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O Festival de Avignon arrancou a 4 de Julho, e junta, durante três semanas, milhares de pessoas, para esta 80ª edição. Este é o epicentro da história contemporânea do teatro, dirigido pelo encenador, dramaturgo e actor português Tiago Rodrigues. Este ano, há 47 espectáculos, dois de encenadoras lusófonas e a língua convidada é o coreano. Há uma maioria inédita de criadoras mulheres e a linha de força é um enorme ponto de interrogação estampado um pouco por todo o lado nas ruelas da cidade francesa. O teatro anda à solta, sem rédeas, pela cidade de Avignon. Bem-vindos ao “país do teatro, à república independente das artes performativas”, nas palavras e na companhia de Tiago Rodrigues, um dos fazedores desta “fábrica de memórias inesquecíveis para o público”. Uma dessas “memórias” é a primeira maratona teatral em português, de dez horas, com a apresentação, a 12 e 13 de Julho, da Trilogia Cadela Força de Carolina Bianchi. Outra é o espectáculo de cinco horas do francês Julien Gosselin, “Maldoror”, que Tiago Rodrigues acredita que “vai marcar as próximas décadas do teatro francês, europeu e mundial”. E outra, ainda, é a peça “Um julgamento - Depois do inimigo do povo” que descreve como “uma interpretação magistral de uma história do repertório agora reescrita, repensada por Christiane Jatahy e Wagner Moura e com um elenco magistral à volta de Wagner Moura que tem uma prestação absolutamente sublime”. Nesta 80ª edição, “os questionamentos” são a bandeira de um festival que sempre foi sintoma e espelho dos tempos que correm. Este é também “um espaço de liberdade onde os artistas e o público se podem exprimir com toda a liberdade”, reitera o artista, destacando que “em França, como noutros países da Europa e do mundo, a liberdade de expressão e de criação estão a ser ameaçadas”. Mais ainda, em França – diz – “já não se trata apenas de uma ameaça, mas de ataques repetidos em vários territórios”. E, assim, a menos de um ano das próximas eleições presidenciais em França, onde a extrema-direita cresce, Tiago Rodrigues, enquanto director desta instituição e não apenas como cidadão e autor de “Catarina e a Beleza de Matar Fascistas”, toma já posição e pede às pessoas para não deixarem a extrema-direita chegar ao Palácio do Eliseu. Tiago Rodrigues, português, emigrante, inscreve-se numa longa linhagem histórica de emigração portuguesa para França, mas esta é também uma história familiar e é a história que inspira o seu próximo espectáculo, revelou à RFI em primeira mão. O pai, Rogério Rodrigues, exilou-se em França durante o Estado Novo, o filho é agora o director do maior festival francês de artes cénicas e serve com a sua arte o que chama de “dívida de gratidão” que tem com a sociedade francesa por ter acolhido o pai quando este precisava. RFI: Queria começar com uma expressão que o Tiago Rodrigues gosta muito de usar, que é “o país do teatro”. O festival está na 80ª edição. Até que ponto Avignon continua a ser a capital mundial do teatro? Tiago Rodrigues, Director do Festival de Avignon: “Eu acho que cada vez mais, com o passar do tempo, aquilo que era uma utopia imaginada por Jean Vilar, o encenador que em 1947 funda este festival logo a seguir à Segunda Guerra Mundial, numa sociedade muito dividida e pensa que talvez um festival durante as férias das pessoas - e é preciso relembrar que as férias pagas eram uma novidade na época - durante as férias pagas das pessoas, podia ser um festival que permitisse ao público viver experiências que eles não teriam oportunidade, nem tempo para viver durante o ano, portanto, grandes aventuras teatrais em lugares monumentais que obrigariam a viajar. E é assim que nasce esta ideia, esta utopia de um país do teatro. Um lugar onde viajamos como quem viaja para fazer turismo, como quem viaja para se repousar. E aqui viajamos, sim, pelo turismo, pelo repouso, mas sobretudo pela descoberta dos espectáculos, pela descoberta de uma grande quantidade de estéticas e de visões de um mundo muito diferentes entre si. O tempo fez com que, ao fim de 80 edições, possamos dizer que este é o país do teatro, a república independente das artes performativas. O público vem precisamente com essa sede de ver espectáculos que talvez não tivesse tempo de ver durante o ano. Por exemplo, 'Maldoror', o espectáculo de Julian Gosselin, um grande encenador que dirige o teatro do Odéon, um dos teatros nacionais franceses, e que faz um espectáculo de cinco horas, poderíamos dizer que cinco horas é ambicioso, mas é um espectáculo magistral. O que nós vemos é que ao fim das cinco horas, por volta das duas e meia, três da manhã, todo o público está lá, aplaudiu de pé e viveu essa aventura colectiva que é singular, que só se vive em Avignon, estar num palácio sob as estrelas e ver uma obra de arte que, no meu entender, este ‘Maldoror' vai marcar as próximas décadas do teatro francês, europeu e mundial.” É português, é o primeiro director estrangeiro a dirigir o festival. Esta é a sua quarta edição como director. Conhece os talentos e as dificuldades das artes performativas portuguesas, brasileiras, de dança contemporânea moçambicana e cabo-verdiana, por exemplo, mas este ano só há duas peças lusófonas no cartaz… “Eu permito-me corrigir o “só”, “só há”. O Festival de Avignon é um festival de nomes de expressão mundial e, portanto, é um festival que tem que estar atento a tudo o que se passa no mundo. Saber que, por exemplo, este ano há duas artistas brasileiras e saber que estas duas artistas brasileiras lusófonas, Christiane Jatahy e Carolina Bianchi, que são duas das grandes artistas desta edição, são duas artistas que vêm de um só país lusófono, numa possibilidade de mais ou menos - é discutível a quantidade de países que existe no mundo, mas digamos que são duas centenas, porque depois há questões de legitimidade de algumas fronteiras, etc - mas digamos que em 200 países haver dois espectáculos, ambos vindos do Brasil ou de criadores brasileiros, criadoras neste caso, é, de qualquer das formas, um foco muito importante, uma atenção muito importante. Há muitos países que não estão representados no festival. Este ano, há uma representação de 14 países e, portanto, digamos que a maioria dos países do mundo não estão presentes no ano. A criação lusófona tem duas presenças e, portanto, acho que estamos numa quantidade, numa proporção muito benéfica para a criação lusófona.” Mas o que eu queria mesmo saber - e já percebeu onde quero chegar - é quando é que Avignon vai convidar a língua portuguesa? “Bom, o que eu posso dizer é que recentemente fui reconduzido para um segundo mandato, portanto, serei director do Festival até 2030. E estou muito feliz, muito vaidoso mesmo dessa possibilidade, mas também é um grande privilégio e uma grande responsabilidade também. E sem dúvidas que a língua portuguesa, eu digo desde o início, tem todo o mérito, toda a riqueza, toda a diversidade contemporânea e, sobretudo, toda a grande qualidade das criadoras e dos criadores, sejam portugueses, brasileiros, moçambicanos, angolanos, cabo-verdianos para estar presente no festival. Eu recordo que a lusofonia tem estado muito presente nos últimos anos no festival. No ano passado, a abertura do festival fez-se com uma artista cabo-verdiana, Marlene Monteiro Freitas, foi a primeira vez que Cabo Verde esteve na Cour d'Honneur du Palais des Papes e abriu este festival, ainda por cima no ano em que se celebrava os 50 anos da independência desse país-irmão do meu país-natal, Portugal. E, portanto, temos feito um trabalho de abertura, de aproximação do público de Avignon à criação lusófona ou em língua portuguesa. Sem dúvida que até 2030 a língua portuguesa será certamente uma das línguas convidadas no festival.” A Carolina Bianchi vem ao Festival de Avignon pela segunda vez para apresentar não só o terceiro capítulo da sua Trilogia Cadela Força aqui iniciada, como a trilogia completa, o que perfaz dez horas seguidas de maratona teatral. Isto também é histórico. Já houve maratonas teatrais em Avignon, mas em língua portuguesa, se calhar não… “Em língua portuguesa nunca houve uma aventura destas e estamos muito felizes de poder acompanhar a Carolina e toda a sua equipa da Companhia Cara de Cavalo nisto, que é uma aventura inédita. É o tipo de aventuras que só se pode viver em Avignon, dez horas de teatro. Antes que Carolina Bianchi fosse conhecida do público francês ou europeu, apresentámo-la pela primeira vez em 2023 e logo na altura sabíamos que estávamos comprometidos com continuar a acompanhar a sua trilogia. Entretanto, Carolina Bianchi ganhou o Leão de Prata da Bienal de Veneza, tornou-se numa artista absolutamente reconhecida a nível não apenas europeu, mas mundial. Queríamos estar no lugar do término desta trilogia, a acompanhar a aventura até ao fim e, sobretudo, permitir ao público de descobrir pela primeira vez a trilogia completa inédita. É uma grande aventura para a companhia, que exige enormemente. Também exige do público e das equipas técnicas e de acolhimento. Estamos muito felizes aqui em Avignon de poder propor ao público estas aventuras, porque, como nós costumamos dizer, nós queremos ser uma fábrica de memórias inesquecíveis. E é isso que queremos propor: uma memória inesquecível ao público.” A encenadora brasileira Christiane Jatahy também traz uma peça com um forte teor político. Qual é este alerta também em língua portuguesa que esta peça traz para os dias de hoje? “Christiane Jatahy, acompanhada de Wagner Moura, grande actor que foi este ano nomeado para os Óscares, que ganhou o Globo de Ouro, que ganhou o prémio de interpretação masculina em Cannes no ano passado e, portanto, de alguma forma, é um dos grandes protagonistas deste festival, juntaram-se para - ele actor, ela encenadora, mas ambos como autores do texto deste espectáculo - nos apresentarem um espectáculo que não é uma adaptação de ‘Um Inimigo do Povo' de Henrik Ibsen, mas que se inspira dessa história do dramaturgo norueguês para inventar um processo em tribunal onde se pergunta se alguém que denunciou a contaminação das águas de uma cidade é um herói que tentou ajudar as pessoas, salvar a saúde das pessoas, ou se é um inimigo do povo, alguém que destruiu a economia dessa cidade que dependia das termas, de um spa e dos turistas que vinham. Há um julgamento dessa pessoa e é um julgamento muito também sobre o risco dos julgamentos populares em opinião pública na época das redes sociais, na época em que toda a gente pode exprimir uma opinião, caluniar, difamar e destruir uma reputação publicamente muito facilmente. É uma questão de debate sobre a legitimidade de um gesto político de denúncia, sobre o diálogo entre saúde pública e a economia, essa tensão, também sobre a ecologia muito presente no espectáculo e é, sobretudo, uma interpretação magistral de uma história do repertório agora reescrita e repensada por Christiane Jatahy e Wagner Moura, com um elenco magistral à volta de Wagner Moura, que tem uma prestação absolutamente sublime. Uma peça que nos chega agora de Lisboa, esteve mesmo agora em Portugal em digressão e que é o resultado de uma encomenda que o Festival de Avignon fez com o Holland Festival de Amsterdão e com o Festival de Edimburgo, que são os três festivais europeus fundados no mesmo verão de 1947. Juntos queremos colaborar, continuar a colaborar também para o ano, quando fizermos 80 anos os três festivais e, para este início de colaboração, lançámos o desafio a Christiane Jatahy e a Wagner Moura de criar esta peça e estamos muito felizes. É uma das peças pilar da programação do festival este ano. E muito feliz também que seja a segunda peça falada em português.” Desde a sua primeira edição como director artístico do festival, apresentou “Na Medida do Impossível” e “By Heart” em 2023, “Hécuba, não Hécuba”, em 2024, “A Distância”, em 2025. Antes de ser director, já tinha apresentado “António e Cleópatra”, “Sopro” e “O Cerejal”. Este ano não apresenta peça sua. Posso perguntar porquê? “Porque acho que é importante que o meu trabalho artístico esteja sempre ao serviço do festival e nunca o contrário. E isso exige equilíbrio. Exige, no meu entender - e é a escolha responsável que eu tento fazer - que o meu trabalho não esteja necessariamente sistematicamente presente enquanto artista na programação do festival para deixar espaço a outros, para permitir precisamente que o festival não trabalhe a meu favor, mas o contrário, que quando eu apresento um trabalho, uma peça, um espectáculo no Festival de Avignon, seja para contribuir à programação e também contribuir, de certa maneira, à economia do festival. As digressões dos meus espectáculos produzem receitas que favorecem o festival e que nos permitem convidar outros artistas do festival. E, portanto, eu acredito que o director do Festival de Avignon ou a directora, se forem artistas, devem fazer o seu trabalho no festival, mas devem fazer com a medida que permite que seja o seu trabalho a estar ao serviço do festival e nunca o contrário, como disse. O Tiago Rodrigues é imigrante em França. Não vai poder votar nas presidenciais francesas do próximo ano porque é preciso nacionalidade francesa para isso. Como é que o autor de “Catarina e a Beleza de Matar Fascistas” olha para estas eleições, nomeadamente depois de Marine Le Pen ter confirmado que se vai candidatar? “Não é apenas o autor de ‘Catarina e a Beleza de Matar Fascistas' ou o cidadão Tiago Rodrigues, mas é também o director do Festival de Avignon que toma posição e a posição é muito clara. O Festival de Avignon já pôde fazê-lo no passado, nas legislativas de 2024, que aconteceram ao mesmo tempo que o festival. O Festival de Avignon fez apelo a uma barragem à extrema-direita e, portanto, à União Nacional de Marine Le Pen, e fez um apelo ao voto no campo democrático. Eu não considero, o Festival de Avignon institucionalmente não considera, que a extrema-direita pertence ao campo democrático. A nossa posição é muito clara. Fazemos um apelo à participação nas eleições e é uma barragem clara, sem ambiguidades, à extrema-direita. Será também o caso para as presidenciais, como foi, aliás, para as municipais de Avignon, onde a extrema-direita perdeu uma derrota forte depois também de o festival ter tomado posição e ter anunciado que não trabalharia com a extrema-direita se esta tomasse o poder na cidade de Avignon. Felizmente não foi o caso e não será o caso, eu creio, também nas presidenciais. Sinto muita confiança na lucidez democrática das francesas e dos franceses.” Avignon é, historicamente, a cidade-teatro aberta à contestação, o festival sempre foi politicamente atravessado pelo seu tempo, como acaba de dizer, assim como em Maio de 68, os debates pós-coloniais, as crises migratórias. Este ano, qual é a causa a atravessar esta edição? “Cada Festival de Avignon é, por um lado, um sintoma de implicação com a actualidade, com os grandes fenómenos da actualidade e, portanto, a cada festival vemos novas questões, novas causas, novos debates a surgirem. E é também por isso que este ano quisemos celebrar esta 80ª edição, pondo as questões e os questionamentos no centro do discurso. Este é um festival que desde 1947, por 80 ocasiões, colocou questões ao mundo, as questões dos artistas, acompanhando os artistas a criar espectáculos que traduzem os seus questionamentos e permitindo ao público de se apropriar destas questões para ter os seus debates. O Festival é muito conhecido pelos seus debates, apaixonantes e apaixonados, por vezes bem intensos, e nós gostamos que seja assim. Gostamos que seja assim, aqui no Café das Ideias, onde estamos e onde acontecem todas as manhãs grandes debates, mas também nas ruas, nas praças, espontaneamente. Discutindo espectáculos, nós discutimos o mundo e questionamos o mundo. Este ano, como todos os anos, julgo que a questões que atravessam a actualidade, seja questões ligadas, por exemplo, às eleições presidenciais, questões ligadas à crise climática, às vagas de calor e à aceleração de medidas que os governos têm que tomar para combater a crise climática, defender a biodiversidade, mas também a vida e o bem-estar das pessoas e questões que são intemporais. Este ano temos, por exemplo, dois Hamlet, portanto, a questão de ‘ser ou não ser', que já existe há 400 anos, aqui está de novo. É esta mistura de questão política e questão íntima, de questão pública e questão individual, que anima a cada ano o festival que quer continuar a ser um festival de liberdade de expressão, de implicação com o mundo, mas com uma grande pluralidade de pontos de vista. Não é um festival de pensamento único que está aqui para convencer as pessoas seja do que for. É um espaço de liberdade onde os artistas e o público se podem exprimir com toda a liberdade, e deve dizer-se isto várias vezes, numa França onde, infelizmente vemos, como noutros países da Europa e do mundo, a liberdade de expressão e de criação a ser ameaçada. A França não é imune a isso. Já não se trata apenas de uma ameaça, mas de ataques repetidos em vários territórios de França. Aqui em Avignon, a primeira coisa que podemos fazer para responder a essa ameaça é praticar toda a liberdade de criação, toda a liberdade de expressão.” É essa a sua assinatura mais pessoal nesta edição? Reafirmar a liberdade de criação junto dos artistas, dar-lhes um espaço seguro aqui no festival? “Eu não acredito em assinaturas pessoais. Isto é o trabalho de mais de 700 pessoas que organizam este festival. O pensamento do festival não emana apenas de mim, é de dezenas de pessoas, de centenas de discussões, ele emana dos artistas e emana do público. E eu convido sempre quem me coloca essa questão de ‘Qual é a marca que tu, enquanto director, queres imprimir? Qual é o teu cunho pessoal?' O meu cunho pessoal é: Perguntem às pessoas na rua o que sentem em relação a este festival, como estão a vivê-lo. É permitir colocar-me ao serviço desta história, desta aventura colectiva que atravessa gerações. São os filhos que transmitiram aos netos, que transmitem aos vindouros este amor do teatro e este amor de poder juntar-se sem ser à volta de uma mesma ideia, juntar-se à volta do debate, à volta do facto de podermos estar juntos, felizes, a desfrutar das artes do teatro em desacordo. Este desacordo é o princípio do diálogo e o diálogo é o fundamento da democracia.” Falou da questão da filiação, da transmissão intergeracional. Está em França há quatro anos. Emigrou como o seu pai e como tantos milhares de portugueses o fizeram no século XX, durante a ditadura portuguesa. O seu pai foi acolhido pela França e o Tiago é convidado pela França para dirigir o maior festival de teatro francês, quando justamente há esta ameaça de a extrema-direita chegar ao poder. Isto é uma história que poderia dar uma peça de teatro. Qual é o poder simbólico desta história no contexto político actual? “Devo dizer que, enquanto director do Festival de Avignon, português, saber que estou ao serviço desta aventura, dos valores democráticos, republicanos, progressistas deste festival que é um festival também ecologista, feminista, anti-racista porque defende esses valores da democracia, da liberdade, da igualdade, da fraternidade, saber-me ao serviço destes valores, através deste festival, é para mim, de alguma forma, tentar também pagar a dívida de gratidão que tenho em relação à sociedade francesa que acolheu o meu pai quando o meu pai precisava de ser acolhido.” Obrigada por continuar a transmitir esta história e obrigada por também transmitir a história da emigração. “Vou dizê-lo para a RFI, é a primeira vez que falo disto publicamente: acho que será o tema do meu próximo espectáculo.”
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No fatídico dia 15 de março de 2022 ia ao ar o primeiríssimo Cabana RdM. Discutindo o filme O Duende (1993), nos reunimos para uma conversa um pouco mais informal que rapidamente se transformou em uma tradição quinzenal no nosso podcast. Mais de quatro anos depois, entre mini reviews, listas e assuntos diversos, chegamos ao impressionante episódio de número 100.E para comemorar esse marco, decidimos retornar para a década que começou tudo para nós: os saudosos anos 90. Chegou a hora de selecionarmos e revisitarmos alguns dos melhores filmes de terror lançados nos anos em que nascemos. Sim, prepare-se para retornar para 1992, 1994 e 1997.Mostrando que a década produziu muita coisa boa (incluindo nós mesmos), embarque por essa jornada nostálgica que celebra o centésimo episódio do nosso querido RdM pocket ao mesmo tempo em que revela na caruda nossa própria idade. O Cabana RdM começa agora.O RdMCast é produzido e apresentado por: Gabi Larocca, Gabriel Braga e Thiago Natário.ARTE DA VITRINE: Estúdio GrimESTÚDIO GRIM – Design para conteúdo digitalPortfólio: https://estudiogrim.com.br/Instagram @estudiogrimcontato@estudiogrim.com.brPODCAST EDITADO PORFelipe LourençoSEJA UM(A) APOIADOR(A)Apoie o RdM a produzir mais conteúdo e ganhe recompensas exclusivas!Acesse: https://apoia.se/rdmConheça a Sala dos Apoiadores: https://republicadomedo.com.br/sala-dos-apoiadores/CITADOS NO PROGRAMAGabiDrácula de Bram Stoker (1992)O Mistério de Candyman (1992)Fome Animal (1992)BragaPelo Amor e Pela Morte (1994)À Beira da Loucura (1994)Mamãe é de Morte (1994)Thiago:Perfect Blue (1997)Pânico 2 (1997)O Enigma do Horizonte (1997)Citações off topicA Lenda de Candyman (2021)Contos da Meia-Noite (1997)O Mestre dos Desejos (1997)EpisódiosRdMCast #306 – O Horror em Peter Jackson: Náusea Total e Fome AnimalRdMCast #328 - Candyman: diga seu nome (se tiver coragem)(teaser) Cabana RdM #95 - Converteram o Drácula(prévia) Cabana RdM #64 - 30 anos de Mamãe é de MorteRdMCast #450 – Especial John CarpenterRdMCast #409 – 7 ótimos filmes de horror no espaçoRdMCast #418 – Especial Satoshi Kon: o artífice de sonhosRdMCast #452 - Horror no metrôRdMCast #317 – O Horror depois de Pânico: Adolescentes nos anos 90Tem algo para nos contar? Envie um e-mail!contato@republicadomedo.com.brTwitter: @RdMCastInstagram: Republica do Medo
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Ocorreu uma queda de energia, as jaulas foram abertas e os dinossauros... se reuniram para reassistir o clássico Jurassic Park. Discutindo se este filme se manteve preservado em âmbar ou se tornou um dinossauro cinematográfico.
Já diz a vasta sabedoria popular: Quem tem um backup, não tem nenhum! No Nerd na Cloud de hoje, vamos analisar a recente queda nos servidores da AWS, que paralisaram boa parte dos serviços online pelo mundo. Discutiremos o que realmente aconteceu, e o que aprendemos para evitar o mesmo problema no futuro! MAGALU CLOUD Conheça o Magalu Cloud: https://jovemnerd.short.gy/Magalu_Cloud_Nerd_na_Cloud ARTE DA VITRINE: Randall Random EDIÇÃO COMPLETA POR RADIOFOBIA PODCAST E MULTIMÍDIA Mande suas críticas, elogios, sugestões e caneladas para nerdcast@jovemnerd.com.br Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
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Economia Underground, um podcast institucionalista.Hoje é dia de interagir com a nossa querida audiência, que vem mandando conteúdos muito interessantes para que comentemos e compartilhemos reflexões.O primeiro conteúdo é uma publicação do The Summer Hunter em parceria com a Fast Company Brasil que vem destacando uma "tendência emulativa nas redes sociais associada à prática do ócio".E o segundo conteúdo que trazemos hoje é a discussão que parou o brasil: quem faz e de onde vem os cacarecos da Tania Bulhões?Nos siga no Instagram: @economiaunderground
A série Ruptura (Severance) começa como uma crítica ao corporativismo moderno, mas evolui abraçando aspectos da identidade, felicidade, dor, luto, prisão e liberdade, existencialismo e... cabras?
Miksat novo em menos de 6 meses? Ou o mundo está acabando ou eu sou realmente uma nova pessoa hahah Prometi que com 100 plays ia ter episódio novo e olha eu aqui ENTREGANDO o prometido, palmas pra mim sim
Hoje é feriado nacional!!! Com piadas copiadas do perfil @festadafirma, que por sua vez copiou de fonte desconhecida, hoje vamos contar histórias de festas da firma, esse evento anual preparado pela sublime competência do RH à mando direto de Satanás (o Jurupari, o Mafarrico, Lucifér ou Belfegor...) Um ambiente propício à depravação não aprovada nem pelos códigos de conduta, nem pelos departamentos de Diversidade, Igualdade e Inclusão - uma armadilha clara que nós esperamos o ano todo pra cair, e caímos felizes. Vamos puxar aqui histórias nossas e de terceiros, pra animar seu fim de ano na nossa despedida de 2024. Lembrou de umas histórias boas aí? Pois manda ela pra gente - capricha nos detalhes que a gente garante seu anonimato. Manda ela pro email: ouvinte@horadoteugo.com Quer comentar esse episódio com a gente e com outros ouvintes?? Pois entra agora no nosso grupo de Telegram, que tá todo mundo lá! Entra também lá no nosso Instagram, por que não?? Nesse episódio: O apêndice; Isso aqui não é uma democracia! Recall agora mesmo! Qual o EPI correto pra minha ferramenta? Por que a festa acabou cedo esse ano? Fale com a minha bunda! Executivão do Whatsapp; Denúncia é coisa de otário? Dando a ordem pro mão de onça; Altercação entre jovens dinâmicos; Discutindo com um gaúcho sobre o sentido do rio; O Grêmio transa; Querem ser meus pais? Problemas psicológicos em Criciúma; Pense num pai bravo! Loucuras do Bloco de Línguas da faculdade; Seu Simone; Chance perdida na auditoria; Colona comprada na planta; Churrasco aos 40; Paulista depilado; Dupla jornada; Mini-Acidente; Caguetagens aceitas; Copan no auge; As novas quatro inteligências; Fazendo fila no RH; Dois filhos de latina; Tem certeza que quer levar isso adiante? Infidelidade promovendo incautos; Sai daí, papai! Raio da traição; Quem compra tinta sexta-feira à noite? Obrigado a comer a coroa; A menina que só queria lanchar; Mamãe Emília da Roda Torta; McLeporino; Tiquinho; Não se limpa mais o karma como antigamente; O Happy Hour do Fim do Mundo; Desafio alcóolico; Whole Lotta Rosie; O carro amaldiçoado; Cadê a mulher?!? Casando com o stalker; DJ Eletrofunk do bar da morte; Ladrão de cone; Antes que o mundo acabe; Investigação do Karaokê; ...e muito mas muito mais!!! Host: Scheid, o CEO. Bancada: Punk Willians, Roqueiro Caio, o Menino Central (+ filho do Central, Cachorro do Central e Muié do Central), meu Irmão Michell e General Maciel.
Entre Nós, podcast original do Núcleo de Podcast da TV Unifor, oferece uma nova maneira de explorar o universo da cultura pop, misturando leveza e bate-papo envolvente. Com a marca registrada da descontração, os apresentadores mergulham em conversas sobre filmes, séries, música e arte, criando um ambiente de diálogo íntimo e divertido com os ouvintes.Neste episódio, os apresentadores Beatriz Barros, João Bosco Neto, Matheus Pinheiro, Vinícius Pires e Clara Cezarino dialogam sobre o papel das redes sociais na formação da cultura pop. Discutindo sobre como as redes sociais na totalidade influenciam o mundo pop, os apresentadores contam e discutem sobre as tretas, discussões e as formas de influência que as redes sociais geram em cima do mundo pop.FICHA TÉCNICA:Técnicos de áudio e edição: Rufino SalesProdução: Amanda Albuquerque , Beatriz Barros, Clara Cezarino, Clarisse Maciel, Ícaro Santiago, João Bosco Neto, João Pedro Moreira, Letícia Brandão, Matheus Pinheiro, Pablo Santos, Samuel Pordeus, Ticy Melo, Vinicius Pires e Yuri Lima. Coordenadores de produção de podcast: Ana Paula Farias e Max EluardDireção-Geral: Max Eluard
Governo segue discutindo sobre corte de gastos nesta semana. Veja trechos da delação do empresário jurado de morte pelo PCC. Ucrânia deixa país no escuro e coloca população sob alerta máximo após ameaça de grande ataque russo. Donald Trump escolhe Tom Homan como o responsável por cuidar das fronteiras dos EUA. Flamengo vence o Galo, conquista a Copa do Brasil e é Pentacampeão.
SAIBA MAIS SOBRE O PROGRAMA EAG: https://mkt.empresaautogerenciavel.com.br/eag?utm_source=spotify&utm_medium=organic&utm_campaign=podcasteag&utm_term=264&utm_content=descrica SOBRE O CONVIDADO: Théo Orosco é CEO da Exact Sales, autor do livro De Zero a 50 milhões e Mentor no G4 Educação. NAVEGUE PELO PODCAST: 00:00 - Introdução 02:42 - Quem é Theo Orosco 10:58 - A história da Exact Sales 28:22 - Como chegar na pessoa certa 32:20 - Discutindo um bom pitch de vendas 41:04 - Do zero aos 50 milhões 48:42 - Habilidades comportamentais e técnicas 56:37 - Mapeando as prioridades de uma empresa 01:01:53 - Falando de Pensamento de Design (Design Thinking) 01:05:24 - O gestor é o responsável por desenvolver o time 01:08:54 - Energia alta, humor positivo! 01:20:20 - Venda além do seu produto 01:41:56 - Encerramento 01:42:52 - Comandos SOBRE O PODCAST EMPRESA AUTOGERENCIÁVEL: Um podcast repleto de dicas e conselhos de um empreendedor de sucesso, que ajudará você a acabar com o caos na sua empresa através de uma equipe autogerenciável! O QUE É O PROGRAMA EAG? Um treinamento exclusivo para donas e donos de empresas, baseado nos 6 pilares de uma empresa autogerenciável: Domínio Pessoal, Cultura, Liderança, Gestão, Finanças e Tração. SAIBA MAIS SOBRE O PROGRAMA EAG: https://mkt.empresaautogerenciavel.com.br/eag?utm_source=spotify&utm_medium=organic&utm_campaign=podcasteag&utm_term=264&utm_content=descrica SAIBA MAIS SOBRE A YUP CHAT – Plataforma de comunicação multicanal para empresas https://yup.chat ACOMPANHE NOSSAS REDES SOCIAIS: EAG: https://www.instagram.com/empresaautogerenciavel/ MARCELO GERMANO: https://www.instagram.com/marcelogermanoeag/ ROGÉRIO VALENTIM: https://www.instagram.com/rogeriovalentimeag/ Siga o Podcast Empresa Autogerenciável no Spotify Avalie o podcast! Deixe nos comentários qual foi o comando que você pegou! Compartilhe com os amigos
Descrição em breve...
VC.clopedia : https://www.vcclopedia.com/Pergunte ao VC-Bot: https://gptupload-production.up.railway.app/Se quiser mandar novas perguntas ou votar, use esse link: https://pergunteaovc.kampsite.co/Para seguir o canal: https://www.youtube.com/@pergunteaovcPara seguir no Spotify : https://spoti.fi/2sonEONPara seguir no Itunes: https://podcasts.apple.com/us/podcast/id1489205902Hoje respondo:empresa em 2 continentes?Ola Rodrigo. Estou para abrir uma startup com 2 CEO's (produto pronto semana que vem), pois estão em países diferentes e isso poderia acelerar o crescimento em 2 continentes. Você teria como fazer um vídeo falando que caso isso acontecesse, se investiriam numa empresa dessas.? Timeline:**Desenvolvimento de empresas em dois continentes (00:00:02)**Discutindo a complexidade e aconselhando contra a expansão prematura para evitar adicionar complexidade desnecessária.**Complexidade desnecessária na operação (00:01:06)**Enfatizando a importância de simplificar a operação e resolver desafios iniciais antes de considerar a expansão para outros mercados.**Começar de forma simples e gradual (00:02:26)**Aconselhando a começar de forma simples e gradual, evitando adquirir complexidade que não é essencial no estágio
Hoje é episódio no modo shuffle: Jeska e Neko relembram os bons momentos de férias de julho, trends de músicas com miau miau, o jeitinho Dua Lipa de viver e a nostalgia das músicas da adolescência.
Santiago e David falam da animação Divertida Mente 2 (2024). Animação da Pixar que continua a história de Riley juntamente com as suas velhas e novas emoções! --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/paideiageek/message
Debate da Super Manhã: Um casal é formado por duas pessoas completamente diferentes. Embora às vezes tenham personalidades, opiniões e gostos semelhantes, ainda carregam uma bagagem histórica e cultural distinta. Neste Dia dos Namorados, 12 de junho, vamos conversar com os nossos convidados sobre os desafios do amor, como superar as diferenças e resolver as dificuldades. Participam a psicóloga e coordenadora do Curso de Psicologia da UNINASSAU Paulista, Márcia Karine Monteiro, o sexólogo e terapeuta de casais, Gledson Ricca, e o Personal financeiro, Leandro Trajano.
A nova moda é live action de anime e queremos saber se Parasyte precisava uma série depois do anime. O que você acha?Parasyte é uma obra japonesa que utiliza de recursos de ficção cientíica e fantasia pra tratar questões humanas, sociais e filosóficas. Afinal, o que nos torna humanos? Em sua nova adaptação, Paasyte The Grey expande o universo apresentado no mangá e no anime Parasyte The Maxim, trazendo personagens originais e uma proposta nova. Discutindo os temas envolta das adaptações, Domenica e Senhor Basso conversam sobre tudo que amam e que não gostam dessas duas adaptações. Pegue sua pipoquinha, seu fone de ouvido e dá o play nesse episódio!Depois, nos conte o que achou, claro! O que você faria se fosse parasitado? :)Apresentação: Domenica Mendes e Senhor Basso Pauta: Domenica MendesProdução: Domenica MendesAssistente: Leonardo TremeschinEdição: Leonardo Tremeschin
Quem Criou Deus? | DISCUTINDO CIÊNCIA com MARCOS EBERLIN --- Support this podcast: https://podcasters.spotify.com/pod/show/nonato-souto/support
No programa Blue Team Academy de hoje, Fábio Sobiecki mergulha profundamente no mundo da segurança da informação, oferecendo insights valiosos sobre gestão de vulnerabilidades. Com um foco na importância de identificar, classificar, remediar e mitigar vulnerabilidades em softwares e processos, Sobiecki destaca o papel crítico deste processo contínuo na proteção das empresas contra ataques cibernéticos. Além disso, ele aborda a relevância de ferramentas de detecção de vulnerabilidades, estratégias de remediação e a necessidade de uma abordagem baseada em risco para priorizar as ações de segurança. Acompanhado de dicas práticas para iniciar a gestão de vulnerabilidades eficazmente, este episódio é um recurso essencial para profissionais e entusiastas da área. Bem-vindos ao Blue Team Academy! Neste episódio especial, Fábio Sobiecki nos guia pela crucial área de gestão de vulnerabilidades, explicando seu impacto na segurança das organizações e como efetivamente protegê-las. Discutindo desde a identificação de vulnerabilidades até as estratégias para sua mitigação, Sobiecki oferece um olhar aprofundado sobre como manter sistemas e dados seguros. Além disso, compartilha dicas valiosas para quem busca ingressar ou se desenvolver na carreira de cibersegurança. Não perca a chance de aprimorar seu conhecimento e proteger melhor sua empresa contra as ameaças digitais. Quer aprofundar seus conhecimentos em cibersegurança e aprender como proteger sua empresa contra vulnerabilidades? Acesse o curso da Blue Team Academy em https://blueteam-academy.com.br/curso-formacao-bta e comece hoje mesmo sua jornada para se tornar um especialista em segurança da informação!
O episódio de fevereiro do Discutindo Cinema e o segundo no formato de Podcast, com participação do crítico Alysson Oliveira, traz à tona a velha discussão do brasileiro que acha o cinema argentino melhor e desvaloriza seu próprio cinema, aproveitando como gancho o lançamento do filme "O Mal Que Nos Habita". REDES SOCIAIS VICTOR RUSSO: - @victorhcrusso (Instagram) - Filmesefilmes.com (Críticas Escritas) - @victorhcrusso (Letterboxd) - @victorhcrusso (Twitter) REDES SOCIAIS ALYSSON OLIVEIRA: - @aly.oliveira0530 (Instagram) - @alyoliveira (Letterboxd) - Portal Cineweb (Críticas)
Acompanhe as principais notícias desta sexta-feira (9) no podcast UOL News com apresentação de Thiago Varella e comentários dos colunistas do UOL.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Depois de mais de dois anos, o 16 MM Podcast está de volta com o episódio 9 do quadro Discutindo Cinema (antes apenas no YouTube). Victor Russo recebe os críticos Diego Quaglia e Philippe Leão para falar sobre a Nova Hollywood e o Maneirismo. REDES SOCIAIS VICTOR RUSSO: - 16 mm (YouTube) - @victorhcrusso (Instagram) - Filmesefilmes.com (Críticas Escritas) - @victorhcrusso (Letterboxd) - @victorhcrusso (Twitter) REDES SOCIAIS DIEGO QUAGLIA: - Fiz Cinema (YouTube) - @diegoquaglia2 (Twitter) - @diegoquaglia2 (Instagram) REDES SOCIAIS PHILIPPE LEÃO: - Philippe Leão (YouTube) - @profphilippeleao (Instagram) - @profphilippeleao (Twitter)
Lula convidou a própria mulher para dividir a live oficial Conversa com o Presidente nesta terça-feira, 19. Numa conversa recheada por amenidades como os “pulinhos” que a primeira-dama faz o petista dar quando chega ao Palácio da Alvorada, os dois aproveitaram para voltar à carga com o discurso de regulação das redes sociais. “Por uma hora e meia, o seu Elon Musk fico muito mais milionário com aquele ataque”, disse a primeira-dama ao se referir à invasão de seu perfil no X, ex-Twitter. É a agente Janja em ação. Durante a live, Lula disse que sua mulher é “uma agente política”. Era antes mesmo de os dois iniciarem o relacionamento, quando ela o visitava na cadeia, em Curitiba. Mas, entre os elogios. o petista passou também uma mensagem pública à primeira-dama: “Ela não precisa de cargo para ser importante”. O governo chegou a anunciar, em março, que Janja ganharia um cargo oficial: a chefia do Gabinete de Ações Estratégicas em Políticas Públicas. Mas o tempo passou e a nomeação não veio, pelo receio de transformá-la em alvo da oposição no Congresso Nacional. Discutindo a relaçãoMesmo sem cargo, Janja despacha de sua sala no terceiro andar do Palácio do Planalto e influencia a política de Lula, segundo as palavras do próprio presidente. “Mesmo quando ela faz cobranças, faz cobranças que eu sei que são pertinentes”, comentou o petista na live desta terça-feira. Janja complementou: “Sei o momento de calar e sei que ele vai refletir [sobre] o que foi que eu falei e o que foi que ele falou, e ele sempre volta num tom mais OK”. Lula também usou a live para fazer uma declaração à mulher. “Eu não quero duvidar da vida de ninguém, não convivi pessoalmente com os outros presidentes, mas eu vou contar uma coisa para você: acho que esta casa aqui, onde a gente está agora, o Palácio da Alvorada, nunca teve a porção de amor que está tendo agora para governar”. Lula, que governou de 2003 a 2010, quando era casado com a falecida Marisa Letícia, está entre os outros presidentes que ele mesmo mencionou. A regulação das redes sociais, sob pretexto de estabelecer limites e responsabilidades a usuários e plataformas pelas publicações realizadas, pode dar margem, a depender do texto do projeto e da agência responsável pela fiscalização, à censura de verdades inconvenientes e à perseguição de natureza política. Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo... e muito mais. Link do canal: https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Ser Antagonista é fiscalizar o poder. Aqui você encontra os bastidores do poder e análises exclusivas. Apoie o jornalismo independente assinando O Antagonista | Crusoé: https://hubs.li/Q02b4j8C0 Não fique desatualizado, receba as principais notícias do dia em primeira mão se inscreva na nossa newsletter diária: https://bit.ly/newsletter-oa Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
E a Jeska que não quis ser atrapalhada no seu pomodoro ???? kkkkk Hoje tem a Anitta no retiro espiritual e MARIAISABELLL com email de Hollywood e perrengues no busão
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Durante a pandemia, muitas das práticas na educação tiveram que se adaptar, tanto para um novo formato ou até mesmo para uma nova metodologia. Algumas dessas mudanças já estavam sendo implementadas e foram aceleradas, algumas formas abandonadas com a volta ao presencial, mas e daqui pra frente? Como vai ser a educação do futuro?
Durante a pandemia, muitas das práticas na educação tiveram que se adaptar, tanto para um novo formato ou até mesmo para uma nova metodologia. Algumas dessas mudanças já estavam sendo implementadas e foram aceleradas, algumas formas abandonadas com a volta ao presencial, mas e daqui pra frente? Como vai ser a educação do futuro?
MIL COISAS nesses final de semana! Fomos ver o J Balvin em São Paulo, teve Murilo Benício discutindo data de aniversário dos filhos no Domingão e a Simaria criando um novo meme no Fantástico. VEM QUE TEM Entre pro grupo do Telegram: http://picpay.me/diariodebordo
#977-Discutindo questões do TEC - Dissecção de aorta! by Cardiopapers
Os Doninhos pediram e o feat aconteceu. Chamamos o casalzão Nanaths e o Lusca pra contar todos os bastidores do casamento na França, expor as manias um do outro e contar os perrengues que já viveram juntos. Vem que tá demais!
Uma breve pesquisa no Google sobre Dom Pedro I nos mostra um homem cheio de defeitos. Em que medida as notícias escandalosas correspondem à sua biografia? Por que preferem exaltar seus vícios em detrimento de suas virtudes? Quem foi Leopoldina, a primeira mulher a governar o Brasil? Nossa independência foi assinada por uma mulher? Como era o relacionamento dela com Pedro? Realizamos uma série de lives da Semana da Independência com convidados especiais, tivemos a honra de receber Bia Bernardes, autora da coleção Grandes heróis para pequenos brasileiros, que tem cativado tantos brasileirinhos patriotas. Nossa live foi uma verdadeira DR: Discutindo a Relação de Dom Pedro I e Dona Leopoldina. Embora a coleção seja destinada ao público infantil, o conteúdo da nossa live é para os pais e professores, por estarmos tratando de temas íntimos da vida do casal.
O quarto episódio do arrumadinho é pra quem estava com saudades do formato original do programa. Discutindo sobre o guia eleitoral e a propaganda política nas eleições 2022, temos de volta na frente dos microfones a equipe da Marco Zero Conteúdo. Inácio França, Inês Campelo e Sérgio Miguel conversam sobre as estratégias, as bandeiras e a participação das redes sociais na campanha eleitoral. A Marco Zero Conteúdo é um veículo de jornalismo independente, sem fins lucrativos, que sobrevive da colaboração de quem acredita no nosso trabalho. Se você é uma dessas pessoas, nos siga lá nas redes sociais, assine os conteúdos da Marco Zero ou faça sua doação. PIX (CNPJ: 28.660.021/0001-52)
Agora o ARONESCAST É GRAVADO AO VIVO NO YOUTUBE!! para manter a versão em AUDIO AJUDE O PROGRAMA! Link para o GUIA8 semanas: https://bit.ly/Guia8semanasFLEX cupom: ARONESCAST
No último episódio do mês dos namorados recebemos o casal maravilhoso Nátaly Neri e Jonas Maria, que se conheceram na internet, cada um com o seu fake. Calma que a história só melhora. Show de exposição e fanficagem!
Foquinha e André recebem o casal icônico Deborah Secco e Hugo Moura para muita exposição, histórias de vidência, papo com Deus, DR, cervejinha gelada e amizade sincera.
Nossos amigos Vitor DiCastro e Vini Cordeiro entregaram exposição nesse episódio. Um casal que passou por muitos perrengues: primeiro encontro em sauna, porre do Vitor na lua de mel e mico em Berlim. Nota 10/10 no quesito crise de riso da Foquinha. Siga a gente: http://instagram.com/donosdarazaopodcast
Junho é um mês de comemoração: o Donos da Razão completa 3 anos, é o mês dos namorados e do orgulho LGBTQIA+. Então para começar, chamamos o casalzão Tiago Abravanel e Fernando Poli para expor a relação!
Voltando a abordar esse tema polêmico, mas altamente relevante, este podcast tem a intenção de olhar para a essência da tese que declara a Sé de Pedro vazia e apontar onde estão os seus problemas e dificuldades. O propósito central, portanto, não é fazer refutação a nenhum material específico, nem fazer ataques pessoais a ninguém. Reiteramos que somos gratos ao trabalho que o Luciano prestou a este canal. Não escondemos que sua saída foi um dos fatores que impulsionaram a gravação, mas tal evento está contido em um fenômeno de muito maior proporção no Brasil. E ficarmos calados não é uma opção. Vídeo mencionado: Podcast do Pablo Cânovas sobre o tradicionalismo dócil e o tradicionalismo crítico https://www.youtube.com/watch?v=4uJMNALwghQ Referências: Carlos Nougué: Do Papa Herético e outros opúsculos Carlos Nougué: Estudos Tomistas -- opúsculos II. P. Álvaro Calderón: A Candeia debaixo do Alqueire Código de Direito Canônico de 1917 S. Afonso Maria de Ligório: História das Heresias e Suas Refutações Pio XII: Mystici Corporis Paulo IV: Cum ex apostolatus officio Playlist contra o sedevacantismo no canal do Mosteiro da Santa Cruz https://www.youtube.com/playlist?list=PLodbhcUsTkqvMxgv29s0qH-UwPj_eVQRI Artigos contra o sedevacantismo publicado no canal Católicos Telegram https://t.me/CatolicosTelegramOficial/192 Para contato e doações (Pix/PayPal): tradtalk [arroba] mail.com Telegram: https://t.me/tradtalk Spotify: https://bit.ly/TradTalkSpot Anchor: https://bit.ly/AnchorTrad CastBox: http://bit.ly/CastBox1 00:00 Apresentação 02:26 Causas e consequências do sedevacantismo 10:07 O problema da livre interpretação 14:49 Os pontos de vista sedevacantistas 20:51 A excomunhão do Papa Honório I 27:19 Sobre o papa herético 33:12 Indefectibilidade da Igreja 38:28 A Igreja sumiu? 47:43 São Roberto Belarmino e outros teólogos 58:29 A bula de Paulo IV e a perda do pontificado 01:05:28 O Sedeprivacionismo e a formalidade do Papa 01:22:33 Como ver a crise na Igreja 01:33:47 Discutindo com sedevacantistas 01:37:35 Considerações finais Episódios relacionados https://www.youtube.com/playlist?list=PLt9k36wF_V_Na0jRgTds-0Fqr8OlhAvaG
Discutindo da estética como princípio ético ao politicamente correto "correto". O quarteto também fala sobre o objetivo do trabalho e de seu papel social. E é claro que tem mais! Ouça agora!
Para comemorar o nosso centésimo episódio do podcast, trouxemos hoje um amigo de longa data pra discutir arquitetura e tematização dos parques a fora: o arquiteto Guilherme Rehbein, da Arching Arquitetura. Obrigado pelo bate-papo e por compartilhar suas experiências conosco, Gui!
Discutir a relação, mais conhecida como DR, é o tema no podcast 'Prazer, Renata' desta semana. A psicanalista e escritora Elisama Santos contou como discutir a relação de forma eficaz. Especialista em comunicação não violenta, ela tirou as principais dúvidas das ouvintes do podcast e explicou quais são as melhores estratégias para ter conversas difíceis com o parceiro ou a parceira.
Pads & Regatas Podcast - O Front Office da Resenha NBA e NFL
Até onde o torcedor de Chicago pode sonhar com o Bulls 2021? Depois do melhor começo nos últimos 25 anos, tudo se tornou possível e até o momento da publicação deste, a franquia hexacampeã figura no TOP3 do leste. E claro que nossa dupla de quinta não ia perder esse fato histórico, né? Octavio e Flavio recebem ele, representando o @SeeRed_br e também nossas redes que você adora, Mikezito! Na presença desse grande apaixonado pelo Bulls os meninos questionam: Zach LaVine será capaz de levar esse time do Bulls numa corrida à pós-temporada? E o Vooch, contratado a preço de ouro mas com performances ordinárias, dará a volta por cima e se tornará o Robin pro Batman do Lavine? Ou será este o próprio DeMar DeRozan? Dê o play e descubra: (1) Porque Carushow não é só um meme e muito mais que um animal spirit, (2) o futuro promissor de Ayo, a jóia local que promete deixar a cidade inteira orgulhoso e (3) porque a tranquilidade é trágica, como diria Antônio Abujamra.
Discutindo suas carreira no fisiculturismo