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Cette semaine, on m'a proposé de l'ozempic !Venez au Petit Palais des Glaces !!!Un podcast écrit et incarné par Marie de BrauerZu à la prodValentine de Bue pour la DA zinzinet un générique de ouf par Julien Karpi
Sob o signo do amor, Paris realiza neste final de semana a tradicional Nuit Blanche, ou “noite em claro”, com exposições, performances e instalações efêmeras na madrugada de sábado (6) para domingo (7). O evento acontece sob a égide do novo prefeito socialista de Paris, Emmanuel Grégoire, e celebra seus 25 anos com uma programação gratuita espalhada por toda a capital francesa, em museus, monumentos, espaços públicos e locais normalmente fechados ao público. Patrícia Moribe, da RFI em Paris A concepção artística desta edição foi confiada à DJ e produtora cultural Barbara Butch, nome conhecido da cena cultural parisiense, que escolheu o amor como eixo central da programação. "Num mundo marcado por relações de força, escolher o amor é um ato de compromisso", afirma a diretora artística. A proposta é transformar a cidade em um espaço de encontros e trocas, reunindo mais de uma centena de projetos artísticos em diferentes pontos da capital francesa. Barbara Butch também aparece no cartaz oficial do evento, fotografada pela dupla francesa Pierre e Gilles. Entre as exposições da Nuit Blanche 2026 está "Falando de Amor", que reúne trabalhos de 14 estudantes da Escola de Belas-Artes de Paris no Espace Niemeyer, sede histórica do Partido Comunista Francês projetada pelo arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer. A inspiração, explica a curadora independente Virginie Pringuet, nasceu da canção homônima de Antonio Carlos Jobim. Segundo ela, a escolha do título busca homenagear a amizade entre Niemeyer e o compositor brasileiro. A mostra foi concebida como um diálogo com a arquitetura do edifício e procura destacar a visão humanista e inovadora do arquiteto. E por falar de amor Criada especialmente para o local, a exposição apresenta esculturas, instalações sonoras e performances que utilizam a arquitetura modernista como ponto de partida. "Os estudantes observaram o prédio de muito perto, por dentro e por fora, explorando a cúpula, os jardins, as salas de reunião e os detalhes da construção", relata Pringuet. As intervenções ocupam principalmente o nível subterrâneo do edifício, uma área pouco conhecida pelo público. Segundo a curadora, as obras exploram o encontro entre linhas curvas e retas para propor uma experiência sensorial da arquitetura, destacando elementos como o concreto, a luz e os volumes do espaço. O percurso convida os visitantes a redescobrir uma das obras mais conhecidas da arquitetura brasileira em Paris durante a Nuit Blanche. Outro destaque da programação é "Sirénocturne", da artista francesa Annette Messager, apresentada na Piscine Château-Landon, antiga piscina pública do 10º distrito. Conhecida por trabalhos que abordam temas como memória, identidade e imaginário feminino, Messager transforma o espaço por meio de sons de sereias e intervenções visuais que dialogam com a água, a noite e o universo dos sonhos. A programação inclui ainda instalações como "Liquid Mirror", de Mathias Kiss, no Petit Palais; "La Déclaration", proposta participativa conduzida por Barbara Butch diante do Hôtel de Ville; e "On s'aime" ("Nós nos amamos"), projeto audiovisual construído a partir de depoimentos e declarações de amor coletados entre moradores de Paris e da cidade portuária de Le Havre. Aniversário especial A edição de 2026 tem um significado especial por marcar os 25 anos da Nuit Blanche, criada em 2002 e posteriormente adotada como referência para eventos semelhantes em diversas cidades ao redor do mundo. O aniversário oferece uma oportunidade para refletir sobre a evolução da iniciativa, que nasceu com o objetivo de ampliar o acesso à arte contemporânea e se tornou um dos eventos culturais mais conhecidos de Paris. Mais do que uma sequência de exposições, a Nuit Blanche mantém a proposta de ocupar lugares pouco habituais da cidade. Piscinas públicas, praças, prédios administrativos, monumentos históricos e espaços normalmente fechados ao público tornam-se cenários para intervenções artísticas durante uma única noite. Nesse contexto, tanto a Piscine Château-Landon quanto o Espace Niemeyer ganham novas leituras ao receber obras que dialogam com a memória e a arquitetura dos locais. Ao escolher o amor como tema da celebração de seus 25 anos, a Nuit Blanche também procura dialogar com um contexto internacional marcado por guerras, tensões e polarização. A curadoria defende a arte como espaço de encontro e imaginação coletiva, reunindo artistas consagrados, jovens criadores e milhares de visitantes esperados para percorrer Paris durante algumas horas da madrugada.
Cette semaine, on parle de la série Off Campus !Venez au Petit Palais des Glaces !!!Un podcast écrit et incarné par Marie de BrauerZu à la prodValentine de Bue pour la DA zinzinet un générique de ouf par Julien Karpi
durée : 00:27:52 - Les émissions culturelles de France Culture - par : Marie Labory - Au programme de ce débat critique, deux expositions : l'une sur le peintre et sculpteur américain Alexander Calder à la Fondation Louis Vuitton et l'autre sur le peintre hongrois Károly Ferenczy au Petit Palais. - réalisation : Laurence Malonda, Boris Pineau, Aïssatou N'Doye, Jules Barbier, Zohra Vignais, Lise Ripoche, Mathi Adjinsoff - invités : Sally Bonn Maître de conférence en esthétique à l'Université Picardie Jules Verne, auteure, critique d'art et commissaire d'exposition., Stéphane Corréard Editorialiste au Journal des Arts Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France
Cette semaine, on parle d'enterrement de vies de jeunes !Venez au Petit Palais des Glaces !!!Un podcast écrit et incarné par Marie de BrauerZu à la prodValentine de Bue pour la DA zinzinet un générique de ouf par Julien Karpi
We have experienced Paris through the words of Hemingway and Balzac, the colors of Chagall and Delaunay, the wild adventures of Henry Miller, the recipes of Julia Child, the stars of Michelin, and the curated lists of Fodor's, Frommer's, and Lonely Planet. Yet, few have explored Paris through the unique perspective of the “Exposition Universelle”—the World's Fair, or World Expo.Paris is a living archive of seven Universal Expositions held between 1855 and 1937. These grand events left an indelible mark on the city, creating an urban diary of monumental achievements: the Eiffel Tower, of course, but also the Musée d'Orsay, the Grand Palais, and the Petit Palais.“Nobody Sits Like the French” uncovers these stories and many more. Blending travel guide and history, the book reveals a Paris invisible to most—a city where every glass of Burgundy, every sip from Baccarat crystal, every Monet or Gauguin admired, and even the modern marvel of a working sewer system, can be traced back to the legacy of a World Expo. https://www.charlespappas.world/buy-the-world-expo-bookhttp://www.yourlotandparcel.org
Micheline Cellier compte parmi les meilleures spécialistes d'André Chamson. Célébré durant les années trente comme un des plus grands écrivains français, conservateur-adjoint du château de Versailles puis conservateur du Petit-Palais, André Chamson fait l'objet d'une exposition remarquable au Carré d'art de Nîmes. A cette occasion, Fréquence Protestante rappelle à quel point ce protestant cévenol, résistant pendant la Seconde guerre mondiale, mérite d'être lu. Trop souvent réduit à la figure –incongrue en ce qui le concerne – d' « auteur régionaliste », André Chamson, tout à la fois par son style et la profondeur de ses intentions, doit recouvrer la première place, et pas seulement chez les lecteurs protestants. Micheline Cellier nous le fait mieux connaître au cours d'une conversation vivante et rigoureuse. Hébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
“Károly Ferenczy” Modernité hongroiseau Petit Palais, Parisdu 14 avril au 6 septembre 2026Entretien avec Baptiste Roelly, conservateur du parimoine en charge des dessins, estampes et livres anciens au Petit Palais, et co-commissaire scientifique de l'exposition,par Anne-Frédérique Fer, à Paris, le 13 avril 2026, durée 19'23,© FranceFineArt.https://francefineart.com/2026/04/16/3708_karoly-ferenczy_petit-palais/Communiqué de presseCommissariat général :Annick Lemoine, présidente de l'établissement public des musées d'Orsay et de l'OrangerieCommissariat scientifique :Ferenc Gosztonyi, conservateur en chef au Musée des Beaux-Arts de Budapest – Institut de recherche en histoire de l'art d'Europe centrale (KEMKI)Réka Krasznai, conservatrice en chef, directrice du département des peintures, Musée des Beaux-Arts de Budapest – Galerie nationale hongroise,Edit Plesznivy, conservatrice en chef, chargée des peintures hongroises des XIXe et XXe siècles, Musée des Beaux-Arts de Budapest – Galerie nationale hongroise,Baptiste Roelly, conservateur du patrimoine en charge des dessins, estampes, manuscrits et livres anciens au Petit Palais.L'exposition a été conçue en collaboration avec le musée des Beaux-Arts de Budapest et la Galerie nationale hongroise.Aussi célèbre en Hongrie qu'il est méconnu en France, Károly Ferenczy (1862-1917) est une figure majeure de la modernité en Europe centrale. Son oeuvre profondément singulier l'impose comme l'un des grands peintres du tournant des XIXe et XXe siècles. Par cette première rétrospective française, le Petit Palais entend mettre en lumière son originalité fondamentale. Ni naturaliste, ni symboliste, ni impressionniste, ni nabi, mais un peu tout cela à la fois, il incarne le cosmopolitisme de la fin-de-siècle dans toute l'étendue de sa culture. Membre fondateur d'une colonie d'artistes installée au coeur de la nature, Ferenczy fait de la peinture de plein air l'une de ses pratiques les plus emblématiques. Il cherche dans la nature l'expression d'une spiritualité syncrétique. Sous son pinceau, le soleil apparaît souvent comme un protagoniste central dans des paysages d'une lumière sans équivalent.Avec près de 140 oeuvres, le parcours met en évidence les multiples facettes de sa démarche − paysages, portraits, scènes familiales, sujets bibliques, nus ou caricatures − et révèle son rôle fondamental dans l'émergence d'une école artistique proprement moderne en Hongrie. L'exposition a été conçue en collaboration avec le Musée des Beaux-Arts de Budapest et la Galerie nationale hongroise.Conçue comme un parcours principalement chronologique ponctué de sections thématiques, l'exposition retrace l'évolution stylistique de Ferenczy, depuis ses oeuvres de jeunesse marquées par ses voyages en Italie et en France jusqu'à ses dernières années.Le visiteur est accueilli par un autoportrait entouré de deux oeuvres présentant l'artiste dirigeant la pose de son modèle. Cette entrée en matière introduit d'emblée les deux pôles structurants de son travail qui irriguent l'ensemble de sa carrière : la peinture de plein air et le travail en atelier. Les premières salles présentent ensuite ses oeuvres de jeunesse, réalisées à l'issue de ses voyages de formation, notamment en Italie, ainsi que ses premières années passées à Szentendre, en Hongrie. Ces tableaux témoignent de la culture visuelle acquise au contact des grands maîtres européens et de l'influence durable de son séjour parisien à l'Académie Julian.[...] Hébergé par Acast. Visitez acast.com/privacy pour plus d'informations.
durée : 00:53:46 - Le Grand Atelier - par : Vincent Josse - L'artiste peintre participe à deux expositions collectives à Paris : "Visages d'artistes" au Petit Palais jusqu'au 19 juillet et "Moi et les autres" à la Fondation EDF jusqu'au 27 septembre. A ses côtés, Camille Morineau, commissaire d'exposition et directrice artistique française. - réalisation : David Leprince, Stéphane Cosme, Marion Guilbaud, Valentine Chédebois, Anaïs Boucher Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France
Cette semaine, on parle de ce qui va pas mais aussi de ce qui va !Venez au Petit Palais des Glaces !!!Un podcast écrit et incarné par Marie de BrauerZu à la prodValentine de Bue pour la DA zinzinet un générique de ouf par Julien Karpi
durée : 00:27:44 - Les Midis de Culture - par : Marie Labory - Au programme de ce débat critique, deux expositions : le Musée de l'Orangerie revisite le Douanier Rousseau et le Petit Palais consacre un cheminement aux portraits et autoportraits d'artistes. - réalisation : Laurence Malonda - invités : Stéphane Corréard Editorialiste au Journal des Arts; Philippe Azoury Journaliste, critique et auteur
Eccoci qua! Bentornati a Life in the Garden! In questo episodio è tornata a trovarci una grande amica del podcast, con cui ho registrato tanti episodi dedicati all'arte: Clara Rita Stevanato ! In questa occasione Clara ci parla di un pittore finlandese poco conosciuto, Pekka Halonen (1865-1933) e in particolare di una recente mostra che lei ha visitato a Parigi al Petit Palais dal titolo "Pekka Halonen: un inno alla Finlandia".Clara ci racconta della vita di questo pittore, della sua formazione parigina e dell'incontro con Paul Gauguin e ancora del suo ritorno in Finlandia, dove si ritira, con la sua numerosa famiglia, in una casa-atelier immersa nella natura, lungo le rive di un lago. Qui dipinge molti paesaggi selvaggi dove spesso la neve, in tutte le sue forme è la protagonista.Non vi anticipo altro, buon ascolto!Per supportare l'episodio potete condividerlo con le amiche e gli amici e lasciare cinque stelle di valutazione sulla pagina Life in the Garden su Spotify.Vi ricordo che potete ascoltare altri episodi dedicati all'arte realizzati con Clara: l'episodio #16 dedicato a Monet, il #20 dedicato a Van Gogh e ancora la mini-serie dedicato al Giardino Impressionista con gli episodi #28, #29, #30 e #33.Trovata Clara su Instagram come @lajeunebotaniste e vi ricordo anche il suo blog alla pagina lajeunebotaniste.com. Grazie a tutte e tutti e a presto!Credits:Music from #Uppbeat (free for Creators!):https://uppbeat.io/t/brock-hewitt-stories-in-sound/seasonsLicense code: YZPGVVH6UGBAI3ATMusic from #Uppbeat (free for Creators!):https://uppbeat.io/t/oliver-massa/all-good-thingsLicense code: DRGCDZ0OGROTFJBELa musica sul finale è degli Ear ed è tratta dalla canzone "Le nostre fotografie" dall'album "Exousia".
Cette semaine, on chill, on part pas dans le deep, on reste en surface !Venez au Petit Palais des Glaces !!!Un podcast écrit et incarné par Marie de BrauerZu à la prodValentine de Bue pour la DA zinzinet un générique de ouf par Julien Karpi
“Visages d'artistes” De Gustave Courbet à Annette Messagerau Petit Palais, Parisdu 18 mars au 19 juillet 2026Entretien avec Anne-Charlotte Cathelineau, conservatrice en chef du patrimoine chargée des sculptures au Petit Palais, et co-commissaire de l'exposition,par Anne-Frédérique Fer, à Paris, le 17 mars 2026, durée 19'19,© FranceFineArt.https://francefineart.com/2026/03/19/3697_visages-d-artistes_petit-palais/Communiqué de presseCommissariat général :Annick Lemoine, conservatrice générale, directrice du Petit PalaisCommissariat scientifique :Anne-Charlotte Cathelineau, conservatrice en chef du patrimoine chargée des sculptures au Petit PalaisStéphanie Cantarutti, conservatrice en chef du patrimoine chargée des peintures modernes (1800-1890) au Petit PalaisSixtine de Saint-Léger, responsable des arts décoratifs avant 1800 et de l'art contemporain au Petit PalaisLe Petit Palais présente une exposition inédite consacrée à l'autoportrait et au portrait d'artiste, un thème central de ses collections et un axe majeur de sa politique d'acquisition depuis sa création au début du XXe siècle. Le parcours réunit environ cent oeuvres – peintures, sculptures, arts graphiques, arts décoratifs et photographies – mêlant des oeuvres phares des collections comme l'Autoportrait au chien noir de Gustave Courbet et d'autres méconnues, sorties des réserves spécialement pour l'occasion, comme la galerie de bustes des peintres impressionnistes sculptés par Paul Paulin.Au sein de l'exposition et jusque dans les collections permanentes du musée, les oeuvres de Giulia Andreani, Sophie Calle, Nina Childress, Hélène Delprat, Nan Goldin, Camille Henrot, Nathanaëlle Herbelin, Annette Messager, Françoise Pétrovitch, Anne et Patrick Poirier, Cindy Sherman, Apolonia Sokol et Claire Tabouret sont présentées en regard des collections historiques. Leurs oeuvres convoquent un regard contemporain, celui du portrait d'artiste au féminin. Elles interrogent l'héritage du portrait d'artiste, ses codes et ses usages, tout en proposant une réinterprétation de ses enjeux. Par ce face à face, un passé résolument masculin dialogue avec le monde d'aujourd'hui où l'artiste femme a désormais pleinement sa place.Cette exposition inaugure par ailleurs une année dédiée aux femmes artistes qui se poursuivra à l'automne avec la première monographie consacrée à la peintre Eva Gonzalès et une carte blanche confiée à Prune Nourry.L'exposition adopte une perspective narrative qui part de l'individu pour tendre vers le collectif, en proposant un parcours thématique en 4 temps suivant le fil de l'autoportrait jusqu'aux fraternités et aux hommages des pairs. Elle explore également les inventions, singularités et métamorphoses du portrait à travers des regroupements thématiques, ponctués de mises en contexte historiques et d'éclairages sur l'histoire des collections du Petit Palais.Le parcours s'ouvre sur une première section dédiée à l'autoportrait, quintessence du portrait d'artiste, particulièrement bien représenté dans les collections du Petit Palais. Une galerie de visages, spectaculaire, accueille le visiteur dans la rotonde d'introduction. L'absence de commanditaire et l'introspection du modèle offrent aux créateurs un espace de liberté et d'expérimentation. En lien direct avec le spectateur, l'artiste affirme son style et expose sa personnalité, y compris au travers de portraits métaphoriques ou métonymiques. On y découvre les autoportraits de Gustave Courbet, Pierre Puvis de Chavannes, Léon Bonnat, Jacques-Émile Blanche, entre autres ou encore les étonnants masques en grès de Jean-Joseph Carriès. L'oeuvre Autoportrait clown / fleur de Nina Childress et la sculpture hyperréaliste d'Hélène Delprat introduisent un effet de surprise tout en réinterrogeant la tradition du genre aujourd'hui.[...] Hébergé par Acast. Visitez acast.com/privacy pour plus d'informations.
Cette semaine, toutes les révélations sur le monde des stars et des podcasts !Venez au Petit Palais des Glaces !!!Un podcast écrit et incarné par Marie de BrauerZu à la prodValentine de Bue pour la DA zinzinet un générique de ouf par Julien Karpi
Lumière sur le Musée Courbet à Ornans dans le Doubs, qui propose un nouveau concept d'exposition baptisé « Rencontre intime ». Une expérience immersive inédite pour découvrir et vivre l'art autrement. La première édition, dédiée aux collections du Petit Palais, a débuté le 07 février et se poursuit jusqu'au 19 avril. Suivons le guide, Benjamin Foudral, directeur et conservateur du musée du pôle Courbet, au micro de Charlie Chevasson. Plus d'infos sur www.musee-courbet.fr
Cette semaine, la grande première de Marie de Brauer : The musical ♫Venez au Petit Palais des Glaces !!!Un podcast écrit et incarné par Marie de BrauerZu à la prodValentine de Bue pour la DA zinzinet un générique de ouf par Julien Karpi
Show Notes: Ho Chi Minh City — Then and NowIn this episode, Senior Writer Chin Teh Liang takes us to Ho Chi Minh City, Vietnam's largest and fastest-changing metropolis. Once known as Saigon, the city still carries the echoes of its wartime past and its elegant French colonial heritage—yet today it's a booming, modern powerhouse with a skyline that surprises first‑time visitors.What We Cover in This EpisodeA City of Layers: Colonial Beauty, War History, and Modern EnergyChin arrives during the 50th anniversary of Vietnam's reunification, where long lines form outside the War Remnants Museum. Inside, he encounters some of the most powerful wartime photography in the world, along with reconstructions of prison “tiger cages” and even the original guillotine once used on prisoners.Outside, the museum grounds display decommissioned helicopters, tanks, and fighter jets—sobering reminders of the country's past.French Colonial Architecture That Still StunsHo Chi Minh City's nickname, “The Little Paris of the East,” becomes clear as Chin explores its architectural gems:Museum of Fine Arts — originally a tycoon's mansion, now a museum filled with contemporary art, ancient sculpture, and breathtaking interior details like spiral staircases, stained glass, and Art Nouveau balconies.Saigon Opera House — modeled after Paris's Petit Palais, still offering nightly performances and pre‑show tours.Street shoe‑shiners — a living remnant of the French colonial era.The New Saigon: Skyscrapers, River Cruises, and the MetroAlong the Saigon River, glass towers rise above the water, including the iconic Bitexco Financial Tower and Landmark 81. Chin takes a nighttime river cruise, gliding under the color‑lit Ba Son Bridge while a violinist plays on board.And for the first time ever, the city now has a brand‑new metro system, with 14 stations already running and more on the way—transforming how both locals and visitors move around the city.Food, Cafés, and Sky‑High DiningHo Chi Minh City's food scene is as diverse as its architecture:The Café Apartment — a nine‑story residential building where every unit is a café. Perfect for people‑watching along the river promenade.The Albion at Hôtel des Arts Saigon — a fine‑dining tasting menu featuring goose mousse, Hokkaido scallop, Wagyu tenderloin, and desserts made with Vietnamese chocolate, all served with panoramic city views.A City TransformedFrom war relics to world‑class dining, from colonial mansions to a futuristic metro, Chin reflects on how astonishing it is to see a place once defined by conflict now thriving as a vibrant, modern metropolis.
Depuis quelques mois, les toiles de Diego Velasquez et de Claude Monet, exposées au Petit Palais à Paris, ont de nouvelles connaissances avec qui échanger : les tableaux du Franco-Algérien Bilal Hamdad. Les toiles hyper réalistes de l'artiste dialoguent avec celles des grands maîtres de la peinture classique et donnent à voir un Paris qui, jusque-là, ne trouvait pas sa place dans les grandes institutions : celui de Barbès Rochechouart, de Châtelet-les-Halles, et des livreurs Deliveroo. Elle trône, imposante, dans la « galerie des grands formats » du Petit Palais : la toile Paname, conçue par le peintre Bilal Hamdad spécialement pour l'exposition qui lui est consacrée. Plus de trois mètres de hauteur et quatre de largeur, qui capturent sur le vif – et dans un style quasi-photographique – la sortie du métro Barbès-Rochechouart, quartier populaire de la capitale française. Avec cette toile, les vendeurs de maïs ambulants, les livreurs Deliveroo et les doudounes multicolores sont immortalisés aux côtés des Parisiennes du XVIIIe siècle et des scènes bibliques plus classiques qui peuplent habituellement les galeries du musée. Des étoiles dans les yeux, la directrice du musée, Annick Lemoine, réfute tout paradoxe : « Bilal Hamdad amène au Petit Palais le Paris d'aujourd'hui, mais en défendant une peinture qui s'inscrit dans l'histoire de l'art. Sa pratique est traditionnelle, académique : de l'huile sur toile, sur grand format. » Rien de plus logique donc que de l'inviter à prendre ses quartiers dans ce célèbre musée du centre parisien, habitué à faire dialoguer, tous les ans, des peintres contemporains avec les artistes historiques qui peuplent la collection. D'autant que, poursuit la directrice, Bilal Hamdad « insère dans ses œuvres, de manière extrêmement discrète, des références à ces peintures de maître qui l'ont nourri ». On pense par exemple à son Angélus, un jeune homme perché sur une rambarde d'escalier dans le métro. Où est la référence au célèbre Angélus de Jean-François Millet (1859) ? Subtilement cachée en arrière-plan. « Très discrètement, Bilal Hamdad a représenté une trace, comme une saleté, sur le mur derrière le jeune homme. Mais en réalité, cela reprend la silhouette du village, en arrière-plan de l'Angélus de Millet, détaille Annick Lemoine. Mais si on ne le sait pas, on ne peut pas le voir. » Une exposition pédagogique et aux accents politiques Pour rester accessible à celles et ceux qui ne seraient pas rodés aux milliers de références dont fourmille l'histoire de la peinture classique, le Petit Palais a truffé le parcours de petites explications. Les toiles de Bilal Hamdad sont donc fréquemment accompagnées de cartels pointant, lorsqu'il y en a, les clins d'œil à des tableaux passés. Car l'idée de cet événement était, précisément, d'ouvrir le champ de la culture à un public plus large que celui qui arpente habituellement les couloirs du Petit Palais. « On a fait le choix de défendre un jeune artiste, martèle Annick Lemoine, mais notre ambition, c'était aussi de faire venir, par cette exposition, des personnes qui n'auraient autrement peut-être pas franchi les portes du Petit Palais. Et c'est un fait, on a eu beaucoup plus de jeunes visiteurs, qui n'avaient jamais mis les pieds dans notre musée et qui ont, par ce biais, découvert le Petit Palais. » Le message politique du travail de Bilal Hamdad, lui, est plus discret – et surtout laissé à l'interprétation des spectateurs. Il se lit surtout dans le fait de « peindre des gens », comme le dit l'artiste, quelle que soit leur origine sociale ou ethnique, et de leur donner, toujours, la même importance. Une série, pourtant, se teinte d'un message plus franchement affirmé : ces tableaux – dont certains figurent au Petit Palais – de jeunes hommes étendus dans l'eau, morts ou endormis, l'histoire ne le dit pas. Sur l'une de ces toiles, au premier plan, un petit bateau en papier rouge fait une référence discrète, pas à l'histoire de l'art cette fois, mais bien à l'actualité. Dans son studio du XIXe arrondissement parisien, le peintre acquiesce : « Je voulais rendre hommage à toutes ces personnes qui traversent la Méditerranée – ou d'autres endroits du monde, d'ailleurs. » On ne se refait pas : l'inspiration lui est en premier lieu venue d'il y a plusieurs siècles, plus précisément du tableau Ophélie de John Everett Millais (1852). Un mélange des époques et des références qui a su séduire le public : pendant les six premières semaines de l'exposition, plus de 239 000 personnes ont franchi les portes du Petit Palais. À lire aussiAu Petit Palais, le street art s'invite aux côtés des œuvres classiques ►Bilal Hamdad, Paname, exposition à découvrir au Petit Palais (Paris) jusqu'au 8 février.
Depuis quelques mois, les toiles de Diego Velasquez et de Claude Monet, exposées au Petit Palais à Paris, ont de nouvelles connaissances avec qui échanger : les tableaux du Franco-Algérien Bilal Hamdad. Les toiles hyper réalistes de l'artiste dialoguent avec celles des grands maîtres de la peinture classique et donnent à voir un Paris qui, jusque-là, ne trouvait pas sa place dans les grandes institutions : celui de Barbès Rochechouart, de Châtelet-les-Halles, et des livreurs Deliveroo. Elle trône, imposante, dans la « galerie des grands formats » du Petit Palais : la toile Paname, conçue par le peintre Bilal Hamdad spécialement pour l'exposition qui lui est consacrée. Plus de trois mètres de hauteur et quatre de largeur, qui capturent sur le vif – et dans un style quasi-photographique – la sortie du métro Barbès-Rochechouart, quartier populaire de la capitale française. Avec cette toile, les vendeurs de maïs ambulants, les livreurs Deliveroo et les doudounes multicolores sont immortalisés aux côtés des Parisiennes du XVIIIe siècle et des scènes bibliques plus classiques qui peuplent habituellement les galeries du musée. Des étoiles dans les yeux, la directrice du musée, Annick Lemoine, réfute tout paradoxe : « Bilal Hamdad amène au Petit Palais le Paris d'aujourd'hui, mais en défendant une peinture qui s'inscrit dans l'histoire de l'art. Sa pratique est traditionnelle, académique : de l'huile sur toile, sur grand format. » Rien de plus logique donc que de l'inviter à prendre ses quartiers dans ce célèbre musée du centre parisien, habitué à faire dialoguer, tous les ans, des peintres contemporains avec les artistes historiques qui peuplent la collection. D'autant que, poursuit la directrice, Bilal Hamdad « insère dans ses œuvres, de manière extrêmement discrète, des références à ces peintures de maître qui l'ont nourri ». On pense par exemple à son Angélus, un jeune homme perché sur une rambarde d'escalier dans le métro. Où est la référence au célèbre Angélus de Jean-François Millet (1859) ? Subtilement cachée en arrière-plan. « Très discrètement, Bilal Hamdad a représenté une trace, comme une saleté, sur le mur derrière le jeune homme. Mais en réalité, cela reprend la silhouette du village, en arrière-plan de l'Angélus de Millet, détaille Annick Lemoine. Mais si on ne le sait pas, on ne peut pas le voir. » Une exposition pédagogique et aux accents politiques Pour rester accessible à celles et ceux qui ne seraient pas rodés aux milliers de références dont fourmille l'histoire de la peinture classique, le Petit Palais a truffé le parcours de petites explications. Les toiles de Bilal Hamdad sont donc fréquemment accompagnées de cartels pointant, lorsqu'il y en a, les clins d'œil à des tableaux passés. Car l'idée de cet événement était, précisément, d'ouvrir le champ de la culture à un public plus large que celui qui arpente habituellement les couloirs du Petit Palais. « On a fait le choix de défendre un jeune artiste, martèle Annick Lemoine, mais notre ambition, c'était aussi de faire venir, par cette exposition, des personnes qui n'auraient autrement peut-être pas franchi les portes du Petit Palais. Et c'est un fait, on a eu beaucoup plus de jeunes visiteurs, qui n'avaient jamais mis les pieds dans notre musée et qui ont, par ce biais, découvert le Petit Palais. » Le message politique du travail de Bilal Hamdad, lui, est plus discret – et surtout laissé à l'interprétation des spectateurs. Il se lit surtout dans le fait de « peindre des gens », comme le dit l'artiste, quelle que soit leur origine sociale ou ethnique, et de leur donner, toujours, la même importance. Une série, pourtant, se teinte d'un message plus franchement affirmé : ces tableaux – dont certains figurent au Petit Palais – de jeunes hommes étendus dans l'eau, morts ou endormis, l'histoire ne le dit pas. Sur l'une de ces toiles, au premier plan, un petit bateau en papier rouge fait une référence discrète, pas à l'histoire de l'art cette fois, mais bien à l'actualité. Dans son studio du XIXe arrondissement parisien, le peintre acquiesce : « Je voulais rendre hommage à toutes ces personnes qui traversent la Méditerranée – ou d'autres endroits du monde, d'ailleurs. » On ne se refait pas : l'inspiration lui est en premier lieu venue d'il y a plusieurs siècles, plus précisément du tableau Ophélie de John Everett Millais (1852). Un mélange des époques et des références qui a su séduire le public : pendant les six premières semaines de l'exposition, plus de 239 000 personnes ont franchi les portes du Petit Palais. À lire aussiAu Petit Palais, le street art s'invite aux côtés des œuvres classiques ►Bilal Hamdad, Paname, exposition à découvrir au Petit Palais (Paris) jusqu'au 8 février.
Connaissez-vous notre site ? www.lenouvelespritpublic.frSI C'EST POUR LA CULTURE, ON A DÉJÀ DONNÉ (21) avec Christophe Leribault. Conservateur général du patrimoine et directeur du Petit Palais, autrement dit Musée des Beaux-Arts de la Ville de Paris. Depuis 2000, il a été commissaire d'expositions comme « Les Anglais à Paris au 19ème siècle », « Napoléon et le Louvre », « Delacroix et la photographie », « Les Impressionnistes à Londres, artistes français en exil » « Paris romantique » et il sera bientôt celui d'« Ilya Répine, le peintre de l'âme russe ». De quoi est faite la carrière d'un conservateur du patrimoine, quels engagements sont ceux d'un directeur de musée, comment la pandémie a-t-elle affecté les expositions du Petit Palais, comment et quand peuvent-elles reprendre ? Comment rappeler aux Parisiens et aux visiteurs l'intérêt et la valeur des collections permanentes, de leur 50.000 œuvres abritées dans un bâtiment lumineux et surprenant ? Chaque semaine, Philippe Meyer anime une conversation d'analyse politique, argumentée et courtoise, sur des thèmes nationaux et internationaux liés à l'actualité. Pour en savoir plus : www.lenouvelespritpublic.frHébergé par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
L'Inde resserre ses liens avec la Russie et déçoit l'Europe L'éolien en mer se retrouve face au vent mauvais Quand Emmanuel Macron tente de faire entendre la voix de l'Ukraine Rachida Dati, ce nouveau scandale Un hymne à la Finlande au Petit Palais avec Pekka Halonen
durée : 00:09:29 - Nouvelles têtes - par : Mathilde Serrell - Bilal Hamdad, peintre, est l'invité de Daphné Burki pour son exposition “Paname” à Paris au Petit Palais jusqu'au 8 février 2026 et l'exposition "L'Espagne entre deux siècles" au musée Goya de Castres jusqu'au 6 mars 2026. Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.
“Pekka Halonen” Un hymne à la Finlandeau Petit Palais, Parisdu 4 novembre 2025 au 22 février 2026Entretien avecAnne-Charlotte Cathelineau,conservatrice en chef du patrimoine au Petit Palais, et co-commissaire scientifique de l'exposition,par Anne-Frédérique Fer, à Paris, 3 novembre 2025, durée 13'12,© FranceFineArt.https://francefineart.com/2025/11/06/3665_pekka-halonen_petit-palais/Communiqué de presseCommissariat généralAnnick Lemoine, conservatrice générale, directrice du Petit PalaisCommissariat scientifiqueAnna-Maria von Bonsdorff, directrice du Musée d'art de l'Ateneum – Galerie nationale de Finlande (Helsinki)Anne-Charlotte Cathelineau, conservatrice en chef du patrimoine au Petit Palais.Le Petit Palais présente la première rétrospective française dédiée à Pekka Halonen (1865-1933), figure majeure de l'âge d'or finlandais. Conçue en partenariat avec le Musée d'art de l'Ateneum – Galerie nationale de Finlande (Helsinki), l'exposition réunit plus de 130 oeuvres issues des grandes collections publiques et privées du pays. Elle retrace l'ensemble de la carrière de l'artiste, de la fin des années 1880 au début des années 1930, en soulignant son apport à la modernité par sa synthèse entre les différentes tendances picturales de la fin du XIXe siècle. Organisée selon un parcours chronothématique, l'exposition montre à la fois l'engagement politique de l'artiste en faveur de l'indépendance de son pays et invite le visiteur à voyager au coeur de la Finlande sauvage au gré des paysages et des saisons, un témoignage sensible qui résonne avec les enjeux contemporains écologiques.Le parcours, structuré en six sections, retrace l'évolution de l'artiste et met en lumière ses maîtres, son cercle de sociabilité et son mode de vie, autant d'éléments qui ont profondément marqué son oeuvre tout au long de sa carrière.Après une formation à l'École des beaux-arts d'Helsinki, Pekka Halonen part à Paris, où il devient l'élève de Paul Gauguin. Il effectue plusieurs séjours entre la France et la Finlande jusqu'en 1894, perfectionnant sans cesse sa pratique. À Paris, son style est influencé par les courants artistiques alors en vogue : le japonisme, le pleinairisme et le synthétisme. Installé à Montmartre, il fréquente d'autres artistes finlandais de sa génération, tels que Akseli Gallen-Kallela, Magnus Enckell ou Eero Järnefelt, avec lesquels il partage réflexions et expérimentations.Son oeuvre s'inscrit dans le sillage du romantisme national et du carélianisme, un mouvement artistique et intellectuel exaltant les paysages et les traditions locales dans un contexte de tensions croissantes avec la tutelle russe. Ses tableaux y deviennent les symboles d'un mode de vie finlandais idéalisé et ses paysages se chargent peu à peu d'une dimension identitaire.En 1900, il est invité à participer à l'Exposition universelle par Albert Edelfelt, auquel le Petit Palais a consacré une exposition en 2022. Pour la première fois, la Finlande y est représentée par son propre pavillon, affirmant ainsi son existence en tant que nation autonome. Cette participation revêt une importance considérable pour le peuple finlandais dans un climat de forte tension avec la Russie.[...] Hébergé par Acast. Visitez acast.com/privacy pour plus d'informations.
durée : 00:09:30 - Nouvelles têtes - par : Mathilde Serrell - Léandre, humoriste, se produit chaque mercredi soir au Petit Palais des Glaces à Paris. Son spectacle, nourri de sa propre histoire, séduit par sa justesse et son énergie : un humour lucide, tendre et revanchard à la fois. Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.
durée : 00:31:41 - Les Nuits de France Culture - par : Antoine Dhulster - En 1967, la France se prend de passion pour l'Egypte ancienne à l'occasion d'une exposition exceptionnelle dont toute une génération garde le souvenir : "Toutânkhamon et son temps", au Petit Palais. L'émission "L'art vivant" en proposait une visite guidée avec Christiane Desroches-Noblecourt. - réalisation : Louise Devillard - invités : Christiane Desroches-Noblecourt Égyptologue (1913-2011)
Au sommaire ce soir dans La Matinale, Dans le zoom, on reçoit François Beaudenon, programmateur du festival des Primeurs à la MJC de Massy Palaiseau ! Avec nous également, Francesca se demandera où en est l'enquête du braquage au Louvre. Réponses et zones d'ombres dans sa chronique. Sa chronique sera suivie par celle de Yamina, qui nous partagera son coup de cœur artistique, l'exposition Paname par Bilal Hamdad au Petit Palais. Le flash info sera présenté par Rania. Enfin, Bahia viendra nous parler de l'activiste Llanka Millán et Pascal zoomera sur l'un des combats actuels de Llanka et de sa communauté à propos de l'entreprise israélienne d'eau Mekorot. C'est parti pour La Matinale de Radio Campus Paris !
Au sommaire ce soir dans La Matinale, Dans le zoom, on reçoit François Beaudenon, programmateur du festival des Primeurs à la MJC de Massy Palaiseau ! Avec nous également, Francesca se demandera où en est l'enquête du braquage au Louvre. Réponses et zones d'ombres dans sa chronique. Sa chronique sera suivie par celle de Yamina, qui nous partagera son coup de cœur artistique, l'exposition Paname par Bilal Hamdad au Petit Palais. Le flash info sera présenté par Rania. Enfin, Bahia viendra nous parler de l'activiste Llanka Millán et Pascal zoomera sur l'un des combats actuels de Llanka et de sa communauté à propos de l'entreprise israélienne d'eau Mekorot. C'est parti pour La Matinale de Radio Campus Paris !
In this episode of the Join Us in France Travel Podcast, titled “Sarah Bernhardt with Elyse Rivin,” host Annie Sargent explores the fascinating life of France's most famous actress. Sarah Bernhardt wasn't just a performer — she was a global icon, an artist, and one of the most daring women of her time. Listen to this episode ad-free Born in Paris in 1844, Sarah rose from humble beginnings to dominate the French stage and the world's imagination. She acted at the Comédie-Française, starred in productions across Europe and America, and brought passion, emotion, and intensity to every role. Her talent was unmatched, her lifestyle eccentric, and her personality unforgettable. In this lively conversation, Elyse Rivin explains how Bernhardt became the first true international celebrity. They discuss her collaborations with Victor Hugo, her friendship with Alphonse Mucha, and her larger-than-life persona that helped define the Belle Époque in Paris. Annie and Elyse also explore where you can still trace Sarah Bernhardt's legacy today — at the Théâtre du Châtelet, the Petit Palais, or her tomb at Père Lachaise Cemetery. You'll hear how she inspired generations of artists and became a symbol of creativity, independence, and fearless ambition. In the magazine segment, Annie talks about tipping in France and the revival of bouillon restaurants, those classic Paris eateries known for affordable French comfort food and lively atmosphere. If you love French culture, theater, history, and travel, you'll enjoy this deep dive into the life of an extraordinary woman who helped make Paris the artistic heart of the world. Table of Contents for this Episode [00:00:15] Introduction to Sarah Bernhard [00:00:31] Today on the podcast [00:01:05] Podcast supporters [00:01:37] Bootcamp 2026 [00:02:29] Magazine part of the Podcast [00:03:02] Newsletter [00:04:36] Annie and Elyse about Sarah Bernhard [00:06:36] Early Life and Family Background [00:12:22] Education and Early Career [00:13:26] Joining the Conservatory of Dramatic Art [00:16:04] Her Only Child [00:17:19] Rise to Stardom [00:20:05] Sarah the Eccentric [00:21:32] Supporting Playwrights and Writers [00:23:31] The Eccentric Life of Sarah Bernhard [00:25:06] Defending Zola and Dreyfus [00:25:52] A Feminist and Advocate [00:26:45] Triumphant Tours in the United States [00:29:13] Adventures and Performances Abroad [00:29:49] Artistic Patronage and Personal Pursuits [00:30:26] A Legend on Stage and Screen [00:34:59] Remembering Sarah Bernhard [00:43:14] Thank you Patrons [00:45:30] VoiceMap Tour Review [00:47:21] Tipping in France [00:50:36] Bouillon Parisien [00:51:41] What is bouillon cuisine? [00:59:04] Next week on the podcast [00:59:26] Copyright More episodes about French Culture
durée : 00:27:11 - Les Midis de Culture - par : Marie Labory - Au programme du débat critique aujourd'hui : des expositions, avec deux grands peintres Georges de La Tour au musée Jacquemard-André et Jean-Baptiste Greuze "L'enfance en lumière" au Petit Palais - réalisation : Laurence Malonda - invités : Sally Bonn Maître de conférence en esthétique à l'Université Picardie Jules Verne, auteure, critique d'art et commissaire d'exposition.; Sarah Ihler-Meyer Critique d'art et commissaire d'exposition
durée : 00:12:53 - Les Midis de Culture - par : Marie Labory - À l'occasion du 300e anniversaire de la naissance de Jean-Baptiste Greuze, le Petit Palais lui consacre une exposition majeure. Réputé pour ses portraits et scènes de genre, cet artiste audacieux du XVIIIe siècle est ici révélé sous un nouveau jour, à travers le thème central de l'enfance. - réalisation : Laurence Malonda - invités : Sally Bonn Maître de conférence en esthétique à l'Université Picardie Jules Verne, auteure, critique d'art et commissaire d'exposition.; Sarah Ihler-Meyer Critique d'art et commissaire d'exposition
Dans cet épisode, je reçois Amy London, qui passé de prof d'anglais à humoriste, après une renaissance à Marseille, elle nous parle de son parcours dans le stand-up, en passant des cours aux premières parties de Manu Payet ... et évidemment tout ses kiffes musique, cinéma, séries, télé !On retrouve Amy London du 19 septembre au 3 décembre 2026 à Paris au Petit Palais des glaces, et en tournée du côté de Aubagne, Angoulème, Marseille, Reims ... ➡️ https://linktr.ee/amylondon___Retrouve des vidéos inédites sur les réseaux et Youtube (@alexandrezama & @fratpacklemedia)Frat Pack en vidéo et audioBon épisode les amis !N'oublie pas de t'abonner pour être informé dès la sortie d'un nouvel épisode, tu peux commenter et noter ce podcast c'est toujours très important pour nous, merci d'avance ! Hébergé par Acast. Visitez acast.com/privacy pour plus d'informations.
Stéphane Bern raconte, alors que s'ouvre la semaine des défilés à Paris, le destin de l'inventeur de la haute couture : Charles Frederick Worth, un anglais devenu, au milieu du XIXe siècle, le couturier attitré de toute l'aristocratie européenne… Qui était vraiment Charles Frederick Worth ? En quoi est-il l'inventeur de la haute couture ? Quel héritage a-t-il laissé dans le milieu de la mode ? Pour en parler, Stéphane Bern reçoit Sophie Grossiord, directrice par intérim du Palais Galliera Musée de la mode de Paris et Annick Lemoine, directrice et conservatrice générale du Petit Palais, toutes les deux commissaires de l'exposition "Worth. Inventer la haute couture" à découvrir au Petit Palais à Paris, jusqu'au 7 septembre 2025. Au Coeur de l'Histoire est réalisée par Loïc Vimard. Rédaction en chef : Benjamin Delsol. Auteure du récit : Charlotte Chaulin. Journaliste : Clara Leger.Distribué par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
Stéphane Bern raconte, alors que s'ouvre la semaine des défilés à Paris, le destin de l'inventeur de la haute couture : Charles Frederick Worth, un anglais devenu, au milieu du XIXe siècle, le couturier attitré de toute l'aristocratie européenne… Qui était vraiment Charles Frederick Worth ? En quoi est-il l'inventeur de la haute couture ? Quel héritage a-t-il laissé dans le milieu de la mode ? Pour en parler, Stéphane Bern reçoit Sophie Grossiord, directrice par intérim du Palais Galliera Musée de la mode de Paris et Annick Lemoine, directrice et conservatrice générale du Petit Palais, toutes les deux commissaires de l'exposition "Worth. Inventer la haute couture" à découvrir au Petit Palais à Paris, jusqu'au 7 septembre 2025. Au Coeur de l'Histoire est réalisée par Loïc Vimard. Rédaction en chef : Benjamin Delsol. Auteure du récit : Charlotte Chaulin. Journaliste : Clara Leger.Distribué par Audiomeans. Visitez audiomeans.fr/politique-de-confidentialite pour plus d'informations.
durée : 00:11:48 - Les Midis de Culture - par : Marie Labory - Nos critiques discutent de l'exposition "Worth, inventer le haute couture" au Petit Palais, une immersion dans un siècle d'histoire de la maison Worth, qui retrace la trajectoire de son fondateur et présente ses nombreuses créations, symboles du luxe à la française. - réalisation : Laurence Malonda - invités : Céline du Chéné Productrice à France Culture; Philippe Azoury Journaliste, critique et auteur
durée : 00:27:50 - Les Midis de Culture - par : Marie Labory - Au menu du débat critique, deux expositions : "Marie-Laure de Decker, l'image comme engagement" à la Maison européenne de la photographie et "Worth, inventer la haute couture" au Petit Palais. - réalisation : Laurence Malonda - invités : Céline du Chéné Productrice à France Culture; Philippe Azoury Journaliste, critique et auteur
Chanel, Dior, Saint Laurent – the names that define Parisian chic are French. But did you know that the entire French Haute Couture empire was built by … an Englishman? Join Eve Jackson at the Petit Palais in Paris for a dazzling deep dive into a new exhibition on Charles Frederick Worth, the revolutionary British designer who transformed fashion from mere clothing into high art and big business.
Dans ce roman, l'auteur Antoine Laurain aborde avec tendresse et humour cet exercice redoutable qui traverse les générations et qui a traumatisé plus d'un élève : la dictée ! Benjamin rate régulièrement des dictées. Pour prouver que les adultes commettent aussi des fautes, ses parents décident d'organiser un grand jeu familial à l'occasion d'un grand pique-nique pendant lequel ils plancheront sur la dictée de Mérimée.La dictée de Mérimée a été écrite en 1857 par Prosper Mérimée (1803-1870) à la demande de l'impératrice Eugénie, femme de Napoléon III. Les dictées étaient alors très populaires, elles étaient considérées comme des jeux. Cette dictée est considérée comme étant l'une des plus difficiles de la langue française. Napoléon III aurait fait 75 fautes, l'écrivain Alexandre Dumas, vingt-quatre !Pour parler sans ambiguïté, ce dîner à Sainte-Adresse, près du Havre, malgré les effluves embaumés de la mer, malgré les vins de très bons crus, les cuisseaux de veau et les cuissots de chevreuil prodigués par l'amphitryon, fut un vrai guêpier. Extrait de la Dictée de MériméeInvité : Antoine Laurain. Écrivain français né en 1972. Il a écrit une dizaine de romans dont La femme au carnet rouge sorti en 2014 et traduit en vingt-deux langues. Son dernier ouvrage, La dictée est publié chez Flammarion. Reportage dans une école dans le nord de Paris : Éléonore CoupetEt si vous êtes mordu de dictée, sachez que vous pourrez participer à la Grande dictée de Paris qui aura lieu le vendredi 11 avril au Petit Palais ! Trois textes (niveau débutant, intermédiaire et expert) inédits écrits par les autrices Emma Green, Tatiana de Rosnay et Leïla Slimani seront lus. Retransmission vendredi 16 avril sur France TV. Cette semaine, la chronique Ailleurs nous emmène à Brazzaville en République du Congo où Mariusca La Slameuse, artiste, nous parlera de la 4e édition de Slamouv dont elle est la directrice générale. Slamouv, c'est le Festival international de poésie urbaine : des racines et des ailes. Programmation musicale : l'artiste Mariusca La Slameuse avec le titre Kaka yo.
Dans ce roman, l'auteur Antoine Laurain aborde avec tendresse et humour cet exercice redoutable qui traverse les générations et qui a traumatisé plus d'un élève : la dictée ! Benjamin rate régulièrement des dictées. Pour prouver que les adultes commettent aussi des fautes, ses parents décident d'organiser un grand jeu familial à l'occasion d'un grand pique-nique pendant lequel ils plancheront sur la dictée de Mérimée.La dictée de Mérimée a été écrite en 1857 par Prosper Mérimée (1803-1870) à la demande de l'impératrice Eugénie, femme de Napoléon III. Les dictées étaient alors très populaires, elles étaient considérées comme des jeux. Cette dictée est considérée comme étant l'une des plus difficiles de la langue française. Napoléon III aurait fait 75 fautes, l'écrivain Alexandre Dumas, vingt-quatre !Pour parler sans ambiguïté, ce dîner à Sainte-Adresse, près du Havre, malgré les effluves embaumés de la mer, malgré les vins de très bons crus, les cuisseaux de veau et les cuissots de chevreuil prodigués par l'amphitryon, fut un vrai guêpier. Extrait de la Dictée de MériméeInvité : Antoine Laurain. Écrivain français né en 1972. Il a écrit une dizaine de romans dont La femme au carnet rouge sorti en 2014 et traduit en vingt-deux langues. Son dernier ouvrage, La dictée est publié chez Flammarion. Reportage dans une école dans le nord de Paris : Éléonore CoupetEt si vous êtes mordu de dictée, sachez que vous pourrez participer à la Grande dictée de Paris qui aura lieu le vendredi 11 avril au Petit Palais ! Trois textes (niveau débutant, intermédiaire et expert) inédits écrits par les autrices Emma Green, Tatiana de Rosnay et Leïla Slimani seront lus. Retransmission vendredi 16 avril sur France TV. Cette semaine, la chronique Ailleurs nous emmène à Brazzaville en République du Congo où Mariusca La Slameuse, artiste, nous parlera de la 4e édition de Slamouv dont elle est la directrice générale. Slamouv, c'est le Festival international de poésie urbaine : des racines et des ailes. Programmation musicale : l'artiste Mariusca La Slameuse avec le titre Kaka yo.
Thinking about traveling to France while pregnant? In Discovering Paris and Provins on a Babymoon Adventure, host Annie Sargent chats with Hannah Compton about her unforgettable trip at 30 weeks pregnant. From the bustling streets of Paris to the medieval charm of Provins, Hannah shares her insights, surprises, and tips for expectant travelers. Get the podcast ad-free Hannah and her husband spent eight days in France, splitting their time between Paris and Provins. In Paris, they explored iconic sights like Sainte-Chapelle, the Arc de Triomphe, and the Petit Palais. Hannah describes how friendly and accommodating Parisians were, from offering seats on the metro to helping her skip long lines at attractions. She also shares the joy of café culture, strolling through beautiful gardens, and enjoying a Michelin-star meal at Yam'Tcha. In Provins, they immersed themselves in medieval history, attended a lively dinner show, and discovered charming streets. Hannah explains why Provins is a great weekend destination, especially for families. She also reflects on the ease of train travel and the relaxing pace of their visit. If you're curious about how France accommodates pregnant travelers or want inspiration for your next trip, this episode is packed with useful advice. Tune in for a fun and informative conversation! Table of Contents for this Episode Today on the podcast Podcast supporters The Magazine segment Introduction and Greetings Planning the Trip to France Traveling While Pregnant Exploring Provins Medieval Attractions in Provins Experiencing Paris Navigating Paris with Ease Museum Visits and Cultural Insights Saint Chapelle Lunch at Lulu's Cafe Dinner at Yamcha: A Culinary Delight Exploring the Champs Élysées and Arc de Triomphe Petit Palais: A Hidden Gem Saint-Sulpice: The Active Church Eiffel Tower at Night Traveling While Pregnant: Tips and Experiences Favorite Stay in Provins Final Thoughts and Recommendations Thank you Patrons Picard ChatGPT Next week on the podcast Copyright More episodes about day trips from Paris
Bergrettung meldet viele Einsätze über die Festtage, Auftakt Trauerfeierlichkeiten nach Tod von Jimmy Carter, Myanmar begnadigt zum Unabhängigkeitstag Tausende Häftlinge, Petit Palais in Paris widmet Jusepe de Ribera eine Ausstellung
Short answer: yes. Paris is worth visiting in the winter months. In this episode, Oliver and Lina explain why, based on their combined 22 winters in Paris. Mentioned in this episode: Ice Skating at the Grand Palais A chat with Chef Tony Xu from Shang Palace (see our video here) The Petit Palais museum At the end you'll hear from Marie Segura from My Private Paris talking about the Phantom of the Opera and at the Palais Garnier, which is incidentally a lovely way to while away a winter day. This season of The Earful Tower is brought to you by the award-winning travel company My Private Paris, which specializes in tours in Paris, day trips outside Paris, and travel itineraries. See what they offer here. Get more from The Earful Tower by becoming a Patreon member, or a Substack member, or exploring the official site here.
Stéphane Bern raconte, alors qu'elle s'affiche aujourd'hui sur grand écran dans un nouveau biopic romancé, Sarah Bernhardt, la vraie, la star, la “divine”, le monstre sacré et son destin démesuré… Comment Sarah Bernhardt est-elle devenue une icône ? Quelles sont les légendes qui entourent sa figure ? En quoi est-elle l'incarnation d'une femme libre ? Pour en parler, Stéphane Bern reçoit Stéphanie Cantarutti, conservatrice du patrimoine au Petit Palais, et co-commissaire de l'exposition “Sarah Bernhardt, et Dieu créa la star” présentée en 2023.
Stéphane Bern raconte, alors qu'elle s'affiche aujourd'hui sur grand écran dans un nouveau biopic romancé, Sarah Bernhardt, la vraie, la star, la “divine”, le monstre sacré et son destin démesuré… Comment Sarah Bernhardt est-elle devenue une icône ? Quelles sont les légendes qui entourent sa figure ? En quoi est-elle l'incarnation d'une femme libre ? Pour en parler, Stéphane Bern reçoit Stéphanie Cantarutti, conservatrice du patrimoine au Petit Palais, et co-commissaire de l'exposition “Sarah Bernhardt, et Dieu créa la star” présentée en 2023.
durée : 00:27:34 - Les Midis de Culture - par : Marie Labory - Au programme du débat critique, des expositions : "Ribera. Ténèbres et lumières" au Petit Palais et "Souvenirs de Jeunesse - Entrer aux Beaux-Arts de Paris 1780 - 1980" aux Beaux-Arts. - réalisation : Laurence Malonda - invités : Sarah Ihler-Meyer Critique d'art et commissaire d'exposition ; Stéphane Corréard Editorialiste au Journal des Arts
Street art used to mean spontaneous scribbles under the cover of darkness; now those images hang in major museums and sell at auction for millions. A new exhibition at the Petit Palais in Paris is celebrating the universal language of street art. “We Are Here” features work from around the world, including an installation by French artist Seth. He tells us how collaborating with people around the world has informed both his style and the way he creates his pieces, and why we should adopt more of a child-like attitude when we encounter artwork in galleries.
As the iconic cathedral rises from the ashes, we met with the workers who formed a choir while working on the repairs and renovations. These artisans are now giving a special concert to mark the re-opening of Notre-Dame. And, masterpieces of the Spanish Baroque period have been brought together at the Petit Palais in Paris as we learn more about the mission to unite Jusepe de Ribera's paintings for this landmark exhibition. Also, we take a dive into the spectacular world of Parisian cabaret, a thriving scene that's managed to keep audiences captivated for more than a century.
Shortly after the US election on 5 November, the Smithsonian American Art Museum in Washington opens The Shape of Power: Stories of Race and American Sculpture, a radical new perspective on the history of the discipline from 1792 to now. Ahead of its opening, Ben Luke speaks to Karen Lemmey, a curator of sculpture at the Smithsonian American Art Museum and co-curator of the exhibition. In Warsaw, the Museum of Modern Art—a project 20 years in the making—has partially opened. We speak to its director, Joanna Mytkowska, about the long road to the unveiling and the upheavals in Polish politics along the way. And this episode's Work of the Week is The Lamentation over the Dead Christ (early 1620s) by Jusepe de Ribera. It features in the first survey of the Spanish-born Baroque artist ever staged in France, at the Petit Palais in Paris. The museum's director, Annick Lemoine, tells us more.The Shape of Power: Stories of Race and American Sculpture, Smithsonian American Art Museum, Washington, D.C., 8 November-14 September 2025.The Museum of Modern Art, Warsaw is open now; its full programme will be unveiled in February 2025.Ribera: Shadows and Light, Petit Palais, Paris, until 23 February 2025.The Art Newspaper subscription offer: get three months for just £1/$1/€1. Choose between our print and digital or digital-only subscriptions. Visit theartnewspaper.com to find out more. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Soudan : la guerre civile plonge le pays dans une crise humanitaire sans précédent L'inquiétant rapprochement de la Russie et de la Corée du Nord Mbappé et les sportifs français prennent position contre l'extrême droite Élections législatives : les votes par procuration traduisent un record de mobilisation Expo : le Petit Palais rend hommage au street art
— Bonjour, Anne-Laure. — Bonjour, Laetitia. Je crois que le fantôme de Rachilde est contre nous. — Oui, nous sommes le lendemain de la visite au Petit-Palais, de l'exposition Paris et la modernité. Hier, grand ciel bleu, et aujourd'hui, alors qu'il ne devait pas pleuvoir, il pleut à nouveau. — Oui, il pleut à nouveau ! — On est poursuivi par la pluie à Montparnasse. Et Rachilde, pourquoi ? Parce qu'elle avait l'air assez en colère et je pense qu'elle a pas aimé qu'on parle de sa bagarre, à La Closerie des Lilas, avec les Surréalistes. www.onethinginafrenchday.com