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- Así fue la caída de El Mencho: el papel de su pareja, el bosque y los disparos a un helicóptero- Andrés Arauz niega que haya utilizado auto de un narco serbio: 'Me buscan silenciar'- Masacre en Jama, provincia de Manabí, deja siete personas asesinadas- Sebastián Barreiro, hijo de Verónica Abad, cuestiona fallo del caso Nene: 'Yo no soy criminal'- Muerte de Jachi: lo que se sabe sobre la partida del can que conmovió a Ecuador
Esta noche te acompañamos con una serie de afirmaciones pensadas para calmar tu mente, soltar el estrés del día y dejar ir los pensamientos ansiosos que no te permiten descansar.Un espacio suave para encontrar claridad, tranquilidad y prepararte para un sueño profundo.–A lo largo de estos 4 años de Durmiendo Podcast, hemos compartido episodios que les han ayudado muchísimo. Por eso, hoy traemos de vuelta las herramientas que más han resonado con ustedes y que les han acompañado a cerrar su día con calma
Martín Bianchi repasa junto a Àngels Barceló como el rey emérito, Juan Carlos I, da fe de buena salud a través de las imágenes de sus visitas, pidiendo que "dejen de matarle". También comentamos los millones de libras que los padres del ex príncipe Andrés, Isabel II y Felipe de Edimburgo prestaron para silenciar a las supuestas victimas del caso Epstein en el que estaba inmerso su hijo, también prestó dinero Carlos III, su hermano y actual rey.
Analizamos el caso de Móstoles y el presunto acoso sexu4l y laboral denunciado por una exconcejala del Partido Popular contra el alcalde Manuel Bautista, así como la respuesta del PP de Madrid y del entorno de Isabel Díaz Ayuso. Repasamos las informaciones publicadas por El País, los audios conocidos, las presiones para desactivar la denuncia, el posible borrado de correos y las filtraciones interesadas a medios, poniendo el foco en el doble rasero del PP frente a casos similares en otros partidos y en cómo se prioriza la protección del poder político frente a las víctimas. Mas vídeos de Pandemia Digital: https://www.youtube.com/c/PandemiaDigital1 Si quieres comprar buen aceite de primera prensada, sin intermediarios y ayudar de esa forma a los agricultores con salarios justos tenemos un código de promoción para ti: https://12coop.com/cupon/pandemiadigital/ Este video puede contener temas sensibles, así como discursos de odi*, ac*so, o discr*minación. El objetivo de abordar estos temas es exclusivamente informativo y busca concienciar a la audiencia sobre estos acontecimientos, y denunciar y señalar el origen de los mismos para crear consciencia y evitar su propagación. Si consideras que el contenido puede afectarte, te recomendamos proceder con precaución o evitar su visualización. ----------------------------------------------------------------------------------------------- Únete a nuestra comunidad de YouTube https://www.youtube.com/channel/UCFOwGZY-NTnctghtlHkj8BA/join Se mecenas de Patreon https://www.patreon.com/PandemiaDigital ----------------------------------------------------------------------------------------------- Súmate a la comunidad en Twitch - En vivo de Lunes a Jueves: https://www.twitch.tv/pandemiadigital Sigue nuestro Canal de Telegram: https://t.me/PandemiaDigital Suscríbete en nuestra web: https://PandemiaDigital.net Sigue nuestras redes: Twitter: https://twitter.com/PandemiaDigitaI Facebook: https://www.facebook.com/PandemiaDigitalObservatorio Instagram: https://www.instagram.com/pandemia_digital_twitch TikTok: https://www.tiktok.com/@pandemiadigital #PandemiaDigital
O Parlamento angolano aprovou, nesta quinta-feira, 22 de Janeiro, em votação final, a lei sobre o estatuto das ONG, com os votos contra da UNITA, que considerou que o diploma restringe a liberdade de associação. Em entrevista à RFI, Zola Álvaro, activista e presidente da Associação Cívica Handeka, refere que esta lei vai dificultar o trabalho das ONG e reintroduz o espírito de controlo, o que constitui uma violação do direito à liberdade de associação. O MPLA, partido no poder em Angola, considera que esta lei “reafirma o princípio do Estado de direito”. Este diploma salvaguarda os direitos das ONG em Angola? Discordamos todos a esse nível. Tanto as organizações da sociedade civil como os 72 deputados da UNITA -que votaram contra - e as duas abstenções. Uma posição diferente da dos deputados do MPLA, que votaram a favor [do diploma]. Primeiro, há um conjunto de preocupações em torno da aprovação desta lei, principalmente quando é aprovada num contexto pré-eleitoral, com toda essa celeridade, e quando tenta ressuscitar normas já declaradas inconstitucionais pelo Tribunal Constitucional angolano. No Acórdão n.º 447/17, que revogou o Decreto Presidencial n.º 74/15, a [lei das ONG] tenta claramente introduzir este espírito de controlo através de uma lei ordinária, o que constitui uma violação material do direito à liberdade de associação. O Governo angolano refere que esta lei confere às ONG um quadro jurídico “claro, moderado e equilibrado”. Não era necessário preencher este buraco na lei? Claro que não. A lei estabelece um conjunto de barreiras burocráticas que asfixiam [as ONG], com obrigatoriedades. O artigo 19 contém um conjunto de exigências, como é o caso de relatórios mensais exaustivos. Essas medidas desviam os recursos e o tempo que deviam ser dedicados ao apoio directo às populações mais vulneráveis. Depois, há ainda o artigo 22, que fala sobre a não exportação do capital já doado pelas organizações. Isso retira toda a confiança do doador, porque, na definição, construção e arquitectura de projectos, pode haver excedentes, e esses excedentes têm de ser devolvidos ao doador, conforme as exigências contratuais. Ao existir uma lei doméstica que proíbe essa garantia, vai, certamente, retirar toda a confiança do doador nesse processo de aprovação de projectos locais. O executivo refere ainda que esta lei vai permitir o combate ao branqueamento de capitais e ao financiamento do terrorismo… Até agora, não há registos, nem qualquer decisão judicial, de que uma associação angolana esteja envolvida em branqueamento de capitais ou em financiamento do terrorismo. Essa preocupação expressa na lei pode ser legítima, mas não se trata de uma questão de prevenção. Não, é de facto, uma questão de controlo das organizações. Trata-se de uma forma de o Governo controlar a liberdade e a autonomia das associações? Há aqui um aproveitamento nesse sentido, porque Angola já dispõe de um conjunto de dispositivos normativos próprios que previnem o branqueamento de capitais, a corrupção e o financiamento do terrorismo. A UNITA, o principal partido da oposição no país, votou contra, alertando para o facto de esta lei restringir a liberdade de associação. A partir de hoje, o trabalho das ONG fica mais difícil? Fica muito mais difícil a partir de agora, porque temos de entender que a intenção fundamental desta lei é, de facto, impedir que as associações continuem a operar com o mesmo nível de autonomia. Esta lei confere poder ao Governo, principalmente no que diz respeito ao encerramento das organizações. Isso demonstra, de facto, o rosto e as pretensões da aprovação desta lei. Quais são as outras mudanças que serão implementadas com esta lei, relativamente ao trabalho das ONG? Os artigos 7.º e 34.º permitem ao órgão decisor -ou seja, a um órgão com poder administrativo - propor onde os projectos devem ser executados e exigir a manutenção de registos dos beneficiários efectivos e de outras pessoas que controlam ou estejam a gerir essas organizações. Ora, as organizações identificam, elas próprias, os espaços adequados para a implementação dos seus projectos. Se existe um órgão administrativo que vai redefinir onde os projectos devem ser executados, isso já não é uma questão de autonomia das organizações. Trata-se de a administração política decidir, efectivamente, onde as organizações devem realizar ou executar as suas actividades. Isso retira, de alguma maneira, a capacidade de decisão própria, a autonomia e a vontade das organizações. Outra grande preocupação prende-se com a obrigação de as organizações partilharem o registo dos beneficiários dessas mesmas actividades. Basta pensarmos, por exemplo, numa associação como a Kutakesa, com objectivos claros de protecção de defensores de direitos humanos, que tem na sua base de dados um conjunto de defensores perseguidos pelo Governo angolano. Já vemos aqui, de facto, uma situação extremamente delicada, em que a instituição que vai monitorizar o exercício das associações exige, efectivamente, uma base de dados desses beneficiários de protecção. Aqui há, de forma clara, má-fé, tanto do proponente como do legislador, ao retirar, de facto, às organizações a autonomia e a capacidade de preservar a identidade dos beneficiários, muitos dos quais têm sido alvo de graves violações de direitos humanos, sendo que o grande prevaricador tem sido o próprio Governo angolano. A proposta de lei sobre a disseminação de fake news (notícias falsas) foi aprovada na generalidade e será agora apreciada na especialidade. Esta lei ajusta-se à realidade de Angola? Não, não se ajusta. Na verdade, o que acontece é que estamos próximos de um processo eleitoral e, ao longo dos últimos anos, tem sido criada, de alguma forma, uma arquitectura, um conjunto de propostas de lei que visam restringir o espaço cívico, limitar as acções das organizações da sociedade civil e a actuação de pessoas individuais, activistas, defensores de direitos humanos e outras iniciativas. Isto faz parte de um pacote legislativo que visa limitar o exercício das organizações da sociedade civil e a iniciativa de cidadãos em torno do próprio processo eleitoral. Há uma tentativa de limitar a liberdade de expressão e de informação? Exactamente. O executivo procura garantir que, durante um processo eleitoral, sejam asfixiadas todas as iniciativas das organizações da sociedade civil, principalmente com esta lei das fake news. Serve também para restringir, de facto, o nível de actuação da imprensa privada e dos defensores de direitos humanos. No entanto, são conhecidas as ameaças que representam as fake news, as notícias falsas. Qual seria o caminho para lutar contra esta ameaça? No contexto angolano, o maior disseminador de informações falsas que circulam na imprensa é o próprio Governo de Angola, através da manipulação da imprensa pública, nomeadamente a TPA, Televisão Pública de Angola, ou a TV Zimbo, estação de televisão privada, que funciona como uma televisão alegadamente alternativa. A televisão pública e os jornais públicos são a maior fonte de desinformação existente e, não apenas isso, são também a principal fonte de manipulação do debate público nacional. Assim, a grande preocupação deveria incidir, de facto, sobre essas fontes já claramente identificadas de desinformação. Poderia existir um mecanismo próprio, assente num espaço de concertação efectiva com a sociedade, sobre a necessidade de legislar contra a desinformação e as fake news. Este tem sido um debate internacional, mas existem mecanismos específicos para os sectores que devem ser alvo dessa preocupação legítima. Que mecanismos seriam esses? Esse processo passaria necessariamente por uma transformação tanto da imprensa pública como da privada, bem como pelo envolvimento da academia e das organizações da sociedade civil. No entanto, tudo isso exigiria vontade política. A maior parte das disposições constantes da proposta de lei visam, na prática, silenciar a imprensa privada e todos os outros intervenientes nos espaços públicos. Nos últimos anos, em Angola, sobretudo através das redes sociais, surgiram fontes alternativas de informação. Vivemos num país onde o acesso à informação, especialmente a informação de interesse público, tem sido cada vez mais escasso. Os meios de comunicação públicos praticamente não informam sobre matérias de interesse público. Assim, os angolanos recorrem a fontes alternativas, que são precisamente aquelas que estão na base da preocupação do proponente da lei -neste caso, o Presidente da República- ao propor um diploma que visa restringir o exercício dessas fontes alternativas de informação. Silenciar essas fontes? O objectivo é claro: silenciar essas fontes, silenciar, de facto, também as pessoas de bem que têm, de alguma forma, tentado informar a sociedade.
A afirmação do dia é: Com postura e dentro da minha sabedoria interna, o passo necessário no momento certo A meditação do Portal Alvorecer indicada para hoje é: Silenciar dos Pensamentos. O cristal de conexão do dia é: Angelita. Links: Portal Alvorecer Gabi Rubi Store Rubi Box
El PSOE descarga en su exsecretario de organización toda la responsabilidad por la corrupción tras la auditoría interna a la que el PP resta credibilidad. Israel retirará las licencias para 37 oenegés que operan en Gaza y Cisjordania por los supuestos vínculos entre algunos de sus empleados y Hamás. Y el Ibex 35 se dispara un 50% en su mejor año en más de tres décadas a pesar de la sacudida arancelaria de Trump.
En este episodio presentamos la primera parte de una entrevista exclusiva con Noel Tortoló, un testimonio crudo y directo que expone una de las historias más duras y silenciadas del béisbol cubano reciente.Tortoló nos habla de:• Su experiencia con el equipo Habaneros• La relación con Higinio Vélez• El ajuste de cuentas que terminó con su encarcelamiento• Seis meses preso sin delito alguno• Cuatro meses en 100 y Aldabó y dos en Villa Marista• La confiscación de todos sus bienes• La censura del documental en Cuba y su estreno en MiamiDurante la conversación, Noel Tortoló deja declaraciones que estremecen:“Yo soy la víctima. Por principios y valores, esa gente no debió haber hecho eso.”“Aquí lo que hubo fue un ajuste de cuentas.”“Ellos sabían el problema en que me estaban metiendo.”“Me tiraron a matar.”“Nunca me voy a arrepentir de lo que hice.”Una entrevista fuerte, incómoda y necesaria, que expone cómo el béisbol y el poder se cruzan en Cuba, con consecuencias humanas devastadoras.Conviértete en un seguidor de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/pelota-cubana--3596768/support.Pelota Cubana USA: Donde hablamos del béisbol cubano como es, no como quieren que lo cuenten.
Bandas de narcotraficantes controlan Marsella, pero Amine Kessaci dice que "no tiene más remedio que luchar" tras la muerte violenta de sus hermanos.
En este episodio te comparto sobre esa voz que me visita . Quieres asistir a The Next Chapter? te comparto el link para que compres las ULTIMAS ENTRADAS https://dariela-cantu.myshopify.com/products/the-next-chapter-una-experiencia-transformadora?variant=47193249120483
Referências do EpisódioState-Sponsored Remote Wipe Tactics Targeting Android DevicesNo Place Like Localhost: Unauthenticated Remote Access via Triofox Vulnerability CVE-2025-12480Roteiro e apresentação: Carlos CabralEdição de áudio: Paulo Arruzzo Narração de encerramento: Bianca Garcia
A afirmação do dia é: Eu liberto quem foi com gratidão e abraço o presente com leveza, meu coração honra, acolhe e segue em paz. A meditação do Portal Alvorecer indicada para hoje é: Silenciar dos Pensamentos. O cristal de conexão do dia é: Selenita. Links: Portal Alvorecer Gabi Rubi Store Rubi Box
Você sabia que o que você fala define o que você atrai?
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A afirmação do dia é: Eu existo além do que se pode ver, minha presença é cura mesmo no silêncio A meditação do Portal Alvorecer indicada para hoje é: Silenciar dos Pensamentos. O cristal de conexão do dia é: Obsidiana. Links: Portal Alvorecer Gabi Rubi Store Jornada do EquilíbrioRubi Box
El pago ficticio del Barça para silenciar al Atlético en el fichaje de Griezmann
podcast recorded with enacast.com
El reportero dejó un mensaje para ser publicado en caso de su muerte, en el que asegura que siempre buscó trasnmitir la verdad.
O jornalista palestiniano da Al-Jazeera Anas al-Sharif e outros quatro colegas foram mortos esta noite na Faixa de Gaza, com o o Exército israelita a admitir ter feito um ataque deliberado contra estes jornalistas. Desde o início do conflito, já morreram mais de 230 jornalistas na Faixa de Gaza. Num vídeo divulgado no Youtube, o jornalista palestiniano Anas al-Sharif, de 28 anos, agradece à Amnistia Internacional Austrália o prémio de Defensor dos Direitos Humanos 2024 e dedica este galardão ao pai, que morreu em 2023, num ataque israelita, mas também às centenas de jornalistas mortos no conflito, afirmando ser ameaçado constatemente pelas forças israelitas. Anas al-Sharif, juntamente com outros quatro colegas jornalistas que trabalhavam para a cadeia de televisão Al-Jazeera a partir da Faixa de Gaza, foram mortos esta noite por Israel num ataque que o exército israelita já admitiu ter sido deliberado, já que identificava Anas al-Sharif, um dos últimos jornalistas a trabalhar a partir de Gaza, como integrante das fileiras do movimento terrorista Hamas. Para Miguel Marujo, porta-voz da Amnistia Internacional Portugal, os jornalistas são actualmente alvos a abater em Gaza já mostram a realidade neste território fechado ao Mundo. "Para a Amnistia Internacional, esta [morte] é uma tentativa de silenciar as últimas vozes em Gaza que transmitem a trágica realidade do genocídio ao mundo. Aquilo que se está a viver no território da Faixa de Gaza e um genocídio em curso por parte de Israel contra os palestinianos de Gaza. E os poucos jornalistas que continuam a poder relatar em directo e ao vivo para o mundo todo, são sobretudo palestinianos que estão no território e estão a ser mortos às mãos do exército israelita", declarou Miguel Marujo, também director de comunicação da Aministia Internacional Portugal. Desde o início do conflito em Gaza, já foram mortos mais de 230 jornalistas, com as únicas notícias a saírem da Faixa de Gaza a serem transmitidas por jornalistas palestinianos, já que outros correspondentes abandonaram o território devido às dificuldades de vida e cobertura a partir do enclave. "O facto de Israel impedir que haja jornalistas estrangeiros independentes no território ajuda a perceber que aquilo que Israel pretende é que o mundo não tenha conhecimento do que se passa no território. Aliás, há um verdadeiro despudor da parte do governo israelita e do exército israelita em dizer que os jornalistas palestinianos são militantes do Hamas. Anas Al-Sharif, por exemplo, era acusado de ser um jornalista com ligações ao Hamas, que ele sempre negou. Ele sempre disse que era um jornalista sem qualquer afiliação política, que a única missão dele era relatar a verdade a partir do terreno. Tal como ela é, sem preconceitos. E isto é o trabalho de um jornalista", detalhou Miguel Marujo. Para Israel, Anas Al-Sharif comandava uma célula terrorista do Hamas e era responsável por vários ataques com misséis contra civis e tropas israelitas. Anas al-Sharif era um dos rostos mais populares da Al-Jazeera tendo, por vários vézes, mostrando emoção na sua cobertura jornalística e o júbilo dos palestinianos quando, em Janeiro de 2025, houve um período de cessar-fogo e pôde, durante alguns dias, retirar o capacete com a inscrição de "Press" que utilizava de forma quotidiana. A urgência em Gaza, para a Aministia Internacional, como organização que defende a manutenção dos direitos humanos no Mundo, é travar a violência na Faixa de Gaza, na Cisjorndânia e o regresso dos reféns israelitas detidos pelo Hamas, de forma a terminar este conflito que já dura desde Outubro de 2023. "Aquilo que a Amnistia Internacional tem defendido, pondo sempre a tónica que a sua defesa é a dos direitos humanos - e, neste caso, incluem-se também os reféns às mãos do Hamas [...]. Ao mesmo tempo, também tem defendido absolutamente a necessidade de um cessar fogo imediato da entrada de ajuda humanitária e, ao mesmo tempo, a libertação de todos os reféns ou apenas os corpos dos reféns que estejam já mortos, que estão às mãos do Hamas e que sejam entregues às suas famílias, como, aliás, as próprias famílias dos reféns têm pedido", concluiu Miguel Marujo. Os outros jornalistas mortos neste ataque foram Mohammed Qreiqeh e os operadores de câmera Ibrahim Zaher, Mohammed Noufal e Moamen Aliwa.
Silenciar, parar e respirar são etapas básicas, mas fundamentais para conexão com o nosso espiritual e com a espiritualidade. Nesse episódio, falamos justamente sobre a importância desses momentos em nosso dia a dia.Inscreva-se em nosso canal
A afirmação do dia é: Eu escolho a alegria como a minha oração A meditação do Portal Alvorecer indicada para hoje é: Silenciar dos Pensamentos. O cristal de conexão do dia é: Hematita. Links: Portal Alvorecer: portalalvorecer.com.br/ Gabi Rubi Store: loja.gabirubi.com.br/ Rubi Box: https://app.gabirubi.com.br/
Descubre el poder transformador de la meditación, en este episodio exploramos la ciencia detrás de esta práctica milenaria que aumenta la neuroplasticidad, fortalece la conexión cuerpo-mente y frena el envejecimiento cerebral. Desde los Vedas hasta estudios de Harvard, aprende cómo meditar mejora la atención, reduce el estrés y potencia la resiliencia. ¡No necesitas ser un experto! Te compartimos herramientas prácticas para iniciar este viaje de calma y bienestar. Escucha y encuentra tu ancla para sanar.Enlaces a nuestras redes sociales:Instagram@brainfulness.life@ladoctoraneuroYoutube@brainfulnessPágina webwww.brainfulness.life⏰ Marcas de tiempo:(00:00) Intro(01:01) No es exclusivo de orientales o yoguis(02:26) La meditación sana(03:00) Meditar según los estudios científicos(06:02) La historia en Occidente inicia con monos en Harvard(08:02) Sara Lazar: la neurocientífica que descubre los cambios cerebrales(10:16) ¿En cuánto tiempo mi cerebro cambia?(12:12) Cambia la respiración, cambia la mente y cambia el corazón(15:25) Estrategia antienvejecimiento, un cerebro joven y conectado(18:26) El modo “predeterminado” del ser humano: la red neuronal por defecto(22:27) Silenciar la mente es clave para tener claridad y paz(26:05) El cerebro que medita funciona mejor: vuelve a su diseño original(29:34) Siete herramientas para empezar a meditar: tiempo y postura mental(32:06) Facilitadores: Postura física y entorno(33:46) El ancla: la respiración, el resultado la contemplación(38:02) Alinea todos tus sentidos.El contenido de Brainfulness Podcast es educativo y no reemplaza el consejo de un profesional de la salud. Para cualquier condición médica, por favor, consulta a tu médico.
Hola, soy María Fernanda. En este episodio quiero hablarte de una verdad incómoda: cuando un profesional no puede expresar lo que siente en el trabajo, algo se rompe. 😶 Silenciar el estrés, la sobrecarga o los propios límites no solo afecta la productividad: desgasta emocional y físicamente a la persona. 💥 ¿Qué ocurre cuando no te sientes con libertad de hablar con tu jefe? Tensión acumulada, ansiedad, insomnio, síntomas físicos… y, lo más grave, te desconectas de ti mismo y de tu valor. No te lo pierdas si quieres entender por qué la salud mental no se celebra un día al año, sino que se cuida o se daña cada día, en cada conversación. 📲 Encuentra más recursos, lecturas y acompañamiento en: 👉 centrohoppsicoterapia.es 👉 centrohopecollege.com Y en todas nuestras redes a través de 👉 linktr.ee/beahoper Gracias por estar aquí. Rompe tu silencio. Be a Hoper.
Federico analiza las revelaciones sobre cómo Leire Díez pidió silenciar a Aldama, "bajo ningún concepto pueden salir determinadas informaciones".
El programa de hoy
La nueva ley, que fue aprobada en menos de dos horas sin ningún tipo de estudio ni discusión, contempla un impuesto del 30 % a todas las donaciones internacionales que reciben las organizaciones de sociedad civil y cualquier persona natural. Los representantes de más de 70 organizaciones señalan que ley es un instrumento más de persecución política y censura en contra de ambientalistas, defensores de derechos humanos, periodistas y cualquier persona que pueda ser interpretada por el gobierno como un estorbo.
No hay grandeza ajena que resista la lectura de sus WhatsApps. Imaginemos a Sartre mandando besotes a Simone de Beauvoir. A Immanuel Kant diciendo que “Oka” a un cambio en el horario de sus clases. O a Churchill poniendo un emoticón de lagrimita después de un bombardeo. Nada adensa la grandeza como el silencio.
No hay grandeza ajena que resista la lectura de sus WhatsApps. Imaginemos a Sartre mandando besotes a Simone de Beauvoir. A Immanuel Kant diciendo que “Oka” a un cambio en el horario de sus clases. O a Churchill poniendo un emoticón de lagrimita después de un bombardeo. Nada adensa la grandeza como el silencio.
En 2012, un escándalo sacudió los muros del Vaticano cuando Paolo Gabriele, el mayordomo personal del Papa Benedicto XVI, fue arrestado por robar y filtrar documentos confidenciales. Estos archivos revelaban luchas de poder, corrupción y secretos que durante años se habían mantenido ocultos al mundo. La traición no vino de un enemigo externo, sino de alguien dentro de los aposentos papales.Gabriele fue condenado a 18 meses de prisión por este acto, pero el daño ya estaba hecho. Aunque el Vaticano intentó manejar la situación con discreción, muchos se preguntaron si este episodio fue uno de los factores que llevó a Benedicto XVI a renunciar al papado en 2013, un hecho casi inédito en la historia moderna de la Iglesia. La renuncia dejó más preguntas que respuestas.¿Qué motivó al mayordomo a traicionar al Pontífice? ¿Qué decían exactamente los documentos filtrados? Distribuido por Genuina Media
El exmandatario había comparado a Trump con un "emperador romano".
Estados Unidos le retiró su visa al premio Nobel de la Paz, Óscar Arias, quien también fue presidente de Costa Rica en dos ocasiones. En el correo que recibió esta semana, el Gobierno estadounidense le notificó que la cancelaban conforme a la Sección 221(i) de la Ley de Inmigración y Nacionalidad, que permite revocar visas a discreción. RFI conversó directamente con Óscar Arias. Desde su casa en San José, capital de Costa Rica, Óscar Arias cuenta a RFI cómo reaccionó cuando se enteró de que Estados Unidos le habían cancelado su visa. “No me dicen la razón”“Yo no sé si es un castigo o es una condecoración. Fue una sorpresa muy incómoda porque recibí un correo muy escueto en que se me informa que han revocado mi visa según una ley que es citada en el correo, pero no me dicen la razón por la cual me revocan la visa”, explica.A Estados Unidos le sobran las razones para considerarlo un honorable ciudadano del mundo. Óscar Arias recibió el premio Nobel de la Paz en 1987 por su labor diplomática para acabar con las guerras civiles en América Central. “Yo he recibido 93 doctorados honoris causa y el 90% de esos doctorados son de universidades norteamericanas”, subraya. No habría entonces razones para que le revocaran su permiso de ingreso a Estados Unidos. No obstante, desde que Donald Trump inició su segundo mandato, Óscar Arias lo ha criticado varias veces, asegurando que su Gobierno tiene características de una autocracia. ¿Sería ésta la razón? “Francamente no lo sé, porque como le manifestaba anteriormente, recibí un correo muy escueto en que no se dice, no se justifica cuál es la razón por la cual me revocan la visa. Pero lo que sí le puedo decir es que a mí nadie me va a silenciar. Yo soy ahora una persona ya de 84 años, todavía opino y escribo, y soy crítico porque soy un verdadero demócrata”, enfatiza.Importancia de la críticaÓscar Arias subraya la importancia de permitir la crítica cuando se es un régimen elegido por el pueblo, “la crítica honesta, reflexiva, sana”. “El demócrata más bien se siente halagado con la crítica porque nos fortalece y nos permite poder a veces rectificar si uno está equivocado. Pero el autócrata no, está acostumbrado a dar órdenes. Y en el caso de Estados Unidos, a dar órdenes al mundo entero. Y eso lo he criticado con el presidente Trump”, afirma. Óscar Arias reitera en todo caso que seguirá defendiendo la libertad de expresión y lamenta que el Gobierno de los Estados Unidos no acepte las críticas: “Me duele mucho que un gobierno no acepte la crítica, que no tolere la crítica, porque una democracia no existe sin crítica, sin libertad de expresión, sin libertad de opinión, sin libertad de prensa. Es inconcebible. Pero estoy especulando, porque no sé cuál es la verdadera razón para haberme revocado la visa”, dice.En la notificación que recibió este martes, el Gobierno estadounidense lo invitó a solicitar nuevamente la visa para ingresar a su territorio. El Premio Nobel de la Paz dijo que no le interesa.
Estados Unidos le retiró su visa al premio Nobel de la Paz, Óscar Arias, quien también fue presidente de Costa Rica en dos ocasiones. En el correo que recibió esta semana, el Gobierno estadounidense le notificó que la cancelaban conforme a la Sección 221(i) de la Ley de Inmigración y Nacionalidad, que permite revocar visas a discreción. RFI conversó directamente con Óscar Arias. Desde su casa en San José, capital de Costa Rica, Óscar Arias cuenta a RFI cómo reaccionó cuando se enteró de que Estados Unidos le habían cancelado su visa. “No me dicen la razón”“Yo no sé si es un castigo o es una condecoración. Fue una sorpresa muy incómoda porque recibí un correo muy escueto en que se me informa que han revocado mi visa según una ley que es citada en el correo, pero no me dicen la razón por la cual me revocan la visa”, explica.A Estados Unidos le sobran las razones para considerarlo un honorable ciudadano del mundo. Óscar Arias recibió el premio Nobel de la Paz en 1987 por su labor diplomática para acabar con las guerras civiles en América Central. “Yo he recibido 93 doctorados honoris causa y el 90% de esos doctorados son de universidades norteamericanas”, subraya. No habría entonces razones para que le revocaran su permiso de ingreso a Estados Unidos. No obstante, desde que Donald Trump inició su segundo mandato, Óscar Arias lo ha criticado varias veces, asegurando que su Gobierno tiene características de una autocracia. ¿Sería ésta la razón? “Francamente no lo sé, porque como le manifestaba anteriormente, recibí un correo muy escueto en que no se dice, no se justifica cuál es la razón por la cual me revocan la visa. Pero lo que sí le puedo decir es que a mí nadie me va a silenciar. Yo soy ahora una persona ya de 84 años, todavía opino y escribo, y soy crítico porque soy un verdadero demócrata”, enfatiza.Importancia de la críticaÓscar Arias subraya la importancia de permitir la crítica cuando se es un régimen elegido por el pueblo, “la crítica honesta, reflexiva, sana”. “El demócrata más bien se siente halagado con la crítica porque nos fortalece y nos permite poder a veces rectificar si uno está equivocado. Pero el autócrata no, está acostumbrado a dar órdenes. Y en el caso de Estados Unidos, a dar órdenes al mundo entero. Y eso lo he criticado con el presidente Trump”, afirma. Óscar Arias reitera en todo caso que seguirá defendiendo la libertad de expresión y lamenta que el Gobierno de los Estados Unidos no acepte las críticas: “Me duele mucho que un gobierno no acepte la crítica, que no tolere la crítica, porque una democracia no existe sin crítica, sin libertad de expresión, sin libertad de opinión, sin libertad de prensa. Es inconcebible. Pero estoy especulando, porque no sé cuál es la verdadera razón para haberme revocado la visa”, dice.En la notificación que recibió este martes, el Gobierno estadounidense lo invitó a solicitar nuevamente la visa para ingresar a su territorio. El Premio Nobel de la Paz dijo que no le interesa.
El exeditor de Voice of America, Rafael Salido, analizó en Conclusiones las razones por las cuales el Gobierno de Trump buscaría silenciar a Voice of America, NPR y PBS. Asegura que, aunque hay muchos motivos, un factor podría ser “acallar voces incómodas”. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
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Alexandre Garcia comenta a inflação no Brasil, a desaprovação de Lula e o silêncio do presidente em relação à “posse” de Maduro.
Estas son mis 3 estrategias predilectas que me ayudaron y me ayudan a silenciar los pensamientos negativos y la voz de mi cabeza que en los momentos clave me ha autosaboteado. Espero que te ayuden a ti también. Escríbeme hoy por DM en Instagram la palabra "ELITE" y accede a mi Mastermind de alumnos de élite para crear una mentalidad y hábitos exitosos: https://instagram.com/secretosdelavidaofficial/ Secretos de la Vida te ayuda a desatar tu máximo potencial con los mejores programas de desarrollo personal de habla hispana. Descubre los programas de Secretos de la Vida en https://secretosdelavida.com Sigue a Secretos de la Vida: https://instagram.com/secretosdelavidaofficial https://facebook.com/SecretosDeLaVidaOficial https://tiktok.com/@secretosdelavidaofficial http://secretosdelavida.com
Estudo da agência identificou 120 casos de alegações indevidas contra meios de comunicação e profissionais do setor; especialista conta que episódios ocorrem com mais frequência contra repórteres que investigam corrupção ou falam de protestos e campanhas eleitorais.
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Susanna Barranco porta a escena a l'Antic Teatre "L'art de silenciar", i Toni Cano i Sandra Reyes han connectat tots els cables, fins i tot el vermell per reobrir El Muntaner. Marisol Gonzalez t
La prensa recoge cómo la Justicia tumba la demanda de Begoña Gómez contra El Confidencial y la condena en costas.
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00:00 Introducción 00:22 Sin el IFT la radiodigusión social sufrirá Además de que muchos operadores de telecomunicaciones pequeños, no podrán operar tan fácilmente. 01:53 ¿Cuáles son los delitos por los que se culpa al CEO de Telegram? Durov enfrenta cargos que van desde almacenamiento de contenido pornográfico infantil, hasta lavado de dinero. 02:46 El mexican moment es ahora De acuerdo con Service Now el país debe aprovechar este momento para evolucionar hacia la IA. Si quieres saber más sobre estas noticias, suscríbete a nuestro newsletters de Expansión, entra a Expansión.mx/tecnologia, ve nuestros videos de Geek Hunters en YouTube y síguenos en nuestras redes @ExpansionMx, y @Guarolf_, @Eresinaeresina
Los artistas venezolanos han sido amenazados por otros artistas venezolanos solo por querer libertad en el país. También hablamos sobre la fe que se habia perdido y que La Vinotinto nos devolvió. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Noticias Con Café 08/07/2024 Soberanía deportiva y la efervescencia del pueblo en el juego clasificatorio de Puerto Rico y Lituania. Conversamos con Rodrigo Otero Goyco. La AEE y la privatización. ¿De quien fue la idea de reducir personal y dejar las emergencias sin posibilidad de atenderse. Las multas del Negociado de Energía a Genera, LUMA y a lo que queda de la AEE. ¡Sintoniza y Comparte! #periodismoindependiente #periodismodigital #puertorico #rodrigooterogoyco #marinelepen #williamvillafañe
Referencias: - Artículo en Associated Press: https://apnews.com/article/mormon-church-investigation-child-sex-abuse-9c301f750725c0f06344f948690caf16 - Podcast sobre el artículo: https://revealnews.org/podcast/hidden-confessions-of-the-mormon-church/ - Respuesta de la Iglesia: https://www.deseret.com/2023/12/3/23986797/idaho-abuse-case-latter-day-saints-church-responds-to-ap-story/
Noticias Con Café 15/04/2024 La desaparición de la historia que incluía los extremos de violación a leyes ambientales de propiedades del hijo del Gobernador en Guánica, revive la discusión de si los medios son éticos y responsables con el país. Gobernador hecha mano de “El Señor” para solicitar el voto a fundamentalistas religiosos. Las escoltas de Thomas Rivera Schatz pagadas por el pueblo. ¡Sintoniza y Comparte! #periodismoindependiente #periodismodigital #puertorico #pedropierluisi #westindies #juanhernandez
• Intercambio de ataques y pocas propuestas, así el primer debate electoral • México listo para el eclipse total de sol • Pareja de estadounidenses quieren silenciar a restaurante en Jalisco