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Volvemos a Sevilla tras una función legendaria el año pasado y, como no, nos ha pasado algo. Y no es que Isabel haya visto una procesión en la calle, que también, sino es que ha habido un poco de teléfono escacharrado en la preproducción y hemos preparados dos temas en uno. Hoy os traemos: INTROVERTIDAS INTROSPECTIVAS. Podía haber si do bastante peor, ¿eh? Lucia reflexiona sobre lo que es ponerse delante de 1000 personas a contar cosas, entre ellas tu intimidad y en esa gente como Enya que se hizo rica sin hablar nunca con nadie (se compro un castillo y todo y vive allí con sus gatos sn soportar a nadie). Unos cuantos tips de Lucia para aguantar la exposición y ademas una importantísima pregunta que se lleva haciendo el ser humano desde Atapuerca: ¿por que se toman drogas en los festivales? Razón: aquí en un rato de escucha. Isa nos cuenta una historia de hace mucho mucho tiempo en una galaxia muy lejana… Efectivamente. Todo sobre la sexualidad de Luke Skywalker o las capacidades de R2D2 como acompañante sexual. Os contaría mas pero no tengo palabras. Peinados de ensaimada, traumas paternos y de todo en este Deforme. ¡No os lo perdáis! _____________________________________________ Este programa y todo lo demás es posible gracias a personas como tú. Accede a todos los programas íntegros y a contenido extra en nuestro Patreon: https://patreon.com/deformesemanal Y ven a vernos a los teatros: https://linktr.ee/deformesemanalidealtotal Gracias. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
"Les Roches Rouges" do francês Bruno Dumont é produzido pela portuguesa Rosa Filmes, a obra rodada essencialmente no sudeste francês, perto de Cannes, aborda temas de uma infância neste cenário de escarpas vermelhas, junto ao Mar Mediterrâneo. A película estreia na Quinzena dos cineastas. O produtor Joaquim Sapinho comentou à RFIa obra e este certame, em curso até 23 de Maio. Temos o privilégio de acolher de novo o Joaquim Sapinho da Rosa Filmes. Boa tarde! Bem vindo a mais uma edição do Festival de Cinema de Cannes. Estamos juntos para falar, nomeadamente do filme "Les Roches Rouges" de Bruno Dumont, com quem já tinham colaborado no passado. E é a Rosa Films, então produtora principal por detrás desta obra. Exacto. Nós tínhamo-nos conhecido no "L'Empire" e éramos co-produtores e quando chegou a oportunidade de fazer este filme, lá estávamos nós a querer colaborar e a ajudar. Mas as dificuldades de produção do filme obrigaram nos a nós a passar a produtores principais, porque todas as dificuldades de dinheiro e também de coordenação.... O realizador queria filmar este verão que passou. E, pela primeira vez na história das relações cinematográficas dos dois países, fez-se um filme em França com uma equipa inteiramente portuguesa. É muito ao contrário, habitualmente ! É sempre ao contrário. Portanto, foi uma coisa absolutamente mágica. Quando nós tomamos conta da produção, ficou uma arquitectura com filmagem em França. Filmagem em Portugal é filmagem em Itália. Mas toda a produção é portuguesa e os outros "partners" italianos, franceses e espanhóis ficaram apenas a ajudar. Portanto, foi uma experiência única. Nós já tínhamos vivido esta experiência com o filme do Magalhães, que tinha rodagens em Portugal. No ano passado ! Com filmagens em Espanha e tinha filmagens nas Filipinas e também do lado espanhol. Tinha corrido tudo mal. Mandámos a equipa portuguesa depois nas Filipinas também correu mal. Mandámos também a equipa portuguesa. Portanto, aqui foi o mesmo. Foi só continuar esta estratégia, Se os outros não conseguem fazer, nós conseguimos. E então o filme é de facto rodado essencialmente no sul de França, na região onde nós nos encontramos um bocadinho, também em Itália, mas também em Portugal !? O filme também teve uma parte rodado em Portugal e é sempre este prazer de fazermos filmes cosmopolitas em que quer à produção quer às histórias, retratam esta Europa que nós amamos e não apenas a ideia de nacionalismos em que toda a gente está separada. Bruno Dumont que já teve também projectos cá em Cannes no passado, já teve prémios cá, por exemplo, com "La vie de Jésus", "L'Humanité". Agora é um filme muito sobre a infância ou sobre uma parte do litoral do sul de França, onde a fotografia tem um papel absolutamente descomunal ! Eu acho que é só olhar à volta no sítio onde estamos a fazer esta conversa aqui em Cannes e ver este mar esmeralda. O que é que há de tão especial em Saint Raphaël ? É que para lá do mar esmeralda há umas rochas vermelhas. O filme em português chama se "Escarpas Vermelhas". Encontramos um título muito bonito em francês "Les Roches Rouges". Porque, digamos, é este espaço mágico, esta jóia que é a cor azul. Mas do lado da infância. Ou seja, é um filme sobre crescer, sobre como é que se cresce. Sobre as violências de crescer e sobre os amores também. É um filme... Sobre o bem e o mal? O bem e o mal., mas é um rapaz e uma rapariga que estão apaixonados. Fazem uma escapadela para Itália no comboio, mas têm só cinco anos. Portanto, o que é fascinante aqui é que nós somos humanos, logo a partir do momento em que nascemos e começamos a crescer apaixonados e a viver riscos. Portanto, é um filme, como direi? A dizer que a vida é apaixonante e que vale a pena correr riscos. E não lhe parece que eles eram, de facto, todos bastante precoces ? Teriam cerca de cinco anos. Efectivamente viajam juntos. Ele, de forma muito fácil, acaba por passar por cima do portão para ir ter com a namorada. Ele está muito determinado, não é o rapaz? O Géo está determinado ! Ele está determinado. E o que é bonito é que porque é que o filme também é "Les Roches Rouges" ? Não é apenas uma questão plástica. É porque essas rochas são umas rochas em que em França se faz uns saltos muito arriscados. E ele está sempre a demonstrar o seu valor saltando dessas rochas vermelhas. Saltos para mergulho ! Para mergulhar e, portanto, é um filme que defende a ideia de viver como uma ideia apaixonada. É uma ideia em que não podemos, digamos, estar esmagados pelo medo para viver, mas de que é possível viver com intensidade. E aqui o americano Carlos Alfonso Coral deve ter tido um papel preponderante em relação à questão da imagem, de captar este litoral e estas escarpas vermelhas? Ele é um director muito sensível, muito poético, tem trabalhado essencialmente com o Roberto Minervino, que tem tido também os filmes aqui em Cannes. Mas e vive neste momento em Los Angeles. Ele é do México e, claro, ficou. Nunca tinha estado aqui na Côte d'Azur. E estas cores e esta dramaticidade do filme, evidentemente, permitiram-lhe a ele também responder, dando estas cores e essa dramaticidade ao cinema. Que sabor tem, então, esta estréia aqui na Quinzena dos Cineastas com este filme ? A Rosa Filmes, desde 2016 tem sempre um filme seleccionado em Cannes. Nem sei se haverá outra produtora no mundo ? Desde 2016, portanto vamos para 11 anos, não é? Todos os anos sempre um filme, e já tivemos vários filmes em que éramos nós os produtores principais, mas estes dois últimos também, quer com o Magalhães, com o Gael Garcia Bernal, realizado pelo Lav Diaz, quer agora com este filme do Bruno Dumont isto se repete. Portanto, não há outra palavra. É um prazer ! Eu acho que Cannes é um festival em que a paixão pelo cinema se sobrepõe a tudo, a todas as outras questões. E toda a gente se sente atraída por isto e, portanto, é o sítio certo para mostrar os filmes que nós fazemos. E a nossa imagem de marca também está ligada a Cannes. Então e esta septuagésima nona edição do Festival interessa-o ? Se sim, que mais lhe interessa aqui neste certame? Eu acho que há um realizador francês extraordinário. Eu acho que é o grande jovem realizador francês que é o Arthur Harari e é a sua terceira longa metragem. Também ganhou o Oscar de melhor Argumento no ano passado. Está em competição nas longas metragens, na selecção principal ! Sim, na selecção principal, nas longas metragens. E é esse filme de que foi argumentista ganhou também a Palma de Ouro há dois anos. Eu acho que o grande realizador francês agora da Nova geração é este filme. Será o filme mais entusiasmante para ver. Muitos filmes franceses, precisamente na competição, Se calhar mais do que é habitual, portanto, também se calhar provar a boa forma do cinema hexagonal, neste momento, o que é que acha ? Muitos filmes franceses e também muitos actores e actrizes franceses nos filmes estrangeiros. Exactamente. Até em filmes estrangeiros, japoneses, austríacos ! Portanto, é uma grande... Eu acho que a França é o centro do cinema europeu e pouco a pouco está a tornar-se também o centro do cinema, porque a gente vê que os Óscares estão a copiar o modelo. Este modelo europeu de Cannes e portanto temos todos que nos adaptar uns aos outros. Mas dá me a impressão que este nosso modelo do cinema europeu que tem como centro a França e Cannes, é o que está mais vivo neste momento. E finalmente, o cinema português. No meio desta dinâmica toda, como é que o vê nesta altura? Eu bem sei que é sempre complicado. É sempre a mesma dificuldade de acesso a financiamentos. No entanto, surgem sempre propostas que vão singrando internacionalmente, não é? Dou-lhe o meu exemplo vou filmar este ano em África. Fazer um filme sobre Angola. Eu acho que vai ser o primeiro filme em que um português vai fazer o ponto de vista do outro ponto de vista dos movimentos de independência e não um filme nostálgico sobre "Ah, que pena, Portugal perdeu África". Há uns filmes que são mais engraçados a falar desse assunto, outros mais dramáticos, outros mais melancólicos. Eu não estou interessado nisso. Estou interessado é o "como é que foi este conflito e qual é o ponto de vista do outro" ? E, portanto, vou fazer um filme pela primeira vez sobre como é que os movimentos de independência se confrontavam connosco. Mas o meu ponto de vista ainda é mais complexo. Esse confronto connosco era de portugueses com portugueses. Toda a gente tinha o mesmo bilhete de identidade. Portanto, tentar ter um ponto de vista que ajude a que Portugal possa viver com o seu passado, de outra maneira. E vão rodar também na África Equatorial, nomeadamente. A dinâmica do cinema português está em cada filme que é feito. E de quem é o argumento ? É meu. É uma história extraordinária que eu descobri, já ando a preparar o filme há cerca de dez anos, porque descubro um dia um folheto em francês sobre cinco mulheres que tinham sido presas. Não pelos portugueses lá em Angola, mas sim pela UPA, que era um movimento rival que depois se transformou no FNLA. E essas mulheres são presas e depois são mortas. Portanto, é uma tragédia enorme. E, portanto, é a primeira vez que acontece. Cinco mulheres entram na guerrilha e entram. Vêm do Congo, no quadro do MPLA, entram em Angola e depois vão ser atacadas pela UPA e vão ser mortas. E portanto é contar esta tragédia do que é que estava a acontecer de complexo dentro dos movimentos de libertação. Quando eu descobri estas mulheres, a lider chama-se Deolinda Rodrigues. Ela é actualmente o símbolo da mulher angolana. Há um dia feriado que é o dia em que ela foi morta, esta Deolinda Rodrigues. E eu, desde que conheci esta personagem, esta pessoa, este fantasma, tomou posse de mim e passei a viver obcecado com esta história. E, portanto, filmá-la. E também libertar me deste fantasma.
Los habitantes de Tila hicieron lo que parecía imposible: corrieron a las autoridades municipales y a la policía que los violentaban. Indígenas mayas ch'oles se organizaron para administrar sus tierras y la vida pública. Lo que parece una utopía en tierras zapatistas, en Chiapas, sur de México, para los ejidatarios - como se les llama- es más bien vivir en alerta para no perder sus tierras y preservar su integridad. Es lo que retrata el documental “Un lugar más grande” del realizador francés Nicolas Défossé. Su sonidista y diseñador de audio, Martin de Torcy hizo "Escala en París". "Un lugar más grande" es una apuesta cinematográfica. En tiempos de videos verticales de un puñado de segundos, el equipo optó "por un documental de cine directo": dos horas sin narrador, fotografía precisa y diálogos captados durante años para entender y sublimar la realidad de los habitantes de Tila. Diálogos mayoritariamente en maya ch'ol traducidos "por varias personas de la comunidad que hicieron ese gran trabajo de traducción". "Con ese modo de narración no podíamos tener el control de lo que se cuenta. Fue un largo camino, pasar tiempo con los compañeros, tanto en momentos donde sabíamos que iban a suceder cosas, pero también en muchos momentos donde teníamos que estar al pendiente, filmando o sin filmar. También, estar bastante tiempo con la gente para formar parte del paisaje. Creo que para nosotros fue un gran logro haber podido narrar la historia de esa forma", cuenta Martin de Torcy, sonidista y diseñador de audio del documental. Un recorrido de más de cinco años, muchos viajes, con sesiones de dos semanas. Excepcional fue poder ingresar a esta comunidad que desconfía del exterior. Esto es obra del realizador Nicolas Défossé, que conoce la realidad chiapaneca como la palma de su mano: "lleva muchos años viviendo en Chiapas, como 25 años y ha estado muy involucrado en organizaciones de medios con organización zapatista. Fue la gente de Tila la que invitó a Nicolás. Fue un privilegio enorme poder estar ahí, estar acobijados por la gente del pueblo, que siempre están muy al pendiente de nosotros". Efectivamente, el Estado de Chiapas en el sur de México es un territorio de tradición zapatista heredada de la revolución mexicana y de las reivindicaciones que surgen en 1994 con la figura del subcomandante Marcos. Figura que marcó un antes y un después para los campesinos y sobre todo para las comunidades indígenas, como es el caso de los habitantes de Tila, que están organizados según la figura del "ejido": una porción de tierra que ha sido cedida por el Estado para su explotación agrícola, pero no solamente. Las urnas no entran En el caso de Tila, en 2015 los habitantes expulsaron a las autoridades municipales por abusos y violencia. De hecho, cualquier proselitismo político está prohibido, las urnas no entran. Los autos ajenos a la comunidad son escrutados, puesto que la tierra está en disputa y desde el 2020 la violencia incrementa para obligarlos a ceder. "Un lugar más grande" deja en evidencia que para los ejidatarios es imperativo defenderse, ahuyentar a los partidos políticos, a los que dividen la comunidad. Cuidar la tierra que les da de comer también. Al dejar fuera a las autoridades, son los propios habitantes los que se ocupan de la justicia con un código local muy preciso y con penas de cárcel, de la vialidad, de la fiesta patronal, de la basura, de la seguridad. Y todo esto, organizado en Asamblea general donde los asuntos los decide la comunidad. "La máxima autoridad del pueblo, es el Comi", explica Martin de Torcy, "que es nombrado por tres años, no es alguien que está haciendo una carrera política, es alguien que recibe el cargo de ser la voz del pueblo por tres años. Entonces las decisiones se toman desde la Asamblea, que es un ejercicio político muy importante dentro de la comunidad. Todos tienen voz y de hecho fue algo impresionante para mí ver la capacidad que tiene toda esa gente en expresarse en público, de involucrarse en la toma de decisiones. Entonces, todos tienen voz y tienen que involucrarse también en toda la organización del pueblo." Organizarse por convicción y necesidad Suena utópico, sobre todo cuando la fiesta del pueblo es todo un éxito y se concluye sin incidentes o cuando las víctimas de violencia de género son escuchadas y protegidas. Pero se trata también de una necesidad, al desafiar a las autoridades municipales que intentan acapararse de las tierras, los habitantes cargan con una orden de captura y no pueden salir del pueblo. Es más, el documental está dedicado a Carmen López Lugo y a Domingo Lugo Ramírez, figuras de la comunidad, que fueron asesinados por paramilitares en el 2024. Desde el final del rodaje, la violencia ha incrementado "y hoy en día está mucho más cerrado por la tensión. Es mucho más difícil que gente de fuera vaya ahí a apoyarlos y a poner el foco en lo que sucede". La presencia paramilitar se hace sentir en la zona desde la época del levantamiento zapatista en los años 90, "y desde ese entonces existe esa violencia, que ahora está otra vez en un nivel muy alto". Un nivel de violencia que ha incrementado en todo Chiapas, alimentada también por la presencia de grupos criminales. "Un lugar más grande", de Nicolas Défossé, Una mattina FILMS (2025) #EscalaenParís también está en redes Un programa coordinado por Yesica Brumec, realizado por Vanessa Loiseau y Souheil Khedir.
Los habitantes de Tila hicieron lo que parecía imposible: corrieron a las autoridades municipales y a la policía que los violentaban. Indígenas mayas ch'oles se organizaron para administrar sus tierras y la vida pública. Lo que parece una utopía en tierras zapatistas, en Chiapas, sur de México, para los ejidatarios - como se les llama- es más bien vivir en alerta para no perder sus tierras y preservar su integridad. Es lo que retrata el documental “Un lugar más grande” del realizador francés Nicolas Défossé. Su sonidista y diseñador de audio, Martin de Torcy hizo "Escala en París". "Un lugar más grande" es una apuesta cinematográfica. En tiempos de videos verticales de un puñado de segundos, el equipo optó "por un documental de cine directo": dos horas sin narrador, fotografía precisa y diálogos captados durante años para entender y sublimar la realidad de los habitantes de Tila. Diálogos mayoritariamente en maya ch'ol traducidos "por varias personas de la comunidad que hicieron ese gran trabajo de traducción". "Con ese modo de narración no podíamos tener el control de lo que se cuenta. Fue un largo camino, pasar tiempo con los compañeros, tanto en momentos donde sabíamos que iban a suceder cosas, pero también en muchos momentos donde teníamos que estar al pendiente, filmando o sin filmar. También, estar bastante tiempo con la gente para formar parte del paisaje. Creo que para nosotros fue un gran logro haber podido narrar la historia de esa forma", cuenta Martin de Torcy, sonidista y diseñador de audio del documental. Un recorrido de más de cinco años, muchos viajes, con sesiones de dos semanas. Excepcional fue poder ingresar a esta comunidad que desconfía del exterior. Esto es obra del realizador Nicolas Défossé, que conoce la realidad chiapaneca como la palma de su mano: "lleva muchos años viviendo en Chiapas, como 25 años y ha estado muy involucrado en organizaciones de medios con organización zapatista. Fue la gente de Tila la que invitó a Nicolás. Fue un privilegio enorme poder estar ahí, estar acobijados por la gente del pueblo, que siempre están muy al pendiente de nosotros". Efectivamente, el Estado de Chiapas en el sur de México es un territorio de tradición zapatista heredada de la revolución mexicana y de las reivindicaciones que surgen en 1994 con la figura del subcomandante Marcos. Figura que marcó un antes y un después para los campesinos y sobre todo para las comunidades indígenas, como es el caso de los habitantes de Tila, que están organizados según la figura del "ejido": una porción de tierra que ha sido cedida por el Estado para su explotación agrícola, pero no solamente. Las urnas no entran En el caso de Tila, en 2015 los habitantes expulsaron a las autoridades municipales por abusos y violencia. De hecho, cualquier proselitismo político está prohibido, las urnas no entran. Los autos ajenos a la comunidad son escrutados, puesto que la tierra está en disputa y desde el 2020 la violencia incrementa para obligarlos a ceder. "Un lugar más grande" deja en evidencia que para los ejidatarios es imperativo defenderse, ahuyentar a los partidos políticos, a los que dividen la comunidad. Cuidar la tierra que les da de comer también. Al dejar fuera a las autoridades, son los propios habitantes los que se ocupan de la justicia con un código local muy preciso y con penas de cárcel, de la vialidad, de la fiesta patronal, de la basura, de la seguridad. Y todo esto, organizado en Asamblea general donde los asuntos los decide la comunidad. "La máxima autoridad del pueblo, es el Comi", explica Martin de Torcy, "que es nombrado por tres años, no es alguien que está haciendo una carrera política, es alguien que recibe el cargo de ser la voz del pueblo por tres años. Entonces las decisiones se toman desde la Asamblea, que es un ejercicio político muy importante dentro de la comunidad. Todos tienen voz y de hecho fue algo impresionante para mí ver la capacidad que tiene toda esa gente en expresarse en público, de involucrarse en la toma de decisiones. Entonces, todos tienen voz y tienen que involucrarse también en toda la organización del pueblo." Organizarse por convicción y necesidad Suena utópico, sobre todo cuando la fiesta del pueblo es todo un éxito y se concluye sin incidentes o cuando las víctimas de violencia de género son escuchadas y protegidas. Pero se trata también de una necesidad, al desafiar a las autoridades municipales que intentan acapararse de las tierras, los habitantes cargan con una orden de captura y no pueden salir del pueblo. Es más, el documental está dedicado a Carmen López Lugo y a Domingo Lugo Ramírez, figuras de la comunidad, que fueron asesinados por paramilitares en el 2024. Desde el final del rodaje, la violencia ha incrementado "y hoy en día está mucho más cerrado por la tensión. Es mucho más difícil que gente de fuera vaya ahí a apoyarlos y a poner el foco en lo que sucede". La presencia paramilitar se hace sentir en la zona desde la época del levantamiento zapatista en los años 90, "y desde ese entonces existe esa violencia, que ahora está otra vez en un nivel muy alto". Un nivel de violencia que ha incrementado en todo Chiapas, alimentada también por la presencia de grupos criminales. "Un lugar más grande", de Nicolas Défossé, Una mattina FILMS (2025) #EscalaenParís también está en redes Un programa coordinado por Yesica Brumec, realizado por Vanessa Loiseau y Souheil Khedir.
Buenos días, Carlos Alsina. El fascinante argumento resultadista de Félix Bolaños: ¿Para qué queremos presupuestos si la economía crece con fuerza? Me decía Paco Pascual ayer en la economía que más que resultadista es un argumento desarrollista. Efectivamente, es como escuchar a Franco decir que para qué queremos democracia si España crece con fuerza. No, mire, los Presupuestos no son una opción. Es la ley que financió un proyecto político y España atraviesa una así llamada Legislatura sin que se hayan aprobado unas cuentas. O sea que los presupuestos vigentes son de un Parlamento extinto, lo que cuestiona la legitimidad de ejercicio del Ejecutivo vigente. Porque además, como ayer se comprobó si que pasa algo por no tener unos presupuestos actualizados. Leo la insuficiencia de crédito presupuestario para atender compromisos ineludibles de pensiones de clases pasivas y complementos de pensiones mínimas motivó que en noviembre de 2024 se autorizaran dos modificaciones por 2.389.000.000 de euros, ambas financiadas con créditos sobrantes del mecanismo de recuperación y resiliencia. Eso dice el Tribunal de Cuentas. Ayer lo explicó el consejero discrepante del Tribunal de Cuentas, Javier Morillo, el primero que ha votado en contra de la cuenta general del Estado. Los fondos europeos fueron concebidos para reindustrializar las economías europeas tras la pandemia, no para financiar las pensiones de las clases pasivas.
Buenos días, Carlos Alsina. El fascinante argumento resultadista de Félix Bolaños: ¿Para qué queremos presupuestos si la economía crece con fuerza? Me decía Paco Pascual ayer en la economía que más que resultadista es un argumento desarrollista. Efectivamente, es como escuchar a Franco decir que para qué queremos democracia si España crece con fuerza. No, mire, los Presupuestos no son una opción. Es la ley que financió un proyecto político y España atraviesa una así llamada Legislatura sin que se hayan aprobado unas cuentas. O sea que los presupuestos vigentes son de un Parlamento extinto, lo que cuestiona la legitimidad de ejercicio del Ejecutivo vigente. Porque además, como ayer se comprobó si que pasa algo por no tener unos presupuestos actualizados. Leo la insuficiencia de crédito presupuestario para atender compromisos ineludibles de pensiones de clases pasivas y complementos de pensiones mínimas motivó que en noviembre de 2024 se autorizaran dos modificaciones por 2.389.000.000 de euros, ambas financiadas con créditos sobrantes del mecanismo de recuperación y resiliencia. Eso dice el Tribunal de Cuentas. Ayer lo explicó el consejero discrepante del Tribunal de Cuentas, Javier Morillo, el primero que ha votado en contra de la cuenta general del Estado. Los fondos europeos fueron concebidos para reindustrializar las economías europeas tras la pandemia, no para financiar las pensiones de las clases pasivas.Conviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/mas-noticias--4412383/support.ESCUCHAR RADIO
Devocional 1 Tessalonicenses Irmãos, queremos pedir-vos que respeitem aqueles que, em nome do Senhor, trabalham no vosso meio e são vossos responsáveis e orientadores. Tratem-nos com toda a estima e amor por causa da missão que eles têm. E procurem viver em paz uns com os outros. 1 Tessalonicenses 5.12-13 Há pedidos que não se levam a mal. Sobretudo quando percebemos as suas sãs motivações. Desde que não as desvirtuemos, sentimo-nos imediatamente impelidos a colaborar. Atentemos, pois, para o que nos seja requerido no que se refere ao tratamento fraterno para com os que servem a Deus. Efectivamente, há que dar um passo além no “respeito por aqueles que, em nome do Senhor,” concorrem para que nos mantenhamos no trilho de Cristo. Bem sei que há que destrinçar os que servem o seu próprio quintal, daqueles que visam apenas o crescimento do Reino. Feita essa ressalva, não retenhamos afectos. Desta forma, prefiramos palavras de encorajamento aos frios silêncios. Optemos por elogiar, sem bajular, ao invés de denegrir e magoar. Os que têm o coração realmente inclinado para Jesus, dispensam tratamentos vip ou deferências bacocas. O prestígio pessoal pouco ou nada lhes importa, mas dada “a missão que lhes foi confiada importa tratá-los com toda a estima e amor.” Mais do que ser de bom tom, deve ser ponto de honra para os cristãos fazer tudo o que esteja ao seu alcance para “viver em paz uns com os outros.” - Jónatas Figueiredo
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Por ejemplo, uno de los fenómenos más conocidos son las estrellas fugaces. Normalmente utilizamos ese nombre, estrellas fugaces, pero en realidad no son estrellas: son partículas muy pequeñas, a veces del tamaño de un grano de arena, que entran en la atmósfera y se queman al rozar con el aire. Esa fricción las hace brillar durante un segundo y producen ese destello que tanto nos gusta. Y la tradición es pedir un deseo cuando vemos una estrella fugaz en el cielo. Cuando esas partículas son un poco más grandes, hablamos de meteoros, que brillan más y duran un poco más en el cielo. Y si la roca es todavía mayor, aparece lo que llamamos una bola de fuego, como la de la noticia que vamos a analizar hoy. Estas bolas de fuego iluminan el cielo de una forma espectacular, con un destello mucho más intenso que un meteorito normal. Otro fenómeno completamente distinto son las auroras, más conocidas como auroras boreales o australes, dependiendo del hemisferio. Son cortinas de color verde, rosa o violeta que se mueven suavemente en el cielo y se producen cuando partículas del sol chocan contra la atmósfera. Normalmente solo se ven cerca de los polos, pero en ocasiones excepcionales pueden aparecer en zonas más al sur. Y si bajamos un poco más, ya dentro de la atmósfera, encontramos fenómenos eléctricos, como los relámpagos, que iluminan las nubes durante una tormenta, o los rayos, que buscan el suelo para descargar energía. Incluso existen los “relámpagos sin trueno”, que son esos destellos lejanos que se ven en el horizonte cuando la tormenta está muy lejos. Además, el cielo también nos ofrece fenómenos atmosféricos más suaves, como los arcoíris, que aparecen cuando la luz del sol se refleja en las gotas de lluvia. En definitiva, el cielo está lleno de fenómenos naturales que ocurren de forma silenciosa, inesperada y muchas veces espectacular. Algunos duran un segundo; otros pueden iluminar el cielo durante minutos enteros. Pero todos ellos tienen algo en común: nos recuerdan que la naturaleza está viva, que se mueve, que cambia, y que basta con mirar hacia arriba para encontrar algo fascinante. Pues bien, uno de esos fenómenos se vio hace poco en España. Y esa es la información vamos a escuchar en la noticia de hoy. Como siempre, pertenece a Radio Nacional de España. Y en ella interviene un astrónomo francés, aunque hablando en español. Y lo hace muy bien. Lo vas a comprobar en un segundo. Aquí tienes la noticia. “Y ya que miramos al cielo, una cosa más, porque hoy hemos sabido que la noche del martes una gran bola de fuego atravesó parte de la península a una velocidad superior a los 100.000 km por hora. Lo captó el Observatorio Astronómico de Calar Alto en Almería. Hasta allí nos vamos, Alejandro Piqueras. Así es, una bola de fuego sobrevolaba el cielo almeriense a una velocidad de 108.000 km por hora. Es una imagen que ha sido captada en vídeo por la cámara norte del Observatorio de Calar Alto aquí en la provincia, donde trabaja el astrónomo Gilles Bergón. Por hablarlo claramente, ha sido un pedrusco que, cuando cruza la órbita terrestre, desaparece porque el rozamiento con nuestra atmósfera hace que se evaporen directamente y eso genera un destello en el cielo. Y además de la espectacularidad de esa escena, es importante destacar que no supone ningún peligro. No hay que entrar en pánico, es decir, que todo eso es impresionante, se ve algo muy brillante que parece caer del cielo, pero suele evaporarse del todo, no queda materia alrededor de unos 40 km de altura. Efectivamente, esa bola de fuego comenzó a avistarse a una altitud de 9.500 metros y se desintegró finalmente a unos 42 km de altura.” La verdad es que me encantaría ver algo así en el cielo alguna vez, pero hasta ahora no he tenido suerte. El arcoiris sí que lo he visto muchas veces, y alguna estrella fugaz, pero nunca una bola de fuego. Quizá en el futuro. Bueno, vamos a explicar las palabras que pueden parecer más complicadas. -Captar: significa registrar o recoger algo con un aparato, como una cámara, un micrófono o un telescopio. También puede significar “entender”, pero aquí nos interesa en el sentido técnico. -La cámara del observatorio captó la bola de fuego en el cielo. -Mi móvil no capta bien la señal cuando estoy en el ascensor. -Sobrevolar: pasar por encima de un lugar volando, sin aterrizar. Puede hacerlo un avión, un helicóptero o, como en la noticia, un objeto luminoso. -El meteorito sobrevoló la península durante unos segundos. -El avión sobrevoló la ciudad antes de aterrizar en el aeropuerto. -Pedrusco: es una forma coloquial de decir piedra grande y basta, una piedra fea, irregular. No es una palabra científica; es informal y un poco humorística. -El astrónomo explicó que la bola de fuego no era más que un pedrusco del espacio. -Me tropecé con un pedrusco enorme en mitad del camino. -Rozamiento: El “rozamiento” es la fricción, el contacto entre dos superficies que se mueven una contra la otra y generan calor. Es lo que hace que un meteorito se caliente y brille. -El pedrusco se calentó por el rozamiento con la atmósfera. -El rozamiento de las manos produce calor cuando las frotas rápido. -Evaporarse: significa convertirse en vapor, desaparecer por el calor. En el caso de un meteorito, la temperatura es tan alta que la roca se deshace en el aire. -La bola de fuego se evaporó antes de llegar al suelo. -El agua del charco se evaporó con el calor del sol. -Destello: es una luz muy breve y muy intensa, como un flash. Puede aparecer al reflejarse la luz o cuando algo se quema muy rápido. -El meteorito produjo un destello brillante en el cielo. -Vi un destello cuando alguien tomó una foto con flash. -Avistar: es ver algo a lo lejos, normalmente algo que no es fácil de ver. Lo usan mucho los científicos, los marineros o los observatorios. -La bola de fuego se avistó primero desde Almería. -Los excursionistas avistaron un grupo de aves en la montaña. -Desintegrarse: significa romperse en partes muy pequeñas hasta desaparecer. Es lo que les ocurre a muchos meteoros al entrar en la atmósfera. -El objeto se desintegró a más de 40 kilómetros de altura. -El papel se desintegraba al tocarlo porque estaba muy viejo. Lo que no se ha desintegrado es la noticia, porque sigue aquí con nosotros para escucharla por segunda vez. “Y ya que miramos al cielo, una cosa más, porque hoy hemos sabido que la noche del martes una gran bola de fuego atravesó parte de la península a una velocidad superior a los 100.000 km por hora. Lo captó el Observatorio Astronómico de Calar Alto en Almería. Hasta allí nos vamos, Alejandro Piqueras. Así es, una bola de fuego sobrevolaba el cielo almeriense a una velocidad de 108.000 km por hora. Es una imagen que ha sido captada en vídeo por la cámara norte del Observatorio de Calar Alto aquí en la provincia, donde trabaja el astrónomo Gilles Bergón. Por hablarlo claramente, ha sido un pedrusco que, cuando cruza la órbita terrestre, desaparece porque el rozamiento con nuestra atmósfera hace que se evaporen directamente y eso genera un destello en el cielo. Y además de la espectacularidad de esa escena, es importante destacar que no supone ningún peligro. No hay que entrar en pánico, es decir, que todo eso es impresionante, se ve algo muy brillante que parece caer del cielo, pero suele evaporarse del todo, no queda materia alrededor de unos 40 km de altura. Efectivamente, esa bola de fuego comenzó a avistarse a una altitud de 9.500 metros y se desintegró finalmente a unos 42 km de altura.” Vale, pues ahora me toca contarte la noticia utilizando algunos sinónimos. Vamos allá. Estos días hemos conocido un suceso muy llamativo en el cielo: durante la noche del martes apareció una luz intensa que cruzó parte del territorio peninsular a una velocidad extraordinaria, superior a los cien mil kilómetros por hora. Esta estela brillante quedó registrada por el Observatorio Astronómico de Calar Alto, situado en la provincia de Almería, gracias a una de sus cámaras. Desde allí, un reportero explica que ese resplandor era en realidad una masa rocosa que avanzaba por encima del cielo almeriense a unos ciento ocho mil kilómetros por hora. La escena quedó grabada por la cámara norte del observatorio, donde trabaja el astrónomo Gilles Bergón. El francés nos cuenta de forma sencilla que se trataba de una piedra espacial que, al entrar en la zona de influencia de la Tierra, se quema debido al contacto con nuestra atmósfera, y ese calentamiento hace que se vaporice de inmediato, produciendo un brillo muy fuerte visible desde el suelo. Además de lo espectacular que resulta ver algo así, los especialistas aclaran que no representa ningún tipo de riesgo. No hay motivo para alarmarse, porque aunque la luz sea muy intensa y parezca que “cae del cielo”, este tipo de fragmentos suele desaparecer completamente antes de acercarse a la superficie, quedando reducido a nada alrededor de los cuarenta kilómetros de altura. En este caso concreto, la luz comenzó a verse a unos nueve mil quinientos metros y terminó deshaciéndose definitivamente alrededor de los cuarenta y dos kilómetros sobre el nivel de la superficie. Genial. Vamos con el último pase de la noticia y te sigo contando más cosas interesantes. “Y ya que miramos al cielo, una cosa más, porque hoy hemos sabido que la noche del martes una gran bola de fuego atravesó parte de la península a una velocidad superior a los 100.000 km por hora. Lo captó el Observatorio Astronómico de Calar Alto en Almería. Hasta allí nos vamos, Alejandro Piqueras. Así es, una bola de fuego sobrevolaba el cielo almeriense a una velocidad de 108.000 km por hora. Es una imagen que ha sido captada en vídeo por la cámara norte del Observatorio de Calar Alto aquí en la provincia, donde trabaja el astrónomo Gilles Bergón. Por hablarlo claramente, ha sido un pedrusco que, cuando cruza la órbita terrestre, desaparece porque el rozamiento con nuestra atmósfera hace que se evaporen directamente y eso genera un destello en el cielo. Y además de la espectacularidad de esa escena, es importante destacar que no supone ningún peligro. No hay que entrar en pánico, es decir, que todo eso es impresionante, se ve algo muy brillante que parece caer del cielo, pero suele evaporarse del todo, no queda materia alrededor de unos 40 km de altura. Efectivamente, esa bola de fuego comenzó a avistarse a una altitud de 9.500 metros y se desintegró finalmente a unos 42 km de altura.” Después de escuchar una noticia como esta es normal que te surja una pregunta: ¿y qué pasaría si un día uno de estos objetos no se evaporara y llegara a golpear la Tierra? Lo primero que hay que decir es que lo que hemos visto esta semana en el cielo español no supone ningún peligro. En la noticia se explica claramente que el fragmento se evaporó por completo debido al rozamiento con la atmósfera y que no quedó materia a partir de unos 40 kilómetros de altura, de modo que nunca llegó a representar un riesgo para la superficie. Eso es lo habitual con la gran mayoría de estos cuerpos. Pero, aunque hoy en día es muy raro que un objeto grande llegue al suelo, la historia de nuestro planeta demuestra que, cuando eso ocurre, las consecuencias pueden ser enormes. El ejemplo más conocido es el impacto de un asteroide gigantesco que cayó en la zona que hoy ocupa la península de Yucatán, en México, hace unos 66 millones de años. Este choque liberó una energía colosal y provocó una extinción masiva que acabó con aproximadamente el 75% de las especies, incluidos los dinosaurios. Ese asteroide medía alrededor de 10 a 12 kilómetros de diámetro, un tamaño completamente distinto al del pequeño fragmento que vimos estos días sobre España. Cuando un objeto de ese tipo llega a la superficie, el resultado es global: incendios, tsunamis, una enorme nube de polvo que bloquea la luz del sol y un cambio climático repentino y extremo. Por eso, cuando comparamos ambos fenómenos, la diferencia es enorme. Lo que sobrevoló la península esta semana fue solo un pedazo de roca espacial que se deshizo antes de tocar la Tierra. Lo de Yucatán, en cambio, fue un cuerpo gigantesco que sí alcanzó el suelo y dejó un cráter de más de 180 kilómetros de diámetro. Y ahí está la clave: lo que vemos normalmente en el cielo es completamente inofensivo, porque se desintegra mucho antes de acercarse al suelo. En cambio, un impacto real, como el del asteroide de Yucatán, es algo extraordinariamente raro, pero sus efectos son tan grandes que cambiaron la historia de la vida en la Tierra. Así que, cuando levantamos la vista y vemos una luz cruzando el cielo, lo más probable es que estemos viendo algo espectacular, sí, pero también algo natural, pasajero y que nunca llegará a tocarnos. Y hablando de tocar, lo que ahora nos toca es repasar las palabras que hemos aprendido hoy. -Captar: significa registrar o recoger algo con un aparato, como una cámara, un micrófono o un telescopio. -Sobrevolar: pasar por encima de un lugar volando, sin aterrizar. -Pedrusco: es una forma coloquial de decir piedra grande, fea e irregular. -Rozamiento: es el contacto entre dos superficies que se mueven una contra la otra y generan calor. -Evaporarse: significa convertirse en vapor, desaparecer por el calor. -Destello: es una luz muy breve y muy intensa, como un flash. -Avistar: es ver algo a lo lejos, normalmente algo que no es fácil de ver. -Desintegrarse: significa romperse en partes muy pequeñas hasta desaparecer. Escucha este episodio completo y accede a todo el contenido exclusivo de Se Habla Español. Descubre antes que nadie los nuevos episodios, y participa en la comunidad exclusiva de oyentes en https://go.ivoox.com/sq/171214
Empezamos este episodio de La Paella Rusa con uno de nuestros temas favoritos: la corrupción. ¡Bieeeen! ¡Ilusión! ¡Purpurina! En este caso, la alcaldesa de València, María José Catalá, y otros cargos públicos están siendo investigados por supuestos delitos de prevaricación y tráfico de influencias. ¿Saldrán escándalos emocionantes del asunto o será la corrupción prosaica de siempre? También nos asomamos al pulsito entre Donald Trump y… el Papa León XIV, la dupla de fantasía celestial que no sabíamos que necesitamos. Además, hacemos y resultado de los comicios en Hungría (otro de esos temas de los que somos expertos, en efecto), nos preguntamos qué escenario se despliega ahora tras la derrota de Orbán y qué efectos puede tener en Europa. ¡Ah, y también aparece por aquí Santiago Segura! Por supuesto, tenemos una nueva entrega de nuestra sección Psoeizados. En este caso, hablamos de cómo Pedro Sánchez tiene encandilado a Slavoj Žižek. Efectivamente, el filósofo esloveno ha sido psoeizado. Nadie puede resistirse a los hechizos del perro. Turno para nuestra recomendación cultural. Esta semana os proponemos leer Se acabó el recreo, de Dario Ferrari. ¡Dentro sinopsis! “Marcello es un treintañero con vocación de eterno adolescente. Sin un objetivo concreto en la vida, su única certeza es que no quiere acabar al frente del bar familiar. Por puro espíritu de contradicción, solicita una generosa beca para un doctorado en literatura e, inesperadamente, se la conceden. Su tutor, el venerado Sacrosanti, «el Mourinho de la literatura italiana», le encarga que investigue sobre un tal Tito Sella, un joven escritor-terrorista prácticamente desconocido que murió en la cárcel. Mientras el análisis de la vida y la obra de Sella le lleva por lugares insospechados, Marcello deberá aprender a nadar en las procelosas aguas del mundo académico, esquivando intrigas palaciegas y luchas de poder, para intentar convertirse en un estudioso respetable. A medio camino entre la novela de campus, la novela de formación y la comedia, esta historia sobre dos jóvenes insatisfechos, muy diferentes y sin embargo con bastantes paralelismos, es una de las novelas italianas más importantes y premiadas de la última década”. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Su vida podría ser una película. Pero la ficción se quedaría corta ante el recorrido de Giovanna Rincón, directora de la asociación Acceptess-T, que apoya, guía y defiende de toda discriminación y abuso a las personas trans de Francia. Su historia comienza en un medio pobre y violento de la Bogotá de los años 70 y 80, en la que crecía un pequeño que luego se convertiría en Giovanna contra vientos, puños y marea. Así lo cuenta en ‘Yo, Giovanna', de la editorial Grasset, junto con la periodista Stéphanie Malphettes. Figura del militantismo LGBTQ+ en Francia, la colombiana Giovanna Rincón "se expone" desde hace ya más de 20 años para defender los derechos de las personas trans, de los trabajadores del sexo, de las personas portadoras del VIH. No ha dudado en contar su historia desde el momento en que le diagnostican su seropositividad, su llegada a Italia para prostituirse y luego, su partida hacia Francia en busca de mejores tratamientos médicos, en donde su trabajo llegará a ser reconocido hasta por el Senado. Pero poco ha contado sobre su infancia difícil con un padre alcohólico y violento, una madre que trabajaba mucho para sacarlos adelante bajo el control de este padre, una precariedad muy grande y un contexto social totalmente hostil a una infancia trans. ¿Por qué retornar ese periodo ahora y por qué en un libro? "Los relatos y las historias de las personas trans siempre han sido invisibles. No existen prácticamente. Y para mí era la oportunidad de contarlo en primera persona con el apoyo de Stéphanie Malphettes, con quien encontramos una manera de funcionar muy cómplice y, al mismo tiempo, muy íntima", responde. "Se convirtió en una oportunidad para mí de poder hacer archivo de memoria y poder contar un poco también mi infancia. Retornar a esta infancia, un poco dolorosa, pero que, al mismo tiempo fue muy edificante. Esto también fue un acto terapéutico de reconciliación con esta infancia dolorosa: es contar a las nuevas generaciones todo lo que ha sucedido y también, en cierto modo, dirigirme a las familias, a las instituciones para detallar lo que quiere decir el rechazo, la transfobia y todas las violencias", agrega. Estrategias de supervivencia desde la niñez Efectivamente, en las páginas de 'Yo Giovanna' el lector descubre la violencia que tiene que enfrentar desde muy pequeña, cuando el cuerpo de niño con el que nació se convierte en un peso. El encuentro con una falda azul será determinante en su construcción pero "será también el momento del encuentro con la violencia y la discriminación. Es cuando empieza una estrategia de supervivencia. Tengo que empezar a saber cómo caminar, cómo encontrar personas y a quien confiarme. No solamente el encuentro con Giovanna empieza; es, al mismo tiempo, el encuentro con los otros", recuerda. Los otros son los vecinos, los amigos, los maestros, su familia. Un padre que quiere que Giovanna sea un hombre a cualquier precio, una madre cuyo amor incondicional a veces no alcanza para protegerla de la violencia del padre, un hermano mayor con vergüenza y una sociedad bogotana que empuja a la marginalidad a los que ya son vulnerables: "Lo más difícil en estos procesos es confrontarnos a la indiferencia, a la violencia, al rechazo. Es emanciparme desde la infancia y desde la adolescencia, sobre todo frente a un ser tan amado como ha sido para mí mi madre, que está hoy todavía en vida. Es un proceso extremamente complejo porque los mismos que te rechazan son estos mismos que tú amas y los cuales crees que son fundadores de tu existencia". No romper los lazos Para Giovanna Rincón, es ante todo un difícil juego de equilibrios entre "aferrarse a los que amamos" y "emanciparse sin alejarse de ellos". "Y yo pienso que mi historia está marcada desde mi infancia por ese sentimiento de conciencia humana y social, más allá del hecho de ser una persona trans. Entonces, para mí, mi familia significaba dudas, significaba violencia, significaba rechazo, pero, al mismo tiempo, un terreno en donde había un amor de la parte de mi madre, de mis sobrinos", agrega. El caminar de Giovanna Rincón se encuentra en la intersección de varios caminos espinosos, el de la extrema precariedad, el de la transidentidad y el de la seropositividad. Los dos primeros la obligaron a crecer muy rápido, como la vez que tuvo que fugar para salvar su vida encontrando refugio en un bar cuyo propietario escondía y apoyaba a las infancias LGBT+ expulsadas de su familia. Crecer muy rápido para dejar los estudios de lado y trabajar en el taller familiar o ser patrona de un salón de belleza a los 15 para sostenerse y sostener a los suyos. "Pero pienso que lo más interesante en ese proceso ha sido el luchar contra la fatalidad." "Ninguna historia trans es individual" Una lucha contra la fatalidad y por la memoria, porque la historia de la militante también es la de muchas personas trans: "Ninguna historia trans es individual cuando una comunidad entera es víctima de tanta violencia, de tanto rechazo, de tanta indiferencia. Pienso que cada historia es política. A partir del momento en donde una narrativa como la mía sale, es una historia política. No es nostalgia, no es lamentarse de cómo estos procesos han causado daño es más un acto de memoria colectiva ". Mirar hacia el pasado con esta autobiografía es como una "revancha" para la autora, a la que le predecían tres años de vida cuando una doctora le anunció que era portadora del VIH, pero también un momento para tomar impulso y proyectarse hacia las luchas del 2026. "La lucha contra el SIDA está atravesando un momento histórico a doble sentido. De una parte, los progresos son enormes. Los avances médicos son espectaculares. El otro lado de la moneda es que los primeros dos financiadores del Fondo Mundial de Lucha contra el Paludismo y contra el SIDA, Estados Unidos y Francia, disminuyeron drásticamente los financiamientos internacionales. Lo que probablemente cause un repunte, sobre todo en países en donde todavía estamos muy afectados por la epidemia de SIDA", alerta. Y en el caso francés, "la criminalización de los migrantes y del trabajo sexual" preocupa particularmente a la militante, sobre todo al cumplirse diez años de una ley que penaliza a los clientes del trabajo sexual. Lo que marginaliza aún más a la población afectada, exponiéndola a la epidemia o dificultando el seguimiento médico porque las personas tienen que esconderse o moverse constantemente. Un momento doblemente histórico para la comunidad trans Para Rincón este momento histórico viene acompañado de una inmensa paradoja en donde la comunidad trans es por fin conocida, pero a la vez, la violencia hacia la comunidad se acentúa. Basta con ver las cifras, unos cinco asesinatos en Francia en el periodo reciente. Si bien la violencia y la sombra de la Parca han acompañado a Giovanna Rincón, la espiritualidad y un apego sin falla a la alegría le han allanado el camino. También la amistad y la solidaridad de personas que han cruzado su camino como un doctor que sí la recibe, una psicóloga que le ayuda a sobrellevar el diagnóstico, una madre que le renta una casa, una dueña de restaurante que regala comida... Rincón prefiere no hablar de solidaridad, sino de la larga construcción de una comunidad en el estigma y a veces en el auto-odio. "Por la primera vez, nos han dado una ventana para decir que existimos como personas trans, que estamos transgrediendo, pero es el único modo que tenemos para hacer progresar nuestros derechos y construir una verdadera solidaridad", apunta. El libro se cierra cuando la militante se va a Italia donde se prostituirá y donde comenzará una nueva etapa que luego la llevará a Francia, donde podrá construir una vida en la luz. Si pudiera mirar hacia atrás y decirle algo a la niña de cinco años con la falda azul le diría que "ella tenía razón, que fue muy interesante todo lo que ella le permitió aprender a Giovanna y que es algo muy interesante saber cómo la narrativa de los niños y las niñas trans es algo muy importante al día de hoy para el futuro de las narrativas de las familias que tendrán hijos trans". Moi, Giovanna, 'Yo, Giovanna', editorial Grasset. #EscalaenParís también está en redes Un programa coordinado por Yesica Brumec, realizado por David Brockway, Vanessa Loiseau.
Su vida podría ser una película. Pero la ficción se quedaría corta ante el recorrido de Giovanna Rincón, directora de la asociación Acceptess-T, que apoya, guía y defiende de toda discriminación y abuso a las personas trans de Francia. Su historia comienza en un medio pobre y violento de la Bogotá de los años 70 y 80, en la que crecía un pequeño que luego se convertiría en Giovanna contra vientos, puños y marea. Así lo cuenta en ‘Yo, Giovanna', de la editorial Grasset, junto con la periodista Stéphanie Malphettes. Figura del militantismo LGBTQ+ en Francia, la colombiana Giovanna Rincón "se expone" desde hace ya más de 20 años para defender los derechos de las personas trans, de los trabajadores del sexo, de las personas portadoras del VIH. No ha dudado en contar su historia desde el momento en que le diagnostican su seropositividad, su llegada a Italia para prostituirse y luego, su partida hacia Francia en busca de mejores tratamientos médicos, en donde su trabajo llegará a ser reconocido hasta por el Senado. Pero poco ha contado sobre su infancia difícil con un padre alcohólico y violento, una madre que trabajaba mucho para sacarlos adelante bajo el control de este padre, una precariedad muy grande y un contexto social totalmente hostil a una infancia trans. ¿Por qué retornar ese periodo ahora y por qué en un libro? "Los relatos y las historias de las personas trans siempre han sido invisibles. No existen prácticamente. Y para mí era la oportunidad de contarlo en primera persona con el apoyo de Stéphanie Malphettes, con quien encontramos una manera de funcionar muy cómplice y, al mismo tiempo, muy íntima", responde. "Se convirtió en una oportunidad para mí de poder hacer archivo de memoria y poder contar un poco también mi infancia. Retornar a esta infancia, un poco dolorosa, pero que, al mismo tiempo fue muy edificante. Esto también fue un acto terapéutico de reconciliación con esta infancia dolorosa: es contar a las nuevas generaciones todo lo que ha sucedido y también, en cierto modo, dirigirme a las familias, a las instituciones para detallar lo que quiere decir el rechazo, la transfobia y todas las violencias", agrega. Estrategias de supervivencia desde la niñez Efectivamente, en las páginas de 'Yo Giovanna' el lector descubre la violencia que tiene que enfrentar desde muy pequeña, cuando el cuerpo de niño con el que nació se convierte en un peso. El encuentro con una falda azul será determinante en su construcción pero "será también el momento del encuentro con la violencia y la discriminación. Es cuando empieza una estrategia de supervivencia. Tengo que empezar a saber cómo caminar, cómo encontrar personas y a quien confiarme. No solamente el encuentro con Giovanna empieza; es, al mismo tiempo, el encuentro con los otros", recuerda. Los otros son los vecinos, los amigos, los maestros, su familia. Un padre que quiere que Giovanna sea un hombre a cualquier precio, una madre cuyo amor incondicional a veces no alcanza para protegerla de la violencia del padre, un hermano mayor con vergüenza y una sociedad bogotana que empuja a la marginalidad a los que ya son vulnerables: "Lo más difícil en estos procesos es confrontarnos a la indiferencia, a la violencia, al rechazo. Es emanciparme desde la infancia y desde la adolescencia, sobre todo frente a un ser tan amado como ha sido para mí mi madre, que está hoy todavía en vida. Es un proceso extremamente complejo porque los mismos que te rechazan son estos mismos que tú amas y los cuales crees que son fundadores de tu existencia". No romper los lazos Para Giovanna Rincón, es ante todo un difícil juego de equilibrios entre "aferrarse a los que amamos" y "emanciparse sin alejarse de ellos". "Y yo pienso que mi historia está marcada desde mi infancia por ese sentimiento de conciencia humana y social, más allá del hecho de ser una persona trans. Entonces, para mí, mi familia significaba dudas, significaba violencia, significaba rechazo, pero, al mismo tiempo, un terreno en donde había un amor de la parte de mi madre, de mis sobrinos", agrega. El caminar de Giovanna Rincón se encuentra en la intersección de varios caminos espinosos, el de la extrema precariedad, el de la transidentidad y el de la seropositividad. Los dos primeros la obligaron a crecer muy rápido, como la vez que tuvo que fugar para salvar su vida encontrando refugio en un bar cuyo propietario escondía y apoyaba a las infancias LGBT+ expulsadas de su familia. Crecer muy rápido para dejar los estudios de lado y trabajar en el taller familiar o ser patrona de un salón de belleza a los 15 para sostenerse y sostener a los suyos. "Pero pienso que lo más interesante en ese proceso ha sido el luchar contra la fatalidad." "Ninguna historia trans es individual" Una lucha contra la fatalidad y por la memoria, porque la historia de la militante también es la de muchas personas trans: "Ninguna historia trans es individual cuando una comunidad entera es víctima de tanta violencia, de tanto rechazo, de tanta indiferencia. Pienso que cada historia es política. A partir del momento en donde una narrativa como la mía sale, es una historia política. No es nostalgia, no es lamentarse de cómo estos procesos han causado daño es más un acto de memoria colectiva ". Mirar hacia el pasado con esta autobiografía es como una "revancha" para la autora, a la que le predecían tres años de vida cuando una doctora le anunció que era portadora del VIH, pero también un momento para tomar impulso y proyectarse hacia las luchas del 2026. "La lucha contra el SIDA está atravesando un momento histórico a doble sentido. De una parte, los progresos son enormes. Los avances médicos son espectaculares. El otro lado de la moneda es que los primeros dos financiadores del Fondo Mundial de Lucha contra el Paludismo y contra el SIDA, Estados Unidos y Francia, disminuyeron drásticamente los financiamientos internacionales. Lo que probablemente cause un repunte, sobre todo en países en donde todavía estamos muy afectados por la epidemia de SIDA", alerta. Y en el caso francés, "la criminalización de los migrantes y del trabajo sexual" preocupa particularmente a la militante, sobre todo al cumplirse diez años de una ley que penaliza a los clientes del trabajo sexual. Lo que marginaliza aún más a la población afectada, exponiéndola a la epidemia o dificultando el seguimiento médico porque las personas tienen que esconderse o moverse constantemente. Un momento doblemente histórico para la comunidad trans Para Rincón este momento histórico viene acompañado de una inmensa paradoja en donde la comunidad trans es por fin conocida, pero a la vez, la violencia hacia la comunidad se acentúa. Basta con ver las cifras, unos cinco asesinatos en Francia en el periodo reciente. Si bien la violencia y la sombra de la Parca han acompañado a Giovanna Rincón, la espiritualidad y un apego sin falla a la alegría le han allanado el camino. También la amistad y la solidaridad de personas que han cruzado su camino como un doctor que sí la recibe, una psicóloga que le ayuda a sobrellevar el diagnóstico, una madre que le renta una casa, una dueña de restaurante que regala comida... Rincón prefiere no hablar de solidaridad, sino de la larga construcción de una comunidad en el estigma y a veces en el auto-odio. "Por la primera vez, nos han dado una ventana para decir que existimos como personas trans, que estamos transgrediendo, pero es el único modo que tenemos para hacer progresar nuestros derechos y construir una verdadera solidaridad", apunta. El libro se cierra cuando la militante se va a Italia donde se prostituirá y donde comenzará una nueva etapa que luego la llevará a Francia, donde podrá construir una vida en la luz. Si pudiera mirar hacia atrás y decirle algo a la niña de cinco años con la falda azul le diría que "ella tenía razón, que fue muy interesante todo lo que ella le permitió aprender a Giovanna y que es algo muy interesante saber cómo la narrativa de los niños y las niñas trans es algo muy importante al día de hoy para el futuro de las narrativas de las familias que tendrán hijos trans". Moi, Giovanna, 'Yo, Giovanna', editorial Grasset. #EscalaenParís también está en redes Un programa coordinado por Yesica Brumec, realizado por David Brockway, Vanessa Loiseau.
Empezamos el primer episodio primaveral de La Paella Rusa haciendo un repaso de las que quizás hayan sido las Fallas más perturbadoras de la historia (y eso es mucho decir). También nos asomamos a las estrategias bélicas de Donald Trump, que tantas alegrías geopolíticas nos están dando. Y hacemos un minuto y resultado a las aventuras judiciales de Mazón. Por supuesto, tenemos una nueva entrega de nuestra sección Psoeizados. En este caso, hablamos de cómo Pedro Sánchez tiene encandilados a los líderes de Irán. Efectivamente, los ayatolás han sido psoeizados. Nadie está a salvo del embrujo del perro. Turno para nuestra recomendación cultural. Esta semana os proponemos recuperar a un viejo conocido del programa: Stalin. Bueno a él y a sus libros. Lo hacemos La biblioteca de Stalin (Almuzara), de Geoffrey Roberts. “De Marx a Balzac, de Lenin a Shakespeare, de Zola y H. G. Wells a Conrad, Stalin reunió libros como otros acumulan batallas. Iósif (José) Stalin, figura clave del siglo XX, es recordado como un líder férreo, arquitecto de un régimen que combinó la industrialización forzada con una represión brutal. Sin embargo, detrás del mito del tirano omnipotente se oculta un aspecto poco conocido y profundamente revelador: Stalin fue un lector apasionado, un autodidacta minucioso que reunió una biblioteca personal de más de 20.000 volúmenes. En La biblioteca de Stalin, el historiador Geoffrey Roberts, especialista en historia soviética y autor de obras aclamadas sobre la URSS, ofrece un acceso sin precedentes a la mente del dictador a través de sus libros. A partir de subrayados, anotaciones manuscritas y selecciones temáticas, reconstruye su itinerario intelectual y muestra cómo la lectura fue una herramienta para moldear su ideología, reforzar su poder y afinar su visión del socialismo. Este no es un intento de redimirlo, sino un estudio matizado sobre un lector que concebía los libros, además de como refugio, como instrumentos de control, reflexión y autoridad. Stalin abordaba las páginas como quien libra contiendas: con intención, estrategia y obsesión. ¿Qué nos dicen sus lecturas sobre sus contradicciones internas, su relación con las ideas y su concepción del poder? ¿Cómo se entrelazan la palabra escrita y el terror político? Estas páginas iluminan una dimensión intelectual inesperada del líder soviético y nos invitan a pensar sobre el vínculo entre lectura, ideología y dominación. Una contribución singular a la historiografía contemporánea y una lectura esencial para comprender no solo al dictador, sino al hombre que leía para gobernar. ¿Cómo pudo un lector voraz convertirse en uno de los dictadores más temidos del siglo XX?”. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
El 24 de marzo de 1976 los militares argentinos tomaron el poder y se quedaron hasta 1983. En el centro de la historia de esos años está la política de represión implementada por el gobierno militar, que dejó miles de muertos y desaparecidos. Los efectos de sus acciones continúan aún hoy y con el paso del tiempo el desafío de hallar la verdad y ejercer justicia se profundiza, nos cuenta en este Gran Reportaje de RFI, nuestro corresponsal en Buenos Aires, Natalio Cosoy. La ex Escuela de Mecánica de la Armada, la ESMA, en el norte de la Ciudad de Buenos Aires, es un predio de 17 hectáreas que funcionaba como centro de instrucción militar, con calles y edificaciones varias, rodeadas de árboles. Desde el 2004 se estableció aquí un espacio de memoria e instituciones de derechos humanos públicas y de la sociedad civil. Pero durante la dictadura fue uno de los más de 800 centros clandestinos de detención utilizados para secuestrar, torturar y asesinar o desaparecer personas. "Yo no sé dónde nací, no sé qué día nací tampoco", dice María Paula Inama Macedo durante una visita a la Casa por la Identidad, uno de los espacios de la ex ESMA, que hoy pertenece a la ONG Abuelas de Plaza de Mayo, que busca a los niños que fueron apropiados durante la dictadura. La madre de María Paula fue una de las mujeres que dio a luz en cautiverio y está desaparecida; su padre también está desaparecido. "O sea, en mi partida dice 18 de abril, que claramente no es la fecha real de mi nacimiento, porque mi mamá cuando fue secuestrada estaba embarazada de entre 6 y 7 meses. Ella fue secuestrada en noviembre, principios de noviembre, así que creo que debo haber nacido entre enero y febrero del 78", indica. En octubre de 2024 la contactaron desde la Comisión Nacional por el Derecho a la Identidad, un organismo estatal, porque tenían información que señalaba que podría haber sido apropiada durante la dictadura. Ella decidió hacerse los análisis genéticos, que le confirmaron que la familia con la que creció no era su familia biológica, algo que ella no sospechaba. La Casa por la Identidad está repleta de fotos. En una en blanco y negro un hombre sostiene a un bebé pequeño. El bebé está muy serio y esquiva la mirada del hombre. El bebé es Manuel Golçalves Granada que fue apropiado por una familia. Él recuperó su identidad en 1997 gracias a la búsqueda de su abuela. "Por la lucha de las abuelas, de todas las abuelas y todas las personas que colaboran con ella, pude conocer mi verdadera identidad. Y tener mi verdadera identidad hizo que mi hija también tenga la suya, y ahora su hija", dice orgulloso el hoy miembro de la comisión directiva de Abuelas de Plaza de Mayo. Las abuelas están muy mayores, muchas fallecieron, y son sus nietos quienes tomaron la posta. "Y el desafío es siempre mantener vigente una búsqueda que no ha terminado", recuerda. Hasta hoy se han resuelto 140 casos de bebés apropiados durante la dictadura, pero todavía faltan unos 300. Que la búsqueda siga activa, que sigan apareciendo nietos, da cuenta de la persistencia de los efectos de lo ocurrido tras el golpe de 1976. Los militares tomaron el poder el 24 de marzo de 1976. Ese golpe de estado interrumpió vidas, destrozó familias, pero también congeló el funcionamiento de las instituciones de la república. El gobierno militar removió a los miembros de la Corte Suprema y los tribunales superiores provinciales y disolvió los poderes legislativos a nivel municipal, provincial y nacional. Efectivamente, cerró el Congreso. La última sesión de la cámara de diputados antes del golpe tuvo lugar el 18 de marzo de 1976. En ella estaba presente Julio Bárbaro, diputado peronista de 33 años. Hoy tiene 84 y recuerda cómo los legisladores intuían lo que estaba por ocurrir: "Todos los que veíamos cómo venía, fuimos sacando nuestras pertenencias, libros, cosas que uno tenía en el Congreso. Lo que nadie imaginó de nosotros no era la fecha, era la crueldad del golpe. Como habíamos pasado muchos golpes, creíamos que era un golpe más. Y este no era un golpe más. Estos venían a asesinar". Leer tambiénArgentina: ¿Se pueden parar las indemnizaciones a las víctimas de la dictadura? Junto a la Casa por la Identidad está la sede del Equipo Argentino de Antropología Forense, o EAAF. Si Abuelas de Plaza de Mayo se dedica a la búsqueda de sus nietos, el EAAF está enfocado en encontrar los cuerpos de personas desaparecidas. Lo explica Mariella Fumagalli, directora para Argentina de la organización: "En estos ficheros lo que se resguarda son las muestras hemáticas de las familias de personas desaparecidas, que otorgan voluntariamente una muestra al EAAF para la búsqueda de sus restos". El tiempo es el principal enemigo de su trabajo porque “hay muchos familiares de esas personas desaparecidas que van falleciendo. Entonces, ese límite a la hora de encontrar muestras de sangre que permitan arribar a una identificación requiere complementar con el desarrollo tecnológico, por ejemplo, en genética". El trabajo antropológico, combinado con las técnicas genéticas, permite seguir obteniendo resultados. El 10 de marzo de este año, el EAAF anunció que logró identificar los restos de 12 personas hallados en el sitio La Perla, en la provincia de Córdoba. Allí habían estado detenidas las mellizas Adriana y Cecilia Carranza, que fueron secuestradas el 5 de mayo de 1976, cuando tenían 18 años. Su desaparición fue un golpe devastador para su familia, cuenta Marcela Sanmartino Carranza, sobrina de las mellizas. Entre las personas que el EAAF logró identificar en los restos hallados en La Perla está una de las mellizas. Sin embargo, todavía la historia no termina de cerrarse, porque no se puede saber cuál de las hermanas fue la identificada. Marcela Sanmartino cuenta cómo reaccionó su madre, de 88 años, cuando le dieron la noticia por videollamada: "Primero no entendía, ella lloró. Pero pasado el momento, buscó juntarse con los dos hermanos vivos. Y bueno, se juntaron, se juntaron un rato, y ella cuenta que hicieron como un velorio, lo que no habían podido hacer, que estuvieron hablando un rato de las chicas, y después hablando pavadas. Lo que uno hace en un velorio". Sin embargo, todavía la historia no termina de cerrarse, porque no se puede saber cuál de las hermanas fue la identificada. “Lo que hoy podemos decir es que Cecilia o Adriana fueron asesinadas en La Perla. Pero también podemos decir que Cecilia o Adriana siguen desaparecidas. La crueldad sin límite de esa gente ha hecho eso, no. Aunque encontremos restos, por ahora no podemos decir de cuál de las dos es", cuenta desolada Marcela. "Todo esto que estás viendo es documentación de la causa Primer Cuerpo del Ejército", indica el juez federal Daniel Rafecas. Es una de las más grandes por delitos de lesa humanidad cometidos durante la dictadura. Ya más de 1.200 personas fueron condenadas en todos los juicios por crímenes de lesa humanidad en Argentina. Más de 250 de esos casos fueron instruidos por el juzgado de Rafecas y elevados a tribunales orales. Pero además del tiempo, hay otras dificultades para conseguir justicia, por las estrategias utilizadas por la dictadura para asesinar. "En general, por ejemplo, aquí en la Ciudad de Buenos Aires, lo que hacía era arrojarlos al mar, con vida, en vuelos, los llamados 'traslados'. Y sobre esa última etapa, desde el punto de vista judicial, lamentablemente, después de 20 años de investigaciones, sabemos muy poco", no oculta su consternación el juez Rafecas. Lo hacían en aviones tipo Skyvan, de 12 metros de largo y dos motores a hélice, que hoy está exhibido en la ex Escuela de Mecánica de la Armada. 50 años después del inicio de la última dictadura militar argentina siguen apareciendo elementos que ayudan a reconstruir lo ocurrido, como este avión, como los restos identificados en La Perla o como la identidad devuelta a María Paula Inama Macedo. En el Archivo Biográfico Familiar de Abuelas de Plaza de Mayo, dentro de la Casa por la Identidad, María Paula conversa con Daniela Drucaroff, coordinadora del archivo. Daniela está preparando una carpeta con toda la información que han podido recolectar sobre la historia, sobre la familia de María Paula. Daniela le muestra en la pantalla de una computadora un enorme árbol genealógico, que María Paula compara con uno pequeño, hecho a mano, del que tiene una foto en su celular. María Paula todavía está adaptándose a su nueva vida. Hasta su cumpleaños es un asunto difuso, al que busca darle un nuevo sentido. "El año pasado no lo festejé. Pero este año, el 20 de enero, que fue el día que me enteré, que me llamaron para darme la noticia del ADN positivo, es como que también lo tomé como un día de renacimiento. Entonces, es como que el 18 de abril sigue siendo el 18 de abril, porque así fue toda la vida, pero el 20 de enero también es mi cumpleaños", puntualiza.
¿De dónde vienen las palabras? Tradicionalmente hemos pensado que son etiquetas relativamente arbitrarias que los humanos nos inventamos para llamar a las cosas de alguna manera. Efectivamente, los sonidos "mesa" no parecen tener una relación directa con el artefacto que llamamos mesa; y en otros idiomas se llama al mismo artefacto con sonidos completamente diferentes, como "table", "stol" o "zataku". Es verdad que hay un pequeño grupo de palabras que sí tienen un origen extralingüístico: las onomatopeyas, que son imitaciones de sonidos que ocurren en el mundo natural. Pero el resto de palabras seguro que son mayormente inventadas, ¿no? Pues cada vez parece más claro que algunas no son completamente inventadas. Nuestro cerebro, aparentemente, asocia algunos sonidos con ciertas formas geométricas, y en algunos casos también con colores. Este fenómeno se llama simbolismo sonoro, y podría ser un sustrato sobre el que se han ido construyendo las lenguas humanas. Hoy os hablamos de una instancia concreta de simbolismo sonoro: el efecto buba-kiki. Jugad con nosotros a tratar de adivinar cuál de las dos imágenes que ilustran este episodio se llama "buba" y cuál se llama "kiki". En el programa de hoy os contaremos, además, que el simbolismo sonoro está atestiguado en otras especies animales, lo cual refuerza la hipótesis de que, posiblemente, es anterior al lenguaje. Os contaremos también qué funciones creemos que puede estar jugando en nuestro cerebro. El artículo que mencionamos durante el programa es "Matching sounds to shapes: Evidence of the bouba-kiki effect in naïve baby chicks", de Maria Loconsole et al. Lo podéis encontrar aquí: https://www.science.org/doi/10.1126/science.adq7188 Si os ha interesado este asunto os recomiendo mucho que repaséis los episodios s09e28 y s09e20, en los que también hablamos sobre las bases del lenguaje y sus análogos en otros animales. Os interesará también, seguramente, el episodio s08e21 de nuestro pódcast hermano, Aparici en Órbita, en el que analizamos si los perros tienen capacidad para el lenguaje. Ampliando un poco el campo también os recomiendo repasar los capítulos s07e43, s10e33 y s07e05 de La Brújula de la Ciencia: en ellos hablamos de habilidades cognitivas y cerebrales que asociamos a la inteligencia humana pero que otros animales también tienen. Este programa se emitió originalmente el 16 de marzo de 2026. Podéis escuchar el resto de audios de La Brújula en la app de Onda Cero y en su web, ondacero.es
Hace casi 20 años estallaba una burbuja inmobiliaria en Estados Unidos que arrasó con la economía mundial. Es la crisis de las “subprimes” que en Europa se convirtió en una crisis duradera de la deuda. Los españoles, los griegos, los italianos y los portugueses fueron los que pagaron el precio más alto de la especulación de los bancos, responsables de la burbuja. El periodista Antonio Rodríguez Castiñeira transformó la cobertura del mayor crash económico de nuestra historia en un viaje íntimo. Publica ‘Los caminos de la ira', 'Les chemins de la colère', en la editorial Bayard. Cuando España entra en la Unión Europea, el horizonte es un sueño de prosperidad. Pero la crisis financiera del 2008 convierte ese sueño en pesadilla alimentando una rabia que se extiende hasta hoy por toda Europa. El periodista Antonio Rodríguez Castiñeira se fija particularmente en Galicia y toma como guía a John Steinbeck, autor de ‘Las uvas de la ira', cronista de la crisis del 29 en Estados Unidos, que contó la “gran depresión”. “Yo cuento la gran recesión”, precisa Antonio Rodríguez, quien cubrió en los pasillos del Fondo Monetario Internacional y después desde el terreno con pescadores, obreros, jubilados que sufrieron luego en carne propia las consecuencias directas de los reajustes para salvar a los bancos responsables de la crisis. La pregunta es quién se equivocó. Para el periodista nacido en Galicia una parte de la responsabilidad la tienen los periodistas: “Yo anduve por las cumbres económicas de aquel momento. Estuve en Nueva York, cuando la quiebra de Lehman Brothers, el banco que hizo estallar la crisis, y lo que los periodistas contamos en aquel momento fueron los remedios que nos daban las instituciones internacionales , y no hablamos de las condiciones o los riesgos para la gente” La factura humana de los subprimes “Lo que cuento en este libro es el aspecto humano de las consecuencias del desplome financiero. O sea, cómo efectivamente para los jubilados, el Estado va a aumentar los impuestos para que paguen más. Los agricultores van a tener sus dificultades, los pescadores van a tener que emigrar, como la generación de mis padres en los años 60. Muchos españoles y gallegos en concreto van a tener que volver a emigrar como en los años 60, y eso es lo que me enfada en ese momento”, agrega. Efectivamente, el road trip de Antonio Rodríguez lo lleva de Galicia, región profundamente afectada, hasta Suiza donde sus padres emigraron unas décadas antes. Este viaje sigue el camino de Compostela que el autor reivindica como un camino de migración, “es el camino que siguieron mis padres, es el que seguíamos cada verano para ir de vacaciones a Galicia y es el camino de la nueva emigración después de la crisis. Es nuestra ruta 66” En las páginas de este libro se lee mucha nostalgia, mucha morinha como se dice en gallego, pero también mucha rabia. Cuando se lee la desolación de los ganaderos o de los pescadores es imposible no hacer un paralelismo con 2026: el acuerdo con el Mercosur ha sacado al agro a la calle. ¿No aprendimos nada de esa crisis de la que Europa tardó años en recuperarse? “Efectivamente no hemos sacado las conclusiones del impacto de la crisis financiera. Durante ese viaje me acerco a mineros en la región de León, en España, que están desempleados y con los brazos cruzados y ven pasar por el pueblo carbón importado desde el extranjero. Veo agricultores que también están amenazados porque el libre comercio le permite a la competencia europea, en este caso, llevar quesos o leche que se vende a pérdida. Esto me lo cuenta Dominique Strauss-Khan, patrón del FMI en ese entonces, me dice que la gestión de la crisis está totalmente desequilibrada y que las ayudas iban solamente al sector financiero”, recuerda el autor. El rescate financiero que olvidó a las personas Otros protagonistas de la gestión de la crisis de las subprimes hicieron un mea culpa, han admitido que fue un error enfocar las ayudas en los bancos y no en los ciudadanos, que pagaron un precio altísimo para mantenerlos a flote con un rigor económico que lindaba con lo sádico. Para el periodista de la Agencia France Presse ese mea culpa no sirve de nada y el riesgo sigue latente porque en ese momento se adoptan medidas para reducir el gasto muy pronto. Estados Unidos sale de la crisis “con una forma de U, o sea cae muy rápido y sube rápidamente, mientras que en Europa con esas medidas ideológicas la economía vuelve a caer formando una W”. Es en gran parte lo que ha alimentado una ira que le da alas a la extrema derecha. “Hay un descontento con los partidos tradicionales, apunta, que fueron los que manejaron la crisis tanto derecha como los socialistas, y ese descontento se traduce por un voto más radical, a veces hacia la extrema izquierda, pero a menudo el que saca ventaja es la extrema derecha. Y es ahí donde no se sacaron las lecciones de la crisis de Lehman Brothers y de la crisis financiera.” ‘Los caminos de la ira', Les chemins de la colère, en la editorial Bayard. --------- #EscalaenParís también está en redes sociales
Hace casi 20 años estallaba una burbuja inmobiliaria en Estados Unidos que arrasó con la economía mundial. Es la crisis de las “subprimes” que en Europa se convirtió en una crisis duradera de la deuda. Los españoles, los griegos, los italianos y los portugueses fueron los que pagaron el precio más alto de la especulación de los bancos, responsables de la burbuja. El periodista Antonio Rodríguez Castiñeira transformó la cobertura del mayor crash económico de nuestra historia en un viaje íntimo. Publica ‘Los caminos de la ira', 'Les chemins de la colère', en la editorial Bayard. Cuando España entra en la Unión Europea, el horizonte es un sueño de prosperidad. Pero la crisis financiera del 2008 convierte ese sueño en pesadilla alimentando una rabia que se extiende hasta hoy por toda Europa. El periodista Antonio Rodríguez Castiñeira se fija particularmente en Galicia y toma como guía a John Steinbeck, autor de ‘Las uvas de la ira', cronista de la crisis del 29 en Estados Unidos, que contó la “gran depresión”. “Yo cuento la gran recesión”, precisa Antonio Rodríguez, quien cubrió en los pasillos del Fondo Monetario Internacional y después desde el terreno con pescadores, obreros, jubilados que sufrieron luego en carne propia las consecuencias directas de los reajustes para salvar a los bancos responsables de la crisis. La pregunta es quién se equivocó. Para el periodista nacido en Galicia una parte de la responsabilidad la tienen los periodistas: “Yo anduve por las cumbres económicas de aquel momento. Estuve en Nueva York, cuando la quiebra de Lehman Brothers, el banco que hizo estallar la crisis, y lo que los periodistas contamos en aquel momento fueron los remedios que nos daban las instituciones internacionales , y no hablamos de las condiciones o los riesgos para la gente” La factura humana de los subprimes “Lo que cuento en este libro es el aspecto humano de las consecuencias del desplome financiero. O sea, cómo efectivamente para los jubilados, el Estado va a aumentar los impuestos para que paguen más. Los agricultores van a tener sus dificultades, los pescadores van a tener que emigrar, como la generación de mis padres en los años 60. Muchos españoles y gallegos en concreto van a tener que volver a emigrar como en los años 60, y eso es lo que me enfada en ese momento”, agrega. Efectivamente, el road trip de Antonio Rodríguez lo lleva de Galicia, región profundamente afectada, hasta Suiza donde sus padres emigraron unas décadas antes. Este viaje sigue el camino de Compostela que el autor reivindica como un camino de migración, “es el camino que siguieron mis padres, es el que seguíamos cada verano para ir de vacaciones a Galicia y es el camino de la nueva emigración después de la crisis. Es nuestra ruta 66” En las páginas de este libro se lee mucha nostalgia, mucha morinha como se dice en gallego, pero también mucha rabia. Cuando se lee la desolación de los ganaderos o de los pescadores es imposible no hacer un paralelismo con 2026: el acuerdo con el Mercosur ha sacado al agro a la calle. ¿No aprendimos nada de esa crisis de la que Europa tardó años en recuperarse? “Efectivamente no hemos sacado las conclusiones del impacto de la crisis financiera. Durante ese viaje me acerco a mineros en la región de León, en España, que están desempleados y con los brazos cruzados y ven pasar por el pueblo carbón importado desde el extranjero. Veo agricultores que también están amenazados porque el libre comercio le permite a la competencia europea, en este caso, llevar quesos o leche que se vende a pérdida. Esto me lo cuenta Dominique Strauss-Khan, patrón del FMI en ese entonces, me dice que la gestión de la crisis está totalmente desequilibrada y que las ayudas iban solamente al sector financiero”, recuerda el autor. El rescate financiero que olvidó a las personas Otros protagonistas de la gestión de la crisis de las subprimes hicieron un mea culpa, han admitido que fue un error enfocar las ayudas en los bancos y no en los ciudadanos, que pagaron un precio altísimo para mantenerlos a flote con un rigor económico que lindaba con lo sádico. Para el periodista de la Agencia France Presse ese mea culpa no sirve de nada y el riesgo sigue latente porque en ese momento se adoptan medidas para reducir el gasto muy pronto. Estados Unidos sale de la crisis “con una forma de U, o sea cae muy rápido y sube rápidamente, mientras que en Europa con esas medidas ideológicas la economía vuelve a caer formando una W”. Es en gran parte lo que ha alimentado una ira que le da alas a la extrema derecha. “Hay un descontento con los partidos tradicionales, apunta, que fueron los que manejaron la crisis tanto derecha como los socialistas, y ese descontento se traduce por un voto más radical, a veces hacia la extrema izquierda, pero a menudo el que saca ventaja es la extrema derecha. Y es ahí donde no se sacaron las lecciones de la crisis de Lehman Brothers y de la crisis financiera.” ‘Los caminos de la ira', Les chemins de la colère, en la editorial Bayard. --------- #EscalaenParís también está en redes sociales
Señoras, señores, me alegro. Buenos días.¿Qué tal están ustedes a las ocho de la mañana de un lunes, lunes 16 de febrero?Cuando pase la mitad que queda de febrero —con que pasen cinco veces lo que hay de las uvas aquí— estaremos otra vez en la suba. Ya verá cómo se toma esto, pero no hay mucho tiempo que perder. Además, va a lucir el sol. Han acabado ya las nueve borrascas; la preocupación ahora está en el deshielo y, por lo tanto, en el caudal de algunos ríos, particularmente los que colindan con zonas de hielo y nieve: el Ebro y el Duero, esencialmente.En el Duero hay mucha preocupación.Veremos en estos días si la contención existe y si el sol va haciendo su trabajo, que parece que vamos a tener unos cuantos días de sol.Bueno, huelga de médicos: es la noticia de cabecera. Pero antes déjenme que les explique las fotografías que publicó la web de COPE de un servidor con el rey Juan Carlos en Abu Dabi este fin de semana.Efectivamente, fue un ...
Ya saben muchos de Vds que en Cadena 100, tenemos un experto en niños. Antonio Jimeno tiene mucha mano con ellos. Esta semana ha estado con unos cuantos a los que ha preguntado qué les hace felices...Y dirán Vds, cuando lo sepan. que esas son las cosas normales que suelen gustar a un crío o una cría. Efectivamente...Pero es que los niños con los que ha estado Jimeno, necesitan esa felicidad de las pequeñas cosas porque tienen cáncer. La Fundación Juegaterapia quiere dedicarles esa idea, entre otras cosas, con esta canción. Que cuenta que poder peinarse, volver al cole, sentir el sol y el aire en la cara, los churros, saltar en la cama, tienen poca importancia hasta que se pierden...El domingo es el Día Internacional del Cáncer Infantil. Juegaterapia consigue que, mientras se curan, mientras llega el sonido de la campana, puedan recuperar la felicidad de las pequeñas cosas que hacen más llevadero ese camino que ningún niño debería transitar.
Barcelona, 28 de octubre de 1900. El frenesí del nuevo siglo exhibe sus promesas en la capital catalana, portuaria y cosmopolita. El fútbol es una de las novedades a las que los barceloneses, poco a poco, se van acostumbrando. Ese día, el ejemplar de la revista Los Deportes incluye una breve mención a un equipo creado en la ciudad: “se ha constituido con el nombre de Sociedad Española de Foot-ball, compuesta de muchos y distinguidos jóvenes”. Efectivamente, unos estudiantes de la Universidad de Barcelona acababan de plantar una semilla. Empezarían a jugar en los descampados que rodeaban una obra visionaria, la Sagrada Familia, con equipaciones negras y amarillas. 125 años después su visión ha cambiado algunos detalles -colores, denominación- pero mantiene lo esencial: su pasión y su orgullo. Sexto equipo con más temporadas en LaLiga, el RCD Espanyol es un histórico del fútbol peninsular. Pero en su larguísimo relato blanquiazul también hay -como no- renglones escritos en noir. Recuperamos algunos de ellos de la mano de David Tolo, historiador del club y de su fundación. Del extraño paréntesis sin actividad a una gira extenuante por Sudamérica. Del timo del crack italiano al entrenador argentino del oxígeno. Sirva esta ruta alternativa por la historia perica para celebrar estos primeros 125 años en blanc-i-blau. Accede a las entrevistas íntegras que componen este capítulo, así como contenido exclusivo, en nuestra newsletter: www.brazaletenegro.com Youtube: https://www.youtube.com/@brazaletenegro Twitter: https://twitter.com/brazaletenegro Instagram: https://instagram.com/brazaletenegropodcast Brazalete Negro, el true crime del fútbol. Y, recuerda, Bill Shankly no tenía razón.
Recuerda. El único propósito de los políticos es perpetuarse en el poder. ¿Lo hacen por los adolescentes? No. ¿Lo hacen por ti? Tampoco.Lo que hacen es lo siguiente. Analizan la situación y se hacen dos preguntas.- ¿La mayoría de los jóvenes en la actualidad nos votarán? No. - ¿Si les quitamos el acceso a las redes sociales que es donde deciden votar al bando contrario en unos años aumentaremos los votos al controlar el discurso? Sí.”Adelante con la nueva ley que nadie ha votado.Y después se ríen en tu cara y te dicen que es por los adolescentes.Lo que tienen que hacer los padres es educarse para poder dar ejemplo y que sus hijos piensen por sí mismos y se hagan preguntas.Cuantas más decisiones toman los gobiernos por nosotros menos pensamos y más dictadura es. No hay más.Además, ¿dime qué empresa del mundo no usa las redes sociales hoy en día? Efectivamente, ninguna.Y sin usar algo cotidiano de forma responsable durante tu juventud, tus posibilidades de encontrar trabajo se reducen a casi cero porque has vivido en un mundo que no existe. Y lo que sí se reduce a cero es la posibilidad de crear tu propia empresa o negocio y ser libre.Pero la cosa no acaba ahí. Ahora dime qué pasaría si ese fuera solo el primer paso como sucede siempre. Ese es el modus operandi de la izquierda. Y si deciden que los jóvenes tampoco puedan usar Internet hasta que tengan 16 años porque en Internet hay cosas muy malas y hay que “protegerles” de las malísimas empresas de Internet.Sólo es cuestión de tiempo. Como siempre, los políticos van metiendo la patita y cuando te das cuenta los tienes en tu casa de okupas gastando todo tu dinero y hundiendo más el país.Y recuerda. Para saber si alguien tiene menos de 16 años te tendrán que identificar a ti también. Con tu DNI. Así saben qué haces y dices en todo momento. Y cuando te vigilan ya no puedes ser libre opinando porque si dices algo que no les gusta te censuran o algo peor. Y para pensar es clave escuchar distintas versiones y opiniones. Si solo escuchas una opinión es difícil ver otros puntos.En Francia y Australia.Las VPN son el siguiente temaConviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/el-podcast-de-instagram--3205753/support.Newsletter Marketing Radical: https://marketingradical.substack.com/welcomeNewsletter Negocios con IA: https://negociosconia.substack.com/welcomeMis Libros: https://borjagiron.com/librosSysteme Gratis: https://borjagiron.com/systemeSysteme 30% dto: https://borjagiron.com/systeme30Manychat Gratis: https://borjagiron.com/manychatMetricool 30 días Gratis Plan Premium (Usa cupón BORJA30): https://borjagiron.com/metricoolNoticias Redes Sociales: https://redessocialeshoy.comNoticias IA: https://inteligenciaartificialhoy.comClub: https://triunfers.com
La conformación del equipo ministerial de José Antonio Kast se tomó la agenda de El Primer Café de Cooperativa, donde los panelistas analizaron el complejo equilibrio entre la experticia técnica y la "muñeca" política necesaria para la gobernabilidad. Para el exministro y extimonel de Renovación Nacional (RN) Cristián Monckeberg, el diseño presenta flancos evidentes: "Efectivamente, el primer gabinete tiene un déficit político importante y los partidos están enojados. Eso es verdad". Conduce Cecilia Rovaretti.
El número de ingresos de inmigrantes a Estados Unidos cayó masivamente con cifras negativas que alcanzan hasta menos 300.000 personas. Es la primera vez en 50 años que se registra una cifra de esa magnitud, según un estudio de la Brookings Institution publicado la semana pasada. Cuando era candidato, Donald Trump pregonaba que llevaría a cabo la "mayor operación de deportación de la historia de Estados Unidos". Desde su regreso a la Casa Blanca implementó drásticas, polémicas y violentas medidas con tal de lograrlo y que incluso han provocado muertes. Efectivamente, en 2025 sí bajó el flujo migratorio con cifras récord, según una investigación de Brookings Institution. Stan Veuger es economista en American Enterprise Institute y uno de los autores del informe. “Para el año 2025 lo que estimamos es que el número de inmigrantes netos, entre los que llegaron y salieron del país, es negativo, entre menos 10.000 y menos 300.000 inmigrantes. Es la primera vez que ocurre desde hace 50 años”, resalta Veuger a RFI. La tendencia negativa también podría continuar en 2026, e incluso aumentar. “Para este año hay más incertidumbre, pero lo más probable es que será otro año con inmigración neta negativa, entre menos 900.000 y menos 200.000”, explica el experto. Y estas cifras y proyecciones tienen un impacto en la economía de Estados Unidos. “En los últimos años el crecimiento de la fuerza laboral ha sido del 80% gracias a la inmigración, esta reducción tiene implicaciones macroeconómicas. En el 2025 la tasa de crecimiento del PIB se redujo en un 0,2%, que es importante”, afirma Veuger. Y todos los sectores de la economía se ven afectados, según el estudio, como “la vivienda, la ropa, los electrodomésticos, los servicios de salud porque los inmigrantes consumen como los demás residentes del país”, concluye el economista. El Departamento de seguridad nacional estadounidense tiene datos muy diferentes al de este estudio. Las autoridades reportan que en 2025 el flujo migratorio fue de menos 2 millones y medio de personas, una cifra que Stan Veuger considera “absurda y sin bases en la realidad”.
El número de ingresos de inmigrantes a Estados Unidos cayó masivamente con cifras negativas que alcanzan hasta menos 300.000 personas. Es la primera vez en 50 años que se registra una cifra de esa magnitud, según un estudio de la Brookings Institution publicado la semana pasada. Cuando era candidato, Donald Trump pregonaba que llevaría a cabo la "mayor operación de deportación de la historia de Estados Unidos". Desde su regreso a la Casa Blanca implementó drásticas, polémicas y violentas medidas con tal de lograrlo y que incluso han provocado muertes. Efectivamente, en 2025 sí bajó el flujo migratorio con cifras récord, según una investigación de Brookings Institution. Stan Veuger es economista en American Enterprise Institute y uno de los autores del informe. “Para el año 2025 lo que estimamos es que el número de inmigrantes netos, entre los que llegaron y salieron del país, es negativo, entre menos 10.000 y menos 300.000 inmigrantes. Es la primera vez que ocurre desde hace 50 años”, resalta Veuger a RFI. La tendencia negativa también podría continuar en 2026, e incluso aumentar. “Para este año hay más incertidumbre, pero lo más probable es que será otro año con inmigración neta negativa, entre menos 900.000 y menos 200.000”, explica el experto. Y estas cifras y proyecciones tienen un impacto en la economía de Estados Unidos. “En los últimos años el crecimiento de la fuerza laboral ha sido del 80% gracias a la inmigración, esta reducción tiene implicaciones macroeconómicas. En el 2025 la tasa de crecimiento del PIB se redujo en un 0,2%, que es importante”, afirma Veuger. Y todos los sectores de la economía se ven afectados, según el estudio, como “la vivienda, la ropa, los electrodomésticos, los servicios de salud porque los inmigrantes consumen como los demás residentes del país”, concluye el economista. El Departamento de seguridad nacional estadounidense tiene datos muy diferentes al de este estudio. Las autoridades reportan que en 2025 el flujo migratorio fue de menos 2 millones y medio de personas, una cifra que Stan Veuger considera “absurda y sin bases en la realidad”.
La operación militar en Venezuela ordenada por Trump "viola el derecho internacional y la Constitución de Estados Unidos", dijo a RFI Arturo Valenzuela, responsable de la diplomacia para las Américas del gobierno de Obama y asesor de política, paz y seguridad para América latina de los gobiernos de Clinton. Entrevista de Angélica Pérez. En una declaración conjunta, cinco países latinoamericanos (Brasil, Chile, Colombia, México y Uruguay) y España, manifiestan "preocupación" tras la operación militar de Estados Unidos en Venezuela. Alertan ante cualquier intento de control gubernamental o apropiación de recursos naturales. Un retorno de la hegemonía por la fuerza en América Latina que analizó para RFI, Arturo Valenzuela, ex responsable de la región durante las presidencias de los demócratas Bill Clinton y Barack Obama. RFI: La declaración conjunta asegura que la intervención estadounidense viola principios del derecho internacional, como la prohibición del uso de la fuerza y el respeto a la soberanía territorial. ¿Qué piensa usted? Arturo Valenzuela: Estoy completamente de acuerdo con la declaración que sacaron estos países. Efectivamente, lo que hizo Estados Unidos viola los fundamentos del mundo después de la Segunda Guerra Mundial, lo que se creó con Naciones Unidas y otras instituciones. El vocero del Secretario General de la ONU, Stephane Dujarric, dijo que efectivamente esto podría tener implicaciones terribles para la región, independientemente de la situación de Venezuela, porque se está violando completamente el derecho internacional, incluyendo la Carta Fundamental de Naciones Unidas. Pero además del derecho internacional, el presidente Trump violó también los fundamentos de la Constitución de Estados Unidos, que no permiten que el Presidente declare una guerra, sino que el Congreso tiene que hacerlo. Y está muy claro de que muchos sectores del Congreso, incluyendo algunos sectores del Partido Republicano, están rechazando lo que está tratando de hacer Trump en este momento, siendo que lo que también está en juego aquí es el sistema político norteamericano. Leer tambiénOperación militar de EEUU en Venezuela: ¿ha violado Donald Trump la Constitución estadounidense? RFI: ¿Es en definitiva una violación al Estado de Derecho? A.V.: La presidenta de la Asamblea General de Naciones Unidas, Annalena Baerbock, dijo claramente que los Estados miembros, incluyendo Estados Unidos, no pueden controlar otro territorio por la fuerza o violar la independencia política de otra nación. Ella dijo que un mundo pacífico seguro es imposible si el Estado de Derecho no puede efectuarse y lo que ha hecho Trump es efectivamente violar el Estado de derecho internacional y también nacional. RFI: ¿Qué impacto ha tenido en la clase política y en la población de Estados Unidos la intervención militar en Venezuela? A.V.: Este es un precedente terrible. Está afectando enormemente al país. Es el problema que tiene Estados Unidos ahora con su gobernabilidad. Por suerte, ha habido también un rechazo muy fuerte por parte de sectores que incluyen al Partido Republicano. Mucha gente acá está muy preocupada por la obsesión de Trump de tratar de apoderarse del petróleo venezolano y piensan que es algo que va a ayudar solamente a su familia y a sus colegas. Así que yo tengo esperanza de que efectivamente lo que pasó en New Jersey, en Virginia y en otras partes donde ha ganado elecciones el Partido Demócrata. El apoyo político a Trump se está desgastando enormemente en Estados Unidos. Leer tambiénVenezuela: “Tenemos temor de que eso sea un precedente y se use la ley del más fuerte” (ONU) RFI: En cuanto a Colombia, Trump amenazó al presidente Petro, a quien acusa de fabricar cocaína, y dijo que "no durará mucho tiempo". ¿Le parecen posibles intervenciones en ese país y en Cuba? A. V.: Ahora está efectivamente amenazando a Colombia y a otros países latinoamericanos. Esto es un desastre y demuestra una cierta ignorancia y contradicciones del gobierno de Estados Unidos. Cómo es posible que hayan implementado todo esto por estar preocupados por el tráfico de cocaína a Estados Unidos, y al mismo tiempo, el propio Trump conmutara la pena del ex presidente de Honduras, Juan Orlando Hernández, que había sido condenado en cortes estadounidenses a 45 años de cárcel por haber enviado cocaína. Cómo es posible perdonar a uno y al mismo tiempo criticar a otros diciendo que ellos son los que están complicando al mundo. Lo que ha hecho Estados Unidos no tiene sentido y es terriblemente peligroso para el futuro. *Arturo Valenzuela fue encargado durante el gobierno Obama de la diplomacia en las Américas y asesor de los gobiernos de Bill Clinton en política exterior, defensa e inteligencia para América Latina. Es el fundador del Centro de Estudios Latinoamericanos de la Universidad Georgetown de Washington.
Audio Devocional "Crezcamos de Fe en Fe" - Ministerios Kenneth Copeland
«Dichoso el hombre que honra al Señor y se deleita obedeciendo sus mandatos... vivirá sin temor a las malas noticias, y su corazón estará firme y confiando en el Señor» (Salmos 112:1,7) ¿Estás preparado para hacerle frente a alguna crisis? No esperes hasta que la crisis te tome por sorpresa para saber si lo estás. Prepárate ahora mismo. Eso fue lo que una pareja de colaboradores hizo. Estaban enfrentando una situación que hubiera aterrorizado a cualquiera. Pero cuando la crisis los golpeó, sus corazones estaban tan afirmados en la Palabra de Dios que su reacción inmediata fue actuar en fe, no en pánico. Lo que más me impresionó cuando oí su testimonio fue una expresión que repitieron varias veces: "Si no depositas, no puedes hacer retiros". Lo que ellos querían decir es que si no te tomas el tiempo para depositar la Palabra en el corazón, ésta no estará allí más tarde cuando la necesites. Terminarás lleno de dudas y en crisis, en lugar de con fe y el poder que necesitas para salir adelante. Una situación como la que enfrentó esta pareja podría ser fatal. Esta pareja tenía un niño de dos años que había sufrido una caída, en la cual se había fracturado el cráneo y lesionado seriamente el cuello. Como resultado, no sentía ni los brazos ni las piernas, y no podía moverse. A pesar de tener que llevarlo a la sala de emergencias, ellos se sintieron inundados de una paz inmensa. En lugar de lamentarse y llenarse de temor, se pusieron a orar con fe, diciendo: "Por las heridas de Jesús, nuestro hijo es sano". Efectivamente, en pocas horas, el niño fue restaurado por completo. Aun las radiografías comprobaron que había ocurrido un milagro. La moraleja de esta historia es la siguiente: la victoria no se obtuvo con la desaparición de las lesiones del cuerpo de ese niño, sino durante los días, las semanas y los meses previos, cuando sus padres estaban oyendo mensajes, estudiando la Palabra y orando en el Espíritu. La victoria se obtuvo porque ellos habían invertido tiempo para edificarse en la Palabra; al llegar la crisis, pudieron estar firmes. ¡Ahora es el momento para edificar un fundamento firme como la roca! No esperes hasta enfrentar alguna crisis. Deposita la Palabra en abundancia en tu corazón ahora, para que cuando la necesites, ésta fluya con poder. Recuerda: "Si no depositas, no puedes hacer retiros". ¡Empieza hoy mismo a efectuar esos valiosos depósitos! Lectura bíblica: Salmo 112 © 1997 – 2019 Eagle Mountain International Church Inc., también conocida como Ministerios Kenneth Copeland / Kenneth Copeland Ministries. Todos los derechos reservados.
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Si yo saliera y dijera que "el neo-Darwinismo está efectivamente muerto a pesar de su persistencia ortodoxa de libro de texto", usted puede estar seguro de que los evolucionistas estarían sobre mí… To support this ministry financially, visit: https://www.oneplace.com/donate/1235/29?v=20251111
Audio Devocional "Crezcamos de Fe en Fe" - Ministerios Kenneth Copeland
«No saldrá victoriosa ninguna arma que se forje contra ti. Y tú condenarás a toda lengua que en el juicio se levante contra ti. Ésta es la herencia de los siervos del Señor. Su salvación viene de mí. Yo, el Señor, lo he dicho» (Isaías 54:17) Ningún arma forjada contra ti prosperará. ¡Qué buenas noticias! ¿No es grandioso saber que ninguna enfermedad, circunstancia o dificultad podrá contra ti? Hace algunos años, uno de nuestros amigos estaba enfrentando una demanda judicial. Oramos juntos basados en ese versículo y acordamos que ese pasaje sería la palabra final en esa situación, y no las acusaciones en su contra. Estuvimos firmes en la fe, confiando en que esa demanda no prosperaría. Efectivamente, cuando mi amigo fue al juzgado, los demandantes no pudieron prevalecer contra él. Él ganó ese debate legal, no porque los abogados fueran muy listos, sino porque era inocente y había confiado en esa poderosa promesa de Dios. Imita ese ejemplo. Cuando el diablo te ataque en algún aspecto de tu vida, no te pongas a llorar, ni te cruces de brazos, ni le supliques a Dios para que te defienda. Abre la Biblia en Isaías 54:17. Recuerda lo que Dios te ha prometido. Usa esa promesa para fortalecerte contra el pecado y contra toda obra perversa que el diablo quisiera usar para atarte. Luego, aférrate a esa promesa por medio de la oración. Declara: "Señor, rehúso temerle a esa arma que el diablo ha forjado en mi contra, pues sé que de acuerdo con Tu Palabra, no prosperará contra mí. Confío en que Tú me protegerás, y desde ahora te doy gracias por la victoria. En el nombre de Jesús, Amén". No desperdicies el poder de la fuente de protección de Dios. Ponlo a funcionar en tu vida. Es tu herencia legítima como siervo del Señor. Lectura bíblica: Isaías 54:10-17 © 1997 – 2019 Eagle Mountain International Church Inc., también conocida como Ministerios Kenneth Copeland / Kenneth Copeland Ministries. Todos los derechos reservados.
Por fin es lunes. Efectivamente, estamos a un mes y medio de la Nochebuena. Es verdad que lo de la radio te vuelve más consciente del paso del tiempo. Lo valoras de otra manera y no hay mejor forma de aprovechar el tiempo que escuchando la radio. Se está poniendo el tiempo, por cierto, cada vez menos otoñal. De hecho, la llegada de un frente atlántico, no confundir con un frente atlético, marcará este lunes el tiempo en el noroeste peninsular, donde los cielos estarán nubosos y se esperan lluvias en Galicia, en Asturias, el norte de Castilla y León. No se descarta que las precipitaciones alcancen de forma más débil el Cantábrico, La Rioja o el norte de Extremadura. Ya en Canarias habrá intervalos nubosos, sobre todo las islas de Lanzarote y Fuerteventura. Rosalía lo está petando. Yo soy solo uno más de millones que se han pasado este fin de semana escuchando 'Lux', desentrañando el significado de sus letras, disfrutando de un experimento musical ...
1249. Ay el feedback... Esa palabra que tantas veces repetimos los podcasters y que, en mi caso, da lugar a un episodio mensual como este. Hoy me toca cerrar octubre leyendo, comentando y agradeciendo todos esos mensajes que me habéis dejado a lo largo del mes. Porque sí, aunque a veces lleguen por privado, en canales abiertos o incluso en medio de un tirón de orejas, cada uno de ellos me ayuda a seguir mejorando, corrigiendo y aprendiendo. Arranco este capítulo con un agradecimiento enorme a Galiana, por un mensaje privado que me dejó sin palabras. No lo voy a leer porque fue algo personal, pero sí quiero reconocer lo importante que fue para mí. Poder formar parte, aunque sea unos minutos al día, del día a día de alguien que además comparte mis episodios casi a diario… es algo que no puedo más que agradecer profundamente. Así que, Galiana, un abrazo para ti y para tu hijo. También ha habido avisos técnicos, de esos que lejos de molestarme, me hacen sentirme muy arropado. Rubén, Toni y Fercatodic me avisaron —muy prontito por la mañana— de un error en el episodio de la agenda de octubre. Efectivamente, se me coló un audio duplicado. Fui rápido en corregirlo, pero me quedo con la tranquilidad de saber que estáis ahí, atentos y dispuestos a avisar cuando algo falla. Gracias de verdad, porque esos pequeños gestos valen oro. En el terreno del debate, ha habido comentarios tras el episodio de Podwoman y el de la “familia correcta”. Toñi, por ejemplo, reivindicaba el trabajo de muchas mujeres podcasters ignoradas por las plataformas. Y aunque no todo el mundo estaba de acuerdo —como Borja, que me escribió defendiendo que el acceso al podcasting es igual para todos—, creo que es importante poder debatir estas cosas con respeto. Yo mismo he compartido mi punto de vista, especialmente cuando creo que hay una desigualdad estructural que merece ser visibilizada. También ha habido cierta polémica por tocar temas políticos. Fran me escribió por privado diciendo que le parecía una pena que me posicionara políticamente en el podcast, porque lo consideraba un espacio neutral. Incluso me comentó que tenía pensado anunciarse en el podcast. Yo, sinceramente, entiendo que no todo el mundo comparta mi visión, pero también reivindico que este proyecto es personal, y si en más de 1.200 episodios solo en uno o dos he opinado sobre algo político, creo que no es para rasgarse las vestiduras. No busco adoctrinar a nadie, solo compartir lo que me mueve. Por suerte, también hubo comentarios positivos al respecto, como el de David Marzal, que me animó a seguir hablando desde la honestidad. O el de David Mota, que valoró especialmente que no me autocensure. Incluso surgieron más comentarios en redes que ampliaron el debate sobre religión, política y libertad de expresión. No faltaron mensajes sobre otros episodios del mes: el de los tres libros de podcasters que me han motivado a volver a leer, el de la herramienta De-Esser en el glosario podcastero, o la historia del nombre del podcast “Somos Hijos de la Pandemia”. También hubo agradecimientos de oyentes como Elena, Toni o Agirl, que comentaron sobre el uso de las sibilancias y los efectos del sonido subconsciente. Así que, una vez más, gracias por seguir ahí, por escribir, por corregirme cuando me equivoco, por debatir aunque no estemos de acuerdo, por recomendarme lecturas y por mantener viva esta conversación constante que es el feedback. El mes que viene volveré con más comentarios, y como siempre, estaré encantado de leeros, responderos y, sobre todo, seguir creciendo desde este lado del micrófono._____________Consigue tu entrada para el directo de 'Estamos al mando' el 14 de noviembre en las Podnights Madrid a través de Eventbritehttps://www.eventbrite.es/e/entradas-estamos-al-mando-en-podnights-madrid-1547995098009?aff=oddtdtcreator_____________ ¡Gracias por pasarte 'Al otro lado del micrófono' un día más para seguir aprendiendo sobre podcasting! Si quieres descubrir cómo puedes unirte a la comunidad o a los diferentes canales donde está presente este podcast, te invito a visitar https://alotroladodelmicrofono.com/unete Además, puedes apoyar el proyecto mediante un pequeño impulso mensual, desde un granito de café mensual hasta un brunch digital. Descubre las diferentes opciones entrando en: https://alotroladodelmicrofono.com/cafe. También puedes apoyar el proyecto a través de tus compras en Amazon mediante mi enlace de afiliados https://alotroladodelmicrofono.com/amazon La voz que puedes escuchar en la intro del podcast es de Juan Navarro Torelló (PoniendoVoces) y el diseño visual es de Antonio Poveda. La dirección, grabación y locución corre a cargo de Jorge Marín. La sintonía que puedes escuchar en cada capítulo ha sido creada por Jason Show y se titula: 2 Above Zero. 'Al otro lado del micrófono' es una creación de EOVE Productora.
Queridos Rímelers: Hemos vuelto más tarde que pronto, como siempre, pero como bien dice mi señora madre, hemos de aprender a cultivar la paciencia. Tened siempre presente que más tarde o más temprano apareceremos. En esta nueva entrega de RYC se viene conflicto, drama, divorcios en el ambiente. La separación de Andy y Lucas, la reunión de LODVG, que esto puede parecer así como una cosa bonita pero JA!! todo bien de pelea, bien de guerra, bien bélico el asunto. Además, hablamos todo lo respetuosamente que somos capaces de la nueva mierda que salpica al conde Lecquio, que no es nueva porque tiene más años que una montaña, pero a que no sabéis quién lo sigue manteniendo en parrilla? Efectivamente, Ana Rose de Aquitania, digo Quintana. También nos pronunciamos, CÓMO NO, acerca del flamante nuevo premio Planeta, si entendemos por flamante incendiario. Casi toda España se ha puesto de acuerdo en una cosa, y mira que cuesta: Juan del Val es a un premio literario lo que yo (Nayra) a una clase de crossfit: sencillamente incompatible. Sin embargo, él tiene un milloncejo de euros bajo el brazo y tú tienes una m**rda que te comas. No nos olvidamos de nuestra sección política, este episodio patrocinada con las maravillosas declaraciones de la Pelopony respecto de las operaciones estéticas y de pagar en efectivo a tu cirujano, garantía de éxito, amigues. Siempre musa, nunca inmusa. En fin, con todo esto y un enorme beso nos despedimos hasta la próxima. Dadle mucho cariño al capítulo!!! Besos, besos!!
En Zetas le dedicamos un capítulo especial a esos dos personajes que te han dado la vida y que, aunque sean quizá muy pesados, se supone te quieren como nadie. Efectivamente, hablamos de tus padres. ¿Quién okupa la casa, tú o ellos? ¿Se puede tener una buena relación con ellos siempre? ¿Cómo se gestiona una crisis de comunicación con tus padres? ¿Hay que contarles todo siempre? Estás son algunas de las preguntas que nos hacemos en este programa.Diez zetas súper jóvenes te dan las claves para mantener una buena relación con tus padres y decidir si desvelas secretos o no. Te damos una pista: Lo que no se cuenta, no existe. ¡Disfruta!
Efectivamente, por no callarse ni ceder a las presiones de quienes ya no escuchan y han perdido la razón. Quiero hablarte de la Cruz y del que en él está crucificado. Quiero explicarte por qué una cruz cristiana tiene que tener siempre a Cristo. Quiero explicarte dónde vas a encontrar a Dios y dónde te puede encontrar Él. Al Lío! . . Por cierto, me tienes en Instagram https://instagram.com/joaquinconp?igshid=YmMyMTA2M2Y= . Y la edición me la hace el gran Edu, de Archi, cuya paciencia es infinita https://archidigitalgroup.com . Sé feliz! +
Fidelidad y lealtad Por: Pastor Mauricio Naranjo La fidelidad y la lealtad son términos profundos, poderosos y difíciles de encontrar en el mundo actual. Pero forman parte del carácter de Cristo, y cuando desarrollamos una relación sólida con Dios, con Su Palabra y con Su Espíritu, estas cualidades comienzan a manifestarse en nuestra vida. Tito 1:1-2 (NTV). 2 Timoteo 2:13. Dios es absolutamente fiel; en Él no hay engaño. Incluso cuando nosotros fallamos, Él permanece fiel: Fidelidad significa fe, consistencia, sinceridad (del latín sine cera —sin cera, sin falsedad). Lealtad significa apoyar, sostener, nutrir, ser confiable y constante. ¿Fieles y leales a quién? A la Palabra de Dios. Juan 5:24: «De cierto, de cierto os digo: El que oye mi palabra, y cree al que me envió, tiene vida eterna…» Juan 14:23-24: «Respondió Jesús y le dijo: El que me ama, mi palabra guardará; y mi Padre le amará… El que no me ama, no guarda mis palabras…» Al Espíritu Santo. Juan 14:26: «Pero el Consolador, el Espíritu Santo, a quien el Padre enviará en mi nombre, él os enseñará todas las cosas…» El Espíritu Santo está con nosotros siempre, guiándonos a toda verdad. Necesitamos tener una relación con Él. Es el que da vida, gozo y paz, incluso en medio de las pruebas. Isaías 41:15-16. Trillar implica perseverancia, firmeza y constancia en la fe. A tus pastores y líderes. ¿Cómo podemos decir que somos fieles a Dios, a quien no vemos, si no lo somos con aquellos que Él ha puesto como autoridad en nuestra vida? 2 Reyes 4:1-7 (NTV). El aceite es figura del Espíritu Santo. La fidelidad y obediencia a las instrucciones de Dios, dadas a través de sus siervos, trae provisión y milagros. 2 Crónicas 20:20 (NTV): «Crean en el Señor su Dios y podrán permanecer firmes. Créanles a sus profetas y tendrán éxito.» Hoy es el tiempo de responder a Dios. 2 Corintios 6:1-2 (NTV): «Como colaboradores de Dios, les suplicamos que no reciban ese maravilloso regalo de la bondad de Dios y luego no le den importancia. Pues Dios dice: «En el momento preciso, te oí. En el día de salvación te ayudé». Efectivamente, el “momento preciso” es ahora. Hoy es el día de salvación.» La entrada Fidelidad y lealtad – Ps. Mauricio Naranjo se publicó primero en Comunidad de Fe.
Se murieron 11 bomberos, una barbacoa mal apagada provocó este incendio que quemó 13,000 hectáreas y tardó una semana en extinguirse. Susana Rodríguez es la viuda de una de las víctimas de Alberto Cemillán y esta mañana aquí en Herrera en Cope ha lamentado que dos décadas después no se haya invertido más en la lucha contra los fuegos, al tiempo que ha recordado el cúmulo de errores que llevó a la muerte de su marido. Sabía perfectamente que había sido una negligencia total. Efectivamente, los superiores no estaban en sus mandos, eh, evidentemente estaban dejados de la mano de Dios, ellos no ...
Audio Devocional "Crezcamos de Fe en Fe" - Ministerios Kenneth Copeland
«Pero cuando venga el Espíritu de verdad, él los guiará a toda la verdad; porque no hablará por su propia cuenta, sino que hablará todo lo que oiga, y les hará saber las cosas que habrán de venir» (Juan 16:13) Jesús dijo que el Espíritu Santo nos guiaría a toda verdad. No tan sólo la verdad que nos ayudará a subsistir. Ni la verdad ocasional que nos ayudará a enseñar en nuestra clase de la escuela dominical, sino ¡toda la verdad! Si eres un empresario, el Espíritu Santo te mostrará cómo aumentar tus ganancias y reducir tus gastos. Si eres una madre, el Espíritu Santo te mostrará cómo resolver las discusiones de tus hijos. Si eres un estudiante, esto significa que el Espíritu Santo te mostrará cómo sobresalir en tus clases. De hecho, si conoces a Jesucristo y has sido bautizado en el Espíritu Santo, en tu interior se encuentra la respuesta a todo problema económico, espiritual y físico. ¡Tú ya tienes las respuestas a problemas que ni siquiera conoces! Por ejemplo, durante la Segunda Guerra Mundial, Estados Unidos se tropezó con un problema muy serio. El enemigo estaba hundiendo sus barcos más rápidamente de lo que se podían construir nuevos, un proceso que tomaba un año de principio a fin. En un esfuerzo para resolver ese dilema, se inventó un método por el cual un barco podía ser construido en un solo día, pero que requería hacerlo cabeza abajo. Una vez finalizado, al darle vuelta, las soldaduras se reventaban y el barco se hacía añicos. Le presentaron el problema a un hombre profundamente espiritual, quien además era un famoso empresario industrial de la época. “Yo averiguaré cómo hacerlo”, les respondió. Efectivamente, después de algunos días de oración y ayuno, Dios le mostró la fórmula de la soldadura que mantendría al barco unido. Si estás enfrentando algún problema, no andes a rastras tratando de manejarlo con tus propias fuerzas. Toma en serio lo que Jesús dice en Su Palabra y comienza a pedirle al Espíritu Santo que te dé el conocimiento que necesitas para resolverlo. Pon la sabiduría de los siglos a obrar en tu trabajo, en tu familia y en tu mundo. Conéctate con las verdades que Él ha depositado en ti. Lectura bíblica: Juan 14:6-17 © 1997 – 2019 Eagle Mountain International Church Inc., también conocida como Ministerios Kenneth Copeland / Kenneth Copeland Ministries. Todos los derechos reservados.
Hola, ¿qué tal? Buenos días. Efectivamente, Julio con L y la Guardia Civil que ya ha detenido al agresor que le dio la paliza a Domingo, el hombre de 68 años de Torre Pacheco por el que empezaron los disturbios, como sabes, este fin de semana. Se trata de un tipo de 19 años al que han detenido en Rentería, parece que pretendía viajar a Irun para escapar a Francia. Hay otros dos detenidos de origen marroquí implicados en esa agresión y otros siete españoles arrestados por los enfrentamientos también de estos días en esta región murciana. De lo demás que sepas que los gobiernos central y ...
Fermín, bienvenido y gracias por elegir Cadena 100. Buenos días. Buenos días, Javi Nieves. Bueno, José Real es el que más celebra los San Fermines del equipo y el que nos va a poner al día. Hola, José, buenos días. Hola Javi, hola, ¿qué tal? Buenos días. Efectivamente, 7 de julio San Fermín y venimos de un fin de semana, es verdad, con unas tormentas importantes por el norte, especialmente por Cataluña, con granizo en Zaragoza. Hoy vamos a tener un panorama de lluvia parecido, eh, especialmente por la zona del interior de la comunidad Valenciana, el sur de Aragón y sobre todo por la franja ...
Ven, SÃgueme con Pepe Valle de Central del Libro de Mormón
“¿Qué me sucederá después de que muera?”. Casi todas las personas se hacen esa pregunta de una u otra manera. Por siglos, muchas tradiciones cristianas, basándose en enseñanzas de la Biblia, han enseñado en cuanto al cielo y el infierno, en cuanto al paraíso para los justos y el tormento para los inicuos. Pero ¿puede realmente dividirse a toda la familia humana de manera tan estricta? En febrero de 1832, José Smith y Sidney Rigdon se preguntaban si había algo más que aprender sobre el tema (véase Doctrina y Convenios 76, encabezamiento de la sección).Efectivamente lo había. Mientras José y Sidney meditaban sobre esas cosas, el Señor “tocó los ojos de [su] entendimiento y fueron abiertos” (versículo 19). Ellos recibieron una revelación tan asombrosa, tan extensa y tan instructiva, que los santos la llamaron simplemente “La visión”. Esa visión abrió las ventanas de los cielos y dio a los hijos de Dios una comprensión más amplia de la eternidad. La visión reveló que el cielo es más grande, amplio e incluyente de lo que la mayoría de las personas habían supuesto previamente. Dios es más misericordioso y justo de lo que podemos comprender, y los hijos de Dios tienen un destino eterno más glorioso de lo que podemos imaginar.Véanse Santos, tomo I, págs. 150–153; “La visión”, en Revelaciones en contexto, págs. 158–164.
Audio Devocional "Crezcamos de Fe en Fe" - Ministerios Kenneth Copeland
«Pero si nuestro evangelio está aún encubierto, lo está entre los que se pierden; pues como ellos no creen, el dios de este siglo les ha cegado el entendimiento para que no resplandezca en ellos la luz del evangelio de la gloria de Cristo, el cual es la imagen de Dios» (2 Corintios 4:3-4) Como Dios no salva a ninguna persona contra Su voluntad, ¿vale la pena orar por quienes conscientemente se rehúsan recibir a Jesús como su Señor? Sí. ¡Sí! ¡Sí, vale la pena! Mira, a pesar del hecho de que la mayoría de los incrédulos que no han querido recibir a Jesús como su Señor piensan que lo han hecho por su libre albedrío, la verdad es que no es así. La Palabra de Dios dice que han sido cegados por Satanás, quien les está bloqueando la percepción de la verdad. Por lo tanto, ellos en realidad no han tomado esa decisión por voluntad propia. Una vez comprendido esto, mediante la oración intercesora puedes interferir las fuerzas satánicas, y ayudarles a quitarse esas vendas. Con la oración puedes también cambiar las circunstancias y ayudar a crear situaciones que atraerán a esas personas a conocer al Señor. Y cuando lo hagas, estarás ejerciendo tus derechos espirituales. Una vez oré con un amigo que había estado orando por años por su hermano inconverso. Jesús dice en Mateo 12:29 que primero atáramos al hombre fuerte y luego entráramos a su casa y saqueáramos sus bienes. Así que declaramos: “Tú, espíritu que ciegas los ojos de _______, deja de hacer lo que estás haciendo para mantenerlo fuera del reino de Dios. ¡En el Nombre de Jesús, detente en este momento!” Jesús también dijo en Mateo 9:38: «Por lo tanto, pidan al Señor de la mies que envíe segadores a cosechar la mies». Entonces, oramos así: «Señor, envía alguien a la vida de ______________ con la Palabra de Dios. Tú sabes a quien sí escuchará. Reclamamos a ______________ para el reino de Dios. Confiamos en que lo veremos salvo y libre. En fe te alabamos”. Al poco tiempo, su hermano lo llamó y le preguntó: “¿Qué has estado haciendo? Todas las personas con que me que encuentro me han estado predicando”. Nuestras oraciones habían interferido las fuerzas que Satanás había estado usando para cegar a este hombre para que no conociera a Jesús, y habían creado una circunstancia para traerlo al reino. Efectivamente, unos días después, él había nacido de nuevo. Haz esta misma oración por tus seres queridos, y cuando ores, cree que así será. Tú podrás ver los mismos resultados. No te cruces de brazos, ni dejes que el diablo se lleve a tus amigos y familiares sin resistirlo. ¡Ora! ¡Ora! ¡Ora! Arremete contra el “dios de este mundo”. Quítale la venda de los ojos a tus seres queridos y ábreles los ojos al glorioso evangelio de Dios. Lectura bíblica: 2 Corintios 4:1-7 © 1997 – 2019 Eagle Mountain International Church Inc., también conocida como Ministerios Kenneth Copeland / Kenneth Copeland Ministries. Todos los derechos reservados.
====================================================SUSCRIBETEhttps://www.youtube.com/channel/UCNpffyr-7_zP1x1lS89ByaQ?sub_confirmation=1==================================================== LECCIÓN DE ESCUELA SABÁTICA II TRIMESTRE DEL 2025Narrado por: Miguel PáezDesde: Bogotá, ColombiaUna cortesía de DR'Ministries y Canaan Seventh-Day Adventist ChurchMARTES 17 DE JUNIOOTRA IMAGEN Y LA ORDEN DE ADORARLA Hace tiempo que los estudiosos de la Biblia ven la conexión entre Daniel 3 y lo que Apocalipsis enseña acerca de los eventos finales. Efectivamente, la orden de “adorar la imagen” o morir (Dan. 3:15) refleja lo que el Apocalipsis enseña acerca de la orden de rendir culto a una imagen so pena de muerte. “Se le permitió infundir aliento a la imagen de la primera bestia, para que la imagen pudiera hablar y dar muerte a todo el que no adore a la imagen de la bestia” (Apoc. 13:15). Lee Apocalipsis 13:11 al 17; 14:9, 11 y 12; 16:2; 19:20; y 20:4. ¿Qué contraste hay aquí que implica un conflicto entre los mandamientos de Dios y los de hombres? El pueblo de Dios está llamado a adorar “al que hizo el cielo y la tierra, el mar y las fuentes de las aguas”, es decir, al Creador, en contraposición con la bestia y su imagen. Los tres jóvenes hebreos se negaron, ante una amenaza similar, a adorar a otro que no fuera el Dios Creador. Por lo tanto, por diferentes que sean las circunstancias entre la orden de adorar la imagen en la llanura de Dura en oposición al Creador y lo que sucederá en todo el mundo con el llamado a rendir culto a la imagen de la bestia y no al Creador, el principio es el mismo. Lee Romanos 1:18 al 25 (observa el vínculo existente entre Romanos 1:18 y Apocalipsis 14:9 y 10 acerca de “la ira de Dios”). En vista de ello, ¿de qué manera la adoración de la imagen de la bestia es solo otra manifestación del mismo principio en juego, el de quién debe ser objeto de la lealtad de los seres humanos? Adorar no significa única o necesariamente inclinarse ante una imagen y ofrecerle incienso. Adoramos aquello a lo que en última instancia somos leales. Cuando consideramos quién es nuestro Dios Creador y lo que ha hecho por nosotros al redimirnos por medio de Jesús, nos damos cuenta de que es el único que merece ser adorado. Todo lo demás es idolatría. Tal vez esto ayuda a comprender las severas palabras de Jesús: “El que no está conmigo, está contra mí; y el que conmigo no recoge, desparrama” (Mat. 12:30). Los acontecimientos finales van a ser simplemente una manifestación dramática de esta verdad.
Adjudicaciones en tienda y web. Leroy Merlin, un hogar no nace, un hogar se hace. Son las siete de la mañana. Hoy es viernes 13 de junio. Buenos días, Mar Amate. Buenos días, Javi Nieves. Un 13, un viernes más 13 que que otros para muchos, José, ¿cómo cómo resumes lo que pasa este día? Buenos días. Hola, Javi, hola, Mar, ¿qué tal? Buenos días. Efectivamente, hoy tienes la opción de darle vueltas y vueltas y vueltas al monotema o esperarte aquí y esperar a que yo te lo cuente en 20 segunditos y luego ya te vas al trabajo con lo puesto. Bueno, pues vamos allá. Ayer el secretario de organización ...
Audio Devocional "Crezcamos de Fe en Fe" - Ministerios Kenneth Copeland
«También les dijo: «Fíjense bien en lo que oyen, porque con la medida con que ustedes midan a otros, serán medidos, y hasta más se les añadirá» (Marcos 4:24) ¿Cuántas bendiciones recibirás de la Palabra de Dios? Depende de cuántas esperes recibir. Dios no te medirá con la medida que Él tiene, sino de acuerdo con la que tú le proporciones. Por ejemplo, dos personas pueden oír la Palabra de Dios acerca de la sanidad. Una la medirá con la fe y dirá: “¡Alabado sea Dios, por Su llaga fui sanado! Yo creo eso con todo mi corazón y voy a seguir creyéndolo hasta ser sano”. La otra, la medirá con duda y dirá: “No me importa cuántos versículos bíblicos cite. Yo no confío en ese predicador. Voy a darle a todo este asunto de la sanidad una oportunidad, pero dudo mucho que esto sirva de algo”. Ambas personas recibirán exactamente lo que esperan. Dios las medirá conforme a la medida con las que ellas midieron la Palabra: una será sanada, la otra no. Sin embargo, debo advertirte que a veces medir la Palabra con la fe es difícil. Hace años, cuando Gloria leyó por primera vez el pasaje: «No tengan deudas con nadie» (Romanos 13:8), se sintió muy tentada a medirla como una maldición, no como una bendición. En ese tiempo vivíamos en una casita fea, y ella quería más que nada una casa nueva. ¿Cómo íbamos a comprar una casa decente sin pedir prestado? Parecía algo imposible. Así que, para ella, era como si ese pasaje hubiera dicho: “Gloria, tú no puedes adquirir una casa nueva”. Pero ella rehusó medirlo de esa manera. Tomó al diablo por el cuello y le dijo: «¡Óyeme bien, tú no vas a engañarme para quitarme mi casa!». Y comenzó a creer que Dios, de alguna manera, iba a darle una casa, sin necesidad de incurrir en una deuda. Efectivamente, Dios lo hizo. Si quieres recibir bendiciones en abundancia, ve a la Palabra de Dios con una canasta grande. Pon una medida grande de fe en la mano de Dios. Él la llenará hasta que sobreabunde, ¡y luego te la devolverá! Lectura bíblica: Lucas 8:1-18 © 1997 – 2019 Eagle Mountain International Church Inc., también conocida como Ministerios Kenneth Copeland / Kenneth Copeland Ministries. Todos los derechos reservados.
Bien, están registrando la casa de José Luis Ábalos en Valencia. Es un registro que están realizando por orden del juez del Supremo que instruye el caso Gordo, Juan Baño. Efectivamente, no había ocurrido hasta ahora, pero es así, agentes de la UCO y la Guardia Civil registran esta mañana en Valencia, según nos confirman fuentes al tanto de esa investigación, el domicilio del diputado, antiguo dirigente socialista y ministro de transportes, Ábalos. Una pesquisa que, según nos aclaran estas fuentes, se produce dentro de las diligencias secretas que tiene abierto el Tribunal Supremo. El Alto ...
Feliz fin de semana, es viernes. Estás escuchando Buenos días Javi Mar. ¿Cuántos han bailado esta canción ahora mismo? Son las 9:01. Esto es Cadena 100. ¿Cómo empieza el viernes, José Real? Cuéntanos. Hola Javi, hola Mar, ¿qué tal? Pues con ganas. Como todos los viernes. Ya te digo, tú que te vas a Valladolid. Yo que me voy mañana a Valladolid. De bodegas. Efectivamente. A disfrutar de bodeguitas. Bueno, hoy con algo de lluvia a partir del mediodía por el interior del Cantábrico, Castilla y León, también por la parte entre Teruel, Guadalajara, Valencia y en el resto hoy, oye, pues con mucho ...
Hablemos de ansiedad, que factores la causan, como identificarla y que podemos hacer para estar tranquilos y controlar la ansiedad.Conozcamos las características que nos permitan diferenciar entre ansiedad y estrés, para así poder "darle un nombre" y entonces combatirla de manera correcta.Disfruta el podcast de Por el Placer de Vivir con César Lozano.¿Cómo te sentiste al escuchar este Episodio? Déjanos tus comentarios, suscríbete y cuéntanos cuáles otros temas te gustaría oír en #porelplacerdevivir
Efectivamente, no puedes usar el Apple Watch LTE como punto de acceso personal para dar Internet a otros dispositivos, pero hay algo más que decir al respecto y te lo cuento en este capítulo 2758.Si te gustan los temas de Emilcar Daily, Weekly te va a encantar. Weekly es mi podcast privado semanal sobre Apple, tecnología, productividad, finanzas personales, domótica y las interioridades de mi negocio como podcaster y creador independiente. Únete a Weekly por solo 5 euros al mes eligiendo el plan anual en emilcar.fm/weekly.
Para los de aquí para allá será un gasto, aunque si ya empezamos a preocuparnos demasiado por el futuro nos perderemos el presente. Mejor que las soluciones financieras y de previsión de Mapfre se ocupen de nuestro futuro. Infórmate en tu oficina o en mapfre.es. En el momento de la verdad, ¿a quién elegirías? Mapfre. Bueno, ahí tenemos a nuestra compañera Luz pensando ya en la jubilación. Bueno, mira, te digo una cosa. Y en ser abuela. Efectivamente. Ojalá llueva. Que llegue más pronto que tarde, ¿eh? Buenos días, Maramate. Buenos días, Javi Nieves. A ver, José Real, cuéntanos cómo empieza ...
Dime qué piensas del episodio.Juan Lombana IG: @juanlombana es fundador de Mercatitlán, una academia que ayuda a emprendedores a crecer usando herramientas de marketing digital e inteligencia artificial. Por favor ayúdame y sigue Cracks Podcast en YouTube aquí."Los papás te dan mas por lo que no te dan que por lo que sí."- Juan LombanaComparte esta frase en TwitterEste episodio es presentado por LegaLario la empresa de tecnología legal que ayuda a reducir costos y tiempos de gestión hasta un 80% y por Hospital Angeles Health System que cuenta con el programa de cirugía robótica más robusto en el sector privado en México.Juan es uno de los mejores digital marketers del mundo según Google y ha sido reconocido como una de las 30 promesas de los negocios de Forbes. Es autor del libro de marketing más vendido en Amazon y ha compartido escenario con Steve Wozniak y Carlos Slim. Qué puedes aprender hoyCómo pensar de la IALas mejores herramientas que puedes empezar a usar hoy para crecerCómo funciona hacerte injertos de pelo*Este episodio es presentado por LegaLario, la Legaltech líder en México.Con LegaLario, puedes transformar la manera en que manejas los acuerdos legales de tu empresa. Desde la creación y gestión de contratos electrónicos hasta la recolección de firmas digitales y la validación de identidades, LegaLario cumple rigurosamente con la legislación mexicana y las normativas internacionales.LegaLario ha ayudado a empresas de todos los tamaños y sectores a reducir costos y tiempos de gestión hasta un 80%. Y lo más importante, garantiza la validez legal de cada proceso y la seguridad de tu información, respaldada por certificaciones ISO 27001.Para ti que escuchas Cracks, LegaLario ofrece un 20% de descuento visitando www.legalario.com/cracks.*Este episodio es presentado por Hospital Angeles Health SystemLos avances en cirugía robótica permiten intervenciones con menos sangrado, menos dolor, cicatrices más pequeñas y una recuperación más rápida.Hospital Angeles Health System tiene el programa de cirugía robótica más robusto en el sector privado en México. Cuenta con 13 robots DaVinci, el más avanzado del mundo y con el mayor número de médicos certificados en cirugía robótica ya que tiene el único centro de capacitación de cirugía robótica en el país.Este es el futuro de la cirugía. Si quieres conocer más sobre el programa de cirugía robótica de Hospital Angeles Health System y ver el directorio de doctores visita cracks.la/angeles Ve el episodio en Youtube