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Still no Douglas Promenade play area, DNR on medical notes, new immigration rules and 'bad eggs', the plight of carers, DEFA's planning appeals mix-up & MV Arrow 's whereabouts. It's Mannin Line with Andy Wint - Tuesday 9th June 2026
Schäfer-Noske, Doris www.deutschlandfunk.de, Kultur heute
Oh no! Look who's Rollin' into town! It's Eileen Daly in Jake West's Razor Blade Smile! It's Clint Eastwood in the Dollars Trilogy! And....it's Jean Rollin with The Living Dead Girl ! (Zzzz...) Plus Michael Winner's The Nightcomers and mini-reviews of titles including Another Time, Another Place, Maroc 7, and The Man Who Haunted Himself. Find out what Shameful Steve and the Bloodhound saw at Forbidden Worlds festival in Bristol! Plus a sneak peek at Eureka's July lineup — a DEFA fairy tales box set headlined by The Singing Ringing Tree — and a tease of next week's deep dive into Dario Argento's Suspiria.As ever, John 'Tiberius' Kirk - the Blu-ray Bloodhound - and Shameful Steve survey the new and upcoming releases in physical media.#Hammer! #Arrowvideo #Indicator #Powerhouse #88films #BFI #Criterion #TreasuredFilms #RadianceFilms #TransmissionVideo Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
No free daytime blankets on Steam Packet, Horse Tram business case in limbo, longtail viruses and DEFA's rodenticide policy, 20mph signs around schools & electricity prices in South Africa. It's Mannin LIne with Andy Wint - Thursday 7th May 2026
In the last in the current series H ventures out to the Mountain to explore work going on to restore the Island's peatlands with DEFA's Peatland Officer, Sarah Hickey
23 Nisan, TBMM'nin açılış yıl dönümü olarak kutlanıyor. Resmî anlatıda bu tarih, yalnızca yeni bir devletin değil, aynı zamanda millet egemenliğine dayalı yeni bir siyasal düzenin doğum günü olarak sunulur. Şüphesiz 23 Nisan 1920, Türk siyasi tarihi açısından son derece kritik bir eşiği temsil eder.
Müzik Yolculuğu'nun bu bölümünde Prof. Dr. Michael Kuyucu, ülkede plak satışlarını geçen dijitali açıklıyor.
Schauspieler, Musiker, Maler: Das alles war und ist Armin Mueller-Stahl. Beim Filmkunstfest M-V Anfang Mai wird der Künstler mit dem Ehrenpreis, dem Goldenen Ochse 2026, ausgezeichnet. Erleben Sie Armin Mueller-Stahl musikalisch, in seinen Filmen und im Gespräch mit NDR Kulturredakteur Axel Seitz
„Man sollte sich davon lösen, in jedem DEFA-Film nach versteckter Kritik am Staat oder der Partei zu suchen. Film hatte in der DDR auch die Funktion, zu unterhalten – und war nicht nur politisches Statement“, Prof. Dr. Michael Grisko. 80 Jahre Deutsche Film AG, kurz DEFA – ein Jubiläum und zugleich eine Einladung, ein filmisches Universum neu zu entdecken, das lange unterschätzt wurde. Ein abgeschlossener Korpus mit über 700 Spiel- und über 2.000 Dokumentarfilmen, in knapp 50 Jahren von der DEFA in der DDR produziert, der dazu einlädt, erforscht zu werden. Und doch ist die wissenschaftliche Auseinandersetzung bis heute recht übersichtlich. Einer, der sich dagegen intensiv mit der Geschichte der DEFA beschäftigt hat, ist unser Gast dieser Podcastfolge – Prof. Dr. Michael Grisko, Honorarprofessor am Seminar für Medien- und Kommunikationswissenschaft, der betont, dass die DDR wie jede Filmkultur Verflechtungen im Ausland hatte: „Die DDR war kein ‚closed shop', sondern pflegte auch bei Filmproduktionen Kontakte ins westliche und östliche Ausland. (…) DDR-Geschichte ist auch immer eine Geschichte der kommunizierenden Röhren zwischen West- und Ostdeutschland. In einigen DEFA-Filmen zeigt sich deutlich die Auseinandersetzung mit westlichen Ästhetiken, Ideologien und Narrativen.“ Im Gespräch mit Prof. Dr. Michael Grisko wird schnell klar: Die DEFA war weit mehr als ein staatliches Filmstudio oder gar Propagandainstrument. Sie war ein komplexes kulturelles System – mit einem starken Fokus auf der Produktion von Kinderfilmen und Literaturverfilmungen, mit überraschend internationalen Verflechtungen. Wie war es Regisseur*innen der DDR möglich, zwischen ideologischen Vorgaben und kreativen Freiräumen, ihre Geschichten zu erzählen, wenn sie sich nicht mit einfachen Antworten zufriedengeben wollten und mehr sagen wollten, als sie durften? Außerdem werfen wir einen Blick auf die Bedeutung von Drehorten, Archiven und dem kulturellen Gedächtnis: Wie wird aus einem Film Kulturerbe? Und warum entscheidet manchmal auch der Zufall darüber, welche Filme bleiben? Prof. Dr. Michael Grisko ist Literatur- und Medienwissenschaftler mit einem besonderen Schwerpunkt auf der Geschichte der DEFA. Als Honorarprofessor an der Universität Erfurt forscht und lehrt er zu Filmgeschichte und Erinnerungskultur. In seinen Publikationen, Ausstellungen und Projekten widmet er sich insbesondere den kulturellen und historischen Kontexten des DDR-Kinos.
Contagem regressiva para o resultado da 45ª edição do Prêmio Descobertas RFI, uma das maiores plataformas de promoção de novos artistas e grupos africanos. Terminadas as três fases de seleção, os ouvintes e internautas podem votar até 11 de março nos dez finalistas. A recompensa será anunciada em 13 de março. Daniella Franco, da RFI Desde 1981, o Prêmio Descobertas (Prix Découvertes, em francês) é realizado anualmente. O processo que mobiliza todas as equipes que trabalham com música na RFI, mas também representantes da cena musical francesa que compõem o júri, neste ano presidido pelo rapper MC Solaar. Em 2025, a vencedora foi a cantora guineense Queen Rima. A reta final da 45ª edição do Prêmio Descobertas conta com dez concorrentes. Entre eles, quatro cantoras solo, quatro vocalistas homens, uma dupla e uma banda. Para votar, clique aqui. Claudio Rabé De Madagascar, a RFI selecionou Claudio Rabé, que lidera um coletivo que mistura rock, trance e sonoridades afro-psicodélicas. O objetivo do grupo é exportar cultura e denunciar as injustiças vividas pelo povo malgaxe. "Nasci no meio musical - meu avô é músico, meu pai é dançarino - então a música sempre foi algo óbvio para mim. Representamos o povo e a cultura malgaxe. Queremos que todos saibam o que acontece no nosso país", diz. Ouça Claudio Rabé Defmaa Maadef A dupla senegalesa Defmaa Maadef é formada pelas artistas Defa e Mamy Victory. O primeiro álbum, o dançante "Jaar Jaar", foi lançado no ano passado, propondo um encontro do mbalax senegalês com afrobeats, kwaito e amapiano. Nas letras, cantadas quase integralmente na língua wolof, o engajamento feminista dá o tom. "Nossa música celebra a cultura senegalesa e dá uma voz livre e poderosa às mulheres. O mundo é nosso!", diz Defa. Ouça Defmaa Maadef Joyce Babatunde De Camarões, a RFI selecionou Joyce Babatunde. A versátil artista transita facilmente entre diversos estilos, slam, rap, funk, soul ou r&b. Ela classifica suas composições de "afro-soul". "Quis deixar que a minha música fosse uma expressão do que eu sinto. O afro-soul, para mim é a expressão, da minha alma", explica. Ouça Joyce Babatunde Malha Afrobeat, pop, house e twarab engajado direto de Comores: é essa a proposta da cantora Malha, que em suas letras expressa seu engajamento feminista. "Meu engajamento vem da minha experiência. Fiquei órfã na infância, aos 7 anos, e minha vida não foi fácil. Tive que lutar para sobreviver e meu engajamento vem daí, sobretudo pelas mulheres e crianças", diz. Ouça Malha Manu Desroches O cantor e multi-instrumentista Manu Desroches é originário das Ilhas Maurício. Misturando jazz, blues e música tradicional de seu país natal, ele homenageia suas raízes e faz um convite a uma viagem às paisagens sonoras do Oceano Índico. "Faço música porque acho que essa é uma das coisas mais bonitas que nos conectam como seres humanos", diz Desroches. Ouça Manu Desroches Opa Também do Benin vem o candidato Opa, que transita entre o r&b, o soul e estilos tradicionais do país: um verdadeiro embaixador da cultura beninense. "Trabalho com música porque é algo que eu adoro e que me faz vibrar. Também porque tenho um sonho, poder exportar toda a riqueza cultural do meu país", afirma. Ouça Opa Sym Sam Mbalax com uma pitada de funk, reggae e jazz, mas também highlife e amapiano: essa é a proposta do músico beninense-senegalês Sym Sam. "Minha paixão pela música vem dos meus pais. Meu pai é diretor de coral e minha mãe é cantora, então nasci mergulhado nesse meio musical e minha paixão surgiu naturalmente", diz. Ouça Sym Sam Tyty Meufapart Para Tyty Meufapart, de Congo-Brazzaville, cantar é existir. A artista propõe uma mix de rap, soul e jazz a ritmos tradicionais congoleses. Essa "afro-fusion" é regada à voz singular e a uma presença de palco empoderada da cantora. "Canto em lingalá, kitubá e em francês. Sou cantora, autora e compositora e estou muito feliz de fazer parte dos dez finalistas do Prêmio Descobertas RFI", declara. Ouça Tyty Meufapart Yewhe Yeton Yewhe Yeton faz parte de uma tradicional família de percussionistas e cantores do Benin. Com composições que oscilam entre diversos ritmos beninense, cantadas na língua fongé, ele desponta hoje como um dos novos nomes do rock vodu. "Faço música porque tenho uma mensagem para passar. Transmitir os valores sagrados é uma missão para mim: o amor, a vida em comunidade, a resiliência: tudo o que o mundo precisa hoje", diz Yewhe Yeton. Ouça Yewhe Yeton Yotsi O quarteto Yotsi vem da República Democrática do Congo e mistura afro-rock, afro-folk e ritmos tradicionais congoleses. Suas letras abordam temáticas sociais e são cantadas em lingala, swahili e tshiluba. "Começamos a tocar quando éramos crianças, na igreja. Fazemos música porque é nossa paixão, porque gostamos de nos voltar ao mundo também, diz a cantora Linda Tombo. Ouça Yotsi
Einer der markantesten deutschen Schauspieler ist 80 Jahre alt geworden: Jaecki Schwarz. Entdeckt wurde er 1967 von Konrad Wolf für den Antikriegsfilm „Ich war neunzehn“. Damals war er noch nicht einmal mit seinem Schauspielstudium fertig. Der Film gilt bis heute als Meilenstein des DEFA-Kinos. In den folgenden Jahren spielte er in zahlreichen Produktionen der DEFA […]
Nach der Sommerfrische, dem Prinzen Heinrich und der Rheinsberger Kultur, geht es heute literarisch zu, auf den Spuren von Kurt Tucholsky im Bilderbuch für Verliebte. “Das ganze Glück ihrer großen Liebe” (Kurt Tucholsky) Der subjektive Einstieg Manchmal wird man von Büchern eingeholt und wirft einen voll aus der Realität des Lebens. Ein kleines Büchlein von Kurt Tucholsky hatte das vor etwa zwei Jahren geschafft, als ich die Geschichte mal wieder in die Hand nahm. Ein wenig glücksschwebend angesichts des Wiederlesens mit Claire und Wölfchen beschloss ich. Da wo die glücklich waren, da will auch ich mal hin. Philosophie auch in der Musikkunst Rheinsberg – Foto: Rüdiger Edelmann / ttb-media TON-TEXT-BILD Gefühl, Freiheit, Liebe – das alles soll Rheinsberg sein? Besuche ich etwa einen Glücksort und schwelge in Leichtigkeit? Gedacht und getan: Im letzten Herbst. Dass daraus im November ein Spätsommer werden würde, war noch nicht klar. Das Wetter jedenfalls tat sein Bestes, um Städtchen und Literatur ins beste Licht zu setzen. Der Literat Kurt Tucholsky betrat 1912 mit Rheinsberg nicht nur die literarische Bühne, er veröffentlichte damit auch seinen ersten Bestseller. Die reale Geschichte? – Else Weil, auf einer Infotafel am Ratskeller in Rheinsberg – Foto: Rüdiger Edelmann / ttb-media TON-TEXT-BILD Ein Jahr davor (oder war es schon 1910?) verbrachte er mit seiner damaligen Verlobten Else Weil ein ähnliches Wochenende – in Rheinsberg. Oder war es genau dieses Wochenende von Wölfchen alias Kurt und Else alias Claire? Else Weil jedenfalls wurde Kurt Tucholskys erste Frau. Die Story Romantik a la Rheinsberg: Obelisk, Postsäule am Triangelplatz – Foto: Rüdiger Edelmann / ttb-media TON-TEXT-BILD Die Figuren verschwimmen mit der Realität. Kurt Tucholsky und Else Weil waren um 1910 da. Ihre Alter-Egos Wolfgang und Claire traten erst mit der Veröffentlichung des Buchs im Jahr 1912 auf den Plan. Diese Vermischung hört man des Öfteren auch in den Originaltönen aus Rheinsberg. Die Charaktere geraten immer öfter durcheinander. Aber ohne Kurt kein Wölfchen und Clairchen und ohne Else auch keine Reise mit Kurt. Die beiden Geschichten könnten identisch sein und spiegeln großes Glück. Glück des Moments. Glück des Lebens? Der touristische Influencer? Das wollte ich auch herausfinden. Einige Facts deuten darauf hin. Die Sommerfrische hatte um die Wende zum 20. Jahrhundert dazu geführt, dass immer mehr Berliner begannen das Umland zu entdecken. Tucholsky Porträt im Museum – Foto: Rüdiger Edelmann / ttb-media TON-TEXT-BILD Er hatte es zwar nicht beabsichtigt, aber das Büchlein sorgte im Jahr nach dem Erscheinen für einen regelrechten Rheinsberg-Boom. Es soll Sonderzüge gegeben haben, die bis zu 6.000 Menschen an einem Wochenende nach Rheinsberg und an die brandenburgischen Seen brachten. Das schafft heute allenfalls „Lonely Planet“. War Rheinsberg der „Overtourism-Sündenfall“? Wenn ja, hat es das damals 2.000 Einwohner zählende Städtchen wohl verkraftet. Merkpunkt: Die Bahn konnte und könnte sehr viel bewirken in Sachen Tourismus. Damals wurden auch kleine Orte an die Schiene angeschlossen, Mobilität ermöglicht. Das ist heute weitgehend Historie. Glücklicherweise gibt es den Bahnhof Rheinsberg und Verbindungen nach Berlin bis heute. Nur: Wie gehen Touristen heute mit Rheinsberg, Tucholsky und der kleinen wie großen Geschichte um? Den Kernsatz dazu hört Ihr im Podcast von Stadtführerin Jeanette Lehmann. Das Museum Kurt Tucholsky Museum: Dauerausstellung – Foto: Rüdiger Edelmann / ttb-media TON-TEXT-BILD Kurt Tucholsky: Den Journalisten, Satiriker, Autoren und Menschen besser kennenlernen. Wer das möchte ist hier an der richtigen Stelle. Es ist ein kleines, aber sehr feines Museum, das sich zudem (auch im Tucholsky Sinne) um schreibende und bildende Künstler:innen mit diversen Veranstaltungen kümmert. Ich bin mit Peter Graf, dem literaturwissenschaftlich-künstlerischen Projektmanager des Museums, durch die Dauerausstellung gegangen, habe das kleine Büchlein, die Erstausgabe von „Rheinsberg“ gesehen, Tucholskys Schaffen kennengelernt und bin dem Menschen Kurt T. und seinem Schicksal begegnet. Das rührt an. Die Erstausgabe: Rheinsberg – Foto: Rüdiger Edelmann / ttb-media TON-TEXT-BILD Es ist sicher kein „Claire und Wölfchen Museum“; so wie Tucholsky auch nicht auf den Autoren des Bilderbuchs für Verliebte zu reduzieren ist. Wer nach Rheinsberg kommt, sollte das Kurt Tucholsky Museum im Schloss aber zur Pflichtstation machen. Es lohnt sich. Es gibt ein Kombiticket. Damit kann man die Schlossführung mitmachen und danach auch das Museum besuchen. Machen! Das Schild Die öffentliche Liebeserklärung an das „Bilderbuch für Verliebte“ findet man in der Straße und Anlage „Am Markt“, gleich gegenüber von Ratskeller und Triangelplatz. Liebeserklärung an eine Stadt – Foto: Rüdiger Edelmann / ttb-media TON-TEXT-BILD Tucholsky hat den Text nicht verfasst. Niemand weiß so genau, wie das erste Schild dort hingekommen ist, sagen die Rheinsberger. Fest steht aber, dass das restaurierte Schild vor einigen Jahren vom Verein Stadtgeschichte angebracht wurde. Inzwischen war klar, dass es sich hervorragend als „Insta-Location“ eignet. Ich schließe mich da gerne an: Ist toll für ein verliebtes Selfie. Ach ja, ich war ja alleine dort. Das Café Claire Café Claire – Foto: Rüdiger Edelmann / ttb-media TON-TEXT-BILD Da darf man auch alleine hin. Es gibt wundervolle Kuchen, leckere Kaffee- und Teespezialitäten und mittags auch kleine Snacks. Über den Birnen-Schmand-Kuchen hab ich im letzten Podcast schon geschwärmt. In der ersten Novemberwoche 2025 bei 15 Grad draußen in der Sonne zu sitzen, machte mein Glück perfekt. Die Kurt Tucholsky Buchhandlung Kurt Tucholsky Buchhandlung in Rheinsberg – Foto: Rüdiger Edelmann / ttb-media TON-TEXT-BILD Er befindet sich in unmittelbarer Nähe des Café Claire in der Schlossstraße. Hier kann man alte Buchkultur schnuppern, moderne Kinderliteratur erleben und natürlich den einen oder anderen Tucholsky-Band mitnehmen. Geht auch als Geschenk. Ich finde der Laden gehört einfach zum Rheinsberg-Erlebnis dazu und das schon seit Jahrzehnten. Die Filme Es gibt zwei „Rheinsberg“ – Verfilmungen. Rheinsberg 1 Der erste stammt aus dem Jahr 1967. Kurt Hoffmann hat ihn in der BRD gedreht. Da ist von der guten alten Zeit die Rede. Eine werbende und wertende Aussage, die Kurt Tucholsky sicher verneint hätte. Trotzdem ist es – so man ein wenig Feingefühl für Romantik hat – eine tolle Verfilmung, deren Tonausschnitte ich zur Illustration der Podcast-Akteure benutzt habe. Ein Manko gibt es trotzdem. Der Film konnte damals nicht direkt in Rheinsberg gedreht werden. ES gab zwar eine Anfrage. Die zuständige DEFA lehnte das Ansinnen ab, weil sich die Örtlichkeit nicht in einem filmenswerten Zustand befände. Damit hatte sie sicher recht. Man musste ausweichen, zum Beispiel nach Gut und Schloss Panker in Schleswig-Holstein, das sich in diesem Film als Rheinsberg präsentieren musste. Und gerade auch deshalb wollte ich hin – nach Rheinsberg, um zu sehen, wie es da tatsächlich ausschaut. Ganz unter uns: Schöner als im Film. – Das war mir ganz schnell klar. Da genügte schon ein kleiner Rundgang durch den Schlosspark und auch durchs Städtchen. Heute wäre die Schlossanlage und das Schlosstheater auch wieder in „filmenswertem Zustand“. Der Restaurierung ab 1992 sei Dank. Rheinsberg 2 Hier handelt es sich um eine DEFA DDR-Produktion aus dem Jahr 1987. Zwanzig Jahre später setzt man Schloss und Umgebung geschickt in Szene. Dass die Inhalte sehr viel freizügiger „rüberkommen“ ist sicher auch der Zeit geschuldet. Man kann ihn kostenfrei bei YouTube streamen. Meine Einschätzung: Kann man auch so machen. Was fehlt ist, das auch von Tucholsky angedeutete, Berliner Idiom. Die 1967er Claire (Cornelia Froboess) bleibt hier unübertroffen. Deshalb musste ihre Stimme auch zwingend in den Podcast. Specht oder Schleiereule “Ab ins Schilf”: Grienericksee / Rheinsberg – Foto: Rüdiger Edelmann / ttb-media TON-TEXT-BILD Da gibt es in Buch wie Film 1 einen Disput zwischen Wölfchen und Claire. Er behauptet am See einen Specht zu hören. Sie besteht darauf, es sei eine Schleiereule. Aber die Beiden streiten ja auch darüber, ob der Baum, auf den sie blicken eine Akazie oder “ne Magnolie is”. Auf der Suche nach Claires Schleiereule laufe ich zum See. Setze mich auf eine Bank, schau direkt in den Schilfgürtel und stelle fest, dass auch ich ein wenig verliebt bin. In Rheinsberg, in Claire, in Tucholsky, ins Lesen und Träumen, in die Sehnsucht und in die Natur, in die ich gerade schaue. Foto: Rüdiger Edelmann / ttb-media TON-TEXT-BILD Mehr zum Thema im Reiseradio Rheinsberger Sommerfrische Rheinsberg – Von Preußen, Prinzen und Paradiesen Information & Links Kurt Tucholsky – Museum Rheinsberg Stadtgeschichte Rheinsberg Kurt Tucholsky Buchhandlung, Rheinsberg Tourismus Information Rheinsberg Brandenburgische Seenplatte Ruppiner Seenland Reiseland Brandenburg Hinweise Die Recherche für diesen Podcast wurde unterstützt von Reiseland Brandenburg und seinen Partnern vor Ort. Meine Meinung wurde nicht beeinflusst! Foto: Rüdiger Edelmann / ttb-media TON-TEXT-BILD The post D-RR307 Rheinsberg & das Bilderbuch für Verliebte first appeared on Deutsches Reiseradio (German Travelradio).
Okay, ernsthaft. Wer braucht eine Zusammenfassung von Frau Holle? Jeder kennt das Märchen. Aber, na gut. In drei Sätzen: Zwei Schwestern leben bei ihrer Mutter, eine faul und eine fleißig. Die fleißige springt aus… Gründen… in den Brunnen und wird reich, weil sie Frau Holle im Haushalt hilft. Die Faule wird mit Pech übergossen, weil sie keine Lust auf die Sklaventreiberin Frau Holle hat. The End. Je nachdem wo man die Kommata setzt, ist das vielleicht sogar nur ein Satz. Man schaut den Film auch nicht, weil man wissen will, WAS passiert, sondern WIE es passiert. Wie die Schauspieler drauf sind, wie herzerwärmend märchenhaft das ganze inszeniert ist und ob die DDR das ganze zu einem Sozialismus Bullshit Bingo gemacht hat. Also Plor, aus welchen Gründen schaust du dir ausgerechnet diese Verfilmung unter tausenden dieses Märchens an? --- Wenn euch diese Episode gefällt, spendiert uns doch einen Kaffee oder Tee. Wir freuen uns über jede vorweihnachtliche Zuwendung.
Hội nghị cấp cao ASEAN 47 tại Kuala Lumpur khép lại với tiếng vang của thành viên thứ 11, nhưng ẩn sâu là cơn địa chấn của ba thách thức lịch sử. Từ khủng hoảng Myanmar đe dọa sự đoàn kết, đến cuộc chiến cân bằng giữa Hoa kỳ và Trung quốc, ASEAN đang đứng trước ngã ba lịch sử. Liệu hiệp định DEFA trị giá 2 nghìn tỷ đô la và tầm nhìn 2045 có kịp thời cứu vãn "phương cách ASEAN" khỏi nguy cơ tan rã chức năng? Ván cược lớn nhất không còn là tuyên bố, mà là hành động thực thi.
Menteri Koordinator Bidang Perekonomian, Airlangga Hartarto, menghadiri diskusi tingkat tinggi ASEAN Digital Economy Framework Agreement atau DEFA di Jakarta, Selasa 7 Oktober 2025. Pertemuan ini menjadi langkah strategis bagi pemerintah Indonesia untuk memperkuat integrasi ekonomi digital kawasan.
35 Jahre nach der Deutschen Einheit stellt der NDR in M-V die Frage: Was bleibt vom „Erbe der DDR“ in kultureller Hinsicht - am Beispiel Film? Im Filmtheater Luna in Ludwigslust spricht NDR-Kulturedakteur Axel Seitz mit der Filmhistorikerin Ilka Brombach, dem DEFA-Experten Andreas Kötzing sowie Volker Kufahl, Künstlerischer Festivalleiter des Filmkunstfestes M-V in Schwerin.
James Cameron-Wilson wished he liked #6, the fantasy A Big, Bold, Beautiful Journey with Colin Farrell & Margot Robbie. It looks good but there's no chemistry, just whimsy. He does recommend #8, the thought-provoking NT Live production Inter Alia. He found Wrack & Ruin, a box set of post-war DEFA films on Blu-Ray aimed at de-Nazifying Germany, particularly Somewhere in Berlin, an eye-opening education and a must for film lovers. And out next week on Apple TV+ is The Lost Bus, a true story with Matthew McConaughey a bus driver trying to save schoolchildren from a wildfire. Deftly directed by Paul Greengrass it's a prime example of the new panic attack genre. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
In dieser Episode widmen wir uns einem der außergewöhnlichsten filmischen Langzeitprojekte Europas: Die Kinder von Golzow. Seit 1961 dokumentierte Winfried Junge und später auch Barbara Junge die Lebenswege einer Schulklasse aus dem brandenburgischen Oderbruch – ein Werk, das über vier Jahrzehnte hinweg entstand und heute als einer der 100 bedeutendsten Filme der deutschen Filmgeschichte gilt.Gemeinsam mit der Berliner Journalistin und Moderatorin Danuta Schmidt, die mit ihrer Reihe SonntagsLese ein unabhängiges Forum für kreative Gespräche geschaffen hat, sprechen sie über die Entstehung und Bedeutung dieses Mammutprojekts. Was treibt Filmemacher an, Menschen über Jahrzehnte hinweg zu begleiten? Wie verändert sich ein Leben im Spiegel gesellschaftlicher Umbrüche – von der DDR bis zur Bundesrepublik? Und wie gelingt es, Wahrhaftigkeit und Authentizität im Dokumentarfilm einzufangen?Ein Gespräch über Zeit, Erinnerung und die Kunst, Menschen in ihrer Entwicklung sichtbar zu machen – filmisch, ehrlich und tiefgründig.
Der „Engelsche Hof“ in Röbel ist eine Bildungs- und Begegnungsstätte. Auch die sanierte Röbeler Synagoge gehört dazu. Seit 20 Jahren erinnert dort eine Ausstellung an jüdische Geschichte in Mecklenburg bis hin zum Holocaust. Wie funktioniert Gedenkarbeit, obwohl es kaum noch Zeitzeugen gibt und welchen Einfluss hat der Krieg in Nahost auf den Austausch mit israelischen Jugendlichen? Host: Annette Ewen Reporter: Heiko Kreft Redaktion: Sebastian Welzel Email: mvimfokus ndr.de Links zu dem Thema: (Liebe MV im Fokus-Fans, die Links werden bei manchen Ausspielwegen leider nicht klickbar ausgespielt. Abonniert uns am besten in der App der ARD Audiothek - da funktionieren die Links auf jeden Fall und ihr verpasst keine Folge :-) 20 Jahre Synagoge Röbel als Kultur- und Begegnungsstätte: https://www.ndr.de/radiomv/20-jahre-synagoge-roebel-als-kultur-und-begegnungsstaette,audio-262820.html Fotoausstellung "Stille Zeugnisse" in der Synagoge in Hagenow: https://www.ndr.de/fernsehen/sendungen/nordmagazin/fotoausstellung-stille-zeugnisse-in-der-synagoge-in-hagenow,nordmagazin-972.html Podcast-Tipps: Jüdisch in der DDR https://www.ardaudiothek.de/sendung/juedisch-in-der-ddr/urn:ard:show:1557d3da8e7c3f08/ Gespräche - Jüdisches Leben in der DEFA: https://www.ardaudiothek.de/episode/urn:ard:episode:4a523f022e2a273a/
Odağı Gazze olan üç önemli çalışmayı yakından takip ediyorum. İlkini son yazıda duyurmuştum. Onlarca gemi Akdeniz'den Gazze'ye doğru dümen kıracak. Sefer günleri yaklaşırken hazırlıklar da bitme aşamasında. Yanıtı merak edilen sorular ve yeni bilgiler var, onları sonraki yazıda aktaracağım.
The company with hopes to create a wind farm in Manx waters claims the project will generate £2billion for the Isle of Man.DEFA says plans to achieve Net Zero have the public's support.We've had a glorious day today on the Island, but what's the weather looking like forthe Manx Grand Prix?And Lewis apologises for not being able to pronounce 'meteorologist'.It's Update on Manx Radio for Tuesday, 12 August 2025 with Lewis Foster.
Live from from the Royal Manx Agricultural Show at Knockaloe with Tim Cowsill and Chris Kneale from DEFA, Ean Parsons of Manx NFU, Bill Dale (Beach Buddies) and Lawrie Hooper MHK on agriculture, agribusiness, retail economy and more. It's Mannin Line with Andy Wint - Friday 8th August 2025
As always there are spoilers ahead! In 1951 Poland, during its Stalinist era, acclaimed science fiction writer Stanislaw Lem released his first book: The Astronauts. (He had already written the novel The Man from Mars which was serialised). In 1960 The Astronuats would go on to become the basis of East Germany's ambitious communist sci-fi film Der schweigende Stern or The Silent Star. The script would go through 12 drafts before filming by which time Lem had removed his name from the project. Although the script lacks focus it is full of historical and cultural significance and is a strong an indictment of why ideological control should not be asserted on the arts. The film is idealistic, looks great with some beautiful design and does not feature Christopher Nolan (link to Instagram post). I have two top notch academics to discuss the film. Sonja Fritzsche is a professor of German Studies and Senior Associate Dean at Michigan State University. She has also written/edited many books about science fiction. Evan Torner is an Associate Professor of German Studies and Niehoff Professor of Film & Media Studies at the University of Cincinnati. Chapters 00:00 Intro 01:53 Post Metropolis German Sci-Fi 09:50 East German filmmaking in 1960: DEFA, Kurt Maetzig & Utopian futures 16:34 The Bitterfelder Weg programme: the working class in the arts 18:50 The Polish influence: Stanislaw Lem, ideological space & the Polish October 24:31 12 drafts of the scripts: Too many cooks 29:24 Influences: Forbidden Planet, Woman in the Moon and If All the Guys in the World 32:03 The communist ideal in spaaaace! 38:32 Visual delights: Box office draw and Nazi Agfacolor 45:11 The stolen US edit: First Spaceship on Venus 47:15 Legacy, language and recommendations NEXT EPISODE! Back to Blighty for some good old fashioned evil children in Village of the Damned (1960). The film is easy to rent or buy on an array of streaming platforms including YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=cujvDkHxFcg You can check the Just Watch website for details of where to find it in your region.
As always there are spoilers ahead! You can follow the podcast on Threads, Instagram and Bluesky. HG Wells shadow is a long one and his seminal work on time travel was published in 1895. But well over a half a century later Hollywood was still hooked on Herbert (George Wells). The Time Machine was directed by George Pal and released 1960. From the turn of the century to the beginning of a new decade my amazing guests break down the themes and influences on this mid-century steampunk precursor. Keith Williams is a Reader in English Literature at the University of Dundee where he runs the science fiction programme. He has a special interest in the pre 1945 period and is the author of the book H.G. Wells, Modernity and the Movies. Ian Scott is a Professor of American Film and History at The University of Manchester. He has written extensively about politics and film in Hollywood. Chapters 00:00 Intro 02:39 HG Wells in 1985: the book and the birth of cinema 05:37 1960s USA: the cusp of a new age 10:02 The influences on Wells: Thomas Henry Huxley and William Morris 17:21 James Bond: Rod Taylor's missed opportunity 19:08 Time travel: the time machine, mannequins and the BBC 27:57 The far-flung future: evolution, class and nuclear war 35:32 Fritz Lang, Metropolis, and the death of flower power 39:24 The Legacy 47:09 Recommendations for the listener NEXT EPISODE! Next week I will be discussing the Eastern Block with brainy experts and discussing one of the first sci-fi films from the region Der schweigende Stern, AKA The Silent Star from 1960. It was also re-edited and released as The First Spaceship on Venus. You may like to watch the MST3K version on YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=BVmgb3jEimQ If you are in the USA and have a public library card you should be able to find the film on Kanopy: https://www.kanopy.com/en/product/116646 The film is available to rent online depending on your region. Just Watch should be able to help. If you felt very committed you could also buy this DVD collection of DEFA sci-fi which includes writing and interviews with the amazing Sonja Fritzsche, Evan Torner and Mark Bould: https://eurekavideo.co.uk/movie/strange-new-worlds-science-fiction-at-defa/
Wir nehmen euch mit auf eine filmhistorische Reise zu den Anfängen des (DDR-)Sci-Fi-Kinos – und direkt zur Venus. Der schweigende Stern (1960), im Westen bekannt als Raumschiff Venus antwortet nicht, gilt als der erste Science-Fiction-Film der DEFA und als Meilenstein sozialistischer Zukunftsvisionen. Basierend auf Stanisław Lems Roman Die Astronauten entfaltet der Film eine utopische Welt der internationalen Zusammenarbeit – dominiert von sowjetischem Fortschrittsoptimismus. Doch schnell wird klar: Die Vision hat Schattenseiten. Zwischen Technik-Euphorie und atomarer Warnung sehen wir eine ideologisch aufgeladene Erzählung, die nicht nur als Science-Fiction, sondern auch als politisches Propagandawerk gelesen werden muss.
Bizler atari salonlarında jetonla ve haliyle kısıtlı imkanlarla oyun oynarken internet çağı başlamıştı. Şimdinin kırklı yaşları iyi hatırlar o günleri. İnternet kafe ve internet ile tanışmamızın sebebi de FIFA oyunuydu. Sanırım 1997 yılıydı. Sonra Need For Speed'i keşfettik. Sokaklarda, hız yaparken altın arayıp polisten kaçıyorduk.
Baringdorf, Anka www.deutschlandfunkkultur.de, Aus den Archiven
Der Film ist ein Propagandamittel erster Güte. Daher verwundert es nicht, dass schon ein Jahr nach Kriegsende in der Sowjetisch besetzten Zone die DEFA gegründet wurde.
Bu bölümde eşim Can ile 10 yıllık ilişkimizden İLK DEFA bahsediyorum. Benim için ilişkiler hakkında konuşmanın nasıl tabu olduğunu aslında ben de size anlatırken fark ediyorum... Bu bölüm sizde karşılık bulursa paylaşmayı unutmayın!Ayrıca her Salı akşamı gerçekleşen çalışma grubumuza buradan katılabilirsin. Haftada 1.5 saat hayallerin için senin gibi düşünen harika insanlarla beraber çalışıyorsun, ilham doluyorsun ve aktif 45 dakika üretiyorsun. Biletler burada...10-11 Mayıs Annie Ernaux Seneler Kitap Kulübü (aslında bence yaratıcı düşünce kulübü:)) için de son yerler! Kitabı atölyeden sonra da okumayı bitirebilirsin; hatta bence daha bile keyifli olur hiç okumadıysan... Biletler burada...#reklam
Bu bölümde Büyük Cevşen'deki nadide dualardan bir tanesi olan Tahmidiye Duasını internette ilk kez Arapçası ve meali bir arada olacak şekilde dinleyebileceksiniz.Kurantime'ın çalışmalarına en güzel bir şekilde devam edebilmesi için sizin desteğinize ihtiyacı var! Bizi Gofundme üzerinden destekleyebilirsiniz:https://www.gofundme.com/f/kuran-time...
In this episode of Island Influencers, Sharon welcomes Sarah Hickey, the Peatland and Upland Carbon Officer for the Department of Environment, Food and Agriculture (DEFA). Sarah shares her passion for conservation, discusses her career path, and sheds light on her critical work and the significance of peatland restoration on the Isle of Man. We delve into Sarah's story, shaped by a love for the outdoors nurtured by inspiring teachers and outdoor education programmes. We also explore Sarah's bold decision to dedicate a day each week to volunteering with the Manx Wildlife Trust. Living on an island presents unique challenges, and Sarah offers insights into balancing accessibility to nature with the practicalities of island life. We'll also hear about her adventures and achievements, from scaling Aconcagua in South America to leading youth expeditions in Norway and Patagonia. These experiences highlight the profound impact of outdoor exploration on personal growth. Sarah's dedication to conservation leads the charge in restoring these vital habitats on the Isle of Man. Here is Sarah Hickey in episode 123 of Island Influencers. https://www.thorntonfs.com/island-influencer-sarah-hickey
Welcome back to another episode of Trve. Cvlt. Pop! we've got a big one on this weeks show as we are joined by Jimi, Dazz and Defa from the sublime Bangers & Mosh podcast to talk about one of the most iconic record labels in history; Roadrunner Records. As a full blown metal institution , RR has released some of the biggest names and most classic albums in heavy music history. In this first part of our deep dive into their catalogue we discuss what is the best album to start with, the best release of both the 80's and the 90's, the clanger to avoid and the underrated gem in their discography. Wanna hear more? Part 2 is available now on our Patreon Page, patreon.com/trvecvltpop
Tarık Toros | Bu defa hayat öpücüğünü kim verecek? | 18.10.2024 by Tr724
Christopher & Jobst im Gespräch mit Henryk. Wir reden über die historischen Chancen des Kommunismus, Bemühen sich anständig zu benehmen, seit 10 Jahren trocken, Lektüre der Trommel, das Buch "In the Gutter", Siouxsie & Thomas Gottschalk, am Anfang war es halt Popkultur, dreimal von der Geschichte begünstigt werden, dann kam die Vize-Mutter, ein großes Tier in der Defa, "Jakob der Lügner", die Renitenz der Mutter, Aufwachsen mit dem Blick über die Mauer, deprimierende Blumen-Rabatten, West-Fernsehen, der peinliche Samson, Ilja Richters avantgardistische Sketche, Unterbrechungen in der Disko, Punks um sich scharren, die Blues-Büchsen, verrostete Ketten & Sicherheitsnadeln mussten sein, immer ein Beobachter sein, aus der U-Bahn n Punk gesehen, im Riviera in Grünau, jeder kennt Speiche, Badges pflücken, Pins auf dem Kronkorken, die Sendung s-f-beat, Stress mit der Stasi, das erste Tote Hosen-Konzert, im Schneider-Sitz das Konzert auswerten, das zweite Punk-Festival in Halle, illegales Drucken, surrealistische Fanzines, der Schwiegersohn in spe von Bettina Wegener, ein kafkaesques Büro, illegale Zeitschriften zuhause, Facharbeiter für Einzelbogenverarbeitung, das erste Geisterfahrer-Album, Ärger mit der Spreepolizei, Waschschüsseln und ne Pionierpauke von Takt & Ton in den Rathauspassagen, Equipment- & Porno-Schmuggel der Puhdys, Feeling B spielte überhaupt keine Rolle, Skeptiker-Skeptiker, gespielte Witze, 3-Jahre-Punk-Intensiv-Kurs, ausfaden um wieder wo einzufaden, sich um Lyrik prügeln, die berühmte Zersammlung, Typ mit Lederjacke mit Wave-Dings, Sterbebegleitung, ein extrem kalter November, eine Werbung von Grieneisen, Robert Lippok und die blutige Nase, Pink Panther, erstmal ne Crass-Platte auflegen, subkulturellen Hunger stillen, Sugarcubes in den Docks, die Democracy Tour von Killing Joke, immer bürgerlich gewesen sein, Druckhaus Galrev & Sascha Anderson, der Drummer von Zerfall, der nervige Hype um Schleim-Keim, glühender Wire-Fan, "England´s Dreaming" von Jon Savage, "Störung Ost", das Rosa Beton Demo, in Henni steckt ne Krämer-Seele, Staatsgalerie Prenzlauer Berg, alleine auf der Burg Beeskow, halbbiografische Erzählung, ein Faible für Räume, die Band Serfs, immer noch Abwärts auflegen, nicht genug von der Welt gesehen haben, Vancouver oder New York, Julien Gracq "Das Ufer der Syrten", Virginia Wolfe "Orlando", Lutz Seiler "Kruso", uvm. 1. Ein Song, den Du als Kind gemocht hast und den Du immer noch magst: Udo Lindenberg - Ich bin Rocker 2. Ein Song, der Deinen DDR-Punk am besten repräsentiert: Planlos - Überall wohin es Dich führt 3. Ein guter Song einer Band, die Du dieses Jahr für Dich entdeckt hast: The KVB - Above Us
Frank Schöbel war in der DDR ein Star - als Schlagersänger, Musiker, Komponist, Texter, Radiomoderator und gelegentlicher Schauspieler. Da seine Karriere Anfang der 1960er Jahre begonnen hat, kann er viel erzählen - auch über die Struktur der DDR-Unterhaltungskunst. Von Axel Naumer.
Das DEFA-Erbe umfasst mehr als 700 Spielfilme, mehrere tausend Dokumentarfilme, Animationsfilme und Synchronisationen. Die DEFA war in 40 Jahren für rund 10.000 Produktionen verantwortlich. Stefanie Eckert, Vorsitzende der DEFA-Stiftung, sagt, dass die DEFA zwar ein volkseigener Betrieb war und die Staatsführung auch Einfluss nahm, die Filmemacher aber dennoch individuell und mit hohem künstlerischem Anspruch ihre eigenen Geschichten erzählten.
Vartan Estukyan, Agos gazetesinin eski genel yönetmeni, yayıncı, yazar Robert Koptaş'la Türkiye'nin 1915'le yüzleşme konusundaki tutumunu ve süren inkârı, inkarın Türkiye ve dünya genelindeki politik yansımalarını, Karabağ işgalindeki rolünü, Gazze ve küresel ölçekteki soykırım tartışmalarını konuştu.
Dell, Matthias www.deutschlandfunkkultur.de, Fazit
Bir ilk!! Türkçe bölüm! :) Daha önce hiç Türkçe bölüm yüklemedim bu bir başlangıç oluyor bakalım devamını göreceğiz. Sizden gelen taleplere göre şekillenecek diyelim.:) The Coffee o'clock Podcast'i yine değerli bir konuk alıyor. İş birliği yapmaya başladığımız Sosyal Müzik'in Kurucusu Eren Tokgöz'ü 2 ayrı gün 2 farklı dilde konuk aldım.
Tarık Toros | İKİ YALNIZ LİDER, İLK DEFA BAŞA BAŞ RİNGE ÇIKIYOR VE BU ÜÇÜNCÜ MAÇ… | 29.01.2024 by Tr724
Nach dem Prager Frühling 1968 liegt das Kulturleben der Tschechoslowakei brach. Ein Genre aber bietet "verbotenen" Autoren, Regisseuren und Schauspielern nach wie vor Lohn und Brot: Der Kinderfilm. Gemeinsam mit öffentlich-rechtlichen Partnern in der BRD oder mit der DEFA in der DDR produzieren Prager Filmstudios eine ganze Reihe Erfolgsserien und -filme. Bis heute gilt: Kein Weihnachten ohne "Drei Haselnüsse für Aschenbrödel". Autorin: Susi Weichselbaumer (BR 2021)
15 MİLYAR $'LIK İHANET! İLK DEFA DUYACAĞINIZ TAPELERLE! 17 ARALIK10. Yılında 17 Aralık Operasyonu. 15 Milyar dolarlık ihanet nasıl gerçekleşti? Kimler ne kadar rüşvet aldı? Rüşvet paraları nasıl taşındı? Bakan çocuklarının rolü neydi? 17/25 Operasyonlarını yapan polislere nasıl müebbet hapis cezası verildi? Savcı Ekrem Aydıner dosyayı nasıl kapattı? Şok tapelerlerle, tape tape yüzyılın yolsuzluğu!
Heute rücken wir einmal mehr ein Gewerk ins Zentrum, das sich normalerweise dadurch auszeichnet, möglichst unsichtbar zu sein am Set – der Ton. Der überaus erfahrene Set-Tonmeister Roland Winke („Tar“, „Damengambit“, „Das Parfüm“, „Der Untergang“) gewährt uns einen Blick in seine „Trickkiste“. Seine Lehrjahre hatte er noch bei der DEFA, wo man als Tonmeister einen Film von Anfang bis Ende begleiten, überall reinschnuppern und ein Gespür dafür entwickeln konnte, was wann wichtig ist im Entstehungsprozesses eines Filmes. Bereits nach sechs Jahren Dreherfahrung gelang ihm der Einstieg in die A-Klasse mit Bernd Eichingers „Mädchen Rosemarie“. Neben den technischen Belangen geht es viel um die menschlichen Qualitäten, die am Set im Bereich Ton helfen, damit alles ineinander greifen kann. Außerdem darum, wie wichtig Vorausschau und Selbstreflexion für einen reibungslosen Ablauf sind: „Was hätte ich anders machen können, wenn ich 5 Minuten mehr Zeit gehabt hätte?“Diese Folge von Close-up wird Euch von MUBI präsentiert, einem globalen, kuratierten Streaming-Dienst, Filmverleih und Produktionsfirma, die großartige und visionäre Filme aus der ganzen Welt zu Euch bringt.Ab sofort könnt Ihr mit MUBI aber auch ins Kino gehen: Mit MUBI GO erhalten Mitglieder jede Woche ein kostenloses Kino-Ticket, um einen handverlesenen, neuen Film im Kino zu erleben. Als Close-up-Hörer:innen könnt Ihr MUBI, und damit für begrenzte Zeit auch MUBI GO, jetzt 30 Tage lang kostenlos ausprobieren: Unter MUBI.com/close-up. Für einen ganzen Monat großartiges Kino kostenlos.Ein Podcast der Deutschen Filmakademie.Podcast Homepage · Facebook · InstagramMehr zum Host:Susanne Bormann InstagramSusanne Bormann AgenturFoto: Florian Liedel/Deutsche FilmakademieSchnitt: Nicolai ZielAufnahme: Nicolai ZielMusik: Martin TodsharowProduktion: Deutsche Filmakademie e.V. / Jule Bartram, Inga GoossensTechnische Umsetzung: Sophie NietheKapitel00:02:31 Biographie und Gretchenfrage00:06:48 Erste Erfahrungen bei der DEFA, wo man als Tonmeister den Filmvon den Probeaufnahmen bis zur Mischung begleiten konnte00:22:30 Arbeitsabläufe am Set00:28:45 Plötzliche Lautstärke in emotionalen Szenen – Wie kann ich mich darauf vorbereiten?00:33:25 Playbacks/Musik über Dialogen00:36:36 Equipment00:46:24 Absprache zwischen Ton und Kostüm – Vorausdenken und Abstimmen vor Drehstart00:56:04 Gewichtung von Ton im Film00:01:26 Wie während des Takes aufgenommene Atmosphären und Töne den Schnittprozess unterstützen können01:13:02 Zusammenarbeit mit Boomer:innen01:17:27 „Tar“ und „Damengambit": Stereo - Mikrofonie01:24:04 Was neben der Technik entscheidend ist – Der menschliche Umgang und das Feingefühl01:34:14 Historische Projekte und Tonband – Technologie01:42:16 Internationale Projekte01:53:40 Wie andere Gewerke den Ton unterstützen können02:07:14 Fachkräftemangel und gestiegener Anspruch an die Vereinbarkeit von Beruf und Familie
Thomas Heise nimmt uns mit in seine Kindheit im Intellektuellen-Millieu in Ost-Berlin, zu Gesprächen auf Augenhöhe mit Heiner Müller. Wir erfahren viel über das Leben und den Kulturbetrieb in der DDR, wie Heise als Kind des Bildungsbürgertums das Abitur und Studium zunächst verwehrt wird, Heiner Carow sich aber für ihn einsetzt und er am Ende doch zur DEFA kommt. Heise erzählt lebendig, bildhaft und ohne Bitterkeit von der Ambivalenz der damaligen Zeit, wie Klassenkamerad:innen und Studienkolleg:innen Stasi-Berichte über ihn geschrieben haben und beschreibt die Wichtigkeit und gleichzeitig den Gegenwind, wenn man in der Kunst Geschichten jenseits von Moral umsetzen will. Heises jüdischer Vater war im Arbeitslager, Heise hingegen dreht 1991 den ersten Teil seine Trilogie: „Stau. Jetzt geht‘s los.“ über Neonazis in Ostdeutschland und möchte die Menschen hinter der Bewegung kennen lernen. Eine Folge über das unvoreingenommene Beobachten als Dokumentarfilmer, anschaulich gemacht z.B. an einem seine bedeutendsten Filme „Heimat ist ein Raum aus Zeit“, nominiert für den Deutschen Filmpreis im Jahr 2019.Diese Folge von Close-up wird Euch von MUBI präsentiert, einem globalen, kuratierten Streaming-Dienst, Filmverleih und Produktionsfirma, die großartige und visionäre Filme aus der ganzen Welt zu Euch bringt.Ab sofort könnt Ihr mit MUBI aber auch ins Kino gehen: Mit MUBI GO erhalten Mitglieder jede Woche ein kostenloses Kino-Ticket, um einen handverlesenen, neuen Film im Kino zu erleben. Als Close-up-Hörer:innen könnt Ihr MUBI, und damit für begrenzte Zeit auch MUBI GO, jetzt 30 Tage lang kostenlos ausprobieren: Unter MUBI.com/close-up. Für einen ganzen Monat großartiges Kino kostenlos.Ein Podcast der Deutschen Filmakademie.Podcast Homepage · Facebook · InstagramMehr zum Gast:Vimeo Thomas HeiseEinige Filme von Thomas Heise sind online hier zugänglich:Imbiss SpezialEisenzeitStau- Jetzt geht's losNeustadt. Stau- Der Stand der DingeKinder. Wie die Zeit vergeht.MaterialHeimat ist ein Raum aus ZeitMehr zum Host:Christian Schwochow Facebook und InstagramChristian Schwochow AgenturSchnitt: Rainer SchwochowAufnahme: SonnenstudioMusik: Martin TodsharowProduktion: Deutsche Filmakademie e.V. / Jule Bartram, Inga GoossensTechnische Umsetzung: Sophie NietheKapitel00:01:40 Kindheit zwischen Polit-Elite und Proletariat in Köpenick00:15:45 Jugend in den '68er Jahren, zur Zeit des Prager Frühlings00:19:52 Armeezeit und Ausbildung zum Drucker - die klassische Laufbahn der Intellektuellen - Kinder00:32:40 Erste Filmversuche und Anfänge bei der DEFA00:43:11 Arbeit mit Heiner Carow und der Impuls für Dokumentarfilm statt Spielfilm00:52:25 Die Zeit an der Filmhochschule und wie und warum Heiner Carow Thomas Heises Aufnahme durchsetzt01:05:00 Viele Filme wurden in der DDR nicht gezeigt01:19:50 Exmatrikulation aus politischen Gründen und Arbeit als Regieassistent bei Thomas Harland01:26:30 Stasi-Akte (operativer Vorgang im Rahmen der Biermannausweisung)01:34:08 Wendezeit01:44:00 „Stau - Jetzt geht's los“ (Film über Neonazis) und „Heimat ist ein Raum aus Zeit“02:07:25 Finanzierung vom zweiten Teil der Trilogie „Neustadt. Stau - Der Stand der Dinge“02:14:20 Entstehung von „Heimat ist ein Raum aus Zeit“ und „Vaterland“02:29:12 Wichtigkeit und gleichzeitig Schwierigkeit in der Kunst Geschichten jenseits von Moral umgesetzt zu bekommen (Beispiel abgesagte Premiere von „STAU“ am BE)02:32:55 Schnittprozess von „Heimat ist ein Raum aus Zeit“ - wie hat er den Film gebaut?
TARIK TOROS'LA MANŞET • Ateşli silahla ölümün olmadığı gün yok! • En çok beğenilen “Atatürk ve Fatih”, neyin testi..? • İktidar da muhalefet de “temizliğe” doymadı • Vatandaş bu defa gerçekten İstanbul'u terk eder mi? • Saray'ın danışmanı “ısırganla” ortaya çıktı • CHP: Kurultaya kadar hangi abi..? • Kılıçdaroğlu 2.5 ay sonra: Seçimi hile hurda ile aldılar! • Dünyanın nabzı nerede atıyor? • Vize muafiyeti yalanı.. • Erkin Baba.. Sienna ve Affleck..
Nedim Hazar | Bu kaçıncı “Son defa”? | 05.01.2023 by Tr724
There is no shortage of recent articles regarding the too long overlooked subject of female directors. While many of these articles are specific to the women directing films today (Patty Jenkins, Kelly Reichardt, Kathryn Bigelow, etc.), there are many more that claim to be comprehensive overviews of the contributions made by women to the art of cinema. These articles are careful to remember female directors from the distant past (Lotte Reiniger, Alice Guy-Blaché) and the ones who boldly made films in Hollywood when women weren't even considered for jobs as directors (Dorothy Arzner, Ida Lupino, Barbara Loden). They are careful to include women of color (Gina Prince-Bythewood, Chloé Zhao), and they don't forget the well-known foreign women directors (Lina Wertmüller, Agnès Varda, Chantal Akerman). But there's one group of female directors who haven't been given due credit for their work: The female directors of East Germany. You can go through as many articles on the topic of female directors as you're willing to read, and you won't find Iris Gusner, Evelyn Schmidt, or Hannelore Unterberg mentioned at all. Never mind that the films by these women are often better than any of the films made by some of the directors that did make those lists. Even the list of female directors Wikipedia includes no female East German directors. Join us today as we speak with Jim Morton, author of the East German Cinema Blog, and Jeffrey Babcock, who curated a program on East German cinema for the Goethe Institute in Amsterdam, on the often overlooked topic of female directors in DEFA films. Our ability to bring you stories from behind the Berlin Wall is dependent on monthly donors like you. Visit us at https://www.eastgermanypodcast.com/p/support-the-podcast/ to contribute. For the price of a Berliner Pilsner, you can feel good you are contributing to preserve one of the most important pieces of Cold War history. If you feel more comfortable leaving us a review to help us get more listeners, we appreciate it very much and encourage you to do so wherever you get your podcasts or at https://www.eastgermanypodcast.com/reviews/new/. For discussions about podcast episodes and GDR history, please do join our Facebook discussion group. Just search Radio GDR in Facebook. Vielen dank for being a listener!
Defa defends his Banger Bargains crown in the second episode of our CD haul challenge! Listen to what we picked up with our £20 budget and then vote on who got the best haul!
İktidarını korumak için çok fazla seçeneği kalmayan bir siyasetçi için eski defterleri karıştırmak çok şaşırtıcı değil ama o zamanki desteği alabilir mi acaba? Jenerik müziği: Rahman Altın