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Neste episódio do ObraCast recebemos Marlon Oliveira, Diretor de Engenharia e Operações da Raposo Engenharia — uma construtora com mais de 30 anos de mercado que construiu empreendimentos icônicos em São José dos Campos e Jundiaí sem que quase ninguém soubesse quem estava por trás.Uma conversa que vai da tecnologia estrutural à importação da China, passando por pesquisa de mercado, governança corporativa e a visão de quem enxergou uma oportunidade onde ninguém ainda tinha olhado. Prepare-se para entender por que um apartamento valorizou 80% antes de ser entregue — e o que está por vir em São José dos Campos.
ANÁLISE DA SEMANAAnálise de imagens e informações sobre registros de objetos e fenômenos não identificados registrados pelo mundo.1 - O carro do Google flagrou um OVNI em Jundiaí?2 - Análise de UFOs liberados pelos EUA - parte 1Últimas notíciasNotícias sobre avistamentos e fenômenos anômalos ocorridos no Brasil e no mundo.TORNE-SE MEMBRO DO CANALhttps://www.youtube.com/channel/UCwMxydYVs-AujXvxpjwgC9Q/join___________________Envie seu áudio, fotos e vídeos para:WhatsApp Brazil UFO+55 11 98436-3637_________________Doação ao canal Brazil UFOhttps://streamelements.com/brazilufo/tipANÁLISE DA SEMANACom Clayton Feltran e Jorge Uesu.::: LOJA BRAZIL UFO - PRODUTOS ORIGINAIS BRAZIL UFO::: https://lojabrazilufo.com.brFaça parte do Eu apoio o Brazil UFOSeja um apoiador do Brazil UFO e nos ajude a trazer conteúdos de qualidade a todos os amigos do canal. Sua ajuda fará toda a diferença.Acesse o site:https://apoia.se/brazilufo e seja um apoiador do canal.Se preferir você pode ajudar via PIX, seja um patrocinador do canal.pix@brazilufo.comhttps://brazilufo.com#analisedasemana #brazilufo #omg @BrazilUFO @ovnisemisteriosemgeral-omg3015 #cortesdobrazilufo
O jipe Perseverance encontra possíveis bioassinaturas na superfície de uma rocha e dá mais um motivo para que a missão de retorno de amostras de Marte não seja cancelada. As análises sobre a habitabilidade marciana é uma vertente dos estudos na área, que buscam responder: quais são as condições encontradas no planeta hoje e como ele já deve ter sido no passado? O episódio faz parte de um conjunto de reportagens sobre A busca por vida extraterrestre e se essa estaria esquentando. A série é desenvolvida por Danilo Albergaria, bolsista do Programa Mídia Ciência, da FAPESP. Este episódio contou com a participação de Gabriel Gonçalves Silva (pós-doutorando na UNISINOS), Fernanda Jamel (doutoranda – USP e MIT), Roberta Vincenzi (pós-doutoranda no IO-USP) e Isabella Gaião (doutoranda – USP). [Introdução] Danilo: No primeiro episódio da série que trata da astrobiologia, aqui no podcast Oxigênio, a gente falou da alegação de detecção de uma possível bioassinatura num planeta fora do sistema solar. Uma bioassinatura é um sinal produzido por seres vivos – um possível vestígio de atividade biológica. Mas essa notícia de um potencial sinal de vida num exoplaneta não foi a única ocasião em que uma possível bioassinatura em um ambiente extraterrestre gerou manchetes no ano passado. Em setembro de 2025, a NASA anunciou um resultado que foi descrito pela agência aeroespacial americana como: “pode bem ser o sinal mais claro de vida que já encontramos em Marte”. A novidade foi um estudo publicado na revista Nature que apontou a existência de uma “potencial bioassinatura” numa rocha marciana – sim, uma pedra em Marte, coletada e analisada pelo jipe Perseverance, da NASA. A rocha marciana tem algumas características que aqui na Terra são encontradas em rochas que exibem rastros deixados por micróbios. Mas ainda não dá para saber se essas características encontradas na pedra marciana tiveram origem em atividade biológica ou se foram formadas por processos naturais sem o envolvimento de seres vivos. Os equipamentos do jipe, por melhores que sejam, não conseguem produzir resultados claros o suficiente para que os cientistas tirem essa dúvida. Para distinguir se os sinais encontrados são biogênicos (ou seja, foram originados por atividade biológica) ou se são abióticos (ou seja, sem o envolvimento de seres vivos), é preciso trazer as amostras para a Terra. Eu sou Danilo Albergaria, jornalista e historiador pesquisando a comunicação da astrobiologia, essa área que estuda a origem, a evolução e a distribuição da vida no universo. Neste episódio, vou conversar com quatro cientistas associados ao Laboratório de Astrobiologia da Universidade de São Paulo para entender um pouco melhor de quê se trata essa possível bioassinatura e o que sabemos sobre se Marte pode ou não pode oferecer condições para a existência de vida, ou se já pode em algum momento do passado distante. [Vinheta] Danilo: Vamos começar pelo que a gente sabe sobre esses resultados anunciados com grande entusiasmo pela NASA no ano passado. O jipe Perseverance está em Marte desde 2021 explorando a região de uma cratera chamada Jezero. A gente sabe que Marte teve água líquida em sua superfície há mais de 3,5 bilhões de anos, e essa cratera já foi um lago nesse passado remoto. Só para vocês terem uma ideia dessa região marciana, para atravessar essa cratera, de borda a borda, é preciso percorrer 45 quilômetros, pouco mais do que a distância entre Campinas e Jundiaí ou de Jundiaí a São Paulo. Em uma parte da borda da cratera existem marcas características de um delta de um rio que desaguava ali. Foi nas margens do leito desse rio, medindo 400 metros de margem a margem, que o jipe encontrou algumas rochas interessantes em julho de 2024. Em uma delas, o Perseverance identificou compostos orgânicos, moléculas compostas de carbono, e o mais importante: marcas que foram apelidadas de “pintas de leopardo”, que são manchas mais claras do que o restante da rocha, circundadas por linhas bem mais escuras. A rocha é formada principalmente de argila e lodo, materiais que costumam preservar rastros de vida microbiana, e fazem da rocha algo tipicamente encontrado no fundo de rios. Essas marcas, as “pintas de leopardo”, são compostas de fosfato de ferro e sulfeto de ferro. Aqui na Terra, esses compostos são associados a rastros químicos causados por reações produzidas por microrganismos em rochas. Essas foram as pistas analisadas para ver se as manchas poderiam ter sido geradas por micróbios há bilhões de anos. O Gabriel Gonçalves Silva é pós-doutorando na UNISINOS, químico associado ao Laboratório de Astrobiologia da USP, e estuda geobiologia. Eu pedi para ele me explicar por que esses sinais foram considerados possíveis vestígios de vida microbiana passada em Marte neste último estudo feito pelos pesquisadores da NASA. Gabriel: Eles analisaram uma amostra que se chama de mudstone, que seria algo como uma rocha formada de uma antiga lama. Marte é muito rico em ferro e foi observado principalmente nessa rocha pequenos pontinhos que eles observaram com mais detalhes e nele foi encontrado o ferro que a gente chama de ferro mais reduzido, que é o ferro 2+, que é interessante porque contrapõe ao ferro que a gente encontra mais em Marte, que é o ferro 3+, que é aquele que tem a cor de ferrugem. E não só essas manchinhas apresentavam principalmente um mineral, que é a vivianita, que é um fosfato de ferro II e a greigita, que é um sulfeto de ferro II. O ferro II na Terra, por exemplo, pode ser formado por processos na ausência de vida ou na presença de microrganismos. Eles conseguiram observar que não havia nessas rochas nenhum indício de grandes mudanças de pH nem de temperatura, mas junto da vivianita e da greigita tinha matéria orgânica. Na Terra, a gente sabe que a matéria orgânica pode acoplar reações onde a oxidação da matéria orgânica resulta na redução do ferro e aí, pela presença de sulfeto e do fosfato, a formação desses minerais. Porém, eles observaram que, por mais que a vivianita possa se formar em condições de temperatura, pressão e pH próximos do que nós consideramos normais, geralmente a formação de sulfeto de ferro dependeria de uma temperatura mais alta, então não só a oxidação da matéria orgânica, levando à redução do ferro, necessitaria de outros elementos para a formação desse mineral, desse sulfeto de ferro II. E graças a observações da composição ali da rocha, ausência de fosfato de alumínio, ausência de outros componentes, eles perceberam que não houve nem aquecimento, nem uma mudança drástica de pH durante esse processo de formação desses minerais. Isso faz com que a causa mais provável para a formação desses minerais, pelo menos se a gente pensasse na Terra, seria a ação da vida como nós conhecemos. Danilo: Vamos entender um pouco mais da química envolvida na produção das “pintas de leopardo”. Algumas bactérias formam minerais usando e transformando compostos químicos, como diferentes tipos de óxidos de ferro, formados por ligações entre ferro e oxigênio. O chamado ferro II (um íon de ferro) é muito importante para atividade biológica porque se liga facilmente ao oxigênio – por exemplo, ele é fundamental para o transporte do oxigênio no nosso sangue por meio da hemoglobina. A Fernanda Jamel, doutoranda no AstroLab da USP e que fez parte de suas pesquisas atuais no MIT (o Massachusetts Institute of Technology, nos EUA), explica a química da formação dos minerais encontrados na rocha marciana como possível explicação biológica, comparando com o que acontece na Terra. Fernanda: Aqui a gente tem formação de vivianita com bactérias que usam o ferro III, o óxido de ferro III, e transforma em ferro II. Por isso que a gente fala que é a redução de ferro. Então, quando as bactérias fazem isso, ela libera o ferro II no ambiente ao redor e aquilo ali vai formando camadas, vai se ligando com o que tem ali, e vai formando camadas que vão se mineralizando. A greigita também, da mesma forma, só que seria bactérias redutoras de sulfato, elas usam o sulfato como receptor de elétrons, o SO4, e elas produzem H2S, que é sulfeto de hidrogênio. E aí esse sulfeto reage com o ferro II disponível no sedimento. Depois vão formando essa combinação de sulfeto de ferro que vai se formando em greigita também dessa mesma forma, no sentido de que isso vai se expandindo: vem de um núcleo e vai se expandindo ao redor.” “É difícil dizer que existe um padrão exatamente igual a esse que a gente encontrou em Marte, mas esses nódulos que se formaram são condizentes com formações que a gente encontra aqui.” Danilo: Além dos compostos orgânicos, os instrumentos do Perseverance também identificaram, na região em que a rocha foi encontrada, alguns compostos químicos ricos em enxofre, ferro oxidado ou ferrugem, e fósforo. Se micróbios existiram ali, esses compostos podem ter fornecido fontes de energia para o metabolismo desses microrganismos, reforçando a hipótese de origem biológica para os vestígios. Porém, o fato de que esses vestígios podem ter sido formados por vida microbiana não quer dizer que dê para descartar outros processos que não envolvam seres vivos – também chamados de processos abióticos. Os próprios autores do artigo que avalia a possível origem biológica das “pintas de leopardo” propõem alguns processos abióticos como explicações alternativas. Até agora, as alternativas abióticas, sem o envolvimento da vida, não parecem muito promissoras para explicar as marcas nas rochas, mas ainda não dá para descartá-las. Talvez estejam faltando algumas peças do quebra-cabeças para uma explicação abiótica convincente. O Gabriel de novo vai nos ajudar a entender isso. Gabriel: Eles tentaram investigar o máximo possível de reações na ausência de vida, e nenhuma que nós conhecemos hoje poderia sustentar esse tipo de reação. Isso não quer dizer que a vida é sempre necessária para que essas reações aconteçam. A gente pode estar ignorando alguma coisa. Pode não estar percebendo alguma coisa. Podem existir reações que a gente não estudou hoje e que poderia estar fomentando essa formação desses minerais na ausência de vida, ou até mesmo as grandes escalas – a gente está falando aí de bilhões de anos – poderiam permitir que houvesse a formação desses minerais na ausência de vida. Mas de tudo que a gente conhece hoje, essa condição de formação de fosfato de ferro II, formação de sulfeto de ferro II acoplado à presença de matéria orgânica, como nós conhecemos, seria mais bem explicado pela ação da vida. Então eles fizeram um estudo muito minucioso de várias hipóteses. E a que melhor responde hoje é a ação da vida, em contrapartida a reações abióticas, sem a presença de vida. Danilo: É justamente pela possibilidade de que as “pintas de leopardo” tenham sido formadas por mecanismos abióticos, sem o envolvimento de seres vivos, que os sinais são classificados de “potenciais bioassinaturas”. Ou seja, podem ter sido, como podem não ter sido causados por seres vivos. Para que uma potencial bioassinatura seja considerada um sinal de vida inequívoco, é preciso estabelecer com segurança a sua origem biológica e descartar os mecanismos plausíveis que não envolvam processos biológicos em sua formação – ou seja, é preciso eliminar essas hipóteses abióticas alternativas. É uma barra bem alta, difícil de ser alcançada. Para complicar, os instrumentos a bordo do Perseverance são versões miniaturizadas, simplificadas, de ferramentas que se usa em laboratórios terrestres para buscar bioassinaturas de vida do passado remoto da Terra, como o espectroscópio Raman. Gabriel: Para quem tem um olho um pouco mais treinado nessas questões científicas, quando a gente observa, por exemplo, no próprio artigo, os espectros Raman que foram publicados, a gente leva um pouco de susto, porque a gente vê que são dados muito ruidosos, que isso tem a ver com a forma com que a amostra é tratada lá no espaço. O laser não é tão preciso. O aumento não é tão grande. Você tem a grande influência da iluminação natural. Isso faz com que o espectro fique extremamente ruidoso e dificulta a análise daquilo que se espera estar sendo estudado. Se esse material pudesse ser trazido para a Terra num ambiente muito mais controlado, a gente poderia trabalhar com lasers com focos muito menores, ou seja, na escala de micrômetros, com uma precisão muito grande do que está sendo selecionado para ser estudado. E aí a gente tem alternativas: trocar lasers, trocar aparatos para garantir que o ruído seja minimizado e outros efeitos que atrapalham possam ser minimizados. [música] Danilo: Da forma como eu e o Gabriel falamos, pode parecer que o Perseverance é um aparelho meio limitado, mas a verdade é que o jipe é uma grande realização da engenharia. O Gabriel me explicou que os engenheiros e cientistas da NASA bolaram soluções muito criativas para poder, por exemplo, em um único espectro separar a fluorescência de raio-X, que permite saber a composição elementar do material analisado, da difração de raio-X, que dá uma informação da estrutura cristalográfica dos minerais – ou seja, permite ver a organização interna dos átomos nas amostras. Apesar da criatividade, esses mini-aparelhos que o jipe carrega nem de longe se comparam com os dos laboratórios aqui na Terra. Por exemplo, o espectroscópio Raman que o Gabriel mencionou e que tem lá no AstroLab, ocupa boa parte de uma sala ao lado do laboratório, enquanto que as dimensões do SHERLOC, o instrumento que inclui o Raman no Perseverance, tem 26cm de comprimento por 20cm de largura (isso porque o SHERLOC carrega ainda outros instrumentos, como a câmera WATSON… sim, os cientistas são bons em dar nomes para os aparelhos… Elementar). Se der para trazer essas amostras para o nosso planeta, daria para trabalhar com radiação síncrotron, por exemplo, que consegue focar e fazer esse tipo de análise em escalas nanométricas. E também fazer a observação de microscopia eletrônica, onde a gente vai ver a estrutura daquela amostra com aumentos entre mil e dez mil vezes. Por isso, o jipe vem colhendo amostras que poderão, no futuro, ser trazidas para cá e analisadas em laboratório. É a única maneira de eliminar algumas incertezas e filtrar as hipóteses da origem das possíveis bioassinaturas. A missão de retorno dessas amostras estava em desenvolvimento pela NASA, mas extrapolou as estimativas de custo iniciais, chegando a 11 bilhões de dólares, e agora está cancelada devido aos cortes profundos no orçamento da NASA propostos pelo governo de Donald Trump. Mas um detalhe mostra que o caro, em ciência, é quase sempre barato quando comparado com gastos militares. Os 11 bilhões previstos para o desenvolvimento de toda a missão de retorno de amostra são os mesmos 11 bilhões que os Estados Unidos gastaram só nos primeiros seis dias de ataques ao Irã entre fevereiro e março deste ano. [música] Danilo: Com os cortes no orçamento, a situação atual da NASA é complicada, para dizer o mínimo, por isso ainda não dá para saber quando e se vamos um dia analisar as tais “pintas de leopardo” em laboratório e distinguir se elas são biogênicas ou se foram formadas por processos abióticos. Mas dá para saber muita coisa sobre as condições que Marte oferece – e não oferece – para a existência da vida, além das condições que o planeta enferrujado já deve ter oferecido a possíveis seres vivos num passado muito distante. A Isabella Gaião e a Roberta Vincenzi, pesquisadoras associadas ao Laboratório de Astrobiologia da USP, vão me ajudar a entender melhor se Marte é ou já foi habitável um dia. Elas estudam um mesmo microrganismo, a bactéria Staphylococcus nepalensis. O micróbio é adaptado a ambientes hipersalinos, repletos de sal, como as lagoas de Araruama, no estado do Rio de Janeiro, onde elas encontraram essa espécie de bactéria em meio a outros microrganismos que sobrevivem a concentrações de sal nocivas à maior parte dos seres vivos. A superfície de Marte está cheia de sais que são nocivos à vida, como sulfato de magnésio e o perclorato de magnésio. Esses sais são muito mais nocivos do que o cloreto de sódio que predomina nos oceanos terrestres. A Roberta explicou porque esses sais são tão prejudiciais à vida. Roberta: Os principais danos dos percloratos, na verdade, são dois. Eles são muito oxidantes, mas hoje, e essa era uma das principais preocupações na época da descoberta desses sais lá, mas hoje, do que a gente entende, aparentemente, se você pega a parte termodinâmica do negócio, não é tão relevante o fato de eles serem oxidantes, mas eles são extremamente caotrópicos. E esse vai ser um conceito bastante importante para a gente entender os problemas da vida nessas soluções, porque um agente caotrópico é aquele agente que tem o potencial de desestabilizar macromoléculas. Macromoléculas são basicamente tudo que a vida precisa para existir, como proteínas, lipídios, material genético. Então, se você tem agentes caotrópicos em uma solução, essas moléculas que precisam se manter em determinada forma vão ter dificuldade de permanecer assim. E a gente sabe que a forma dessas macromoléculas hoje estão intimamente ligadas à função que elas exercem. Então, quando a gente tem esses agentes caotrópicos, é basicamente uma função de desestabilizar a vida como a gente conhece ali. E esses sais são extremamente caotrópicos. Danilo: A Isabella também me ajudou a entender como a caotropicidade desses sais pode desestruturar o arranjo de grandes moléculas orgânicas, como as proteínas. Isabella: Basicamente um agente caotrópico é qualquer coisa química que desestruture macromoléculas. Aí o que seriam macromoléculas? Qualquer molécula importante para a vida. Então a vida é baseada em células. Células têm principalmente proteínas, que é o arranjado de várias moléculas orgânicas ali e que elas se rearranjam de uma forma 3D. Então, a forma 3D de uma proteína é muito importante para ela executar a função. E função de proteína é tudo. Tudo que envolve uma célula funcionar, você precisa de uma proteína ali trabalhando para ela funcionar. E para essa proteína funcionar, ela tem que estar na forminha dela 3D, ela não pode ser uma linha, ela tem que ter três dimensões. E agentes caotrópicos vão quebrar esse 3D. E se você quebra esse 3D e ela fica, por exemplo, linear, uma proteína, aí ela não tem mais função. Se ela não tem função, a célula não funciona. Se uma célula não funciona, a vida por si não funciona. Danilo: Como a Roberta já tinha mencionado, os percloratos da superfície marciana desestruturam a química da vida não só por serem caotrópicos, mas também por serem oxidantes. Roberta: Porque quando a gente fala que um composto ele é muito oxidante ou muito oxidativo, significa que ele reage muito fácil com outras coisas ao redor. Então, aquela estrutura que a Isabela falou, que precisa ser mantida, dessas proteínas, para que elas funcionem, quando você tem algo que é muito reativo ao redor… Isso também, ela vai reagir com esse agente oxidativo, que no caso é esse sal, e quando ela reage assim, todas as outras ligações que ela tem para manter essa estrutura específica, para ela funcionar, podem se desorganizar também, e isso vai prejudicar a função, seja das proteínas, como também dos lipídios, por exemplo, que são aquelas gorduras que constroem a membrana biológica das células, que é muito importante para manter um ambiente interno, mas também os próprios materiais genéticos, o DNA e o RNA, que são essenciais pra manter e passar a informação da vida como a gente a conhece. Danilo: a bactéria que a Roberta e a Isabella estudam gosta de alta concentração de sal. É, por isso, considerada um extremófilo, uma espécie adaptada a condições extremas em que a maioria dos seres vivos terrestres não teria condição de sobreviver. Extremófilos que se dão bem com alta concentração de sal são chamados de halófilos. Os halófilos são importantes para entender a possibilidade da existência de vida hoje em Marte. Caso a vida tenha um dia existido no planeta vermelho, ela poderia, talvez, ter se adaptado para sobreviver em bolsões de água debaixo da superfície, algo que provavelmente existe segundo os modelos mais aceitos da estrutura de Marte. Isabella: Mas existem locais na Terra em que de alguma forma a água evaporou demais e concentrou muito sal, então a gente tem um aumento dessa concentração comparado com o mar. E existem principalmente microrganismos nesses ambientes que se adaptaram e desenvolveram para esse tipo de ambiente. Então eles têm uma resposta ao sal, NaCl, cloreto de sódio, diferente dos que vivem no mar, por exemplo. Então eles resistem a concentrações maiores. Roberta: E isso seria interessante porque, como a gente falou, qualquer tipo de água líquida presente em Marte seria o que a gente chamaria de uma salmoura. Então, teria uma concentração alta de sal dissolvida nesses ambientes. Portanto, qualquer tipo de vida presente ali deveria ser capaz de lidar com isso, ou seja, a gente poderia chamar de halófilo. Danilo: esses bolsões subterrâneos de água têm a vantagem de estarem protegidos da alta radiação ultravioleta que castiga a superfície marciana. O nó é que deve haver outras barreiras para a sobrevivência de microrganismos nesses bolsões. A Roberta começa explicando isso e a Isabella depois completa a explicação. Roberta: Porque é possível. Se a gente tem água líquida, as reações são possíveis. Mas a gente vai ter diversas outras características. …desses ambientes que continuam sendo problemáticos. Um deles é, por exemplo, a própria disponibilidade de água que você vai ter numa solução aquosa com muita concentração de sal. Quando você tem uma solução com muita concentração de sal, as moléculas de água estão ligadas ao íon. Então, ela não está disponível para reação. Apesar da água estar líquida, você tem muito mais dificuldade de a reação acontecer. E a gente precisa de reação para que a vida aconteça. Isabella: Ela acabou de introduzir um termo extremamente importante, que ela só não deu o nome, mas é extremamente importante para esse tipo de pesquisa, que é a atividade da água. É o quanto de água está disponível para a vida reagir, para as reações acontecerem e a vida conseguir acontecer. Hoje, é meio arbitrário, esse número vai de zero a um, é um número, enfim, mas a gente sabe que a vida consegue sobreviver até 0,6 de atividade da água. Abaixo disso, não. E aí, quanto maior a atividade da água, ou seja, mais próximo de um, mais água disponível tem. Quanto menor, mais água está retida. Ela está ali, mas ela está se fazendo ligação com outro grupo químico, no caso, o que ela falou, são os sais. Então, os sais estão ligando com aquela água, ela não está disponível para a reação. Então, quanto mais sal, mais você tem a diminuição da atividade da água e menor chance de ter água disponível ali para a vida poder fazer reações químicas. Danilo: Então, no índice de 0 a 1 de atividade da água, a vida consegue existir se este índice estiver acima de 0.6, aproximadamente. O índice estimado de atividade da água nos aquíferos subterrâneos em Marte é 0.57 – ou seja, a bola bate na trave, mas não entra. [música de transição] Danilo: A atividade da água no passado remoto de Marte era, provavelmente, muito acima do mínimo requerido para a existência de vida. Se a superfície de Marte parece hoje inabitável, há mais de 3,5 bilhões de anos o planeta pode ter oferecido condições mais amenas à vida, especialmente a microbiana. O Gabriel publicou recentemente, como primeiro autor e junto com outra pesquisadora do AstroLab – a Ana Paula Schiavo, uma especialista em microrganismos halófilos – um estudo na conceituada revista internacional Astrobiology. Eles exploraram como o lago que existia na cratera Jezero há mais de 3,5 bilhões de anos pode ter sido habitável, pois deve ter sido rico em um íon de ferro capaz de proteger microrganismos da radiação ultravioleta. Ele mesmo explicou esse trabalho interessantíssimo para este podcast. Gabriel: Cada vez mais a gente descobre que Marte é muito mais heterogêneo do que a gente pensa como uma coisa uniforme. Existiam lagos onde você tinha pH muito baixo, que a gente tem uma ideia disso, principalmente por esses depósitos, como sulfatos de magnésio ou sulfatos de ferro, como mineral jarosita, detectado por satélites que orbitam Marte. A presença de jarosita demonstra que essa água, em algum momento, era extremamente abundante de ferro III e extremamente ácida, condições onde a gente possui vida aqui na Terra. Então a gente queria demonstrar que Marte tinha semelhanças com a Terra mas tinha algumas características também que eram um pouco diferentes. E poxa, Marte também estava recebendo uma grande quantidade de radiação do Sol, e eu falo principalmente da radiação ultravioleta, que é aquela que a camada de ozônio protege hoje em dia. Mas ainda assim, a gente tem um pouco de ultravioleta que chega por isso que a gente precisa passar protetor solar. E a gente pensou no ferro como também um protetor solar. Já havia estudos que demonstravam que o próprio solo marciano, por ser muito rico em ferro (por isso, aquela cor de ferrugem) ele já é capaz de proteger fisicamente organismos que eventualmente poderiam estar presentes ali no planeta. A gente queria poder quantificar essa proteção, principalmente nesses lagos. Danilo: Usando algumas leis químicas que já são bem conhecidas, os pesquisadores do AstroLab desenvolveram um modelo matemático para tentar estimar qual seria o efeito protetivo do ferro em solução nos lagos que existiam no passado remoto de Marte. Pela composição das rochas encontradas no que era o fundo, o assoalho desses lagos, já sabia que eles poderiam ser ricos em ferro. Os pesquisadores do AstroLab fizeram experimentos em laboratório testando o quanto microrganismos poderiam sobreviver com diferentes taxas de radiação ultravioleta e soluções com mais e menos íons de ferro. Eles compararam os resultados dos experimentos com o modelo matemático e viram que o modelo era capaz de prever com uma boa precisão qual seria o efeito protetivo do ferro contra o ultravioleta. Gabriel: E aí, com isso, a gente pôde modelar como esses lagos poderiam proteger a vida, pelo menos a vida como nós a conhecemos. Aí, claro, a gente tem que assumir várias questões. Por exemplo, a gente não sabe quais eram as concentrações de ferro nesse ambiente. Se existia vida ou não, qual seria a resistência dessa vida naturalmente ao ultravioleta, mas usando exemplos da Terra, a gente conseguiu demonstrar que lagos com pouco ferro, em algumas profundidades relativamente rasas na casa de alguns centímetros, até alguns poucos metros, esse ferro já seria capaz de proteger a vida como nós conhecemos. Então esses lagos marcianos poderiam estar protegidos dessa ação do ultravioleta do Sol. Mesmo não tendo uma camada de proteção de camada de ozônio, ainda assim a vida como nós conhecemos poderia se desenvolver nesse tipo de ambiente que a gente sabe que existiu no passado marciano. Danilo: Se o ouvinte quiser saber um pouco mais sobre esse estudo, pode dar uma olhada na matéria que eu publiquei na Folha de S. Paulo no final do ano passado, com o título “Novo modelo simula condições de habitabilidade de antigos lagos de Marte”. Vamos deixar o link da matéria e do artigo do Gabriel na descrição do episódio. [música de transição] Danilo: A gente viu que a superfície de Marte é inóspita para a vida como a gente a conhece, mas resta alguma esperança de que os aquíferos subterrâneos marcianos sejam habitáveis. Agora, para encontrar água embaixo da superfície, em grande quantidade e com potencial para ser habitável, a gente vai ter que ir para bem mais longe, lá na vizinhança dos planetas gigantes gasosos. No próximo episódio o assunto vai ser as luas de Júpiter e Saturno que têm grandes oceanos debaixo de uma espessa camada de gelo. Essas luas geladas têm se tornado o assunto mais quente da astrobiologia quando se trata da procura por condições e ingredientes para a vida no sistema solar. O roteiro, pesquisa, produção e narração foram feitos por mim, Danilo Albergaria; a revisão do roteiro foi feita pela Simone Pallone. Os entrevistados foram o Gabriel Gonçalves Silva, a Fernanda Jamel, a Roberta Vincenzi e a Isabella Gaião. A edição do episódio foi da Carolaine Cabral. As músicas são do Blue Dot Sessions, são Creative Commons. E esse podcast foi produzido com o apoio da Fapesp, por meio da bolsa Mídia Ciência, com o projeto Pontes interdisciplinares para a compreensão da vida no universo, o Núcleo de Apoio à Pesquisa e Inovação em Astrobiologia e o Laboratório de Astrobiologia da USP.
O Governo de São Paulo avança mais um passo no projeto do TIC (Trem Intercidades) Eixo Norte a partir desta quarta-feira (26), quando a concessionária TIC Trens assume integralmente a operação da Linha 7-Rubi. A reorganização operacional da linha de trens metropolitanos viabiliza a implementação do TIC, que vai conectar a capital e Campinas, e do Trem Intermetropolitano (TIM), que ligará Jundiaí a Campinas, com paradas em Louveira, Vinhedo e Valinhos. O investimento do Governo no empreendimento é de R$ 9.5 bilhões.
repost @O valor e o sentido da vida - Lúcia Helena Galvão e Clóvis de Barros Filho #aovivo - YouTube Transmitido ao vivo em 6 de nov. de 2025 O Café Filosófico CPFL é um espaço aberto para reflexão. As falas dos convidados e os comentários do público são de responsabilidade dos respectivos autores e não refletem, necessariamente, a visão do Instituto CPFL ou de seus controladores. Comentários fora do tema proposto e que disseminam discursos de ódio e/ou ataques criminosos serão banidos automaticamente. “Que tipo de ser humano você quer ser?” Com essa provocação que exige olhar para dentro, identificar valores essenciais e, muitas vezes, confrontar incoerências entre crenças e atitudes, Lúcia Helena Galvão e Clóvis de Barros Filho dão início a um diálogo inspirado no livro O valor e o sentido da vida, obra que vai embasar um bate-papo dos autores com o público de Jundiaí, no módulo especial do Café Filosófico CPFL, em parceria com a Papirus Editora, em 6 de novembro, no Teatro Polytheama. Na ocasião, os autores abordarão temas centrais da obra, lançada pela Papirus 7 Mares, propondo uma reflexão sobre a busca pelo próprio caminho, o dilema entre razão e emoção, o conceito de propósito e o verdadeiro significado de prosperidade. Ao longo da conversa, Clóvis e Lúcia Helena discutirão, ainda, a importância do autoconhecimento, o papel do outro em nossa trajetória, a fronteira entre a boa vida e o sucesso, além da necessidade de encarar as inquietudes como oportunidades de crescimento. Com olhares complementares, os autores convidam o público a refletir sobre quem somos, quem desejamos ser e como podemos construir uma vida com sentido e valor, questões que atravessam toda a obra e inspiram a palestra de lançamento. O evento, com curadoria do Instituto CPFL e Papirus Sete Mares, terá início às 19h30, com a palestra e um momento de perguntas do público, que poderão ser enviadas pelo chat do canal do Café Filosófico CPFL no YouTube. A abertura contará com uma apresentação do Bom de Tom, projeto de iniciação musical que oferece aulas de flauta e ukulelê para crianças de 7 a 14 anos, em Jundiaí. Realizado pela Goall Impacto Social, por meio da Lei de Incentivo à Cultura, com patrocínio da CPFL Energia e apoio da State Grid Brazil Holding S.A. e do Instituto CPFL, o projeto integra a frente CPFL Jovem Geração e, mais do que ensinar música, aposta no desenvolvimento integral dos jovens, estimulando disciplina, concentração, trabalho em equipe e criatividade. Lúcia Helena Galvão é filósofa, professora, escritora, poetisa, conferencista e voluntária com mais de 30 anos de experiência na organização Nova Acrópole do Brasil. Nascida no Rio de Janeiro, vive em Brasília há mais de quatro décadas. Seu trabalho atrai uma audiência global, com milhares de pessoas acompanhando suas produções criativas e filosóficas. Visa auxiliar as pessoas a crescerem e a se tornarem seres humanos melhores. Clóvis de Barros Filho é doutor e livre-docente pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Professor, palestrante e escritor best-seller, tem mais de 30 livros publicados sobre ética, felicidade, autoconhecimento e valores. Suas palestras cativam as mais diversas plateias. Recorrendo a exemplos do cotidiano e histórias divertidas, ensina conteúdos densos de maneira leve e fascinante Siga as redes da TV Cultura! Facebook: / tvcultura Twitter: / tvcultura Instagram: / tvcultura Site: https://tvcultura.com.br/ Siga o Instituto CPFL Facebook: / institutocpfl Twitter: / cafe_filosofico Site: http://www.institutocpfl.org.br/
Episódio sobre o show 560 que ocorreu dia 29/10/25 em Jundiaí, desconcerto Comedy no teatro Glória Rocha
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A Prefeitura de Jundiaí, no interior de São Paulo, confirmou a morte de um homem por intoxicação por metanol. No país, outras cinco mortes já foram registradas até o momento, todas no estado de São Paulo. A contaminação foi confirmada com base em um laudo do Centro de Informação e Assistência Toxicológica, da Universidade de Campinas. A vítima, Leonardo Anderson, de 37 anos, estava internada desde o dia 3 de outubro. Segundo familiares, ele foi encontrado passando mal no quintal de casa, após ingerir bebida alcoólica. Após 11 dias de internação, Leonardo não resistiu e morreu. A Polícia Civil investiga a origem da bebida adulterada. E ainda: Polícia prende mais um suspeito de participar do assassinato do ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes.
No Passa de Fase Cast (#301) dessa semana, eu, Mauro Junior, bati um papo com Maykon, Fael, Hugo e Machette, sobre After The End — um jogo que mistura a tensão de This War of Mine com a ação estratégica de Zombicide. A proposta é simples de explicar, mas intensa de jogar: liderar um grupo de sobreviventes em um mundo devastado por um apocalipse zumbi, lidando com a escassez de recursos, ameaças humanas e, claro, hordas de mortos-vivos. Cada decisão conta, e a morte permanente dos personagens deixa tudo ainda mais tenso. No episódio, falamos sobre as inspirações, os desafios de equilibrar drama e ação, e como o jogo busca criar uma imersão que vai além do combate. E já fica a dica: After The End está na Steam — coloca na wishlist e apoia o game BR! Além disso preciso agradecer muito o Marcos Machette pela arte da capa! O Trabalho ficou incrível!
China MosesNascida em Los Angeles, Califórnia, China Moses é filha da cantora de jazz Dee Dee Bridgewater e do diretor Gilbert Moses. Ela lançou seu primeiro single, "Time" (1996), aos 18 anos. Seguindo com três álbuns: China (1997),On Tourne en Rond (2000) Good Lovin (2004). De outubro de 2011 a dezembro de 2012, apresentou o programa diário Made in China da Jazz Radio. Para administrar suas atividades como artista, China lançou sua própria produtora, a Made In China Productions, em 2008. Moses e o pianista francês Raphaël Lemonnier criaram um show chamado Gardenias for Dinah, uma homenagem ao ídolo mútuo Dinah Washington, que também foi a inspiração para o álbum This One's for Dinah, lançado em 2009 pela Blue Note. Após sua turnê mundial, que incluiu Europa, Índia, Líbano, Canadá e Japão, o próximo trabalho de Moses e Lemonnier foi uma homenagem às grandes cantoras de blues e jazz que inspiraram ou os influenciaram. Entre elas, estão Dinah Washington Mamie Smith, Lil Green, Além de estrelas como: Nina Simone, Etta James, Janis Joplin,Donna Summer,Bessie Smith,Helen Humes,Aretha Franklin, Billie Holiday. Moses disse:"Nossas apresentações no palco são organizadas como um espetáculo. Adoro contar histórias, me vejo como um contador de histórias do jazz e gosto de garantir que as pessoas sorriam entre as músicasEm 2012 lança mais uma bolacha: Crazy Blues Em 2013, tornou-se consultora musical da fornecedora francesa de eletricidade ERDF. Também apresentou o documentário Soul Power como parte da série de verão "Summer of Soul". Além de sua participação no álbum So in Love 2010, Blue Note, de André Manoukian, Moses apresentou um novo show no outono de 2013, com canções como " Don't Let Me Be Misunderstood ", " Lullaby of Birdland " e " I've GotYou Under My Skin ". Além disso, ela se apresenta no Cafe Society Swing, um show escrito e produzido por Alex Webb que revive os bons tempos da lendária boate nova-iorquina dos anos 1940. Lá " Strange Fruit " foi cantada pela primeira vez por Billie Holiday . Moses coapresentou e cantou no primeiro Dia Internacional do Jazz da UNESCO, em Paris, França, em 2012, e se apresentou inúmeras vezes para a UNESCO dos EUA.Ela iniciou um documentário sobre o primeiro e o segundo Dia Internacional do Jazz em Paris. Em diversas ocasiões, Moses dividiu o palco com sua mãe, Dee Dee Bridgewater, e foi acompanhada por orquestras como a Deutsches Filmorchester Babelsberg e a conhecidaWDR Big Band que recomendo. Em 2017, Moses lançou pela gravadora MPS o álbum Nightintales , escrito em cinco dias com o multi-instrumentista negro britânico Anthony Marshall.A dupla gravou o álbum em Londres, no estúdio analógico Snap Studios. O álbum contou com Luke Smith nopiano, Neville Malcolm no baixo e Jerome Brownna bateria, três dos principais músicos negros britânicos da cena soul-jazz do Reino Unido.Sempre foi acompanhada na carreira por excelentes músicos, escolhidos com muito critério, prestem atenção na playlist. Se apresentou com Archie Shepp, Pee Wee Ellis, Theo Croker, John Beasley,Nils Landgren, John Patitucci, Magnus Lindgren, Jamie Cullum,Terence Blanchard, Terri Lyne Carrington, Aloe Blacc, Lakecia Benjamin e Ian Shaw, dividindo o palco com lendas como: Roy Hargrove,George Benson, Metropole Orkest Big Band, Inúmeras filarmônicas, incluindo Bogotá, Trier, Dresden, Potsdam, Bilbao, Paris e Szczecin, WDR Big Band,HR Big Band, Metropole Orkest Big Band e a New Orleans Jazz Orchestra. Esteve no Brasil em 2017, onde passou pelo Bourbon Street, Sesc, Piracicaba, Jundiaí e em Bauru. DISCOGRAFIA: 1997: China 2000: On Tourne en Rond 2004: Good Lovin 2009: This One's for Dinah 2012: Crazy Blues 2016: Watherver2017: Nightintales 2021: &The Vibe Tribe
Episódio sobre o show 536 que ocorreu dia 20/07/25 em Jundiaí abrindo pro Gio Lisboa
Episódio sobre o show 527 que ocorreu dia 24/06/25 em Jundiaí
PIB do Brasil cresce 1,4% no 1º trimestre de 2025, puxado por agropecuária, diz IBGE. Venda de sentenças: prefeito de Palmas é alvo de buscas da PF em ação contra vazamento de operações policiais. Veja a lista de cidades com melhor e pior qualidade de vida do Brasil. Lívia Andrade diz que estava em avião que aterrissou em Jundiaí após problemas no trem de pouso: 'Nascemos de Novo'. Como música sertaneja lançada há seis anos foi parar no Top 5 do Spotify?
Episódio sobre o show 514 que ocorreu dia 13/05/25 na sala Glória Rocha em Jundiaí
O Estado de São Paulo é o principal motor da economia brasileira, sendo responsável por cerca de 31% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional.Com uma população que representa 21,6% do total do Brasil, São Paulo se destaca por uma economia diversificada e altamente industrializada. O Estado de São Paulo é um pilar fundamental da economia brasileira, com uma estrutura produtiva complexa e uma posição estratégica que o tornam referência no desenvolvimento econômico do país.Neste episódio com a Investe São Paulo – Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade, cuja missão é desenvolver o Estado de São Paulo por meio da promoção de investimentos, do aumento das exportações, do incentivo à inovação e da melhoria do ambiente de negócios, exploramos os vantagens competitivas e os motivos para escolher São Paulo para fazer negócios.Com a gente, para compartilhar sua experiência como empreendedor e investidor italiano que escolheu o Estado de São Paulo, também esteve Emanuele Bosco, que criou um parque logístico em Jundiaí e, depois disso, muitos outros projetos.
O Manhã Brasil desta terça (22), com o jornalista Mauro Lopes como âncora, tem os seguintes destaques: 1) a morte de Francisco, o papa progressista cercado por conservadores e a verdadeira guerra que se estabelecerá pela sua sucessão, com a direita católica querendo retomar o poder na Igreja, com apoio de Trump; 2) A ofensiva do presidente do Senado, Davi Alcolumbre para, depois de abocanhar a Margem Equatorial, arrancar nacos de poder no governo Lula que o tornarão o político mais poderoso do paísPessoas convidadas:Jorge Luiz Souto Maior, jurista, um dos maiores especialistas em Direito do Trabalho no país, é professor livre-docente de direito do trabalho pela Universidade de São Paulo, desde 2002. Foi juiz titular na 3ª Vara do Trabalho de Jundiaí, de 1998 até 2018, e Desembargador no Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, aposentando-se em julho de 2023.Raul Marcelo, professor, advogado e atualmente vereador de Sorocaba. Foi deputado estadual por três mandatos. É filiado ao PSOL É autor da representação no Ministério Público Federal que culminou na investigação da PF contra o prefeito de Sorocaba, Rodrigo Manga. As autoridades apuram esquema de corrupção na área da saúde pública de Sorocaba, com recursos que ultrapassam R$ 123 milhões em contratos no governo Manga.Jair dos Santos, diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de Campinas
A cidade de Piracaia está localizada na Serra da Mantiqueira, não muito longe da Capital, distante 90 km de São Paulo, e pertence à Região de Bragança Paulista, com belas paisagens, banhada pelos rios Cachoeira e AtibainhaPara mim, tem um quê de nostalgia, de lembrança de infância e que nos trouxe uma grata surpresa, pois tem muitos atrativos, além da parte gastronômica ser uma experiência à parte. O Festival da Truta, realizado anualmente entre agosto e setembro, celebra essa iguaria local de maneira única. Durante o evento, os visitantes podem degustar pratos elaborados com trutas frescas e criativas receitas preparadas por chefs locais.Links para se informar melhor: Turismo SP Isso é PiracaiaClique aqui no My Maps para ver os pontos que visitamos e os indicados também.Onde nós ficamos: -Recanto ElterComer e BeberRancho do Ferreiro Recanto do AviãoPara passearEstalagem Terra NovaPara comprasMercado GoyosPrado carnesMais episódios como esse-Ep. 38-Passeios bate e volta de São Paulo-Ep. 54-Santa Cruz da Conceição-Ep. 104-Sarapuí-Ep. 74-Jundiaí
Episódio sobre o show 507 que ocorreu dia 14/04/25 em Jundiaí
Este episódio do "Testemunhos que inspiram" apresenta Juliana Lenço, uma professora, esposa e mãe de três filhos que, junto ao marido Davi, pastoreia a Igreja Batista Conviver. Juliana compartilha sua jornada de fé, desde sua conversão aos 8 anos em um acampamento missionário, até a construção de sua vida familiar e ministerial, marcada por sonhos, planos frustrados e a surpreendente descoberta do propósito de Deus em sua vida em Jundiaí. O testemunho destaca a importância da obediência à vontade divina, mesmo diante de dificuldades e desapontamentos, e a beleza de encontrar propósito no serviço à comunidade local. Curta, compartilhe e inscreva-se para ficar atualizado com os nossos conteúdos! Para saber mais sobre nossa igreja: Site: https://igrejaprojeto4.com.br/ Faça seu pedido de Oração: https://igrejaprojeto4.com.br/pedidos Facebook: https://www.facebook.com/p4church/ Instagram: https://www.instagram.com/igrejaprojeto4/ Podcast: https://igrejaprojeto4.com.br/p4cast/ Youtube: https://www.youtube.com/@IgrejaProjeto4 Culto online todos os domingos no YouTube!
Uma operação integrada do Comando e Operações Especiais (COE) da Polícia Militar de SP, Serviço de Inteligência e Força Integrada de Combate ao Crime Organizado do Ceará e São Paulo terminou com a prisão de um líder de uma facção criminosa que atua em diversas regiões do país.
Episódio sobre os shows 467, 468 e 469 que ocorreram entre 8/11 e 10/11 em Mairiporã, Osasco e Jundiaí
Show 465 - Dia 24/10/24 em Jundiaí
O governo de São Paulo avança no trabalho de parceria com os municípios paulistas. Nesta quarta-feira (23), o governador Tarcísio de Freitas visitou duas cidades do interior para acompanhar o andamento de importantes empreendimentos de mobilidade urbana, que juntos somam R$ 135,7 milhões em aportes estaduais. Em Sumaré, inspecionou a nova interligação viária Sumaré-Hortolândia. Mais cedo, em Jundiaí, fez visita técnica às obras de edificação de uma ponte estaiada sobre o Rio Jundiaí.
Episódio sobre os shows 462 que ocorreu dia 11/10/24 a black House, 463 dia 12/10/24 em Jundiaí e 464 dia 18/10/24 em Barueri abertura do Cambota
SD268 - Conexão em saúde: device para apoio à Telemedicina. Neste podcast, Dr. Lorenzo Tomé conversa com o Dr. Daniel Morel, Diretor Médico da Tuinda Care - representante TytoCare no Brasil, sobre o device que faz a conexão entre médico e paciente na consulta via telemedicina, valor agregado e benefícios com o uso de um equipamento de apoio no cuidado do paciente. A Tuinda Care é uma startup brasileira de saúde digital, fruto da parceria entre o Hospital Pequeno Príncipe de Curitiba e o Hospital Sabará/SP, com foco no aumento do acesso à saúde de qualidade por meio da telemedicina. Participe das nossas comunidades médicas! Para web, acesse AQUI. Baixe nosso app: Android ou IOS Neste episódio, o que você vai encontrar: O Background do Daniel Médico oncologista, Daniel estudou em Santos e fez sua residência em Campinas/SP. Exerceu a medicina em Jundiaí e também algumas atividades na indústria farmacêutica até receber uma proposta da IBM para ser responsável pela parte de adoção clínica para os produtos da divisão Watson Health. Desfeita a área de Watson Health da IBM, Daniel voltou para a prática clínica até ser convidado a integrar a Tuinda Care. Comunidade On-line Saúde Digital Podcast Você é médico? Quer interagir com o Lorenzo Tomé e com outros colegas inovadores da medicina digital? Entre na Comunidade do Podcast Saúde Digital na SD Conecta! Assista este episódio também em vídeo no YouTube no nosso canal Saúde Digital Ecossistema! ACESSE AQUI! Episódios Anteriores - Acesse! SD267 - Magie: Transformando Finanças com IA no WhatsApp SD266 - Entenda a Regulação de Software Médico e as Soluções Jurídicas SD265 - Conheça a Rede Hospitalar Kora Saúde Music: Declan DP - Joy "Music © Copyright Declan DP 2018 - Present. https://license.declandp.info | License ID: DDP1590665"
Alguns destaques do Jornal da Manhã dessa terça-feira (20): Em tom de despedida, Joe Biden faz balanço do governo e passa o bastão para Kamala Harris, durante Convenção Democrata em Chicago. O presidente fez críticas a Donald Trump e afirmou que os Estados Unidos estão prontos para eleger a primeira mulher à Casa Branca. FBI diz que Irã hackeou campanha presidencial de Donald Trump. Republicanos tiveram documentos vazados no início de agosto, segundo a imprensa americana, e as autoridades também investigam tentativa de invasão na campanha democrata. Ministros do Supremo Tribunal Federal, integrantes do Congresso e do governo federal se reúnem hoje para discutir as emendas parlamentares impositivas. Reunião ocorre após a decisão da Corte de suspender a execução dos pagamentos. Tribunal Superior Eleitoral retoma nesta terça o julgamento que pode levar a cassação do mandato do governador de Roraima. Justiça do Rio de Janeiro decide enviar ex-bombeiro a júri popular por morte de Marielle Franco e Anderson Gomes. Porto Alegre retoma aulas em escolas atingidas pela enchente. A prefeitura investiu R$ 5 milhões na recuperação das unidades após as chuvas no Rio Grande do Sul. Ministério Público Eleitoral pede suspensão do registro da candidatura de Pablo Marçal. Ação afirma que empresário desenvolve estratégia de cooptação de colaboradores para disseminação de conteúdos em redes sociais. Em nota, campanha de Marçal nega o financiamento. Projeto na Assembleia Legislativa de São Paulo quer chamar rodovia de ‘Comunicador Silvio Santos'. Homenagem quer renomear um trecho da Anhanguera que liga a capital a Jundiaí e onde está localizada a sede do SBT. Antony Blinken diz que Netanyahu aceitou proposta de cessar-fogo e pede para Hamas fazer o mesmo. O Secretário de Estado dos Estados Unidos se reuniu com o Primeiro-ministro de Israel ontem, após nova proposta ter sido apresentada na semana passada, mas grupo terrorista ainda não respondeu se aceita o acordo. Bolívia cancela eleições primárias para 2025 após um acordo político. A medida significa um revés para Evo Morales que por meio da eleição de juízes eleitorais favoráveis buscava reverter inelegibilidade. Chefe do Ministério Público da Venezuela acusa líder da oposição de arquitetar protestos com mortes e ameaça indiciá-la por homicídio. Autoridades também questionou as atas que deram vitória a Edmundo González e afirmou que o órgão está investigando o caso. Essas notícias e muito mais você confere nessa edição do Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Foram suspensas as buscas pelo piloto do avião que caiu no interior de São Paulo. Os destroços da aeronave foram encontrados em uma região de mata. As buscas serão retomadas na manhã deste sábado (30). Os destroços do avião foram localizados na região da Serra do Japi, em Jundiaí, no fim da tarde desta sexta-feira. A aeronave de pequeno porte estava desaparecida desde as 8h40 da noite da última quinta-feira. Veja também nesta edição do JR 24 Horas: Defesa de Bolsonaro afirma não ter sido informado da decisão de negar devolução de passaporte.
O Leo e a Alice correram bem a Maratona de Sevilha e vamos bater um papo sobre a preparação dos dois, a rotina em Jundiaí e o resultado da prova. O Instagram dos dois Leo - https://www.instagram.com/leonardorunning/ Alice - https://www.instagram.com/alice_yuri_/ Venda da camiseta e regata do Desafio 366 do Corrida no Ar - https://cnoar.run/47E3iPl
Influenciada pelo irmão, minha convidada de hoje começou a correr aos 5 anos de idade, em um projeto social. Criada pela mãe, ela é a caçula de quatro irmãos. Participou de corridas de rua como a São Silvestrinha, versão infantil da São Silvestre enquanto dava os primeiros passos na pista. Aos 9 anos, já vencia algumas competições. Para superar um trauma vivido numa represa, decide que deveria aprender a nada e busca, então, sozinha, o patrocínio de uma academia. Na infância e adolescência, correu dos 200 metros aos 3.000 com obstáculos e fez parte da equipe de atletismo do colégio. Com o passar dos anos, ela foi aumentando as distâncias nas corridas de rua, até chegar às maratonas. Participou do Cruce de Los Andes e de algumas provas de triathlon. Hoje, vem se dedicando à aos treinos para a maratona para Boston. Conosco aqui a educadora física, professora da Escolinha de Triathlon de Jundiaí, corredora, ciclista, ex-praticante de acro yoga e dançarina de flamenco, influenciadora digital e mais importante, mãe dos gêmeos Dom e Gael. Uma mulher que aprendeu a treinar na hora que dá e que acredita que o bem sempre vence, a curitibana Iolanda Michele Cézar. Inspire-se! _________________________________________________________________________________ Gostou? Assista outros episódios do Endörfina no YouTube ou ouça TODOS os episódios no seu app preferido de podcasts. Toda quinta-feira uma nova e inspiradora conversa no seu app preferido de podcasts! INSTAGRAM: https://www.instagram.com/endorfinabr/ SPOTIFY: https://open.spotify.com/show/36HedSceb1w6RZTnMCZZRi?si=580d111dbc894df2 Contribua também com este projeto através do Apoia.se: https://apoia.se/endorfinapodcast Saiba mais em https://endorfinabr.com #endorfina #podcast #corrida
Buda é um artista natural de Jundiaí que começou sua carreira profissional em 2016 com o álbum Yama-arashi, que vinha numa onda inovadora onde as rimas misturavam o inglês com o japonês – o que contribuiu muito para o amadurecimento da estética do cantor. Recentemente lançou o videoclipe Burn the boats com o Yu.
Será que valeu a pena? Vem ouvir o que a gente achou da nova temporada de Black Mirror que dividiu os fãs e deixou muita gente decepcionada. ATENÇÃO! SPOILERS! ARTE DA VITRINE: Randall Random Baixe a versão Wallpaper da Vitrine MASTERCARD Comprando no Magalu na lista de produtos que está na descrição, você tem até 25% de desconto na compra à vista com o cartão de crédito Clique e confira o especial Mastercard no Magalu. LIONSGATE+ Clique e assine Lionsgate+ agora mesmo! A nossa imperatriz favorita tá de volta. Chegou a terceira temporada de #TheGreat. Não vai perder, né?! PERIFACON A Perifacon nasceu do desejo e da dificuldade de jovens nerds periféricos frequentarem eventos nerds. Clique e ajude a Perifacon a realizar sua Terceira Edição! Pedidos de doação Pedido de doação para Colsan - Hemocentro de Jundiaí, na Rua XV De Novembro, 1848 – Vila Municipal – Jundiaí/SP Pedido de doação para Arthur Fabli Sétimo, doações pode ser realizada em qualquer hemocentro Mande e-mails pra gente com suas críticas, elogios, sugestões e caneladas para nerdcast@jovemnerd.com.br EDIÇÃO COMPLETA POR RADIOFOBIA PODCAST E MULTIMÍDIA: https://radiofobia.com.br
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Buongiorno Jundiaí! Na cidade do sol de Tommaso Campanella, as crianças não vão à escola dentro de casa, mas a educação é feita ao ar livre, nas ruas e em vários locais públicos da cidade.A história que hoje vos contamos é certamente inspirada no livro de Campanella e sobretudo na obra do escritor italiano Francesco Tonucci "A cidade das crianças - uma nova forma de pensar a cidade" que, para além de poder transformar transformando-se em projetos reais em vários países do mundo chegou ao Brasil.Em Jundiaí foi criado o "Mundo da Criança", um parque incrível onde brincar, praticar esportes e aprender são os principais objetivos do projeto municipal de cidadania ativa. Falamos disto com os representantes da prefeitura de Jundiaí!
Fred e Alexandre recebem o crítico Rafael Amaral, do blog “Palavras de Cinema” e do Jornal de Jundiaí, para conversar sobre um dos melhores filmes do grande cineasta de Calcutá, Satyajit Ray. Um grande apreciador da arte musical, o diretor indiano viu nesta produção a oportunidade de deixar sua marca junto ao público de seu país, ao mesmo tempo em que mergulhava numa das questões fundamentais da experiência humana. O clássico abordado neste episódio é “A Sala de Música” (Jalsaghar, 1958), que certamente pode ser colocado ao lado da famosa “Trilogia de Apu”, do mesmo Ray e já tema deste podcast (acesse aqui), como um dos melhores filmes a ser realizado em território indiano, mas que também atingiu sucesso mundial fora dele. ---------------------- Acesse nosso site: http://www.filmesclassicos.com.br Acesse nossa página no Facebook : https://www.facebook.com/podcastfilmesclassicos/ Nos procure no seu aplicativo de podcast do celular, no Spotify, YouTube, Anchor ou iTunes.
CASAGRANDE é ex-jogador e comentarista. Ele fez sua carreira jogando pelo Corinthians, Porto e Torino, entre outros times de menor expressão como Caldense, Paulista de Jundiaí, São Paulo e Flamengo. O Vilela é muito fã do Casão, mas prefere a sua mansão.
Carla Borges é uma militar brasileira. Major aviadora, primeira mulher a pilotar um avião presidencial e um caça da Força Aérea Brasileira. Nascida em 1983, em Jundiaí, no estado de São Paulo, Carla Borges diz que na infância seus “olhos brilhavam ao ver uma aeronave passar”. Ao assistir “Top Gun”, passou a se interessar ainda mais por aviação de caça – “Lia livros, revistas e frequentava feiras. Incentivada a seguir seu sonho tanto pela família quanto pelos professores, Borges iniciou sua formação na primeira turma feminina do Curso de Formação de Oficiais Aviadores da Academia da Força Aérea, em 2003. Depois, ficou de 2007 a 2014 aprendendo a pilotar caças, que afirmou ser um “treinamento extremamente rigoroso, que exige do futuro piloto uma dedicação exclusiva, um preparo intenso para que todas as metas sejam atingidas nos prazos determinados”. Carla Borges se tornaria a primeira mulher a integrar o grupo da aviação de caça da FAB, e também foi a primeira a integrar o Esquadrão Escorpião, que atua defendendo as fronteiras do país. A Força Aérea Brasileira passou a aceitar mulheres na corporação em 1982, mas ainda são poucas no comando de aeronaves: a cada seis pilotos da instituição, apenas uma é mulher. A pioneira Carla Borges também se tornou a primeira mulher a pilotar aviões presidenciais no Brasil. Em 2016, a piloto precisou mudar seu estilo arrojado de voo para transportar, com tranquilidade e segurança, o então presidente Michel Temer. Atualmente, Carla Borges integra a Diretoria da Associação de Mulheres Aviadoras do Brasil, e segue voando alto!
Um dos cineasta mais importantes do cinema nacional tem sua carreira debatida no Podcast Filmes Clássicos. Fred e Alexandre convidaram o crítico Rafael Amaral (Blog "Palavras de Cinema" e "Jornal de Jundiaí") para mais um bate-papo amistoso, desta vez sobre o legado de Nelson Pereira dos Santos. O trio começa o papo com o primeiro filme de Nelson, "Rio, 40 Graus" (1955), clássico brasileiro e precursor do Cinema Novo. Em seguida falam sobre "Rio, Zona Norte" (1957), talvez um dos melhores trabalhos do cineasta. Em sequência vem Nelson adaptando grandes textos de autores brasileiros como Nelson Rodrigues, que escreveu a peça que depois virou o filme "Boca de Ouro" (1963), estreia do polêmico dramaturgo nos cinemas pelas mãos de Nelson Pereira. Por fim, chega a vez de Graciliano Ramos, que teve seu romance "Memórias do Cárcere" transformado em filme no ano de 1984 pelo diretor. ---------------------- Acesse nosso site: http://www.filmesclassicos.com.br Acesse nossa página no Facebook : https://www.facebook.com/podcastfilmesclassicos/ Nos procure no seu aplicativo de podcast do celular, no Spotify, YouTube, Anchor ou iTunes.
A transformação do logo de esgoto em fertilizantes agrícolas começou a ser utilizada na cidade de Jundiaí, em São Paulo. O Conexão Campo Cidade aproveitou esse tema para mostrar como o produtor rural pode ganhar com iniciativas como essa
Este é mais um episódio da série série de conversas que tenho feito com treinadores de todo o Brasil para saber como eles fazem com que os seus alunos melhorem sua performance e velocidade, se tornando mais rápidos. Claro que não existe uma resposta certa, mas cada treinador tem a sua metodologia e hoje, iremos conhecer a da Zenaide Vieira, atleta olimpica, que tem uma assessoria que leva seu nome, em Jundiaí, SP | Contato - https://api.whatsapp.com/send?phone=5511955861985 | Instagram - https://www.instagram.com/zvassessoriaesportiva/ | Compre a caneca do Café & Corrida - https://cnoar.run/CanecaCafeeCorrida - Use o cupom "CORRIDANOAR10" para ter 10% de desconto em qualquer produto do canal na loja da RunFor (https://www.runfor.com.br/corrida-no-ar) | ÓCULOS YOPP - https://cnoar.run/oculosyopp - Use o cupom "corridanoar10" para ter 10% de desconto em todo o site | Café & Corrida é uma live que rola de segunda à sexta, às 6 da manhã aqui no Youtube e depois vira podcast que está disponível nos principais agregadores. | No Youtube - https://cnoar.run/CafeeCorrida | Acompanhem também o Café & Corrida por podcast | No Spotify (áudio e vídeo) - https://cnoar.run/CafeCorridanoSpotify | No iTunes - https://cnoar.run/CafeCorridaiTunes | No Deezer - https://cnoar.run/CafeCorridaDeezer | Na Amazon Music - https://cnoar.run/CafeCorridaAmazonMusic
Chegou a hora de concluir mais uma filmografia e para isso Fred e Alexandre recebem novamente o crítico Rafael Amaral, do Blog "Palavras de Cinema" e do Jornal de Jundiaí. O tema é claro são os filmes do grande diretor americano William Wyler, nesta que é a terceira e última parte de uma série de episódios do podcast. Começamos este bate-papo com "Sublime Tentação" (Friendly Persuasion, 1956) que lhe rendeu a Palma de Ouro em Cannes, seguimos com o western "Da Terra Nascem os Homens" (The Big Country, 1958), provavelmente o melhor filme entre os quatro comentados, depois seguimos com "Infâmia" (The Children's Hour, 1961), uma refilmagem de uma história que ele havia feito na década de 30 e terminamos nossa jornada com "O Colecionador" (The Collector, 1965). Neste período Wyler dirigiu também "Ben-Hur", mas este clássico já foi abordado isoladamente em nosso cast e você poderá ouvir no episódio #101. ---------------------- Acesse nosso site: http://www.filmesclassicos.com.br Acesse nossa página no Facebook : https://www.facebook.com/podcastfilmesclassicos/ Nos procure no seu aplicativo de podcast do celular, no Spotify, YouTube, Anchor ou iTunes.
Lia Rossi @liamararossi Neurocientista e palhaça. Professora doutora da Santa Casa de SP e da faculdade de medicina de Jundiaí, fundadora do circo Viramundo. Palestrante de neurociência e Liderança.
Lia Rossi @liamararossi Neurocientista e palhaça. Professora doutora da Santa Casa de SP e da faculdade de medicina de Jundiaí, fundadora do circo Viramundo. Palestrante de neurociência e Liderança
Survey: Fill out our feedback survey for a chance to win a $50 Amazon Giftcard: https://tinyurl.com/ultrasounds-survey Summary: Brittany and Sarena chat with other medical students while in Kumasi, Ghana. They discuss how their gender identities have shaped their medical training in their respective countries of Ghana, Sweden, Brazil, and the United States. They are joined by Enam Abra Seyki, Mwini-Numbu Nacauley, Lovisa Waagaard, Delice Wallin, and Maria Guadalupe. Schools represented include: Kwame Nkrumah University of Science and Technology in Ghana (Enam and Mwini), Linköping University in Sweden (Lovisa), Göteborgs University in Sweden (Delice), Faculdade de Medicina de Jundiaí in Brazil (Maria) and the University of Michigan (Brittany and Sarena). Thank you to Enam and Mwini for hosting the rest of us at Komfo Anokye Teaching Hospital in Kumasi, Ghana! Transcript: https://tinyurl.com/UltrasoundsInternational2 Disclosures/Disclaimers: The OBGYN Delivered team has no relevant financial disclosures. The Ultrasounds podcast is for educational and informational purposes only and should not be considered medical advice. Please do not use any of the information presented to treat, diagnose, or prevent real life medical concerns. The statements made on this podcast are solely those of the OB/GYN Delivered hosts and guests and do not reflect the views of any specific institution of organization.
Foram muitos anos de espera, mas as rodovias paulistas voltam a receber uma prova de bicicleta neste final de semana. E não é qualquer estrada. É a Rodovia dos Bandeirantes, uma das mais modernas do país. Em parceria com a concessionária CCR, o evento batizado de "Pedalando contra a fome" faz parte do circuito Bike Series, idealizado por Decio Rodrigues. Consagrado pelos eventos em autódromos e espaços privados, o Bike Series experimenta uma nova forma de disputa. Ouça o próprio Décio Rodrigues explicar ao Gregario Cycling os desafios, o conceito e a expectativa para o evento neste próximo domingo, 23/10. A prova terá 65 km disputada na pista Norte da Rodovia dos Bandeirantes, entre São Paulo e Jundiaí, com largada e chegada no km 28 (Posto Rede Campeão). O evento também terá um caráter social, com os valores de inscrição revertidos para a compra de alimentos não perecíveis e higiene pessoal, que serão doados ao Fundo de Solidariedade de São Paulo. "A organização do Bike Series doará 5 toneladas de alimentos.," anunciou o Décio Rodrigues, no texto de lançamento da prova. OFERECIMENTO: Ciclo Rotas SP CCR, um projeto feito por ciclistas para ciclistas. https://www.instagram.com/grupoccroficial/ (Conheça.) This podcast uses the following third-party services for analysis: Chartable - https://chartable.com/privacy
Survey: https://tinyurl.com/ultrasounds-survey Summary: Brittany and Sarena chat with other medical students while in Kumasi, Ghana about the differences in physician training in Ghana, Sweden, Brazil, and the United States. They are joined by Enam Abra Seyki, Mwini-Numbu Nacauley, Lovisa Waagaard, Delice Wallin, and Maria Guadalupe. Schools represented include: Kwame Nkrumah University of Science and Technology in Ghana (Enam and Mwini), Linköping University in Sweden (Lovisa), Göteborgs University in Sweden (Delice), Faculdade de Medicina de Jundiaí in Brazil (Maria) and the University of Michigan (Brittany and Sarena). Thank you to Enam and Mwini for hosting the rest of us at Komfo Anokye Teaching Hospital in Kumasi, Ghana! Transcript: https://tinyurl.com/ultrasoundsinternational1 Disclosures/Disclaimers: The OBGYN delivered team has no relevant financial disclosures. The Ultrasounds podcast is for educational and informational purposes only and should not be considered medical advice. Please do not use any of the information presented to treat, diagnose, or prevent real life medical concerns. The statements made on this podcast are solely those of the OB/GYN Delivered hosts and guests and do not reflect the views of any specific institution of organization.
Lia Rossi @liamararossi Neurocientista e palhaça. Professora doutora da Santa Casa de SP e da faculdade de medicina de Jundiaí, fundadora do circo Viramundo. Palestrante de neurociência e Liderança
Lia Rossi @liamararossi Neurocientista e palhaça. Professora doutora da Santa Casa de SP e da faculdade de medicina de Jundiaí, fundadora do circo Viramundo. Palestrante de neurociência e Liderança
Lidar com variáveis incontroláveis faz parte da rotina de Ana Oliva Bologna. Em 2011, durante uma prova do Ironman, que reúne 3 modalidades esportivas em uma só (3,8 km de natação, 180 km de ciclismo e 42,195 km de corrida), ela precisou escolher entre dois caminhos: 1) parar e se arrepender ou 2) continuar em frente, mesmo com dor. Ana escolheu continuar. E depois que terminou a prova, descobriu que, na verdade, estava com o pé quebrado. Mas essa não foi, nem de perto, a situação mais difícil que já enfrentou. Formada em administração de empresas, Ana, que é natural de Jundiaí, no interior de São Paulo, precisou assumir as rédeas do processo de sucessão do seu avô, o Seu Francisco Oliva, que criou um grupo de empresas a partir de uma marcenaria fundada em 1957. Agora, as indústrias Astra e Japi, que fazem parte desse grupo, juntas, possuem 2.000 funcionários, 7 parques fabris e 8.000 produtos no portfólio que reúne de assentos sanitários até casinha de cachorro. No ano passado, o grupo atingiu o impressionante faturamento de 1 bilhão de reais. Ana Oliva Bologna, que é presidente do conselho da Astra, diretora da Japi e triatleta nas horas vagas é a convidada deste episódio.NEWSLETTER: https://www.infomoney.com.br/newsletters/do-zero-ao-topo/INSTAGRAM: https://www.instagram.com/dozeroaotopo_oficial/YOUTUBE: https://www.youtube.com/c/DoZeroAoTopoNUVEMSHOP: https://nuvems.co/do-zero-ao-topo
Alexandre e Fred estão juntos mais uma vez para receber o crítico Rafael Amaral (Blog "Palavras de Cinema" e Jornal de Jundiaí) e desta vez, debatemos um filme indicado pelo nosso convidado. A escolha para esta oportunidade foi um visionário filme feito por Abel Gance na França nos anos 20: "Napoleão" (Napoléon vu par Abel Gance, 1927). A obra-prima do cineasta antecipa alguns detalhes que seriam, no futuro, padrões a serem seguidos pela indústria cinematográfica no mundo todo, como por exemplo o uso de "câmera na mão" e a tela em formato retangular. Com o completo domínio da linguagem, Gance faz um dos clássicos mais importantes do período e a obra definitiva sobre o General Francês. ---------------------- Acesse nosso site: http://www.filmesclassicos.com.br Acesse o vídeo que complementa este episódio: https://youtu.be/sstdjwM3fLc Acesse nossa página no Facebook : https://www.facebook.com/podcastfilmesclassicos/ Nos procure no seu aplicativo de podcast do celular, no Spotify, YouTube, Anchor ou iTunes.
Alan Hetherington GoSamba.net Drums, bags, mallets and gear direct from Brazil! Bio:Alan Hetherington's performing experience spans many of the musical genres in the west where percussion can be found today. He has performed widely in North and South America, and the Caribbean: Cumbia in Colombia, the Joropo tradition (maracas) in Venezuela, Afro-Peruvian music in Lima, Peru, Cuban folkloric music in Havana, and today specializes in the many musical styles of Brazil...Since 1989 Alan has spent extensive periods of time residing in São Paulo and Rio de Janeiro Brazil, performing with Sombra e Agua Fresca, Bel Brasil, Carlos do Cavaco, Chocolatte da Vila Maria, Henrique Cazes, and Filó Machado, among others. He has been a devotee of the samba school tradition of Rio de Janeiro and São Paulo, performing with some of the largest and most exciting baterias on the planet. He has studied and performed with great masters including Mestre Tatá Batera, Mestre Serjão from the Escolas de Samba Arco Iris and Leões da Hortolândia de Jundiaí, Mestre Sombra from Mocidade Alegre, Mestre Odilon from Acadêmicos do Grande Rio, Mestre Celinho from Unidos da Tijuca, Mestre Beto from Imperatriz Leopoldinense, and Mestre Paulão from Beija-Flor. His eclectic background has allowed him to perform in a variety of musical settings including with The Toronto Symphony, The Vancouver Symphony, John Wyre and World Drums, Nexus, Hermeto Pascoal, Guinga, Andrea Bocelli, David Foster, Michael Bublé, Trichy Sankaran, Evergreen Club Gamelan, The Canadian Opera Company, Peter Erskine, Glen Velez, Filó Machado, Celso Machado, and Henrique Cazes, among others. He was a member of Ravi Naimpally's critically acclaimed Indo-Jazz ensemble, Tasa, which has toured North America, Europe and Japan, and recorded 5 CD's. He has also performed and recorded with many accomplished Canadian artists such as John MacMurchy, Lenka Lichtenberg, Maryem Tollar, Sophie Milman, Carol Welsman, Emily-Claire Barlow, Melissa Stylianou and Kiran Ahluwalia. He has made numerous recordings for television, film and video, and has toured with ensembles or as a solo artist throughout Europe, North and South America and Asia.Alan is the founder and Director of Toronto's own Escola de Samba de Toronto, presently teaches a course in Brazilian Bateria at The University of Toronto and The Royal Conservatory of Music, and has traveled throughout Canada, the United States and Japan teaching the tradition. Alan's Fantástica Bateria from the Escola de Samba de Toronto toured Brazil in 2008, 2011 and 2016 to high acclaim, and today the ensemble is considered one of Canada's principal cultural links to Brazil. A Fantástica Bateria de Alan Hetherington and Chocollatte, recorded in São Paulo and Toronto, is a percussion tour de force CD that mixes traditional and contemporary idioms.Alan's Brazilian musical life is the subject of filmmaker Avi Lev's feature documentary, We Are Samba with Beth Carvalho, Mestre Sombra, Mestre Odilon, and others.In 2016, 2017 and 2018 Alan produced and performed on tour with Filó Machado and Celso Machado, as well as with Henrique Cazes and his group (Canadioca) in music festivals across the country. In 2019 he was commissioned to produce Um Grande Encontro for the Toronto Jazz Festival, and was music director for Rafael Piccolotto's, Forró Sem Palavras, for the Orquestra de Fulô de Toronto.Alan holds a Bachelor's Degree in Music from The University of British Columbia where he studied with John Rudolph, and a Masters of Music in Percussion Performance from the University of Toronto, under Russell Hartenberger.Alan is a Sonor Drums and Contemporânea Instrumentos Musicais endorser.Links:Documentary “We Are Samba”: https://youtu.be/ne8JJjmvaC8With Kris Maddigan and The Cuphead Orchestra: https://youtu.be/qD54sROmeIMNicolas Krassik on violin with A Fantástica Bateria: https://afantasticabateria.com/track/527930/molho-de-boiDholdrums: https://afantasticabateria.com/track/526729/dholdrumsRemix (vocalizations from Dholdrums): https://afantasticabateria.com/track/528043/batucadatronicaAos Mestres: https://afantasticabateria.com/track/527268/aos-mestresYouTube Channel: https://www.youtube.com/channel/UCSv_8rKvjn_jla6fXDwM9VgRelated projects:Canadioca with Henrique Cazes: https://afantasticabateria.com/epk-hcKoda: https://youtu.be/uWFORDuR_jo Alan Hetherington