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A atriz Maria Fernanda Cândido apresenta em Paris Ballade au-dessus de l'abîme (Balada acima do abismo, tradução livre), de 21 de janeiro a 1º de fevereiro de 2026, no Théâtre du Soleil, em Paris. Com direção de Maurice Durozier e o piano sublime de Sônia Rubinsky como personagem e presença, o espetáculo coloca em perspectiva e faz dialogar Brasil e França, literatura e música, revelando a intensidade e as contradições de Clarice Lispector. O Théâtre du Soleil é um dos espaços mais emblemáticos do teatro contemporâneo francês. Fundado por Ariane Mnouchkine em 1964, o local é reconhecido internacionalmente pelo trabalho coletivo, estética rigorosa e forte dimensão política e humanista, sendo referência da cena europeia, embora ainda pouco conhecido do público brasileiro em geral. O espetáculo propõe um diálogo intenso entre literatura e música, atravessando a obra de Clarice Lispector desde a infância até a sua morte, e a espiritualidade da autora. Maria Fernanda observa que, ao invés de pensar num abismo entre palavra e música, "é mais justo imaginar uma ponte, uma ligação, porque, nesse diálogo, as conexões vão se criando de maneira muito orgânica, muito intensa e muito real”. As músicas, escolhidas com precisão, "não são um simples fundo sonoro, mas interlocutor do texto, ajudando o público a compreender o universo afetivo e literário da autora", explica a atriz. Nesse sentido, a presença de compositores como Sergei Rachmaninov (1873-1943), Heitor Villa-Lobos (1887-1959) e Alberto Nepomuceno (1864-1920) não é "aleatória". Maria Fernanda explica que “não é à toa que escolhemos Rachmaninov, porque existe uma nostalgia eslava muito presente na obra da Clarice, na própria história de vida dela”, enquanto a música brasileira traduz a brasilidade profunda da autora. Clarisse e a paixão pela língua portuguesa Villa-Lobos e Nepomuceno trazem esse universo em contraponto com algo distante geograficamente, como Rachmaninov, criando um diálogo entre o Nordeste – "especialmente Recife, onde Clarice cresceu" – e outras paisagens afetivas. Esse Recife aparece como fonte de memórias e experiências que atravessam os contos abordados no espetáculo, como Águas do Mundo, Restos de Carnaval e A Repartição dos Pães. Ao falar do desafio de condensar a obra de Clarice Lispector em cerca de 70 minutos, Maria Fernanda afirma que foi inevitável incluir a paixão visceral da escritora pela língua portuguesa. “Clarice expressa isso de maneira tão clara e tão exposta que emociona profundamente”, diz a atriz, citando o trecho em que a autora afirma ter feito da língua portuguesa sua vida interior e seu pensamento mais íntimo. Para ela, é comovente imaginar a fricção constante entre a ponta do lápis e a folha em branco: a vocação para a escrita é um dos eixos centrais da peça. “Não tinha como não incluir o momento em que a obra fala do ato de escrever”, diz, sobre um trecho que aprecia particularmente. Leia tambémMaria Fernanda Cândido leva frescor para coleção francesa de audiobooks de Clarice Lispector Questionada sobre o que teria sido impossível levar à cena, a atriz relativiza: "a vastidão da obra naturalmente deixou de fora muitos aspectos, o que despertou o desejo de criar outros espetáculos no futuro". Maria Fernanda revela que já existe a ideia de uma nova criação no mesmo formato, mas dedicada a outros temas. O "arco dramático" de Ballade au-dessus de l'abîme, segundo ela, é bem definido: o espetáculo parte da concepção de Clarice – de como e por que ela nasceu – e segue até sua morte, atravessando infância, vida adulta, uma relação amorosa marcada por erotismo, o ato de escrever, a paixão pela língua portuguesa e o lado espiritual da autora. A peça se encerra justamente nesse momento final. Para Maria Fernanda, o espetáculo funciona como uma "porta de entrada para o universo de Clarice Lispector", capaz de dialogar tanto com leitores já familiarizados com a obra quanto aqueles que nunca tiveram contato com ela, oferecendo uma experiência singular do mundo literário da autora. “O piano como personagem que toca a alma” A pianista Sônia Rubinsky, reconhecida internacionalmente por suas interpretações de Villa-Lobos e de clássicos do cânone russo e mundial, dá ao piano um papel de verdadeiro personagem, criando pontes entre palavra e música. Para Sônia, “ é um diálogo absolutamente, que não dá para separar uma coisa da outra”. O piano "influencia o ritmo emocional da peça, estando sempre presente, intensificando a experiência sensorial e emotiva", afirma. "A música não apenas acompanha, mas elucida e amplia a compreensão do texto de Clarice", sublinha Rubinsky. O repertório, cuidadosamente escolhido, dialoga com a obra, reforçando a intensidade das emoções e permitindo que o público sinta o ritmo, a poesia e a tensão de cada cena. Entre Rachmaninov, Villa-Lobos e Nepomuceno, a música cria conexões entre geografias, afetos e lembranças, tornando-se mediadora da narrativa literária e emocional. “O piano chama a alma à tona, toca a alma do texto e do público. Muitas vezes, eu e Maria Fernanda estamos à beira da emoção máxima – eu, com as palavras, e ela, com a música – e entramos numa sintonia muito rica”, comenta a pianista. O olhar francês sobre Clarice A versão francesa, dirigida por Maurice Durozier, traz um olhar distinto sobre Clarice. O diretor enfatiza que sua função foi a direção cênica, não a tradução literal, transformando a escrita da autora em imagens e emoções para o público francês. “Não tentei fazer o retrato da Clarice Lispector, mas me concentrei nas imagens e nas emoções que provocava o texto. Descobri uma mulher com dor constante e uma vontade de entender o que aconteceu no seu mundo interior”, explica. Durozier destaca a complexidade do texto, permeado de contradições e uma honestidade singular: “Muitas vezes ela começa tentando explicar algo e, no final, percebe que a verdade não existe realmente: há várias possibilidades da realidade”. Para o diretor, trabalhar com Maria Fernanda e Sônia Rubinsky foi uma revelação: “No espetáculo, o texto e a música têm o mesmo valor, se respondem constantemente: o texto inspira a música e a música inspira o texto em uma balada.” Essa interação cria uma camada adicional de percepção, guiando toda a pesquisa durante os ensaios e aproximando o público da intensidade da obra clariceana, segundo Durozier, um habitué da trupe do Soleil de Ariane Mnouchkine, com quem já trabalhou diversas vezes. Maria Fernanda Cândido observa as diferenças entre as concepções brasileira e francesa da peça. "A montagem brasileira é iluminada, etérea e diáfana, com figurinos esvoaçantes, enquanto a leitura francesa é mais austera e áspera, refletindo a cultura local", diz. Para a atriz, poder transitar entre essas duas experiências é um privilégio raro. “Como atriz, posso viver as duas experiências ao mesmo tempo, e isso é muito especial.” Ballade au-dessus de l'abîme fica em cartaz no Théâtre du Soleil até o dia 1° de fevereiro de 2026.
El navío San Juan Nepomuceno fue uno de los buques más emblemáticos de la Armada española del siglo XVIII. Botado en 1765 en los astilleros de Guarnizo, formó parte de la poderosa escuadra de navíos de línea que defendían los intereses marítimos de España en una época marcada por los grandes enfrentamientos navales entre las potencias europeas. Su nombre quedó grabado para siempre en la historia por la heroica resistencia que ofreció durante la batalla de Trafalgar, donde combatió hasta quedar completamente rodeado por el enemigo. Al mando del San Juan Nepomuceno se encontraba el brigadier Cosme Damián de Churruca, uno de los marinos más brillantes y respetados de su tiempo. Científico, cartógrafo y oficial ejemplar, Churruca representaba el ideal del marino ilustrado: rigor, valentía y sentido del deber. En Trafalgar dirigió a su tripulación con una disciplina férrea y un valor extraordinario, luchando hasta caer mortalmente herido sin rendir el navío, convirtiéndose así en símbolo del honor y la entrega de la Armada española. Para hablar de este proyecto de reconstrucción contaremos con Fernando Cevallos Fresneda, Historiador y presidente de la Asociación para la reconstrucción del San Juan Nepomuceno y Fabio Castaño responsable de comunicación y la persona que está detrás de Legado Hispánico. Música: La Musica Notturna delle Strade di Madrid de Boccherini
O Dr. Alexandre Nepomuceno, Chefe Geral da Embrapa Soja, analisa o ano de 2025 para a Soja, sob a ótica da pesquisa e do desenvolvimento. Um ano de celebração, reconhecimento e muito trabalho para preparar a Soja do Futuro.
En este episodio viajamos desde los orígenes más controvertidos de la Neurociencia moderna —los monos de Silver Spring— hasta la consolidación del protocolo oficial de la Constraint-Induced Therapy (CIMT) de Taub y Morris en la Universidad de Alabama. Repasamos cómo surgió el concepto de learned non-use, cómo se formalizó la terapia, por qué el Paquete de Transferencia fue una revolución conductual, y qué nos dice la evidencia más robusta (incluyendo el EXCITE trial, Premio PEDro al mejor ensayo clínico del año). También exploramos la evolución del protocolo, desde las 6 horas diarias iniciales hasta el formato actual de 3.5h/día, y cómo el equipo brasileño de Sarah Dos Anjos logró expandir la CIMT al miembro inferior con resultados positivos. Cerramos con una revisión profunda del papel del MAL, del protocolo KEYS y de la extended CIMT para manos pléjicas. Un episodio imprescindible para cualquier profesional que trate a personas con ictus o quiera comprender cómo una intervención conductual intensiva puede modificar el uso real del brazo afecto… y el cerebro. Referencias del episodio: 1. Corbetta, D., Sirtori, V., Castellini, G., Moja, L., & Gatti, R. (2015). Constraint-induced movement therapy for upper extremities in people with stroke. The Cochrane database of systematic reviews, 2015(10), CD004433. https://doi.org/10.1002/14651858.CD004433.pub3 (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/26446577/). 2. Dos Anjos, S. M., Morris, D. M., & Taub, E. (2020). Constraint-Induced Movement Therapy for Improving Motor Function of the Paretic Lower Extremity After Stroke. American journal of physical medicine & rehabilitation, 99(6), e75–e78. https://doi.org/10.1097/PHM.0000000000001249 (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31246610/). 3. Dos Anjos, S., Morris, D., & Taub, E. (2020). Constraint-Induced Movement Therapy for Lower Extremity Function: Describing the LE-CIMT Protocol. Physical therapy, 100(4), 698–707. https://doi.org/10.1093/ptj/pzz191 (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31899495/). 4. Dos Anjos, S., Bowman, M., & Morris, D. (2025). Effects of a Distributed Form of Constraint-Induced Movement Therapy for Clinical Application: The Keys Treatment Protocol. Brain sciences, 15(1), 87. https://doi.org/10.3390/brainsci15010087 (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39851454/). 5. Gauthier, L. V., Taub, E., Perkins, C., Ortmann, M., Mark, V. W., & Uswatte, G. (2008). Remodeling the brain: plastic structural brain changes produced by different motor therapies after stroke. Stroke, 39(5), 1520–1525. https://doi.org/10.1161/STROKEAHA.107.502229 (https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC2574634/). 6. Hakkennes, S., & Keating, J. L. (2005). Constraint-induced movement therapy following stroke: a systematic review of randomised controlled trials. The Australian journal of physiotherapy, 51(4), 221–231. https://doi.org/10.1016/s0004-9514(05)70003-9 (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/16321129/). 7. Morris, D. M., Taub, E., & Mark, V. W. (2006). Constraint-induced movement therapy: characterizing the intervention protocol. Europa medicophysica, 42(3), 257–268 (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/17039224/). 8. Richards, L., Gonzalez Rothi, L. J., Davis, S., Wu, S. S., & Nadeau, S. E. (2006). Limited dose response to constraint-induced movement therapy in patients with chronic stroke. Clinical rehabilitation, 20(12), 1066–1074. https://doi.org/10.1177/0269215506071263 (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/17148518/). 9. Sterr, A., Elbert, T., Berthold, I., Kölbel, S., Rockstroh, B., & Taub, E. (2002). Longer versus shorter daily constraint-induced movement therapy of chronic hemiparesis: an exploratory study. Archives of physical medicine and rehabilitation, 83(10), 1374–1377. https://doi.org/10.1053/apmr.2002.35108 (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/12370871/). 10. Taub, E., Miller, N. E., Novack, T. A., Cook, E. W., 3rd, Fleming, W. C., Nepomuceno, C. S., Connell, J. S., & Crago, J. E. (1993). Technique to improve chronic motor deficit after stroke. Archives of physical medicine and rehabilitation, 74(4), 347–354 (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/8466415/). 11. Taub, E., Uswatte, G., & Pidikiti, R. (1999). Constraint-Induced Movement Therapy: a new family of techniques with broad application to physical rehabilitation--a clinical review. Journal of rehabilitation research and development, 36(3), 237–251 (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/10659807/). 12. Taub, E., & Morris, D. M. (2001). Constraint-induced movement therapy to enhance recovery after stroke. Current atherosclerosis reports, 3(4), 279–286. https://doi.org/10.1007/s11883-001-0020-0 (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/11389792/). 13. Taub, E., Uswatte, G., Mark, V. W., Morris, D. M., Barman, J., Bowman, M. H., Bryson, C., Delgado, A., & Bishop-McKay, S. (2013). Method for enhancing real-world use of a more affected arm in chronic stroke: transfer package of constraint-induced movement therapy. Stroke, 44(5), 1383–1388. https://doi.org/10.1161/STROKEAHA.111.000559 (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/23520237/). 14. Uswatte, G., Taub, E., Morris, D., Barman, J., & Crago, J. (2006). Contribution of the shaping and restraint components of Constraint-Induced Movement therapy to treatment outcome. NeuroRehabilitation, 21(2), 147–156 (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/16917161/). 15. Uswatte, G., Taub, E., Bowman, M. H., Delgado, A., Bryson, C., Morris, D. M., Mckay, S., Barman, J., & Mark, V. W. (2018). Rehabilitation of stroke patients with plegic hands: Randomized controlled trial of expanded Constraint-Induced Movement therapy. Restorative neurology and neuroscience, 36(2), 225–244. https://doi.org/10.3233/RNN-170792 (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/29526860/). 16. Wolf, S. L., Lecraw, D. E., Barton, L. A., & Jann, B. B. (1989). Forced use of hemiplegic upper extremities to reverse the effect of learned nonuse among chronic stroke and head-injured patients. Experimental neurology, 104(2), 125–132. https://doi.org/10.1016/s0014-4886(89)80005-6 (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/2707361/). 17. Wolf, S. L., Winstein, C. J., Miller, J. P., Taub, E., Uswatte, G., Morris, D., Giuliani, C., Light, K. E., Nichols-Larsen, D., & EXCITE Investigators (2006). Effect of constraint-induced movement therapy on upper extremity function 3 to 9 months after stroke: the EXCITE randomized clinical trial. JAMA, 296(17), 2095–2104. https://doi.org/10.1001/jama.296.17.2095 (https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/17077374/).
Diálogos y conversaciones con los cuidadores de la SierraMuseo de Arte en el Claustro San Juan NepomucenoCarrera 2 N° 16-44Centro HistóricoDel 17 de octubre al 10 de diciembre de 2025En este episodio participan:Andrés Góngora - Curador Etnográfico y Katia Gonzalez -Curador etnográfico y directora encargada del Museo Nacional de Colombia
O Chefe Geral da Embrapa Soja, Dr. Alexandre Nepomuceno conta como será o Seminário Desafios da Liderança Brasileira no Mercado Mundial de Soja.
A Embrapa Soja comemora 50 anos com entregas fundamentais para o desenvolvimento do AGRO do Brasil.
Mártir, patrono del secreto de confesión, de la fama y el buen nombre.
Antes mesmo de começar sua residência artística na Ópera de Paris e se tornar a primeira mulher brasileira a integrar a academia da prestigiada instituição, em setembro, Lorena Pires, 25 anos, estreou no palco da tradicional Ópera Bastilha, no recital "Mélodies françaises et Melodias Brasileiras", apresentado na quarta-feira (9). Ela cantou Villa-Lobos ao lado de outros artistas que levaram o público parisiense pela primeira vez a um concerto contendo obras de compositores brasileiros. Luiza Ramos, de Paris “É o sonho de qualquer cantor estar na Ópera de Paris. Eu cantei Villa-Lobos, Nepomuceno e terminei com a Bachianas Brasileiras. O público recebeu muito calorosamente”, contou ela.Além de Lorena, dois brasileiros membros da Academia da Ópera de Paris, Ramon Theobald (pianista e maestro) e Luis Felipe (baixo-barítono), além da cantora lírica brasileira Juliana Kreling, participaram do recital "Mélodies françaises et Melodias Brasileiras".“Acho que ainda não caiu minha ficha, parece que foi coisa da minha cabeça”, disse a jovem à RFI após a apresentação que faz parte da Temporada França-Brasil 2025. Ela voltou a se apresentar em Paris na sexta-feira (11), em um concerto na Embaixada do Brasil.Lorena retorna agora ao Espírito Santo para se preparar para outra etapa: uma residência artística inédita de dois anos na Ópera de Paris, que começa em setembro.Pioneira na Academia da Ópera de ParisLorena detalha que realizou dois processos diferentes, mas explica que uma oportunidade conectou a outra. Em agosto do ano passado, ela participou de uma seleção para cantar neste concerto da Temporada França-Brasil 2025 e passou. Com isso, ela veio a primeira vez a Paris em dezembro de 2024 para fazer aulas e ensaios no âmbito do projeto de intercâmbio entre os dois países.Diante desta oportunidade, concorreu presencialmente em audições para integrar a tradicional Academia da Ópera de Paris. A instituição, que todos os anos abre vagas para jovens talentos de todo o mundo, informou em fevereiro deste ano que a jovem capixaba havia conquistado a desejada vaga para se profissionalizar na Academia francesa. Leia tambémConheça os destaques da programação oficial do Ano do Brasil na França em 2025Lorena se formou ano passado em Canto Erudito na Faculdade de Música do Espírito Santo (Fames) e sempre morou com os pais. Ela revela grande entusiasmo em mudar-se para a "Cidade Luz" com um contrato que permitirá seu aperfeiçoamento como cantora, sendo a primeira mulher brasileira a frequentar a Academia da Ópera de Paris. “Eu acho que é um privilégio muito grande, mas uma responsabilidade muito grande também”, acredita.“Eu nunca me imaginei nessa posição de ir na frente e ser exemplo para outras pessoas. Eu recebo mensagens de cantores dizendo: ‘eu quero a mesma coisa que você', ‘como você está conseguindo?', ‘você me inspira', mas eu nunca pensei em estar nessa posição. Até hoje eu tenho as minhas referências e eu agora me vejo sendo referência para pessoas da minha idade e pessoas que se parecem comigo, o que é muito surreal”, aponta a jovem. Origens, preconceito e religiosidade Lorena descreve sua raiz familiar como muito simples e que “nunca foi algo possível e imaginável” para seus pais chegar até uma instituição internacional para ser cantora lírica. “Até hoje não consigo acreditar que tudo isso está acontecendo, ainda mais vindo da família que eu venho”, enfatiza a soprano, filha de costureira e motorista de ônibus, natural de Vitória (ES), mas com raízes de sua ancestralidade nos quilombos do sul da Bahia, estado natal de seu pai.Lorena admite que sofreu preconceitos por suas origens na sua trajetória musical, enfrentou racismo, intolerância religiosa e chegou a ter vergonha de falar que seu sonho era ser cantora quando mais nova. Mas sua religiosidade, sua determinação e seu talento a fizeram perseverar e ultrapassar os obstáculos.“Está todo o mundo muito feliz lá no Brasil, todos queriam estar aqui, estou com saudades da família, da minha mãe e do meu pai. Todos os dias eu acordo e agradeço por estar aqui, pois não foi fácil chegar em um local desses (...). Eu acho que ter consciência de quem sou me forma quem eu sou enquanto cantora e, para mim, a questão da espiritualidade é muito forte”, diz ela.Carreira, sonhos e sincronicidadeA soprano começou a cantar com 16 anos, mas só em 2018 se encantou pelo canto erudito. Ela descreve que pulou o caminho comum aos cantores de fora do eixo Rio-São Paulo, que seria morar em uma das capitais para se desenvolver na carreira nacionalmente. O diferencial dela foi vencer concursos de destaque que a ajudaram a ter visibilidade na sua área.Para ela, o concurso Joaquina Lapinha, em São Paulo, porta que a permitiu se apresentar no Teatro Municipal no Estado paulista, foi o mais importante da sua carreira até agora.“O Joaquina Lapinha que ganhei em 2023 foi o concurso que me deu visibilidade, é um concurso voltado para cantores pretos, pardos e indígenas. Eu fiquei em primeiro lugar, com 23 anos, e fui uma das vencedoras mais novas (...). Esse concurso foi um divisor de águas, a partir dele eu conheci vários cantores e brasileiros que sempre admirei e as coisas foram se desenrolando”, explica Lorena que chegou a fazer naquela época uma primeira seleção para cantar no concerto da Ópera Bastilha de quarta-feira da Temporada França-Brasil 2025.“Eu sabia que eu queria ir para fora do país, mas nunca tive o sonho de vir para a Ópera de Paris. Mas antes do concurso eu pesquisei sobre Maria D'Aparecida. Logo depois, no concurso [Joaquina Lapinha], o prêmio que eu ganhei, levava o nome dela”, diz.Lorena destaca a coincidência fazendo referência à cantora que foi a primeira cantora e mulher negra brasileira a se apresentar na Ópera de Paris, em 1966. Também de origem simples, Maria D'Aparecida sofreu racismo no Brasil e morou em Paris até sua morte, em 2017.“Para mim é muito forte isso, pois eu estava escrevendo sobre essa mulher e conheci muitas pessoas através da pesquisa sobre ela. É uma sincronicidade muito forte. Eu não brinco com o destino não!”, relata, bem humorada.“Infelizmente para viver de [cantar] ópera no Brasil é completamente impossível. No Brasil não temos uma estrutura sólida. A cultura no Brasil fica sempre numa corda bamba”, lamenta a jovem cantora lírica.
Antes mesmo de começar sua residência artística na Ópera de Paris e se tornar a primeira mulher brasileira a integrar a academia da prestigiada instituição, em setembro, Lorena Pires, 25 anos, estreou no palco da tradicional Ópera Bastilha, no recital "Mélodies françaises et Melodias Brasileiras", apresentado na quarta-feira (9). Ela cantou Villa-Lobos ao lado de outros artistas que levaram o público parisiense pela primeira vez a um concerto contendo obras de compositores brasileiros. Luiza Ramos, de Paris “É o sonho de qualquer cantor estar na Ópera de Paris. Eu cantei Villa-Lobos, Nepomuceno e terminei com a Bachianas Brasileiras. O público recebeu muito calorosamente”, contou ela.Além de Lorena, dois brasileiros membros da Academia da Ópera de Paris, Ramon Theobald (pianista e maestro) e Luis Felipe (baixo-barítono), além da cantora lírica brasileira Juliana Kreling, participaram do recital "Mélodies françaises et Melodias Brasileiras".“Acho que ainda não caiu minha ficha, parece que foi coisa da minha cabeça”, disse a jovem à RFI após a apresentação que faz parte da Temporada França-Brasil 2025. Ela voltou a se apresentar em Paris na sexta-feira (11), em um concerto na Embaixada do Brasil.Lorena retorna agora ao Espírito Santo para se preparar para outra etapa: uma residência artística inédita de dois anos na Ópera de Paris, que começa em setembro.Pioneira na Academia da Ópera de ParisLorena detalha que realizou dois processos diferentes, mas explica que uma oportunidade conectou a outra. Em agosto do ano passado, ela participou de uma seleção para cantar neste concerto da Temporada França-Brasil 2025 e passou. Com isso, ela veio a primeira vez a Paris em dezembro de 2024 para fazer aulas e ensaios no âmbito do projeto de intercâmbio entre os dois países.Diante desta oportunidade, concorreu presencialmente em audições para integrar a tradicional Academia da Ópera de Paris. A instituição, que todos os anos abre vagas para jovens talentos de todo o mundo, informou em fevereiro deste ano que a jovem capixaba havia conquistado a desejada vaga para se profissionalizar na Academia francesa. Leia tambémConheça os destaques da programação oficial do Ano do Brasil na França em 2025Lorena se formou ano passado em Canto Erudito na Faculdade de Música do Espírito Santo (Fames) e sempre morou com os pais. Ela revela grande entusiasmo em mudar-se para a "Cidade Luz" com um contrato que permitirá seu aperfeiçoamento como cantora, sendo a primeira mulher brasileira a frequentar a Academia da Ópera de Paris. “Eu acho que é um privilégio muito grande, mas uma responsabilidade muito grande também”, acredita.“Eu nunca me imaginei nessa posição de ir na frente e ser exemplo para outras pessoas. Eu recebo mensagens de cantores dizendo: ‘eu quero a mesma coisa que você', ‘como você está conseguindo?', ‘você me inspira', mas eu nunca pensei em estar nessa posição. Até hoje eu tenho as minhas referências e eu agora me vejo sendo referência para pessoas da minha idade e pessoas que se parecem comigo, o que é muito surreal”, aponta a jovem. Origens, preconceito e religiosidade Lorena descreve sua raiz familiar como muito simples e que “nunca foi algo possível e imaginável” para seus pais chegar até uma instituição internacional para ser cantora lírica. “Até hoje não consigo acreditar que tudo isso está acontecendo, ainda mais vindo da família que eu venho”, enfatiza a soprano, filha de costureira e motorista de ônibus, natural de Vitória (ES), mas com raízes de sua ancestralidade nos quilombos do sul da Bahia, estado natal de seu pai.Lorena admite que sofreu preconceitos por suas origens na sua trajetória musical, enfrentou racismo, intolerância religiosa e chegou a ter vergonha de falar que seu sonho era ser cantora quando mais nova. Mas sua religiosidade, sua determinação e seu talento a fizeram perseverar e ultrapassar os obstáculos.“Está todo o mundo muito feliz lá no Brasil, todos queriam estar aqui, estou com saudades da família, da minha mãe e do meu pai. Todos os dias eu acordo e agradeço por estar aqui, pois não foi fácil chegar em um local desses (...). Eu acho que ter consciência de quem sou me forma quem eu sou enquanto cantora e, para mim, a questão da espiritualidade é muito forte”, diz ela.Carreira, sonhos e sincronicidadeA soprano começou a cantar com 16 anos, mas só em 2018 se encantou pelo canto erudito. Ela descreve que pulou o caminho comum aos cantores de fora do eixo Rio-São Paulo, que seria morar em uma das capitais para se desenvolver na carreira nacionalmente. O diferencial dela foi vencer concursos de destaque que a ajudaram a ter visibilidade na sua área.Para ela, o concurso Joaquina Lapinha, em São Paulo, porta que a permitiu se apresentar no Teatro Municipal no Estado paulista, foi o mais importante da sua carreira até agora.“O Joaquina Lapinha que ganhei em 2023 foi o concurso que me deu visibilidade, é um concurso voltado para cantores pretos, pardos e indígenas. Eu fiquei em primeiro lugar, com 23 anos, e fui uma das vencedoras mais novas (...). Esse concurso foi um divisor de águas, a partir dele eu conheci vários cantores e brasileiros que sempre admirei e as coisas foram se desenrolando”, explica Lorena que chegou a fazer naquela época uma primeira seleção para cantar no concerto da Ópera Bastilha de quarta-feira da Temporada França-Brasil 2025.“Eu sabia que eu queria ir para fora do país, mas nunca tive o sonho de vir para a Ópera de Paris. Mas antes do concurso eu pesquisei sobre Maria D'Aparecida. Logo depois, no concurso [Joaquina Lapinha], o prêmio que eu ganhei, levava o nome dela”, diz.Lorena destaca a coincidência fazendo referência à cantora que foi a primeira cantora e mulher negra brasileira a se apresentar na Ópera de Paris, em 1966. Também de origem simples, Maria D'Aparecida sofreu racismo no Brasil e morou em Paris até sua morte, em 2017.“Para mim é muito forte isso, pois eu estava escrevendo sobre essa mulher e conheci muitas pessoas através da pesquisa sobre ela. É uma sincronicidade muito forte. Eu não brinco com o destino não!”, relata, bem humorada.“Infelizmente para viver de [cantar] ópera no Brasil é completamente impossível. No Brasil não temos uma estrutura sólida. A cultura no Brasil fica sempre numa corda bamba”, lamenta a jovem cantora lírica.
Se celebra el 16 de mayo u hoy, 20 de marzo, día de su muerte. Este Santo era confesor de la reina consorte de Bohemia y, al negarse a romper el voto del sigilo sacramental, lo que causó la ira del rey, por lo que Juan Nepomuceno es el primer santo en recibir martirio por guardar el secreto de confesión. Es el protector contra las calumnias y patrono de los confesores.Con tu ayuda podremos continuar con este proyecto: https://www.paypal.com/donate/?hosted_button_id=GZMHJDMXG8L22&fbclid=PAZXh0bgNhZW0CMTEAAabzPiBLoj2NefLbiwGBbXS1Ckn9xG8o9stwEGRXwQnsnoRllvac_CUJ_cU_aem_oPr5pU3Gmbo2qA3t6j-zkg
Pocas historias navales son tan fascinantes como la del San Juan Nepomuceno, el legendario navío de línea español del siglo XVIII. Construido en los astilleros de Guarnizo en 1766, este majestuoso buque de 74 cañones fue testigo de grandes gestas marítimas, siendo su participación en la Batalla de Trafalgar (1805) la más célebre. Bajo el mando del valiente brigadier Cosme Damián Churruca, el San Juan luchó con honor hasta el último momento, convirtiéndose en un símbolo del coraje y la resistencia de la Armada Española. Hoy, el espíritu de este navío renace gracias a un ambicioso proyecto de reconstrucción que busca devolverlo a su antigua gloria. Con técnicas tradicionales y el conocimiento de expertos en carpintería naval, esta iniciativa no solo rescata una joya de la ingeniería marítima española, sino que también rinde homenaje a la historia naval de España. En este programa, exploraremos los detalles de esta impresionante reconstrucción y la importancia del San Juan Nepomuceno en nuestro legado marítimo. Para hablar de este proyecto de reconstrucción contaremos con Fernando Cevallos Fresneda, Historiador y presidente de la Asociación para la reconstrucción del San Juan Nepomuceno y Fabio Castaño responsable de comunicación y la persona que está detrás de Legado Hispánico. Música: Master and Commander Banda Sonora de Christopher Gordon
Expressões de Afeto', do escultor mineiro Mário Nelson Nepomuceno está em cartaz de 22 de novembro a 23 de fevereiro e a entrada é gratuita. As 35 esculturas da exposição são marcadas por rostos e expressões intensas, que ora sugerem serenidade, ora ecoam dores e angústias.
As 35 esculturas da exposição são marcadas por rostos e expressões intensas, que ora sugerem serenidade, ora ecoam dores e angústias. A exposição fica em cartaz de 22 de novembro a 23 de fevereiro e a entrada é gratuita.
Maria Nepomuceno: Untitled, 2010. Victoria Miro at Panorama Monferrato, a project by Italics. Camagna (Italy), September 5, 2024.Exhibition text: Maria ...
Geralmente, a primeira ferramenta que vem à mente quando pensamos em praticar atividades físicas, é a motivação. Mas será que basta estarmos motivadas para nos movimentarmos? No episódio #81 de O Corre Delas, Luanda Vieira conversa com Daniele Muniz, psicóloga do esporte, sobre movimento da vida, do corpo e da nossa carreira. Vem de play! Nos acompanhe também: Instagram da Obvious: https://www.instagram.com/obvious.cc/ TikTok da Obvious: https://www.tiktok.com/@obvious.cc Chapadinhas de Endorfina: https://www.instagram.com/chapadinhasdeendorfina/ Luanda Vieira no Instagram: https://www.instagram.com/luandavieira/ Daniele Muniz no Instagram: https://www.instagram.com/danielemuniz_psicologia/ e https://www.instagram.com/psiqueemforma_/ Corre pras dicas
Minerva Cardona, parte del equipo de Bienestar Estudiantil, y Arturo García Nepomuceno, Estudiante de Profesional; nos comparten estrategias para prevenir el estrés y la ansiedad académica, así como recomendaciones para evitar la procrastinación en momentos clave del semestre. Acompaña a Rosalinda Ballesteros para conocer más. Un podcast de Tec Sounds. Los recursos mencionados en este episodio los puedes encontrar en: • Guías “¿Cómo dejar de procrastinar?” y “¿Cómo aprender a gestionar tu tiempo?”: https://tqueremos.tec.mx/es/como-hago-para • Instituto de Ciencias del Bienestar Integral Tecmilenio: https://www.wellbeing360.tv/
Mais um episódio SENSACIONAL. Neste conversamos com o Marco Nepomuceno, ator, dublador e apaixonado por jogos de videogame. Falamos da sua carreira e como ele foi parar em filmes, animes e principalmente jogos, o qual dirigiu títulos como: Atomic Heart, Ghostwire: Tokyo e foi dublador de personagens como: O Mercador do Resident Evil 4 Remake, Goro Mortal Kombat X e váaarios outros. Vem com a gente pra esse papo sem precedentes sobre a importância das vozes nos videogames e como o Marco tá ajudando a gente nessa empreitada. . Siga o Marco nas redes sociais: X - https://x.com/nepomarco IG - @marconepo . Trabalhos do nosso convidado: https://t.co/GlYRIiJBbK . Capítulos: (00:00:00) - Vinheta introdução (00:01:03) - Resumo do episódio (00:03:08) - Pedido de like, inscrição e compartilhamento (00:03:46) - 1º Bloco: Vida e carreira (00:50:59) - 2º Bloco: Como é ser um dublador (01:26:50) - 3º Bloco: Principais trabalhos e algumas curiosidades (02:02:08) - Encerramento . Redes Sociais:
Os 160 anos de Alberto Nepomuceno (1864-1920) são comemorados nesta edição de USP Especiais, que traz dez composições do músico cearense. Entre as obras veiculadas estão Serenata para Cordas, Batuque - ambas para orquestra -, as peças para piano Prece, Devaneio e Improviso, as canções Coração Triste - com letra do escritor Machado de Assis -, Tu És o Sol e Turquesa, a abertura da ópera inacabada O Garatuja e Ave Maria para Coro Feminino. Alberto Nepomuceno nasceu em Fortaleza (CE) no dia 6 de julho de 1864. Transferindo-se para o Rio de Janeiro em 1884, ali ele conheceu personalidades como o escritor Machado de Assis e o poeta Olavo Bilac. Depois foi estudar na Europa, onde conviveu com compositores como Johannes Brahms, Edvard Grieg, Claude Debussy e Camille Saint-Saëns. De volta ao Brasil, tornou-se diretor do Instituto Nacional de Música, no Rio de Janeiro, e foi incentivador de um então jovem compositor carioca, Heitor Villa-Lobos. As 176 obras preservadas de Alberto Nepomuceno podem ser classificadas em cinco gêneros musicais: óperas, música para orquestra, música de câmara, música vocal e música sacra. Nepomuceno morreu no Rio de Janeiro, em 1920, aos 56 anos. Este podcast reproduz o programa USP Especiais, da Rádio USP, que foi ao ar no dia 2 de julho de 2024.
“Eu, quando li esse livro, eu levei um susto, porque eu conheço o Rodrigo desde que ele era garoto. E a coragem com que ele conta, é de uma dignidade infinita. Esse livro me emocionou muito, muito. Foi uma das traduções mais delicadas, digamos assim, que eu fiz na vida”. O relato emocionado do escritor […] O post ‘Gabo e Mercedes, uma despedida' foi escrito com coragem e dignidade infinita, diz Nepomuceno apareceu primeiro em Rádio Brasil de Fato.
Mártir, patrono del secreto de confesión, de la fama y el buen nombre.
Balanço da Temporada do Phoenix Suns e Palpites das Semis da NBA com Lucas Nepomuceno do Café Belgrado --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/prr2008/message Support this podcast: https://podcasters.spotify.com/pod/show/prr2008/support
Sem esperança, o jornalista Eric Nepomuceno — autor do livro O Massacre sobre a matança ocorrida em 17 de abril de 1996, na curva do “S”, no Pará — lamenta viver em um país que “insiste em ignorar sua realidade”. “Esse é um país, eu sempre digo, da amnésia, um país amnésico.” Famoso pelas traduções de Gabriel Garcia Márquez e […] O post ‘País da amnésia’: para Eric Nepomuceno, Massacre de Eldorado do Carajás ainda é realidade ignorada apareceu primeiro em Rádio Brasil de Fato.
“Eu não começo a escrever meus contos, e nem minhas traduções, no computador. Eu escrevo a mão. Dois, três parágrafos a mão. Por quê? Porque à mão, eu escrevo muito mais devagar do que no computador. Então, eu sinto o peso da palavra na mão”. Assim Eric Nepomuceno revela seu sentimento ao traduzir e escrever […] O post Eric Nepomuceno: Gabo e Galeano retrataram fielmente a América Latina sob óticas diferentes apareceu primeiro em Rádio Brasil de Fato.
Como conselheiro, vice-presidente e presidente do clube, Nepomuceno viveu dias difíceis e momentos de glória no Atlético. No Cachorrada, Daniel contou histórias de reforços, demissões de treinadores e opinou sobre a fase atual do Atlético. ➜ Siga nossas redes sociais:
Se celebra el 16 de marzo u hoy, día de su muerte. Este Santo era confesor de la reina consorte de Bohemia y, al negarse a romper el voto del sigilo sacramental, lo que causó la ira del rey, por lo que Juan Nepomuceno es el primer santo en recibir martirio por guardar el secreto de confesión. Es el protector contra las calumnias y patrono de los confesores.
ENTREVISTANDO O AUTOR VAGNER NEPOMUCENO
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Conheça a história de São João Nepomuceno Neumann. Somos chamados a ser a presença do Ressuscitado no mundo, na vida de cada pessoa. Não sendo indiferente às dores da humanidade, mas, indo ao seu encontro, o Ressuscitado se deixa encontrar. A ele somos chamados a nos configurar! A ir ao encontro de Jesus, que se apresenta encarnado-abandonado em cada sofredor. O mundo precisa ser palco do fabuloso encontro entre o Ressuscitado e o Abandonado. Os Santos, cada um a seu modo, nos indicam pistas preciosas de como podemos nos tornar, pela graça, o Ressuscitado de que tem sede o coração de cada ser humano. Aprendamos a ser resposta com aqueles que foram respostas luminosas diante do mundo. De fato, os Santos são sinais da presença do Ressuscitado na história! Instagram: @obralumen Ser Feliz Fazendo o Outro Feliz: lumenserfeliz.com @lumenserfeliz YouTube: youtube.com/obralumen FanPage Facebook: facebook.com/ObraLumen
Ao Bispo da América, rogamos por todos que moram lá. Zelai pelos brasileiros que ali moram dando a eles a graça que precisam. E para a Igreja desse país, concedei o mesmo ardor missionário e evangelização, a perpetuação do catolicismo e expansão. Amém. São João Nepomuceno Neumann, rogai por nós!Fonte: Site do Vatican News
San Juan Nepomuceno Neumann En la ciudad de Filadelfia, del estado de Pensilvania, en los Estados Unidos de Norteamérica, san Juan Nepomuceno Neumann, obispo, de la Congregación del Santísimo Redentor, quien se distinguió por su solicitud a favor de los inmigrantes pobres, ayudándoles con sus consejos y su caridad, así como en la educación cristiana de los niños.
A galera do Tomando uma com, bate um papo com Lívia Nepomuceno.
Uma equipe de pesquisadores da Embrapa Soja esteve na China, acertando parcerias com a Academia Chinesa de Ciências. O Chefe Geral do Centro de Pesquisa de Soja, Dr. Alexandre Nepomuceno, conta o que viu por lá.
In this episode, Elin and Christina have a great conversation with their long-time colleague and fellow admin, John Nepomuceno. From the 619 to the 510 to the 415, John has been serving the CA school community. Listen in as they talk about what led John into administration and what he has learned throughout the way. We spend time discussing resiliency and what that means to him. There is a lot to learn from this episode, and we can't wait for you to listen to it. ___ John Villanueva Nepomuceno, or “Nepo,” is a native of Southeast San Diego, and began his career in Education, working as a tutor, mentor, and college advisor, for various organizations in East Oakland at the age of 19. He started his career in San Francisco Unified in 2015, and has been serving as Assistant Principal at Balboa High School since. Prior to that, he served as a longtime English and CTE Teacher as well as Co-Director for the Mandela Law and Public Service Academy at Fremont High School in East Oakland. Additionally, he taught English at San Lorenzo High School and San Diego High School, and was a Substitute Teacher for San Diego Unified, teaching every grade, K-12, at over 25 schools in the City of San Diego. He earned his BA in Sociology, and two MA's in Education at UC Berkeley, through the Multicultural Urban Secondary English (MUSE) Program, and the Principal Leadership Institute. He is currently a Fellow for the School Leaders Program at Stanford. He is a father of two. --- Buy our Book: The Power of Reflection Work With Us! Book a Clarity Call. Follow us on Instagram: @elinandchristina Facebook: Empowered Conversations with Elin & Christina Check out our website at www.empowereducationalconsulting.com --- Support this podcast: https://podcasters.spotify.com/pod/show/elinandchristina/support
Minerva Cardona, parte del equipo de Bienestar Estudiantil, y Arturo García Nepomuceno, Estudiante de Profesional; nos comparten estrategias para prevenir el estrés y la ansiedad académica, así como recomendaciones para evitar la procrastinación en momentos clave del semestre. Acompaña a Rosalinda Ballesteros para conocer más. Un podcast de Tec Sounds. Los recursos mencionados en este episodio los puedes encontrar en: - Guías “¿Cómo dejar de procrastinar?” y “¿Cómo aprender a gestionar tu tiempo?”: https://tqueremos.tec.mx/es/como-hago-para - Instituto de Ciencias del Bienestar Integral Tecmilenio: https://www.wellbeing360.tv/
Neste episódio, o João Dinis e os hosts do Café Belgrado, Guilherme Tadeu e o Lucas Nepomuceno, falam sobre: o futuro dos Phoenix Suns e dos New York Knicks; a antevisão do mundial; as maiores esperanças para o futuro do basquetebol brasileiro; e muito mais Tudo isto com o apoio da Betano.pt, Escolha do Consumidor e Marca 5 Estrelas em Apostas Desportivas.
A gente AMA a dublagem brasileira, logo, mais uma chance pra receber esses MESTRES junto do Northon Domingues! Yuri Chesman, nosso Cal Kestis e Marco Nepomuceno, diretor dessa dublagem maravilhosa, vêm ao Flow Games contar mais dos detalhes desse trabalho em Star Wars Jedi Survivor!
Nació el 28 de marzo de 1811 en Prachatitz, Bohemia (actual República Checa). Entró en el seminario en 1831. El obispo no quiso ordenarlo porque había ya muchos sacerdotes. Escribió entonces a todos los obispos de Europa, y todos le decían que tendría que esperar. Escribió también a los obispos de EE.UU., y al final, el obispo de Nueva York aceptó ordenarlo. Allí se unió a los padres redentoristas, siendo el primer sacerdote que entraba en la congregación en América. Profesó en Baltimore en 1842. Desde el principio destacó por ser una persona altamente piadosa, por su evidente santidad, por su celo y por su amabilidad. En 1852 fue nombrado obispo y el 5 de enero de 1860, un ataque de apoplejía le derribó y falleció. Fue canonizado por san Pablo VI el 19 de junio de 1977.
El mundo en que vivimos nos ha enseñado que para sobrevivir en la hostil sociedad contemporánea, debemos precisar de la crueldad y el individualismo. Esta enseñanza, sin embargo, resulta tremendamente contraproducente cuando es adoptada por un Psicópata sin escrúpulos que escaló los peldaños de la civilización apoyándose en los cadáveres de sus víctimas. ¡Conozca la historia del Doctor Mata en este capítulo de SerialMente! See omnystudio.com/listener for privacy information.
What is a Precinct Committee Officer, and why should you consider running for the position? Filing week is next week (May16-20), and you could run for this most local of elected positions! Chair and Vice...
In today's episode, we are talking to Lea Nepomuceno, a student activist who runs the organization Youth for Juvenile Justice Reform and the host of the Evidence for Change podcast. Come join us for this real, authentic, and honest conversation about what it looks like to be an activist in 2022. In this episode, we answer questions like: >What does it mean to be an anti-racist? >How do you stay uplifted as an activist? >How can you get started as an activist? You can find more information about Lea using the links below: Juvenile Justice Reform Instagram Lea's Instagram Evidence for Change Podcast Ready to dive in further? Check out all the places you can find us below: Top 5 Most Asked Questions On Anti-Racism Ask a question on anti-racism Follow us on Instagram Follow us on Facebook
Memoria de San Juan Nepomuceno Neumann, obispo
I met Joe on tour many years ago, one of the coolest and kindest people I've had the pleasure of being friends with. Joe has an awesome backstory of growing up in Maryland in the Skateboarding/Punk scene and eventually packing up and heading west for Denver without a concrete plan; and finding his connection between his love of art and the alternative scene as a tattoo artist at Lifetime Tattoo, the best tattoo shop in Denver (in my opinion). --- This episode is sponsored by · Anchor: The easiest way to make a podcast. https://anchor.fm/app Support this podcast: https://anchor.fm/relaxwereprofessionals/support
Memoria de San Juan Nepomuceno Neumann, obispo
Doutor em Ciência da Informação, jornalista, escritor e consultor especializado em estratégia no mundo Digital. Mas acima de tudo um provocador, interessado em estudar o impacto da internet na sociedade, aplicando o pensamento bimodal. Bimodal? É. Curioso? Ouça.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sam and Tim discuss a week of #MeToo controversy, delve into a 16th century correspondence, and marvel at Naxos's new release of Nepomuceno's Symphony in G minor. PLUS Tim meets musical Brexit protestors Simon Wallfisch and Simon Hewitt Jones outside Westminster.Music Credits: ‘Ms. Jackson', Outkast and Earthtone III, arranged by Timmy FisherTchaikovsky's Eugene Onegin, ‘Tatiana's Letter Scene' Act I Scene II, Elena Kruglikova and the Orchestra of the Bolshoi Opera under Alexander Melik-Pashayev in 1937Phillipe De Monte ‘Super flumina babylonis' and William Byrd ‘Quomodo cantabimus' from The Flowering of Genius, recorded by The Sixteen under Harry Christophers on CORO, Cat: COR16001Alberto Nepomuceno's Symphony in G minor Mov. 1, Minas Gerais Philharmonic Orchestra under Fabio Menchetti, on NAXOS, Cat: 8574067Sibelius's 5th Symphony Mov. 1, arranged by Timmy FisherFollow us here: instagram.com/classicalpod/ twitter.com/ClassicalPod facebook.com/ClassicalPod/Federer's Uniqlo Piano session: https://www.youtube.com/watch?v=IW42u8kNkrMSimon Wallfisch's website: http://www.simonwallfisch.com/Simon Hewitt Jones' website: https://www.simonhewittjones.com/Buy The Flowering of Genius by Harry Christophers and The Sixteen: https://thesixteenshop.com/products/cor16001