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Os efeitos devastadores das tempestades que afetam o país colocam em perigo a segunda volta das eleições presidenciais nas regiões mais afetadas. André Ventura sugere adiar a segunda volta, Seguro desvaloriza a ideia e remete para o quadro legal. Pedro Delgado Alves lembra que a proposta não tem “base legal nem constitucional”, José Eduardo Martins afirma que este comportamento era “pavlovianamente previsível”. O Antes Pelo Contrário em podcast foi emitido na SIC Notícias a 5 de fevereiro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Entre tantas alternativas de retaliação e de tentativa de controle sobre o que os Estados Unidos vêm fazendo em relação à Europa, uma ameaça de boicote europeu à Copa do Mundo de 2026 em solo americano talvez fosse uma das poucas jogadas capazes de, de fato, fazer Trump recuar. Não porque ele se importe com a pureza do esporte ou com a liturgia da FIFA, mas porque mexe em três coisas que pesam muito no seu universo de prioridades: imagem, dinheiro e narrativa. Thiago de Aragão, analista político De repente, a maior vitrine do planeta, cuidadosamente montada em casa, corre o risco de virar um grande palco de constrangimento ao vivo. Um boicote desse tipo não nasceria como raio em céu azul. Ele viria depois de meses de atrito, cobranças públicas e humilhações discretas, especialmente em torno da Groenlândia. Cada declaração sobre “interesse estratégico”, cada ameaça tarifária contra aliados europeus, cada aceno de que, se for preciso atropelar sensibilidades de Copenhague, Bruxelas e companhia, se atropela. Em algum momento, a sensação de que a Europa está sendo tratada mais como peça de tabuleiro do que como parceira começa a ferver. E quando essa temperatura sobe, a Copa, que parecia um assunto distante, logística, estádio, calendário, começa a aparecer como botão de emergência. A ideia de boicote, no começo, surgiria em voz baixa. Um parlamentar aqui fala que “não dá para ir à festa de quem te humilha na porta de casa”. Um colunista ali sugere que, se Washington quer testar limites na Groenlândia, a resposta não pode ser só nota de repúdio e discurso protocolar. Aos poucos, a conexão se consolida na cabeça do público: Copa em solo americano, naquele momento, não é apenas futebol. É um selo de normalidade, um “está tudo bem entre nós” estampado em HD para o mundo todo ver. Se essa percepção cola, o cardápio de ações se abre. Alguns governos podem defender um boicote total, com seleções europeias simplesmente ficando em casa. Outros preferem um meio‑termo: seleções vão, mas sem delegações oficiais, sem encontros cerimoniais, sem foto sorridente em camarote ao lado do presidente americano. Há ainda a opção de transformar cada coletiva de imprensa em micropalco político, com jogadores e técnicos lembrando, sempre que possível, por que aquela Copa acontece sob protesto. Em todos os casos, o recado chega onde importa: na combinação de audiência, patrocínio e prestígio. A razão pela qual isso toca num nervo específico em Trump é simples. A Copa em casa, em 2026, é mais do que um torneio; é uma peça de narrativa. É a chance de mostrar um país vibrante, organizado, capaz de montar o maior espetáculo esportivo do planeta, com estádios cheios, patrocinadores felizes e o resto do mundo vindo bater palma. Um boicote europeu não destrói a Copa, mas arranha essa imagem de perfeição: a festa acontece, mas com cadeiras vazias importantes. O anfitrião continua sorrindo, porém o mundo inteiro sabe que nem todo convidado aceitou o convite. Do ponto de vista financeiro, o dano também é calibrado onde dói. Emissoras europeias pagaram caro esperando jogos com França, Alemanha, Espanha, Itália, Inglaterra. Patrocinadores globais apostaram na presença de estrelas que jogam em clubes europeus, com torcidas gigantescas. Se parte desse pacote evapora, começam as renegociações, os pedidos de compensação, os ajustes de contrato. Nada disso derruba a economia americana, claro, mas é barulhento o suficiente para virar manchete, relatório de banco, debate em mercado. O tipo de ruído que investidores e conselheiros detestam e que qualquer presidente que se vê como sinônimo de “sucesso” prefere evitar. “Não vamos à sua festa enquanto você pisar no nosso calo” Politicamente, a Europa teria a vantagem de usar uma arma que fala o idioma da opinião pública. Em vez de discutir cláusulas de tratado ou números de tarifa em documentos opacos, ela diria algo muito mais simples: “não vamos à sua festa enquanto você pisa no nosso calo”. A opinião pública europeia entende. A opinião pública americana, mesmo dividida, entende também. E, talvez mais importante, outros países assistem. Da América Latina à África, passando pela Ásia, a imagem de uma Europa que finalmente decidiu peitar Washington numa arena tão simbólica quanto a Copa tem peso próprio. Isso não quer dizer que o boicote seja fácil de construir. Dentro da própria Europa, o debate seria duro. Países mais expostos à Rússia teriam medo de qualquer movimento que parecesse enfraquecer o vínculo com os Estados Unidos. Governos mais atlanticistas argumentariam que é perigoso transformar a segurança de longo prazo em refém de um gesto de curto prazo, por mais sedutor que ele pareça. Outros, sobretudo onde a fadiga com a postura americana já é grande, veriam no boicote a primeira oportunidade real, em décadas, de dizer “não” de forma que seja ouvida. E é justamente aí que entra o potencial de fazer Trump recuar. Diferente de sanções discretas, notas diplomáticas ou manobras em bastidores, uma ameaça crível de boicote à Copa mexe com algo que ele acompanha pessoalmente, que ele entende intuitivamente e que impacta, de forma direta, sua narrativa de sucesso interno. Diante da perspectiva concreta de ver o grande show de 2026 virar vitrine de resistência europeia, a tentação de calibrar o tom sobre a Groenlândia, suavizar ameaças, oferecer alguma concessão de fachada ganha força. Não por reconhecimento de erro, mas por cálculo de custo. No fundo, a ideia de usar a Copa como instrumento de pressão é um pouco o espelho do que os próprios Estados Unidos fizeram tantas vezes com outros países: transformar um evento simbólico em teste de lealdade, premiar quem entra na linha, punir quem sai do script. A diferença é que, desta vez, o alvo seria o centro, não a periferia. Para a Europa, seria uma forma de dizer que também sabe jogar esse jogo. Para Trump, um lembrete incômodo de que, às vezes, o gol que dói mais não é o que entra no próprio time, mas o que estraga a festa no estádio inteiro.
A Mega da Virada deste ano pode fazer um bilionário. O prêmio segue aumentando e passou do bilhão. O boicote da direita contra uma marca de chinelo após propaganda com Fernanda Torres teve impacto na bolsa. Os nomes mais registrados no Brasil em 2025 e a casa de repouso para jovens.Saiba mais: https://linktr.ee/primeirocafenoar
Debate entre o Pai Natal e o Menino Jesus.
O investigador em Direitos Humanos Saleh Hijazi trocou o trabalho na Amnistia Internacional pelo comité nacional palestiniano do BDS — um movimento que colide com o objetivo de neutralidade de organizações de ajuda internacionais. Não duvidando de que os palestinianos precisam dessa ajuda, exige uma “reforma radical” do modelo em que é prestada. Esta entrevista integra a série “Indústria da Ajuda na Palestina”. Sabe mais sobre a nova série Fumaça, Indústria da Ajuda na Palestina, em www.fumaca.pt/[EN] After a short intro, this interview is conducted in English. Human rights researcher Saleh Hijazi left his job at Amnesty International to join the Palestinian national committee of BDS—a movement that conflicts with the goal of neutrality pursued by international aid organizations. While he does not doubt that Palestinians need this aid, he calls for a “radical reform” of the model under which it is provided. This interview is part of the series “The Aid Industry in Palestine.” Find out more about Fumaça’s new series, Aid Industry in Palestine, at www.fumaca.pt/Junta-te à Comunidade Fumaça: https://fumaca.pt/contribuirSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Bem amigos do Pelada na Net, chegamos em definitivo para o programa 757! E hoje temos o Príncipe Vidane, Show do Vitinho e Maidana completamente hidrofóbicos.E neste programa falamos sobre a seleção brasileira após vitória contra Senegal e empate (com sabor de derrota) contra a Tunísia, fizemos um saldo da nossa performance ano de 2025, discutimos a falta de protagonismo de Vini Jr, além de muito mais!#DIGANÃOANATAÇÃOACOMPANHE AS LIVES EM kick.com/jovemnerdCupom PELADAFRIDAY na MANUAL para 40% de desconto no primeiro pedido - clique aqui e confira! E para os pedidos em novembro de 2025, ganha de brinde uma linda necessaire e um mini shampooORIGINAIS DO FUT - Acesse www.originaisdofut.com, use o cupom PELADA10 para 10% de desconto! E siga a @originaisdofut_ no instagramSTAND-UP DO VITINHO EM SÃO PAULO - Compre o ingressoEM PÉ NA REDE COM VIDANE 23/NOV - Compre o ingressosite https://peladananet.com.br | bsky @peladananet.com.br | twitter @PeladaNET | instagram @PeladaNaNet | grupo no telegram https://t.me/padegostosodemaisSiga os titulares:Maidana – Twitter / Instagram / BskyShow do Vitinho – Twitter / Instagram / BskyPríncipe Vidane – Twitter / Instagram / BskyProjetos paralelos:Dentro da Minha CabeçaReinaldo JaquelineFábrica de FilmesContribua com o Peladinha:Apoia.sePatreonChave pix: podcast@peladananet.com.brColaboradores de Outubro/2025!Seguem os nomes de alguns dos queridos que colaboraram com ao menos R$5. Obrigado a todos! :)[...] Matheus Bezerra Lucas Bittencourt | Maxwell Dos Santos Nelle | Pedro Bonifácio | Pedro Henrique Tonetto Lopes | Rafael Manenti | Rafael Matis | Rainer Almeida | Raphael Piccoli | Raphael Pini Bubinick | Rodrigo Oliveira Porto | Thiago Nogueira Marcal | Thomas Rodrigues | Tiago Weiss | Vander Carlos Ribeiro Vilanova | Vinícius Lima Silva | Vinícius Ramalho | Vinicius Verissimo Lopes | Vitor Flauzino | Vitor Motta Vigerelli | Wendel Ferreira Santiago | Wladimir Araújo Neto | Leonardo Pimentel | Marco Antônio Rodrigues Júnior (Markão) | Fernando Pereira | Bruno Macedo | Henrique Zani | Leandro Jose De Souza | Matheus Andion De Souza Vitorino | Pedro Henrique De Paula Lemos | Victor Rodrigues | Luiz Strina | Daniel Moreira | Lucas Penetra | Lucas, O Fofo | Luis Beça | Raphael Bogatzky Costa [...]Obrigado por acreditarem em nós!Comente!Envie sua cartinha via e-mail para podcast@peladananet.com.br e comente tanto no post do Instagram com a capa deste episódio quanto no Spotify (se batermos 50 comentários em cada, leremos comentrouxas no programa que vem)!
Israel x Palestina: o conflito atravessou fronteiras e chegou à música. Artistas, festivais e plataformas de streaming se tornaram trincheiras ideológicas em uma guerra que vai muito além do campo político. Neste vídeo, mostramos como o boicote cultural — vem dividindo artistas, fãs e até a indústria musical global. De Roger Waters a Gene Simmons, a música virou instrumento de disputa. Shows cancelados, músicas bloqueadas no Spotify, festivais censurados e ataques públicos entre músicos revelam como a arte está sendo usada como arma.
02 15-10-25 LHDW Charly 015: Hamas ajusta cuentas, ¿Habrá guerra civil en Gaza?. Boris Johnson boicoteó la paz en Ucrania, eso ha publicado la prensa británica
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As importações de soja da China atingiram um recorde para o mês de setembro, enquanto o país evitou suprimentos dos EUA em meio ao ressurgimento das tensões comerciais entre as potências agrícolas.[Patrocinado] Conheça as oportunidades oferecidas pela Deel aqui.: deel.com/estrategia
Documentos não entregues, atrasos deliberados, veto a Luiz Eduardo Baptista (Bap) em comitês e tom desrespeitoso aberto de São Paulo e Palmeiras em reunião ao Flamengo. Revelamos bastidores exclusivos no "Dossiê Libra", explicando por que o Rubro-Negro cobra transparência, igualdade de tratamento e governança profissional dentro da liga que prometia mudar o futebol brasileiro.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #Libra
Aimar Bretos entrevista a Xavier Pujadas, catedrático en Historia del deporte por la Universidad Ramon Llull de Barcelona
Juan Pablo Polvorinos repasa la actualidad centrada en cómo Sánchez y sus ministros alentaron y apoyaron a los violentos.
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A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) apresentou, em Bruxelas, na Bélgica, uma petição junto à Comissão Europeia para que o órgão investigue os varejistas franceses que, em novembro do ano passado, deram declarações contra a carne brasileira e pediram boicote aos produtos vindos do Brasil e dos países do Mercosul.
Fala Galera !! FEEDBACK DE VOLTA !! SussuWorld na área com mais um Feedback e nesse episódio, Luciano, Carvalho e Jarrão falam sobre o cancelamento de Pantera Negra, Xbox pausa desenvolvimento do portátil, MindsEye sendo sabotado, Novidades do Switch 2 e muito mais. Comentem o que acharam, se gostaram e as suas opiniões. LEMBRANDO: FEEDBACK AGORA É TODA TERÇA E SEXTA !
A Sociedade Civil angolana entregou uma proposta de alteração da Lei Orgânica sobre as Eleições Gerais à Assembleia Nacional. A iniciativa visa garantir maior transparência nos processos eleitorais e fortalecer o Estado de Direito Democrático no país. O jurista do movimento cívico Mudei, Jaime Domingos, avisa que se a proposta for rejeitada pelos deputados, os angolanos vão boicotar as eleições de 2027. A Sociedade Civil angolana entregou uma proposta de alteração da Lei Orgânica sobre as Eleições Gerais à Assembleia Nacional. Qual é o objectivo desta iniciativa?Essa lei tem uma fundamentação clara, mas, a princípio, tem a ver com a revogação, alteração e aditamento da lei que já existente, a lei 36/11. Alguns artigos dessa lei permaneceram, como foi o caso do que está previsto no artigo 8.º — números 1 e 2 — que achamos conformes, mas era necessário alterarmos os números 3, 4, 5 e 6, fazendo alguns aditamentos. Trouxemos ainda algumas novidades no que diz respeito aos meios tecnológicos. Até hoje, as actas sínteses têm sido transportadas pelo Estado e o Estado está completamente partidarizado. Então, achamos que, além da publicação das actas nas assembleias de voto e nas comissões municipais eleitorais, havia a necessidade de usarmos os meios electrónicos para filmar ou divulgar aquilo que está a acontecer em cada município e em cada assembleia de voto.Uma das propostas é a criação de um tribunal eleitoral. Qual será o papel deste tribunal?Em Angola, não temos um tribunal eleitoral, temos um Tribunal Constitucional. Sabemos que o Tribunal Constitucional é um órgão político, composto por juízes indicados pelos partidos políticos com assento parlamentar.Consideramos que, se o presidente do Tribunal Constitucional é militante do MPLA e os demais juízes também são desse partido, com os outros juízes a serem indicados pelo Conselho Superior da Magistratura e pelos partidos da oposição, a transparência está em causa, uma vez que o maior número de juízes é do partido da situação (partido no poder) que concorre também às eleições gerais.Existe a necessidade de separarmos o Tribunal Eleitoral do Tribunal Constitucional. Queremos também uma Comissão Nacional Eleitoral independente. Em Angola, os comissários da Comissão Nacional Eleitoral — provincial, municipal e distrital — são todos indicados pelos partidos políticos. Não há indivíduos apartidários, religiosos ou académicos na CNE É um organismo que tem de ser independente do ponto de vista técnico, mas que continua partidarizado.Na proposta de lei fazem ainda referência à universalidade do voto. O bilhete de identidade continua a ser um entrave para os angolanos que querem exercer o direito de voto?A emissão do bilhete de identidade é uma ginástica tremenda neste país. É pior do que sobreviver com 1 dólar por dia (...). O bilhete leva anos e temos a maior parte da juventude angolana sem bilhete de identidade. Em 2022, retiraram a imperatividade do cartão de eleitor, instituíndo o cartão de munícipe; porém, muitos cidadãos não conseguiram o cartão de munícipe e votaram com o bilhete de identidade. Todavia, para a nossa realidade, onde o sistema de justiça e de identificação é débil, a maior parte dos angolanos não tem acesso ao bilhete de identidade.E qual é a vossa proposta para resolver este problema?Para levarmos à participação colectiva dos cidadãos no sufrágio universal, é preciso que se crie acesso a esse documento eleitoral para que o cidadão, maior de idade, participe activamente nesse processo. Actualmente, o bilhete de identidade é um mecanismo para excluir os cidadão angolanod que não têm esse documento do processo eleitoral. Essa é uma situação e, depois, há a questão da acessibilidade.Refere-se ao respeito pela inclusão e diversidade?O artigo 9.º tem como epígrafe as condições especiais para pessoas com deficiência, onde inserimos alguns instrumentos que poderão facilitar a participação de todos os angolanos, independentemente da sua condição física. Estamos a falar de boletins de voto em braille. Nunca tivemos [esses bolentins], mas vamos ter de avançar a esse nível, uma vez que não podemos impedir os cidadãos -com deficiência visual- de escolherem livremente aquele que será o seu representante durante cinco anos.O que é que pretendem com a igualdade de liberdade de acesso aos meios de campanha eleitoral? Consideram que até hoje essa igualdade não existe?Até hoje isso não existe. O partido no poder, em véspera das eleições, usa os meios públicos para a própria campanha. Os meios de comunicação públicos têm um maior pendor para o candidato do partido no poder, excluindo os outros candidatos que não fazem parte do aparelho do Estado. Essa preocupação também nos levou a fazer uma proposta de lei mais ajustada, onde os partidos que foram legalizados recentemente terão o mesmo tratamento nos média públicos. Todos os partidos políticos devem concorrer em pé de igualdade e devem ter acesso às mesmas verbas disponibilizadas pelo Estado. Na véspera da campanha eleitoral, devem ter acesso aos mesmos tempos de antena, respeitando o que está previsto na Lei dos Partidos Políticos e na Lei Especial.A proposta surge como reacção à recente aprovação, no Parlamento, de alterações à lei eleitoral apresentadas pelo Governo. A sociedade civil veio dizer que estas alterações podem comprometer a lisura dos futuros pleitos e do próprio futuro político do país. Considera que é isto o que está em causa?Nos termos do artigo 167 da Constituição da República, a iniciativa legislativa advém de duas formas, Uma proposta de lei advém do Governo, do Presidente da República e um projecto de lei que advém dos deputados. No entanto, o número 5 deste mesmo artigo abre caminho para a iniciativa de grupos de cidadãos organizados. Desta forma, nós analisamos a proposta de lei do Executivo, que, por sinal, visa retirar a fixação das actas sínteses nas assembleias de voto, excluindo o cidadão ou o eleitor da festa do sufrágio universal.É uma forma de afastar a sociedade civil do processo eleitoral?É uma forma de afastar a sociedade civil e de afastar o cidadão da festa do sufrágio universal. As eleições não dizem apenas respeito aos partidos políticos; trata-se de uma festa dos cidadãos angolanos. Tendo em conta esta decisão e outras armadilhas que estão na proposta de lei do Governo que foi apresentada, decidimos avançar com essa iniciativa independente da sociedade civil. A oposição, refiro-me ao grupo parlamentar da UNITA, também avançou com um projecto de lei, mas entendemos que o projecto de lei não inspira aquilo que são as preocupações da sociedade civil.Se esta proposta não for considerada pelos deputados, que mecanismos constitucionais poderão accionar?[Nesta proposta de alteração da Lei Orgânica sobre as Eleições Gerais] usamos internamente todos os requisitos e cumprimos todos os procedimentos necessários. Nesta fase, aguardamos que os deputados, eleitos pelo povo, analisem o nosso pacote legislativo eleitoral para que possamos chegar a um consenso de forma a debatermos tecnicamente, na Assembleia Nacional, aquilo que é a nossa iniciativa legislativa. Se não for o for o caso...O que pretendem fazer?Vamos recorrer a mecanismos legais, accionando a não cooperação política e vamos boicotar as eleições de 2027. Se for provado que as leis que regem as eleições de 2027 não são justas — e é necessário que as leis sejam justas para termos eleições justas em 2027 — não vamos às eleições e vamos boicotá-las, usando mecanismos legais previstos na Constituição da República, na Declaração Universal dos Direitos Humanos e na Carta Africana dos Direitos Humanos. --
Café Alviverde | Sua manhã mais palestrina | Participe do nosso rápido bate-papo sobre as principais informações do Palmeiras do dia. Vem com a gente e fique bem informado sobre o Maior Campeão do Brasil!---O Palmeiras Online nasceu em 1996 e é considerado o site mais antigo sobre o Palmeiras no Brasil. Acompanhe tudo com a gente aqui!Instagram: instagram.com/palmeirasonlineX | Twitter: twitter.com/palmeirasonlineFacebook: facebook.com/palmeirasonlineYoutube: / palmeirasonline Site com notícias 24 horas: palmeirasonline.comCom o Palmeiras em todos os momentos!#palmeiras #palmeirasonline #futebol #avantipalestra #palmeirasaovivo
O BDS é o movimento de boicote, desinvestimento e sanções que incentiva a prática de boicote econômico, acadêmico, cultural e político ao estado de Israel. Ele é pioneiro nesse tipo de estratégia, mas a tentativa de cortar laços com o mundo acadêmico israelense tem se expandido, em especial depois do início da guerra. Dentre as estratégias de movimentos que pregam o isolamento de Israel, está o boicote acadêmico, que muitas vezes cala vozes dissidentes, progressistas e ativas pela paz em no país. Para falar do tema, convidamos Bruno Szlak, que é Mestre e Doutor pela área de Estudos Judaicos da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, onde também é colaborador e pesquisador. Seu campo de pesquisa está relacionado com o cinema e televisão israelenses e recentemente concluiu seu pós-doutorado.
A guerra comercial do presidente americano, Donald Trump, tem ampliado o boicote de produtos americanos na França. As reservas de viagens para os Estados Unidos neste verão, em julho e agosto, para Nova York, Los Angeles e São Francisco, caíram de 23% a 26% em relação ao ano passado. O aumento dos preços das passagens aéreas influi nesse recuo, mas as tensões geopolíticas, a guerra comercial e a atitude de desprezo de Trump pelos europeus abriu um fosso entre as duas regiões. O movimento anti-Trump e de boicote aos Estados Unidos já tem alguns meses. Começou desde que o republicano se aproximou do presidente russo, Vladimir Putin, cedendo às pressões de Moscou nas negociações para um cessar-fogo na Ucrânia, em condições desfavoráveis aos ucranianos – sem resultados até o momento –, e só foi piorando com as repetidas humilhações aos europeus, chamados de "aproveitadores" e "parasitas" pela equipe de Trump, do vice J.D. Vance, ao secretário da Defesa, Pete Hegseth, e Elon Musk. Na segunda quinzena de março, antes da tempestade tarifária, uma pesquisa Ifop já mostrava que 62% dos franceses apoiavam o boicote aos produtos americanos, e 32% estavam evitando certas marcas, como Coca-Cola, McDonald's, Tesla e Starbucks. Essa reação pode ser questionada, uma vez que essas empresas também geram empregos na França. Mas a rejeição é fortalecida por uma outra tendência: a do consumo responsável. Atualmente, 81% dos franceses preferem consumir produtos locais para apoiar a economia francesa e a transição ecológica.É curioso que a taxa de boicote chega a 51% entre pessoas que se declaram "muito feministas" e 55% entre aquelas que se definem como "muito progressistas" em questões sociais. Outro sinal de boicote: as reservas de viagens para os Estados Unidos neste verão, em julho e agosto, recuaram. Todos perdem com essa crise, a começar pelos americanos, que além da ameaça de inflação agora percebem uma outra consequência: os Estados Unidos estão perdendo a posição de economia mais segura do planeta. O aumento dos juros dos títulos da dívida (US$ 29 trilhões), desde quarta-feira (9), demonstra o abalo estrutural na confiança dos investidores pelos ativos americanos e no próprio dólar como reserva de valor. Alemanha começa a repatriar reservas de ouro dos EUAA Alemanha e outros investidores europeus estão repatriando as reservas de ouro que mantêm no banco central americano (Federal Reserve), por perda de confiança e pelo temor de decisões arbitrárias de Trump na área jurídica. O republicano voltou atrás e suspendeu por 90 dias as tarifas adicionais que tinha imposto à União Europeia. Ele baixou de 20% para 10%, no mesmo dia em que elas entraram em vigor. Mas aço, alumínio e veículos continuam com 25% de sobretaxas. Para os governos europeus, essa decisão não representa um recuo de Trump, mas talvez só uma forma dele atacar com mais virulência no futuro.O presidente Emmanuel Macron fez esse alerta nesta sexta-feira: serão três meses de profunda incerteza para as empresas e nenhuma garantia. A União Europeia deve continuar trabalhando em futuras retaliações, disse Macron. Apesar do pessimismo generalizado, a maioria dos analistas franceses aprovaram a reação moderada da União Europeia, que, sem entrar numa escalada, taxou alguns produtos americanos, e suspendeu em seguida quando Trump se mostrou disposto a negociar. A imagem da UE como um bloco dividido, incapaz de agir unido e lento na tomada de decisões está melhorando, por obra do Trump. Desta vez, a Comissão Europeia antecipou os cenários e tudo está bem amarrado com os líderes dos 27 países. Na segunda-feira (14), o secretário europeu do Comércio, o eslovaco Maros Sefcovic, vai a Washington negociar as tarifas. Os europeus já aceitaram pagar mais caro pelo gás liquefeito importado dos EUA, uma cobrança de Trump para reequilibrar a balança comercial. Atualmente, a Europa ainda precisa dessa fonte de energia, mas essa despesa tende a diminuir com o avanço da transição energética. Pouco importa se a primeira-ministra de extrema direita da Itália, Georgia Meloni, vai aparecer durante a semana posando ao lado de Trump, na Casa Branca. Meloni não tem meios de romper com a unidade dos europeus nesse momento.Enxurrada de produtos chineses no blocoA Comissão Europeia está bastante preocupada com a possível enxurrada de produtos baratos provenientes da China. No ano passado, só na França, os sites chineses Shein e Temu faturaram juntos cerca de R$ 32 bilhões (€ 4,8 bilhões), equivalentes em número de remessas ao dobro de 2023 e três vezes mais do que 2022. Até agora, o maior mercado desses varejistas era os Estados Unidos, com vendas estimadas em US$ 46 bilhões. Mas com a sobretaxa americana de 145% sobre as importações chinesas, e a retaliação de 125% do governo chinês, a União Europeia e seus 450 milhões de consumidores se tornam um mercado estratégico para Pequim. Há dois anos, os europeus negociam com a China o fim de uma isenção alfandegária para remessas inferiores a R$ 1.000 (€ 150). A medida vai na mesma linha da "taxa das blusinhas" de Trump. Enquanto esta isenção não desaparece, a UE promove investigações e aplica multas a essas plataformas chinesas por falsificação de produtos e descumprimento de regras de segurança.O principal objetivo da Comissão é tratar de forma global o excedente industrial chinês, seja em relação aos carros elétricos, painéis solares, remédios, às torres eólicas ou máquinas industriais. Na terça-feira, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, já conversou por telefone sobre o assunto com o primeiro-ministro chinês, Li Qiang. As rodadas de diálogo continuarão até a Cúpula China-UE, prevista em junho.Ilha de democraciaNesse momento de mudança na ordem geopolítica internacional, muitos se questionam se pode haver uma maior aproximação da UE com a China. Nesta sexta, o presidente Xi Jinping defendeu que Pequim e o bloco europeu devem "resistir juntos" a qualquer coerção unilateral dos Estados Unidos. Mas a possibilidade de um estreitamento das relações entre europeus e chineses é complexa e depende de vários fatores. O apoio econômico e diplomático da China à Rússia na guerra na Ucrânia não é aceito pela opinião pública na Europa. O desequilíbrio de balança comercial entre a China e o bloco é gigantesco, mas juntos os 27 países ainda são a terceira região mais rica do mundo. Questões de direitos humanos e transparência continuam sendo barreiras para uma aliança mais profunda. Os europeus acreditam que, apesar do momento difícil que estão atravessando, o mais grave desde o fim de Segunda Guerra Mundial, o bloco ainda é uma região com forte potencial de recuperação de competitividade, por causa de um de seus principais ativos: a democracia. Entre os desvarios de Trump e sociedades controladas por governos autoritários, como é a China, os europeus pretendem manter sua atratividade pela estabilidade de regras.
Lula diz que brasileiros devem evitar alimentos caros e vira alvo da oposição. Trump diz que Gaza seria ‘entregue aos EUA por Israel’, que prepara plano para saída de palestinos. Documentário conta história da morte acidental no set do filme ‘Rust’. Em meio a polêmicas, livro de Karla Sofía Gascón é cancelado por editora. Dependência em maconha é associada a maior risco de morte, sugere estudo. Cientistas avançam na resolução de um dos maiores problemas da física. Janeiro de 2025 foi o mais quente da história, revela Copernicus. Galípolo diz que Pix pode integrar sistema global de pagamentos. Essas e outras notícias, você escuta No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta sexta-feira (07/02/2025): Com a alta dos alimentos pesando na popularidade do governo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu que os consumidores não comprem produtos que julguem estar excessivamente caros. Segundo ele, esse boicote funcionaria como forma de pressão pela redução de preços. “Se todo mundo tiver consciência e não comprar aquilo que acha que está caro, quem está vendendo vai ter de baixar para vender, porque, senão, vai estragar”, afirmou às rádios Metrópole e Sociedade, da Bahia. O preço do café ainda deve subir até 25%, prevê o setor. Lula disse que nas próximas semanas vai se reunir com produtores de carne e de arroz para tratar de preços. E mais: Metrópole: Mortes pela Rota avançam 72% e chegam ao maior número desde 2020 Política: Com popularidade em baixa, Lula dá início a roteiro de viagens pelo País Internacional: Israel prepara plano para incentivar saída voluntária de palestinos de Gaza Caderno 2: A veia cômica de Virginia WoolfSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Alexandre Garcia comenta boicote ao Carrefour, escândalo de venda de sentenças, excessos do STF exibidos em jornais, e julgamento sobre símbolos religiosos.
00:00 Bomba-Relógio na Economia Brasileira 01:08 Boicote do Carrefour e Pedido de Desculpas do CEO 03:01 Taxação de Compras Internacionais Online 04:20 O Grande Problema do Brasil 05:21 Isenção de Imposto de Renda 06:35 Benefícios Sociais 07:12 Trump Presidente dos EUA 07:41 Conclusão
Editorial: A bravata e o boicote
Alexandre Garcia comenta a reação do agronegócio ao Carrefour, que pode comprometer o abastecimento da rede no Brasil. Em protesto contra a companhia francesa, que decidiu não comprar mais carnes do Mercosul para vender na França, grandes frigoríficos brasileiros suspenderam o fornecimento de carnes ao grupo no território brasileiro.
*) O Carrefour, na França, provocou. E o agro brasileiro respondeu. Tudo começou quando o CEO do Carrefour, Alexandre Bompard, publicou um comunicado anunciando o compromisso de a rede supermercadista francesa não comercializar nenhuma carne proveniente do Mercosul nas suas unidades na França. O motivo, claro, é o protecionismo francês. Agora, grandes frigoríficos brasileiros suspenderam o fornecimento de carnes ao grupo no território brasileiro. Dono de marcas como Atacadão e Sam's Club, o Carrefour é o maior conglomerado varejista do país.A decisão conta com a simpatia do ministro da Agricultura, Carlos Fávaro. Em entrevista à Globo News, ele disse que: “Se para o povo francês, o Carrefour não serve para comprar carne brasileira, o Carrefour também não compre carne brasileira para colocar nas suas lojas aqui no Brasil”.Neste episódio do podcast 15 Minutos nós falamos sobre a polêmica entre o Carrefour e o agro brasileiro. O convidado é Marcos Tosi, editor de Agronegócio da Gazeta do Povo.
Moçambique: Podemos diz que adesão às manifestações convocadas por Venâncio Mondlane é positiva e faz promessas. Analista desvaloriza aparente fracasso de manifestações, mas destaca relevância de uma organização. Alemanha: Advinham-se desafios e dificuldades depois de se ter desencadeado uma turbulência política.
La mejor previa de la Liga MX, la actualidad de la selección mexicana y la aventura de Efraín Juárez en el futbol colombiano.
EUA: Em pouco tempo Kamala Harris conseguiu angariar revelantes apoios para a corrida às presidenciais. Moçambique: CAD submete recurso no Constitucional e promete mobilizar marcha para protestar contra CNE. No caso da suposta fuga de atletas guineenses em Portugal, surgem os dedos acusadores.
Juízes moçambicanos dizem que a greve de 30 dias que começa a 9 de agosto é legítima e legal. Sindicato dos Jornalistas da Guiné-Bissau apela ao boicote das atividades de Sissoco Embaló depois de palavras ofensivas do Presidente. Atentado contra Donald Trump é o tema em destaque no dia do arranque da Convenção Republicana. Impasse político na Líbia está a agravar a vulnerabilidade dos migrantes.
BDS: BOICOTE COMO INSTRUMENTO DE PRESSÃO FUNCIONA? - ANDRESSA SOARESNesta sexta-feira (12/07), o 20 MINUTOS conversa com Andressa Soares, coordenadora para a América Latina no Comitê Nacional Palestino do BDS (Boicote, Desinvestimento e Sanção), com o tema: boicote como instrumento de pressão funciona?Ao vivo, às 11h. Em Opera Mundi.20 MINUTOS✨
Nesse episódio: Transtornos alimentares e desabafos; O trabalho com a arte e criação de produtos; A criação da marca Lela Brandão; A mudança da arte para o empreendedorismo; Bloqueio criativo e a mudança de ciclo com o desenho; Lidando com expectativas e criatividade; Trabalho como influencer e a necessidade da profundidade das narrativas; Criação do podcast; Canalização de informações; Relação com métricas; Burnout; A necessidade do vazio; Mulheres modestas e o reconhecimento dos nossos feitos; Intuição e inteligência. Hoje Thais entrevista a empreendedora e artista Lela Brandão, que se formou em arquitetura e trabalhou com diversas formas de arte na sua vida. Começou com o muralismo, partiu para camisetas e, quando se viu, estava lançando a marca que leva o seu nome. Seu objetivo são roupas adaptáveis, que você não perde caso engorde ou emagreça. O sucesso foi tão grande que, as 10 primeiras coleções esgotaram na pré-venda. Vambora entender como esse case aconteceu? CUPOM NO SITE DA LELA – CARONEIROS Site - https://www.lelabrandao.co/ LIVRO DA THAIS Doce jornada - https://amzn.to/46MhIxp Toda semana tem novo episódio no ar, pra não perder nenhum, siga: LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/thaisroque/ Instagram Thais: https://www.instagram.com/thaisroque/ Instagram DCNC: https://www.instagram.com/decaronanacarreira/ TikTok: https://www.tiktok.com/@decaronanacarreira YouTube: https://www.youtube.com/@Decaronanacarreira?sub_confirmation=1 Newsletter Assine a nossa news! http://eepurl.com/hSpO4D Thaís veste Look- https://www.instagram.com/carolbassibrand/ Brincos - https://www.instagram.com/nadiagimenes/ Bracelete - https://www.instagram.com/sarpioficial/ Meia calça - https://www.instagram.com/calzedoniabrasil/ Sapato - https://www.instagram.com/schutzoficial Styling: André Puertas - https://www.instagram.com/andrepuertas/ Produção de Moda: Agatha Barbosa - https://www.instagram.com/agathabarbosa/ Beleza: Cris Dallé - https://www.instagram.com/crisdalle/ Links da Lela: Instagram - https://www.instagram.com/lela.brandao/ Insta da marca - https://www.instagram.com/lelabrandao.co/ LinkedIn - https://www.linkedin.com/in/lelabrandao/ Gostosas também choram - https://open.spotify.com/show/2k5tMuxJaakZB5x86FsnVY Mala de viagem: Livro – Essencialismo - https://amzn.to/3Q2yl1w Livro – O ato criativo: uma forma de ser - https://amzn.to/3S3ydAD Succession - https://www.adorocinema.com/series/serie-20697/ White Lotus - https://www.adorocinema.com/series/serie-27480/ The Bear - https://www.adorocinema.com/series/serie-28815/ Equipe que faz acontecer: Criação, roteiro e apresentação: Thais Roque Consultoria de conteúdo: Alvaro Leme Supervisão: José Newton Fonseca Sonorização e edição: Felipe Dantas Identidade Visual: João Magagnin
40 anos de Born in the USA, a música e a TV.
Dezenas de universidades americanas registraram manifestações contra Israel e contra judeus nos últimos dias. O sentimento antissemita que foi exposto em frases como "matem mais um soldado (israelense)", "Israel deve cair", "a Palestina é árabe" e "Palestina livre, do rio ao mar" vem sendo cultivado há vários anos nos campi dos Estados Unidos."Esses protestos não são de agora. A gente vê isso ocorrendo há muito tempo", diz Marcos Knobel, presidente da Federação Israelita do Estado de São Paulo, Fisesp. Segundo ele, o movimento BDS (sigla para Boicote e Desinvestimento e Sanções) teve uma grande atuação nas universidades.Embora não tenha alcançado os seus objetivos, como o de prejudicar economicamente ou cientificamente o Estado israelense, o BDS conseguiu espalhar sua ideologia entre os estudantes.Ser Antagonista é fiscalizar o poder. Apoie o jornalismo Vigilante: https://bit.ly/planosdeassinatura Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2S... Ouça O Antagonista | Crusoé quando quiser nos principais aplicativos de podcast. Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Sonia Racy participa do Jornal Eldorado de 2ª a 6ª feira, às 7h50.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Passados 50 anos da independência da Guiné-Bissau, sonhos e conquistas dos que libertaram o país estão a desaparecer. Província do Niassa pretende produzir e fornecer trigo ao mercado moçambicano até novembro de 2024. Madagáscar elege próximo Presidente, em eleições boicotadas pela oposição.
Presente no TOP 5 de artistas mais premiados da história do Billboard Music Award, Beyoncé pode considerar que sofreu um grande boicote nas últimas edições do prêmio! Com um hiato de 4 anos, o BMA deixou de fora das paradas dois dos principais trabalho da nossa Queen, os álbuns B'day e I'am Sasha Fierce, que poderiam ser muito premiados caso houvessem as edições em seus anos de lançamento. Instagram do podcast: @podbeycast Twitter: @beyoncebrasil Instagram: @beyoncebrasilcom Facebook: Beyoncé Brasil TikTok: @beyoncebrasilcom YouTube: Beyoncé Brasil Site: beyoncebrasil.com Contato: equipe@beyoncebrasil.com Direção/Produção: Thiago Souza @thixverso
Moçambique: Vaias ao Presidente da República pela população de Nacala demonstram perda de legitimidade política, diz ativista. Angola: Sindicatos desvalorizam os aumentos salariais anunciados pelo Governo. Guiné-Bissau: País mergulhado em incerteza política com nova crise entre os principais titulares dos órgãos de soberania.
Em Moçambique: RENAMO e MDM "boicotam" sessões do Parlamento pela em protesto aos resultados das autárquicas. Jornalistas angolanos denunciam perseguições. Presidente alemão pede desculpas pelo passado colonial na Tanzânia. Assinala-se amanhã o 1º aniversário do acordo de paz no Tigray.
No episódio dessa semana falamos sobre muita coisa.Taca-lhe play! Colabore com o nosso trabalho através do:- PicPay- Padrim- Chave PIX : podcastmid@gmail.com PARTICIPANTES:------------------Ady Ferrer - https://twitter.com/ady_newsDiego Squinello - https://twitter.com/GarotoDoKikaoRodrigo Hipólito - https://twitter.com/lhamanalamaThais Kisuki - https://twitter.com/thaiskisukiVictor Sousa - https://twitter.com/erro500 COMENTADO NO EPISÓDIO------------------TSE arquiva ações contra BolsonaroCorte de recursos do CapesOposição suspende obstrução no CongressoBoicote ao BIS e Felipe NetoTentativa patética de promover KitKatRandolfe e Humberto fazendo piadaO reality show do FlowAnistia de multas do Bozo em SPPesquisa Paraná Pesquisas divulgada pela Jovem PanLaurinha pura animaçãoExplosão em Hospital de GazaVeto dos EUA no Conselho de Segurança | Reação ao votoGustavo Petro critica IsraelPresidente da EBC demitidoO FIM da CPMI do 8 de JaneiroLista dos 61 indiciadosLula conversa com Maduro sobre as eleições na VenezuelaAcordo assinado com a oposiçãoEUA aliviam sanções ao país Tem algum feedback sobre o episódio?------------------E-mail: podcastmid@gmail.comTwitter: @podcastmidBlueSky: @midcast
Nesse episódio: Transtornos alimentares e desabafos; O trabalho com a arte e criação de produtos; A criação da marca Lela Brandão; A mudança da arte para o empreendedorismo; Bloqueio criativo e a mudança de ciclo com o desenho; Lidando com expectativas e criatividade; Trabalho como influencer e a necessidade da profundidade das narrativas; Criação do podcast; Canalização de informações; Relação com métricas; Burnout; A necessidade do vazio; Mulheres modestas e o reconhecimento dos nossos feitos; Intuição e inteligência. Hoje Thais entrevista a empreendedora e artista Lela Brandão, que se formou em arquitetura e trabalhou com diversas formas de arte na sua vida. Começou com o muralismo, partiu para camisetas e, quando se viu, estava lançando a marca que leva o seu nome. Seu objetivo são roupas adaptáveis, que você não perde caso engorde ou emagreça. O sucesso foi tão grande que, as 10 primeiras coleções esgotaram na pré-venda. Vambora entender como esse case aconteceu? CUPOM NO SITE DA LELA – CARONEIROS Site - https://www.lelabrandao.co/ LIVRO DA THAIS Doce jornada - https://amzn.to/46MhIxp Toda semana tem novo episódio no ar, pra não perder nenhum, siga: LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/thaisroque/ Instagram Thais: https://www.instagram.com/thaisroque/ Instagram DCNC: https://www.instagram.com/decaronanacarreira/ TikTok: https://www.tiktok.com/@decaronanacarreira YouTube: https://www.youtube.com/@Decaronanacarreira?sub_confirmation=1 Newsletter Assine a nossa news! http://eepurl.com/hSpO4D Thaís veste Look- https://www.instagram.com/carolbassibrand/ Brincos - https://www.instagram.com/nadiagimenes/ Bracelete - https://www.instagram.com/sarpioficial/ Meia calça - https://www.instagram.com/calzedoniabrasil/ Sapato - https://www.instagram.com/schutzoficial Styling: André Puertas - https://www.instagram.com/andrepuertas/ Produção de Moda: Agatha Barbosa - https://www.instagram.com/agathabarbosa/ Beleza: Cris Dallé - https://www.instagram.com/crisdalle/ Links da Lela: Instagram - https://www.instagram.com/lela.brandao/ Insta da marca - https://www.instagram.com/lelabrandao.co/ LinkedIn - https://www.linkedin.com/in/lelabrandao/ Gostosas também choram - https://open.spotify.com/show/2k5tMuxJaakZB5x86FsnVY Mala de viagem: Livro – Essencialismo - https://amzn.to/3Q2yl1w Livro – O ato criativo: uma forma de ser - https://amzn.to/3S3ydAD Succession - https://www.adorocinema.com/series/serie-20697/ White Lotus - https://www.adorocinema.com/series/serie-27480/ The Bear - https://www.adorocinema.com/series/serie-28815/ Equipe que faz acontecer: Criação, roteiro e apresentação: Thais Roque Consultoria de conteúdo: Alvaro Leme Supervisão: José Newton Fonseca Sonorização e edição: Felipe Dantas Identidade Visual: João Magagnin
Estreou-se na televisão com apenas 5 anos, no programa “Mini-Chuva de Estrelas” (SIC).Aos 13 anos descobre a paixão pelo teatro com a peça infantil “Viagem ao Mundo Fantástico” e nunca mais parou.Já subiu ao palco dezenas de vezes,m.Também em televisão já fez várias participações em vários projetos como “Morangos com Açúcar” (2012), “Única Mulher” (2015) e “Madre Paula” (2017). É ainda co- protagonista de “A SÉRIE” da RTPEm 2019 abraçou o maior papel da sua vida ao ser mãe do pequeno José Maria e um ano depois volta a repetir a experiência da maternidade, com o nascimento da Maria Luísa.N'a Caravana a incrível, maravilhosa e querida Mafalda Rodrigues.
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Faby ameaça desistir e treta com BadNat; Simaria pede boicote ao ex-marido; Key acusa fofoqueiros
ALMAS LIBRES ha decidido exponer cualquier negocio en el Condado de Sonoma que permite el acoso sexual en contra de las mujeres trabajadoras. Por favor ponganse en solidaridad con Fatima Sanchez quien se quejo con la Panaderia Alvarado sobre el severo acoso sexual que sufrio y continua sobreviviendo abuso y represalia. Por favor no compren pan de la Panaderia Alvarado! --- Support this podcast: https://podcasters.spotify.com/pod/show/rafael-vazquez7/support
com pergunta de Rafael. agradeço a todos os que participaram, mas especialmente a este.
Silent Hill está de volta! A Konami anunciou uma live especial nesta quarta, 19 de outubro, que vai revelar novidades da franquia após mais de uma década no limbo. Neste Ping, Isadora Basile comenta essa e outras notícias do fim de semana, incluindo a atriz original de Bayonetta pedindo boicote ao novo jogo da série, e os lançamentos da semana, como A Plague Tale: Requiem e Gotham Knights.