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Boa quinta-feira e bom Natal, pessoas queridas.
A inteligência artificial, em seus múltiplos sentidos, tem dominado a agenda pública e até mesmo o direcionamento do capital das grandes empresas de tecnologia. Mas você já parou para pensar na infraestrutura gigantesca que dê conta de sustentar o crescimento acelerado das IAs? O futuro e o presente da inteligência artificial passa pela existência dos datacenters. E agora é mais urgente que nunca a gente discutir esse assunto. Estamos vendo um movimento se concretizar, que parece mais uma forma de colonialismo digital: com a crescente resistência à construção de datacenters nos países no norte global, empresas e governos parecem estar convencidos a trazer essas infraestruturas imensas com todos os seus impactos negativos ao sul global. Nesse episódio Yama Chiodi e Damny Laya conversam com pesquisadores, ativistas e atingidos para tentar aprofundar o debate sobre a infraestrutura material das IAs. A gente conversa sobre o que são datacenters e como eles impactam e irão impactar nossas vidas. No segundo episódio, recuperamos movimentos de resistência a sua instalação no Brasil e como nosso país se insere no debate, seguindo a perspectiva de ativistas e de pesquisadores da área que estão buscando uma regulação mais justa para esses grandes empreendimentos. ______________________________________________________________________________________________ ROTEIRO [ vinheta da série ] [ Começa bio-unit ] YAMA: A inteligência artificial, em seus múltiplos sentidos, tem dominado a agenda pública e até mesmo o direcionamento do capital das grandes empresas de tecnologia. Mas você já parou para pensar na infraestrutura gigantesca que dê conta de sustentar o crescimento acelerado das IA? DAMNY: O futuro e o presente da inteligência artificial passa pela existência dos data centers. E agora é mais urgente que nunca a gente discutir esse assunto. Estamos vendo um movimento se concretizar, que parece mais uma forma de colonialismo digital: com a crescente resistência à construção de datacenters nos países no norte global, empresas e governos parecem estar convencidos a trazer os datacenters com todos os seus impactos negativos ao sul global. YAMA: Nós conversamos com pesquisadores, ativistas e atingidos e em dois episódios nós vamos tentar aprofundar o debate sobre a infraestrutura material das IAs. No primeiro, a gente conversa sobre o que são datacenters e como eles impactam e irão impactar nossas vidas. DAMNY: No segundo, recuperamos movimentos de resistência a sua instalação no Brasil e como nosso país se insere no debate, seguindo a perspectiva de ativistas e de pesquisadores da área que estão buscando uma regulação mais justa para esses grandes empreendimentos. [ tom baixo ] YAMA: Eu sou o Yama Chiodi, jornalista de ciência e pesquisador do campo das mudanças climáticas. Se você já é ouvinte do oxigênio pode ter me ouvido aqui na série cidade de ferro ou no episódio sobre antropoceno. Ao longo dos últimos meses investiguei os impactos ambientais das inteligências artificiais para um projeto comum entre o LABMEM, o laboratório de mudança tecnológica, energia e meio ambiente, e o oxigênio. Em setembro passado, o Damny se juntou a mim pra gente construir esses episódios juntos. E não por acaso. O Damny publicou em outubro passado um relatório sobre os impactos socioambientais dos data centers no Brasil, intitulado “Não somos quintal de data center”. O link para o relatório completo se encontra disponível na descrição do episódio. Bem-vindo ao Oxigênio, Dam. DAMNY: Oi Yama. Obrigado pelo convite pra construir junto esses episódios. YAMA: É um prazer, meu amigo. DAMNY: Eu também atuo como jornalista de ciência e sou pesquisador de governança da internet já há algum tempo. Estou agora trabalhando como jornalista e pesquisador aqui no LABJOR, mas quando escrevi o relatório eu tava trabalhando como pesquisador-consultor na ONG IDEC, Instituto de Defesa de Consumidores. YAMA: A gente começa depois da vinheta. [ Termina Bio Unit] [ Vinheta Oxigênio ] [ Começa Documentary] YAMA: Você já deve ter ouvido na cobertura midiática sobre datacenters a formulação que te diz quantos litros de água cada pergunta ao chatGPT gasta. Mas a gente aqui não gosta muito dessa abordagem. Entre outros motivos, porque ela reduz o problema dos impactos socioambientais das IA a uma questão de consumo individual. E isso é um erro tanto político como factual. Calcular quanta água gasta cada pergunta feita ao ChatGPT tira a responsabilidade das empresas e a transfere aos usuários, escondendo a verdadeira escala do problema. Mesmo que o consumo individual cresça de modo acelerado e explosivo, ele sempre vai ser uma pequena fração do problema. Data centers operam em escala industrial, computando quantidades incríveis de dados para treinar modelos e outros serviços corporativos. Um único empreendimento pode consumir em um dia mais energia do que as cidades que os abrigam consomem ao longo de um mês. DAMNY: Nos habituamos a imaginar a inteligência artificial como uma “nuvem” etérea, mas, na verdade, ela só existe a partir de data centers monstruosos que consomem quantidades absurdas de recursos naturais. Os impactos sociais e ambientais são severos. Data centers são máquinas de consumo de energia, água e terra, e criam poluição do ar e sonora, num modelo que reforça velhos padrões de racismo ambiental. O desenvolvimento dessas infraestruturas frequentemente acontece à margem das comunidades afetadas, refazendo a cartilha global da injustiça ambiental. Ao seguir suas redes, perceberemos seus impactos em rios, no solo, no ar, em territórios indígenas e no crescente aumento da demanda por minerais críticos e, por consequência, de práticas minerárias profundamente destrutivas. YAMA: De acordo com a pesquisadora Tamara Kneese, diretora do programa de Clima, Tecnologia e Justiça do instituto de pesquisa Data & Society, com quem conversamos, essa infraestrutura está criando uma nova forma de colonialismo tecnológico. Os danos ambientais são frequentemente direcionados para as comunidades mais vulneráveis, de zonas rurais às periferias dos grandes centros urbanos, que se tornam zonas de sacrifício para o progresso dessa indústria. DAMNY: Além disso, a crescente insatisfação das comunidades do Norte Global com os data centers tem provocado o efeito colonial de uma terceirização dessas estruturas para o Sul Global. E o Brasil não apenas não é exceção como parece ser um destino preferencial por sua alta oferta de energia limpa. [pausa] E com o aval do governo federal, que acaba de publicar uma medida provisória chamada REDATA, cujo objetivo é atrair data centers ao Brasil com isenção fiscal e pouquíssimas responsabilidades. [ Termina Documentary] [tom baixo ] VOICE OVER: BLOCO 1 – O QUE SÃO DATA CENTERS? YAMA: Pra entender o que são data centers, a gente precisa antes de tudo de entender que a inteligência artificial não é meramente uma nuvem etérea que só existe virtualmente. Foi assim que a gente começou nossa conversa com a pesquisadora estadunidense Tamara Kneese. Ela é diretora do programa de Clima, Tecnologia e Justiça do instituto de pesquisa Data & Society. TAMARA: PT – BR [ Eu acho que o problema da nossa relação com a computação é que a maioria parte do tempo a gente não pensa muito sobre a materialidade dos sistemas informacionais e na cadeia de suprimentos que permitem que eles existam. Tudo que a gente faz online não depende só dos nossos aparelhos, ou dos serviços de nuvem que a gente contrata, mas de uma cadeia muito maior. De onde ver o hardware que a gente usa? Que práticas de trabalho são empregadas nessa cadeia? E então, voltando à cadeia de suprimentos, pensar sobre os materiais brutos e os minerais críticos e outras formas de extração, abusos de direitos humanos e trabalhistas que estão diretamente relacionados à produção dos materiais que precisamos pra computação em geral. ] So I think, you know, the problem with our relationship to computing is that, most of the time, we don’t really think that much about the materiality of the computing system and the larger supply chain. You know, thinking about the fact that, of course, everything we do relies not just on our own device, or the particular cloud services that we subscribe to, but also on a much larger supply chain. So, where does the hardware come from, that we are using, and what kind of labor practices are going into that? And then be, you know, further back in the supply chain, thinking about raw materials and critical minerals and other forms of extraction, and human rights abuses and labor abuses that also go into the production of the raw materials that we need for computing in general. DAMNY: A Tamara já escreveu bastante sobre como a metáfora da nuvem nos engana, porque ela dificulta que a gente enxergue a cadeia completa que envolve o processamento de tantos dados. E isso se tornou uma questão muito maior com a criação dos chatbots e das IAs generativas. YAMA: Se a pandemia já representou uma virada no aumento da necessidade de processamento de dados, quando passamos a ir à escola e ao trabalho pelo computador, o boom das IA generativas criou um aumento sem precedentes da necessidade de expandir essas cadeias. DAMNY: E na ponta da infraestrutura de todas as nuvens estão os data centers. Mais do que gerar enormes impactos sócio-ambientais, eles são as melhores formas de enxergar que o ritmo atual da expansão das IAs não poderá continuar por muito tempo, por limitações físicas. Não há terra nem recursos naturais que deem conta disso. YAMA: A gente conversou com a Cynthia Picolo, que é Diretora Executiva do LAPIN, o Laboratório de Políticas Públicas e Internet. O LAPIN tem atuado muito contra a violação de direitos na implementação de data centers no Brasil e a gente ainda vai conversar mais sobre isso. DAMNY: Uma das coisas que a Cynthia nos ajudou a entender é como não podemos dissociar as IAs dos data centers. CYNTHIA: Existe uma materialidade por trás. Existe uma infraestrutura física, que são os data centers. Então os data centers são essas grandes estruturas que são capazes de armazenar, processar e transferir esses dados, que são os dados que são os processamentos que vão fazer com que a inteligência artificial possa acontecer, possa se desenvolver, então não existe sem o outro. Então falar de IA é falar de Datacenter. Então não tem como desassociar. YAMA: Mas como é um datacenter? A Tamara descreve o que podemos ver em fotos e vídeos na internet. TAMARA: [ Sim, de modo geral, podemos dizer que os data centers são galpões gigantes de chips, servidores, sistemas em redes e quando você olha pra eles, são todos muitos parecidos, prédios quadrados sem nada muito interessante. Talvez você nem saiba que é um data center se não observar as luzes e perceber que é uma estrutura enorme sem pessoas, sem trabalhadores. ] Yeah, so, you know, essentially, they’re like giant warehouses of chips, of servers, of networked systems, and, you know, they look like basically nondescript square buildings, very similar. And you wouldn’t really know that it’s a data center unless you look at the lighting, and you kind of realize that something… like, it’s not inhabited by people or workers, really. DAMNY: No próximo bloco a gente tenta resumir os principais problemas socioambientais que os data centers já causam e irão causar com muita mais intensidade no futuro. [tom baixo ] VOICE OVER: BLOCO 2 – A ENORME LISTA DE PROBLEMAS YAMA: O consumo de energia é provavelmente o problema mais conhecido dos data centers e das IAs. Segundo dados da Agência Internacional de Energia, a IEA, organização internacional da qual o Brasil faz parte, a estimativa para o ano de 2024 é que os data centers consumiram cerca de 415 TWh. A cargo de comparação, segundo a Empresa de Pesquisa Energética, instituto de pesquisa público associado ao Ministério das Minas e Energia, o Brasil consumiu no ano de 2024 cerca de 600 TWh. DAMNY: Segundo o mesmo relatório da Agência Internacional de Energia, a estimativa é que o consumo de energia elétrica por datacenters em 2030 vai ser de pelo menos 945 TWh, o que representaria 3% de todo consumo global projetado. Quando a gente olha pras estimativas de outras fontes, contudo, podemos dizer que essas são projeções até conservadoras. Especialmente considerando o impacto da popularização das chamadas LLM, ou grandes modelos de linguagem – aqueles YAMA: Ou seja, mesmo com projeções conservadoras, os data centers do mundo consumiriam em 2030, daqui a menos de cinco anos, cerca de 50% a mais de energia que o Brasil inteiro consome hoje. Segundo a IEA, em 2030 o consumo global de energia elétrica por data centers deve ser equivalente ao consumo da Índia, o país mais populoso do mundo. E há situações locais ainda mais precárias. DAMNY: É o caso da Irlanda. Segundo reportagem do New York Times publicada em outubro passado, espera-se que o consumo de energia elétrica por data centers por lá represente pelo menos 30% do consumo total do país nos próximos anos. Mas porquê os datacenters consomem tanta energia? TAMARA: [ Então, particularmente com o tipo de IA que as empresas estão investindo agora, há uma necessidade de chips e GPUs muito mais poderosos, de modo que os data centers também são sobre prover energia o suficiente pra todo esse poder computacional que demandam o treinamento e uso de grandes modelos de linguagem. Os data centers são estruturas incrivelmente demandantes de energia e água. A água em geral serve para resfriar os servidores, então tem um número considerável de sistemas de cooling que usam água. Além disso tudo, você também precisa de fontes alternativas de energia, porque algumas vezes, uma infraestrutura tão demandante de energia precisa recorrer a geradores para garantir que o data center continue funcionando caso haja algum problema na rede elétrica. ] So, you know, particularly with the kinds of AI that companies are investing in right now, there’s a need for more powerful chips, GPUs, and so Data centers are also about providing enough energy and computational power for these powerful language models to be trained and then used. And so the data center also, you know, in part because it does require so much energy, and it’s just this incredibly energy-intensive thing, you also need water. And the water comes from having to cool the servers, and so… So there are a number of different cooling systems that use water. And then on top of that, you also need backup energy sources, so sometimes, because there’s such a draw on the power grid, you have to have backup generators to make sure that the data center can keep going if something happens with the grid. YAMA: E aqui a gente começa a entender o tamanho do problema. Os data centers são muitas vezes construídos em lugares que já sofrem com infraestruturas precárias de eletricidade e com a falta de água potável. Então eles criam problemas de escassez onde não havia e aprofundam essa escassez em locais onde isso já era uma grande questão – como a região metropolitana de Fortaleza sobre a qual falaremos no próximo episódio, que está em vias de receber um enorme data center do Tiktok. DAMNY: É o que também relatam os moradores de Querétaro, no México, que vivem na região dos data centers da Microsoft. A operação dos data centers da Microsoft gerou uma crise sem precedentes, com quedas frequentes de energia e o interrompimento do abastecimento de água que muitas vezes duram semanas. Os data-centers impactaram de tal forma as comunidades que escolas cancelaram aulas e, indiretamente, foram responsáveis por uma crise de gastroenterite entre crianças. YAMA: E isso nos leva pro segundo ponto. O consumo de água, minerais críticos e outros recursos naturais. TAMARA: [O problema da energia tem recebido mais atenção, porque é uma fonte de ansiedade também. Pensar sobre o aumento da demanda de energia em tempos em que supostamente estaríamos transicionando para deixar de usar energias fósseis, o que obviamente pode ter efeitos devastadores. Mas eu acredito que num nível mais local, o consumo de água é mais relevante. Nós temos grandes empresas indo às áreas rurais do México, por exemplo, e usando toda a água disponível e basicamente deixando as pessoas sem água. E isso é incrivelmente problemático. Então isso acontece em áreas que já tem problemas de abastecimento de água, onde as pessoas já não tem muito poder de negociação com as empresas. Não têm poder político pra isso. São lugares tratados como zonas de sacrifício, algo que já vimos muitas vezes no mundo, especialmente em territórios indígenas. Então as consequências são na verdade muito maiores do que só problemas relacionados à energia. ] I think the energy problem has probably gotten the most attention, just because it is a source of anxiety, too, so thinking about, you know, energy demand at a time when we’re supposed to be transitioning away from fossil fuels. And clearly, the effects that that can have will be devastating. But I think on a local level, things like the water consumption can matter more. So, you know, if we have tech companies moving into rural areas in Mexico and, you know, using up all of their water and basically preventing people in the town from having access to water. That is incredibly problematic. So I think, you know, in water-stressed areas and areas where the people living in a place don’t have as much negotiating power with the company. Don’t have as much political power, and especially if places are basically already treated as sacrifice zones, which we’ve seen repeatedly many places in the world, with Indigenous land in particular, you know, I think the consequences may go far beyond just thinking about, you know, the immediate kind of energy-related problems. YAMA: Existem pelo menos quatro fins que tornam os data centers máquinas de consumir água. O mais direto e local é a água utilizada na refrigeração de todo equipamento que ganha temperatura nas atividades de computação, o processo conhecido como cooling. Essa prática frequentemente utiliza água potável. Apesar de já ser extremamente relevante do ponto de vista de consumo, essa é apenas uma das formas de consumo abundante de água. DAMNY: Indiretamente, os data centers também consomem a água relacionada ao seu alto consumo de energia, em especial na geração de energia elétrica em usinas hidrelétricas e termelétricas. Também atrelada ao consumo energético, está o uso nas estações de tratamento de água, que visam tratar a água com resíduos gerada pelo data center para tentar reduzir a quantidade de água limpa utilizada. YAMA: Por fim, a cadeia de suprimentos de chips e servidores que compõem os data centers requer água ultrapura e gera resíduos químicos. Ainda que se saiba que esse fator gera gastos de água e emissões de carbono relevantes, os dados são super obscuros, entre outros motivos, porque a maioria dos dados que temos sobre o consumo de água em data centers são fornecidos pelas próprias empresas. CYNTHIA: A água e os minérios são componentes também basilares para as estruturas de datacenter, que são basilares para o funcionamento da inteligência artificial. (…). E tem toda uma questão, como eu disse muitas vezes, captura um volume gigante de água doce. E essa água que é retornada para o ecossistema, muitas vezes não é compensada da água que foi capturada. Só que as empresas também têm uma promessa em alguns relatórios, você vai ver que elas têm uma promessa até de chegar em algum ponto para devolver cento e vinte por cento da água. Então a empresa está se comprometendo a devolver mais água do que ela capturou. Só que a realidade é o quê? É outra. Então, a Google, por exemplo, nos últimos cinco anos, reportou um aumento de cento e setenta e sete por cento do uso de água. A Microsoft mais trinta e oito e a Amazon sequer reporta o volume de consumo de água. Então uma lacuna tremenda para uma empresa desse porte, considerando todo o setor de Data centers. Mas tem toda essa questão da água, que é muito preocupante, não só por capturar e o tratamento dela e como ela volta para o meio ambiente, mas porque há essa disputa também com territórios que têm uma subsistência muito específica de recursos naturais, então existe uma disputa aí por esse recurso natural entre comunidade e empreendimento. DAMNY: Nessa fala da Cynthia a gente observa duas coisas importantes: a primeira é que não existe data center sem água para resfriamento, de modo que o impacto local da instalação de um empreendimento desses é uma certeza irrefutável. E é um dano contínuo. Enquanto ele estiver em operação ele precisará da água. É como se uma cidade de grande porte chegasse de repente, demandando uma quantidade de água e energia que o local simplesmente não tem para oferecer. E na hora de escolher entre as pessoas e empreendimentos multimilionários, adivinha quem fica sem água e com a energia mais cara? YAMA: A segunda coisa importante que a Cynthia fala é quando ela nos chama a atenção sobre a demanda por recursos naturais. Nós sabemos que recursos naturais são escassos. Mais do que isso, recursos naturais advindos da mineração têm a sua própria forma de impactos sociais e ambientais, o que vemos frequentemente na Amazônia brasileira. O que acontecerá com os data centers quando os recursos naturais locais já não forem suficientes para seu melhor funcionamento? Diante de uma computação que passa por constante renovação pela velocidade da obsolescência, o que acontece com o grande volume de lixo eletrônico gerado por data centers? Perguntas que não têm resposta. DAMNY: A crise geopolítica em torno dos minerais conhecidos como terra-rara mostra a complexidade política e ambiental do futuro das IA do ponto de vista material e das suas cadeias de suprimento. No estudo feito pelo LAPIN, a Cynthia nos disse que considera que esse ponto do aumento da demanda por minerais críticos que as IA causam é um dos pontos mais opacos nas comunicações das grandes empresas de tecnologia sobre o impacto de seus data centers. CYNTHIA: E outro ponto de muita, muita lacuna, que eu acho que do nosso mapeamento, desses termos mais de recursos naturais. A cadeia de extração mineral foi o que mais foi opaco, porque, basicamente, as empresas não reportam nada sobre essa extração mineral e é muito crítico, porque a gente sabe que muitos minérios vêm também de zonas de conflito. Então as grandes empresas, pelo menos as três que a gente mapeou, elas têm ali um trechinho sobre uma prestação de contas da cadeia mineral. Tudo que elas fazem é falar que elas seguem um framework específico da OCDE sobre responsabilização. YAMA: Quando as empresas falam de usar energias limpas e de reciclar a água utilizada, eles estão se desvencilhando das responsabilidades sobre seus datacenters. Energia limpa não quer dizer ausência de impacto ambiental. Pras grandes empresas, as fontes de energia limpa servem para gerar excedente e não para substituir de fato energias fósseis. Você pode ter um data center usando majoritariamente energia solar no futuro, mas isso não muda o fato de que ele precisa funcionar 24/7 e as baterias e os geradores a diesel estarão sempre lá. Além disso, usinas de reciclagem de água, fazendas de energia solar e usinas eólicas também têm impactos socioambientais importantes. O uso de recursos verdes complexifica o problema de identificar os impactos locais e responsabilidades dos data centers, mas não resolve de nenhuma forma os problemas de infraestrutura e de fornecimento de água e energia causados pelos empreendimentos. DAMNY: É por isso que a gente alerta pra não comprar tão facilmente a história de que cada pergunta pro chatGPT gasta x litros de água. Se você não perguntar nada pro chatGPT hoje, ou se fizer 1000 perguntas, não vai mudar em absolutamente nada o alto consumo de água e os impactos locais destrutivos dos data centers que estão sendo instalados a todo vapor em toda a América Latina. A quantidade de dados e de computação que uma big tech usa para treinar seus modelos, por exemplo, jamais poderá ser equiparada ao consumo individual de chatbots. É como comparar as campanhas que te pedem pra fechar a torneira ao escovar os dentes, enquanto o agro gasta em minutos água que você não vai gastar na sua vida inteira. Em resumo, empresas como Google, Microsoft, Meta e Amazon só se responsabilizam pelos impactos diretamente causados por seus data centers e, mesmo assim, é uma responsabilização muito entre aspas, à base de greenwashing. Você já ouviu falar de greenwashing? CYNTHIA: Essa expressão em inglês nada mais é do que a tradução literal, que é o discurso verde. (…)É justamente o que a gente está conversando. É justamente quando uma empresa finge se preocupar com o meio ambiente para parecer sustentável, mas, na prática, as ações delas não trazem esses benefícios reais e, pelo contrário, às vezes trazem até danos para o meio ambiente. Então, na verdade, é uma forma até de manipular, ou até mesmo enganar as pessoas, os usuários daqueles sistemas ou serviços com discursos e campanhas com esses selos verdes, mas sem comprovar na prática. YAMA: Nesse contexto, se torna primordial que a gente tenha mais consciência de toda a infraestrutura material que está por trás da inteligência artificial. Como nos resumiu bem a Tamara: TAMARA: [ Eu acredito que ter noção da infraestrutura completa que envolve a cadeia da IA realmente ajuda a entender a situação. Mesmo que você esteja usando, supostamente, energia renovável para construir e operar um data center, você ainda vai precisar de muitos outros materiais, chips, minerais e outras coisas com suas próprias cadeias de suprimento. Ou seja, independente da forma de energia utilizada, você ainda vai causar dano às comunidades e destruição ambiental. ] But that… I think that is why having a sense of the entire AI supply chain is really helpful, just in terms of thinking about, you know, even if you’re, in theory, using renewable energy to build a data center, you still are relying on a lot of other materials, including chips, including minerals, and other things that. (…) We’re still, you know, possibly going to be harming communities and causing environmental disruption. [ tom baixo ] YAMA: Antes de a gente seguir pro último bloco, eu queria só dizer que a entrevista completa com a Dra. Tamara Kneese foi bem mais longa e publicada na íntegra no blog do GEICT. O link para a entrevista tá na descrição do episódio, mas se você preferir pode ir direto no bloco do GEICT. [ tom baixo ] VOICE OVER: BLOCO 3 – PROBLEMAS GLOBAIS, PROBLEMAS LOCAIS YAMA: Mesmo conhecendo as cadeias, as estratégias de greenwashing trazem um grande problema à tona, que é uma espécie de terceirização das responsabilidades. As empresas trazem medidas compensatórias que não diminuem em nada o impacto local dos seus data centers. Então tem uma classe de impactos que são globais, como as emissões de carbono e o aumento da demanda por minerais críticos, por exemplo. E globais no sentido de que eles são parte relevante dos impactos dos data centers, mas não estão impactando exatamente nos locais onde foram construídos. CYNTHIA: Google, por exemplo, nesse recorte que a gente fez da pesquisa dos últimos cinco anos, ela simplesmente reportou um aumento de emissão de carbono em setenta e três por cento. Não é pouca coisa. A Microsoft aumentou no escopo dois, que são as emissões indiretas, muito por conta de data centers, porque tem uma diferenciação por escopo, quando a gente fala de emissão de gases, a Microsoft, nesse período de cinco anos, ela quadruplicou o tanto que ela tem emitido. A Amazon aumentou mais de trinta por cento. Então a prática está mostrando que essas promessas estão muito longe de serem atingidas. Só que aí entra um contexto mais de narrativa. Por que elas têm falado e prometido a neutralidade de carbono? Porque há um mecanismo de compensação. (…) Então elas falam que estão correndo, correndo para atingir essa meta de neutralidade de carbono, mas muito por conta dos instrumentos de compensação, compensação ou de crédito de carbono ou, enfim, para uso de energias renováveis. Então se compra esse certificado, se fazem esses contratos, mas, na verdade, não está tendo uma redução de emissão. Está tendo uma compensação. (…) Essa compensação é um mecanismo financeiro, no final do dia. Porque, quando você, enquanto empresa, trabalha na compensação dos seus impactos ambientais e instrumentos contratuais, você está ignorando o impacto local. Então, se eu estou emitindo impactando aqui o Brasil, e estou comprando crédito de carbono em projetos em outra área, o impacto local do meu empreendimento está sendo ignorado. YAMA: E os impactos materiais locais continuam extremamente relevantes. Além do impacto nas infraestruturas locais de energia e de água sobre as quais a gente já falou, há muitas reclamações sobre a poluição do ar gerada pelos geradores, as luzes que nunca desligam e até mesmo a poluição sonora. A Tamara nos contou de um caso curioso de um surto de distúrbios de sono e de enxaqueca que tomou regiões de data centers nos Estados Unidos. TAMARA: [ Uma outra coisa que vale ser lembrada: as pessoas que vivem perto dos data centers tem nos contado que eles são super barulhentos, eles também relatam a poluição visual causada pelas luzes e a poluição sonora. Foi interessante ouvir de comunidades próximas a data centers de mineração de criptomoedas, por exemplo, que os moradores começaram a ter enxaquecas e distúrbios de sono por viverem próximos das instalações. E além de tudo isso, ainda tem a questão da poluição do ar, que é visível a olho nu. Há muitas partículas no ar onde há geradores movidos a diesel para garantir que a energia esteja sempre disponível. ] And the other thing is, you know, for people who live near them, they’re very loud, and so if you talk to people who live near data centers, they will talk about the light pollution, the noise pollution. And it’s been interesting, too, to hear from communities that are near crypto mining facilities, because they will complain of things like migraine headaches and sleep deprivation from living near the facilities. And, you know, the other thing is that the air pollution is quite noticeable. So there’s a lot of particulate matter, particularly in the case of using diesel-fueled backup generators as an energy stopgap. DAMNY: E do ponto de vista dos impactos locais, há um fator importantíssimo que não pode ser esquecido: território. Data centers podem ser gigantes, mas ocupam muito mais espaço que meramente seus prédios, porque sua cadeia de suprimentos demanda isso. Como a água e a energia chegarão até os prédios? Mesmo que sejam usados fontes renováveis de energia, onde serão instaladas as fazendas de energia solar ou as usinas de energia eólica e de tratamento de água? Onde a água contaminada e/ou tratada será descartada? Quem vai fiscalizar? YAMA: E essa demanda sem fim por território esbarra justamente nas questões de racismo ambiental. Porque os territórios que são sacrificados para que os empreendimentos possam funcionar, muito frequentemente, são onde vivem povos originários e populações marginalizadas. Aqui percebemos que a resistência local contra a instalação de data centers é, antes de qualquer coisa, uma questão de justiça ambiental. É o caso de South Memphis nos Estados Unidos, por exemplo. TAMARA: [ Pensando particularmente sobre os tipos de danos causados pelos data centers, não é somente a questão da conta de energia ficar mais cara, ou quantificar a quantidade de energia e água gasta por data centers específicos. A verdadeira questão, na minha opinião, é a relação que existe entre esses danos socioambientais, danos algorítmicos e o racismo ambiental e outras formas de impacto às comunidades que lidam com isso a nível local. Especialmente nos Estados Unidos, com todo esse histórico de supremacia branca e a falta de direitos civis, não é coincidência que locais onde estão comunidades negras, por exemplo, sejam escolhidos como zonas de sacrifício. As comunidades negras foram historicamente preferenciais para todo tipo de empreendimento que demanda sacrificar território, como estradas interestaduais, galpões da Amazon… quer dizer, os data centers são apenas a continuação dessa política histórica de racismo ambiental. E tudo isso se soma aos péssimos acordos feitos a nível local, onde um prefeito e outras lideranças governamentais pensam que estão recebendo algo de grande valor econômico. Em South Memphis, por exemplo, o data center é da xAI. Então você para pra refletir como essa plataforma incrivelmente racista ainda tem a audácia de poluir terras de comunidades negras ainda mais ] I think, the way of framing particular kinds of harm, so, you know, it’s not just about, you know, people’s energy bills going up, or, thinking about how we quantify the energy use or the water use of particular data centers, but really thinking about the relationship between a lot of those social harms and algorithmic harms and the environmental racism and other forms of embodied harms that communities are dealing with on that hyper-local level. And, you know, in this country, with its history of white supremacy and just general lack of civil rights, you know, a lot of the places where Black communities have traditionally been, tend to be, you know, the ones sacrificed for various types of development, like, you know, putting up interstates, putting up warehouses for Amazon and data centers are just a continuation of the what was already happening. And then you have a lot of crooked deals on the local level, where, you know, maybe a mayor and other local officials think that they’re getting something economically of value. In South Memphis, the data center is connected to x AI. And so thinking about this platform that is so racist and so incredibly harmful to Black communities, you know, anyway, and then has the audacity to actually pollute their land even more. DAMNY: Entrando na questão do racismo ambiental a gente se encaminha para o nosso segundo episódio, onde vamos tentar entender como o Brasil se insere na questão dos data centers e como diferentes setores da população estão se organizando para resistir. Antes de encerrar esse episódio, contudo, a gente traz brevemente pra conversa dois personagens que vão ser centrais no próximo episódio. YAMA: Eles nos ajudam a compreender como precisamos considerar a questão dos territórios ao avaliar os impactos. Uma dessas pessoas é a Andrea Camurça, do Instituto Terramar, que está lutando junto ao povo Anacé pelo direito de serem consultados sobre a construção de um data center do TIKTOK em seus territórios. Eu trago agora um trechinho dela falando sobre como mesmo medidas supostamente renováveis se tornam violações territoriais num contexto de racismo ambiental. ANDREA: A gente recebeu notícias agora, recentemente, inclusive ontem, que está previsto um mega empreendimento solar que vai ocupar isso mais para a região do Jaguaribe, que vai ocupar, em média, de equivalente a seiscentos campos de futebol. Então, o que isso representa é a perda de terra. É a perda de água. É a perda do território. É uma diversidade de danos aos povos e comunidades tradicionais que não são reconhecidos, são invisibilizados. Então é vendido como território sem gente, sendo que essas energias chegam dessa forma. Então, assim a gente precisa discutir sobre energias renováveis. A gente precisa discutir sobre soberania energética. A gente precisa discutir sobre soberania digital, sim, mas construída a partir da necessidade do local da soberania dessas populações. DAMNY: A outra pessoa que eu mencionei é uma liderança Indígena, o cacique Roberto Anacé. Fazendo uma ótima conexão que nos ajuda a perceber como os impactos globais e locais dos data centers estão conectados, ele observa como parecemos entrar num novo momento do colonialismo, onde a soberania digital e ambiental do Brasil volta a estar em risco, indo de encontro à violação de terras indígenas. CACIQUE ROBERTO: Há um risco para a questão da biodiversidade, da própria natureza da retirada da água, do aumento de energia, mas também não somente para o território da Serra, mas para todos que fazem uso dos dados. Ou quem expõe esses dados. Ninguém sabe da mão de quem vai ficar, quem vai controlar quem vai ordenar? E para que querem essa colonização? Eu chamo assim que é a forma que a gente tem essa colonização de dados. Acredito eu que a invasão do Brasil em mil e quinhentos foi de uma forma. Agora nós temos a invasão de nossas vidas, não somente para os indígenas, mas de todos, muitas vezes que fala muito bem, mas não sabe o que vai acontecer depois que esses dados estão guardados. Depois que esses dados vão ser utilizados, para que vão ser utilizados, então esses agravos. Ele é para além do território indígena na série. [ tom baixo ] [ Começa Bio Unit ] YAMA: A pesquisa, entrevistas e apresentação desse episódio foi feita pelo Damny Laya e por mim, Yama Chiodi. Eu também fiz o roteiro e a produção. Quem narrou a tradução das falas da Tamara foi Mayra Trinca. O Oxigênio é um podcast produzido pelos alunos do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp e colaboradores externos. Tem parceria com a Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp e apoio do Serviço de Auxílio ao Estudante, da Unicamp. Além disso, contamos com o apoio da FAPESP, que financia bolsas como a que nos apoia neste projeto de divulgação científica. DAMNY: A lista completa de créditos para os sons e músicas utilizados você encontra na descrição do episódio. Você encontra todos os episódios no site oxigenio.comciencia.br e na sua plataforma preferida. No Instagram e no Facebook você nos encontra como Oxigênio Podcast. Segue lá pra não perder nenhum episódio! Aproveite para deixar um comentário. [ Termina Bio Unit ] [ Vinheta Oxigênio ] Créditos: Aerial foi composta por Bio Unit; Documentary por Coma-Media. Ambas sob licença Creative Commons. Os sons de rolha e os loops de baixo são da biblioteca de loops do Garage Band. Roteiro, produção: Yama Chiodi Pesquisa: Yama Chiodi, Damny Laya Narração: Yama Chiodi, Danny Laya, Mayra Trinca Entrevistados: Tamara Kneese, Cynthia Picolo, Andrea Camurça e Cacique Roberto Anacé __________ Descendo a toca do coelho da IA: Data Centers e os Impactos Materiais da “Nuvem” – Uma entrevista com Tamara Kneese: https://www.blogs.unicamp.br/geict/2025/11/06/descendo-a-toca-do-coelho-da-ia-data-centers-e-os-impactos-materiais-da-nuvem-uma-entrevista-com-tamara-kneese/ Não somos quintal de data centers: Um estudo sobre os impactos socioambientais e climáticos dos data centers na América Latina: https://idec.org.br/publicacao/nao-somos-quintal-de-data-centers Outras referências e fontes consultadas: Relatórios técnicos e dados oficiais: IEA (2025), Energy and AI, IEA, Paris https://www.iea.org/reports/energy-and-ai, Licence: CC BY 4.0 “Inteligência Artificial e Data Centers: A Expansão Corporativa em Tensão com a Justiça Socioambiental”. Lapin. https://lapin.org.br/2025/08/11/confira-o-relatorio-inteligencia-artificial-e-data-centers-a-expansao-corporativa-em-tensao-com-a-justica-socioambiental/ Estudo de mercado sobre Power & Cooling de Data Centers. DCD – DATA CENTER DYNAMICS.https://media.datacenterdynamics.com/media/documents/Report_Power__Cooling_2025_PT.pdf Pílulas – Impactos ambientais da Inteligência Artificial. IPREC. https://ip.rec.br/publicacoes/pilulas-impactos-ambientais-da-inteligencia-artificial/ Policy Brief: IA, data centers e os impactos ambientais. IPREC https://ip.rec.br/wp-content/uploads/2025/05/Policy-Paper-IA-e-Data-Centers.pdf MEDIDA PROVISÓRIA Nº 1.318, DE 17 DE SETEMBRO DE 2025 https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/medida-provisoria-n-1.318-de-17-de-setembro-de-2025-656851861 Infográfico sobre minerais críticos usados em Data Centers do Serviço de Geologia do Governo dos EUA https://www.usgs.gov/media/images/key-minerals-data-centers-infographic Notícias e reportagens: From Mexico to Ireland, Fury Mounts Over a Global A.I. Frenzy. Paul Mozur, Adam Satariano e Emiliano Rodríguez Mega. The New York Times, 20/10/2025. https://www.nytimes.com/2025/10/20/technology/ai-data-center-backlash-mexico-ireland.html Movimentos pedem ao MP fim de licença de data center no CE. Maristela Crispim, EcoNordeste. 25/08/2025. https://agenciaeconordeste.com.br/sustentabilidade/movimentos-pedem-ao-mp-fim-de-licenca-de-data-center-no-ce/#:~:text=’N%C3%A3o%20somos%20contra%20o%20progresso’&text=Para%20o%20cacique%20Roberto%20Anac%C3%A9,ao%20meio%20ambiente%E2%80%9D%2C%20finaliza. ChatGPT Is Everywhere — Why Aren’t We Talking About Its Environmental Costs? Lex McMenamin. Teen Vogue. https://www.teenvogue.com/story/chatgpt-is-everywhere-environmental-costs-oped Data centers no Nordeste, minérios na África, lucros no Vale do Silício. Le Monde Diplomatique, 11 jun. 2025. Accioly Filho. https://diplomatique.org.br/data-centers-no-nordeste-minerios-na-africa-lucros-no-vale-do-silicio/. The environmental footprint of data centers in the United States. Md Abu Bakar Siddik et al 2021 Environ. Res. Lett. 16064017: https://iopscience.iop.org/article/10.1088/1748-9326/abfba1 Tecnología en el desierto – El debate por los data centers y la crisis hídrica en Uruguay. MUTA, 30 nov. Soledad Acunã https://mutamag.com/cyberpunk/tecnologia-en-el-desierto/. Acesso em: 17 set. 2025. Las zonas oscuras de la evaluación ambiental que autorizó “a ciegas” el megaproyecto de Google en Cerrillos. CIPER Chile, 25 maio 2020. https://www.ciperchile.cl/2020/05/25/las-zonas-oscuras-de-la-evaluacion-ambiental-que-autorizo-aciegas-el-megaproyecto-de-google-en-cerrillos/. Acesso em: 17 set. 2025. Thirsty data centres spring up in water-poor Mexican town. Context, 6 set. 2024. https://www.context.news/ai/thirsty-data-centres-spring-up-in-water-poor-mexican-town BNDES lança linha de R$ 2 bilhões para data centers no Brasil. https://agenciadenoticias.bndes.gov.br/industria/BNDES-lanca-linha-de-R$-2-bilhoes-para-data-centersno-Brasil/. Los centros de datos y sus costos ocultos en México, Chile, EE UU, Países Bajos y Sudáfrica. WIRED, 29 maio 2025. Anna Lagos https://es.wired.com/articulos/los-costos-ocultos-del-desarrollo-de-centros-de-datos-en-mexico-chile-ee-uu-paises-bajos-y-sudafrica Big Tech's data centres will take water from world's driest areas. Eleanor Gunn. SourceMaterial, 9 abr. 2025. https://www.source-material.org/amazon-microsoft-google-trump-data-centres-water-use/ Indígenas pedem que MP atue para derrubar licenciamento ambiental de data center do TikTok. Folha de S.Paulo, 26 ago. 2025. https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/08/indigenas-pedem-que-mp-atue-para-derrubar-licenciamento-ambiental-de-data-center-do-tiktok.shtml The data center boom in the desert. MIT Technology Review https://www.technologyreview.com/2025/05/20/1116287/ai-data-centers-nevada-water-reno-computing-environmental-impact/ Conferências, artigos acadêmicos e jornalísticos: Why are Tech Oligarchs So Obsessed with Energy and What Does That Mean for Democracy? Tamara Kneese. Tech Policy Press. https://www.techpolicy.press/why-are-tech-oligarchs-so-obsessed-with-energy-and-what-does-that-mean-for-democracy/ Data Center Boom Risks Health of Already Vulnerable Communities. Cecilia Marrinan. Tech Policy Press. https://www.techpolicy.press/data-center-boom-risks-health-of-already-vulnerable-communities/ RARE/EARTH: The Geopolitics of Critical Minerals and the AI Supply Chain. https://www.youtube.com/watch?v=GxVM3cAxHfg Understanding AI with Data & Society / The Environmental Costs of AI Are Surging – What Now? https://www.youtube.com/watch?v=W4hQFR8Z7k0 IA e data centers: expansão corporativa em tensão com justiça socioambiental. Camila Cristina da Silva, Cynthia Picolo G. de Azevedo. https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/ia-regulacao-democracia/ia-e-data-centers-expansao-corporativa-em-tensao-com-justica-socioambiental LI, P.; YANG, J.; ISLAM, M. A.; REN, S. Making AI Less “Thirsty”: Uncovering and Addressing the Secret Water Footprint of AI Models. arXiv, 2304.03271, 26 mar. 2025. Disponível em: https://doi.org/10.48550/arXiv.2304.03271 LIU, Y.; WEI, X.; XIAO, J.; LIU, Z.;XU, Y.; TIAN, Y. Energy consumption and emission mitigation prediction based on data center traffic and PUE for global data centers. Global Energy Interconnection, v. 3, n.3, p. 272-282, 3 jun. 2020. https://doi.org/10.1016/j.gloei.2020.07.008 SIDDIK, M. A. B.; SHEHABI, A.; MARSTON, L. The environmental footprint of data centers in the United States. Environmental Research Letters, v. 16, n. 6, 21 maio 2021. https://doi.org/10.1088/1748-9326/abfba1 Las Mentiras de Microsoft en Chile: Una Empresa No tan Verde. Por Rodrigo Vallejos de Resistencia Socioambiental de Quilicura. Revista De Frente, 18 mar. 2022. https://www.revistadefrente.cl/las-mentiras-de-microsoft-en-chile-una-empresa-no-tan-verde-porrodrigo-vallejos-de-resistencia-socioambiental-de-quilicura/. Acesso em: 17 set. 2025.
Daniel Oliveira recebe Carvalho da Silva e Torres Couto, duas figuras históricas do sindicalismo português, que se reencontram para discutir a chamada contrarreforma laboral. Desde o início da conversa, ambos sublinham a gravidade das alterações propostas pelo governo, que mexem em mais de uma centena de artigos da lei laboral e representam, segundo eles, um claro retrocesso nos direitos dos trabalhadores. O ponto de partida é o apelo à unidade das centrais sindicais, algo que os dois consideram indispensável para travar as mudanças em curso. Os dois antigos líderes sindicais também refletem sobre a capacidade atual das centrais em mobilizar a sociedade. Admitem que a CGTP e a UGT já não têm a força de outros tempos, mas defendem que o contexto exige coordenação e unidade. Recordam o seu próprio percurso, marcado por alianças e divergências, como na greve geral de 1988, mas sublinham que hoje se impõe ultrapassar divisões. Só uma frente comum, afirmam, pode criar condições reais para enfrentar um governo apoiado por dois terços de deputados de direita e disposto a usar esse poder para remodelar profundamente as relações laborais.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O grupo teatral Narra(iz), formado pelas atrizes Mariana Madeira, Nicolle Duarte e Sofia Cartágenes, foi selecionado para participar do FESTAC Ano 7 – Festival Estudantil de Artes Cênicas da Bahia, que ocorre entre os dias 8 e 14 deste mês, em Salvador (BA). Em entrevista ao quadro TROCA DE IDEIA, no PLUGADO na MIRANTE FM, Mariana, Nicolle e Sofia afirmaram que a participação marca um importante momento de projeção do teatro maranhense em um
A onda de incêndios na Península Ibérica elevou a área afetada pelos incêndios na UE para mais de um milhão de hectares.
Cid Benjamin abordou a questão das terras raras, ele disse que elas são essenciais para um projeto de país que não seja subserviente
O Maranhão segue exportando grandes artistas a nível nacional. E no segundo semestre de 2025, é a vez dos talentos das dançarinas maranhenses Rebeca Carneiro e Andressa Brandão serem conhecidos ao redor do Brasil. As artistas irão representar o estado com o espetáculo “Abayomi - a resposta está na ancestralidade” na circulação nacional do Sesc Amazônia das Artes 2025, que celebra este ano a 15ª edição do projeto.
Angelluz, um podcast sobre Anjos e o Reino Angélico - #673 – O Que Representam as Asas dos Anjos?Este episódio aborda os seguintes assuntos:1 – Anjos possuem asas ou não? As asas dos Anjos possuem sempre a mesma função? O que simbolizam as asas angélicas, de acordo com a Bíblia e a Torá?2 - Finaliza com a Meditação Guiada “Pedido a um Anjo”.
Preciso começar avisando que esse episódio não vai fazer você sentir medo, então pode assistir à vontade, tá? Mas ele fala, sim, de temores. Especificamente dos profundos pavores da sociedade norte-americana – e, como o Brasil é muito influenciado pelas coisas culturais criadas lá, um tanto disso acaba espirrando na gente. Parece um pouco enigmático, então deixa eu ser mais claro: um zumbi nunca é apenas um zumbi. Representa, na verdade, outros elementos do imaginário ocidental. Por exemplo, durante a Segunda Guerra eles poderiam surgir por causa da radioatividade. A partir dos anos 1980, resultavam de infecções por micro-organismos. E hoje... Bom, não vou contar mais do que devia, né? Criei esse episódio a partir de uma reportagem muito boa do Vox, assinada por Zachary Crockett e Javier Zarracina. O link pra você ler na íntegra tá aqui: https://www.vox.com/policy-and-politics/2016/10/31/13440402/zombie-political-history. ============================Use o cupom ALVINO e ganhe 10% de desconto na evino============================APRENDA EM 5 MINUTOS é o podcast sobre coisas que você nem sabia que queria saber. Os episódios são roteirizados e apresentados por Alvaro Leme. Jornalista, mestre e doutorando em Ciências da Comunicação na ECA-USP e criador de conteúdo há vinte anos, ele traz episódios sobre curiosidades dos mais variados tipos. São episódios curtos, quase sempre com 5 minutos — mas alguns passam disso, porque tem tema que precisa mesmo de mais um tempinho.Edição dos episódios em vídeo: André Glasnerhttp://instagram.com/andreglasnerDireção de arte: Dorien Barrettohttps://www.instagram.com/dorienbarretto66/Fotografia: Daniela Tovianskyhttps://www.instagram.com/dtoviansky/Siga o APRENDA no Instagram:http://instagram.com/aprendapodcasthttp://instagram.com/alvarolemeComercial e parcerias: contato@alvaroleme.com.br
Pequenas partículas estão presentes em todos os lugares, das profundezas do oceano ao topo do Monte Everest, e até mesmo em todo o corpo humano; em média, cada pessoa consome mais de 50 mil partículas de microplásticos por ano.
Mulheres representam cerca de 51% do total de médicos em atividade no Brasil. Saiba mais no episódio de hoje. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste 27º episódio do ConsCiênciaPolítica, podcast da Revista Brasileira deCiência Política(RBCP), Rebecca Abersentrevista o professor Márcio Grijó Vilarouca (CPDOC-FGV) sobre o artigo "Os protestos de junhode 2013 no Rio de Janeiro: '#Não me representam?'", publicado no nº 44 daRevista Brasileira de Ciência Política. Baseada em entrevistas aprofundadas comjovens manifestantes, a pesquisa explora suas visões políticas, expectativas eo conceito de "esperança cética" na delegação política. Vilaroucatambém analisa diferenças entre grupos mais e menos experientes com a políticae reflete sobre como essas percepções influenciaram o cenário político brasileiroposterior, especialmente o surgimento da extrema direita.Acesse o artigo em: https://www.scielo.br/j/rbcpol/a/5LzD6yMGd857jVYX3NTxZkb/Siga-nos nas mídiassociais: Instagram | Twitter | FacebookEdição: Tatiana Carlotti e Marcos Diniz
Reportagem e edição de Maria Catarina.- Dois filmes portugueses representam Portugal no 20.º Festival de Cinema Europeu na Venezuela;- Trump "furioso" com Putin ameaça novos impostos sobre petróleo russo;- O Futebol Clube do Porto dá a volta ao resultado e vence o Estoril Praia.
A OpenAI anunciou inovações importantes que impactam diretamente a fotografia. O que elas representam na prática? Assista e tire suas próprias conclusões. https://www.enfbyleosaldanha.com/
Eduardo Sá explica que o medo das florestas nasce de um trauma antigo, por vezes sem justificação. O psicólogo admite que criar uma ligação com as florestas é positivo psicologicamente. See omnystudio.com/listener for privacy information.
“Vestes” na Bíblia: o que elas representam? - Thiago Freitas by Verbo da Vida Sede
Efeito fim de semana. Estudo americano publicado no Jama Network Open, revela que cirurgias antes do fim de semana aumentam risco de morte: Uma das razões está nas equipas médicas mais pequenas durante o fim de semana.
A tendência é para o crescimento, considera presidente da Câmara de Comércio e Indústria Franco-Portuguesa. Actualmente são 55 mil as empresas com capitais portugueses em França. Edição Isabel Gaspar Dias
Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) aponta área de milho a ser colhida em 2024 com 22,3 milhões de hectares, consolidando expansão agrícola brasileira. Embarques de café somam 22 milhões de sacas em cinco meses do ano safra, reafirmando liderança do Brasil no mercado global. Agronegócio abre 200 novos mercados em 60 países ao longo do ano, fortalecendo presença no comércio internacional. Frente Parlamentar da Agropecuária comemora mudanças no texto da reforma tributária que ampliam competitividade do setor. Agrotempo: alerta para tempestades causadas por região de baixa pressão, exigindo atenção de produtores nas áreas afetadas.
As mulheres e as meninas representam 80% dos deslocados climáticos. São elas que suportam o peso dos impactos climáticos, todavia também são elas que não têm lugar à mesa das decisões. Para Yolanda Mulhuini, do Comité Ecuménico para o Desenvolvimento Social em Moçambique, não haverá avanços enquanto as mulheres estiverem fiquem fora da equação. As mulheres e as meninas representam 80% dos deslocados climáticos. São elas que suportam o peso dos impactos climáticos, todavia também são elas que não têm lugar à mesa das decisões. A questão do género e a falta de representatividade feminina foram dossiers em cima da mesa na COP29. Todavia, os representantes mundiais não foram capazes, em Baku, no Azerbaijão, de reforçar as políticas de género dentro das negociações, empurrando novas directrizes para a COP do próximo ano.Para Yolanda Mulhuini, do Comité Ecuménico para o Desenvolvimento Social em Moçambique, não haverá avanços enquanto as mulheres estiverem fiquem fora da equação.Seria interessante se tivéssemos jovens, mulheres, raparigas e crianças na mesa de decisões.Na COP, a falta representação de mulheres na mesa principal de discussão se reflecte em todos os níveis de decisão climática, mas as evidências mostram claramente que as mulheres amplificam soluções, que impulsionam a iniciativas de adaptação em todo o mundo, inclusive com práticas agrícolas inovadoras. Mas não têm sido consideradas nestas questões.Como é que vamos avançar se estamos a deixar este grupo de lado?Espero que no próximo ano, no Brasil, sejam envolvidas mais mulheres. Esperamos que seja uma COP diferente em termos de representação: jovens, mulheres, crianças, idosos, pessoas com deficiência.
RUMO A GLÓRIA Realizado de 06 a 15 de abril de 1896, em Atenas na Grécia - berço das antigas olimpíadas - a inauguração dos jogos modernos foi um grande marco na cultura desportiva e na cooperação internacional. Os jogos olímpicos modernos foram baseados na antiga Olimpíada grega que é documentada desde 776 AC. Neste ano teremos a 33ª edição dos Jogos Olímpicos em Paris e de acordo com os organizadores, “... o espetáculo que ocorrerá durante essas semanas ficará para a história e Paris será o centro do mundo – o mundo do esporte e muito mais. Os Jogos são um festival popular e multicultural, uma celebração para partilhar com o resto do mundo. Representam uma nova aventura que embarcará a França numa experiência diferente de tudo o que já viu antes...”. A cada edição das Olimpíadas vemos atletas de diversas nacionalidades e modalidades buscando a glória pela qual se prepararam por muitos anos. Isso nos faz recordar as palavras do apóstolo Paulo quando ele diz que “... Considero que os nossos sofrimentos atuais não podem ser comparados com a glória que em nós será revelada...” (Romanos 8:18) Enquanto o mundo está voltado para as Olimpíadas, gostaríamos de te convidar a voltar seus olhos para a promessa bíblica de vida eterna e tudo o que precisamos considerar para seguir caminhando rumo a glória eterna. 04/08 – Não pare de lutar 11/08 – Cuidado com os atalhos 18/08 – Um chamado à perseverança 25/08 – O hino da vitória
RUMO A GLÓRIA Realizado de 06 a 15 de abril de 1896, em Atenas na Grécia - berço das antigas olimpíadas - a inauguração dos jogos modernos foi um grande marco na cultura desportiva e na cooperação internacional. Os jogos olímpicos modernos foram baseados na antiga Olimpíada grega que é documentada desde 776 AC. Neste ano teremos a 33ª edição dos Jogos Olímpicos em Paris e de acordo com os organizadores, “... o espetáculo que ocorrerá durante essas semanas ficará para a história e Paris será o centro do mundo – o mundo do esporte e muito mais. Os Jogos são um festival popular e multicultural, uma celebração para partilhar com o resto do mundo. Representam uma nova aventura que embarcará a França numa experiência diferente de tudo o que já viu antes...”. A cada edição das Olimpíadas vemos atletas de diversas nacionalidades e modalidades buscando a glória pela qual se prepararam por muitos anos. Isso nos faz recordar as palavras do apóstolo Paulo quando ele diz que “... Considero que os nossos sofrimentos atuais não podem ser comparados com a glória que em nós será revelada...” (Romanos 8:18) Enquanto o mundo está voltado para as Olimpíadas, gostaríamos de te convidar a voltar seus olhos para a promessa bíblica de vida eterna e tudo o que precisamos considerar para seguir caminhando rumo a glória eterna. 04/08 – Não pare de lutar 11/08 – Cuidado com os atalhos 18/08 – Um chamado à perseverança 25/08 – O hino da vitória
RUMO A GLÓRIA Realizado de 06 a 15 de abril de 1896, em Atenas na Grécia - berço das antigas olimpíadas - a inauguração dos jogos modernos foi um grande marco na cultura desportiva e na cooperação internacional. Os jogos olímpicos modernos foram baseados na antiga Olimpíada grega que é documentada desde 776 AC. Neste ano teremos a 33ª edição dos Jogos Olímpicos em Paris e de acordo com os organizadores, “... o espetáculo que ocorrerá durante essas semanas ficará para a história e Paris será o centro do mundo – o mundo do esporte e muito mais. Os Jogos são um festival popular e multicultural, uma celebração para partilhar com o resto do mundo. Representam uma nova aventura que embarcará a França numa experiência diferente de tudo o que já viu antes...”. A cada edição das Olimpíadas vemos atletas de diversas nacionalidades e modalidades buscando a glória pela qual se prepararam por muitos anos. Isso nos faz recordar as palavras do apóstolo Paulo quando ele diz que “... Considero que os nossos sofrimentos atuais não podem ser comparados com a glória que em nós será revelada...” (Romanos 8:18) Enquanto o mundo está voltado para as Olimpíadas, gostaríamos de te convidar a voltar seus olhos para a promessa bíblica de vida eterna e tudo o que precisamos considerar para seguir caminhando rumo a glória eterna. 04/08 – Não pare de lutar 11/08 – Cuidado com os atalhos 18/08 – Um chamado à perseverança 25/08 – O hino da vitória
A vitória de Lewis Hamilton em Silverstone, com Lando Norris tendo tido chance real de vencer, indicam que a Mercedes e a McLaren alcançaram a Red Bull, o que parecia pouco provável para 2024. A questão é saber se, nas provas futuras, haverá briga pelo título mundial — especialmente, o de construtores. A Ferrari poderia estar nessa disputa, mas decaiu. Tudo isso acontece em meio à dança das cadeiras para 2025, que já começa a agitar o paddock.Apresentação: Cassio Politi e Lito Cavalcanti.Veja as melhores análises da Fórmula 1 no site The Race Brasil: https://www.youtube.com/@wearetherace_br.Inscreva-se no canal do Lito Cavalcanti no YouTube e participe toda terça-feira, às 20h (horário de Brasília), da live: https://www.youtube.com/LitoCavalcanti. Participe do Bolão do Lito: http://litocavalcanti.com.br/.
A cara da oposição interna da Iniciativa Liberal, Tiago Mayan Gonçalves, diz que a aprovação das alterações aos estatutos proposta pela direção é um passo atrás e "impede o crescimento do liberalismo em Portugal". See omnystudio.com/listener for privacy information.
Portugal tinha em 2023 quase meio milhão de estrangeiros empregados por conta de outrem. Um salto significativo face aos 56 mil de 2014. Representam hoje 13,4% do total, mas em dez concelhos do País são mais de 1/3. Na agricultura, a mão-de-obra imigrante já tem um peso 40% no emprego por conta de outrem. Na hotelaria e restauração 31%. Estas são as conclusões de um estudo inserido no Boletim Económico de junho, que caracteriza a integração dos trabalhadores imigrantes no nosso mercado de trabalho. Os autores, João Amador, Ana Catarina Pimenta, Fernando Martins e Vanda Cunha, explicam-nos as principais conclusões.
Durante as duas semanas do Festival de Cannes, mais de 160 filmes, sendo 22 na competição oficial, prometem muita emoção e suspense até a cerimônia de encerramento, em 25 de maio. Mas a grande novidade desta 77ª edição não está nas telas tradicionais. Pela primeira vez, o maior festival de cinema do mundo criou uma competição de cinema imersivo com filmes de realidade virtual e aumentada. Oito produções estão na disputa da primeira competição de obras imersivas de Cannes. Seis projetos são apresentados fora da competição. As obras foram feitas com tecnologia para óculos de realidade virtual ou aumentada que permitem aos espectadores habitarem outros corpos e épocas. Elie Levasseur, diretor da nova competição, disse em entrevista à RFI, que o Festival de Cannes “busca desmistificar a ideia de que as obras imersivas são individuais ou que visam um público de gameplayers”. Por isso, a nova competição selecionou “apenas obras que são completamente coletivas, que são visualizadas a três e até a 25 pessoas”. O Mercado de Filmes de Cannes já abria espaços para obras de realidade virtual ou aumentada, mas agora as produções ganham maior relevância. “Apresentamos uma nova forma artística, que não vai substituir o cinema, mas vai evoluir paralelamente com ele”, acredita Levasseur. Obra de Iñárritu fez história A nova competição foi criada sete anos depois ter feito história ao selecionar a primeira obra de realidade virtual em um grande festival de cinema. Em 2017, a 70ª edição apresentou "Carne y arena", do mexicano Alejandro González Iñárritu, sobre os migrantes. As produções da competição imersiva são “exibidas” em um espaço de 1.300 m², montado um cinema multiplex de Cannes. O público poderá vivenciar histórias como a de uma super-heroína que ajuda uma adolescente no período menstrual, ou visita de um homem a uma sauna gay, esta última proibida para menores de 18 anos. A mostra acontece até 24 de maio, com o anúncio do prêmio de melhor obra imersiva de Cannes. Os especialistas do setor esperam que a presença de produções em realidade em grandes festivais e ajude a levar esta tecnologia a mais usuários.
O reality-show “Túnel do Amor” é exibido no Globoplay e no canal Multishow semanalmente
Durante o fim de semana, milhares de pessoas saíram às ruas para apoiar o primeiro-ministro Pedro Sánchez. E ainda: - Blinken chega à Arábia Saudita para participat de reuniões do Fórum Econômico Mundial, onde busca financiamento para a reconstrução da Faixa de Gaza - Pequim tenta aprofundar relações com alguns países europeus, mesmo Xi se aproximado cada vez mais do russo Vladimir Putin - ONG World Central Kitchen anunciou que vai retomar suas atividades na Faixa de Gaza - Nove membros de rede armada do grupo de extrema direita Cidadãos do Reich, serão julgados hoje, em Stuttgart - África do Sul comemorou os 30 anos do fim do Apartheid - Proporção de brasileiros em Portugal aumentou 5% em um ano - Tornados violentos deixaram estragos nos EUA e na China - Papa Francisco visita centro de detenção de mulheres em Veneza, durante primeira saída do Vaticano no ano Ajude a fazer o 180” através da chave pix 180segundos@hdln.com Siga a gente no Instagram https://www.instagram.com/volta_180_segundos/ e Linkedin https://www.linkedin.com/company/volta-ao-mundo-em-180-segundos/?viewAsMember=true Escute Território Livre. https://open.spotify.com/show/1M8rgHOjCrZw4hvWDyoAjs?si=c24baabfb4a64987 Ouça também Mulheres no Mapa. https://open.spotify.com/episode/09v60Ne3c5z6WhXINVkFNw?si=a883eb369a4244bd E conheça o Esquerda Volver. https://open.spotify.com/episode/2j5xLtwMN45zcPPVTT0p2E?si=1ba178ba64d44bb4 Quer ler nosso boletim na íntegra? Acesse https://180-segundos.headline.com.br/ --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/voltaaomundoem180s/message
O Presidente turco reconheceu a histórica vitória da oposição nas eleições autárquicas. Segundo Recep Tayyip Erdogan os resultados representam um “ponto de viragem, mas não um fim”, para o seu campo, no poder desde 2002. O Partido Popular Republicano, CHP, social-democrata, mantém as grandes cidades, nomeadamente da capital, Ancara, e da megalópole Istambul, onde Ekrem Imamoglu garantiu um segundo mandato “inesperado”. Os resultados representam "uma viragem na vida política turca", defende Dejanirah Couto historiadora, especialista do Médio Oriente e professora na Escola de Altos Estudos de Paris. RFI: Este é um golpe inesperado para Recep Tayyip Erdogan? Dejanirah Couto: Sim, até certo ponto é porque, embora ele já tenha indicado que não se iria apresentar para um último mandato, aparentemente, o que apesar de tudo é uma espécie de coquetterie porque ele ainda tem a possibilidade de modificar a Constituição e de se apresentar num próximo mandato. Em termos gerais é uma é uma surpresa porque se não pensava que a oposição fosse capaz não só de liderar num certo número de grandes cidades, como acabou de enumerar, mas também de estender a sua influência, o seu voto em regiões que eram tradicionalmente da AKP, portanto o partido do Presidente.Esta é a primeira vez desde que Erdogan chegou ao poder, há vinte e um anos, que o seu partido foi derrotado nas urnas em todo o país?Isto representa realmente uma viragem muito considerável, muito, muito, muito importante porque nas últimas eleições, como se verificou, ele ganhou por uma larga maioria, como era de esperar. Portanto, esta recomposição política num curto espaço de tempo é bastante surpreendente. É claro que ela pode ter razões internas e externas, mas não há dúvida nenhuma que isto vai representar uma viragem na vida política turca. E como a Turquia é ao elemento importante não só da NATO, mas igualmente do ponto de vista regional, este novo voto pode significar uma viragem igualmente do ponto de vista da sua política externa. Vamos ver, portanto, o que sucede.Para a oposição, estes resultados vão mudar alguma coisa?Estes resultados para a oposição vão mudar de dois pontos de vista. Por um lado, vão psicologicamente ter um efeito muito positivo porque nas últimas eleições ganhas por Erdogan, a oposição ficou efectivamente num estado, digamos, de prestação de depressão mesmo, eu diria, sentindo-se incapaz de modificar a dinâmica que o Presidente lançou há 20 anos. Portanto, psicologicamente, isto representa uma vitória muito grande a ser digerida, cuidadosamente, pela oposição, mas tem grandes, grandes efeitos psicológicos. Por outro lado, vai pôr esta mesma oposição diante de um aspecto muito mais prático que é o de saber se eles vão ser capazes e ponho-me aqui um pouco, digamos, na pele dos interessados, se vão ser capazes de gerir toda uma série de zonas ou de manter a sua influência em toda uma série de zonas que tradicionalmente não lhes pertenciam, digamos assim, sociologicamente falando, nem politicamente. Estou a falar aqui de zonas rurais, fora daquelas grandes cidades e fora daquela zona costeira do oeste da Turquia, que é uma zona que tradicionalmente se encontrava nas mãos da oposição. Tudo isto vai significar uma nova vida para a oposição.Os eleitores não votam da mesma forma em eleições presidenciais e autárquicas. No verão passado, os turcos votaram para a imagem do país no plano internacional. Agora votaram para ver questões de proximidade resolvidas?Sim, sem dúvida. Eu penso que aqui o peso deste escrutínio é realmente as questões de proximidade. E, em primeiro lugar, a questão económica. O facto de a inflação se manter muito alta, o facto de efectivamente as contas públicas estarem num estado realmente difícil de compreender, sobretudo depois das múltiplas medidas e de um grande número de ministros da Economia que foram nomeados. O último episódio desta saga económica tem sido o afastamento, por exemplo, dos líderes de direcção do Banco Central da Turquia e da senhora que foi presidente do Banco Central até há relativamente pouco tempo e que foi efectivamente afastada pelo poder. Portanto, estamos aqui realmente, como disse e concordo plenamente, diante de um voto de reacção a uma situação económica que se tem vindo a deteriorar de uma maneira impressionante desde 2010.Hoje quando se chega à Turquia, são realmente impensáveis os tempos em que o euro ou o dólar significavam um pequeno punhado de liras turcas. Quando se olham agora para os índices, uma lira turca são 35 €. Uma coisa verdadeiramente de enlouquecer. Do ponto de vista do balanço económico é altamente negativo. Apesar do Banco Central ter tomado algumas medidas há relativamente pouco tempo, no último ano. O problema é que a Turquia é um país imenso. É um país com uma população muito importante e muito elevada e portanto, estas medidas são assim uma espécie de gotas no oceano que não vêm modificar estruturalmente a questão. O voto de ontem, os resultados são efectivamente para mostrar ao partido e ao Presidente que a questão económica se está a tornar realmente uma questão fundamental. Já o era sem dúvida nenhuma. Está-se a atingir o limite do que os habitantes e as famílias podem suportar em matéria de desgaste económico.O terramoto de 6 de Fevereiro do ano passado pesou neste acto eleitoral?Terrivelmente. Eu acho que não houve ainda uma apreciação internacional porque há um problema mediático. A questão do do grande terramoto emergiu durante aquelas semanas e mesmo nos primeiros meses do ponto de vista internacional, da informação internacional, mas o desgaste também provocado por este terramoto, não somente no Leste, nas zonas atingidas concretamente, mas o terramoto foi também um terramoto social. E é isso que é necessário compreender. É que em todas as províncias da Turquia, em todas as cidades, em Istambul, em Ancara, em Izmir, nas grandes cidades, praticamente toda a população foi afectada durante o último ano ou de maneira directa ou de maneira indirecta, foram altamente afectados pelo terramoto.Eu vou dar apenas dois pequenos exemplos que dão para se ter uma ideia de como é que se vive no interior, qual é a percepção da população sobre essas questões. Por exemplo, as somas que tinham sido indigitados a grande número de instituições públicas, de educação, de formação, essas somas que tinham sido praticamente postas de parte, bloqueadas para esses efeitos foram completamente desviadas para atender justamente aos efeitos do terramoto. Portanto, houve escolas, academias, universidades, liceus que ficaram completamente sem receberem o que deveriam receber porque essas somas foram desviadas.Um outro segundo exemplo que eu queria dar, que é extremamente importante, que é todo o sector da construção. Na Turquia, o sector da construção, que é um sector blindado e altamente comandado e dirigido pelo grupo governamental, tanto a matéria-prima como a mão-de-obra, com todas as direções relativas à construção civil foram completamente distorcidas e revistas, desviadas justamente para a prioridade que foi o terramoto. E isto em zonas que nada têm a ver com o Leste, quer dizer, em zonas da Turquia Central e zonas da Turquia do Oeste, em determinadas zonas até bastante ricas financeiramente falando, como por exemplo a zona de Esmirna ou zona de Antália. Esse sector da construção civil, viu-se completamente ou abandonado ou bloqueado com centenas e milhares de pessoas sem emprego porque, por exemplo, as matérias-primas utilizadas para a construção civil; a areia, o cimento, etc.. foi tudo monopolizado por ordem governamental para as zonas do terramoto, mas depois nas zonas do terramoto, devido a problemas vários de gestão e já nem diria de corrupção, mas de priorização de organização. Acabaram por não ser afectadas de maneira profícua para essas zonas e portanto, isso foi sabendo-se em zonas muito longínquas do terramoto e causando um péssimo efeito na opinião pública.Apesar dos resultados, o poder vai continuar centrado em Ancara, no palácio presidencial. As próximas eleições presidenciais estão marcadas para 2028. Erdogan já disse que não se recandidata, mas esta questão ainda está em aberto. Pode haver mudanças políticas na Turquia depois do escrutínio de ontem?A nível das cúpulas, digamos assim, governamentais, acredito que não. Hoje, nos jornais turcos, houve uma série de declarações em que o Presidente disse 'isto é uma grande vitória da nossa democracia'. Portanto, ele está a tentar confiscar estes resultados em seu proveito, dizendo que finalmente acabou um partido altamente democrático e que, portanto, os resultados em que ele perdeu nestas zonas apenas significam que a democracia turca está bem enraizada, que é forte, etc.Não sei até que ponto este tipo de discurso vai durar, mas penso que realmente vai durar. De qualquer modo, não estou a ver que a nível das decisões centrais haja grandes modificações. Não creio, mas a nível local, a nível das municipalidades, a nível de uma vida regional e local eu penso que vai haver modificações daqui até 2028, até mesmo porque o partido AKP que não vai desmobilizar, eles são extremamente motivados, não vai desmobilizar, mas vai ter que ceder algum terreno desse ponto de vista de gestão local ou da gestão municipal. E, portanto, é aí que há uma espécie de brecha na qual a oposição actual pode realmente entrar e confiscar também o seu proveito. Resta saber se serão capazes de o fazer, porque a vida política na Turquia é extraordinariamente complicada. Estou a falar das instâncias da base porque há um trabalho feito pelo partido do poder durante cerca de 20 anos a nível local e, portanto, essa transferência de poderes e hipoteticamente falando, vai dar lugar a uma série de lutas de influência a nível local. É ainda muito cedo para se poder observar ou dizer que efectivamente vai ter consequências desse ponto de vista.Penso que poderemos dizer que teoricamente se poderá esperar agora uma certa modificação a nível das bases, a nível da população em determinados sectores, mas que o aparelho todo se desloque depois destas eleições, creio que não porque até mesmo as cúpulas vão continuar perfeitamente fiéis, que haja resultados favoráveis ou desfavoráveis ao poder da propaganda do partido do Presidente, que é extraordinariamente importante também. A contar com a acção concreta desses promotores da propaganda do AKP, que, tendo agora perdido influência em muitas zonas que normalmente lhes pertenciam, eles vão certamente também reagir.
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EPISÓDIO #06-5°T -
O Dr. Helbert Matias, coordenador de cirurgia-geral do HRA, fala sobre os acidentes com moto que representam quase 76% de atendimentos no HRA.
Live Amorosidade
Em mais uma série de declarações polêmicas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, dentre outros assuntos, que boa parte do Congresso não representa os trabalhadores. A analista da CNN Thais Herédia, o diretor editorial em Brasília Daniel Rittner e o convidado Carlos Melo debateram o assunto
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*) Está acontecendo nesta semana em Johanesburgo, na África do Sul, a cúpula dos BRICS. É o bloco econômico formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.É um grupo de países importantes, que reúnem quase 40% da população global. Representam, também, um quinto do comércio internacional.Será que estar entre os membros e participar dos BRICS têm gerado resultados significativos ao longo dos anos? Ao que parece, não muito.Inclusive recentemente o criador da ideia de Brics, o economista Jim O'Neill, disse em uma entrevista que os países do bloco "nunca alcançaram nada desde que começaram a se reunir"E para o Brasil? Há resultados significativos? Nós analisamos estes assuntos neste episódio do podcast 15 Minutos. A convidada é a Carinne Souza, da equipe de República da Gazeta do Povo, que assina reportagem sobre este tema.
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Referências do agro brasileiro representam o setor em Congresso do Ifama, na Nova Zelândia
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O governo de Anthony Albanese implementou várias mudanças nos processos de imigração da Austrália que entrarão em vigor em 2023. Aqui está o que já aconteceu e o que está ainda por vir ao longo deste ano.
A composição das 32 equipas nacionais que tiveram acesso a este Mundial no Qatar envolve ao todo 832 futebolistas – 26 por cada seleção. Desses 832, há 137 que nasceram fora do país que representam. O caso mais notório é Marrocos: 14 dos 26 selecionados são binacionais, nasceram fora de Marrocos.
Hoje um papo adulto sobre como os animes tem ressoado para gente hoje em dia. Gostou e quer ouvir mais? Considere apoiar o projeto, apoiando você receba todo mês um podcast extra falando sobre os temas mais aleatórios que você imagina. Seja membro no Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCJ8sUmqxm3uHeEMCdMIfY1w/join Apoie no Catarse: https://www.catarse.me/animecrazies O Anime Crazies é o Podcast de Anime que fala sobre o mundo otaku de maneira divertida e aberta para todo mundo que quer conhecer o maravilhoso universo dos animes. Em nossos Podcasts começamos com um tema mas o que será do final, só Kamisama sabe. Para contato comercial: siteanimecrazies@gmail.com Conheça nosso midia kit: https://tinyurl.com/acmdkit22 Quem Participou: Renan – @renaneers Tati – @tati_mafort Seru – @serudoon Gusta – @leegusta_
Diante dos vários ataques proferidos por Jair Bolsonaro ao sistema eleitoral, o presidente do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), voltou a defender as urnas eletrônicas e o TSE. “As urnas eletrônicas têm sido motivo de orgulho nacional e trouxeram, nestes 26 anos de uso no Brasil, transparência, confiabilidade e velocidade na apuração do resultado das eleições. Elas têm-se constituído em ferramenta poderosa contra vícios eleitorais muito frequentes na época do voto em papel. Representam, portanto, um verdadeiro aperfeiçoamento institucional”, disse Pacheco há pouco, durante a abertura da semana de esforço concentrado e votação no Senado. “Como tenho repetido em minhas falas nesta Casa e fora dela, eu tenho plena confiança no processo eleitoral brasileiro, na Justiça Eleitoral e nas urnas eletrônicas, por meio das quais temos apurado os votos desde 1996. Sei que essa posição é amplamente majoritária tanto no Senado quanto no Congresso Nacional”, acrescentou. “Nesse sentido, gostaria de reconhecer o bom trabalho que vem sendo realizado na presidência do Tribunal Superior Eleitoral pelo ministro Edson Fachin, bem como expressar minha certeza de que tal trabalho exitoso terá continuidade na gestão do ministro Alexandre de Moraes, que assume, no próximo dia 16 de agosto, a presidência da Corte Eleitoral, responsável pela condução das eleições”, declarou. Cadastre-se para receber nossa newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista https://www.twitter.com/o_antagonista https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista
Luciano Borges, de São Paulo, fala ainda do Palmeiras no Mundial de Clubes da Fifa disputado no Catar.
No mercado de arte mundial as artistas mulheres representam 2% do total de vendas. Para falar sobre isso eu chamei a artista multimídia Kalina Juzwiak, que além de produzir um trabalho muito legal, também tem um podcast chamado profissão artista e hoje nós vamos fazer um programa misto. Introdução 18 dos maiores museus dos EUA têm sua coleção produzida por 87% são homens 85% são brancos Nas feiras Art Basel (Basel, Miami e Hong Kong), as mulheres representaram menos de 1/4 dos artistas expostos nos últimos quatro anos. "As artistas mulheres representam apenas 2 % do mercado mundial segundo o Artnet. As mulheres constituem a maioria do pessoal profissional dos museus de arte; apesar disto, elas são minoria nas posições de liderança Números bons: De 2011 a 2017, a Bienal de Veneza contou com 26–43% de artistas mulheres. A edição de 2019 da maior mostra internacional de arte contemporânea finalmente alcançou a paridade de gênero, com 53% de mulheres artistas. A lista Power 100 de 2018 da ArtReview das "pessoas mais influentes no mundo da arte contemporânea" incluía 40% de mulheres - uma ligeira melhora em relação a 2017 (38%) e 2016 (32%). Link: https://artreview.com/power-100/ Link: O gênero está nos olhos de quem vê? Identificando Atitudes Culturais com Preços de Leilão de Arte (Renee B. Adams -University of Oxford; ABFER) Instagram Kaju: https://www.instagram.com/bykaju/ Site da Kaju: https://www.kaju.space/ Podcast Profissão Artista: https://open.spotify.com/show/7kyCqj2ErkjUSkwdSdHzGj Instagram Paulo: https://www.instagram.com/paulvarella/ Link do arteref: mulheres-artistas-representam-2-do-mercado-como-mudar-isto Frase final: A subordinação de um sexo pelo outro é errada e um dos principais obstáculos ao aperfeiçoamento humano; Ela tem que ser substituída por um princípio de igualdade perfeita, não admitindo nenhum poder ou privilégio de um lado, nem deficiência do outro. ” --- Send in a voice message: https://anchor.fm/art-talks/message