafios importantes no sector da saúde, sobretudo ao nível do acesso. Há falta de especialistas, principalmente nos hospitais públicos, e a população continua a enfrentar longas listas de espera para consultas de especialidade e exames de diagnóstico. A UCID propõe que o Sistema Nacional de Saúde crie condições para que entre 30% e 40% dos médicos dos hospitais públicos trabalhem em regime de exclusividade, de forma a humanizar o atendimento e reduzir as listas de espera. Além disso, defendemos um forte investimento na formação e capacitação de especialistas em todas as áreas, para que a população encontre respostas adequadas quando procura cuidados de saúde. Para evitar o recurso a cuidados médicos no estrangeiro? Este investimento nas especialidades médicas em Cabo Verde permitirá também reduzir os custos associados às evacuações para o estrangeiro. A regionalização tem sido um tema recorrente no debate político em Cabo Verde. Que modelo defende a UCID para descentralizar o poder? Temos ilhas e municípios com grande potencial de desenvolvimento. O Governo tem feito algum esforço na aprovação de medidas legislativas, mas essas medidas têm sido apenas de desconcentração administrativa e não têm servido eficazmente o país. Precisamos de uma verdadeira descentralização, que permita a afectação de recursos e competências e que dê às ilhas autonomia para desenvolverem as suas potencialidades locais, contribuindo para uma melhor qualidade de vida das populações. Entendemos que a melhor forma de concretizar esse objectivo é através da regionalização. A regionalização não implicará mais despesas para o Estado? A regionalização que defendemos deve ser enquadrada numa reforma profunda do Estado, com o objectivo de reduzir os custos da máquina estatal, diminuir os elencos governamentais, o número de deputados, vários institutos públicos e direcções nacionais, criando assim condições para uma redução global da despesa pública. Esta reforma permitirá uma melhor dinâmica de desenvolvimento para as regiões, ilhas e municípios. Numa altura de maior pressão migratória a nível global, que política propõe o Partido Popular para apoiar a diáspora cabo-verdiana? Entendemos que a diáspora cabo-verdiana tem um contributo fundamental a dar ao desenvolvimento socio-económico e político de Cabo Verde. No entanto, a Constituição da República, aprovada em 1992, estabelece um Parlamento com até 72 deputados. Actualmente, mais de um milhão de cabo-verdianos na diáspora estão representados por apenas seis deputados, enquanto cerca de 500.000 residentes em Cabo Verde são representados por 66 deputados. Existe aqui uma desproporção que deve ser corrigida através de uma revisão constitucional, permitindo uma maior representação e participação da diáspora no Parlamento e no desenvolvimento do país. Cabo Verde é um país vulnerável às alterações climáticas. Que medidas concretas recomenda o partido para lidar com este flagelo? Acreditamos que o país deve investir fortemente em energias renováveis e limpas. É necessário criar condições para reforçar a resiliência do país face às alterações climáticas, apostando na prevenção e em medidas concretas de adaptação. Perante os conflitos internacionais, como a guerra no Médio Oriente, que posicionamento deve adoptar Cabo Verde em termos de política externa? Cabo Verde deve adoptar uma posição de não-alinhamento, promovendo o diálogo e contribuindo para a prevenção de conflitos, ao mesmo tempo que reforça uma diplomacia económica ao serviço do desenvolvimento do país. Num contexto global de crescente pressão sobre a democracia, quais são os principais desafios para Cabo Verde e como enfrentá-los? É necessário trabalhar continuamente na consolidação da democracia. Sabemos que a democracia não é um dado adquirido; é algo que se constrói todos os dias. Em Cabo Verde persistem ainda problemas como represálias, revanchismo, medo e alguma vingança política. Entendemos que, tendo existido um poder mais concentrado ao longo dos últimos 50 anos, é fundamental incentivar a participação dos cidadãos. A democracia exige participação cívica, para que os cidadãos possam escolher de forma consciente os seus representantes e contribuir para o fortalecimento do sistema democrático.
Mateo 13:24-28 (RVR1960) “Les refirió otra parábola, diciendo: El reino de los cielos es semejante a un hombre que sembró buena semilla en su campo…"La Mente: El Terreno de ConquistaLa mente humana es el terreno fértil que Dios nos entregó. Somos más fértiles que la misma tierra: nuestro corazón es fértil, nuestro ser es fértil, pero nuestra mente es un territorio estratégico. De hecho, el primer escenario de guerra, el primer lugar donde el enemigo ataca, es la mente. Vivimos en la era de los ataques y enfermedades mentales. Entendemos que la mente es el escenario de las grandes batallas espirituales, tal como dice 2 Corintios 10:4-5 (RVR1960): “porque las armas de nuestra milicia no son carnales, sino poderosas en Dios para la destrucción de fortalezas, derribando argumentos y toda altivez que se levanta contra el conocimiento de Dios, y llevando cautivo todo pensamiento a la obediencia a Cristo”.Mateo 13:24-28 (RVR1960) “Les refirió otra parábola, diciendo: El reino de los cielos es semejante a un hombre que sembró buena semilla en su campo; pero mientras dormían los hombres, vino su enemigo y sembró cizaña entre el trigo, y se fue. Y cuando salió la hierba y dio fruto, entonces apareció también la cizaña. Vinieron entonces los siervos del padre de familia y le dijeron: Señor, ¿no sembraste buena semilla en tu campo? ¿De dónde, pues, tiene cizaña? Él les dijo: Un enemigo ha hecho esto. Los siervos le dijeron: ¿Quieres, pues, que vayamos y la arranquemos?”La Biblia dice que este hombre tenía un campo; nuestro campo es la mente. Él sembró buena semilla, pero mientras los hombres dormían, el enemigo sembró cizaña. El primer punto crítico aquí es que el ataque ocurrió durante el sueño, en la vulnerabilidad de la noche.Raíces Invisibles y Frutos EvidentesEsa semilla sembrada en la oscuridad echó raíces, nada se hace evidente si primero no se arraiga; Para que una planta brote, ya ha conquistado el subsuelo, esto significa que todo lo que hoy ves manifestado en tu vida, ya tiene una raíz profunda. Debemos recordar lo que dice Proverbios 4:23 (RVR1960): “Sobre toda cosa guardada, guarda tu corazón; porque de él mana la vida”.Cuando el trigo produjo grano, apareció la cizaña, los siervos preguntaron: “Señor, ¿no sembraste buena semilla? ¿De dónde, pues, tiene cizaña?”. La respuesta fue clara: “Un enemigo ha hecho esto”.¿Qué tanto cuidamos nuestra mente? ¿Clasificamos las semillas que entran? Todo campo descuidado se llena de maleza, la maleza drena la vida del buen árbol. Si no revisamos el jardín mental, aparecen pensamientos parásitos que devoran los buenos. Nuestra tarea es: “regar, sembrar, cultivar, cortar y desarraigar todo lo que Dios no plantó”, está escrito en Mateo 15:13 (RVR1960): “Toda planta que no plantó mi Padre celestial, será desarraigada”.El Ataque a los FundamentosSalmo 11:3 (RVR1960) “Si fueren destruidos los fundamentos, ¿qué ha de hacer el justo?”Existe una agenda diseñada para destruir fundamentos. Toda sociedad y civilización se sostiene sobre bases; si estas caen, la estructura se desploma. Estamos viviendo el ataque más grande y silencioso contra los fundamentos de la iglesia: la fe, la moral, el amor, la identidad y la doctrina.Semilla 1: La verdad relativaLa idea de hoy es que no hay verdades absolutas, sino que cada uno tiene "su verdad". Al hacer esto, la verdad se reduce a una simple opinión. La Biblia es tajante en Juan 17:17 (RVR1960): “Santifícalos en tu verdad; tu palabra es verdad”.El relativismo dice: "lo que es verdad para ti, no lo es para mí". Pero la verdad no es un sentimiento, yo puedo decir que los gatos tienen tres patas porque vi uno así, pero la realidad es que tienen cuatro. Esta semilla se está sembrando especialmente en los jóvenes, llevándolos a creer que "respetar el criterio" es validar el error, no podemos respetar la autodestrucción bajo el nombre de “opinión", Jesús dijo en Juan 8:32 (RVR1960): “y conoceréis la verdad, y la verdad os hará libres”; sin verdad absoluta, no hay libertad real.La postura de la Iglesia: Este concepto ha entrado a las congregaciones. Aunque hay temas opcionales (formas, moldes), los fundamentos son innegociables:Jesucristo es el único mediador: “Porque hay un solo Dios, y un solo mediador entre Dios y los hombres, Jesucristo hombre” (1 Timoteo 2:5 RVR1960).La Palabra de Dios es infalible.Somos Trinitarios: Padre, Hijo y Espíritu Santo.Necesitamos nacer de nuevo y ser bautizados.Semilla 2: El Adormecimiento EspiritualMateo 13:22 (RVR1960) “El que fue sembrado entre espinos, este es el que oye la palabra, pero el afán de este siglo y el engaño de las riquezas ahogan la palabra, y se hace infructuosa.”Dios debe ser el primero. Cuando el primer lugar se comparte, Dios deja de ser el número uno. El adormecimiento ocurre cuando convertimos la iglesia en un club social. Debemos estar alertas como está escrito en 1 Pedro 5:8 (RVR1960): “Sed sobrios, y velad; porque vuestro adversario el diablo, como león rugiente, anda alrededor buscando a quien devorar”.La espiritualidad es personal, no global:El congregarse no sustituye el devocional: Orar en la iglesia no reemplaza tu oración en el secreto de tu casa. Mateo 6:6 (RVR1960) dice: “Mas tú, cuando ores, entra en tu aposento, y cerrada la puerta, ora a tu Padre que está en secreto...”.La prédica no sustituye tu lectura: Que el pastor lea la Biblia no quita tu responsabilidad de escudriñarla.El evento no sustituye la intimidad: La "carga de batería" del domingo no te servirá para toda la semana si no buscas a Dios a diario.Semilla 3: La Normalización del PecadoEs cuando lo que es pecado se celebra como "ser auténtico". Isaías 5:20 (RVR1960) nos advierte: “¡Ay de los que a lo malo dicen bueno, y a lo bueno malo; que hacen de las tinieblas luz, y de la luz tinieblas; que ponen lo amargo por dulce, y lo dulce por amargo!”.Se han redefinido los conceptos, ahora se dice que no se puede predicar sobre la culpa, solo sobre la gracia, pero ojo: la responsabilidad no es culpa. Buscar a Dios, leer la Biblia y orar no es una "hazaña heroica", es tu responsabilidad y disciplina espiritual. Como dice Romanos 12:2 (RVR1960): “No os conforméis a este siglo, sino transformaos por medio de la renovación de vuestro entendimiento...”.No podemos permitir que se nos "zafen los tornillos" y normalicemos el pecado en casa, lo que está mal, está mal, aunque todo el mundo lo haga. Dejemos de ser "focas de circo" que aplauden cualquier concepto moderno y empecemos a cuestionar lo que contradice la Verdad.
El presidente del Gobierno de las Islas Canarias ha explicado a Carlos Alsina su negativa a recibir la embarcación ante la falta de información técnica y sanitaria.
El presidente del Gobierno de las Islas Canarias ha explicado a Carlos Alsina su negativa a recibir la embarcación ante la falta de información técnica y sanitaria.Conviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/mas-noticias--4412383/support.ESCUCHAR RADIO
"Entendemos el subsidio a la contratación de trabajador es, pero nos gustaría que eso quede centrado en la pequeña y mediana empresa", dijo el diputado FRVS y presidente de la Comisión de Constitución.
En este episodio converso con Mónica Chacón, Coach Sherpa certificada y especialista en el acompañamiento de mujeres que han vivido abuso sexual infantil. A través de una charla honesta y amorosa, exploramos las implicaciones y secuelas que el trauma deja en el cuerpo y cómo estos eventos moldean nuestra vida adulta. Lo que aprenderás en este episodio: ¿Qué es el trauma?: Entendemos que el trauma no solo proviene del abuso sexual, sino también de la violencia física, el descuido o la indiferencia en la infancia. Mecanismos de defensa: Cómo desarrollamos "máscaras" y estrategias de supervivencia (como el perfeccionismo o la desconexión corporal) para protegernos del dolor, creyendo que esa es nuestra verdadera personalidad. El concepto de Paradigma: Cómo nuestra visión del mundo está limitada por lo que vivimos y lo que se esperaba de nosotros, y cómo sanar nos permite expandir esas posibilidades. La ruta de la sanación: Mónica comparte su historia personal, desde su "detonación emocional" a los 32 años hasta su proceso de reconstrucción y el descubrimiento de su misión de vida. Los pilares de la transformación: La importancia de integrar el entendimiento (pilar terapéutico), el sentir somático (pilar yogóico) y la mirada a las lealtades familiares (pilar kármico) para liberar el dolor estancado. Medicina Ancestral: La experiencia de Mónica en el retiro Aliento, donde utilizó estados expandidos de conciencia para catapultar su proceso de sanación y empoderamiento como coach. Mónica Chacón es una mujer con una historia de transformación maravillosa que, tras renunciar a su carrera en el magisterio, decidió dedicarse al Life Coaching para ayudar a mujeres a sanar el trauma por abuso sexual. Es creadora de metodologías de prevención y una voz valiente que pone su historia al servicio de los demás. Si este tema te atraviesa o sientes que es momento de mirar hacia adentro para sanar, sigue a Mónica Chacón: https://www.instagram.com/soymonicachacon/ Inscríbete a mi nuevo programa ✨ Self Masters diseñado para quienes desean un proceso profundo de autoconocimiento y manifestación consciente sin necesidad de ser coaches. Consulta el precio de lanzamiento y asegura tu lugar en la primera generación: https://www.sherpacertification.com/selfmasters-class ¿Te gustó este episodio? Suscríbete, califíca con 5 estrellas ⭐ y compártelo con alguien que necesite hoy un recordatorio de su poder creador. Conecta conmigo a través de instagram: https://www.instagram.com/estheriturralde/ ¿Ya sigues a Mi Medicina podcast en Instagram? https://www.instagram.com/mimedicina_podcast/
En este episodio en compañía del pastor Ricardo Salazar hablamos sobre la unidad, basada en la oración de Jesús en Juan 17, donde Él pide que seamos uno. Entendemos que la unidad no es pensar igual en todo, sino tener un mismo corazón enfocado en amar y seguir a Cristo. También vemos cómo nuestras heridas, temores y actitudes pueden romper relaciones y aislarnos. Pero la unidad se cultiva con intención: sanando, dando el primer paso y esforzándonos por vivir en paz. Cuando caminamos en unidad, experimentamos bendición, crecimiento y el respaldo de Dios en todo lo que hacemos. Vida Abundante Coronado www.vida.cr
"Mas buscad primeramente el reino de Dios y su justicia, y todas estas cosas os serán añadidas." Mateo 6:33Existe una verdad que debemos asimilar profundamente: la justicia del hombre jamás podrá compararse con la justicia de Dios, son naturalezas opuestas y para entenderlo, primero debemos identificar los tres tipos de justicia que operan en el mundo:La Justicia del cielo: Es la justicia perfecta, basada en el carácter de Dios y en Su Palabra. No busca complacer, sino establecer lo que es recto ante Dios.La Justicia Humana: Es limitada, subjetiva y muchas veces manipulable. Se basa en leyes terrenales que cambian y en el juicio de hombres que fallan.La Justicia de las tinieblas: El mundo de las tinieblas tiene su propio concepto de justicia. El diablo opera bajo una estructura donde intenta distorsionar lo bueno y lo malo, usando la legalidad para acusar y destruir. Es vital entender que incluso en el mundo espiritual de oscuridad hay un orden de "justicia" (o legalidad) que el enemigo usa para reclamar derechos sobre nuestra vida cuando ignoramos las leyes del Reino de Dios.Existe un versículo que todos conocemos y abrazamos como una promesa de provisión, pero que pocas veces analizamos en su dimensión legal: "Mas buscad primeramente el reino de Dios y su justicia, y todas estas cosas os serán añadidas."Mateo 6:33 (RVR1960).Solemos enfocarnos en las "añadiduras", pero debemos poner la lupa en la condición: buscar el Reino y Su justicia. Las añadiduras no son automáticas; son una consecuencia de buscar la justicia del Reino, por tanto, debemos entender que la justicia que perseguimos no es la humana, sino la del Reino de los Cielos.La Justicia del Reino y su ConstituciónEl primer punto fundamental es este: La justicia que buscamos no es humana, para entender esto, debemos comprender el concepto de "Reino". Todo reino se rige por una Constitución. Es imposible determinar qué es justo o injusto si ignoramos la ley que nos gobierna. Para vivir en justicia es imperativo conocer la Ley del Reino.Donde existe una Constitución, existen personas constituidas para velar por su cumplimiento. En el Reino de Dios, los ministerios no son solo títulos eclesiásticos, sino figuras legales.Efesios 4:11: "Y él mismo constituyó a unos, apóstoles; a otros, profetas; a otros, evangelistas; a otros, pastores y maestros." Estos ministerios han sido establecidos por Dios como agentes de la ley espiritual. Su función principal es cuidar y enseñar la justicia del Reino, asegurando que el pueblo de Dios camine bajo los principios constitucionales del Cielo.El Desconocimiento de las Leyes CelestialesConocemos a fondo las leyes de nuestra nación, pero a menudo ignoramos las leyes del Reino de los Cielos. Si los ministros han sido constituidos como agentes para cuidar la justicia divina, cabe preguntarnos: ¿Realmente conocemos la Constitución del Cielo? ¿Entendemos cómo operan sus leyes?El Caso de Abraham: En Génesis 18:22-25, vemos un ejemplo claro de lo que sucede cuando no comprendemos el funcionamiento legal del Reino. Abraham se acerca al Señor con un argumento basado en su propio concepto de justicia: “¿Destruirás también al justo con el impío? [...] El Juez de toda la tierra, ¿no ha de hacer lo que es justo?”Para entender este escenario, debemos recordar el contexto: tres hombres visitan a Abraham. Dos eran ángeles y el tercero era el Señor. Mientras los ángeles se dirigen a Sodoma y Gomorra con una misión clara, Dios se queda con Abraham. Los ángeles ya iban en camino para ejecutar la destrucción y rescatar a Lot. Dios no se acercó a Abraham para pedirle su opinión o para abrir un espacio de negociación; Él vino a notificarle Su decisión.Cuando no entendemos cómo funciona el Reino, cometemos el error de intentar negociar sobre algo que ya ha sido decidido. Dios le notificó Su decisión, y Abraham empezó a regatear: si hay 50 justos, 45, 40... hasta llegar a 10. En cada paso, Abraham se iba quedando sin elementos legales, porque su argumento se basaba en una suposición y no en la realidad de lo que ocurría en las ciudades de Sodoma y Gomorra.Resulta asombroso ver a un hombre hablándole de justicia a Aquel que él mismo llama "El Juez de toda la tierra". Es, como dice el dicho, “querer enseñarle a bailar al trompo”; Abraham intentó darle clases de justicia al Juez.Abraham llegó a decirle: "Lejos de ti el hacer tal... nunca tal hagas". En su osadía, le estaba sugiriendo a Dios que, si destruía la ciudad, Su carácter de Juez quedaría en entredicho. Abraham perdió porque se quedó sin elementos sólidos y porque estaba pidiendo mal.Aprender cómo funciona el Reino es, en esencia, aprender a orar, muchas veces nuestras oraciones no son contestadas porque van en contra de las leyes establecidas por Dios. Él nunca violará Su propio orden; Él vela por Su Palabra para que se cumpla, no por nuestros deseos personales. Dios sabía lo que era justo en Sodoma, pero para Abraham, la justicia de Dios parecía una injusticia.Debemos entender este principio fundamental: La justicia no complace, en un juicio, jamás el juzgado, el demandante o el testigo quedan plenamente complacidos. La justicia no está diseñada para dar satisfacción emocional, sino para establecer lo que es debido.Si pides justicia esperando que Dios satisfaga tus deseos o tus sentimientos, probablemente te sentirás defraudado. La justicia divina busca el orden y la verdad, no la aprobación del hombre.Muchos claman: "¡Señor, hazme justicia!", pero en realidad lo que esperan es que Dios los complazca. Debemos entender una verdad fundamental que cualquier experto en leyes conoce: La justicia jamás satisface plenamente a las partes. En un tribunal terrenal, el que demanda siempre quiere una condena mayor y el acusado siempre espera una sentencia menor. Es imposible que ambos salgan felices.Si pides justicia esperando que Dios satisfaga tu necesidad de venganza, ya has perdido el caso. La justicia no está diseñada para satisfacer el ego o el dolor del hombre.A veces el demandante se amarga con Dios porque espera un "rayo del cielo" sobre su ofensor y no sucede nada.A veces el juzgado se enoja porque siente que la disciplina de Dios es demasiado dura para "lo poco que hizo".Cuando Dios no responde según nuestro capricho, terminamos amargados, enojados o incluso blasfemando, sin entender que Dios ya respondió, pero Su respuesta no alimentó nuestro odio o nuestra sed de venganza; La justicia no es venganza, la justicia es dar a cada uno lo que merece.Abraham presentó un caso basado en argumentos que no eran sólidos ya que mientras él intentaba negociar la ciudad por unos supuestos justos, Dios ya estaba sacando de allí a los únicos que realmente lo eran. Abraham abogaba por un escenario inexistente; estaba presentando un caso perdido ante un Dios justo.No pierdas tu tiempo presentando casos que no tienen fundamento legal en el Reino, interceder no es simplemente gritar u orar con fuerza, interceder es examinar la validez de nuestra petición. Si pedimos por alguien que Dios ya ha decidido juzgar por su falta de arrepentimiento, nuestra oración no tendrá eco. Debemos alinear nuestros argumentos con la realidad del Cielo, no con nuestras suposiciones humanas.La justicia de Dios jamás será comprendida plenamente por la mente humana. Lo que para Abraham parecía una injusticia (la destrucción de Sodoma y Gomorra), para Dios era el ejercicio perfec...
Antes da sabatina no Senado, o ministro do STF André Mendonça realizou um culto religioso para abençoar Jorge Messias, cena que rapidamente ganhou repercussão e levantou debate sobre a influência evangélica no processo de indicação ao Supremo.Messias também se emocionou ao relatar sua trajetória de vida e sua ligação com igrejas evangélicas, reforçando o apelo ao segmento religioso. Entendemos o peso político da bancada evangélica na votação e o que esse movimento revela sobre os bastidores da indicação.Você já leu uma notícia hoje e sentiu que já viveu esse momento antes? Essa sensação de déjà Vu não é coincidência. No Brasil, o que é manchete hoje costuma ser o eco de decisões e fatos que analisamos meses, ou até anos atrás. Para celebrar os 8 anos da Crusoé, decidimos enfrentar esse ciclo. Pegamos o que nasceu no digital e, pela primeira vez, transformamos em um registro físico, tátil e permanente. Chegou a edição especial Crusoé impressa. É um item colecionável, atemporal e limitado. Uma revista feita para quem gosta de ler com calma, longe das notificações do celular. Um exemplar para guardar sobre o que realmente importa na história recente do brasil. Esta edição é um presente exclusivo para novos assinantes do Combo de 2 anos O Antagonista e Crusoé. Utilize o cupom 8ANOSCRUSOE e acesse o link: https://bit.ly/crusoe-edicao-impressa Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #politica #jorgemessias #andremendonça #sabatina #bastidores #culto #religião #brasília #governo #judiciário #evangélicos #noticias #debatepolitico #uniao #congresso #noticiaspodcast #atualidades #diálogo #brasil #analisepolitica
En este mensaje, el Pr. René Rojas nos confrontó con una verdad poderosa: la fe en Dios no siempre es lógica, muchas veces es completamente irracional. A través de la historia del profeta Elías, aprendemos que caminar con Dios implica obedecer aun cuando no entendemos, confiar aun cuando el escenario es contrario y creer aun cuando todo parece imposible.La prédica nos muestra cómo Dios llevó a Elías a un proceso donde tuvo que depender de Él de formas totalmente fuera de lo común: siendo sustentado por cuervos y luego enviado a una viuda que no tenía nada. En medio de estos escenarios ilógicos, Dios estaba formando su carácter, enseñándole dependencia y llevándolo a una fe más profunda.Entendemos que muchas veces Dios nos da palabras y promesas, pero el entorno no parece alinearse con lo que Él dijo. Es ahí donde somos desafiados: ¿creemos en la lógica humana o en la fidelidad de Dios? La fe irracional nos lleva a una dependencia y obediencia igualmente irracionales, donde dejamos de confiar en nuestras fuerzas y comenzamos a caminar por fe.En este culto, somos llamados a dejar la comodidad, a no abortar las promesas de Dios por falta de entendimiento y a confiar en que Él puede hacer lo imposible, aun en los escenarios más improbables.
Entendemos el Quijote con Ciriaco Marón, Coslada Enamorada, criar sin estereotipos con Amaya de Miguel, Federación de Campings de España y más.
El bautismo en el Espíritu Santo 1. Es la promesa del Padre, la promesa del Hijo, y el poder de Dios en nuestras vidas. 2. Con el bautismo en el Espíritu Santo: a) Oramos mejor. b) Somos más sensibles en el ámbito espiritual. c) Se nos abre a los dones espirituales. d) Ministramos con poder. e) Entendemos mejor la guía de Dios.
En este episodio exploramos por qué hablar no siempre es suficiente para sanar y cómo terapias como EMDR permiten procesar el trauma a un nivel más profundo. Entendemos qué ocurre en el cerebro y el sistema nervioso cuando vivimos experiencias traumáticas, especialmente el trauma complejo, y cómo es posible reprocesar recuerdos sin revivirlos con la misma intensidad.También reflexionamos sobre la integración entre fe y psicología, descubriendo cómo Dios puede obrar en procesos terapéuticos reales para traer sanidad integral.
Desde platillos que no nos explicamos por qué siguen existiendo, cosas que nos parecen asquerosas, alimentos sobrevalorados o términos mamadores, esta conversación va de un extremo al otro… Y tal vez no sea ni refinada ni exquisita, pero les garantizamos unas buenas risas.Cuéntenos ustedes qué cosas se nos olvidaron en los comentarios.Si te gustó este episodio y te gusta La Burra Arisca, acuérdate de darle like, compartir, seguirnos y activar las notificaciones para que no te pierdas de ningún episodio. Síguenos en nuestras redes sociales:InstagramFacebookXTikTokYouTube Y en nuestros personales:@lauramanzo @lamargeitor @adinachel
O Brasil vive um "curto-circuito" de memória e identidade, e as instituições religiosas não estão imunes a esse fenômeno. Neste episódio crucial do Módulo 3 da série "A ORDEM", mergulhamos em um diagnóstico sóbrio e urgente da estrutura da Igreja. Utilizamos ferramentas de análise metapolítica e econômica — de Adam Smith a John Maynard Keynes e Friedrich Hayek — para entender como uma organização, criada para ser um organismo vivo, pode acabar se tornando uma máquina estéril de manutenção. Neste episódio, discutimos: 1. O Mecanismo vs. O Organismo: Quando a estabilidade administrativa substitui a vitalidade da missão. 2. A "Mente Capturada" na Igreja: Como as 11 feridas da cultura brasileira afetam a percepção da nossa identidade profética . 3. Keynes vs. Hayek na Eclesiologia: O perigo do planejamento centralizado e a necessidade de recuperar a "ordem espontânea" da Igreja Primitiva. 4. O Custo Humano: Como a rotatividade pastoral e o clericalismo ferem o pastoreio encarnacional. 5. Reforma, não Revolução: Uma proposta de transição estratégica baseada em novas métricas de discipulado e na descentralização responsável. Este episódio é uma defesa da organização adventista em sua essência mais pura. Entendemos que a estrutura é um instrumento dado por Deus, e é justamente por zelar por ela que propomos uma 'reforma de recalibração'. O foco não é a revolução, mas o retorno aos princípios de movimento e sacerdócio universal que marcaram nossos pioneiros. É uma proposta para que a instituição seja a plataforma de lançamento de uma geração verdadeiramente profética. Tese do Prof. Dr. Marcelo Dias - https://digitalcommons.andrews.edu/cgi/viewcontent.cgi?article=2865&context=dissertations Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042
Hoy el programa de El ojo crítico se emite en directo desde el stand de RNE en ARCO MADRID, en el recinto ferial IFEMA. Podemos conocer de mano lo último en arte contemporáneo hablando con algunos de los artistas que exponen, o de los galeristas que apuestan por estos talentos. Paseamos con su directora, Maribel López. También exploramos la sección Perfiles Latinoamericanos, con José Esparza. Entendemos el mundo del coleccionismo, de la mano de Gabriel Calparsoro y de Elisa Hernando, y descubrimos algunas de las obras más comentadas en compañía de artistas como Kubra Khademi o Eugenio Merino.Escuchar audio
Estados Unidos e Israel han bombardeado en un ataque conjunto varios puntos de Irán. El objetivo es cambiar al régimen ayatolá, pero las consecuencias para el resto del mundo pueden ser negativas. Entendemos el contexto histórico y político en el que se enmarca este ataque con Pablo Morán (enviado especial de la SER a Teherán), Haizam Amirah Fernández (director del Centro de Estudios Árabes Contemporáneos), Luciano Zaccara (investigador principal en New Ground Research), Catalina Gómez Ángel (periodista freelance en Irán), Nazanin Armanian (analista política iraní) y el periodista Bru Rovira.
¿Estamos ante una nueva forma de identidad o es el resultado de una sociedad que ha perdido el norte con los límites? En este episodio de Sandra Sin Filtros, Sandra Bermúdez se sumerge en la polémica tendencia de los Therians y otros comportamientos que están desafiando nuestra percepción de lo que significa ser humano en la actualidad.¿Qué encontrarás en este episodio? * ¿Qué es un Therian?: Entendemos a las personas que se identifican internamente como animales no humanos en un sentido psicológico o espiritual. * Therians vs. Furries: Aclaramos la confusión común entre la subcultura artística de los Furries y la identidad interna de los Therians. * Modas Inexplicables: Analizamos el auge del Hobby Horsing (competencias con caballos de palo) y el Hobby Dogging (personas paseando perros invisibles con correas rígidas). * Crianza y Límites: Sandra cuestiona si la falta de límites claros en la educación moderna está llevando a los jóvenes a identificarse con animales para evadir responsabilidades humanas. * La Humanización de los Animales: ¿Hemos llevado el amor por las mascotas al extremo de confundir a las nuevas generaciones sobre su propia identidad?Reflexión Destacada "¿Qué estamos dejando de atender como papás para que un hijo se sienta más identificado con un perro o un lobo que con un ser humano que tiene derechos, deberes y sentimientos?"Este espacio es posible gracias a:• Your Signs WorldAsesoría legal en casos migratoriosSi una persona es detenida o enfrenta un proceso de deportación, necesita un abogado que pueda luchar su caso de defensa.Jaime Barrón ofrece atención y acompañamiento legal a nivel nacional e internacional, con oficinas en distintas regiones de Estados Unidos.Contactojaimeb@jaimebarron.com
Las movilizaciones para pedir la liberación de todos los presos políticos, incluidos los militares, se multiplican en Venezuela, entre otros, una huelga de hambre de presos y familiares del centro de detención Zona 7 (Caracas) desde hace cuatro días. El médico Rafael Arreaza, que vigila la salud de unos y otros, no descarta huelgas y marchas a nivel nacional para respaldar este reclamo, según dijo a RFI. Presos políticos venezolanos y sus familiares llevan este martes más de cuatro días en huelga de hambre frente a un centro de detención en Caracas conocido como Zona 7. Reclaman que se aceleren las excarcelaciones tras aplazarse la semana pasada por segunda vez la aprobación de una ley de amnistía. Melissa Barra entrevistó a Rafael Arreaza, médico encargado de vigilar su estado de salud. Varios familiares de presos de esa cárcel duermen desde hace semanas en colchones en el suelo, frente a la entrada. Zona 7 es una prisión de la policía nacional en Caracas. Un puñado de madres y familiares decidieron, además, ponerse en huelga de hambre, tal como lo han hecho algunos presos. El doctor Arreaza, reconocida figura del sector salud, se muestra atento a la evolución de su estado físico. "La mayoría de los presos están desnutridos" "Los familiares de los presos ya llevan cuatro días en huelga de hambre. A pesar de que cuentan con hidratación relativa, ya comienza a notarse el deterioro físico. Ya comenzaban a tener síntomas de deterioro, deshidratación, mareos, postramiento. Lamentablemente a mí no me permitieron evaluar ayer a los presos. Entendemos que no quieren que cualquier persona vea la situación que se está presentando adentro de las cárceles. La mayoría de los presos están desnutridos. En ocasiones ni siquiera comen una comida al día. La calidad del agua es pésima. Tienen que pasar el agua que le dan por las camisas". Presos y familiares empezaron la huelga de hambre el sábado. Ese día el gobierno anunció excarcelar a 17 detenidos políticos de Zona 7. Adentro hay unos 60. El doctor Arreaza, que trabaja desde hace años en las cárceles, teme que la situación empeore. "Como ya hemos tenido experiencia en Venezuela, sabemos que ha habido muertos en huelgas de hambre. Tenemos, por ejemplo, el caso del señor Franklin Brito, agricultor, a quien le quitaron sus tierras. Sabemos también, porque ya lo hemos visto, que cuando se desesperan intentan obligarlos a comer. Los obligan a comer, los maltratan y los torturan. Hoy cada vez más se está planteando que las huelgas van a ser a nivel nacional. No solo eso, sino que la sociedad civil se está planteando darle un ultimátum antes del 12 de marzo. No están todos los presos políticos libres, incluidos los militares. Vamos a salir a la calle, toda la sociedad civil", concluye.
El reto matemático de esta semana: Una matrícula de cuatro dígitos, todos son diferentes, todos son potencias de dos y están en orden alfabético. Soluciones al WhatsApp: 609 831 034 o Correo electrónico: masdeuno@ondacero.es
Hoy hablamos de: 1. Todos los seres humanos somos inocentes 2. La inocencia no niega la responsabilidad legal 3. El mal surge de la falta de conciencia, no de la maldad 4. Es imposible no hacer daño alguna vez 5. La clave del desarrollo humano es “ver más” 6. La verdadera herramienta es el darse cuenta 7. El crecimiento humano reduce la culpa y la acusación 8. Humanismo: poner al ser humano en el centro 9. Vivir con más conciencia conduce a menos sufrimiento 10. Dos filtros para una vida más consciente, preguntarse:¿Es justo? ¿Tiene corazón? Música: 1. soundcloud.com/nhamer-garcia/hamer-metamorphosis 2. Valkiria. Nhamer García. https://www.youtube.com/watch?v=IwSu1nKgAo Si quieres invitarme a algo, puedes hacerlo aquí: 1. https://www.ivoox.com/support/36379 2. Paypal: contacto@buscadoresdesentido.es 3. Transferencia a nombre de Álvaro Gómez Contreras en la cuenta: ES98 1491 0001 2930 0007 5447 Si quieres contactarme puedes hacerlo en : contacto@buscadoresdesentido.es
¿Te pasa que habláis, lo intentáis, incluso prometéis hacerlo mejor… pero al poco tiempo volvéis a sentiros igual de lejos? Muchas parejas empiezan el año con intención sincera de mejorar la relación. Después de las fiestas, del cansancio y de algunas discusiones, deciden “resetear”. Y durante unos días parece que algo cambia. Pero pronto aparece una sensación muy frustrante: hablamos… pero no nos entendemos. En este episodio te explico por qué esto desgasta incluso más que no hablar. Porque el problema no es la falta de diálogo, sino desde dónde estáis hablando. A lo largo del episodio profundizo en los bloqueos más comunes en la comunicación de pareja: • hablar desde la defensa en lugar de la curiosidad, • esperar que el otro reaccione como tú necesitas, • y creer que con decir las cosas ya deberían cambiar. También abordo esa sensación tan frecuente de desigualdad emocional: “Si siempre hablamos de lo tuyo… ¿dónde quedo yo?” Además, te propongo gestos pequeños pero muy reales para empezar a comunicaros de forma distinta: no desde el reproche, sino desde la emoción; no desde la exigencia, sino desde la escucha. Este episodio no es para discutir mejor. Es para entender por qué el diálogo se bloquea incluso cuando hay amor y buena intención. Si al escucharlo reconoces que al hablar con tu pareja algo se bloquea, que os defendéis más de lo que os encontráis o que siempre acabáis en el mismo punto, puedes reservar vuestra consulta telefónica gratuita en 👉 https://emocioteca.com/contacto Es un espacio para entender qué está pasando y cómo empezar a hablaros distinto. Este episodio también está disponible en YouTube, dentro del canal Emocioteca, por si prefieres verlo con calma y con ejemplos a cámara. Entenderse no es fácil. Pero cuando cambia la forma de hablarse, cambia toda la relación. #comunicacionenpareja #bloqueoenpareja #distanciaemocional #relacionesconscientes #psicologoonline #terapiaemocional #parejas #emocioteca Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Nuestra oyente dice que ya no quiere a su pareja y el desgaste de las peleas no tiene vuelta atrás. ¿Qué le recomendó el terapeuta de pareja Axel Ortiz?Escucha Pregúntale a César en el podcast de Por el Placer de Vivir con César Lozano, en Uforia App, Apple Podcasts, Spotify, ViX y el canal de YouTube de Uforia Podcasts, o donde sea que escuches tus podcasts. ¿Cómo te sentiste al escuchar este Episodio? Déjanos tus comentarios, suscríbete y cuéntanos cuáles otros temas te gustaría oír en #porelplacerdevivir