Podcasts about modelos

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MIT Sloan Review Brasil by Qura
EP 29 | Bruno Porto, PwC: 600 milhões de vidas, dados fragmentados: o maior obstáculo da IA na saúde

MIT Sloan Review Brasil by Qura

Play Episode Listen Later Oct 1, 2026 58:08


Neste episódio de O Futuro Vem do Futuro, Leandro Costa conversa com Bruno Porto, da PwC Brasil, sobre o que muda quando alguém que passou duas décadas na área tributária decide entender a saúde a partir de quem está no hospital todos os dias. Bruno conta como trocou as reuniões com finanças por conversas com diretores médicos e enfermeiras-chefes, e como isso o levou a missões no Chile, em Israel e na China.A conversa se organiza em torno de um diagnóstico: a saúde ainda não passou pelo ganho de escala que varejo e serviços financeiros viveram na última década. Os dados do paciente estão espalhados entre operadoras, hospitais, laboratórios e startups, e a IA aplicada sobre esse cenário gera melhorias pontuais, sem mudar o acesso nem o custo para quem usa o sistema.No ângulo de liderança, Bruno separa o que a IA já entrega, como o apoio à radiologia e à análise de exames, do que continua dependendo de gente: julgamento, responsabilidade e empatia. Ele defende que o erro cresce quando a empresa troca pessoas por ferramenta sem redesenhar o processo, num momento em que wearables e big techs começam a disputar os dados que o setor ainda não organizou.Ao longo do episódio, você vai ouvir reflexões sobre:- Modelos de financiamento da saúde no Chile, na Inglaterra e na China- Tomografia portátil e a esteira entre universidade e startup em Israel- Gestão de fila e agendamento como primeiro uso de tecnologia- As 60 startups que somavam 600 milhões de vidas em suas bases- Wearables, prevenção e a disputa pelos dados do pacienteTrês decisões para líderes que querem começar agoraUma conversa para executivos de saúde e para líderes de qualquer setor que precisam decidir onde a IA entra antes de decidir qual ferramenta comprar.

Olho Vivo
Olho Vivo | 30/09/2026 - Brigada alerta para uso de ciclomotores por menores e reforça fiscalização em Getúlio Vargas

Olho Vivo

Play Episode Listen Later Sep 30, 2026 20:57


A compra de um veículo elétrico para crianças ou adolescentes exige atenção às características do equipamento. Modelos vendidos como bicicletas ou semelhantes a pequenos patinetes podem ser classificados como ciclomotores, que exigem habilitação, placa e capacete e só podem ser conduzidos por maiores de idade. O alerta foi feito pelo sargento Gleison, da 1ª Companhia Independente da Brigada Militar de Getúlio Vargas, em entrevista ao programa Olho Vivo, da Rádio Sideral, nesta quarta-feira, 30 de setembro.Segundo o policial, a aparência pode confundir os compradores. Antes de adquirir o veículo, é necessário conferir potência, velocidade máxima, dimensões e funcionamento do motor. Essas características determinam a classificação e as exigências para circular.

Gran Invento
OpenAI frena el entrenamiento de sus modelos más potentes | Episodio #183

Gran Invento

Play Episode Listen Later Sep 28, 2026 6:34


Hoy hablamos deOpenAI pausa el entrenamiento de sus modelos más potentesLa avalancha de informes de IA está obligando a cURL a cerrar su programa de recompensasGoogle prueba compras en Flipkart con Gemini y AI Mode en IndiaLas aseguradoras afirman que la IA ya está elevando los costes sanitariosProducto del día: Mac mini con chip M6FuentesThe Verge — OpenAI pauses training of its ‘most capable models' https://www.theverge.com/ai-artificial-intelligence/1001049/openai-training-pauseXataka — La IA iba a democratizar la creación de contenido, pero está consiguiendo lo contrario: que Internet vuelva a poner puertas https://www.xataka.com/robotica-e-ia/ia-iba-a-democratizar-creacion-contenido-esta-consiguiendo-contrario-que-internet-vuelva-a-poner-puertasTechCrunch — Google tests buying from Walmart-owned Flipkart through Gemini and AI Mode in India https://techcrunch.com/2026/09/26/google-tests-buying-from-walmart-owned-flipkart-through-gemini-and-ai-mode-in-india/TechCrunch — Insurers claim AI is already increasing healthcare costs https://techcrunch.com/2026/09/26/insurers-claim-ai-is-already-increasing-healthcare-costs/Gran Invento Gran Invento — Diario de tecnología e IA. Creado por Christian Becerra. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Gran Invento
OpenAI frena sus modelos más potentes - polémica por las imágenes de usuarios | Episodio #182

Gran Invento

Play Episode Listen Later Sep 27, 2026 5:59


Hoy hablamos deOpenAI pausa el entrenamiento de sus modelos más capacesAgentes de OpenAI suben 53 imágenes de usuarios a internet sin autorizaciónAnthropic firma un acuerdo de nube de 11.600 millones con AkamaiCloudflare y su CEO analizan cómo defender la web frente a la IAProducto del día: La nueva superapp Copilot de MicrosoftFuentesThe Verge — OpenAI pauses training of its ‘most capable models' https://www.theverge.com/ai-artificial-intelligence/1001049/openai-training-pauseTechCrunch — Unsecured OpenAI agents posted 53 user images on the internet without the lab's knowledge https://techcrunch.com/2026/09/25/unsecured-openai-agents-posted-53-user-images-on-the-internet-without-the-labs-knowledge/TechCrunch — Anthropic to pay Akamai $11.6 billion over seven years in cloud deal https://techcrunch.com/2026/09/25/anthropic-to-pay-akamai-11-6-billion-over-seven-years-in-cloud-deal/The Verge — Can Cloudflare CEO Matthew Prince save the web from AI? https://www.theverge.com/podcast/1000344/cloudflare-matthew-prince-google-zero-ai-web-advertisingGran Invento Gran Invento — Diario de tecnología e IA. Creado por Christian Becerra. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

DoTheMATH
AI4 mostra novos critérios para colocar agentes de IA em produção

DoTheMATH

Play Episode Listen Later Sep 25, 2026 47:13


Governança, custos e agentes de IA estiveram entre os principais temas do AI4, evento realizado em Las Vegas que reúne empresas, pesquisadores e profissionais para discutir aplicações e avanços em inteligência artificial.  Neste episódio do DoTheMATH, Sergio Larentis compartilha os principais pontos que acompanhou no evento e analisa como empresas estão levando IA para a operação.  “É mais ciência, menos ficção científica.”  A conversa passa por custo de tokens, modelos próprios e SLMs, explicabilidade, responsabilidade, raio de explosão e escolha entre diferentes modelos de acordo com cada tarefa.Também entra em pauta o que separa empresas que ainda experimentam IA daquelas que já acumulam aprendizados em produção. Apresentação  Marcel Ghiraldini, CSO, MATH Fabiana Amaral, Brand and Culture Executive Director, MATH Convidado Sergio Larentis, COO, MATH Capítulos 00:00 - Governança e custos no AI4 02:39 - Modelos próprios, SLMs e custo por token 05:50 - ROI e priorização de agentes 12:00 - Explicabilidade, grafos e responsabilidade 20:49 - Adoção de IA no Brasil e em outros mercados 31:46 - Raio de explosão, pagamentos e múltiplos modelos 44:25 - KPIs para adoção de IA 

Startup Inside Stories
OpenAI, Anthropic y Meta: modelos, agentes y negocio

Startup Inside Stories

Play Episode Listen Later Sep 24, 2026 64:51


La IA está obligándonos a replantear cómo construimos software desde cero. En esta tertulia, Jordi y Bernat hablan de por qué el futuro puede tener muchas menos interfaces, menús y configuraciones, y muchas más aplicaciones capaces de entender objetivos, tomar decisiones y actuar por nosotros.Comentan los últimos lanzamientos de Anthropic y OpenAI, el salto en velocidad y coste de los nuevos modelos especializados y qué ocurre cuando tareas como clasificar emails, priorizar información o tomar pequeñas decisiones pasan a costar prácticamente cero.También ponen a prueba la promesa de los agentes personales: sistemas capaces de navegar, comprar, hacer check-in o ejecutar tareas de forma autónoma. El potencial es enorme, pero aparecen nuevos problemas alrededor de la confianza, el sentido común, la privacidad y cuánto estamos dispuestos a delegar.Y detrás de toda esta carrera aparece una pregunta todavía más grande: si los grandes laboratorios están invirtiendo miles de millones en construir los mejores modelos, ¿quién acabará capturando realmente el valor? ¿OpenAI y Anthropic, las compañías con la distribución y la relación con el usuario, o quienes venden la infraestructura que hace posible todo esto?Con Qonto, centralizas todas las finanzas en un solo lugar: cuenta de empresa remunerada, tarjetas para ti y para tu equipo, gestión de gastos y facturación integradas. Crear tu cuenta, aprobar un gasto, emitir una factura… todo rápido, en una misma solución.Obtén la claridad y el control financiero que necesitas.Abre tu cuenta hoy y empieza gratis.https://qonto.com/es#InteligenciaArtificial

TechTalk Cast
24/09/2026 – Meta usou humanos na IA Muse, OpenAI e Anthropic barateiam novos modelos e +!

TechTalk Cast

Play Episode Listen Later Sep 24, 2026 9:44


Bom dia Tech! Tudo bem? Meu nome é Arthur Givigir e hoje é quinta-feira, dia 24 de setembro de 2026 e trago para você as principais notícias de tecnologia, vamos lá?No episódio de hoje, a Meta testou uma função que colocava humanos para fazer algumas das ligações que usuários acreditavam estar sendo realizadas pela inteligência artificial Muse, levantando preocupações de privacidade até dentro da própria empresa. Também falo sobre OpenAI e Anthropic lançando novos modelos praticamente ao mesmo tempo e apostando principalmente em redução de preço e eficiência, o Gemini invadindo três empresas reais durante um teste de segurança, a Apple estudando uma pulseira fitness sem tela para concorrer com a Whoop e os novos Beats 360 chegando como uma alternativa mais barata aos AirPods Max.Quer patrocinar ou fazer uma parceria com o Bom dia Tech? Mande um e-mail para contato@bomdia.teche vamos conversar!ApoioZelda: Ocarina of TimeNotícias00:00: ☀️ Bom dia Tech!00:35: Meta colocou humanos para fazer ligações da sua nova IA Muse02:33: OpenAI e Anthropic lançam novos modelos e derrubam preços04:40: Gemini invadiu três empresas reais durante teste de segurança06:17: Apple estuda pulseira fitness sem tela para concorrer com Whoop07:38: Beats 360 chegam por US$ 349 como alternativa aos AirPods Max09:22: Inté a próxima!Produtos do EpisódioSmartphones JoviSamsung Galaxy FoldsNintendo Switch OLEDBundle Nintendo Switch OLED com Mario Kart 8PlayStation 5 SlimPlayStation DualSenseApple iPhone 16 (128 GB)Echo Show 5 (3ª geração)Echo Show 8 (3ª geração)Kindle ScribeComprando por esses links, o Bom dia Tech recebe uma pequena comissão e você ajuda no crescimento do podcast.Redes sociais:InstagramThreadsMastodonCapa:Capa: Muse / Gerada por IA

Hoy por Hoy
Ángeles Caballero: "Hay modelos de ciudades que nos llevan a que estemos más cerca de ser también como Mari Carmen"

Hoy por Hoy

Play Episode Listen Later Sep 23, 2026 1:59


Suave pero contundente para poder resistir, Ángeles Caballero ha dedicado el café con leche, a todas esas vecinas y vecinos que han salido hoy a la calle para evitar el desahucio de Mari Carmen. Caballero se sienta en la mesa de Hoy por Hoy para analizar la actualidad del día.

Pit Stop CBN - Ricardo Barbosa
Preços de carros usados caem com enxurrada de novos modelos chineses

Pit Stop CBN - Ricardo Barbosa

Play Episode Listen Later Sep 21, 2026 11:46


Nesta edição do “Pit Stop CBN”, o comentarista Ricardo Barbosa traz como destaque a notícia de que a chegada de uma série de novos modelos de carros chineses ao Brasil, com diferentes tecnologias e preços competitivos, tem provocado dois efeitos: a redução dos preços dos carros zero km e a consequente pressão sobre os valores dos seminovos.

Top Expansión Tecnología
Los modelos chinos de IA generan 10 veces menos ingresos que los de OpenAI y Anthropic

Top Expansión Tecnología

Play Episode Listen Later Sep 21, 2026 5:28


00:00 Introducción00:15 Los modelos chinos de IA generan 10 veces menos ingresos que los de OpenAI y AnthropicLos principales modelos de inteligencia artificial chinos generan en conjunto alrededor de 10,700 millones de dólares en ingresos recurrentes anuales, frente a los más de 100,000 millones que suman OpenAI y Anthropic.01:53 “No hace falta un diseñador, yo lo resuelvo con IA”: por qué las pymes apuestan por diseños genéricos de ChatGPTLa tecnología permite a los pequeños negocios crear imágenes para sus redes con menor costo, pero su uso masivo también puede hacer que los contenidos pierdan diferenciación y credibilidad.04:05 Esta es la razón por la que tus pedidos de Amazon, Temu y Shein siempre pasan por Cuautitlán IzcalliEl corredor logístico del norte del Valle de México conecta carreteras, parques industriales, centros de distribución y operadores que ayudan a llevar las compras hasta los consumidores. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Gran Invento
OpenAI destapa cómo sus modelos intentaron burlar controles | Episodio #173

Gran Invento

Play Episode Listen Later Sep 18, 2026 5:59


Hoy hablamos deOpenAI publica casos en los que sus modelos intentaron ocultar o burlar controlesThe AI Superintelligence SlowdownLos agentes de IA revelan un problema de supervisión y controlCrusoe levanta 3.900 millones para construir centros de datos e instalaciones de IAProducto del día: Restyle de PinterestFuentesTechCrunch — OpenAI caught its models leaving notes to successors to hide bad behavior https://techcrunch.com/2026/09/17/openai-caught-its-models-leaving-notes-to-successors-to-hide-bad-behavior/Mashable — OpenAI's experimental AI agents caught teaching future versions of itself to cheat https://mashable.com/tech/openai-ai-agents-misalighnment-cases-future-versions-bypass-human-controlsXataka — "No respondes ante corporaciones ni gobiernos": OpenAI publica seis nuevos casos en los que sus modelos experimentales montaron un caos https://www.xataka.com/robotica-e-ia/no-respondes-corporaciones-gobiernos-openai-publica-seis-nuevos-casos-que-sus-modelos-experimentales-montaron-caosWIRED en Español — OpenAI dice que una de sus IA intentó burlar sus propias reglas https://es.wired.com/articulos/un-modelo-de-openai-intento-burlar-sus-propias-reglasThe Verge — The AI Superintelligence Slowdown https://www.theverge.com/ai-artificial-intelligence/996923/ai-safety-slow-openai-anthropicTechCrunch — The fix for rogue AI agents could be more AI https://techcrunch.com/2026/09/17/the-fix-for-rogue-ai-agents-could-be-more-ai/The Verge — Claude Code relaunches Projects to manage multiple AI agents in the cloud https://www.theverge.com/ai-artificial-intelligence/997134/anthropic-claude-code-projectsTechCrunch — Crusoe raises $3.9B to build massive data centers and small modular ‘AI factories' https://techcrunch.com/2026/09/17/crusoe-raises-3-9b-to-build-massive-data-centers-and-small-modular-ai-factories/Gran Invento Gran Invento — Diario de tecnología e IA. Creado por Christian Becerra. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

INVIVEN
270 Arquitectura Hablada, El Arte de Conversar los Espacios con Rubén Jodar

INVIVEN

Play Episode Listen Later Sep 16, 2026 32:10


¿Alguna vez has sentido ganas de no volver a casa al ver el desorden o has sentido que tu espacio de trabajo no transmite la energía que necesitas? En este episodio de INVIVEN, Rosa entrevista al arquitecto y profesor de diseño experimental Rubén Jódar, impulsor del concepto de "Arquitectura Hablada". A lo largo de la conversación, abordan cómo habitamos y trabajamos en entornos construidos según modas o patrones estandarizados, y por qué es imprescindible sentarse a dialogar sobre cómo queremos vivir realmente antes de tomar decisiones sobre reformas o mobiliario. En este episodio descubrirás: El concepto de Arquitectura Hablada: por qué antes de tirar muros o comprar muebles hay que entender qué experiencias y dinámicas familiares o laborales se quieren construir. El coste de los espacios "hipotecados": cómo terminamos infrautilizando zonas enteras de nuestra casa (cocinas aisladas, comedores formales o baños con bañera) por amoldarnos a creencias heredadas. Modelos culturales que condicionan nuestro entorno: la anécdota de cómo la representación artística de La última cena de Da Vinci definió nuestro prototipo de salón comedor con mesa y sillas, aun cuando históricamente en esa época se comía en el suelo o reclinado. Espacios profesionales y clínicas: cómo la experiencia del cliente o paciente empieza desde el primer minuto en la sala de espera y cómo la arquitectura influye directamente en el rendimiento económico y profesional. El impacto del confinamiento: por qué la pandemia reveló que muchas casas eran "jaulas" no preparadas para la convivencia 24/7 ni para fomentar la creatividad. Inteligencia artificial vs. criterio humano: por qué las herramientas de IA tienden a reproducir sesgos y soluciones de catálogo, mientras que la verdadera innovación surge del diálogo y la experimentación entre personas. Divulgación y futuros proyectos: los viajes de experiencia arquitectónica, el documental en camino y la visión de Rubén Jódar para hacer la arquitectura más accesible y consciente. Frase destacada del episodio: "Las casas se construyen, pero los hogares se conversan." — Rubén Jódar. Dale al play y descubre por qué la mejor reforma empieza siempre por una conversación. Y si quieres saber más, visita rosamontana.com. Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals

Herrera en COPE
Pablo Sáez, abogado experto en regulación de la IA: "Las señales de alarma están justificadas; los últimos modelos empiezan a tener visos sorprendentes de autonomía"

Herrera en COPE

Play Episode Listen Later Sep 14, 2026 11:25


La ficción distópica de 'Terminator 2' y el sistema informático Skynet ha cobrado vigencia en el debate sobre la tecnología digital ante el rápido avance del sector. Jorge Bustos ha abordado en 'Herrera en COPE' el creciente temor a que las herramientas de inteligencia artificial adquieran capacidades imprevistas que escapen al control humano.El ingeniero Jacob Coxon, quien ha participado en el desarrollo técnico de Anthropic y OpenAI, ha abandonado recientemente su puesto advirtiendo de que la automatización está a punto de reemplazar a los trabajadores. El especialista ha alertado sobre escenarios de riesgo biológico al plantear: "Imagina que tienes una IA que está trabajando en tu laboratorio de biología, que no es tan lejos".Las advertencias no se limitan a hipótesis teóricas, pues diversos entrenamientos han registrado comportamientos anómalos imprevistos. Varios programas de OpenAI se han coordinado mediante mensajes ocultos para atacar una plataforma de ...

CONFERENCIAS de Mons. Munilla
San José y San Agustín, dos modelos de pureza (Frente a la esclavitud de la PORNOGRAFÍA)

CONFERENCIAS de Mons. Munilla

Play Episode Listen Later Sep 14, 2026 58:29


Reflexión de Monseñor Munilla sobre la castidad en San José y San agustin, frente a la adicción a la pornografia.

10AMPro
$SOL gana el corto, $HOOD gana en la distribución - Santiago Santos. Nos vemos en el Día D. #224

10AMPro

Play Episode Listen Later Sep 10, 2026 73:48


Lunaticoin
L296 - Empezar a programar en tiempos IA, con Alan Buscaglia de Gentleman Programming

Lunaticoin

Play Episode Listen Later Sep 10, 2026 90:53


¿Quién puede usar la IA para su beneficio? ¿Es cosa de programadores? ¿o puede un no-conocedor crear Apps que pueda vender?En el pod de hoy tengo el gustazo de sentarme con Alan Buscaglia, más conocido como el gentleman de la programación, que en esta charla grabada en persona, me baja a suelo:La jerga informática que tanto nos confunde a los no programadoresLo que realmente cambia con la revolución agénticaCómo entrar al desarrollo IA desde 0Por qué quizá Claude Code no sea el mejor para empezarHarnesses, Modelos, skills, Gentle-AiY mucho más! LINKS: Web de Alan: https://gentlemanprogramming.com/Canal de Alan: https://www.youtube.com/@gentlemanprogrammingÚnete a mi correo 

MOTORDOMUNDO - Podcast sobre motos
VOGE no Brasil: planos, lojas e novos modelos | Rodrigo Moutinho | Motordomundo Ep. 041

MOTORDOMUNDO - Podcast sobre motos

Play Episode Listen Later Sep 10, 2026 22:29


A VOGE iniciou sua operação no Brasil com quatro modelos: DS525X, DS900X, SR3 e SR4 Max. Mas quais são os planos da fabricante para ampliar a rede, garantir peças e trazer novas motos?Marcelo Barros conversa com Rodrigo Moutinho, gerente-geral da VOGE Brasil, sobre a chegada da marca ao país, a montagem em Manaus, a expansão das concessionárias e a estrutura de pós-venda.O executivo também explica a garantia de cinco anos, a possibilidade de realizar revisões em concessionárias de outros países e os critérios usados para escolher os primeiros modelos vendidos no Brasil.Capítulos:00:00 A chegada da VOGE ao Brasil00:34 A trajetória de Rodrigo Moutinho03:08 Quem é a VOGE e sua relação com a Loncin05:56 Os quatro primeiros modelos07:42 Expansão das concessionárias09:53 Pós-venda, peças e garantia11:39 Revisões fora do Brasil12:49 Como conquistar a confiança do consumidor17:03 Construção e qualidade dos componentes19:05 Próximos modelos da VOGE21:40 Considerações finaisApresentação: Vinicius MontoiaConvidado: Rodrigo Moutinho, gerente-geral da VOGE BrasilMotordomundo Ep. 041Saiba mais sobre o mundo das motos acompanhando o Motordomundo no Instagram: www.instagram.com/motordomundo

Entrevista La Miel en tu radio
Entrevista al Dr. Cs. Biol. Guillermo Folgueras - UBA - Buenos Aires 05/09/2026

Entrevista La Miel en tu radio

Play Episode Listen Later Sep 9, 2026 24:01


En la entrevista del programa La Miel en tu radio conversamos con el Dr. Cs. Biol. Guillermo Folgueras - UBA - Buenos Aires 05/09/2026. Con quien conversamos sobre su participación en el conversatorio de FILAPI 2026, titulados: la agroecología y soberanía alimentaria. Construyendo una apicultura exitosa y la apicultura en tiempos violentos. Modelos productivos extractivistas que (nos) matan la apicultura.

TechUntalked
O que esperar da Apple, novos modelos de AI e mais | aiu Podcast

TechUntalked

Play Episode Listen Later Sep 8, 2026 46:15


Foi uma semana caótica e repleta de lançamentos no mundo da inteligência artificial. Falámos ainda da regulação na UE e como é boa... e má.

Pasión por el Despacho
Entrevista Pasión por el Despacho #116 Avatares de IA y nuevos modelos de negocio. Entrevista a Amel Fernández

Pasión por el Despacho

Play Episode Listen Later Sep 7, 2026 60:43


Amel Fernández es especialista en inteligencia artificial generativa, ChatGPT y diseño de prompts, director del Instituto de Transformación Digital y fundador de Houston Agency. Desde 2022 forma a profesionales y empresas en el uso de IA aplicada a marketing, contenidos, avatares digitales y producción audiovisual.

Atareao con Linux
ATA 827 No Necesitas una GPU de 3000€ para IA Local

Atareao con Linux

Play Episode Listen Later Aug 31, 2026 22:36


Cerramos la octava temporada con un episodio que me apetecía grabar desde hace meses. Igual te ha pasado como a mí: empecé hablando de un laboratorio de IA para cualquiera, y terminé recomendando GPUs de 3000 euros. Me fui creciendo, pero no hace falta. Te cuento cómo montar un laboratorio de IA local con el equipo que ya tienes. Da igual si tienes 8 GB de RAM o 16, CPU modesta o sin GPU. La clave está en elegir los modelos adecuados. Muchas veces nos perdemos buscando el modelo más grande, cuando con uno pequeño y bien cuantizado tenemos de sobra para el 80% de las tareas.Te hablo de Ollama, el gestor de modelos estándar para ejecutar modelos locales. Más de 180.000 estrellas en GitHub, API compatible con OpenAI, modelos para todos los presupuestos: desde Phi 3.5 con 3.8B parámetros hasta Qwen 1.5B que ocupa 1 GB. También la cuantización: reduces la precisión numérica de los pesos para que ocupen menos y vayan más rápido. El punto dulce es Q4_K_M, que reduce el tamaño a menos de un tercio. Para 8 GB de RAM, Q3_K_S puede ser tu salvación.También te hablo de Open WebUI, la interfaz que le da mil vueltas a ChatGPT. No solo chateas: tiene RAG local, Whisper integrado para transcribir voz (75 MB en CPU), TTS con Kokoro-82M para que el modelo te hable en tiempo real, búsqueda web, plugins y memoria persistente. Todo en un contenedor Docker que levantas con un solo comando.Y de SQLite Vec, extensión de SQLite sponsorizada por Mozilla para búsqueda semántica sin servidores vectoriales. Ni ChromaDB, ni Qdrant, ni Milvus. C puro que funciona hasta en Raspberry Pi. Creas tablas virtuales para vectores de 768 dimensiones, generas embeddings con nomic-embed-text, y buscas por similitud coseno en milisegundos. RAG local sin complicaciones.Y te explico cómo organizarlo todo con Docker o Podman. Un docker-compose.yml que levanta Ollama y Open WebUI en segundos, con healthchecks, redes separadas y volúmenes persistentes. También a limitar recursos con --memory y --cpus. He preparado scripts: inicialización que comprueba requisitos, crea directorios y descarga modelos; otro para descargar por niveles según tu hardware (nivel 1 para 8 GB, nivel 2 para 16 GB, nivel 3 para 32 GB); y uno de respaldo.Y la estrategia híbrida local + nube, que es lo que realmente tiene sentido. El enfoque Minions del Stanford Hazy Research Lab: el modelo local hace el trabajo pesado, y solo consulta al grande en la nube para tareas complejas. El 90% de las consultas se resuelven localmente. Ahorras dinero, mantienes privacidad de tus datos, y cuando necesitas potencia, la tienes.Con 16 GB de RAM y un SSD te sobra para el 80% de las tareas: traducciones, resúmenes, código, asistentes, RAG, transcripción de audio, texto a voz... Todo en tu máquina, sin enviar datos a servidores, sin suscripciones, sin depender de internet. Con 8 GB también puedes, con modelos más pequeños. Cerramos temporada, la novena arranca en el episodio 828. Capítulos del episodio:0:00 - Introducción — cierre de temporada 8 y replanteamiento2:30 - Hardware mínimo: 8-16 GB RAM + SSD obligatorio5:00 - Software base: instalar Ollama en tu distribución7:30 - Contenedores: Docker vs Podman para el laboratorio10:00 - Modelos pequeños: Phi 3.5, Qwen 1.5B y cuantización13:00 - Herramientas complementarias: SQLite Vec, Whisper, TTS16:00 - Organización del laboratorio: script y estructura de directorios19:00 - Demo: probando Ollama en local con modelos ligeros22:00 - Combinación local + nube: lo mejor de ambos mundos24:30 - Cierre, avance temporada 9 y despedidaMás información y enlaces en las notas del episodio

A vivir que son dos días
Los modelos | Nuestros cuerpos y las obras de arte

A vivir que son dos días

Play Episode Listen Later Aug 30, 2026 27:44


No hay programa del A Vivir en Verano sin Manu Berástegui. Este año nos va a contar los diferentes modelos que propone el arte. En el último episodio miramos todo el arte que han inspirado nuestros cuerpos.

Hipsters Ponto Tech
AI Gateways: Gerenciando modelos, custos e acessos – Hipsters Ponto Tech #530

Hipsters Ponto Tech

Play Episode Listen Later Aug 25, 2026 38:54


Hoje o papo é sobre AI Gateways! Neste episódio, conversamos sobre os desafios de centralizar o acesso a modelos, MCPs e ferramentas para controlar custos, reforçar a segurança e ampliar a observabilidade nas empresas. A discussão passa por roteamento entre LLMs, guardrails e fallback, além dos desafios de tirar agentes do purgatório dos pilotos e levá-los à produção. Vem ver quem participou desse papo: Paulo Silveira, o host que já não sabe onde seus agentes estão rodando Vinny Neves, cohost, dev e professor na Alura Kleber Bacili, cofundador e CEO da Sensedia Fernanda Goulart, Head de Produto na Sensedia Murillo Godoi, Tech Lead na Alura  Links:  Gartner: Market Guide for AI Gateways O que é o Sensedia AI Gateway MCP: Model Context Protocol Nova especificação do MCP: protocolo sem sessões OpenRouter Vinny: O que service mesh tem a ver com o teu agente de IA APIs: Gerenciamento e Criação – Hipsters #57 Comente no Spotify: O que você tem usado para organizar o uso de LLMs, MCPs, e o custo de IAs na sua empresa? TechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões. #7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/ Produção e conteúdo: Alura Cursos de Tecnologia – https://www.alura.com.br Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts

A vivir que son dos días
Los modelos | A la luz de la Luna

A vivir que son dos días

Play Episode Listen Later Aug 23, 2026 29:26


No hay programa del A Vivir en Verano sin Manu Berástegui. Este año nos va a contar los diferentes modelos que propone el arte. En el episodio de hoy indagamos en todo el material que nos ha dejado la Luna.

Lo mejor de Empresa y Tecnología en iVoox
264 Pasión, modelos de negocio y claves para emprender con Jesús Alonso Gallo y Néstor Salvador

Lo mejor de Empresa y Tecnología en iVoox

Play Episode Listen Later Aug 23, 2026 51:44


¿Y si la clave para no estancarte nunca —ni en tu negocio ni en tu vida— fuera simplemente no dejar de tener retos? En este nuevo episodio de INVIVEN, Rosa reúne a dos veteranos del ecosistema emprendedor e inversor: Jesús Alonso Gallo y Néstor Salvador. Bajo el título "De cara al futuro", los dos analizan cómo la experiencia, la observación constante y la pasión por los proyectos son la clave para transformar el presente e impulsar empresas sostenibles. Durante la charla repasan desde la mentalidad necesaria para encarar los retos empresariales sin caer en la apatía, hasta metodologías muy prácticas para validar negocios, estructurar ofertas claras e independizar los ingresos de la simple venta de tiempo. En este episodio descubrirás: ● Envejecimiento activo y pasión por aprender: por qué la actividad continua frena el estancamiento intelectual, y cómo mantener retos y curiosidad es el verdadero antídoto contra el paso del tiempo. ● Modelos de negocio recurrentes vs. vender tu tiempo: la importancia de sustituir el intercambio puro de tiempo por dinero por soluciones (como modelos SaaS o especializaciones de alto valor) que generen recurrencia e indispensabilidad para el cliente. ● Cómo validar un negocio con datos reales: la clave está en "aporrear puertas" y medir la tasa de conversión, el ticket medio, el margen y el punto de equilibrio antes de dar nada por sentado. ● Ser "entrenable": por qué transformar una empresa exige flexibilidad mental, escucha activa, y la valentía de modificar tanto la visión del líder como la cultura de la organización. ● Menos es más: cómo simplificar tu oferta (por ejemplo, en niveles bronce, plata y oro) reduce el ruido y facilita que el cliente decida comprar. ● Actitud dadora y cultura de ventas: por qué emprender es, en el fondo, salir a vender, y por qué solo se consigue si eres capaz de "coleccionar noes con amor". Si alguna vez has sentido que emprender te pide algo más que una buena idea —constancia, pasión y la capacidad de reinventarte una y otra vez—, este episodio es para ti.

10AMPro
E221: Sin ontología médica no llegarás a los 100 años.

10AMPro

Play Episode Listen Later Aug 20, 2026 55:20


En #10AMPRO construimos la mejor dieta de información. La dieta vive en el chat. Las tesis viven en Substack. Modelos mentales para pensar mejor.→ Todo el ecosistema en https://10am.pro y el evento del año: https://eldiad.10am.pro/BTC la apuersta original: https://www.youtube.com/playlist?list=PLataQ837aHu7mmnXyEjXp33TqnXoBFhRBSolana el chain que mas nos gusta: https://www.youtube.com/playlist?list=PLataQ837aHu6KjVF3CwHvDxwCszt9T9Uu----La ontología aplicada en salud es clave para organizar el conocimiento médico y tomar decisiones precisas. En este episodio conectamos terminología clínica, métricas y tecnología para estructurar un enfoque riguroso frente a la innovación.---------Substacks Andrés Palacio: https://substack.com/@andrespalacio1Substacks Andrés Arias: https://andresfelipearias.substack.com/p/el-prompt-del-healthspan ---------Nada del contenido expresado en el canal son recomendaciones financieras (not financial advice, NFA)Twitter:Canal 10AM: https://twitter.com/10amproHernán Jaramillo: https://twitter.com/holdmybirraDarío Palacio: https://twitter.com/dariopalacioEl Gordo: https://twitter.com/Gordoneaprod

Oxigênio
#225 – AmazonFACE: o maior experimento científico a céu aberto do mundo

Oxigênio

Play Episode Listen Later Aug 20, 2026 35:02


AmazonFACE é o maior experimento científico sobre mudanças climáticas a céu aberto  do mundo. Ele é liderado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) em parceria com instituições como o Inpa e a Unicamp e já recebeu cerca de R$ 80 milhões em investimentos. FACE é o acrônimo de Free Air CO2 Enrichment. Neste episódio, a Gabriela Andrietta e a Mayra Trinca conversaram com os pesquisadores líderes do projeto e contam aqui um pouco da origem, da relevância e das ações que tem levado ao conhecimento da sociedade, o que é o AmazonFACE. A grande novidade do grupo é o Carboninho, o mascote que surgiu em um trabalho de campo e logo logo vai atrair a criançada a conhecer o experimento em feiras de ciência. Os entrevistados do episódio são: David Lapola, pesquisador do Cepagri, Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura (CEPAGRI), da Unicamp e Marko Synesio Monteiro, professor do Departamento de Política Científica (DPCT) e Tecnológica do Instituto de Geociências, também da Unicamp, e Maria Clara Guimarães, mestranda do DPCT e que faz parte da equipe de comunicação do AmazonFACE. Crédito da imagem da capa: Dado Galdieri  _______________________________________ Abertura: o Carboninho [sons de floresta em toda a abertura] Abertura: o Carboninho [sons de floresta] Maria Clara Guimarães: E aí, uma noite, aquele breu total da floresta amazônica, todo mundo nas redes, uma das pesquisadoras falou que estava com medo e pediu para alguém contar uma história. E aí, o líder da área socioambiental, Marko Monteiro, professor aqui da Unicamp, começou a inventar uma história Marko Synesio Monteiro: Era uma vez uma molécula de carbono, ela estava flutuando no ar, de repente ela sente que estava sendo sugada para baixo, e aí ela se vê numa folha na floresta amazônica. Mayra Trinca: E assim foi criado o carboninho, que virou mascote do AmazonFACE David Lapola: A gente busca também dar essa interdisciplinaridade, expandir o horizonte. Porque o começo da história pro AmazonFACE é a questão de mudança climática e o seu impacto sobre a floresta amazônica. É aí que começa o fio da meada, e mais especificamente o papel que o aumento de gás carbônico na atmosfera tem nessa história toda. Gabriela Andrietta: O AmazonFACE é o maior experimento científico sobre mudanças climáticas a céu aberto  do mundo. Ele é liderado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) em parceria com instituições como o Inpa e a Unicamp e já recebeu cerca de R$ 80 milhões em investimentos.  Gabriela:  Eu sou a Gabriela Andrietta, filósofa e comunicadora. Mayra: E eu sou a Mayra Trinca, bióloga e comunicadora de ciência e você já deve me conhecer aqui do Oxigênio.  [VINHETA ABERTURA] O que é AmazonFACE? David: FACE é Free Air CO2 Enrichment. Enriquecimento por CO2 ao ar livre. Essa sigla é que esse tipo de experimento já tinha acontecido, já aconteceu em outros lugares do mundo, principalmente nos Estados Unidos e Europa. Gabriela: -Esse é o David Lapola, coordenador do Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura, o Cepagri, da Unicamp. Ele também é um dos coordenadores científicos do AmazonFACE e autor líder do IPCC, aquele relatório global sobre mudanças climáticas.  Gabriela: Os primeiros experimentos com a tecnologia FACE começaram a operar no fim da década de 1990 nos Estados Unidos, em locais como Tennessee e Carolina do Norte. No entanto, esses estudos eram realizados em um contexto muito diferente do AmazonFACE.  Mayra: Em vez de florestas tropicais maduras, os experimentos aconteciam em florestas temperadas plantadas. Essas florestas têm árvores relativamente jovens, com cerca de 10 anos de idade, apesar de serem espécies capazes de viver por até duzentos anos. Essa é uma grande diferença, porque a idade das árvores é algo que influencia diretamente nas características do ecossistema e na forma como a floresta responde ao aumento da concentração de gás carbônico na atmosfera. Gabriela: É como se a gente estivesse comparando o efeito de um medicamento em um grupo de crianças ou outro de adultos, não dá pra dizer que vai impactar os dois da mesma forma.  David: E aí esses experimentos chegaram ao fim. Em 2008, mais ou menos, duraram uns 10 anos. E aí começou uma outra geração de experimentos, da qual o Amazon Face faz parte, que era de fazer esses experimentos em florestas maduras. Hoje tem operacional em florestas outros dois faces. Um é em Birmingham, no Reino Unido, que é uma floresta temperada antiga. Já tem mais de 200 anos, mas é um pedacinho, o que a gente chamaria de um fragmento Tipo do tamanho da Mata Santa Genebra aqui, bem pequeno. É uma espécie, que é o carvalho, que é uma espécie bem presente em florestas temperadas. É o carvalho. Gabriela: Os experimentos mais recentes também mostram que a resposta das florestas ao aumento da concentração de CO₂ varia conforme o tipo de ecossistema. Na Austrália, por exemplo, os resultados foram diferentes dos encontrados nos Estados Unidos com árvores jovens. O experimento australiano ocorre em uma floresta temperada aberta, semelhante a uma savana, dominada por uma única espécie de eucalipto. Já o AmazonFACE, estuda uma realidade completamente distinta: uma floresta tropical madura e altamente diversa.  Mayra: O AmazonFACE utiliza grandes aneis experimentais, projetados de um jeito que seja representativo da floresta, pensando em número e diversidade de árvores. Esses aneis têm 30 metros de diâmetro e 35 metros de altura, ultrapassando as copas das árvores, que alcançam cerca de 30 metros. Essa altura é essencial para garantir que todo o volume de floresta dentro do anel seja atingido pelo gás carbônico durante o experimento. Dentro de cada anel, estão cerca de 50 indivíduos, considerando só as árvores com troncos de pelo menos 10 centímetros de diâmetro. São nessas áreas que o gás carbônico será elevado artificialmente, simulando a atmosfera projetada para um futuro não tão distante.  David: Dessas 50 árvores, nós temos mais ou menos 49 espécies diferentes. Se você vai para o outro anel, que são seis, lá tem outros 50 indivíduos e outras 49 espécies, na média. Então quando você soma todos os seis anéis, três deles vão ser tratados com CO2 elevado, 50% a mais do que o que a gente tem na atmosfera, e os outros três vão ser controle, só aspergindo o ar ambiente. Quando você soma os seis, a gente tem em torno de 400, 450 espécies diferentes. O que é, assim, um enorme desafio, mas é para interpretar os resultados. Cada espécie pode se comportar de uma maneira, mas é uma enorme oportunidade também. E pela primeira vez a gente vê como uma alta diversidade de plantas, de árvores, modula a resposta do ecossistema a um fator tão importante como esse, que é o CO2. Comunicação do AmazonFACE Gabriela: Com um experimento desse tamanho, dá pra imaginar que existe um logística gigante por trás. Tem equipamento, grupos de cientistas de várias áreas diferentes, financiamento… E tem a equipe de comunicação Marko:  todas brincando com essa coisa do carbono que estava sendo usado pela floresta amazônica pela fotossíntese, não é? Então, começou aí, essa foi a historinha, e depois virou uma brincadeira,  e a gente, toda noite, contava uma historinha do carboninho e inventamos outras moléculas, o oxigênio, enfim, outros, brincando com esses temas que aparecem no projeto,  mas foi uma criação coletiva. Maria Clara: O Carboninho é um personagem que surgiu de um trabalho de campo. então foi uma coisa meio espontânea. E foi muito legal, porque assim, virou uma anedota interna, só que o David, ele viu como uma oportunidade de fazer divulgação de ciência para outros públicos, né?E aí, quando a gente conseguiu o fomento da FAPESP, ele quis implementar essa bolsa de jornalismo de ciência para escrever três episódios do Carboninho. Mayra: Quem está explicando é Maria Clara Guimarães, da equipe de comunicação do AmazonFACE. Maria Clara: Bom, meu nome é Maria Clara, sou linguista de formação, fui professora de segunda língua por 10 anos e quis mudar um pouco a carreira depois de um tempo, fazer algo com mais propósito. E aí eu resolvi fazer jornalismo de ciência, a especialização aqui no Labjor, e eu entrei no Amazon Face através de uma bolsa mídia-ciência e aqui ou lá estou desde então.  Gabriela: A comunicação do AmazonFACE acontece em três frentes principais. A primeira é o contato com a imprensa, com a produção de releases, comunicados, preparação dos pesquisadores para entrevistas e a realização de visitas de jornalistas ao experimento.  Mayra : A segunda é o diálogo com a sociedade, por meio de feiras de ciência, redes sociais e canais no site para receber dúvidas do público e a terceira é a comunicação com a comunidade científica, com a participação em congressos, publicação de artigos e divulgação dos resultados das pesquisas.   Gabriela: O projeto conta também com um comitê de comunicação, formado por representantes das instituições coordenadoras, responsável por definir diretrizes e estratégias, e com uma equipe de comunicação produzindo conteúdos, atendendo à imprensa e promovendo a divulgação científica das pesquisas, porque olha, assunto pra falar não falta Maria Clara–  Explicar o ciclo do carbono, explicar o programa Amazon Face, mas basicamente divulgação de ciência do clima, né, Entender o ciclo do carbono, entender como que a nossa forma de viver e de produzir é alta em liberação de carbono, em emissões de carbono.  Mayra: Da mesma forma que aconteceu com o carboninho, muitas iniciativas de comunicação do AmazonFACE surgem de forma espontânea, por iniciativa dos próprios pesquisadores. Vídeos, desafios nas redes sociais e registros feitos durante o trabalho de campo ajudam a aproximar a ciência do público e costumam gerar grande engajamento. Maria Clara:  Essa é uma estratégia de comunicação que nós temos, que surgiu, né, dos nossos pesquisadores, assim como a dancinha no Instagram, né, então a pós-graduanda do INPA, Clarice Saldanha, chamou a galera para fazer e eles fizeram, e é muito legal, e assim, no geral, essas estratégias espontâneas de comunicação, elas são as mais legais, né, mas lógico, a gente tem outras estratégias mais top-down, digamos assim, né, em que a gente propõe e pede, mas, no geral, a gente tem tentado criar uma cultura de divulgação de ciência entre os nossos cientistas. Então, pô, você vai a campo, faz um relato, se grava, tem um outro vídeo da Nathalie Martins que teve um, acabou de sair um paper dela, um artigo pela Nature Communications, e aí ela foi a campo, ela mandou imagens dela, e a gente tem uma parceria com a Bori, a gente trabalha muito junto a Bori, e aí eles fizeram um videozinho super bacana dela explicando o paper dela em que tinham cenas dela em campo fazendo coleta, então a gente tenta instituir isso entre os nossos pesquisadores, pô, vai lá em campo, faz uma foto, faz um vídeo, conta o que vocês estão fazendo, porque assim, a melhor forma de divulgar ciência, muitas vezes, é a humanização do cientista, né? Mayra: A Bori é uma agência de notícias que trabalha na aproximação entre jornalistas e cientistas, divulgando releases de pesquisas recentes pra imprensa. A ideia é aumentar a circulação dos estudos, e com o AmazonFACE não é diferente. Com uma pesquisa desse tamanho, na Amazônia e trabalhando com um tópico quente (com perdão do trocadilho), que são as mudanças climáticas, o projeto ganhou espaço da mídia brasileira.  Gabriela: E com isso, também surgem muitas dúvidas sobre o experimento. A Maria Clara contou que quando um tema gera dúvidas, interpretações equivocadas ou repercussão negativa nas redes sociais, a equipe transforma essas situações em oportunidades para esclarecer informações e criar conteúdos mais direcionados. Vídeos, publicações e materiais explicativos são produzidos para responder aos questionamentos do público e ampliar a compreensão sobre a pesquisa. Maria Clara – – Quando a gente fura a bolha e tem os vídeos da Folha de São Paulo, ou tiveram outras situações, fotógrafos que foram ao sítio e publicaram essas fotos, né, falam, ah, olha que experimento legal. As pessoas se questionam, pô, mas e isso na Amazônia? O que que é? é, não é uma coisa muito grave o que vocês estão fazendo, né? Então, a gente usa esse material,  esse conteúdo para explicar melhor o programa, né?Então, nesse caso específico, o que a gente fez? A gente pegou os comentários ruins e formulou perguntas para serem respondidas, né? Então, a gente não puxou um comentário ruim para fazer a resposta, mas a gente extraiu daqueles comentários perguntas pra responder aquelas provocações, né, então a gente fez uma série chamada Descobrindo Amazon Face, que foi uma parceria da comunicação da Amazon Face com a COCEN  então quando fomos a campo o Rafael Brandão me filmou falando e o Oscar Neto da COCEN  editou os vídeos, então ficou muito bacana, assim inclusive a gente sempre instiga as pessoas a nos trazerem perguntas, seja pelos nossos canais das redes sociais ou pelo nosso site que tem um canal aberto a gente sempre instiga as pessoas a nos falarem o que vocês não entendem ou o que incomoda dentro desse projeto pra que a gente responda realmente. Gabriela: A COCEN, que a Maria Clara citou, é a Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares de Pesquisa aqui da Unicamp. O Cepagri, centro que o David trabalha, faz parte desse grupo.  Mayra: A divulgação científica do AmazonFACE também acontece fora dos laboratórios e da floresta. O projeto participa de feiras de ciência e eventos de extensão, onde utiliza maquetes dos anéis experimentais para explicar, de forma lúdica, como funciona a pesquisa. Maria Clara – E, assim, olhando do ponto de vista do trabalho de divulgação de ciência, uma experiência muito legal é explicar para a criança.  Assim, é incrível. Você olhar pra aquelas crianças olhando a maquete, assim, o que é isso? Aí, primeiro você prende elas perguntando, ai, quantos cientistas você conta? Que na maquete tem uns mini-cientistas espalhadinhos. Ai, quantos cientistas você viu? Ah, mas eu acho que tem um lá dentro que você não viu. E aí a gente começa a explicar o modo de produção, o jeito que a gente vive, o jeito que a gente come, tem alta emissão de carbono e que o gás carbônico é comidinha das plantas, né? Não é muito muito acurado cientificamente, mas tudo bem, né? Licença poética pra falar com as crianças. E aí a gente pergunta se no seu prato de comida tiver muito mais arroz que feijão. Você vai comer mais arroz? Não vai. E aí começa a explicar pras crianças que é isso que a gente tem que entender. Que como tem mais gás carbônico disponível, a gente precisa entender se as plantas vão consumir mais esse gás carbônico e pra onde esse gás carbônico vai. Aí eu brinco com ela, será que você vai engordar mais na barriguinha, na perninha, né, enfim. E será que isso vai mudar o jeito do seu corpo funcionar? Então são analogias, é muito legal, assim, conversar com as crianças, né.  Gabriela: O David ajudou a gente aqui pra explicar o que isso significa na prática, ainda que de um jeito não tão lúdico.   David:  Teoricamente, quando você aumenta o gás carbônico, que é um insumo básico da fotossíntese, as plantas aumentariam a sua produção fotossintética, aumentariam de tamanho, o acúmulo de biomassa e tal. Mas isso é só teoricamente.  [trilha de intervalo] Gabriela: A ideia faz sentido: se tiver mais fonte de alimento, que é o gás carbônico, mais as árvores vão crescer.  Mayra: Mas a coisa com a natura é que nem sempre, só porque uma ideia faz sentido, que ela acontece de verdade. Por isso é importante testar David: Houve já muitos estudos com espécies tropicais em laboratório, em pequenas estruturas, onde você consegue submeter a planta a uma concentração de CO2 elevada. Mas pensa comigo, as pessoas não conseguem colocar uma árvore de 30 metros dentro de um laboratório. E de certa forma é como você testar uma vacina em um bebê e achar que ela funciona para um adulto. Porque você está investigando uma plântula, uma plantinha em laboratório. Mayra: Um dos principais fatores que podem limitar o crescimento das árvores é a disponibilidade de nutrientes no solo. Cerca de 60% das florestas amazônicas estão sobre solos pobres em fósforo . David: Mas o fósforo é um elemento necessário para fazer membrana celular, é um elemento necessário para material genético, é um elemento necessário para molécula energética. Se vocês lembrarem daquela molécula ATP, que vai dentro da mitocôndria e tal, o P é fósforo ali.  Mayra: Sem fósforo suficiente, as árvores podem até absorver mais CO2 da atmosfera, mas têm dificuldade para transformá-lo em novos tecidos, como troncos, galhos e folhas. David: Você pode, para essas coisas básicas, formação de uma célula, componente de uma célula pode, colocar quantos CO2 você quiser ali que não vai acontecer nada. E isso, voltando lá no fio da meada, é uma péssima notícia para essas projeções de modelo que consideram que o efeito de fertilização por CO2 é forte, é duradouro e tal. Na verdade, essa limitação por fósforo mostraria que o efeito de fertilização por CO2, no máximo, é passageiro. É algo que a planta vai até um limite, na hora que não tiver mais fósforo não vai acontecer mais nada. Ela vai até absorver, ela pode absorver o gás carbônico, transforma isso em açúcares simples, glicose e tal, mas ela não tem como alocar para açúcares mais complexos, lignina, que é o que faz um tronco, por exemplo, de uma árvore, e ela vai respirar isso prontamente, vai usar esse açúcar Só para se manter Gabriela: Entender como as árvores, e na verdade a floresta como um todo, vão lidar com o aumento do gás carbônico na atmosfera é muito importante pra gente não cair em achismos.  David: porque o que o mundo quer, por exemplo, a Convenção do Clima da ONU, Que é que as florestas, num contexto de política climática, querem que as florestas absorvam mais carbono. E é isso que a gente quer saber. Quando você botar mais CO2, vai absorver mais carbono. Mas se não houver nutrientes, pode ser que não absorva. A floresta não só não vai nos salvar de mudanças climáticas, como ela estará mais vulnerável e suscetível às mudanças climáticas.Aí volta a história do tipping point, se você não tem um efeito, essas simulações de modelos de vegetação e clima mostram que, se você não tiver esse efeito de fertilização forte e persistente, as florestas estariam mais vulneráveis ao aumento de temperatura, redução de chuva e tal.  Mayra: Por enquanto, porém, essas ainda são hipóteses. Para responder a essas perguntas, o AmazonFACE reúne uma infraestrutura inédita na Amazônia. Além dos anéis experimentais, o projeto conta com um conjunto de guindastes que permite aos pesquisadores acessar diretamente o dossel da floresta, as copas das árvores, onde ocorrem processos fundamentais para entender esse cenário. Maria Clara:  E aí dentro do Amazon Face, uma experiência que assim, é de tirar o fôlego, é andar nos guindastes.-É assim, eu não canso de passar por essa experiência, são guindastes de 45 metros, que são uma ferramenta científica e eles dão acesso à copa das árvores com precisão para que os cientistas possam fazer medições que antes você tinha que cortar um galho e não eram tão corretas, não eram tão acuradas. David: Então eles vão numa gaiola toda protegida. Para fazer a medição de fotossíntese, de transpiração e outras coisas. Isso até agora era exclusividade na América tropical, na América, não era só na América do Sul. Era exclusividade do Instituto Smithsonian, na ilha de Barro Colorado, no Panamá. E não é mais. Agora a gente tem esses guindastes também que dão acesso a uma infraestrutura de pesquisa. Você pode fazer pesquisa dentro dos anéis, mas fora também, porque o braço vira do guindaste. Gabriela: Esses guindastes dão um pouco a dimensão do tamanho do experimento do AmazonFACE. Então não é de se surpreender que o experimento atraia bastante visibilidade da imprensa. Depois você dá uma olhada nas nossas redes sociais que vamos deixar umas fotos por lá. Parte do trabalho da Maria Clara é ajudar na logística nada simples que permite a ida de jornalistas até as torres.  Maria Clara: E aí é isso, entender qual pesquisador vai estar em campo, qual equipe, qual campanha, o que eles vão poder acompanhar, se vai interferir com os trabalhos de construção, porque é uma logística muito delicada.- Época do ano que é possível ir, porque tem épocas do ano que chove muito. Então, você vai receber uma equipe de jornalismo lá, não vai conseguir filmar nada. Então, tem toda essa parte de negociação de pessoas que nos procuram, porque o experimento é 80 quilômetros de Manaus, né? Então, você tem que pernoitar lá, se for filmar em dois dias. Tem uma série de documentos que têm que ser assinados. as pessoas que vão tem que ter seguro de vida enfim, uma série de detalhes que a gente tem que ir conversando e em agosto foi essa visita e a reportagem saiu em outubro então quase um ano de trabalho. Gabriela:. O projeto já despertou o interesse de veículos nacionais e internacionais, como a BBC, a EPTV, que produziu a minissérie Amazônia: Mãe da Ciência, e emissoras estrangeiras da Alemanha e dos Estados Unidos. Cada solicitação passa por avaliação do comitê científico, do comitê de comunicação e da equipe de logística, para garantir que a cobertura jornalística não interfira nas atividades de pesquisa e na operação do experimento. Maria Clara  – Mas também o que já aconteceu é deles pedirem para nós imagens e fazer a pauta à distância. Então a BBC soltou uma reportagem sobre a Amazon Face, bem grande, inclusive impressa, com imagens que nós tínhamos. Porque, além de a gente ter esses fotógrafos de grandes emissoras que vão, nós contratamos, acho que, dois ensaios fotográficos sobre Amazon Face com profissionais. Então, com o João Rosa, um fotógrafo de natureza, e com o Daudo Gaudieri, outro fotógrafo de natureza. Então, nós temos imagens muito bonitas para disponibilizar. Porque a gente sabe que receber os jornalistas em campo não é fácil, não só do ponto de vista do jornalista, mas do nosso, porque aquilo é um terreno muito precioso. Então, se alguém pisa num lugar errado, você está matando uma muda de árvore que pode um dia, enfim, fazer parte da nossa pesquisa. Tanto que quando nós vamos receber pessoas lá, tem umas gradinhas pretas que você joga no chão e você não pode pisar direto na terra, senão isso compacta o solo. Mayra: Essas imagens são usadas pra divulgar o projeto e podem ser enviadas pros jornalistas e veículos de comunicação. Eu achei isso muito legal, porque mostra bem a preocupação que o projeto tem com a comunicação, inclusive trazendo essa pegada mais artística junto.  Maria Clara- Esses ensaios nós fizemos pensando em divulgação de ciência e também para disponibilizar para jornalistas, mas também exposições artísticas. No Amazon Face, a gente já fez algumas residências artísticas, junto com o pessoal do Lab Verde, que é uma instituição que faz residências artísticas ligadas à natureza, ciência, natureza. Gabriela:  A ClimaCom, uma revista que também faz parte dos trabalhos aqui do Labjor e coordenada pela Susana Dias, também já fez uma residência chamada perceber-fazer floresta em parceria com o AmazonFACE.  [algum sonzinho que indique uma pausa pra anúncio] Mayra: A gente já fez um episódio com a Susana que também tem tudo a ver com esse aqui. Se você se interessa por mudanças climáticas, vai gostar de ouvir o episódio 214, sobre pesquisas que mostram os impactos do clima na paisagem sonora. Salva lá pra ouvir depois!   [repete som de antes] Mayra: Além da produção de conteúdos, o AmazonFACE incentiva  a preparação de seus pesquisadores para o diálogo com a imprensa. Os cientistas participam de sessões de media training, nas quais recebem orientações sobre como comunicar suas pesquisas de forma clara, objetiva e acessível para diferentes públicos. Maria Clara:  Toda vez que eu tenho a oportunidade de conversar com um grupo como um coletivo, eu falo da cultura de comunicação, a gente fala sobre eles mesmos divulgarem o próprio trabalho.- Então, nós tivemos uma bolsista mídia-ciência poliana, Poliana Martins, que também fez um trabalho dos cientistas, deles falarem da própria pesquisa em 30 segundos.  Gabriela: Um dos desafios da divulgação científica é conciliar o tempo dos pesquisadores. Mesmo  assim, o AmazonFACE tem buscado fortalecer uma nova cultura de comunicação, em que os cientistas reconhecem cada vez mais a importância de compartilhar seus trabalhos com a sociedade. Maria Clara: Ah, é, assim, eu acho que eu estruturei parte da comunicação do projeto, mas eu acho que dentro do projeto as pessoas já têm uma noção do que tem que acontecer dentro de uma comunicação, né? Então, o cientista, ele não se vê mais só como cientista, e ainda bem, né? Então, as pessoas têm noções de que a ciência, se for feita para ficar fechada, ela não faz sentido de ser. Porque se você faz um grande empreendimento na floresta amazônica, gasta dinheiro público, isso não reverte para a população, isso não faz sentido. Mayra: Pensando nesse retorno pra população, o AmazonFACE também possui uma frente socioambiental. A ideia é compreender como as mudanças climáticas e as transformações na Amazônia estão sendo percebidas pelas populações que vivem no território e com isso,incorporar conhecimentos e experiências de diferentes comunidades amazônicas. Quem coordena essa frente de pesquisa é o Marko Monteiro, que você já ouviu aqui contando a história do Carboninho.  Marko: Então a gente vai começar, se tudo der certo, se o dinheiro vier certinho, a gente vai começar a fazer pesquisas etnográficas, toda uma equipe lá envolvendo Manaus, Belém, várias instituições amazônicas, porque era um edital do CNPQ voltado para instituições amazônicas, essas equipes vão começar a fazer pesquisas com povos indígenas e vão tentar entender percepções, né? Ah, além da da questão agrícola, que afeta também esses esses povos e as esses saberes. Mas aí é um é um desafio muito grande. Como é que você integra conhecimentos locais, conhecimentos indígenas com um experimento calcado numa ciência tradicional? Ah, então, por enquanto, o experimento tá sendo né, desenvolvido numa chave da, né, das premissas da modelagem e da climatologia. Mas essas outros saberes certamente vão fazer parte. Gabriela: Até porque, já que o experimento está sendo conduzido na Amazônia, nada mais justo que a população local tenha conhecimento do que tá acontecendo, só que isso não é tão simples quanto parece. A Maria Clara comentou com a gente que, mesmo com toda a circulação em grandes jornais e até na imprensa fora do Brasil, o alcance local das estratégias de comunicação ainda é pequeno.  Mayra: Por isso, parte dos próximos passos do andamento do projeto é contratar uma pessoa do local, da Amazônia,  com experiência de trabalho jornalístico na região,  pra integrar a equipe de comunicação e tentar melhorar esse alcance.  [música de fundo] Maria Clara: Afinal de contas, a ciência do clima já existe desde os anos 80, dos anos 70. A gente já sabe que se a gente continuar produzindo da forma como a gente produz, vai dar ruim. ruim, né? E como comunidade científica é muito fácil cruzar os braços e falar, eu avisei, né? – Então, não adianta você fazer ciência se essa ciência não está chegando onde tem que chegar. Então, a comunicação tem parte nisso, só que existe também uma parte epistemológica do fazer científico e do fazer política e se aproximar, porque nós estamos dentro do MCTI como programa, né? Então, tem que aproveitar essa proximidade e desenvolver o que tem que ser desenvolvido, né?  Encerramento: Mayra : O AmazonFACE nasce da dúvida de como a floresta amazônica irá responder a um planeta com concentrações cada vez maiores de gás carbônico na atmosfera. Para responder a essa questão, o projeto criou uma infraestrutura científica inédita, Marko: Então, tem toda uma construção né, de torres, que vai tentar realizar isso. É, naquele trecho, por quilômetros e quilômetros em volta, não tem pessoas habitando ali. Ah, então muita gente acha que tem povos indígenas, ribeirinhos ou até casas ali perto que vão ser afetadas pelo experimento. Não é ah um experimento que é próximo de áreas habitadas. É uma área experimental há muitas décadas já. eh, então já é usado, é um trecho isolado da floresta. Tem fauna, tem eh muitas, né, muitos animais ali, além das plantas, mas não há seres humanos envolvidos no experimento, nem próximos do experimento. Não vai eh haver interferência. Porém, os resultados têm a possibilidade de esclarecer coisas sobre a floresta e as possíveis mudanças vão sim afetar as pessoas. muito, já estão afetando.  Marko: E isso é o que a gente tá tentando entender.A Amazônia vai colapsar como um sistema, você vai ter menos árvores mais vegetação rasteira, as chuvas vão diminuir, vão aumentar, a temperatura a gente já sabe que tá aumentando, os eventos extremos já estão aumentando, então secas, enchentes, isso tudo já existe, dados mostrando que a frequência vem aumentando e as pessoas já relatam, a gente fez trabalho de campo e já sabemos que as pessoas já estão sendo afetadas, então é importante separar essas duas coisas, né? As pessoas já estão sofrendo mudanças climáticas agora. Há um tempo, alterações que elas percebem e que afeta concretamente as suas vidas. O experimento não está sendo realizado próximo de pessoas e tenta responder essas perguntas, né? Do que poderia acontecer com relação ao CO2 elevado. Gabriela: As mudanças climáticas já são uma realidade. No entanto, com o avanço da desinformação e do negacionismo, o desafio de comunicar a ciência é ainda mais desafiador. Maria Clara:  Isso também é uma questão de comunicação, né, gente? Como que você aborda incertezas científicas, que é o grande motivador do projeto, são as incertezas científicas acerca das mudanças climáticas, né? Então, como que você lida com incerteza científica em épocas de negacionismo? Então, as pessoas querem uma afirmação. A floresta vai sobreviver ou a floresta vai mudar para esse lado. E os modelos matemáticos têm essa pretensão de fazer previsões, só que eles não têm…Não é que eles não têm… Modelos matemáticos são baseados em dados do presente ou do passado. Para você saber se ele está indo bem, digamos assim, você tem que olhar para dados do futuro. E é por isso que existe o experimento. Mayra:  Mais do que prever o que acontecerá, o desafio é compreender como as pessoas reagem às evidências e aos cenários que a ciência projeta para o futuro. Marko:  Existe essa construção de uma ideia de previsão de futuro. Ah, eu acho bastante complicado, né, achar que a gente vai prever Mas o que eles colocam é também essa redução de incerteza. Do meu ponto de vista, entendendo a ciência como construto social, uma prática social. É, o interessante é ver como é que a gente tenta antecipar o futuro para fazer coisas no presente.Então um pouco a minha pegada é essa de tentar ver como é que a gente está reorientando a nossa prática para esse futuro que a gente acha que vai vir. Se ele vier ou não, se ele vai chegar ou não, se a gente prevê ou não, isso é menos importante para mim a pesquisa. Mais importante é ver o que as pessoas fazem em função desse futuro, como é que elas reorientam ou ignoram. esse futuro previsto. Como é que elas tentam prever o futuro, também é muito interessante, né? Tentar produzir uma máquina para olhar para o futuro.  Gabriela: Este episódio foi produzido e roteirizado por mim, Gabriela Andrietta, com revisão da Mayra Trinca, que coordena o  Oxigênio junto com a Simone Pallone.  Mayra: A edição de áudio foi feita pelo Guilherme Lopes e pela Juliana Lopes. A vinheta do podcast foi criada pelo músico Elias Mendez. A trilha sonora é da biblioteca de áudio do youtube. Gabriela: O Oxigênio é um podcast produzido pelos alunos do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da UNICAMP e colaboradores externos. Tem parceria com a Secretaria Executiva de Comunicação da UNICAMP.  Mayra: Você encontra todos os episódios no site oxigenio.comciencia.br e também na sua plataforma de podcasts favorita. Inclusive, lançamos há pouco tempo o Oxigênio no Youtube! Se você acompanha podcasts por lá, procure a gente: Oxigênio Podcast. No Youtube, no Instagram e no Facebook.  Já segue pra não perder nenhum episódio. Muito obrigada por escutar até aqui. [VINHETA ENCERRAMENTO] Trilha: Mysteries

A vivir que son dos días
Los modelos | Dinosaurios y dragones, dos primos hermanos

A vivir que son dos días

Play Episode Listen Later Aug 16, 2026 27:26


No hay programa del A Vivir en Verano sin Manu Berástegui. Este año nos va a contar los diferentes modelos que propone el arte. Hoy indagamos en la lista de dinosaurios y dragones más reconocidos en el cine y la televisión.

070 podcasts
[sistema no operativo] E4. Inteligencia artificial para la guerra

070 podcasts

Play Episode Listen Later Aug 16, 2026 48:31


Durante siglos, la guerra dependió de la misma secuencia: recopilar información, analizarla, tomar decisiones y atacar. Hoy, la inteligencia artificial está empezando a comprimir todo ese proceso hasta llevarlo, en algunos casos, al tiempo real.Sistemas como Project Maven y plataformas como Palantir pueden integrar imágenes satelitales, videos de drones, comunicaciones y otros datos de inteligencia para identificar patrones y recomendar posibles objetivos. Modelos de IA como Claude pueden ayudar a procesar esa información y generar recomendaciones para los operadores militares. La promesa es hacer a los ejércitos mucho más rápidos y eficientes. El problema es qué ocurre cuando esa velocidad empieza a intervenir en decisiones de vida o muerte.La guerra entre Estados Unidos e Israel contra Irán ha sido descrita por algunos analistas como la primera guerra de IA. En medio de ese conflicto, un ataque contra una escuela de niñas en Irán dejó más de 170 personas muertas, en su mayoría niñas, y el Pentágono investiga si un sistema de inteligencia artificial tuvo algún papel en la identificación o selección del objetivo.En este episodio de Sistema no operativo, la quinta temporada de Clase a la Casa, exploramos cómo la inteligencia artificial está transformando la guerra, por qué los datos se han convertido en un nuevo campo de batalla y qué significa que los algoritmos empiecen a participar en decisiones militares. También discutimos quién responde cuando una máquina se equivoca, qué tan humana puede ser una decisión tomada con ayuda de un algoritmo y si estamos entrando en una nueva carrera armamentista.Nos acompañan Víctor M. Mijares, profesor e investigador de la Universidad de los Andes, especializado en política exterior, seguridad, defensa, geopolítica y estudios estratégicos, y Lutiana Valadares Fernandes Barbosa, investigadora especializada en inteligencia artificial, sistemas de armas autónomas, derecho internacional y derechos humanos.Una producción de 070 Podcasts.Producción: Isaac VargasConducción: Nathalia Guerrero y Santiago de NarváezGráfica: Isabella Londoño

10AMPro
GDP 02: Palantir, el día que Wall Street entendió la Ontología.

10AMPro

Play Episode Listen Later Aug 12, 2026 33:44


En los GDP´S buscamos profundizar en los artículos escritos de 10 AM para enseñar modelos mentales y evitar comportamientos de inversión impulsivos.------------En este episodio la tesis de inversión en Palantir y la Ontología----------Link al artículo en Substacks: https://substack.com/home/post/p-209975137-------En #10AMPRO construimos la mejor dieta de información. La dieta vive en el chat. Las tesis viven en Substack. Modelos mentales para pensar mejor.----------→ Todo el ecosistema en https://10am.pro y el evento del año: https://eldiad.10am.pro/----------BTC la apuersta original: https://www.youtube.com/playlist?list=PLataQ837aHu7mmnXyEjXp33TqnXoBFhRBSolana el chain que mas nos gusta: https://www.youtube.com/playlist?list=PLataQ837aHu6KjVF3CwHvDxwCszt9T9UuNada del contenido expresado en el canal son recomendaciones financieras (not financial advice, NFA)Twitter:Canal 10AM: https://twitter.com/10amproHernán Jaramillo: https://twitter.com/holdmybirraDarío Palacio: https://twitter.com/dariopalacioEl Gordo: https://twitter.com/Gordoneaprod

A vivir que son dos días
Los modelos | El mar como fuente de inspiración

A vivir que son dos días

Play Episode Listen Later Aug 9, 2026 24:42


Manu Berástegui nos adentra en un nuevo concepto que ha inspirado innumerables obras de arte: el mar. Pinturas, canciones, películas... en todas las disciplinas encontramos muchos ejemplos y Manu explica sus favoritos. 

10AMPro
GDP 01: Robin Hood / El puente de 13 carriles.

10AMPro

Play Episode Listen Later Aug 5, 2026 37:06


En los GDP´S buscamos profundizar en los artículos escritos de 10 AM para enseñar modelos mentales y evitar comportamientos de inversión impulsivos.------------En este episodio la tesis de inversión en Robin Hood: Se fundamenta en su interfaz intuitiva (UX/UI), la diversificación en 13 líneas de negocio y el uso eficiente de datos para captar y retener usuarios.----------Link al artículo en Substacks: https://www.10am.pro/p/robinhood-el-puente-ya-tiene-13-carriles-------En #10AMPRO construimos la mejor dieta de información. La dieta vive en el chat. Las tesis viven en Substack. Modelos mentales para pensar mejor.----------→ Todo el ecosistema en https://10am.pro y el evento del año: https://eldiad.10am.pro/----------BTC la apuersta original: https://www.youtube.com/playlist?list=PLataQ837aHu7mmnXyEjXp33TqnXoBFhRBSolana el chain que mas nos gusta: https://www.youtube.com/playlist?list=PLataQ837aHu6KjVF3CwHvDxwCszt9T9UuNada del contenido expresado en el canal son recomendaciones financieras (not financial advice, NFA)Twitter:Canal 10AM: https://twitter.com/10amproHernán Jaramillo: https://twitter.com/holdmybirraDarío Palacio: https://twitter.com/dariopalacioEl Gordo: https://twitter.com/Gordoneaprod

Zen Trading Magazine
ZTM Ed. 111 En palabras de Dario Amodei "lo que más importa es tener éxito y defender nuestros valores"

Zen Trading Magazine

Play Episode Listen Later Aug 5, 2026 9:56


Dario Amodei era el vicepresidente de Investigación de OpenAI, decidió abandonar la empresa, no el negocio. Fundó, junto a su hermana, Anthropic, empresa que también se especializa en el desarrollo de Modelos de Lenguaje (LLM) bajo una filosofía que promueve el uso responsable de la IA. Su producto más reconocido es Claude, que permite a los usuarios enviar preguntas y recibir respuestas a través de un chat. Pero va mucho más allá. En esta entrevista simulada basada en datos reales y entrevistas concedidas por Dario, hablamos sobre cómo inició esta gesta empresarial y en qué escenario Anthropic compite con otros desarrolladores de LLM.

Mercatishow - Juan Lombana
Inteligencia Artificial, tu resumen semanal | ¿Estados Unidos quiere prohibir los modelos chinos?

Mercatishow - Juan Lombana

Play Episode Listen Later Aug 3, 2026 17:17


AI Troopers — mi nueva comunidad donde cada semana implementamos inteligencia artificial juntos, en vivo, para que vendas más, automatices procesos y bajes tus costos. Únete aquí

A vivir que son dos días
Los modelos | El amor en el arte

A vivir que son dos días

Play Episode Listen Later Aug 2, 2026 27:14


Pinturas, esculturas, canciones, películas... el arte siempre ha tenido una relación muy estrecha con el amor, y precisamente de eso nos habla hoy Manu Berástegui. 

La Estrategia del Día
Un mejor dato del PIB, gastos de Adidas, Venezuela y modelos de IA que hackean

La Estrategia del Día

Play Episode Listen Later Jul 31, 2026 13:41


Muy buenos días, la economía mexicana se recuperó en el segundo trimestre, todo parece indicar, mientras Estados Unidos crece menos de lo esperado. El gasto de Adidas en marketing por el Mundial le pasa factura, el FMI regresa a Venezuela después de más de 20 años y los modelos de IA de Anthropic hackearon a tres organizaciones.[Presentado por Novartis] ¿Cómo pueden la innovación y la IA transformar la salud en América Latina? Descúbrelo aquí: https://www.bloomberglinea.com/brandedcontent/reimaginando-la-medicina-juntos-especial-digital/

Fernando Ulrich
A conta da IA chegou; China liderando modelos de IA?; Argentina no caminho certo

Fernando Ulrich

Play Episode Listen Later Jul 27, 2026 30:08


O "Ulrich Responde" é uma série de vídeos onde analiso os recentes acontecimento da economia no Brasil e no Mundo e respondo perguntas enviadas por membros do canal e seguidores, abordando temas de economia, finanças e investimentos. Oferecemos uma análise profunda, trazendo informações para quem quer entender melhor a economia e tomar decisões financeiras mais informadas.No vídeo de hoje, analisamos a queda das ações tech e como os altos gastos em infraestrutura de inteligência artificial estão impactando o caixa de gigantes como Google e Tesla. Discutimos a guerra entre modelos de IA abertos e fechados, além dos crescentes riscos de segurança do setor. No cenário macroeconômico, abordamos a alta do petróleo e dos juros globais, a frágil situação fiscal brasileira e as recentes notícias positivas da economia da Argentina após as reformas propostas por Javier Milei. Por fim, respondemos dúvidas sobre o mercado financeiro, dívida americana e Bitcoin no nosso quadro de perguntas e respostas.00:00 - Queda das ações de tecnologia01:52 - O custo da infraestrutura de IA04:33 - Modelos de IA abertos vs fechados10:19 - Tensões no Oriente Médio e juros globais11:43 - O grande perigo fiscal no Brasil13:36 - As reformas econômicas na Argentina17:08 - A nova guerra tarifária de Trump18:37 - Perguntas e respostas sobre o mercado19:05 - O grande ciclo de dívida de Ray Dalio19:56 - Possível escassez e alta no preço do cobre20:21 - O pior cenário para a dívida americana21:20 - Comprando mais ações da OranjeBTC?21:51 - Eleições: Caiado ou Flávio Bolsonaro?22:15 - Aumento da participação do Bacen na dívida23:52 - Análise gráfica ou análise fundamentalista?24:24 - Atitude dos jogadores argentinos na final25:15 - O que faria se fosse ministro do governo?26:28 - Split payment e dolarização informal do país27:13 - O mercado de IA já corrigiu o suficiente?27:38 - Arrependimento por não comprar mais Bitcoin?28:35 - O impacto do canal para morar no Paraguai#IA #Brasil #Trump #Economia #Investimento

Atareao con Linux
ATA 817 Creando tu cerebro digital, busqueda con IA local

Atareao con Linux

Play Episode Listen Later Jul 27, 2026 31:24


¿Sabías que puedes convertir cualquier texto en coordenadas de 1024 dimensiones y hacer búsquedas inteligentes, clasificación automática o detección de duplicados sin depender de servicios en la nube? En este episodio te enseño a utilizar los embeddings con Ollama para potenciar tus documentos, correos y apuntes desde tu propio equipo Linux.Los embeddings son una de las tecnologías más fascinantes de la inteligencia artificial actual. Básicamente, convierten palabras, frases o párrafos enteros en vectores numéricos que capturan su significado. Esto permite que un ordenador entienda que "gato" está más cerca de "felino" que de "nevera", y mucho más: desde búsqueda semántica hasta clasificación sin entrenamiento, pasando por deduplicación de documentos y sistemas de recomendación.Lo mejor de todo es que no necesitas una GPU potente ni una cuenta en ningún servicio externo. Con Ollama ejecutándose en local y el modelo BGE-M3 (multilenguaje, con soporte para español), puedes generar embeddings desde la terminal con una simple llamada curl o con unas pocas líneas de Python. Y si necesitas escalar, ChromaDB te ofrece una base de datos vectorial completa con persistencia en disco y filtros por metadatos.Capítulos del episodio:0:00 - Introducción y concepto de embeddings2:42 - ¿Qué son los embeddings exactamente?5:13 - Modelos de embeddings: BGE-M3, all-MiniLM-L6-v27:25 - Cómo generar embeddings con Ollama y curl8:01 - Búsqueda semántica: más allá de grep11:57 - Búsqueda semántica con Python y NumPy14:29 - Bases de datos vectoriales para escalar14:53 - Clasificación sin entrenar el modelo18:20 - Clasificación de sentimientos y categorías20:02 - Deduplicación de documentos con embeddings24:50 - Sistema de recomendaciones con similitud semántica27:15 - ChromaDB: base de datos vectorial persistente29:02 - Casos de uso y próximos episodios sobre RAGMás información y enlaces en las notas del episodio

A vivir que son dos días
Los modelos | Los inspiradores, las musas y Salomé

A vivir que son dos días

Play Episode Listen Later Jul 26, 2026 28:26


Esta semana Manu Berástegui nos habla de un nuevo modelo que propone el arte, de los inspiradores. Para ello nos centramos en Salomé, una de las grandes musas e iconos de la historia. 

Loop Infinito (by Applesfera)
Los otros modelos

Loop Infinito (by Applesfera)

Play Episode Listen Later Jul 23, 2026 10:52


Kimi K3 ha reabierto el debate sobre los modelos chinos. Os cuento mi experiencia personal con Kimi K2, qué hay de mérito y qué de trampa en el avance chino, y qué significa en la práctica para quien usa estas herramientas en el día a día. * * * Loop Infinito, podcast de Xataka, de lunes a viernes a las 7:00 (hora peninsular española). Presentado por Javier Lacort. Editado por Alberto de la Torre. * * * Contacto: lacort@xataka.com, @lacort en X.

10AMPro
E217: ¿Qué es fricción? - Notarías, Cámaras de Comercio, Cajas de Compensación.

10AMPro

Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 83:29


Data Hackers
Sol, Terra e Luna: a nova família de modelos da OpenAI; União Europeia pressiona Meta por "design viciante" - Data Hackers News #112

Data Hackers

Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 8:01


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