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Oxigênio
Série Termos Ambíguos – #7 Globalismo

Oxigênio

Play Episode Listen Later Jul 28, 2026 35:47


Neste novo episódio da série Termos Ambíguos, o verbete abordado é o “Globalismo”, que ganhou destaque durante o primeiro governo Donald Trump, ao ser contraposto ao patriotismo e à liberdade em seu discurso político. Desde então, passou a integrar o vocabulário de movimentos antiglobalistas, influenciando também o governo Bolsonaro. No entanto, o conceito é complexo e controverso, envolvendo diferentes interpretações, atores políticos e relações com questões contemporâneas, especialmente no contexto brasileiro. Para apresentar um debate sobre o termo, entrevistamos a Sonia Corrêa, o Fernando Brancoli e o Douglas Sanque, que foi também o autor do verbete no Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia, disponível para download gratuito no site do Observatório de Sexualidade e Política. _________________________ Roteiro Ernesto Araújo: “Eu acho que o mais grave do globalismo é na mente, no pensamento. Eu acho que o globalismo é perigoso porque é sobretudo um sistema de pensamento, de anti pensamento. […] Tatiane Amaral:  Quem está falando aqui é Ernesto Araújo, ex-ministro de relações internacionais do governo Bolsonaro Sonora Ernesto Araújo: […] Eu vejo o globalismo muito como o processo pelo qual a ideologia marxista, a partir do começo dos anos 90 e sobretudo a partir dos anos 2000, ela penetra na globalização econômica e faz dela o veículo da sua propagação. Então, justamente através da globalização  começa a entrar com sua agenda em temas como ideologia de gênero, em temas como o ambientalismo distorcido, e outros. E começa sobretudo a controlar o discurso, a dizer o que você pode dizer e o que você não pode dizer, e cada vez o que você pode dizer é menos, ocupa um menor espaço. Então, eu vejo mais o globalismo assim, aquela ideia de que o marxismo descobriu que ele não precisa controlar os meios de produção econômica, quando ele pode controlar o meio de produção de ideias, que é o que já vinha acontecendo. E é através desse controle de ideias começa a capturar instituições e aí começa a partir dessas instituições tentar  agir para diminuir as identidades nacionais, e as identidades pessoais também. A fala pode até soar exagerada, parecer coisa de filme ou de teoria da conspiração… mas ela está se tornando cada vez mais presente em discursos políticos da ultradireita — seja no Brasil ou no mundo. E ela gira em torno de uma palavra: globalismo. Mas afinal, você sabe o que, de fato, é globalismo? Daniel Faria: Eu sou o Daniel Faria  Tatiane: E eu sou a Tatiane Amaral. E este é o sétimo episódio da Série Termos Ambíguos, uma parceria entre o Observatório de Sexualidade e Política e o podcast Oxigênio. Daniel: Juntos, vamos conduzir esta viagem pelo termo que tem estado cada vez mais presente nos discursos políticos globais e nacionais. Falei em viagem porque o termo se vincula a globo, a planeta, além de ser usado em muitos países. Mas também não deixa de ser uma viagem no sentido figurado mesmo, pois o termo como é usado pela extrema direita evoca um certo devaneio, ou até mesmo delírio.  Tatiane: O termo “Globalismo” é mais uma categoria acusatória fabricada pela extrema direita, assim como muitos outros espantalhos, alguns que a gente até já tratou aqui no Termos Ambíguos, como Ideologia de gênero, marxismo cultural,racismo reverso…  Daniel: A extrema direita usa esses e vários outros termos com objetivos específicos: Por um lado, eles querem provocar o medo e, sobretudo, a suspeita. De outro, criar confusão mesmo.⁠ No caso de Globalismo as confusões são muitas e muito sobrepostas, mas vamos tentar esclarecer algumas delas neste episódio. Tatiane: Pra começar, precisamos esclarecer que Globalismo não é a mesma coisa que Globalização. Eu sei que é confuso, mas vem comigo: Globalização é a denominação da transnacionalização intensificada de relações econômicas, culturais e sociais, que se registrou a partir do fim da Guerra Fria. Já o Globalismo pode ser descrito como uma desfiguração de globalização, que atribui a essas dinâmicas outros sentidos, em geral associados à dominação, a atores obscuros e à conspiração.  Daniel: No dicionário de termos ambíguos, que você pode encontrar aqui na descrição desse episódio o verbete escrito pelo Douglas Sanque, que vai aparecer na nossa conversa daqui a pouco, traça um histórico desse processo desde 1991, quando a União Soviética chegou ao fim e seus ex-membros foram integrados à nova ordem neoliberal global. É aí que se consolida a globalização, que foi uma integração via mercados ao redor do… Globo.  Tatiane: Esse movimento promoveu uma ampla abertura de mercados que intensificou a concorrência internacional. Nesse processo foram estimulados os acordos de livre comércio e a formação de blocos econômicos. Em tese, isso deveria favorecer todas as nações, mas vamo lá, né? A gente sabe que não foi bem assim. Claro que os países mais desenvolvidos e industrializados se deram melhor.  Daniel: Foi aí, no meio desse processo, que a União Europeia foi criada, a partir do chamado Mercado Comum Europeu. Foi esse mercado que ampliou a integração que era só, econômica para uma integração política e institucional. Após o fim da Guerra Fria, nos anos 90, a União Europeia se expandiu, incorporando países do Leste Europeu, que antes integravam a antiga União Soviética. Tatiane: Depois disso, foram surgindo blocos econômicos pelo mundo todo, como o Mercosul, por exemplo, que é o Mercado Comum do Sul, formado por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Tem também o Nafta, um Tratado entre México, Estados Unidos e Canadá, assinado em 1994 e atualizado em 2020 como Acordo Estados Unidos-México-Canadá. Além disso, as Economias asiáticas também se fortaleceram nesse contexto, com destaque para os Tigres Asiáticos, formado por Taiwan, Coreia do Sul, Hong Kong e Singapura. Sem falar da China, que também ampliou muito suas relações comerciais internacionais nesse período.  Daniel: A Sonia Corrêa, coordenadora do Observatório de Sexualidade e Política e do projeto do Dicionário, já conversou com a gente em outros episódios do Termos Ambíguos, e dessa vez ela destaca um ponto importante desse processo da Globalização:a expansão do neoliberalismo. E ela lembra que o processo nunca foi tranquilo e nem poupado de críticas.  Tatiane: A Sonia comenta que o Neoliberalismo estava em expansão desde o final dos anos setenta. Com o fim da guerra fria e o desaparecimento do bloco soviético, todo esse espaço econômico passou a analisar (e sentir) os efeitos negativos da expansão do pensamento neoliberal nas desigualdades econômicas dentro dos países, ENTRE países e, mais especialmente, entre o NORTE e o SUL globais.  Daniel: Durante todo o processo, muitos acordos foram sugeridos, mas nem sempre as tentativas deram certo. Um bom exemplo foi a tentativa de implantação da Área de Livre Comércio das Américas, a ALCA, que integraria os mercados de 34 países das Américas, exceto Cuba, eliminando as tarifas e os impostos de importação. A proposta era de George Bush, então presidente dos Estados Unidos, mas não foi pra frente, justamente por causa da grande disparidade de recursos e poder entre os países. Tatiane: Vale a pena a gente dizer que quando os países começaram a entrar nessa chamada “economia global”, muita coisa mudou internamente também. Por exemplo, várias indústrias saíram da Europa e dos Estados Unidos e foram pra lugares como a China ou o México, onde produzir é mais barato, principalmente por causa da mão de obra. Ao mesmo tempo, a globalização também trouxe a privatização de serviços públicos, como saúde e educação, reformas nas leis trabalhistas desfavoráveis a trabalhadoras e trabalhadores, assim como dos sistemas de aposentadoria. Também ativou novas formas ainda mais agressivas de extrativismo. Tudo isso contribuiu para o aumento das desigualdades. E foi nesse clima que a categoria acusatória “globalismo” prosperou e se aproveitou da atmosfera de contestação à globalização para impulsionar seu projeto político que não tem nenhum compromisso com a superação da desigualdade.    Daniel: Autores e autoras, como a Wendy Brown, analisaram como a expansão da lógica neoliberal teve efeitos negativos sobre a política e sobre a nossa forma de pensar e sentir, provocando dinâmicas de erosão da democracia, como estamos vivendo agora. O historiador Quinn Slobodian, autor do livro Globalistas: o fim do império e o nascimento do neoliberalismo, entende que o projeto  neoliberal  tem  como objetivo criar instituições para proteger o capitalismo da ameaça que a  própria democracia representa. E essas novas instituições serviriam para reorganizar o mundo como um espaço de Estados-competidores. Tatiane: Mas o espantalho do “globalismo” não se aproveitou apenas da crítica progressista e da insatisfação real com a globalização. Ele também acionou suas próprias assombrações. Para entender isso é preciso voltar no tempo, lá pros anos 1940, ao final da II Guerra Mundial. Na verdade, vamos voltar até um pouco mais, com a ajuda da Sonia Correa. Sonia Corrêa: Bom, para compreender essa posição dos globalistas há um aspecto que não pode ser perdido de vista. Para a direita, a ultra direita norte americana desde o começo do século XX, pelo menos, foi avessa a uma ordem institucional transnacional. E essa ultra direita raiz, fez uma enorme oposição à adesão dos Estados Unidos à Primeira Guerra Mundial. Tiveram posições contra a Liga das Nações e certamente fizeram pressão contra a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial. Ou seja, tem um DNA muito profundo aí na ultra direita norte americana, que é contrário a existência de uma ordem internacional de regulação global. É porque eles a veem como um contraponto ou uma possível ameaça à ordem hegemônica dos Estados Unidos como império. Eu acho que um outro aspecto a considerar que, se isso é, são as correntes de ultra direita norte americana e outras correntes, como por exemplo, a posição do Dugin, o intelectual russo sobre isso e talvez de segmentos das correntes européias. E tem a ver com um repúdio. Como essas forças fazem um repúdio à ideia da modernidade, os princípios liberais de democracia e direitos humanos. E há uma conexão também por esse lado, que é, digamos, mais filosófica e menos estratégica política.  Tatiane: Além da cooperação multilateral econômica, os países criaram também um sistema para prevenir novos conflitos bélicos e promover a paz. Sim, estou falando da Organização das Nações Unidas, a ONU.  Daniel: No contexto dos giros políticos à ultradireita que tem varrido as Américas e a Europa hoje, os discursos anti-globalistas fizeram da ONU um de seus alvos principais. Seus detratores a descrevem como um aparato de dominação que quer impor sua agenda aos estados nacionais. Ao fazer isso ofuscam o que é de fato a ONU.  Não sei pra você, mas até aqui essa história de globalismo continua bem confusa pra mim. Então, pra gente continuar destrinchando esse termo, falamos com o  Fernando Brancoli. Ele é professor do Instituto de Relações Internacionais e Defesa, da Universidade Federal do Rio de Janeiro e adicionou elementos que nos ajudam a desarmar qualquer confusão que o termo globalismo possa provocar.  Fernando Brancoli: Bom, eu acho que um ponto interessante é a gente imaginar que o discurso antiglobalista, ele não é uma rejeição integral aos princípios da globalização, né? A gente está falando de uma reconfiguração seletiva no que seria uma espécie de dispositivo narrativo, né? Que separa, separaria, uma globalização boa para esses grupos de extrema direita, uma aproximação que permeia dimensões ligadas a interesses morais, econômicos, culturais e o que eles vão chamar muitas vezes de globalismo, né, que seria uma globalização ruim, que seria um conjunto de normas e procedimentos derivados principalmente do pós-guerra fria, que promoveria aí uma agenda ligada a valores liberais, a direitos sexuais, a direitos humanos, políticas ambientais, que de alguma maneira estariam violando então a soberania dos países, e na verdade tentando, dentro de uma teoria da conspiração bastante clássica, implementar uma agenda de uma espécie de camarilha internacional dos Illuminati e coisas parecidas, né? Tatiane: A professora de sociologia na Universidade de Oxford, Rita Abrahamsen, faz uma análise interessante sobre este tema do espaço transnacional. Pra ela a extrema direita é em si mesma global, ao mesmo tempo em que seus idealizadores ocultam de maneira muito hábil essa transnacionalidade. O Fernando também elaborou sobre essa dimensão oculta, o que nos ajuda a esclarecer uma outra confusão de que as vozes que propagam o fantasma do Globalismo reivindicam para si, como sujeitos nacionalistas ou soberanistas:  Fernando Brancoli: Muitas vezes a gente fala dessas redes antiglobalistas como se elas fossem necessariamente não transnacionais, o que não é verdade. O que elas estão fazendo é reconfigurando um pouco esse dispositivo narrativo. E acho que quem está acompanhando a gente talvez já tenha escutado essa história: “Ah, o Trump é um isolacionista”. Não necessariamente, né? A gente não está falando de uma antiglobalização de necessariamente fechamento completo das fronteiras. Você tem uma recalibragem dessa dinâmica, de um projeto novo de recentralização de poder. Então, sim, eu posso ter dinâmicas mais isolacionistas em alguma medida, construção de muros, expulsão de migrantes e refugiados, fechamento de trocas comerciais tipicamente liberais, mas ao mesmo tempo eu tenho aproximação para outros lados, né? Em que eu apoio ditaduras amigas, eu argumento que posso criar coletivos transnacionais de apoio a dinâmicas de moralidade. Então acho que esse paradoxo, no final das contas … Eu diria que é a grande força dela, que é criar essa espécie muito peculiar de uma internacional nacionalista.  Daniel: Fernando também recorre a uma metáfora  de verniz legitimador para explicar essa mistura paradoxal de discursos que juntam nacionalismo ou antiglobalismo para servir a interesses muito específicos:  Fernando Brancoli: Esse paradoxo é a grande força dentro desse processo. [03:30] A genealogia dessas dinâmicas já passa por think tanks dos Estados Unidos e a gente tem livros importantes acadêmicos já descrevendo como é que eles se expandiram pelo globo ao longo pelo menos nas últimas duas décadas, né? Então são grupos de pesquisa, são empresas que de alguma maneira promovem esse tipo de ideário. Tatiane: Pra entender melhor como esse paradoxo funciona, pedimos pro Fernando explicar como esses discursos colam, como eles têm aderência a uma massa bastante volumosa, que inclusive elege conscientemente essas figuras. Ao mesmo tempo em que batem no peito e dizem: “EU SOU patriota, EU VOU defender meu país”, entregam de mãos abertas a exploração das riquezas naturais brasileiras — como a Amazônia,os minérios e, agora, as Terras Raras do país — a uma potência imperialista como os Estados Unidos. Além disso, defendem intervenções externas, como a retirada forçada de um presidente, e apoiam movimentos extremistas que ameaçam o próprio país. Fernando Brancoli: Acho que essa aparente contradição, né, de uma internacional nacionalista, a ideia de como é que eu crio alianças entre partidos e grupos que são notadamente, introspectivos diante desse tipo de processo, eh, na verdade, é a maior força desses grupos. É a ideia de mobilizar esse paradoxo. E não se trata necessariamente de, uma dinâmica que vai gerar problemas na frente, eu vou tentar explicar porquê dentro desse processo. Acho que a primeira configuração é que sejam partidos de extrema direita no contexto brasileiro, sejam grupos não partidários, como, por exemplo, grupos evangélicos mais conservadores no contexto brasileiro, sejam grupos mega ortodoxos sionistas em Israel, ou seja, agora, o Partido Republicano nos Estados Unidos. Todos eles olham para o transnacionalismo como uma forma de ganhar poder e ganhar prestígio, então a gente tá falando de recursos que circulam nesse processo. A gente tem por exemplo grupos em Israel, grupos não tradicionais do Brasil como partidos ligados a lideranças religiosas e coisas parecidas que de alguma maneira olham para esse processo e veem a transnacionalização como uma ferramenta de ganhar poder e prestígio, seja simbólico ou material. Exemplo clássico que eu acho bastante interessante, parte importante dos grupos de extrema direita em Israel, dos mais ortodoxos, são financiados por capitalistas norte-americanos. Né? Isso não é uma teoria de conspiração, eles argumentam que essa grana seria interessante. Tem um trabalho interessante da Camille Rocha, né? Menos Marx e mais Mises, um livro fascinante em que ela descreve como é que os norte-americanos financiaram grupos liberais e anarco-capitalistas, sabe-se lá o que que é isso, no contexto brasileiro. Então, lembrar que esse transnacionalismo tem dimensões práticas muito claras, né? Daniel: Aqui, de novo fica claro que o transnacionalismo pode ter dimensões práticas, e que ele serve para alguns interesses. Ou seja, mesmo sendo nacionalista, dá pra ser transnacionalista quando você, ou o país, pode ter dividendos importantes. Brancoli usou o exemplo de Eduardo Bolsonaro para mostrar como contatos estratégicos com a ultra-direita ajudaram a movimentação para as taxações sobre produtos brasileiros e a suspensão de vistos para autoridades envolvidas na condenação do pai. Mas o professor dá outros exemplos, segundo ele mais simbólicos, como contatos pessoais, encontros ou declarações nos quais se aprende essa lógica transnacional.  Fernando Brancoli: Você tem encontro do Vox, por exemplo, que é o partido de extrema direita na Espanha, que eles têm uma sessão à tarde do último dia, que é para ensinar técnicas do que eles chamam engajamento digital. Em que você senta com lideranças políticas do globo inteiro numa mesa e te ensinam como é que você faz para, por exemplo, ter acesso mais interessante de pessoas, formar cortes e vídeos bacanas. Eu lembro que nos últimos 3 anos quem esteve lá foi o Nicolas, deputado é, federal de Minas, que é um cara, né, muito especializado em gerar cortes e coisas parecidas. Eu acho que ele já tinha uma capacidade de fazer isso, mas provavelmente ele aprendeu também nesse contexto. Repare como é que o transnacionalismo dentro dessa lógica gera esse tipo de prática. E por fim, o transnacionalismo, ele facilita algo que é muito típico de grupos autoritários que é a possibilidade de criar um mundo binário, né? De você criar um nós contra eles de maneira muito muito clara. Acho que, né, a gente que estuda relações internacionais, quem tem acesso, né, à imprensa, sabe que é muito difícil você criar uma narrativa muito clara de bonzinhos e malvados dentro de um contexto, né? Você vê nuances, você vê pessoas muitas vezes em busca da paz dos dois lados e coisas parecidas, né? Tatiane: E nessa disputa entre nós e eles, surgem dois pólos entre o bem e o mal. E quem é o bem? Quem é o mal? A ultra direita entende que está do lado do bem, de que quem defende a “família” e os valores tradicionais. Mas quem não defende a família, ou as famílias? A sua família? Os seus valores tradicionais, na sua tradição? E para quem está nesse campo da ultra direita, o mal é o socialismo, o comunismo, a esquerda. De novo aqui o Fernando:  Fernando Brancoli: Existe aqueles que do outro lado, que é o mal, que é o PT, o MST, o Foro de São Paulo e a Venezuela, que querem acabar com esses valores, querem destruir todos esses dessas menções. Aí repare como é que esses vetores se aproximam, né? Uma dinâmica de moralidade, uma dinâmica econômica, então vira um caldo complexo aqui dentro desse tipo de processo. Nós somos soberanos ainda, no caso brasileiro, estaremos tentando retomar essa soberania agora que foi roubada pelo PT e temos um governo aliado norte-americano que está tentando nos ajudar nesse processo.  Mas eu acho que esse paradoxo ele acaba sendo de alguma maneira articulado e promovido de maneira interessante. Ainda tem um paradoxo aqui, que é para você ser essencialmente nacionalista e mobilizar dinâmicas transnacionais. Mas acho que mesmo a tentativa de encontrar um meio-termo já facilita e já gera repercussões interessantes. E aí você tem em todo protesto no Brasil, cartazes em inglês, bandeiras dos Estados Unidos, bandeiras de Israel, você tem a a deputados fugindo para a Itália, onde seria supostamente, né, um lugar mais conservador. Ao que tudo indica a Zambelli não vai conseguir ficar por lá há muito tempo. Mas aí você tem o Eduardo Bolsonaro, né, indo para os Estados Unidos, você tem essas mobilizações, isso vai gerando repercussões e impactos e pelo menos são simbólicos gera mídia, a população fica engajada. Então, de alguma maneira tem algo interessante que a gente tá vendo e os manuais de ciência política e de relações internacionais estão todos passando mal por causa disso, que a esquerda tá se transformando por um lado numa defensora do multilateralismo. Daniel: Tem também a China se apresentando como defensora da OMC e contra tarifas praticadas pelos Estados Unidos. Isso também é uma mudança do contexto da esquerda, como disse nosso entrevistado.  A gente tem um deslocamento também, eu diria, do que vai ser o discurso progressista de esquerda ao longo dos próximos anos. A esquerda se apropriou mais de discursos ligados à proteção da indústria nacional, né, contra ALCA e o FMI, contra as empresas estrangeiras, e agora de alguma maneira a gente está vendo uma rearticulação desse tipo de processo. É, a gente está inaugurando uma forma nova de olhar para relações internacionais, em parte porque também está tendo uma rearticulação de como esses grupos de poder estão se configurando. Ninguém tem muita certeza para onde que a gente vai, mas acho que uma das certezas que a gente vai ter que os manuais de relações internacionais e ciência política vão ter que ser reescritos ao longo dos próximos anos, porque as coisas estão mudando de maneira bastante explícita, né? Muito. Tatiane: Sonia Corrêa diz que há duas saídas pra grande confusão que apresentamos aqui entre nacionalismo e globalismo. A primeira é o progressivismo internacionalista que remete para o internacionalismo histórico da esquerda, e a segunda é o que pode ser chamado de constitucionalismo de esquerda. Ela explica melhor do que se trata. Sonia Correa: O que importa é chamar a atenção para essa mélange de posições que requer clarificação, porque, de fato, a crítica do globalismo, ela chove num terreno fértil, que é a crítica do neoliberalismo e da ordem capitalista, não é? Ela ecoa nesse lugar. Ela move afetos, afetos legítimos de crítica. A racionalidade neoliberal e a ordem do capitalismo tardio. A diferença está como diz o Slobodan, em qual a saída? A diferença de visão ideológica é como você sai disso. Se você for para o campo do Dugin, que é a teoria da quarta transformação, é uma ordem. Uma proposição de um retorno a uma ordem de fato quase medieval, quer dizer centrada na terra, no território, numa cultura comum, numa ordem hierárquica. Se você olha para o campo da direita. Num certo sentido, Trump é a manutenção da ordem neoliberal e da racionalidade neoliberal extrema, demolição do Estado. Todo o poder às Big Techs. Aqui são os meus amigos Better Friend Ever, sob um invólucro, uma casca de nacionalismo extremado. Make American big again. Tatiane: Voltando um pouco atrás, no verbete para o Dicionário de Termos Ambíguos, e no tempo, Douglas lembrou da influência de Ernesto Araújo e de Olavo de Carvalho sobre o governo Bolsonaro, no sentido da adoção de uma posição antiglobalista. Vale lembrar que mesmo antes de ser eleito, Bolsonaro afirmava que a ONU não servia para nada e que iria tirar o Brasil do Conselho de Direitos Humanos. Em sua primeira aparição na Assembleia Geral da ONU em 2019, o ex-presidente fez a seguinte afirmação:  Sonora Jair Bolsonaro: “Não estamos aqui para apagar nacionalidades e soberanias em nome de um interesse global abstrato. Esta não é a Organização do Interesse Global! É a Organização das Nações Unidas. Assim deve permanecer!” Daniel: Douglas também escreveu no verbete que Ernesto Araújo afirmava que o caminho para reverter os efeitos negativos do globalismo seria adotar uma política pautada por deus, pátria e família. Com certeza vocês ouviram isso muitas vezes, né? Só pra lembrar, esse é o slogan da Ação Integralista, movimento fascista brasileiro da década de 1930, copiado do movimento fascista italiano.  Tatiane: Ainda segundo o verbete a espiritualidade cristã caracterizaria o ocidente e diferenciaria as nações ocidentais do materialismo asiático e do islamismo. Por outro lado, a família é definida como a célula basilar da nação, o apego à família  seria um traço fundamental do povo brasileiro o qual, nas palavras de Araújo, se vê hoje frontalmente atacado por “ideologia de gênero”, “gayzismo” e “abortismo”.  Daniel: O “globalismo”, na visão de Ernesto Araújo, seria um projeto de governo totalitário mundial, capitaneado pela China e com o apoio da Rússia. E nessa versão do antiglobalismo, existiria um complô entre as elites financeiras ocidentais e o Partido Comunista da China para a implantação de uma sociedade de controle. O ex-ministro ainda afirmava que a China controlava metade do parlamento brasileiro e toda a nossa agricultura, e queria controlar nossa Internet.  Tatiane: Bem, essa tentativa de controle da internet a gente já tá vendo que existe mesmo, mas não por acaso, esse controle não está na China, né? E além desta, qual outra afirmação, entre as muitas feitas aqui, parecem verdadeiras? E quais delas são pura fantasmagoria criada no meio das muitas confusões que esse termo cria? De quais fantasias ele depende para se manter? Bem, responder a tudo isso demandaria uma boa aula de muitas horas… Mas, podemos explicar aqui essa confusão entre os muitos alvos de ataque das vozes “antiglobalistas” Daniel: Mas nem todos os anti globalistas têm o mesmo inimigo. Há diferenças em relação aos alvos dos “antiglobalistas”. Nos Estados Unidos, por exemplo, Trump se utiliza do discurso “antiglobalista” para atacar as “elites liberais”, associadas ao partido democrata estadunidense. Já aqui no Brasil, Bolsonaro denunciava a “conspiração comunista” da qual participaria o PT, assimilando a visão “antiglobalista” ao discurso anticomunista. Douglas Sanque conta um pouco dessas forças globalistas. Tatiane: Douglas é professor na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, a UERJ e é o autor do verbete sobre Globalismo do dicionário que estamos tratando aqui. Ele escreveu o verbete durante a pandemia do Covid-19, em pleno governo Bolsonaro, quando nele discursavam, pra não dizer doutrinavam, antiglobalistas assumidos como Olavo de Carvalho, professor e ideólogo de Bolsonaro, e Ernesto Araújo, que foi ministro de relações exteriores até 2021.  Douglas Sanque: Bom, em relação a essa noção de quem seriam as chamadas forças globalistas, primeiro, a ideia aqui é pensar que as forças globalistas teriam o objetivo de estabelecer um controle mundial, um governo global, totalitarista. E isso é, em alguma medida, uma perversão da ideia de aumento de influência que potências  econômicas sempre tentaram exercer de maneira mais ou menos ética. Mas não se tenta um governo global totalitário, assim inspirado naquela ideia de 1984 do George Orwell. O principal projeto globalista seria capitaneado pela China. Os chineses teriam essa ideia, teriam esse objetivo de longo prazo de controle mundial. Então, seriam as elites liberais do Ocidente que estariam nesse projeto junto ao Partido Comunista Chinês. Essa é a perspectiva, digamos, principal, que é adotada, por exemplo, pelo Steve Bannon e que guia o assim chamado antiglobalismo, ou o nacionalismo americano, que estaria combatendo essas próprias elites, representando o povo, o blue color, os trabalhadores e a classe média americana que, de fato, viu muita s perdas com o processo de desindustrialização dos Estados Unidos ao longo do século XX, e grande parte dessas plantas industriais foi para a China.  Tatiane: Claro que isso causou mudanças significativas na economia americana, que tem levado o país, de forma mais incisiva neste novo governo de Donald Trump, a criar estratégias de proteção econômica. Durante o governo Bolsonaro, quando o Olavo de Carvalho, exercia influência sobre ministros e filho do então presidente, tratou da versão caseira de teoria da conspiração, como nos conta Douglas. Douglas Sanque: O Olavo dizia que havia três projetos globalistas em curso. Em diferentes escalas e com diferentes objetivos. O primeiro seria esse tocado pela China, que tentaria ali uma ideia de governo global, mais ou menos nesses moldes que eu já mencionei. O segundo seria o projeto do Irã. O Irã também teria esse objetivo de governo global, a partir do espraiamento do islamismo, né? Na verdade, a ideia seria um governo global, totalitário islâmico e a principal força por trás desse projeto seria o Irã, que tem ali uma. População muçulmana xiita. Enfim, você tem uma pluralidade importante naturalmente no Irã, mas.    Daniel: O terceiro projeto seria tocado pelas elites financeiras ocidentais. Nessa perspectiva, representada por autores como o russo Aleksandr Dugin [DUGAN], a tentativa de estabelecer uma governança global teria origem no Ocidente, especialmente nos Estados Unidos, vistos como a principal expressão da modernidade ocidental. Nessa visão, esse projeto deveria ser combatido por forças tradicionalistas que defendem a preservação de identidades culturais próprias e de modos de vida considerados mais enraizados nas tradições locais e rurais. Douglas Sanque: Então você tem pensadores, como o Olavo de Carvalho, o Steve Bannon e o Dugin, e os líderes daqui que conseguiram ascender, com esse pensamento, ao poder nos seus países. O Putin na Rússia, o Trump nos Estados Unidos e o Jair aqui no Brasil. A questão é que, como esse pensamento tem muito pouca, digamos, base material, ele vai se moldando pra acomodar os interesses políticos dos líderes. Então a gente pode pensar, por exemplo, no Brasil como o Bolsonaro, se se elege em oposição a um projeto que seria de esquerda e que, na opinião deles, é comunista. A ideia de liberalismo econômico é uma ideia que faz sentido e que pode ser defendida. Os russos têm um papel curioso, porque em diversas situações eles são vistos ali como como uma espécie de braço ou de sócio minoritário dos chineses. Mas ao mesmo tempo, estive vendo, um entende que os russos deveriam estar nessa luta por conta de uma certa essência da identidade russa. É como, como sendo da Igreja Ortodoxa nós teríamos a mesma alma cristã. E tudo se opondo então ao materialismo que caracterizaria o projeto chinês De extirpar a religião da da vida em comunidade. Então a gente percebe que há uma certa coerência no pensamento do globalismo, no sentido de criar uma ordem global que separa muito claramente quem são os mocinhos e quem são os bandidos. Que coloca em uma nação específica. E normalmente é a China, a fonte de todo mal. E aí, contra isso, vale tudo. E nós estamos numa batalha aqui para salvar a nossa nação, para salvar as nossas tradições, para manter o nosso povo e por aí vai.  Tatiane: Pois é, as mudanças estão bastante evidentes e não sei se são para melhor. Desde que fizemos as entrevistas para este episódio, algumas coisas mudaram. O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, um dos principais líderes da extrema-direita global, perdeu as eleições após 16 anos no poder. Estados Unidos e Israel estão promovendo uma grande guerra na Ásia Ocidental, atacando o Irã e o Líbano, sem contar o genocídio que Israel já vinha praticando na Palestina. Aqui na América Latina, os resultados das eleições presidenciais de 2026 em países como Colômbia, Peru e Chile não foram nem um pouco animadores. E neste ano também teremos eleições no Brasil, já com dois extremistas como candidatos: Ronaldo Caiado, pelo PSD, e Flávio Bolsonaro, herdeiro do legado do pai que foi condenado a 27 anos de prisão, e agora também envolvido em um processo de lavagem de dinheiro ligado ao Banco Master. A extrema direita vem ganhando espaço em muitos países, sempre colocando em risco a democracia e os direitos civis.  Daniel: Este foi o sétimo episódio da série Termos Ambíguos, realizada em parceria com o Oxigênio, a partir do material do Termos Ambíguos do debate político atual: Pequeno Dicionário que você não sabia que existia, coordenado pela Sonia Corrêa. Esse é um projeto do Observatório de Sexualidade e Política (SPW) e do Programa Interdisciplinar de Pós-graduação em Linguística Aplicada da UFRJ e contou com vários autores na produção dos verbetes. Tatiane: A apresentação do episódio foi feita pelo Daniel Faria, estudante do curso de Midialogia, na Unicamp, que foi também o editor do áudio desse podcast, e por mim, Tatiane Amaral, doutoranda pelo Programa de Pós-graduação em Relações Internacionais San Tiago Dantas e da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, e editora do áudio desse podcast. As entrevistas foram feitas por mim e pela Stella Brucha Simões. O roteiro foi feito pela Simone Pallone, coordenadora do podcast Oxigênio e por mim. Daniel: A revisão do roteiro foi feita pela Nana Soares, da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, por mim, pela Tatiane, e pela Sonia Corrêa. Tatiane: A principal referência para o episódio foi o verbete produzido por Douglas Sanque para o Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia. Usamos também definições da Wikipedia para alguns conceitos.  Daniel: O áudio de Ernesto Araújo foi extraído de uma entrevista dada por ele ao Canal Poder Paralelo. A fala de Bolsonaro na Assembleia da ONU é uma reprodução do canal do jornal El País no YouTube.  Daniel: Você pode acessar os outros episódios da série Termos Ambíguos pelo site do podcast Oxigênio: www.oxigenio.comciencia.br ou pelas plataformas de áudio de sua preferência. Aproveite para indicar nossa série. Até mais!

O Antagonista
O "Tariflávio" de Trump | Papo Antagonista - 02/06/2026

O Antagonista

Play Episode Listen Later Jun 2, 2026 57:04


No Papo Antagonista desta terça-feira, 03, falamos sobre o Escritório de Comércio dos Estados Unidos que concluiu uma investigação que acusa o Brasil de práticas comerciais que restringem o mercado norte-americano.Como punição, o órgão propôs uma tarifa de 25% sobre mercadorias brasileiras, poupando apenas itens estratégicos como carnes, café, frutas, aeronaves e terras raras.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores.       O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade.       Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.       Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube.   https://www.youtube.com/@OAntagonista   Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Trump #Tariflávio #Tarifa #Imposto #Brasil #Importação #Economia #Comércio #EUA #Mercado #Dólar #Crise #Negócios #Política #Indústria #Exportação #Finanças #Notícias #Geopolítica #Globalização

Rádio UFRJ - Informação & Conhecimento
Centenário de Milton Santos: a globalização no limite

Rádio UFRJ - Informação & Conhecimento

Play Episode Listen Later May 12, 2026 8:19


“Existe mundo e a possibilidade de mundo”. Com esta frase, o geógrafo Milton Santos expunha o sistema vigente, destacando os desafios do avanço técnico-científico do capitalismo e as possibilidades de ruptura e apropriação por parte das periferias. No segundo episódio da série em homenagem ao intelectual, o professor da Universidade Federal Fluminense (UFF) Diogo Cirqueira fala sobre globalização e globalitarismo.Reportagem: Brenno AlmeidaEdição: Brenno Almeida e Thiago Kropf

Podcast RioBravo
Podcast 895 | Marcos Troyjo| Do fim da globalização profunda ao retorno da geopolítica

Podcast RioBravo

Play Episode Listen Later Feb 27, 2026 24:53


O mundo transitou de um momento em que o eixo gravitacional era a globalização profunda para um período — o atual — no qual a cooperação internacional cede lugar a uma postura que resgata o cálculo geopolítico. A avaliação é do economista, cientista político e diplomata Marcos Troyjo, convidado desta semana no Podcast Rio Bravo. Na entrevista, Troyjo analisa a conjuntura global à luz dos eventos que se sucederam desde o início do segundo mandato de Donald Trump na presidência dos EUA. O diplomata é uma das vozes brasileiras mais influentes no mundo em temas relacionados a economias emergentes, megatendências e ao próximo ciclo da globalização, além de ter sido um dos principais negociadores do Acordo Mercosul–União Europeia. Você confere a íntegra da entrevista no Podcast Rio Bravo, que começa logo a seguir.

Pânico
Marcel van Hattem

Pânico

Play Episode Listen Later Aug 4, 2025 122:46


O convidado do programa Pânico dessa segunda-feira (04) é Marcel van Hattem.Marcel van Hattem é cientista político, jornalista, deputado federal, vice-líder da oposição no Congresso Nacional e coordenador da Comissão de Danos Causados pelas Enchentes no Rio Grande do Sul.Nascido 8 de novembro de 1985, Marcel van Hattem possui bacharelado em Relações Internacionais e especialização em Direito, Economia e Democracia Constitucional, ambos pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Obteve o grau de mestre em Ciência Política pela Universidade de Leiden, em Jornalismo, Mídia e Globalização pelas Universidades de Aarhus, na Dinamarca, e de Amsterdã, na Holanda e é egresso do Programa de Liderança Política, Social e Empresarial da Georgetown University em Washington, D.C., Estados Unidos. Iniciou carreira profissional como entregador de jornais e posteriormente tornou-se repórter no Jornal Dois Irmãos. Foi colaborador convidado da Revista Voto e contribuiu com artigos de opinião e matérias para diferentes órgãos da imprensa brasileira, incluindo Zero Hora, Jornal do Comércio e O Estado de S. Paulo. Atuou na divisão internacional do Ministério dos Assuntos Econômicos, Agricultura e Inovação do Reino dos Países Baixos, em Haia e fundou a Argumento – Consultoria para Líderes de Expressão. Foi eleito em 2004, aos 18 anos, vereador de Dois Irmãos. Concorreu a deputado estadual e foi diplomado, em 2014, como primeiro suplente do Partido Progressista (PP), exercendo mandato de fevereiro de 2015 a março de 2018 como o deputado mais novo da Assembleia do Rio Grande do Sul. Notabilizou-se por proferir no Parlamento gaúcho discursos a favor das ideias de liberdade e contra ideologias estatistas e coletivistas.Uma seleção dos seus mais impactantes pronunciamentos, comentados, foi publicada no seu livro “Somos Nós Com Uma Voz: do megafone à tribuna em defesa da Liberdade, do Estado de Direito e da Democracia”, lançado pela LVM Editora. Em março de 2018 filiou-se ao Partido Novo, legenda pela qual se elegeu deputado federal mais votado do Rio Grande do Sul, com 349.855 votos. Desde então, sua atuação no âmbito federal foi pautada no combate à corrupção, diminuição do Estado e maior liberdade aos brasileiros.Seu mandato é marcado por intensa atuação legislativa: extinção do fundo eleitoral, Reforma da Previdência, apoio à Lei de Liberdade Econômica, defesa da prisão em segunda instância, apoio à reforma tributária, fim de honorários de sucumbência dos advogados públicos, defesa do Código de Defesa do Empreendedor, defesa para utilização do FGTS na compra de segundo imóvel, pena dobrada para atos de corrupção durante a pandemia, fim da imunidade parlamentar em casos de prisão em flagrante de parlamentares que cometerem crimes contra administração pública, entre outros. É autor do requerimento de criação da CPI do Abuso de Autoridade do STF e TSE, que já conquistou as 171 assinaturas necessárias e já foi protocolada.Redes Sociais:Instagram: https://www.instagram.com/marcelvanhattemTwitter: https://x.com/marcelvanhattemFacebook: https://www.facebook.com/marcelvhYouTube: https://www.youtube.com/@MarcelvanHattemOficial

Colunistas Eldorado Estadão
O Verde é Pop: Globalização das plantas para paisagismo

Colunistas Eldorado Estadão

Play Episode Listen Later Jul 31, 2025 9:06


Ricardo Cardim, botânico e paisagista, apresenta análises e comentários sobre a agenda verde nas cidades. Quadro vai ao ar na Rádio Eldorado às quintas, ao vivo, às 07h45, no Jornal Eldorado; e em boletins às segundas e quartas, às 12h30 e 16h.See omnystudio.com/listener for privacy information.

ONU News
Integração africana pode servir propósito da globalização e da ambição regional

ONU News

Play Episode Listen Later Jul 14, 2025 2:12


Falando sobre implementação da Área de Livre Comércio Continental Africana, subsecretária-geral aponta prioridade na cadeia de valor para atuação e implementação do acordo continental; iniciativa pode aumentar empregos, crescimento e industrialização num mercado de 1,3 bilhão de pessoas.

República de Ideias
#156 Conversas de Ateliê - Vivemos numa era de desglobalização? #53

República de Ideias

Play Episode Listen Later Jun 30, 2025 69:55


Seja bem-vinda/o ao conversas do Ateliê!Na mesa temos Paulo Henrique Martins, André Magnelli e Lucas Faial Soneghet. Nesse episódio conversamos sobre a desglobalização.A globalização foi o grande tópico da década de 1990. Embora discutida enquanto teoria nos círculos acadêmicos, a noção se espalhou para o senso comum e marcou época. Contudo, desde o pico da sua popularidade ela já causava controvérsias. Em 1999, o sociólogo britânico Anthony Giddens defendeu o conceito e falou de seus “céticos” e “críticos”. Enquanto alguns duvidam que o mundo tenha mudado a ponto de precisarmos de um novo conceito, outros criticam a globalização tanto como projeto político quanto como fato consumado.Em outras palavras, a globalização produz seus descontentes. Movimentos de alter-globalização, por exemplo, condenam os efeitos nocivos da globalização em seu aspecto econômico, especialmente no quesito ambiental e na proteção de modos de vida locais ameaçados pela expansão do mercado capitalista. Não obstante, valorizam a cooperação e interação global em prol de um mundo melhor. Movimentos étnicos e nacionalistas, até mesmo supremacistas, emergem com uma retórica anti-globalista, vista em Olavo de Carvalho e no atual presidente Donald Trump, por exemplo. Para estes, os grandes males da sociedade contemporânea resultam ora de um suposto concerto de organizações e elites políticas nefastas que operam para além das fronteiras nacionais, ora do enorme influxo de imigrantes, refugiados e bens que fluem do “terceiro mundo” para o “primeiro mundo”. Partilham de uma visão cética em relação às emergências climáticas e ambientais, rejeitando então a percepção correlata de um mundo interconectado e interdependente. A solução seria desglobalizar e reforçar as barreiras étnico-nacionais.Estaríamos diante de um momento de desglobalização? O mundo globalizado terminou? Ou estaria esgotada a força política e relevância cultural da noção de globalização?Tópicos: Globalização; Anti-globalismo; Alter-globalização.Youtube: https://youtu.be/g-nJwUIChNc Torne-se sócio-apoiador do Ateliê Clube!Clique no link para apoiar o Ateliê de Humanidades nos regimes Padrão, Premium e Sócio-leitor e receba quinzenalmente uma conversa com um dedo de prosa, um tanto de inteligência e um bocado de questões do momento. Você encontra as opções de apoio na página inicial do site, clicando em "Torne-se Sócio-Apoiador Aqui": https://ateliedehumanidades.com/

E TENHO DITO, PALAVRA DE HONRA!!!
GLOBALIZAÇÃO COM GNOMOS E FADAS - A CRÔNICA DE J TANNUS

E TENHO DITO, PALAVRA DE HONRA!!!

Play Episode Listen Later Apr 23, 2025 1:57


CRÔNICA PALAVRA DE HONRA COM J TANNUS 023 DE ABRIL DE 2025 GLOBALIZAÇÃO COM GNOMOS E FADAS - VEICULADA PELA JOVEM PAN NEWS CAMPINAS

Diplomatas
Trump e a guerra tarifária: “O fim da globalização é agora oficial”

Diplomatas

Play Episode Listen Later Apr 10, 2025 37:13


Donald Trump passou das palavras aos actos e anunciou taxas alfandegárias “recíprocas” para todo o mundo. Aliados, adversários, analistas, economistas e bolsas vão sucumbindo, uns mais atónitos que outros, sob o peso da inconsistência das traves-mestras do alegado “Dia da Libertação” dos Estados Unidos. Mas o Carlos Gaspar vê “coerência” na “estratégia de destruição da ordem internacional americana” liderada a partir de Washington. “Há aqui um padrão, desde o princípio, não é só um método de crise: o Presidente dos EUA está constantemente a criar situações de crise e tem a iniciativa estratégica para, passo a passo, ir destruindo a ordem internacional e o modelo de globalização que os EUA criaram a seguir à II Guerra Mundial”, diz o investigador do IPRI-NOVA no episódio desta semana do podcast Diplomatas. “O fim da globalização é agora oficial, com o decreto das tarifas, e é mais um pilar da ordem americana que é deitado abaixo”, insiste. “Não é apenas no domínio da Defesa e da Segurança. Agora é também o modelo americano da globalização que é posto em causa e, eventualmente, a própria posição do dólar como moeda de referência internacional.” Sobre a retaliação célere da China, o Carlos Gaspar resume de forma simples: “A resposta é inteiramente previsível. O secretário-geral do Partido Comunista da China não pode não responder taco-a-taco ao Presidente dos Estados Unidos. É uma questão de sobrevivência política.” Lembrando alguém que descrevia a guerra tarifária de Trump como um “Inverno nuclear económico autoinfligido”, a Teresa de Sousa lamenta que o tema tarde em entrar na campanha eleitoral em Portugal. A jornalista explica o fenómeno com a “terrível tendência que nos ficou incrustada nos genes desde o ‘orgulhosamente sós’ de Salazar”, que é “esta incapacidade da nossa classe política dirigente de olhar para nós como uma pequena economia aberta, democrática, aberta ao mundo”, que joga à escala europeia e mundial, e que tem na Europa “uma parte fundamental para a defesa dos nossos interesses, do nosso modo de vida e do nosso bem-estar social”. “Quando a União Europeia enfrenta uma dupla mudança radical da sua vida, a mudança geopolítica com a ruptura entre os dois lados do Atlântico (com a ameaça russa) e agora uma ruptura geoeconómica, como é que aqui em Portugal nenhum dos dois partidos que nos devem governar alternadamente [PSD e PS] consegue ter um raciocínio lógico e realista sobre o que se está a passar?”, questiona. Sobre o encontro agendado para o próximo sábado entre representantes dos EUA e do Irão, mediado por Omã, para se discutir o programa nuclear iraniano, o Carlos Gaspar nota comparações com o método de negociações norte-americanas sobre a guerra na Ucrânia. “O Presidente dos EUA quer pôr fim à guerra na Europa e pôr fim à guerra no Médio Oriente; e que está disposto a pagar um preço alto aos seus adversários para garantir esse resultado”, defende. Ainda sobre a Ucrânia, e, concretamente, sobre a incursão das suas Forças Armadas na província russa de Belgorod, a Teresa de Sousa realça que as Forças Armadas ucranianas “estão muito, muito, muito, muito longe de estar numa situação aflitiva” e acredita que os desenvolvimentos dos últimos meses fizeram com que as chefias militares e políticas do país invadido pela Rússia sejam agora mais “proactivas” e menos dependentes “das orientações americanas, como no tempo de Biden”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Economia
Fim da globalização? Tarifaço de Trump acelera recuo do livre comércio iniciado há 10 anos

Economia

Play Episode Listen Later Apr 9, 2025 5:19


Enquanto o mundo assimila a ampliação generalizada de tarifas de importação dos Estados Unidos, economistas se questionam se a aceleração do protecionismo americano em 2025 será o evento o histórico que marcará o fim da globalização tal como conhecemos desde os anos 1990. Com o recuo dos americanos, protagonistas e propulsores do livre mercado, abre-se um período de incertezas sobre os rumos do comércio internacional e o modelo econômico que poderá emergir. Lúcia Müzell, da RFI em ParisNo dia 2 de abril, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a adoção de taxas de pelo menos 10% sobre uma longa lista de produtos vindos de praticamente todos os países do globo. A China é o alvo número 1, chegando, após o anúncio de novas tarifas, a 104%, à frente dos 26% aplicados sobre as importações da Índia, 20% à União Europeia ou 10% ao Brasil. Para Vincent Vicard, professor de Economia Internacional na Universidade de Paris 1 Panthéon-Sorbonne e diretor-adjunto do Centro de Estudos Prospectivos e Informações Internacionais (CEPII), a retraída americana no livre comércio representa o "choque mais importante da história da globalização", como jamais visto desde o período entre guerras. “Ainda faltam muitos aspectos a serem esclarecidos sobre qual vai ser a amplitude deste choque, mas ele é muito mais abrangente do que foram as medidas do primeiro mandato de Trump. Lembremos que as importações americanas correspondem a 13% de todo o comércio mundial”, disse.“Estamos diante de um questionamento profundo das regras do comércio internacional, uma vez que Trump introduziu discriminações entre os países – o que contraria totalmente as regras do comércio internacional e da Organização Mundial do Comércio”, afirma Vicard.Entraves à globalização desde o BrexitApesar de ser um business man, Trump não parece se importar com o impacto negativo da sua guerra comercial sobre mercados financeiros e os investimentos, mergulhados na instabilidade desde a sua volta ao poder.Laurence Nardon, diretora do programa Américas do Instituto Francês de Relações Internacionais (Ifri), avalia que o presidente americano moldou à sua maneira o fim da globalização, um processo iniciado já no seu primeiro mandato e continuado por Joe Biden – e do qual o Brexit, no Reino Unido, também foi um marco importante.“A virada que Trump acelera agora de forma brutal e excessiva está em curso desde 2015. As pessoas, os eleitores dos países ocidentais, cansaram da globalização dos anos 1990. Na realidade, isso começou com a grande crise financeira de 2008: ela fez muitas pessoas tomarem consciência de que a globalização não estava funcionando para elas, principalmente na classe média”, explica a pesquisadora.“Essa percepção nos levou ao Brexit e à primeira eleição de Trump. Hoje estamos vivendo a confirmação de um grande movimento de volta atrás da globalização”, constata a autora de "Géopolitique de la puissance américaine" ("Geopolítica da potência americana", em tradução livre).O componente ideológico de Trump acrescenta uma grande incerteza sobre este processo, salienta Vincent Vicard. O presidente defende a retirada dos Estados Unidos da cena internacional para se concentrar exclusivamente no povo americano – o que pode significar, por exemplo, cortar o apoio logístico americano que garante a segurança de grande parte do transporte de mercadorias ao redor do planeta.Futuro do livre comércioQual o futuro da globalização sem o seu maior promotor? O pesquisador do CEPII afirma que a maioria dos países do globo apoia a continuidade do sistema de livre mercado, mesmo que muitos endossem as críticas sobre o peso que a China adquiriu no comércio. “Os outros países vão poder continuar no mesmo sistema, apesar da virada protecionista americana? O risco hoje é de uma escalada comercial no conflito, em relação aos Estados Unidos, mas também ao resto do mundo, porque teremos reorientações do comércio em meio a um choque violento, que vão criar tensões”, adverte Vicard.Outra fonte de incertezas é o impacto da guerra tarifária sobre a própria economia americana. A alta da inflação é inevitável, uma recessão é dada como provável e os efeitos positivos das medidas protecionistas levarão anos a aparecer, numa combinação que pode fazer ruir o apoio interno ao presidente. “Ele tem o apoio, na sua coalizão, dos chamados libertários da tecnologia, como Elon Musk, e republicanos tradicionais que são liberais, no sentido econômico do termo, e que não concordam nem um pouco com o que o presidente está fazendo”, indica Nardon. “Eles querem continuar fazendo negócios, importar, exportar. A maioria está calada neste momento, mas acho que ainda terão o que falar.”

Podcast Internacional - Agência Radioweb
Fim da globalização? Tarifas de Trump impactam livre comércio

Podcast Internacional - Agência Radioweb

Play Episode Listen Later Apr 9, 2025 5:19


Donald Trump acentua protecionismo norte-americano iniciado em 2015.Esse conteúdo é uma parceria entre RW Cast e RFI.

Conversas à quinta - Observador
Contra-Corrente. Poderão as tarifas de Trump matar a globalização?

Conversas à quinta - Observador

Play Episode Listen Later Mar 31, 2025 9:20


Vêm aí as tarifas de Trump e o mundo pode ficar diferente como resultado do que ele anunciar esta quarta-feira. Depois de décadas de globalização, será que os dias do comércio estão a chegar ao fim?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Contra-Corrente
Poderão as tarifas de Trump matar a globalização?

Contra-Corrente

Play Episode Listen Later Mar 31, 2025 9:20


Vêm aí as tarifas de Trump e o mundo pode ficar diferente como resultado do que ele anunciar esta quarta-feira. Depois de décadas de globalização, será que os dias do comércio estão a chegar ao fim?See omnystudio.com/listener for privacy information.

TSF - Mapa Mundo - Podcast
A defesa europeia, os EUA, as tarifas, a globalização e a manifestação bolsonarista no Rio de Janeiro

TSF - Mapa Mundo - Podcast

Play Episode Listen Later Mar 13, 2025


Rádio BandNews BH
Consequências da globalização

Rádio BandNews BH

Play Episode Listen Later Mar 12, 2025 2:03


Consequências da globalização by Rádio BandNews BH

consequ globaliza bandnews bh
Pânico
Marcel van Hattem

Pânico

Play Episode Listen Later Feb 14, 2025 135:24


O convidado do programa Pânico dessa sexta-feira (14) é Marcel van Hattem.Marcel van Hattem é cientista político, jornalista, deputado federal, vice-líder da oposição no Congresso Nacional e coordenador da Comissão de Danos Causados pelas Enchentes no Rio Grande do Sul.Nascido 8 de novembro de 1985, Marcel van Hattem possui bacharelado em Relações Internacionais e especialização em Direito, Economia e Democracia Constitucional, ambos pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Obteve o grau de mestre em Ciência Política pela Universidade de Leiden, em Jornalismo, Mídia e Globalização pelas Universidades de Aarhus, na Dinamarca, e de Amsterdã, na Holanda e é egresso do Programa de Liderança Política, Social e Empresarial da Georgetown University em Washington, D.C., Estados Unidos. Iniciou carreira profissional como entregador de jornais e posteriormente tornou-se repórter no Jornal Dois Irmãos. Foi colaborador convidado da Revista Voto e contribuiu com artigos de opinião e matérias para diferentes órgãos da imprensa brasileira, incluindo Zero Hora, Jornal do Comércio e O Estado de S. Paulo. Atuou na divisão internacional do Ministério dos Assuntos Econômicos, Agricultura e Inovação do Reino dos Países Baixos, em Haia e fundou a Argumento – Consultoria para Líderes de Expressão. Foi eleito em 2004, aos 18 anos, vereador de Dois Irmãos. Concorreu a deputado estadual e foi diplomado, em 2014, como primeiro suplente do Partido Progressista (PP), exercendo mandato de fevereiro de 2015 a março de 2018 como o deputado mais novo da Assembleia do Rio Grande do Sul. Notabilizou-se por proferir no Parlamento gaúcho discursos a favor das ideias de liberdade e contra ideologias estatistas e coletivistas.Uma seleção dos seus mais impactantes pronunciamentos, comentados, foi publicada no seu livro “Somos Nós Com Uma Voz: do megafone à tribuna em defesa da Liberdade, do Estado de Direito e da Democracia”, lançado pela LVM Editora. Em março de 2018 filiou-se ao Partido Novo, legenda pela qual se elegeu deputado federal mais votado do Rio Grande do Sul, com 349.855 votos. Desde então, sua atuação no âmbito federal foi pautada no combate à corrupção, diminuição do Estado e maior liberdade aos brasileiros.Seu mandato é marcado por intensa atuação legislativa: extinção do fundo eleitoral, Reforma da Previdência, apoio à Lei de Liberdade Econômica, defesa da prisão em segunda instância, apoio à reforma tributária, fim de honorários de sucumbência dos advogados públicos, defesa do Código de Defesa do Empreendedor, defesa para utilização do FGTS na compra de segundo imóvel, pena dobrada para atos de corrupção durante a pandemia, fim da imunidade parlamentar em casos de prisão em flagrante de parlamentares que cometerem crimes contra administração pública, entre outros. É autor do requerimento de criação da CPI do Abuso de Autoridade do STF e TSE, que já conquistou as 171 assinaturas necessárias e já foi protocolada.Instagram: @marcelvanhattem

República de Ideias
#144 Conversas de Ateliê - Política Internacional, com Paulo Roberto de Almeida #43

República de Ideias

Play Episode Listen Later Jan 27, 2025 122:19


Seja bem-vindo ao Conversas de Ateliê! Na mesa temos Paulo Roberto de Almeida, Paulo Henrique Martins, André Magnelli e Lucas Faial Soneghet. Nosso convidado, Paulo Roberto de Almeida, foi diplomata de carreira entre 1977 e 2021, representando o Brasil ao redor do mundo, e é professor no Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal. No episódio de hoje, conversamos sobre o cenário de política internacional, com foco na posição do Brasil entre China e Estados Unidos. A política internacional no ano de 2024 foi, para dizer o mínimo, conturbada. Os conflitos no Oriente Médio entre Israel e o Hamas se estenderam por 15 meses até o cessar-fogo recentemente acordado no dia 19 de janeiro de 2025. Começando em outubro de 2023 quando 1.200 pessoas foram mortas e outras 251 foram tomadas como reféns pelo Hamas, os conflitos transbordaram em ataques ao Irã e ao Líbano, visando atingir o grupo Hezbollah. Gaza, cenário da guerra, atualmente está em ruínas. Mais de 46 mil palestinos foram mortos durante as ações militares, segundo a o ministério da saúde de Gaza, enquanto as forças armadas israelenses contabilizam 17 mil mortes de combatentes palestinos e menos de 1 mil mortos de soldados israelenses. O cessar-fogo recente prevê a libertação gradual de reféns do Hamas e a retirada de tropas israelenses do território palestino. Em 24 de fevereiro de 2022, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, lançou uma invasão militar na Ucrânia, começando um conflito bélico que no mês que vem completará três anos. A guerra arrasou a Ucrânia e criou milhares de refugiados na região. Em resposta à invasão russa, algumas nações ocidentais impuseram sanções contra Moscou que, posteriormente, fechou um de seus principais gasodutos na Europa. Ao longo dos meses, com sanções, posicionamentos e políticas humanitárias, o conflito dividiu nações e opiniões ao redor do mundo e tem sido chamado de o maior e mais mortal desde a Segunda Guerra Mundial. Estima-se que cerca de 8 milhões de ucranianos deixaram o país, enquanto outros 8 milhões foram deslocados internamente. Atualmente, cerca de 20% do território ucraniano permanece sob ocupação russa. Nas Américas, Donald Trump está de volta após Joe Biden, seu antecessor, decidir não concorrer para reeleição e apoiar a candidatura da democrata Kamala Harris. O processo foi controverso e tenso, redundando em uma vitória marcante para o republicano, que alcançou a maioria dos votos populares e vantagens claras nos principais estados. A campanha contou com apoio direto de Elon Musk, dono da rede social X e atualmente encarregado do Departamento de Eficiência Governamental no governo Trump. No discurso de posse dado no dia 20 de janeiro de 2025, Trump anunciou a revogação de 78 ordens da gestão anterior, a retirada dos EUA do Acordo de Paris, que versa sobre a redução da emissão de gases de efeito estufa, perdão aos invasores do Capitólio em 2021, o fim das políticas de ação afirmativa e diversidade no governo e o fim do uso do termo “gênero” nos documentos e registros oficiais do país, que deverão usar a palavra “sexo” e conter somente as opções “masculino” e “feminino”. Para o Brasil, a eleição de Trump significa um novo cenário de polarização internacional. A diplomacia brasileira terá de se equilibrar entre a China, destino da maioria das suas exportações e grande investidora na América Latina, e os EUA, que busca retomar sua influência histórica no continente americano. Tópicos discutidos: Política Internacional; Globalização; Brasil; China; Estados Unido Vamos conversar? No Youtube: https://youtu.be/wze6Rw3rPyE Torne-se sócio-apoiador do Ateliê Clube! Clique no link para apoiar o Ateliê de Humanidades nos regimes Padrão, Premium e Sócio-leitor e receba quinzenalmente uma conversa com um dedo de prosa, um tanto de inteligência e um bocado de questões do momento. Você encontra as opções de apoio na página inicial do site, clicando em "Torne-se Sócio-Apoiador Aqui": https://ateliedehumanidades.com/

Economia Falada
Shot Econômico #105 – Governo Trump II: 2025, o ano em que a globalização é assassinada de vez?

Economia Falada

Play Episode Listen Later Jan 20, 2025 1:38


Trump tomou posse e muita coisa vai mudar. Ao longo dessa semana, vou postar comentários para deixar você a par das mudanças de vários aspectos econômicos que devem acontecer durante o governo Trump II. 2025 está no horizonte como um ano crucial, marcado pelo debate entre globalização e protecionismo. Com Donald Trump de volta ao poder, os Estados Unidos estão tomando medidas drásticas para proteger seus interesses internos através de tarifas e sanções pesadas. Mas as forças do mercado mostram que a história não é tão simples. O caminho à frente está cheio de questões: Será que o protecionismo de Trump levará à fragmentação do comércio global? Ou a necessidade de colaboração acabará vencendo? #globalização#protecionismo#comércioglobal#trump#economiamundial#librecomércio#ricardoamorim#tarifastrump#debateglobal#economiainternacional#video#vd#1m     Gostou do episódio? Avalie e mande o seu comentário aqui na plataforma.    MINHAS REDES SOCIAIS:   - Instagram: http://bit.ly/ricamnoinsta   - Telegram: https://t.me/ricardoamorimoficial   - Twitter: http://bit.ly/ricamnotwitter   - Youtube: http://bit.ly/youtubericam   - Facebook: http://bit.ly/ricamnoface   - Linkedin: http://bit.ly/ricamnolinkedin   E-MAIL   Mande suas sugestões para marketing@ricamconsultoria.com.br    COTAR PALESTRA:   https://bit.ly/consulte-ricam   CRÉDITOS:   ricamconsultoria.com.br

Bitalk
#213: REGULAMENTAÇÃO DE CRIPTOATIVOS E O FIM DA GLOBALIZAÇÃO c/Martinho Lucas Pires

Bitalk

Play Episode Listen Later Jan 8, 2025 80:42


Neste Bitalk vamos descobrir se estamos a testemunhar o fim da globalização e qual vai ser o futuro da Europa, EUA e China no meio disto tudo com Martinho Lucas Pires, Advogado focado em direito bancário e financeiro. Quem manda realmente no nosso país?

Presente Diário
"Globalização"

Presente Diário

Play Episode Listen Later Dec 7, 2024 3:42


Devocional do dia 07/12/2024 com o Tema: "Globalização" O termo globalização aplica-se à disseminação rápida de eventos, que passam a ocorrer simultaneamente em diferentes locais do mundo, seja na economia, na arte, na cultura, na ciência. Na saúde, p.ex., presenciamos a globalização (ou pandemia) da covid, que tão rápido se espalhou pelo mundo, levando à morte milhões de pessoas. Leitura bíblica: Romanos 5.12, 18-19, 21  Versículo Chave: Assim como uma só transgressão resultou na condenação de todos os homens, assim também um só ato de justiça resultou na justificação que traz vida a todos os homens (Rm 5.18). See omnystudio.com/listener for privacy information.

Olho de Gato
EP 233 | O gambozino e a avaria da globalização

Olho de Gato

Play Episode Listen Later Nov 22, 2024 26:44


Podcast Ultimato
Globalização do louvor - Elben César | Devocional Ultimato

Podcast Ultimato

Play Episode Listen Later Oct 18, 2024 2:06


Se eu não faço o que eu digo, não mereço a menor atenção, não mereço o respeito de ninguém. Devocional retirada de Um Ano Com Os Salmos.

Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura
A construção do imperialismo de plataforma na era da globalização

Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura

Play Episode Listen Later Sep 22, 2024 13:33


Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura, canal do grupo de pesquisa Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC) da Fundação Casa de Rui Barbosa. Autor do podcast: Vitor Vieira Ferreira, membro bolsista do grupo de pesquisa EPCC da FCRB. Podcast sobre o texto "A construção do imperialismo de plataforma na era do globalização", escrito por Dal Yong Jin e que corresponde ao capítulo dez do livro “Marx in the Age of Digital Capitalism”, publicado pela editora Brill em 2016. Coordenação do canal: Dra. Eula D.T.Cabral. Análise e correção do roteiro e fichamento do episódio: Dra. Eula D.T.Cabral. Conheça o nosso grupo de pesquisa! Site: https://epccbrasil.wixsite.com/epcc2 Canal no Youtube: EPCC Brasil - https://www.youtube.com/channel/UC7niIPYHyPTpr24THJx-hiw/featured Página no Facebook: EPCC - Economia Política da Comunicação e da Cultura Instagram: @epcc.brasil Email: coloquio.epcc@gmail.com

TUTAMÉIA TV
Domínio do dólar e globalização na visão de Conceição Tavares - uma palestra em 2004

TUTAMÉIA TV

Play Episode Listen Later Jun 12, 2024 57:41


TUTAMÉIA entrevista o cineasta José Mariani, diretor de "Livre Pensar", cinebiografia de Maria da Conceição Tavares. Inscreva-se no TUTAMÉIA TV e visite o site TUTAMÉIA, https://tutameia.jor.br, serviço jornalístico criado por Eleonora de Lucena e Rodolfo Lucena. Acesse este link para entrar no grupo AMIG@S DO TUTAMÉIA, exclusivo para divulgação e distribuição de nossa produção jornalística: https://chat.whatsapp.com/Dn10GmZP6fV...

História em Meia Hora
Cruzadas na visão dos Árabes

História em Meia Hora

Play Episode Listen Later Apr 3, 2024 31:50


A gente sabe o que foram as Cruzadas desde a escola. Mas a perspectiva que aprendemos sobre o tema é Cristã. Como o outro lado enxergou esse evento? Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre como foram as Cruzadas na visão dos Árabes. - Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahora Compre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"! https://www.loja.literatour.com.br/produto/pre-venda-livro-historia-em-meia-hora-grandes-civilizacoesversao-capa-dura/ Compre meu primeiro livro-jogo de história do Brasil "O Porão": https://amzn.to/4a4HCO8 Compre nossas camisas, moletons e muito mais coisas com temática História na Lolja! www.lolja.com.br/creators/historia-em-meia-hora/ PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.com Apresentação: Prof. Vítor Soares. Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre) REFERÊNCIAS USADAS: - MAALOUF, Amin. As Cruzadas Vistas pelos Árabes. Tradução Editora Brasiliense S.A. São Paulo: Editora Brasiliense, 1988 - SALLES, Bruno Tadeu. As Ordens militares, o mundo muçulmano e os dilemas do convívio: Histórias Conectadas como uma abordagem crítica para a História das Cruzadas. Varia Historia, Belo Horizonte, vol. 38, n. 76, p. 17-58, jan/abr 2022 - SILVA, Marcelo Cândido da. Uma História global antes da Globalização? Circulação e espaços conectados na Idade Média. Revista de História, n. 179, p. 1-19, 2020. - SILVA, Denisse Sandovetti Policarpo. “AS CRUZADAS VISTAS PELOS ÁRABES”: UMA ANÁLISE DAS CRUZADAS A PARTIR DA OBRA HOMÔNIMA DE AMIM MAALOUF – Guarulhos, 2022. Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação em História – Universidade Federal de São Paulo, Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, 2021 -  ROBINSON, Francis. O Mundo Islâmico: o esplendor de uma fé. São Paulo: Editora Folio, 2007 - As Cruzadas salvaram a Europa do Islã? | Canal História Islâmica (@mansur.peixoto) - As narrativas eurocêntrica e islamocêntrica prejudicam nossa compreensão das Cruzadas | Portal História Islâmica (@mansur.peixoto) - Por que os muçulmanos vêem as cruzadas de maneira tão diferente dos cristãos? | Portal História Islâmica (@mansur.peixoto)

Investimento À Bessa
#135 Globalização, inflação e juros: a economia mundial em 2024 com André Loes

Investimento À Bessa

Play Episode Listen Later Apr 2, 2024 43:39


Desbravando os Horizontes Econômicos de 2024!

Leonardo Kurcis
GLOBALIZAÇÃO E FAMÍLIA PLANETÁRIA

Leonardo Kurcis

Play Episode Listen Later Mar 26, 2024 18:11


Podemos observar que caminhamos para a existência de uma família planetária. Isso pode ser percebido pelo processo denominado de globalização. Há cada vez mais ligações entre as diferentes nações e povos através do intercâmbio econômico, pela difusão dos meios de comunicação, pelas viagens e pela expansão da cultura. --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/leonardo-kurcis/message

Segundas Feministas
#SegundasTrajetórias: Mary Del Priore

Segundas Feministas

Play Episode Listen Later Dec 26, 2023 38:32


O bloco #SegundasTrajetórias foi criado pensando na dimensão da história pública: aquela que é feita não somente para vários públicos, mas COM estes públicos. A nova série é dedicada à experiência de mulheres em sua mais ampla concepção. Suas trajetórias serão nosso mote para oferecer às nossas ouvintes a pluralidade das existências na contemporaneidade. Produziremos registros e também pretendemos valorizar cada vivência compartilhada em nossos episódios. Hoje vamos conhecer a trajetória de Mary Del Priore! Historiadora, pós-doutora pela École des Hautes Études em Sciences Sociales de Paris e autora de mais de 50 livros de História do Brasil, Mary Del Priore lecionou na FFLCH/USP, na PUC/RJ e na Universidade Salgado de Oliveira. Com mais de vinte prêmios literários nacionais e internacionais, entre os quais três Jabutis, anima um programa na rádio CBN, “Rios de História”, colabora com jornais e revistas acadêmicos e não acadêmicos e é sócia titular do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, sócia do Instituto Histórico e Geográfico do Rio de Janeiro, sócia correspondente do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, sócia do P.E.N Club do Brasil, acadêmica correspondente da Academia Paraguaya de la Historia, da Academia Nacional de la Historia de Argentina, da Academia Colombiana de La Historia, da Real Academia de La Historia de Espanha, da Academia Portuguesa da História, do Instituto Historico e Geografico del Uruguay e membro do Conselho Consultivo da Confederação Nacional do Comércio, e sócia da Academia Carioca de Letras. Membro da Comissão Científica Internacional da Cátedra Infante Dom Henrique para Estudos Insulares Atlânticos e Globalização (CIDH) sediada na Universidade Aberta de Lisboa. Membro do Conselho do Patrimônio Cultural da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro, é também autora brasileira selecionada para o catálogo da CBL - Books and Rights Catalogue 2018. Consultora de consagrados diretores de cinema como Daniela Thomas, Beto Amaral, Elza Cataldo e Estevão Ciavatta, vem colaborando com documentários realizados para a televisão brasileira com enfoque em história como os realizados por Murilo Salles ou Teresa Jeroulson. Foi eleita em 2021, pela opinião pública através da revista “Aventuras na História” a “Melhor historiadora do Brasil” e “Escritora de Destaque”. Com publicações como Uma Breve História do Brasil, agora em tradução chinesa, O mal sobre a terra e D. Maria I, traduzidos para Portugal, ou Histórias da gente Brasileira, em quatro volumes, que versam assuntos gerais sobre nosso passado, especializou-se em temas de sociedade tais como: história da mulher, da família e da criança. História da sexualidade. História da família Imperial brasileira. História do consumo, da vida privada e das transformações da intimidade. FICHA TÉCNICA Segundas Feministas Episódio 160 - #SegundasTrajetórias: Mary Del Priore Convidada: MARY DEL PRIORI Direção Geral: Kaoana Sopelsa (UFGD), Ana Carolina Coelho (UFG) Direção Executiva: Marcela Boni (USP), Indiara Launa Teodoro (UFRPE) Locução: Kaoana Sopelsa (UFGD), Ana Carolina Coelho (UFG), Marcela Boni (USP) e Indiara Launa Teodoro (UFRPE) Supervisão de produção e Edição de áudio: Indiara Launa Teodoro (UFRPE) e Olívia Tereza Pinheiro de Siqueira (UFF) Pesquisa de conteúdo e Roteiros: Kaoana Sopelsa (UFGD), Ana Carolina Coelho (UFG), Marcela Boni (USP), Marília Belmonte (USP), Geisy Suet (USP), Aline Beatriz Coutinho (UERJ), Renan de Souza Nascimento (Unimontes-MG) e Indiara Launa Teodoro (UFRPE) Pesquisa gráfica e Arte: Kaoana Sopelsa (UFGD)e Ingryd Damásio Ribeiro Tófani (Unimontes-MG). Ilustrações: Kaoana Sopelsa (UFGD) Social Media: Marília Belmonte (USP), Geisy Suet (USP), Renan de Souza Nascimento (Unimontes-MG) e Indiara Launa Teodoro (UFRPE). Trilha sonora: Ekena, Todxs Putxs (2017).  Realização e apoio: GT GÊNERO - ANPUH Brasil e ANPUH Brasil.  País/Ano: Brasil, Ano IV, 2023. Acompanhe o Segundas Feministas nas redes sociais! --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/segundas-feministas/message

Resposta Pronta
"De uma globalização para uma regionalização"

Resposta Pronta

Play Episode Listen Later Dec 22, 2023 5:34


José Felício explica que a insegurança no Mar Vermelho tem impacto no comércio global, "destabiliza os mercados". O especialista realça que as empresas estão a colocar-se "nos seus mercados naturais".See omnystudio.com/listener for privacy information.

Podcasts do Portal Deviante
Giro de História: a escrita da história; a imprensa no Brasil imperial; e a globalização das luzes – 16 Kaosian (Spin#2133 – 26/09/2023)

Podcasts do Portal Deviante

Play Episode Listen Later Sep 26, 2023 17:25


Sejam bem-vindos ao segundo milésimo centésimo trigésimo terceiro Spin de Notícias, o seu giro diário de informações científicas... em escala sub-atômica. E nesse Spin de Notícias falaremos sobre...História! *Este episódio, assim como tantos outros projetos vindouros, só foi possível por conta do Patronato do SciCast. Se você quiser mais episódios assim, contribua conosco!*

Spin de Notícias | Deviante
Giro de História: a escrita da história; a imprensa no Brasil imperial; e a globalização das luzes – 16 Kaosian (Spin#2133 – 26/09/2023)

Spin de Notícias | Deviante

Play Episode Listen Later Sep 26, 2023 17:25


Sejam bem-vindos ao segundo milésimo centésimo trigésimo terceiro Spin de Notícias, o seu giro diário de informações científicas... em escala sub-atômica. E nesse Spin de Notícias falaremos sobre...História! *Este episódio, assim como tantos outros projetos vindouros, só foi possível por conta do Patronato do SciCast. Se você quiser mais episódios assim, contribua conosco!*

Economia Falada
Série Lições da História: Episódio 3 – Globalização

Economia Falada

Play Episode Listen Later Jul 26, 2023 5:16


Historicamente, crises econômicas costumam levar a mais protecionismo, polarização e, no final das contas mais pobreza e conflitos, inclusive bélicos. Infelizmente, parece que estamos repetindo esse erro grave da história. Ainda dá tempo de mudar esse jogo, mas cabe cada um não esquecer essa importante lição da história.     #liçõesdahistoria #globalização #primeiraguerramundial #segundaguerramundial #crisefinanceiraglobal #grandedepressão #crise1929 #protecionismo #ricardoamorim    Gostou do episódio? Avalie e mande o seu comentário aqui na plataforma.    MINHAS REDES SOCIAIS:   - Instagram: http://bit.ly/ricamnoinsta   - Telegram: https://t.me/ricardoamorimoficial   - Twitter: http://bit.ly/ricamnotwitter   - Youtube: http://bit.ly/youtubericam   - Facebook: http://bit.ly/ricamnoface   - Linkedin: http://bit.ly/ricamnolinkedin   E-MAIL   Mande suas sugestões para gustavo@ricamconsultoria.com.br    COTAR PALESTRA:   https://bit.ly/consulte-ricam   CRÉDITOS:   ricamconsultoria.com.br

Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer
A globalização do disparate e etc.

Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer

Play Episode Listen Later Apr 1, 2023 51:31


Um crime de delito comum faz salivar qualquer populista que se preze. Se envolver um refugiado, pior ainda; “melhor ainda”, dirá o populista sem escrúpulos. O caso da semana não foi excepção. Entretanto, foi aprovado o cabaz. O IVA zero - ainda há quinze dias rejeitado pelo governo - passa a vigorar em 44 produtos. Mas é capaz de faltar um: coerência. Ao largo da Madeira, continua a saga do Mondego. Parece uma erro de geografia mas é só mais um capítulo de uma crónica cómico-marítima, que alguém há-de escrever um dia. Enquanto isso, a França está a ferro e fogo e Trump, acusado judicialmente, conta também com os ânimos incendiário dos seus apoiantes para transformarem essa acusação num troféu. Quanto a Agatha Christie, que nos livros que escreveu matou gente com fartura, viu chegada a altura (é uma forma de dizer, uma vez que já cá não está para isso) de ser ela a vítima. Não de um qualquer crime de delito comum, mas do lápis azul dos chamados leitores de sensibilidade. Será que a moda chega um dia destes até nós? Para já, não há notícia disso, mas não é de desprezar o inegável potencial da globalização do disparate.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Mundo Freak
O Cyberpunk é agora! | MFC 432

Mundo Freak

Play Episode Listen Later Dec 8, 2022 91:17


Globalização em massa, protagonistas que vão contra o sistema que controla informações, isolamento dos indivíduos em relação a um inimigo muito maior que ele mesmo, dilemas filosóficos, submundos urbanos, cyborgs e muita inteligência artificial também são elementos muito presentes nas obras distópicas do cyberpunk, que se utiliza muito do lema: High tech, low life, ou alta tecnologia, baixa qualidade de vida. As principais ideias do gênero vão de encontro com a filosofia do “transhumanismo”, que tem como proposta transformar a condição humana com o uso de tecnologias mais atuais para aprimorar o ser humano, deixando em segundo plano a evolução biológica, alcançando o estágio de pós-humano. No cyberpunk, enquanto a tecnologia altera as circunstâncias, os danos da sociedade são evidenciados, mostrando uma sociedade que passa a ser controlada por grandes corporações. No episódio de hoje, nossos investigadores Andrei Fernandes, Marcos Keller, Jey e Lívia Andrade do podcast irmão Magickando falarão sobre as potencialidades do cyberpunk nos dias de hoje.

Canary Cast
A globalização do mercado de DEVs e o modelo de “fuso horário próprio”, com Lucas Mendes

Canary Cast

Play Episode Listen Later Sep 7, 2022 35:23


Quando você pensa em um mercado globalizado, o parâmetro do que é um salário alto e um salário baixo tem que mudar. Neste bate papo, Bel Gallera conversa com Lucas Mendes, fundador da Revelo, plataforma online para empresas norte-americanas contratarem desenvolvedores remotos de software da América Latina.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Fernando Ulrich
Ep. 325 - O fim da globalização, a inflação mundial e os desafios da economia brasileira

Fernando Ulrich

Play Episode Listen Later Aug 19, 2022 39:24


Esta é uma palestra que dei para a Associação Comercial de Pelotas do Rio Grande do Sul no dia 11 de agosto de 2022 sobre o panorama da economia mundial, o fim da globalização, a grande inflação global de 2022, o aperto monetário dos Bancos Centrais e como a conjuntura internacional impacta o Brasil, especialmente em ano de eleições presidenciais.

radinho de pilha
o mundo vai acabar um dia? o gorila invisível, a história de Gandhi, a primeira globalização

radinho de pilha

Play Episode Listen Later Aug 17, 2022 61:05


Gandhi: Architect of Indian independence https://pca.st/6vlh4o0v Berlusconi, Bolsonaro https://opiniao.estadao.com.br/noticias/espaco-aberto,berlusconi-bolsonaro,70004132543 Have Scholars Finally Deciphered a Mysterious Ancient Script? https://www.smithsonianmag.com/history/have-scholars-finally-deciphered-a-mysterious-ancient-script-180980497/ Europe's extreme drought is exacerbating food and energy crises https://www.newscientist.com/article/2333938-europes-extreme-drought-is-exacerbating-food-and-energy-crises/ Antifrágil, por Nicholas Nassim Taleb https://leiavaleapena.com/post/176817296043/antifr%C3%A1gil-por-nicholas-nassim-taleb The lost nuclear bombs that no one can find https://www.bbc.com/future/article/20220804-the-lost-nuclear-bombs-that-no-one-can-find VP Menon: The forgotten hero who stitched India together https://www.bbc.co.uk/news/world-asia-india-62422428 O ... Read more

Ilustríssima Conversa
O futuro da globalização, com Oliver Stuenkel

Ilustríssima Conversa

Play Episode Listen Later Aug 6, 2022 41:25


O futuro da globalização é o tema do primeiro episódio da série especial do Ilustríssima Conversa que vai discutir o que vem pela frente em questões importantes da conjuntura atual. Nos próximos quatro meses, o podcast receberá intelectuais e pesquisadores para discutir, em um episódio extra por mês, o que eles veem como tendências em suas áreas de atuação nas próximas décadas. As conversas com autores de livros de não ficção continuam a ser publicadas normalmente. Oliver Stuenkel, professor de relações internacionais da FGV São Paulo, diz neste episódio que estamos testemunhando o começo do fim da globalização. Para o pesquisador, a transição de um mundo em que os EUA exerciam hegemonia absoluta para uma ordem global multipolar, com novos países emergindo no cenário internacional, vai ser marcada por tensões crescentes entre as potências. Na conversa, Stuenkel afirma que o cenário mais provável no futuro é uma desconexão entre os blocos liderados pelos EUA e pela China e que o Brasil pode ampliar sua margem de manobra com a ascensão de Pequim. Produção e apresentação: Eduardo Sombini Edição de som: Raphael Concli See omnystudio.com/listener for privacy information.

Viracasacas Podcast
#284 – Youtube, política e a reversal destra – com Normose

Viracasacas Podcast

Play Episode Listen Later Jul 19, 2022 96:48


Saudações pessoas! No episódio de hoje recebemos de volta o grandioso Normose, para uma convera sobre o Youtube, política, algortimos e a reversal destra. Começamos distuindo como é produzir conteúdo político no Youtube, as mudanças mais recents e também falamos sobre a enorme influëncia que o Tik Tok teve no modo como plataformas mais antigas funcionam. Depois falamos sobre “a reversal destra”, esse fenômeno metapolítico através do qual a direita manipula o debate e constrói suas mentiras. Clica aí!   Dicas Culturais & Referências (Canal) Normose (Vídeo) Quem tem medo do comunismo? (Texto) A Reversal Destra (Anime) Spriggan (Livro) A Era do Capitalismo de Vigilância (Livro) Por uma outra Globalização   – – Escute o Vira no seu agregador de podcasts preferido, em serviços de streaming como o Spotify ou diretamente do site do feed – podendo fazer download do mp3 se preferir em viracasacas.libsyn.com – –   Expediente Pai-Fundador: Felipe Abal Apresentação: Gabriel Divan e Carapanã Capas: Gui Toscan Edição de Áudio: Thiago Corrêa & Estopim Podcasts  

Chutando a Escada
Brasil, ONU e Conselho de Segurança

Chutando a Escada

Play Episode Listen Later May 27, 2022 69:23


Uma das marcas dos últimos anos nas Relações Internacionais tem sido o descrédito das instituições multilaterais, principalmente da mais conhecida delas: a ONU. Para entender melhor a sua importância, convidamos a Marianna Albuquerque (OPSA) para uma aula sobre o desenho institucional da Organização das Nações Unidas com foco no Conselho de Segurança. Conheça melhor o histórico de formação da ONU e do CSNU, seus poderes e limites nas questões de segurança internacional, e a inserção brasileira na sua constituição. Para apoiar o Chutando a Escada, acesse chutandoaescada.com.br/apoio Comentários, críticas, sugestões, indicações ou dúvidas existenciais, escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: Geraldo Zahran – twitter.com/gnz20 Carolina Pavese – facebook.com/carol.pavese.7 Marianna Albuquerque Conheça o ONU em Pauta, no Instagram, e o Observatório Político Sul-Americano (OPSA)! Trabalhos da Marianna: -Tese de Doutorado – Potências Médias Emergentes e Uso da Força: Brasil e Índia no Conselho de Segurança das Nações Unidas (1946-2012) -Dissertação de Mestrado – O Brasil no Conselho de Segurança Votações em Resoluções de Capítulo VII (1993-2011) -Marianna Albuquerque e Maria Regina Soares de Lima – O Estilo Bolsonaro de Governar e a Política Externa -Marianna Albuquerque – Globalização da Saúde Pública: a Organização Mundial da Saúde e a cooperação na América do Sul The post Brasil, ONU e Conselho de Segurança appeared first on Chutando a Escada.

Renascença - Extremamente Desagradável
Judite, Pioneira da Globalização

Renascença - Extremamente Desagradável

Play Episode Listen Later May 11, 2022 11:30


Judite Sousa voltou à televisão e volta também, por isso, ao Extremamente Desagradável.

humor rr globaliza pioneira joana marques renascença extremamente desagrad
Genial Podcast

Quantos e quais estímulos são necessários para gerar uma mudança em escala global? Acompanhe o Conversa com Zé Márcio desta sexta-feira, 06, e fique por dentro dos cenários macroeconômicos brasileiro e internacional, assim como o curioso comportamento de desglobalização gerado pela guerra entre a Rússia e a Ucrânia e o isolamento social chinês por conta da tolerância zero à Covid.

Falando de História
Miscelânea Histórica #23

Falando de História

Play Episode Listen Later Apr 25, 2022 9:29


Nesta nova Miscelânea revelamos a data de lançamento do nosso livro - Atualizar a História. Uma Nova Visão sobre o Passado de Portugal -, e falamos ainda sobre Oliver Cromwell (1599-1658), estadista e general inglês, e sobre as revistas de História em português, quer académicas, quer vocacionadas para o público geral. Sugestões da semana 1. John Darwin - As Portas do Mundo - As Cidades Portuárias e a Globalização na Era do Vapor, 1830-1930. Lisboa: Edições70, 2021. 2. David Washbrook - Histórias da Índia. Entre Impérios e Mundos Globais. Lisboa: Edições70, 2022. Música: "Hidden Agenda" Kevin MacLeod (incompetech.com) - Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License, http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/

Entendendo a Notícia
# 324 - Globalização econômica é processo irreversível, diz Xi Jinping

Entendendo a Notícia

Play Episode Listen Later Jan 18, 2022 32:26


18/01/2021 - Bandeirantes Acontece

bienal
Ep 5 | Anos 90: globalização, internet e antropofagia

bienal

Play Episode Listen Later Jul 31, 2021 23:40


Marina Person traz, no quinto episódio do podcast “Bienal, 70 anos”, detalhes sobre as mostras realizadas nos anos 90. Teve recorde no número de países participantes (70 na edição de 1994), a arte abstrata do russo Kazimir Malevich, os murais do mexicano Diego Rivera, a pirotecnia de Cai Guo Qiang, a “Bienal da Antropofagia”, peças dos brasileiros Hélio Oiticica, Adriana Varejão, Cildo Meireles e também a internet como obra de arte.

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Chutando a Escada
Globalização da resistência, com James Green

Chutando a Escada

Play Episode Listen Later Feb 12, 2019 79:55


Recebemos o professor James Green (Brown University), historiador especializado em estudos latino-americanos, brasilianista e ativista dos direitos LGBT norte-americano. Atualmente é professor da Universidade de Brown, onde passou a lecionar História da América Latina, herdando a cátedra de Thomas Skidmore. Neste episódio, saiba sobre as recentes iniciativas internacionais em defesa dos direitos humanos, da liberdade de cátedra e da democracia aqui no Brasil. Aperto play! Para apoiar o Chutando a Escada, acesse chutandoaescada.com.br/apoio Comentários, críticas, sugestões, indicações ou dúvidas existenciais, escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Ouça a playlist deste episódio no Spotify em: spoti.fi/2SAw0Pg Você pode ouvir todos os episódios do Chutando a Escada no Spotify em: spoti.fi/2NixYME Também temos um canal no YouTube: youtube.com/chutandoaescada Participaram desse podcast: Filipe Mendonça – twitter.com/filipeamendonca Geraldo Zahran – facebook.com/geraldo.zahran James N. Green – facebook.com/james.n.green.10 #Sorteios A Ganhadora do concurso #harrypotternaescada foi a Luiza Ayres (@luizatuitando) que disse o seguinte: “Quando se elege o Voldemort pra presidente, precisamos de uma nação de Hermiones”. Agradecemos a loja Funko Mania pela parceria. Quer conhecer a loja? Então acesse aqui funkomania.com.br E os ganhadores dos prêmios especiais para apoiadores/as de Dezembro de 2018 e Janeiro de 2019 foram Juliana Mara e Roberto Telles. Para participar dos sorteios, seja você também um apoioador/a do Chutando a Escada. ***Notícias citadas neste episódio *** –Nota da ABCP -James Green no Roda Viva -“Revolucionário e gay: A vida extraordinária de Herbert Daniel”, de James Green –U.S. Network for Democracy in Brazil ***Livros publicados por James Green*** -“Revolucionário e gay: A vida extraordinária de Herbert Daniel”, de James Green –História do movimento LGBT no Brasil –Ditadura e Homossexualidades: Repressão, Resistência e a Busca da Verdade –História do movimento LGBT no Brasil –Apesar de vocês –Modern Latin America –The Brazil Reader: History, Culture, Politics –Exile within Exiles: Herbert Daniel, Gay Brazilian Revolutionary –Beyond Carnival: Male Homosexuality in Twentieth-Century Brazil ***Sonoras*** –Deputado Federal Jean Wyllys desiste do terceiro mandato | SBT Brasil (24/01/19) –Ministra Damares Alves é desmentida em quadro Detetive Virtual do Fantástico ***Trilha Sonora*** -The Girl From Ipanema, Antônio Carlos Jobim & Frank Sinatra -Dindi, Antônio Carlos Jobim & Frank Sinatra -Change Partners, Antônio Carlos Jobim & Frank Sinatra -Triste, Antônio Carlos Jobim & Frank Sinatra -Bonita, Antônio Carlos Jobim & Frank Sinatra –Beat It, Michael Jackson in Bossa Moments Capa do episódio: The post Globalização da resistência, com James Green appeared first on Chutando a Escada.

Estadão Notícias
No templo da globalização, Bolsonaro será nacionalista?

Estadão Notícias

Play Episode Listen Later Jan 18, 2019 21:38


A retórica nacionalista a la Donald Trump, tão presente nas inúmeras declarações públicas de Jair Bolsonaro até agora, terá espaço no Fórum Econômico Mundial, em Davos? Com a ausência de importantes líderes mundiais no encontro, como a do próprio presidente americano, o discurso do novo Chefe do Executivo brasileiro se tornou uma das principais atrações do evento. “Todos querem saber o que pensa o Brasil, o que pensa Bolsonaro”, descreve o correspondente do Estadãona Suíça, Jamil Chade, convidado do episódio de hoje.   Jamil fala não apenas sobre a expectativa da estreia internacional de Bolsonaro, mas também relata como o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, se tornou um dos protagonistas brasileiros no encontro que reúne a elite financeira internacional. O correspondente também resgata algumas curiosidades históricas do evento, que já teve Marcelo Odebrechet como co-presidente de Davos para América Latina, premiou o ex-presidente Lula como “estadista do ano” e ainda contou com patrocínio da Petrobrás para uma campanha sobre ética e transparência nos negócios.See omnystudio.com/listener for privacy information.