POPULARITY
Categories
Hablamos con los astrofísicos Javier Armentia y Eva Villaver tras la experiencia del eclipse total de Sol. Analizamos qué hace tan especial un eclipse, reflexionamos sobre la capacidad de la ciencia para predecir estos acontecimientos con precisión y destacamos cómo este tipo de eventos despiertan la curiosidad, acercan la astronomía al gran público y pueden inspirar nuevas vocaciones científicas.
¿Tu mente está confinada al cerebro o puede ir más allá del espacio y el tiempo? En este episodio del podcast, la catedrática de Física Atómica y Astrofísica, María Victoria, nos lleva a un viaje fascinante que desafía los límites del pensamiento convencional.Esta conversación explora la profunda brecha que vivimos como sociedad: la desconexión de nuestra esencia. Mientras la tecnología avanza a pasos agigantados con la inteligencia artificial y las redes sociales, la humanidad enfrenta una crisis de atención y significado. Estamos en un punto de inflexión donde el desarrollo tecnológico parece estar desprovisto de "alma", llevándonos hacia un camino donde podríamos perder nuestra humanidad.Publi: Deja de esperar permiso para construir algo. Solo energía de protagonista. Prueba gratuita en http://Shopify.comEL LIBRO de La Fórmula del éxito. Aqui lo puedes conseguir
Tras el eclipse solar total que vivimos ayer en una gran parte de nuestro país, el 'Vas por ahí oliendo a verano' continúa la estela del evento. Nuestra compañera Elisa Leiva habla con el astrofísico Alejandro Sánchez de Miguel, para hacer balance de cómo se vivió ayer el eclipse. Escuchar audio
El programa informa sobre el terremoto en Colombia, que deja al menos 240 muertos y casi 2600 heridos, con cifras que varían. En España, se aproxima el primer eclipse total de sol en más de 100 años; Sanidad emite una guía médica con advertencias sobre el uso de gafas homologadas para evitar daños oculares irreversibles. Se exploran los mitos y la subdirectora del Instituto de Astrofísica de Canarias, Eva Villaver, explica su importancia científica. Además, se sigue la evolución desfavorable de los incendios forestales en Riglos (Huesca), con 4200 hectáreas afectadas y ocho pueblos desalojados, y en Niebla (Huelva), donde 25.000 hectáreas han ardido y 700 personas no regresan a sus hogares. Marta García consigue la medalla de plata en los 5000 metros femeninos en los Europeos de Atletismo de Birmingham. El historiador José Luis Corral detalla la expulsión de los judíos de España en 1492 por los Reyes Católicos, explicando las persecuciones, las causas religiosas y económicas, y la ...
Entrevista a Eva Villaver, subdirectora del Instituto de Astrofísica de Canarias
Comenzamos nuestro programa especial en directo desde Coto Bello con Juan Carlos Iglesias García, alcalde, para conocer la actualidad municipal. Después hablaremos de divulgación científica con Isaías Gonzalo y Miguel Gonzalo. A continuación nos acercaremos al yoga de la mano de Chusa Cuendias. Seguidamente conoceremos más sobre el cielo y las Perseidas con Sara Rodríguez, doctora en Astrofísica por la Universidad de Oviedo. Para terminar, Marcos Calleja, guía de montaña de Jarascada, nos acompañará en un taller astronómico especial dedicado a las Perseidas.
Entrevista a Eva Villaver, subdirectora del Instituto de Astrofísica de CanariasConviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/mas-noticias--4412383/support.ESCUCHAR RADIO
Contagem decrescente para o eclipse total do Sol, esta quarta-feira, 12 de Agosto. O fenómeno acontece quando a Lua passa exactamente entre a Terra e o Sol e projecta a sua sombra sobre a superfície terrestre. Em Portugal, será um eclipse parcial muito profundo, com mais de 90% do disco solar tapado pela Lua em todo o território. A totalidade será visível apenas numa pequena zona do Norte, a norte de Bragança, no Parque Natural de Montesinho. Em entrevista à RFI, Pedro Mota Machado, astrofísico do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço, ligado à Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, e Comissário Nacional para o Eclipse Solar 2026, explica que a raridade do fenómeno está na precisão do alinhamento entre a Lua, a Terra e o Sol. “Como a Lua é relativamente pequena comparada com a Terra e com o Sol, este cone de sombra tem um diâmetro de à volta de 300 quilómetros”, explica o astrofísico. É essa faixa estreita que define onde é possível assistir ao eclipse total. Fora dela, o eclipse é parcial, ainda que muito profundo. Durante o eclipse total a Lua bloqueia completamente a fotosfera, a camada visível do Sol, permitindo a observação da coroa solar, uma região muito menos luminosa que se estende em torno da estrela, “só é passível de ser vista durante um eclipse total do Sol”, sublinha Pedro Mota Machado. A discrepância entre a temperatura da superfície e a da coroa continua a ser uma das questões em aberto da ciência solar. O eclipse total constitui, por isso, não apenas um espectáculo para o público, mas também uma oportunidade para a ciência. A experiência pode ser impressionante, mas exige cuidados. Observar o Sol sem a protecção adequada pode provocar lesões permanentes na visão. A observação do eclipse deve ser feita com óculos próprios, com filtros certificados. Óculos de sol convencionais, mesmo muito escuros, não protegem os olhos da radiação solar. Também não devem ser utilizadas radiografias antigas, CDs, DVDs ou vidros fumados. Binóculos e telescópios só podem ser usados com filtros solares adequados e sob condições de observação seguras. O perigo é particularmente elevado porque a retina não possui receptores de dor. “Nós não nos apercebemos logo que estamos a danificar os nossos olhos”, alerta o cientista. É também, por isso, que o momento de retirar os óculos exige cuidado: primeiro deve desviar-se o olhar do Sol e só depois retirar a protecção. Para as crianças mais pequenas, Pedro Mota Machado recomenda uma alternativa simples: a projecção por “câmara de buraco de agulha”. Um pequeno orifício numa cartolina ou caixa de cartão permite projectar a imagem do Sol numa superfície, possibilitando acompanhar a evolução do eclipse sem olhar directamente para o astro. Em Portugal, em Bragança espera-se uma concentração particularmente elevada de espectadores. O aeródromo da cidade será palco de um programa dedicado ao eclipse, num território que deverá receber “muitos milhares de pessoas” atraídas pelo fenómeno. Há meses que as entidades locais se preparam para a chegada de visitantes. Mas o eclipse não é o único acontecimento astronómico do dia. Antes do nascer do Sol, será possível observar um alinhamento de vários planetas, incluindo Mercúrio, Vénus, Júpiter, Saturno e Marte. Com binóculos ou telescópios adequados, poderão ainda ser observados Urano e Neptuno. E, já durante a noite, depois do eclipse, o céu reserva outro espectáculo: uma chuva de meteoros, das Perseidas. Para quem ainda hesita em sair de casa ou procurar um local com boa visibilidade, Pedro Mota Machado recorda um eclipse profundo que observou no Texas, nos Estados Unidos. Diz esquecer-se de muitas coisas, mas “Eu nunca me esqueço do eclipse que tive a sorte de observar no Texas”. “É tão especial que deixa memórias inesquecíveis”.
Citações e trechos do livro “The Way of Rest”, de Jeff Foster.Jeff Foster (nascido em 1980), é um autor, palestrante e professor da filosofia Advaita (não-dualidade).Nascido em Londres (Inglaterra), Foster estudou Astrofísica na Universidade de Cambridge. Na época, ele foi dominado por sentimentos de desespero e solidão, o que acabou levando a uma doença física e um colapso pessoal logo após a formatura.Convencido de que iria morrer, Foster voltou a morar com seus pais. Após um longo período de depressão, ele embarcou em uma intensa busca espiritual pela verdade suprema da existência. Sua busca desabou com o claro reconhecimento da natureza não dual de todas as coisas, a descoberta do extraordinário no ordinário. Na clareza dessa visão, Foster reconheceu a raiz da ilusão por trás de todo sofrimento humano, e sua vida tornou-se aberta, íntima e espontânea, um constante amor pelo momento presente.Atualmente Jeff Foster realiza reuniões e retiros em todo o mundo.Baseando-se em sua experiência pessoal e na sabedoria milenar da não-dualidade, Foster compartilha através de uma linguagem simples a possibilidade de que toda a busca e anseio da mente pode chegar a um fim absoluto, através do desaparecimento da sensação de ser um indivíduo separado e um mergulho no amor incondicional.
Las pautas fundamentales, las ubicaciones idóneas y algunos consejos clave para disfrutar este fenómeno que no se observaba en España desde 1959. En este nuevo episodio de El Placer de Viajar, el podcast viajero de Libertad Digital y esRadio presentado por Carmelo Jordá y Kelu Robles, se aborda un acontecimiento astronómico y turístico sin precedentes en España: el próximo trio de eclipses que se producirá entre los años 2026 y 2028, con especial atención al que llegará en sólo unos pocos días, el próximo 12 de agosto. Para profundizar en este fenómeno, los presentadores entrevistan a Alejandro Sánchez de Miguel, investigador del Instituto de Astrofísica de Andalucía y célebre cazador de eclipses. El científico acaba de publicar el libro Los Eclipses de Sol, editado por Catarata y el CSIC, donde vuelca su dilatada experiencia persiguiendo la sombra de la Luna por todo el mundo. El plato fuerte de este ciclo astronómico llegará el 12 de agosto de 2026 a las 20:30. En ese momento, España vivirá un eclipse solar total, el primero visible en la península ibérica desde 1912 y en territorio nacional desde 1959. La importancia de este evento es máxima, ya que la península será el único lugar habitado del planeta desde donde se podrá contemplar la totalidad en su máximo esplendor. Tras este histórico suceso, los años 2027 y 2028 traerán nuevos eclipses, rompiendo más de un siglo de sequía de estos fenómenos en nuestro país. Sánchez de Miguel explica que un eclipse total de sol ocurre cuando la Tierra, la Luna y el Sol se alinean de manera perfecta, permitiendo que la Luna oculte por completo el disco solar. Debido a la órbita elíptica de nuestro satélite, a veces no se cubre el Sol por completo, dando lugar a un eclipse anular, como el que se observó en España en el año 2005. Para ilustrar la diferencia con los eclipses parciales, el astrónomo recurre a una brillante metáfora musical: un eclipse parcial es como escuchar música a lo lejos, uno anular es como tararearla y un eclipse total es un concierto en vivo con luces, sonido y una atmósfera completamente envolvente.Cazando eclipses desde 1999 El investigador detalla su experiencia como cazador de eclipses, una pasión que comenzó en 1999 en Austria cuando apenas tenía 20 años. Desde entonces, ha acumulado más de 17 minutos bajo la sombra de la Luna en lugares tan diversos como el desierto de Libia, Australia o Chile. Sánchez de Miguel resalta la magia de observar la corona solar, algo que la tecnología actual sigue sin poder capturar con fidelidad. Ninguna cámara fotográfica puede igualar la capacidad de adaptación del ojo humano, que es capaz de procesar simultáneamente zonas muy brillantes y áreas de extrema oscuridad en tiempo real. Además de la belleza visual, el científico destaca el valor de investigación de estos fenómenos, especialmente sobre el comportamiento de los animales y la contaminación lumínica. Durante la totalidad, la temperatura desciende de golpe y la luz disminuye de forma drástica en pocos segundos, provocando que las aves caigan al suelo desorientadas, los perros ladren o los cisnes se vayan a dormir. Estos cambios repentinos permiten estudiar el impacto de la oscuridad artificial, un asunto crucial ante la inminente proliferación de megaconstelaciones de satélites artificiales en el espacio.Qué pasará (y qué hay que hacer) este día 12 La denominada franja de totalidad del eclipse de 2026 cruzará España de noroeste a sureste, abarcando ciudades como Coruña, Oviedo, Santander, León, Burgos, Zaragoza y Teruel. Curiosamente, aunque Madrid capital quedará fuera de la zona de oscuridad total por apenas unos kilómetros, el municipio de Madrid sí experimentará la totalidad, concretamente en el aeropuerto de Barajas. Sánchez de Miguel aconseja situarse bien dentro de esta franja y evitar los bordes para disfrutar de una mayor duración de la fase total, que puede oscilar entre unos pocos segundos y varios minutos. A la hora de planificar el viaje, la meteorología será el factor clave. Al producirse a finales de la tarde en un mes de agosto, existe riesgo de tormentas en las zonas de montaña y de nieblas en el norte. Por ello, el astrónomo recomienda buscar zonas llanas y despejadas como las provincias de Palencia, Burgos, La Rioja, Zaragoza o Teruel. Asimismo, advierte de la necesidad de evitar los desplazamientos de última hora, ya que las carreteras y las infraestructuras de la España vaciada podrían colapsar ante la llegada masiva de millones de visitantes de todo el mundo. Por último, el experto incide en la importancia de la seguridad ocular y aconseja adquirir ya mismo las gafas de eclipse homologadas, puesto que la demanda crecerá exponencialmente a medida que se acerque la fecha. Mirar al Sol de forma directa sin la protección adecuada puede provocar daños oculares irreparables. También existen métodos indirectos de observación muy seguros y creativos. Paradójicamente, las zonas donde el eclipse no sea total correrán un mayor peligro, ya que la población podría intentar mirar al Sol desprotegida, algo que nunca debe hacerse bajo ningún concepto.
Esta vez nos hemos metido en la charca hasta el fondo, espero que no nos metan mucha caña por atrevernos. Patreon: https://www.patreon.com/estamosalmando Telegram: https://t.me/estamosalmandooficial Twitch: https://www.twitch.tv/estamosalmando Youtube: https://www.youtube.com/@estamosalmando7464 Twitter: @estamosalmando Paypal: Estamosalmandopodcast@gmail.com
Faltan diez días para el "Dia E". E de Eclipse. Y por eso hemos invitado a nuestra reserva a tres expertos, que esperan con emoción al suceso estelar más espectacular de las últimas décadas. Un eclipse que tendrá lugar el próximo 12 de agosto, alrededor de las ocho y media de la tarde, y que podrá verse en una gran franja del territorio español, desde Galicia hasta Baleares.El director del Observatorio Astronómico Nacional, Rafael Bachiller, nos cuenta qué supone este fenómeno estelar y la mejor forma de vivirlo. Luisa Valdivielso, del Centro de Estudios de Física del Cosmos de Aragón, y Ana María Ulla, catedrática de Astronomía y Astrofísica de la Universidad de Vigo, nos acercan a algunos puntos de observación.Escuchar audio
Hoy hable con el genio de Moca, Luis Balbino. Hablamos de física, del tiempo, política, y como la deuda es impagable.
Este domingo 19 de julio, casi toda España estará mirando hacia una pantalla para ver jugar a la Selección Masculina de Fútbol la final del Mundial. En menos de un mes, otro evento tendrá también el efecto de unir a casi todo el país, pero será mirando a un lugar muy distinto: el cielo. El miércoles 12 de agosto, hacia las 8 de la tarde, empezará el primer eclipse total de Sol visible desde la Península Ibérica en más de un siglo. Se podrá ver otro en el sur en 2027 y otro anular en 2028, pero lo que tiene de especial el de este verano es que su franja de totalidad abarca muchos lugares. De oeste a este, desde Coruña hasta Palma, pasará por Oviedo, León, Zaragoza o Valencia, y por muchísimos pueblos y ciudades de la España vaciada. Apenas quedan hoteles libres y los precios y eventos se han disparado. A lo largo de los siglos, un eclipse ha servido para realizar mediciones astronómicas, para despertar vocaciones científicas, o incluso para demostrar la Teoría de la Relatividad. En 2026, la principal función de un fenómeno como este es vivir una experiencia colectiva. Este ‘podcast’ es una conversación entre Eva Villaver, subdirectora del Instituto de Astrofísica de Canarias y miembro de la Comisión Nacional de Eclipses, y Pampa García Molina, periodista científica directora del Science Media Center. CRÉDITOS Realiza: Belén Remacha Diseño de sonido: Nacho Taboada y Oskar Bogdanowicz Coordina: José Juan Morales Dirige: Ana Alonso Mapa de sitios donde ver el eclipse total de Sol: EL PAÍS recopila más de 350 puntos de observación oficiales
Los avances científicos y tecnológicos de los últimos años en astronomía y la participación española en todos ellos centran la 17ª Reunión Científica de la Sociedad Española de Astronomía (SEA) que esta semana se celebra en Tarragona. Un encuentro que combina ciencia y divulgación con actividades abiertas al público y espacios dedicados a la relación entre astronomía, cultura y sociedad. En "Más cerca" (Radio 5) hemos hablado con José Manuel Vílchez, investigador del Instituto de Astrofísica de Andalucía (CSIC), vicepresidente de la SEA y uno de los organizadores del encuentro. Escuchar audio
Los avances científicos y tecnológicos de los últimos años en astronomía y la participación española en todos ellos centran la 17ª Reunión Científica de la Sociedad Española de Astronomía (SEA) que esta semana se celebra en Tarragona. Un encuentro que combina ciencia y divulgación con actividades abiertas al público y espacios dedicados a la relación entre astronomía, cultura y sociedad. En "Más cerca" (Radio 5) hemos hablado con José Manuel Vílchez, investigador del Instituto de Astrofísica de Andalucía (CSIC), vicepresidente de la SEA y uno de los organizadores del encuentro. Escuchar audio
En esta entrega, recuperamos la vida y la obra de un físico teórico francés muy activo en los años treinta del siglo pasado, cercano a los grandes debates de la física cuántica europea, militante político antifascista y comunista, que había quedado prácticamente en el olvido. Se trata de Jacques Solomon. Esto es posible gracias a las investigaciones de la física e historiadora colombiana Martha Cecilia Bustamante de la Ossa. Astrofísica e investigadora colombiana, nacida en Calarcá, Quindío, Martha Cecilia Bustamante de la Ossa ha dedicado décadas al estudio de la historia de la ciencia, en especial a los orígenes de la teoría cuántica en Francia. Su trabajo ha sido reconocido por la Academia de Ciencias de Francia gracias a su libro "En los albores de la teoría cuántica" y acaba de publicar en francés una obra monumental, tanto por su amplitud como por la relevancia de sus hallazgos: "Jacques Solomon. El destino trágico de un físico comprometido. Una maleta de manuscritos en la clandestinidad." Una biografía científica, intelectual y política de este físico comunista francés fusilado durante la Segunda Guerra Mundial. Una maleta "impactante" "Es un personaje bastante olvidado en la historia política y científica en Francia. Pero yo tuve la oportunidad de empezar a conocerlo cuando me encontré con su familia. Entrevisté a su esposa, Hélène, la hija del físico Paul Langevin, amigo privado de Einstein y a otros miembros de su familia", cuenta la autora. Estos archivos circularon hasta llegar a la sobrina nieta de Hélène Langevin-Joliot, esposa de Jacques Solomon. Fue quien le confió tres cajas con documentos inéditos, con una maleta muy "impactante". Estaba llena de documentos que "él produjo en la clandestinidad entre 1940 y 1942, cuando estaba organizando la resistencia universitaria y siempre iba con su una maleta con los documentos que iba trabajando. Esto me sorprendió muchísimo porque era un militante comunista, pero al mismo tiempo no dejó de ser investigador", recuerda la científica colombiana, que tardó 30 años en darle forma a este trabajo. La maleta muestra que Solomon investigaba temas especialmente relacionados con las matemáticas "porque él quería corregir ciertos problemas de teoría cuántica, la teoría cuántica relativista. Y él estaba haciéndose muchas preguntas sobre la cuantificación de la relatividad. Entonces él exploraba matemáticamente eso y también trabajó en física nuclear." Un científico que se quedó sin ecuación Si bien no hay una ecuación Solomon o una teoría Solomon, Martha Cecilia Bustamante recuerda que son los cuestionamientos que planteó los que destacan. Por ejemplo, "fue uno de los pocos que durante los años 30 se hizo preguntas sobre la posibilidad de cuantificar la gravitación." Si el científico y militante comunista quedó relegado, es porque murió muy joven y no le dio tiempo de cimentar una teoría o una ecuación que hubiera pasado a la historia. Su compromiso político no ayudó tampoco, según Bustamante de la Ossa. Es muy reveladora la amistad que tuvo con el profesor de filosofía Georges Politzer, "con el que se sentía muy identificado porque además tenían como lugares comunes, eran ambos judíos y originarios de Europa Central o del Este, Hungría y Rumanía." Al conocerlo, Politzer ya era miembro del partido Comunista y es así como Solomon pudo integrarlo. Lo que influenció también su manera de pensar la física, es decir, a la luz del materialismo dialéctico, el marco intelectual comunista. Fueron precisamente sus amigos comunistas que recuperaron estos archivos y los conservaron cuando fue capturado y fusilado por los nazis en 1942. Judío y antifascista, fue arrestado por las "Brigadas especiales" que perseguían a los militantes comunistas tras haber sido denunciado. "Destino trágico" de Jacques Solomon, hijo de un padre que huyó del antisemitismo en Rumanía y que siguió investigando "hasta el final" Unos 84 años después de su asesinato, hay que leer esta biografía como una crónica de nuestra época, que ha reanudado con "la gramática de los años 30". "Es muy importante mostrar eso y mostrar hasta dónde nos puede llevar la guerra. Fue trágico en la época de Solomon y es trágico para nosotros." #EscalaenParís también está en las redes sociales Un programa coordinado por Florencia Valdés, Julia Courtois, realizado por Hadrien Toureaud y Stéphane Défossez.
En esta entrega, recuperamos la vida y la obra de un físico teórico francés muy activo en los años treinta del siglo pasado, cercano a los grandes debates de la física cuántica europea, militante político antifascista y comunista, que había quedado prácticamente en el olvido. Se trata de Jacques Solomon. Esto es posible gracias a las investigaciones de la física e historiadora colombiana Martha Cecilia Bustamante de la Ossa. Astrofísica e investigadora colombiana, nacida en Calarcá, Quindío, Martha Cecilia Bustamante de la Ossa ha dedicado décadas al estudio de la historia de la ciencia, en especial a los orígenes de la teoría cuántica en Francia. Su trabajo ha sido reconocido por la Academia de Ciencias de Francia gracias a su libro "En los albores de la teoría cuántica" y acaba de publicar en francés una obra monumental, tanto por su amplitud como por la relevancia de sus hallazgos: "Jacques Solomon. El destino trágico de un físico comprometido. Una maleta de manuscritos en la clandestinidad." Una biografía científica, intelectual y política de este físico comunista francés fusilado durante la Segunda Guerra Mundial. Una maleta "impactante" "Es un personaje bastante olvidado en la historia política y científica en Francia. Pero yo tuve la oportunidad de empezar a conocerlo cuando me encontré con su familia. Entrevisté a su esposa, Hélène, la hija del físico Paul Langevin, amigo privado de Einstein y a otros miembros de su familia", cuenta la autora. Estos archivos circularon hasta llegar a la sobrina nieta de Hélène Langevin-Joliot, esposa de Jacques Solomon. Fue quien le confió tres cajas con documentos inéditos, con una maleta muy "impactante". Estaba llena de documentos que "él produjo en la clandestinidad entre 1940 y 1942, cuando estaba organizando la resistencia universitaria y siempre iba con su una maleta con los documentos que iba trabajando. Esto me sorprendió muchísimo porque era un militante comunista, pero al mismo tiempo no dejó de ser investigador", recuerda la científica colombiana, que tardó 30 años en darle forma a este trabajo. La maleta muestra que Solomon investigaba temas especialmente relacionados con las matemáticas "porque él quería corregir ciertos problemas de teoría cuántica, la teoría cuántica relativista. Y él estaba haciéndose muchas preguntas sobre la cuantificación de la relatividad. Entonces él exploraba matemáticamente eso y también trabajó en física nuclear." Un científico que se quedó sin ecuación Si bien no hay una ecuación Solomon o una teoría Solomon, Martha Cecilia Bustamante recuerda que son los cuestionamientos que planteó los que destacan. Por ejemplo, "fue uno de los pocos que durante los años 30 se hizo preguntas sobre la posibilidad de cuantificar la gravitación." Si el científico y militante comunista quedó relegado, es porque murió muy joven y no le dio tiempo de cimentar una teoría o una ecuación que hubiera pasado a la historia. Su compromiso político no ayudó tampoco, según Bustamante de la Ossa. Es muy reveladora la amistad que tuvo con el profesor de filosofía Georges Politzer, "con el que se sentía muy identificado porque además tenían como lugares comunes, eran ambos judíos y originarios de Europa Central o del Este, Hungría y Rumanía." Al conocerlo, Politzer ya era miembro del partido Comunista y es así como Solomon pudo integrarlo. Lo que influenció también su manera de pensar la física, es decir, a la luz del materialismo dialéctico, el marco intelectual comunista. Fueron precisamente sus amigos comunistas que recuperaron estos archivos y los conservaron cuando fue capturado y fusilado por los nazis en 1942. Judío y antifascista, fue arrestado por las "Brigadas especiales" que perseguían a los militantes comunistas tras haber sido denunciado. "Destino trágico" de Jacques Solomon, hijo de un padre que huyó del antisemitismo en Rumanía y que siguió investigando "hasta el final" Unos 84 años después de su asesinato, hay que leer esta biografía como una crónica de nuestra época, que ha reanudado con "la gramática de los años 30". "Es muy importante mostrar eso y mostrar hasta dónde nos puede llevar la guerra. Fue trágico en la época de Solomon y es trágico para nosotros." #EscalaenParís también está en las redes sociales Un programa coordinado por Florencia Valdés, Julia Courtois, realizado por Hadrien Toureaud y Stéphane Défossez.
Esta semana, na estante, temos “Astrofísica para Gente com Pressa”, de Neil deGrasse Tyson; o romance “Carne”, de David Szalay; “Intervalo”, o diário de Marcello Duarte Mathias relativo aos anos de 2024 e 2025; e “Os Poemas”, de Catulo, na tradução de André Simões e José Pedro Moreira. See omnystudio.com/listener for privacy information.
"Para entender el clima del futuro tenemos que mirar hacia atrás, y eso no es nada fácil. Los científicos han de interrogar al pasado para extraer los datos que nos interesan y, será con ellos, con el registro de cómo ha cambiado el clima, con lo que se hagan los modelos climáticos que nos permitan anticiparnos al cambio climático.Para hablar de ello tenemos con nosotros a Marisa Montoya, que es catedrática de Física de la Tierra del Departamento de Física de la Tierra y Astrofísica de la Universidad Complutense de Madrid y del centro mixto UCM-CSIC Instituto de Geociencias."Un podcast de Diario La Razón, dirigido y presentado por Ignacio Crespo y producido por https://lafabricadepodcast.com
Siempre se pensó que era la estrella la que mandaba: su gravedad, su radiación, su campo magnético, todo volcado sobre los planetas que la rodean. Pero dieciséis años de observaciones espectroscópicas de alta resolución acaban de demostrar lo contrario: un planeta puede alterar el comportamiento de su estrella. El estudio, publicado en Science, lo firma el Instituto de Astrofísica de Andalucía.Recibimos a Daniel Revilla, investigador del IAA-CSIC y primer autor del trabajo, y a Pedro J. Amado, coautor del estudio. Nos cuentan cómo GJ 436 b, un Neptuno cálido que orbita muy cerca de su estrella de baja masa, inyecta energía en la cromosfera estelar a través de la interacción entre sus campos magnéticos, generando un fenómeno comparable a las auroras terrestres, pero a escala de estrella. Esta interacción, detectable solo en 2008, 2016 y 2024 —cada ocho años, coincidiendo con el ciclo de actividad magnética de GJ 436—, ha permitido estimar por primera vez la intensidad del campo magnético de un exoplaneta de este tipo: entre 2,33 y 27 veces la de Júpiter. Los datos proceden de CARMENES, el espectrógrafo instalado en el Observatorio de Calar Alto y coliderado por el propio IAA-CSIC, y de HARPS. Con Duque de Champán hablamos de cómics y electromagnetismo.Escuchar audio
Empezamos esta temporada hablando sobre el cometa ATLAS, el tercer objeto interestelar que descubrimos atravesando el interior de nuestro Sistema Solar. Entonces os contamos que era un objeto todavía poco conocido, y nos hicimos eco de las teorías de Avi Loeb, que defendía que ciertas peculiaridades de ATLAS lo convertían en un candidato a ser una máquina de origen extraterrestre. Ahora, diez meses después, y tras el paso de ATLAS por el interior del Sistema Solar, os ofrecemos la segunda parte de ese programa: ¿qué hemos aprendido sobre ATLAS en este tiempo? ¿Qué sabemos sobre su origen? ¿Y dónde han quedado las sospechas de que este cometa pudiera ser un artefacto tecnológico? Para ello contamos con la ayuda de Javier Licandro, astrofísico e investigador en el Instituto de Astrofísica de Canarias, y experto en cuerpos pequeños. Si queréis seguirle la pista al culebrón de ATLAS os recomiendo que repaséis el episodio s08e01 de Aparici en Órbita, el primero de esta temporada, y también el episodio s15e01 de nuestro pódcast hermano, La Brújula de la Ciencia. Si queréis aprender más sobre objetos interestelares os recomiendo otros dos episodios de La Brújula de la Ciencia: el s07e11 y s07e15, en los que hablamos del primer cometa interestelar que descubrimos, 'Oumuamua. También os recomiendo el capítulo s02e03 de Aparici en Órbita, porque en él hablamos de Borisov, el segundo objeto interestelar. Este programa se emitió originalmente el 2 de julio de 2026. Podéis escuchar el resto de audios de Más de Uno en la app de Onda Cero y en su web, ondacero.es
Con 12 episodios, más de 60 entrevistas y un enfoque que combina ciencia y ficción, Territorio Gravedad se estrena este viernes en la Fundación Cajasol como una de las grandes apuestas españolas por acercar los misterios del universo al público
Hoy nos planteamos si es buena o mala idea ser optimistas respecto al futuro. La ciencia nos hace cada vez menos ignorantes, y la tecnología pone a nuestro alcance vidas más largas y más cómodas, pero al mismo tiempo gran parte de nuestros conciudadanos viven de espaldas al conocimiento, y algunos dan más pábulo a fantasiosas teorías de la conspiración que a los datos y los expertos. La tecnología, por su parte, puede usarse para el bien o para el mal: te hace la vida más fácil, pero lo que era un apoyo se puede convertir en dependencia; lo que era una herramienta de información, en una cámara de eco que sólo te devuelve lo que quieres escuchar. Se percibe en el ambiente cierto pesimismo, un escepticismo desencantado que ya no ve en la ciencia y la tecnología una fuente de progreso, sino un peligro en potencia. Contra este desencanto pretende vacunarnos nuestro invitado de hoy, Héctor Socas, en su libro «Horizontes de la civilización». En él ofrece un análisis personal de los horizontes que enfrenta nuestra especie, desde la crisis de la energía a los viajes espaciales, desde la inteligencia artificial a las tensiones de las democracias modernas. Héctor es astrofísico e investigador en el Instituto de Astrofísica de Canarias, y también dirige el pódcast de divulgación «Coffee Break: Señal y Ruido». Podéis encontrar más información sobre el libro aquí: https://www.planetadelibros.com/libro-horizontes-de-la-civilizacion/450518 Este programa se emitió originalmente el 11 de junio de 2026. Podéis escuchar el resto de audios de Más de Uno en la app de Onda Cero y en su web, ondacero.es
"Hoy hablamos de esa disciplina que tanto atrae al público, la astrofísica, pero la de cosas grandes y con mucha energía, que explotan, colapsan y brillan fortísimo. Astrofísica de altas energías, le llaman y eso significa estrellas de neutrones, agujeros negros y poderosísimos haces de rayos cósmicos.Para hablar de ello tenemos con nosotros a Nuria Álvarez, que es doctora en astrofísica por la Universidad de Turín, parte de su doctorado lo hizo en Harvard, y ha trabajado en la Agencia Espacial Europea. Ahora mismo es profesora universitaria y divulgadora en redes como @unachicacosmica_. Su campo de estudio son los blazares en astrofísica de altas energías."Un podcast de Diario La Razón, dirigido y presentado por Ignacio Crespo y producido por https://lafabricadepodcast.com
-Hace unos años, comenzó a circular la teoría conspiranoica del “Internet -muerto”. Afirma que la red que conocíamos "murió" entre 2016 y 2017, y que actualmente la gran mayoría del contenido, las interacciones y los usuarios no son humanos, sino bots y sistemas de inteligencia artificial diseñados por gobiernos y grandes corporaciones para manipular la opinión pública y, sobre todo, maximizar las ganancias de la publicidad digital. Para conocer qué hay de cierto de esa teoría en la actualidad hemos hablado con Humberto Bustince, catedrático de Ciencias de la Computación e Inteligencia Artificial de la universidad Pública de Navarra. El ejercicio es bueno para el organismo, en su justa medida. José Luís Trejo nos ha contado un reciente estudio que ha descubierto en el cerebro un sistema de seguridad que "nos vuelve torpes" para obligarnos a detener el desgaste físico extremo. Elena Garrido nos ha informado de un método desarrollado por el Instituto de Neurociencias (UMH/CSIC) que combina simulaciones computacionales e inteligencia artificial y reduce en 80% el tiempo necesario para una resonancia magnética. Con testimonios de Silvia De Santis y Maximilian Eggl, autores del estudio. Hemos informado de la publicación de un nuevo catálogo de eventos de ondas gravitacionales por la Colaboración LIGO–Virgo–KAGRA, que eleva a 390 las detectadas hasta la fecha; y de la concesión del Premio Princesa de Girona Investigación 2026 a Rafael Luque, investigador del Instituto de Astrofísica de Andalucía y referente internacional en el estudio de exoplanetas. Con el músico Enric Gavaldà, director de la Orquesta Sinfónica Catalana, hemos hablado de la relación entre música y ciencia, ese vínculo profundo en el que un fenómeno físico y matemático se convierte en una experiencia artística y emocional a través de los sentidos. Con Javier Cacho hemos recordado una de las historias de supervivencia y aislamiento más extremas en la historia moderna, la odisea de dos estadounidenses que en 1995 quedaron atrapados en la isla de Baffin cuando pretendían escalar el Walker Citadel, un acantilado de 1.200 m que se eleva directamente sobre el hielo marino. Escuchar audio
Hace 20 años, la Unión Astronómica Internacional decidió eliminar a Plutón de su lista de planetas principales del Sistema Solar y clasificarlo como planeta enano. Una decisión que fue vista por aficionados a la astronomía y por parte de la comunidad científica con una mezcla de nostalgia y desencanto. Dos décadas después, el administrador de la NASA, Jared Isaacman, ha asegurado que la agencia planea reabrir el debate sobre el regreso del que fue el noveno planeta. En "Más cerca" (Radio 5) hemos entrevistado a Emilio Alfaro, fundador del Dpto. de Radioastronomía y Estructura Galáctica del Instituto de Astrofísica de Andalucía (CSIC). Escuchar audio
¿Problemas de adicción al #alcohol, #drogas…? ☎️ 915 630 447 ¡LLAMANOS 24H! https://bienestar.neurosalus.com/ Solicita ahora mismo información sobre tratamientos de desintoxicación, precios, disponibilidad de plazas… HA SIDO POSIBLE CREAR EL PROGRAMA “LA REUNIÓN SECRETA” GRACIAS A TU AYUDA COMO GUARDIÁN MECENAS. ***** HAZTE MECENAS EN https://www.patreon.com/lareunionsecreta Esta noche vive un nuevo directo de #LaReuniónSecreta desde la 22:00 hora española. Te decimos lo que nadie dice: sin anestesia y sin edulcorantes. ¡La Reunión Secreta somos todos! No se lo digas a nadie… ¡PÁSALO! CARLITOS TÍNEZ https://www.youtube.com/channel/UC0eeuxpQ70z-Pe0rHhOq9Fg Conexiones en directo con: - ️ Dr. Guillermo Rocafort (Doctor en Ciencias Económicas por la Universidad San Pablo. Profesor de Economía Pública y Economía de la Empresa en la Universidad Carlos III de Madrid. Profesor del Departamento de Derecho Económico y Social de la Universidad Pontificia Comillas. Abogado) - Dra. Esmeralda Gómez (Licenciada en Matemáticas con especialidad en Astrofísica y doctora en Economía. Coordinadora Académica y Profesora. Fundadora de Econoky. Premio Value School "La voz de la educación financiera del siglo XXI") - ️ Alfredo Perdiguero (Subinspector de la Policía Nacional. Delegado de ASP) Con el equipo habitual de La Reunión Secreta: Dr. José Miguel Gaona, Joan Miquel MJ, Carlos Martínez, Lourdes Martínez, Marta Vim, Olga Ralló, Luna de María, Tatiana y Piluca. _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ SÍGUENOS EN REDES Twitter: https://twitter.com/lrsecreta Instagram: https://www.instagram.com/lareunionsecreta/ Facebook: https://www.facebook.com/LRsecreta REDES SOCIALES DEL EQUIPO | DR. JOSÉ MIGUEL GAONA | - https://twitter.com/doctorgaona | DIRECTOR | - Joan Miquel MJ - https://www.instagram.com/official_joan_miquel_mj/ | PRODUCTORA | - Lourdes Martínez - https://twitter.com/chicadelaradio | AYUDANTE DE DIRECCIÓN | - Olga Ralló - https://twitter.com/olgarallo | AYUDANTE DE PRODUCCIÓN | - Carlos Martínez - https://twitter.com/Carlitos_Tinez
Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! BYDT - 1921 - Astrofísica: Estrellas fugitivas: las viajeras errantes de la galaxia Si va a escribir un comentario, gracias por hacerlo, pero por favor, lea antes las normas de publicación que se encuentran a continuación: (si usted es una persona educada, no tiene que leer las normas). Universo de Misterios tiene reservado el derecho de admisión y publicación de comentarios. Los comentarios son aprobados o rechazados por el departamento de comunicaciones y gestión de comentarios y correos electrónicos de UDM. José Rafael solo lee los comentarios una vez hayan sido publicados. El muro de comentarios de los episodios de UDM en iVoox NO es una red social. No espere que el creador del podcast “debata” con usted. Generalmente, los comentarios anónimos podrían no ser publicados. UDM es un podcast independiente y, por tanto, su contenido expresa el criterio de su autor. La temática general es la Ciencia y el Misterio bien entendido, pero su autor podrá abordar otras temáticas. No está obligado a escuchar UDM, si no le gusta lo que escucha, puede dejar de hacerlo, pero no le diga al autor de lo que debe o no debe hablar en su podcast. No envíe comentarios que contengan falacias lógicas. No de información personal. No espere que su comentario sea respondido necesariamente. Comprenda que se reciben diariamente un elevado número de comentarios que han de ser gestionados, se publiquen o no. Si hace comentarios con afirmaciones dudosas, arguméntelas aportando enlaces a fuentes fiables (recuerde, el muro de Comentarios de los episodios de UDM en iVoox NO es una red social). En caso de no respaldar su comentario como se indica en la caja de descripción del episodio, su comentario podrá no ser publicado. Siguiendo las recomendaciones de la NASA publicadas en el Informe sobre UAP del 13 de septiembre de 2023, en UDM no aprobamos comentarios que contribuyan a extender el estigma que tradicionalmente ha caído sobre los testigos de UAP/OVNIs. Contacto con Universo de Misterios: universodemisteriospodcast@gmail.com En la realización de los episodios de Universo de Misterios puede recurrirse a la ayuda de Inteligencia Artificial como herramienta. Puedes hacerte Fan de Universo de Misterios y apoyarlo económicamente obteniendo acceso a todos los episodios cerrados, sin publicidad, desde 1,99 €. Aunque a algunas personas, a veces, puede proporcionar una falsa sensación de alivio, la ignorancia nunca es deseable. Pero eso, tú ya lo sabes... Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Los cuatro astronautas de la misión Artemis ll están camino a la Tierra tras completar con éxito un sobrevuelo lunar. Conversamos con el astrofísico Ángel López Sánchez de Macquarie University sobre los pormenores de esta reciente misión de la NASA que considera "una buena noticia que nos mantiene unidos" porque rompe las fronteras de la humanidad.
Entrevista Javier Licandro - Doctor en Astrofísica by En Perspectiva
1895 - Astrofísica: Historia de la formación estelar Si va a escribir un comentario, gracias por hacerlo, pero por favor, lea antes las normas de publicación que se encuentran a continuación: (si usted es una persona educada, no tiene que leer las normas). Universo de Misterios tiene reservado el derecho de admisión y publicación de comentarios. Los comentarios son aprobados o rechazados por el departamento de comunicaciones y gestión de comentarios y correos electrónicos de UDM. José Rafael solo lee los comentarios una vez hayan sido publicados. El muro de comentarios de los episodios de UDM en iVoox NO es una red social. No espere que el creador del podcast “debata” con usted. Generalmente, los comentarios anónimos podrían no ser publicados. UDM es un podcast independiente y, por tanto, su contenido expresa el criterio de su autor. La temática general es la Ciencia y el Misterio bien entendido, pero su autor podrá abordar otras temáticas. No está obligado a escuchar UDM, si no le gusta lo que escucha, puede dejar de hacerlo, pero no le diga al autor de lo que debe o no debe hablar en su podcast. No envíe comentarios que contengan falacias lógicas. No de información personal. No espere que su comentario sea respondido necesariamente. Comprenda que se reciben diariamente un elevado número de comentarios que han de ser gestionados, se publiquen o no. Si hace comentarios con afirmaciones dudosas, arguméntelas aportando enlaces a fuentes fiables (recuerde, el muro de Comentarios de los episodios de UDM en iVoox NO es una red social). En caso de no respaldar su comentario como se indica en la caja de descripción del episodio, su comentario podrá no ser publicado. Siguiendo las recomendaciones de la NASA publicadas en el Informe sobre UAP del 13 de septiembre de 2023, en UDM no aprobamos comentarios que contribuyan a extender el estigma que tradicionalmente ha caído sobre los testigos de UAP/OVNIs. Contacto con Universo de Misterios: universodemisteriospodcast@gmail.com En la realización de los episodios de Universo de Misterios puede recurrirse a la ayuda de Inteligencia Artificial como herramienta. Puedes hacerte Fan de Universo de Misterios y apoyarlo económicamente obteniendo acceso a todos los episodios cerrados, sin publicidad, desde 1,99 €. Aunque a algunas personas, a veces, puede proporcionar una falsa sensación de alivio, la ignorancia nunca es deseable. Pero eso, tú ya lo sabes... Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! 1894 - Astrofísica: La extraña explosión de 7 horas de duración detectada el 2 de julio de 2025 que nadie puede explicar El 2 de julio de 2025 se produjo un fenómeno que duró siete horas, con tres explosiones distintas repartidas a lo largo de un día entero, y que dejó un resplandor residual que perduró durante meses, los astrónomos supieron de inmediato que estaban ante algo completamente nuevo. Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Recomendados de la semana en iVoox.com Semana del 5 al 11 de julio del 2021
1895 - Astrofísica: Historia de la formación estelar Si va a escribir un comentario, gracias por hacerlo, pero por favor, lea antes las normas de publicación que se encuentran a continuación: (si usted es una persona educada, no tiene que leer las normas). Universo de Misterios tiene reservado el derecho de admisión y publicación de comentarios. Los comentarios son aprobados o rechazados por el departamento de comunicaciones y gestión de comentarios y correos electrónicos de UDM. José Rafael solo lee los comentarios una vez hayan sido publicados. El muro de comentarios de los episodios de UDM en iVoox NO es una red social. No espere que el creador del podcast “debata” con usted. Generalmente, los comentarios anónimos podrían no ser publicados. UDM es un podcast independiente y, por tanto, su contenido expresa el criterio de su autor. La temática general es la Ciencia y el Misterio bien entendido, pero su autor podrá abordar otras temáticas. No está obligado a escuchar UDM, si no le gusta lo que escucha, puede dejar de hacerlo, pero no le diga al autor de lo que debe o no debe hablar en su podcast. No envíe comentarios que contengan falacias lógicas. No de información personal. No espere que su comentario sea respondido necesariamente. Comprenda que se reciben diariamente un elevado número de comentarios que han de ser gestionados, se publiquen o no. Si hace comentarios con afirmaciones dudosas, arguméntelas aportando enlaces a fuentes fiables (recuerde, el muro de Comentarios de los episodios de UDM en iVoox NO es una red social). En caso de no respaldar su comentario como se indica en la caja de descripción del episodio, su comentario podrá no ser publicado. Siguiendo las recomendaciones de la NASA publicadas en el Informe sobre UAP del 13 de septiembre de 2023, en UDM no aprobamos comentarios que contribuyan a extender el estigma que tradicionalmente ha caído sobre los testigos de UAP/OVNIs. Contacto con Universo de Misterios: universodemisteriospodcast@gmail.com En la realización de los episodios de Universo de Misterios puede recurrirse a la ayuda de Inteligencia Artificial como herramienta. Puedes hacerte Fan de Universo de Misterios y apoyarlo económicamente obteniendo acceso a todos los episodios cerrados, sin publicidad, desde 1,99 €. Aunque a algunas personas, a veces, puede proporcionar una falsa sensación de alivio, la ignorancia nunca es deseable. Pero eso, tú ya lo sabes...
En los pasados días han saltado a la palestra varias noticias relacionadas con asteroides cercanos a la Tierra: primero, la confirmación de que 2024 YR4 no chocará contra la Luna en el año 2032, y después la entrada imprevista de una pequeña roca de 5 metros en la atmósfera terrestre, que se quemó mientras sobrevolaba los cielos de Alemania, Luxemburgo y Bélgica. Un pequeño fragmento de esta roca cayó en una casa de Coblenza, en Alemania, donde no produjo ningún daño personal pero sí dejó en el tejado un agujero del tamaño de un balón de fútbol. Aprovechando estas noticias hablamos sobre *defensa planetaria*, la disciplina que se encarga de localizar asteroides que pudieran ser un peligro para nuestro planeta y de diseñar estrategias para que nunca lleguen a chocar con nosotros. Para ello contamos con Julia de León, investigadora en el Instituto de Astrofísica de Canarias y responsable de la Agencia Espacial Europea para defensa planetaria en España. Si queréis leer más sobre el bólido que sobrevoló Alemania es muy recomendable esta web de la ESA: https://www.esa.int/Space_Safety/Planetary_Defence/ESA_analysing_fireball_over_Europe_on_8_March_2026 Si os interesa este tema os recomiendo tres episodios de nuestro pódcast hermano, La Brújula de la Ciencia, en los que hablamos sobre ello: el s02e16, s12e02 (donde hablamos de la misión DART) y s14e15 (donde hablamos de 2024 YR4). También podéis escuchar, para aprender sobre las implicaciones en paleontología de los impactos de asteroides, el capítulo s01e20 de Aparici en Órbita. Este programa se emitió originalmente el 12 de marzo de 2026. Podéis escuchar el resto de audios de Más de Uno en la app de Onda Cero y en su web, ondacero.es
Click Here to ask your book writing and publishing questions!Creative careers look glamorous from the outside. The inside is usually…a little messier.In episode 160, I sit down with Liz Astrof, TV writer ("Stumble," "King of Queens," "Pivoting," etc.) and author of Stay-At-Work Mom, to talk about the real mechanics of building a career in entertainment and publishing. Not the highlight reel. The actual process.Liz shares what it's like to write for television while also stepping into the world of books. Different mediums. Different pressures. Same core truth: Good work takes time to find its footing.We talk about the long stretch between idea and green light. The pitches that don't land. The projects that stall. And why collaboration is both the magic and the madness of working in TV (and being an author!).She also shares a candid look at her version of resilience. Not the motivational-poster version but the practical version, where you keep showing up, keep refining, and keep creating—even when the timeline isn't cooperating (which, let's face it, is the one constant).If you've ever wondered how creative careers actually unfold—or questioned whether persistence alone is enough—this conversation will feel familiar and encouraging in the best possible ways.***** This episode is sponsored by Atticus, the all-in-one writing and book formatting software for self-publishing authors. From drafting to professional ebook and print layout, Atticus makes it easy to format your manuscript for KDP, IngramSpark, and beyond. Learn more at Atticus.io. WANT TO SELL MORE BOOKS (WITHOUT THE SELF-PROMO CRINGE)?The Author Visibility Bundle gives you 200+ done-for-you email templates, social media graphics, and other book promo tools designed to help authors build buzz and drive sales, without feeling pushy.
En esta sección hemos hablado muy a menudo de telescopios. Sabemos que algunos están en el espacio, como el Hubble o el James Webb, y otros están en tierra, instalados dentro de grandes observatorios. ¿Por qué seguimos teniendo los dos tipos de instrumento? Si tan ventajoso es instalar el telescopio en el espacio ¿por qué no los hacemos todos allá arriba? Si en última instancia no sale a cuenta ¿por qué no los construimos todos en tierra? Los motivos son múltiples: un telescopio espacial siempre va a tener la ventaja de estar fuera de la atmósfera, que dificulta la observación y distorsiona las imágenes de los objetos celestes. A cambio, subir al cielo un telescopio es carísimo, y si algo se estropea es casi imposible de reparar. En el episodio de hoy hablamos de un tipo de tecnología que permite que los telescopios de tierra vean casi tan bien como los espaciales: la óptica adaptativa. Se trata de una serie de piezas móviles que corrigen la distorsión de la atmósfera y "devuelven a la normalidad" la imagen. Hablamos de ello con Juan Fabregat, que es profesor en el Departamento de Astronomía y Astrofísica de la Universidad de Valencia e investigador en el Observatorio Astronómico de dicha universidad. A lo largo del programa mencionamos el Telescopio de Treinta Metros, del que os hablamos hace muy poco. Volved a escuchar el capítulo s08e12 si queréis saber más sobre él. Si queréis saber más sobre las dificultades que implica subir un telescopio al espacio os recomiendo los episodios s07e33 y s04e09, en los que hablamos, respectivamente, del Hubble y el James Webb. Este programa se emitió originalmente el 12 de febrero de 2026. Podéis escuchar el resto de audios de Más de Uno en la app de Onda Cero y en su web, ondacero.es
Nuestra comprensión del universo depende de la precisión con que podamos medirlo. Desde los relojes de sol hasta los atómicos, la evolución de la tecnología no solo busca puntualidad, sino descifrar por qué el tiempo parece fluir constantemente del pasado al futuro y que ocurre cuando intentamos medirlo a intervalos cuánticos, diminutos, o si pudiéramos hacerlo en escenarios extremos como un agujero negro o el Big Bang. Hemos entrevistado a Miguel Ángel Martín Delgado, catedrático de Física Teórica en la universidad Complutense y autor del libro “¿Qué es el tiempo y como se mide?” (Catarata).Con Carlos Briones hemos analizado un estudio que apoya la hipótesis del mundo RNA, que propone que la vida en la Tierra primitiva comenzó con estas moléculas y no con ADN. En concreto, la investigación muestra la forma en la que pudo generarse el ARN de transferencia, esencial para la síntesis de proteínas. José Luís Trejo nos ha contado una interesante investigación sobre el sistema de orientación de los pájaros carboneros que demuestra que el cerebro puede "descargar" actualizaciones físicas según las necesidades del entorno. Amanda López nos ha informado de un trabajo coliderado por el Instituto de Astrofísica de Andalucía que revela el papel de las tormentas de polvo en la desaparición del agua en Marte. Con testimonios de Adrián Brines, del IAA (CSIC). Hemos informado de la campaña de recaudación de fondos iniciada por la Fundación CRIS Contra el Cáncer para financiar al Grupo de Mariano Barbacid en el CNIO después de los excelentes resultados obtenidos en ratones de un tratamiento contra el cáncer de páncreas; del aplazamiento a marzo de la misión Artemis II de la NASA por fugas de combustible y problemas de comunicación; y de la recuperación parcial de la visión de un paciente con ceguera total a partir de un ensayo clínico de microestimulación eléctrica cerebral desarrollado por investigadores de la Universidad Miguel Hernández de Elche y del CIBER en Bioingenería, Biomateriales y Nanomedicina del Instituto de Salud Carlos III (ISCIII).Escuchar audio
Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! 1840 - Astrofísica: ¿Existe un vínculo entre los agujeros negros primordiales, los neutrinos y la materia oscura? Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
¿Problemas de adicción al #alcohol, #drogas…? ☎️ 915 630 447 ¡LLAMANOS 24H! 🌐 https://bienestar.neurosalus.com/ Solicita ahora mismo información sobre tratamientos de desintoxicación, precios, disponibilidad de plazas… HA SIDO POSIBLE CREAR EL PROGRAMA “LA REUNIÓN SECRETA” GRACIAS A TU AYUDA COMO GUARDIÁN MECENAS. ***** HAZTE MECENAS EN https://www.patreon.com/lareunionsecreta Esta noche vive un nuevo directo de #LaReuniónSecreta desde la 22:00 hora española. Te decimos lo que nadie dice: sin anestesia y sin edulcorantes. ¡La Reunión Secreta somos todos! No se lo digas a nadie… ¡PÁSALO! 🔁💪🤫 🎸 CARLITOS TÍNEZ https://www.youtube.com/channel/UC0eeuxpQ70z-Pe0rHhOq9Fg Conexiones en directo con: - José Félix Ramajo (Instructor de seguridad. Trabajó en la International Securit Academy (ISA). Actualmente es gerente general en Spartan Global Securit) - 🎖️ Dr. Guillermo Rocafort (Doctor en Ciencias Económicas por la Universidad San Pablo. Profesor de Economía Pública y Economía de la Empresa en la Universidad Carlos III de Madrid. Profesor del Departamento de Derecho Económico y Social de la Universidad Pontificia Comillas. Abogado) - Dra. Esmeralda Gómez (Licenciada en Matemáticas con especialidad en Astrofísica y doctora en Economía. Coordinadora Académica y Profesora. Fundadora de Econoky. Premio Value School "La voz de la educación financiera del siglo XXI") - Raúl Pérez (Investigador del IGME-CSIC. Forma parte del desarrollo de una nueva metodología que permite anticipar erupciones volcánicas en entornos urbanos, aproximadamente, con 48 horas de antelación. La ONU ha seleccionado el trabajo del Instituto Geológico y Minero de España (IGME-CSIC), el IGN y la UV como referente internacional para mejorar la respuesta ante futuras crisis volcánicas) Con el equipo habitual de La Reunión Secreta: Dr. José Miguel Gaona, Joan Miquel MJ, Carlos Martínez, Lourdes Martínez, Marta Vim, Olga Ralló, Luna de María, Tatiana y Piluca. _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ SÍGUENOS EN REDES Twitter: https://twitter.com/lrsecreta Instagram: https://www.instagram.com/lareunionsecreta/ Facebook: https://www.facebook.com/LRsecreta REDES SOCIALES DEL EQUIPO | DR. JOSÉ MIGUEL GAONA | - https://twitter.com/doctorgaona | DIRECTOR | - Joan Miquel MJ - https://www.instagram.com/official_joan_miquel_mj/ | PRODUCTORA | - Lourdes Martínez - https://twitter.com/chicadelaradio | AYUDANTE DE DIRECCIÓN | - Olga Ralló - https://twitter.com/olgarallo | AYUDANTE DE PRODUCCIÓN | - Carlos Martínez - https://twitter.com/Carlitos_Tinez
Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! 1830 - Astrofísica: Sobre Agujeros Negros, Agujeros de Gusano y Entrelazamiento Cuántico Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Desde España se podrán observar tres eclipses totales de Sol en 2026, 2027 y 2028, lo que ofrece una oportunidad única para estudiar la corona solar. Canarias, con su Observatorio del Teide y la Ley de protección del cielo, es un enclave astronómico privilegiado. Alfred Rosenberg, Astrofísico divulgador del Instituto de Astrofísica de Canarias (IAC) nos cuenta que la Tierra se protege de las tormentas solares gracias a su campo magnético y a su atmósfera. Además, considera probable que exista vida extraterrestre simple, y, señala que el universo, con 13.800 millones de años, se expande hacia una "muerte térmica".
1827 - - Las Primeras Galaxias del universo Si va a escribir un comentario, gracias por hacerlo, pero por favor, lea antes las normas de publicación que se encuentran a continuación: (si usted es una persona educada, no tiene que leer las normas). Universo de Misterios tiene reservado el derecho de admisión y publicación de comentarios. Los comentarios son aprobados o rechazados por el departamento de comunicaciones y gestión de comentarios y correos electrónicos de UDM. José Rafael solo lee los comentarios una vez hayan sido publicados. El muro de comentarios de los episodios de UDM en iVoox NO es una red social. No espere que el creador del podcast “debata” con usted. Generalmente, los comentarios anónimos podrían no ser publicados. UDM es un podcast independiente y, por tanto, su contenido expresa el criterio de su autor. La temática general es la Ciencia y el Misterio bien entendido, pero su autor podrá abordar otras temáticas. No está obligado a escuchar UDM, si no le gusta lo que escucha, puede dejar de hacerlo, pero no le diga al autor de lo que debe o no debe hablar en su podcast. No envíe comentarios que contengan falacias lógicas. No de información personal. No espere que su comentario sea respondido necesariamente. Comprenda que se reciben diariamente un elevado número de comentarios que han de ser gestionados, se publiquen o no. Si hace comentarios con afirmaciones dudosas, arguméntelas aportando enlaces a fuentes fiables (recuerde, el muro de Comentarios de los episodios de UDM en iVoox NO es una red social). En caso de no respaldar su comentario como se indica en la caja de descripción del episodio, su comentario podrá no ser publicado. Siguiendo las recomendaciones de la NASA publicadas en el Informe sobre UAP del 13 de septiembre de 2023, en UDM no aprobamos comentarios que contribuyan a extender el estigma que tradicionalmente ha caído sobre los testigos de UAP/OVNIs. Contacto con Universo de Misterios: universodemisteriospodcast@gmail.com En la realización de los episodios de Universo de Misterios puede recurrirse a la ayuda de Inteligencia Artificial como herramienta. Puedes hacerte Fan de Universo de Misterios y apoyarlo económicamente obteniendo acceso a todos los episodios cerrados, sin publicidad, desde 1,99 €. Aunque a algunas personas, a veces, puede proporcionar una falsa sensación de alivio, la ignorancia nunca es deseable. Pero eso, tú ya lo sabes... Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
BYD-T - Podmic - 1825 - Astrofísica: Cartografían "autopistas" magnéticas en los vientos de una galaxia con estallidos de formación estelar, y después, ¿qué ocurre cuando las galaxias chocan? Si va a escribir un comentario, gracias por hacerlo, pero por favor, lea antes las normas de publicación que se encuentran a continuación: (si usted es una persona educada, no tiene que leer las normas). Universo de Misterios tiene reservado el derecho de admisión y publicación de comentarios. Los comentarios son aprobados o rechazados por el departamento de comunicaciones y gestión de comentarios y correos electrónicos de UDM. José Rafael solo lee los comentarios una vez hayan sido publicados. El muro de comentarios de los episodios de UDM en iVoox NO es una red social. No espere que el creador del podcast “debata” con usted. Generalmente, los comentarios anónimos podrían no ser publicados. UDM es un podcast independiente y, por tanto, su contenido expresa el criterio de su autor. La temática general es la Ciencia y el Misterio bien entendido, pero su autor podrá abordar otras temáticas. No está obligado a escuchar UDM, si no le gusta lo que escucha, puede dejar de hacerlo, pero no le diga al autor de lo que debe o no debe hablar en su podcast. No envíe comentarios que contengan falacias lógicas. No de información personal. No espere que su comentario sea respondido necesariamente. Comprenda que se reciben diariamente un elevado número de comentarios que han de ser gestionados, se publiquen o no. Si hace comentarios con afirmaciones dudosas, arguméntelas aportando enlaces a fuentes fiables (recuerde, el muro de Comentarios de los episodios de UDM en iVoox NO es una red social). En caso de no respaldar su comentario como se indica en la caja de descripción del episodio, su comentario podrá no ser publicado. Siguiendo las recomendaciones de la NASA publicadas en el Informe sobre UAP del 13 de septiembre de 2023, en UDM no aprobamos comentarios que contribuyan a extender el estigma que tradicionalmente ha caído sobre los testigos de UAP/OVNIs. Contacto con Universo de Misterios: universodemisteriospodcast@gmail.com En la realización de los episodios de Universo de Misterios puede recurrirse a la ayuda de Inteligencia Artificial como herramienta. Puedes hacerte Fan de Universo de Misterios y apoyarlo económicamente obteniendo acceso a todos los episodios cerrados, sin publicidad, desde 1,99 €. Aunque a algunas personas, a veces, puede proporcionar una falsa sensación de alivio, la ignorancia nunca es deseable. Pero eso, tú ya lo sabes... Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! BYD-286-14-T - 1823 - Astrofísica: El misterio de las estrellas azules rezagadas: "las estrellas que no deberían existir" Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
1818 - Astrofísica: La Vía Láctea, Parte 3 y final Si va a escribir un comentario, gracias por hacerlo, pero por favor, lea antes las normas de publicación que se encuentran a continuación: (si usted es una persona educada, no tiene que leer las normas). Universo de Misterios tiene reservado el derecho de admisión y publicación de comentarios. Los comentarios son aprobados o rechazados por el departamento de comunicaciones y gestión de comentarios y correos electrónicos de UDM. José Rafael solo lee los comentarios una vez hayan sido publicados. El muro de comentarios de los episodios de UDM en iVoox NO es una red social. No espere que el creador del podcast “debata” con usted. Generalmente, los comentarios anónimos podrían no ser publicados. UDM es un podcast independiente y, por tanto, su contenido expresa el criterio de su autor. La temática general es la Ciencia y el Misterio bien entendido, pero su autor podrá abordar otras temáticas. No está obligado a escuchar UDM, si no le gusta lo que escucha, puede dejar de hacerlo, pero no le diga al autor de lo que debe o no debe hablar en su podcast. No envíe comentarios que contengan falacias lógicas. No de información personal. No espere que su comentario sea respondido necesariamente. Comprenda que se reciben diariamente un elevado número de comentarios que han de ser gestionados, se publiquen o no. Si hace comentarios con afirmaciones dudosas, arguméntelas aportando enlaces a fuentes fiables (recuerde, el muro de Comentarios de los episodios de UDM en iVoox NO es una red social). En caso de no respaldar su comentario como se indica en la caja de descripción del episodio, su comentario podrá no ser publicado. Siguiendo las recomendaciones de la NASA publicadas en el Informe sobre UAP del 13 de septiembre de 2023, en UDM no aprobamos comentarios que contribuyan a extender el estigma que tradicionalmente ha caído sobre los testigos de UAP/OVNIs. Contacto con Universo de Misterios: universodemisteriospodcast@gmail.com En la realización de los episodios de Universo de Misterios puede recurrirse a la ayuda de Inteligencia Artificial como herramienta. Puedes hacerte Fan de Universo de Misterios y apoyarlo económicamente obteniendo acceso a todos los episodios cerrados, sin publicidad, desde 1,99 €. Aunque a algunas personas, a veces, puede proporcionar una falsa sensación de alivio, la ignorancia nunca es deseable. Pero eso, tú ya lo sabes... Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
1805 - Indicios de que la materia oscura interactúa con la bariónica - Entrevista al astrofísico Ignacio Trujillo - IAC Si va a escribir un comentario, gracias por hacerlo, pero por favor, lea antes las normas de publicación que se encuentran a continuación: (si usted es una persona educada, no tiene que leer las normas). Universo de Misterios tiene reservado el derecho de admisión y publicación de comentarios. Los comentarios son aprobados o rechazados por el departamento de comunicaciones y gestión de comentarios y correos electrónicos de UDM. José Rafael solo lee los comentarios que hayan sido publicados. El muro de comentarios de los episodios de UDM en iVoox NO es una red social. No espere que el creador del podcast “debata” con usted. Generalmente, los comentarios anónimos podrían no ser publicados. UDM es un podcast independiente y, por tanto, su contenido expresa el criterio de su autor. No está obligado a escuchar UDM, si no le gusta lo que escucha, puede dejar de hacerlo, pero no le diga al autor de lo que debe o no debe hablar en su podcast. No envíe comentarios que contengan falacias lógicas. No de información personal. No espere que su comentario sea respondido necesariamente. Comprenda que se reciben diariamente un elevado número de comentarios que han de ser gestionados, se publiquen o no. Si hace comentarios con afirmaciones dudosas, arguméntelas aportando enlaces a fuentes fiables (recuerde, el muro de Comentarios de los episodios de UDM en iVoox NO es una red social). En caso de no respaldar su comentario como se indica en la caja de descripción del episodio, su comentario podrá no ser publicado. Siguiendo las recomendaciones de la NASA publicadas en el Informe sobre UAP del 13 de septiembre de 2023, en UDM no aprobamos comentarios que contribuyan a extender el estigma que tradicionalmente ha caído sobre los testigos de UAP/OVNIs. Contacto con Universo de Misterios: universodemisteriospodcast@gmail.com En la realización de los episodios de Universo de Misterios puede recurrirse a la ayuda de Inteligencia Artificial como herramienta. Puedes hacerte Fan de Universo de Misterios y apoyarlo económicamente obteniendo acceso a todos los episodios cerrados, sin publicidad, desde 1,99 €. Aunque a algunas personas, a veces, puede proporcionar una falsa sensación de alivio, la ignorancia nunca es deseable. Pero eso, tú ya lo sabes... Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
1804 - Astrofísica: La Vía Láctea Parte 1 La Vía Láctea (del latín Via Lactea, 'camino de leche') es una galaxia espiral barrada donde se encuentra el sistema solar y a su vez la Tierra. Y en estos 3 episodios nos embarcamos en un viaje que nos va a llevar a conocer lo que sabemos de ella. Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
Agradece a este podcast tantas horas de entretenimiento y disfruta de episodios exclusivos como éste. ¡Apóyale en iVoox! 1803 - Astrofísica y SETI: Las estellas K, ¿por qué en el futuro del universo solo habrá vida entorno a ellas y a las M? Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals
A morte inesperada e prematura de Nuno Loureiro foi um choque profundo. Em mais de oito anos de 45 Graus, nunca tinha perdido um convidado tão jovem e brilhante, com tanto ainda para dar ao mundo. Apesar da sua partida, o seu legado permanece. Espero que este episódio contribua para divulgar a área da fusão nuclear e inspire novos investigadores a seguir o caminho científico que o Nuno deixou aberto.Recorde aqui o episódio 119, originalmente publicado em abril de 2022. _______________ Nuno Loureiro é licenciado em Engenharia Física Tecnológica pelo Instituto Superior Técnico, e doutorado em física pelo Imperial College de Londres. A sua especialidade é a física dos plasmas e as suas aplicações à fusão nuclear e a problemas do domínio da astrofísica. Actualmente é professor catedrático do departamento de Ciência e Engenharia Nuclear e do departamento de Física do Massachusetts Institute of Technology, EUA. _______________ Índice da conversa: (0:00) Introdução (07:36) Como funciona a energia nuclear de fusão? Reagentes: deutério e trítio (isótopos de hidrogéneo) (14:57) Porque é tão difícil gerar fusão nuclear? Potencial da computação quântica (25:46) De onde vem a energia nuclear? (28:40) Progressos recentes. Record do National Ignition Facility (NIF) de Agosto 2021. Record do JET de Fevereiro de 2022. Projecto ITER. Fusão magnética vs inercial (laser). Investimento privado. (39:00) O que explica progressos recentes? Cimeira na Casa Branca em Março. (42:46) Desafios para tornar energia de fusão comercialmente viável. (46:54) Como converter energia nuclear em electricidade? Aneutronic Fusion (48:07) Há perigos na fusão nuclear, como na energia nuclear tradicional (de fissão)? (50:30) O que estão a fazer as empresas privadas de diferente? Germany’s Wendelstein 7-X stellarator. (55:39) Porque é que a Europa está a liderar a investigação nesta área? (58:40) Que método é mais promissor: confinamento magnético ou inercial (laser)? (01:02:13) Como a investigação nesta área ilumina a Astrofísica. (01:04:44) Previsões: quando vamos conseguir tornar a energia de fusão viável? Livros recomendados: The Star Builders, de Arthur Turrell. Star Power, de Alain Bécoulet _______________ Todos sabemos que, para fazer face às alterações climáticas, o Mundo tem forçosamente de diminuir o consumo de energias fósseis. O petróleo e o gás são, além disso, altamente sensíveis a perturbações geopolíticas, como os últimos meses têm mostrado, com impacto directo na vida das pessoas. No entanto, a verdade é que a energia é necessária, e as energias renováveis ainda não permitem fazer face às necessidades energéticas, de tal forma que o grosso da energia consumida no mundo continua a ser de combustíveis fósseis. Mas e se vos dissesse que existe uma fonte de energia alternativa que não emite dióxido de carbono para a atmosfera, tem um baixo risco associado e é, além disso, virtualmente ilimitada? Parece exagero, mas é verdade. Chama-se energia de fusão nuclear. Esta energia é ainda mais poderosa do que a energia nuclear clássica (de fissão), utiliza matérias ilimitadas (átomos e isótopos de hidrogénio) e, ao contrário daquela, produz muito pouca radioactividade. E se vos dissesse, ainda, que tem havido nos últimos tempos avanços promissores que podem tornar esta energia viável nas próximas décadas? Há muito tempo, há quase um século, que sabemos que é possível produzir energia de fusão. Por uma razão simples: é ela a fonte de energia do Sol, onde as altas temperaturas e a enorme gravidade geram a fusão de átomos de hidrogénio. No entanto, conseguir gerar este tipo de reacção na terra tem-se revelado muito difícil. Esta dificuldade é de tal forma, que há até uma piada batida no meio: “faltam só 30 anos até termos energia de fusão… e hão-de sempre faltar!”. Abordei a energia de fusão pela primeira vez no 45 Graus, no final de 2018, no episódio 42, com Luís O. Silva, físico e professor do Técnico. Em qualquer outra altura das últimas décadas, é quase certo que um episódio gravado há 3 anos continuaria perfeitamente actual. No entanto, desta vez não é assim -- e por bons motivos. Tem havido nos últimos anos desenvolvimentos importantes nesta área. Só no último ano, verificaram-se dois dos maiores avanços concretos das últimas décadas no caminho para produzir energia de fusão. Em Agosto do ano passado, nos EUA, a National Ignition Facility (NIF) bateu o record no que toca ao rácio de energia gerada pelo processo de fusão nuclear face à energia que foi necessário injectar para accionar a fusão (a energia gerada continua a ser menos do que a energia injectada, mas é um resultado muito promissor). E mais recentemente, em fevereiro deste ano (o que, em Ciência, é o mesmo que dizer -- ontem), o laboratório JET, no Reino Unido, bateu o record do máximo de energia total gerada pelo processo de fusão. Ainda faltam muitos passos para tornar esta energia viável, mas estes são dois progressos muito importantes; de tal forma que ainda em Março houve uma cimeira importante sobre o tema organizada pelo governo norte-americano. Ao mesmo tempo, estes progressos e o imperativo de encontrar soluções para as alterações climáticas tem levado a um aumento do investimento, inclusive privado, com dezenas de novas empresas a tentarem, actualmente, serem as primeiras a produzir energia de fusão viável. Parece por isso, finalmente, que podemos ter uma expectativa realista de ver avanços importantes nesta área no futuro próximo. See omnystudio.com/listener for privacy information.