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Palestra do Livro dos Espíritos do CEASA - Centro Espírita Abel Sebastião de Almeida - Rio de Janeiro - Brasil
A cobertura do Fala Carlão para o Canal do Boi acompanhou o segundo dia da COP30, em Belém/PA, reunindo representantes do setor produtivo, do poder público, da sociedade civil e da comunicação. Estiveram presentes Renata Meliga, gerente de Comunicação e Clima da CropLife; Eduardo Leão de Souza, presidente da CropLife; Rodrigo Rollemberg, deputado federal; Alexandre Borges Rose, diretor do Diálogo Agro Político Brasil–Alemanha; Paula Drummond, jornalista da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica; e Luis Barbieri, sócio-fundador da Raiar Orgânicos.O encontro refletiu a pluralidade de vozes que compõem a COP30, com participação de instituições ligadas à produção agrícola, à política, à cooperação internacional, à comunicação e aos sistemas produtivos sustentáveis.A presença desses representantes reforçou o papel da COP30 como espaço de articulação, construção de consensos e integração entre diferentes setores na agenda climática e ambiental, com o Brasil no centro das discussões globais.
Neste ano em que são assinalados os 50 anos das independências de Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e de Angola, debruçamo-nos sobre a reflexão que estas celebrações têm ocasionado ao longo das diversas iniciativas que têm sido organizadas nestes últimos meses em Portugal e nos países de África Lusófona. Estas comemorações coincidem, em Portugal, com um momento político de crescente crispação à direita, nomeadamente com a nova lei de nacionalidade que torna mais complexo o acesso à cidadania portuguesa, enquanto nos países de África Lusófona, o balanço dos últimos 50 anos é feito de contrastes, entre as narrativas dominantes e o surgimento de olhares críticos. Foi sobre este momento particular que conversamos com Sheila Khan, socióloga, investigadora e professora na Universidade Lusófona do Porto, especializada nas questões do pós-colonialismo e cidadania no espaço lusófono. Ao considerar que ainda permanece muito por fazer, a estudiosa coloca em destaque o dinamismo das novas gerações dos afro-descendentes em Portugal que têm impulsionado questionamentos e novos ângulos de análise do legado comum de Portugal e África. RFI: Neste ano em que se comemoram os 50 anos das independências de vários países de África Lusófona, em que estado está a reflexão sobre a história colonial em Portugal? Sheila Khan: O estado ainda está muito incompleto, embora já tenhamos muitos avanços. Existem muitos estudiosos que vieram das ex-colónias africanas portuguesas e que fizeram dos seus percursos, quer biográficos, quer académicos, compromissos de memória, de investigação e de uma cidadania maior, isto é, estiveram sempre ligados a partir do espaço português e também europeu. As suas vivências familiares e aos seus países originais, alguns de nascimento, mas outros também de originalidade em termos de família, trouxeram sempre esse pensamento para o seu percurso académico, para a sua investigação, para os seus desafios e também, acima de tudo, para esta interpelação perante vários pactos que são pactos que vão evoluindo ao longo do tempo na sociedade portuguesa. E eu refiro-me aos pactos de silêncio. E era importante aqui sermos muito cuidadosos, porque estes silêncios não foram os mesmos. A sua densidade e a sua especificidade não foi a mesma. Os anos 70 e os anos 80 não são os anos de hoje. Hoje há uma maior visibilidade, uma maior projecção e até um maior espaço de interacção com a esfera pública. Vemos efectivamente várias comemorações. Eu estive recentemente, a semana passada até, na Fundação Calouste Gulbenkian, onde foi organizada pela professora Ana Mafalda Leite e pelo professor Lucílio Manjate, uma iniciativa que foi dedicada aos 50 anos da literatura moçambicana. Isto significa que o espaço público de interacção, de pensamento e de produção do saber histórico entre Portugal e as suas ex-colónias e os legados coloniais tem sido maior e tem sido mais mediatizado e projectado também para fora das academias. E também é preciso não esquecer que nesta janela temporal, que é um caminho também temporal, temos aqui outros sujeitos sociológicos que eu chamaria de sujeitos afro-descendentes diaspórica que são pessoas que ou nasceram em África e vieram de lá muito pequeninos ou então já nasceram aqui, foram formados e educados no espaço português europeu, mas continuam pela partilha e pela relação que têm com os seus familiares, assumem-se como uma espécie de cumpridores e de curadores de uma determinada memória e de um compromisso de memória. E também eles têm feito um trabalho muito importante. Eu chamaria até de vibrante. Neste momento estamos a viver uma altura muito vibrante em termos desta interpelação e destes contributos, vários dos afro-descendentes, interpelando a historicidade portuguesa, interpelando os seus silêncios, interpelando acima de tudo, esta ideia de que a história da democracia portuguesa, tal como a história das independências africanas, tem de ser muito maior, tem que ser muito mais representativa e eles têm um papel a desempenhar na redefinição, na reinterpretação dessas várias histórias. E as manifestações artísticas têm sido infinitamente ricas e infinitamente partilhadas no espaço público. Eu vou citar aqui um exemplo actual, mas é um exemplo que já vem sido construído de uma forma lenta, mas de uma forma robusta e sólida. Começamos lá atrás com o Joaquim Arenas, escritor cabo-verdiano. Depois tivemos, obviamente, o grande "boom" da literatura dos retornados. Tivemos a Isabela Figueiredo e a Dulce Maria Cardoso. Mas, curiosamente, temos aqui um momento excepcional, com várias vozes, nomeadamente a Djamila Pereira de Almeida, a Luísa Semedo, a Gisela Casimiro e hoje temos uma figura que ninguém consegue escapar a ela, que é o Dino D'Santiago, que está a ser uma voz muito representativa dessas outras histórias silenciadas, desses outros pactos de silêncio, quer familiar, quer público, e que estão a vir à superfície da luz e que têm convidado diferentes experiências humanas, sociais e culturais, identitários e geracionais para pensar o estado da arte da maturidade portuguesa e também o estado da arte da maturidade dos países africanos, hoje independentes. Dino D'Santiago, como afro-descendente, tem feito do seu percurso musical também um aqueduto, uma ferramenta de inspiração e de outro tipo de pensamento. Criou uma ópera que é o "Adilson", em que vai efectivamente colocar o dedo em pontos cruciais e que ainda magoam esta ideia de cidadania portuguesa. Portanto, o "Adilson" é a história baseada numa pessoa real que, mesmo tendo crescido e vivido décadas em Portugal, continua sem lhe ser reconhecida a cidadania portuguesa. Mas também agora publicou um livro, "Cicatrizes", que tem percorrido e está a viajar pelo país e está inclusivamente a ser falado, discutido, debatido em pontos importantes e em pontos descentralizados do país. Isto é um caminho lento, mas está a ser um caminho, a meu ver, robusto, sólido e, acima de tudo, um caminho que se espelha nesta ideia de que é preciso que haja uma cidadania representativa, uma cidadania clarividente das muitas histórias dentro das histórias oficiais que estes muitos países ex-colonizados e colonizadores nos quiseram de alguma forma "vender" e de alguma forma manipular as nossas mentes. Acho que este é um momento extraordinário, embora citando Samora Machel, "a luta continua" e vai ter de continuar, porque há muitas questões, muitos assuntos e nós viemos agora com este debate sobre a lei da nacionalidade. Isto vai espicaçar, isto vai magoar, isto vai desafiar muitas sensibilidades, umas que vão no sentido da fraternidade e da hospitalidade e da solidariedade. Mas estamos num contexto que se vai defender essas outras sensibilidades que querem o fechamento, o controlo, a vigilância e, acima de tudo, o discurso da desconfiança, da suspeita e da instabilidade desse outro no tecido social português. RFI: Antes de abordarmos a questão política, queria ainda voltar um pouco atrás. Estava a falar da expressividade das vozes de afro-descendentes na sociedade portuguesa em termos culturais e nomeadamente, na literatura e na música. Qual é essa expressividade numa cultura, digamos assim, mais popular, como, por exemplo, o cinema, as ficções que nós vemos na televisão? Como é que é representado o afro-descendente ou simplesmente a África lusófona? Sheila Khan: Penso que ainda estamos muito aquém daquilo que se poderia falar, de uma representatividade. Nós temos uma representatividade, se me permite, a expressão, muito anoréctica. A RDP África e RDP África efectivamente fazem um trabalho excepcional, assim como a RFI. Em Portugal, os meios de comunicação ainda continuam muito esquecidos ou distraídos desta riqueza sociológica, cultural, identitária e, acima de tudo, geracional. Porque estamos a esquecer que muitos destes contributos que estão a emergir dos afro-descendentes e de gente jovem, embora uma juventude muitas vezes nela já madura, de 30, 40 ou 50 anos, mas a verdade é que os que aparecem é que são nivelados para um estatuto mais visível. São pessoas que já têm uma projecção muitas vezes internacional. Eu falo, por exemplo, dos Calema. Falo, por exemplo, Dino D'Santiago. Falo, por exemplo, da Selma Uamusse. Mas também há muitos outros aqui à volta que têm feito trabalhos muito importantes, mas que não conseguem entrar neste "mainstream". Mas também esse "mainstream" comunicacional ou dos meios de comunicação, também é verdade, não os convida a estar presentes em debates, em espaços de reflexão pública, no espaço da cidadania comunicativa. Portanto, continuamos ainda muito ancorados a meios de comunicação, cujo carácter e personalidade é muito virado para a relação das diásporas africanas e populações africanas. E volto a repetir a RTP África e RDP África. Mas os outros meios de comunicação ainda não têm a representatividade que nos pudesse animar e estimular. Porque, como diz bem o ditado popular "uma andorinha não faz a primavera". Como dizia recentemente numa entrevista o rapper General D, "não é por termos uma pessoa afro-descendente nos partidos políticos principais da sociedade portuguesa que devemos aplaudir e celebrar a representatividade". A representatividade requer uma metodologia da igualdade, de algum equilíbrio na presença daqueles que são convidados a estar para um determinado compromisso, para uma determinada função e papel e, portanto, nos meios de comunicação, neste momento, esse compromisso é ainda muito frágil, muito volátil e, acima de tudo, eu diria profundamente e lamentavelmente desequilibrado. RFI: O que é que diz o momento político que se vive em Portugal sobre o estado da reflexão da sociedade portuguesa relativamente à sua relação com África, com os afro-descendentes e com a sua história comum? Estou a pensar, designadamente naquilo que estava a referir, a lei da nacionalidade, mas também o grau de participação dos afro-descendentes, por exemplo, em termos de candidatos para eleições, etc. Sheila Khan: Este momento político, e ainda bem que faz essa pergunta, porque vivo e habito nesse momento político, como tantos outros de nós, é um momento político que demonstra alguma secura e alguma falta de imaginação sociológica e histórica perante um legado extenso, infinito, de várias narrativas e de várias histórias e, acima de tudo, dos contributos destas antigas colónias e dos contributos das suas populações para a maturidade, para o crescimento de Portugal. E, portanto, eu acho que este contexto político hoje é um contexto que eu não chamaria de "distraído", acho que é muito pouco. Eu chamaria de muito pouco formado eticamente, moral e historicamente mal formado perante estas populações. E esta lei da nacionalidade, que depois põe toda a gente no mesmo saco, demonstra exactamente essa falta de imaginação, de sensibilidade e acima de tudo, de reconhecimento destas populações, porque estamos também armadilhados ou caímos na armadilha de não perceber os muitos "outros" que vêm de diferentes contextos, contextos que nos aproximam, que nos tornam fraternais e contextos que nos distanciam e, portanto, pomos todos no mesmo saco. Nivelamos todas estas pessoas na mesma categoria de "estrangeiro" e "estranho", um "outro" que vem provocar turbulências, instabilidade e insegurança e perdemos um pouco o compromisso perante também aquilo que as instituições nos vêm devolver. É que, estatisticamente, estes "outros" que estão a ser aqui rotulados como agentes potenciais de instabilidade e insegurança têm contribuído para o tecido da Segurança Social. E a pergunta é: como é que um país que se fez a partir de outros países e da relação com outros países -e não foram apenas os países africanos- não consegue hoje compreender e reconhecer esta ideia de que verdadeiramente somos maiores e nobremente maiores, incluindo em nós outras vozes, outras narrativas e reconhecendo-as como nossas. E, portanto, este tipo de contexto político denota, acima de tudo, uma imaturidade. Uma infantilidade histórica. E, finalmente, uma certa arrogância, quase que muito pouco sólida. Porque às vezes há pessoas arrogantes que têm argumentos. Mas esta é uma arrogância pouco fundamentada, pouco estruturada em dados concretos. E depois temos efectivamente, por detrás dos políticos, também temos cidadãos cuja formação e percepção do mundo também não vêm de todo contribuir para esta ideia de uma cidadania maior, muito mais nobre e rica. Bem pelo contrário. É que esquecemo-nos que por detrás dos políticos e por detrás dos governantes, há cidadãos que se formaram, que estudaram, que pertencem a famílias, a grupos e comunidades. E eles trazem também para o espaço da política todas essas percepções, estereótipos, preconceitos que, de alguma forma e infelizmente, porque o contexto também europeu, é o contexto global, assim o favorece. E retomando um pouco a segunda pergunta que me fez, é inevitável a necessidade de uma acção e de um pensamento vibrante, activo, cívico e atento das comunidades afro-descendentes. RFI: Vamos agora fazer um pouco o caminho inverso. Nós falamos do contexto português. Como é que é na África lusófona? Em termos de narrativa, o que é que predomina? Há também essa vitalidade para contar outros lados da história que até agora não tinham sido explorados, pelo menos em Portugal? Sheila Khan: Essa é uma pergunta que se nos liga tanto uns e outros, porque assim como as comunidades diaspóricas e os afro-descendentes e outras populações estão a combater e a refutar e a incomodar a História, também em África o mesmo acontece, nomeadamente na África lusófona, porque nós vemos que, e é preciso não esquecer que o factor demográfico tem aqui uma influência profundíssima e importante, que é os jovens estão a reivindicar a responsabilidade dos seus governantes, porque é preciso não ignorar o seguinte: havia no tempo das independências, a promessa de uma melhoria de vida, de igualdade, de estabilidade, de fraternidade. O que nós vemos nos nossos países lusófonos é que isso não aconteceu e, portanto, tal como estes outros que são os nossos na diáspora, os africanos no continente africano também estão eles a incomodar uma determinada história que foi feita, que é a história de uma determinada hegemonia africana, em que os governantes mantêm-se quase que numa perpetuidade no poder. Basta olhar para Moçambique, para Angola, a Frelimo e o MPLA e, portanto, toda esta cidadania que tem por detrás esta vitalidade de uma demografia jovem está também a incomodar as histórias e as narrativas oficiais destas nações independentes. Basta olhar também para a instabilidade política e não só política que estamos a testemunhar na Guiné-Bissau e com a aproximação das eleições, acho que estamos todos muito preocupados com tudo o que está a acontecer e o que aconteceu recentemente com o ex-presidente da Liga dos Direitos Humanos, que foi espancado, que foi brutalmente violentado. Mas podemos também olhar para outra situação de São Tomé e Príncipe, Cabo Verde. E aqui é importante distinguir isto. Cabo Verde aparece sempre nos rankings internacionais, no que toca a direitos humanos, uma boa governação, é sempre o país da lusofonia que aparece bem melhor. Mas não quero distanciar-me e não quero esquecer a sua pergunta e dizer que, tal como nós, aqui no espaço português e europeu, estamos a querer incomodar a história que traz consigo silêncios, esquecimentos, também os nossos países independentes estão a ser incomodados por esta cidadania activa pró-activa, porque eles também se esqueceram de incluir na história pós-independência muitas outras histórias que foram necessárias, que contribuíram para as independências. Acima de tudo, esqueceram-se dos grandes projectos de igualdade social, igualdade económica e o que nós vemos hoje nos nossos países é o contrário, o oposto de tudo isto que foi prometido e, portanto, de alguma forma, embora com esta distância enormíssima em termos de quilómetros, há uma fraternidade e há uma solidariedade e há uma empatia e uma consciência de ambos os lados. Há a urgência e a premência de incomodar a história e incomodar a hegemonia de uma história que se quer fazer autoritária, que se quer fazer ignorante da diversidade, da riqueza e dos contributos maiores que vêm de uma cidadania representativa e representada no espaço da esfera pública e política destes vários países e diferentes continentes. RFI: Neste ano em que se comemoram os 50 anos das independências de vários países da África lusófona, sente que todas as reflexões que tem havido ao longo destes meses e que ainda vão acontecer até ao final do ano servem para fazer avançar o debate? Sente que há algum contributo maior que emergiu ao longo destes últimos meses? Sheila Khan: Eu penso que as pessoas estão sedentas de debate. As pessoas querem sair dos seus espaços domésticos e estão sedentas de debate. E isso vê-se não só ao nível das redes sociais, mas também se vê ao nível dos múltiplos eventos e actividades que foram feitos. A pergunta é: quantidade e qualidade? Aqui eu vou dizer que sim. Porquê? Porque a qualidade é diversa. Já não estamos fechados num discurso académico. Nestes vários eventos que eu tenho acompanhado, uns à distância e outros presencialmente, o que nós vemos é uma miríade muito rica de gentes de diferentes formações e diferentes enquadramentos. Escritores, investigadores, jornalistas, activistas, pessoas que trabalham para organizações não-governamentais e todos eles acham, e pelo menos é isto que eu tenho sentido e escutado, uma vontade de se ouvirem, de partilhar. Porque as pessoas começam a perceber que sozinhas não vão chegar a lado nenhum e que a solidão não traz contributos a ninguém e que é verdadeiramente importante, à luz daquilo que eu disse, esta ideia de incomodar a história, que é preciso conversar, debater e acima de tudo, trazer para o espaço, para a mesa do diálogo, a presença, muitas vezes ausente de muitas experiências, de muitas narrativas, emoções e memórias que são cruciais para se compreender porque é que as nossas sociedades não evoluem e percebemos isso quando estamos a debater os caminhos da literatura moçambicana. Nós temos ali como convidados não só escritores, mas temos antropólogos, sociólogos, politólogos, pessoas de vários enquadramentos da arte. E, portanto, isso tem um significado muito importante. A diversidade tem de estar presente para a construção de uma maturidade histórica política dos nossos países. E para terminar, dizer que há uma consciência clara, muito bem articulada, que as histórias dos nossos países não são totalmente cumpridas. Se não forem, e se não estiverem entrelaçadas, não há como compreender Portugal sem a sua experiência e todo o seu caminho imperial e colonial. Mas também não há como compreender e enquadrar um conhecimento mais cuidadoso e rigoroso das nossas ex-colónias, se não as relacionarmos com Portugal, porque, efectivamente há uma relação umbilical, histórica, geracional, que se transmite e que circula nos vários meridianos, que é a palavra "legado". Nós estamos constantemente a debater os "legados coloniais", as "heranças coloniais", porque nós ainda não fizemos o luto. E o luto requer conhecimento e requer o entendimento que nós somos múltiplos. Há uma pluralidade e não uma monocultura histórica que nos querem "vender". Nós estamos a incomodar a história refutando essa ideia.
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Palestra do Livro dos Espíritos do CEASA - Centro Espírita Abel Sebastião de Almeida - Rio de Janeiro - Brasil
José Eustáquio afirmou que a penetração da extrema direita está reduzindo o ímpeto do crescimento evangélico, além disso, ele disse que a pluralidade religiosa está aumentando no Brasil.
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Sendo o Islamismo uma das maiores religiões do mundo e existindo desde o século VII, espalhando-se pelo mundo, é de se supor que o que é chamado de "mundo muçulmano" seja plural. No entanto, os estereótipos dos adeptos do Islã a partir da generalização de seus adeptos com comportamentos mais extremistas levaram a uma uniformização do olhar dito "ocidental" sobre os muçulmanos. Mas o quão complexo é esse mundo e, mais ainda, o quão rica é sua história? Conversamos com Otávio Luiz Pinto sobre os meandros do islamismo e de sua história. A INSIDER é a melhor roupa possível para o Carnaval! Acesse https://creators.insiderstore.com.br/HISTORIAFM para ganhar 12% de desconto ou use o cupom HISTORIAFM #insiderstore
Em nova entrevista, o programa Entender Direito traz como convidados a juíza do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) Rafaela Mattioli Somma e o procurador regional da República Sérgio Cruz Arenhart. Em conversa conduzida pela jornalista Fátima Uchôa, são abordados os mais diversos pontos sobre a produção de provas no processo civil. Entre outros pontos, os dois especialistas explicam os meios previstos no Código de Processo Civil para que as partes possam comprovar um fato em um processo judicial e, também, como o conjunto probatório influencia na tomada de decisão do magistrado. Outro destaque são os principais precedentes do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a matéria. Pluralidade de pontos de vista jurídicos Entender Direito é um programa quinzenal que aborda discussões relevantes no meio jurídico, com a participação de juristas e operadores do direito debatendo cada tema à luz da legislação e da jurisprudência do STJ. Confira a entrevista na TV Justiça, às quartas-feiras, às 11h30, com reprises aos sábados, às 7h. Na Rádio Justiça (104,7 FM – Brasília), o programa é apresentado de forma inédita aos sábados, às 7h, com reprise aos domingos no mesmo horário. Também está disponível nas principais plataformas de podcast, como o Spotify e a SoundCloud.
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Corinto: Navegando em Águas Turbulentas (Santidade em Meio à Pluralidade) | Guilherme Eugênio
Palestra ao Vivo - 08/08/2024 - 20h - Anabela Freitas
Tema: Pluralidade dos mundos habitados Palestrante: Roberto Versiani "O progresso é Lei da Natureza. A essa lei todos os seres da Criação, animados e inanimados, foram submetidos pela bondade de Deus, que quer que tudo se engrandeça e prospere. A própria destruição, que aos homens parece o termo final de todas as coisas, é apenas um meio de se chegar, pela transformação, a um estado mais perfeito, visto que tudo morre para renascer e nada sofre o aniquilamento.” O Evangelho segundo o Espiritismo - Capítulo III - item 19. Referência: O Evangelho segundo o Espiritismo Allan Kardec Palestra realizada em 13/09/2024.
Escola de Vida com as Entidades da Amorosidade
"Ter ouvido e ter vivido são coisas bem diversas em sua natureza psicológica, mesmo quando têm o mesmo conteúdo." Este artigo se encontra no volume 12 das Obras Completas de Freud da Companhia das Letras, na tradução de Paulo César de Souza. --- Support this podcast: https://podcasters.spotify.com/pod/show/freudqueeuteescuto/support
A nova edição do programa Entender Direito promove um debate sobre os aspectos legais e jurisprudenciais da proteção da liberdade religiosa e do combate à intolerância. Foram entrevistados pela jornalista Fátima Uchôa os servidores Alisson Almeida, que coordena a Comissão de Igualdade Racial do Superior Tribunal de Justiça (STJ), e Marcondes de Araújo Silva, que também integra a Comissão de Igualdade Racial. Além das previsões normativas na Constituição Federal e na legislação, os dois convidados exploram destacam as ações do STJ e dos demais tribunais brasileiros para implementar a política judiciária (Resolução 440/2022) do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para que busca promover a liberdade religiosa e o combate à intolerância no âmbito do Poder Judiciário. Pluralidade de pontos de vista Entender Direito é um programa quinzenal que aborda discussões relevantes no meio jurídico, com a participação de juristas e operadores do direito debatendo cada tema à luz da legislação e da jurisprudência do STJ. Confira a entrevista na TV Justiça, às quartas-feiras, às 11h30, com reprises aos sábados, às 7h. Na Rádio Justiça (104,7 FM – Brasília), o programa é apresentado de forma inédita aos sábados, às 7h, com reprise aos domingos no mesmo horário. Também está disponível no canal do STJ no YouTube e nas principais plataformas de podcast, como Spotify e SoundCloud.
Conversas com as Entidades sobre temas diversos
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O Governo de São Paulo inaugurou a exposição “São Paulo: Povo, Terra e Trabalho”, abrindo as portas do Palácio dos Bandeirantes para o cenário cultural paulista. O governador Tarcísio de Freitas participou da ação do Acervo Artístico-Cultural dos Palácios, departamento da Secretaria da Casa Civil que dá início a um novo momento dos museus dos palácios estaduais para aproximar ainda mais a população desses espaços.
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esta semana falo de ir à piscina à noite com 12 ou 13 graus, ir a casa, ir a lisboa, ser preconceituosa, refletir sobre isso e desconstruir o preconceito, especificamente em relação à imigração. os meus parabéns também ao campeão mundial de 50 mariposa diogo ribeiro e à mortágua que conseguiu dominar dois touros num debate só. recomendações: eixo do mal e se eu fosse luisa sonza. sigam-me no insta: @inesmgomes__ obrigada por ouvirem!
Ele é Professor Titular de Ecologia na UNICAMP. Sua jornada acadêmica inclui também experiências internacionais, com Pós-doutorado realizado na Harvard University nos Estados Unidos e também na Alemanha.Além de sua notável carreira acadêmica, Paulo tem uma paixão por observar - seja a natureza, as pessoas ou a si mesmo - uma característica que certamente enriquece suas narrativas. Essa habilidade de observação se reflete em seu recente trabalho literário, "O Amor Urbano", uma coletânea de histórias ambientadas nas vibrantes cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, que exploram as nuances do amor na vida urbana. Com essa obra, publicada pela editora Telha, Paulo S. Oliveira marca sua estreia no mundo literário, trazendo um olhar único para as histórias do dia a dia na cidade grande.Somos um podcast literário. O Pod Ler e Escrever conversa com autores, produtores de conteúdo e demais profissionais do livro. Sempre de forma livre, descomplicada e leve. Toda semana, dois novos convidados ao vivo!
Problemas no paraíso da IA, o controle de qualidade da Netflix e o possível fim dos aplicativos de namoro... Será? O Decode dessa semana traz essas e outras notícias do mundo tech, com André David, Nath Souza e André Mendes. Decodifique novas conexões André David: [ @andrefdavid ] Nath Souza: [ @natalysouza ] André Mendes: [ @andre-sant-anna-mendes-ab15a02a ] Que tal dar o play em algo novo? Conheça o “Pluralidade em Pauta”, projeto do decoder André Mendes. NOTÍCIAS DA EDIÇÃO Inteligência Artificial Sam Altman volta a chefiar a produtora do ChatGPT TikTok lança novas ferramentas de IA para descoberta de músicas Entretenimento Netflix tem o melhor controle de qualidade de toda Hollywood, de acordo com David Fincher Os filmes mais pirateados da semana Comportamento Geração Z está deixando os apps de namoro para trás
Reflexões sobre os ensinamentos de Jesus à luz do Espiritismo.
Reflexões sobre o capítulo 78 do livro "Religião dos Espíritos", Espírito Emmanuel, psicografia Francisco Cândido Xavier.
Na quarta ronda do Multiplayer Rumble vamos conversar sobre o universo das consolas portáteis. Desde o passado, ao presente e futuro, estas são as nossas notas sobre este mercado que tanto mudou. Não te esqueças de deixar as tuas ideias acerca deste tema nos comentários. Falámos ainda de algumas das notícias que marcaram a semana e deixamos algumas recomendações. Esta é uma produção Café Mais Geek® Play 00:00 - Introdução 07:10 - Debate 56:35 - Buff ou Nerf Nerf Pintinho - Subida de Preço PlayStation Plus Buff Pintinho - Mods em Starfield Nerf Edd - Terminou GamePass a 1€ Buff Edd - Tease The Darkness Nerf Filipe - Mimimi Games fecha Buff Filipe - Baldur's Gate III com cross-save Nerf Francisco - Guerra de fanboys Buff Francisco - Xbox com atualização de poupar recursos energéticos 1:29:21 - Recomendações The Expanse: A Telltale Series Forza Horizon 5 TMNT: Shredder's Revenge - Dimension Shellshock DLC Sea of Stars 1:44:00 - Final ✎ Site: http://bit.ly/30WYBPj ▫ Patreon: https://bit.ly/3bTs5SS ▫ Facebook: http://bit.ly/2ojv6ss ▫ Instagram: @cafemaisgeek - http://bit.ly/2p1hRN7 ▫ Twitter: http://bit.ly/2mGnVKd ✉ cafemaisgeek[at]gmail.com --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/multiplayer-rumble/message
(React) Professor HOC - É possível pensar em GLOBALISMO? Para ajudar o canal escolha uma forma: *Pix: https://widget.livepix.gg/embed/e47d6b80-f832-4fc2-a6af-ee6fa4c9ad9a *Apoie o Canal: https://apoia.se/canaldosocran *Áudios Venda: -CONCEITO DE HISTÓRIA NA FILSOFIA EM ARENDT: https://go.hotmart.com/I73309280Y?dp=1 -O QUE É FASCISMO: https://go.hotmart.com/Y72077629D?dp=1 Será que existem pessoas no mundo conspirando para torná-lo globalizado em termos políticos? Bem, isso parece ser estranho à ideia de democracia liberal que preza pela Pluralidade de poderes e instituições, e em sentido teórico restrito, não caberia falar de uma ditadura democrática representativa liberal de caráter mundial, e sim de uma autocracia. Porém, ainda que se queira falar em outro sentido que não puro globalismo - poder político unificado (menos por cooperação e mais por tirania) sobre poder econômico - é necessário fazermos uma diferenciação entre o que é este suposto intento de seu fim derradeiro, ou seja, seus resultados no tecido social, a curto e longo prazo. Ninguém lutaria contra o comunismo se soubesse aprioristicamente que em sua grande e arbitrária pretensão, o fim fosse uma comunidade global unificada melhor do que qualquer outra que tenha existido no planeta terra. Mas ao contrário disto, o comunismo foi muito mais marcado pela foice do que pelo martelo, já que ceifou milhares de vidas em todo o mundo, fruto de seu grande "trabalho". Assim, diante de inúmeros exemplos históricos, falar de pretensões políticas a respeito de um mundo melhor, porém centralizado e homogêneo, sempre carrega consigo, além da esperança da concretização destes termos, seu oposto dialético, a saber a distopia. Como distopia, as agendas do Smart Power Global, ou a grande cooperação entre políticos, grandes empresas e ongs mundo afora, em sua investida numa sociedade aberta com engenharia inicialmente desfragmentada, pode ser solapada por um desconstrucionismo voraz de tipo ouroboros, seguido por centralização e controle como resposta à anarquia. Isso nada tem de teoria da conspiração quando se entende que tais pretensões sequer são escondidas, mas desejada e anunciada por inúmeros intelectuais. Por outro lado, o professor HOC, formado em ciências políticas, declina dessa hipótese por achá-la inviável ou excêntrica demais diante da complexidade do mundo atual, e com razão apontar que muitas dessas analises são pura teoria de conspiração sem lastro de realidade. Por isso, penso que ele tem bons argumentos nesse sentido, daí minha ideia é fazer uma síntese tanto dos autores que professam essa esperança mundialista, aqueles que desacreditam até que esses agentes optam por esse empreendimento, e por fim, dos céticos sobre os fins (de um governo global), mas não sobre os meios (distopia).
PLURALIDADE E INOVAÇÃO NAS EMPRESAS Marcio El Kalay recebe: “Jesus Lumma, que é co-idealizadore da Rede Afeta, cantore, compositore e designer de experiência”; e “Thiago Pena, professor da LEC especialista em diversidade, equidade e inclusão”. Este bate-papo imperdível é sobre a importância das pluralidades humanas na criação de ambientes de inovação.
Hoje vou estar à conversa com o Mário Santos. O Mário é pai, feminista, doula, sociólogo e formador em babywearing. Começámos de forma pouco convencional e a conversa foi desenrolando… falámos de parto, família, de condicionamento e flexibilidade, de papeis familiares enquanto constructos sociais, de identidade, afirmação, aceitação e visibilidade, de tradição e pluralidade… tanta, tanta coisa. Uma conversa, para mim, muito interessante e rica, com o potencial de contribuir para uma reflexão mais alargada do que é a família e o seu papel no desenvolvimento de cada indivíduo, em particular, e da sociedade, em geral. Ouve, partilha e contribui para uma cultura de relações saudáveis, responsáveis e autênticas. Também podes ver o vídeo do episódio no Spotify, no nosso canal do Youtube ou noutra plataforma de distribuição de Podcasts, como a Apple Podcasts, Google Podcasts... Podes seguir o trabalho do Mário na sua página do Instagram @mariojdssantos
Palestra do Livro dos Espíritos do CEASA - Centro Espírita Abel Sebastião de Almeida - Rio de Janeiro - Brasil
Estes são os nossos Momentos GPS. Momentos que seleccionei especialmente para levares contigo neste final de semana. A sugestão é que os possas utilizar como ponto de partida para uma reflexão e, talvez, reformulação das tuas coordenadas. Nesta viagem da Parentalidade Não-Conjugal e do Divórcio Consciente, recalcular a rota é essencial e desfrutar do caminho também. Neste Momento, o Mário Santos partilha uma reflexão fundamental sobre os papéis familiares enquanto construções sociais e, potencialmente, individuais, sublinhando a importância da pluralidade e da sua visibilidade, enquanto mecanismo para a diversidade e liberdade. Se não ouviste o episódio completo, podes fazê-lo seguindo o link. Porque este foi mesmo só um momento… O Mário é pai, feminista, doula, sociólogo e formador em babywearing. No episódio #79, falámos de parto, família, de condicionamento e flexibilidade, de papéis familiares enquanto constructos sociais, de identidade, afirmação, aceitação e visibilidade, de tradição e pluralidade… tanta, tanta coisa... Uma conversa, para mim, muito interessante e rica, com o potencial de contribuir para uma reflexão mais alargada do que é a família e o seu papel no desenvolvimento de cada indivíduo, em particular, e da sociedade, em geral. Podes seguir o trabalho do Mário Santos na sua página do Instagram @mariojdssantos
Economia Underground, um podcast institucionalista Neste episódio discutimos sobre os limites do pluralismo com base no texto "on some limits to pluralism", publicado como capítulo 5 do recém lançado livro "Heterodox Economics: Legacy and Prospects". O livro é organizado por Lynne Chester e Tae-Hee Jo, e o capítulo é escrito por Carlo D'Ippoliti. Nos siga no Instagram: @economiaunderground
Coletividade e pluralidade - A identidade do Rei (Marcos 3:13-19) // Pastor Cristiano Gaspar Igreja do Redentor Celebrações Todos Domingos 18h30 Av. Pref. Dulcídio Cardoso, 4351 Barra da Tijuca, Rio de Janeiro - RJ, 22640-085 A Igreja do Redentor é formada por pessoas comuns, que vivem suas vidas nas mais diferentes formas. É formada por pessoas de longe, de perto, de culturas diferentes, de histórias distintas, porém todos com algo em comum: nossa identidade em Jesus Cristo. Assim, a MISSÃO da Igreja é de Exaltar a Cristo; Proclamar as Boas Novas; Fazer discípulos; e Servir ao mundo. Agora, sobre nossa VISÃO, nós pensamos em ver um movimento de Igrejas que restauram e transformam as cidades por meio do Evangelho. Quem Somos: https://idredentor.com/quem-somos/ Redes Socias: https://linktr.ee/idredentor Igreja do Redentor é afiliada a rede Atos 29 e a Restore Brasil. www.atos29brasil.com | www.restorebrazil.com
O perfil das deputadas e deputados eleitos indica que a composição da ALMG vai refletir a sociedade mineira.
Terça-feira, 20 de setembro de 2022 Hoje, com apresentação de Rod Gomes (@orodgomes) Veja os destaques de hoje do seu podcast diário de notícias sobre as Comunidades LGBTQIAPN+: Kit Connor, de “Heartstopper”, abandona Twitter após ataques Priscilla Alcântara critica LGBTfobia praticada por religiosos: "Você é aceito e desejado por Deus" 'A colonização invisibilizou os indígenas LGBT', defende ativista Complementos Conheça o Coletivo Tibira ________________________________________________ Alguma sugestão de pauta? Comentários? Indicações? Mande Mensagem de Voz no site do BOM DIA, BIXA no Anchor: anchor.fm/killbixa Se quiser, mande um e-mail para bomdiabixa@gmail.com Siga nas redes e fale com a gente na DM: @bomdiabixa no Instagram, Twitter e TikTok __________________________________________________ Este podcast integra a @FIOpodcasts | Rede Ativista de Vozes Idealização - GG Pesquisa e Roteiro - Zé Henrique Freitas Identidade Visual, Edição e Produção - Rod Gomes Apresentação - Nara Lívia, Rod Gomes, Zé Henrique Freitas, Isa Potter e Bia Carmo ____________________________________________________________________________________________________ Não deixe de clicar em SEGUIR o podcast aí no seu player favorito, nem de ativar notificações para não perder nenhum episódio! Ah, e se compartilhar, não deixe de nos marcar nas redes. ;)
Palestra do Livro dos Espíritos do CEASA - Centro Espírita Abel Sebastião de Almeida - Rio de Janeiro - Brasil
INT: Por que adoramos uma só Pessoa se temos tantas opções de culto no mundo em que vivemos? A resposta está na reinvindicação do próprio Senhor Jesus a respeito da sua exclusividade como o Messias de Deus, portanto, como o Filho de Deus que veio reconciliar o homem pecador com o Deus santo através de Sua Pessoa e obra. Nós vamos observar no NT que a reinvindicação da exclusividade de Cristo se dá por pelo menos 3 razões: 1ª) A exclusividade de Cristo é confirmada por meio de milagres extraordinários (Jo 9.32; Mc 7.37) 2ª) A exclusividade de Cristo é confirmada por meio do cumprimento de profecias (Jo 18.31-32; 19.23-24; 32-37) 3ª) A exclusividade de Cristo é confirmada por Sua ressurreição vista e registrada por testemunhas oculares (1 Co 15.3-9) Aplicações: 1)Você crê na exclusividade de Cristo em sua vida como Salvador e Senhor? (Jo 14.6) 2)Como discípulo de Cristo você está disposto a confessar a exclusividade de Cristo num mundo da pluralidade? (1 Co 8.6)
Hoje vou estar à conversa com o Mário Santos. O Mário é pai, feminista, doula, sociólogo e formador em babywearing. Começámos de forma pouco convencional e a conversa foi desenrolando… falámos de parto, família, de condicionamento e flexibilidade, de papéis familiares enquanto constructos sociais, de identidade, afirmação, aceitação e visibilidade, de tradição e pluralidade… tanta, tanta coisa... Uma conversa, para mim, muito interessante e rica, com o potencial de contribuir para uma reflexão mais alargada do que é a família e o seu papel no desenvolvimento de cada indivíduo, em particular, e da sociedade, em geral. Ouve, partilha e contribui para uma cultura de relações saudáveis, responsáveis e autênticas. Podes seguir o trabalho do Mário Santos na sua página do Instagram @mariojdssantos
Sociedade civil em Cabinda diz que a proposta do líder da UNITA, Adalberto Costa Júnior, de tornar a província numa região autónoma é eleitoralista. Em Manica, no centro de Moçambique, comunidades aprendem boas práticas para combater a desnutrição crónica em crianças. Em Angola, à porta das eleições gerais, sociedade civil apela a uma imprensa "isenta e plural".
Você já teve a impressão de que algumas pessoas, não importa o que elas se proponham a fazer, parece que elas aprendem muito rápido? Elas conseguem trafegar por setores diferentes no mercado, constroem ideias inimagináveis, e conquistam o sucesso. Hoje eu recebo um convidado com uma história bem diferente, David Politanski. Ele estudou High School nos Estados Unidos, onde jogou futebol americano. Fez administração no Insper e chegou a ser capitão do time de Rugby. David já foi headhunter e iniciou a carreira no mercado financeiro. Há 10 anos, ele atua no Google, onde já teve passagem por diversos países, em muitos projetos. David também se revelou um grande apaixonado por viajar e contou um pouco de suas aventuras incríveis e radicais pelo mundo. Sobretudo, recentemente, ele abriu o bar mais “cool” da cidade, Sweet Secrets, que já é o destino secreto mais concorrido de São Paulo e revelou alguns “spoilers” do que podemos encontrar por lá. Produção: Voz e Conteúdo – www.vozeconteudo.com.br | @vozeconteudo Disponível no Spotify ou na Apple Podcasts.