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Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quarta-feira (25):A Câmara dos Deputados aprova o PL Antifacção, que endurece o combate ao crime organizado. O texto relatado pelo deputado Guilherme Derrite (PL-SP) retoma trechos da versão aprovada pela Câmara e mantém parte das alterações feitas pelo Senado. O projeto segue agora para sanção do presidente Lula (PT), que pode sancionar, vetar parcialmente ou vetar integralmente. Em entrevista ao programa Os Pingos nos Is, o deputado Guilherme Derrite (PL-SP) comentou a aprovação do PL Antifacção e afirmou que o governo federal já reconhecia que seria derrotado na votação. Segundo o relator, o texto aprovado mantém quase integralmente a versão da Câmara e cria regras mais rígidas para o combate ao crime organizado. O projeto segue agora para sanção do presidente Lula (PT).Derrite (PL-SP) ainda relatou visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na Papudinha e afirmou que teve seu nome confirmado como pré-candidato ao Senado por São Paulo. O encontro contou com a presença do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e tratou de articulações políticas e estratégias eleitorais. O Senado aprova projeto de lei que endurece regras para condenados por crimes contra policiais e agentes de segurança. A proposta amplia a aplicação do Regime Disciplinar Diferenciado (RDD) e prevê medidas mais rígidas para presos reincidentes em crimes com violência grave ou ameaça. O texto segue agora para análise da Câmara dos Deputados. A CPI do Crime Organizado aprova requerimentos para investigar o caso Banco Master e convoca o empresário Daniel Vorcaro e irmãos do ministro do STF Dias Toffoli. Os senadores também autorizaram quebras de sigilo bancário, fiscal, telefônico e telemático relacionadas à investigação. As oitivas devem ocorrer nas próximas semanas no Senado. Pesquisa Atlas/Bloomberg mostra empate técnico entre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o presidente Lula (PT) em um eventual segundo turno das eleições presidenciais. O levantamento aponta crescimento do pré-candidato e indica cenário polarizado, com divisão nas preocupações dos eleitores sobre o resultado da disputa. Após forte repercussão pública, um desembargador do Tribunal de Justiça de Minas Gerais voltou atrás em decisão anterior e condenou um homem acusado de estupro de vulnerável contra uma menina de 12 anos. A nova decisão atende a recurso do Ministério Público e determina a prisão do condenado. O caso também é investigado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) inicia coleta de assinaturas para uma PEC que propõe o fim da reeleição para presidente da República. Segundo o parlamentar, a medida busca fortalecer a alternância de poder e reduzir o uso da máquina pública com objetivos eleitorais. A iniciativa também faz parte da articulação política visando ampliar apoio entre partidos do Centrão e da direita. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) anuncia os nomes de Carlos Bolsonaro (PL-RJ) e Carol de Toni (PL-SC) como candidatos do Partido Liberal ao Senado por Santa Catarina. O anúncio foi feito durante evento do PL e encerra a disputa interna pela composição da chapa no estado para as eleições de 2026. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
No 3 em 1 desta segunda-feira (23), o destaque foi a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) que enviou um pedido formal ao STF (Supremo Tribunal Federal) solicitando o encerramento do inquérito das fake news, que já soma quase sete anos de tramitação. A entidade argumenta a necessidade de finalizar processos de longa duração. Reportagem: Janaína Camelo. O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) afirmou que as fofocas sobre seu vice, Felício Ramuth (PSD), não alteram a composição da chapa para as eleições de 2026. A declaração ocorre após vir a público que o vice-governador de São Paulo está sendo investigado por suposta lavagem de dinheiro em Andorra. Reportagem: Matheus Dias. O ministro André Mendonça realizou nesta segunda-feira (23) uma nova reunião com a Polícia Federal sobre as investigações do Banco Master. O encontro teve como objetivo definir os próximos passos do inquérito. Após quebra de sigilo, a CPMI do INSS deve priorizar a análise dos dados de Daniel Vorcaro, dono da instituição. Reportagem: Janaína Camelo. O ministro Guilherme Boulos comentou as perspectivas para as eleições de 2026, afirmando estar ansioso por um eventual debate entre o presidente Lula (PT) e o senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL) sobre segurança pública. Reportagem: Julia Fermino. Boulos também afirmou que o STF (Supremo Tribunal Federal) não está acima do bem e do mal, ressaltando que nenhuma instituição está. Ele comentou a atuação do ministro Alexandre de Moraes e do Judiciário na preservação da democracia contra tentativas de golpe de Estado e mencionou sanções internacionais como a Lei Magnitsky. O presidente Lula (PT) rebateu as críticas sobre o desfile polêmico da Acadêmicos de Niterói na Sapucaí, afirmando que não é "carnavalesco". Apesar do rebaixamento da agremiação no Rio de Janeiro, o petista declarou que aceitou a homenagem, agradeceu o carinho e confirmou que visitará pessoalmente a escola para agradecer aos integrantes. A União Europeia decidiu congelar acordos comerciais com os Estados Unidos após a derrota judicial de Donald Trump na Suprema Corte americana. Além disso, o governo Trump elevou as tarifas globais de 10% para 15%. Em meio ao cenário de instabilidade, o presidente Lula (PT) afirmou estar confiante para sua reunião na Casa Branca em março, focada em manter o equilíbrio diplomático. Reportagem: Luca Bassani. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) iniciou a articulação de uma lista estratégica de pré-candidaturas para o Senado e governos estaduais nas eleições de 2026, diretamente da Papudinha, onde está preso. A informação foi confirmada por um dos seus filhos, Carlos Bolsonaro. Reportagem: Matheus Dias. O ex-vereador Carlos Bolsonaro utilizou as redes sociais para criticar a cúpula do Partido Liberal, sugerindo que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está sendo isolado pela legenda. A reação ocorre após o presidente da sigla, Valdemar Costa Neto, afirmar que o partido define as candidaturas para 2026. Reportagem: Rodrigo Viga. Vinte e cinco membros da Guarda Nacional do México foram mortos em seis ataques coordenados no estado de Jalisco. A onda de violência é apontada como uma retaliação direta do crime organizado após a morte do narcotraficante Nemesio Oseguera Cervantes, o “El Mencho”, líder do Cartel Jalisco Nova Geração. Fabrizio Neitzke comentou o assunto. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (23): O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, determinou o arquivamento da ação que questionava a atuação do ministro Dias Toffoli no caso envolvendo o Banco Master. A decisão foi tomada neste sábado (21). Paralelamente, o ministro André Mendonça deverá se reunir novamente nesta semana com integrantes da Polícia Federal para discutir os próximos passos da investigação sobre supostas fraudes relacionadas à instituição financeira, que seguem em apuração. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), informou que o relator da proposta de emenda à Constituição que trata do fim da escala de trabalho 6x1 será definido no início desta semana. A indicação ocorrerá na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), etapa considerada decisiva para a tramitação da PEC, que propõe mudanças na jornada semanal de trabalho e tem gerado amplo debate entre parlamentares, empresários e trabalhadores. Brasil e China aparecem entre os países que podem ser mais beneficiados pelas mudanças nas tarifas anunciadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, entre sexta-feira (20) e sábado (21). As medidas devem alterar o fluxo do comércio internacional, encarecendo produtos de alguns concorrentes e abrindo espaço para exportações brasileiras e chinesas em setores estratégicos. Agentes do Serviço Secreto dos Estados Unidos e policiais do Departamento do Xerife do Condado de Palm Beach mataram a tiros um homem armado após ele entrar ilegalmente no perímetro de segurança de Mar-a-Lago, na Flórida, na madrugada deste domingo (22). Segundo as autoridades, o suspeito, de cerca de 20 anos, invadiu a área por volta de 1h30 e foi neutralizado. O presidente Donald Trump e a primeira-dama Melania Trump não estavam no local no momento do incidente, pois se encontravam na Casa Branca. Nemesio Oseguera Cervantes, conhecido como El Mencho, fundador do Cartel Jalisco Nova Geração, morreu neste domingo (22), aos 59 anos, durante uma operação do Exército no México. Considerado o último grande narcotraficante em atividade no país, El Mencho construiu o cartel mais poderoso e violento do território mexicano por meio do confronto direto com autoridades e do uso sistemático da violência. Sua morte ocorre anos após a prisão de líderes históricos do Cartel de Sinaloa, como Joaquín Guzmán e Ismael Zambada. O governo dos Estados Unidos oferecia recompensa de US$ 15 milhões por sua captura, e especialistas o classificavam como um criminoso “violento por natureza”, que desafiava abertamente o Estado mexicano. O Governo do Brasil, por meio da Caixa, inicia nesta segunda-feira (23) a terceira etapa da liberação do vale-recarga de gás de cozinha (GLP) para beneficiários do Programa Gás do Povo. A nova fase vai contemplar cerca de 4,5 milhões de famílias em todo o país. Em entrevista ao Jornal da Manhã, o deputado federal Pedro Lupion, presidente da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA), afirmou que o setor portuário e o agronegócio consideram ilegal a invasão indígena ao terminal da Cargill, em Santarém, no Pará, que levou o governo a suspender a licitação de dragagem no Rio Tapajós. Lupion também comentou a expectativa do agro em relação à nova tarifa de 15% anunciada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, avaliando possíveis impactos sobre exportações brasileiras. O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) afirmou neste domingo (22) que existe um “desencontro” interno no Partido Liberal e insinuou que seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, estaria sendo isolado pela sigla após ter a prisão decretada. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira no Morning Show desta segunda-feira (23): A polêmica começou após o deputado federal Eduardo Bolsonaro acusar o colega de partido, Nikolas Ferreira (PL), de sofrer de "amnésia" em relação ao engajamento nas campanhas e de esquecer o apoio que recebeu do ex-presidente Jair Bolsonaro e da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. O parlamentar mineiro negou ter amnésia e listou a grave situação enfrentada pela oposição atualmente, citando o ex-presidente preso e com a saúde debilitada, os manifestantes do 8 de janeiro na cadeia, os escândalos envolvendo o STF e as ações do governo Lula (PT). As investigações sobre o escândalo financeiro do Banco Master entraram em uma nova fase no STF. Delegados da Polícia Federal agendaram uma reunião com o ministro André Mendonça, atual relator do caso na Corte, para a entrega de um novo relatório investigativo. Anteriormente, o caso estava sob a relatoria do ministro Dias Toffoli, que havia imposto limitações severas à PF, impedindo que a corporação tivesse acesso a 100% das provas colhidas. Ao assumir a relatoria, André Mendonça devolveu as provas aos investigadores e garantiu maior autonomia para que a Polícia Federal realizasse novas diligências. O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) afirmou neste domingo (22) que existe um “desencontro” interno no Partido Liberal e insinuou que seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, estaria sendo isolado pela sigla após ter a prisão decretada. O rebaixamento da escola de samba Acadêmicos de Niterói no Carnaval carioca gerou um debate dentro do próprio Partido dos Trabalhadores (PT). A agremiação homenageou o presidente Lula e ponto central da polêmica foi uma ala do desfile dedicada a fazer críticas ao eleitorado conservador, apresentando a figura de um prisioneiro fantasiado de "Bozo", em uma clara alusão e provocação ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A atitude não foi bem recebida por Washington Quaquá, vice-presidente nacional do PT e prefeito de Maricá. O petista classificou a ala como uma "bobagem" e expôs uma divergência na sigla. A Justiça da Paraíba condenou Hytalo Santos e seu marido, Israel Vicente, sob a grave acusação de exploração sexual de menores de idade. A repórter Camila Yunes detalha que o influenciador recebeu uma pena de 11 anos de prisão, enquanto Israel foi condenado a oito anos. O entendimento da Justiça foi de que as crianças e adolescentes que viviam na casa do influenciador estavam inseridos em um cenário de risco extremo. O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) decidiu absolver um homem de 35 anos acusado de estuprar uma menina de apenas 12 anos. A gravidade do caso conseguiu unir políticos tanto da esquerda quanto da direita em um repúdio coletivo. O homem já havia sido condenado em primeira instância a mais de 9 anos de prisão. No entanto, o desembargador responsável pelo recurso derrubou a condenação argumentando que existia um "vínculo afetivo" e consensual entre o réu e a vítima, uma tese que ignora o Código Penal Brasileiro, o qual estabelece que qualquer relação com menores de 14 anos configura estupro de vulnerável, independentemente de consentimento. Em entrevista, o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), avaliou uma recente decisão da Suprema Corte americana que estabeleceu uma alíquota igualitária para todos os países. Ele classificou a medida como positiva para o mercado nacional. Anteriormente, o Brasil enfrentava uma tremenda desvantagem competitiva, sendo taxado em cerca de 50%, enquanto seus concorrentes diretos pagavam tarifas entre 10% e 15%. Com a padronização em 15% para todos, o Brasil ganha fôlego para competir em pé de igualdade no mercado americano. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta segunda-feira (23/02/2026): O projeto de redução da jornada de trabalho no Brasil evidencia um velho entrave da economia nacional: a baixa produtividade. Se aprovada pelo Congresso, a mudança deverá elevar o custo da hora trabalhada para as empresas, ampliando a pressão por ganhos de eficiência capazes de compensar o custo maior do trabalho. A proposta em debate prevê, por exemplo, a substituição do modelo atual de 6x1 (seis dias de trabalho e uma folga) pelo 5x2 (cinco dias de trabalho e duas folgas), sem redução salarial. Em um ano marcado por eleições, o tema ganha tração entre congressistas. Entre os fatores que explicam o lento crescimento da produtividade brasileira estão a má qualidade da educação, a insegurança jurídica e as políticas industriais ineficientes, entre outros. A experiência internacional mostra que a equação não é simples de resolver. As nações que conseguiram enriquecer foram as que construíram economias mais produtivas. E mais: Economia: Alto escalão da Petrobras terá meta de diversidade Internacional: Venezuela vive inesperado boom imobiliário após queda de Maduro Metrópole: Número de testamentos avança 20% no País e 31% em SP, recorde histórico Esportes: Sob olhar de Agassi, Fonseca e Melo levam o título de duplas do Rio OpenSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A polícia britânica libertou o ex-príncipe britânico, Andrew Mountbatten-Windsor, após interrogatório por alegações de má conduta em funções públicas. Melissa McIntosh, deputada federal do Partido Liberal, afirma que Pauline Hanson está a aproveitar o medo gerado pelas notícias sobre mulheres australianas com ligações ao Estado Islâmico, que tentam regressar da Síria. Foram registados em Portugal dois sismos de magnitude 4,1.
Boletín 18/02/26: Liberales bajo el nuevo liderazgo de Angus Taylor planean introducir reformas a la inmigración en Australia, aunque dicen que analizarán profundamente estos cambios. Presidente peruano, José Jerí, fue destituido luego de cuatro meses en el cargo.
Olga Lucía González es socióloga y autora de El presidente que no fue, libro sobre el olvidado líder del liberalismo Gabriel Turbay. 10% de DESCUENTO con código ATEMPORAL en Curso La Silla Vacia: https://www.lasillavacia.com/curso-virtual-que-esta-pasando-en-colombia-2026/Libros mencionados:El presidente que no fue - Olga L. GonzálezMataron a Gaitán - Herbert BraunLas ideas politicas de Gabriel TurbayÓrden y violencia - Daniel PecautLos años del olvido - Javier GuerreroCapitulos: 00:00 intro 01:30 Los nuevos y los viejos: El relevo generacional en la política colombiana.04:30 Gabriel Turbay: El perfil del líder que el país olvidó.11:55 El arte de escribir biografías: Cómo rescatar la historia de las sombras.15:18 Guerra de egos: Las fracturas del Partido Liberal en el siglo XIX.23:53 La desconfianza interna: ¿Por qué el liberalismo le dio la espalda a Turbay?29:01 ¿Violencia en ascenso? El clima político antes del colapso.32:48 Laureano Gómez: El estratega detrás de las ideas conservadoras.38:30 El fenómeno Gaitán: De agitador de masas a estratega del poder.49:21 Racismo y élites: "El indígena era preferible a Turbay".51:18 ¿Candidato oficial o de la oligarquía? El dilema de la legitimidad.57:13 El complot: ¿Quiénes y por qué boicotearon la campaña de Turbay?01:01:29 Error histórico: ¿Cómo se pudo haber evitado el Bogotazo?01:06:27 Revolución en Colombia: ¿Realidad o una oportunidad perdida?01:10:38 El fin de una era: La noticia de la muerte de Gabriel Turbay.01:12:48 Trauma y memoria: ¿Por qué Colombia solo recuerda lo negativo?01:18:12 El eslogan del error: Desmontando mitos sobre nuestra historia.01:22:01 Gustavo Petro y el espejo de Gaitán: Lecciones sobre el debate público y el poder.Recibe mi newsletter: https://acevedoandres.com/newsletter/Apoyar Atemporal en Patreon: https://www.patreon.com/AtemporalpodcastEn Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCMTssINr-9gsPwk1iuAEdxQ/join
Programa 16/02/26: Hablamos del nuevo liderazgo en el Partido Liberal de Australia. También conversamos con el artista plástico mexicano Ulises Reséndiz, quien fue finalista en el prestigioso concurso de arte “Midsumma Art Award”. Y te ofrecemos lo más destacado de la jornada deportiva.
Angus Taylor ha sido elegido nuevo líder del Partido Liberal lo que lo convierte también en el nuevo líder de la oposición tras una moción de destitución que derrocó a Sussan Ley. Escucha esta y otras noticias importantes del día.
Na manhã desta sexta-feira, Angus Taylor foi escolhido como o novo líder do Partido Liberal, após derrotar Sussan Ley por 34 votos contra 17. A Austrália assinala hoje o aniversário do pedido de desculpas nacional às Gerações Roubadas. A propósito da data, os serviços de apoio aos sobreviventes vão receber um reforço de vários milhões de dólares. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que irá pôr fim ao controverso cerco migratório no estado de Minnesota, após meses de tensão e críticas. Em Portugal, ruiu parte do pavimento da autoestrada A1, que abateu junto ao Rio Mondego.
Los líderes del Partido Liberal y del Partido Nacional han anunciado un acuerdo de reunificación. Escucha esta noticia y además la entrevista a dos artistas colombianos residentes en Melbourne que nos hablan de cómo su música hace parte de una reciente producción cinematográfica australiana.
El político de derecha apoyado por Donald Trump, Nasry Asfura, asumió este 27 de enero como presidente de Honduras. Se comprometió a reactivar la economía con austeridad y combatir la inseguridad, aunque no mencionó ni la lucha anticorrupción ni el narcotráfico. Dos grandes lastres que enfrenta la nación centroamericana. Honduras se encuentra en la lista de países más peligrosos del mundo, con una tasa de homicidios de 23 por cada 100.000 habitantes. Aunque es baja en relación a las registradas en años anteriores, la nación sigue sumergida en una ola de violencia con bandas criminales y extorsiones. Ganar la confianza de los hondureños Al asumir, Nasry Asfura prometió seguridad, pero no mencionó dos ámbitos claves: la lucha contra el narcotráfico y contra la corrupción. Una corrupción que sacudió por años su partido político, por lo que ganar la confianza de los hondureños será clave. “Recordemos que el proceso electoral no fue lo mejor. Fue un proceso precario en la seguridad del manejo de los resultados, de los datos, pues se ha creado un ambiente no bastante positivo, diría, para el electorado, cuestionado por el Partido Liberal en sus resultados. Yo creo que el presidente va a tener que crear confianza rápidamente”, señala el economista y político José Luis Moncada. Según se lee en la posesión de Asfura, su principal objetivo es mejorar la economía con austeridad, empleo y atrayendo la inversión, indica el analista político Sergio Vélez: “La condición con la cual está iniciando es trabajo, trabajo y más trabajo. Buscar un impulso en cuanto a las situaciones del turismo, traer inversión extranjera, llevar el proceso de devolverle a ese grupo necesitado, como son los jóvenes, la oportunidad de un empleo digno, y buscar en alguna medida depurar el Estado”. “Un nuevo bipartidismo” Aunque el aliado de Trump ganó los comicios con una débil mayoría legislativa, una alianza con el Partido Liberal de su excontrincante Salvador Nasralla parece que le asegurará gobernabilidad: “La elección del presidente del Congreso, Tomás Zambrano, fue el resultado de una negociación con el Partido Liberal, que tiene 41 diputados. Ellos tienen 49. Esto suma en 90 votos que hacen una mayoría simple para poder aprobar muchos decretos”, precisa Moncada, que también pertenece a este partido. “Depende de la agenda que se tome. Yo diría que se va a tener que mantener un diálogo permanente, a ver cuánto dura la luna de miel y esperamos que realmente haya una madurez política entre lo que yo llamo un nuevo bipartidismo”, agrega. Asfura gobernará Honduras hasta 2030 y son muchos los retos, pero de momento parece que se concentrará en la recuperación económica y en ganar la confianza, tras unos comicios llenos de acusaciones.
El político de derecha apoyado por Donald Trump, Nasry Asfura, asumió este 27 de enero como presidente de Honduras. Se comprometió a reactivar la economía con austeridad y combatir la inseguridad, aunque no mencionó ni la lucha anticorrupción ni el narcotráfico. Dos grandes lastres que enfrenta la nación centroamericana. Honduras se encuentra en la lista de países más peligrosos del mundo, con una tasa de homicidios de 23 por cada 100.000 habitantes. Aunque es baja en relación a las registradas en años anteriores, la nación sigue sumergida en una ola de violencia con bandas criminales y extorsiones. Ganar la confianza de los hondureños Al asumir, Nasry Asfura prometió seguridad, pero no mencionó dos ámbitos claves: la lucha contra el narcotráfico y contra la corrupción. Una corrupción que sacudió por años su partido político, por lo que ganar la confianza de los hondureños será clave. “Recordemos que el proceso electoral no fue lo mejor. Fue un proceso precario en la seguridad del manejo de los resultados, de los datos, pues se ha creado un ambiente no bastante positivo, diría, para el electorado, cuestionado por el Partido Liberal en sus resultados. Yo creo que el presidente va a tener que crear confianza rápidamente”, señala el economista y político José Luis Moncada. Según se lee en la posesión de Asfura, su principal objetivo es mejorar la economía con austeridad, empleo y atrayendo la inversión, indica el analista político Sergio Vélez: “La condición con la cual está iniciando es trabajo, trabajo y más trabajo. Buscar un impulso en cuanto a las situaciones del turismo, traer inversión extranjera, llevar el proceso de devolverle a ese grupo necesitado, como son los jóvenes, la oportunidad de un empleo digno, y buscar en alguna medida depurar el Estado”. “Un nuevo bipartidismo” Aunque el aliado de Trump ganó los comicios con una débil mayoría legislativa, una alianza con el Partido Liberal de su excontrincante Salvador Nasralla parece que le asegurará gobernabilidad: “La elección del presidente del Congreso, Tomás Zambrano, fue el resultado de una negociación con el Partido Liberal, que tiene 41 diputados. Ellos tienen 49. Esto suma en 90 votos que hacen una mayoría simple para poder aprobar muchos decretos”, precisa Moncada, que también pertenece a este partido. “Depende de la agenda que se tome. Yo diría que se va a tener que mantener un diálogo permanente, a ver cuánto dura la luna de miel y esperamos que realmente haya una madurez política entre lo que yo llamo un nuevo bipartidismo”, agrega. Asfura gobernará Honduras hasta 2030 y son muchos los retos, pero de momento parece que se concentrará en la recuperación económica y en ganar la confianza, tras unos comicios llenos de acusaciones.
¡Hola! Welcome to SBS Slow Spanish, a podcast designed in Australia specifically for those interested in learning the second most spoken language in the world. This is our weekly news flash in Spanish for January 23, 2026.
Buenos días. Mientras termina de tomar forma el nuevo gabinete y los equipos que asumirán en marzo junto al Presidente electo José Antonio Kast ya calientan motores, el actual oficialismo que pasará a ser oposición en unos 50 días más, no logra dar con una conformación ni discurso único. La derrota les ha pegado fuerte y las diferencias quedaron en evidencia tras el fallo del caso Gatica. Todo esto se verá reflejado hoy y el resto del fin de semana. En esta jornada se reunirán el Partido Socialista, el PPD más el Partido Liberal, la Democracia Cristiana, el Partido Radical y el FRVS. En la instancia analizarán el actual escenario y proyectarán qué tipo de oposición serán. A la cita no fueron invitados ni el Partido Comunista ni el Frente Amplio. Precisamente el FA el sábado tendrá su Comité Central, donde deberán enfrentar las heridas que les dejó el triunfo de la derecha. De este modo, cada vez se aleja más el llamado a la unidad del progresismo que en reiteradas ocasiones ha hecho el Presidente Boric.
El diputado y senador electo del Partido Liberal pidió regularizar la situación antes que lleguen más migrantes: "No se debe usar política y electoralmente".
Honduras declaró oficialmente como ganador de las elecciones presidenciales al conservador Nasry "Tito" Asfura, candidato que contó con el respaldo público del expresidente Donald Trump. El resultado, divulgado casi un mes después del escrutinio, llega en un contexto de fuertes denuncias de fraude por parte del opositor Salvador Nasralla, quien rechaza reconocer los resultados y persiste en sus alegatos de irregularidades. La llegada de Nasry Asfura marca el regreso del conservadurismo al poder en el país centroamericano. Kilvett Bertrand, diputado del triunfante Partido Nacional y uno de los legisladores más votados en estos comicios, comenta los resultados y la legitimidad de estas elecciones. “Todas las misiones de observación electoral, empezando por la Unión Europea, que tuvo una misión de observación bastante amplia en el país, dijeron claramente que no hubo fraude electoral, la Organización de Estados Americanos también. El Departamento de Estado de los Estados Unidos dijo exactamente lo mismo”, argumenta Bertrand. “Lo único que fue un proceso bastante lento. ¿Por qué? Porque se boicoteó el proceso en varias ocasiones por parte de quien quedó en segundo lugar y por parte del partido Libertad y Refundación. Los dos han dicho que desconocen los resultados, pero aquí la institucionalidad por fortuna se mantuvo fuerte. Ayer dio la declaratoria ya oficial de que Asfura al que nosotros en Honduras lo conocemos como 'Papi a la orden', es el presidente electo”. El Congreso de Honduras quedará dominado por tres fuerzas políticas. ¿El Partido Nacional sin mayoría podrá garantizar la gobernabilidad? “Hay que entender que los dos partidos políticos, nacional y liberal, somos dos partidos políticos conservadores y entendemos bien que el voto masivo de la gente fue en gran parte para sacar a la izquierda. Creo que eso nos da un punto de coincidencia, por muy áspera y reñida que haya sido la elección. Creo que tenemos un punto de coincidencia y es tratar de rescatar y levantar un poco el país de toda la división que había generado el partido gobernante. Creo que tenemos puntos de coincidencia para iniciar. Lo otro que puede ayudar mucho al tema de gobernabilidad es el carácter y el tipo de liderazgo que fue electo, que es Tito Asfura, un hombre muy conciliador, que no confronta, no insulta, no debate, es muy de paz y eso nos puede ayudar mucho a atender lazos porque nosotros al menos no herimos al Partido Liberal, que es el otro partido fuerte en la contienda”. El diputado concluyó señalando que su partido priorizará la reactivación económica y el fortalecimiento de las relaciones internacionales, con el objetivo de atraer inversiones, particularmente desde Estados Unidos. Esta medida podría ser exitosa, si se tiene en cuenta el respaldo que recibió Asfura del presidente estadounidense Donald Trump, quien manifestó su apoyo a través de redes sociales.
Honduras declaró oficialmente como ganador de las elecciones presidenciales al conservador Nasry "Tito" Asfura, candidato que contó con el respaldo público del expresidente Donald Trump. El resultado, divulgado casi un mes después del escrutinio, llega en un contexto de fuertes denuncias de fraude por parte del opositor Salvador Nasralla, quien rechaza reconocer los resultados y persiste en sus alegatos de irregularidades. La llegada de Nasry Asfura marca el regreso del conservadurismo al poder en el país centroamericano. Kilvett Bertrand, diputado del triunfante Partido Nacional y uno de los legisladores más votados en estos comicios, comenta los resultados y la legitimidad de estas elecciones. “Todas las misiones de observación electoral, empezando por la Unión Europea, que tuvo una misión de observación bastante amplia en el país, dijeron claramente que no hubo fraude electoral, la Organización de Estados Americanos también. El Departamento de Estado de los Estados Unidos dijo exactamente lo mismo”, argumenta Bertrand. “Lo único que fue un proceso bastante lento. ¿Por qué? Porque se boicoteó el proceso en varias ocasiones por parte de quien quedó en segundo lugar y por parte del partido Libertad y Refundación. Los dos han dicho que desconocen los resultados, pero aquí la institucionalidad por fortuna se mantuvo fuerte. Ayer dio la declaratoria ya oficial de que Asfura al que nosotros en Honduras lo conocemos como 'Papi a la orden', es el presidente electo”. El Congreso de Honduras quedará dominado por tres fuerzas políticas. ¿El Partido Nacional sin mayoría podrá garantizar la gobernabilidad? “Hay que entender que los dos partidos políticos, nacional y liberal, somos dos partidos políticos conservadores y entendemos bien que el voto masivo de la gente fue en gran parte para sacar a la izquierda. Creo que eso nos da un punto de coincidencia, por muy áspera y reñida que haya sido la elección. Creo que tenemos un punto de coincidencia y es tratar de rescatar y levantar un poco el país de toda la división que había generado el partido gobernante. Creo que tenemos puntos de coincidencia para iniciar. Lo otro que puede ayudar mucho al tema de gobernabilidad es el carácter y el tipo de liderazgo que fue electo, que es Tito Asfura, un hombre muy conciliador, que no confronta, no insulta, no debate, es muy de paz y eso nos puede ayudar mucho a atender lazos porque nosotros al menos no herimos al Partido Liberal, que es el otro partido fuerte en la contienda”. El diputado concluyó señalando que su partido priorizará la reactivación económica y el fortalecimiento de las relaciones internacionales, con el objetivo de atraer inversiones, particularmente desde Estados Unidos. Esta medida podría ser exitosa, si se tiene en cuenta el respaldo que recibió Asfura del presidente estadounidense Donald Trump, quien manifestó su apoyo a través de redes sociales.
O Congresso aprovou o orçamento para 2026, ano de eleição, e reservou R$ 61 bilhões para emendas parlamentares. A Polícia Federal investigou dois deputados do Partido Liberal, fez busca e apreensão em endereços de Carlos Jordy e encontrou mais de R$ 400 mil em espécie em um endereço de Sóstenes Cavalcante. O líder do PL disse que vendeu um imóvel e não depositou o dinheiro no banco por um lapso. Alexandre de Moraes autorizou o ex-presidente Jair Bolsonaro a fazer uma cirurgia de hérnia. O presidente do Supremo defendeu a criação de um código de ética para os tribunais superiores. A União Europeia aprovou um empréstimo de 90 bilhões de euros para a Ucrânia. O TikTok fechou acordo para vender a operação da empresa nos Estados Unidos. A Embraer fez o primeiro teste com o carro voador brasileiro.
Las reciente elecciones generales de Honduras, lejos de canalizar pacíficamente la pugnacidad política, dejaron al país centroamericano sumido en una incertidumbre electoral sin precedentes. Uno de los escrutinios más tensos y reñidos de su historia reciente que continúan hasta el momento en el que se realizó este episodio. Y es que el conteo avanzó entre pausas, incursiones esporádicas en varios centros de votación, fallos técnicos y un margen tan estrecho entre los dos principales candidatos —Nasry Asfura, del Partido Nacional, y Salvador Nasralla, del Partido Liberal— que cualquier variación mínima en las actas podría redefinir al próximo presidente. Aún así, con más del 80% de las actas procesadas, Nasralla mantuvo inicialmente una ligera ventaja, pero a medida que avanzaba el escrutinio, Asfura recuperó el primer lugar por una diferencia de apenas unos miles de votos. Al cierre de la semana, más de una cuarta parte del total de votos aún estaba bajo revisión y en suma, Honduras sigue sin saber quién ha ganado estos comicios.Este escenario tan ajustado amplificó las dudas y cuestionamientos que ya existían sobre el proceso electoral. La detención repetida de la transmisión de resultados, las inconsistencias técnicas y la falta de claridad sobre el estado de las actas pendientes, alimentan las tensiones y eventualmente el respaldo social al gobernante entrante. Un aspecto no menor, si consideramos el sostenido descrédito que existe sobre la clase política y en especial contra el propio sistema electoral. Un evento electoral en el que también existió la intervención externa también, escalando la tensión: y es que las declaraciones del expresidente estadounidense Donald Trump, respaldando abiertamente a Asfura, así como el indulto al expresidente Orlando Hernández, buscaron influenciar en una elección tan reñida también.Aún persisten los temores de que el resultado final —sea cual sea— llegue cargado de desconfianza y nuevas tensiones. El país enfrenta un momento decisivo: la necesidad de un cierre transparente y creíble que evite una crisis institucional y encaminar una transición pacífica de mandato, más allá de la incertidumbre electoral presente. En Mirada Semanal, examinaremos si Honduras pudiera lograr, en este contexto de tanta presión, mantener la difícil gobernabilidad democrática para el futuro próximo.
La motivación de Espinosa para entrar en el ámbito político se basa en su profunda conexión territorial con la gastronomía. La chef ha trabajado durante 17 años con comunidades rurales, campesinas, indígenas y afrodescendientes. Esta extensa experiencia le ha permitido conocer de primera mano cómo se produce, transforma y circula el alimento.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quinta-feira (04): O Ministério da Justiça demitiu oficialmente Alexandre Ramagem (PL-RJ) e Anderson Torres dos quadros da Polícia Federal (PF). A decisão ocorre após o STF declarar o trânsito em julgado de suas condenações por tentativa de golpe de Estado. A defesa do presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar (PL-RJ), afirmou que a prisão do deputado é desproporcional e que vai recorrer. Bacellar foi preso preventivamente pela Polícia Federal após a apreensão de R$ 90 mil em espécie dentro de seu carro. Reportagem de Rodrigo Viga. A Alerj se prepara para votar a manutenção ou revogação da prisão de Rodrigo Bacellar. Nos bastidores, a tendência é pela revogação da decisão do ministro Alexandre de Moraes, mas o retorno do deputado à presidência da Casa ainda é incerto. Reportagem de Rodrigo Viga. O presidente Lula (PT) deve participar da última reunião do Conselhão deste ano nesta quinta-feira (04). O encontro aborda temas relacionados ao desenvolvimento econômico e social sustentável e Lula deve discursar ao final da reunião. Reportagem: Rany Veloso. O ministro Gilmar Mendes (STF) determinou que apenas a Procuradoria-Geral da República (PGR) tem a prerrogativa legal de formalizar o pedido de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan News entrevista o deputado federal (Cidadania-SP) Alexandre Manente. O Congresso Nacional deve votar nesta quinta-feira (04) o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2026. Sem essa aprovação, não é possível validar o orçamento de 2026. Na última quarta-feira (03), o texto foi aprovado na Comissão Mista de Orçamento, e o relator da LDO, Gervásio Maia (PSB), conseguiu a aprovação do calendário de pagamento obrigatório das emendas impositivas. Reportagem: Rany Veloso. A disputa pela indicação pelo Partido Liberal ao senado de Minas Gerais está cada vez mais forte. A decisão do deputado federal Nikolas Ferreira (PL) de não assumir se será candidato ao governo do estado, bagunçou as cartas do baralho mineiro. Reportagem: Rodrigo Costa. O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro reiniciou o julgamento do policial penal Marcelo de Lima, acusado de matar o torcedor do Fluminense, Thiago Leonel Fernandes da Motta. Reportagem: Rodrigo Viga. Depois de anos tentando, a conjuntura da geopolítica favorece o acordo entre Mercosul e União Europeia. De acordo com o ex-presidente do Brics, Marcos Troyjo, o fluxo de investimentos, exportações e importações do Brasil em relação a Europa, facilita as negociações. Reportagem: Marcelo Mattos. O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmou que conversou com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, há 10 dias. Segundo Maduro, a conversa foi respeitosa, cordial e se tratou sobre a possibilidade de um encontro entre eles, mas ambos não revelaram mais detalhes da conversa. Reportagem: Eliseu Caetano. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que a reunião entre dois enviados dele e o presidente russo,Vladimir Putin, foi razoavelmente boa. O documento com os 19 pontos para promover o fim da guerra foi discutido entre os representantes, mas sem nenhum compromisso concreto. Reportagem: Eliseu Caetano. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Este 30 de noviembre tuvieron lugar en Honduras unas reñidas elecciones de las que se desconoce por el momento el ganador. Según los analistas, la irrupción de Donald Trump en la campaña ha tenido consecuencias sobre el resultado. Hace dos semanas las encuestas previas a los comicios hondureños situaban en tercer lugar al conservador Tito Asfura, pero un par de mensajes escritos por Donald Trump en redes sociales a menos de 72 horas de que se abriesen las urnas marcaron el resultado de las elecciones. Rechazo al oficialismo Es el factor clave en el que coinciden la mayoría de los analistas tras la resaca electoral, como señala a RFI el sociólogo en la Universidad Nacional Autónoma de Honduras (UNAH), Eugenio Sosa: “Los mensajes de Donald Trump han influido, han contribuido, diría yo, para ser menos contundente, responsablemente y analíticamente. La principal fuerza de polos que se rechazaban era el oficialismo versus los dos partidos. Entonces había un electorado que apostaba obviamente, probablemente con Nasralla o con Tito, pero que, en todo caso, más o menos lo que quería es que uno de los dos ganara y no el oficialismo. Entonces, probablemente al ver el mensaje de Trump, efectivamente muchos votos de Nasralla, que también eran anti oficialistas, se prefirieron mover hacia Asfura”, analiza. El viernes, Trump acompañó su respaldo a Asfura con el anuncio de que Estados Unidos indultaría a Juan Orlando Hernández, ex presidente del Partido Nacional, condenado por un tribunal de Estados Unidos a 45 años de prisión por narcotráfico. Un hecho que celebró la ex primera dama, Ana García de Hernández: “Usted, presidente Trump, ha hecho justicia. Usted que también pasó por un momento de persecución, como ha pasado mi esposo. Hoy usted ha hecho justicia a un inocente”, expresó. ¿Y si gana Nasralla? A pesar de que Asfura encabezaba el conteo de votos por una mínima ventaja tras superar el 50% del escrutinio, Nasralla se declaró ganador proyectado. De ser este último el vencedor, ¿cómo serían las relaciones con Estados Unidos? “Si Nasralla resultara ser el ganador, tendrá que afinar toda su batería diplomática, que la tiene, porque al final la facción del Partido Liberal que lo acuerpa es lo que se podría llamar la derecha del antiguo Partido Liberal. Asfura tendría que hacer algo parecido porque tampoco significa que por ello está a merced y tiene que hacer lo que Trump le diga”, explica Miguel Calix Martínez, politólogo en la UNAH. “Igual los posts de Trump tuvieron un doble efecto: primero lo acercan mucho y luego lo alejan, porque revive el fantasma de Juan Orlando Hernández, que es un tema que divide la población hondureña. Si el resultado final fuera Nasralla, tendrá que aprender a trabajar con él, con la ventaja de que Nasralla no es contrario a la ideología de Trump y todo lo contrario, más bien él es de derechas”, subraya. Al cierre de esta nota, el Consejo Nacional Electoral de Honduras suspendía el conteo preliminar cuando el escrutinio estaba al 57% y mostraba un empate técnico entre Asfura y Nasralla, separados por apenas 515 votos.
Este 30 de noviembre tuvieron lugar en Honduras unas reñidas elecciones de las que se desconoce por el momento el ganador. Según los analistas, la irrupción de Donald Trump en la campaña ha tenido consecuencias sobre el resultado. Hace dos semanas las encuestas previas a los comicios hondureños situaban en tercer lugar al conservador Tito Asfura, pero un par de mensajes escritos por Donald Trump en redes sociales a menos de 72 horas de que se abriesen las urnas marcaron el resultado de las elecciones. Rechazo al oficialismo Es el factor clave en el que coinciden la mayoría de los analistas tras la resaca electoral, como señala a RFI el sociólogo en la Universidad Nacional Autónoma de Honduras (UNAH), Eugenio Sosa: “Los mensajes de Donald Trump han influido, han contribuido, diría yo, para ser menos contundente, responsablemente y analíticamente. La principal fuerza de polos que se rechazaban era el oficialismo versus los dos partidos. Entonces había un electorado que apostaba obviamente, probablemente con Nasralla o con Tito, pero que, en todo caso, más o menos lo que quería es que uno de los dos ganara y no el oficialismo. Entonces, probablemente al ver el mensaje de Trump, efectivamente muchos votos de Nasralla, que también eran anti oficialistas, se prefirieron mover hacia Asfura”, analiza. El viernes, Trump acompañó su respaldo a Asfura con el anuncio de que Estados Unidos indultaría a Juan Orlando Hernández, ex presidente del Partido Nacional, condenado por un tribunal de Estados Unidos a 45 años de prisión por narcotráfico. Un hecho que celebró la ex primera dama, Ana García de Hernández: “Usted, presidente Trump, ha hecho justicia. Usted que también pasó por un momento de persecución, como ha pasado mi esposo. Hoy usted ha hecho justicia a un inocente”, expresó. ¿Y si gana Nasralla? A pesar de que Asfura encabezaba el conteo de votos por una mínima ventaja tras superar el 50% del escrutinio, Nasralla se declaró ganador proyectado. De ser este último el vencedor, ¿cómo serían las relaciones con Estados Unidos? “Si Nasralla resultara ser el ganador, tendrá que afinar toda su batería diplomática, que la tiene, porque al final la facción del Partido Liberal que lo acuerpa es lo que se podría llamar la derecha del antiguo Partido Liberal. Asfura tendría que hacer algo parecido porque tampoco significa que por ello está a merced y tiene que hacer lo que Trump le diga”, explica Miguel Calix Martínez, politólogo en la UNAH. “Igual los posts de Trump tuvieron un doble efecto: primero lo acercan mucho y luego lo alejan, porque revive el fantasma de Juan Orlando Hernández, que es un tema que divide la población hondureña. Si el resultado final fuera Nasralla, tendrá que aprender a trabajar con él, con la ventaja de que Nasralla no es contrario a la ideología de Trump y todo lo contrario, más bien él es de derechas”, subraya. Al cierre de esta nota, el Consejo Nacional Electoral de Honduras suspendía el conteo preliminar cuando el escrutinio estaba al 57% y mostraba un empate técnico entre Asfura y Nasralla, separados por apenas 515 votos.
Tres candidatos se disputan la Presidencia de Honduras este 30 de noviembre: Rixi Moncada, Salvador Nasralla y Tito Asfura. El politólogo hondureño Sergio Vélez nos ayuda para trazar las fortalezas y debilidades de los tres. Por Carlos Herranz, desde Tegucigalpa La candidata oficialista del Partido Libre, la abogada Rixi Moncada, es la opción de una izquierda que llegó para poner fin al bipartidismo, pero que ha caído en muchas de las inercias de sus antecesores. Moncada, un carácter fuerte que podría jugar en su contra “Rixi Moncada es una persona que tiene el conocimiento claro de la gestión de gobierno que han estado realizando. Tiene un respaldo muy fuerte por parte de la militancia de Libre. Se le ha reconocido como la gran lideresa. Es de un carácter fuerte, tiene un temple que ha llevado a saber de que es una persona de armas tomar”, explica a RFI el politólogo hondureño Sergio Vélez. Sin embargo, aunque esto puede ser “una gran fortaleza”, también podría ser “su propia debilidad, porque ante otros esa dureza que ha expresado de manera externa ha generado poca empatía con otros sectores que pueden ser de interés dentro del electorado”. Nasralla, el showman que no convence a todos Por parte del Partido Liberal está Salvador Nasralla, un showman populista que ya pactó con la izquierda hasta que su coalición explotó, y al que se suele culpar de dar bandazos ideológicos para llegar al poder. “Salvador Nasralla, bajo el criterio propio, es una persona muy carismática. Viene de un aspecto del showman, donde él sabe cómo manipular audiencias, cómo decir lo que la gente quiere escuchar”, subraya Vélez. Pero, estima el politólogo, “también se vuelve en un aspecto una desventaja. ¿Por qué? Porque para muchos, es un criterio bastante superficial, más por el hecho de que hoy puede decirte algo y mañana cambia toda la temática y cambia toda la idea, no termina de cuajar con la idea de estadista que se está esperando de alguien que va a tener la primera silla del país”. Asfura, el heredero Tito Asfura, el empresario conservador al que Donald Trump ha dado su bendición, remodeló muchas infraestructuras como alcalde de Tegucigalpa, un activo que se contrapone al lastre de haber heredado las riendas del Partido Nacional, el mismo del expresidente condenado por narcotráfico, Juan Orlando Hernández. “Asfura es una persona más reservada. Le gusta trabajar más que estar en cámara. Puede que por eso se le acuse que sea un poco parco. Vamos a la circunstancia de que él entra bajo un criterio y una sombra que no es de él. Y fue lo que pasó con Juan Orlando Hernández, ex presidente del país”, recalca Sergio Vélez. Las acusaciones de fraude reavivan los fantasmas de la noche electoral de 2017, cuando tras un apagón de energía, los nuevos resultados encumbraron al presidente Juan Orlando Hernández hacia una reelección, acompañado de un estallido social en el que murieron al menos 23 personas, según la ONU.
Confira no Morning Show desta sexta-feira (28): O ex-presidente Jair Bolsonaro teve seu salário de R$46 mil cortado pelo Partido Liberal devido à perda de direitos políticos, expondo a crise interna na sigla. Paralelamente, a PGR recomenda a prisão domiciliar para o General Augusto Heleno por diagnóstico de Alzheimer desde 2018. O Congresso Nacional impôs uma derrota esmagadora ao governo Lula após derrubar 52 vetos presidenciais da Lei do Licenciamento Ambiental. O Morning Show debate a crise institucional, a dificuldade de articulação política do Planalto e a polêmica: essa desburocratização favorece o agronegócio e o desenvolvimento, ou aumenta o risco ambiental no país? Confira a análise da bancada. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, defendeu publicamente a prisão perpétua para crimes graves no Brasil, citando o sucesso da política de segurança de El Salvador. A proposta levanta o debate sobre o endurecimento das leis para combater a reincidência, mas esbarra na Constituição, que proíbe penas perpétuas. A Polícia Civil do Rio de Janeiro analisou as fichas criminais dos 122 mortos na megaoperação "Contenção". O estudo revela que 17% dos óbitos não tinham passagem, mas a maioria tinha ligações claras com o crime organizado, incluindo fotos com fuzis. Um grupo de detentos de altíssima periculosidade fugiu pelo teto de uma penitenciária em Minas Gerais, no que já é a 19ª fuga no estado em 2025. O problema da reincidência e da falha do sistema penitenciário é agravado por um vídeo viral chocante em que um jovem distribui facas a moradores de rua. Após um ataque em Washington, o presidente Donald Trump prometeu pausar "permanentemente" a imigração de países do "terceiro mundo" aos EUA. O Morning Show discute se a medida é uma resposta legítima a uma falha de segurança do governo Biden ou uma generalização coletivista perigosa. Qual o risco para os brasileiros e outros imigrantes? Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Tres candidatos se disputan la Presidencia de Honduras este 30 de noviembre: Rixi Moncada, Salvador Nasralla y Tito Asfura. El politólogo hondureño Sergio Vélez nos ayuda para trazar las fortalezas y debilidades de los tres. Por Carlos Herranz, desde Tegucigalpa La candidata oficialista del Partido Libre, la abogada Rixi Moncada, es la opción de una izquierda que llegó para poner fin al bipartidismo, pero que ha caído en muchas de las inercias de sus antecesores. Moncada, un carácter fuerte que podría jugar en su contra “Rixi Moncada es una persona que tiene el conocimiento claro de la gestión de gobierno que han estado realizando. Tiene un respaldo muy fuerte por parte de la militancia de Libre. Se le ha reconocido como la gran lideresa. Es de un carácter fuerte, tiene un temple que ha llevado a saber de que es una persona de armas tomar”, explica a RFI el politólogo hondureño Sergio Vélez. Sin embargo, aunque esto puede ser “una gran fortaleza”, también podría ser “su propia debilidad, porque ante otros esa dureza que ha expresado de manera externa ha generado poca empatía con otros sectores que pueden ser de interés dentro del electorado”. Nasralla, el showman que no convence a todos Por parte del Partido Liberal está Salvador Nasralla, un showman populista que ya pactó con la izquierda hasta que su coalición explotó, y al que se suele culpar de dar bandazos ideológicos para llegar al poder. “Salvador Nasralla, bajo el criterio propio, es una persona muy carismática. Viene de un aspecto del showman, donde él sabe cómo manipular audiencias, cómo decir lo que la gente quiere escuchar”, subraya Vélez. Pero, estima el politólogo, “también se vuelve en un aspecto una desventaja. ¿Por qué? Porque para muchos, es un criterio bastante superficial, más por el hecho de que hoy puede decirte algo y mañana cambia toda la temática y cambia toda la idea, no termina de cuajar con la idea de estadista que se está esperando de alguien que va a tener la primera silla del país”. Asfura, el heredero Tito Asfura, el empresario conservador al que Donald Trump ha dado su bendición, remodeló muchas infraestructuras como alcalde de Tegucigalpa, un activo que se contrapone al lastre de haber heredado las riendas del Partido Nacional, el mismo del expresidente condenado por narcotráfico, Juan Orlando Hernández. “Asfura es una persona más reservada. Le gusta trabajar más que estar en cámara. Puede que por eso se le acuse que sea un poco parco. Vamos a la circunstancia de que él entra bajo un criterio y una sombra que no es de él. Y fue lo que pasó con Juan Orlando Hernández, ex presidente del país”, recalca Sergio Vélez. Las acusaciones de fraude reavivan los fantasmas de la noche electoral de 2017, cuando tras un apagón de energía, los nuevos resultados encumbraron al presidente Juan Orlando Hernández hacia una reelección, acompañado de un estallido social en el que murieron al menos 23 personas, según la ONU.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (26): A possibilidade de novos recursos para Jair Bolsonaro e outros réus no Núcleo Crucial da trama golpista divide opiniões entre juristas. O prazo para a apresentação de recursos pela defesa vai até o dia 3 de dezembro e, mesmo com o início do cumprimento da pena, os advogados ainda estudam possibilidades para a nulidade da pena. Reportagem: Matheus Dias. O presidente Lula (PT) deve sancionar nesta quarta-feira (26), o projeto de isenção do Imposto de Renda. Para o anúncio, foi organizada uma cerimônia com convidados estratégicos, incluindo os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil). O evento visa amenizar o clima de tensão recente entre o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional. Reportagem: Igor Damasceno. O secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Sandro Avelar (PSDB), concedeu entrevista exclusiva à Jovem Pan. Ele comentou sobre os protocolos adotados pelas forças de segurança para garantir a proteção dos presos condenados pela trama golpista. Entre os detentos, está o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O ministro do Turismo, Celso Sabino, deve ser expulso do União Brasil até o dia 8 de dezembro. O Conselho de Ética do partido aprovou, por unanimidade, o processo de expulsão por indisciplina do ministro, que não obedeceu às ordens do partido de deixar o governo Lula (PT). O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB), afirmou que o governo federal segue trabalhando intensamente para zerar o "tarifaço" imposto pelos Estados Unidos sobre mais produtos brasileiros. O foco da negociação agora é o setor industrial, com destaque para o segmento de calçados. Reportagem: Igor Damasceno. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) iniciou o cumprimento da pena de 27 anos e 3 meses de prisão na sede da Polícia Federal (PF), em Brasília. A pena trouxe de volta o debate entre deputados, em Brasília, para colocar em votação o PL da Anistia. Segundo o relator, Paulinho da Força (Solidariedade), ainda não há um acordo com o Partido Liberal, que defende apenas a anistia ampla, geral e irrestrita, o que não é apoiado pela maioria dos parlamentares na Câmara. O presidente Lula (PT) pode conversar com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil), para tratar sobre a indicação de Jorge Messias como novo ministro do STF. A decisão de Lula gerou insatisfação em Alcolumbre, que pediu para Lula que Rodrigo Pacheco assumisse o cargo, Reportagem: Igor Damasceno. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que fará as coisas “do jeito difícil” com a Venezuela, se for preciso. A fala ocorreu dentro do avião presidencial, ao ser questionado sobre Maduro supostamente liderar uma organização terrorista. Reportagem: Eliseu Caetano. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
La diputada Jess Wilson se convertirá en la primera mujer en liderar el Partido Liberal de Victoria tras derrotar a Brad Battin en la contienda por el liderazgo. Escucha el resumen informativo de este martes 18 de noviembre 2025.
El director del Nuevo Liberalismo denunció que la tutela es un intento de sacarlos del escenario político justo antes de las elecciones del 8 de marzo.
Partido Liberal vota a favor de abandonar as metas de emissões neutras em carbono, contudo, líder da oposição federal, Sussan Ley, afirma que a energia nuclear fará parte da política energética da coligação daqui em diante. Primeira-ministra de Vitória, Jacinta Allan, nega que as propostas mais rígidas do governo quanto ao crime sejam o resultado de uma resposta precipitada à sucessão de críticas públicas. Novo estudo da Universidade Monash revela que, tanto pessoas nascidas no estrangeiro, quanto turistas, têm dificuldade em compreender os sinais de segurança presentes nas praias australianas. Depressão Cláudia provoca estragos em várias regiões de Portugal. Conferência do Clima da ONU arrancou no início desta semana, em Belém do Pará, no Brasil – em termos práticos, em que se traduz o evento?
El primer ministro afirma que los Liberales están abandonando la acción climática porque no creen en la ciencia ni en la reducción de las facturas de energía. Escucha el resumen informativo de este jueves 13 de noviembre 2025.
El exministro Juan Fernando Cristo, líder del movimiento En Marcha, celebró recientemente la definición jurídica de su partido, confirmada tras la decisión de la Corte Constitucional de cerrar una disputa legal que se extendió por más de tres años. El partido, que ha defendido principios liberales desde su separación del Partido Liberal, se mostró "muy muy contento" con este fallo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
En Honduras, el próximo 30 de noviembre, se renovarán el Legislativo y la Presidencia. Por un lado, el oficialismo y los opositores se acusan mutuamente de preparar un fraude electoral, y por el otro, la Fiscalía le está quitando autonomía a los órganos electorales. Este ambiente, dice la misión de observación de la OEA, está desestabilizando el proceso electoral y el personal encargado corre peligro. El frágil proceso electoral en Honduras se agravó a finales de octubre con la revelación de audios en los que la consejera del órgano electoral, Cossette López, y el diputado Tomás Zambrano, traman un supuesto fraude electoral. Misión de observación de la OEA Los opositores a su vez señalan a la candidata Rixi Moncada, del partido en el poder, de buscar un fraude electoral. En esta confusión, la Fiscalía se posicionó del lado de la presidenta Xiomara Castro, lo que preocupa a la misión de observación de la Organización de Estados Americanos (OEA). La misión será clave en este proceso electoral, considera Ana María Méndez-Dardón, directora para Centroamérica de la Oficina en Washington para Asuntos Latinoamericanos (WOLA): “Es bueno que al menos la misión de observación electoral de la OEA ya esté en el país. Puede jugar un rol importante en que, si sigue a tan pocos días de las elecciones habiendo falta de consensos dentro del Consejo Nacional Electoral (CNE), pueden instar a que ellos puedan ser como una especie de mediadores para desentrampar todas las cuestiones administrativas”. “En última instancia, ¿utilizar el Consejo Permanente, como se hizo en el caso de Guatemala, no? Que al final fue lo que logró que hubiese una transición pacífica para la toma de posesión de Bernardo Arévalo”, agrega. Amenazas al proceso La misión de la OEA, que lidera el excanciller paraguayo Eladio Loizaga, llamó a la justicia hondureña a garantizar “la seguridad de todos los funcionarios electorales contra cualquier persecución derivada de sus funciones”, una acción que sería difícil de cumplir, estima Méndez-Dardón, por vicios al interior de las instituciones hondureñas. “Hay entre siete y 10 denuncias activas en el Ministerio Público que tienen que ver con el proceso electoral. Unas son contra consejeras del Consejo Nacional Electoral, otras son contra incluso miembros de las Fuerzas Armadas. Entonces es delicado, digamos, que estas denuncias puedan avanzar y que en algún momento puedan incluso entorpecer el proceso”, explica. “Otra amenaza es el mismo Congreso Nacional: la Comisión Permanente del Congreso Nacional tendría un rol activo, lo cual anula un poco ese rol rector y garante que tiene el CNE. Entonces, son muchas las amenazas, pero yo creo que sí hay herramientas diplomáticas, tanto técnicas, por medio de las misiones, pero también políticas, por medio de otros órganos multilaterales”, subraya asimismo. Según las encuestas, hay un empate técnico entre tres candidatos: Rixi Moncada, del oficialismo, Salvador Nasralla, del Partido Liberal, y Nasry Asfura, del Partido Nacional.
En Honduras, el próximo 30 de noviembre, se renovarán el Legislativo y la Presidencia. Por un lado, el oficialismo y los opositores se acusan mutuamente de preparar un fraude electoral, y por el otro, la Fiscalía le está quitando autonomía a los órganos electorales. Este ambiente, dice la misión de observación de la OEA, está desestabilizando el proceso electoral y el personal encargado corre peligro. El frágil proceso electoral en Honduras se agravó a finales de octubre con la revelación de audios en los que la consejera del órgano electoral, Cossette López, y el diputado Tomás Zambrano, traman un supuesto fraude electoral. Misión de observación de la OEA Los opositores a su vez señalan a la candidata Rixi Moncada, del partido en el poder, de buscar un fraude electoral. En esta confusión, la Fiscalía se posicionó del lado de la presidenta Xiomara Castro, lo que preocupa a la misión de observación de la Organización de Estados Americanos (OEA). La misión será clave en este proceso electoral, considera Ana María Méndez-Dardón, directora para Centroamérica de la Oficina en Washington para Asuntos Latinoamericanos (WOLA): “Es bueno que al menos la misión de observación electoral de la OEA ya esté en el país. Puede jugar un rol importante en que, si sigue a tan pocos días de las elecciones habiendo falta de consensos dentro del Consejo Nacional Electoral (CNE), pueden instar a que ellos puedan ser como una especie de mediadores para desentrampar todas las cuestiones administrativas”. “En última instancia, ¿utilizar el Consejo Permanente, como se hizo en el caso de Guatemala, no? Que al final fue lo que logró que hubiese una transición pacífica para la toma de posesión de Bernardo Arévalo”, agrega. Amenazas al proceso La misión de la OEA, que lidera el excanciller paraguayo Eladio Loizaga, llamó a la justicia hondureña a garantizar “la seguridad de todos los funcionarios electorales contra cualquier persecución derivada de sus funciones”, una acción que sería difícil de cumplir, estima Méndez-Dardón, por vicios al interior de las instituciones hondureñas. “Hay entre siete y 10 denuncias activas en el Ministerio Público que tienen que ver con el proceso electoral. Unas son contra consejeras del Consejo Nacional Electoral, otras son contra incluso miembros de las Fuerzas Armadas. Entonces es delicado, digamos, que estas denuncias puedan avanzar y que en algún momento puedan incluso entorpecer el proceso”, explica. “Otra amenaza es el mismo Congreso Nacional: la Comisión Permanente del Congreso Nacional tendría un rol activo, lo cual anula un poco ese rol rector y garante que tiene el CNE. Entonces, son muchas las amenazas, pero yo creo que sí hay herramientas diplomáticas, tanto técnicas, por medio de las misiones, pero también políticas, por medio de otros órganos multilaterales”, subraya asimismo. Según las encuestas, hay un empate técnico entre tres candidatos: Rixi Moncada, del oficialismo, Salvador Nasralla, del Partido Liberal, y Nasry Asfura, del Partido Nacional.
El representante a la Cámara aseguró que el partido liberal está “esquizofrénico” sin una dirección clara sobre la política de la bancada.
No Brasil, STF condena Jair Bolsonaro a 27 anos de prisão. Albanese ganha apoio de países do Pacífico para a região sediar a próxima COP. Demência já é a maior causa de mortes na Austrália. Jacinta Price perde espaço no Partido Liberal depois dos comentários sobre indianos.
Los congresistas Juan Carlos Losada, del Partido Liberal, y Alirio Barrera, del Centro Democrático, pasaron por los micrófonos de La W.
En esta entrevista, el precandidato presidencial por el Partido Liberal, Mauricio Gómez Amin, comparte su visión sobre los retos que enfrenta Colombia bajo el gobierno de Gustavo Petro. Con una trayectoria política que abarca desde edil hasta senador, Gómez Amin critica la reforma tributaria y la gestión del gasto público, señalando que la clase media es la más afectada. Destaca la importancia de la austeridad en el gasto estatal y la necesidad de un diálogo efectivo con las regiones. Además, aborda la crisis en el sistema de salud y la educación, proponiendo soluciones para mejorar la situación actual. Con un enfoque en la unidad del Partido Liberal y la defensa de la democracia, Gómez Amin se posiciona como una voz crítica en la política colombiana. Escucha sus propuestas y reflexiones sobre el futuro del país.
Este 1 de septiembre empezó el período de campaña electoral en Honduras, rumbo a las elecciones generales del próximo 30 de noviembre. De los 10 millones de habitantes que tiene el país centroamericano, más de seis millones podrán ejercer el sufragio. Arrancó oficialmente este lunes en Honduras la campaña electoral, con cinco candidatos que intentarán romper la polarización política y social que existe actualmente entre el Gobierno y las fuerzas de la oposición. Los partidos de oposición encabezan las encuestas “Estando en su cuarto año de mandato, en el país se debate entre votar a favor de la continuidad del proyecto de Libertad y Refundación, encabezado por la candidata oficialista Rixi Moncada, versus los contendores principales que son Salvador Nasralla, del Partido Liberal, y Nasry Asfura, del Partido Nacional”, explica a RFI Miguel Calix Martínez, licenciado en Ciencias Jurídicas. “Según diversas encuestas, el señor Nasralla podría estar ocupando la preferencia en este momento, con la cercanía del candidato Asfura, del Partido Nacional, ambos de oposición, aunque la candidata oficialista y la campaña oficialista cuestionan los resultados de estas encuestas. Son cinco partidos los que compiten, pero con verdaderas oportunidades de disputar el poder son tres: el Partido Liberal, el Partido Nacional y el Partido Libertad y Refundación, en ese orden según las simpatías en las encuestas”, precisa el analista político. Promesas incumplidas Los ciudadanos hondureños esperan que los candidatos presenten planes realistas para enfrentar los enormes desafíos económicos, sociales y de seguridad, a pesar de los profundos cambios implementados por la mandataria Xiomara Castro, que en apenas tres años y medio de gestión no aprobó en estos temas. En cuanto a “la lucha anticorrupción, existe una percepción generalizada de que el Gobierno actual ha mantenido prácticas nepóticas y corruptas de gobiernos anteriores y no se ha distinguido. No cumplió con una promesa que era instalar una comisión internacional contra la impunidad, similar a la que había en Guatemala. También tuvo poca eficacia en la ejecución del gasto y hubo incumplimiento de promesas en materia de salud, principalmente”, subraya Miguel Calix Martínez. Gran masa de indecisos A pesar de la escasez de candidatos, la pugna presidencial se presenta muy abierta debido a una gran masa de indecisos que solo decidirán su voto según se desarrolle esta campaña, indica asimismo: “Más del 50% de la población, entre el 50 y 55%, no manifiesta tener simpatía por ningún partido político. Aquí las llamamos ‘las personas independientes', las personas que van a dar su voto según lo que pasa en estos últimos tres meses de campaña”. Más de seis millones de hondureños están convocados a elegir dentro de 86 días al nuevo mandatario presidencial, 298 alcaldes, 128 diputados al Congreso Nacional y 20 representantes al Parlamento Centroamericano.
La propuesta de ley de financiamiento del gobierno, que aspira a recolectar 26.3 billones de pesos, ha encendido el debate en el Congreso de Colombia. Con visiones radicalmente opuestas, la representante María del Mar Pizarro, del Pacto Histórico, y el senador Mauricio Gómez Amín, del Partido Liberal, miembros ambos de la Comisión Tercera, expusieron sus argumentos a favor y en contra de la iniciativa, revelando la profunda polarización que rodea uno de los proyectos económicos más importantes del actual periodo legislativo. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Este 1 de septiembre empezó el período de campaña electoral en Honduras, rumbo a las elecciones generales del próximo 30 de noviembre. De los 10 millones de habitantes que tiene el país centroamericano, más de seis millones podrán ejercer el sufragio. Arrancó oficialmente este lunes en Honduras la campaña electoral, con cinco candidatos que intentarán romper la polarización política y social que existe actualmente entre el Gobierno y las fuerzas de la oposición. Los partidos de oposición encabezan las encuestas “Estando en su cuarto año de mandato, en el país se debate entre votar a favor de la continuidad del proyecto de Libertad y Refundación, encabezado por la candidata oficialista Rixi Moncada, versus los contendores principales que son Salvador Nasralla, del Partido Liberal, y Nasry Asfura, del Partido Nacional”, explica a RFI Miguel Calix Martínez, licenciado en Ciencias Jurídicas. “Según diversas encuestas, el señor Nasralla podría estar ocupando la preferencia en este momento, con la cercanía del candidato Asfura, del Partido Nacional, ambos de oposición, aunque la candidata oficialista y la campaña oficialista cuestionan los resultados de estas encuestas. Son cinco partidos los que compiten, pero con verdaderas oportunidades de disputar el poder son tres: el Partido Liberal, el Partido Nacional y el Partido Libertad y Refundación, en ese orden según las simpatías en las encuestas”, precisa el analista político. Promesas incumplidas Los ciudadanos hondureños esperan que los candidatos presenten planes realistas para enfrentar los enormes desafíos económicos, sociales y de seguridad, a pesar de los profundos cambios implementados por la mandataria Xiomara Castro, que en apenas tres años y medio de gestión no aprobó en estos temas. En cuanto a “la lucha anticorrupción, existe una percepción generalizada de que el Gobierno actual ha mantenido prácticas nepóticas y corruptas de gobiernos anteriores y no se ha distinguido. No cumplió con una promesa que era instalar una comisión internacional contra la impunidad, similar a la que había en Guatemala. También tuvo poca eficacia en la ejecución del gasto y hubo incumplimiento de promesas en materia de salud, principalmente”, subraya Miguel Calix Martínez. Gran masa de indecisos A pesar de la escasez de candidatos, la pugna presidencial se presenta muy abierta debido a una gran masa de indecisos que solo decidirán su voto según se desarrolle esta campaña, indica asimismo: “Más del 50% de la población, entre el 50 y 55%, no manifiesta tener simpatía por ningún partido político. Aquí las llamamos ‘las personas independientes', las personas que van a dar su voto según lo que pasa en estos últimos tres meses de campaña”. Más de seis millones de hondureños están convocados a elegir dentro de 86 días al nuevo mandatario presidencial, 298 alcaldes, 128 diputados al Congreso Nacional y 20 representantes al Parlamento Centroamericano.
O convidado do programa Pânico dessa quarta-feira (11) é Rafael Satiê.Rafael Satiê é um exemplo vivo de superação e inspiração. Nascido no Rio de Janeiro, criado entre o Complexo do Lins e o Jacarezinho, ele venceu as dificuldades da infância humilde para se tornar uma referência politica e cultural. Aos 37 anos, Satiê foi eleito vereador pelo Partido Liberal, conquistando 13.582 votos em 2024. Pastor evangélico, escritor e defensor fervoroso do capitalismo, Satiê é reconhecido como um dos únicos autores negros e conservadores a explorar o impacto positivo do modelo econômico em comunidades. Seu livro "O Capitalismo e a Favela", retrata como o trabalho árduo e a mudança de mentalidade podem transformar realidades.Inspirado por Jair Bolsonaro, Martin Luther King e figuras históricas como Machado de Assis, Rafael personifica valores conservadores, como patriotismo, meritocracia e fé. Ele defende a representatividade de um Brasil que não se identifica com a narrativa tradicional atribuída às comunidades pela esquerda. Sua trajetória profissional é marcada por esforços em múltiplas áreas, desde auxiliar de pedreiro até conselheiro de negócios na Associação Comercial do Rio de Janeiro. Hoje, como vereador, Satiê luta por justiça social, segurança pública e fortalecimento da familia, sempre com um olhar prático e “sem mimimi”.Redes Sociais:Instagram: https://www.instagram.com/rafaelsatie/
El senador del Partido Liberal, Dan Tehan, se retira de la contienda como candidato a líder de la oposición. El primer ministro australiano da la bienvenida al recién elegido Papa León XIV. Escucha estas y otras noticias importantes del día.
Mark Carney, do Partido Liberal, conquistou nas urnas o direito de seguir como primeiro-ministro do Canadá, num pleito que teve quantidade recorde de votantes. A vitória de Carney consolida uma reviravolta no cenário político do país – até janeiro deste ano, as pesquisas apontavam favoritismo de até 80% para a oposição. Na linha do tempo eleitoral canadense, o ponto de inversão é claro: a posse de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos, em janeiro. “Ele foi o anti-cabo eleitoral”, resume Maurício Moura, professor da Universidade George Washington, com quem Natuza Nery conversa neste episódio. Assim que assumiu o cargo, Trump disparou uma série de provocações ao país vizinho, entre elas a ameaça de anexar o Canadá como o 51º estado americano. E mudou o foco da eleição. As críticas ao ex-primeiro-ministro Justin Trudeau foram suplantadas pelo discurso anti-Trump adotado por Carney – sucessor de Trudeau, que renunciou em março para evitar que o Partido Liberal perdesse o controle do Parlamento. A eleição no Canadá, explica Maurício Moura, é o ápice do “efeito Trump” até aqui: líderes que rivalizam com o americano vêm sua popularidade aumentar mundo afora.
O Partido Liberal venceu as eleições do Canadá nesta segunda-feira. A sigla é a do atual primeiro-ministro do país, Mark Carney. Assim, os liberais se mantiveram no poder, mas formam minoria no governo.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. “Marcos Alexandre e José Thomaz, se tornaram Antagonistas de carteirinha e aproveitaram a promoção exclusiva para novas assinaturas de 2 anos. Estamos nos últimos dias da campanha com 30% de desconto com acesso integral ao conteúdo de O Antagonista e da Crusoé em uma navegação livre de anúncios invasivos. Apoie o jornalismo independente. Assine agora.” meio-dia ( https://bit.ly/promo2anos-meiodia) Desconto de 30% aplicado sobre os valores vigentes do Combo anual | Promoção não cumulativa com outras campanhas vigentes.