Podcasts about comparando

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Best podcasts about comparando

Latest podcast episodes about comparando

Chisme Corporativo
La guerra secreta: Club vs Selección

Chisme Corporativo

Play Episode Listen Later Jun 23, 2026 72:44


Un club le paga millones a un futbolista. Lo entrena, lo cuida y construye su valor. Pero hay una organización que puede aparecer, llevárselo semanas y regresarlo lesionado... y el club no puede hacer absolutamente nada.

Hablando con Científicos - Cienciaes.com
Dientes que cuentan historias: ecología dental. Hablamos con Alejandro Romero

Hablando con Científicos - Cienciaes.com

Play Episode Listen Later Jun 18, 2026


¿Qué puede revelar un diente sobre la vida de un animal o de un ser humano que vivió hace millones de años? Mucho más de lo que parece. Alejandro Romero, investigador de la Universidad de Alicante, explica en Hablando con Científicos cómo la ecología dental utiliza el estudio de la forma, el desgaste y la microestructura de los dientes para reconstruir dietas, comportamientos y entornos del pasado. Gracias a la extraordinaria resistencia del esmalte, los dientes conservan información valiosísima sobre la evolución de primates y homininos fósiles. Comparando especies actuales como babuinos, mandriles o gorilas con restos fósiles, los investigadores pueden inferir qué comían nuestros antepasados y cómo se adaptaron a distintos ambientes. Una fascinante ventana a la evolución humana escrita, literalmente, en nuestros dientes.

Cienciaes.com
Dientes que cuentan historias: ecología dental. Hablamos con Alejandro Romero - Hablando con Científicos

Cienciaes.com

Play Episode Listen Later Jun 18, 2026


¿Qué puede revelar un diente sobre la vida de un animal o de un ser humano que vivió hace millones de años? Mucho más de lo que parece. Alejandro Romero, investigador de la Universidad de Alicante, explica en Hablando con Científicos cómo la ecología dental utiliza el estudio de la forma, el desgaste y la microestructura de los dientes para reconstruir dietas, comportamientos y entornos del pasado. Gracias a la extraordinaria resistencia del esmalte, los dientes conservan información valiosísima sobre la evolución de primates y homininos fósiles. Comparando especies actuales como babuinos, mandriles o gorilas con restos fósiles, los investigadores pueden inferir qué comían nuestros antepasados y cómo se adaptaron a distintos ambientes. Una fascinante ventana a la evolución humana escrita, literalmente, en nuestros dientes.

Más de uno
El reto matemático: Un virus se expande por una razón matemática

Más de uno

Play Episode Listen Later May 14, 2026 5:22


Santi García Cremades aprovecha el especial desde la Fundación Lilly para explicar de forma muy divulgativa cómo las matemáticas ayudan a entender las pandemias a través del famoso R0, el número que mide a cuántas personas contagia cada enfermo. Comparando virus como el hantavirus, el COVID-19 o el sarampión, muestra cómo el crecimiento exponencial convierte pequeñas diferencias en enormes brotes y cómo vacunas y medidas sanitarias buscan precisamente reducir esa "base de la potencia" para frenar la expansión de las enfermedades.

Más Noticias
El reto matemático: Un virus se expande por una razón matemática

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Play Episode Listen Later May 14, 2026 5:22 Transcription Available


Santi García Cremades aprovecha el especial desde la Fundación Lilly para explicar de forma muy divulgativa cómo las matemáticas ayudan a entender las pandemias a través del famoso R0, el número que mide a cuántas personas contagia cada enfermo. Comparando virus como el hantavirus, el COVID-19 o el sarampión, muestra cómo el crecimiento exponencial convierte pequeñas diferencias en enormes brotes y cómo vacunas y medidas sanitarias buscan precisamente reducir esa "base de la potencia" para frenar la expansión de las enfermedades.Conviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/mas-noticias--4412383/support.ESCUCHAR RADIO 

Metabolismo TV
SÚPER AYUDA #292 Comparando Las Dietas De Moda

Metabolismo TV

Play Episode Listen Later May 4, 2026 5:14


Descubre las diferencias entre las dietas de moda más populares y cómo afectan realmente tu metabolismo. Aprende por qué muchas fallan y cuál es el enfoque correcto para adelgazar de forma efectiva, sin dañar tu salud ni pasar hambre.

Oxigênio
#218 Rodrigo Alves: Bastidores e Futuro do Podcast

Oxigênio

Play Episode Listen Later Apr 30, 2026 44:35


No dia 25 de fevereiro de 2026, o Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) teve a honra de receber a visita do jornalista e autor do podcast narrativo Vida de Jornalista, Rodrigo Alves, que ministrou uma oficina de podcast para os alunos da pós-graduação. Nesse episódio, você vai ouvir uma conversa que tivemos com o Rodrigo, antes da oficina, em que ele falou sobre a sua trajetória no jornalismo e a dedicação exclusiva na produção jornalística em áudio; sobre os processos de produção de podcasts; sobre as oficinas que ele vem ministrando online e presencialmente em cursos de Jornalismo pelo país e o futuro do gênero na produção jornalística. A entrevista foi comandada por dois integrantes da nossa equipe, a Lívia Mendes e o Marcos Ferreira. A conversa foi muito instigante para quem se interessa ou deseja saber mais sobre a produção de podcasts e a carreira jornalística. [áudio Rodrigo Alves] Livia: Esse aí é o Rodrigo Alves, jornalista, apresentador e roteirista de podcasts narrativos, como o Vida de Jornalista. Você talvez já tenha ouvido a voz dele no episódio #202 aqui do Oxigênio ou em algum dos podcasts que ele apresenta. Em fevereiro, a gente teve o prazer de conhecer o Rodrigo pessoalmente, já que ele esteve aqui no Labjor pra ministrar uma oficina de podcast pros alunos da pós-graduação. Marcos: Neste episódio, você vai ouvir uma conversa que tivemos com o Rodrigo, antes da oficina. Ele falou sobre a sua trajetória no jornalismo e a dedicação exclusiva a produtos em áudio; sobre os processos de produção de podcasts; sobre as oficinas que ele vem ministrando online e presencialmente em cursos de Jornalismo pelo país e sobre o futuro do gênero na produção jornalística. Livia: A entrevista foi conduzida por mim, Lívia Mendes, Marcos: e por mim, Marcos Ferreira. A conversa foi muito instigante pra quem já conhece e pra quem deseja saber mais sobre a produção de podcasts e a carreira jornalística. Então, continua com a gente e vem ouvir nosso bate-papo com o Rodrigo Alves. [Vinheta Oxigênio][música] Marcos: Bom, vou apresentar um pouco do Rodrigo. Como a gente já falou, ele é jornalista e autor do podcast narrativo Vida de Jornalista, que conta histórias e bastidores da profissão. É coordenador e roteirista dos podcasts Tramas Coloniais, Rio Memórias, Senado 200, Como Cobrir, e muitos outros. Editor da série No Rastro da Notícia, do podcast Jornalismo Sem Trégua, da Abraji. Desde 2021, ele se dedica exclusivamente à produção de jornalismo em áudio e a oferecer Oficinas de Podcasts. Antes de tudo isso, ele também foi comentarista de basquete no SporTV, repórter e editor em veículos como Globo Esporte e Jornal do Brasil. Cobriu desde eleições a Olimpíadas, até o Rock in Rio, e a gente vai falar um pouco sobre tudo isso com ele. Ah, também não podemos deixar de dizer que ele é fã de punk rock e torcedor do Fluminense. [música] Lívia: Eu queria destacar que ele participou de uma das nossas parcerias comemorativas de dez anos do podcast, lá no episódio #202, quem não ouviu pode procurar, que foi entrevista com a Sonia Bridi, um perfil lindíssimo, que ele comandou junto com a nossa coordenadora Simone Pallone. E, bom, a gente queria começar perguntando pro Rodrigo sobre a sua trajetória no áudio. A sua trajetória no jornalismo já é bastante sólida, né? Engraçado que várias pessoas, quando a gente compartilhou no Instagram que você viria aqui, visitar a gente no Labjor, lembraram de você como comentarista de basquete e disseram que adoraram. Além das coberturas de esporte, né? Como você conta lá na história do famigerado 7 a 1, Brasil e Alemanha, no segundo episódio do novo projeto, mas em que momento o áudio deixou de ser um projeto paralelo e se tornou uma dedicação exclusiva? Rodrigo: Ah, gente, primeiro obrigado pelo convite. Eu amo o Oxigênio, mas agora é diferente porque eu tô aqui presencialmente pra gente gravar. Então, foi um prazer fazer esse projeto em parceria, né, do episódio da Sônia Bridi, mas a gente fez no Rio de Janeiro e agora eu tô tendo a oportunidade de estar aqui pela primeira vez, conhecendo e tô amando. Então, poxa, obrigado demais. Eu gosto muito do Oxigênio que já tá nessa estrada aí há tanto tempo e acho que é super essencial. Então, obrigado demais. Rodrigo: E o áudio, assim, virou uma paixão desde não desde o início, né, quando eu comecei no jornalismo, porque eu trabalhei primeiro com o jornal impresso durante 8 anos e depois fui trabalhar na internet, trabalhei no site de esporte da Globo durante muito tempo. E aí no fim dessa trajetória na Globo eu trabalhei, como você falou, como comentarista de basquete. E isso é meio surreal mesmo porque de vez em quando alguém lembra assim, me vê assim,fala. Porque a televisão é impressionante, né? Tem um, mesmo sendo uma TV fechada, né? Eu trabalhei no SporTV, mas tem essa coisa meio, sei lá, um fascínio, né? Que eu acho super esquisito. Mas, enfim, é, foi super legal, foi uma experiência muito legal. E, e aí quando eu tava trabalhando como comentarista, eu já tava fazendo podcast. Então, o Vida de Jornalista, que é o meu primeiro projeto autoral em áudio, eu lancei em 2018. E nessa época eu ainda trabalhava no esporte da Globo, não era nem comentarista ainda, ainda tava trabalhando no site. Mas o áudio já era uma coisa que tava me fascinando, sabe? Eu queria começar a fazer jornalismo em áudio, mas era uma coisa ainda paralela com o meu trabalho. E eu fazia o Dois Pontos, que era um podcast de basquete também na Globo, que saiu 2 meses antes do Vida de Jornalista, quase ao mesmo tempo, que eu fazia com Rafael Roque, meu grande amigo que ainda trabalha lá. E aí ficava essa coisa meio paralela. E eu sempre ficava alimentando isso. Será que um dia vale a pena eu me dedicar só a isso, né? Sair do emprego, mas assim, é um emprego, né? Era um emprego na Globo, então tem toda aquela coisa de estabilidade, um salário, plano de saúde, você fica pensando essas coisas, mas o áudio estava muito e na época da pandemia eu tomei essa decisão de sair do emprego, ali na virada de 2020 para 2021, para me dedicar só à produção de áudio, não só ao Vida de Jornalista, mas fazer podcasts jornalísticos, narrativos. Então abri uma produtora, a Escuta Aqui e aí fui pegando assim um ou outro projeto que eu acreditava muito, que eu achava muito legal. E eu fiz o Rio Memórias, que é um podcast que eu fiz durante cinco temporadas e eu coordenava a produção e fazia os roteiros, não sou eu que apresento, é a Gabriela Montoni, historiadora. E fui fazendo outros, o Tramas Coloniais, enfim, foram aparecendo outros projetos. E em paralelo eu mantinha o Vida de Jornalista, como meu projeto pessoal, e agora em 2026 o Onde eu tava quando aquilo aconteceu, que é um projeto mais pessoal ainda, de histórias minhas pessoais e jeito de contar histórias, narrativa. Então, essa paixão pelo áudio, ela é antiga, mas eu passei a me dedicar mais a ela ali nessa virada de 2020 para 2021. Marcos: É, eu acho que uma próxima pergunta seria, então, para você comentar um pouquinho como foi essa transição pra você de sair de um espaço normalmente escrito, do jornalismo, para um em áudio. O que que muda na narrativa? Imagino que talvez o que você comentou agora de você poder contar uma coisa que é mais pessoal. Rodrigo: Eu acho que tem muito a ver com isso. Acho que podcast narrativo permite isso de você se colocar um pouco mais nas histórias, sabe? O jornalismo, às vezes, ele pede um rigor um pouco maior de, enfim, eu nem acho que o jornalismo necessariamente você tem que se afastar do assunto, acho que tem uma coisa de subjetividade que é interessante também e queajuda a gente a contar as histórias, mas, no podcast, você tem uma relação que eu acho que é mais um a um, sabe? É você e quem tá ouvindo. Eu, pelo menos, quando eu faço os roteiros, quando eu gravo as locuções, eu imagino que tem uma pessoa do outro lado me ouvindo e não falar assim para um público, sabe? Eu sei que tem um público ali, mas a narrativa é direta pra uma pessoa. Então, acho que ajuda você a pensar e se colocar um pouco mais, acho que cria uma interação ali melhor com a pessoa. Rodrigo: O que mudou pra mim foi talvez o jeito de escrever. Porque eu acho muito engraçado, às vezes as pessoas falam assim, você tem saudade de escrever? E na real, assim, eu nunca escrevi tanto na vida como eu escrevo hoje. Eu escrevo roteiros, podcasts são roteiros enormes e é texto, né? O Onde eu tava quando aquilo aconteceu é um exercício de roteiro pra parecer improvisado, mas eu tô lendo cada vírgula, assim, cada palavra, cada coisinha, então é tudo escrito, é tudo um trabalho de texto, que eu já tinha desde o início, né, como você falou, de trabalhar com o jornal impresso, no próprio site da Globo, trabalhava muito com texto também. Mas é um pouco diferente, sabe? Eu acho que o podcast dá um pouco mais de liberdade que no jornalismo tradicional você até consegue de vez em quando fazer, principalmente nesses projetos autorais, né? Porque aí não tem um chefe assim para falar: “Rodrigo, faz assim, faz assado”. Eu vou fazendo do meu jeito e a minha resposta é na minha cabeça mesmo. Isso tem um lado ruim, que é você não poder virar pro lado e falar: “Pô, dá uma olhada aqui no texto que eu fiz, vê o que que você acha, né? Dá uma olhada”. Quem vai ouvir é o público quando sair, né? Eu faço tudo sozinho. Mas, também tem um lado bom que é uma liberdade criativa que acho que não tem preço. Então, acho que nesse caso é isso. Mas, eu escrevo muito e gosto muito de escrever. Eu amo texto. Acho que são textos com características diferentes, mas que me dão o mesmo prazer, sabe? Marcos: Sim, sim, com certeza. Imagino que o saber também produzir um texto, um roteiro muito bom, seja um primeiro passo essencial pra você realmente ter um podcast legal. Rodrigo: É, claro que assim, a produção de podcast passa por várias etapas. Então, sei lá, às vezes a pessoa pode não ser do texto, mas vai fazer a locução ou vai fazer uma entrevista, vai fazer produção, vai editar. Tem várias etapas ali que eu acho que são importantes. A que eu mais gosto é o texto, é o roteiro, é o que me dá mais prazer de fazer, é o que me deixa mais, sei lá, mergulhado ali na coisa, sabe? É uma hora em que você pega a sua apuração ou a sua entrevista ou o que quer que seja que você fez e agora eu vou fazer o roteiro. Então, como que eu vou contar essa história que eu já tenho aqui. Como é que eu vou embalar? Como é que vai ser a embalagem dela pra entregar para quem vai ouvir? E aí eu posso fazer do jeito que eu achar melhor. Então é um momento de botar a criatividade pra jogo ali. Então, pra mim funciona muito bem. É o momento que eu mais gosto de fazer. Mas, não é o único, claro, né? No caso do Vida, do Onde eu tava eu faço todas as etapas. Então, também gosto de editar, de entrevistar, mas a hora de sentar o bumbum na cadeira ali para escrever o texto é uma hora que eu gosto muito assim. Lívia: E eu acho impressionante que os roteiros que você escreve ficam muito na linguagem falada, né? Isso acho que é a maior dificuldade. A gente aqui do Oxigênio, que trabalha também com podcast roteirizado, né? Essa dificuldade em fazer com que o roteiro seja palatável ali na linguagem. Você teria alguma dica? Rodrigo: É, tem uma dificuldade mesmo assim, eu acho que isso é prática, eu levei um tempo assim para conseguir ficar mais confortável nisso, sabe? Porque quando você pega um roteiro que eu faço de podcast narrativo, ele como texto escrito, ele não faz sentido assim. Se você publicar como uma reportagem, né? Ou sei lá, uma newsletter, ele não vai fazer muito sentido, ele tem que ter uma adaptação, porque ele é feito para funcionar na voz, para funcionar falado. E, aí assim, tem alguns truques, né, que a gente vai aprendendo. Por exemplo, eu faço muito o truque de escrever falando. Então eu tô escrevendo e tô falando a frase em voz alta, do que eu tô escrevendo, para ver se aquilo vai soar bem e ah, não soa bem, então eu volto no texto, dou uma mexida e dou uma ajeitada ali. Então, isso é uma coisa. E algumas coisas, no jornalismo que a gente tem muito cuidado, como regra gramatical, né, de escrever tudo na linguagem corretinha. No áudio, a gente pode abandonar um pouco isso, sabe? Então, até o jeito de falar as palavras, né? No áudio, quando a gente tá conversando, tipo, como a gente tá aqui agora, a gente não fala “para fazer”, a gente fala “pra fazer”, né? Eu não falo “eu estou aqui no Labjor”, falo “eu tô aqui, eu tava aqui”. Então, tudo isso você pode transferir pro texto, né, e deixar o seu texto desse jeito mais falado, assim, mais conversado. E uma coisa que eu acho que funciona bem também para o texto ficar com essa cara de falado, é você ter uma liberdade pra bagunçar o roteiro no sentido de marcar coisas. Então, por exemplo, bota uma palavra grifada quando você quer dar mais ênfase, quebra a linha, bota os parágrafos separados para você dar uma parada e dar uma respirada. Então, você pode mexer o texto de roteiro de podcast ou de qualquer roteiro não é um território sagrado, sabe? Que tem que ficar ali pra depois você botar num quadro, na parede. Não, ele é pra funcionar pra voz. Então, ele tem que ficar confortável pra quem vai ler e quem vai fazer a locução. Rodrigo: Acontece muito também de eu escrever pra outras pessoas, né? Tipo, o Rio Memórias, o Tramas Coloniais são podcasts que não sou eu que apresento. E eu faço o roteiro, então, eu tenho que escrever para uma outra pessoa gravar. E aí é mais difícil ainda, porque você tem que pegar o jeito da outra pessoa falar. E aí como é que você faz isso? Isso tem que ter uma prática ali, né? Até você entender como é que aquele texto vai caber na voz daquela pessoa. Não é simples, mas é um trabalho que eu acho muito gostoso de fazer, de tentar chegar nesse nível. E o Onde eu tava quando aquilo aconteceu é o projeto em que eu mais estiquei essa corda até hoje, cada roteiro, o primeiro episódio, por exemplo, o roteiro teve 10 versões, exatamente 10 versões. Eu escrevia e depois voltava nele, deixava mais falado, mais falado, mais falado, mais falado. Aí eu fui gravar, aí gravei o primeiro, editei, montei com a música e tal, joguei fora. Achei que não ficou falado o suficiente, conversado o suficiente. Aí ele teve três versões até ir para o ar do episódio inteiro. Então, eu vou puxando mesmo para ficar como se eu tivesse de fato contando uma história pra alguém, como eu estou conversando aqui com vocês. Aqui eu não tô lendo nada, né? A gente tá trocando uma ideia. Eu quero que esse projeto seja assim. E o maior elogio é quando alguém vem falar: “Nossa, mas é escrito, nem parece que você tá lendo”. E aí eu amo quando alguém fala isso, porque a ideia é exatamente essa. Lívia: É, isso que você falou do texto sacralizado, né? Eu que venho da área acadêmica, foi a minha maior dificuldade, assim, né? Porque você fica ali presa, de você quebrar parágrafo e deixar as palavras enfatizadas, né? Então tem essa diferença. Rodrigo: Dá um medinho de ficar mexendo no texto, né? Vou bagunçar esse texto todo, mas é isso, pode bagunçar, não tem problema. Marcos: Eu acho que isso é uma questão até para o podcast Oxigênio, porque em grande parte ele também é feito por cientistas da academia, que não tiveram tantas experiências. Então para a gente isso é riquíssimo. Rodrigo: Mas é um exercício, né? A gente vai pegando com o tempo e vai, enfim, ajustando coisas e, também, assim, cada um tem o seu estilo, sabe? Acho que tem podcasts até jornalísticos, narrativos, que tem uma pegada um pouco mais formal e que tem uma fala um pouco mais jornalística, que não é necessariamente cem por cento conversada e que funciona bem também. Então, acho que tem espaço pra todo mundo. Os que eu faço vão mais para essa linha da conversa, mas tem podcasts, você pega, por exemplo, um Projeto Humanos, né, que é um podcast muito conhecido, muito famoso, de muita audiência, do Ivan Misanzuki. Ele fala todos os “s”, todas as “vírgulas”, todas as “palavras”, tudo bonitinho, tudo ali muito formal e funciona, é um sucesso absoluto, né? Então, não tem muito certo e errado, é o estilo que você quer implementar ali, né? [música][áudio Perfis de bolso – Antonieta de Barros] Lívia: E agora falando sobre a produção mesmo, né? Queria saber como que vem a ideia da pauta, se é a partir dos personagens. Você já falou das suas experiências pessoais. Porque, pensando no Vida, né? Que é a forma carinhosa que você chama o Vida de jornalista, O Vida tem vários tipos de episódios. Tem os perfis, que foi um dos que a gente produziu junto, o da Sonia Bridi, tem os mais direcionados ao fazer jornalístico, teve a série Escolha que o ouvinte poderia escolher os caminhos que queria seguir. Como que você começa as ideias da pauta? Rodrigo: É, o Vida tem essa coisa também, como é um projeto meu pessoal e que sou eu que decido as coisas ali, não tem uma chefia para me guiar, não tem uma pauta para eu seguir. Eu também tenho essa liberdade de ir testando formatos, né? Então, acho que essa é a coisa que mais me fascina no jornalismo em áudio, é poder fazer formatos diferentes. Então, o Vida ele começa lá em 2018 com uma temporada de, sei lá, cinquenta e poucos episódios, de temas diversos, falando com jornalistas e sobre temas do jornalismo, mas depois eu começo a fazer temporadas temáticas. Então, tem séries que são específicas sobre alguma coisa, como algumas que você citou aí. E isso é bom porque eu não enjoo de fazer, sabe? Assim, cada série é uma coisa completamente diferente. Então, a série de perfis é completamente diferente da série Escolha, que é uma série interativa, que é uma outra linguagem, que não tem nada a ver com a série de perfis. E aí depois eu volto para fazer perfil e depois eu volto para fazer o episódio, que é discutindo algum tema do jornalismo. O Vida é muito sobre bastidores de jornalismo. Então, foco muito nisso também. E aí dá pra fazer de maneiras diferentes. Eu acho que isso é o que vai me fascinando. Então, é assim, quando eu termino uma temporada, eu já tenho lá o meu documento, lá no computador, que eu já vou jogando as ideias pra a próxima. E essas ideias envolvem não só temas e pessoas, mas envolve formatos também. Então, como que eu vou contar tal história? [áudio série Escolha] Rodrigo: A série Escolha, a ideia surgiu primeiro do formato pra depois pensar no tema. Geralmente, o certo é a gente pensar primeiro no tema, né, que a gente quer fazer e depois como que eu vou contar. No caso, a série Escolha, assim, eu queria fazer um podcast interativo, porque não tinha no Brasil, não tinha nem lá fora desse jeito assim jornalístico. E aí depois eu pensei, como que eu posso fazer dentro do Vida de Jornalista uma coisa interativa? Aí que eu fui pensar no tema, das escolhas éticas, das escolhas de carreira que a gente tem que fazer e acabei moldando ali. Esse foi um caso raro em que o formato veio antes, mas geralmente caminham juntos ali, sabe? De pensar quais vão ser os temas. Aí, claro que eu tenho que ter uma visão também de o que que tá rolando no jornalismo, né, quais são os temas mais necessários nesse momento. Então, essa última temporada tem um episódio sobre inteligência artificial, enfim, tem uma série de coisas ali que são meio urgentes da pauta factual, mas dá para escapar bastante dela também, né? Então, acho que no fim das contas fica mais gostoso de fazer, eu acho, desse jeito. Marcos: Sim. Ah, eu tenho uma pergunta um pouquinho derivada do que você acabou de comentar da produção do podcast Escolhas. Eu sei que vocês gravaram todos os episódios, que são mais de 20 episódios, né? E que provavelmente demorou um tempo bem grande e foram publicados ao mesmo tempo para que as pessoas pudessem fazer esse percurso. Como que você enxerga a funcionalidade desse tipo de podcast? Porque eu pessoalmente adorei, eu acho que é uma coisa incrível. Pensando até na comunicação, quando a gente estuda as propostas de comunicação pública da ciência, por exemplo, a gente tenta valorizar uma comunicação que seja participativa, democrática e não só de cima pra baixo, que acha que o ouvinte não sabe nada, enfim, que o que ele pensa não importa. Então acho que é um exemplo super interessante, mas aí eu fico pensando se você acha que funcionou, se você faria de novo esse modelo de produção de podcast. Como que foi, assim, essa experiência de produzir o Escolhas? Rodrigo: É, foi um risco, né? Porque as plataformas de podcast não tem essa função interativa, né? Então, assim, para quem não ouviu, o Escolha é uma série que tem vinte e cinco episódios publicados de uma vez, você escuta o primeiro e quando chega no fim do primeiro você tem uma pergunta e você tem que responder. Dependendo da sua resposta, você vai para o episódio 2 ou para o 3. Quando chega no fim do 2 ou do 3, você vai para o 4 ou para o 5 e por aí vai, né? O ouvinte é que vai definindo o caminho que ele vai seguir. No fim das contas, são 25 episódios no ar, mas a história, ela consome nove episódios. Então, o caminho até o fim, a pessoa passa por nove episódios. Quais são esses nove? Aí vai depender da pessoa, né? De quem vai escolhendo ali. Então, o Spotify, o YouTube, as plataformas em que a gente ouve podcast, a Apple, não tem essa função de você apertar um botão e ir para um episódio ou outro. Então, eu sei que eu tô dando um trabalhinho pra quem tá ouvindo, sabe? Quando chega no fim do episódio, a própria pessoa tem que ir lá e dar um play no episódio seguinte. Tem que ir lá no feed. Então, eu sei que eu tô exigindo um pouco do ouvinte, de quem tá ali escutando. Isso foi uma coisa que eu pensei bastante pra fazer, mas OK, já que é o jeito de fazer, vamos fazer dessa maneira. Acho que é colocar o ouvinte na cadeira de protagonista, sabe? De tentar fazer com que a história siga desse jeito. Foi uma primeira experiência, eu acho que assim, o Vida não é um podcast de grande audiência, né? Comparando aí com os grandes podcasts, ele tá muito longe disso. Ele é muito de um nicho do jornalismo. Essa série, ela não foi uma série de grande audiência, mas as respostas foram assim muito entusiasmadas, sabe? De quem ouviu e quem gostou do formato. E a gente quer fazer uma segunda temporada. Eu e a Flávia, né? A Flávia Santos que apresenta comigo, que é uma jornalista de Petrolina, de Pernambuco. A gente já está conversando sobre uma segunda temporada. Só que isso dá um trabalho que, assim, são 25 episódios, além dos episódios tem o roteiro, tem que criar um mapa da história, pra onde vai cada episódio. Então, é muito complicado de fazer e como tudo no Vida de Jornalista, eu fiz sem patrocínio, sem financiamento, sem nada, né? O Vida é feito no amor e no amor de alguns ouvintes também porque tem ouvintes assinantes, mas são poucos também, enfim, não dá pra, por exemplo, remunerar a Flávia, eu parto do princípio de que todo o trabalho de jornalismo tem que ser remunerado. Então, a Flávia, a gente até fala isso na série, né? A Flávia falou: “Não, não precisa me pagar”. Eu falei: “Precisa pagar, ué. É um trabalho, você tá apresentando uma série”. E aí eu tive que fazer isso assim meio do meu bolso, sabe? Porque não tinha um patrocínio ali. Então, o que eu gostaria era de conseguir um financiamento para uma segunda temporada mais robusta. E aí eu não quero vinte e cinco episódios, aí eu quero, tipo, cem episódios no feed, com uma história que realmente seja uma coisa toda intrincada, que você vai pulando de um pro outro e uma história mais longa, mas vamos ver, vamos ver se vai dar pra fazer. Não sei se em 2026 vai dar, mas quem sabe aí pra 2027. Eu ia gostar muito de fazer mais uma temporada dessa série. Marcos: Nossa, eu ia gostar também. Rodrigo: Então, quem tá ouvindo aí, ó, quem quiser patrocinar o Vida de Jornalista, vamos nessa. Lívia: É, eu fiquei lembrando, quem tem mais idade, tem aquela edição Vagalume, que tinha os livros assim, né, que você escolhia a página. Rodrigo: É, a inspiração foi meio essa. E é engraçado porque a Flávia é muito mais jovem que eu, né? E aí a gente tem referências muito diferentes. Então, a referência da Flávia é a série da Netflix, que é interativa e tal. A minha são os livrinhos de RPG antigos, que você ia pra página. A gente tem inclusive muitos embates geracionais durante a série. A gente se divertiu muito fazendo, porque as referências dela eu não pego, as minhas referências ela não pega e a gente ficava nesse embate ali o tempo inteiro. Foi engraçado também nesse sentido. [música] Lívia: E você falou sobre o financiamento, né? O modelo de financiamento de podcasts e de jornalismo em áudio tem modificado, a partir de assinaturas, apoio institucional. Eu vi que você tem utilizado essa coisa de somarplataformas, como o Substack, a Newsletter, o Apoia-se. Você podia falar um pouco pra gente quais são essas alternativas? Rodrigo: É, eu acho que pra quem faz podcast ou quem faz jornalismo independente, né, de forma geral, ou você dá sorte de conseguir uma cartada ali de um financiamento. Sorte que eu digo, obviamente ela vem de um esforço também de você tentar aquilo ali e conseguir, né? E saber os lugares certos pra procurar, um edital, um patrocínio de alguém. Mas, no geral, eu acho que geralmente funciona você jogar uma rede pra ver o que que vem. Então, é você abrir o leque e tentar esse financiamento de algumas formas diferentes, pra ver o que vai funcionar. Então, financiamento coletivo de ouvintes é uma coisa que muitos podcasts fazem e pra alguns funciona muito bem. Você pega um podcast como Rádio Escafandro, por exemplo, que é um dos melhores do país e o Tomás Chiaverini, ele hoje vive de financiamento dos ouvintes. Ele só tem esse financiamento, ele só tem esse emprego, ele não trabalha em outras coisas, ele consegue se dedicar só pra Rádio Escafandro, pra fazer da melhor forma ali os episódios e ele é realmente bancado, não só ele, mas ele contrata pessoas, enfim, só com o financiamento dos ouvintes. Então, eu acho que não precisa ser um fenômeno tipo a Déia Freitas do Não Inviabilize, que, aí assim, ela saiu do nada, um podcast totalmente independente e ela construiu quase um império. Hoje ela tá com muitos financiamentos, muitas marcas. Eu acho que é o maior fenômeno dos podcasts de contação de história, mas é um exemplo muito lá no alto, né? Então, você fala: “Pô, não vou conseguir o que a Déa conseguiu”. Mas às vezes dá para conseguir o que o Tomás conseguiu que não é a mesma coisa, mas ele já tá se financiando muito bem. E aí é isso, é você ficar de olho nos editais. Às vezes abre um edital, você escreve ali pra fazer uma temporada, né? E você não vai ter aquele financiamento pra sempre. Então, você tem Instituto Serapilheira, né? Tem um monte de podcasts, ligados aqui a Campinas, enfim, que passam também pelo Serrapilheira, desde o 37 graus, enfim, outros podcasts que são muito legais e que passam por esses editais, que vão abrindo ali, e você vai conseguindo. É muito chato de fazer, você ficar procurando coisas o tempo inteiro ali pra escrever, escrever em edital, não é uma coisa muito agradável, eu pelo menos não acho, mas é necessário, né? Você tem que tentar se remunerar, porque dá trabalho, exige tempo, exige custo, de fazer mesmo. Então acho que como tudo no jornalismo, acho que é necessário, é o mal necessário para a gente tentar se remunerar. Marcos: Voltando no tema de pensar um pouco na estrutura da produção dos podcasts, é a questão de quais são as etapas da produção completa de um podcast, e como as novas ferramentas que a gente tem disponíveis hoje, como as que são usam inteligência artificial, ah como elas têm impactado isso, se você tem utilizado ou não, o que que você pensa sobre?Rodrigo: É, eu acho que assim, se eu tivesse que resumir as etapas de produção de um podcast narrativo, você tem um planejamento, que quando você vai estudar ali qual vai ser a sua pauta, qual vai ser o tema, o formato, quem é o seu ouvinte, né? Aí você parte pra produção, que aí você vai atrás do material que você vai ter. Você vai gravar entrevista, você vai pra rua captar, enfim, dependendo de qual for o seu formato. A partir dali você tem a etapa de roteiro, que é como você vai pegar esse material e transformar aquilo numa história. Aí você tem uma gravação de locução, né, que geralmente também é bem comum em podcast narrativo, você tem uma narração e por fim uma parte de edição, que é você pegar tudo isso, botar no programa lá de edição. A gente, enquanto a gente tá gravando, a gente tá vendo aqui na nossa frente um programa de edição. É você pegar aquilo ali, juntar as partes, brincar de Lego, né, juntando as pecinhas ali e transformar aquilo de fato num conteúdo de áudio. É, falando assim, bem rápido, parece que não dá trabalho nenhum, mas dá muito trabalho e eu acho que a gente tem que ficar muito ligado em ferramentas que tão aparecendo, não só de inteligência artificial, mas de tudo. É, eu já tenho usado algumas coisas de IA e, assim, o que eu uso de IA é, basicamente, o Chat GPT, pra me ajudar a organizar a informação de pesquisa. Então, eu jogo pesquisa lá e peço para transformar em tópicos, sabe, esse tipo de coisa. Não uso o Chat GPT pra ajudar na escrita, nem nada desse tipo, mas pra ajudar na pesquisa eu uso, pra ajudar na formatação da pesquisa que eu já fiz, né? E tem uma ferramenta do próprio site da Adobe, a gente estava conversando aqui antes, que eu uso o software da Adobe, o Premiere pra fazer as edições e tem o de áudio também, que é o Audition, mas, a Adobe tem um site, Adobe Podcast, que você entra lá, que é tipo um estudiozinho, né, de podcast, que é gratuito. Você tem que ter uma conta, mas é uma conta gratuita e tem uma parte de melhorar o áudio que é inacreditável, assim, inacreditável. Mudou o meu jeito de trabalhar, porque antes eu ficava muito mais preocupado em como eu ia captar uma entrevista, por exemplo. Aí eu ficava usando aquelas ferramentas que gravam o som físico, mas aí às vezes pra pessoa é um pouco mais complicado. Eu não queria usar um Zoom, Google Meet, né, pra captar, que aí não fica naquela qualidade perfeita. Hoje eu gravo tudo no Zoom. Porque eu sei que depois é só jogar nesse site, que ele vai dar um filtro ali, parece que a pessoa tá dentro de um estúdio. É inacreditável, assim. É muito impressionante. É, inclusive, nas oficinas que eu faço, eu tô aqui porque eu também vou fazer uma oficina, né? Eu vou mostrar algumas coisas que esse site faz. Porque, sei lá, ele tira o barulho do vento. O vento até outro dia era o maior inimigo do áudio, bateu o vento, esquece. Aí estragou o teu áudio. Hoje até o vento você consegue resolver. Então, o que eu tô falando assim, pelo amor de Deus, gente, o que eu tô dizendo não é pra ninguém não cuidar da hora da gravação. Tem que cuidar da hora da gravação. Quanto mais você cuidar, menos dor de cabeça você vai ter na pós, na edição. Mas, se tem umacoisinha pra resolver ali, essas ferramentas ajudam. Então, como é que a gente vai abrir mão disso? A gente pode usar isso, vai poupar tempo, vai facilitar, vai aumentar a qualidade. Então, acho que tudo isso funciona bem. A gente tem que ficar bem ligado mesmo nessas ferramentas. Com todos os cuidados éticos que elas exigem, né, de inteligência artificial hoje, você consegue clonar uma voz e fazer um podcast. Não é o que eu faço, mas dá pra fazer. Então, tem que ter todas as implicações éticas aí pra gente também não se atropelar, né? Lívia: Sim. É, e eu venho da área de humanas, né? O pessoal tem um preconceito enorme com a tecnologia, eu sempre indico o episódio “Tem um robô me ajudando”, ficou muito legal, do Vida. [áudio – episódio “Tem um robô me ajudando”] Rodrigo: E eu e o Léo a gente conversa muito sobre tudo de jornalismo e tal. E uma das coisas que a gente conversava muito era sobre IA, de ficar testando coisas, até onde a gente pode ir, qual é o limite, o que que dá pra ajudar, o que não. Aí eu falei: “Pô, vamos fazer um episódio a gente levantando essas perguntas. Então, esse episódio, ele vai se construindo durante o episódio. A gente começa cheio de dúvidas e termina cheio de dúvidas também, mas a gente vai encontrando algumas respostas ali. A gente não é especialista em inteligência artificial nem nada, esses são só dois curiosos ali pra explorar o que que está acontecendo, né? Lívia: É, eu acho que a gente tem que explorar e aí você falou, com a ética, mas explorar porque são as ferramentas que a gente tem hoje em dia. Rodrigo: E esse episódio daqui a seis meses tem que fazer outro, porque as coisas vão mudando muito, né? Muito rápido. [música] Lívia: Acho que agora já caminhando pro final, a gente queria falar um pouco sobre a oficina que o Rodrigo veio aqui pra dar oficina pra gente, aqui no Labjor. Então, a gente queria saber o que que te motivou a criar essas oficinas de podcast. Eu sei que você tem feito bastante. E qual é o público que te procura hoje pra formação? Estudantes, jornalistas que já tem carreira ou comunicadores independentes? Rodrigo: É, quando eu tomei essa decisão de sair do meu trabalho na Globo, né? Ali no fim de 2020, pra me dedicar a isso, é claro que eu fiquei pensando em coisas assim, como é que eu vou me remunerar, como é que eu vou conseguir me manter e tal. E aí algumas pessoas já me falavam isso, né? “Pô, você podia dar aula de podcast, você tá fazendo e tal”. E eu nunca pensei muito nessa ideia, sabe? Porque assim, eu não sou professor, né? Eu sou jornalista, mas o Vida de jornalista acabou me dando uma condição de fazer todas as etapas. Então, eu faço tudo, planejamento, as entrevistas, o roteiro, a locução, a edição. E aí com o tempo, na prática, eu acabei, não sendo um especialista em tudo, mas entendendo como é que funciona. Então, me deu um certo conhecimento que eu queria compartilhar. E aí, a partir de 2021, comecei a fazer, finzinho de 2020, comecei a fazer a oficina de podcast narrativo em áudio, que é uma oficina online e que eu já fiz vinte e poucas turmas e já passaram uns 800 alunos pela oficina. É muita gente e gente de todos os estados do Brasil. Acho que essa é a vantagem de fazer online também, né? Você consegue chegar em muita gente e tem esse curso que é o curso que passa por todas as etapas, que é a oficina de narrativa em áudio e eu fui fazendo algumas outras específicas. Então, tem uma que é focada só em roteiro, outra que é focada só em entrevista e esse ano eu tô querendo fazer umas novas, eu tô querendo fazer uma que, eu vou jogar aqui para perguntar o que que vocês acham, que como eu trabalho sozinho, eu não tenho pra quem perguntar as coisas. Então, eu vou encontrando as pessoas e vou perguntando. Eu queria fazer uma oficina, vocês acham que funcionaria, de react de podcast, de botar cinco encontros pra gente ouvir episódios e destrinchar o que que tem naquele episódio, como é que é o roteiro, como é que é a entrevista, como é que foi feita a produção, é uma das minhas ideias pra esse ano e ir fazendo outras, de locução, enfim, eu acho que tem uma demanda ainda de gente querendo aprender a fazer e tem muita gente fazendo, né, o que eu acho ótimo, mas a oficina é o que me deixa mais assim, eu fico muito feliz de fazer, eu adoro fazer. Eu não queria no início e eu me arrependo de ter tido essa dúvida, porque hoje eu amo fazer, é uma das minhas principais fontes de renda hoje. Então, eu tô sempre abrindo turma nova. Então, já fazendo a propaganda aqui, quem quiser entra lá em oficinadepodcasts.com e lá tá sempre explicadinho quais são as turmas que vão abrir, enfim. É uma coisa que eu gosto muito de fazer. Agora é online essa oficina, o que eu acho ótimo, como eu falei, porque dá para todo mundo fazer do Brasil. Agora, quando eu estou fazendo uma presencial, que é o que vai acontecer aqui, o que quando vocês estiverem ouvindo já terá acontecido, mas é muito legal, né? Porque aí você está junto com as pessoas ali, entendeu? Trocando ideia na hora, é muito diferente. Então, eu adoro fazer oficina presencial também. Marcos: Sim, eu espero que venha aí a oficina de react de podcast. Rodrigo: Você acha que vai dar certo? Lívia: Eu acho que super funciona. Na disciplina, eu estava conversando antes da gente começar aqui com o Rodrigo, né? Que eu cursei uma disciplina de podcast aqui no IFCH, na Unicamp, e a gente fazia muito isso, de ouvir podcasts e pensar diferentes formatos. Rodrigo: É uma engenharia reversa, né, que chama isso. Na oficina de roteiro, tem uma das aulas que é assim, a gente ouve um episódio com a turma, a turma escolhe um episódio e a gente vai destrinchando o roteiro ali, mas aí é só sobre roteiro. Eu queria ampliar pra fazer, sei lá, cinco encontros, a gente ouvindo cinco episódios diferentes que a própria turma vai escolher, né? Então, às vezes é episódio que eu nem conheço, não sei. E acho que é sempre um aprendizado, eu gosto muito de ouvir coisas dos outros, só que quando você começa a fazer muito, você fica com esse vício, né? De sempre ouvir, mas pensando: “Pô, mas por que que essa música entrou aqui? Por que que ele abriu desse jeito? Por que que ela fez aquela pergunta? Por que, entendeu? E é legal, né? Mas é um pouco angustiante também. Às vezes eu gostaria de ouvir podcast assim tranquilo, sabe? Sem pensar em nada, mas é difícil. Marcos: E você comentou agora há pouco que tem várias pessoas hoje em dia produzindo podcast. Você acha que ainda tem espaço pra novos produtores, novas propostas? Você enxerga que vai ter um crescimento? Como que você avalia, assim, o futuro dessa área? Rodrigo: É difícil prever o futuro nisso, né, porque muda muito rápido. E eu acho que tem uma produção muito extensa desde os últimos anos, quando explodiu essa onda dos podcasts. Eu acho que o mercado já mudou muito nesse período. Então, por exemplo, os podcasts em vídeo meio que tomaram de assalto o mercado, né? Hoje, se você sair na rua aqui e perguntar, pegar qualquer pessoa: “Que que é podcast?”. A pessoa provavelmente vai responder: “Ah, é uma conversa em vídeo no YouTube, duas pessoas ali num estúdio conversando e tal”. Então, tem gente que acha que é só isso, que nem sabe que tem só em áudio, sabe? Eu, sinceramente, eu desisti dessa briga aí já. De se podcast em vídeo é podcast. Pra mim, não interessa. Cada um faz o seu, não tem problema nenhum. É aquele famoso “tem até amigos que são”. Então, assim, não tem problema, eu gosto de vários e beleza, não quero mais brigar. Mas, o que eu quero é tentar que as pessoas saibam o que eu faço, sabe? Conseguir explicar o que eu faço. Porque se eu só falo assim: “Ah, Lívia, vai escutar lá o meu podcast”. Você pode achar que é uma conversa sobre algum tema, né? Que é legal pra caramba, mas no meu caso não é isso, é uma outra coisa. Então, explicar é cada vez mais difícil, mas eu sempre acho que tem espaço pra quem quer fazer em todos os formatos. Quem tem uma coisa boa pra fazer, eu vou dar um exemplo aqui. Eu vim pra Campinas e no voo eu escutei um podcast novo que acabou de sair, que se chama Discípulos, que é do Mateus Marcolino, que é inclusive produtor da Rádio Escafandro. Que é sobre evangélico no esporte, porque que tantas pessoas no esporte seguem O Evangelho e falam muito de Deus e tal. Eu achei super legal o primeiro episódio que ele lançou e já tô ansioso pra ouvir os próximos. Um podcast tranquilo de ouvir, uma narração boa, uma investigação legal, entrevistas boas, sabe? Você sente que tem uma qualidade ali. É um podcast da Rádio Guarda-Chuva também, que é o grupo onde o Vida de Jornalista também tá, né? Que é um grupo de podcasts jornalísticos. E, então, assim, acabou de sair esse podcast e eu adorei. E beleza, acho que é isso, tem espaço pra quem quer fazer coisa nova. Eu acho que na universidade tem muita gente fazendo coisa muito boa, muito boa. Vira e mexe, eu pego um podcast assim de TCC que alguém manda: “Ah, você pode ouvir”. E eu vou ouvir, eu fico: caramba, assim, sabe? Coisas bem feitas, tecnicamente inclusive, não só na ideia. As ideias são geralmente muito boas, mas até tecnicamente assim muito bom. Então é isso. Eu acho que o mercado ele, claro vai ter a bolha, vai aumentar, vai diminuir, né? Isso é normal, as idas e vindas do mercado são normais, mas sempre tem espaço, eu acho pra quem quer produzir coisa boa em qualquer formato. [música] Lívia: Essa foi a nossa conversa com o Rodrigo. Eu espero que todo mundo tenha gostado e aprendido muito sobre a produção de podcasts narrativos e o formato de jornalismo em áudio. Mas, antes de terminar, a gente pediu pro Rodrigo dar alguns conselhos úteis pra quem está começando a trabalhar nessa área. Vamos ouvir quais foram os conselhos do Rodrigo. Rodrigo: Olha, eu acho que o primeiro conselho é fazer, porque às vezes a gente fica planejando muito. Olha eu aqui indo contra o planejamento, não é isso não. Eu acho que o planejamento é muito importante. Mas, às vezes a gente fica pensando muito em vez de começar a botar a mão na massa e é importante fazer, né? Hoje a gente tem ferramenta gratuita pra fazer. Você não precisa fazer investimento, comprar microfones. Dá pra começar com muito pouco. Então, colocar na praça pra você mesmo saber se tá legal, se não tá, acho que é importante. E, uma coisa que eu acho fundamental, que é uma dica talvez um pouco óbvia, né? Que é ouvir. Pra quem quer fazer podcast, assim, você tem que ouvir podcast e não necessariamente de assuntos que você gosta. Às vezes você vai ouvir um podcast só porque alguém comentou: “Você ouviu esse podcast aqui sobre esse tema? É legal”. Pô, mas eu não gosto muito desse tema. Mas vai lá, dá uma escutadinha, dez minutinhos. Não precisa ouvir o episódio inteiro. né? Ouve lá para ver como é que a pessoa faz. E ouvir com esse ouvido mais cuidadoso, de tentar prestar atenção no que que tá sendo feito ali e se você pode pegar referências, enfim. E pra tudo, né? Para como é que faz o roteiro, pra como é que é a fala da pessoa, como é que é a locução, se tá bem editado. Como é que é o uso da música? Como é que esse podcast aí tá usando música? Tá legal? Gostei? Ficou muito longo? No meu vai ser diferente. Pensar essas coisas, sabe? Então, fazer esse exercício de escuta, eu acho que é muito legal e botar a mão na massa e ir embora. Acho que tem muita coisa boa pra fazer. Não é ficar com esse medo de que no começo vai ser ruim. É, vai ser ruim. Vai ser ruim. Eu olho lá pros primeiros episódios do Vida de Jornalista, meu Deus do céu. Eu gostaria de tirar todos do ar. Eu não tiro porque eu amo as pessoas que estão lá, mas tecnicamente eu acho muito ruim. E é isso, gente. É isso. Depois a gente vai melhorando aos pouquinhos. Assim como daqui a cinco anos eu vou olhar pros episódios de hoje e talvez eu ache ruim também, sabe? Pô, faria diferente. Então, é normal, às vezes a gente fica muito inseguro. E por fim, um conselho que eu acho que vale pro jornalismo no geral, que é a gente não se cobrar tanto, sabe? Acho que a gente às vezes fica achando que a gente tem que trabalhar no nível máximo e fazer tudo perfeito e que tem que dar certo sempre e não vai dar certo sempre, vai ser frustrante de vez em quando e às vezes a gente vai ter que dar uma pisada no freio. Ó, vou dar uma parada aqui. Ah, mas eu tenho podcast, então tenho que produzir um episódio por semana. Calma, assim, se não der, dá uma freada de leve assim, dá uma respirada e daqui a pouco volta, porque a gente é meio que treinado a se cobrar demais. E aí a saúde mental vai pro espaço, aí a gente não cuida da gente. Então, é ir botar a mão na massa, mas devagar. Vamos ali com calma, que a coisa vai saindo, vai ser legal. Lívia: Legal. Bom, a gente queria agradecer imensamente a presença do Rodrigo aqui com a gente. Foi muito bom. Marcos: Foi uma aula particular. Super especial que a gente teve essa oportunidade de estar com o Rodrigo hoje. Rodrigo: Adorei, obrigado demais, gente, e parabéns pelo programa. Lívia: Obrigada, você. Marcos: Obrigado. [música] Lívia: Esse episódio foi gravado e editado por mim, Lívia Mendes e pelo Marcos Ferreira. A edição final foi feita pelo Daniel Rangel. A trilha sonora é da Biblioteca de Áudio do Youtube e a vinheta do  Oxigênio foi produzida pelo Elias Mendez. O Oxigênio conta com apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Você encontra a gente no site oxigenio.comciencia.br, no Instagram e no Facebook, basta procurar por Oxigênio Podcast.Lívia: Pra quem chegou até aqui, tomara que você tenha curtido ouvir nossa conversa com o Rodrigo Alves! Agora você pode ir lá na sua plataforma de áudio preferida e procurar pelos novos episódios dos programas Vida de Jornalista e Onde eu tava quando aquilo aconteceu. Deixa também um comentário pra gente, contando o que achou. Vamos adorar te ver por lá! Até mais e nos encontramos no próximo episódio. [vinheta de encerramento]

JossGreen Live
25. Comparando ópticas de lentes

JossGreen Live

Play Episode Listen Later Apr 29, 2026 0:58 Transcription Available


Este es el episodio 25 del podcast Minuto cero con Joss Green de @jossgreen, publicado el 29 de abril de 2026. Puedes dejar comentarios de texto y audio en este enlace. Pues bueno, el chiste es que yo iba a una calle que se llama Motolinique en la Ciudad de México Nos cobraban, bueno, son lentes a buen precio Pero el chiste es que te los entregan en una hora, eso es fabuloso Ahora, pues bueno, decidí ir a otra óptica Más nice, estaba viendo si me compró unos Ray-Ban Como los Meta y demás, pero todavía no son para mí Los siento pesados, necesitaba otros lentes Bueno, el chiste es que fui y se tardaban una semana más o menos en entregármelos. Resulta que como en los cuatro días un mensaje en WhatsApp que ya los pudiera recoger. Bueno, en mi caso la Ciudad de México es inmensa, así que ir a cualquier lugar te toma tiempo. Bueno, fui. El chiste es que no quedaron. Me querían engañar como que me tenía que acostumbrar a ellos. Bueno, a mí es difícil que me vea la cara, pero bueno. El chiste es que pasaron otros cuatro o cinco días. el día de hoy por fin fui y ya los tengo y soy feliz, me quedan bien

Catalisadores
Autoridade, Autonomia ou Representação? Comparando Sistemas de Governo

Catalisadores

Play Episode Listen Later Apr 23, 2026 17:46


Como diferentes tradições cristãs organizam sua autoridade e missão? Neste episódio, promovemos um diálogo profundo entre três grandes modelos de organização eclesiástica: o Episcopal (Católico), o Congregacional (Batista) e o Representativo-Federativo (Adventista). Exploramos como cada sistema expressa uma eclesiologia única e como a Igreja Adventista busca o equilíbrio entre a unidade global e a participação local. Destaques deste estudo: Panorama Comparativo: Entenda as forças e limitações da hierarquia católica e da autonomia batista. O Equilíbrio Adventista: Como o sistema de rede (associações, uniões e divisões) sustenta uma missão mundial. Intersecções e Tensões: O que podemos aprender sobre reverência institucional, protagonismo leigo e agilidade operacional. Cinco Áreas de Aplicação: Propostas práticas para fortalecer a espiritualidade nas comissões, incluir a diversidade e aproximar a estrutura da base. A Natureza da Liderança: Por que a governança deve refletir a natureza trinitária de Deus: cooperação, humildade e mutualidade. Se você é um líder ou membro interessado em uma igreja mais transparente, participativa e focada na missão, este vídeo oferece caminhos concretos para a governança do futuro. "A governança é expressão da mordomia do Reino. Quando bem praticada, ela glorifica a Deus." Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042

JossGreen Live
17. Comparando consolas de juegos

JossGreen Live

Play Episode Listen Later Apr 17, 2026 0:59 Transcription Available


Este es el episodio 17 del podcast Minuto cero con Joss Green de @jossgreen, publicado el 17 de abril de 2026. Puedes dejar comentarios de texto y audio en este enlace. Wow, que bárbaro con los gráficos, el poder y todo del Playstation 5 Les cuento, es que la última década he estado jugando prácticamente con la Switch Compré un Xbox One X, pero realmente no me atrapó el Xbox Compré muchísimos juegos, creo que los únicos que me dio jugué Bueno sí, uno de los jugué bien, los de Tomb Raider pero de ahí en fuera me dediqué a la Switch bien con los de Zelda tiene Nintendo que hace unos juegazos pero si se ven viejos la verdad y ahora con el Playstation me compré todos los de Batman Batman Arkham Asylum Knight en fin todos los que hay de Batman pero los puse y a pesar que no son juegos muy recientes se ven espectaculares que onda ya entiendo porque aman el Playstation

Radio Palencia
Comparando al Itacyl con la pitonisa Lola

Radio Palencia

Play Episode Listen Later Apr 15, 2026 1:02


Reflexión del secretario general de la Unión de Pequeños Agricultores de Palencia, Blas Donis

La Órbita De Endor - podcast-
LODE 16x28 – ONE PIECE temporada 2

La Órbita De Endor - podcast-

Play Episode Listen Later Mar 23, 2026 281:23


Llega la temporada dos del live action de ONE PIECE y de nuevo nos embarcamos en lo que va a ser la continuación de nuestro viaje. Comparando la adaptación con el manga original intentaremos hacer el mejor y más objetivo análisis de una serie que pretende llevar a imagen real y actores de carne y hueso la historia más disparatada jamás inventada en cómic alguno. Y sí, cuando se hace sin complejos y con desparpajo, con esa filosofía de que la diversión es lo primero, nadie hace el ridículo. Hoy se reúne la tripulación compuesta por Paco Garrido, Lord Pelayo, Vicenç Sanz y Antonio Runa, con frutas demoníacas que les otorgarán poderes de podcasters extravagantes. ¡Cállate y ven con nosotros! Escucha el episodio completo en la app de iVoox, o descubre todo el catálogo de iVoox Originals

BoarDidi
Competição, Traição e Frustração Nos Jogos de Tabuleiro | Fabuloso Podcast

BoarDidi

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 65:48


Didi Braguinha e André Rumjanek discutem como diferentes jogos de tabuleiro despertam emoções inesperadas durante uma partida, especialmente quando a competição exige decisões agressivas, alianças temporárias e até traições estratégicas. A conversa parte de uma experiência recente com um jogo de controle de área que deixou a mesa desconfortável após o término da partida, levantando reflexões sobre como certos sistemas incentivam comportamentos mais duros entre os jogadores.A partir dessa situação, o episódio explora a relação entre mecânicas competitivas, interação direta e a experiência emocional dos participantes. Comparando estilos de jogos — de confrontos abertos a disputas mais indiretas — a dupla debate como diferentes estruturas de design podem provocar frustração, narrativa emergente e até crises morais dentro do chamado “círculo mágico” dos jogos.Para saber mais sobre este episódio e os jogos mencionados: ⁠Competição, Traição e Frustração Nos Jogos de TabuleiroSe você ainda não conhece ou faz parte, fale conosco no nosso ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Fabuloso Discord⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠.E para as redes sociais: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Fabuloso Podcast no ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Instagram⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Fabuloso Podcast no YouTube⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Fabuloso Podcast no TikTok⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Para comprar camisa do Fabuloso (e outras):⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Deselegante⁠⁠

Fernando Ulrich
Bitcoin desaba 50%, o que está acontecendo?

Fernando Ulrich

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 71:46


O "Ulrich Responde" é uma série de vídeos onde respondo perguntas enviadas por membros do canal e seguidores, abordando temas de economia, finanças e investimentos. Oferecemos uma análise profunda, trazendo informações para quem quer entender melhor a economia e tomar decisões financeiras mais informadas.00:00 - Introdução05:52 - As hipóteses da queda08:22 - O escândalo "Jeffrey" e o impacto no setor17:00 - A precisão dos Ciclos do Halving se mantém?19:48 - A financeirização e os derivativos estão distorcendo o preço?29:14 - Risco Michael Saylor: A MicroStrategy vai quebrar?35:29 - A "Espiral da Morte" da mineração: Mito vs. Realidade38:40 - Computação Quântica: O fim da criptografia do Bitcoin?43:53 - Reagindo às críticas de Walter Maciel01:01:00 - Comparando com os crashes de 2013 e 201801:04:18 - Como eu invisto na física01:07:00 - A estratégia da OranjeBTC01:08:50 - O Bear Market acabou? O que o indicador MVRV sinaliza

Semental Chihuahua
Actualidad y fútbol con Garabatxs Dibujitos Aleatorios

Semental Chihuahua

Play Episode Listen Later Jan 25, 2026 136:00


En este episodio del pódcast Semental Chihuahua, los maestros del caos Fidel, Albert y Joe Spinell arrancan 2026 a base de humor negro, anécdotas médicas cuestionables y reflexiones sobre lo absurdo que se ha vuelto el mundo. La cosa empieza fuerte: sustos de salud, risas sobre la edad y bromas que harían sonrojar a un médico de familia. Pero lo jugoso llega cuando aterriza el invitado de lujo: Garabatxs, caricaturista salvaje, bisturí del trazo y enemigo declarado de la solemnidad. Entre comentarios afilados y carcajadas, Garabatxs desvela cómo se cocina su arte sobre el mundo del futebol y la actualidad, cómo lidia con la fauna de internet y por qué la imperfección, si se dibuja bien, puede ser lo más bello que existe. Si aún no lo sigues, te estás perdiendo la fiesta: ➡️ X: https://x.com/Garabatxs ➡️ Instagram: https://www.instagram.com/garabatosrandom/ Entre caña y caña, el pódcast se mete a destripar el periodismo deportivo: ese circo moderno donde el fútbol se mezcla con telenovela, drama y política barata. Sensacionalismo, egos y titulares delirantes sirven para trazar paralelismos entre la prensa deportiva y el paisaje político, porque al final todo va de construir narrativas… aunque el balón no entre. La cosa no se queda ahí: Julio Iglesias como figura mediática, la cultura del escándalo, la Venezuela geopolítica donde todos opinan y pocos entienden, y la eterna pregunta de quién está moviendo los hilos. Todo con el sello de la casa: ironía, acidez y un ojo clínico para detectar lo ridículo. Para rematar, los anfitriones se permiten lujo de comentar parodias políticas (sí, Maduro incluido), comparar derechas europeas, reírse del interés geopolítico en Groenlandia y cerrar con híbridos animales, jamón y filosofía barata, porque la vida sin humor se hace eterna. Un episodio para reír, pensar y asumir que la realidad ya no necesita guionistas: se escribe sola. (Recuerden darnos un bonito like si lo escuchan desde ivoox, hemos habilitado la opción para que nos puedan apoyar si les apetece) Ah, que ya tenemos camisetas!! Ya tenéis disponible nuestra tienda en la web de la tostadora https://www.latostadora.com/shop/chihuahuapodcast/ por si queréis comprar alguna cosa elegante y funcional con un perrete con pene desmesurado. Tramos: 00:00 — Introducción al caos de 2026 01:03 — Anécdotas personales y sustos de salud 05:25 — Presentando a Garabatos: la perspectiva del artista 09:52 — La naturaleza de la crítica en el arte 13:51 — Comentario cultural a través de caricaturas 20:43 — La absurdidad de la cultura futbolística moderna 25:59 — La seriedad del entrenamiento moderno 28:02 — Personalidades mediáticas y su impacto 29:58 — El sensacionalismo del periodismo deportivo 36:59 — Comparando narrativas futbolísticas y políticas 43:02 — El futuro de los comentarios deportivos 47:26 — Narrativas mediáticas y rivalidades 50:00 — La controversia en torno a Julio Iglesias 55:58 — Dinámicas de poder en la cultura de celebridades 01:02:55 — El auge de las celebridades turbias 01:09:32 — Venezuela y la absurdidad de la intervención extranjera 01:18:39 — Sátira política y el caos del gobierno 01:25:16 — Humor y política: la parodia de Maduro 01:26:53 — Soberanía política y discurso de derecha 01:36:24 — Protestas del ICE y respuesta pública 01:42:30 — Híbridos animales extraños y sus implicaciones 01:46:57 — Conversaciones culinarias: jamón y más 01:47:43 — Esfuerzos medioambientales: el proyecto del Sahara 01:50:04 — Entrenamiento futbolístico: los desafíos de Arbeloa 01:54:10 — Lecciones de vida y risas

El Garaje Hermético de Máximo Sant
La VENGANZA de la BERLINA: ¿Por qué la física matará al SUV?

El Garaje Hermético de Máximo Sant

Play Episode Listen Later Jan 18, 2026 20:29


Hoy abordamos un tema que va contra la corriente del mercado actual: la supuesta muerte de las berlinas. Nos han dicho que los SUV son el futuro, que son más cómodos y seguros. Pero hoy vamos a demostrar, con la calculadora en la mano y la física de nuestro lado, que la silueta de tres volúmenes no solo no está muerta, sino que es la respuesta técnica necesaria a los problemas de eficiencia actuales. Si le pides a un niño que dibuje un coche, dibuja una berlina: motor, habitáculo y maletero. Es "El Coche" por definición. Durante décadas fue el estándar, desde los taxis de Nueva York hasta el coche familiar de los 90. Sin embargo, en los últimos 15 años hemos visto una "limpieza étnica" automotriz a favor del SUV. Pero te propongo dejar de mirar los anuncios y mirar los datos de los túneles de viento. Berlina vs. SUV: La dictadura de la física Vivimos en la era de la eficiencia obligatoria. En un eléctrico, la mala aerodinámica significa no llegar a destino; en uno de combustión, significa gastar más. La berlina es imbatible aquí. Muchas marcas presumen de que sus SUV tienen un Coeficiente Aerodinámico (Cx) similar al de una berlina (0.29, por ejemplo). ¡Es una trampa! Lo que realmente frena al vehículo es el SCx: el coeficiente multiplicado por la Superficie Frontal. Los datos reales son demoledores. Comparando un Tesla Model 3 contra un Model Y (misma batería y motor) a 120 km/h, la berlina consume entre un 15% y un 18% menos. Eso se traduce en 50 o 60 km de autonomía extra "gratis". En combustión ocurre lo mismo: un BMW Serie 3 gasta casi un litro menos a los cien que un X3 en autopista, con mejores prestaciones. La física no perdona. El salvavidas chino y la rentabilidad industrial Quizás te preguntes por qué marcas como BMW, Audi o Mercedes siguen invirtiendo millones en desarrollar nuevas berlinas si en Europa todos compran SUV. La respuesta está en China. Allí, la berlina es sagrada y símbolo de estatus. Tanto es así que se fabrican versiones de batalla larga (Long Wheelbase) específicas para ese mercado. Gracias a que China compra millones de estos coches, las marcas europeas pueden seguir ofreciéndolos aquí. Además, industrialmente la berlina es más rentable: requiere menos acero y cristal, usa neumáticos más pequeños y baratos, y necesita suspensiones menos complejas al no tener que controlar las inercias de un vehículo alto de dos toneladas. Estatus, imagen y el problema del "Sándwich" Hay un reducto donde el SUV no ha logrado penetrar: el coche de representación. Los líderes mundiales no viajan en todoterrenos, viajan en berlinas de lujo. La berlina sigue siendo el equivalente al traje con corbata: transmite seriedad y elegancia. El SUV, aunque sea de lujo, es como un chándal caro. También analizamos los retos técnicos. El principal es el "efecto sándwich" en los eléctricos: la batería en el suelo eleva el piso del coche, obligando a subir el techo para que los ocupantes quepan, lo que tiende a "gordificar" la silueta. Sin embargo, la ingeniería está respondiendo con soluciones como los "garajes para pies" (huecos en la batería para las plazas traseras) que permiten mantener diseños bajos y afilados, como vemos en el Porsche Taycan o el Audi e-tron GT. La resistencia: ¿Quién mantiene la llama? Hacemos un repaso a los "héroes" que mantienen vivo el segmento, mezclando la tradición europea con la nueva ola tecnológica china: -Tesla y BYD: El Model 3 y el BYD Seal demuestran que, si el producto es eficiente y tecnológico, la gente compra berlinas masivamente. -Alemania: BMW con su i4 y Serie 3, Mercedes con su gama EQ centrada en la aerodinámica extrema, y Audi refinando la fórmula con el A5 Sportback. -La nueva ola china: Marcas como Xiaomi con su SU7 o Xpeng están apostando fuerte por berlinas muy bajas y afiladas, declarando la guerra a la resistencia al aire. -Japón: Lexus y Toyota siguen ofreciendo la opción racional y fiable con el ES y el Corolla Sedan. Conclusión: El regreso de la razón Las modas son cíclicas. Ya empezamos a ver fatiga visual con los SUV; todos parecen iguales, bloques altos y agresivos. La diferenciación y el verdadero lujo volverán a estar en lo bajo, afilado y elegante. Las berlinas han perdido la batalla del volumen masivo, pero han ganado la batalla de la razón y la física. Mientras la autonomía y la eficiencia sean claves, la silueta de tres volúmenes sobrevivirá, evolucionando hacia vehículos más especializados y tecnológicamente superiores. ¿Estamos ante el fin de la era del "tanque urbano"? Tal vez no mañana, pero la eficiencia es la única ley que importa a largo plazo, y ahí, la berlina reclama su trono.

Rádio PT
BOLETIM | Política do salário mínimo completa 90 anos com valorização e desafios

Rádio PT

Play Episode Listen Later Jan 16, 2026 4:15


A partir de 2023, o Governo Lula restabeleceu a política de valorização e assegurou um aumento real anual ao trabalhador. Comparando o valor de janeiro de 2022 com o de janeiro de 2026, o aumento do poder de compra do salário mínimo acima da inflação alcançou 11,8%.Sonoras:

Desde el reloj
Health Hive, comparando mi salud

Desde el reloj

Play Episode Listen Later Jan 12, 2026 11:22


Mirar nuestras estadísticas de salud de forma individual está bien para ver tendencias y evoluciones, pero comparar esos datos con otra gente de nuestra misma edad y condición está todavía mejor. Eso es lo que hace esta aplicación, que solamente recoge medias de ciertos datos de salud y los comparte de forma completamente anonimizada.

Arauto Repórter UNISC
Se você está ouvindo esta mensagem… é porque ainda há tempo

Arauto Repórter UNISC

Play Episode Listen Later Nov 6, 2025 4:05


Se pudéssemos ter plena consciência do quanto a vida é breve… talvez agíssemos diferente.Talvez pensássemos duas vezes antes de desperdiçar as oportunidades que temos de amar… de perdoar… de fazer o bem.A vida é como um jardim.Algumas flores são colhidas cedo demais.Outras, sequer chegam a florescer.Mas há aquelas que vivem todo o seu ciclo — e, quando chega o momento, simplesmente se entregam ao vento, em paz… porque cumpriram o propósito de existir.Mas nós, quase sempre, esquecemos disso.Esquecemos que cada manhã é um presente.Esquecemos que cada pessoa que cruza o nosso caminho é uma oportunidade divina de aprendizado e amor.E nos perdemos em pequenas mágoas, em irritações, em vaidades.Guardamos palavras que poderiam curar.Negamos abraços que poderiam consolar.Deixamos de dizer “eu te amo” porque achamos que o outro já sabe.E assim… o tempo passa.Passa o sol, passa a chuva, passa a vida… e nós seguimos apressados, distraídos, reclamando do que falta, esquecendo do que sobra.Comparando o que temos com o que os outros têm — sem perceber quantos dariam tudo para estar no nosso lugar.E um dia… a vida nos chama à consciência.O coração desperta.E a alma, cansada, pergunta:— O que foi que eu fiz com o tempo que me foi dado?Mas ainda há tempo.Enquanto o coração pulsa, enquanto o olhar enxerga, enquanto o sopro da vida habita em nós — há tempo.Tempo de refazer o caminho.Tempo de abraçar quem amamos.Tempo de dizer o que o silêncio calou.Tempo de agradecer.Porque nunca é tarde demais para amar, para recomeçar, para se voltar a Deus e dizer:— Obrigado, Senhor, por mais um dia.A vida é efêmera, sim.Mas é divina enquanto dura.E se você está ouvindo esta mensagem… é porque ainda há tempo.Tempo de florescer.Tempo de viver.Tempo de ser luz.

Assunto Nosso
Se você está ouvindo esta mensagem… é porque ainda há tempo

Assunto Nosso

Play Episode Listen Later Nov 6, 2025 4:05


Se pudéssemos ter plena consciência do quanto a vida é breve… talvez agíssemos diferente.Talvez pensássemos duas vezes antes de desperdiçar as oportunidades que temos de amar… de perdoar… de fazer o bem.A vida é como um jardim.Algumas flores são colhidas cedo demais.Outras, sequer chegam a florescer.Mas há aquelas que vivem todo o seu ciclo — e, quando chega o momento, simplesmente se entregam ao vento, em paz… porque cumpriram o propósito de existir.Mas nós, quase sempre, esquecemos disso.Esquecemos que cada manhã é um presente.Esquecemos que cada pessoa que cruza o nosso caminho é uma oportunidade divina de aprendizado e amor.E nos perdemos em pequenas mágoas, em irritações, em vaidades.Guardamos palavras que poderiam curar.Negamos abraços que poderiam consolar.Deixamos de dizer “eu te amo” porque achamos que o outro já sabe.E assim… o tempo passa.Passa o sol, passa a chuva, passa a vida… e nós seguimos apressados, distraídos, reclamando do que falta, esquecendo do que sobra.Comparando o que temos com o que os outros têm — sem perceber quantos dariam tudo para estar no nosso lugar.E um dia… a vida nos chama à consciência.O coração desperta.E a alma, cansada, pergunta:— O que foi que eu fiz com o tempo que me foi dado?Mas ainda há tempo.Enquanto o coração pulsa, enquanto o olhar enxerga, enquanto o sopro da vida habita em nós — há tempo.Tempo de refazer o caminho.Tempo de abraçar quem amamos.Tempo de dizer o que o silêncio calou.Tempo de agradecer.Porque nunca é tarde demais para amar, para recomeçar, para se voltar a Deus e dizer:— Obrigado, Senhor, por mais um dia.A vida é efêmera, sim.Mas é divina enquanto dura.E se você está ouvindo esta mensagem… é porque ainda há tempo.Tempo de florescer.Tempo de viver.Tempo de ser luz.

Convidado
"A auto-ilusão faz com que os europeus não mudem a postura em relação a África"

Convidado

Play Episode Listen Later Oct 17, 2025 12:31


“África-Europa: Acabar com a Dependência Estrutural: o Momento da Verdade face à Auto-ilusão” é o novo livro do economista guineense Carlos Lopes, que ocupou o cargo de Alto Representante da União Africana para as Parcerias com a Europa. A obra aborda a dependência estrutural nas relações entre África e Europa, propondo uma reflexão sobre a auto-ilusão e a necessidade de mudanças nas abordagens de ajuda e desenvolvimento. No livro, fala sobre a dependência estrutural nas relações entre África e Europa. De que forma se pode acabar com essa dependência? Essa dependência não pode ser explicada apenas com factos políticos ou com teoria económica. Necessita de mais profundidade para se poder entender que as narrativas foram construídas através de uma história muito complexa, dos dois lados, e que leva a que haja um determinado número de condicionalismos que fazem crescer uma mentalidade difícil de mudar. Tive de recorrer à psicologia para poder explicar alguns destes fenómenos. É por isso que o título do livro inclui a expressão "auto-ilusão", um fenómeno estudado na psicologia: quando as pessoas enfeitam a realidade e utilizam técnicas manipuladoras para que essa "verdade" construída seja a que prevalece. Infelizmente, encontrei esse defeito, se assim lhe podemos chamar, dos dois lados da equação: tanto do lado dos europeus, como do lado dos africanos. Por razões diferentes, evidentemente, mas ambos confortáveis com esta forma de interpretação das relações, o que impede a tal transformação estrutural. Fala na fragmentação das abordagens africanas, que têm sido estrategicamente exploradas pela Europa nas negociações. Como se pode ultrapassar essa divisão interna e criar uma posição mais forte entre os países africanos? Essa divisão dos africanos já é uma consequência. O principal problema é a ideia de que se pode, com altruísmo e uma certa forma de compensação pelos erros do passado, tirar os países africanos da sua condição de menos desenvolvidos. É essa a justificação ideológica da ajuda ao desenvolvimento. Pensa-se que, através dessa ajuda, se podem operar grandes modificações. Na realidade, essa ajuda insere-se num sistema que não permite mudanças estruturais, a não ser em casos muito excepcionais. Defende uma diplomacia africana mais proactiva. O que tem impedido os países africanos de adoptarem essa postura mais assertiva nas negociações com a União Europeia? O que impede é o facto de, devido às características que mencionei, a União Europeia conseguir escolher facilmente os interlocutores que falarão como gostaria de ouvir. Portanto, há auto-ilusão. Escolhem-se os países para determinados tipos de reuniões, conferências, eventos, dando-se atenção àqueles que se comportam "bem", para usar uma linguagem simples. As pessoas pensam que, ao fazerem aquilo que lhes pedem, vão receber compensações: mais ajuda, mais acesso, mais visibilidade, mais protagonismo. Este jogo faz com que África apareça sempre dividida. É evidente que os africanos poderiam ter o à-vontade político para superar isto, mas é preciso ver que estas divisões têm raízes históricas muito profundas, que descrevo em detalhe no livro, e que são difíceis de mudar. O conceito de “auto-ilusão” é central no livro. Pode explicar o impacto dessa “auto-ilusão” nas decisões políticas no continente africano e como se reflecte nas relações com a Europa? Esse conceito faz com que os europeus não mudem a sua postura em relação a África, e, portanto, estejam a perder terreno. Outros parceiros do continente, que não têm esse tipo de dificuldade nem esse “pedigree” histórico, abordam as coisas de forma diferente. No lado africano, como a Europa continua a ser o principal doador, o bloco com mais comércio e onde existe mais investimento (em termos de stock, não necessariamente em novos investimentos), a falta de uma relação clara e transparente com a Europa afecta também as relações com os outros parceiros. Essa é, digamos, a perenidade do problema. Temos de o superar através de várias formas de negociação, que tentei introduzir enquanto Alto Representante da União Africana, mas falhei. Por isso, senti a obrigação de explicar as razões mais profundas. Daí a ideia do livro. Estas razões passam também pelo legado colonial, tema presente no livro. De que forma as narrativas colonialistas moldam ainda hoje as relações entre os dois blocos, sobretudo em matéria económica? Sobretudo em matéria económica. Por exemplo, temos a teoria das vantagens comparativas, que é conhecida dos economistas, mas que no caso africano é usada para perpetuar a ideia de que as vantagens comparativas africanas são a exportação de matérias-primas, exactamente o modelo colonial. Mantém-se uma estrutura económica colonial que se traduz em várias práticas: em matéria de transportes, os investimentos mais importantes continuam a ser os que facilitam a exportação de matérias-primas para os portos, e não para servir a economia doméstica; as políticas macroeconómicas visam sobretudo garantir o cumprimento das obrigações internacionais e não necessariamente reduzir a pobreza da população. Acabamos por ser reféns de uma ideia colonial, apenas com uma nova roupagem. Critica a ajuda internacional e sugere que ela perpetua o subdesenvolvimento. Quais seriam, na sua opinião, os mecanismos mais eficazes para que a ajuda se torne uma força real para o desenvolvimento sustentável? Para mim, é relativamente fácil dizer onde a ajuda poderia ser importante, transformadora e significativa: na regulação internacional. Por exemplo, em matéria de comércio: os países africanos são penalizados de várias formas. A “Rodada de Doha”, aprovada há 17 anos na OMC, visava fazer do comércio um instrumento de desenvolvimento, mas nunca foi implementada, em parte por oposição de países europeus. Outro exemplo: a regulação financeira. Os países africanos enfrentam avaliações de risco que não condizem com a realidade. Comparando os dados macroeconómicos de África com os da América Latina ou da Ásia, vemos que as taxas de juro para os empréstimos africanos são muito mais elevadas, apesar de os indicadores africanos, por vezes, serem melhores. Também em matéria de investimento: o retorno sobre o investimento em África é dos melhores, segundo a Organização do Comércio das Nações Unidas. Mas isso não se traduz em mais investimento. Este ano, por exemplo, as projecções do Banco Mundial e do FMI indicam que África será o continente que mais crescerá, pela primeira vez, ultrapassando a Ásia. Mas esta não é a percepção generalizada. A França tem tido influência sobre muitos países africanos e é muitas vezes acusada de manter dinâmicas neocoloniais. Como vê actualmente a posição da França em relação a África? Vejo uma posição de perda de influência. Numa altura em que a França se dá conta de que deveria mudar a sua postura ,por ser considerada excessivamente marcada por uma visão neocolonial, fá-lo de forma atabalhoada, o que provoca o efeito contrário: um afastamento ainda maior. É um lugar-comum, mas os jovens africanos vêem a atitude francesa como demasiado intrusiva nos processos políticos dos seus países. Lamentavelmente, a França está em perda. E nos sistemas políticos não existe vácuo, esse espaço é rapidamente ocupado por outros. Mas existe espaço para uma mudança genuína na abordagem da França? Existe. Claro que sim. Bastava, por exemplo, que os bancos franceses mais importantes vissem em África como os turcos, chineses, vietnamitas ou indianos estão a ver: uma oportunidade de expansão. Mas, em vez disso, os bancos franceses estão a retirar-se. Isso revela uma percepção de risco contrária à tendência mundial. Sugere que África deveria explorar o seu potencial em comércio, tecnologia e ambiente. Quais são os obstáculos actuais para o continente afirmar-se internacionalmente? Antes de mais, é preciso reconhecer que, em qualquer das megatendências mundiais, demográfica, climática ou tecnológica, o mundo precisa de África. Demografia: o envelhecimento da população mundial favorece o crescimento do consumo em África, onde a população continua a crescer. O Clima: em energias renováveis e minerais críticos, África é essencial para a transição ecológica; Tecnologia: apesar da inovação não estar centrada em África, a complexidade crescente das tecnologias torna-as mais difíceis de absorver por populações envelhecidas. Ora, os nativos digitais do futuro estão em África. Em 2050, um em cada dois jovens no mundo será africano. Temos de repensar o conceito de risco. Este ainda é avaliado com base em parâmetros ultrapassados pelas megatendências actuais. Enquanto isso não mudar, continuaremos a negligenciar o papel central que África terá no futuro. Qual seria, a seu ver, o maior passo a ser dado pelos líderes africanos e europeus para garantir que as futuras gerações não herdem estas dinâmicas de poder desigual que ainda dominam estas relações? Acabar com a auto-ilusão. E isso começa por ter a noção de que a maioria dos conceitos que utilizamos hoje para interpretar o processo de desenvolvimento está errada. São conceitos que devem ser cada vez mais ancorados nas experiências recentes, nomeadamente nas transições bem-sucedidas dos países da Ásia, do Sudeste Asiático e, mais recentemente, da Índia. Temos, portanto, um corpo de conhecimento que nos permite sair da auto-ilusão com factos reais. Como foi possível, por exemplo, que um país como o Vietname se transforme num colosso exportador, como é hoje? Como foi possível que um país com índices de pobreza muito elevados, como o Laos, consiga alcançar, digamos, patamares aceitáveis de desenvolvimento? Como é que um país como Bangladesh, que era um dos países com maior densidade populacional entre os menos desenvolvidos, seja hoje uma potência industrial? Portanto, temos exemplos concretos. E esses exemplos, infelizmente, não são frequentemente encontrados em África.

Maldita Pobreza
¿Vale La Pena Una American Express?: Comparando Beneficios y Diferencias

Maldita Pobreza

Play Episode Listen Later Sep 30, 2025 38:14


Hoy analizamos a fondo las distintas tarjetas de American Express: desde las clásicas hasta las premium. Hablamos de sus beneficios, recompensas, programas de puntos, seguros de viaje y, por supuesto, de las temidas anualidades. Si alguna vez te has preguntado cuál tarjeta AMEX realmente te conviene —o si de verdad vale la pena pagar por sus beneficios— este episodio es para ti.

Maldita Pobreza
319. ¿Vale La Pena Una American Express?: Comparando Beneficios y Diferencias

Maldita Pobreza

Play Episode Listen Later Sep 30, 2025 38:14


Hoy analizamos a fondo las distintas tarjetas de American Express: desde las clásicas hasta las premium. Hablamos de sus beneficios, recompensas, programas de puntos, seguros de viaje y, por supuesto, de las temidas anualidades. Si alguna vez te has preguntado cuál tarjeta AMEX realmente te conviene —o si de verdad vale la pena pagar por sus beneficios— este episodio es para ti.

Pitcheos Salvajes Podcast
05x28 - Comparando la vida de hace un año con Edu de Paz

Pitcheos Salvajes Podcast

Play Episode Listen Later Sep 3, 2025 92:19


Latinitas Animi Causa
Ep. 66: De Partibus Corporis Inter Se Rixantibus

Latinitas Animi Causa

Play Episode Listen Later Aug 18, 2025 72:33


Andreas, Ilsa, Claraque Rusticatione Acta una locum Livianum qui de secessione Plebis prima agitur. Infra locum invenire potestis.Si hoc episodion placuit, ut cum amicis id communicetis rogamus.

Mundo NFL
Localizando a los robos y reaches del draft

Mundo NFL

Play Episode Listen Later Aug 13, 2025 43:02


Comparando rankings con ADP descubrimos a los jugadores que ofrecen tanto valor que pueden ser un robo en el draft y los que resultan un verdadero reach.

Pase Extra
Santurce es el único equipo que puede vencer a Bayamon. Jugadores de NBA ganan mas que Juan Soto.

Pase Extra

Play Episode Listen Later Jul 17, 2025 57:07


En este episodioa hablamos de esos jovenes de 12 años que parecen adultos y ya botan la bola del parque como si nadao los que juegan baloncesto y son los mas altos de su categoria Son realmente prospectos o simplemente están muy adelantados para su edad?También reaccionamos a la controversia que tuvimos con el BSN y leímos varios de los comentarios que ustedes nos dejaron… Después comparamos los sueldos de la NBA con los de otras ligas como la NFL y la MLB, y hablamos de cuánto realmente ganan estos atletas

El Mañanero de La Mega
Siguen comparando a Karol G con Bad Bunny

El Mañanero de La Mega

Play Episode Listen Later Jul 17, 2025 10:07


Españolistos | Learn Spanish With Spanish Conversations!
Episodio 439 - ¿Frío, Calor o Clima Perfecto? Comparando 3 Ciudades Colombianas [Entrevista a Delkin]

Españolistos | Learn Spanish With Spanish Conversations!

Play Episode Listen Later Jun 21, 2025 33:35


En este episodio, Andrea conversa con su tía Delkin, una profesora de español que ha vivido en tres ciudades muy distintas de Colombia: Bucaramanga, Barranquilla y Bogotá. Juntas comparan cómo cambia la vida en cada lugar según el clima, la cultura, la comida, el acento y la personalidad de la gente. Descubrirás por qué Bogotá es considerada una de las ciudades más ecológicas del mundo, cómo el calor intenso de Barranquilla moldea el carácter abierto de sus habitantes, y por qué Bucaramanga es conocida por tener uno de los climas más agradables. Además, aprenderás sobre el famoso ajiaco, la icónica Candelaria y la increíble red de ciclovías de Bogotá. Un episodio perfecto para los amantes del español y los curiosos de la cultura colombiana. Get the transcript of this episode here: https://www.espanolistos.com => ¿Quieres tomar clases con nuestras tutoras colombianas? Registrate aquí: https://spanishlandschool.com/classes Ellas son divertidas, pacientes y preparan las clases de acuerdo a tus necesidades.

Testigos de Jehová
Comparando sectas: RAMA vs Testigos de Jehová | Reacción al testimonio en Cuarto Milenio

Testigos de Jehová

Play Episode Listen Later May 13, 2025 29:35


En este video reaccionamos al impactante testimonio de una mujer que fue parte de la secta RAMA, emitido por Cuarto Milenio, el programa de Iker Jiménez. A medida que escuchamos su historia, es imposible no ver las similitudes con lo que muchos hemos vivido dentro de los Testigos de Jehová: el aislamiento, el control, el miedo constante, la manipulación emocional. Este análisis no busca comparar por comparar, sino visibilizar patrones sectarios que se repiten, incluso en grupos que se presentan como religiosos o espirituales. ✊ Si eres ex testigo de Jehová, si has escapado de una secta, o si aún dudas… este video puede abrirte los ojos. #sectas #TestigosdeJehová #RAMA #CuartoMilenio #IkerJiménez #exTestigosdeJehová #testimonios #manipulación #religión Si quieres APOYAR mi trabajo: Patreon: https://www.patreon.com/emma_mene Paypal: https://streamlabs.com/elrincondeemma Únete a mi canal!!: https://www.youtube.com/channel/UCYn9E0OZxM4L-MY3nV-FBNQ/join ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Twitch: https://www.twitch.tv/emma_mene Instagram: https://www.instagram.com/elgranmene/ TikTok: https://www.tiktok.com/@el_rincon_de_emma Facebook: El Rincón de Emma Twitter:https://twitter.com/elrincondeemma2 ⚔️Discord: https://discord.gg/3tb93kf82p Spotify: El rincón de Emma Ivoox: https://tinyurl.com/y3glwygw Canal de covers: https://www.youtube.com/channel/UCr1iPF7GOeM2vUjfhmpH33g ➡️Canal de directos: https://www.youtube.com/channel/UCX8wZews2vAwvtLzjc4tKcQ Correo de contacto: elrincondeemma87@gmail.com

Pase Extra
Travis Trice vuelve al BSN. Comparando el BSN con la CBA. Los retos de jugar overseas.

Pase Extra

Play Episode Listen Later May 10, 2025 42:14


In this episode, we sit down with Travis to talk about his journey through the world of professional basketball. From his time in the CBA to unforgettable experiences overseas, Travis shares what it's really like to hoop internationally. We also dive into his current plans, his thoughts on Kenny Lofton Jr., and the real market value of the BSN.Plus, we get his take on the NBA Mount Rushmore, his experience playing for Team USA, and when we can expect to see him back on the court. To wrap it all up, Travis gives some solid advice to young hoopers chasing the pro dream.Don't miss this one — it's packed with insight, stories, and game!Redes Sociales:Pase Extra: - Facebook: https://www.facebook.com/paseextra​- Instagram: https://www.instagram.com/paseextra/​ Tiktok: https://vm.tiktok.com/ZMe7xY9Qw/JP: - Instagram: https://www.instagram.com/jean.paul49/​ Sergio: - Instagram: https:/www.instagram.com/sergio_colon5/​ Travis Trice: https://www.instagram.com/tricetra?igsh=MW9iMW1ycTFhNzlkZQ==00:00 INTRO02:20 CBA06:38 Experiencias en overseas11:20 Cuáles son los planes de Travis13: Kenny Lofton Jr.16:00 Cuanto valor tiene el BSN en el mercado?22:18 NBA Mount Rushmore27:50 Travis jugó em Team USA35:26 Cuando vuelve al tabloncillo?39:29 Consejo para los jovenes

¡Nos Cambiaron los Muñequitos!
279: Alfredo Carrasquillo - Soltar trabas... con coaching y liderazgo

¡Nos Cambiaron los Muñequitos!

Play Episode Listen Later May 8, 2025 69:54


Conversamos con Alfredo Carrasquillo Ramírez, un coach de liderazgo ejecutivo con una trayectoria personal y profesional extraordinaria. Hablamos sobre cómo la comunicación efectiva y la inteligencia emocional son cruciales para gestionar el cambio, resaltando la necesidad de construir puentes en un entorno polarizado. Además, Alfredo comparte su experiencia en el podcasting y su próximo libro sobre dinámicas de equipo, enfatizando que cada uno de nosotros puede ser un agente de cambio. 0:04  La importancia del cambio en nuestras vidas 0:46  La historia de Alfredo Carrasquillo 4:22  El viaje hacia el coaching 9:28  Retos y aprendizajes del secuestro 15:42 La ruta hacia el psicoanálisis 23:56 Comparando coaching y psicoanálisis 27:33  La necesidad de adaptarse al cambio 32:48  Comunicación efectiva en tiempos de cambio 35:55  Anuncio del nuevo libro 36:15  Reflexiones sobre el podcasting 57:48  El impacto del podcast en mi vida 1:02:40  Proyectos futuros y contacto 1:09:02  Conclusión y despedida

Divulgacion Total
Trump 1987 versus Trump 2025

Divulgacion Total

Play Episode Listen Later Apr 11, 2025 13:43


Comparando lo que dijo Trump en 1987 contra lo que dice hoy en 2025.

La pulidora
137 ¿Cuánto cuesta comprar máquinas para pulir?

La pulidora

Play Episode Listen Later Apr 4, 2025 15:11


En el mundo del parquet, una de las inversiones más importantes para un profesional es la maquinaria para pulir y restaurar suelos. Pero, ¿cuánto cuesta realmente equiparse con un conjunto de máquinas adecuado? En este artículo, analizamos los costes de adquisición y mantenimiento de un equipo completo de pulido y lo comparamos con los costes de la mano de obra necesaria para operarlo.¡No te pierdas ninguna novedad sobre el mundo del parquet y la restauración de suelos! Apúntate a nuestro boletín informativo para recibir consejos, noticias y promociones exclusivas directamente en tu bandeja de entrada. ¡Haz clic aquí para suscribirte ahora!Las Máquinas Necesarias y sus CostesPara un equipo de pulido profesional, se requieren varias máquinas esenciales:• Pulidora de banda: Aproximadamente 7.000 €.• Pulidora planetaria: Entre 7.000 y 9.000 €, según la marca y modelo.• Orillera: Entre 2.500 y 3.000 €.• Roto orbital (complemento para acabado): Entre 600 y 700 €.• Monodisco o Single: Alrededor de 3.000 - 3.500 €.Sistema de aspiración• Aspiradores profesionales: Desde 600 hasta 1.000 €.• Sistemas de extracción de polvo avanzados: Desde 2.000 hasta 3.000 €.Inversión Total y AmortizaciónEl coste total de un equipo completo oscila entre 22.000 y 25.000 €. La vida útil de estas máquinas puede superar los 15 años, aunque se deben contemplar gastos de mantenimiento y revisiones, que pueden rondar los 1.000 - 1.500 € anuales.Teniendo en cuenta una amortización a 15 años y los gastos de mantenimiento, el coste mensual de la maquinaria sería de aproximadamente 200 - 250 €/mes.Si consideramos un volumen de trabajo constante, la amortización por metro cuadrado trabajado podría oscilar entre 5 y 10 céntimos/m², lo que indica que la inversión en maquinaria es asumible a largo plazo.Coste de la Mano de ObraPara operar estas máquinas se requiere personal especializado. Considerando un equipo de trabajo con un operario principal y un ayudante, los costes mensuales aproximados serían:• Operario principal: Entre 1.800 y 2.000 €/mes (con costes sociales: 2.500 - 3.000 €/mes).• Ayudante: Entre 1.200 y 1.500 €/mes (con costes sociales: 1.800 - 2.000 €/mes).Esto supone un coste total mensual en personal de entre 4.000 y 5.000 €/mes, o un coste anual de 50.000 - 60.000 €.¿Es Rentable la Inversión en Maquinaria?Comparando los costes de la maquinaria con los de la mano de obra, queda claro que la inversión en equipos de pulido es viable a largo plazo. El desembolso inicial puede parecer elevado, pero la amortización es baja si se mantiene un volumen de trabajo constante. Además, contar con maquinaria propia permite mayor independencia y flexibilidad en los proyectos.Si estás pensando en equiparte con maquinaria para pulir parquet, analiza bien tu flujo de trabajo y la demanda de restauraciones en tu zona. Con un buen plan de amortización, la inversión puede ser una decisión estratégica para tu negocio.Fuente:Wood Floor Business - “An Eye-Opener: Your Wood Flooring Equipment Costs Vs. Labor”Contenido relacionado:

Pase Extra
Analisis del BSN 2025! Chris Duarte tomó la desición correcta? Viendo y comparando plantillas.

Pase Extra

Play Episode Listen Later Mar 19, 2025 74:07


Redes Sociales:Pase Extra: - Facebook: https://www.facebook.com/paseextra​- Instagram: https://www.instagram.com/paseextra/​ Tiktok: https://vm.tiktok.com/ZMe7xY9Qw/JP: - Instagram: https://www.instagram.com/jean.paul49/​ Sergio: - Instagram: https:/www.instagram.com/sergio_colon5/​ Abdiel: - https://www.instagram.com/abdiel_12?igsh=ODYwaDJiZ3Q5Y3p6

Pase Extra
Nikola Jokic es el MVP, la NBA no quiere aceptarlo. Celtics dominan a Lakers sin problemas.

Pase Extra

Play Episode Listen Later Mar 12, 2025 57:29


Redes Sociales:Pase Extra: - Facebook: https://www.facebook.com/paseextra​- Instagram: https://www.instagram.com/paseextra/​ Tiktok: https://vm.tiktok.com/ZMe7xY9Qw/JP: - Instagram: https://www.instagram.com/jean.paul49/​ Sergio: - Instagram: https:/www.instagram.com/sergio_colon5/​ Abdiel: - https://www.instagram.com/abdiel_12?igsh=ODYwaDJiZ3Q5Y3p600:00 Luka entrenando a los 14 años02:36 INTRO07:57 Si LeBron queda campeón se convierte en el mejor indiscutiblemente?16:01 Cuál es el mejor LeBron?19:32 Quien ganaba en una final? Kobe vs LeBron23:40 Celtics domina a Lakers31:20 LeBron 2 semanas fuera35:08 Celtics tienen grandes posiobilidades de llegar a las finales39:10 Warriors es un nuevo equipo40:10 Heat en el sotano 42:06 Comparando jugadores de la NBA con MLB24:55 La cancha del futuro

Startup Inside Stories
Startups, Inteligencia Artificial y Expansión: Lecciones de Tinybird | Jueves de Itnig en directo

Startup Inside Stories

Play Episode Listen Later Mar 7, 2025 117:36


¡Vuelven los eventos en directo!En este episodio de Itnig hablamos sobre inversión, expansión internacional, inteligencia artificial y el impacto de la tecnología en los negocios. Damos la bienvenida a Javier Santana, cofundador y CTO de Tinybird, y exploramos su trayectoria desde sus inicios en BBVA hasta liderar una startup con más de +70 empleados. Analizamos los desafíos de manejar grandes volúmenes de datos y cómo lograron escalar su negocio sin grandes inversiones en marketing, gracias a una estrategia de crecimiento orgánico.También analizamos la relevancia de eventos como el Mobile World Congress en la estrategia de networking y expansión.Abordamos la competencia en el sector de bases de datos, con la entrada de gigantes como Amazon y Google, y cómo las startups pueden diferenciarse en este entorno.Hablamos sobre modelos de negocio en SaaS, estrategias de adquisición de clientes y la importancia de una aproximación bottom-up, donde los desarrolladores adoptan herramientas que luego se expanden a nivel empresarial. Comparando diferentes soluciones de bases de datos, analizamos cómo los costos afectan a startups y empresas en crecimiento.Además, exploramos el impacto de la inteligencia artificial en el SaaS, y cómo las empresas están integrando estas tecnologías para mejorar sus productos y optimizar procesos en un mercado en constante cambio. SOBRE ITNIG

Pase Extra
El trade mas grande de la historia de la NBA. Lakers cometieron un error. LeBron se va?

Pase Extra

Play Episode Listen Later Feb 7, 2025 50:53


Link para torneo de NBA 2k https://www.rankiaopr.com/tournament/7180/NBA2K25-Tournament?tab=general Redes Sociales: Pase Extra: - Facebook: https://www.facebook.com/paseextra​- Instagram: https://www.instagram.com/paseextra/​ Tiktok: https://vm.tiktok.com/ZMe7xY9Qw/ JP: - Instagram: https://www.instagram.com/jean.paul49/​ Villa: - https://instagram.com/villapr?igshid=YTQwZjQ0NmI0OA== Elotv: - https://www.instagram.com/elotvpr?igsh=dG94c3cwZGticHpi Capitulos 00:00 Intro 01:16 Super Bowl 04:59 Comparando el Trade Luka/AD con algo que no es basket 09:00 El trade de la decada 22:35 LeBRon se va de Los Angeles? 24:00 Warriors buscando super estrellas 28:00 Recordadno los mejores trade de la NBA 28:50 Kings son contendores? 29:37 Que equipo tiene el mejor banco? 35:45 La NBA debe limitar los intentos de triples por juego 41:50 Nominaciones de All-Star

Pase Extra
Nikola Jokic esta haciendo algo nunca antes visto. Shai Gilgeous-Alexander usa converse para jugar.

Pase Extra

Play Episode Listen Later Jan 30, 2025 52:58


Redes Sociales: Pase Extra: - Facebook: https://www.facebook.com/paseextra​- Instagram: https://www.instagram.com/paseextra/​ Tiktok: https://vm.tiktok.com/ZMe7xY9Qw/ JP: - Instagram: https://www.instagram.com/jean.paul49/​ Sergio: - Instagram: https:/www.instagram.com/sergio_colon5/​ Villa: - https://instagram.com/villapr?igshid=YTQwZjQ0NmI0OA== Capitulos: 00:00 Wemby cuando tenía dos años 01:40 Los centros de PR 05:42 Intro 07:15 Metrobets 09:30 Torneo de NBA2k25 por $1,000 11:50 Jokic haciendo lo que nadie 14:50 Shai salvando a Converse 17:30 Lakers 20:32 Comparando a Shai con Jokic 24:44 OKC un equipo ganador con debilidades 30:58 NBA ALL- STAR 34:31 Que le falta a Wemby para llegar al proximo nivel 36:25 Comparando a los balonceslistas de USA con los de Europa 14:15 BSN

Pastor Domingo Guzmán
Como Girasoles

Pastor Domingo Guzmán

Play Episode Listen Later Jan 28, 2025 4:11


Comparando la actitud de esta planta tan interesante como lo es el girasol, y como sus flores se mantienen siempre de frente al astro rey con el propósito de captar la mayor cantidad de beneficios del mismo, en la lectura de hoy tenemos la invitación de mantenernos mirando a Cristo en todo tiempo como el sol de justicia.

Manuel López San Martín
Elecciones EU: Juan Pablo de Leo analiza triunfo de Trump y el futuro del país - 06 noviembre 2024.

Manuel López San Martín

Play Episode Listen Later Nov 6, 2024 8:55


En entrevista para MVS Noticias con Manuel López San Martín, Juan Pablo de Leo, enviado especial a Palm Beach, habló sobre el balance de la Elección Presidencial en EU. La noche electoral, según de Leo, fue histórica, marcando un cambio en el panorama político del país, con Donald Trump tomando el control no solo de la presidencia, sino también del Congreso, el Senado y diversas gubernaturas. ¿Qué implicaciones tiene el triunfo de Trump? De Leo destacó que la victoria de Trump tiene implicaciones profundas para la política interna de Estados Unidos, más allá de la contienda presidencial. "Trump se ha adueñado, en el Congreso, Senado, gubernaturas", aseguró, subrayando cómo el ex presidente ha consolidado un dominio político sin precedentes. Esta victoria también refleja un cambio en las prioridades del electorado estadounidense, especialmente en temas como los derechos reproductivos de las mujeres. "Creo que, en temas de las mujeres en elegir por sus propios cuerpos, quedaron en un segundo, tercer plano", comentó. ¿Cuál fue el voto que predominó en el triunfo de Trump? El balance de las elecciones en Estados Unidos también revela un cambio en la identidad del pueblo norteamericano, según de Leo. "Lo que sucedió ayer se centra en la identidad de lo que hoy es el pueblo norteamericano”, dijo, refiriéndose al crecimiento del voto latino y el apoyo ampliado a Trump en diversos sectores. Comparando este proceso electoral con otros momentos históricos, de Leo explicó que la de 2004 estuvo marcada por la inversión en la guerra de Irak, y la de Obama fue trascendental por la llegada de un presidente afroamericano a la Casa Blanca. Sin embargo, "lo que vimos ahora es el proyecto de país”, indicó. De Leo destacó cómo Trump ha logrado aglutinar a sectores conservadores y liberales. ¿Qué le espera a Estados Unidos? En cuanto al futuro de la presidencia de Trump, de Leo fue claro: "Lo que vemos ahora es un país liberal, progresista y también ve adentro”, refiriéndose al enfoque que el presidente probablemente tomará en los próximos años. "Trump, su mensaje es interesante”, dijo de Leo, anticipando que se centrará en fortalecer la posición interna de Estados Unidos y retomar el control de la situación económica. De Leo también comentó sobre las relaciones internacionales bajo el nuevo mandato de Trump. Aunque el presidente electo tiene a muchos en su contra, "hoy tiene el control de la Cámara baja”, lo que podría facilitar su agenda interna. Sin embargo, subrayó: "Mientras los intereses de EU no se toquen en México, Trump saca las manos de conflictos internacionales”, concluyó.See omnystudio.com/listener for privacy information.

El Ritmo de la Mañana
Alberto Vargas - comparando la República Dominicana con otros países

El Ritmo de la Mañana

Play Episode Listen Later Oct 10, 2024 20:04


El Gordo y La Flaca
A P Diddy lo están comparando con Jeffrey Epstein

El Gordo y La Flaca

Play Episode Listen Later Sep 23, 2024 26:13


Las atroces 'fiestas' que habría organizado P Diddy y las fuertes acusaciones en su contra han hecho recordar los crímenes de Jeffrey Epstein. Algunos creen que podría correr la misma suerte del multimillonario.Y además en El Gordo y La Flaca: La pelea entre Yailin y 6ix9ine pica y se extiende, pues el rapero respondió a la demanda de la cantante con fuertes acusaciones y supestas pruebas que la desacreditarían.¿Por qué el vocalista de Grupo Frontera casi termina en la cárcel? Maluma sorprendió a sus fanáticos de Los Ángeles y se formó tremendo alboroto. 

Podcast - Viviane Freitas
38 – O REINO DE DEUS: Respeito a vontade de Deus?

Podcast - Viviane Freitas

Play Episode Listen Later Sep 12, 2024 12:14


Comparando com a nossa vida, com a nossa humanidade, entendemos que o Reino do Céus é algo sumamente superior. Na sua opinião, quanto mais você trabalha, mais você ganha, ou seja, você é assalariado de acordo com o tempo que trabalha, mas no Reino dos Céus você tem que respeitar o que Deus quer fazer. Quer saber mais sobre a vontade de Deus? Acompanhe este episódio da série "O Reino de Deus" e compartilhe com seus amigos de fé. Todos os episódios estão disponíveis em nossos canais oficiais: Spotify: https://open.spotify.com/show/1VXZpraGs3ANHbAFgPNlNj Youtube: https://www.youtube.com/@vivianebfreitas #BlogVivianeFreitas #ProgramaTardeMusical #ReinodeDeus #ReinodosCéus #ServodeDeus #Episódio38

Real Estate Talk with Jesus Castañon
EP 43: LET'S HELP VENEZUELA. Giancarlodsousa - Actor/Influencer, providing support to Venezuela.

Real Estate Talk with Jesus Castañon

Play Episode Listen Later Sep 10, 2024 45:46 Transcription Available


Send us a text¿Qué harías si lograras transformar tu vida radicalmente en solo una década? En este episodio, charlamos con Giancarlo, un hombre cuya historia de resiliencia y éxito te dejará sin palabras. Desde sus humildes comienzos recorriendo largas distancias en bicicleta para trabajar en restaurantes, hasta alcanzar el sueño de poseer un Ferrari, su viaje es una fuente de inspiración. Además, nos comparte las dificultades actuales para encontrar trabajo como actor debido a los cambios en la producción televisiva, y cómo ha enfrentado cada obstáculo con determinación y esperanza.La inseguridad en Venezuela es otro tema crucial que abordamos. Reflexionamos sobre el miedo constante que sienten los ciudadanos al desplazarse, incluso en trayectos cotidianos, y la adaptación necesaria para sobrevivir en un entorno tan hostil. Comparando la situación con otros países de América Latina como Colombia y Cuba, profundizamos en cómo las recientes decisiones políticas podrían empeorar aún más la situación. También tocamos las tácticas de represión del gobierno, desde colectivos hasta la influencia cubana, y cómo esto afecta la vida diaria de los venezolanos.Finalmente, exploramos la crisis humanitaria y la presión migratoria que enfrenta Venezuela. Las redes sociales se han convertido en un recurso vital para informar y resistir la censura gubernamental, pero no sin riesgos. Discutimos el impacto de la migración venezolana en otros países, especialmente en Estados Unidos, y las posibles implicaciones políticas si figuras como Donald Trump vuelven al poder. Concluimos con una reflexión sobre la práctica de dar propinas y cómo estas experiencias nos conectan con nuestras raíces y culturas. Acompáñanos para entender mejor las complejidades de la vida en Venezuela y la lucha constante por la libertad y la dignidad.Real Estate Talk Podcast with Jesus Castanon - @retalkpodcast: The Ultimate Real Estate Unveiling! Raw, Real & Revealing insights from industry experts Dive headfirst into real estate's most electrifying depths with industry legends - Jesus Castanon, Josh Cadillac, and Richard L. Barbara. Why legends? With billion-dollar deals, groundbreaking innovations, and wisdom that's transformed the landscape, they've not just witnessed the game; they've been the game-changers. And if that's not enough, they're joined by a parade of industry-expert guests, spilling secrets and dishing advice that you won't hear anywhere else. Expect RAW, REAL strategies that shook the market, REVEALING insights, and timely takes on today's market, coupled with actionable advice. This isn't your typical real estate chitchat. This is RETalkPodcast - where the titans and top minds of the industry unite. Dive in, and prepare to have your real estate perceptions rocked! Meet The Legends: Jesus Castanon: Visionary CEO of Real Estate EMPIRE Group, transforming property transactions into success stories. Josh Cadillac: Renowned real estate coach, national speaker, and author; revolutionizing the art of 'closing for life.' Richard L. Barbara, Esq.: Florida's legal luminary, pioneering change and setting the gold standard in real estate advocacy.

De esto y de lo otro
60: Nicolás Maduro, elecciones en Venezuela; del sueño de libertad al fraude

De esto y de lo otro

Play Episode Listen Later Aug 27, 2024 5:59


Cardiopapers
CMH - Comparando as diretrizes - PARTE 2

Cardiopapers

Play Episode Listen Later Jun 24, 2024 36:42


CMH - Comparando as diretrizes - PARTE 2 by Cardiopapers

Metabolismo TV
Episidio #1772 Comparando Medicamentos Anticoagulantes

Metabolismo TV

Play Episode Listen Later Feb 29, 2024 9:27


En el mercado existen anticoagulantes con diferentes características. Elegir el adecuado repercute en mejores resultados. En Estados Unidos hable al 1-888-348-7352 o visítenos online en ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://us.naturalslim.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ En Puerto Rico hable 1-787-763-2527 o visítenos en ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠http://www.naturalslimstore.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ En Europa hable al +3120-2296-300 o visítenos en ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.naturalslim.eu⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ En México hable al (55) 5256-1368 o visítenos en ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://naturalslimmexico.com/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ En República Dominicana envíe mensaje por Whatapps al 1-787-249-3198 En Panamá hable al  +507 396-6000 En Costa Rica hable al (506)2430-2010 En Colombia hable al (57-1) 7020928 Suscríbete a UNIMETAB aquí y permite que Frank te lleve de la mano paso a paso con los cursos digitales de Frank Suárez. Acceda ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.unimetab.com/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ Suscríbete a MetabolismoTV en Messenger para acceso a educación exclusiva por Frank en el tema del metabolismo: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.messenger.com/t/Metabolis...⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ Para hacer su prueba de metabolismo gratis haga clic aquí: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.naturalslim.com/prueba-tu...⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ Para ordenar el libro en uno de los países listados arriba a través de ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.naturalslim.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ a su distribuidor local quien le ayudará a obtenerlo o accede ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.metabolismotvbooks.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ Para acceso a libros digitales con membresía en todo el mundo acceda ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.metabolismovip.com ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ Sigue a Frank y MetabolismoTV en Facebook aquí: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.facebook.com/MetabolismoTV/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ Accede al Blog de Preguntale a Frank en ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠http://www.preguntaleafrank.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ La información que se brinda en MetabolismoTV®️ tiene un propósito puramente educacional. No pretendemos diagnosticar, curar o de alguna otra forma sustituir la ayuda profesional de su médico, nutricionista, dietista u otro profesional de la salud cualificado. Usted siempre debe consultar con su médico antes de empezar a hacer cualquier cambio en su dieta muy en especial si está recibiendo tratamiento médico o utiliza medicamentos recetados.

The Birra Lounge 2.0
Ep#112 - "Comparando el gaming" feat @m4glatino

The Birra Lounge 2.0

Play Episode Listen Later Feb 29, 2024 63:55


Seguimos hablando con M4G Latino junto a Steven@El_apex0 y Luis @reelym4g para degustar Volcano Sauce de Aslin Beer Co. Subscríbete a GW5 Network https://www.youtube.com/channel/UC_IW8iAm6gBBVVLbqSWsgrA Busca tu pinta en nuestra tienda  https://teespring.com/es/stores/the-birra-lounge En todas las plataformas de podcast 'The Birra Lounge' Buscamos en IG y FB @thebirralounge y a Mr. Birra en @onixortiz #birra #cerveza #podcast #thebirralounge #gw5network #gw5studios #entrevista