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Claudi Pérez lleva más de un cuarto de siglo dedicado al oficio del periodismo y este jueves ha publicado su primer libro. Las invasiones bárbaras (Debate) es una interpretación de un presente que Pérez analiza desde Bruselas, Barcelona, Madrid y los principales escenarios del reguero de crisis de los últimos tiempos, entre las que sobresale la Gran Recesión de 2008, que nos legó un silogismo perverso: “La ira procede de un sistema político que predica la igualdad y de un sistema económico que genera desigualdad”. Para debatir sobre este ensayo, Babelia ha propiciado una conversación entre tres referentes de este periódico: Andrea Rizzi, corresponsal de Asuntos Globales, Amanda Mars, corresponsal de Asuntos Económicos y exdirectora de Cinco Días, y el propio autor: Claudi Pérez es corresponsal Internacional y ex director adjunto de EL PAÍS. El volumen es “un retrato de lo ocurrido en este primer cuarto de siglo”, y al tiempo “un intento de luchar contra el catastrofismo”, en palabras de Rizzi. Grabación y Edición: Nicolás Tsabertidis
Vanessa Vallecillo recupera los audios que componen el organigrama de la trama de los registros en Ferraz.
La anomalía fue hallada en una de las 130 columnas ya construidas y se originó por una deficiente compactación del hormigón. Desde Vialidad Provincial aseguraron que la obra no se detendrá y transmitieron tranquilidad sobre el estado general de la estructura.
Y las notas del episodio del lunes 18 de mayo de 2026 son:1. Apple presume, alguien le desmonta el discursoApple presume desde hace años de tener uno de los blindajes más sofisticados del planeta en sus nuevos chips. Esta semana, un equipo pequeño ha demostrado que ese blindaje tiene un agujero del tamaño de una catedral. Os contamos quién lo ha hecho, cómo, y en cuánto tiempo. La proporción os va a sorprender.2. Un diseñador rompe su silencioUn diseñador que pasó dos décadas dentro de Apple ha decidido contar algunas cosas. Una anécdota sobre cómo entró en la empresa que parece guion de película, una decisión muy concreta que se tomó sobre uno de sus productos más reconocibles, y un detalle que cambia un poco cómo entendemos el trabajo de Jony Ive.3. Una cifra que entra en la historiaEsta semana se ha cruzado una frontera histórica en la bolsa estadounidense. La magnitud es tal que, para hacernos una idea, hay que compararla con el PIB de países enteros. ¿Estamos asistiendo al amanecer de una nueva era o a la mayor burbuja en mucho tiempo? Os contamos quién está dejando atrás a quién.#Apple #podcast #tech #iPhone¡Esperamos que os hayan gustado estas noticias! Compartid el episodio con vuestros amigos y encontradnos en nuestro grupo de Telegram y RRSS:Bluesky @menfrentadas.bsky.socialX @MEnfrentadasMastodon @ManzanasEnfrentadas@mas.toThreads @manzanasenfrentadasTikTok @manzanasenfrentadasTelegram @manzanasenfrentadasMúsica de fondo: Helado de Cereza Loop 1Música de https://www.fiftysounds.com
En un evento en Cinco Días, el propio Ángel Escribano, aseguraba que el mercado respaldaba su plan para Indra.
En este episodio analizamos la controvertida Ley de Infraestructura de Sheinbaum, que promete 5.6 billones de pesos en inversión mixta pero genera alertas sobre riesgos fiscales al flexibilizar el gasto corriente en programas sociales y salud. Exploramos la dependencia mexicana del gas natural importado (70% desde Texas) y por qué expertos del IMCO ven improbable reducirla antes de 2030. Cubrimos la compra de América Móvil en Brasil, el giro de Trump posponiendo ataques a Irán (alivio en petróleo y bolsas), el fatal choque de Air Canada en LaGuardia, la muerte de Leonid Radvinsky (OnlyFans), la apuesta de Berkshire en Tokio Marine, la posible fusión Puig-Estée Lauder y la crisis de TSA con ICE en aeropuertos.Recibe gratis nuestro newsletter con las noticias más importantes del día.Si te interesa una mención en El Brieff, escríbenos a arturo@strtgy.ai Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Luis Herrero analiza la última hora de la guerra de Irán.
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This Will Not End Well, em cartaz no Grand Palais e na Capela Saint-Louis da Salpêtrière, oferece uma visão inédita em Paris da obra de Nan Goldin, norte-americana que acaba de completar 70 anos como estrela inconteste da fotografia mundial. Goldin descreve seu trabalho no material da mostra e dá o tom da curadoria que recupera cinco décadas de um trabalho intenso, cru e cheio de empatia : “Sempre quis ser cineasta. Meus slideshows são filmes compostos de fotos”. Márcia Bechara, da RFI em Paris A mostra, aberta a partir de quarta-feira (18) para o público na capital francesa, ocupa o Salão de Honra do Grand Palais e a Capela Saint-Louis da Salpêtrière, onde está sendo apresentada a instalação Sisters, Saints and Sibyls, concebida em 2004 para o Festival de Outono de Paris. Apesar de não ter podido estar presente na coletiva de imprensa em 17 de março por problemas de saúde, a presença da artista é sentida em cada detalhe da mostra. A seu pedido, Goldin foi substituída, durante a coletiva em Paris, por uma longa e pungente mensagem gravada por ela e um vídeo de apoio aos palestinos e à Faixa de Gaza, projetado nas paredes do Grand Palais. O curador sueco Fredrik Liew, responsável pela retrospectiva e diretor de exposições e coleções do Moderna Museet, em Estocolmo, acredita se tratar de “um grande erro quando se pensa nessa mensagem política como algo separado do resto da exposição". "Pelo que entendo da prática de Nan, o que me engaja é a dedicação dela às outras pessoas, à empatia e a como vivemos juntos. O que está acontecendo no mundo — populismo, terror, guerra — são consequências da falta de empatia. Nan propõe, com seu trabalho, mostrar o ser humano, estar junto e se esforçar para construir um mundo melhor”, observou à RFI. Gaza, AIDS e a convergência de lutas Ao longo das últimas décadas, a fotógrafa Nan Goldin tem criado imagens marcantes que exploram a poética do pessoal. Mais do que qualquer outro artista de sua estatura, Goldin tem usado seu sucesso para denunciar a ganância dos poderosos, desde a resposta lenta do governo norte-americano à crise da AIDS, que matou tantos de seus amigos na década de 1980, até o lucro da indústria farmacêutica e a epidemia de overdoses que ela desencadeou. Neta de judeus asquenazes da Polônia, ela passou os últimos anos, em suas próprias palavras, "consumida" pela destruição de Gaza e de seu povo. No início de 2026, ela e seu editor, David Sherman, começaram a costurar vídeos da Palestina – cenas de normalidade e de atrocidade, ambas – para produzir Gaza, um mosaico de dor e beleza, com imagens de antes e depois da guerra, vídeo apresentado também durante a coletiva de imprensa de lançamento de sua retrospectiva em Paris: Nan Goldin é reconhecida como uma artista maior que transita entre os séculos 20 e 21 revolucionando a fotografia contemporânea e a cultura visual. Com um título que encampa a ironia e a agudeza de seu olhar sobre o mundo, a retrospectiva This Will Not End Well (Isso Não Vai Acabar Bem, em tradução livre), no Grand Palais, é a primeira exposição na França a oferecer uma visão completa do trabalho da artista como cineasta, por meio de slideshows e vídeos. Viagem sensorial Cada pavilhão da exposição parisiense parece pensado para contar uma história própria, transformando o percurso em um passeio sensorial pela obra de Nan Goldin. Sobre a montagem no Grand Palais, Hala Wardé, arquiteta e cenógrafa que colabora com a artista há anos, observou que “esse grande espaço parisiense acabou de ser reformado e recuperou uma luz que tinha perdido. Era importante voltar a este espaço e brincar com essa luz, mesmo que tenhamos decidido filtrá-la para manter um jogo de sombras e claridade. Aqui, no Salão de Honra — um lugar muito alto e imponente — optamos por torná-la menos densa. São cinco salas, em vez de seis como nos outros museus. A singularidade desta apresentação parisiense está na instalação de Sisters, Saints and Sibyls: ela é diferente, mas fiel à original.” Para Wardé, a luz é mais que um detalhe, “ela é o elemento que mais muda de cidade para cidade". "A luz de Paris não é a mesma de Estocolmo nem a de Milão. Decidimos torná-la menos intensa, ajustando a experiência ao espaço e à narrativa da exposição”, especificou. Sobre a disposição da obra na Capela Saint-Louis da Salpêtrière, a arquiteta detalhou que preferiu "respeitar a instalação exatamente como foi concebida para este lugar". "Inclusive, me inspirei nela para criar uma sala específica, com planta octogonal. Mantivemos toda a estrutura. Há um mezanino suspenso que provoca vertigem. A obra evoca o suicídio de sua irmã Barbara, em relação à história de Santa Bárbara. É muito intensa, e a forma como foi montada está perfeitamente adaptada a esta apresentação.” Uma narrativa viva e política Mais do que uma retrospectiva de fotografias, a mostra propõe redescobrir a obra como experiência audiovisual. O curador sueco Fredrik Liew explica: “Talvez as pessoas esperem fotografias em molduras, mas não há obras impressas. Meu convite à artista foi mostrar toda a sua prática, suas milhares de imagens, no formato de slideshows que ela produziu ao longo da carreira. Selecionamos seis para esta exposição. Essa é a curadoria dela de suas imagens, narrativas da sua obra de vida. Ela organiza todas as imagens que produz em diferentes histórias, contadas por meio desses slides e seus trabalhos em vídeo.” Ele também comentou à RFI a maneira como a artista revisita constantemente suas obras. “Ela nunca parou de trabalhar, sempre refaz. Não existe apenas uma maneira de mostrar suas obras, mas muitas, e isso se desenvolve. The Ballad of Sexual Dependency, por exemplo, quando começou a ser exibida no final dos anos 1970 e início dos anos 1980, sempre era diferente, e continua diferente a cada apresentação. Ela sempre acrescentava imagens e apresentava tudo de maneira diferente, inspirada pelos contextos dos lugares. Ela sempre vê o trabalho a partir do presente: ‘Este é meu trabalho e é assim que o vejo hoje'. Estamos apresentando Nan como cineasta e contadora de histórias. Não estamos retirando nada de sua fotografia, mas acrescentando essa dimensão”, diz. A particularidade da montagem parisiense está na reinstalação de Sisters, Saints and Sibyls, originalmente criada para a Salpêtrière. Liew observa: “O que é realmente único em Paris é poder revisitar a Salpêtrière para a instalação de Sisters, Saints and Sibyls. A obra foi criada para o Festival de Outono em 2004 e estreou nesse local. Somos muito gratos por poder reinstalá-la agora, 20 anos depois, e mostrar a um público maior, além de apresentar todo o contexto de seu trabalho na forma desta exposição no Grand Palais.” Som, emoção e diaporamas O som é parte central da narrativa de Goldin. Barbara Kroher, curadora associada em Paris, explica que "a construção narrativa de Nan é muito sutil, quase epidérmica, incluindo a trilha sonora, que tem papel central.As escolhas musicais são ecléticas: Chopin, Schubert, Velvet Underground, Maria Callas, Edmundo Rivero. O som não pode ser separado da imagem; ele guia a narrativa. Em The Ballad of Sexual Dependency, há um subtexto sonoro. Em Sisters, Saints and Sibyls, na Capela da Salpêtrière, ouvimos coros medievais e a voz de Nan, ampliando a dor que permeia a obra. Em Memory Lost, há gravações de secretárias eletrônicas dos anos 1980, acrescentando significado às imagens. O diaporama é uma forma híbrida, entre fotografia e cinema.” A exposição inclui trabalhos que exploram traumas familiares, suicídio, dependência química e relações de gênero. Wardé ressalta: “Cada sala, cada luz, cada detalhe foi pensado para que o visitante se sinta atravessando uma experiência íntima e sensorial. A obra fala de dor, mas também de empatia, de estar junto com o outro.” Contexto histórico e social Goldin é conhecida por abordar questões sociais como gênero, saúde mental e crises de dependência. Em Memory Lost, ela explora os aspectos mais sombrios da dependência química. Em 2017, fundou o grupo P.A.I.N. (Prescription Addiction Intervention Now), atuando contra a família Sackler, considerada responsável pela epidemia de overdoses de opioides, pressionando instituições a removerem o nome dos doadores de seus espaços. O trabalho da artista também documenta a vida boêmia e alternativa de Nova York entre os anos 1970 e 1990, retratando amizades, festas e relacionamentos. Em material oficial, a exposição apresenta obras icônicas como The Ballad of Sexual Dependency (1981-2022), The Other Side (1992-2021), Sisters, Saints and Sibyls (2004-2022), Memory Lost (2019-2021), Sirens (2019-2020) e Stendhal Syndrome (2024). Paris como memória e cena artística A capital francesa mantém um vínculo duradouro com a artista. Kroher contextualiza: “Nan viajou pela Europa desde jovem, morou em Paris, fotografou amigos e apresentou trabalhos aqui. Alguns amigos aparecem em suas obras, como Valérie em Standard Syndrome e Kim Harlow, ícone transgênero dos cabarés parisienses nos anos 1980. Ela tem um vínculo duradouro com a cidade e a exposição reflete isso.” A curadora francesa observa ainda o impacto do olhar de Goldin: “São histórias sobre emoções e relações humanas em toda a sua diversidade e complexidade. A empatia é constante em seu trabalho. A exposição nos mostra que a arte pode criar um senso de comunidade.” Um vilarejo de slideshows Os pavilhões formam um conjunto que funciona como um “vilarejo”, em que cada espaço é adaptado à obra que apresenta. “Cada sala, luz e arquitetura dialogam com os slideshows, reforçando a intimidade e a narrativa política da obra, conduzindo o visitante por trajetórias de memória, emoção e cinema”, explica Wardé. This Will Not End Well fica em cartaz até 21 de junho de 2026 no o Salão de Honra do Grand Palais e na Capela Saint-Louis da Salpêtrière, em Paris.
La relación entre el FrenteSandinista de Liberación Nacional (FSLN) y la República Islámica de Iránnace en un momento histórico muy particular: 1979. Ese año, en julio, lossandinistas derrocan a Anastasio Somoza en Nicaragua; en febrero, en Irán,triunfa la revolución encabezada por el ayatolá Ruhollah Khomeini, quederriba al sha Mohammad Reza Pahlavi. Aunque ideológicamente distintos —uno conraíces marxistas y nacionalistas latinoamericanas, el otro basado en el islampolítico chiita— ambos procesos se construyeron sobre un fuerte discursoantiimperialista y de confrontación con Estados Unidos. Esa coincidenciageopolítica fue el punto de partida.Los años 80: acercamientos enmedio de la guerraEn la década de 1980, Nicaraguaestaba inmersa en la guerra contra la “contra”, financiada por Washington. Enese contexto, el gobierno sandinista buscaba aliados políticos fuera del bloqueoccidental. Hubo intercambios diplomáticos con Irán, incluyendo la visita en1983 del ministro de Cultura nicaragüense, Ernesto Cardenal, a Teherán.Se exploraron posibilidades de cooperación económica y energética.Sin embargo, la relación no fueuna alianza militar profunda. De hecho, el episodio más conocido que involucróa ambos países fue indirecto: el escándalo Iran-Contra affair(1985–1987). Funcionarios de la administración Reagan vendieron armassecretamente a Irán y desviaron fondos para financiar a los rebeldes quecombatían al gobierno sandinista. Es decir, mientras Washington apoyaba a lacontra, también negociaba con Teherán. Este episodio mostró cómo ambos paísesestaban en el centro de la geopolítica de la Guerra Fría, pero no consolidó unaalianza estructural entre Managua y Teherán.1990–2006: pausa yreconfiguraciónCuando el FSLN perdió laselecciones en 1990 frente a Violeta Barrios de Chamorro, la relación con Iránperdió relevancia. Durante los gobiernos liberales de los años 90 y principiosde los 2000, Nicaragua priorizó relaciones con Estados Unidos y organismosfinancieros internacionales. El vínculo con Teherán quedó en un segundo plano.2007 en adelante: reactivaciónestratégicaEl regreso de Daniel Ortegaal poder en 2007 marcó un giro. Ortega impulsó una política exterior orientadaa alianzas con gobiernos enfrentados a Washington: Venezuela, Cuba, Rusia ytambién Irán. En este período, la relación se volvió más visible ysimbólicamente intensa.Durante la presidencia iraní de MahmoudAhmadinejad, hubo visitas oficiales y anuncios de cooperación. Ahmadinejadvisitó Managua en 2007 para la toma de posesión de Ortega. Se firmaronmemorandos en materia de energía, vivienda y agricultura. Irán prometióinversiones millonarias, incluyendo proyectos de plantas lecheras y energíahidroeléctrica. Sin embargo, muchos de esos anuncios no se materializaronplenamente o quedaron en niveles modestos de ejecución.Esto es la Republika desde Nicaragua. La relación entre sandinistas y ayatolas: casi cinco décadas de afinidad política y poder concentrado
Latorre, sobre Puente y Adamuz: "Cinco días y la hipótesis más sólida desde el principio es ya una conclusión preliminar"
Bicicleta de montaña por la Cordillera Huayhuash del Perú con Pau Costa. Rafa Yuste, de Prames, nos presenta las novedades editoriales para estas Navidades, ideas para los regalos que se vienen.
En este episodio comparto mis primeras impresiones después de cinco días usando el iPhone 17 Pro Max. Te cuento qué tal me ha parecido, cómo se siente en el día a día y por qué (o por qué no) podría ser una buena actualización para vos. ¡No te lo pierdas!
El alcalde de Bogotá anunció una modificación clave en los tiempos del Sistema Único de Gestión de Aglomeraciones (SUGA): a partir de ahora, los promotores deberán tramitar y obtener todos los permisos al menos cinco días hábiles antes del evento. En su intervención, enfatizó que “no habrá salvavidas de último minuto” ni opción a subsanaciones posteriores, para evitar cancelaciones como la del show de Kendrick Lamar.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Carlos Pérez Osorio, documentalista y director desde la Global Sumud Flotilla
O pianista que acompanhou grandes nomes da MPB como Toquinho e Vinicius de Moraes havia sumido na Argentina em 1976 quando tinha 35 anos. O crime sempre foi atribuído a motivações políticas e associado à chamada Operação Condor, que uniu as forças de repressão na época das ditaduras militares na América do Sul. Seu corpo foi enfim localizado numa vala da periferia de Buenos Aires, e a causa da morte, segundo peritos, foi disparo por arma de fogo.O procurador federal dos direitos do cidadão Nicolao Dino destaca a importância da retomada da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos, vinculada ao Ministério dos Direitos Humanos, na elucidação do caso.Trabalho realizado para a disciplina Laboratório de Áudio do curso de Jornalismo da Escola de Comunicação da UFRJ.Reportagem: Isabella FicagnaEdição: Thiago Kropf
“El callejón sin salida de Meliá e Iberostar en Cuba” titula el diario económico Cinco Días, que destaca cómo los dos gigantes del turismo español, continúan apostando por sus negocios en la Isla y reforzando su "compromiso" con el régimen comunista cubano.
¿Qué significa que lo viejo esté de moda otra vez?Durante cinco días, atravesamos el Uayeb: una pausa sagrada en el calendario maya. Te contamos qué es, en qué consiste y cómo aprovechar su energía.Rick Rubin presenta The Way of Code, una obra de "vibe washing" o un manifiesto creativo.¿Y si nos asomamos al año 2125? Eso es lo que propone el informe del House of Collaboration en Davos. Además, vimos The Assessment, una película de ciencia ficción que nos voló la cabeza. Te contamos por qué deberías verla.Y para nuestra comunidad en Patreon: una lectura provocadora: Piensa como un comunero: Una breve introducción a la vida de los comunes, de David Bollier.
Desemprego recua a 6,2% e apresenta menor taxa até maio na série histórica. E corpo de Juliana Marins é liberado, mas retorno ao Brasil ainda aguarda definição.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Aimar Bretos entrevista al periodista especializado en infraestructuras, construcción y transportes de EL PAÍS y Cinco Días
Aimar Bretos entrevista al periodista especializado en infraestructuras, construcción y transportes de EL PAÍS y Cinco Días
El movimiento tiene programadas movilizaciones en alrededor de mil ciudades en todos los estados, menos en Washington para que no los acusen de provocadores.
En entrevista con Pamela Cerdeira, para MVS Noticias, María del Carmen Volante, madre de Guadalupe Pamela Gallardo Volante e integrante del Colectivo Luciérnagas, tocó el tema de las madres buscadoras protestan en CDMX tras suspensión de búsqueda de Pamela Gallardo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
La globalización moderna empezó a ganar fuerza en los años 80. Es un fenómeno complejo que ha integrado economías, culturas y sociedades a nivel mundial. Nos ha permitido tener productos a precios competitivos y ha traído consigo un aumento de la riqueza global, pero también ha tenido consecuencias negativas tanto a nivel económico, como social y ambiental. Ahora el mundo está cambiando, sus bloques económicos también y la globalización no vive su mejor momento. Pero, ¿está superada?, ¿podemos hablar de una nueva era?, ¿o simplemente el tablero se está reconfigurando? Se lo preguntamos a Amanda Mars, directora de Cinco Días y subdirectora de información económica de EL PAÍS. CRÉDITOS: Presenta y realiza: Marta Curiel Diseño de sonido: Nacho Taboada Edición: Ana Ribera Dirección: Silvia Cruz Lapeña Sintonía: Jorge Magaz PARA SABER MÁS: La globalización en retirada El fin de un periodo históricamente anómalo de globalización pacífica Si tienes quejas, dudas o sugerencias, escribe a defensora@elpais.es o manda un audio al +34 649362138 (no atiende llamadas).
En el audio de hoy hablaremos de la terapia trasncraneal magnética acelerada, una terapia que forma parte de mi trabajo diario y que se está demostrando ser muy efectiva para tratar la depresión en sólo cinco días.
Resumen informativo con las noticias más destacadas de Colombia y el mundo del martes 29 de Abril de 2025 a las cinco de la tarde.
Hay ocasiones en las que la Historia se acelera, se producen cambios a gran velocidad, tanta que es complicado seguir el hilo. Ha ocurrido en varias ocasiones, una de ellas son cinco décadas en las que el mundo mudó de medieval a moderno. En estos cincuenta años, España fue el actor principal indiscutible, y llevó al mundo de la mano. Hoy os hago una relación de hechos que cambiaron al mundo entre 1492 y 1550 de los que España fue protagonista.
Resumen informativo con las noticias más destacadas de Colombia y el mundo del domingo 6 de abril 10:00am
Los comentarios políticos de Emiliano Cotelo y Romina Androli.
Escuche esta y más noticias de LA PATRIA Radio de lunes a viernes por los 1540 AM de Radio Cóndor en Manizales y en www.lapatria.com, encuentre videos de las transmisiones en nuestro Facebook Live: www.facebook.com/lapatria.manizales/videos
Charlamos con el atleta Valentí San Juan para que nos presente su último reto, correr cinco maratones en cinco continentes y durante cinco días, todo con el objetivo de recaudar fondos para el cáncer infantil.
Un niño fuerte fue hallado vivo después de pasar cinco días solo en un parque natural con muchos riesgos en Zimbabue. El niño de 7 años se alejó de su pueblo , y mucha gente lo buscó: personas que cuidan el parque, policías y gente del pueblo. El niño caminó casi por el Parque Nacional El niño perdido vive cinco días en un parque natural Read More » Read the full Article: El niño perdido vive cinco días en un parque natural
La política en España pasa en este momento por ese punto que ya hemos visto otras veces: por el foco que Puigdemont sabe buscar y que los demás le acaban dando. En el panorama internacional, el gran asunto está en Corea del Sur donde la policía ha logrado finalmente detener al presidente del país, destituido hace un mes por haber aprobado la ley marcial. En Estados Unidos, Joe Biden da otro paso en su política exterior a pocos días de que le sustituya Donald Trump en la Casa Blanca. Ha retirado a Cuba de la lista de países patrocinadores del terrorismo. Y mientras, se aceleran las negociaciones para lograr un alto el fuego en Gaza.
El pasado martes una depresión aislada en niveles altos, un fenómeno meteorológico más conocido por sus siglas DANA y que hasta hace no mucho tiempo denominábamos gota fría, dejó abundantes lluvias en el sur y el este de España. En la provincia de Valencia esas precipitaciones fueron especialmente intensas en la cuenca de los ríos Júcar y Turia. La AEMET, acrónimo de Agencia Estatal de Meteorología, emitió un aviso anticipando lluvias fuertes y potencialmente peligrosas, pero la rapidez, la localización y la fuerza del temporal superó las expectativas. En algunos puntos de la provincia de Valencia se recogieron casi 500 litros por metro cuadrado en unas pocas horas, una cifra que se considera extrema incluso para los registros históricos de esa zona, castigada de forma periódica por las gotas frías a principios del otoño. Los aguaceros ocasionaron el desbordamiento del río Magro, un afluente del Júcar, y del Barranco del Poyo, un torrente de corto recorrido que desemboca en la albufera. La ciudad de Valencia se salvó gracias al canal de desagüe que se construyó en los años 60 para desviar el curso del Turia. En la ribera derecha del Turia, lugar por el que discurre el barranco del Poyo, la avenida arrasó varias localidades muy densamente pobladas como Paiporta, Catarroja, Benetúser o Alfafar. Hasta la fecha el balance de víctimas mortales es elevadísimo, 216 personas han sido encontradas sin vida, muchas de ellas en garajes o a bordo de sus vehículos. Hay además miles de desaparecidos por lo que el número de fallecidos podría ser mucho mayor cuando concluyan las labores de rescate. La catástrofe natural no pudo evitarse, pero si la humanitaria. Hubiese bastado con alertar con tiempo a la población para que se pusiese a salvo de la riada, pero los avisos llegaron demasiado tarde. Las calles estaban llenas de gente y, al ver como el barranco se desbordaba muchos corrieron a sacar su coche del garaje. La ribera derecha del Turia se convirtió de este modo en una mortal ratonera de la que era imposible escapar. Poco después de la riada comenzaron las labores de rescate, limpieza y asistencia a las víctimas. Pero la ayuda o no llegaba o lo hacía demasiado tarde. Fueron los propios vecinos y voluntarios llegados desde las localidades cercanas los que tuvieron que ponerse a ello ante la pasividad y el desorden de las administraciones. El Gobierno autonómico presidido por Carlos Mazón y el nacional con Pedro Sánchez a la cabeza, se declararon la guerra buscando aprovechar políticamente la tragedia. Mazón no sólo fue incapaz de avisar con antelación de la riada, sino que, una vez se había producido, empezó a dar palos de ciego mientras miles de personas permanecían incomunicadas y expuestas al pillaje en las zonas afectadas. Sánchez se negó a enviar al ejército y a declarar el Estado de Alarma en la provincia ya que eso le hubiese supuesto hacerse cargo personalmente de la catástrofe. Enredados en este conflicto competencial y tratando de cargar los muertos sobre el contrario siguen seis días después. Entretanto, la sociedad civil ha dado lo mejor de sí. Una ola de solidaridad espontánea ha recorrido toda España. Miles de voluntarios llegados desde todos los rincones del país han acudido a la zona afectada a colaborar de forma desinteresada. Se han enviado toneladas de ayuda, bomberos y especialistas en catástrofes de distintas partes de España se encuentran allí repartiendo comida, agua y colaborando en las labores de rescate y limpieza. Gracias a ellos se ha podido mitigar en parte el sufrimiento humano provocado por la riada. La ayuda del Estado ha ido llegando con cuentagotas a pesar de que militares y policías estaban deseando acudir a Valencia, pero no se lo permitían. La crisis está aún muy lejos de terminar, pero todos, tanto en Valencia como en el resto de España, descuentan ya que esta tragedia marcará un antes y un después para muchas cosas. En La ContraRéplica: 0:00 Introducción 4:!2 Cinco días de infamia 33:04 Las "gotas frías" en Levante 38:44 Azudes y presas 45:29 Previsión electoral en EEUU · Canal de Telegram: https://t.me/lacontracronica · “Contra la Revolución Francesa”… https://amzn.to/4aF0LpZ · “Hispanos. Breve historia de los pueblos de habla hispana”… https://amzn.to/428js1G · “La ContraHistoria de España. Auge, caída y vuelta a empezar de un país en 28 episodios”… https://amzn.to/3kXcZ6i · “Lutero, Calvino y Trento, la Reforma que no fue”… https://amzn.to/3shKOlK · “La ContraHistoria del comunismo”… https://amzn.to/39QP2KE Apoya La Contra en: · Patreon... https://www.patreon.com/diazvillanueva · iVoox... https://www.ivoox.com/podcast-contracronica_sq_f1267769_1.html · Paypal... https://www.paypal.me/diazvillanueva Sígueme en: · Web... https://diazvillanueva.com · Twitter... https://twitter.com/diazvillanueva · Facebook... https://www.facebook.com/fernandodiazvillanueva1/ · Instagram... https://www.instagram.com/diazvillanueva · Linkedin… https://www.linkedin.com/in/fernando-d%C3%ADaz-villanueva-7303865/ · Flickr... https://www.flickr.com/photos/147276463@N05/?/ · Pinterest... https://www.pinterest.com/fernandodiazvillanueva Encuentra mis libros en: · Amazon... https://www.amazon.es/Fernando-Diaz-Villanueva/e/B00J2ASBXM #FernandoDiazVillanueva #valencia #dana Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
#elecciones2024 #alianza #medios El desespero en el PNP es real. Utilizan canción de El Topo para anuncio de Jenniffer González y las caras en conferencia de prensa muestran pánico. | Comisionados del PIP y de MVC dicemn que Vega Borges no quiere contar votos por adelantado porque no quiero comprobar que ese voto no es del PNP en mayoría. | Los últimos endosos a la alianza electoral. Báez Galib lo dice con todas las letras.#periodismoinvestigativo #periodismodigital
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Resumen informativo con las noticias más destacadas de Colombia del Miercoles 16 de octubre 7:00am
Dieter y su equipo resumen toda la actualidad.
La liberalización del servicio de transporte de viajeros por tren que comenzó en 2020, permitió que entrasen otros operadores a competir con RENFE, la empresa pública que tuvo históricamente el monopolio. Eso trajo una rebaja en los precios de los billetes y un incremento en el número de usuarios de tren. Sin embargo, las quejas de los usuarios por los frecuentes retrasos, las averías y la percepción de fiabilidad y confianza de la empresa pública por parte de los ciudadanos se ha deteriorado en los últimos años. Nos lo cuenta Javier F. Magariño, redactor de infraestructuras y transportes de Cinco Días y EL PAÍS. Créditos: Realiza: Dani Sousa Dirige y presenta: Silvia Cruz Lapeña Diseño de sonido: Nacho Taboada Edición: Ana Ribera Sintonía: Jorge Magaz Para leer más: La (polémica) edad de oro del ferrocarril: más viajeros y billetes baratos, pero muchas incidencias: https://elpais.com/economia/negocios/2024-08-10/la-polemica-edad-de-oro-del-ferrocarril.html Puente destituye al presidente de Adif nueve meses después de nombrarlo: https://elpais.com/espana/2024-09-13/puente-cesa-al-presidente-de-adif-apenas-un-ano-despues-de-su-nombramiento.html Renfe endurece las condiciones para devolver el dinero por retraso: ¿cómo funcionará ahora? ¿Qué hacen Iryo y Ouigo?: https://elpais.com/economia/2024-06-19/renfe-endurece-las-condiciones-para-devolver-el-dinero-por-retraso-como-funcionara-ahora-que-hacen-iryo-y-ouigo.html
Batres lamenta la violencia que hubo en la alcaldía Xochimilco El colectivo Amorosas Madres contra la Violencia Vicaria ha reportado más de 7 mil casos El papa Francisco mantendrá un encuentro con el mandatario de Papúa Nueva Guinea Más información en nuestro podcast
Miguel Maldonado nos deleita con los hits periodísticos de la semana e Ignatius Farray la toma con Fleabag.
Ya estamos a solo unas horas del cierre de campañas y a cinco días de que volvamos a las urnas para las Elecciones México 2024. Las autoridades han dado un anuncio importante: habrá Ley Seca en algunos estados el próximo 2 de junio.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Arrancamos 'El Larguero' charlando con Toni Kroos, el mediocentro alemán del Real Madrid que jugará este próximo sábado su último partido con la camiseta blanca en la final de Champions de Londres.
El cuaderno de Chapu con las notas que ha apuntado del día.
Federico analiza la pantomima de Pedro Sánchez que tras cinco días desaparecido ayer, tras visitar al Rey, anunció que continuará.
El anuncio del presidente del gobierno español, Pedro Sánchez, de que seguirá al frente del Ejecutivo no acabó con el misterio sobre los motivos que le llevaron a mantener durante cinco días la incertidumbre sobre una posible dimisión por el acoso que dice sufrir de la oposición. Escucha el análisis del Dr. Ferran Martínez i Coma, analista político y profesor de la Escuela de Gobierno y Relaciones Internacionales de la Universidad Griffith, en Queensland.
Noticias Económicas y Financieras $BTC-USD Bitcoin está un poco lejos de someterse a una actualización de software cada cuatro años en la cadena de bloques que históricamente ha sido promocionada como un catalizador positivo para la criptomoneda de más alto perfil. El evento de reducción a la mitad cuatrienal, que se producirá hoy, ocurre cuando la recompensa de los mineros de bitcoin por validar transacciones se reduce a la mitad, esencialmente reduciendo la tasa a la que se crean nuevos tokens en un 50%. Los informes aún son turbios en torno a las explosiones escuchadas en las ciudades de Isfahán y Tabriz en Irán, pero los medios estatales han minimizado los daños de los presuntos ataques, mientras que Teherán ha levantado las restricciones de vuelo. Nadie sabe si las tensiones disminuirán, pero parece que las acciones y el petróleo crudo han superado cualquier shock inicial. $NFLX Netflix inicialmente subió, pero luego retrocedió un 4.8% AH el jueves, luego de sólidos resultados del primer trimestre y un crecimiento de suscriptores que una vez más superó las expectativas. El transmisor registró ganancias de dos dígitos en medio de una ofensiva contra las contraseñas, pero la atención se centró en el hecho de que Netflix dejará de informar números de suscriptores por completo, a partir del primer trimestre de 2025. Mientras Estados Unidos considera prohibir TikTok, de propiedad china, Beijing ha ordenado a Apple $AAPL que elimine las aplicaciones de redes sociales de Meta $META, WhatsApp y Threads, de su tienda de aplicaciones en el país. Las aplicaciones de mensajería Telegram y Signal también fueron eliminadas, citando preocupaciones de seguridad nacional, aunque algunas otras todavía estaban disponibles para descargar. El S&P 500 registra pérdidas de cinco días por primera vez desde octubre. Paramount salta mientras Sony $SONY analiza una oferta de compra conjunta. Las tasas hipotecarias a largo plazo superan el 7% por primera vez este año.
José Ignacio López, presidente de la Asociación Nacional de Instituciones Financieras (ANIF), explicó en 6AM que en caso de que no se presenten precipitaciones se deberán tomar medidas para el racionamieno de energía
Las grandes tecnológicas tienen ya más de 120 centros de datos en España y Microsoft ha anunciado dos nuevas naves, llenas de ordenadores, que requieren, como este tipo de centros, de mucha refrigeración. Es un sector en auge, pero conlleva un alto costo de agua y energía. Nos lo cuentan Patricia Fernández de Lis, periodista de Materia en El PAÍS, y Marimar Jiménez, periodista de tecnología de la información, en ‘Cinco Días'. Créditos: Realiza: Elsa Cabria Presenta: Ana Fuentes Diseño de sonido: Camilo Iriarte Edición: Ana Ribera Dirección: Silvia Cruz Lapeña Sintonía: Jorge Magaz Para leer más: Emilio Díaz: “La falta de acceso a potencia eléctrica es el mayor freno para que el sector de centros de datos crezca en España”: https://cincodias.elpais.com/companias/2024-02-17/emilio-diaz-la-falta-de-acceso-a-potencia-electrica-es-el-mayor-freno-para-que-el-sector-de-centros-de-datos-crezca-en-espana.html