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A obra de ampliação e adequação da ala de internação obstétrica do Hospital Santa Otília, em Orleans, terá início no próximo dia 15, representando um importante avanço para a saúde pública do município e de toda a região. O projeto contará com investimento aproximado de R$ 5,4 milhões, destinado à modernização da estrutura e à ampliação da capacidade de atendimento da instituição. Do total de recursos, R$ 4 milhões são provenientes do Governo do Estado de Santa Catarina, enquanto R$ 1,4 milhão foram viabilizados por meio de emenda parlamentar do senador Esperidião Amin. O investimento permitirá a conclusão de uma estrutura que permaneceu inacabada por mais de três décadas e que agora será transformada em um espaço moderno, voltado ao atendimento de gestantes, mães, recém-nascidos e seus familiares. Como etapa preparatória para o início das obras, representantes da Administração Municipal, da direção do Hospital Santa Otília e da empresa responsável pela execução participaram de uma reunião de alinhamento técnico. No encontro, foi apresentado o cronograma dos trabalhos e discutidas as ações necessárias para o desenvolvimento da obra. O projeto prevê a ampliação e adequação da área de internação obstétrica, proporcionando melhores condições de trabalho para as equipes de saúde e fortalecendo a capacidade de atendimento do hospital. A expectativa é que a nova estrutura ofereça mais conforto, segurança e qualidade na assistência às pacientes e seus bebês. A diretora do Hospital Santa Otília, Cris Valvassori, participou de entrevista no programa Cruz de Malta Notícias desta quinta-feira (11), quando destacou a importância da obra para a instituição e para toda a comunidade regional, ressaltando que o investimento representa uma conquista histórica e um passo significativo para o fortalecimento da saúde em Orleans e nos municípios atendidos pelo hospital.
A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal realiza no dia 26 de junho, em São Ludgero, uma audiência pública para discutir os impactos de projetos de lei e normas regulatórias que afetam a indústria de plásticos descartáveis no Brasil. O encontro, solicitado pelo senador Esperidião Amin, levará o debate para o Sul Catarinense, região que abriga o Polo Nacional do Plástico Descartável. Entre os temas em pauta estão propostas que restringem produtos descartáveis e materiais multicamadas, além da busca por uma transição equilibrada para a economia circular. A programação também prevê a apresentação do projeto Defesa Circular, que terá um projeto-piloto em Orleans e pretende fortalecer a reciclagem de plásticos por meio de educação ambiental e sistemas de rastreabilidade. O evento integra a mobilização “Transição Justa dos Plásticos para a Economia Circular” e contará com a participação de representantes da indústria, universidades, entidades ambientais, trabalhadores e cooperativas de catadores. Além da audiência pública, aberta ao público a partir das 15h, haverá um Fórum de Debates das 13h às 15h, na sede social da CEGERO. O diretor executivo do SINPLASC (Sindicato das Indústrias Plásticas do Sul Catarinense), Elias Caetano, participou de entrevista no programa Cruz de Malta Notícias desta segunda-feira (8), onde destacou a importância do encontro e convidou a comunidade e os setores envolvidos a participarem das discussões.
Em visita ao Sul do Estado nesta quinta-feira (14), o deputado federal Fábio Schiochet (União Brasil) oficializou a entrega de uma emenda parlamentar no valor de R$ 500 mil para Lauro Müller. O recurso, solicitado pelo vereador Valdecir Miotello, será destinado à pavimentação da Rua Padre José de Anchieta, no bairro Arizona. Em tom de agradecimento, o vereador Valdecir Miotello, responsável por solicitar o recurso para o município de Lauro Müller destacou a visita do deputado. "É um deputado sempre solícito. Sempre que o buscamos, ele nos atende bem. Vamos trabalhar em cima do nome dele", afirmou, mencionando o apoio à reeleição do parlamentar. Apesar de o União Brasil atuar como um partido de oposição à atual gestão da prefeitura de Lauro Müller, o presidente municipal da legenda e ex-prefeito, Hélio Bunn, enfatizou que o desenvolvimento local deve prevalecer sobre as divergências partidárias. "O União Brasil, mesmo sendo um partido de oposição ao governo municipal, não deixa de estar ajudando com verba e recurso para o bem e o desenvolvimento do município", afirmou Bunn. Além da agenda de entregas, o deputado comentou sobre os rumos do União Brasil para as próximas eleições. Pré-candidato à reeleição, Schiochet reforçou seu compromisso com pautas conservadoras, como a defesa da liberdade e dos valores familiares. No cenário estadual, o deputado detalhou a consolidação da federação entre o União Brasil e o Progressistas, que deve se estender até 2029. Schiochet confirmou o apoio à reeleição do senador Esperidião Amin e anunciou a composição de uma "aliança por Santa Catarina" para a disputa ao governo do estado. Segundo o parlamentar, o grupo será encabeçado por João Rodrigues (PSD) para o governo, com Carlos Chiodini (MDB) como vice e Esperidião Amin (PP) na disputa ao Senado. Como presidente estadual do União Brasil, Schiochet revelou metas ambiciosas para o fortalecimento da legenda. O objetivo da federação é ampliar a bancada na Assembleia Legislativa (ALESC) para seis deputados estaduais e garantir duas cadeiras na Câmara Federal. Ouça a entrevista completa:
Confira no Morning Show desta quinta-feira (30): Brasília segue agitada nesta quinta-feira (30). Um dia após a rejeição de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF), o Congresso Nacional analisa o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao PL da Dosimetria. A oposição acredita na derrubada do veto, o que pode impor uma nova derrota a Lula. O senador Sergio Moro (PL) foi entrevistado na manhã desta quinta-feira (30) no Morning Show, da Jovem Pan, e comentou sobre a reprovação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo ele, mais que uma derrota do governo federal, a não aprovação de Messias é uma vitória da sociedade e que o Senado deu a resposta que o país precisava. Além disso, Moro classifica o veto da dosimetria como cruel e que por “questão de Justiça” ele será derrubado. A rejeição de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) ainda repercute nos bastidores. Segundo informações de bastidores, a derrota gerou um clima de desconfiança e fez com que o governo federal voltasse a cobrar explicações sobre a rejeição. A tendência é que o novo nome seja indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após as eleições. Repórter: David Diogo. O senador Davi Alcolumbre (União), presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antecipou com precisão o destino de Jorge Messias (PT) no Senado. Antes mesmo do anúncio oficial da reprovação, Alcolumbre sussurrou no ouvido de Jaques Wagner (PT) e antecipou o resultado. O senador Esperidião Amin (PP-SC) disse, em entrevista coletiva nesta quinta-feira (30), que a PL da Dosimetria que o benefício não chegará para alguém que cometeu um crime hediondo. “Esse cuidado será tomado”, disse o senador. O líder do Partido Liberal (PL), o deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), se justificou após um abraço dado a Jorge Messias durante a sabatina do advogado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). O ato gerou repercussão nas redes sociais, uma vez que ambos estão em lados opostos na política. O parlamentar alegou que o abraço foi por educação. O Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a Taxa Selic em 0,25 ponto percentual, fixando os juros básicos da economia em 14,5% ao ano. A decisão já era esperada pelo mercado financeiro. No entanto, a indústria considera a redução insuficiente. Entidades do setor criticaram a decisão do Banco Central (BC). Repórter David Diogo. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Na última semana foi destaque no noticiário a informação que um projeto de lei quer recolocar nomes de estado e município nas placas dos veículos, além da bandeira da unidade da federação. A matéria foi aprovada na Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados e segue para análise na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para o autor do projeto, senador Esperidião Amin (PP-SC), a medida pode ajudar autoridades a identificar a origem dos veículos em casos de infrações, furtos e roubos. O relator na comissão, deputado Hugo Leal (PSD-RJ), afirmou que a mudança pode reforçar o senso de pertencimento regional e facilitar a identificação de veículos “de fora”.Segundo o autor do projeto, a identificação pode ajudar autoridades de trânsito e policiais a identificarem com facilidade a origem de um veículo em casos de infrações furtos, roubos e outros crimes envolvendo veículos. As informações são do "G1". Nesta edição do "Direção Segura", o inspetor da Polícia Rodoviária Federal do Espírito Santo (PRF-ES), Wilys Lyra, fala sobre o assunto.
Em visita à Lauro Müller nesta segunda-feira (20), o líder político Clésio Salvaro (PSD) colocou fim às especulações sobre seu futuro eleitoral e oficializou sua posição para o próximo pleito. O ex-prefeito de Criciúma confirmou que é pré-candidato a deputado estadual, consolidando sua intenção de disputar uma vaga na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc). A declaração também encerra rumores sobre uma possível composição como candidato a vice, reforçando que seu foco está voltado ao Legislativo estadual. Durante entrevista ao repórter Juliano Altino, Salvaro destacou a necessidade de uma mudança de postura na política, defendendo mais presença e efetividade por parte dos representantes públicos. “É o fim da política do TikTok, é a política da presença, da entrega”, afirmou, ao criticar estratégias superficiais e ressaltar que o eleitor catarinense busca resultados concretos. Salvaro detalhou que o grupo político ao qual pertence está estruturado em três frentes principais para as eleições: Governo do Estado: apoio integral ao nome de João Rodrigues, com foco em garantir competitividade e presença no segundo turno; Senado Federal: defesa da candidatura de Esperidião Amin, destacando sua experiência e atuação em Brasília; Câmara dos Deputados: continuidade do trabalho de Júlio Garcia no cenário federal. Segundo o pré-candidato, a união entre partidos como PSD, MDB e União Progressista reflete um alinhamento estratégico com o objetivo de fortalecer o estado e preparar o cenário político para os próximos anos.
O presidente do Partido Progressistas (PP) em Criciúma, o médico Irani Alberton, já iniciou a articulação de sua pré-candidatura a deputado estadual, mirando as eleições deste ano. Com trajetória política e profissional conhecida também no município de Lauro Müller, Alberton busca consolidar seu nome no cenário regional e ampliar sua projeção no estado. Durante entrevista ao programa Cruz de Malta Notícias desta terça-feira (31), o pré-candidato detalhou os primeiros movimentos da pré-campanha e destacou que o trabalho vem sendo conduzido com diálogo e construção interna dentro do partido. Além da pré-candidatura, Irani Alberton comentou o atual cenário político do Progressistas em Santa Catarina, especialmente diante das divergências sobre alianças para o pleito. Enquanto lideranças como o senador Esperidião Amin defendem uma aproximação com o pré-candidato João Rodrigues (PSD), a maioria de prefeitos e vereadores da sigla sinaliza apoio à reeleição do governador Jorginho Mello. Segundo Alberton, apesar das diferentes posições, não há ruptura dentro do partido, mas sim a necessidade de alinhamento entre as lideranças. “As tratativas todas do partido estão indo numa direção e a dele [Amin] em outra. Ninguém discutiu, ninguém brigou, ninguém saiu do partido, só que a gente tem que se alinhar com ele e ele se alinhar com o partido através da voz, através do contato, através de uma demonstração e um aceno de convencimento, né? E o que não aconteceu ainda. Espero que a gente tenha uma reunião, mas a princípio, nós estamos do lado do governador, o partido todo, 99%, e alinhado com o senador também”, afirmou. Ele reforçou ainda que, mesmo diante de posicionamentos distintos, o partido mantém unidade em torno das principais lideranças. “Não é porque o senador vai apoiar o João Rodrigues que o partido abandonou ele. Todos eles ali foram 100% alinhados com o senador Amin”, completou. Outro tema abordado durante a entrevista foram os rumores envolvendo o ex-prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro. Nos bastidores políticos, cresce a especulação de que Salvaro possa assinar ficha de filiação ao PP, com vistas a uma eventual candidatura nas eleições deste ano.
O prefeito de Pedras Grandes, Agnaldo Filippi, oficializou na última semana sua filiação ao Partido Liberal, deixando o Progressistas. Com a mudança, ele também assume a presidência municipal da sigla. Em entrevista ao programa Cruz de Malta Notícias desta segunda-feira (23), Filippi afirmou que o principal objetivo neste novo momento político é fortalecer o partido no município e estruturar a base para as próximas eleições. Entre as prioridades, está o apoio à reeleição do governador Jorginho Mello. O prefeito justificou a troca partidária apontando insatisfação com decisões do PP em âmbito nacional, especialmente a aproximação com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a formação da federação União Progressistas. Apesar da mudança de sigla, Filippi fez questão de reforçar que mantém apoio à reeleição do senador Esperidião Amin (PP). Segundo ele, a atuação do parlamentar no Senado é determinante para o desenvolvimento do estado. “O Brasil tem hoje um grande senador, que é o Esperidião Amin. Isso não pode ser negado. Você analisa os números, a atuação do senador, é uma grande representação de Santa Catarina. As lutas do senador resultaram em muitas obras importantes e fundamentais para o estado, então não tem como abrir mão de um político desse calibre”, destacou. Ouça a entrevista completa:
No 3 em 1 desta quarta-feira (04), o destaque foi a situação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) diante do processo que pode resultar na perda de sua patente militar. Após visitá-lo, o senador Rogério Marinho (PL-RN) afirmou que Bolsonaro está tranquilo em relação às representações em análise no Superior Tribunal Militar (STM), que envolvem acusações de crimes contra a democracia. Marinho também declarou que, para a direita, o presidente Lula (PT) perdeu relevância eleitoral, classificando o petista como ‘mercadoria vencida', e elogiou a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência. O Congresso Nacional aprovou um projeto que eleva o teto salarial de servidores da Câmara e do Senado para até R$ 77 mil e cria novas gratificações, incluindo dias de folga. A votação foi simbólica e contou com apoio tanto da base governista quanto da oposição. Agora, cabe ao presidente Lula sancionar ou vetar a proposta, em meio ao debate sobre gastos públicos e ao impacto político da medida em ano eleitoral. Ainda em Brasília, o presidente Lula (PT) recebe nesta noite o presidente da Câmara, Hugo Motta, e lideranças do Congresso em um jantar na Granja do Torto. O encontro sinaliza um novo momento na relação entre Executivo e Legislativo e deve tratar de pautas prioritárias do governo, como o fim da jornada 6x1 e a PEC da Segurança Pública, previstas para avançar no primeiro semestre. No campo partidário, a deputada federal Carol De Toni (PL-SC) comunicou ao presidente do PL, Valdemar Costa Neto, que deixará a legenda após a definição de um acordo político que prioriza a candidatura de Esperidião Amin (PP-SC) ao Senado. Nos bastidores, a avaliação é de que não houve espaço para o projeto político da deputada dentro do partido. O senador Renan Calheiros (MDB-AL) se reuniu com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, para tratar das investigações envolvendo o Banco Master. O encontro ocorreu no mesmo dia da instalação de um grupo de trabalho na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, criado para acompanhar o caso. Em discurso na comissão, Renan afirmou que a atuação da CAE não substitui uma eventual CPI e tem caráter complementar, com a coleta de informações técnicas junto ao BC, ao STF, à Polícia Federal, ao TCU e à CVM. Pesquisa nacional do GERP aponta empate entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno presidencial. Ambos aparecem com 45% das intenções de voto, enquanto 6% disseram não saber ou não responderam e 4% indicaram voto branco ou nulo. Já a ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB), defendeu a entrada de Fernando Haddad (PT) na disputa eleitoral em São Paulo. Segundo ela, o ministro não pode fugir da missão e o cenário exige dois nomes fortes, citando Haddad e Geraldo Alckmin (PSB) como os mais competitivos por sua ligação com o estado e com o presidente Lula. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta sexta-feira (09):Um protesto contra o PL da dosimetria terminou em confusão e agressões na Faculdade de Direito da USP, em São Paulo. O ato, organizado por movimentos sociais aliados ao governo, lembrava os três anos dos atos de 8 de Janeiro. A tensão começou com a presença de políticos ligados à direita, e o ex-deputado Douglas Garcia acabou sendo agredido durante o tumulto. Integrantes do governo avaliam que a pressão da sociedade sobre os parlamentares pode evitar a derrubada do veto do presidente Lula (PT) ao PL da dosimetria. A estratégia inclui mobilização social semelhante à usada durante a tramitação da PEC da Blindagem, enquanto a oposição aguarda a retomada dos trabalhos do Congresso para tentar reverter a decisão. Após o veto do presidente Lula (PT) ao PL da dosimetria, o senador Esperidião Amin, relator da proposta no Senado, protocolou um novo projeto que prevê anistia geral aos condenados pelos atos de 8 de Janeiro. O governo Lula (PT) estuda conceder um reajuste de apenas R$ 18 aos professores, o equivalente a 0,37% no piso salarial da categoria, percentual bem abaixo da inflação prevista para 2025. Segundo dados do Banco Central do Brasil, a inflação deve fechar o ano em 4,4%, o que tornaria o aumento insuficiente para repor as perdas. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o Brasil tinha cerca de 4,2 milhões de empregadores no trimestre encerrado em novembro, número 241 mil inferior ao pico registrado em 2018, antes da pandemia. Levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos mostra que, em dezembro, o preço da cesta básica aumentou em 17 capitais brasileiras. A maior alta foi registrada em Maceió, com variação superior a 3%, enquanto João Pessoa foi a única capital onde os preços não subiram. Ao lado do senador Flávio Bolsonaro, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro retomou agendas nos Estados Unidos com aliados do ex-presidente Donald Trump. Segundo pessoas envolvidas nos compromissos, Eduardo tenta articular a retomada de sanções contra autoridades brasileiras. O senador Ciro Nogueira (PP) sugeriu o nome do governador de Minas Gerais, Romeu Zema, como possível vice na candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República. Segundo Ciro, Zema poderia agregar experiência e ampliar a competitividade da chapa no Sudeste, apesar de hoje os dois serem considerados potenciais rivais na disputa.Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
No 3 em 1 desta sexta-feira (09), o destaque foi a aprovação, pelo Conselho da União Europeia, do aval para a assinatura do acordo com o Mercosul, encerrando mais de 25 anos de negociações. Apesar do avanço, o tratado ainda precisa ser ratificado para entrar em vigor. Agricultores europeus protestaram contra a decisão em diversas cidades. No Brasil, o presidente Lula (PT) comemorou o que classificou como um momento “histórico”. Reportagem: Eliseu Caetano. Durante coletiva de imprensa nesta sexta-feira (09), o vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin (PSB) comentou o sinal verde dado pelo Conselho da União Europeia para a assinatura do acordo com o Mercosul. Como resposta ao veto integral do presidente Lula (PT) ao PL da Dosimetria, o senador Esperidião Amin (PP), relator da matéria, protocolou o PL da Anistia. O parlamentar apresentou uma alternativa considerada mais dura em relação ao texto anterior. Reportagem: Julia Fermino. O pedido de exoneração de Ricardo Lewandowski do cargo de ministro da Justiça gerou incertezas sobre o andamento da PEC da Segurança Pública no Congresso Nacional. O texto é tratado como uma das principais apostas estratégicas do governo Lula (PT) para o ano eleitoral. Reportagem: André Anelli. Líderes do Centrão defendem que a análise do veto integral do presidente Lula (PT) ao PL da Dosimetria fique para fevereiro. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil), ainda não definiu quando o tema será pautado no Congresso. Reportagem: André Anelli. O presidente Lula (PT) justificou o veto integral ao PL da Dosimetria alegando inconstitucionalidade. Na mensagem oficial, o governo afirmou que “a facilitação de condutas que ameaçam o Estado Democrático de Direito representaria não somente impunidade, mas também ameaça ao ordenamento jurídico”. Segundo o senador norte-americano Lindsey Graham, o presidente Donald Trump autorizou um projeto que prevê tarifas de até 500% sobre produtos da Rússia ou de países que mantenham relações comerciais com o governo russo. A proposta, que ainda tramita no Congresso dos EUA, busca atingir nações que, segundo Trump, estariam financiando a guerra contra a Ucrânia. Reportagem: Eliseu Caetano. O União Brasil reforçou o apoio ao governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) para as eleições de 2026. A decisão, no entanto, pode provocar um racha dentro da federação recém-formada com o Progressistas. A taxa de inflação fechou em 4,26%, de acordo com dados do IBGE, atingindo o menor patamar desde 2018. Diante do resultado, o presidente Lula (PT) afirmou que os críticos da economia “estavam errados”. Reportagem: Matheus Dias. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta sexta-feira (09): Uma maioria qualificada de países da União Europeia aprovou, nesta sexta-feira (09), o acordo de livre comércio com o Mercosul, negociado há mais de 25 anos e criticado pelo setor agropecuário europeu e pela França, indicaram à AFP fontes diplomáticas. Com esse sinal verde, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, poderá viajar a Assunção para assinar na segunda-feira (12) o acordo comercial que vinculará o bloco a Argentina, Brasil, Uruguai e Paraguai. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou por telefone nesta quinta-feira (09) com o presidente colombiano Gustavo Petro, a presidente do México, Claudia Sheinbaum, e o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, para tratar da grave situação na Venezuela, cinco dias depois da operação militar dos Estados Unidos que resultou na captura do então presidente Nicolás Maduro. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou nesta quinta-feira (08) que o governo brasileiro enviará 40 toneladas de insumos médicos à Venezuela para garantir o tratamento de hemodiálise de cerca de 16 mil pacientes que dependem do procedimento no país vizinho. O material, que inclui medicamentos e soluções fisiológicas essenciais ao tratamento renal, será retirado por um avião venezuelano no Aeroporto de Guarulhos (SP) na manhã desta sexta-feira (09). Aliados do presidente da Câmara, Hugo Motta, e do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, defendem que a análise do veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Projeto de Lei da Dosimetria seja feita em fevereiro. O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, um dos principais líderes chavistas, anunciou nesta quinta-feira (8) que o país iniciou a libertação de um “número significativo” de prisioneiros, incluindo tanto venezuelanos quanto estrangeiros, em um gesto unilateral que foi apresentado como um esforço para consolidar a paz no país. Uma manifestação contra o Projeto de Lei da Dosimetria e em memória dos três anos dos atos de 8 de Janeiro terminou em violência nesta quinta-feira (08), na Faculdade de Direito da USP, no centro de São Paulo. A confusão começou após a chegada de políticos ligados à direita, como o ex-deputado Douglas Garcia e o vereador Rubinho Nunes. Discussões, tentativas de gravação e xingamentos antecederam a troca de agressões físicas, com socos, chutes e empurrões. Após o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Projeto de Lei da Dosimetria, o senador Esperidião Amin (PP-SC) protocolou nesta quinta-feira (08) o chamado PL da Anistia. Relator da proposta vetada, Amin afirma que o novo projeto tem como objetivo “pacificar o país”. O senador Ciro Nogueira afirmou não ver mais possibilidade de o governador Tarcísio de Freitas disputar a Presidência da República e classificou como irreversível a candidatura do senador Flávio Bolsonaro. Segundo ele, Tarcísio precisaria do aval de Jair Bolsonaro, considerado hoje improvável. O Senado dos Estados Unidos aprovou nesta quinta-feira (08) uma resolução destinada a impedir o presidente Donald Trump de ordenar novas ações militares contra a Venezuela sem a autorização prévia do Congresso, em resposta à recente operação que levou à captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (18/12/2025): O Projeto de Lei da Dosimetria, que reduz penas dos condenados pelo 8 de Janeiro e beneficia o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), foi aprovado por 48 votos a 25 no Senado. Com isso, o tempo de prisão de Bolsonaro em regime fechado pode cair de seis anos e dez meses para dois anos e quatro meses. O texto segue para análise presidencial e a expectativa é de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vete o projeto. A aprovação ocorreu após reviravolta na votação do projeto na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. O PL da Dosimetria caminhava para um fracasso na CCJ, uma vez que brechas no texto permitindo abrandar penas de crimes diversos . O relator, Esperidião Amin (PP-SC), acolheu emenda de redação delimitando a redução das penas aos envolvidos no 8 de Janeiro. E mais: Política: Projeto que eleva receita ‘recicla’ orçamento secreto Metrópole: Litoral norte recebe chuva de 3 semanas em 3h; SP tem 7 mortes Economia: Lula ameaça desistir de acordo se UE não assinar tratado até sábado Internacional: Em discurso, Trump tenta recuperar popularidade em 2026, ano de eleição Esportes: Flamengo luta, empata com o PSG, mas perde 4 pênaltis e fica com o viceSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O Senado Federal aprovou, em votação marcada por tensão política, o projetode lei que altera as regras de dosimetria para crimes de golpe de Estado eabolição violenta do Estado Democrático de Direito. A proposta impede a somadas penas nesses casos, o que pode reduzir significativamente o tempo de prisãodos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023, incluindo o ex-presidenteJair Bolsonaro.Otexto foi aprovado por 48 votos a 25, com uma abstenção, após acordo deprocedimento articulado pelo líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT),para evitar o travamento da pauta econômica. A decisão gerou críticas noPlanalto e entre aliados, enquanto o relator Esperidião Amin (PP) defendeu amudança como um ajuste contra excessos do Judiciário. O projeto segue agorapara sanção do presidente Lula, que avalia veto integral.
No 3 em 1 desta quarta-feira (17), o destaque foi que o presidente Lula anunciou, hoje, a saída de Celso Sabino do Ministério do Turismo, de olho na disputa pelo Senado em 2026. O União Brasil indicou Gustavo Damião, filho do deputado Damião Feliciano, para o cargo. Durante a reunião, Lula afirmou ainda que 2026 será “o ano da verdade” para o país. Reportagem: André Anelli. Pesquisa da Quaest aponta que 47% dos brasileiros são contra a redução das penas prevista no PL da Dosimetria; 24% são favoráveis e 19% defendem reduções maiores. Para 58%, o objetivo do projeto é beneficiar Jair Bolsonaro; 30% avaliam que a medida alcança todos, e 12% não souberam responder. A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou, por 17 votos a 7, o PL da Dosimetria nesta quarta-feira (17). O relator restringiu o alcance do texto aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro. A proposta segue agora para o Plenário do Senado. Reportagem: Igor Damasceno. Em entrevista exclusiva à Jovem Pan, o senador Esperidião Amin, relator do PL na CCJ, comentou a aprovação do projeto que altera o cálculo de penas. Amin destacou que Lula, em sua trajetória parlamentar, já votou a favor de um tipo de anistia e avaliou que, apesar da possibilidade de veto, acredita na sanção do texto. Reportagem: Igor Damasceno. O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, cobrou coerência das autoridades em relação ao PL da Dosimetria, defendendo alinhamento entre discurso e prática. Reportagem: Misael Mainetti. O senador Flávio Bolsonaro afirmou, em coletiva nesta quarta-feira (17), que sua candidatura à Presidência “tem tudo para ser vitoriosa”, após reuniões com empresários em São Paulo. Ele disse que o eleitorado escolherá entre prosperidade e “as trevas com o PT”. O presidente da Câmara, Hugo Motta, cancelou a reunião de líderes que discutiria os casos de Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem, buscando evitar novos desgastes semelhantes ao episódio envolvendo Carla Zambelli. Reportagem: Igor Damasceno. O pastor Silas Malafaia criticou a candidatura de Flávio Bolsonaro e defendeu uma chapa formada por Tarcísio de Freitas e Michelle Bolsonaro. Reportagem: Matheus Dias. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira nesta edição do JR 24 Horas: O projeto da dosimetria - que reduz penas aos condenados nos atos de 8 de janeiro - foi aprovado pela comissão de Constituição e Justiça do Senado. A previsão é de que o texto seja votado ainda nesta quarta-feira (17) no plenário. O parecer do relator, senador Esperidião Amin, foi aprovado por 17 votos a 7. O texto beneficia o ex-presidente Jair Bolsonaro e todos os outros condenados por tentativa de golpe. O texto acatou uma emenda que determina que o projeto não seja aplicado a crimes comuns, mas, exclusivamente, àqueles cometidos contra o Estado Democrático de Direito. O parecer não precisará passar pela Câmara e, se aprovado pelo plenário do Senado, vai seguir direto para a sanção do presidente Lula. E ainda: Celso Sabino vai deixar o Ministério do Turismo.
O projeto de lei da dosimetria, que trata da individualização da pena e pode beneficiar condenados — inclusive investigados por atos golpistas no STF —, foi incluído na pauta do plenário do Senado para esta quarta-feira (17) pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União). Apesar disso, a proposta enfrenta forte resistência e deve ser modificada antes da votação final.Já aprovado pela Câmara, o texto ainda passará pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Senadores como Esperidião Amin e Sergio Moro indicaram que a versão atual dificilmente será mantida, enquanto o presidente da CCJ, Otto Alencar, criticou a amplitude dos benefícios, que poderiam alcançar crimes graves. Há um acordo para acelerar a tramitação, com pedido de vista coletiva de apenas duas horas, e a expectativa é de mudanças substanciais antes da votação no colegiado e no plenário.
O PL da Dosimetria foi incluído pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União), na pauta da sessão deliberativa de quarta-feira, 17, do plenário. Porém, o projeto ainda precisa ser votado pela CCJ da Casa, o que deve ocorrer na quarta-feira também.O relator do texto na CCJ, Esperidião Amin (PP), disse a O Antagonista que dificilmente a versão da Câmara será aprovada no Senado sem qualquer tipo de mudança. O senador Sergio Moro (União Brasil) também deu uma declaração nesse sentido. Duda Teixeira, Madeleine Lacsko e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (15): O avanço da tecnologia torna cada vez menos necessária a ida ao banco pelos clientes. Por esse motivo, um dos maiores bancos do país reformula suas operações. Bruno Meyer comenta. Várias cidades do Brasil realizaram atos contra o PL da Dosimetria neste domingo (14). Foram registradas manifestações em pelo menos 10 capitais do país, entre elas, São Paulo. Reportagem: Júlia Firmino. O Ministério de Minas e Energia afirmou que quer discutir com o governo e a prefeitura de São Paulo sobre o alinhamento de responsabilidades da Enel após o apagão em São Paulo que deixou milhares de paulistas sem energia elétrica. Reportagem: Danúbia Braga. O presidente Lula (PT) deve se reunir nesta segunda-feira (15) com o Procurador Geral da República, Paulo Gonet, e apesar da pauta não ter sido divulgada, o encontro acontece uma semana depois que Lula assinou o decreto que reconduz Gonet à PGR por mais dois anos. Reportagem: Igor Damasceno. O Supremo Tribunal Federal retoma nesta segunda-feira (15) o julgamento do Marco Temporal das terras indígenas. O julgamento ocorre em meio à tensão com o Congresso, que aprovou a tese de 1988 via lei e avança com uma PEC sobre o mesmo tema. Reportagem: Rany Veloso. Condenada pelo Supremo Tribunal Federal e com a ordem de cassação já emitida pela Corte, mas salva recentemente pela Câmara, a deputada Carla Zambelli (PL) decidiu renunciar. Diante desse cenário, a Jovem Pan News conversa com o deputado federal Adilson Barroso (PL), convocado para assumir a vaga deixada por Zambelli. Os advogados de Jair Bolsonaro (PL) afirmaram que o ex-presidente passou por exames e os médicos recomendaram uma cirurgia. De acordo com os profissionais da saúde, Bolsonaro está com duas hérnias inguinais e para que fique confortável, é necessário a realização de uma cirurgia. Reportagem: Igor Damasceno. Um novo estudo trouxe resultados animadores sobre a vacina contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan. A pesquisa aponta que o imunizante é capaz de frear a replicação do vírus no organismo mesmo após a contaminação. Essa característica é fundamental para impedir o agravamento da doença e reduzir a carga viral, confirmando a eficácia da tecnologia 100% brasileira no combate à epidemia. Reportagem: Marcelo Mattos. José Antonio Kast derrotou a candidata de esquerda Jeanette Jara e será o novo presidente do Chile. A vitória marca o retorno de uma direita mais conservadora ao poder desde a redemocratização do país. Em nota oficial, o presidente Lula desejou êxito a Kast e reafirmou o compromisso com a América do Sul como uma "zona de paz". Confira também as reações de Javier Milei e dos Estados Unidos. Reportagem: Eliseu Caetano. O projeto de Lei da Dosimetria chega a uma semana crucial, uma vez que será submetido à análise da Comissão de Constituição e Justiça do Senado nesta semana. A disputa é intensa porque caso o projeto não seja votado este ano, corre o risco de ser arquivado em 2026. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan News conversa com o senador Esperidião Amin (PP-SC). O Congresso Nacional vai fazer várias votações importantes neste final de ano, como o Orçamento de 2026. O comentarista Alan Ghani comenta sobre a reta final do futuro dos gastos dos parlamentares, executivos e do Poder Judiciário. O ex-embaixador dos Estados Unidos, John Feeley, disse que o presidente americano Donald Trump, deve buscar uma saída para as tensões na Venezuela, sem invadir o país. Segundo ele, sem uma estratégia clara, fica difícil para o presidente resolver a crise entre os países. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quinta-feira (11):O estado de São Paulo enfrenta um cenário de caos após a passagem de um ciclone extratropical: mais de 1 milhão de imóveis seguem sem energia há mais de 30 horas e mais de 380 voos foram cancelados. Ventos de quase 100 km/h derrubaram mais de 1.500 árvores e apagaram mais de 200 semáforos, causando 900 km de congestionamento. A Enel afirma que trechos inteiros da rede foram destruídos, enquanto o Procon cobra respostas imediatas. O presidente Lula (PT) telefonou para Nicolás Maduro para expressar preocupação com a escalada militar dos Estados Unidos no Caribe e oferecer apoio diplomático. Segundo o Itamaraty, o diálogo foi cordial e buscou reforçar o papel do Brasil como possível mediador entre EUA e Venezuela. Lula também questionou Donald Trump sobre a intenção de atacar o país vizinho, alertando para impactos em toda a América Latina. O presidente da Câmara, Hugo Motta, enfrentou uma derrota dupla e ficou isolado após fracassar na tentativa de cassar os mandatos de Glauber Braga e Carla Zambelli. A condução das votações irritou governo, oposição e até aliados do centrão, incluindo Arthur Lira, que afirmou que Motta “está perdido” e ouviu “as pessoas erradas”. A avaliação interna é de que o presidente deveria ter adiado as decisões. O senador Esperidião Amin (PP-SC), relator da dosimetria no Senado, afirmou que nada impede a inclusão de uma emenda para retomar a anistia aos envolvidos no 8 de Janeiro. Amin disse ser favorável ao perdão, mas não garantiu que colocará a medida em seu relatório. Ele considera provável que outro parlamentar apresente a proposta. A Câmara aprovou o texto após acordo para deixar a anistia fora da pauta. A Câmara dos Deputados deve rejeitar as mudanças feitas pelo Senado no PL Antifacção, após o texto ser alterado pelo relator Alessandro Vieira a pedido do governo. O projeto, que inclui taxação de bets para financiar ações contra o crime organizado, foi classificado como “mutilado” por parlamentares. Deputados também devem avançar com a PEC da Segurança Pública na próxima semana. O presidente Lula (PT) minimizou a pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência e ironizou a oposição. Ao comentar a disputa eleitoral, o petista afirmou que “quem inventa muito nome é porque não tem nenhum”. Nos bastidores, o governo avalia como remota a chance de Flávio consolidar a candidatura e considera Tarcísio de Freitas o nome mais competitivo da direita para 2026. O senador Flávio Bolsonaro enfrentou resistência ao pedir apoio do Centrão para sua pré-candidatura à Presidência. Em jantar com Ciro Nogueira e Antônio Rueda, o parlamentar ouviu que seu nome enfrenta alta rejeição e que Tarcísio de Freitas seria a opção mais competitiva para a direita. Apesar da pressão, Flávio afirmou que sua candidatura é irreversível. Os líderes prometeram consultar suas bancadas antes de definir apoio. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
No 3 em 1 desta quinta-feira (11), o destaque foi que mais de 1,2 milhão de imóveis na Grande São Paulo seguem sem energia após a passagem de um ciclone extratropical nesta quarta-feira (10). O fenômeno provocou rajadas de vento que ultrapassaram 98 km/h na Lapa, Zona Oeste da capital, causando um grande apagão. Reportagem: Julia Fermino. O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes determinou a realização de uma perícia médica para avaliar a saúde de Jair Bolsonaro (PL). A medida foi tomada após a defesa do ex-presidente solicitar uma cirurgia. Bolsonaro cumpre pena na Superintendência da Polícia Federal em Brasília. Reportagem: Janaína Camelo. O presidente Lula (PT) está discutindo o Projeto de Lei da Dosimetria com senadores em meio a um clima de tensão, já que o governo avalia a possibilidade de vetar o texto aprovado na Câmara. No Senado Federal, o relator da proposta, Esperidião Amin (PP), afirmou que “a anistia vai acontecer”. Reportagem: André Anelli. Nos bastidores, o ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP) disse que seu sucessor, Hugo Motta (Republicanos), está “perdido” no comando da Casa e que foi “humilhado” pelo deputado Glauber Braga (PSOL) após a confusão que marcou a votação do PL da Dosimetria. Reportagem: André Anelli. No Supremo Tribunal Federal, a decisão da Câmara dos Deputados de não cassar o mandato da deputada Carla Zambelli (PL) repercutiu mal. Integrantes da Corte consideraram a manutenção do mandato “inaceitável”, já que a parlamentar foi condenada a dez anos de prisão por unanimidade. Reportagem: Janaína Camelo. A ganhadora do Prêmio Nobel da Paz de 2025, María Corina Machado, reapareceu após 11 meses de paradeiro incerto e afirmou que continuará lutando por uma Venezuela livre. A opositora de Nicolás Maduro declarou que o país “já foi invadido” por criminosos. Reportagem: Eliseu Caetano. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira no Morning Show desta quinta-feira (11): O vendaval que atingiu São Paulo deixou mais de 1,5 milhão de imóveis sem energia por mais de 24 horas, causando um caos que afeta hospitais e o abastecimento de água em diversos bairros. A falta de previsão da concessionária Enel e os prejuízos incalculáveis acendem o debate: por que uma cidade dessa estrutura não tem planos de contingência para eventos climáticos extremos? O Morning Show debate o impacto e a falha no serviço essencial. O vendaval provocou um caos aéreo no Aeroporto de Congonhas, resultando em quase 230 voos cancelados em 24 horas,além de reclamações de saguões lotados. Os passageiros foram obrigados a dormir no chão e enfrentar longas filas, alguns com condições médicas graves. A bancada do Morning Show debate a falta de contingência das empresas aéreas e a lentidão na resposta ao transtorno. O programa Morning Show desta quinta-feira (11) conversou com o diretor regional da Enel, Marcelo Puertas, para analisar o caos instaurado em São Paulo, após o vendaval que atingiu a cidade nos últimos dias e deixou quase 1,5 milhão de pessoas sem luz. Ele explicou a logística de reconstrução da rede, alegando que o dano extremo e prolongado dos ventos impediu um reparo rápido. O ministro do STF Gilmar Mendes revogou parte de sua decisão que blindava os magistrados do Supremo, atendendo a um pedido do Senado Federal. No entanto, a liminar ainda altera o quórum para abertura do impeachment, tornando-o mais difícil. O Morning Show debate: foi uma vitória do Congresso ou a Corte ainda mantém o controle sobre a fiscalização? Entenda o embate entre os Poderes. A Câmara dos Deputados se recusou a cassar o mandato de Carla Zambelli (presa na Itália) e decidiu pela suspensão de Glauber Braga por agressão. A bancada do Morning Show debate a crise de decoro no Congresso e o racha da direita, evidenciando a fragilidade política do presidente da Casa, Hugo Motta, que é chamado de "Bonequinha de Moraes" por Eduardo Bolsonaro. A família de Jair Bolsonaro cancelou as visitas programadas ao ex-presidente na prisão e pediu autorização permanente ao STF para ter acesso, enquanto o Congresso discute o PL da Dosimetria, que pode incluir a Anistia para os condenados pelo 8 de Janeiro. A relatoria de Esperidião Amin (PP), forte defensor da medida, aumenta a tensão e a possibilidade de um novo embate entre os Poderes Judiciário e Legislativo. Acompanhe o debate completo do Morning Show. O Rio de Janeiro enfrenta uma megaoperação militar contra o Comando Vermelho no Salgueiro, mirando o traficante Rabicó, solto por decisão do STF em 2019. Enquanto o crime organizado demonstra poder, o Senado aprova o PL Antifacção com redução de penas e mudanças na divisão de recursos policiais, gerando intensa polêmica sobre o combate efetivo ao crime no país. Os Estados Unidos apreenderam um navio petroleiro perto da costa da Venezuela, alegando combate ao tráfico de drogas. O governo Maduro, por sua vez, classificou a ação como "pirataria internacional" e roubo de riqueza. A bancada do Morning Show debate a escalada da tensão entre os países e a suspeita de que o petróleo teria origem no Irã. Qual é o real interesse de Donald Trump no país sul-americano? Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (11/12/2025): O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretende vetar o trecho do projeto de lei que reduz as penas de condenados por investidas golpistas. Lula foi informado de que, além de manter a redução de penas aprovada na Câmara, uma ala do Senado deseja incluir a anistia no texto para livrar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) da prisão. Se isso ocorrer, o projeto voltará para a Câmara e não haverá tempo para nova votação neste ano. Esperidião Amin (PP-SC), amigo e aliado de Bolsonaro, foi escolhido para ser relator da matéria no Senado. O senador disse que é a favor do perdão amplo, geral e irrestrito. Ele vai entregar parecer na quarta-feira. E mais: Economia: Inflação de 12 meses fica dentro da meta após IPCA de 0,18% em novembro Política: Gilmar atende Senado e recua em liminar sobre impeachment Internacional: Trump diz que EUA apreenderam petroleiro na costa da Venezuela Metrópole: Vendaval derruba até Papai Noel e deixa 2 milhões sem luz Esportes: Abel Ferreira renova contrato até o fim de 2027See omnystudio.com/listener for privacy information.
Uma emenda aprovada no Congresso Nacional garantirá a continuidade da cadeia produtiva do carvão mineral nacional, trazendo alívio e estabilidade para o setor energético do Sul de Santa Catarina e de outros estados produtores. A Emenda nº 37, anexada à Medida Provisória 1304/2025, assegura a contratação de todas as usinas termelétricas a carvão até o ano de 2040. A proposta é de autoria do senador Esperidião Amin (PP-SC) e foi aprovada após ampla discussão na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. Com a medida, o setor carbonífero — que é estratégico para a geração de energia e para a economia regional — ganha previsibilidade e segurança jurídica. A prorrogação do funcionamento das termelétricas também deve garantir manutenção de empregos e investimentos na cadeia produtiva, que envolve milhares de trabalhadores no Sul catarinense. Em entrevista ao programa Cruz de Malta Notícias nesta sexta-feira (7), o presidente da Associação Brasileira do Carbono Sustentável (ABCS), Fernando Zancan, destacou que a aprovação da emenda representa um marco para o futuro do carvão brasileiro. Com a nova legislação, o governo federal deverá agora regulamentar a contratação das usinas e definir as diretrizes para o uso responsável do carvão mineral, equilibrando desenvolvimento econômico e compromisso ambiental.
A entrada do vereador Carlos Bolsonaro (PL) na disputa ao Senado por Santa Catarina gerou tretas no estado. Um dos efeitos é a possibilidade de saída da deputada federal Carol de Toni (SC) do PL para o Novo.A chapa de reeleição do governador Jorginho Mello (PL) previa uma das duas vagas ao Senado para a tentativa de reeleição de Esperidião Amin, do PP.A família Bolsonaro afirma que a segunda candidata apoiada pelo clã será Carol, mas a deputada estadual Ana Campagnolo (PL) tem destacado Esperidião não terá muito motivo para apoiar a reeleição de Jorginho sem ser apresentado como candidato bolsonarista.Dessa forma, a treta da família Bolsonaro pode ter efeitos na campanha de 2026 do governador. Na semana passada, Eduardo Bolsonaro (PL-SP) criticou correligionários que, segundo ele, estão tentando colocar Carlos Bolsonaro contra De Toni. Em entrevista ao Meio-Dia em Brasília, de O Antagonista, Ana Campagnolo disse não ter “problema nenhum” com a família Bolsonaro, mas afirmou que a entrada de Carlos na disputa em Santa Catarina “prejudica e desorganiza o partido”.Felipe Moura Brasil, Duda Teixeira e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
O senador Esperidião Amin (PP-SC), presidente da Frente Parlamentar da Cibersegurança, explica a importância da proposta que pretende criar medidas de prevenção, proteção e de resposta aos ataques cibernéticos ( PL 4.752/2025 ) e estabelece o Marco o Legal da Cibersegurança . Em entrevista à jornalista Carla Benevides, da TV Senado, ele defende a proposta, comenta iniciativas do setor público e privado em defesa cibernética, e afirma que o país precisa de organicidade e ampliação dessas iniciativas.
Em entrevista ao Jornal Eldorado, da Rádio Eldorado, o senador Marcelo Castro (MDB-PI), relator do novo Código Eleitoral, reafirmou ser contrário à inclusão do voto impresso no texto aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. “O voto impresso é um retrocesso. Só vai trazer mais insegurança, mais problema e judicialização”, disse o parlamentar, lembrando que o Supremo Tribunal Federal (STF) já declarou a proposta inconstitucional em 2015. Em entrevista ao Jornal Eldorado, da Rádio Eldorado, o senador Marcelo Castro (MDB-PI), relator do novo Código Eleitoral, reafirmou ser contrário à inclusão do voto impresso no texto aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. “O voto impresso é um retrocesso. Só vai trazer mais insegurança, mais problema e judicialização”, disse o parlamentar, lembrando que o Supremo Tribunal Federal (STF) já declarou a proposta inconstitucional em 2015. Em entrevista ao Jornal Eldorado, da Rádio Eldorado, o senador Marcelo Castro (MDB-PI), relator do novo Código Eleitoral, reafirmou ser contrário à inclusão do voto impresso no texto aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. “O voto impresso é um retrocesso. Só vai trazer mais insegurança, mais problema e judicialização”, disse o parlamentar, lembrando que o Supremo Tribunal Federal (STF) já declarou a proposta inconstitucional em 2015. Segundo o senador, a inclusão ocorreu após destaque do senador Esperidião Amin (PP-SC), aprovado contra seu voto. Castro afirmou, porém, que não acredita na aprovação do dispositivo em plenário. “Pela lógica, o plenário vai votar contra. Mas como vivemos tempos estranhos, tudo é possível”, ponderou. Entre os pontos que considera avanços do novo Código Eleitoral, Castro destacou a reserva obrigatória de 20% das cadeiras em todos os parlamentos do país para mulheres, incluindo câmaras municipais, assembleias legislativas e Congresso Nacional. “O Brasil ocupa uma situação constrangedora no cenário internacional: é o 137º país em representatividade feminina. Isso é inaceitável”, afirmou. O texto também altera a Lei da Ficha Limpa, fixando em oito anos o prazo de inelegibilidade a partir de 1º de janeiro do ano subsequente à condenação, para uniformizar prazos e evitar interpretações diferentes. Questionado sobre as críticas à redução de penas para a propagação de fake news em campanhas, o senador disse que o tema deve seguir em debate. “É um problema universal. Precisamos aprender com legislações como a da União Europeia e dos Estados Unidos. É um assunto sensível que exige muito cuidado.” O projeto ainda precisa ser votado pelo plenário do Senado até setembro para ter validade nas eleições de 2026.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em entrevista ao Jornal Eldorado, da Rádio Eldorado, o senador Marcelo Castro (MDB-PI), relator do novo Código Eleitoral, reafirmou ser contrário à inclusão do voto impresso no texto aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. “O voto impresso é um retrocesso. Só vai trazer mais insegurança, mais problema e judicialização”, disse o parlamentar, lembrando que o Supremo Tribunal Federal (STF) já declarou a proposta inconstitucional em 2015. Em entrevista ao Jornal Eldorado, da Rádio Eldorado, o senador Marcelo Castro (MDB-PI), relator do novo Código Eleitoral, reafirmou ser contrário à inclusão do voto impresso no texto aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. “O voto impresso é um retrocesso. Só vai trazer mais insegurança, mais problema e judicialização”, disse o parlamentar, lembrando que o Supremo Tribunal Federal (STF) já declarou a proposta inconstitucional em 2015. Segundo o senador, a inclusão ocorreu após destaque do senador Esperidião Amin (PP-SC), aprovado contra seu voto. Castro afirmou, porém, que não acredita na aprovação do dispositivo em plenário. “Pela lógica, o plenário vai votar contra. Mas como vivemos tempos estranhos, tudo é possível”, ponderou. Entre os pontos que considera avanços do novo Código Eleitoral, Castro destacou a reserva obrigatória de 20% das cadeiras em todos os parlamentos do país para mulheres, incluindo câmaras municipais, assembleias legislativas e Congresso Nacional. “O Brasil ocupa uma situação constrangedora no cenário internacional: é o 137º país em representatividade feminina. Isso é inaceitável”, afirmou. O texto também altera a Lei da Ficha Limpa, fixando em oito anos o prazo de inelegibilidade a partir de 1º de janeiro do ano subsequente à condenação, para uniformizar prazos e evitar interpretações diferentes. Questionado sobre as críticas à redução de penas para a propagação de fake news em campanhas, o senador disse que o tema deve seguir em debate. “É um problema universal. Precisamos aprender com legislações como a da União Europeia e dos Estados Unidos. É um assunto sensível que exige muito cuidado.” O projeto ainda precisa ser votado pelo plenário do Senado até setembro para ter validade nas eleições de 2026.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em entrevista ao Jornal Eldorado, da Rádio Eldorado, o senador Marcelo Castro (MDB-PI), relator do novo Código Eleitoral, reafirmou ser contrário à inclusão do voto impresso no texto aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. “O voto impresso é um retrocesso. Só vai trazer mais insegurança, mais problema e judicialização”, disse o parlamentar, lembrando que o Supremo Tribunal Federal (STF) já declarou a proposta inconstitucional em 2015. Em entrevista ao Jornal Eldorado, da Rádio Eldorado, o senador Marcelo Castro (MDB-PI), relator do novo Código Eleitoral, reafirmou ser contrário à inclusão do voto impresso no texto aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. “O voto impresso é um retrocesso. Só vai trazer mais insegurança, mais problema e judicialização”, disse o parlamentar, lembrando que o Supremo Tribunal Federal (STF) já declarou a proposta inconstitucional em 2015. Em entrevista ao Jornal Eldorado, da Rádio Eldorado, o senador Marcelo Castro (MDB-PI), relator do novo Código Eleitoral, reafirmou ser contrário à inclusão do voto impresso no texto aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. “O voto impresso é um retrocesso. Só vai trazer mais insegurança, mais problema e judicialização”, disse o parlamentar, lembrando que o Supremo Tribunal Federal (STF) já declarou a proposta inconstitucional em 2015. Segundo o senador, a inclusão ocorreu após destaque do senador Esperidião Amin (PP-SC), aprovado contra seu voto. Castro afirmou, porém, que não acredita na aprovação do dispositivo em plenário. “Pela lógica, o plenário vai votar contra. Mas como vivemos tempos estranhos, tudo é possível”, ponderou. Entre os pontos que considera avanços do novo Código Eleitoral, Castro destacou a reserva obrigatória de 20% das cadeiras em todos os parlamentos do país para mulheres, incluindo câmaras municipais, assembleias legislativas e Congresso Nacional. “O Brasil ocupa uma situação constrangedora no cenário internacional: é o 137º país em representatividade feminina. Isso é inaceitável”, afirmou. O texto também altera a Lei da Ficha Limpa, fixando em oito anos o prazo de inelegibilidade a partir de 1º de janeiro do ano subsequente à condenação, para uniformizar prazos e evitar interpretações diferentes. Questionado sobre as críticas à redução de penas para a propagação de fake news em campanhas, o senador disse que o tema deve seguir em debate. “É um problema universal. Precisamos aprender com legislações como a da União Europeia e dos Estados Unidos. É um assunto sensível que exige muito cuidado.” O projeto ainda precisa ser votado pelo plenário do Senado até setembro para ter validade nas eleições de 2026.See omnystudio.com/listener for privacy information.
*) Este episódio do Podcast 15 Minutos discute a possível instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), apelidada de Vazatoga, no Senado Federal. A iniciativa, proposta pelo senador Esperidião Amin, visa investigar supostas irregularidades na conduta de servidores do gabinete do ministro Alexandre de Moraes, tanto no Supremo Tribunal Federal (STF) quanto no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Oggi a Cult Estate: l'artista italo-eritrea Mina Mussie ha presentato a Santarcangelo Festival il lavoro one-to-one "Cinema Impero", sulla colonizzazione italiana in Africa; Massimo Luconi dirige l'edizione 2025 del Radicondoli Festival; la seconda parte del Giardino delle Esperidi a Campsirago; il libro "Milano è città di quartieri" (NEOS) con 19 racconti, curati da Gian Luca Margheriti e Fiorenza Pistocchi; l'artista iraniano Taher Nikka apre le porte del suo studio milanese nel passante di Piazza della Repubblica...
Ao comentar a decisão do STF sobre conteúdos publicados em plataformas digitais, o senador Esperidião Amin (PP-SC) afirmou que a Corte não tem direito de legislar e impor às big techs censura terceirizada. O senador Plínio Valério (PSDB - AM) defendeu a redução de mandato de ministros do STF. O parlamentar afirmou que o “Supremo pode muito, mas não pode tudo”. Na sequência, Plínio Valério apontou um suposto “conluio” entre os integrantes do Supremo na distribuição de relatorias. Felipe Moura Brasil e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Oggi a Cult Estate: Bardy Corbet sul film "The Brutalist"; le voci da Venezia sul grosso, grasso matrimonio Bezos-Sanchez; Pino Corrias sul suo "Romanzo Rosso" (Bompiani); l'edizione 2025 del Frontiere Festival di Piuro; Giacomo Sartori sulla riedizione di "Anatomia della battaglia" (TerraRossa); l'edizione 2025 di Il Giardino delle Esperidi...
A Polícia Civil de Santa Catarina investiga as causas do acidente com o balão que matou oito pessoas em Praia Grande, no sul do estado, no último sábado (21). A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) acompanha as investigações. O senador Esperidião Amin (PP-SC) entrou em contato com a agência para discutir a segurança do balonismo. Em entrevista ao Conexão Senado, ele comenta as medidas estudadas pela Anac depois da tragédia e a possibilidade de realização de audiências públicas no Senado sobre o assunto.
O ministro do STF, Gilmar Mendes, se reuniu com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e os senadores Dr. Hiran (Progressista-Roraima), Tereza Cristina (Progressista -MS) e Jaques Wagner (PT-BA) para discutir o Marco Temporal. Dr. Hiran propôs a PEC 48/2023, que determina como propriedade indígena as terras ocupadas ou reivindicadas até 5 de junho de 1988, data da Constituição. O relator, Esperidião Amin (Progressista-SC), defende que a medida trará segurança jurídica e evitará novas disputas fundiárias. Gilmar Mendes, relator de cinco ações sobre o tema, deve apresentar nos próximos dias uma proposta consensual de mudanças na legislação.
A deputada federal Geovânia de Sá (PSDB) participou, na última terça-feira (11), de uma reunião em Brasília para discutir a revisão da demarcação da Área de Proteção Ambiental (APA) da Baleia Franca. A medida pode afetar cerca de 50 mil famílias – o equivalente a aproximadamente 200 mil pessoas – no sul de Santa Catarina, entre a Praia da Ferrugem e o norte do Balneário Rincão. O encontro ocorreu na Advocacia-Geral da União (AGU) e contou com a presença do ministro Jorge Messias, além do senador Esperidião Amin (PP) e dos prefeitos Eduardo Guollo (PP), de Morro da Fumaça, e Preto Crippa (PL), de Laguna. Durante a reunião, Geovânia entregou um abaixo-assinado com 10 mil assinaturas solicitando a revisão da linha da APA. Após as discussões, o ministro determinou que a procuradora-geral da República, Mariana Oliveira, realize uma visita presencial às comunidades afetadas para avaliar a situação de perto. Enquanto a questão jurídica, que se arrasta desde o ano 2000, não é resolvida, muitas famílias continuam recorrendo à Justiça para manter a posse de suas terras. Durante entrevista ao Cruz de Malta Notícias desta sexta-feira (14), a deputada Geovânia de Sá deu mais detalhes sobre o assunto. Ouça a entrevista completa:
Ataques hackers, golpes digitais e roubos de dados têm sido comuns no mundo digital. Mas é possível nos defendermos e ter segurança de dados do estado brasileiro? O senador Esperidião Amin (PP-SC), que preside a subcomissão do Senado que analisa a defesa cibernética, defende investimentos na área e a criação de uma agência de segurança digital. O senador conversou com a repórter Carla Benevides, da TV Senado. Acompanhe.
A Subcomissão Permanente de Defesa Cibernética debateu nesta semana os riscos internacionais em segurança cibernética e a importância de uma Agência Nacional de Segurança Digital no Brasil. O presidente do colegiado, senador Esperidião Amin (PP-SC), fala dos riscos de ataques cibernéticos, das medidas já existentes para prevenir e punir esses crimes e da importância de uma política nacional de cibersegurança.
Riascolta la puntata di oggi di Cult, il quotidiano culturale di Radio Popolare, in diretta dalla Libreria Volante di Lecco, con: la libraia Serena Casini e la scrittrice Virginia Benenati; il fotografo Luigi Erba e la storica dell‘arte Simona Bartolena per le proposte al Palazzo delle Paure; Nadir Giori e la cantautrice Glicine per il festival Sopra di me La Grigna; Michele Losi per l'edizione 2024 del Giardino delle Esperidi…
Quer aprender sobre carreira, marketing, negócios, inovação e muita motivação?Quarta-feira, às 8h, no Papo Empreendedor da @guaruja929fm você vai conhecer melhor a história do Lucas Borges.Lucas é Jornalista e Head de Conteúdo na agência Ápice 360°, referência de comunicação corporativa e marketing político em Santa Catarina.No meio político: Coordenou o marketing eleitoral em campanhas como Esperidião Amin (Governador de SC), Clésio Salvaro (Prefeito de Criciúma) e Luciane Ceretta (Reitora da Unesc). Lucas Borges participou de três vitórias consecutivas para o Governo do Estado de Mato Grosso do Sul e nas últimas eleições municipais participou da vitória de sete prefeitos eleitos.No meio empresarial: Lucas Borges é diretor de uma das agências que mais cresce em Santa Catarina: a Ápice 360°. Com clientes como Unesc e Farol Shopping, tem consagrado a qualidade do trabalho da agência em forma de premiações estaduais e nacionais, como “o melhor jingle do ano em Santa Catarina”, no Prêmio Acaert de 2022; e o terceiro melhor outdoor do Brasil, no Prêmio Central do Outdoor (SP).Não fique fora dessa!#guarujátaon #radio #guaruja #papoempreendedor #grandesempreendedores
PROGRAMA ADELOR LESSA - ESPERIDIÃO AMIN by Rádio Som Maior FM 100,7
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O Senado aprovou em dois turnos, por 52 votos a 18, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que limita os poderes de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). O texto estabelece que os magistrados ficarão impedidos de suspender por meio de decisões individuais a vigência de leis aprovadas pelo Legislativo. A medida também vale para leis analisadas pelos tribunais estaduais. A PEC vai agora para apreciação na Câmara. Ainda não há acordo sobre o tempo que os deputados levarão para votar a proposta. No rito normal, o texto tem que passar por comissão especial, Comissão de Constituição e Justiça, e só depois ir a plenário. Num acordo que envolveu até mesmo parlamentares da base do governo, o senador Esperidião Amin (PP-SC) retirou do relatório o estabelecimento de um prazo de validade de 180 dias para os pedidos de vista (suspensão de julgamento). A mudança também foi fruto de conversa de Pacheco com o ministro Alexandre de Moraes, do STF, na última terça-feira. Os atritos entre os dois poderes envolvem temas como a descriminalização da maconha e do aborto, que foram levados a julgamento no plenário da Suprema Corte. O auge da crise se deu após os magistrados invalidarem a tese de marco temporal das terras indígenas, o que provocou semanas de paralisação do Congresso em retaliação. O decano do STF, Gilmar Mendes, chegou a comparar as medidas debatidas no senado, a ditadura de Getúlio Vargas. O ministro foi ainda mais firme ao dizer que a Corte derrubará quaisquer projetos que venham a limitar os poderes de seus membros. Afinal, qual a intenção dessa medida aprovada pelos senadores? Como o STF vai reagir, caso a câmara aprove o texto? O governo vai sancionar o “engessamento” da Corte? No ‘Estadão Notícias' de hoje, vamos conversar sobre o assunto com Rubens Glezer, professor de Direito Constitucional da FGV-SP, autor de “Catimba Constitucional” e organizador do livro “Resiliência e Deslealdade Constitucional”. O ‘Estadão Notícias' está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte Sonorização/Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo', confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo' desta quinta-feira (23/11/2023): Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que limita os poderes de ministros do STF foi aprovada em dois turnos pelo Senado. O texto, que agora vai à Câmara, impede magistrados de suspender por meio de decisões individuais a vigência de leis aprovadas pelo Congresso. A medida também vale para leis analisadas pelos tribunais estaduais. A proposta impõe a obrigatoriedade de que pelo menos seis dos 11 ministros votem juntos para suspender leis. Hoje, qualquer membro do STF pode assinar despacho para invalidar medidas de outros Poderes, mas essas decisões precisam ser analisadas em plenário. O relator da PEC, Esperidião Amin (PP-SC), incluiu no texto emenda de Omar Aziz (PSD-AM) que permite aos ministros do STF derrubar por meio de decisão individual atos normativos do governo federal. E mais: Internacional: À espera dos reféns, Israel faz lista de prisioneiros que serão soltos Metrópole: Investimento em ensino técnico faria PIB do País subir até 2,3%, diz estudo Economia: Equipe econômica bloqueia mais R$ 1,1 bi e prevê rombo maior Esportes: Brasil pode ter de jogar com portões fechados por causa da pancadaria Caderno 2: Blitz lança álbum com faixas inéditasSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O plenário do Senado Federal aprovou nesta quarta-feira, 22, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que limita decisões monocráticas de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). O texto, articulado pela bancada da oposição e relatado pelo senador Esperidião Amin (PP-SC), recebeu 52 votos favoráveis e 18 votos contrários nos dois turnos de votação. Não houve abstenção. O projeto segue para a Câmara dos Deputados. A PEC propõe medidas como a definição de prazos para pedidos de vista em processos judiciais e a exigência de maioria absoluta de votos dos membros para suspender a eficácia de leis e de atos normativos de amplo alcance, vedando assim decisões unilaterais e monocráticas do STF. A proposta, que foi aprovada em segundos pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa, ganhou celeridade diante da insatisfação de senadores da oposição com a Corte. Se aprovada pelo Senado, o texto ainda vai precisar passar pela Câmara dos Deputados. De acordo com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), a PEC visa a “discutir e aprimorar o sistema constitucional” e tem como foco a “redução do protagonismo de decisões monocráticas”, aquelas decisões tomadas exclusivamente por um único ministro. Apresentada em 2019, a proposta vinha sendo encampada pela bancada bolsonarista, mas nos últimos dias ganhou o apoio de integrantes, inclusive, da base governista do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Oficialmente, o Palácio do Planalto liberou a base governista na votação, mas vinha atuando nos bastidores para tentar rejeitar a proposta. Apesar disso, o líder do governo no Senado, senador Jaques Wagner (PT-BA), anunciou voto favorável, mesmo diante da orientação contrária do PT. O Antagonista está no top 3 do prêmio IBest na categoria Canal de Política. Contamos com o seu voto e sua ajuda na divulgação. https://app.premioibest.com/votacao/canal-de-politica Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo... e muito mais. Link do canal: https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Assine o combo O Antagonista + Crusoé: https://assine.oantagonista.com/ Siga O Antagonista nas redes sociais e cadastre-se para receber nossa newsletter: https://bit.ly/newsletter-oa Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
O senador do PP e relator da PEC que tenta coibir ações individuais de ministros do STF afirma que multiplicação dessas decisões gera insegurança jurídica e serve a interesses indesejáveis O Antagonista está no top 3 do prêmio Ibest na categoria Canal de Política. Contamos com o seu voto e sua ajuda na divulgação. https://app.premioibest.com/votacao/canal-de-politica Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo... e muito mais. Link do canal: https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Assine o combo O Antagonista + Crusoé: https://assine.oantagonista.com/ Siga O Antagonista nas redes sociais e cadastre-se para receber nossa newsletter: https://bit.ly/newsletter-oa Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Oggi a Cult: Roberto Rustioni presenta "Anton Cechov Remix" a "Da vicino nessuno è normale" all'ex Ospedale Psichiatrico Pini; la mostra "Mario Dondero. La libertà e l'impegno" a Palazzo Reale di Milano; il Bardolino Film Festival 2023 diretto da Franco Dassisti; Sandrone Dazieri sul suo ultimo libro "Il figlio del mago" (ed. Rizzoli) a partire dalla cronaca del mostro di Firenze; il Festival Il giardino delle Esperidi in Brianza, diretto da Michele LOsi...
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Oggi a Cult, il quotidiano culturale di Radio Popolare in onda alle 11.30: Monique Veaute direttrice del Festival dei Due Mondi di Spoleto, la mostra su Grazia Varisco a Palazzo Reale, Carla De Bernardi sul suo libro “Storia di Milano “, il Festival Giardino delle Esperidi a Campsirago, Anteo nella Città con le arene estive a Milano…
Entrevista com Renato Esperidião - Pecuarista sobre o Mercado do Boi Gordo